Presos da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, na Região Metropolitana de Natal, ameaçam promover uma nova matança caso o governo estadual não transfira detentos ligados a uma facção rival para outra unidade prisional. É o que avisa um preso que conversou por telefone com a reportagem do GLOBO por volta das 18h30m desta terça-feira.
— Nós não quer o PCC aqui não, nós quer que tire eles. E eles (governo) tinham até hoje para tirar eles (preso). Não tirou. Com quatro dias que não tiraram, hoje, nós vamos matar tudinho — diz o preso, que se intitula membro do Comando Vermelho e aliado do Sindicato do RN. — Nós quer que tire eles. Bote eles pra Caraúba, Mossoró, bote pros infernos da terra, mas não deixe perto de nós. Porque Alcaçuz é só nossa. Tá entendendo? É só nós. Aqui a gente só sai quando derramar a última gota de sangue.
Segundo o preso, a situação em Alcaçuz é crítica. Ele diz que há detentos com ferimentos à bala e cortes. Ele não descarta que outros presos tenham sido mortos além dos 26 contabilizados pelo governo.
O GLOBO conversou com o preso por cerca de três minutos por intermédio de sua mulher, de 19 anos, que não quis se identificar e mantém conversas regulares com o marido por telefone. Ontem, de um morro próximo ao presídio, ela acenava para o marido enquanto acompanhava a movimentação dos detentos.
— Olha lá, é aquele com uma bandeira azul perto do pavilhão cinco. Ele está vivo, você está vendo? — disse a jovem.
Estou muito confiante que isso seja vdd. Assim, acredito que o outro grupo esteja com esse msm pensamento, e acabemos logo com esse mimi da gota! Assim, a mídia para de dá matéria pra esses sem futuros!
Eles mandam e o governo obedece. Sempre foi assim e continua!
Agora não atendam as ordens pra ver… O governo está de joelhos para a bandidagem. Aqui é terra de ninguém e o crime, infelizmente, já mostrou quem manda…
O BG recebeu a informação que apesar de todo o caos, o presidio de Alcaçuz teve uma noite calma. Policiais militares, agentes e equipe da força nacional passaram a madrugada de prontidão nas guaritas e no entorno da unidade.
Nesta quarta-feira segundo apuramos, o governo do estado deve anunciar as primeiras medidas praticas dentro de Alcaçuz para encerrar o conflito.
Um agente confirmou ao blog por whattsapp que toda a unidade está sem energia.
Eduardo Cunha já balança sobre fazer delação. Apesar de ainda não confirmar que vai colaborar, quem acompanha sua rotina avalia que os 90 dias preso o fizeram “dobrar os joelhos”.
O recall da delação de executivos da empreiteira Camargo Corrêa deve levar a Operação Lava Jato a fazer uma devassa em contratos de obras municipais e estaduais em São Paulo. A necessidade de a construtora refazer seu acordo é um efeito colateral da delação de 77 executivos e ex-executivos da Odebrecht, que mencionaram casos de corrupção em contratos de outras empresas e não foram citados anteriormente.
No caso da Camargo, fontes ligadas à negociação do recall consideram que a Lava Jato pretende resgatar suspeitas de corrupção apuradas pela Operação Castelo de Areia, de 2009, que havia identificado indícios de irregularidades em pelos menos 12 obras paulistas. A operação foi invalidada pela Justiça.
Relatórios da Castelo de Areia já apontavam indícios de pagamentos indevidos no Rodoanel, no túnel da Avenida Jornalista Roberto Marinho e na expansão do metrô. Havia suspeitas também em contratos com a Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento (Sanasa), de Campinas, e com a prefeitura de Jundiaí. Foram levantados indícios ainda em obras dos metrôs de Fortaleza, Salvador e Rio.
Em 2005, o juiz Livingsthon José Machado determinou a soltura de 59 presos que cumpriam pena ilegalmente em delegacias superlotadas na comarca de Contagem (MG). Ele foi aposentado compulsoriamente pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais.
Doze anos depois, ele diz que, “por desespero e medo”, os juízes estão liberando presos sem planejamento, diante dos massacres nos presídios do Amazonas e de Roraima.
É o que revela reportagem da Folha nesta quarta-feira (18), com trechos de entrevista concedida ao editor deste Blog.
Criticado na época pelo governador Aécio Neves (PSDB), acusado de “fazer proselitismo pessoal” e colocar em risco a segurança pública, Machado recebeu apoio de juízes de varas de execução criminal e de entidades de direitos humanos.
Em 2010, o TJ-MG participou de mutirão do Conselho Nacional de Justiça que libertou 3.000 presos no Estado. “Não há nenhuma diferença quanto aos fundamentos jurídicos nos dois episódios: ilegalidade das prisões ou abuso no uso dessas medidas”, ele afirmou, na ocasião.
Machado atualmente exerce a advocacia e é professor em cursos de Execução Penal na PUC-MG e na OAB-MG.
A seguir, a íntegra da entrevista concedida por e-mail.
* Folha – O episódio de Contagem já sinalizava que a situação dos presídios caminhava para os massacres das últimas semanas?
Livingsthon José Machado – Não foi diferente do que está acontecendo agora em proporções mais desastrosas. A omissão do Estado já vem de longa data. O poder público varre o lixo para debaixo do tapete. Quando as crises acontecem, a solução tem sido construir novos presídios a preços superfaturados. Logo estarão superlotados.
A ideia de que prender bandidos é a solução reproduz parte do sentimento coletivo causado pelo herói nacional da atualidade, o juiz Sergio Moro. Centenas de magistrados têm a ideia de que a prisão vai resolver o problema da corrupção.
O sr. tem conhecimento de algum caso semelhante de liberação de presos antes de sua decisão, em 2005?
Não tenho conhecimento, no Brasil, de decisões com o mesmo fundamento jurídico que adotei, quando determinei a expedição de alvarás de soltura porque presos estavam cumprindo penas de forma ilegal.
Depois daquelas decisões, outros juízes adotaram o mesmo fundamento, inclusive em tribunais superiores. Contudo, o cenário político já era diferente e não causaram tanta repercussão.
Tenho conhecimento de decisões semelhantes à que tomei ocorridas na Espanha, França e Canadá. Mas não sei de nenhuma decisão anterior à minha no Brasil.
Como avalia as decisões recentes de alguns juízes de liberar presos para evitar novas mortes?
Essas decisões têm sido de desespero e medo, sem nenhum planejamento. Deveria fazer parte do cotidiano de todo juiz criminal determinar a imediata expedição de alvará de soltura quando a prisão for ilegal ou abusiva.
O ex-presidente do TJ-SP, desembargador Ivan Sartori, diz que o Estado é tolerante com a criminalidade por pressões, entre outras, de entidades de direitos humanos.
O Estado não é tolerante. As entidades de direitos humanos não gozam de grande simpatia da população. Têm espaço em discussões acadêmicas, mas não no Judiciário. São outras organizações –políticas e econômicas– que exercem pressões sobre magistrados no sentido de medidas mais duras.
A Associação Juízes para a Democracia diz que o massacre de Manaus resulta do “punitivismo” e do tratamento da questão social como caso de polícia.
A ideia também não é de todo verdadeira. Quando questões sociais são tratadas como caso de polícia é demonstração de incompetência dos gestores da coisa pública. Há, na verdade, uma covardia dos juízes em decidir por outras pressões, como interesses corporativos, de partidos políticos ou do Executivo.
Veja o caso que vivenciei em 2005. Penso que a significativa maioria dos magistrados cederia às pressões.
A interrupção dos mutirões carcerários agravou a situação das penitenciárias?
Mutirões carcerários são medidas paliativas. Não contribuem para a questão carcerária. Nas varas comuns, o processo tem começo e fim. Os mutirões podem até ajudar. Mas nas varas de execução criminal o processo é contínuo e só termina com o cumprimento definitivo da pena. Mutirões carcerários nessas varas são coisa “pra inglês ver”.
As audiências de custódia reduziriam as prisões ilegais?
A ideia é boa, mas a prática tem sido desastrosa. Em boa parte das audiências são os promotores que decidem. A maioria significativa dos juízes não examina os elementos necessários para a decretação da prisão preventiva, que é excepcional. Os delegados de polícia cumprem um papel meramente administrativo. Aumentaram as prisões ilegais porque os tribunais não têm examinado as ilegalidades praticadas por vários juízes.
Magistrados paulistas [em nota pública da Apamagis] afirmam que os juízes estaduais não são responsáveis pela administração dos presídios, tarefa que caberia ao Executivo.
Pois é … Magistrados sempre fugindo da responsabilidade. A Constituição determina que “a prisão ilegal será imediatamente relaxada pela autoridade judiciária”. A Lei de Execuções Penais diz que compete ao juiz da execução “zelar pelo correto cumprimento da pena e da medida de segurança” e “inspecionar, mensalmente, os estabelecimentos penais”. Então, os juízes estaduais não têm responsabilidade pela execução da pena?
Por que o Estado não consegue eliminar o tráfico de celulares nos presídios, o que permite às organizações criminosas dirigir operações fora das prisões?
Porque simplesmente não tem conhecimento dos problemas prisionais e viola, cotidianamente, as regras que ele mesmo estabelece, inclusive com o trato a seus servidores.
Os presos possuem outros meios de comunicação com o meio externo. Ou seja, a questão das organizações criminosas não se combate apenas com o impedimento de comunicação entre os líderes e o mundo exterior, isto seria apenas um analgésico para a dor de cabeça, mas não o combate da causa da dor de cabeça, que muitas vezes pode levar à morte.
Em que medida a política penitenciária se confunde com a política de segurança pública?
As duas políticas estão ligadas desde o embrião. O Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária tem como papel principal o planejamento destas políticas de forma integrada. Não é que se confundam, mas uma depende da outra, embora gozem de autonomia, com regras próprias, mas não isoladas e independentes.
Não é possível pensar, por exemplo, em medidas punitivas mais rigorosas como aquelas planejadas por um movimento conhecido como da “Lei e da Ordem”, que prevê mais rigor no combate ao crime pela punição, sem se pensar nos efeitos destas punições na execução.
Também não é possível se pensar só no abrandamento de medidas punitivas em razão do fracasso do modelo prisional existente, como advogam os defensores do “Direito Penal Mínimo”.
É preciso pensar as duas políticas não uma em oposição a outra ou de ponderação entre elas, mas de integração, com um único objetivo comum. Promover o bem-estar, a liberdade e a segurança como complementares um do outro.
Por que não há uma força-tarefa para prevenir e reprimir facções como o PCC, o CV e a FDN?
Falta de vontade política. Operações da Polícia Federal, com nome pomposos, ganham espaço na mídia e a simpatia de parte da população. Muitas operações são atabalhoadas, como na Lava Jato. Só que isso gera dividendos políticos. Quando a questão é o problema prisional, boa parte da população tem aversão ao tema. Muitos defendem o assassinato de presos e são aplaudidos, como o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), que se apresenta como pré-candidato à Presidência em 2018.
O poder público não tem se ocupado de impedir as ações dessas organizações criminosas e de seus líderes porque, de certa forma, são eles que mantêm certa “ordem” nos presídios. É a “ordem pela desordem”.
Como vê a terceirização e privatização de presídios?
Eu vejo como uma solução possível e viável para ser utilizada na execução de penas privativas de liberdade, mas que devem ser pensadas de forma transparente e sem demagogia ou fantasias acadêmicas.
Para não parecer que estou sendo só pessimista, uma experiência que a sociedade civil vem tentando implementar para amenizar este problema é o método de execução penal conhecido como APAC (Associação de Proteção e Assistência aos Condenados). Foi idealizado pelo advogado Mário Ottoboni [são snidades de não mais de 300 presos, com elevado índice de ressocialização]. O sistema foi implementado em várias comarcas no Brasil e até no exterior. Uma das dificuldades que este método tem enfrentado é exatamente a atuação desastrosa do poder público.
O trabalho, ou aquilo que na APAC é conhecido como “laborterapia”, deve ser pensado de forma harmônica com os interesses econômicos do empreendedor (do empresário) de forma a termos ganhos tanto para a atividade econômica, como para o sentenciado (ganhos econômicos e profissionais) e para a sociedade –redução da reincidência e colaboração de força de trabalho produtiva.
Na Vara de Execuções Criminais de Contagem, elaboramos juntamente com a Defensoria Pública, lojistas, assistentes sociais e poder público municipal um projeto neste sentido, com excelente receptividade pelo empresariado. Mas é preciso seriedade e transparência.
Na sua opinião, quais serão os desdobramentos dos episódios ocorridos no início deste ano?
Eu prefiro não fazer prognósticos, pois não tenho boas expectativas sobre o que está por vir. O que tenho visto do ministro da Justiça e do Supremo Tribunal Federal não me anima muito, não… Tomara que esteja errado.
O que difere bandido de cidadãos,?????? hoje a diferença é que o cidadão paga a conta e ainda vive preso dentro da própria casa, tá difícil, temos que repensarmos o executivo precisa de ser destravado, ter voz ativa, com o nosso nível de legisladores, não conseguimos dar um passo a frente
Se bandido pode ser solto, mesmo apos julgado e culpado. Nao ha necessidade de poder judiciario caro, nem policia retraída, nem legislativo inutil. Deixe que o povo volte as trevas e resolva da forma instintiva.
"Cabeça de juiz e terra que ninguém anda". Enquanto a população desprotegida e esquecida por magistrados, Direitos Humanos e governos, se estuda maneiras para beneficiar os criminosos em detrimento ao mal que causaram. Parabéns aos nosso magistrados!
O herói Sérgio Moro, a q ele.se.refere está em outra situação, ele mandou prender qm nunca era preso mesmo qdo recebia sentença transitado e julgado… Ja os presos, "normais" eram ou são presos qdo deveriam está soltos… essa é à diferença Sr Magistrado…
Secretários estaduais de segurança para o ministro Moraes, da Justiça: ‘De onde virá o dinheiro?’
Para se chegar a qualquer tipo de acordo, a primeira condição é estar falando a mesma língua. O Planalto havia preparado um palco para esta quarta-feira. Sobre ele, Michel Temer brilharia a partir das 15h. Ao lado do presidente, governadores do país inteiro, profundamente agradecidos, assinariam o novo Plano Nacional de Segurança Pública, compremetendo-se a implementá-lo. Deu chabu. O espetáculo foi cancelado na véspera.
Verificou-se que as partes falam coisas diferentes. O que faz com que toda essa conversa sobre união de esforços, essa vontade de modernizar o sistema penitenciário brasileiro, essa ânsia de combater a criminalidade organizada transnacional, essa busca altruísta de medidas capazes de reduzir a quantidade de homicídios no país, tudo isso esbarra na única invenção humana cujo sucesso dispensa comprovação: o dinheiro.
Em reunião prévia com o ministro Alexandre de Moraes (Justiça), os secretários estaduais de segurança debruçaram-se sobre os detalhes do plano que seus chefes deveriam assinar. Fizeram a indefectível pergunta: de onde virá o dinheiro? Súbito, a solenidade de Temer, a exemplo da bandidagem da cadeia potiguar de Alcaçuz, subiu no telhado.
O secretário de Defesa de Rondônia, coronel Lioberto Caetano, resumiu a cena: ”Se o governo não mostrar a origem dos recursos, os governadores não vão assinar isso. Nós vamos assessorá-los. A gente assina se for uma coisa que atenda efetivamente às necessidades. O Brasil já passou pela experiência. Não estamos mais na fase de testes.”
Lioberto atacou uma das prioridades do plano: ”Construir presídio não resolve. Construir presídio aumenta o número de presos, mas vai aumentar também o gasto com pessoal. Não temos mais condição de gastar com pessoal. A nossa verba não é igual à saúde que tem destinação [constitucional] de 25%.”
Poucas horas depois do encontro do ministro com os secretários estaduais, o palco em que Temer irradiaria todo o seu fulgor estava desmontado. Em vez da cerimônia apoteótica com 27 governadores, o presidente receberá em audiência apenas os que chefiam Estados das regiões Norte, além de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Por ora, nada de adesões ao Plano Nacional de Segurança.
Antes, deseja-se que o Planalto aprove no Congresso uma emenda enfiando dentro da Constiuição artigo que obrigue a União a destinar um pedaço do seu orçamento anual para a segurança pública —nos moldes do que sucede com educação e saúde. Como se as escolas não estivessem em petição de miséria e os hospitais públicos não matassem doentes esquecidos nos corredores.
Há três meses, o ministro Luis Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, injetou num de seus despachos uma reflexão premonitória sobre a encrenca do sistema prisional. Conforme já noticiado aqui, Barroso anotou:
“A sociedade brasileira deverá estar ciente de que o aumento da efetividade e da eficiência do sistema punitivo exige o aporte de recursos financeiros substanciais. Isso porque será necessário um conjunto de providências, que vão do aprimoramento da atuação policial a investimentos vultosos no sistema penitenciário. Embora estas sejam pautas institucionais importantes, é preciso explicitar que em momento de escassez geral de verbas, os valores que forem para o sistema punitivo deixarão de ir para outras áreas mais vistosas e populares, desde a educação até obras públicas.”
Hoje, o Brasil gasta R$ 2,4 mil por mês para manter um criminoso atrás das grades. E investe R$ 2,2 mil por ano para bancar em escola pública um estudante do ensino médio. Repetindo: o Estado gasta 13 vezes mais com os presos do que com os estudantes. Como se o contraste já não fosse perturbador, o Datafolha informa que 57% dos brasileiros concordam com a tese segundo a qual “bandido bom é bandido morto.”
É contra esse pano de fundo que o governo de Michel Temer precisa responder à pergunta dos secretários estaduais de segurança: de onde virá o dinheiro? Ao farejar o cheiro de queimado, o ministro Henrique Meirelles (Fazenda) erguerá defronte dos cofres do Tesouro Nacional uma barricada semelhante às que foram levantadas no pátio da cadeia potiguar de Alcaçus, nesta terça-feira, pela bandidagem do PCC e do Sindicato do Crime.
O governo do Rio Grande do Norte informou que pretende contratar 700 agentes penitenciários “temporários”. Utilizará a mão-de-obras no presídio de Alcaçuz, palco da chacina de 26 presos. A providência irritou a direção do sindicato estadual da categoria. Presidente da entidade, Vilma Batista defendeu a contratação de novos agentes em caráter definitivo.
Vilma declarou que, se o governo não der meia-volta, a corporação dos agentes penitenciários entrará em greve. Uma Assembleia da categoria foi marcada para esta quinta-feira (19). “Temos cerca de 30 agentes que passaram no último concurso e já se submeteram a boa parte do treinamento. Estão prontos para ser nomeados.”
Há no Estado, segundo Vilma, algo como 900 agentes penitenciários. Na conta do sindicato, o ideal seria um contingente de 1,5 mil servidores —todos no quadro permanente. Autoridades e sindicalistas se desentendem num instante em que a cadeia de Alcaçuz ainda se encontra amotinada.
Isso é uma piada. Precisa de alguém que tenha coragem de enfrentar essa situação, sem medo de MP e Direitos Humanos que na verdade serve para gastar o imposto do cidadao e defender que é a função precípua , nada.
Bom dia, Sou Jarbas Targino sou concursado do último concurso que estou entre o grupo de 33 concursados sob judeci e venho aqui exclarecer uns pontos:
1- somos um grupo de 33 concursados sob judeci que já saiu sentença dando "Ato Discricionário" do Judiciário para o governo do RN fazer ou não curso de formação e nomeação;
2- existe ainda outro grupo de 34 concursados também sob judeci que não saiu nenhuma decisão judicial;
3- ambos os casos não prescreveram, ou seja, ainda está em validade o concurso para os mesmos, pois não transitou em julgado o processo. Enquanto couber recurso não se prescreve o concurso;
4 – para os dois grupos bastaria um T.A.C (Termo de Ajuste de Conduta) com governo do via judiciário com aval do Ministério Público;
5 – esse T.A.C foi feito em 2014 e governo nomeou 40 Agentes Penitenciários.
Por fim, falta vontade política para se fazer as coisas corretamente.
Professores e profissionais da Saúde são contratados temporariamente, quer mais qualificação que isso pra assumir uma vaga?
Os agentes temporários serão ex-militares das forças armadas, pessoas treinadas, disciplinadas e com garra pra cumprir missão. A maioria dos agentes públicos quando passa num concurso, se acha dono da repartição. Não tem medo de ser desligado, por isso a ineficiência. Temporário sabe que se vascvilar, no dia seguinte tá na rua.
700 agente a mais ajudaria e muito a controlar a criminalidade do Estado.
Sindicato tá pensando na grana que recolhe.
Vamos acabar com celulares dentro da cadeia.
Vergonha pra essa Presidente.
Chantagear a sociedade com greve por conta de algo que pretende controlar a violência ?
Isso é corporativismo barato. Sabem que esses 700 agentes temporários não vão servir como massa de manobra e nem recolher grana pro sindicato. Aí ela vem com uma solução: contratar 30 agentes de um concurso de mil novecentos e bolinha, o que não é nem 10% do que se pretende contratar e do que precisa.
Sabemos que concurso é a melhor forma, mas não há tempo.
Outra, ela tem medo. Talvez esses temporários sejam mais qualificados do que os que já estão, pois, pela lei, precisam no minimo serem reservista do Exército, então é algo bom.
Ela tá com medo de acabar de vez a corrupção dos agentes, a entrada de celulares, fugas pagas…
Vergonha Presidente.
Você deveria ajudar o governo a selecionar e preparar esses agentes. Relaxe, eles não vão tomar seu lugar não.
Esse tipo de discurso é demonstrativo de quem defende a desqualificação e destruição da coisa pública e do serviço público! Será mesmo q está sendo contra a corrupção?
No meu entendimento o Sindicato não está "chantagiando" a população não! Muito pelo contrário, está precionando o governo a fazer contratação de efetivos permanentes que garanta o serviço a sociedade de forma eficaz e permanente. Ou seja, está defendendo a qualidade e a permanência dos serviços prestados a população, e que se evite o atendimento hoje e amanhã a sociedade não tenha a garantia dos serviços. É muito importante fazer a leitura correta dos acontecimentos, e de quem é que está prejudicando os serviços a população pra não cairmos nos discursos do governo de que está tudo bem, o governo fingindo que está governando para o povo e o povo fingindo que está bem assistido pelo administração desse governo tendo retorno dos seus impostos pagos nos serviços básicos necessários quando isso não é verdade! O governo que não investe no recurso humano, aumentando o quadro efetivo, permanente de servidores, e que não paga trabalhadores em dia, está tirando a prestação desse serviço tão necessário para que a sociedade receba o atendimento que precisa, pago inclusive por esta sociedade com a contribuição dos impostos pagos até no feijão que cada cidadão come. O governo é quem está prejudicando a população e jamais os sindicatos!
Isso é um verdadeiro absurdo o Governo do RN contratar agentes penitenciários de maneira temporária, seria o fim, que mentalidade é essa? Uma profissão extremamente técnica, que exige habilidade e treinamento antes que se assuma a função, isso não existe minha gente. O Governo sabe do caos há meses, não é de agora que essa "bomba estourou" e porque não fez concurso antes, se sabia que não havia agentes o suficiente nas penitenciárias do Estado? Sinceramente, acho que está todo mundo perdido, no escuro mesmo, sem saber qual o melhor caminho e quem sofre as consequências é a sociedade norte-riograndense que agoniza há meses com esse medo e esse caos generalizado.
Cada um só pensa em si. Os agentes penitenciários comprovam isto. Puro medo de que se demonstre a não essencialidade de concurso público para provimento de cargo efetivo. Independemente da pertinência de tal pensamento,o momento não pode esperar. Contrato temporário de serviços públicos tem previsão constitucional (ex: professores) e é ridícula a ameaça (chantagem asquerosa) dos agentes de iniciar greve. Será julgada facilmente ilegal. E findará demonstrando a ineficiência dos agentes (não todos), além, obviamente, de se fazer a velha indagação: como se entra com celulares, armas e drogas nos presídios ?? A quem cabe impedir?? Aos Agentes Penitenciários. Portanto….
Um absurdo. Todos temos direitos mas não podemos usar de chantagem para conseguir o que queremos.
Existem outros concursos, se não estão satisfeitos estudem p passar.
Tá bom de acabar essa palhaçada de greve.
Quem paga é o contribuinte
Pela falta de prestação de serviço
Pelo salário que não é descontado
Pela sensação de insegurança…
Cobrem seus direitos onde deve. Na justiça e não chantageando a população.
Recentemente, o Instagram inseriu um novo recurso chamado “Stories” (Histórias) para permitir que os usuários enviassem materiais mais simples e que podiam ser visualizados por um período de 24 horas pelos seguidores.
Pouco tempo depois, começaram a ser feitos testes com uma versão “ao vivo” do sistema. Nisso, alguns usuários podiam fazer transmissões em tempo real para pessoas que estiverem conectadas ao aplicativo durante o mesmo tempo. Agora, este recurso está sendo disponibilizado para todos — pode haver uma pequena demora na liberação da atualização do app, apenas!
Exatamente: o Live Stories (ou História ao vivo) está chegando para todos os consumidores. Dessa forma, qualquer pessoa pode fazer transmissões a partir do app oficial do Instagram. A novidade já está disponível para os brasileiros, sendo esperado que ela chegue para outros países nas próximas semanas.
Como o própria Instagram revela, usar a ferramenta é bem fácil: “basta abrir a câmera do Stories e escolher o modo ‘ao vivo”‘na barra abaixo do botão de gravar”. Vale dizer que os materiais não ficam disponíveis depois da transmissão, pois ele desaparece assim que a “live” for finalizada.
O presidente Michel Temer afirmou na segunda-feira, em entrevista à agência de notícias Reuters, que há “chance zero” de que ele seja atingido pelas investigações realizadas pela Operação Lava Jato. “Nós não estamos preocupados. Não há a menor chance disto”, disse.
Temer afirmou ainda considerar que os depoimentos de executivos e ex-executivos da Odebrecht – nas quais há a expectativa de que até 200 políticos sejam citados – não ajudam a “estabilidade” (do país), mas que não causariam a paralisação da agenda legislativa ou divisões na coalizão governista.
O nome do presidente já foi citado em ao menos dois dos acordos de delação. Segundo o ex-executivo Cláudio Melo Filho, Temer teria pedido “apoio financeiro” para as campanhas do PMDB em 2014 a Marcelo Odebrecht, que teria se comprometido com um pagamento de 10 milhões de reais.
Outro ex-executivo do grupo, Márcio Faria, relatou em sua colaboração uma reunião, em 2010, na qual Temer e o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) teriam pedido recursos para a campanha eleitoral daquele ano em troca de beneficiar a empreiteira em contratos com a Petrobras. O peemedebista nega irregularidades e afirma que todas as doações recebidas foram devidamente registradas.
Ô seu Temer, o senhor está querendo tomar o lugar do Lula, é?…???
Vai tomar não…
Lula é a alma mais honesta desse país…
Sobra pra ninguém não, seu Temer…
Se o problema era mudar o governo e foi mudado, por que está tudo uma merda ainda??? Este Sr. só faz o que estava previsto e atrasado???? Pede pra sair!!!!
Dois idosos foram atingidos por balas perdidas no início da noite desta terça-feira (17) no conjunto Jardim Lola, localizado às margens da Avenida Bel. Tomaz Landim, próximo à Ponte de Igapó. Os tiros partiram de homens que seriam membros do PCC.
Os idosos baleados são evangélicos e estavam indo para a igreja no momento em que foram atingidos pelos disparos.
Segundo uma moradora do bairro, que preferiu não ser identificada por questões de segurança, homens em um carro modelo Corolla de cor preta entraram no Jardim Lola através da Rua São João e já chegaram atirando.
Os homens teriam rendido um segurança da empresa Teleperformance, localizada na Tomaz Landim, e o ameaçado com uma arma de calibre 12.
Eles seriam integrantes do PCC e tinham como alvo membros do Sindicato do RN (SDC), facção criminosa que domina o bairro.
Um dos baleados foi identificado até o momento como Oton e tem 80 anos. Ele está com um projétil alojado no ombro e foi atingido por um segundo tiro, de raspão.
A outra vítima foi identificada como Damião e está com uma bala alojada na perna.
A Sala de Apoio Pedagógico (SAP) da Casa Durval Paiva inicia uma campanha de arrecadação de material escolar para atender a demanda de início do ano letivo das 565 crianças e adolescentes em tratamento na instituição. Quem quiser ajudar pode doar: caderno (uma matéria), lápis, régua, corretivo, apontador, borracha, cola bastão e comum, massa de modelar, estojo, giz de cera, tesoura e coleção hidrocor. O material poderá ser entregue na Rua Clementino Câmara, 234, Barro Vermelho ou ainda na loja Nordestão Tirol até o dia 20/01 e na loja Cidade Jardim de 23 a 27/01, das 9 às 15h.
A Casa dá importância especial à educação e possibilita através do trabalho desenvolvido pela Sala de Apoio Pedagógico (SAP) a promoção do desenvolvimento integral de crianças e adolescentes de diversas faixas etárias, na perspectiva de minimizar as perdas educacionais ocasionadas pelas dificuldades de acesso à escola ou pelo afastamento escolar total/parcial devido ao tratamento oncológico ou hematológico crônico.
O serviço de apoio pedagógico realiza a manutenção do educando durante o tempo que for necessária sua permanência neste atendimento, no contato com a escola regular de origem do aluno e ainda na reinserção após a finalização do tratamento.
Para os alunos, o fato de estarem em tratamento não os impede de estudar e construir seu futuro. Na SAP O atendimento Escolar Hospitalar/Domiciliar não é visto como uma forma de ocupar os pacientes, mas como um direito que eles têm de continuar estudando mesmo não dispondo dos meios comuns, como na escola regular.
Outra forma de ajudar a Durval Paiva é realizando um trabalho voluntário, seja no período de férias ou mesmo durante todo o ano. São diversos setores e projetos onde se pode atuar de acordo com a disponibilidade do voluntário. O cadastro pode ser feito junto ao setor de recursos humanos da Casa, de segunda a sexta, em horário comercial. Informações: 4006-1600.
O ITEP/RN divulgou na tarde desta terça-feira (17) mias quatro nomes de detentos que foram mortos durante a rebelião no último sábado na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta. Tarcisio Bernardino da Silva, Antonio Barbosa do Nascimento Neto e Jefferson Souza dos Santos, foram identificados e liberados para a família realizar o sepultamento.
Ontem, o ITEP já havia divulgado quatro nomes. Jefferson Pedroza Cardoso; Anderson Barbalho da Silva; George Santos de Lima; e Diogo de Melo Ferreira. Até o momento o Governo confirma 26 mortes, podendo esse número subir após novas buscas na unidade.
BG você poderia informar os crimes cometidos por esses bandidos, igual a reportagem das mortes em Manaus. Assim a sociedade veria o grau de periculosidade desses crápulas.
Na verdade não confirmou mais quatro, identificou mais quatro dos que ja tinham sido contabilizados. E na minha contagem foram divulgados tres e nao quatro nomes na reportagem.
Agentes penitenciários gravaram um vídeo que mostra, por dentro, a escavação de um túnel que seria utilizado para a fuga de detentos da Penitenciária de Alcaçuz.
As imagens, que foram registradas na noite desta segunda, 16, mostram os detentos passando baldes com a areia que é retirada na construção do túnel.
O Ministério Público designou quatro bacharéis para atuar na crise do sistema prisional do estado, especialmente em relação à rebelião em Alcaçuz. A equipe deve investigar crimes, faltas disciplinares dos presos e casos de improbidade administrativa de agentes públicos, além de promover políticas públicas.
Os promotores designados são Danielli Christine de Oliveira, Antônio Carlos Lorenzetti, Vítor Emanuel de Medeiros e Hellen de Macêdo. O MP determinou que a equipe terá “todo o apoio necessário” do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), dos Centros de Apoio Operacional das Promotorias (Caop) Criminal e Patrimônio e do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).
Se juntar o salario dos 4, os auxiliares, horas "extras", segurança, custeio etc.. seria melhor deixar os presos a deriva no presidio.. está caro o sistema prisional.. deixem que os presos resolvam entre eles. A maquina publica "eficiente" ta muito cara e o povo nao tem mais dinheiro pra bancar essa eficiencia.
Ótimo, que invadam alcaçuz junto com a polícia, para serem recebidos por flores por parte dos meninos….
Não vale ficar de fora dando ordem e criticando, ok galerinha?
Agora é que desmantela de vez!!! Com esse pessoal correndo atrás de uma Câmera para aparecer!!!! Não vão resolver absolutamente NADA!!! Apenas atrapalhar!!! FICA NA TUA MP!!!!!
Se à crise no sistema penitenciàrio hà anos, por onde andou o "parquet" no seu ofício institucional de fiscalizar alcaçus. Não seria um ato omissivo institucional? O quarto poder foi substituído pelo PCC?
O Estado precisa apurar esses os atos comissivos e omissivos, que deram origem ao "Serial Killer", em produção de larga escala. Crimes com uma certa frequência midiática internacional e fantasticamente global.
Deveria procurar outros afazeres, pois esse serviço é típico de Polícia, aliás se forem pra lá vão ficar pedindo proteção da Polícia e, isso não é hora pra isso, pois a Polícia tem que tá disponível e preocupada com a situação de controlar a rebelião.
Isso é sério? Nossa, o MP tem culpa do sistema está assim também… Seja na ausência de propor condições minimas de dignidade ao preso – se faz não acompanha a execução; e seus familiares ou seja pela forma de organização, quantas promotorias atuam junto as varas de execuções penais? A vara e promotoria de Nísia Floresta é pior do o INSS nas décadas de 80 e 90, filas intermináveis com servidores prestando favor.
O nefasto serviço público precisa ser completamente remodelado. Presos sem as condições mínimas de higiene, familiares que prestam auxilio levando suprimentos que deveriam e constam no orçamento do Estado. Corrupção, violência, desrespeito, o tempo do atual caldeirão.
Por falar em caldeirão, o Complexo Penal Dr. João Chaves, tinha esse vulgo. Alcaçuz é Game of Thrones Potiguar. Com as câmeras ligadas, podemos ver ao vivo a Batalha dos Bastardos, melhor, Batalha dos Marginais.
Agora vem todo tipo de órgão querer tirar "uma casquinha" da situação pra "tirar o seu da reta". A convocação da PM é um absurdo e um desrespeito com a sociedade, isso já era pra ter sido feito a tempos – só sabem aproveitar o tempo de folga, alguns, não todos. Governos que nãos se preocupavam, agentes penitenciários coniventes – não todos, a maioria 90% – a sociedade está pagando o preço, e quem vai sofre com isso tudo? O pobre e o preso.
Termina nesta sexta-feira, 20, o prazo de matrícula dos alunos regulares da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) para o primeiro semestre letivo de 2017. O processo é feito via Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (Sigaa), com possibilidade de rematrícula nos dias 13 e 14 de fevereiro e matrícula extraordinária de 20 de fevereiro a 11 de março.
O período letivo começa no dia 13 de fevereiro, conforme o Calendário Acadêmico estabelecido através da Resolução do Conselho de Administração (Consad) 059/2016.
Governo do Estado definiu medidas emergenciais para debelar crise na Penitenciária de Alcaçuz. Os pontos foram definidos em reunião realizada na manhã desta terça-feira (17), no Gabinete Civil.
Entre as ações, a contratação de 700 agentes penitenciários temporários; a construção de obstáculo dividindo os pavilhões 4 e 5 de todos os demais; aplicação de brita e asfalto no perímetro externo da penitenciária e o encaminhamento do anteprojeto de lei para convocação de reservistas para o serviço ativo da PM.
Estão designados para execução das medidas emergenciais as secretarias de Segurança, Justiça, Administração, Infraestrutura, PGE, CGE, DER-RN, PMRN e Gabinete Civil.
Essas vagas para agentes temporários será para os reservistas da PM-RN ou será aberto algum processo seletivo? Reservista das FFAA poderá participar da seleção?
Brother são coisas distintas, reservista da PM é para volta à ativa da PM. Contratação temporária para Agentes Penitenciários será um processo seletivo.
Não tá nem pagando direito os concursados!!! aí vem falar de contratação. ….! O STF DISSE QUE A GREVE POR ATRASO DE SALÁRIO NÃO É ILEGAL E AÍ? ? SE O POVO DE LEMBRAR DISSO???? GOVERNO PIOR QUE O DA MANOBRADA ROSALBA E TUDO CULPA DE BRASÍLIA E O TEMEROSO DO PMDB!!!! OU TÔ MENTINDO?????
Voltando a questão principal: quem "cometeu" este projeto arquitetônico?
E, mais ainda, quem executou esta piada?
Todas as respostas estão no passsado.
….Mais uma vez o governo agindo sem pensar, e vai mais uma vez pagar o preço.
Senhor Governador, ouça o que seus secretários estão mostrando e faça valer o que de fato tem que ser feito….
…O melhor técnico em sistema prisional é um potiguar, não teve como trabalhar no estado do RN ( estava desempregado), foi contratado por um grande estado e hj mostra para todo o Brasil como se administra um sistema prisional com qualidade, eficiência e resultados positivos. Inclusive de reabilitação e reinserção na sociedade……
..ae vem um estado pobre como o RN, com um deficit primário gigantesco, endividado, sem poder pagar em dia seus servidores, e diz que vai contratar???????
Governador, o senhor sabe que a questão prioritária não é quantitativo, então faça o que tem que ser feito…
Essa é a hora de ajudar o nosso Estado. Não podemos virar as costas. Tô dentro, como faço pra ser agente temporário?? O mal prevalece se os homens bons nada fizerem.
Estou muito confiante que isso seja vdd. Assim, acredito que o outro grupo esteja com esse msm pensamento, e acabemos logo com esse mimi da gota! Assim, a mídia para de dá matéria pra esses sem futuros!
CADE os bloqueadores?? TUDO ISSO E CULPA DOS POLÍTICOS LADRÕES QUE SÃO ALIADOS COM ESSE TIPO DE GENTE !! E A POPULAÇÃO SÓ SE FUFUFUFU
Eu não tiraria nenhum…bandido não tem que dar ordem e sim obedecer.
Que começem os jogos!!!
Eles mandam e o governo obedece. Sempre foi assim e continua!
Agora não atendam as ordens pra ver… O governo está de joelhos para a bandidagem. Aqui é terra de ninguém e o crime, infelizmente, já mostrou quem manda…
Cade os bloqueadores??
Eles desligaram… não sei como mas fizeram isso.
Se os bloqueadores é fora da prisão… como foram desligados?
??Eu só queria entender!!
Eles tão pensando que e o que pra dar ordens
É isso mesmo como parte da mídia é responsável por isso aí. Dando holofotes ao lado desses elementos…
É exatamente isso que a sociedade formada por cidadãos quer.