“O texto é a cara dela: mal feito, pouco confiável e inútil, diz general Heleno, sobre livro com “objetivo de fomentar discórdia entre membros do governo”
O ministro chefe do Gabinete de Segurança Institucional(GSI), general Augusto Heleno, através das redes sociais, repudiou o livro escrito pela jornalista Thaís Oyama, “Tormenta – O governo Bolsonaro: crises, intrigas e segredos”, previsto para ser lançado dia 20 de janeiro.
O general, inclusive, havia desmentido um dos fatos narrados na “obra”, em que o presidente havia pensando em demitir Sérgio Moro, e teria sido alertado por ele que seu “governo acabaria” com a suposta decisão.
“O texto é a cara dela: mal feito, pouco confiável e inútil, disse o general Heleno, sobre livro com “objetivo de fomentar discórdia entre membros do governo”.
Foi esse q disse q um soldo de 19 mil era uma miséria…rs
O q deve começar a pensar um sargento, tenente ou capitão!? Melhor então é levar cocaína no avião presidencial ou da FAB….?
Pensamento de meliante detectado.
O general falou tá falado
Respeita e bate continência.
Talkey
O ministro Gilmar Mendes criticou a condução feita por André Mendonça do inquérito sobre as fraudes do Banco Master e afirmou que vazamentos e excessos fazem as investigações se assimilarem à extinta operação Lava Jato.
As críticas do decano foram feitas durante o julgamento que manteve as prisões do pai e do primo do ex-banqueiro Daniel Vorcaro na Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) nesta terça-feira (16).
Gilmar havia pedido vista e suspendido no final de maio a análise que os ministros faziam sobre a decisão de Mendonça tomada no início daquele mês. Nesta terça, o decano liberou o caso para julgamento e o incluiu na pauta do colegiado.
Ao dar início à leitura de seu voto, contrário à manutenção da prisão do pai e do primo do ex-banqueiro em fechado, Gilmar disse que a investigação conduzida no STF por Mendonça é um “caso rumoroso que há meses vem ocupando o noticiário de forma cada vez mais espetaculosa e sensacionalista”.
Ao longo de mais de uma hora e meia de voto, Gilmar mencionou “vazamentos massivos e seletivos de informações protegidas por sigilo”, transferências corriqueiras de encarcerados entre estabelecimentos prisionais dos mais variados, “prisões como instrumento de pressões”, falta de acesso dos ministros às investigações, monitoramento de advogados e “excesso persecutório e uso indevidamente instrumental do processo penal”.
O ministro, o crítico mais vocal da Lava Jato no STF, afirmou que a Operação Compliance Zero, que investiga desde novembro do ano passado as fraudes do Master, “tem se valido de expedientes que guardam desconfortante semelhança com a Lava Jato”.
Segundo Gilmar, o caso Master se assemelha à Lava Jato, mas com uma nova roupagem. “É com certa incredulidade e alguma tristeza que me sinto obrigado a registrar que já há algum tempo as providencias adotadas no presente caso vem guardando semelhanças que não podem ser ignoradas com as iniquidades da Lava Jato.”
Após meses de enrolação, o governo Lula (PT) atualizou os gastos com Cartões de Pagamento do Governo Federal, os famosos “cartões corporativos”. As despesas saltaram para R$33,5 milhões, após serem omitidas no Portal da Transparência e paralisadas em R$9,5 milhões desde fevereiro. Só a Presidência da República torrou por R$2,3 milhões em 12 cartões corporativos, este ano. Os cidadãos que pagam a conta não têm o direito de saber a natureza dos gatos, protegidos por “sigilo”.
A Presidência de Lula realizou 2,2 mil compras com cartões, em 2026. Quase todas as despesas são sigilosas “por motivos de segurança”.
Existem dois tipos de cartões; os de pagamentos (“corporativos”) e os da Defesa Civil, usados para custear gastos emergenciais após desastres.
Somados, em 2026, os dois tipos de cartões custaram R$172,9 milhões aos pagadores de impostos. Só os da defesa civil, R$139,4 milhões.
Em 2025, os cartões corporativos custaram R$105,4 milhões aos pagadores de impostos. Os da Defesa Civil, outros R$329 milhões.
A pré-candidata a deputada federal Nina Souza (PL) foi destaque na terceira pesquisa Metadata/Grupo Dial divulgada nesta terça-feira (16), figurando entre os nomes mais lembrados pelo eleitorado potiguar na disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados.
No levantamento espontâneo, Nina Souza alcançou 0,8% das citações, consolidando sua presença entre os pré-candidatos mais competitivos para representar o Rio Grande do Norte em Brasília.
“Fico muito feliz com esse reconhecimento e recebo esse resultado com humildade e responsabilidade. Seguiremos trabalhando, ouvindo a população e apresentando um projeto comprometido com o desenvolvimento do nosso estado e com a defesa dos interesses dos potiguares”, afirmou Nina Souza.
A pesquisa Metadata/Grupo Dial ouviu 1.550 eleitores em 62 municípios do Rio Grande do Norte entre os dias 12 e 14 de junho de 2026. O levantamento tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números RN-04028/2026 e BR-01576/2026.
Em entrevista ao programa “Meio Dia RN”, da 96 FM, nesta terça-feira (16), o pré-candidato a governador Allyson Bezerra (União Brasil) negou ter se recusado a fornecer as senhas dos equipamentos apreendidos pela Polícia Federal durante a Operação Mederi, deflagrada em 27 de janeiro de 2026. O ex-prefeito de Mossoró foi alvo de mandado de busca e apreensão em sua residência, localizada em um condomínio de alto padrão na cidade.
Ao ser questionado sobre o assunto, Allyson inicialmente alegou que não poderia tratar de determinadas informações em razão do sigilo judicial da investigação. Em seguida, porém, afirmou que “todas as informações do meu celular estão disponibilizadas”. A declaração contrasta com o que está registrado no auto de apreensão lavrado pelos agentes da Polícia Federal. No documento, os policiais informam que solicitaram as senhas de dois iPhones e de um MacBook apreendidos durante a operação, mas que o então prefeito se recusou a fornecê-las.
Questionado diretamente se havia negado o acesso aos aparelhos, Allyson afirmou que não existiria “nenhum procedimento formal em algum documento” comprovando essa recusa. No entanto, o registro consta expressamente no auto de apreensão produzido pela própria Polícia Federal.
Mesmo insistindo que seu celular está “totalmente aberto e disponibilizado”, Allyson não esclareceu que o acesso aos dados dos equipamentos só se tornou possível após os procedimentos periciais adotados pelos investigadores para superar os mecanismos de proteção dos aparelhos apreendidos.
O deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro disse que foi cerceado no direito de defesa no processo em que foi condenado por coação, no Supremo Tribunal Federal (STF), chamou o caso de “jogo de cartas marcadas” e indicou que não recorrerá. “Recorrer de quê? Não estou sabendo”, declarou, em entrevista ao Metrópoles na noite desta terça-feira (16/6).
“Se a gente tem uma Constituição, ela tem que ser respeitada. O Alexandre de Moraes pode até não gostar dela, mas ele tem que respeitar”, disse. “É um jogo de cartas marcadas marcadas feito para me condenar, onde há desrespeito ao processo legal e sou impossibilidade de me defender. Qualquer advogado, autoridade, juiz internacional vai olhar para esse processo as primeiras páginas vai ver que é totalmente nulo”, completou.
Eduardo Bolsonaro foi condenado a uma pena de 4 anos e 2 meses de prisão em regime semiaberto, ao pagamento de 50 dias-multa, à perda do cargo de escrivão da Polícia Federal e inelegibilidade por 8 anos.
O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não interagiu com seu homólogo dos Estados Unidos, Donald Trump, durante a “foto de família” dos chefes de Estado presentes na Cúpula do G7 e convidados, registrada na França, nesta terça-feira (16). Ambos os líderes estavam cumprimentando outros líderes quando passaram um pelo outro.
Inicialmente, Lula se dirigiu ao presidente do Conselho Europeu, António Costa; ao primeiro-ministro da Inglaterra, Keir Starmer; e ao presidente do Egito, Fatah Khalil Al-Sisi.
Donald Trump estava ao lado do líder egípcio, entretanto, conversava com o presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung, no momento em que o brasileiro passou.
No momento da fotografia, Lula se posicionou ao lado da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e do chanceler da Alemanha, Friedrich Merz.
Depois do registro, os presidentes brasileiro e estadunidense também não se cumprimentaram. No momento em que o republicano passou pelo petista, Lula conversava com von der Leyen.
Depois da foto, os líderes seguiram para uma reunião sobre solidariedade internacional, na qual Lula discursará. Mais tarde, o chefe do Executivo brasileiro participará de um jantar com os demais líderes, previsto para ocorrer às 20h30 (15h30 de Brasília), quando terá outra oportunidade para interagir com o chefe da Casa Branca.
O defensor público da União Esdras dos Santos Carvalho argumentou na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que “há nulidade no processo de Eduardo Bolsonaro”. O integrante da DPU defende o ex-deputado em ação penal pelo crime de coação no curso no processo.
Esdras dos Santos, na tribuna, durante a sustentação oral, nesta terça-feira (16/6), argumentou que o ministro Alexandre de Moraes não poderia atuar no julgamento por ser uma das autoridades atingidas pelas sanções impostas pelos Estados Unidos.
Além disso, afirmou que a citação de Eduardo Bolsonaro deveria ter sido feita por meio de carta rogatória (instrumento de cooperação jurídica internacional para cumprimento de ato determinado por autoridade judicial estrangeira), e não por edital: “Se ele tem um destino certo no exterior, valeria carta rogatória”, disse.
A senadora Zenaide Maia (PSD-RN) aparece entre os eleitos na disputa pelas duas vagas ao Senado Federal nas eleições de 2026, de acordo com a pesquisa Metadata/Grupo Dial divulgada nesta terça-feira (16).
No cenário estimulado para o primeiro voto, Zenaide registra 13,7% das intenções de voto, ocupando a segunda colocação. Já no levantamento referente ao segundo voto para o Senado, a parlamentar lidera com 10,6%, demonstrando sua ampla capacidade de diálogo com diferentes segmentos da população potiguar e consolidando-se como uma das candidaturas mais competitivas para a renovação da bancada do Rio Grande do Norte no Congresso Nacional.
Quando considerados os dois votos para o Senado, a pesquisa aponta Zenaide Maia com 12,2% da preferência do eleitorado, mantendo-se na segunda posição geral e reforçando a consistência de sua pré-candidatura.
Os números refletem o reconhecimento do trabalho desenvolvido pela senadora em defesa dos municípios, da saúde pública, da educação, da mgeração de emprego e renda, além da luta permanente por políticas sociais voltadas à população mais vulnerável.
Ao comentar o resultado, Zenaide Maia destacou que recebe os números com gratidão e responsabilidade.
“Recebo esse resultado com muita humildade e gratidão ao povo do Rio Grande do Norte. É um reconhecimento ao trabalho que temos realizado com seriedade, destinando recursos para os municípios, defendendo a saúde, a educação e os direitos da população. Continuarei trabalhando ainda mais, ouvindo as pessoas e buscando soluções para os desafios do nosso Estado”, afirmou a senadora.
A pesquisa Metadata/Grupo Dial está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números RN-04028/2026 e BR-01576/2026. Foram entrevistadas 1.550 pessoas em 62 municípios potiguares, entre os dias 12 e 14 de junho de 2026. O levantamento possui nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,5 pontos percentuais.
A Câmara Municipal de Piraúba, na região da Zona da Mata mineira, abriu nessa segunda-feira (15/6) o processo de cassação do mandato do vereador e ex-presidente da Casa, Josmar Xavier (PSD), por quebra de decoro parlamentar, assédio, misoginia, intimidação funcional e abuso da condição de agente político. A abertura foi aprovada com o apoio de todos os vereadores.
A denúncia feita por Thiago Crivellari, marido de uma das supostas vítimas, menciona alguns casos em que o político teria tido comportamentos não condizentes com o cargo que ocupa.
Entre os mencionados estão que ele teria afirmado que Alessandra Crivellari, esposa de Thiago, começou a trabalhar na Câmara, em 2025, como “cabo de vassoura” e que, em 2026, ela estava “boazuda”.
Outra servidora, que estava fazendo um tratamento odontológico por ter um dente no palato, teria ouvido que o seu marido não a deixava por esse dente extra ser responsável por um suposto diferencial no sexo oral.
“Não se trata de excessos verbais isolados, de ‘brincadeiras’ de mau gosto ou de meras faltas de urbanidade. Suas ações revelam padrão estável de humilhação pública, sexualização, deslegitimação de liderança feminina e intimidação funcional contra servidoras da Casa Legislativa”, afirmou a denúncia.
A presidente da Câmara, Simone Alvim (União Brasil), afirmou que a Casa “está toda unida no mesmo pensamento, todos os vereadores e vereadoras, em fazer o que é certo”.
Na segunda-feira (15/6), foi sorteada a comissão processante e os processos serão seguidos, ouvindo testemunhas, a defesa do acusado e, posteriormente, tomando as providências cabíveis.
Vereador nega acusações, mas diz que vai renunciar ao cargo
O vereador Josmar Xavier disse ter sido pego de surpresa com a denúncia e alegou que ainda vai conversar com seu advogado sobre a situação.
“Ninguém nunca falou nada. Uma das reclamantes é uma pessoa que saia comigo para tomar cerveja, que levava para a festa, que tinha muita intimidade”, argumentou.
Ele também alegou que vem passando por problemas de saúde, tanto dele mesmo, quanto em sua família, e que, por isso, vai protocolar a sua renúncia.
“Já vinha tomando a decisão (antes da denúncia), por conta dos problemas familiares, de me afastar da vereança”, afirmou.
Uma força-tarefa integrada das polícias Civil, Rodoviária Federal (PRF) e da Receita Federal deflagrou, nesta terça-feira (16), a Operação Narke, que desarticulou uma organização criminosa envolvida em tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro. A ação resultou no cumprimento de nove mandados de prisão preventiva e 12 de busca e apreensão em quatro estados, além do bloqueio de bens e valores que somam R$ 8,8 milhões. Entre os detidos, está um advogado.
A investigação teve início após a apreensão de aproximadamente 111 quilos de cocaína, que estavam ocultos em compartimentos de chapas de granito. A droga foi encontrada em uma marmoraria de Parnamirim, na Grande Natal, e o método de transporte já indicava um alto grau de sofisticação do grupo, conforme a Polícia Civil.
Com o avanço das apurações, as autoridades identificaram uma complexa estrutura criminosa que utilizava uma empresa formal para dar uma fachada de legalidade às suas atividades ilícitas. As investigações também revelaram movimentações financeiras incompatíveis com a renda declarada pelos suspeitos, apontando fortes indícios de lavagem de dinheiro.
Os mandados judiciais foram cumpridos no Rio Grande do Norte, Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Das nove prisões, quatro ocorreram fora do território potiguar, com alvos localizados em Natal, Parnamirim, Curitiba e Florianópolis. Mandados também foram executados em unidades prisionais já existentes no RN.
Além das prisões, a Justiça determinou o bloqueio e sequestro de bens, direitos e valores até o limite de R$ 8.800.730,52. A medida abrange contas bancárias, veículos, embarcações e armas de fogo ligadas aos investigados, visando impedir que o patrimônio, supostamente oriundo de atividades criminosas, seja utilizado.
A Operação Narke contou com o apoio fundamental das polícias civis do Paraná, Santa Catarina e São Paulo, além da Polícia Penal do Rio Grande do Norte. Segundo a Polícia Civil, essa integração entre os órgãos foi crucial para desvendar a logística do grupo e rastrear todas as movimentações financeiras dos envolvidos.
Coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, a Operação Narke é uma ação nacional, realizada simultaneamente nos 27 estados brasileiros, com o objetivo de intensificar o combate ao narcotráfico, à lavagem de dinheiro e à descapitalização de organizações criminosas.
As investigações prosseguem para identificar outros possíveis envolvidos e determinar a destinação final dos entorpecentes, que pode incluir mercados nacionais e internacionais.
E NÃO FALOU A VERDADE O GENERAL?
Se teve a preocupação de desmentir, já sei q é verdade então
Falou o gereral.
Ponto final.
Foi esse q disse q um soldo de 19 mil era uma miséria…rs
O q deve começar a pensar um sargento, tenente ou capitão!? Melhor então é levar cocaína no avião presidencial ou da FAB….?
Pensamento de meliante detectado.
O general falou tá falado
Respeita e bate continência.
Talkey