Diversos

Governo do Estado lança portal para mulheres e presta suporte às vítimas de violência

O Governo do Estado por meio da Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres do RN (SPM/RN) lançou na manhã de hoje (21), no auditório da Governadoria, o Portal da Mulher Potiguar. A ferramenta é um marco no apoio às vítimas de violência doméstica no Rio Grande do Norte, onde 40% das mulheres disseram já ter sofrido algum tipo de violência. Durante a solenidade, também foi lançada a revista “Nós, do RN” que chega a edição de número 109 e apresenta a mulher potiguar em diversos aspectos.

O endereço mulherpotiguar.rn.gov.br servirá de suporte para as mulheres e oferece vários espaços nos quais elas podem fazer denúncias, reconhecer se são ou estão submetidas a algum tipo de agressão e ainda receber orientações sobre onde encontrar ajuda e outros encaminhamentos. O site é fruto da parceria entre Governo do Estado, via equipe do Sistema CERES, com apoio logístico da Universidade Potiguar.

“Com o portal, o governo demonstra a preocupação em desenvolver ações voltadas para a mulher, além de defender a igualdade e direitos do público feminino. E é com essas importantes parcerias que conseguimos efetivar políticas públicas eficientes e de qualidade”, afirmou a secretária chefe do Gabinete Civil, Tatiana Mendes Cunha.

De acordo com a titular da secretaria de Políticas para Mulheres, Flavia Lisboa, através do portal será possível mapear e quantificar com precisão os casos de violência contra a mulher no Estado.

“O portal é uma ferramenta de combate e apoio ao público feminino que muitas vezes não sabe a quem recorrer em meio a uma situação de violência. Com as informações prestadas pelas vítimas, os órgãos responsáveis saberão como agir para combater os abusos sofridos pelas mulheres. Daremos visibilidade aos problemas e continuaremos a lutar pela igualdade, direitos e oportunidades para as mulheres”, disse a secretária.

Também participaram do evento, a secretária de estado da Comunicação, Juliska Azevedo; a diretora geral do Departamento estadual de Imprensa, Suzy Noronha; a Deputada Estadual, Cristiane Dantas, além de representantes da Segurança, Assistência Social, Tribunal de Justiça, Ordem dos Advogados do RN e da Universidade Potiguar.

REVISTA NÓS DO RN

Com colaborações de várias jornalistas, entre elas Cledivânia Pereira, Flávia Freire, Larisse de Souza, Mariele Araújo, Marília Rocha, Rosilene Pereira e Simone Silva, entre outros, a revista “Nós, do RN” possui 36 páginas e tem como um dos destaques ensaio fotográfico que apresenta a beleza e a força da mulher negra. Criada em 2004 pelo jornalista Miranda Sá, a publicação sempre trouxe em suas páginas textos dos melhores nomes das letras, abordando temas da cultura potiguar.

PROJETO CERES

Projeto iniciado pela EMATER que vincula alunos da Universidade Potiguar ao desenvolvimento de software no Governo do Estado. A plataforma, que já virou referencia nacional, é utilizada em vários órgãos e secretarias de Estado, agora também servindo de base para o Portal da Mulher Potiguar. Atualmente é um projeto de pesquisa vinculado ao e-labora da UNP, e conta com diversos TCCs, material que visa o fortalecimento da plataforma de desenvolvimento de software no RN.

 

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Diversos

MUNDO TÁ CHATO! MAIS MIMIMI : Estudo sugere que há ligação entre games e atitudes machistas de jovens

Quanto mais tempo um adolescente passa com videogames, maiores são as chances de esse jovem desenvolver atitudes machistas e acreditar em estereótipos de gênero. Pelo menos é o que diz um estudo publicado nesta semana na revista científica Frontiers in Psychology.

O estudo foi conduzido por pesquisadores da França e dos Estados Unidos, que analisaram mais de 13.500 estudantes franceses com idades entre 11 e 19 anos. Os participantes responderam questões sobre suas rotinas em games e sobre suas atitudes diante de mulheres e estereótipos de gênero.

Os autores da pesquisa afirmam que não é possível concluir que games são a causa do machismo em jovens, mas sim que pessoas que passam mais horas por dia jogando tendem a ser mais sexistas, sem atribuir culpa. Outros detalhes sobre as perguntas feitas aos jovens não foram revelados.

Por outro lado, os autores argumentam que mulheres são, geralmente, “sub-representadas” em games. Eles justificam seu estudo dizendo também que, quando personagens femininas aparecem em jogos, são frequentemente retratadas como “personagens precisando de ajuda em papéis passivos ou instrumentais”, quando não são “objetos sexuais a serem conquistados”.

Um estudo semelhante foi publicado dois anos atrás, mas com um resultado um pouco diferente. Conduzido por pesquisadores de três universidades diferentes na Alemanha, aquele estudo concluiu que não há relação entre games e machismo entre jogadores, embora os autores tenham feito questão de deixar claro que “isso não significa que o machismo não existe nos games”.

Olhar Digital – UOL

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Diversos

Promotorias de Natal, Parnamirim e Macaíba cobram cumprimento de decisão para recuperar Rio Pitimbu

As Promotorias de Justiça de Natal, Parnamirim e de Macaíba solicitaram que a Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMARH), o Instituto de Águas do Rio Grande do Norte (Igarn) e o Instituto Estadual de Desenvolvimento e Meio Ambiente (Idema) detalhem as providências adotadas para cumprir determinação da Juíza de Direito da 2ª Vara da Fazenda Pública de Natal, Francimar Dias de Araújo que concedeu prazo de 180 dias para realização de várias diligências visando a recuperação do Rio Pitimbu.

Uma das preocupações do MPRN é de que o Estado não esteja tomando providências para cumprir a decisão datada do último mês de novembro, e deixe passar o período adequado para o replantio da mata ciliar do Rio Pitimbu, sem realizar essa diligência simples, mas essencial ao combate da degradação do rio.

A audiência para que o Governo do Estado apresente o que está realizando para recuperação do Rio Pitimbu foi marcada para o próximo dia 10 de abril, às 14 horas, na sede das Promotorias de Justiça de Natal, localizada na Av. Floriano Peixoto, 550, Petrópolis. A audiência é aberta para a população e Organizações não Governamentais (Ongs) que tiverem interesse em comparecer.

A Magistrada deferiu tutela em ação ajuizada pelo MPRN para que o Estado e o Idema realizem a identificação de áreas degradadas para a elaboração e implementação de projetos de recuperação ambiental, bem como identifique as principais áreas a serem protegidas devido sua relevância ambiental, incluindo nascentes e faixa de proteção ambiental.

PITIMBU

O Rio Pitimbu nasce em Macaíba, percorre o município por 14,7 km, passa pelo município de Natal e deságua no Rio Taborda em Parnamirim, alimentando a Lagoa do Jiqui, que abastece as zonas sul, leste e oeste de Natal, além de Parnamirim.

O MPRN constatou problemas relativos à erosão, assoreamento, depósito de efluentes industriais, aterramento e desmatamento ao longo do Rio Pitimbu.

A decisão judicial determina várias diligências que são essenciais para recuperação da degradação verificada ao longo do rio, tais como: especificação das áreas para recuperação da mata ciliar e remanescente da Mata Atlântica, mapeamento dos usuários e das atividades instaladas, apresentação de relatórios de fiscalização realizada no curso do rio, além da identificação das atividades não licenciadas e comprovação de medidas para corrigir e punir as ilegalidades detectadas.

Todos os diagnósticos realizados até o momento pelos réus no processo são antigos e precisam ser atualizados.

 

Opinião dos leitores

  1. Isso é uma vergonha!
    Em Macaíba, por exemplo, há muitas ruas com tubulação para saneamento, porém nenhuma lagoa de captação e tratamento foi construída, ou seja enterraram canos, gastaram dinheiro e nada! Nem o MP fiscaliza!
    Só para provar: passe na ponte central e você vê dejetos sendo jogado no Rio Jundiaí, por traz do Posto de Saúde da Maré você observa fezes e poluição!
    E a Promotoria nada faz, nem tão pouco a Gestão Municipal!!!
    ISSO É CASO DE MATÉRIA.

  2. O MP só não viu que o esgoto imatura da penitenciária Estadual de Parnamirim é todo despejado dentro do Rio Pitimbu não? A lagoa do jiqui é abastecida de fezes dos criminosos que presos ali estão é chegando em Nova Parnamirim tome mais fezes do CDP que funciona em cima da 2DO na Olavo Montenegro e assim vai.

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Polícia

PF investiga agente e blogueiros que vazavam investigações em troca de dinheiro

A Polícia Federal no Maranhão deflagrou nesta manhã a Operação Turing, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa formada por servidores públicos, incluindo um agente da própria PF, e blogueiros suspeitos de vazar investigações da PF no Estado para os alvos em troca de dinheiro e apoio na imprensa local.

Graças ao esquema, segundo a investigação, o agente da PF envolvido teria assumido o cargo de ex-secretário adjunto de Administração Penitenciária do Estado.

Cerca de 80 policiais federais cumprem 23 mandados judiciais, sendo quatro de prisão temporária, quatro de condução coercitiva e 15 de busca e apreensão, em residências e locais de trabalho dos investigados. As ordens judiciais foram expedidas pela 2ª Vara da Justiça Federal de São Luis/MA.

De acordo com a PF, a investigação, iniciada em 2015, identificou que um policial federal revelava antecipadamente fatos sob sigilo de Justiça a blogueiros. Estes, por sua vez, teriam ameaçado funcionários públicos e empresários e pediam valores em troca da não divulgação na mídia local dos fatos descobertos contra eles.

Os investigados aproveitavam também a oportunidade para fugirem ou destruírem provas. Em troca, o servidor público tinha publicações na imprensa local em seu favor. Um dos investigados, o agente da PF, chegou a assumir a função de Secretário Adjunto da Administração, Logística e Inovação Penitenciária.

A PF apura ainda possíveis frustrações do caráter competitivo de licitações do sistema prisional, bem como eventuais desvios na execução de verbas públicas.

O nome da operação é uma referência a Alan Turing, um cientista e matemático britânico responsável pelo desenvolvimento de uma máquina utilizada durante a Segunda Guerra Mundial, capaz de interceptar e decodificar dados criptografados transmitidos pela máquina Enigma. Por analogia, a investigação buscou desvendar, esclarecer os dados religiosos praticados pelos investigados.

Isto É, com Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Moro passa a decidir quem pode escrever sobre a Lava Jato:
    Jornalistas Paulo Nogueira e Kiko Nogueira, editores do Diário do Centro do Mundo, criticaram o juiz Sérgio Moro pela condução coercitiva do advogado e blogueiro Eduardo Guimarães; "É um gesto concreto, de simbolismo claro. O que está sendo dito ao jornalismo que se opõe ao golpe é: calem a boca", disse Paulo Nogueira; "Um magistrado de primeira instância determina quais vazamentos valem e quais não valem. De tabela, decide que jornalista é quem está do seu lado".

    1. Que golpe, Jean? O único golpe que o país testemunhou foi o, alias, os golpes dados contra a Democracia, contra Economia, contra a ética, contra a fé do povo brasileiro… Enfim, o grande golpe foi dado pela quadrilha vermelha!
      Golpe não foi Dilma sofrer o impeachment, golpe foi o "cumpanheru" Lewandowisk rasgar a constituição p/ salvar os direitos políticos dela. Mas isso, vocês não comentam… Temer assumiu em cumprimento a Constituição Federal. Não esqueça que você votou nele (se votou em Dilma, logicamente).

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Diversos

ELEIÇÃO PGJ-(FOTO): “Não percam seu tempo tentando me convencer. Não apoiarei nenhum dos senhores”, avisa promotor no RN

Foto: cedida

O promotor Edevaldo Alves Barbosa publicou em porta de acesso da 66ª Promotoria de Justiça, local de seu ambiente trabalho, um recado direto aos promotores candidatos ao cargo de procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Rio Grande do Norte. Pelo visto, não está interessado em discutir a eleição que será realizada no dia 17 de abril.

“Senhores candidatos a PGJ: Não percam seu tempo tentando me convencer. Não apoiarei nenhum dos senhores”, avisou, mais objetivo, impossível.

Opinião dos leitores

  1. É da familia de Seu Lunga é ? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk nós eleitores deveríamos fazer como ele, não votar em nenhuma praga de políticos que vivem aparecendo de 4 em 4 anos. Parabéns Promotor.

  2. Ele está apenas sendo sincero, acredito que não votará em ninguém, e nem concorda com as atitudes tomadas por certos membros do MPRN. Perfeita a atitude.

  3. Acho que trata-se de EDEVALDO e não Etevaldo.
    Sinceridade a toda prova a mensagem no cartaz.

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Diversos

Senado chama Blairo, Serraglio e diretor-geral da PF para explicar motivações e efeitos da Operação Carne Fraca

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado decidiu chamar autoridades diretamente ligadas à Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, para falar sobre as motivações e as consequências das investigações para a indústria e o comércio brasileiros.

Foram convidados os ministros Blairo Maggi (Agricultura), Osmar Serraglio (Justiça) e Marcos Pereira (Indústria, Comércio Exterior e Serviços) e o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello. Durante as discussões, os senadores demonstraram irritação com as ações da Polícia Federal, consideradas por eles exageradas e nocivas ao mercado de carnes.

Blairo deve ser o primeiro a ser ouvido. A audiência com o ministro da Agricultura deve ser realizada nesta quarta-feira (21), em conjunto com a Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA). Para ele, a PF demonstrou falta de conhecimento sobre as regras que regem o setor ao condenar, por exemplo, o uso de ácido ascórbico na mistura de alimentos, de papelão em lotes de frango e de carne de cabeça de porco.

O governo age para tentar minimizar os efeitos da operação na economia. A União Europeia, Hong Kong e a China já anunciaram embargo à importação de carne brasileira. O presidente Michel Temer tem conversado com autoridades estrangeiras para tentar minimizar o prejuízo às exportações do setor pecuário.

Congresso em Foco – UOL

Opinião dos leitores

  1. Parece até que os senadores tem moral, para apurar alguma coisa!!!!! Bando de pilantras!!!!

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Polícia

FOTOS E VÍDEO: Polícia prende mulher que matou adolescente de 15 anos em micareta em Natal

Uma investigação da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) resultou na prisão de Joyce Gislaine Cosme(foto acima), conhecida como “Joba ou Jojoba”, 21 anos e Tayse da Silva Felipe, conhecida como “Taís”, 25 anos.

Joyce Gislaine Cosme confessou à Polícia que foi a pessoa que desferiu um golpe de punhal que matou Maria Raquel Silva de Almeida, 15 anos, durante o Nazaré Folia, no dia 18 de fevereiro deste ano no bairro Nossa Senhora de Nazaré, Zona Oeste de Natal. A morte de Raquel também foi causada por Tayse da Silva Felipe(foto abaixo), conhecida como “Taís”, 25 anos. No dia do crime, ela impediu que a mãe de Raquel evitasse que a filha fosse morta, ameaçando-a com um punhal.

Joyce Gislaine foi presa na última sexta-feira (18), por um soldado da Polícia Militar de Pernambuco, quando estava na cidade de Tuparetama. O policial reconheceu a suspeita, após ter assistido matérias jornalísticas que apontavam Joyce como uma das autoras do crime e a levou até uma delegacia da Polícia Civil, na cidade de Buíque. Contra Joyce e Tayse já haviam sido expedidos os mandados de prisão temporária. Nesta segunda-feira (20), uma equipe da DHPP foi até Pernambuco para trazer a presa. Tayse da Silva Felipe foi presa nesta segunda-feira (20), na DHPP, no momento em que prestava esclarecimentos.

As investigações coordenadas pelo delegado Reginaldo Soares revelaram que a motivação do crime foi o ciúme de Joyce. “Joyce Gislaine era ficante de um rapaz conhecido como Joalison Nunes de França, 21 anos, preso em janeiro deste ano por ter praticado o crime de roubo. Dias antes de ser preso, Joalison Nunes começou a namorar sério com Maria Raquel, o que deixou Joyce enfurecida. Como Joyce e Tayse eram amigas, foram na festa do dia 18, armadas cada uma com um punhal. Nós acreditamos que elas esconderam as armas brancas na lateral do sutiã”, detalhou o delegado Reginaldo Soares. Tayse da Silva Felipe confessou à Polícia Civil que saiu de casa com o punhal escondido embaixo da roupa.

Joyce afirmou que tomou conhecimento de Raquel apenas em dezembro de 2016 e que desde então, havia uma rixa entre elas. Sobre o dia do crime, Joyce contou que estava na festa, com algumas amigas e que Raquel teria vindo em sua direção armada com um punhal. “Ela veio para cima de mim, ainda conseguiu me ferir, mas eu tomei o punhal e dei o golpe nela. Mas, eu não sabia que tinha matado ela. Saí da festa e fui me esconder no mato. Depois vendi meu celular e comecei a fugir para várias cidades, primeiro fui para Campina Grande e tinha chegado em Pernambuco na última quinta-feira (16)”, revelou Joyce Gislaine.

https://www.youtube.com/watch?v=HOvLkg3Ecy8&feature=youtu.be

Durante o inquérito policial, foram ouvidos familiares da vítima, das suspeitas e testemunhas que estavam na festa no dia do crime para elucidar o crime. “Nós também analisamos várias imagens feitas por celulares de pessoas que estavam na festa. Nelas, é possível ver o momento exato em que Joyce Gislaine desfere os golpes em Raquel. Ela desferiu duas punhaladas bem abaixo do seio esquerdo da vítima, atingindo o coração da vítima. A mãe de Raquel, Maria Gorete da Silva ainda tentou evitar a morte da filha, mas foi ameaçada pela por Tayse da Silva que estava com um punhal”, detalhou o delegado Reginaldo Soares. Durante as investigações, Tayse da Silva confessou que estava com Joyce no dia da festa e que agiu com o punhal.

Opinião dos leitores

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Diversos

Avenida dos Xavantes recebe operação tapa buraco nesta terça-feira

A Avenida dos Xavantes, a principal do bairro de Cidade Satélite, recebe nesta terça-feira (21) os serviços da operação tapa buraco, da Prefeitura do Natal, executados pela Secretaria Municipal de Obras Públicas e Infraestrutura (Semov). As equipes da Prefeitura também irão aos bairros do Igapó, Pitimbu, Cidade Alta, Lagoa Seca, Mãe Luíza e Lagoa Nova.

De acordo com o secretário adjunto de Conservação da Semov, Walter Fernandes Neto, o serviço na avenida dos Xavantes será a substituição de paralelepípedos em alguns trechos da via. “Com o serviço, daremos uma maior qualidade de tráfego ao local. Fundamental para a região Sul”, explicou o adjunto da Secretaria de Obras.

Ainda nesta terça-feira, as equipes da Semov estarão na rua Oiti, no Pitimbu (substituição de paralelepípedos). “E também continuamos com os serviços de manutenção da rede de drenagem na Av. João Medeiros Filho, no Igapó, e ruas São José, em Lagoa Seca, e São Tomé, na Cidade Alta”, explicou Walter Fernandes Neto.

Mãe Luíza

Os serviços serão finalizados com a substituição de paralelepípedos na Av. Capitão Mor Gouveia, em Lagoa Nova, e na rua do Ouvidor, no bairro das Quintas. “E também com a substituição de tampas e grelhas de trechos da Av. Amintas Barros, em Lagoa Nova, e rua Camaragibe, no bairro de Mãe Luíza”, finalizou o secretário adjunto de Conservação, Walter Fernandes Neto.

Opinião dos leitores

  1. Em 6 meses estará do mesmo jeito. Já taparam os buracos da xavantes e da rotatória da Av dos Caiapós com a Oiti várias vezes do ano passado pra cá.

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Diversos

Criado aplicativo capaz de detectar dengue e zika em até 30 minutos

Um grupo norte-americano de pesquisadores desenvolveu uma maneira fácil e rápida de realizar testes para as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. A “LAMP Box”, que pode ser operada pelo celular e custa menos de 100 dólares, é capaz de fornecer um diagnóstico preciso de dengue, Zika e chikungunya em até 30 minutos. O estudo que traz detalhes do desenvolvimento do aplicativo foi publicado no jornal Scientific Reports.

Testes de laboratório para doenças virais costumam ser complexos, por demandarem a análise de material genético dos pacientes. A tarefa consiste basicamente no aquecimento e resfriamento repetido das amostras coletadas em uma máquina. Isso cria condições para que o vírus se replique e seja identificado por seu DNA ou RNA. Para isso, costumam ser utilizados fluorímetros, marcadores bastante caros que acusam a presença do material genético viral. O processo descrito tem o nome de reação em cadeia da polimerase, e explica o tempo que o exame costuma levar para ficar pronto – alguns dias, no mínimo.

A LAMP box também se utiliza do calor para “copiar” o vírus. A temperatura, no entanto, é de apenas 65ºC, conseguida facilmente com uma fonte USB de 5 V. Demandando apenas amostras biológicas, como sangue, saliva ou urina, o resultado fica pronto em cerca de meia hora. Em presença de DNA viral, a amostra fica brilhante e, não havendo vírus, ela permanece escura.

A técnica desenvolvida pelos cientistas permite que a câmera do smartphone funcione como uma espécie fluorímetro. Ao ser posicionado acima da LAMP Box, ela inicia o aplicativo e já aciona o aquecimento. Durante os trinta minutos do processo, o aparelho fotografa a amostra. As fotos são lidas pelo aplicativo, que interpreta a cor e brilho para determinar o diagnóstico.

Por colocar os recursos de um laboratório na palma de uma mão, a técnica pode ser decisiva onde não há infra-estrutura necessária para testes desse caráter. Essa é a realidade, por exemplo, de países subdesenvolvidos, locais onde justamente há maior incidência de Zika, dengue e chikungunya. A possibilidade de identificar as três doenças simultaneamente, e num período tão curto de tempo, pode ser vital na determinação de um surto, bem como no tratamento dos pacientes.

Super Interessante

 

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Diversos

SE LIGA: Natal oferece 17 tipos de vacinas de forma gratuita em 69 salas de imunização

Foto: Divulgação SMS

A prevenção de doenças é um dos aspectos mais importantes do setor da saúde pública, até por isso a vacinação ganha cada vez mais importância nesse cenário. Diante disso, a Prefeitura do Natal oferece uma série de vacinas de forma gratuita para a população, distribuída em 69 salas de vacinas da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), localizadas nos cinco distritos sanitários da cidade.

Vale salientar que a vacinação é ‘porta aberta’, ou seja, a população pode buscar qualquer unidade de saúde, mesmo que não seja de sua área de cobertura, para ser imunizada. No total, são 17 tipos de vacinas oferecidas na rede municipal: BCG, Hepatite B, Pentavalente, Poliomielite inativada, Pneumocócica 10, Rotavirus, Meningocócica C, Tríplice Viral, Tetraviral, Hepatite A, DTP, dT, HPV, Varicela, dTpa, Febre Amarela e Poliomielite oral.

“A vacinação tem uma importância muito grande na saúde coletiva do município. Agravos com risco epidemiológico, são combatidos pela vacinação, o que acaba reduzindo bastante a gravidade e mortalidade pelas doenças”, afirmou Juliana Araújo, diretora do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS) da SMS.

Confira para que serve cada vacina e o período que cada uma deve ser tomada. Lembrando que quem passar do período definido pelo calendário do Ministério da Saúde ainda assim pode receber a imunização, basta informar a situação na unidade.

BCG: Dose única ao nascer;

Hepatite B: Dose ao nascer; 10 aos 19 anos: 3 doses de acordo com a situação vacinal; 20 aos 59 anos: 3 doses de acordo com a situação vacinal; 60 anos ou mais: 3 doses de acordo com a situação vacinal; gestantes: 3 doses de acordo com a situação vacinal;

Penta/DTP: 1ª dose aos 2 meses; 2ª dose aos 4 meses; 3ª dose aos seis meses; 1º reforços (com DTP), aos 15 meses; 2º reforço (com DTP), aos 4 anos;

VIP/VOP: 1ª dose (com VIP) aos 2 meses; 2ª dose (com VIP), aos 4 meses; 3ª dose (com VIP), aos 6 meses; 1º reforço (com VOP), aos 15 meses; 2º reforço (com VOP), aos 4 anos;

Pneumocócica 10 valente: 1ª dose, aos 2 meses; 2ª dose, aos 4 meses; reforços, aos 12 meses;

Rotavírus Humano: 1ª dose, 2 meses; 2ª dose, 4 meses;

Meningocócica C: 1ª dose, aos 3 meses; 2ª dose, aos 5 meses; reforço, aos 12 meses; reforço ou dose única, dependendo da situação vacinal, dos 10 aos 19 anos;

Febre Amarela: uma dose, aos 9 meses; reforço, aos 4 anos; uma dose e um reforço, dos 10 aos 19 anos, dependendo da situação vacinal; uma dose e um reforço, dos 20 aos 59 anos, dependendo da situação vacinal; uma dose ou reforço, dos 60 anos em diante, dependendo da situação vacinal;

Hepatite A: uma dose, dos 15 até os 23 meses;
Tríplice Viral: 1ª dose, aos 12 meses; 2 doses, dos 20 a 29 anos; uma dose dos 30 aos 49 anos;

Tetra Viral: uma dose, aos 15 meses;

HPV: 2 doses; meninas de 9 a 14 anos e meninos de 12 a 13 anos;

Dupla Adulto: adolescente de 10 a 19 anos, com reforço a cada 10 anos; adultos de 20 a 59 anos, com reforço a cada 10 anos; idosos com 60 anos ou mais, com reforço a cada 10 anos; 3 doses para gestantes, de acordo com o calendário vacinal;
dTpa: uma dose a cada gestação a partir da 20ª semana.

 

Opinião dos leitores

  1. Informação útil. Seria mais completa se informasse os Postos de Saúde do Município, com os endereços e as vacinas disponíveis por posto.

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Diversos

Pela 1ª vez na década, Brasil estaciona em 79º e deixa de avançar em ranking de qualidade de vida

O programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) divulgou nesta terça-feira (21) o Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH), e o Brasil se manteve no 79º lugar no ranking que abrange 188 países, do mais ao menos desenvolvido. O relatório foi elaborado em 2016 e tem como base os dados de 2015.

O IDH é um índice medido anualmente pela ONU e utiliza indicadores de renda, saúde e educação (entenda a metodologia ao final desta reportagem).

O ranking mundial de desenvolvimento humano dos países apresenta o índice de cada nação, que varia de 0 a 1 – quanto mais próximo de um, mais desenvolvido é o país. No RDH divulgado nesta terça, o Brasil registrou IDH de 0,754, mesmo índice que havia sido registrado em 2014.

Conforme o relatório da Pnud, esta foi a primeira vez desde 2010 que o IDH do Brasil se manteve no mesmo patamar:

A evolução do IDH do Brasil de 2010 a 2015, segundo as Nações Unidas (Foto: Arte/G1)

A ONU divide os países entre os que têm o desenvolvimento humano “muito alto”, “alto”, “médio” e “baixo”.

Veja na imagem abaixo quais países ocupam os primeiros lugares no ranking mundial de IDH; os que estão próximos à faixa do Brasil; e os que ocupam os últimos lugares no ranking (na sequência, saiba mais sobre o IDH dos países vizinhos; e os índices do Brasil para educação e desigualdade):

Ranking mundial de desenvolvimento humano, divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Foto: Arte/G1)

América Latina

Na América do Sul, alguns países vizinhos ao Brasil apresentaram índices de desenvolvimento humano melhores.
O Chile, por exemplo, ficou em 38º lugar, com IDH 0,847; a Argentina, em 45º lugar (IDH 0,827); o Uruguai, em 54º lugar (IDH 0,795); e a Venezuela, em 71º lugar (IDH 0,767).

No Mercosul, o único abaixo do Brasil no ranking é o Paraguai, no 110º lugar (IDH 0,693). O país se enquadra naqueles com desenvolvimento humano “médio”, segundo a ONU. Outros países vizinhos, como Equador (IDH 0,739) e Colômbia (IDH 0,727), ficaram nas posições 89 e 95, respectivamente.

Na América Central, também há países melhores classificados do que o Brasil. Cuba, por exemplo, está no 68º lugar (IDH 0,775); Trinidad e Tobago, no 65º lugar (IDH 0,780); e Barbados, na 54ª posição (IDH 0,795).

Brics

Entre os Brics, grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o país está atrás somente da Rússia, no 49º lugar (IDH 0,804).
Na sequência, entre os países do grupo, aparecem China, no 90º lugar (IDH 0,738, excluída Hong Kong); África do Sul, na 119ª posição (IDH 0,666); e Índia, no 131º lugar (IDH 0,624).

Desigualdade

Ao elaborar o Relatório de Desenvolvimento Humano, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento também divulga o “IDH ajustado à desigualdade”.

Nem todos os países têm esse índice medido pela ONU. No caso do Brasil, o Pnud afirma que, se for levado em conta o “IDH ajustado à desigualdade”, o índice de desenvolvimento humano do país cairia de 0,754 para 0,561 e o Brasil cairia 19 posições no ranking mundial. Países vizinhos como Argentina e Uruguai também perderiam posições, 6 e 7, respectivamente.

Entre os 20 primeiros países do ranking, classificados entre as nações com desenvolvimento humano “muito alto”, somente Países Baixos, Islândia, Suécia e Luxemburgo ganhariam posições, se levada em conta a desigualdade social. Estados Unidos, Dinamarca e Israel, por exemplo, cairiam.

Escolaridade e expectativa de vida

Um dos itens que compõem o IDH é a expectativa de anos de estudo dos cidadãos. De 2010 a 2013, esse número subiu de 14 anos para 15,2 anos, mas, desde então, não aumentou, se mantendo o mesmo em 2014 e em 2015.

A média de anos de estudo, por outro lado, manteve neste ano a trajetória de crescimento que vem sendo registrada desde 2010. Naquele ano, eram 6,9 anos. O número, então, subiu para 7,2 anos em 2012 e para 7,7 anos em 2014, por exemplo, chegando a 7,8 anos em 2015. A média brasileira, porém, está abaixo das registradas no Mercosul e nos Brics.

Outro idem levado em conta na composição do IDH é a expectativa de vida ao nascer. Segundo o relatório divulgado nesta terça, a expectativa dos brasileiros manteve a trajetória de crescimento dos últimos. De 2014 para 2015, o índice subiu de 74,5 anos para 74,7 anos.

Desde 2010, o número tem subido. Naquele ano, eram 73,3 anos, depois, em 2011, passou para 73,6 anos; 73,9 anos (2012); e 74,2 anos (2013).

Metodologia

De acordo com a ONU, o Índice de Desenvolvimento Humano leva em consideração três fatores:

Saúde (expectativa de vida);

Conhecimento (média de anos de estudo e os anos esperados de escolaridade);

Padrão de vida (renda nacional bruta per capita).

Para formular o IDH, o Pnud informou que não coleta dados com os países analisados, mas, sim, checa bases de dados internacionais, como da Organização Mundial de Saúde (OMS) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

De acordo com as Nações Unidas, é comum, após a divulgação do IDH, países reivindicarem melhores avaliações conforme dados próprios, contrariando o “princípio de independência” que o Pnud defende para o ranking mundial.

O IDH divulgado nesta terça foi elaborado em 2016 com base nos dados de 2015. O relatório do Pnud abrange 188 posições (no caso da China, o IDH de Hong Kong é divulgado em separado).

Segundo a ONU, o índice foi criado como uma forma de se contrapor ao critério de desenvolvimento de um país tendo como base somente o resultado de crescimento econômico, medido pelo Produto Interno Bruto (PIB).

O organismo internacional diz que outros critérios, como acesso à educação e expectativa de vida, também devem ser usados para medir o desenvolvimento de um país.

G1

Opinião dos leitores

    1. A elite dos bancos, empreiteiras, de tomadores de empréstimos do BNDES,
      montadoras, frigoríficos, dos partidos que, convidados, passaram anos dividindo
      o butim com o PT?

      Conta outra, vai. Essa de elites só cola para consumidores de embutidos.

    2. A que ponto chegamos. Após toda a destruição do PT, ainda temos gente que defende esses canalhas.

  1. Quando Lula voltar a qualidade de vida da população melhorará.
    O problema é que esse governo do PMDB e PSDB ainda tem muito tempo para fazer maldades com a população ( reforma da previdência e reforma trabalhista)

    1. Esse PT ta parecendo nazismo.. mesmo cheio de bandido, ainda tem gente que aceita isso.

  2. O pior é que as perspectivas são péssimas. Não dá nem vontade de ter filho nesse vale da sobra e da morte. Além dos indicadores econômicos e sociais, tudo mais no Brasil vem se degradando nos últimos 15 anos. A cultura, a educação e a moral.

  3. Quem nos trouxe a essa situação? Quem mentiu durante a campanha eleitoral de 2014, dizendo que estava tudo bem e que vivíamos o paraíso? Quem passou quase 14 anos no poder e deixou o nosso Brasil nessa situação? Terá sido o partido do "pai dos pobres", o "estadista de banânia", "encantador de burros", cumprindo suas ordens e dando seguimento ao seu programa de poder? A culpa de todo esse sofrimento é do próprio povo. Enquanto ainda houver gente defendendo esses bandidos e exaltando esse canalha de 9 dedos, não vejo futuro pro país.

    1. Provavelmente a coleta de dados não pegou 2015 em cheio, quando o PIB despencou 3,5%. Quando pegar junto com 2016 vamos assistir o vexame de ver alguns vizinhos nos ultrapassando. Agradeçam ao petismo, continuem pensando
      que não tem que se fazer nenhuma reforma e que tudo se resolve com crédito
      e gasto público (é como aumentar o volume de água numa piscina tirando de baixo e jogando em cima) ou com mais tributação ainda.

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Diversos

Juiz mais ameaçado do Brasil vai se aposentar e pode perder escolta

Odilon de Oliveira chega à Justiça Federal no começo de março (Foto: Emiliano Capozoli)

O juiz federal Odilon de Oliveira destranca uma gaveta de documentos sigilosos e retira um livro de capa dura preta, com letras douradas. O ar condicionado congelante de sua sala ameniza os 37 graus de temperatura em Campo Grande naquela tarde de sexta-feira. No calhamaço de quase 300 páginas, escrito e encadernado por ele, Odilon guarda uma compilação de provas e memórias das ameaças de morte mais bem arquitetadas que sofreu em seus 30 anos na magistratura federal. “Esse seboso aqui eu condenei”, afirma, sem esconder o orgulho, depois de deslizar o dedo pelo sulfite e parar no nome de um dos traficantes.

Folheia a obra com agilidade e aponta mais um, depois outro e mais outro – e assim se alonga por mais de uma hora, revisitando as histórias de cada um de seus algozes que acabou por prender. Ao cruzar com um bilhete embalado num plastiquinho e grampeado numa folha – uma ameaça do traficante Jorge Rafaat Toumani, na época considerado o “rei da fronteira” –, apressa-se: “Está vendo aqui? A vagabundagem me chama de Odi”, diz, mostrando seu apelido no papel. “O cabra escreveu de próprio punho e mandou me entregar. Naquela época, minha cabeça valia só uns R$ 500 mil. Eu ainda era barato.” Solta uma gargalhada.

Aos 68 anos recém-completados, doutor Odilon, como todos o conhecem, é um dos mais temidos juízes brasileiros que trabalham no combate ao narcotráfico. Sua trajetória profissional coleciona condenações dos mais influentes traficantes de drogas com atuação na fronteira do Brasil com o Paraguai e a Bolívia. Mandou prender o carioca Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar. E o paranaense Luiz Carlos da Rocha, o Cabeça Branca, considerado pela Polícia Federal o maior narcotraficante internacional do país.

Em suas três décadas como juiz federal, Odilon não só colocou na cadeia algumas centenas de criminosos, como também esvaziou as contas bancárias das quadrilhas. “Se você só prende, os bandidos continuam mandando lá de dentro e, quando saem, usufruem de tudo aqui fora. Se você confisca os bens, dá um duro golpe na espinha dorsal da organização. Ela fica sentada no chão como um João Sem Terra, não se levanta nunca mais”, afirma. Confiscou 282 imóveis do crime, 761 veículos e 27 aeronaves – parte deles vendida em leilões por um total de R$ 27 milhões. Seu legado como juiz, entretanto, ficará por aqui.

No final de fevereiro, Odilon anunciou no Facebook que vai se aposentar. Pediu a contagem do tempo de trabalho e agora espera o término do trâmite, previsto para meados de setembro. “Já queria ter parado há uns dois anos, mas preciso antes resolver minha segurança. Se sair na rua sozinho, tomo uma surra de porrete”, diz. “Virei refém da toga.” Odilon é o único juiz do Brasil que conta com uma operação permanente da Polícia Federal (PF). Há 18 anos, é acompanhado 24 horas por dia, sete dias por semana, por uma escolta armada com pistolas e submetralhadoras. Sua casa é monitorada por câmeras de segurança. O carro que usa, um SW4 prata, tem uma blindagem que suporta tiros de fuzil. Assim que parar de trabalhar, Odilon deverá perder todo esse aparato. A portaria do Ministério da Justiça que trata da segurança de autoridades, de 8 de janeiro de 2001, não menciona casos de aposentadoria. Procurada, a PF afirmou que ainda não tem uma definição sobre esse caso.

Odilon cuida da alimentação durante café da manhã (Foto: Emiliano Capozoli/ÉPOCA)

Odilon debocha da “vagabundagem”, mas conhece bem seu poder de retaliação. Já esteve na iminência da morte em pelo menos dois atentados. O mais grave ocorreu em 2005. Num hotel do Exército em Ponta Porã, uma cidade de Mato Grosso do Sul na fronteira com o Paraguai, Odilon dormia numa madrugada de abril quando foi acordado com tiros. “Os estampidos estavam tão próximos que pareciam ser dentro do quarto. Pá-pá-pá-pá-pá”, diz. “Fiquei quietinho, com receio.” Odilon nunca diz que tem medo. Receio é o mais perto de medo que admite ter sentido.

Na mesma época, traficantes da região formaram um consórcio para assassinar Odilon. Cada um dos chefões do crime deu uma quantia de dinheiro. O juiz estava em Ponta Porã para dar vazão aos processos judiciais acumulados. Passou uma temporada de pouco mais de um ano. Por três meses dormiu no próprio Fórum, que se tornou uma espécie de bunker para acomodá-lo. Num colchonete no chão iluminado por um abajur, passava madrugadas estudando as ações e tomando uísque. A bandidagem enlouqueceu.

O brasileiro de origem libanesa Jorge Rafaat Toumani, assassinado com uma metralhadora .50 numa ação cinematográfica no ano passado, era um dos que compunham o consórcio. O bilhete mandado por ele, do qual Odilon zombou naquela tarde de sexta-feira em seu gabinete, foi um entre dezenas de recados. A organização criminosa paulista Primeiro Comando da Capital (PCC) já ofereceu R$ 1,5 milhão a quem entregasse Odilon morto. A facção carioca Comando Vermelho (CV) afirmou que pagava R$ 2,5 milhões, segundo investigações da polícia brasileira. Odilon é uma unanimidade, capaz de unir concorrentes como Rafaat, PCC e CV.

Diante de tantas notícias de ameaças, Odilon já acabou sendo dado como morto. Em 2006, recebeu um convite para participar de uma solenidade no Espírito Santo. Só no decorrer do evento percebeu o equívoco. Todos os homenageados haviam morrido no exercício de sua profissão: o jornalista Tim Lopes, a missionária americana Dorothy Stang, o juiz corregedor de Presidente Prudente José Antonio Machado Dias… Odilon era o único vivo. “Eu mesmo fui receber minha homenagem póstuma. Achei um barato, sabe?”

Desde que pediu proteção à Justiça Federal, em junho de 1998, Odilon vive enclausurado como os traficantes que manda prender. Sonha sempre que pula o muro e foge da escolta, e depois acaba por se arrepender. Odilon nunca entra numa sala imediatamente depois de abrir a porta – assim que gira a chave, um agente se antecipa para se certificar de que não há ninguém à espreita. Depois que passou a andar na companhia dos policiais, nunca mais visitou a mãe, já falecida, na tentativa de preservá-la. Pagava um táxi para ela ir até ele.

Os prazeres mais simples se tornaram um suplício. Odilon costumava correr na rua toda semana, até que os policiais descobriram um plano para matá-lo no trajeto. Passou a usar a pista de um quartel do Exército. Mas a burocracia para recebê-lo era tamanha – o pedido era feito via ofício, e a resposta com a liberação vinha cerca de um mês mais tarde – que ele capitulou. Corrida agora é só na esteira de casa ou na academia. “Entrei nessa academia há quase 30 anos, meu convívio social é ali”, diz. A Polícia Federal recomendou a Odilon cortar também as idas à academia, um padrão de rotina perigoso. Por ofício, Odilon respondeu que não obedeceria. “Então vou comprar um carro-forte e me trancar dentro…”, afirma.

A família também paga um preço alto. Odilon é casado com Maria Divina há 42 anos. Tem uma filha e dois filhos, todos formados em Direito. A menina mora em São Paulo, longe das ameaças. O do meio, numa residência colada à dos pais, também monitorada. O mais novo nunca mudou de casa. Odilon e a mulher nunca mais puderam frequentar as aulas de polca paraguaia, uma dança popular na região da fronteira, programa que adoravam. Pelo volume de trabalho, o casal tampouco consegue viajar. O lugar mais distante em que já estiveram é a Argentina.

Os amigos também foram rareando. Para as poucas festas que oferece em sua casa, Odilon convida somente autoridades, como generais e o governador. No casamento de um dos filhos, Odilon tirou a mulher para dançar e se viu cercado de casais de policiais à paisana rodopiando ao redor. Precisavam proteger o juiz, mas sem chamar a atenção dos convidados. O juiz passa sábados e domingos às voltas com processos. Vez ou outra, vai ao shopping e deita na rede em casa para ler (adora literatura policial, mas não está lendo nada no momento).

Até a mais elementar atividade diária requer cautela. Odilon quase nunca come fora de casa. Sua alimentação é preparada pela empregada, e ele leva todos os dias uma marmita para a Justiça Federal. O cuidado tornou-se necessário depois que a PF descobriu um plano para envenená-lo. Os traficantes tentaram subornar soldados do Exército nos tempos em que Odilon morava em Ponta Porã para batizar sua comida.

Odilon é conhecido pelo estilo linha-dura com os bandidos. Durante um julgamento no começo de março, na 3ª Vara de Mato Grosso do Sul, ouviu por cerca de três horas dois investigados por tráfico de drogas. Seu tom de voz era o mesmo de quando trava uma conversa cordial. Odilon tampouco alterou as expressões faciais. Contudo, foi tão detalhista nos questionamentos que parecia difícil engambelá-lo. O primeiro suspeito começou negando o crime. Aos 12 minutos, confessou. Aos 44, caiu no choro. O segundo réu respondeu a 53 perguntas de Odilon num período de dez minutos. Acabou também por confirmar sua participação no crime.

Antes de condenar alguém, Odilon coloca a vida do réu sob rigoroso escrutínio. No auge das grandes operações na fronteira, autorizava mais de 1.000 interceptações telefônicas por mês durante as investigações. Sua lealdade aos policiais federais, parceiros na missão, é notável. Certa vez, um delegado novato proibiu os agentes de se encontrar com Odilon para atualizá-lo do andamento dos casos. Queria ele próprio se reunir com o magistrado. Odilon sentou-se diante do delegado e disparou questionamentos. Sem resposta para boa parte deles, o delegado levou um sermão e os policiais retornaram.

O perfil duro vem da criação. Seus pais, agricultores de subsistência da pequena Exu, no sertão de Pernambuco, deram aos oito filhos uma educação rigorosa. “Lembro deles dizendo para a gente nunca pegar no alheio”, diz. Como inúmeros nordestinos, sua família migrou para o sul para fugir da seca. Viajou de pau de arara, comendo banana e farinha. Odilon tinha só 4 anos na época, mas até hoje preserva um forte sotaque pernambucano. O nome de sua cidade natal ele pronuncia com um acento imaginário no “e” (É-xu).

Assim que chegou a Mato Grosso do Sul, a família comprou um pedaço de terra. Odilon ia para a roça durante o dia e à noite estudava numa escola improvisada no quintal. Um conhecido com primário completo ensinava a lição às crianças sob a luz de uma lamparina. A geração de Odilon foi a primeira da família a conhecer as letras. O pai só sabia assinar o nome; a mãe, nem isso. Quando aprendeu a ler, Odilon reunia os parentes e lia literatura de cordel em voz alta. Treinava a leitura e ainda os entretinha.

Ameaça de morte que recebeu do então rei da fronteira Jorge Rafaat (Foto: Emiliano Capozoli/ÉPOCA)

A convite de um primo vereador, Odilon saiu da colônia para estudar na cidade. O primo despertou no menino a vontade de cursar uma faculdade de Direito. “Meu primo contava causos de advogado que soltava preso. Então pensei: ‘Quero ser isso aí’”, diz. Seu mundinho se abriu. Já na faculdade, descobriu que, além de soltar, poderia mandar prender. Começou a sonhar com a magistratura.

É assim, numa constante expansão de horizontes em mundos recém-descobertos, que Odilon escolhe seus objetivos de vida. Depois de dois anos como advogado, passou no concurso para procurador federal (em 2º lugar). Depois para promotor de justiça (em 10º). Então para juiz estadual (em 2º). E, por fim, para juiz federal (em 19º). Com a altivez de quem reconhece o longo caminho que percorreu, Odilon faz questão de enfatizar suas boas colocações nos concursos ao relembrar sua trajetória.

Odilon é declaradamente vaidoso, um dos poucos prazeres que ainda consegue manter. Já fez cirurgia plástica para corrigir as bolsas debaixo dos olhos e Botox. Apara a barba todos os dias, inclusive em feriados, e sempre carrega uma escova de cabelo no carro. Vai à manicure para tirar a cutícula das unhas das mãos e dos pés uma vez por semana. Numa sexta-feira de março, Odilon chegou ao salão de beleza, cumprimentou a cabeleireira e uma cliente com bobes no cabelo e seguiu para o espaço privado onde é atendido. Como estava com pressa, fez só a mão.

Depois de mandar soltar e mandar prender nos mais de 40 anos no serviço público, Odilon cogita agora fazer suas próprias leis. Há mais de dez anos, o juiz é sondado por partidos para entrar na política. Há cinco, passou a refletir sobre o assunto. Agora, com a aposentadoria, a ideia começa a ser amadurecida. Se aceitar algum dos muitos convites, se candidatará para o Senado. “Reconhecimento popular eu tenho, mas não sei se é meu perfil. A política é, digamos assim, uma devassidão muito grande. De repente, a gente vai para lá e é aquele covil, aquela coisa danada, um aborrecimento do capeta”, diz. Odilon afirma que não iria para um partido grande, como PT, PSDB ou PMDB. Mas para um nanico do chamado centrão, desde que seja coligado a uma sigla maior.

O Senado seria uma forma de resolver sua segurança. Odilon, entretanto, trabalha paralelamente em outras frentes. Planeja processar a União caso não consiga manter sua escolta de forma amigável. Em 2014, enviou um ofício ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para tratar do assunto, mas não recebeu retorno (O CNJ não respondeu ao pedido de entrevista de ÉPOCA). Se tudo der errado, tem uma alternativa mais inusitada: mudar-se para a Romênia, país de origem de seu genro. Ele trocaria mesmo o calorão de Campo Grande pelo frio de lá? “Faz 20 graus abaixo de zero, mas meu genro disse que as casas têm aquecimento. Vou para o gelo também, não tem problema. Ainda é melhor que ficar preso aqui”.

Época

Opinião dos leitores

  1. Que o juiz metido a pop Star, Sérgio Moro, fosse um porcento desse juiz. Mas o Moro só sabe dar Pau em Francisco e não em Chico.

  2. Um exemplo para os seus pares. Parabéns pela belíssima carreira e principalmente pela honestidade.

  3. Aqui traficante manda matar juiz. Em alguns paises, juizes ordenam a execução de traficantes, via sentenca de pena de morte.

  4. A ação deste juiz demonstra o quanto é frouxa a predominância da justiça do Estado do Rio Grande do Norte.

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Diversos

ABC está com reforços pontuais adiantados para a Série B

O Campeonato Brasileiro da Série B começa em maio, mas ABC monitora reforços e informações de bastidores dão conta que o alvinegro está apalavrado com pelo menos quatro jogadores de nível. Reforços pontuais que estão atuando e desempenhando bom trabalho em seus clubes.

O término da primeira fase da Copa do Nordeste, e o afunilamento de campeonatos estaduais em centros importantes no país são indicadores deses atletas.

Opinião dos leitores

  1. ABC trabalha nos bastidores, com cautela, para não jogar dinheiro fora. Do atual elenco a sua totalidade deverá permanecer para a disputa da série B, uma maratona de 38 jogos.

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Diversos

Aumento da oferta deve fazer com que preço da carne bovina caia no Brasil

O preço da carne bovina deve cair no Brasil. A suspensão da compra do produto por países estrangeiros forçará produtores que têm gado confinado e pronto para o abate a aumentarem a oferta para os frigoríficos nacionais.

AMPULHETA
“Num primeiro momento, é o que vai ocorrer, não tem jeito”, diz Ricardo Merola, fundador e ex-presidente da Assocon, a associação nacional dos confinadores de gado. Ele acredita, no entanto, que o fenômeno não deve durar muito. “A sorte é que há pouco gado confinado hoje no Brasil”, afirma.

A JATO
Os animais confinados ganham 1,8 kg por dia e, em cem dias, estão prontos para o abate. Já os que estão no pasto demoram em torno de 24 meses para chegar ao peso ideal. E poderão permanecer mais tempo no campo, esperando que a crise seja superada.

REPRESA
A dúvida é se os frigoríficos brasileiros, que devem ser beneficiados com a queda de preço num primeiro momento, repassarão a baixa aos supermercados.

LIMITE
Já o presidente da Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne), Antônio Jorge Camardelli, acredita que não há espaço para redução de preços via aumento de oferta devido à queda do consumo de carne nos últimos dois anos no Brasil. “O ano de 2015 foi fatídico e 2016 também foi complicado”, afirma.

MESMO LUGAR
No caso da carne de aves, o raciocínio é o mesmo. Segundo Francisco Turra, presidente da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal), “não tem espaço na recessão para aumentar o consumo interno”.

LUZ
As três lideranças dizem acreditar, porém, que o fluxo de exportação será retomado com os esclarecimentos que estão sendo prestados pelo Brasil ao mundo.

Mônica Bergamo – Folha de São Paulo

Opinião dos leitores

  1. Só na virada dá semana a @ do boi gordo caiu de 150,00 para 120,00 baixa de 20% ao passo que a tonelada do papelão reciclado subiu de 150,00 para 210,00 comum um aumento de 40%.

    1. Quem diria, papelão mais caro que carne!
      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Polícia

NOVA FASE DA LAVA JATO: Operação da PF mira alvos ligados a senadores do PMDB e PT

Foto: Aldo Carneiro/Futura Press/Estadão Conteúdo

Agentes da Polícia Federal cumprem, nesta terça-feira (21), mandados de busca e apreensão autorizados pelo STF (Supremo Tribunal Federal) em nova fase da Operação Lava Jato. No total, são 14 mandados em 13 endereços nas cidades de Brasília, Maceió, Recife, Rio de Janeiro e Salvador. O objetivo é investigar indícios dos crimes de corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.

Os alvos desta etapa não são políticos, mas pessoas ligadas aos senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), ex-presidente de Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), atual presidente do Senado, Valdir Raupp (PMDB-RO) e Humberto Costa (PT-PE).

Esta é a primeira vez em que são utilizadas informações dos acordos de colaboração premiada firmados com executivos e ex-executivos da Odebrecht. Eles foram homologados pelo STF em janeiro deste ano.

Dos 14 mandados, 5 são em Pernambuco, três no Rio de Janeiro, dois na Bahia, dois em Alagoas e outros dois no Distrito Federal.

Agentes foram a um edifício na avenida Boa Viagem, na orla da zona sul do Recife. Em entrevista à “Rádio Jornal”, o chefe de Comunicação da Polícia Federal de Pernambuco, Giovani Santoro, afirmou que os mandados foram expedidos pelo Supremo após uma solicitação do MPF (Ministério Público Federal).

Santoro disse ainda que não poderia dar mais detalhes porque a ação corre em segredo de justiça. O material apreendido deve ser levado para análise em Brasília.

Segundo o jornal “A Tarde”, agentes estiveram no condomínio de luxo Reserva Albalonga, localizado no Horto Florestal, bairro nobre de Salvador. Dois carros da PF deixaram o local por volta das 8h50. O alvo da ação não foi divulgado pela Polícia Federal.

Trata-se da 7ª fase da Operação Lava Jato que apura o envolvimento de pessoas com prerrogativa de foro junto ao STF. Outras três foram realizadas em 2015, duas em 2016 e uma em fevereiro deste ano.

Veja matéria completa da UOL aqui

Opinião dos leitores

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Polícia

ASSASSINATO EM CAMPINA GRANDE-PB: Preso suspeito de realizar disparos contra Célia Maria, irmã do desembargador Cláudio Santos

Uma operação conjunta das Polícias Civil do RN e PB resultou na prisão de um suspeito de ter efetuado disparos contra a empresária Célia Maria Santos Cirne, irmã do desembargador Cláudio Santos.

Segundo a Polícia, o suspeito identificado como Cícero foi preso na capital potiguar, e é apontado como autor dos disparos contra a vítima, morta na cidade de Campina Grande, na Paraíba, no fim do ano passado.

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