Mesmo com o Brasil em crise, o Senado gastou sem pudor, de janeiro a agosto, R$ 12,1 milhões com verba indenizatória, batizada de “cotão” ou “Cota para Exercício da Atividade Parlamentar”. Além do salário atual de R$ 33,7 mil, cada senador pode solicitar “ressarcimento” de todas as despesas que quiser, de mordomias a “consultorias”, apesar de dispor de quadro de servidores dos mais qualificados de Brasília.
Com os R$ 12,1 milhões do “cotão”, o Senado poderia ajudar a reduzir o déficit habitacional construindo 174 casas populares.
Com cotão, os senadores não precisam se submeter às regras da Lei de Licitações, na hora de comprar materiais e contratar serviços.
Em todo o ano de 2015, o Senado torrou R$ 35,58 milhões com o “cotão”. O gasto sempre cresce de forma expressiva no fim do ano.
Entre as despesas que os senadores põem na conta do contribuinte estão aluguel, material de consumo, Correios, combustíveis etc.
Pobres brasileiros, não sabem votar, se vendem por um vintém, são analfabetos políticos, são levados por falsas promessas de políticos analfabetos e acima de tudo não sabem nada de política. Basta uma banda de forró que logo tudo se resolve. Tristeza.
O POVO VOTA MAL e REPETE o VOTO RUIM MESMO O POLÍTICO NÃO TENDO FEITO O QUE PROMETEU. O PT REPETIU AS PROMESSAS POR 13 ANOS E FOI SE ELEGENDO A CADA CAMPANHA.
OS POLÍTICOS QUE ESTÃO COM MANDADO SÃO ELEITOS A MUITAS ELEIÇÕES;
ELEIÇÃO GERAL NÃO VAI RESOLVER O PROBLEMA SE NÃO HOUVER ANTES UMA AMPLA REFORMA POLÍTICA. ELEIÇÃO AGORA SÓ VAI RESOLVER O PROBLEMA DE QUEM ESTÁ PRESTES A PERDER O FORO PRIVILEGIADO.
Tem que tirar todos esses políticos. A população toda sofrendo com a crise, desemprego e esses ladrões tirando o dinheiro do povo, gastando com besteiras e orgias.
O povo brasileiro precisa dar a resposta nas urnas.
O governo do presidente Michel Temer decidiu relicitar as concessões de rodovias e aeroportos feitas sob a administração de Dilma Rousseff que não estiverem cumprindo seus contratos.
A proposta de fazer uma medida provisória para permitir que o governo volte a ofertar no mercado essas concessões, que foram ganhas entre 2013 e 2014 por grandes grupos nacionais -a maioria envolvida na Operação Lava Jato-, será levada à reunião inaugural do Conselho da PPI (Programa de Parceria em Investimentos), marcada para esta terça-feira (13).
O PPI, chefiado por Moreira Franco, coordenará um novo modelo de concessões federais à iniciativa privada.
O objetivo da medida provisória é que as atuais concessionárias sejam indenizadas pelos novos vencedores no que diz respeito aos investimentos já feitos e poderão concorrer nas disputas por outras concessões.
A decisão de relicitar foi tomada para evitar que uma dívida superior a R$ 4 bilhões seja assumida por bancos privados e públicos garantidores do financiamento das concessões.
IMAGEM
O governo também está preocupado em não passar
a imagem, principalmente a investidores estrangeiros, de que a União socorre empresas que não cumprem seus contratos.
Concessionárias não estão fazendo obras previstas ou não têm garantidos os empréstimos para concluí-las.
Nos cinco primeiros anos de contrato, os investimentos previstos superavam R$ 25 bilhões. As companhias vencedoras argumentam que o governo anterior prometeu empréstimos em grande valor (70% do investimento) e com juros subsidiados (TJLP + 2% ao ano), o que acabou não se confirmando.
As concessionárias também dizem ter assumido despesas que deveriam ter sido feitas pelo governo.
O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), que emprestaria os recursos, diz que não havia garantia de que os financiamentos seriam concedidos, que nem todos os projetos se mostraram viáveis e que as condições econômicas e das empresas mudaram após o leilão, o que impede a concessão de crédito no teto proposto.
O problema afeta outras obras, como a Linha 6-Laranja do Metrô de São Paulo, que vai ligar os bairros de Brasilândia e Liberdade e cujo consórcio anunciou paralisação de parte do projeto na semana passada.
Ré em processo decorrente da Operação Lava Jato, a jornalista Claudia Cruz, mulher do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou que trabalhou a vida inteira e que tem como comprovar que gastos de luxo que fez no exterior não são fruto de propina recebida pelo marido.
As declarações foram dadas em entrevista ao programa “Conexão Repórter”, do SBT, exibido na madrugada desta segunda-feira (12).
De acordo com a denúncia do Ministério Público acolhida pelo juiz federal Sergio Moro, Cruz se beneficiou de parte da propina de US$ 1,5 milhão que Eduardo Cunha teria recebido para viabilizar a compra, pela Petrobras, de um bloco para exploração de petróleo na costa do Benin, na África, em 2011.
“Trabalhei a vida inteira, trabalho. Posso comprovar o recebimento de uma indenização financeira”, disse Claudia Cruz, que foi por muito tempo apresentadora da TV Globo no Rio de Janeiro.
Apesar da declaração, ela e Cunha, que foram o centro do programa de pouco mais de uma hora de duração, relutaram em falar ao repórter Roberto Cabrini sobre a conta no exterior no nome da jornalista e que, segundo o Ministério Público, foi abastecida com dinheiro do petrolão.
“Nunca perguntei mesmo [a Cunha se a origem do dinheiro da conta era de propina], se passasse pela minha cabeça perguntar não estaria ao lado dele. Estou, continuo e faria tudo de novo”, disse a jornalista.
O dinheiro do petrolão, de acordo com os investigadores, passou por uma triangulação em contas controladas por Cunha até chegar a uma conta na Suíça chamada Köpek –controlada por Cruz. Essa conta bancou gastos luxuosos de cartão de crédito em lojas, restaurantes e hotéis ao longo de sete anos.
“O fluxo dessas propinas acertadas em contratos da Petrobras evidencia que parte desses valores transitaram em conta bancária de Cláudia Cordeiro Cruz, que utilizou tais recursos para pagar cartão de crédito e bancar compras de luxo que fazia no exterior”, diz a denúncia da Procuradoria.
Sobre um gasto específico, na academia de tênis do treinador Nick Bollettieri na Flórida –uma das mais prestigiadas do mundo, que já treinou campeões mundiais como Andre Agassi, Boris Becker e as irmãs Williams–, Claudia Cruz disse que ele ocorreu para pagar estudos de um dos filhos. E ironizou: “Não sei jogar nem ping pong”.
Para os procuradores, entretanto, a versão de Cruz, de que não tinha conhecimento da origem ilícita do dinheiro, é “pouco crível”.
A jornalista, que nunca falou publicamente sobre as acusações contra ela e o marido, afirmou ainda não ter medo de ser presa e que se incomoda com e exposição dela e de sua família. “O que mais me incomoda é nos tratar como mentirosos, como fúteis, isso é o pior. (…) Qual mulher não faz uma compra independente do valor da compra, ela faz de acordo com a sua condição financeira, todas as mulheres da minha condição financeira fazem.”
Claudia Cruz demonstrou ainda confiar na inocência do marido. “Meu marido está e ficará na história.”
Protesto contra governo Temer, na avenida Paulista, São Paulo, 11/09/2016 (Foto: Marcos Alves / O Globo)
El País
O senso comum aponta que os protestos de rua que começaram em São Paulo desde que Michel Temer foi confirmado na presidência estariam reunindo apenas pessoas contrárias ao impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff. Mas, algumas conversas com os integrantes das marchas que se repetem há pouco mais de dez dias na capital paulista revelam um mosaico de ideias e posições, distante da polarização binária que se concebe inicialmente. Luana*, por exemplo, uma ativista negra de São Paulo que prefere não revelar seu nome verdadeiro à reportagem do EL PAÍS, avalia que classificar o impeachment de Dilma como golpe é forte demais. A jovem, que participou no último dia 7 de setembro do protesto contra Temer, tem uma leitura particular sobre a destituição da agora ex-presidenta. “O PT quis dizer que é golpe, mas para mim não é. [Falar de golpe] é um tipo de marketing. Eles [os políticos] são todos farinha do mesmo saco”, diz a jovem que aparenta ter menos de 30 anos.
Luana foge do estereótipo daqueles que acreditam que os protestos anti-Temer são formados por petralhas ressentidos com o impeachment. “Não votei na Dilma. Não acredito em sistema de eleição. E apoio a saída do Temer porque ele está tirando coisas que as pessoas demoraram muito tempo para conseguir, em questão de minutos”, diz Luana, que empunhava uma bandeira nas cores roxa e preta – “sou feminista anarquista”, explicou –, enquanto caminhava na marcha que terminou no centro da cidade. As ‘coisas’ tiradas por Temer, a que se refere, são os direitos sociais que estão comprometidos pelos acenos de ajuste fiscal do Governo.
Daniel, por outro lado, votou em Dilma em 2014. Mas apoiou o seu impeachment por reconhecer que ela cometeu erros demais, incluindo o descontrole com as contas públicas que embasaram o pedido de destituição do cargo. “Não tem como negar que ela foi uma má administradora do país. Por isso fui a favor da sua saída”, diz. Os erros do seu Governo, porém, se estendem ao vice. “Também sou a favor do impeachment de Temer pois ele estava junto. De certa forma, Temer estava envolvido com tudo”, disse o estudante de Administração, enquanto caminhava pela avenida da Consolação, no dia 7, no meio do grupo que gritava “Fora Temer”. “Acredito que é necessário ter novas eleições”, completa Daniel. O jovem tem 20 anos, cursa Administração de Empresas e tem marcado presença em todos os protestos desde o impeachment, no último dia 31.
É tanta informação tendenciosa e pretenciosa na Mídea que o povo nem sabe mais quem está falando a verdade! Foi o tempo em que a Mídea era imparcial. As pessoas estão buscando informações nas redes socias, sem questionar a veracidades dos fatos! Que adianta tanta informação se nada muda!
Os comentários nesse Blog ta ficando pior do que os comentários do G1. É cada pessoa sem estudo comentando, por pura ignorância sobre o assunto. Da pena!
Fora temer (não merece letra maiúscula); contra as reformas trabalhistas e previdenciária; A Petrobrás é do Brasil; Abaixo os golpistas!!!
Todas essas e outras palavras de ordem são consenso nos democratas que foram as ruas.
Por que os coxinhas (inclusive os jornalistas babões e golpistas) não vão à rua apoiar temer (sem maiúscula)?
Carlão, onde você estava quando o PT saqueava a empresa que agora finge defender? Porque você não foi as ruas contra isso? Para os petralhas roubar não é tanto assim um problema desde que o produto fique com o PT. Roubar só é errado se for outro o bandido, mas os de casa podem.
Relembrando a sua memória fraquejante e aparentemente carcormida pelo Alzheimer que quem colocou Temer na chapa como vice e que quem votou nele foram vocês.
Não houve golpe. Houve um convite repetido DUAS VEZES para que ele fosse o vice da Presidanta.
Escolheu sabendo quem era Temer, quem era o PMDB. Então assuma a SUA responsabilidade e deixe de ladrar sua ignorância.
O PT sempre se escondeu na própria sombra, são mestres em esconder os fatos.
Essa ideia golpista de ELEIÇÕES GERAIS é mais uma manipulação grosseira para tentar manter os PETISTAS NOS CARGOS. Eles sabem que o DESGASTE do PT É ENORME e TENDE a CONTINUAR, assim vão perder a maioria das cadeiras que hoje tem na câmara e no senado.
Figuras como Lindemberg, José Guimarães, Gleisi e incontáveis petistas sabem das dificuldades numa reeleição em 2018, tendo como unica e última esperança esse golpe de eleições gerais.
ELEIÇÕES HOJE SEM REFORMA POLÍTICA só tem 01 objetivo: Eleger os péssimos políticos de sempre.
LULA sabe que vem por aí uma pesada carga de investigações e desgaste a sua pessoa, a justiça tem se municiado de PROVAS e MAIS PROVAS para chegar a "alma mais questionável do país". Lula sabe que 2018 estará dando passos largos a caminho do findo do poço. Então lançou a famigerada ideia das "eleições gerais" como tábua de salvação.
IMAGINEM Lula, Lindemberg, Gleise e cia ltda SEM FORO PRIVILEGIADO… será um salve-se quem puder e eles estão desesperados com isso,,.
Sinceramente não sei o que esses vermes estão defendendo, porque manifestações desse tipo normalmente se defende o pais , mas ai é aonde esta o problema alguém me mostre uma bandeira do nosso sofrido BRASIL.
COM CERTEZA ESTES MILITOTONTOS NÃO TEM O QUE FAZER, VÃO ARRANJAR UMA LAVAGEM DE ROUPA, ANTES NÃO QUERIAM UM , AGORA NÃO QUEREM OUTRO, SE ENTRAR OUTRO TAMBEM NÃO VAO QUERER, É SO A VERBA ACABAR DE VEZ E ACABA ESTA PORCARIA, ESTÃO É QUERENDO BOTAR O MOLUSKO DE VOLTA PARA ACABAR O RESTINHO QUE AINDA SOBROU
As coisas poderiam estar mais tranquilas para Michel Temer, pois Dilma Rousseff foi deposta, Lula enfrenta um surto de morofobia e o PT está tonto. No entanto, depois de usufruir de um ensaio que durou os 111 dias da interinidade, seu governo deu vexame na estreia. Se a gestão efetiva de Temer fosse um filme, as primeiras cenas indicariam que o enredo é sobre uma embarcação temerária, uma tripulação presunçosa e uma pedra de gelo. Tudo muito parecido com Titanic.
Nos dez dias inaugurais da administração seminova, viu-se um comandante deslumbrado, assessorado por contramestres despreparados. O novo elenco parece ter tomado gosto pela vingança, esquecendo-se que tem a obrigação de entregar aos passageiros, sobretudo aos que se encontram no porão, perto da casa de máquinas, três rimas pobres: temperança, segurança e esperança.
As relações com Dilma começaram a azedar quando Temer, preparando-se para desembarcar da função de coordenador político de um governo hemorrágico, declarou que “o país precisa de alguém que tenha a capacidade de reunificar a todos”. Interino, prometera a “pacificação nacional”. Efetivado, destilou raiva na primeira reunião ministerial.
“Quero contestar, a partir de agora, essa coisa de golpista. Golpista é você, que está contra a Constituição. Golpe é qualquer um que proponha ruptura constitucional. Não estamos propondo ruptura constitucional. Agora, nós não vamos levar ofensa para casa. Agora, as coisas se definiram. Golpista é quem derruba a Constituição.”
Dirigindo-se à sua base congressual, Temer passou uma carraspana, não coordenadas. Abespinhado com a adesão do PMDB ao impeachment meia-sola —com deposição, mas sem inabilitação—, engrossou a voz: “Se há gente que não quer governo dando certo, declare-se. Essa divisão na base é inadmissível. Se é governo tem que ser governo.”
Temer disse tudo isso e embarcou para a China, como se não houvesse um Brasil por refazer. Poderia ter incumbido o ministro Henrique Meirelles (Fazenda) de representá-lo na reunião do G-20. Mas trocou a emergência de um país em crise por uma beirada de foto na companhia de chefes de Estado que não estavam nem aí para sua presença.
Na China, Temer desfilou com Renan Calheiros a tiracolo. O mesmo Renan que, horas antes, discursara no Senado para pedir aos colegas que não fossem “maus e desumanos” com Dilma. Não seria razoável, ele dissera, que, além da “queda”, Dilma fosse submetida ao “coice” que a empurraria para fora da vida pública por oito anos. Foi a partir desse lero-lero que a maioria dos senadores escoiceou a Constiuição.
Em três décadas de vida pública, Temer construiu uma imagem de sobriedade. Traz dentro da boca uma fita métrica, não uma língua. Mede cada palavra. Na China, porém, algo lhe subiu à cabeça. E não foi juízo. Instado a comentar o ronco do asfalto, referiu-se aos partidários do ‘Fora Temer’ como “as 40 pessoas que quebram carro?” Ecoando-o, o chanceler José Serra declarou que as manifestações eram “mini, mini, mini, mini…”
Foi como se o governo, contaminado pela atmosfera dos Jogos do Rio, resolvesse disputar consigo mesmo uma subolimpíada de modalidade única: o tiro ao pé. Cutucado, o asfalto rosnou um pouco mais alto. E o governo ensinou que é errando que se aprende… A errar.
No feriado de 7 de Setembro, os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Geddel Vieira Lima (Coordenacão Política), dois diletos amigos do presidente, voltaram a menosprezar as vaias e os gritos de “Fora Temer”. Olharam para a arquibancada montada na Esplanada de Brasília sem se dar conta de que o alarido soava em 25 Estados. As vaias foram a trilha sonora de Temer também na cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos.
Elsinho Mouco, marqueteiro do PMDB, criou um par de bordões. Contra o ‘Fora Temer’, vieram à luz o ‘Bora Temer’ e o ‘Fora Ladrão’, uma alusão aos escândalos que tisnaram as administrações do PT. Simultaneamente, foi guindada às manchetes a notícia de que Lava Jato mapeia as propinas recebidas na Usina de Belo Monte por pajés do PMDB de Temer. Entre eles, por exemplo, Renan Calheiros, Romero Jucá e Jáder Barbalho. Quer dizer: tomado ao pé da letra, o marqueteiro do PMDB é um feliz adepto do ‘Fora PMDB’.
O governo flertou descaradamente com o desastre desde a aprovação do impeachment. Numa evidência de que foi correspondido, o ministro do Trabalho concedeu uma ruinosa entrevista sobre a reforma trabalhista, fornecendo matéria-prima para que petistas e sindicalistas denunciem a insensibilidade social de Temer. Como confusão pouca é bobagem, o chefão da Casa Civil, Eliseu Padilha, fritou o mandachuva da Advocacia-Geral da União, Fábio Medina Osório.
Bem passado, o doutor levou os lábios ao trombone para denunciar que o Planalto trabalha mesmo para abafar a Lava Jato. Ficou no ar a impressão de que o novo governo, se não mudar urgentemente suas práticas e seu rumo, acabará se autoconvertendo num cadáver da gestão anterior. Olhando-se ao redor, percebe-se que é difícil, muito difícil, enxergar inocentes no convés do neo-Titanic. Avistam-se apenas culpados e cúmplices. Percebe-se, de resto, que faltam botes salva-vidas.
Quem será que votou nele como Vice? Fizeram a merda, agora cheirem!!!! kkkkkkkkkkk
Elites(apesar de eu não fazer parte, infelizmente)!?!?! Quem o elegeu foram vcs.. Agora assumam que o filho é de vcs… kkkkkkkkkkkkkkkkkkk!
Tudo isso que você falou e a Cara da Dilma uma Presidente Ilegítima Safada que so Governou pra Cuba, Venezuela, Africa
mentiroso, golpista , canalha canalha canalha ; quem não te conhece seu sorrateiro que te compra . hoje as 16 horas começa teu profetizo . a DELAÇAO DO TEU MACHO CUNHA COMEÇA JA JA . AGORA VC VAI SER O SANDUICHE DO CAPIROTO ; CUNHA POR TRAZ e AECIO PELA FRENTE . VOCES FUDERAM MTA GENTE ! PASSE NA FARMACIA DO POVO E COMPRE UM VAZENOL. TARDA MAIS NAO FALHA !
Eduardo Cunha é, hoje, um dos políticos mais detestados do país. A pesquisa mais recente do Datafolha mostrou que 85% dos brasileiros querem que seu mandato seja passado na guilhotina. A Câmara marcou para a noite desta segunda-feira o tão esperado momento. O encontro de Cunha com o cadafalso ocorre quase um ano depois da abertura do processo de cassação, em 13 outubro 2015. É o mais longo processo da história da Câmara.
Deve-se a demora às infindáveis manobras protelatórias adotadas por Cunha —artimanhas facilitadas por uma rede de proteção tecida com os laços monetários que unem o acusado a dezenas de deputados. De repente, inverteu-se a relação custo-benefício. As urnas municipais ameaçam cobrar um preço alto pela devoção ao profano. E as enquetes jornalísticas começaram a revelar que já se formou maioria a favor da interrupção da amnésia combinada que faz de Cunha um ser inimputável.
Os deputados não têm alternativa —ou param de agir como se nada tivesse sido descoberto sobre Cunha ou param de fingir que representam os eleitores. Se optarem por qualquer solução diferente da perda do mandato, estenderão um tapete vermelho para que o Supremo Tribunal Federal conclua o serviço que iniciou ao arrancar Cunha da linha sucessória da República, afastando-o da presidência da Câmara e suspendendo o exercício do seu mandato.
Eleito presidente da Câmara depois que Cunha renunciou ao posto, há dois meses, Rodrigo Maia disse que só levará a cassação a voto se houver em plenário a maciça presença de pelo menos 420 dos 513 deputados. Bastam 257 votos para aprovar uma cassação. A margem de segurança idealizada por Rodrigo Maia dá uma ideia do pânico que hipótese de Cunha se safar ainda provoca. Imagine-se, por exemplo, os danos que uma eventual falta de quórum causariam.
No processo da Câmara, Cunha é acusado de mentir aos colegas sobre sua condição de correntista oculto de bancos na Suíça, algo que configura a quebra do decoro parlamentar. Entretanto, assim como sucedeu com Dilma Rousseff, Cunha está sendo avaliado pelo conjunto de sua obra, que inclui o recebimento de propinas milionárias do petrolão. Não importa a modalidade do resgate. Livrando a cara de Cunha por ação ou omissão, a Câmara entraria em autocombustão.
Permitir que Cunha volte a circular pelos corredores da Câmara é o mesmo que lançar um movimento intitulado ‘Fora, Povo!’ Ficaria entendido que a elite parlamentar brasileira considera-se mais inteligente e ética do que o resto da população. Mais: para dar certo de verdade, o Brasil precisaria trocar de povo. Esse que está aí é de péssima qualidade. Não consegue entender que a desonestidade com fins comerciais não justifica a incivilidade de uma punição.
Mais um político quadrilheiro fora da política brasileira. Temos que fazer uma renovação ética e moral no congresso, elegendo candidatos que possuam caráter e diminuindo o número de deputados que mamão nas tetas do contribuinte, como também acabando com esse escárnio do suplente de senador, pois esse sim, é a pior aberração da política brasileira, o camarada assumir uma cadeira no senado sem ter concorrido a uma eleição e não ter tido nenhum voto, absurdo.
A pergunta que tem sido feita em vários palanques do RN é por onde anda Henrique Alves?
Em Natal, Henrique foi o principal articulador da coligação de Carlos Eduardo com o PMDB, chegando a indicar como vice do prefeito o deputado Álvaro Dias, que votava há até 4 meses atrás em Caicó, mas foi o indicado.
Tanto nas ruas, como nas reuniões, como no programa de televisão do prefeito, nada de Henrique.
Mesma coisa acontece nas cidades da grande Natal, Henrique não apareceu nem onde o candidato é do próprio partido.
Será o feito Lava Jato que está provocando esse sumiço?
Isso é saudade? O melhor que pode acontecer para a politica brasileira é não dar espaços de qualquer forma para este tipo de sujeito.. Já bastam os dagôs da vida, os mineiros, os maias, os alves, etc..
Realmente Lelio, só no Blog do BG mesmo porque a Cabugi, essa não abre a boca.
Eu queria ver aquele Murilo que apresenta o RN TV falando alguma coisa de ruim dos Alves. kkkkkkk. Fala nada!!!!!!
Henrique sumiu porque se ele aparecer pra pedir voto pra Carlos Eduardo aí é que a campanha dele desanda de vez.
Do jeito que Henrique tá mais sujo que pau de galinheiro só vai tirar voto!
É melhor mesmo que ele desapareça de Natal porque
aqui ele não ganha mais nem pra líder de comunidade.
Qdo é que o STF, Moro, seja lá quem for,vai julgar Henrique….alguém sabe? Eu não acredito nisto, até a imprensa local nem fala. Se jornalista falar perde o emprego. Qdo queremos saber de Henrique só sai no blog do BG!
O que eu não entendi é um cara ser candidato a vice-prefeito e ter a vida dele toda ligada a outra cidade, Caicó.
Alvaro Dias não representa Natal.
E tem mais, daqui a 2 anos Carlos Eduardo se canditará a Governador e se ganhar Alvaro Dias vira prefeito de uma cidade que ele não conhece nem tem apego.
O Deputado Antônio Jácome gravou na noite deste domingo (11), um vídeo em sua residência em que reafirma o seu voto favorável a cassação do deputado Eduardo Cunha.
Jácome também confirmou sua presença na capital federal amanhã, segunda (12).
Excelente a opção do nobre Deputado. Mas e os Outros??
Fábio Faria, Walter Alves, Rogerio Marinho, Fatima Bezerra, Betinho Rosado, Zenaide, Rafael Mota, Felipe Maia, como vão VOTAR??
VÃO TRAIR e ENVERGONHAR seus Eleitores do RN e Defender um bandido como o Eduardo Cunha??!
Se fizerem isto, o povo do RN não pode eleger eles mais NUNCA!!! E NEM VOTAR nos candidatos a PREFEITO e VEREADOR que eles apoiam aqui no RN em 2016!!!
SEEELVA!!!
A Zenaide Maia já mostrou para que serve, agora vamos ver os restantes
Creio que Zenaide, mais uma vez irá honrar o povo do RN. Por sua honestidade, como falou no discurso da votação contra Dilma: " Pela Democracia, pelos avanços socias, e por saber que Eduardo cunha e Michel Temer não são solução para o Brasil".
Quem vê o coronel reformado da Polícia Militar Pedro Chavarry Duarte, de 62 anos, ostentando as patentes que lhes foram conferidas ao longo dos 42 anos de atividades, não imagina o rastro de crimes que ele deixou até ser preso no fim da noite deste sábado, acusado, desta vez, de estupro de vulneráreis e corrupção ativa. O crime da vez começou a ser desvendado por volta das 20h, quando o agente foi a uma loja de fast food que fica na Rua Barreiros, em Ramos. Lá, enquanto a atendente recebia o pedido de um lanche, ela viu que uma criança acompanhava o coronel reformado no banco do carona. Minutos depois, o coronel foi pegar o sanduíche e a menina de 2 anos, que até então estava vestida, foi vista nua.
— Essa não foi a primeira vez em que ele apareceu com uma criança por aqui — revelou uma testemunha, que relembrou: — Ele se assustou quando a atendente viu a menina, nua e virada para ele, mas continuou ali. Pegou o lanche, desligou os faróis e ficou no estacionamento por volta de 20 minutos. A atendente ficou assustada com a situação e comentou com uma cliente, que ligou para a polícia. Em pouco tempo, os policiais apareceram por aqui — revelou a testemunha.
Ainda segundo o relato, o acusado se assustou ao ver a sirene acesa e tentou sair pelo outro lado, mas foi denunciado pelos cerca de 15 clientes que estavam no local.
— Ele, que nem chegou a sair do carro, ficou muito assustado ao ser reconhecido, com os olhos enormes — acrescentou a testemunha.
Pedro Chavarry Duarte conseguiu fugir, mas foi abordado pelo agentes do 22º BPM (Benfica) na altura do número 576. O acusado tentou subornar os militares, mas foi levado para Cidade da Polícia, no Jacaré, Zona Norte do Rio, e depois encaminhado para o Batalhão Especial Prisional (Bep) da Polícia Militar, em Niterói.
Em nota, a Polícia Militar informou que o coronel reformado, além de responder perante a Justiça comum, também será submetido a um Processo Administrativo Disciplinar que julgará sua expulsão.
“Resolvo tudo na segunda-feira. Na segunda vai fazer sol. Tá ventando, hoje. Vamos acabar com essa ocorrência”, ameaçou o coronel. Ainda de acordo com o relato dos PMs que participaram da prisão, o oficial ainda ofereceu vantagens e fez gestos como se estivesse oferecendo dinheiro.
Minutos depois, uma mulher ainda não identificada apareceu no local e informou que a mãe da menina estava presa e que ela era responsável por tomar conta da criança. Ela foi orientada a comparecer à Delegacia da Criança e Adolescente Vítima para prestar esclarecimentos durante a semana e, portanto não foi presa. No registro de ocorrência, ela aparece como envolvida no caso.Logo depois, uma outra mulher chegou ao local com a certidão de nascimento da pequena. Ela afirmou para os PMs que o oficial dava dinheiro para sair com a garotinha.
Pedro Chavarry Duarte, de 62 anos, é presidente da Caixa Beneficente da Polícia Militar do Rio de Janeiro desde 2010. Na década de 1990, o então capitão Chavarry foi investigado por envolvimento com o jogo do bicho e receber propina do contraventor Castor de Andrade. Ele ingressou na corporação aos 19 anos. Formado em Direito, Chaverry passou pelo gabinete de quatro comandantes-gerais, relações-públicas da PM e membro da mesa diretora da irmandade de Nossa Senhora das Doras da PM. Em 2014, ele foi candidato a deputado federal pelo Rio, pelo Partido Social Liberal, mas não foi eleito.
Na tarde deste domingo, dia 11, Paulinho (PR), candidato a prefeito de São Gonçalo do Amarante, pela coligação ‘Seguindo Com as Mudanças’, usou sua página na rede social ‘facebook’ para desmentir a informação da impugnação de sua candidatura.
Na postagem, o ex-secretário de Habitação afirma que a ação é uma tentativa desesperada dos adversários de confundir os eleitores, devido o crescimento de sua campanha nas ruas da cidade, e que vai tomar as “devidas providências”.
“O povo está nas ruas, defendendo nossos projetos. A nossa campanha cresce a cada dia e sem qualquer impedimento da justiça. E será dessa forma, honesta e humilde, que continuaremos até dia 2 de outubro”, disse.
Estudantes interessados em fazer o terceiro simulado online do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) tem até as 20h de neste domingo (11) para terminar o teste. As provas estão disponíveis no portal Hora do Enem e no site Geekie Games.
O simulado é gratuito e tem 80 questões, divididas em 2 áreas, podendo ser resolvido em até 4 horas. O tempo é cronometrado e não permite pausas. Do total de questões, 75% são novas. Os candidatos podem fazer o simulado por computador, tablet ou pelo aplicativo que está disponível para Android.
Ao finalizar o simulado, o aplicativo disponibiliza ao candidato o acesso a um ranking geral de todos os candidatos interessados no mesmo curso, também fica disponível o desempenho do estudante, mostrando sua nota atual e a nota de corte do curso desejado. A nota de corte do simulado não é válida para concorrer a uma vaga nas universidades.
A quarta e última edição do simulado estará disponível a partir do dia 8 de outubro e contará com 45 questões por área, totalizando 180 questões, com 2h15 de realização em cada caderno, assim como no Enem.
As provas do Enem 2016 estão marcadas para os dias 5 e 6 de novembro. Com 180 questões, as provas são divididas em quatro áreas: ciências da natureza, ciências humanas, matemática e linguagens e códigos.
Dois anos e meio depois do início das primeiras investigações contra políticos na Operação Lava Jato, a lista de inquéritos abertos no Supremo Tribunal Federal (STF) só cresce, mas as soluções da Corte aos casos de corrupção envolvendo parlamentares e ministros não seguem o mesmo ritmo. Nenhum político dos mais de 90 investigados foi condenado até o momento e apenas dois parlamentares respondem a ações penais: o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o deputado Nelson Meurer (PP-PR).
Na terça-feira passada, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, admitiu a lentidão dos casos no Supremo. A culpa, pelo entendimento de Janot, não é da própria Corte. “O tribunal não foi feito para formar processo, o tribunal foi feito para julgar recurso. Quando se inverte a lógica, fica mais lento mesmo”, disse o chefe do Ministério Público. O STF, emendou Janot, “está fazendo o que pode”.
Só na Lava Jato, o STF conduz mais de 40 investigações entre inquéritos, denúncias e ações penais. Todas no gabinete do relator, ministro Teori Zavascki. No total, o Supremo vai bater os 4.400 inquéritos abertos em sua história. Mas a avaliação de especialistas e magistrados é de que a Corte não tem “vocação penal”.
Entre os investigadores, a avaliação é de que o ministro não deixa nada atrasado no gabinete. Teori já disse: “Eu não acelero nem desacelero, eu vou fazendo na medida que tem para fazer”.
Cunha. Os casos que ficaram à espera de uma decisão do relator foram relacionados a Cunha. Primeiro, o pedido de afastamento do parlamentar do cargo, feito em dezembro e respondido por Teori em maio. Agora, o pedido de prisão do deputado feito por Janot em junho, junto com pedidos semelhantes contra o presidente do Senado, Renan Calheiros, e outros peemedebistas. O único sem resposta é o do deputado afastado.
Mesmo com o trabalho considerado em dia, a fila de casos da Lava Jato a serem decididos pelo Supremo aumenta. O caso mais emblemático é o do senador e ex-presidente da República Fernando Collor (PTC-AL). A acusação feita pela PGR em agosto de 2015 imputa a Collor a prática de mais de 300 condutas criminosas. Até hoje, a peça é mantida sob sigilo. A demora, segundo fontes com acesso à apuração, se deve à quantidade de denunciados, que precisam ser intimados em diversos Estados.
Enquanto isso, nas mãos do juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas ações da Lava Jato na primeira instância, há denúncias que são oferecidas, recebidas e julgadas em quatro meses – caso de uma investigação que envolvia o ex-deputado André Vargas e o publicitário Ricardo Hoffmann. Na média, a sentença leva de seis meses a dois anos para sair, após a denúncia.
Balanço. Na primeira instância, foram feitas 46 acusações criminais contra 225 pessoas, segundo o último balanço da Lava Jato, de 29 de agosto. A investigação em Curitiba começou em março de 2014. Moro já deu sentenças em 21 casos. Até agora, foram realizadas 106 condenações, que contabilizam 1.148 anos, 11 meses e 11 dias de pena.
Já o STF tem ao menos 38 investigações sobre a Lava Jato em curso com alvo em 91 pessoas. Em sete desses inquéritos a PGR já ofereceu denúncia e aguarda decisão da 2.ª Turma do Supremo. Ao menos oito investigações com base na Lava Jato, mas não relacionadas ao escândalo na Petrobrás, tramitam no STF distribuídos entre gabinetes de outros quatro ministros além de Teori. Ao menos cinco inquéritos já foram arquivados, dois remetidos a Moro e um encaminhado à Justiça Federal do Distrito Federal.
Os números sobre o STF podem ser subestimados em razão dos processos com grau máximo de sigilo. No Superior Tribunal de Justiça (STJ), também sob condução da PGR, há quatro investigações contra seis pessoas – uma delas já alvo no STF. Ao todo, portanto, a PGR conduz apurações relacionadas a 96 pessoas físicas envolvidas no esquema da Petrobrás.
O levantamento da PGR é diferente: o Ministério Público contabiliza ao menos 81 inquéritos com 364 investigados e 17 denúncias oferecidas. Os números da Procuradoria, no entanto, consideram casos arquivados ou remetidos a outras instâncias após a perda de foro privilegiado.
Esse supremo petista é uma vergonha, a imprensa já noticiou, tem Ministro enrolado nessas safadezas. Um tal de Dias Toffoli, que era advogado do PT é um deles.
Dentro da parceria com o Instituto Seta, o BlogdoBG publicará pesquisas eleitorais nos municípios de São Gonçalo do Amarante e Caicó. Os pesquisadores farão o trabalho de campo, nas duas cidades, nos próximos dias. Os resultados serão divulgados, em ambas cidades, na segunda-feira. dia 19.
Está no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O ministro Napoleão Nunes Maia Filho manteve a reprovação das contas do ex-deputado e ex-ministro Henrique Eduardo Alves como candidato ao governo do Estado nas eleições de 2014. No despacho em que negou acolhimento ao recurso especial e manteve o acórdão inicial do TSE, o ministro argumentou que a assessoria jurídica do candidato derrotado não se manifestou no devido tempo acerca das irregularidades detectadas pela Justiça Eleitoral.
“De fato, duas supostas questões federais abordadas nos aclaratórios não foram suscitadas pelo candidato quando de suas manifestações acerca das irregularidades detectadas pela CACEL, sendo trazidas ao conhecimento do Tribunal tão somente por ocasião do voto-vista proferido pelo juiz Herbert Motta, caracterizando, assim, uma evidente inovação jurídica, o que não é cabível na via estreita dos embargos de declaração”, sentenciou o ministro Maia Filho.
Manifestantes se reúnem desde as 14h de hoje (11) na Avenida Paulista, região central de São Paulo, em ato contra o governo do presidente Michel Temer. Organizado pela Frente Povo Sem Medo e pela Frente Brasil Popular, a manifestação pretende sair em passeata até o Parque do Ibirapuera, na zona sul da cidade.
Guilherme Boulos, representante do Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST), grupo que integra a Povo sem Medo, disse que, além dessa, novas mobilizações continuarão sendo convocadas no país. “Tem tido manifestações nos últimos dez dias. Talvez tenha sido o período mais intenso de mobilização nos últimos anos no Brasil. Teve mobilização quase todo dia”, afirmou.
“Estamos na rua porque temos no Brasil hoje um governo ilegítimo, sem voto, que fraudou a soberania do voto popular e que, ao mesmo tempo, quer aplicar um programa que também não foi eleito pelo povo brasileiro, de ataque brutal aos direitos trabalhistas, previdenciários e sociais”, explicou Boulos.
Clima
Segundo ele, isso vai gerar uma grave sequela na sociedade, “nas próximas gerações inclusive, se agora não formos para rua resistir e barrar esse projeto. Isso é o que está em jogo hoje”.
Os manifestantes carregam bandeiras e cartazes pedindo “Fora Temer” e “Diretas Já”. O clima na Avenida Paulista é tranquilo, com música no carro de som da organização e com pessoas de diversas faixas etárias participando do ato.
Presente ao ato, o presidente do Partido dos Trabalhadores falou da importância das manifestações dos últimos dias. “Todas essas manifestações estão voltadas para combater o golpe e agora combater o golpe significa eleições gerais, significa aumentar a pressão das ruas, mas também dar uma resposta na eleição. Aqui em São Paulo, por exemplo, os três candidatos que lideram as pesquisas apoiaram o golpe”, concluiu Boulos. (Agência
Pobres brasileiros, não sabem votar, se vendem por um vintém, são analfabetos políticos, são levados por falsas promessas de políticos analfabetos e acima de tudo não sabem nada de política. Basta uma banda de forró que logo tudo se resolve. Tristeza.
O POVO VOTA MAL e REPETE o VOTO RUIM MESMO O POLÍTICO NÃO TENDO FEITO O QUE PROMETEU. O PT REPETIU AS PROMESSAS POR 13 ANOS E FOI SE ELEGENDO A CADA CAMPANHA.
OS POLÍTICOS QUE ESTÃO COM MANDADO SÃO ELEITOS A MUITAS ELEIÇÕES;
ELEIÇÃO GERAL NÃO VAI RESOLVER O PROBLEMA SE NÃO HOUVER ANTES UMA AMPLA REFORMA POLÍTICA. ELEIÇÃO AGORA SÓ VAI RESOLVER O PROBLEMA DE QUEM ESTÁ PRESTES A PERDER O FORO PRIVILEGIADO.
Tem que tirar todos esses políticos. A população toda sofrendo com a crise, desemprego e esses ladrões tirando o dinheiro do povo, gastando com besteiras e orgias.
O povo brasileiro precisa dar a resposta nas urnas.
Em toda eleição escuto a mesma coisa:Vamos dar a resposta nas urnas e nada acontece. Fica tudo na mesma.
Dinheiro pra isso tem e não acaba nunca. Agora pra pagar aposentadoria de quem passou e contribuio a vda toda não tem. Imoral!
E foram esses santos que ratificaram o golpe…