Inflação para famílias de baixa renda recua em setembro, diz FGV

Foto: Agência Brasil

A inflação para famílias de baixa renda recuou em setembro, segundo o IPC-C1 (Índice de Preços ao Consumidor — Classe 1), divulgado pela FGV (Fundação Getulio Vargas) nesta segunda-feira (7).

A inflação registrou taxa de -0,09% no mês, frente a 0,11% em agosto.

Habitação, alimentação, transportes e comunicação registraram queda no período. Os itens com maior queda nos preços foram tarifa de eletricidade residencial, bebidas alcoólicas, álcool combustível e tarifa de telefone residencial.

O indicador também apontou recuo em comparação com o mesmo período de 2018, quando a inflação ficou em 0,2%. No acumulado dos últimos 12 meses, o indicador registrou taxa de 3,8%. De janeiro a setembro, a variação ficou em 3,19%.

O indicador mede o impacto da inflação para as famílias que recebem de um (R$ 998) a 2,5 (R$ 2.495) salários mínimos.

R7

 

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. toni disse:

    voces tão de sacanagem a inflação recuol para o povão baixa renda ora vai enganar outro ne porraaaaaaaaaaaaaa!!!!!!! to putooooooooo!!!!! puta que o pariu tou iradoooooooooo!!!!!!!! grgrgrgrgrgrgrgrgrgrgrgrgrgrgrgg!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  2. Martha Aulete disse:

    E o PT, hein?
    Aquilo que o PT VENERA mesmo e ama profundamente, de verdade — ler, estudar e praticar — é sua mais que divina e dedicada Filosofia: o Roubanismo.

NOVA DEFLAÇÃO: Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) registra queda de 0,51% em agosto, diz FGV

FOTO: EBC

O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) registrou deflação (queda de preços) de 0,51% em agosto deste ano. A taxa é inferior ao IGP-DI do mês anterior, que já havia registrado deflação de 0,01%. Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o IGP-DI acumula taxas de inflação de 3,86% no ano e de 4,32% em 12 meses.

A queda da taxa de julho para agosto foi puxada pelos três subíndices que compõem o IGP-DI. O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede a variação no atacado, teve uma deflação de 0,90% em agosto, taxa inferior à queda de preços de 0,22% em julho.

De acordo com a FGV, a inflação do Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, recuou de 0,31% em julho para 0,17% em agosto. Já o Índice Nacional de Custo da Construção recuou de 0,58% para 0,42% no período.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Toni disse:

    olha aqui estão pensando que a gente e imbecil idiota abestalhado so pode que historia e essa de deflação estão de sacanagem com a gente povo brasileiro não existe essa de deflação isso e conversa para enganar os bestas ha sim inflação e muita so que neguinho não informa e a gente vai se fudendo como sempre principalmente a respeito do salario minimo po isso nunca tem um aumento real eu disse real sacoooo!!!!!!

    • Onaireves Caba de Peia disse:

      Muita gente grande tem contratos reajustados por índices de inflação. Certamente ela não é manipulável. Aumento de salário só é saudável para uma economia quando decorre do aumento da
      produção ou da produtividade. Aumentar na canetada só gera inflação.

Inflação para famílias de baixa renda recua em agosto, diz FGV

A inflação para famílias de baixa renda recuou em agosto, segundo a pesquisa IPC-C1 (Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1) divulgada pela FGV (Fundação Getulio Vargas) nesta quinta-feira (5). O indicador registrou taxa de 0,11% no mês, frente a 0,43% de julho deste ano.

A tarifa de eletricidade residencial, a taxa de água e esgoto residencial, o pão francês, a cebola e a cerveja foram os itens que mais pesaram no bolso do consumidor em agosto.

Em contrapartida, os itens que ficaram mais baratos e contribuíram mais para o recuo da inflação foram tomate, batata inglesa, cenoura, feijão-carioca e laranja pera.

De janeiro a agosto deste ano, a inflação acumula alta de 3,28%. A taxa é de 4,11% para os últimos 12 meses.

O indicador mede o impacto da inflação para as famílias que recebem de um (R$ 998) a 2,5 salários mínimos (R$ 2.495).

R7

 

Inflação do aluguel desacelera em agosto, diz FGV

Foto: Thomaz Kravezuk/R7

A inflação do aluguel desacelerou em agosto, segundo o IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), divulgado pela FGV (Fundação Getulio Vargas) nesta quinta-feira (29). O indicador ficou em -0,67% no mês, frente a 0,70% no mesmo período em 2018.

Em julho deste ano, a taxa registrada havia sido de 0,40%. Nos últimos 12 meses, a taxa é de 4,95%.

Isto significa que um contrato de aluguel de R$ 1.000 fechado em agosto de 2018 passará a custar R$ 1.049,50 a partir de setembro de 2019. De janeiro a agosto, a inflação do aluguel acumula alta de 4,09%.

O IGP-M é conhecido como “inflação do aluguel” porque é o indicador normalmente utilizado para corrigir os valores de contratos de aluguel.

O índice é composto por três indicadores econômicos: IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo), IPC (Índice de Preços ao Consumidor) e INCC (Índice Nacional de Custo da Construção).

O IPA registrou passou de 0,40% para -1,14% em agosto. O IPC variou 0,23% e o INCC subiu 0,34%.

R7

 

Confiança da construção cresce 2,2 pontos em agosto, diz FGV; maior patamar desde dezembro de 2014

Foto: Arquivo/Agência Brasil

O Índice de Confiança da Construção (ICST), da Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 2,2 pontos de julho para agosto deste ano e chegou a 87,6 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. Esse foi a terceira alta seguida do indicador, que atingiu seu maior patamar desde dezembro de 2014, quando havia ficado em 88,7 pontos.

A alta foi influenciada tanto pela melhora da situação corrente quanto pelas expectativas de curto prazo do empresariado da construção. O Índice da Situação Atual avançou 2,5 pontos e chegou a 77,6 pontos, maior patamar desde fevereiro de 2015 (81,4 pontos), resultado explicado em boa parte pela melhora da percepção sobre a situação atual da carteira de contratos.

O Índice de Expectativas cresceu 1,9 ponto e passou para 97,9 pontos, maior patamar desde janeiro de 2014 (99,1 pontos). Os dois quesitos deste índice contribuíram positivamente para o resultado: a demanda prevista nos próximos três meses e a tendência dos negócios nos próximos seis meses.

Para a pesquisadora da FGV Ana Maria Castelo, o resultado mostra que a percepção dominante entre os empresários é que o ambiente está mais favorável. Apesar disso, o Índice da Situação Atual ainda está, segundo ela, em um patamar que indica atividade baixa. Para ela, o ritmo se mostra lento e é insuficiente para alavancar a economia.

A FGV também destacou que nos últimos anos, o Programa Minha Casa, Minha Vida exerceu um papel fundamental de sustentação da atividade durante a crise. Mas, desde o início do ano, o contingenciamento da União tem levado à paralisação de obras “ou seja, o programa perde cada vez mais sua capacidade para atenuar os efeitos da crise”, observou Ana Maria Castelo.

Agência Brasil

Confiança do consumidor avança 2,1 pontos de junho para julho, diz FGV

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O Índice de Confiança do Consumidor, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) cresceu 2,1 pontos de junho para julho e chegou 84,2 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. Apesar da alta, o indicador não conseguiu se recuperar das perdas sofridas nos meses anteriores e ainda continua baixo em termos históricos.

De março para junho, o indicador perdeu 9,9 pontos. Segundo a coordenadora da Sondagem do Consumidor da FGV, Viviane Bittencourt, a recuperação “apenas parcial” de julho sugere que o ritmo lento da economia e do mercado de trabalho continuam pesando bastante nas avaliações do consumidor.

O Índice de Situação Atual, que avalia a confiança no momento presente, subiu 2,3 pontos, para 74,1 pontos, que ainda é segundo menor nível no ano. O Índice de Expectativas, que avalia o otimismo em relação ao futuro, subiu 1,9 ponto em relação ao mês anterior, para 91,9 pontos, após três meses de queda.

Agência Brasil

PIB brasileiro cresceu 1% em 2017, diz FGV

Segundo a Fundação Getulio Vargas, o indicador cresceu depois de dois anos de retração, com resultados positivos na agropecuária (12,8%), indústria (0,1%) e no setor de serviços (0,3%) – Isac Nóbrega/PR

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu 1% em 2017 e atingiu o valor de R$ 6,51 trilhões, segundo o Monitor do PIB da Fundação Getulio Vargas (FGV). O indicador, divulgado hoje (21), não é um dado oficial, já que o PIB é calculado oficialmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e será divulgado no dia 1º de março.

Segundo a FGV, o indicador cresceu depois de dois anos de retração, com resultados positivos na agropecuária (12,8%), indústria (0,1%) e no setor de serviços (0,3%). Entre os segmentos da indústria, a principal alta ficou com a extrativa mineral (4,5%). A construção teve a única queda dentro da indústria (-5%).

Entre os segmentos dos serviços, o destaque ficou com o comércio (1,8%). Também cresceram os grupos de transportes (1,1%), imobiliários (1%) e outros serviços (0,7%). Tiveram queda os serviços de informação (-1,7%), intermediação financeira (-1,6%) e administração pública (-0,6%).

Sob a ótica da demanda, o consumo das famílias, com alta de 1,1%, e as exportações, com avanço de 6%, foram os responsáveis pelo crescimento da economia brasileira. Os investimentos tiveram queda de 1,9% e o consumo do governo recuou 0,5%. As importações cresceram 4,9%.

Último trimestre

No quarto trimestre do ano, o PIB cresceu 2,3% na comparação com o mesmo período do ano anterior, com altas de 5,1% na agropecuária, 3,1% na indústria e 1,9% nos serviços. Sob a ótica da demanda, foram registrados crescimentos de 3% no consumo das famílias, 3,5% nos investimentos e 12,4% nas exportações. O consumo do governo manteve-se estável.

Agência Brasil

 

Índices apontam retomada do crescimento econômico, diz FGV

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE) para o Brasil voltou a subir em janeiro, com alta de 1,3%, alcançando 116,5 pontos. O resultado é mais expressivo do que o de dezembro, quando o índice foi de 0,9% e 114,5 pontos. Dois oito indicadores que formam o índice, sete ajudaram na elevação, principalmente o Ibovespa, que apresentou alta de 11,1%.

O indicador é apurado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/ FGV) em conjunto com a instituição norte-americana The Conference Board (TCB), e permite comparar a situação econômica do Brasil com a registrada em outros 11 países e regiões, onde é feito esse tipo de pesquisa (China, Estados Unidos, Zona do Euro, Austrália, França, Alemanha, Japão, México, Coréia, Espanha e Reino Unido).

No mesmo período também ocorreu alta de 0,2% no Indicador Coincidente Composto da Economia (ICCE), que atingiu 102,8 pontos. Por meio do índice é possível avaliar as atividades econômicas já que ele é composto por dados sobre a produção industrial, vendas no varejo, consumo de energia elétrica e de papel ondulado, emprego e renda dos assalariados.

Para o economista da FGV/Ibre, Paulo Picchetti, o avanço evidencia a retomada do crescimento econômico. “Apesar das incertezas ainda existentes em relação ao quadro fiscal, o IACE, através de seus componentes de expectativas, aponta na direção da continuidade desta recuperação”, afirmou.

O IACE é composto por oito componentes: índices de expectativas das sondagens da Indústria, de serviços e do consumidor; índice de produção física de bens de consumo duráveis; índice de quantum de exportações; índice de termos de troca; Ibovespa; e taxa referencial de swaps DI pré-fixada – 360 dias.

O ICCE é constituído pelos seguintes componentes: índice de produção física da Indústria; consumo de energia elétrica na indústria; Índice de volume de vendas do comércio varejista; expedição de papel e papelão ondulado; número de pessoas ocupadas; e rendimento médio real do trabalho assalariado.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. lopes disse:

    Kkkkk…ó estatística pra mintir

Confiança do consumidor sobe 6,2 pontos em janeiro, diz FGV

A expectativa de melhora da economia, aliada à queda da inflação e a redução das taxas de juros contribuíram para o aumento de 6,2 pontos no Índice de Confiança do Consumidor (ICC) em janeiro deste ano, passando a 79,3 pontos. A reversão do quadro de queda da confiança do consumidor compensou a maior parte das perdas acumuladas nos dois últimos meses do ano e que chegou a 6,7 pontos.

Os dados relativos à Sondagem de Expectativas do Consumidor foram divulgados hoje (25), pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV) e permitiu que o indicador retornasse aos patamares próximos aos de setembro do ano passado.

Segundo a FGV, houve em janeiro uma acomodação das avaliações dos consumidores em relação à situação presente, aliada a uma expectativa menos negativa em relação ao futuro no que se refere a economia, finanças, emprego, compras, inflação e taxa de juros.

Com isto, o Índice da Situação Atual avançou 2,9 pontos, para 68,1 pontos, enquanto o Índice de Expectativas subiu 8,3 pontos, atingindo 88,1. A coordenadora da Sondagem do Consumidor, Viviane Seda Bittencourt, comentou os dados de janeiro da pesquisa e a reversão da tendência da posição dos consumidores sobre a economia brasileira.

“A alta da confiança em janeiro está relacionada às expectativas de melhora do ambiente econômico com a queda na inflação e a aceleração do movimento de redução das taxas de juros prevista no curto prazo”, disse.

A economista chama a atenção para a melhora da expectativa que acontece mesmo com os níveis de incerteza ainda altos e as perspectivas para o mercado de trabalho se mantendo ruins neste primeiro semestre. “Mas as boas notícias da virada de ano aumentaram as chances de uma recuperação da confiança (ou, por enquanto, alívio da desconfiança) nos próximos meses”, explicou.

Satisfação do consumidor

Com a mudança do quadro verificado pela FGV na Sondagem de Expectativas, a satisfação do consumidor com relação à situação financeira familiar atingiu 61,6 pontos, uma variação de 4,3 pontos em relação ao mês anterior, quando atingiu o mínimo histórico ao fechar em 57,3 pontos.

Dentre os quesitos integrantes do Índice de Confiança do Consumidor, aquele que mede o grau de otimismo em relação à situação econômica nos seis meses seguintes foi o que mais contribuiu para a alta da confiança em janeiro. O indicador subiu 8,4 pontos, recuperando parte das perdas de -9,6 pontos ocorridas nos últimos dois meses.

Comparando os resultados por faixas de renda, houve, segundo a FGV, aumento da confiança em todos os níveis, com a faixa de renda familiar mensal entre R$ 2.100,01 e R$ 4.800,00, contribuiu para o aumento do Índice de Confiança do Consumidor. Nesta faixa de renda familiar, houve uma variação de 11,3 pontos, elevando o indicador a 83 pontos – o maior nível desde janeiro de 2015.

Na Sondagem de Expectativas do Consumidor relativa a janeiro, a FGV coletou informações em 2.086 domicílios entre os dias 2 e 21 de janeiro. A próxima divulgação da Sondagem do Consumidor ocorrerá em 22 de fevereiro de 2017.

Agência Brasil

 

Preços dos alimentos voltam a cair e aliviam a inflação, diz FGV

supermercados_1_0O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) apresentou variação de 0,18% na terceira prévia de setembro, variação que é 0,09 ponto percentual inferior à da última apuração (0,27%).

Cinco dos oito grupos pesquisados tiveram queda com destaque para alimentação (de 0,44% para 0,11%). Nesta classe de despesa, o índice teve o impacto, principalmente, dos laticínios que ficaram em média 1,86% mais baratos. No levantamento anterior, os preços destes produtos já tinham recuado 0,21%.

A pesquisa do IPC-S é feita pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) em sete capitais: Recife, Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre.

Em educação, leitura e recreação houve alta de 0,39%, bem abaixo do aumento verificado na segunda prévia (0,72%). No grupo transportes, a variação caiu de 0,04% para 0,02%; em saúde e cuidados pessoais (de 0,39% para 0,37%) e despesas diversas (de -0,22% para -0,28%).

Alimentação e roupas

Já em habitação, houve elevação no ritmo de aumento (de 0,21% para 0,27%) e o mesmo foi constatado em vestuário (de 0,05% para 0,33%) e comunicação (de -0,01% para 0,01%).

Os itens que mais pressionaram a inflação no período foram: plano e seguro de saúde com alta de 1,05%; banana-nanica (28,69%); refeições em bares e restaurantes (0,46%); tomate (10,91%) e passagem aérea (9,61%).

Entre os que ajudaram a conter a inflação estão: leite tipo longa vida (-7,02%); batata-inglesa (-22,50%); gasolina (-1,03%); banana-prata (-6,01%); feijão-carioca (-4,68%).

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. cabral disse:

    E mais fácil o Neymar cair do que esses preços

  2. ALEX DUBEUX disse:

    GOSTARIA DE SABER QUAL O SUPERMERCADO PARA QUE EU POSSA IR LÁ FAZER A FEIRA.
    PQ ATÉ AQUI NÃO VEJO NENHUM PREÇO CAIR.

    • Ed disse:

      Concordo com o Alex. Por onde compro não vejo os preços caírem.

    • Rômulo disse:

      Procure melhor, que você acha! Já tem supermercado vendendo leite longa vida por menos do que R$ 3,00. Há pouco tempo era raro achar a menos do que R$ 4,00.

‘Inflação do aluguel’ dobra em junho e atinge 12,21% em 12 meses, diz FGV

O IGP-M, índice usado como referência para a correção de valores de contratos de aluguel, mais que dobrou em junho em relação a maio e atingiu 12,21% no acumulado em 12 meses, informou a FGV (Fundação Getulio Vargas) nesta quarta-feira (29).

Em junho, a inflação avançou para 1,69%, ante 0,82% em maio e 0,33% em abril.

Os preços dos produtos agropecuários pressionaram o índice em junho. O maior responsável pelo aumento foi o IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo), que mede a variação dos preços no atacado e responde por 60% do índice geral. O índice saltou de 0,98% em maio para 2,21% neste mês pressionado pelo subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de 2,30% para 9,96%.

Somente os produtos agropecuários no IPA tiveram alta de 5,89% neste mês, acelerando ante o avanço de 2,58% em maio.

Excluindo o subgrupo alimentos in natura e combustíveis, a alta dos bens finais foi de 0,74% neste mês, depois de ter atingido 0,22% em maio.

O grupo saúde e cuidados pessoais foi a principal contribuição para a desaceleração do IPC (Índice de Preços ao Consumidor) em junho. O índice, com peso de 30% no índice geral, teve variação de 0,33% em junho, ante 0,65% em maio. Saúde e cuidados pessoais avançou 0,67% em junho, após ter alta de 2,21% em maio.

Alimentos (de 0,77% para 0,12%), despesas diversas (de 2,44% em maio para 1,48%), transportes (-0,13% para -0,26%) e comunicação (de 0,29% para 0,13%) contribuíram para a desaceleração do IPC em junho.

Já o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) registrou avanço de 1,52% em junho, contra 0,19% em maio.

Folha Press

Inflação prevista pelo consumidor para os próximos 12 meses chega 10%, diz FGV

A inflação prevista pelo consumidor brasileiro para os próximos 12 meses chegou a 10%, em agosto, 0,3 ponto percentual acima previsão estabelecida no mês anterior. Com o resultado, o indicador atinge, pelo sexto mês consecutivo, o recorde da série iniciada em setembro de 2005 e entra pela primeira vez na casa dos dois dígitos.

Os dados foram divulgados, hoje (24), pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Segundo o economista Pedro Costa Ferreira, da FGV, o resultado, apesar de esperado, é “surpreendente”. “É difícil imaginar que alguém no início do ano previsse uma aceleração tão forte das expectativas de inflação dos consumidores”, acrescentou.

O resultado, conforme disse Ferreira, reflete o dia a dia do consumidor que convive com um aumento no preço de diversos produtos e serviços.

Agência Brasil

Confiança do consumidor recua 6,1% em novembro e vai ao menor nível desde 2008, diz FGV

A confiança do consumidor brasileiro teve nova queda em novembro, segundo pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgada nesta segunda-feira (24). O indicador caiu 6,1% em relação a outubro, para 95,3 pontos – o menor patamar desde dezembro de 2008.

Houve piora tanto na satisfação com a situação presente quanto nas expectativas em relação aos próximos meses.

A satisfação com a situação atual caiu 5,1%, para 96,6 pontos, o menor da série histórica da FGV, que tem início em setembro de 2005. Já o índice que mede as expectativas recuou 6,8%, para 94,7 pontos.

“A preocupação com a inflação, o mercado de trabalho e, mais recentemente, com a alta da taxa de juros, contribuiu, em novembro, para o aprofundamento da tendência de queda da confiança do consumidor observada ao longo dos últimos 12 meses”, afirma, em nota, Tabi Thuler Santos, economista da FGV/IBRE.

Indicadores

Todos os cinco indicadores que compõem o Índice de Confiança do Consumidor tiveram piora na passagem de outubro para novembro.

A maior queda foi no indicador sobre a situação econômica atual, que caiu 12,1%, para 53 pontos, o menor patamar da série da FGV. A proporção de consumidores que avaliam a situação como boa caiu de 10,7% em outubro para 9% este mês. Já a dos que consideram ruim aumento de 50,4% para 56%.

Já o indicador de otimismo com a economia nos próximos seis meses caiu 12%, para 84,5 pontos, o menor desde dezembro de 2008. A proporção de consumidores afirmando que a situação econômica vai melhorar nos próximos meses diminuiu de 23,8% para 22,2%, enquanto a fatia dos que acham que a situação vai piorar aumentou 9,9 pontos percentuais, de 27,8% para 37,7%.

G1 e o Globo