Em uma cerimônia no Palácio do Planalto, o governo apresentou a Medida Provisória (MP) que reforma o ensino médio no Brasil. Entre as mudanças mais significativas, está a flexibilização de metade da carga horária para incluir “trilhas pedagógicas” diversificadas, como ensino técnico e profissionalizante, de acordo com as aptidões e preferências do estudante. No texto da proposta, que seguirá para o Congresso Nacional, mas já tem força de lei, foi instituída também uma política de fomento ao tempo integral nas escolas de ensino médio, com a transferência de R$ 2 mil por aluno ao ano. A meta é atender 257 mil jovens em 2017 e a mesma quantidade no ano seguinte, com R$ 1,5 bilhão do Ministério da Educação até 2018, e aumentar progressivamente a jornada escolar de cinco para sete horas diárias na rede pública, o que caracteriza a educação integral, em todo o país. No entanto, não há prazo para que as redes de ensino cumpram a determinação.
Segundo o secretário de Educação Básica do MEC, Rossieli Soares da Silva, o objetivo é perseguir a meta do Plano Nacional de Educação (PNE), que prevê 25% das matrículas da educação básica de forma geral na modalidade de tempo integral até 2024. Com a MP e o repasse de recursos federais, segundo Rossieli, o governo quer focar os esforços no ensino médio. Hoje, segundo ele, há 386 mil alunos em tempo integral.
O texto da MP divulgado pelo governo retira a educação física e o ensino de artes dos componentes curriculares obrigatórios do ensino médio, ao modificar trechos da Lei de Diretrizes e Bases da educação, o que causou polêmica. Ao longo da coletiva de imprensa, os representantes do governo negaram que as duas disciplinas deixavam de ser obrigatórias e lembraram que a Base Nacional Comum Curricular, que está em discussão e só deve ser finalizada no ano que vem, é o instrumento que definirá a parte do currículo nacional obrigatório.
No início da noite, Rossieli esclareceu que o texto definitivo da MP traz um ajuste que não constava no documento divulgado anteriormente à imprensa. Essa alteração, que segundo Rossieli foi feita entre a noite de quarta-feira e a madrugada de ontem, prevê que as mudanças sobre educação física e artes só passem a valer após a publicação da Base Nacional Comum Curricular. Ele afirma, porém, que essas disciplinas não devem ser retiradas do ensino médio até porque elas estão presente na versão mais atual da Base.
O presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Eduardo Deschamps, explicou que os dois artigos sobre ensino de arte e de educação física só foram alterados pela MP para que as redes possam distribuir melhor as aulas:
— Dessa forma, as escolas podem não dar a educação física, por exemplo, durante todos os três anos do ensino médio. E apenas em um ou dois. Isso vai de cada rede de ensino, mas não acredito que deixará o currículo, até porque está na Base.
Enquanto a Base não sai, explicou Rossieli, as redes já podem flexibilizar currículos e incluir conteúdos, como o curso técnico e profissionalizante dentro da carga horária do ensino médio, amparados pela MP. Mas a retirada de disciplinas, segundo ele, só poderá ser feita de acordo com a Base Nacional.
Apesar da flexibilidade do currículo, ficou definido na MP que ao menos português e matemática terão de ser ministrados nos três anos do ensino médio. A medida determinou também que o inglês será o idioma a ser ensinado no país — hoje as redes escolhem o que ofertar — e acabou com a obrigatoriedade de as escolas de ensino médio ensinarem o espanhol como segunda língua estrangeira, de matrícula optativa.
O desenho do novo ensino médio, como o governo batizou a MP, vai depender, porém, das redes estaduais de ensino. Cada uma terá liberdade para montar sua grade dentro das regras gerais editadas na medida. O ministro da Educação, Mendonça Filho, reconheceu que as mudanças não serão imediatas. Mas afirmou que experiências pontuais, dentro das condições de cada estado, já podem começar a ser feitas com a mudança na “arquitetura legal” da etapa escolar.
Só em 2018 haverá escolas funcionando dentro do novo modelo, disse Maria Helena Guimarães de Castro, secretária-executiva do MEC, considerando a necessidade de ter a Base Nacional Comum Curricular:
— Poderemos ter uma Base Nacional Comum até meados do próximo ano. Encaminharemos essa base para o CNE que, uma vez aprovada, será homologada pelo ministro da Educação.
(mais…)
O PAI DOS POBRES VIVE BEM !!! KKKKKKKKKKKKK ACORDA MEU POVO BRAZILEIRO !!!
Quem já viu um pessoa do povo comer e beber isso. Imagina que absurdo.
Só o Aecim, Zezinho, Rogerinho têm esse direito.
Patético esse nota.
Engraçado é que quando a direita tem esse cardápio é prova de eiltismo. Quando são os petralhas é prova que esse tipo de menu não tem nada demais, que é algo bem povão mesmo…
Esse povo só pode fumar bosta de burro achando que é maconha.
cadeia jaaa pra esse porco e toda sua corja PTralha ,
fora do nosso país seus oportunistas e alienadores de quinta.
Era pra ter servido toicinho de porco com macaxeira…
Pra beber, 51 dozes de alguma coisa…
A esquerda e seus asseclas reclamam com razão a perda do poder: esse dinheiro fácil que compra facilidades, pessoas, objetos de adorno, bons vinhos e uísques, carros caros, que banca viagens e festas, acabou. Talvez não tenha mais nem pra mortadela dos idiotas úteis.
Rico e Rico
E ainda tem otario ou alienado ou melhor, experto, financiando almoço da burguesia peleguista petista em restaurante burgues. Os ricos peleguistas fecharam a via costeira, a Av salgado filho e a BR 101 prejudicando milhares de pessoas com brutamontes usando vermelho gritando feito loucos pra defender esse individuo. Um individuo com diversos indícios de falcatruas e de carater duvidoso. Faliram um país e causaram prejuízos a milhoes de trabalhadores. Nao é a toa que quem foi beneficiado por esse "sistema" o apoia. Ainda querem uma greve geral pra prejudicar mais ainda o pobre e o trabalhador de verdade. Temos hoje um educacao de pessima qualidade e duvidosa, um sistema de saude falido e ausencia de seguranca publica e juridica, devido aos 13 anos de ideologia vermelha. Pagamos altos impostos para ter nada em troca.
Muito bem!
Sempre há comunistas, socialistas e esquerdistas mentindo, pilhando ou destruindo algum país ao redor do mundo.
A ideologia cega e emburrece essa gente.
Depois colocam a culpa justamente em quem não tem culpa: na direita, no ocidente, no Temer ou no Sérgio Moro 🙂
Bichinho odeia as zelites
E o pior,é que foi com o nosso dinheiro. Quero ver essa quadrilha comendo lagosta, camarão e bebendo espumante quando estiverem no presídio.
Ele tem que aproveitar, na cadeia, ele não terá nada disso.