Na última terça-feira (7), o resultado da eleição presidencial dos Estado Unidos supreendeu o mundo inteiro. De fato, as consequências do processo eleitoral ainda são o foco da mídia, enquanto as pessoas debatem sobre as possíveis implicações do governo Trump. No entanto, de acordo com um relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OECD), o número de pessoas que realmente se importam com o cenário político não é tão grande assim em muito países.
O Brasil, por exemplo, apresenta uma péssima classificação quando se trata de engajamento político. Na última eleição municipal, 22% da população se absteve da votação no Estado de São Paulo. Já no Rio de Janeiro, 38% dos cariocas não foram às urnas ou declararam seus votos como nulo ou branco. Este dados batem com a nova pesquisa. De acordo com a OECD, 41% dos brasileiros não se interessam por política, o que nos coloca como segundo país do planeta menos engajado no assunto.
Acho muito improvável essa apatia alegada na matéria. Muito pelo contrário. Depois que a direita conservadora saiu do armário e ganhou as redes sociais e as ruas o debate político se tornou mais acalorado!
O presidente da República, Michel Temer, afirmou, em entrevista exibida nesta segunda-feira (14) pelo programa Roda Viva (TV Cultura), que não tem “preocupação” com uma eventual cassação de seu mandato por ordem do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A Corte eleitoral está analisando e investigando denúncia apresentada pelo PSDB de que a chapa Dilma-Temer cometeu abuso de poder econômico e usou dinheiro oriundo de desvio da Petrobras na campanha presidencial de 2014.
Se o tribunal concluir que houve irregularidade na campanha de Dilma Rousseff, na qual Temer era o candidato a vice, a decisão poderá tirar o peemedebista do comando do país. O presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, já afirmou que o processo deve ser julgado em 2017.
“Eu digo que, no TSE, eu não tenho preocupação [com a decisão]. Evidentemente que, e vocês conhecem a obediência que presto às instituições […], se o TSE disser lá na frente, ‘Temer, você tem que sair’, convenhamos, haverá recursos e mais recursos que você pode interpor, não só no TSE, mas, igualmente, no STF”, ressaltou o presidente aos entrevistadores.
“Tenho sustentado, com muita ênfase, porque acredito nisso juridicamente, […] que as contas são julgadas ao mesmo tempo, mas são fisicamente prestadas em apartado. […] Vamos deixar o Judiciário trabalhar, a PF, o Ministério Público e vamos trabalhar pelo Executivo. Se acontecer alguma coisa, paciência”, completou o presidente.
Embora a defesa de Temer tenha pedido ao TSE para separar as contas de campanha do peemedebista e de Dilma, o Ministério Público Eleitoral já opinou contra essa divisão, por entender que não é possível separar as responsabilidades do titular e do vice porque “o ilícito que beneficia a titular e que levou ela à vitória nas urnas logicamente também beneficia o vice”.
Em depoimento prestado no mês passado à Polícia Federal, o ex-gerente de Relações Institucionais da Camargo Corrêa Gustavo da Costa Marques afirmou ter omitido informações da Operação Lava Jato para seguir “versão estabelecida” pela empreiteira. Ao retificar as declarações, o executivo disse ter escondido dos investigadores a participação de um empresário, apontado como operador do PMDB no esquema de corrupção nas obras da Usina de Belo Monte. Além disso, acrescentou ter pago propina em dinheiro em espécie ao senador peemedebista Edison Lobão (MA), que na época era ministro de Minas e Energia do governo Dilma Rousseff.
Costa Marques, que trabalhou por 16 anos para a Camargo, é um dos colaboradores do acordo de leniência firmado pela construtora e vários de seus dirigentes com o Ministério Público Federal (MPF) no Paraná. Em 2011, ele passou a ser o responsável pelo escritório de representação da empresa em Brasília e a ter ligações com Lobão. A ex-mulher de Costa Marques exerce desde o ano passado cargo comissionado no gabinete do senador peemedebista.
Os delatores da Camargo admitiram que 1% do valor do contrato da usina, tocado pela empresa em consórcio com a Andrade Gutierrez e a Odebrecht, era repassado a políticos do PT e do PMDB. Conforme depoimentos já revelados, ao menos R$ 2 milhõesforam pagos a Lobão por, supostamente, ter ajudado a criar o consórcio e para que não impusesse obstáculos à obra. O caso é investigado em inquérito sigiloso no Supremo, sob relatoria do ministro Edson Fachin.
Para que os recursos chegassem ao então ministro, a Camargo teria feito dois contratos falsos com a AP Energy Engenharia e Montagem, entre 2011 e 2012. A empresa, com sede em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo, não teria prestado serviços, mas apenas recebido os recursos para repassá-los ao peemedebista.
À PF, Costa Marques disse que, a mando do ex-diretor da Camargo Luiz Carlos Martins, também delator, ajudou a montar a operação de pagamento das propinas ao PMDB. Contou ter feito viagens a São Luís para discutir os repasses com o ex-secretário da Casa Civil do Maranhão Luiz Fernando Moura da Silva, apontado como intermediário de Lobão.
Reinquirido. Em dois depoimentos, prestados em junho, o ex-gerente de Relações Institucionais da empreiteira afirmou que sua participação se limitou a viagens e a apresentar Fernando Brito, um dos donos da AP Energy, aos seus superiores na Camargo para a contratação fictícia. Ele chegou a dizer que não sabia se Lobão era o “destinatário final dos valores”.
Em outubro, ao ser reinquirido, o delator disse, no entanto, que não confirmava na íntegra as declarações anteriores, “pois elas seguiram versão estabelecida pela Camargo Corrêa”. E se prontificou a “restabelecer a verdade sobre os fatos”.
Costa Marques disse que foi com Rodrigo Brito, filho de Fernando Brito, que manteve tratativas em nome da AP. Afirmou que omitiu a participação do operador para “protegê-lo”. Além disso, admitiu ter tratado diretamente com Lobão do pagamento de propinas em quatro reuniões na casa do então ministro, em Brasília, entre 2011 e 2012.
‘Maços de dinheiro’. Costa Marques revelou que em um desses encontros, no fim de 2012, Lobão solicitou que entre R$ 600 mil e R$ 800 mil fossem levados à capital federal “de forma urgente”. Os recursos, segundo ele, foram providenciados por Rodrigo Brito, que viajou à cidade e lhe entregou uma mochila com a quantia em espécie.
Costa Marques disse que “acondicionou os maços de dinheiro em uma caixa e o conduziu imediatamente à residência do ministro Lobão, tendo-o entregue a ele próprio”. Afirmou ainda que Lobão não se preocupou em contar as notas e abriu a caixa para que o ministro “se certificasse do conteúdo”.
A mudança de versão ocorre em um momento em que a Lava Jato faz um recall para que executivos da Camargo e de outras empreiteiras contem detalhes que não revelaram em seus primeiros depoimentos de delação, mas foram citados por outros colaboradores. Os advogados do ex-secretário Luiz Fernando Moura da Silva pediram na semana passada que o acordo de Costa Marques seja anulado por causa das “mentiras” nos primeiros depoimentos.
Costa Marques é filho de Glaucos da Costa Marques, primo do pecuarista José Carlos Bumlai, preso pela Lava Jato e amigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Glaucos comprou uma cobertura vizinha à do petista em São Bernardo do Campo e a alugou para ele. A Lava Jato investiga se o imóvel foi pago pela Odebrecht.
Defesas. As defesas do senador Edison Lobão (PMDB-MA) e do ex-secretário da Casa Civil do Maranhão Luiz Fernando Moura da Silva sustentam que a colaboração de Gustavo da Costa Marques tem de ser anulada por ele ter admitido que “mentiu” em depoimentos supostamente orientados pela Camargo Corrêa.
“Ou você fala a verdade ou perde o direito à delação. Nesse caso, não houve espontaneidade”, afirmou nesta segunda-feira, 14, o criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que representa Lobão. Ele negou que seu cliente tenha recebido “qualquer coisa” do executivo e se disse “perplexo” com a mudança de versões. “Não pode haver recall.”
Os advogados Daniel Gerber e Bernardo Fenelon, que defendem Silva, alegam que o acordo de Costa Marques está “nitidamente viciado” e não deve ser mantido. Em petição enviada ao ministro do Supremo Edson Fachin, eles argumentam que a Lei 12.850/13 impõe como condição de validade o compromisso de dizer a verdade.
“Tal situação é intolerável. Isso porque a aceitação de mentiras nesse meio de obtenção de prova tão controverso subverte totalmente a finalidade jurídica do instituto da colaboração premiada”, diz o documento.
A Camargo Corrêa informou que não se manifestaria. O advogado Celso Vilardi, que representa executivos da empresa, afirmou que todas as colaborações são verdadeiras e auxiliaram as autoridades. Com relação a Costa Marques, disse não ter como explicar “porque mentiu” e retificou suas versões.
Fernando Brito e seus advogados não atenderam aos telefonemas do Estado. Em depoimento à PF, o empresário admitiu que sua empresa foi usada no esquema de corrupção. O defensor de Rodrigo Brito, Daniel Bialski, informou que não poderia comentar as declarações de Costa Marques, pois o caso é sigiloso. Costa Marques e sua defesa não atenderam aos telefonemas da reportagem.
Sou rigorosamente contra essa quadrilha do PT, tem que ir para cadeia mesmo, mais esse PMDB não passa de um PCC de colarinho branco onde seus chefes comanda esse país, ViVa a Lava Jato.
O juiz Sérgio Moro deu prazo de três dias para a Polícia Federal refazer um relatório no qual afirmava que a família Bumlai “detinha uma influência política muito grande durante o período em que o Partido dos Trabalhadores (PT) estava no poder” e que “a influência não era somente em agentes políticos da Administração Pública, mas também na Suprema Corte, na pessoa do Ministro Tofffoli”.
O relatório, assinado por um agente da Polícia Federal, foi incluído num dos inquéritos que investiga Bumlai, sem sigilo. Ele foi feito com base em material apreendido com Maurício de Barros Bumlai, filho do pecuarista José Carlos Bumlai, já condenado na Lava-Jato, e referia-se ao arquivo do número de telefone de diversas autoridades públicas. Apesar da afirmação sobre a influência da família, o relatório ressalvava que “a simples menção a nomes e/ou fatos (…) por si só, não significa o envolvimento, direto ou indireto, dos citados em eventuais delitos objeto da investigação em curso”.
Moro considerou que, apesar da ressalva, a conclusão do relatório “não tem base empírica e é temerária”, pois o simples fato de um investigado ter em sua agenda número de telefone de autoridades não significa que ele possa ter influência sobre elas.
O juiz afirmou que o documento contém “afirmação leviana” e que os relatórios devem se resumir a fatos constatados. Recomendou ainda “devidas cautelas para evitar a repetição do ato”.
A intimação foi feita por telefone. Responsável pela investigação de Bumlai, o delegado Filipe Pace encaminhou despacho a Moro, afirmando que será feito um novo relatório para que seja retirado o trecho “manifestamente inserido por ocasião de erro material”. Pace confirma que “é faticamente e probatoriamente impossível” atribuir suposta influência Bumlai sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli.
O pecuarista José Carlos Bumlai é amigo do ex-presidente Lula. Ele foi condenado a nove anos de prisão por ter retirado no Banco Schahin, em seu nome, um empréstimo para o PT no valor de R$ 12 milhões. O valor não foi pago. A dívida foi quitada fraudulentamente quando o Grupo Schahin obteve um contrato de US$ 1,6 bilhão com a Petrobras. Bumlai confessou ter feito o empréstimo a pedido do PT.
Hoje, Toffoli é amigo íntimo e pessoal de Gilmar Mendes, devendo o favor dele ter livrado um irmão seu de processo que tramitava no Tribunal Regional.
Como Gilmar manobrou para livrar o irmão de Toffoli?
Gilmar Mendes tornou-se relator do processo que investigava o irmão do ministro Dias Toffoli, José Ticiano Dias Toffoli, como candidato a vice-prefeito de Marília, em São Paulo, e o candidato a prefeito Joseph Zuza Somaan Abdul Massih, da coligação PT-PDT, por adquirirem dívidas em diversos pagamentos de gastos ilícitos de campanha de 2012.
Gilmar conseguiu paralisar os quase três anos de tramitação do processo, absolvendo o irmão de Toffoli, em agosto do ano passado.
Como isso, Toffoli, antes aliado do PT, ficou nas mãos de Gilmar Mendes, Ministro de Defesa Tucana. E agora, Moro, pupilo e coordenado por Gilmar, é absolvido com aparente aborrecimento do Juiz premiado pela Rede Globo em campanha santa para destruir o mal que encontrou encarnado num "Bode Expiatório" por demais conhecido de todos.
Esquecendo-se que os "Bodes Expiatórios" queimados em fogueiras durante a Santa Inquisição na Idade Média, eram apenas símbolos de uma sociedade corroída por uma Cultura cujo Câncer já atingiu a Metástase e ameaça destruir um povo cuja esperança de Justiça e Verdade, mergulham num mar de embromação e manipulação numa guerra de egos querendo se projetar para serem candidatos a líderes ensandecidos num fascismo crescente e estéril para resolver os mais profundos problemas do País.
Esse Tofoli, foi a pessoa mais beneficiada na gestão petista. Ganhou um cargo e poder vitalícios, sem nenhuma capacidade de esta naquele cargo, e foi dado assim de mão beijada, sem nada em troca?
Que é isso Moro, tá querendo deixar cheiro de pizza?
Esse Tofoli é um PTista inconteste, com certeza implicado mesmo nas safadezas dos ptralhas…
O negócio tá feio, é mais bandido do que gente, é do judiciário ao legislativo envolvido com maracutaias e vantagens absurdas, as leis precisam ser revistas.
Concordo com você Cardoso e fora que esse ministro tem que explicar a reforma na casa dele onde ele preferiu ficar calado e o ministro Gilmar Mendes foi quem veio em defesa dele. Em 2018 ele será o presidente do STF.
Num instante em que algo como quatro dezenas de parlamentares respondem a inquérito no STF apenas no caso do petrolão, os deputados decidiram aprovar uma lei para desligar a TV Justiça da tomada. Querem impedir a transmissão das sessões plenárias da Suprema Corte nos julgamentos de processos penais e civis. A proposta já foi aprovada na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara. Seguiu para a Comissão de Constituição e Justiça. Se for aprovada novamente, seguirá direto para o Senado.
O autor do projeto é Vicente Cândido (PT-SP), amigo dos petistas condenados no julgamento do mensalão, que popularizou, por assim dizer, a TV Justiça. O relator é Silas Câmara (PRB-AM). Sem meias-palavas, ele admite que quer apagar os refletores do plenário do Supremo para evitar os efeitos que as luzes provocam sobre as togas. Alega que as transmissões expõem “as entranhas da Justiça”, mostrando o que chamou de “sensacionalismo exacerbado” de alguns ministros. Para o relator, a superexposição ofende “a imagem, a honra e a dignidade da pessoa humana.”
Onde se lê “pessoa humana”, leia-se “réu”. Silas Câmara desqualifica em seu parecer os defensoeres da tese segundo a qual o interesse público se sobrepõe ao direito à privacidade que os réus poderiam, eventualmente, reivindicar: “Ocorre que esses militantes da mídia livre se esquecem que a garantia de um julgamento isento e imparcial é um direito humano, que se sobrepõe ao direito de informação, ou seja, o interesse público não pode ser maior do que o direito a um julgamento isento.”
Tomado pelos termos do relatório, os deputados parecem dar de barato que o calor dos holofotes derrete a isenção dos ministros do Supremo. Pior: avaliam que o processo de derretimento começa antes do julgamento:
“O cidadão vem sendo condenado a priori e de maneira covarde pela superexposição na mídia, exposição esta que influencia, também, diretamente no resultado do julgamento per se, ao criar o que podemos chamar, ironicamente, de ‘afã condenatório’ por parte de membros do Poder Judiciário que tenham dificuldade em conter eventuais ‘arroubos’ de vaidade, provocados pela súbita notoriedade conferida pela mídia”.
Ironicamente, a proposta anti-transparência vem à luz num instante em que os processos da Lava Jato são julgados na Segunda Turma do Supremo, sem a transmissão da TV Justiça. Apenas processos que envolvem os presidentes da Câmara e do Senado precisam ser obrigatoriamente submetidos ao plenário do tribunal.
Hoje, a exposição tem sido maior na jurisdição de Sergio Moro, em Curitiba. Ali, não há transmissões ao vivo. Mas o juiz da Lava Jato cultiva o hábito de filmar seus interrogatórios, divulgando-os na sequência. Disponíveis na internet, os vídeos revelam que os cofres do Estado vêm sendo assaltados com método pela quadrilha de oligarcas empresariais e políticos. Quem assiste percebe que o melhor detergente contra esse tipo de sujeira é mesmo a luz do Sol.
So gostaria de fazer uma pergunta. Isso não é censura que o PT tanto fala que é proibido aí ele vem e quer deixar o povo sem informação e essa a democracia do PT kkkkkk
Em Minha opinião se isso prosperar, que me parece que irá, deixarão os ministros mais indignados ainda e com ou sem transmissões ele julgarão, assim penso, com mais fervor esses políticos canalha.
Como muitos disseram e muitos teimaram, o Mensalão foi apenas um espetáculo para impactar nos resultados das eleições e não irá se repetir, pois a transparência mostra a HIPOCRISIA SELETIVA dos nossos podres poderes.
Depois de uma longa reunião com representantes do Ministério Público, o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), relator da comissão especial encarregada de apreciar as 10 medidas de combate à corrupção sugeridas pelo órgão, anunciou a exclusão da proposta de criação de crime de responsabilidade para integrantes do MP e juízes. O deputado disse que foi convencido pelos procuradores, em reunião nesta segunda-feira, de que o momento não é adequado para decidir uma questão tão complexa. O projeto, que não estava no texto original, era o principal alvo das criticas dos procuradores.
— Ações que querem calar investigadores não podem estar neste pacote — disse Lorenzoni.
O procurador Deltan Dallagnol, coordenador da Operação Lava-Jato em Curitiba, saiu satisfeito da reunião:
— Saímos contente com a diligência e a abertura da comissão especial. E, o que é mais importante, com a humildade para reconhecer que alguns pontos poderiam ser ajustados — disse o procurador.
Os procuradores argumentaram que a tipificação do crime de responsabilidade para integrantes do Ministério Público e magistrados seria uma forma de se colocar uma camisa de força em autoridades que estão à frente de determinadas investigações. Com o risco de serem processados, procuradores, promotores e juízes poderiam se sentir constrangidos em levar adiante apuração de crimes complexos, especialmente quando estivesse diante de investigados poderosos.
Depois de receber os procuradores, Onix Lorenzoni também se reuniu com o diretor da Polícia Federal, Leandro Daiello. Após o encontro, o deputado disse que deve acatar “99,99%, se não 100%” dos pedidos feitos hoje pelo diretor-geral da Polícia Federal.
O principal pedido de Daiello foi para manter a formatação inicial da medida sobre a formação das equipes de cooperação internacional, integradas tanto pela PF quanto pelo MP, que viajam ao exterior para firmar acordos e buscar provas sobre investigações. A ideia inicial do deputado era estabelecer um revezamento para a coordenação dos trabalhos fora do país, ora com o MP no controle, ora com a PF à frente da operação. Depois da reunião, no entanto, ele afirmou que deve acatar a sugestão de Daiello para que a hierarquia funcione como é hoje em investigações internas: a Polícia Federal conduz a investigação e o Ministério Público atua como fiscal, como acontece na Lava-Jato.
– A tese da Polícia Federal é: se isso funciona bem na Lava-Jato, por que não estender isso para os acordos internacionais? – disse Lorenzoni.
‘CADA UM NO SEU QUADRADO’
A medida gerou desentendimentos entre integrantes da PF e do MP, que divergem da maneira como essa coordenação internacional deve ser feita. Para o deputado, a proposta de Daiello mantém as coisas como estão, com “cada um no seu quadrado”.
– Na formatação original havia um líder ligado ao Ministério Público e isso causou uma reação pontual. O que a PF traz de proposta é de que continue como é hoje, a parte do inquérito e investigação é feita pela Polícia Federal, e o MP faz a supervisão como fiscal da lei que ele é. Fica cada um no seu quadrado – disse o relator, que admitiu ter que “mediar a relação” entre os dois:
– Eu estou mediando a relação entre as duas instituições, vamos conversar com o Ministério Público, mas acho que o desenho proposto pela PF é perfeitamente compatível, porque não muda o que está sendo feito hoje.
O diretor da PF também pediu ao deputado que aprimore o ponto sobre a aplicação do teste de integridade em agentes públicos. Daiello sugeriu que tanto o órgão como o MP sejam notificados sempre que algum agente aplicar o teste, para evitar abuso de autoridade.
Vergonha……. assalto a mão armada não só o auxilio moradia mas todos os auxilios….. Aux. Saúde. Aux. Paletó. Aux. Aux. Creche… Aux. Alimentação. e muitos outoutros Da uma fortuna pra quem já ganha bem e vivem na mordomia e dão esmola(bolça familia) aos que não possuem nem um teto.
"A visão de que a Lava Jato encontra-se sob ameaça permanente nada mais é do que uma tentativa de criar um ambiente de paranoia capaz de justificar a consolidação de um estado de exceção, onde direitos individuais são ignorados e conquistas sociais históricas podem ser abolidas por um Congresso sem o menor compromisso com os interesses da população," escreve o jornalista Paulo Moreira Leite.
"O Brasil já passou por essa situação outras vezes, inclusive em 1964, quando o fantasma forjado da ameaça comunista serviu para justificar a deposição de João Goulart".
Para PML, "o ponto de partida dessa visão é autoritário e tenta convencer o país que a Lava Jato tem o monopólio do que é bom, puro e virtuoso, contra qual toda crítica é suspeita e toda ressalva esconde cumplicidade com o crime".
Pelo que eu sei, todos nós somos iguais perante a lei CF. Então me pergunto: Será que os magistrados e o ministério público não são brasileiros?Residem em outro Brasil? Por que esta exclusão? Essa comissão é mais uma a afrontar e rasgar a Constituição Federal. As Forças Armadas deve ficar de prontidão, para que se cumpra o que está escrito na CF.
Em mensagem aos auditores que colocaram à disposição postos estratégicos e cargos de confiança no Fisco, o secretário da Receita Federal Jorge Rachid apontou para ‘muitos interessados no não funcionamento, na desorganização, no enfraquecimento da Instituição’.
Rachid disse que ‘ao deixar a função que se ocupa ou mesmo ameaçar fazê-lo, fragilizam-se as linhas de responsabilidade e comando da Instituição e perde-se a funcionalidade do órgão’.
“Um navio não chegará mais rapidamente ao seu destino com o abandono de seus comandantes. Pelo contrário, restará à deriva e correndo o risco de naufragar. Cabe equilíbrio emocional e serenidade neste momento”, sugeriu o secretário, dramaticamente.
A Receita Federal é reconhecida, dentro e fora do pais, pela sua eficiência nas áreas tributária e aduaneira. Não se pode deixar que este órgão essencial ao estado seja desorganizado internamente por interesses obscuros de quem não quer respeitar um acordo que já foi amplamente negociado ente as partes, retratado no PL 5864/2016 original.
Não entendi bem o que o Secrtario da Receita Federal tá querendo , se é falta de Equipamentos para o trabalho diário ou se é os Salarios que estão corroidos. O mal do Brasil são os altos Salários dos membros do Judiciário e do Legislativo , que NÃO respeutam o teto Salarial do Executivo.
Mas o perdão das dívidas aqueles parceiros do golpe, entre os quais está a REDE GLOBO…
Discurso para causar pânico e medo afim de justificar medidas aparentemente de austeridade, apenas contra os pequenos, protegendo os lucros dos grandes por meio do aumento do Superavit Primário, garantindo o pagamento dos juros aos rentistas (investidores da bolsa de valores).
No popular: "Conversa pra boi dormir!"
Presidentes de Tribunais de Justiça reunidos nesta segunda-feira, 14, com a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, viram como uma “retaliação” a iniciativa do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), de instalar uma comissão especial para levantar os supersalários do Judiciário e do Ministério Público. Entidades representativas de juízes também reagiram à medida.
A ministra recebeu 26 presidentes de TJs em Brasília. No encontro, parte dos presentes tratou da investida de Renan contra o Judiciário e o MP. O Estado revelou nesta segunda-feira que o senador conversou sobre a ofensiva com o presidente Michel Temer, durante almoço no sábado, 12, na residência oficial da presidência do Senado. Renan nega que tenha tratado do assunto.
A tentativa do senador de buscar respaldo do Palácio do Planalto também provocou forte reação de entidades do meio jurídico, que veem na movimentação de Renan uma retaliação às investigações da Operação da Lava Jato e uma forma de colocar a opinião pública contra o Poder Judiciário.
Senhor Sadro Jr, me desculpe mas vc ta mais perdido do que cego em meio de tiroteio, pois Lula foi quem propagou as quadrilhas no Brasil…
O melhor de tudo que o Renan faz é abrir a caixa preta que é esse judiciario, que faz acordos políticos para barganhar regalias, como o encontro em Portugal entre Dona Dilma e o outro safado Lewandowiski…
Esse Renan pode ser sujo que nem pau de galinheiro, mas tá mostrando também que o judiciário que temos nao tem moral e descumpre a lei vergonhosamente cruando artificios para turbinar os salarios e criar regalias.
Os tempos sao outro, é preciso reforma política e no judiciário para acabar regalias que em nada contribuem pra nação: fim de ferias 60 dias, fim de auxilios imorais e FIM DE REGALIAS Já!
Renan não necessita de comentário quanto ao seu caráter….mas isso não afasta a pertinência da medida. O judiciario quer espertamente (como já fazem para aumentar salários por meio dos auxilios moradia, saúde e alimentação) desviar o foco da questão em si utilizando-se do ardil da justificativa do seu autor. Não me interessa, no caso, de quem veio e a razão que motivou esta pessoa. Quero que o judiciario apresente razões no que toca ao mérito….aos supersalários.
Renan está coberto de razão em corrigir as absurdas sinecuras do Judiciário e MP. Por outro lado, o comportamento da Carmem Lúcia e presidentes dos tribunais é medíocre e desonesto ao tratar como retaliação uma medida que visa corrigir distorções absurdas. Bota pra quebrar Renan, a sociedade te apoia.
Renan faria melhor se conseguisse aprovar no Congresso o fim da farra das verbas indenizatórias que não entram na contabilidade do teto de remuneração.
Dessa vez Renan acertou em cheio tá na hora de acabar com esses absurdos que esses tribunais fazem, São umas verdadeiras farras com o dinheiro público, por isso que falta dinheiro na saúde, Educação e segurança.
Eles devem achar certo ganharem salários astronômicos enquanto 90% da população brasileira vive com o salário mínimo. Dessa vez Seu Renan tem razão e essa comissão tem que seguir adiante e divulgar esses super salários dos Três Poderes e depois diminuí-los ao teto do STF.
Retaliação ? quer dizer que vocês estão certos em receberem supersalários né ? Rapaz, este país tá precisando de um triturador urgente. Todos farinha do mesmo saco. O senador MAGNO MALTA propôs uma PEC de congelamento de todos os salários, chamou a presidente do STF (carmem lucia), do legislativo e do executivo e adivinha ? todos ficaram mudos. Até hoje o povo espera a resposta. kkkkkkkk
Kkkkk
Vixe que aperreio desses doutores!
Quem não deve não teme excelências, ou será que vocês estão ganhando acima do teto? Será que o auxílio moradia que recebem desconta imposto de renda ou os quase 5mil entram limpinho na conta? E as férias de 60 dias é pra descansar ou ora vender e engordar mais um pouco a conta?
Moralização JÁ e respeito ao teto!
Falta exemplos pra poder cobrar e julgar, faça o que digo mas não faça o que faço!
A situação da justiça não anda nada boa, é regalia pra todo lado, como férias 60 dias, auxilio moradia, salário de 33mil e outras coisas que ninguém sabe que fazem a maioria ganhar acima do teto. Mesmo sendo um bandidao, dessa vez o Renan tem o apoio da sociedade para desmoralizar os falsos moralistas que criam artifícios pra driblar a lei e turbinar seus salários para uma média de 50mil e ainda querem cobrar retidao dos outros.
Justiça tá sem moral, sem apoio, tirando Moro o resto tá sem apoio.
Ministra Carmem esperamos que não seja contaminada por uma turma de mercenarios, que veem na justiça a possibilidade de enriquecer.
Considerar RETALIAÇÃO uma medida tão sansata é desespero de quem não cumpre a lei e tai a demonstração de que isso precisa ser resolvido, pois é um descalabro com o dinheiro do contribuinte, é a injustiça feita por quem deveria ser justiça, de um lado farta regalias e do outro falta o básico.
A Presidência da República oferece àquele que a ocupa uma tribuna vitaminada. Algo que Theodore Roosevelt chamou de bully pulpit (púlpito formidável). De um bom presidente, espera-se que aproveite o palanque privilegiado para irradiar confiança e bons exemplos. Em entrevista ao Roda Viva, da TV Cultura, exibida na noite passada, Michel Temer fez o oposto. Soou como um refém da banda podre da política. Deixou no ar a impressão de que seu apoio à Lava Jato é lorota. Alguma coisa nas palavras Temer dizia que seu governo pode não acabar bem.
Instado a afirmar o que pensa sobre a proposta de anistiar os políticos do crime de caixa dois, Temer subiu no muro. “Esta é uma decisão do Congresso.” E desceu do lado errado: “Eu não posso interferir nisso.” Convidado a se manifestar sobre projetos que saltam das gavetas em reação à Lava Jato, como a lei sobre abuso de autoridade, prioridade do multiinvestigado Renan Calheiros, Temer disse não acreditar que propostas do gênero atrapalhem as investigações.
Temer perdeu uma oportunidade para se vacinar contra o contágio dos micróbios do petrolão. Bastaria que aproveitasse o púlpito para brindar os telespectadores com uma declaração assim: “Esclareço que o presidente da República também participa do processo legislativo. A Constituição me faculta o poder do veto. Assim, aviso aos apoiadores do governo: não aprovem nada que afronte a ética ou comprometa o trabalho da Procuradoria e do Judiciário. Para que os brasileiros durmam tranquilos, informo: se aprovarem, eu vetarei.”
Noutro ponto da conversa, o entrevistado foi questionado sobre a situação de Lula, réu em três ações penais. Ao discorrer sobre a hipótese de prisão do ex-presidente, Temer insinuou que o melhor seria evitar. “O que espero, e acho que seria útil ao país, é que, se houver acusações contra o ex-presidente Lula, que elas sejam processadas com naturalidade. Aí você me pergunta: ‘Se Lula for preso causa problema para o país?’ Acho que causa. Haverá movimentos sociais. E toda vez que você tem um movimento de contestação a uma decisão do Judiciário, pode criar uma instabilidade.” Ai, ai, ai…
Sempre que uma determinada decisão judicial irrita a cúpula do crime organizado, os chefões da bandidagem ordenam, de dentro das cadeias, que seus asseclas promovam manifestações como queima de ônibus e ataques a policiais. Nem por isso o Estado tem o direito de acovardar-se. Mal comparando, o caso de Lula segue a mesma lógica. O que deve nortear a sentença é o conteúdo dos autos.
Se o pajé do PT cometeu crimes, deve ser condenado. Dependendo da dosagem da pena, sua hospedagem compulsória no xadrez estará condicionada apenas à confirmação da sentença num julgamento de segunda instância. A plateia que retardou o sono para assistir à entrevista merecia ouvir do constitucionalista Michel Temer que não há movimento social ou instabilidade política que justifique o aviltamento do princípio segundo o qual todos são iguais perante a lei.
No tempo em que era o segundo de Dilma Rousseff, Temer se queixava de ser tratado como “vice decorativo”. Era como se a ex-rainha do PT o considerasse como um figurante —do tipo que aparece entre os mendigos, feirantes e o enorme elenco de etcéteras mencionados no final da relação dos papeis numa peça shakespeariana. Mesmo quando foi guindado à condição de articulador político do governo, Temer nã deixou de ser o ‘etc.’ do enredo. Compunha o fundo contra o qual se cumpria o destina trágico da rainha.
Agora que pode exercer em sua plenitude o papel de protagonista, Temer prefere morrer atropelado como um transeunte a entrar na briga do lado certo. Os supostos protagonistas de 2018 o tratam como uma espécie de interlúdio. Sua missão seria divertir o público enquanto o elenco principal troca de roupa. Mas Temer acha que tem potencial para ser a melhor coisa do espetáculo: “Qual é meu sonho? O povo olhar pra mim e dizer: ‘Esse sujeito aí colocou o Brasil nos trilhos. Não transformou na segunda economia do mundo, mas colocou nos trilhos’.”
A palavra do presidente é o seu atestado. Ou a plateia confia no que Temer diz ou se desespera. A suspeita de que as boas intenções de Temer não passam de um disfarce de alguém que não tem condições de se dissociar da banda podre leva ao ceticismo terminal. No desespero, um pedaço minoritário da sociedade acreditou que o país estivesse de volta aos trilhos. Houve mesmo quem enxergasse uma luz no fim do túnel. Mas entrevistas como a da noite passada revelam que talvez seja a luz da locomotiva da Lava Jato vindo na contramão.
Quanto à prisão de Lula uma pergunta para que termos forças armadas e polícias se houver baderna bota o excercito marinha e aeronáutica na rua e pronto todo mundinho desses baderneiros vão abaixo
Josias, sendo Josias… Quem assistiu a entrevista, ficou totalmente animado com o fim do ano e a gestão do Presidente! Prometer algo em torno de 20Bilhoes aos estados e municípios para pagar o 13•(Além dos valores da repatriação), Reforma da Previdência( Discutir com a Força Sindical) Reforma tributária (Imposto Único), Reforma da Educacao(ainda para esse ano) e a Valorização da Petrobras! Além disso, ele foi contra os super salários do Judiciário e demonstrando que não está preocupado com a popularidade… Mostra que estamos vendo a luz no fim do túnel muito mais perto que imaginamos…
Esse subiu ao "púlpito" e perdeu uma ótima oportunidade de esclarecer a quem ele está defendendo? Se a sociedade? ou aos interesses desta casta formada hoje pelo MP e Judiciário.
Manifestadamente quer colocar palavras na boca de outras pessoas com vistas a defender interesses corporativos. Afinal, qual o tamanho medo de se responder por seus desvios? Não existe nas propostas colocadas nada que puna o bom profissional juiz ou promotor e sim o contrário, pune-se aos maus exemplos.
Entrevista de bons amigos e camaradas . Jornalistas todos pianinhos . Levantamento de bola . Um presidente indecente com umgrupo de perguntadores sem a mesma garra dos outros programas .
A realidade nua e crua é que apeou-se uma quadrilha do poder e colocou-se lá uma quadrilha pior que a anterior, inclusive coalhada de pessoas que já participavam da corja anterior.
Faz-se necessário um grande freio de arrumação no País sob o risco de irmos todos para um buraco negro.
Tanto o pulpito quanto a cadeira de presidente são contaminados com o vírus da FARINHA…
Se não for a mesma farinha, em pouquíssimo tem é OBRIGADO a se tornar em tal…
Administrada pela Fundação José Augusto (FJA), a Cidade da Criança recebeu, de 10 a 13 de novembro, a 6ª FLiQ, Feira de Livros e Quadrinhos de Natal. Durante quatro dias, a feira promoveu mais de 80 horas de atividades divididas em mais de 40 atrações entre autores, artistas e especialistas em literatura, artes plásticas, games, histórias em quadrinhos locais e nacional. Além disso, o evento também abrigou o lançamento de produções de autores e editores. O número de visitantes passou de dez mil pessoas.
Música, literatura e exposições marcaram a participação da FJA na FLiQ com uma programação diversificada para todos os públicos. No estande da FJA, foram realizados lançamentos de quadrinhos, livros, cordéis e exposições. Paralelamente aos eventos literários da feira, o estande da FJA teve lançamentos de quadrinhos, livros folhetos de cordel, e exposições, com programação organizada pelo Centro de Promoções Culturais (CPC) da instituição.
Na quinta (10), o estande da Fundação contou com o relançamento da quarta edição da Revista O Galo, da obra Duas Corujas e um Gato, de Kinha Costa, além da exposição de ilustrações de revistas em quadrinhos da Coleção Evaldo Oliveira.
Na sexta (11), foi lançado o livro “O Amor secreto de Srimati Radharani”, de Sanjaia Dais e no sábado (12), aconteceu o lançamento dos cordéis da coleção Chico Traíra, do livro “Guerreiros dos Planetas Elementos” de Drika Duarte e a participação de um sarau musical da Oficina Livre de Música. No encerramento da feira no domingo (13), o espaço da Fundação José Augusto recebeu o lançamento do Coletivo da Caravana de Escritores Potiguares.
Música
O estande da FJA teve no sábado (12), lançamento dos cordéis da Coleção Chico Traíra, um sarau musical por alunos da Oficina Livre de Música e o lançamento do livro Guerreiros do Planeta – os Elementos, de Drika Duarte.
No domingo (13), durante o encerramento da feira, houve o lançamento do Coletivo da Caravana de Escritores Potiguares com obras dos autores Francisco Martins, José Araújo, Drika Duarte, Dancley Fernandes, Shirlene Marques, Oreni Júnior, Edivan Silva e Júnior Dalberto.
Durante os quatro dias esteve armado o Museu do Cordel, do poeta Paulo Varela, no parquinho da Cidade da Criança, com apoio da Fundação José Augusto. Também houve contação de histórias com a professora Silvana Araújo, que levou o mundo mágico da literatura infantil às crianças presentes.
Uma indiana de 40 anos cometeu suicídio em janeiro deste ano, logo após um vídeo do estupro coletivo do qual foi vítima ter sido compartilhado pelo WhatsApp. A jornalista da BBC Divya Arya foi ao Estado de Uttar Pradesh, no norte do país, para conhecer a sua história.
Geeta* era uma mulher valente. Atuava como profissional de saúde pública na zona rural da região onde vivia – um trabalho que exigia caminhar sozinha pelos vilarejos, algumas vezes após o anoitecer, e visitar as casas de estranhos.
Sua renda sustentava toda a família, incluindo o marido, que sofre de alcoolismo. Eles moravam em uma casa de tijolos que não tinha porta ou banheiro, mas Geeta orgulhava-se de ter conseguido dar educação aos três filhos adolescentes – uma menina e dois meninos.
No final de 2015, um morador de uma vila próxima a viu trabalhando no parto da mulher do irmão dele. E começou a persegui-la.
As ameaças tiveram início quando Geeta se recusou a conversar com ele. Khushboo*, amiga e colega dela, conta que o homem a parou na rua, tomou seu celular e disse: “Se eu encontrar você sozinha, não vou te deixar ir.”
Geeta certamente já tinha ouvido os relatos sobre abusos sexuais cometidos nos vilarejos onde ela trabalhava.
Dezoito meses antes, o Estado de Uttar Pradesh virou manchete quando duas garotas foram estupradas e mortas em Badaun.
Ela provavelmente também sabia que, pela cultura patriarcal da região, poderia ser considerada culpada por “convidar” as investidas sexuais de homens – mesmo que fossem não desejadas, intimidativas e violentas.
Esses nojentos merecem apodrecer na cadeia!!!
São as escórias do planeta.
Monstros da pior estirpe!
Crápulas, vermes, trastes!!!!
Odeio estupradores!!!!!!
O Banco Central anunciou na noite desta segunda-feira (14) que vai aumentar a intervenção no mercado de câmbio na quarta-feira (16) e passar a oferecer mais contratos de swaps cambiais tradicionais, o equivalente a venda de dólares no mercado futuro.
Na quarta-feira, o BC vai fazer um leilão de rolagem de swaps tradicionais de até 20 mil contratos com vencimento em 1º de fevereiro de 2017 e 1º de março de 2017 e também fará um novo leilão com até 10 mil contratos com as mesmas datas de vencimento.
A realização dos leilões será em horário diferente. O leilão de até 10 mil contratos ocorrerá entre 9h30 e 9h40, e o leilão de rolagem está programado para ocorrer entre 11h30 e 11h40.
Desde a última sexta-feira, o BC tem utilizado swaps tradicionais para tentar conter um avanço do dólar ante o real. De início, o BC anunciou apenas a rolagem de até 15 mil contratos, embora tenha realizado intervenções durante a sessão de sexta-feira, em momentos de forte alta do dólar.
Acontece no dia 18 de Novembro (sexta-feira), a partir das 10:00 horas, na sede da Associação dos Municípios do Litoral Agreste Potiguar (AMLAP), o lançamento do livro “Eleições 2014: a geografia do voto no Rio Grande do Norte”, organizado por Daniel Menezes, Galttieri Tavares e Bosco Araújo.
Segundo livro de um projeto exitoso, a obra reúne artigos de professores universitários, acadêmicos e profissionais que lidam com campanhas eleitorais no nosso estado. As análises tratam dos diversos aspectos constitutivos da disputa eleitoral que ocorreu em 2014, tendo como alvo o Rio Grande do Norte. O livro, publicado pela editora Ideia, apresenta ainda toda a distribuição do voto no período investigado, mapeando, através de gráficos, mapas e quadros analíticos, o comportamento eleitoral que atravessou a competição de deputado estadual até presidência da república no RN.
Durante o lançamento será desenvolvido um debate, na forma de mesa redonda, com o Cientista Político e Diretor do Instituto Seta, Daniel Menezes, o sociólogo e professor da UFRN, Anderson Santos, e o professor, jornalista e marqueteiro, João Maria Medeiros, tendo como foco a análise sobre o “O que saiu das urnas” do pleito de 2016.
Lançamento de livro: Eleições 2014: a geografia do voto no Rio Grande do Norte
Data: 18/11/2016 às 10:00 Horas
Local: Amlap – Rua Demócrito de Souza, N 863, Lagoa Nova. Vizinho ao restaurante Espaço e Sabor (Av. Jaguarari)
Luís Roberto Barroso liberou para julgamento a ação originária 1.649, proposta por associações de juízes federais requerendo auxílio-moradia. O Antagonista sabe que o ministro é contra o benefício.
Cabe agora a Cármen Lúcia pautar o caso. A presidente do STF já quis pautar outra ação com o mesmo objeto, que está na gaveta de Luiz Fux.
Moradia (quase 5 mil reais), saúde e alimentação. Parte-se assim do principio de que o subsidio do judiciário, MP e membros do legislativo são insuficientes para que tenham como suprir tais necessidades. E têm juízes e promotores casados que moram na mesma cidade e ambos recebem auxilio moradia. E com o aval de decisões de quem? Dos juízes! Fora 60 dias de férias anuais…recesso de 20.12 a 06.01….fora os
aproveitadores dos prazos suspensos para os advogados até 20.01 que resolvem não trabalhar…feriados absurdos (semana santa começa na quarta e finados – para a federal – dia 01 e 02 de novembro)….demissão administrativa com aposentadoria proporcional (todos os demais servidores perdem toda a aposentadoria). Minha santa Deusa da Justiça Têmis….ajude este País. Dai discernimento e consciência coletiva aos membros destes poderes e do MP. Basta de tanta hipocrisia. Fim destes auxilios.
O problema é que esses magistrados se acham Deus…acham não tem certeza, só que a sociedade não aguenta mais esses tipo de artifícios para aumentar o próprio salário, tem que acabar e devolver o que não lhe pertence
Tem sim que acabar com todos esses auxílios. No caso do judiciário torna o país mais desigual, enquanto os auxílios dados aos mais pobres os tornam escravos dos políticos e poderosos.
É um absurdo o pagamento de um auxílio para quem deveria era pagar auxílio. Só no Brasil mesmo!!! Pouca vergonha na cara para essa gritante corrupção e desonestidade. Auxílio de que? ? Para que???! Pelo amor de Deus!!!!
Finalmente uma luz no fim do túnel, mas resta saber se vão devolver o que receberam com juros e corrrecao, ai o Brasil saia da crise, IMORAL!
Tem que acabar as outras regalias também, que tem custos elevados nos cofres públicos e são verdadeiras regalias como férias de 60dias, smartphones de última geração com conta paga, computadores e tablet pra casa, é uma farra…
Ganhar acima do teto é uma afronta ao cidadão e vergonhoso pra uma justiça de respeito criar artifícios pra driblar o teto, aliás até um ministro do STF se manifestou desconfortável com essa realidade.
Não só esse auxílio mais outros benefícios devem ser retirados. O teto do STF deve ser mantido para todos. Absurdo salários para todos do judiciário acima do teto, aliás, bem acima.
A reforma do ensino médio foi tema de debate em audiência pública na Assembleia Legislativa nessa segunda-feira (14). O debate foi proposto por iniciativa da senadora Fátima Bezerra, que iniciou a discussão fazendo críticas ao modo como o projeto está sendo apresentado.
“A medida provisória através da qual se quer reformar o ensino médio vai na contramão do que vem sendo implantado no Brasil no setor, ao atingir programas e políticas em curso. É inaceitável se utilizar de um método como medida provisória para definir um tema tão relevante como esse. A medida, ao ser editada, já tem força de lei com caráter restritivo. Estamos tratando de valores e conceitos que vão influir nas gerações futuras”, criticou a senadora para uma plateia de educadores e estudantes.
Convidada a dar sua contribuição, a reitora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Ângela Paiva, afirmou que as reformas que não se deve perder do horizonte as conquistas já alcançadas. “Nossa luta deve ser para garantir as conquistas que tivemos, que foi a maior expansão do ensino nos últimos anos. E não só no sistema federal, mas também na rede privada. O Brasil anda para trás como matérias como essas”, afirmou.
Para o reitor do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), Wilys Farcatt a tese da medida provisória já se mostra frágil na medida em que suscita muito mais dúvida do que responde a perguntas. “Será que todos terão acesso ao ensino profissional com essa reforma? E aqueles que não fizerem formação profissional, terão acesso à formação em tempo integral como existe no modelo atual? E em relação ao Enem? A prova vai se adequar? Porque a rede privada não vai seguir esse novo modelo de ensino médio. Vão deixar um Enem que beneficia a rede privada?”, elencou o reitor do IFRN.
Ainda deram contribuições para a matéria representantes de entidades estudantis, de sindicatos ligados ao setor da educação, da Secretaria Estadual de Educação e das demais universidades públicas do Estado, além da UFRN, a saber, UERN e Ufersa.
Vitoriosa em uma ação movida contra Rafinha Bastos, então no “CQC”, Wanessa Camargo determinou o destino da indenização recebida pelo humorista – que é orçada em R$ 150 mil, segundo informou a jornalista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo.
O jornal informa que os valores serão doados para instituições carentes. Ela vai dar metade para a Sociedade Viva Cazuza e Marcus Buaiz dará a outra parte à entidade do médium João de Deus, a Casa de Dom Inácio, em Abadiânia, no estado de Goiás, que é frequentada pelo casal.
Entenda
Em 2011, ainda no programa “CQC”, da Band, Rafinha Bastos fez uma piada com Wanessa, que estava grávida. O humorista disse que “comeria” o bebê e ela.
Wanessa já chegou a falar sobre o processo contra Rafinha: “Trocaria esse dinheiro inteiro ou o dobro dele para não ter vivido o que eu vivi. Eu trocaria qualquer dinheiro no mundo para não viver o que eu vivi. Grávida do meu primeiro filho e ter que passar por tudo que eu passei… Eu trocaria tudo, todo esse dinheiro, para não ter vivido isso”.
É PORQUE 95% DA POPULAÇÃO É BURRA!!!!!
Acho muito improvável essa apatia alegada na matéria. Muito pelo contrário. Depois que a direita conservadora saiu do armário e ganhou as redes sociais e as ruas o debate político se tornou mais acalorado!