Política

Deputado no RN cria o Aplicativo “Decida Meu Voto” e a população vai decidir os votos dele na Assembleia Legislativa

Por interino

O deputado Kelps Lima criou um aplicativo de celular para que a população possa decidir qual o voto que ele deve dar nos projetos de lei que tramitam na Assembleia Legislativa.

O funcionamento do aplicativo de Kelps é fácil e rápido. O nome é “Decida Meu Voto”.

Pelo celular, as pessoas ficam sabendo qual o projeto de lei novo que deu entrada na Assembleia e escolhem no Aplicativo “Decida Meu Voto” qual deve ser a posição de Kelps sobre aquele projeto.

Ao final, caso um número mínimo de cidadãos tenha dado sua opinião no aplicativo, a decisão que tiver sido escolhida pela maioria será adotada por Kelps na hora do voto para valer, no Plenário da Assembleia.

As pessoas já podem participar neste momento. Kelps quer que a população decida seu voto no projeto em que o Governo do Estado pede autorização para aumentar a alíquota de 11% para 14% do desconto da previdência no salários dos servidores estaduais.

O endereço do aplicativo é o seguinte:

Link para Iphone – https://itunes.apple.com/br/app/kelps-decida-meu-voto/id1176103410?mt=8&ign-mpt=uo%3D4

Link para Android – https://play.google.com/store/apps/details?id=io.cordova.kelps&hl=pt_BR

Opinião dos leitores

  1. Muito bem precisamos de políticos como você que deixa que seus eleitores opinem sobre seus projetos parabéns

  2. A população precisa de incentivos como esse,para poder ter conhecimento sobre os assuntos das pautas,como tbem começar a se informar melhor sobre a política , principalmente conhecendo seus adms….

  3. Grande palamenta sou da cidade de São José do Seridó deputado o senhor como palamenta os Colégio do estado no nosso municio estão um Deus nos acuda as estrutura

  4. Parabéns, método que faz a comunidade interagir com a mais célere democracia.

  5. Difícil essa situação, o povo não tem conhecimento sobre reforma, e tiver votam contra, por saber que se trata de reformas impopulares. No entanto são extremamente importantes para crescimento da macro economia. Voto a favor das reformas

  6. Bela iniciativa Deputado como sempre mostrando que quer mudar o jeito de fazer política, com seriedade, transparência e principalmente com a participação do povo. Esse tem coragem

  7. Parabéns pela atitude deputado. Precisamos cada vez mais ter voz e contribuir com leis e projetos do Rio Grande do Norte.

    Parabéns pela inovação!

  8. Parabéns para o atuante Deputado Kelps Lima.
    Com esse aplicativo qualquer cidadão do Rio Grande do Norte pode opinar e decidir como o Deputado deva votar.
    Parabéns Kelps Lima!!!

  9. Seria melhor ele fazer de "MEUS GASTOS E MEUS GANHOS"….. Esse Kelps é muito esperto, é um verdadeiro DEMAGOGO !!!!!

  10. Enquanto isso pra fazer o registro no app a população tem que deixar seus dados cadastrais…"çey"…assim tem como enviar mala direta via email e msn pra campanhas futuras, fazendo um grande banco de dados de futuro eleitores…tenho que dá os parabéns ao marketing do deputado.

  11. Temos um exemplo de que o que o povo quer os políticos fazem o contrario, o projeto de iniciativa popular contra a corrupção foi totalmente disfigurado pelos deputados, e ai? entao esse papo de que democracia representativa, isso nao passa de hipocrisia alienista, se ele esta la pelo voto popular tem que seguir o voto popular.

    1. Quem disse que enquete de internet reflete a opinião de uma sociedade?

  12. A doença da nossa sociedade é a hipocrisia, se os políticos não fazem são corruptos e quando tem um que faz é criticado por fazer, não vai da certo, e que vai ser obrigado a seguir o voto do povo, criatura ele so esta la por causa do voto do povo, isso lhi diz alguma coisa? Parabéns Deputado, gostaria de velo prefeito ou governador.

    1. Não fazer isso não implica em corrupção.
      Nunca se disse isso.

  13. Isso cheira a oportunismo populista. Um deputado precisa ter convicção sobre aquilo que vai votar, embora deva ouvir a sociedade também. Mas votar baseado na quantidade de votos de um grupo de pessoas, que decida apoiar uma posição sobre um assunto através de um software é o extremo da falta de firmeza.

  14. Ele tá obrigado a seguir os resultados? Pra que serve a democracia representativa? Serve para discutir um monte de tema chato e detalhado e que as pessoas, ocupadas com conta pra pagar e em deixar menino em colégio, não têm tempo e cabeça para ficar se reunindo e debatendo a respeito. Quem tem tempo pra fazer isso não sendo do parlamento? Militantes profissionais (esses com uma agenda a gente sabe qual). Dizem que quem gosta de democracia direta nunca participou de uma reunião de condomínio. Ok, no plano estadual, onde a matéria legal não tem tanta importância, dá pra fazer essa média.

  15. Bonita atitude!
    Só bonita, pois não se pode acreditar nessas boas intenções.
    Esperemos por quanto tempo essa "intenção" vai perdurar…

  16. Sensacional, parabéns Deputado, que seu app seja copiados por outros até em esfera federal.

  17. Se for verdade vai ganhar meu voto.

    Segundo a CF88, no artigo 1º da seu parágrafo único: ¨todo poder emana do povo, que o exerce por meio de seus representantes eleitos ou diretamente, nos termos da CF88.¨, mas na prática eles não estão nem aí pro povo depois que se elegem.

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Diversos

FOTO: PRF recupera na Grande Natal carga de café roubada avaliada em R$ 232 mil

Por interino

Uma carga de café com 23 toneladas, avaliada em R$ 232 mil, foi apreendida pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) nesse domingo(05), na cidade de Macaíba, na Grande Natal, na BR-226, na reta Tabajara, por volta das 8 horas, sentido Macaíba-Natal. De acordo com a assessoria de comunicação da PRF, a carreta havia saído de Natal, na madrugada do domingo, com destino a Belém, Pará, o veículo suspeito foi parado por suspeitas dos policiais por estar em sentido inverso.

Segundo a PRF, o motorista, de 36 anos, contou que havia sido abordado por três elementos armados no Ceará, que o obrigaram a retornar para o Rio Grande do Norte. Ainda segundo a PRF, o homem contou que os criminosos estavam seguindo ele, coagindo a levar a carga. Os policiais rodoviários realizaram buscas, mas os criminosos não foram encontrados.

Diante do impasse, o motorista e a carreta foram levados para a Central de Flagrantes da Polícia Civil em Natal.  Lá foram percebidas algumas contradições no álibi apresentado e o motorista do caminhão acabou preso, suspeito de ter praticado o crime. Ele responderá por furto qualificado, crime previsto no artigo 155 do Código Penal, com pena de até oito anos de prisão.

Opinião dos leitores

  1. Boa noite!
    Se ele é suspeito em ter prática o possível crime onde pelo que estou vendo não foi concretizada o furto porque ele vai responder pelo artigo 155 e quanto a carga o que será feito e ao veículo?

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Diversos

Relator no TSE vê apropriação do setor público pela Odebrecht

Por interino

O ministro Herman Benjamin, relator no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) do processo que pede a cassação da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer, considerou os depoimentos de Marcelo Odebrecht e de dois outros ex-executivos da empreiteira – tomados na quarta e na quinta-feira passadas – como os mais importantes de todos os 50 que já colheu desde que assumiu o caso em agosto do ano passado, segundo apurou o Estado.

A oitiva do ex-presidente da empreiteira, Marcelo Odebrecht, preso desde junho de 2015 na operação Lava Jato, deixou Benjamin particularmente impressionado, como perceberam advogados presentes.
Primeiro, pelo grau de acesso e de domínio que o empresário contou ter ao topo da cadeia de poder, sugerindo a impressão de apropriação do poder público pelo poder privado.

Segundo, pelo valor de caixa 2 – R$ 180 milhões –, desproporcionalmente gigantesco em relação às doações oficiais. O ministro batizou de caixa 3, ou barriga de aluguel, a doação da Odebrecht para uma outra empresa o Grupo Petrópolis, da cervejaria Itaipava fazer o repasse, modalidade que considerou uma novidade no esquema de corrupção.

Benjamin, que também é ministro do Superior Tribunal de Justiça, e não dá entrevistas sobre o caso, disse a advogados presentes nos depoimentos dos delatores Benedicto Barbosa Júnior e Fernando Reis, estes na quinta-feira, que considerou inadmissível o vazamento de partes do interrogatório de Marcelo Odebrecht. Informou sobre a sua suspeita de que até as suas intervenções tenham sido gravadas, e disse aos advogados que poderiam, no máximo, falar em tese, para defender a posição de seus clientes, mas não repassar passagens inteiras, e muito menos gravar.

No processo que relata – a Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) 1943-58, movida pelo PSDB e outros partidos derrotados na eleição de 2014 –, o ministro optou pela transparência de todos os depoimentos e também das perícias, tudo com íntegra disponível, on line, no site do TSE. A exceção são esses últimos depoimentos, e mais os que tomará hoje, também de ex-diretores da Odebrecht, todos sigilosos por decisão da Procuradoria-Geral da República respaldada pelo Supremo Tribunal Federal.

Preocupado em cumprir o cronograma que estabeleceu para apresentar seu relatório, ele informou ao procurador-geral Rodrigo Janot e ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo, que faria as oitivas mesmo com o sigilo. Os vazamentos podem levar a alguma restrição na quantidade de advogados que poderão assistir aos próximos depoimentos.

Um deles é o do delator Hilberto Mascarenhas – o responsável direto pela contabilidade clandestina da Odebrecht, o chamado Departamento de Operações Estruturadas. Este ponto do depoimento de Marcelo Odebrecht deixou o ministro particularmente estupefato, como ficou claro para advogados presentes nas quatro horas em que durou o interrogatório. Não era para ser uma contabilidade tão perfeita e tão completa – mas Mascarenhas, até sem maior detalhamento à cúpula da empresa, registrava tudo, minuciosamente.

Benjamin ficou espantado com o efeito bumerangue do detalhismo de Mascarenhas e sua equipe. É provável que o crive de perguntas específicas a respeito.
Dono. Já pelo final do longo interrogatório o ministro perguntou, chamando-o educadamente de “seu Marcelo”, se o empresário se considerava dono do governo. Foi quando ele saiu-se com a resposta já vazada de que estava mais para bobo da corte, quiçá otário. Benjamin perguntou, também, se ele se via como uma espécie de embaixador do setor produtivo junto ao poder. É que o procuravam, afirmou o empresário. E então ele encaminhava os pleitos, deixando claro que tudo tinha um preço.
O tom das perguntas fizeram advogados mais atentos achar que o ministro viu um empresário muito amargurado, que ainda não se conformou com o final da ópera como o está vendo no momento.

O ministro também fez perguntas, digamos, existenciais, para o ex-diretor Benedicto Júnior, um dos depoentes da quinta-feira passada, no Rio de Janeiro. Numa delas quis saber como é que um jovem cheio de gás entra numa empresa daquele tamanho e é iniciado na cultura de corrupção. O ex-diretor declarou-se prisioneiro do sistema. Até poderia deixar a empresa, disse, mas não tinha como evitar aquela cultura. Já vinha, segundo ele, desde o dr. Norberto (avô de Marcelo).

Empresas. Benedicto Júnior também disse ao ministro do TSE que o que está correndo agora é que empresas não implicadas na operação Lava Jato estão procurando os políticos para dizer que estão dispostas a cobrir o recuo da Odebrecht, e de outras distribuidoras de propinas.

Estadão

Opinião dos leitores

  1. Por que o pau só tem quebrado na Odebrecht se há tantas FORNECEDORAS ENVOLVIDAS?
    Alusa
    Andrade Gutierrez
    Camargo Corrêa
    Carioca Engenharia
    Construcap
    Egesa
    Engevix
    Fidens
    Galvão Engenharia
    GDK
    IESA
    Jaraguá Equipamentos
    Mendes Junior
    MPE
    OAS
    Odebrecht
    Promon
    Queiroz Galvão
    Setal
    Skanska
    TECHINT
    Tomé Engenharia
    UTC

    1. Há várias construtoras sendo investigadas na Lava Jato, inclusive citadas na sua lista. Algumas, inclusive, estão negociando delações. Portanto…

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Diversos

DECISÃO NO MT: Justiça autoriza dividir pensão entre amante do marido e mulher

Por interino

O Judiciário não pode negar a existência de uma relação de afeto que também se revestiu do caráter de entidade familiar. Esse é o entendimento da Sexta Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso que, em decisão unânime, acolheu os argumentos de uma apelação interposta por uma mulher que manteve relacionamento ao longo de 20 anos com um homem já casado. Com a decisão, a apelante terá direito a receber 50% da pensão por morte deixada por seu companheiro –ele morreu em 2015.

As informações foram divulgadas pela Coordenadoria de Comunicação do TJ de Mato Grosso.

Em primeira instância, a Ação de Reconhecimento e Dissolução de União Estável Post Mortem foi julgada improcedente. Inconformada, a autora da ação entrou com recurso alegando que o companheiro, apesar de casado, mantinha as duas famílias ao mesmo tempo –simultaneidade familiar–, que tiveram vida em comum por mais de 20 anos, que todas as despesas de sua família eram custeadas por ele, que sempre cuidaram um do outro e que ele a ajudou a criar e a educar seus filhos.

Sustentou, ainda, que há prova nos autos da “convivência pública, contínua, duradoura e com intuito de constituir família”. Ela pediu para que fosse reconhecida a união estável com o companheiro nos últimos 20 anos, que teria se encerrado apenas com a morte dele.

Conforme informações dos autos, o morto era casado desde 1982. Eles nunca se separaram. No entanto, segundo o relator do recurso, desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, “ele também formava com a ora apelante uma verdadeira entidade familiar, na verdadeira acepção da palavra, até a data do seu óbito”.
Conforme o magistrado, além das testemunhas ouvidas em juízo, corroboram as alegações da apelante os documentos juntados ao processo comprovando que o homem também fornecia o endereço dela como seu local de residência; prova de que ele conduzia o veículo dela; declaração da cirurgiã-dentista de que ele a acompanhava nas consultas e custeava as despesas –desde 2002 até 2014. Além de fotos do casal em festas, cerimônias e momentos em família e, ainda, uma foto juntos no hospital na véspera da morte dele.

“Durante tempo considerável ele se dividiu entre as duas mulheres, as duas famílias, as duas residências, apesar de dormir com mais frequência na casa da apelada, segundo confessado pela própria autora, mas com esta passava boa parte do dia e também pernoitava”, salientou o relator. “Ademais, diversamente do que diz a apelada, a ausência de coabitação, por si só, não descaracteriza a união estável, uma vez que esse requisito não consta na antiga legislação, muito menos no atual Código Civil.”

Segundo o desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, o ordenamento civil não reconhece efeitos à união estável quando um dos membros do casal ainda mantém íntegro o casamento. “Contudo, a realidade que se apresenta é diversa, porquanto comprovada a duplicidade de células familiares. E conferir tratamento desigual importaria grave violação ao princípio da igualdade e da dignidade da pessoa humana. (…) Logo, o Judiciário não pode se esquivar de tutelar as relações baseadas no afeto, não obstante as formalidades muitas vezes impingidas pela sociedade para que uma união seja ‘digna’ de reconhecimento judicial”, enfatizou.

Acompanharam voto do relator os desembargadores Guiomar Teodoro Borges e Dirceu dos Santos.

UOL

Opinião dos leitores

  1. Se a moda pega,vai ter muitas amantes recebendo a gorda pensão e fortunas dos magistrados. ????

  2. Nada mais justo. A decisão foi sábia. Uma vez comprovada a existência do relacionamento por mais de 20 anos e não existindo impedimento com fulcro em Lei. Fica provado a união estável e com ela seus efeitos.
    Que está decisão seja exemplo para outros casos congêneres.

    1. Mas para onde vai a proibição da poligamia?
      Essa decisão só reflete o "modernismo míope" que a justiça adora expor. Amante é amante e esposa é esposa. Se não for para ter diferença acabem com o casamento.
      A coisa é tão esdrúxula que reconheceu união estável de uma pessoa já casada.
      No Código Civil diz:
      Art. 1.723. É reconhecida como entidade familiar a união estável entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família.
      § 1o A união estável NÃO se constituirá se ocorrerem os impedimentos do art. 1.521; não se aplicando a incidência do inciso VI no caso de a pessoa casada se achar SEPARADA de fato ou judicialmente.

      Já o art. 1.521 diz:
      Art. 1.521. Não podem casar:
      I – os ascendentes com os descendentes, seja o parentesco natural ou civil;
      II – os afins em linha reta;
      III – o adotante com quem foi cônjuge do adotado e o adotado com quem o foi do adotante;
      IV – os irmãos, unilaterais ou bilaterais, e demais colaterais, até o terceiro grau inclusive;
      V – o adotado com o filho do adotante;
      VI – AS PESSOAS CASADAS;

      Se a decisão subir ao STJ, cai bem rapidinho.

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Diversos

Operação Lava Jato: Acordos contra corrupção e cartel de construtoras recuperam R$ 11,5 bilhões

Por interino

O Cade é o órgão que investiga cartel em obras da Lava Jato, negocia acordos e estipula multas a construtoras

Os acordos nas esferas administrativa e criminal assinados com empresas de construção e serviços de engenharia no âmbito da Operação Lava Jato, até fevereiro deste ano, determinaram a recuperação de cerca de R$ 11,5 bilhões em recursos. O dinheiro advém de acordos contra formação de cartel, firmados com o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), e de acordos judiciais contra práticas de corrupção e lavagem de dinheiro, fechados com o MPF (Ministério Público Federal). De alguns acordos, também participou a Justiça dos Estados Unidos, da Suíça e do Reino Unido.

A recuperação do dinheiro não é imediata, uma vez que o pagamento de alguns valores foi parcelado. O valor do acordo judicial com a construtora Odebrecht, por exemplo, foi dividido em 23 anos.

Dos R$ 11,5 bilhões em recuperação, apenas R$ 300 milhões são oriundos exclusivamente dos acordos com o Cade. O critério utilizado para o cálculo das sanções do Cade teria gerado multas com valores muito baixos, na avaliação de um dos conselheiros do órgão.

Encarregado de fiscalizar e garantir a livre concorrência no Brasil, o Cade considera cartel a prática ou acordo feito entre concorrentes para fixar preços, dividir mercados, estabelecer cotas ou restringir produção e fraudar licitações públicas. Tem consequência grave, uma vez que gera, segundo cálculos oficiais, sobrepreço de 10% a 20% em relação a um mercado competitivo.

Essas sanções financeiras a empresas de construção envolvidas na Lava Jato dizem respeito apenas a condutas anticoncorrenciais na esfera administrativa e não têm a ver, por exemplo, com processos que correm contra elas na esfera criminal, conduzidos pelo Ministério Público Federal.

As multas se originaram de cinco acordos assinados com o Cade, denominados de termos de cessação de conduta (TCC). Por meio desses acordos, a empresa participante de um cartel assume a culpa e se compromete a interromper as práticas ilícitas e a ajudar nas investigações do caso, beneficiando-se de desconto nas multas aplicadas.

Os termos de cessação de conduta foram assinados em duas investigações do Cade: de cartel em licitações de obras continentais (“onshore”) de montagem industrial em unidades da Petrobras, como o Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro), do início dos anos 2000 a 2011/2012; e de cartel em concorrência de montagem eletromecânica na futura usina nuclear de Angra 3, em Angra dos Reis, litoral sul do Rio de Janeiro, em 2013/2014, pertencente à Eletrobras Termonuclear. O contrato era de cerca de R$ 3 bilhões.

Pelo TCC no processo de formação de cartel em obras de montagem industrial da Petrobras, a construtora UTC recebeu multa de R$ 129 milhões; a construtora Camargo Corrêa, de R$ 104 milhões; e a construtora Andrade Gutierrez, de cerca de R$ 50 milhões.

No processo sobre o cartel em obras de Angra 3, o acordo estipulou o pagamento de multa de R$ 10 milhões à UTC e de R$ 6 milhões à Andrade Gutierrez.

Somadas, essas multas chegam a R$ 300 milhões, valor repassado ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos, do Ministério da Justiça, com a finalidade de reparar danos.

Conforme a legislação em vigor, o Cade pode punir a empresa condenada por cartel a pagar multa de 0,1% a 20% do valor do faturamento bruto dela no exercício anterior ao processo. A punição também pode ser estendida aos administradores da empresa direta ou indiretamente envolvidos com o ato ilícito, com multa de 1% a 20% da aplicada à empresa.

Conselheiro criticou “baixo valor” de multa

Os valores das multas aplicadas às construtoras não são consenso dentro do próprio Cade. Para o conselheiro João Paulo de Resende, que votou contra a homologação dos TCCs da UTC e da Andrade Gutierrez no caso de cartel em obras da Petrobras, os valores de faturamento utilizados para calcular as multas resultaram em sanções rebaixadas e que não têm caráter dissuasório, isto é, não desencorajam novas práticas ilícitas. Contudo, o TCC foi aprovado em janeiro deste ano pela maioria do plenário do Cade.

Para a multa aplicada à Andrade Gutierrez, que ficou em pouco menos de R$ 50 milhões, o conselheiro avalia que o valor mais próximo da realidade seria de pelo menos R$ 620 milhões, considerando sobrepreço de 10%.

Em seu voto, Resende cita também entendimento do TCU (Tribunal de Contas da União), que avalia o sobrepreço do cartel em 17% e, por isso, levaria a multa à construtora para perto de R$ 1 bilhão.

Acordo beneficia primeira a delatar

Nos dois processos, o Cade também formalizou acordos de leniência. Nas execuções de montagem industrial da Petrobras, foi acertada com a Setal/SOG Óleo e Gás. No caso de Angra 3, o acordo de leniência foi assinado com a Camargo Corrêa.

Nos processos de investigações de práticas lesivas à livre concorrência, a leniência é negociada apenas com a primeira empresa a identificar a existência de um cartel, assumir sua participação e culpa e identificar os demais participantes dele. Para os participantes do mesmo cartel, a opção de acordo é o TCC. As empresas que assinaram os acordos de leniência com o Cade se beneficiaram de isenção da multa.

Na maioria dos casos, foi beneficiada a Andrade Gutierrez, que homologou sua delação premiada em 2015 com a força-tarefa da Lava Jato. Nela, os executivos citaram que o senador Edison Lobão (PMDB-MA) e o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB-RJ) receberam propina da empreiteira. Atualmente, a empresa faz uma espécie de “recall”, motivada pela delação de 77 executivos da Odebrecht, para adicionar informações aos depoimentos já relatados.

Já foram assinados pelo Cade, até fevereiro deste ano, outros cinco acordos de leniência em processos de formação de cartel com construtoras envolvidas em denúncias surgidas com a Lava Jato e em desdobramentos dela.

Há cerca de outros 30 processos de cartel relacionados com a Lava Jato em andamento no Cade, mas sobre os quais o órgão não fala “por razões legais e no interesse das investigações em curso”.

Punição suspende novos contratos públicos

Além das sanções contra a ordem econômica no âmbito do Cade, as construtoras investigadas na Lava Jato também estão sujeitas a duas outras esferas de investigação e possível punição: do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União, que pode aplicar punições administrativas e multas em dinheiro, impedindo a empresa de participar de novas concorrências públicas; e do Ministério Público e da Justiça, na esfera criminal, com penas de prisão e multas em dinheiro.

No campo da Lava Jato, pelo Ministério da Transparência, cinco construtoras já foram consideradas inidôneas e estão impedidas de participar de novas licitações públicas em todas as esferas (federal, estadual e municipal) e negociar contratos públicos por pelo menos dois anos após a publicação da decisão no “Diário Oficial da União”.

“Essa pode ser a pena mais severa para uma empresa que só trabalha com grandes obras, porque essas obras são normalmente contratadas apenas por governo”, contextualiza Thiago Bottino, professor da FGV Direito Rio. “Uma punição, portanto, que poderá quebrar essa empresa, tirando-a de vez do mercado.”

As cinco construtoras que foram incluídas no Cadastro Nacional de Empresas Inidôneas e Suspensas são: Mendes Júnior (desde abril de 2016), Skanska (desde junho de 2016), Iesa Óleo & Gás (desde setembro de 2016), Jaraguá Equipamentos Industriais (desde dezembro de 2016) e GDK (desde fevereiro de 2017). Elas foram suspensas com decisões baseadas na lei de licitações (lei 8.666/1993), e não na lei anticorrupção (lei 12.846/2013), porque as condutas irregulares se deram antes da entrada em vigor desta última. Essas empresas não receberam multas em dinheiro. A lei de licitações não estabelece formas nem critérios de cálculo de multas.

No Ministério da Transparência, há outros 21 procedimentos administrativos de responsabilização em andamento no âmbito da Lava Jato, sobre as seguintes empresas de construção: Alumni; Andrade Gutierrez; Camargo Corrêa; Carioca Christiani-Nielsen; Construcap; Construtora Odebrecht; EIT; Engevix; Fidens; Galvão Engenharia; MPE; OAS; Odebrecht Ambiental; Odebrecht Óleo e Gás; Promon; Queiroz Galvão; Sanko; SOG (Setal); Techint; Tomé; e UTC.

Dessas 21 construtoras, 12 manifestaram interesse em fazer um acordo de leniência com o Ministério da Transparência, que garantiria que continuassem a disputar obras e contratos públicos, mantendo-se idôneas. As negociações com essas empresas continuam e ainda nenhum acordo foi fechado. Outros três processos, contra as empresas NM, Egesa e Niplan, foram arquivados por falta de provas.

Ministério Público já fechou nove acordos

Com o Ministério Público Federal, as empresas envolvidas na Lava Jato já firmaram nove acordos de leniência, que preveem penas mais brandas em troca de informações que contribuam efetivamente com as investigações. Dois dos acordos seguem em segredo de Justiça.

Para Gil Castello Branco, economista e secretário-geral da ONG Contas Abertas, que fiscaliza as contas públicas em todos os níveis de governo, as empresas envolvidas na Lava Jato “não foram multadas de forma aleatória”, uma vez que se trata do maior escândalo de corrupção do mundo, em termos monetários.
“Essas empresas do cartel espoliaram os recursos públicos ao longo de muitas décadas. Para o mal que essas empresas causaram, estão pagando o preço certo. Não são vítimas.”

UOL

 

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Diversos

TV Brasil inaugura nova fase nesta segunda-feira; conheça novidades com programação mais diversificada

Por interino

A jornalista Roseann Kennedy entrevista a presidente do STF, Cármen Lúcia – Foto Divulgação/Agência BrasilDivulgação/TV Brasil

A partir desta segunda-feira (6), a TV Brasil, que completa uma década neste ano, entra em nova fase. A emissora pública da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) estreia uma programação mais diversificada, com temáticas especiais para cada dia da semana, novas atrações e mais espaço para o jornalismo ao vivo.

“Vamos apresentar um novo modelo de programação que ofereça atrações variadas e de interesse das pessoas”, anuncia o superintendente da TV Brasil, Caique Novis.

Na nova grade, programas jornalísticos inéditos, comandados por Roseann Kennedy e Adalberto Piotto, mesclam-se a atrações consagradas como o Sem Censura e o Stadium, que trazem novidades e cenários repaginados. Piotto estreia o jornalístico diário Cenário Econômico, enquanto Roseann conduz seu novo programa de entrevistas, o Conversa com Roseann Kennedy. No programa de estreia, hoje, Roseann entrevista a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia.

O horário noturno tem novidades. Após a faixa de dramaturgia, a TV exibirá, de segunda a sexta, a partir das 21h30, uma temática especial para cada dia da semana. Na segunda-feira, a emissora apresentará programas de opinião; na terça, de cultura; na quarta, de conhecimento; na quinta, sobre realidade; e, na sexta, sobre diversidade.

Jornalismo ao vivo

Na nova fase, a TV exibirá jornalismo ao vivo, de segunda a sexta-feira, das 16h30 às 20h30. A faixa começa com o Fique Ligado, que traz notícias de entretenimento, cultura e variedades, apresentado por Gustavo Minari. Às 17h, o Sem Censura vai ar com novo cenário e maior dinamicidade, sempre trazendo para a roda de debates entrevistados de renome para conversas descontraídas sobre temas de relevância social e cultural, conduzidas por Vera Barroso.

Às 18h, a emissora estreia o Cenário Econômico. Comandado por Adalberto Piotto, o programa é uma parceria entre a TV Brasil e a BM&FBovespa, de onde será transmitido ao vivo. O noticiário apresentará o dia a dia da economia, seu impacto na vida das pessoas e entrevistas com nomes importantes do ambiente econômico do país.

Nos Corredores do Poder continua no ar às 18h30, com os fatos e bastidores da política apresentados por Roseann Kennedy. Às 19h, é a vez do Stadium. Mais antigo programa esportivo da TV brasileira, Stadium completa 40 anos neste ano e também traz novidades: novo cenário, novos quadros e, agora, com apresentação em Libras, a língua brasileira de sinais. Completando a faixa de jornalismo diário, entra no ar, das 19h45 às 20h30, o Repórter Brasil Noite.

“Queremos valorizar o jornalismo e oferecer ao público notícias e análises do mundo político, econômico, esportivo e cultural. E tudo isso diariamente e ao vivo”, diz Caique Novis. “O telespectador poderá acompanhar os principais fatos da atualidade, de segunda a sexta, a partir de programas conduzidos por jornalistas talentosos e experientes”, acrescenta o superintendente da TV Brasil.

Programação noturna

Uma das inovações da emissora é a organização da grade semanal por temáticas especiais. Depois da faixa de dramaturgia, a partir de 21h30, a TV Brasil oferece programas diferenciados voltados para assuntos específicos.

Na segunda-feira, o tema é opinião. O telespectador assistirá a programas dedicados ao debate e à diversidade de visões e opiniões. Para esse dia, a novidade é a estreia do Conversa com Roseann Kennedy. A jornalista apresentará, sempre às 21h30, uma entrevista de 30 minutos com nomes importantes da atualidade. A ideia é promover a ampla discussão dos grandes temas da política, da economia, da cultura e da realidade brasileira.

Às 22h, entra no ar o Diálogo Brasil, com mais entrevistas. O programa discute, a cada semana, assuntos como educação, esporte, saúde, cultura e também política. Em seguida, às 23h, a TV exibe o CPLP – Nossa Língua, que apresenta documentários sobre cultura e sociedade nos países de língua portuguesa.

Na terça, o assunto é cultura. A TV Brasil oferece música, teatro, cinema. “Do samba ao baião, dos palcos às lentes, muito conteúdo e alimento para a alma”, resume Caique, em relação a essa faixa especial, que começa, às 21h30, com o Arte do Artista, com Aderbal Freire. Na sequência, às 22h, entra no ar o Samba na Gamboa, apresentado por Diogo Nogueira. E continua com séries, como a atual O Milagre de Santa Luzia, às 23h; e o programa Todas as Bossas, espaço tradicional da emissora para os melhores shows e performances culturais do país, que entra no ar à meia-noite.

Conhecimento é o tema da quarta-feira. Nesse dia, a emissora exibirá programas, em forma de ficção ou documentário, com histórias que emocionam, despertam a curiosidade e enriquecem o conhecimento sobre o mundo. Às 21h30, a TV mantém a transmissão da série infanto-juvenil A Grande Viagem. Às 22h, entra no ar o Futurando, que discute ciência, meio ambiente, tecnologia e projetos inovadores. Às 22h30, o Bom Dia, Arqueologia recebe pesquisadores, arqueólogos e outros especialistas que apresentam trabalhos sobre as descobertas e os dilemas da arqueologia no Brasil. Em seguida, às 23h, o Cine Nacional, apresentado por Priscila Rangel, destaca a produção nacional, com filmes de várias épocas e gêneros.

A noite de quinta é dedicada à realidade, com reportagens investigativas, de análise e entrevistas que discutem o país e o mundo. A série Incertezas Críticas, que vai ao ar às 21h30, analisa o mundo contemporâneo por meio de entrevistas com intelectuais como Noam Chomsky e Alain Touraine. Às 22h, o programa recordista em prêmios da TV Brasil, Caminhos da Reportagem, apresenta grandes histórias com seriedade e sensibilidade. Às 23h, o Camarote 21, produzido pela Deutsche Welle Brasil, apresenta destaques da cultura contemporânea internacional. E, às 23h30, o programa Café Filosófico discute, em uma série de encontros, os anseios e as angústias dos indivíduos na sociedade atual.

A sexta-feira é o dia de celebrar a tolerância, as diferenças e a diversidade. Às 21h30, o programa Entre Fronteiras traz sempre histórias instigantes de diferenças culturais existentes nos limites do país. Às 22h, Entre o Céu e a Terra mistura ficção e documentário para revelar, por meio da diversidade regional e cultural do Brasil, como as mais diferentes religiões se posicionam sobre temas da humanidade. Em seguida, às 23h, o Estação Plural traz, de forma leve e descontraída, entrevistas e debates sobre comportamento, com temas ligados ao universo LGBT, mas de interesse ou curiosidade geral. À meia-noite, toda a diversidade musical do Brasil é apresentada pelo História das Canções, que traça um panorama sobre a trajetória de ícones da música romântica brasileira.

Campanhas

A TV Brasil também aposta em campanhas de conscientização. Mais tolerância, mais diversidade, mais gentileza são exemplos de temas de vinhetas que ganham destaque ao longo da programação. A ideia é estimular o respeito aos valores coletivos e individuais.

“Queremos assumir o compromisso de, além de produzir conteúdo com mais credibilidade e diversidade, cultivar valores humanísticos”, destaca Caíque Novis.

Com bom humor e criatividade, uma série de vinhetas com essas preocupações já está sendo produzida e exibida para a veiculação ao longo deste ano. De cara nova, a TV Brasil aprimora sua missão de oferecer uma programação com mais qualidade, mais informação, mais diversidade e credibilidade.

Agência Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Sinceramente, eu não compreendo essa discussão partidária de vocês. Se a discussão fosse política e fundamentada, até que dava para digerir. Mas essa perda de tempo de vocês apenas mostra o quanto são despolitizados.

    De fato, vocês precisão muito assistir os programas da TV Brasil, para ver se aprendem a distinguir partidos políticos de política.

  2. Infelizmente a TV Brasil que era uma opção às redes privadas e de péssimo conteúdo, perde qualidade e independência no atual governo. Aliás, desgoverno!
    A proposta inicial foi absolutamente descaracterizada.
    Péssimo para o Brasil e sua cultura que a cada dia é mais idiotizada!!!

    1. Augusto, a TV Brasil no governo anterior deveria ser chamada de TV PT.

      Infelizmente querer que uma TV pública não tenha interferência é no minimo acreditar em papai noel.

    2. Inclusive, havia uma porção de petista "pendurado" nessa na EBC e nessa TB Brasil. Aqueles diretores de cinema, artistas, jornalistas e gente do meio cultural recebiam gordos salários por ai. Quando caiu o PT e eles perderam as "boquinhas", saíram por ai falando em "golpe".

  3. A TV Brasil é um exemplo de mídia a serviço do público, com conteúdo de excelente qualidade e educativo. Espero que esse novo governo, apesar das interferências que fez na diretoria da EBC, mantenha o foco educativo da programação.

  4. É muito bom ver a TV Brasil longe dos domínios do PT. Eles usavam a TV para fazerem a lavagem cerebral e angariar mais adeptos para a seita da corrupção praticada em nome do social.

    1. Melhor o BBB e o Criança Esperança, né Marcelo?
      Ou então a In-Veja e a QuantoÉ…
      Cada um com suas lavagens cerebrais…
      kkkkkkkkkkkkk
      Como filhinho de papai, vc nunca soube o que se passa no andar de baixo desse imenso país e se esquece de suas origens humildes…

    2. Ser de origem humilde, significa votar em um marginal como Lula?

    3. Verdade, Marcelo. A EBC, à qual se subordina essa TV Brasil, eram cabides de empregos para petistas travestidos de artistas, jornalistas, diretores de cinema, etc. Recebiam polpudos salários dessas fontes. E a audiência dessa TV nunca passou do "traço" (sem registro, segundo o IBOPE). Dinheiro do contribuinte no mato.

    4. Engraçado Nilo, não percebi onde vc viu alguém falando em votar em A ou B.
      Nem toda discussão tem viés político eleitoral.
      Se está discutindo Cultura e manipulação por meio dos meios de comunicação de massa.
      Coisa que muita gente ainda não percebeu…

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Diversos

Inflação de serviços terá este ano a menor taxa desde 2000

Por interino

Luciane Prata, gerente do curso de idiomas Yes (à esquerda) negocia mensalidades com clientes, como a funcionária da prefeitura do Rio Luciana de Andrade. Foto: Analice Paron/ Agência O Globo.

O último grupo de preços a resistir à crise vai ceder de vez em 2017. Segundo projeção da consultoria Tendências, a inflação de serviços vai fechar o ano no menor patamar dos últimos 17 anos. A consultoria estima que a taxa ficará em 4,2%, forte desaceleração em relação aos 6,48% de 2016, segundo cálculo do Banco Central com base em 34 itens do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Se confirmada a previsão, será o menor número desde 2000, quando ficou em 3,12%.

A resistência da inflação de serviços intrigou economistas durante os dois anos de recessão. Em tese, os preços devem ceder em momentos de atividade econômica fraca, por causa da demanda menor. Mas fatores como o alto custo de salários e o esforço feito pelo brasileiro para não abrir mão de alguns serviços seguraram os preços elevados.

A história começou a mudar no ano passado. A taxa de 6,48% de 2016 já representou uma desaceleração frente a 2015, quando chegou a 8,09%. A nova queda esperada para 2017 completará o ciclo.

— Os preços de serviços são os mais sensíveis ao ciclo econômico. A gente atribui essa baixa à recessão — avalia Marcio Milan, economista da Tendências.

Outros analistas também esperam forte desaceleração para este ano. Raphael Ornellas, economista do banco Brasil Plural, estima que a inflação de serviços fechará 2017 em 4,4%. Julio Mereb, pesquisador do Ibre/FGV, projeta taxa de 4,8%. Já Elson Teles, economista do Itaú Unibanco, espera que o índice fique em 5,2%.

— A gente acredita que essa desinflação vai persistir ao longo de todo o ano — resume Ornellas, do Brasil Plural.

Essa perda de fôlego marcará o fim de uma era em que a inflação de serviços foi considerada vilã dos preços. Desde 2005, o índice do setor — que responde por 35% do IPCA — superou a taxa geral quase todos os anos. A exceção foi em 2015, quando as tarifas de energia elétrica subiram 51%, fazendo o IPCA disparar para 10,67%. Embora também seja um serviço, a conta de luz é contabilizada em outra categoria de preços, a de monitorados.

— Durante muito tempo, os serviços foram o foco da inflação. O IPCA caía, subia, e serviços estavam sempre perto de 8% ou 9%. Foi o grupo mais resistente dessa desaceleração — afirma a pesquisadora do Ipea Maria Andrea Parente.

Ela explica que, mesmo na recessão, alguns preços continuaram a subir porque são mais difíceis de serem substituídos.

— O grupo de segmentos intensivos em mão de obra mais barata foi o primeiro a sentir os efeitos do mercado de trabalho. Além de terem custo menor, são um pouco mais fáceis de se abrir mão. É mais fácil trocar de manicure do que mudar a escola do filho ou substituir um médico de confiança — explica a especialista.

A crise fez o brasileiro rever essas prioridades, na avaliação da economista. Assim, o que era inegociável passou a ser passível de cortes no orçamento. Para não perder clientes, a solução encontrada por muitas empresas foi oferecer descontos mais generosos.

Foi um desses abatimentos que convenceu a servidora pública Luciana de Andrade a manter o filho Enrico, de 11 anos, no curso de inglês — após ter praticamente decidido cancelar a matrícula, devido a três mensalidades atrasadas. As contas fugiram do controle no ano passado, quando ela perdeu a bolsa de estudos de três anos que havia recebido da prefeitura do Rio. No período de rematrícula, achou que não teria negociação, mas foi convidada pela gerência para conversar.

— A intenção era chegar aqui e dizer: “olha, ele não vai continuar porque não tem como” — conta a servidora.

O resultado foi um acordo suficiente para equilibrar as contas. Os juros dos atrasados foram perdoados, e o valor da mensalidade, que seria normalmente de R$ 217, ficou em R$ 115. O material didático também saiu por preço mais camarada: em vez de R$ 450, Luciana pagou R$ 380, parcelados em duas vezes no boleto bancário.

Para Luciane Prata, gerente da unidade que negociou diretamente com Luciana, essa é a melhor saída para enfrentar a crise. Ela conta que criou uma força-tarefa para entrar em contato com alunos do semestre anterior, oferecendo condições especiais para não perder clientes. Com isso, conseguiu renovar 80% dos matriculados no ano passado. E ainda tem esperança de trazer de volta os outros 20%.

— A gente dá todas as opções possíveis, chama, manda carta, dilui as mensalidades para que as pessoas sintam segurança. É o que a gente faz para continuar com o negócio — conta Luciane.

CORTE DE JUROS

Se casos como esses se multiplicarem, a inflação de serviços pode ser a surpresa positiva pela qual o Banco Central espera para pisar de vez no acelerador e cortar mais rapidamente a taxa básica de juros. Há duas semanas, a autoridade monetária cortou em 0,75 ponto percentual a Selic, agora em 12,25% ao ano, e avisou que pode intensificar o ritmo, na ata do Comitê de Política Monetária (Copom).

— É isso que o BC percebe e está tranquilo em sinalizar que pode até intensificar o ritmo de queda. Ele está sinalizando inclusive que podemos ter surpresas inflacionárias adicionais. Se isso acontecer, vai ser captado na inflação de serviços e de alimentos. Os serviços vão ficar bem controlados pelo menos até o terceiro trimestre — afirma Eduardo Velho, economista-chefe da INVX Global Partners, que espera que os juros caiam a 9% ao ano até o fim de 2017.

Julio Mereb, da FGV, destaca que o BC estará confortável porque o movimento na inflação de serviços mostra que a desaceleração dos preços é, finalmente, generalizada:

— Poderia até ficar a dúvida: será que a inflação vai ficar baixa apenas por causa desse grupo (serviços)? Mas não parece ser esse caso. Quando a gente olha uma inflação de serviços desacelerando sistematicamente, dá um certo ânimo, uma folga para o Banco Central, porque ele percebe que o processo não está concentrado apenas em um grupo, mas em outros itens.

A perspectiva dos economistas ouvidos é que esse movimento seja duradouro, principalmente por causa da nova política econômica.

— Parece pouco provável voltarmos a ter inflação de serviços neste patamar, de 8% a 9% nos próximos anos. Condições ainda adversas do mercado de trabalho e do setor imobiliário, assim como a própria redução da inflação e o menor reajuste do salário mínimo (neste ano e no próximo), devem resultar em moderação nos custos com salários e aluguéis e, nesse sentido, contribuir para a queda da inflação dos serviços — afirma Elson Teles, economista do Itaú Unibanco.

O Globo

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Diversos

Primeira professora com Down do Brasil será homenageada na Câmara Municipal de Natal

Por interino

A Câmara Municipal de Natal (CMN) realizará nesta terça-feira (07) uma sessão solene em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, celebrado todos os anos no dia 8 de março. Assim, cada vereador indicou uma homenageada que tenha obtido destaque em algum segmento da sociedade. A escolhida da vereadora Nina Souza (PEN) é a primeira professora com Síndrome de Down do Brasil, a potiguar Débora Seabra.

“Débora é muito merecedora dessa homenagem. É uma mulher inteligente, forte, determinada, que lutou para conquistar seus objetivos, uma professora que honra a educação do nosso Rio Grande do Norte e que superou todas as barreiras que se colocaram na sua frente. É um exemplo para todos nós”, disse a vereadora Nina Souza.

Há mais de 10 anos, Débora faz parte do corpo docente da Escola Doméstica de Natal. Da infância ao curso de magistério, Débora estudou em escolas regulares, o que a tornou uma defensora da inclusão de pessoas com Síndrome de Down nessas instituições de ensino. Essa luta por oportunidades semelhantes às que teve durante sua formação fez com que a educadora se tornasse uma referência.

Autora do livro “Débora conta histórias”, que reúne fábulas infantis com mensagens de apoio ao direito de ser diferente, a professora também roda o Brasil e outros países, como Portugal, dando palestras sobre o combate ao preconceito. Em 2015, foi agraciada com o Prêmio Darci Ribeiro de Educação, concedido anualmente pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, em Brasília.

Opinião dos leitores

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Jornalismo

As duas explicações da Odebrecht sobre o ‘pedágio’ às Farc

Por Revista Veja

Por Interino

Na edição desta semana, VEJA publicou a reportagem “Saiu dinheiro até para as Farc”, em que relata que a empresa Odebrecht pagou por vinte anos um “pedágio” mensal aos narcoguerrilheiros colombianos para tocar obras em áreas dominadas por eles. No sábado, a empreiteira divulgou a primeira versão de uma nota dizendo que “desmente com veemência a afirmação” dos pagamentos mensais, afirma que “a informação não é verídica” e completa acrescentando que “as obras mencionadas pelas matéria sequer se situam na área de atuação do grupo guerrilheiro citado”:

“A Odebrecht desmente com veemência a afirmação de reportagem de Veja de que a empresa teria feito pagamentos a grupo guerrilheiro na Colômbia, supostamente para obter “permissão” à realização de obras em territórios onde atua este grupo. A informação não é verídica e coloca em risco a segurança de centenas de trabalhadores da empresa que atuam na Colômbia. As obras mencionadas como exemplo pela matéria (rodovia Rota do Sol e projeto de navegabilidade do Rio Magdalena) sequer se situam na área de atuação do grupo guerrilheiro citado.”

No domingo, confrontada com as evidências apresentadas por VEJA, a empreiteira reformulou a nota e distribuiu uma segunda versão, conforme se lê abaixo:

“A Odebrecht informa que não fez pagamentos a grupo guerrilheiro na Colômbia para obter “permissão” à realização de obras em territórios onde atua este grupo. A empresa lamenta a publicação de informações que não correspondem ao que a empresa vive na Colombia e coloca em risco centenas de seus trabalhadores que atuam naquele país.”

Em respeito aos seus leitores, VEJA informa que mantém as informações publicadas na reportagem “Saiu dinheiro até para as Farc”, na qual informa que a empreiteira fez pagamentos mensais de até 100.000 dólares ao grupo terrorista sob a rubrica “custo operacional” e “tributo territorial”. VEJA reafirma que as áreas em que a Odebrecht mantém as obras citadas na reportagem registram a atuação das Farc e acrescenta que, nas últimas duas décadas, elas foram palco de 123 mortes em conflito e 144 atentados perpetrados pelos narcoguerrilheiros, segundo dados do Centro Nacional de Memória Histórica da Colômbia.

Opinião dos leitores

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Polícia

Jovem ateia fogo em namorado após briga

Por Interino

Uma jovem jogou álcool, e depois ateou fogo, no namorado durante uma briga, na noite de sábado, em Vila Aliança, em Bangu na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Elcid Oliveira, conhecido como Cidinho, teve queimaduras nos bracos, pescoço, costas e orelhas, mas está estável, de acordo com uma pessoa próxima.

Cidinho, que está consciente, contou que a briga teria ocorrido por ciúmes da namorada. O jovem relatou ainda que tudo ocorreu inesperadamente, enquanto eles estavam na casa da mãe dela, depois de ele ter pedido um copo de água. Os dois já haviam namorado no passado, mas ficaram um ano separados, e reataram há cerca de dois meses.

No perfil oficial de Cidinho no Facebook, diversas mensagens desejam melhoras ao jovem. “Melhoras!!! Que Deus te abençoe… tire toda dor e sofrimento e que se recupere logo”, escreveu uma pessoa.

 

EXTRA

Opinião dos leitores

  1. Lei Maria da Penha nela! Á! Esqueci que a lei é só pra prender homens, não serve para prender mulheres que fazem o mesmo que os homens fazem com elas. Por acaso existe para justiça existe alguma diferença nos crimes de violência contra a pessoa humana? Os homens não são humanos, são brutamontes sem sentimentos, que só por ser homem não merece o devido respeito e cuidado que é exigido para as mulheres.

    1. É infelizmente a própria policia ñ sabe q a lei maria da penha é para violência doméstica… É aplicada para maridos, mulheres, país, mães e etc.
      Outro dia aqui no nosso condomínio uma idiota advogada me esculhambou e até me ameaçou de morte e eu só chamei ela de lisa e pé de gia, ela chamou uma amiga que era agente civil e disse que eu pedisse desculpas que se ñ eu poderia responder pela lei maria da penha…

    2. Desde quando a Lei Maria da Penha é aplicada para "maridos", Jj? Cuidado com os achismos, pois o sr. acaba por disseminar informações inverídicas por falta de informação. A Lei Maria da Penha serve para violência sofrida por MULHERES. Toda decisão que porventura preveja algo diverso é considerada excepcional, e, portanto, não pode ser considerada com regra. Com relação ao caso da matéria, o homem não está desamparado legalmente, pelo contrário, a lei abarca a situação por ele vivenciada, não sendo necessária, nesse caso, uma lei similar à Maria da Penha para proteger o rapaz.

  2. Se ele tivesse jogado urina na namorada a essa altura as feminazis, Secretarias da Mulher, ONG de defesa dos Grelos Duros e demais órgãos estariam pedindo prisão perpétua dele.

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Economia

Contas inativas: Dinheiro do FGTS é muito nobre para gastar à toa

Por Interino

 

O que fazer com o dinheiro que pode ser sacado das contas inativas do FGTS? Na opinião da planejadora financeira Angela Nunes, a última coisa que se deve fazer é torrar esse recurso em compras. Nunes diz que o FGTS foi estruturalmente criado para socorrer os trabalhadores em momentos importantes da vida, como demissão, aposentadoria ou compra da casa. Portanto, não deve ser usado para satisfazer o simples desejo de consumir.

 

Confira a matéria completa da Veja AQUI

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Esporte

Nos pênaltis, Fluminense vence o Flamengo e leva a Taça Guanabara

Por Interino

Liminares, torcida única, dirigentes… Falou-se muito pouco de bola ao longo da semana. O melhor, o que realmente importa, ficou para domingo: o futebol. Em clima de paz entre as torcidas no Nilton Santos e com um primeiro tempo eletrizante, o Fluminense levou a melhor sobre o Flamengo e conquistou a Taça Guanabara nos pênaltis (4 a 2).

No tempo normal, empate por 3 a 3. Wellington Silva, Henrique Dourado e Lucas marcaram os gols do Tricolor, enquanto William Arão e Everton e Guerrero descontaram para o Rubro-Negro. Marcos Júnior cobrou o pênalti que assegurou o caneco.

 

Globo Esporte

Opinião dos leitores

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Esporte

Globo vence o ABC e é campeão de primeiro turno do Campeonato Potiguar

Por Interino

O Globo venceu o ABC na tarde deste domingo, 5, por 2 a 0 e conquistou o primeiro turno do Campeonato Potiguar. Os gols foram marcados por Renatinho Potiguar e Renatinho Carioca.

Opinião dos leitores

  1. Times do ABC e AMÉRICA são times medíocres ,fracos ,sem garra ,sem vergonha na cara,jogadores em fim de carreiras ganhando 60/70 mil para caminhar em campo ,ainda tem uns idiotas que não podem ficar um jogo sem expulsao….ESSE ABC que vai a SAO PAULO ?????vai tomar uma surra ,que eu tenho até vergonha de assistir

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Diversos

O magnata que doou fortuna de US$ 8 bilhões em segredo e ficou com quase nada

Por Interino

A fortuna estimada em US$ 8 bilhões (R$ 25 bilhões) que transformou Charles Feeney em um dos homens mais ricos dos Estados Unidos não pertence mais a ele. O magnata doou o montante em segredo, e em vida, para instituições ao redor do mundo.

“Não o fiz para provar coisa alguma, exceto que, com sorte, o mundo agora é um lugar melhor porque peguei o meu dinheiro e o dividi entre muitas pessoas”, afirmou Feeney, em entrevista à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC.

Quando questionado sobre a decisão de fazer as doações secretamente, afirmou que “não precisa explicar para todo mundo o que está fazendo”.
Entre as instituições agraciadas estão algumas na área de saúde pública e outras que fazem campanha pela paz.
Além disso, cerca de U$S1 milhão foi usado em custos operacionais da empresa Atlantic Philantropies, um grupo de entidades criado pelo próprio Feeney, em 1982, para canalizar as doações.
O valor mais recente foi uma doação de U$ 7 milhões (R$ 22 milhões), no fim do ano passado, para ajudar estudantes da Universidade de Cornell (EUA) envolvidos em trabalhos comunitários.

 

BBC

Opinião dos leitores

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Religião

Papa pede que fiéis consultem a Bíblia como os celulares

Papa Francisco durante audiência geral semanal realizada na Praça de São Pedro, no Vaticano - 22/02/2017

Por Interino

O papa Francisco convocou, neste domingo (5), os fiéis a consultar a Bíblia com a mesma frequência que verificam mensagens em seus celulares.

O pontífice passou a mensagem na praça de São Pedro, enquanto era fotografado por dezenas de italianos e turistas com seus telefones móveis.

“Se abrirmos (a Bíblia) mais vezes ao dia, se lermos a mensagem de Deus na Bíblia da mesma maneira que lemos as mensagens em nossos celulares”.

Apesar de ter uma conta no Instagram e no Twitter, o papa vez por outra costuma blasfemar contra a tecnologia. Confira outras frases dele sobre o assunto:

“Os filhos ou estão colados no computador ou no aparelhinho (em referência ao telefone celular) e a família não se escuta (…) Essa família é pouco familiar”, afirmou em 2015, durante uma catequese.

“Quer que eu diga a verdade? Sou inútil com a máquina”, afirmou Francisco durante a Jornada Mundial da Juventude no Brasil, em 2015.

“Talvez muitos jovens percam horas demais com coisas fúteis”, afirmou, em 2014, ao falar sobre o uso de celulares.

(Com Estadão Conteúdo)

 

VEJA

Opinião dos leitores

    1. NÃO É SÓ LER ; É LER E ENTENDER!!!!!!!
      …e praticar.

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Economia

Como Trump pode abrir portas para o Brasil

O presidente Donald Trump durante discurso ao Congresso: “Acredito fortemente no livre-comércio”

Por Interino

“Trump é o Partido Republicano de porre. É o que há de pior, de mais incontrolado, de mais exacerbado entre os integrantes de seu partido”, tuitou em novembro de 2016 o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-­SP), que na última quarta-feira foi escolhido pelo presidente Michel Temer como o novo ministro das Relações Exteriores, em substituição a José Serra, que pediu demissão. O novo chanceler brasileiro terá de superar sua aversão pública a Donald Trump, encarar a ressaca do “porre” republicano e desenvolver uma estratégia para que o Brasil tire proveito da reviravolta que o agora presidente dos Estados Unidos está causando nas relações com vizinhos e no comércio mundial.

A prioridade de Trump serão os acordos bilaterais, em detrimento dos multilaterais, como a Parceria Transpacífica e o Nafta. O presidente americano quer reiniciar do zero negociações com os vizinhos, e acabará abrindo flancos importantes para as empresas brasileiras fazerem negócios no México e também nos Estados Unidos. De maneira inversa, o Brasil também poderia preencher alguns espaços no mercado americano hoje ocupados por produtos mexicanos.

 

Veja

Opinião dos leitores

  1. O anti-americanismo boboca (= a inveja racionalizada) impede de a gente tirar proveito. Americanos querem vender, quanto mais formos prósperos, mais a gente compra deles e mais a gente vende (questão de escala). Comércio não é jogo de soma-zero. Comunas bobocas acreditam nisso.

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