Jornalismo

O Sucateamento das Forças Armadas Brasileiras

O mais recente documento dos comandos do Exército, Marinha e Aeronáutica sobre o estado dos equipamentos militares comprova que continua em curso o processo de sucateamento das Forças Armadas, iniciado há muitos anos. As consequências podem ser graves. O treinamento e preparo do pessoal acaba espelhando as condições precárias do equipamento e dos sistemas de armas e o resultado óbvio disso é a redução da capacidade de defesa do País, que também fica sem condições de sustentar ações de política externa que exijam qualquer tipo de apoio militar.

A reportagem de Tânia Monteiro publicada pelo Estado (22/11) mostra que o problema não se deve apenas à falta de recursos. Em termos absolutos – excluídos os gastos com a dívida pública e a Previdência -, o orçamento militar é menor, apenas, que o do Ministério da Saúde. Mas a liberação desses recursos não é regular e contínua, o que prejudica enormemente qualquer planejamento militar, que depende de continuidade.

Os contingenciamentos de verbas comprometem os planos de reaparelhamento das Forças Armadas. É verdade que as dotações orçamentárias para as três Forças cresceram nos últimos anos. De R$ 5 bilhões para investimentos e custeio em 2007, os recursos aumentaram para R$ 7,77 bilhões em 2008, R$ 10,05 bilhões em 2009, R$ 12 bilhões em 2010, R$ 12,9 bilhões (valor estimado) em 2011 e R$ 14,4 bilhões (valor que consta do projeto de lei orçamentária em exame no Congresso) em 2012.

A reportagem não deixa dúvidas, porém, de que, mesmo com mais dinheiro, a situação das Forças Armadas continua piorando, e com rapidez. Em março, a Marinha – que, como dizem as autoridades, tem a missão de proteger a área do pré-sal – mantinha em operação apenas 2 de seus 23 jatos A-4; hoje, nenhuma dessas aeronaves tem condições de decolar do porta-aviões São Paulo. Das 100 embarcações militares, entre corvetas, fragatas e patrulhas, apenas 53 estão navegando. Dos 5 submarinos, só 2 estão operando.

Na Aeronáutica, dos 219 caças, apenas 72 (33%) estão em operação; dos 81 helicópteros, 22 (27%); dos 174 aviões de transporte, 67 (39%); dos 177 aviões de instrução e treinamento, 49 (28%). Se considerada a idade média da frota, a situação é ainda pior. Quase 90% dos aviões da FAB têm mais de 15 anos de uso, quando, para uma força operacional com um mínimo de eficiência, o recomendável é que no máximo metade das aeronaves tenha mais de 10 anos de uso. Quanto às baterias antiaéreas, as 9 existentes estão fora de uso.

No Exército, a situação não é melhor. Dos 1.610 veículos blindados, apenas 982 (61%) estão disponíveis; dos 78 helicópteros, 39 (50%)estão em operação; e, dos 563 obuseiros, estão disponíveis 449 (80%).

Esses números mostram a urgência da recuperação da capacidade operacional do setor militar, que, ao mesmo tempo, precisa ampliar o alcance de suas ações, por meio de programas como o do submarino nuclear, que já contabiliza grande atraso em sua execução, e o de reequipamento da FAB.

Mas, se mais recursos têm sido aplicados no setor militar e, ainda assim, a situação piora e os programas inovadores não avançam, o que há de errado, além da intermitência da liberação das verbas?

O item que mais absorve recursos do Ministério da Defesa, e o faz em proporção alarmantemente crescente, é o de pessoal. São mais de 750 mil militares da ativa e da reserva e pensionistas. Isoladamente, esse item consome cerca de 80% do orçamento do Ministério da Defesa. Mas o mais grave é que pelo menos 75% das despesas com pessoal correspondem a gastos com inativos e pensionistas – uma despesa cujo crescimento é inexorável.

O modelo de carreira militar adotado pelo Brasil produz duas distorções. Uma delas é a concentração, cada vez maior, de despesas com o pessoal inativo. A segunda é a carência de contingentes de reservistas – sargentos e oficiais – com idade apropriada para atender a uma eventual convocação. O sistema é, assim, insustentável.

Os políticos não parecem interessados em discutir os problemas estruturais das Forças Armadas.

Opinião dos leitores

  1. A situação dos militares brasileiros chegou ao fundo do poço.
    Trabalhei no setor de pagamento de pessoal de uma OM por 5 anos (2004 a 2009) e pela função,
    tinha acesso aos contracheques de todos os militares do quartel. A situação era
    revoltante: mais de 90% dos militares tinham empréstimos consignados, e a maior
    parte não era para a compra de casa, carro ou outro bem de maior valor, e sim
    para saldar dívidas corriqueiras, como cartão de crédito, escolas, etc.
    Acabavam entrando numa bola de neve, pois com o salário líquido do mês diminuído
    pelo empréstimo, faziam novas dívidas e assim eram obrigados a fazer mais
    empréstimos, e o ciclo nunca terminava. De lá para cá a situação não mudou, ou
    melhor, está sim mudando, só que para a pior.

    Depois, o governo ainda está pleiteando uma vaga no conselho de
    segurança permanente da ONU. Parece piada! Dá para entender boa parte da
    resistência dos membros (EUA, França, Reino Unido, China e Rússia) quanto a
    isso, pois imaginem só ter ao seu lado um membro fraco, incapaz de se mobilizar
    e combater como eles? A missão do Haiti é mera ilusão, pois trata-se de um país
    fragilizado e totalmente desorganizado militarmente. Se a missão fosse no Irã,
    por exemplo, tenho pena do que já teria acontecido às nossas tropas.

    Hoje, cada vez mais militares de carreira ( e eu me incluo) estão
    se mobilizando para deixar as FFAA, seja via concurso para outras áreas, seja
    via setor privado, pois quase todas as outras profissões, sobretudo do setor
    público, exigem menos tempo de formação, menos tempo de dedicação ao serviço e
    remuneração imensamente melhor. A quantidade de jovens que se interessam pelas
    nossas escolas de formação diminui a cada ano e eu os aconselho a procurar
    mesmo outras profissões, pois não basta vocação, se você não tem uma
    retribuição digna pelo seu serviço. Nenhuma vocação resiste quando você vê sua
    família passando por dificuldades.

    Com equipamentos sucateados, salários ridículos, e péssimas
    condições de trabalho, nossas 3 forças estão hoje totalmente incapazes de
    reagir a qualquer ameaça estrangeira mais séria. É impressionante a
    irresponsabilidade desses últimos governos, pois com o Brasil tendo hoje uma
    das maiores economias do mundo, novas riquezas sendo descobertas (como o
    pré-sal), etc, como eles que estão no poder podem deixar tudo isso
    desprotegido?

    Quando o governo resolver acordar, deixar de lado o revanchismo
    barato contra os atuais militares (1964 já ficou para trás, é história) e
    resolver tratar o assunto defesa com a seriedade que ele merece, poderá ser
    tarde demais. Só Deus poderá salvar o Brasil.

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Fachin diz não ter previsão de pautar ação do PT retomada por Moraes que restringe delações premiadas

Foto: Antonio Augusto/STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, afirmou a interlocutores que não há previsão para pautar a ação do Partido dos Trabalhadores que pode restringir o uso de delações premiadas.

Como as pautas de abril e maio já foram definidas, a análise do caso não deve ocorrer nesse período.

A ação foi retomada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do processo, em meio às negociações de delação envolvendo o empresário Daniel Vorcaro. O caso também menciona repasses de R$ 80,2 milhões do Banco Master ao escritório da advogada Viviane Barci de Moraes entre 2024 e 2025.

No processo, o PT pede que o STF estabeleça limites para o uso de delações, como a proibição de que elas, isoladamente, fundamentem medidas cautelares, denúncias ou condenações. O partido também questiona a falta de regras claras sobre os benefícios concedidos a delatores.

Segundo a Corte, cabe à presidência definir a pauta de julgamentos. A ação estava parada desde 2021 e agora aguarda inclusão em plenário.

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Negociações entre EUA e Irã avançam para 3ª fase com cenário indefinido; Estreito de Ormuz ainda é impasse

Foto: REUTERS/Stringer

A segunda rodada de negociações de paz entre Estados Unidos e Irã terminou neste sábado (11), em Islamabad, com expectativa de continuidade no domingo (12). O processo é mediado pelo Paquistão.

Apesar de relatos positivos sobre o andamento das conversas, o principal impasse segue sendo o controle do Estreito de Ormuz, responsável por cerca de 20% do fluxo global de petróleo e gás. O tema é descrito como ponto de “séria discórdia” entre as partes.

As negociações já ultrapassaram cinco horas e entraram na fase técnica, com comitês especializados discutindo questões econômicas, militares, jurídicas e nucleares. Há divergências sobre exigências dos EUA e a insistência iraniana em manter ganhos militares.

Os encontros incluem conversas diretas e indiretas e marcam o diálogo mais avançado entre os países desde a Revolução Islâmica de 1979, além de serem as primeiras negociações presenciais desde o acordo nuclear de 2015.

As delegações são lideradas pelo vice-presidente americano JD Vance e pelo chanceler iraniano Abbas Araghchi, com participação de autoridades de alto escalão dos dois países.

As tratativas ocorrem após um cessar-fogo de duas semanas iniciado na terça-feira (7). O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, classificou o momento como decisivo e uma oportunidade de “tudo ou nada” para avançar rumo a uma solução do conflito.

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Papa Leão XIV apela a países para fim da “loucura da guerra”

Foto: Reprodução/Vatican News

O papa Leão XIV fez um apelo, neste sábado (11/4), para que os Estados Unidos, Israel e Irã cheguem a um consenso que determine o fim da guerra no Oriente Médio. O pontífice chamou o conflito de “loucura” e acusou os envolvidos de terem idolatria por dinheiro.

“A verdadeira força se manifesta no serviço à vida. Que a loucura da guerra chegue ao fim e que a Terra seja curada e cultivada por aqueles que ainda sabem gerar, proteger, amar”, afirmou o papa, em um pronunciamento neste sábado.

Ao se manifestar sobre o conflito, iniciado no dia 28 de fevereiro deste ano, Leão acusou os envolvidos de terem idolatria por eles próprios e também pelo dinheiro. “Chega de idolatria de si mesmo e dinheiro”, disse o papa.

Estados Unidos e Irã estabeleceram um cessar-fogo e negociam um acordo de paz. A primeira fase de conversas sobre o tratado foi concluída na tarde deste sábado (11/4), no Paquistão.

Conforme as informações oficiais, as delegações trocaram documentos contendo os principais pontos discutidos, com o objetivo de formalizar os consensos alcançados por meio do diálogo.

O governo iraniano afirma que agora as negociações passam para a “fase técnica”. Neste ponto, os comitês especializados — compostos por técnicos das áreas econômica, militar, jurídica e nuclear — aprofundam as discussões.

A agência estatal Nournews noticiou que os diálogos continuam e há possibilidade de uma nova rodada ainda na noite deste sábado, podendo se estender até domingo (12/4).

Metrópoles

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[VÍDEO] SERÁ? Zema ‘convida’ Flávio Bolsonaro para ser seu vice

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro compartilhou um vídeo onde é ‘convidado’ pelo também pré-candidato à Presidência Romeu Zema para ser vice nas eleições deste ano.

“Pessoal, tô aqui com o Flávio fazendo o convite para ele ser meu vice. O que é que vocês acham?”, diz Zema.

Em seguida Flávio responde: “Será?”. Ambos brindam em caem na risada.

O vídeo foi inspirado numa trend criada pelo comunicador cearense João Inácio Júnior que tomou conta das redes sociais.

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Dino relata no STF investigações da PF contra adversário no Maranhão

Foto: Antonio Augusto/STF

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, é relator de ao menos quatro investigações da Polícia Federal que envolvem o governador do Maranhão, Carlos Brandão, e familiares.

As apurações citam suspeitas de venda de vagas no Tribunal de Contas do Estado (TCE) e possível interferência em julgamento no Superior Tribunal de Justiça em um caso de homicídio ocorrido em 2022, em São Luís.

Brandão foi vice de Dino entre 2015 e 2022, mas rompeu politicamente com o ex-aliado em 2024, após o ministro suspender a indicação de um conselheiro para o TCE. O grupo do governador afirma que Dino atua para favorecer a pré-candidatura do vice-governador Felipe Camarão, adversário político local.

Entre os casos, Dino autorizou investigação sobre o senador Weverton Rocha, suspeito de tentar influenciar decisão no STJ relacionada ao assassinato de João Bosco Pereira. No inquérito, também é citado Daniel Brandão, sobrinho do governador.

Outro foco é a apuração sobre suposta venda de indicações ao TCE. A investigação foi aberta após questionamentos sobre o rito de escolha de conselheiros na Assembleia Legislativa do Maranhão, considerado sigiloso. Dino suspendeu indicações e determinou apuração pela PF.

A defesa de Carlos Brandão nega irregularidades e sustenta que o STF não teria competência sobre o caso, que deveria tramitar no STJ. Já o gabinete de Flávio Dino afirma que o ministro não comenta processos em andamento nem questões políticas, conforme a Lei Orgânica da Magistratura. As investigações seguem em curso.

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[VÍDEO] FLÁVIO: “O presidente Jair Messias Bolsonaro vai subir a rampa junto com a gente”

Pré-candidato a presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que, caso vença a eleição, vai subir a rampa para tomar posse acompanhado de Jair Bolsonaro (PL). A ação depende, contudo, de mudança do status jurídico do ex-presidente, que cumpre condenação a 27 anos de prisão em regime domiciliar.

A declaração foi dada durante discurso em Porto Alegre. “O presidente Jair Messias Bolsonaro vai subir a rampa junto com a gente”.

Flávio Bolsonaro buscou dar publicidade à afirmação. Antes de verbalizar a frase, pediu para mulheres que compareceram a um café da manhã ligassem o celular e enviassem o vídeo para amigos e parentes.

Cumprir a promessa significa mudar a situação jurídica de Bolsonaro. O ex-presidente está em prisão domiciliar depois de ser condenado a 27 anos de prisão por tentar um golpe de Estado.

Flávio diz contar com apoio do Congresso Nacional para a alterar o status jurídico de Bolsonaro. “Se Deus permitir, nós vamos vencer essa eleição no primeiro turno. Há projeto já tramitando no Congresso Nacional que trata de uma espécie de, não é uma anistia, mas é um zerar o jogo de verdade pra fazer justiça, não só ao presidente Bolsonaro, mas à Débora do Batom”.

O pré-candidato diz acreditar que uma vitória sua muda o contexto político nacional. Flávio Bolsonaro avalia que hoje existe uma preocupação com a reação do STF (Supremo Tribunal Federal) a uma eventual aprovação da anistia. Ele diz que isso acaba após as eleições, caso seja eleito, porque o presidente não será mais alinhado ao STF.

“A anistia é de competência exclusiva do Congresso Nacional, e as ameaças que tem por parte de um ou outro não vão se sustentar após as eleições de outubro. E o Congresso vai aprovar esse projeto de lei, uma redação que atenda a todos, que permita que todos possam voltar para suas casas”, Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL.

UOL

Opinião dos leitores

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Inteligência dos EUA tem indícios de que China prepara envio de armas ao Irã

Foto: Atta Kenare/AFP

A inteligência dos Estados Unidos tem indícios de que a China estaria se preparando para entregar novos sistemas de defesa aérea ao Irã nas próximas semanas, segundo a rede de TV CNN. A emissora atribuiu a informação a três fontes familiarizadas com o assunto.

O movimento seria provocativo, segundo a CNN, considerando que Pequim afirmou ter auxiliado no acordo de cessar-fogo que interrompeu a guerra entre Irã e Estados Unidos no início desta semana.

O presidente dos EUA, Donald Trump, deve visitar a China no começo do próximo mês para conversas com o presidente chinês, Xi Jinping.

A inteligência americana destacou que o Irã pode estar usando o cessar-fogo como uma oportunidade para recompor determinados sistemas de armas com a ajuda de parceiros estrangeiros importantes, segundo as informações da TV americana.

Pequim estaria se preparando para transferir sistemas de mísseis antiaéreos portáteis disparados do ombro, conhecidos como MANPADS, de acordo com as fontes da CNN. Os equipamentos representariam uma ameaça assimétrica às aeronaves militares dos EUA voando a baixa altitude.

Um porta-voz da embaixada chinesa em Washington afirmou que a China nunca forneceu armas a nenhuma das partes do conflito e que as informações em questão são “inverídicas”.

Papel da China

O envio de MANPADS ao Irã marcaria uma escalada no apoio da China ao país desde que os EUA e Israel lançaram sua campanha militar conjunta em fevereiro.

Segundo a CNN, fontes com acesso a relatórios de inteligência avaliam que a China não teria interesse estratégico em se envolver diretamente no conflito para defender o Irã, já que esse cenário seria visto como inviável.

A leitura é que Pequim prefere preservar a relação com Teerã — de quem depende fortemente para o abastecimento de petróleo — ao mesmo tempo em que mantém uma postura pública de neutralidade, o que lhe garantiria margem de negação no pós-guerra.

De acordo com a emissora, essas mesmas fontes afirmam que autoridades chinesas podem sustentar que eventuais envios de sistemas de defesa aérea têm caráter essencialmente defensivo, numa tentativa de diferenciar sua atuação da Rússia.

Estadão Conteúdo

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Mais uma escola entregue à população de Ceará-Mirim; avanço que transforma vidas

A Prefeitura de Ceará-Mirim segue avançando nos investimentos em educação e entregou, nesta sexta-feira (10), a Escola Municipal Severino Pinheiro, na comunidade de Mineiros, totalmente requalificada e pronta para receber estudantes, profissionais e toda a comunidade escolar com mais conforto, segurança e qualidade.

A unidade passou por uma ampla reestruturação, contemplando serviços hidráulicos e elétricos, recuperação do telhado, pintura geral e uma completa revitalização dos espaços. A escola agora conta com uma estrutura mais moderna e adequada, garantindo melhores condições de ensino e aprendizagem para as crianças da localidade.

“Investir na educação é investir no futuro da nossa cidade. Estamos entregando mais uma escola preparada para acolher nossos alunos com dignidade e oferecer melhores condições de aprendizagem. Esse é um trabalho que não para e que vai continuar chegando a cada comunidade”, destacou o prefeito.

A entrega da Escola Severino Pinheiro reforça o ritmo de trabalho da gestão municipal. Além da unidade de Mineiros, outras escolas também foram entregues recentemente, ampliando os investimentos e fortalecendo a rede pública de ensino em todo o município.

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PESQUISA DATAFOLHA: Flávio Bolsonaro ultrapassa Lula pela primeira vez e tem 46% contra 45% do petista em eventual 2º turno

Foto: reprodução CNN

Pesquisa do Datafolha divulgada neste sábado (11) mostra que Luiz Inácio Lula da Silva perdeu a vantagem em um eventual segundo turno e foi numericamente ultrapassado pela primeira vez por Flávio Bolsonaro: 46% a 45%. Nos cenários contra Ronaldo Caiado e Romeu Zema, Lula vence por 45% a 42%.

Esta é a primeira pesquisa com a depuração do quadro de pré-candidatos a partir da escolha do ex-governador de Goiás pelo PSD, na semana passada.

Primeiro turno

Já a simulação do primeiro turno, agora reduzida a apenas uma e por isso só comparável à sua análoga na rodada anterior, repete a cristalização de uma polarização entre Lula e Flávio neste estágio inicial da corrida eleitoral.

Flávio avançou quatro pontos em menções espontâneas, indo de 12% para 16%. Lula ainda lidera o quesito, quando o entrevistado não tem acesso à lista de pré-candidatos, oscilando de 25% para 26% ante a pesquisa anterior. Caiado aparece pela primeira vez, com 2% de citações.

Rejeição

A rejeição é alta: 48% dizem não votar em Lula, e 46% rejeitam Flávio. Ambos são amplamente conhecidos (99% e 93%). Já Zema (56% desconhecem, 17% rejeitam) e Caiado (54% e 16%) têm menor rejeição.

Perfil do eleitores

Por perfil, Lula tem mais apoio entre menos instruídos (50%), mais pobres (44%) e nordestinos (55%).

Flávio lidera entre mais ricos (49%), classe média alta (41%) e evangélicos (49% a 25% sobre Lula). Entre católicos, Lula vence por 43% a 30%.

Dados da pesquisa

Todos os resultados configuram empates dentro da margem de erro de dois pontos para mais ou menos do levantamento, que ouviu 2.004 eleitores em 137 cidades de terça (7) a quinta (9). Ele está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o código BR-03770/2026.

Com informações de Folha de S. Paulo

Opinião dos leitores

  1. Para até o Datafolha divulgar, é sinal de que a coisa tá ficando feio pra corja. Já já bate o desespero nos esquerdosos e irão usar de todo jogo baixo possível para não deixarem o poder. E o que essas pragas infernizarão caso percam realmente a eleição, não tá escrito. Deixaram essa desgraça se criar e agora sempre serão uma barreira para o desenvolvimento do país e uma ameaça à democracia. Basta dizer que enquanto o mundo empenhava esforços para combater a pandemia, eles lutavam com toda força para derrubar o governo. Sorte do país que não teve um governo de esquerda na pandemia, pois os lockdonws que teriam instituído severamente teria arruinado com a economia do país e multiplicado o número de pobres e miseráveis.

  2. Kkkkk bem capaz de Lula perder pra Flávio doido. Omi pelo amor de Deus melhore não têm quem tome de Lula.

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