Diversos

Força Nacional chega ao RN dia 10 para manter meta das instalações de bloqueadores de celulares no sistema prisional

fnA Força Nacional chega ao Rio Grande do Norte no dia 10, para auxiliar na segurança dos presídios do Estado. A informação foi confirmada pelo governador Robinson Faria, durante a posse do novo presidente do TRE-RN,  desembargador Dilermando Mota.

Segundo o governador, o objetivo do reforço é garantir a meta das instalações de bloqueio de celulares no sistema prisional, e garantir a ordem. O número de policiais não foi informado, mas informações dão conta que o efetivo deve seguir na cooperação com a Polícia Militar, como ocorrido com soldados do Exército entre o início e meio de agosto.

Opinião dos leitores

  1. Neste aspecto, temos que apoiar a atitude do Governador. Têm que enfrentar essa batalha até o fim, sem tréguas com a bandidagem.
    E botar os salários em dia.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

Blitz da Lei Seca em Natal na madrugada desta sexta resulta em 20 CNHs retidas e dois presos

Uma blitz da LeI Seca realizada na Avenida Hermes da Fonseca, no bairro do Tirol, na Zona Leste de Natal, resultou em duas pessoas presas, e um total de 20 carteiras de habilitação apreendidas, durante a madrugada desta sexta-feira(02).

Segundo a equipe da operação, em um casos que resultaram em prisão, o motorista que realizou o teste do bafômetro apresentou quase o triplo do que é considerado crime de embriaguez ao volante. A blitz começou por volta da meia noite e terminou depois das 4h30.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Meio Dia RN

MEIO-DIA RN desta sexta em PAPO DE CANTINA com Giullian Monte, sanfoneiro, vocalista e proprietário da banda de forró Deixe de Brincadeira

O Papo de Cantina desta sexta-feira (2) receberá *Giullian Monte*, sanfoneiro, vocalista e proprietário da banda de forró Deixe de Brincadeira. Meio-Dia RN, informação e diversão em um só programa!

Participe enviando a sua pergunta para o WhatsApp do programa, que é o 99212-2276, ou através das nossas mídias sociais: Twitter: @meiodiarn_; Facebook: /meiodiarn e Instagram: @meiodiarn.

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

COMBATE FALSAS RENDAS: Regras de acesso ao Bolsa Família beneficiarão o público que realmente precisa do programa

bolsa-familiaGoverno cruzará informações dos beneficiários do Bolsa Família em seis bases de dados para evitar declarações falsas de renda – Michel Filho / Agência O Globo / 1-8-2006

O governo Temer finaliza um decreto para mudar regras de acesso e permanência no Bolsa Família. Haverá cruzamento com seis bases de dados oficiais no momento da inscrição no programa para evitar declarações falsas de renda; todos os integrantes das famílias terão de ter CPF e será reduzida a duas vezes a tolerância para que participantes que caiam na “malha fina” do programa sejam desligados. Hoje, o benefício é perdido na terceira ocorrência.

Na prática, as medidas dificultarão o acesso ao Bolsa Família, que hoje atende a cerca de 50 milhões de pessoas. O governo defende as mudanças apontando a necessidade de colocar regras mais consistentes de checagem dos critérios exigidos pelo programa. Uma fiscalização mais rigorosa, já determinada pela nova gestão, levará ao desligamento de 600 mil famílias somente na folha de pagamento de setembro. Desde maio, quando Temer assumiu, foram 916 mil cancelamentos, ante 1,3 milhão feitos em 2015.

De acordo com o ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, as mudanças beneficiarão o público que realmente precisa da transferência de renda:

— O Bolsa Família não pode ser um destino das pessoas. É preciso ser criterioso na hora de conceder e também criar portas de saída para os que realmente precisam do apoio governamental.

CPF ATÉ PARA CRIANÇAS

O decreto presidencial com as mudanças vem sendo construído por técnicos dos ministérios do Desenvolvimento Social e Agrário, Planejamento e Fazenda. A ideia é que as novas regras valham para a inclusão no Cadastro Único, a maior base de dados sociais do país que antecede o acesso ao Bolsa Família e a outros programas, como a tarifa social de energia e o Minha Casa Minha Vida.

Como o valor do benefício recebido no Bolsa é variável, conforme o número de pessoas que integram a família, o governo vai exigir que todos os membros tenham CPF, até mesmo as crianças. Isso evitará que uma mesma pessoa esteja contada em duas famílias diferentes, explica Alberto Beltrame, secretário-executivo do MDSA:

— O sistema já faz uma conferência por nome, filiação e pelo NIS (Número de Identificação Social). Mas é menos consistente que o CPF, que é um denominador comum de várias bases de dados.

O governo quer que a Caixa Econômica, que valida a inscrição das famílias no Cadastro Único, possa emitir o CPF. Mas isso ainda depende de negociações com a Receita Federal. Ficará também a critério do banco estatal a checagem dos dados declarados pela família antes de cadastrá-la.

Beltrame explica que hoje essa checagem é feita posteriormente, em cruzamentos periódicos com poucas bases de dados. O governo quer essa fiscalização logo na entrada do Bolsa Família com o uso de pelo menos seis cadastros oficiais que trazem informações de renda, carteira assinada, aposentadoria e até indícios de atuação informal no mercado de trabalho.

O cerco às fraudes usará, no que for pertinente, a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a folha de pagamento do INSS, o Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (Siape), o Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social (Gfip) e o Guia da Previdência Social (GPS).

Além da checagem inicial, os cruzamentos serão feitos periodicamente. O uso do Caged, que reúne informações de empregados e desempregados, é considerado o pulo do gato na fiscalização dos beneficiários. Isso porque ele é mensal, permitindo acompanhar beneficiários do Bolsa Família que eventualmente entraram no mercado de trabalho sem comunicar a nova renda.

Nesses casos, existe hoje uma regra de permanência que permite a continuidade do benefício por dois anos, desde que a nova renda familiar não ultrapasse meio salário mínimo per capita. Para entrar no Bolsa Família, esse teto é bem menor, de R$ 170. Mas se o beneficiário não informa, é desligado do programa. Com o Caged, que é mensal, flagrantes dessa natureza tendem a aumentar.

CERCO AOS POLÍTICOS

Outra medida estudada perlo governo é cancelar automaticamente o benefício na segunda vez que a família for notificada por inconsistências cadastrais, uma espécie de malha fina do programa, o que acontece, nas regras atuais, na terceira ocorrência.

O governo fará um cerco também aos políticos que se elegerem nas eleições municipais deste ano. Um convênio assinado entre o Tribunal Superior Eleitoral e o Ministério do Desenvolvimento Social garantirá que os dados dos candidatos que tiverem sucesso nas urnas cheguem ao governo antes de janeiro, para que eventuais beneficiários do Bolsa Família sejam cortados do programa.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Quero ver fazer auditoria na dívida com banqueiros. Isso nao faz mas para os mais pobres é fiscalização e pente fino. Conversa pra boi dormir e acabar com o programa.

  2. Muito boa tarde a todos, não podemos ser injustos e usarmos dois pesos, e duas medidas, nas hora de julgar as pessoas, condenando-as sem que haja um interprete, um intercessor. Precisamos considerar os fatos, e a história de mais de 30 anos de democracia está aí para confirmar isso. Não é privilégio do PT a corrupção, nem tão pouco o aumento dela é devemos atribuir somente este partido, é muito confortável julgar dessa maneira, como eles mesmos faziam, jogando e atirando para todos os lados buscando se manter escudado com uma mascara de salvadores das classes menos favorecidas. Devemos nos lembrar das bravatas do Excelentíssimo Collor de Melo, com o discurso (nossas carroças, precisamos abrir o mercado para entre as carroças URSS – União das Republicas Socialistas Soviéticas, para nos darmos o privilégio de sustentarmos a indústria automobilística europeia (que já não anda de carro) e precisa que as nações subdesenvolvida às sustente para elas possam manter funcionando com muita qualidade o transporte público, tais como trens de superfície e subterrâneo, VLR … O combate a corrupção precisa continuar, pois ainda tem muita coisa para se lavar e enxugar a mancha deixada por toda classe politica do nosso pais. O apoio ao Juiz Sérgio Moro, tem que se estender alargando os espaços e dando mais autonomia para os Defensores e Procuradores possam continuar trabalho, sem a interferência do excelentíssimo senhor presidente e seus aliados … Sl. 89: 14 O seu trono tem duas bases, a justiça e a retidão; Por onde quer que vá, o amor e a verdade o acompanham.

  3. Até o bolsa família foi devidamente desvirtuado pelo PT que através dos recursos públicos quando usavam o programa para pagar a militância no interior do país, num flagrante golpe eleitoral e manutenção ilegal do populismo. O PT não deixou pedra sobre pedra, corrompeu tudo que podia as custas das incontáveis formas que usou para realizar os desvios dos recursos públicos.
    Foram 13 anos de vergonha institucional, sem exceção de um só dia.

  4. Medida acertadíssima. Bolsa família para quem realmente precisa. O PT partido mais corrupto da história do Brasil transformou esse benefício em moeda eleitoral para comprar o voto dos mais necessitados. Agora que a fonte secou quero ver esses corruptos se elegerem para alguma coisa de futuro.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

PMDB subscreve pedido para que Dilma perca direito a exercer função pública

O PMDB decidiu apoiar e subscrever a ação que será protocolada hoje (2) pelos advogados do PSDB no Supremo Tribunal Federal pedindo que seja anulada a segunda parte do julgamento da presidenta Dilma Rousseff. O mandado de segurança a ser impetrado argumenta que ao ser condenada pelo Senado e perder o mandato, Dilma também deve ficar automaticamente inabilitada para assumir funções públicas por oito anos.

Ontem, os senadores do PT apresentaram um destaque para que essa decisão sobre a perda dos direitos da ex-presidenta fosse votada separadamente e ela foi absolvida na segunda votação.

A ação é assinada por PSDB, DEM, PPS e agora também pelo PMDB – que teve boa parte da bancada no Senado votando a favor de Dilma neste quesito. Segundo a assessoria do presidente do partido, senador Romero Jucá (RR), a decisão de subscrever a ação é do partido e não tem relação com o governo de Michel Temer.

Agência Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

DOMINGO: Dilma prepara mudança para Porto Alegre e PT organiza recepção

Dilma Rousseff

A presidente cassada Dilma Rousseff prepara sua mudança para Porto Alegre (RS) no próximo domingo. Dilma será recepcionada por militantes do PT e de movimentos sociais na saída do Palácio da Alvorada e também na capital gaúcha. A manifestação de apoio está sendo organizada pela Frente Brasil Popular, que levará carros de som para acompanhar o trajeto de volta da petista desde o aeroporto, na capital gaúcha, até o apartamento dela, no bairro Tristeza.

No primeiro dia após a decisão do Senado, que lhe tirou o mandato, Dilma acordou cedo, como de costume, e andou de bicicleta por 50 minutos, nos arredores do Alvorada. Começou a encaixotar seus livros e não admite que ninguém mexa neles nem a ajude na tarefa. Até agora, ela tinha levado poucas coisas para o apartamento de Porto Alegre, mas se preocupou em instalar ali equipamentos de ginástica.

Diante de tantos cuidados, auxiliares temem que a mudança atrase. Embora Dilma tenha 30 dias para deixar o Alvorada, ela quer deixar a residência oficial antes do presidente Michel Temer retornar da viagem à China, para onde ele viajou com o objetivo de participar da Cúpula do G-20. A chegada de Temer está prevista para terça-feira.

Dilma tem recebido telefonemas de solidariedade desde quarta-feira, quando perdeu o mandato. Na lista dos que ligaram está o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. Após o impeachment, Maduro classificou o processo como um “golpe oligárquico de direita” e disse que o país vizinho congelará as as relações com o governo brasileiro. Pouco depois, o ministro das Relações Exteriores, José Serra, afirmou que “o Brasil chamou de volta o embaixador na Venezuela (Ruy Pereira), porque eles fizeram o mesmo”.

Antes mesmo do impeachment, Dilma já havia recebido vários convites de editoras para contar os bastidores da crise política que a derrubou. Além disso, foi chamada para dar palestras até nos Estados Unidos sobre o cerco ao Planalto e o confronto com o Congresso.

Sua intenção, por enquanto, é ficar no Brasil. Depois de algum tempo, porém, ela pretende viajar para países da América Latina, como Chile e Uruguai. No seu périplo, promete levar na bagagem a denúncia do “golpe”, que não sai de seu repertório desde que o então presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) — hoje prestes a perder o mandato — aceitou o pedido para sua deposição.

Amigos da presidente disseram ao Estado que ela também fará um roteiro para  ajudar a divulgar o livro “A Resistência Internacional ao Golpe de 2016”, que tem entre seus autores juristas, professores de economia e artistas.

Opinião dos leitores

  1. Essa mulher deveria ter ido embora no dia seguinte. Isso dar azar até em jogo de castanhas. Já vai tarde e atrasada.

  2. Certo: pode viajar. Mas o dinheiro que recebeu de doação para percorrer o país, vai doar? vai devolver?

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Temer só vai para o Alvorada após “dedetização”

O presidente Michel Temer afirmou a esta coluna que “por enquanto” vai permanecer morando no Palácio Jaburu, residência oficial da vice-presidência. Não fixou data, apenas considera que fará sua mudança “no momento adequado”. Discreto, o presidente não se refere aos últimos ocupantes, os antecessores Lula e Dilma, mas um assessor fez ironia, lembrando a necessidade de “dedetizar” o Palácio Alvorada.

O assessor de Temer lembrou, divertido, o gesto do ex-presidente Jânio Quadros, ao assumir a prefeitura de São Paulo, em 1988.

Na campanha, FHC, rival de Jânio, cometeu o erro de posar para fotos sentado na cadeira de prefeito. Jânio a dedetizaria antes de assumi-la.

Após a saída de Dilma, um inventário apontará o que há no Palácio Alvorada, para só depois adaptá-lo às necessidades da família Temer.

Cláudio Humberto

Opinião dos leitores

  1. Deprimente uma postagem dessa.
    Se bem q quem estao ocupando já são conhecidos como ratos.

  2. Tem que realizar uma profunda auditoria na situação do palácio da Alvorada, afinal que esteve por lá foram PETISTAS, o Partido da Traição, a encarnação da corrupção, os senhores da posse, os ditadores da democracia.
    Qualquer um que venha a ocupar locais onde haviam petistas devem fazer o mesmo, auditorias do antes e do agora. Nunca tivemos um período com tanta corrupção, mentiras, falácia, distorções e imposições na história desse país.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esporte

Na estreia de Tite, Gabriel Jesus brilha, e seleção atropela o Equador

Neymar e Gabriel Jesus comemoram vitória por 3 a 0 contra o Equador

Apenas três dias de preparação, altitude de 2.750m acima do nível do mar e confronto com o vice-líder das eliminatórias sul-americanas. O cenário estava longe de ser o ideal para Tite estrear pela seleção brasileira. Mas a estrela do treinador brilhou tanto a ponto de outro debutante da noite, Gabriel Jesus, sair como o nome da equipe.

O atacante do Palmeiras sofreu um pênalti, fez um gol de calcanhar e marcou um golaço, sendo decisivo para a equipe canarinho atropelar o Equador e vencer por 3 a 0, em Quito.

O resultado da noite desta quinta-feira alivia bastante a situação da seleção na eliminatória da Copa do Mundo de 2018, na Rússia. De sexta colocada, a seleção passou para o quarto lugar, já no grupo dos classificados ao Mundial, com 12 pontos.

O Equador é o terceiro, com 13. Mas ambas as equipes podem mudar de posição porque ainda jogam Argentina (5ª) x Uruguai (1º) e Paraguai (7º) x Chile (6º).

Os gols do Brasil foram marcados por Neymar, aos 26 minutos do segundo tempo, cobrando pênalti. A penalidade foi sofrida por Gabriel Jesus. Depois, o palmeirense ampliou de calcanhar, aos 41 minutos, e fez o terceiro em um chute de dentro da área, aos 46 minutos.

Mais do que o resultado, o que animou nesta quinta foi o desempenho da seleção. Apesar da altitude, a equipe fez um duelo equilibrado contra o Equador, com lampejos de bom futebol, isto é, toque de bola, inflitração pelo centro da defesa rival e marcação coesa.

Gabriel Jesus, do Palmeiras, o volante Casemiro, Real Madrid, foram os melhores em campo. Quem também jogou bem foi o volante Paulinho, justamente a surpresa do treinador na convocação. Jogador do Guangzhou Evergrande, ele estava ‘escondido’ na China, mas ganhou um voto de confiança do técnico gaúcho e justificou.

Não bastasse o bom resultado, a seleção ainda quebrou um tabu. Nunca havia vencido o Equador fora de casa em partidas pela eliminatória. Eram duas derrotas e um empate. O último triunfo na casa do rival foi uma goleada de 6 a 0 pela Copa América-1983.

A seleção volta a jogar na próxima terça-feira, dia 6, contra a Colômbia, em Manaus, pela oitava rodada das eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018, na Rússia.

ESPN

Opinião dos leitores

  1. Essa foi para comemorar a critica que o presidente do Equador fez ao processo de impeachment, quando também chamou seu embaixador de volta para consultas. Perdeu geral!

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Bancários do RN aprovam greve por tempo indeterminado a partir da próxima terça-feira dia 06

5ui5

Por Agora/RN

Os bancários do Rio Grande do Norte se reuniram na noite desta quinta-feira,12° de setembro, na sede do Sindicato e aprovaram por unanimidade a greve com início da terça, 6 de setembro. A data encaminhada pelo Comando Nacional foi aprovada pela categoria no estado.

Com data-base em 1º de setembro, os bancários de todo país já estão negociando com a Fenaban há alguns dias, mas com a estagnação das reuniões a categoria não vê outra alternativa.

O Sindicato dos Bancários do RN faz parte da Frente Nacional de Oposição Bancária (FNOB) e defende como pauta um reajuste de 28,33% (índice leva em consideração as perdas históricas -bancos privados-21,33%- e indicador da média de crescimento de ativos dos 15 maiores bancos – 7%); fim do assédio e da terceirização; reposição das perdas salariais; PLR linear – 25% do lucro líquido dos bancos; isonomia e contratação já!

O Comando Nacional de Negociação é liderado pela Contraf-CUT que defende um reajuste salarial: 14,78% (incluindo reposição da inflação mais 5% de aumento real); PLR: 3 salários mais R$8.317,90; Piso: R$3.940,24 (equivalente ao salário mínimo do Dieese em valores de junho último); Vale alimentação no valor de R$880,00 ao mês (valor do salário mínimo); vale refeição no valor de R$880,00 ao mês; 13ª cesta e auxílio-creche/babá no valor de R$880,00 ao mês.

A Fenaban ofereceu um percentual de 6,5% mais um abono de R$3 mil, o que é considerado pelos bancários uma afronta. O setor financeiro é o que mais lucrou nos últimos tempos no Brasil, e apesar da alardeada crise econômica continuou lucrando. Além disso, a categoria é contra apolítica de abono que a Fenaban tenta implantar, uma vez que isso acarreta corrosão nos salários e ainda prejudica Fundos de Previdência e Caixas de Saúde.

Opinião dos leitores

  1. eu sendo dono de banco privado colocaria para fora quem estivesse em greve e colocaria outro com menos valor no lugar do grevista ja no banco oficial colocaria falta sem dó e piedade não retroagindo nas faltas faltou punição mesmo.

  2. Já faz parte do calendário greve anual, o Brasil nessa crise e quanto isso outras categorias não tem aumento a muitos anos, como alguns professores da área privada. Essa categoria deve dar graças a Deus por ter e continuar num emprego, a dificuldade e quase geral, palhaçada!

  3. Uma coisa é vc brigar por seus direitos, outra coisa é fazer piada do assunto. Ora, todo ano é a msm coisa, faz greve, a população paga o GANSO, passam-se uns 20, 30 dias, não dá em nada e eles voltam a trabalhar….. Do que adianta fazer greve se eles não aguentam a pressão…. Nesses dias vira data nos calendários…kkkk

  4. É muita coragem dessa categoria fazer greve nesse momento. O servidor público estadual não tem aumento há mais de 20 anos. Gente abram os olhos para o desemprego e não deem munição para que isso aconteça principalmente no Banco do Brasil e Caixa Econômica.

  5. Todo ano esses bancários fazem isso.
    Deveriam está buscando emprego pra ganhar salário mínimo. Só assim teria aumento todo ano.
    Não é o momento de aumentos. Para ninguém.

  6. Bacana, o povo que se lasque mesmo, pois os bancos que funcionam no TRT, TRE, ASSEMBLEIA, BASE AÉREA, BASE NAVAL e alguns outros órgãos, continuam funcionando. São dois pesos e duas medidas???

  7. Raça ruim do cão é sindicalista. Quando o PT estava no governo a greve era sempre no final de Setembro.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Atuação de Lewandowski constrangeu colegas

De passagem por Brasília, um conhecido advogado de São Paulo encontrou-se casualmente com um ministro do Supremo Tribunal Federal na noite passada. Deu-se num restaurante. Trocaram um dedo de prosa sobre o impeachment meia-sola, que resultou na deposição de Dilma sem o inconveniente da inabilitação para ocupar cargos públicos por oito anos.

Lero vai, lero vem o ministro classificou de “constrangendora” a atuação do colega Ricardo Lewandowski na condução do último ato. O doutor concordou: “De fato, o aval do ministro à votação fatiada não o deixou bem na foto.” E o colega de Lewandowski: “Ele presidiu o julgamento como chefe do Supremo. Deixou mal o tribunal inteiro.”

O ministro contou ao advogado que se disseminaram na coxia do Supremo as críticas à atuação de Lewandowski. Perto do que se ouve atrás das cortinas, as observações feitas na boca do palco por Gilmar Mendes e Celso de Mello soam como elogios. O primeiro tachou o julgamento fatiado de “bizarro” e “extravagante”. O outro classificou o modelo de “não muito ortodoxo.”

JOSIAS DE SOUZA

Opinião dos leitores

  1. É uma situação lamentável, pois quem deveria esta ali para garantir devido cumprimento das nossas leis, simplesmente não o fez.
    … 0% de imparcialidade do judiciário!

  2. Um presidente do STF que vai para uma sessão desta de gravata vermelha. já diz a que veio.`Poderia ser mais discreto, mas acho queria dizer que ele é PT. Imoral a decisão,

  3. Quem tornou Lewandowski ministro? O PT. Ele foi escolhido a dedo, até o que falta, para fazer papelão como esse e tomar decisões ilegais como a que tomou. No mensalão foi o maior defensor das questões do PT, está tudo gravado e foi transmitido pela tv. Ele junto a Barroso, outro escolhido pelo PT, eram o contraponto a Joaquim Barbosa no julgamento do mensalão.

  4. BG
    Esse lewandowski (em caixa baixa mesmo) deverá sofrer o impeachment o quanto antes um irresponsável que rasgou a constituição Brasileira junto com seus asseclas.

  5. Inadmissível o q fizeram com a Constituição Federal,creio q o STF guardião das leis,reporá as coisas desfazendo a "lambança" vergonhosa do agora ex presidente da mais alta corte ,Ricardo Lewandovisk,de triste memória…..

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Segurança

Grupo simpatizante ao terrorismo cogitou usar arma química nos Jogos do Rio

O grupo preso em julho pela Polícia Federal na Operação Hashtag sob suspeita de planejar ataques terroristas no Brasil cogitou usar armas químicas durante a Olimpíada. O plano era contaminar uma estação de abastecimento de água.

“Ótima oportunidade para matar americanos, iranianos, shiitas, saudis etc”, disse um membro do grupo.

Os planos eram discutidos por e-mail e pelo aplicativo Telegram, no grupo fechado Jundallah (Soldados de Deus, em português), com apologia ao grupo Estado Islâmico. Quinze suspeitos foram presos entre 21 de julho e 11 de agosto.

Ramificado em sete Estados, o grupo passou a ser monitorado em março com a infiltração de um informante no grupo de discussão, após a PF receber um alerta do FBI.

As mensagens, em poder da PF, se estenderam de maio de 2015 a 20 de julho deste ano. Os membros do grupo foram enquadrados na Lei Antiterrorismo, que entrou em vigor no dia 18 de março.

Alisson Luan de Oliveira, usuário do perfil Allison Mussab, postou no Telegram a proposta do extermínio em massa. “Já imaginaram um ataque bioquímico, contaminar as águas em uma estação de abastecimento de água?”

Fac simile

Ele tenta convencer os demais. “Fazer tipo um progrom contra os kaffirs [infiéis], entraria pra história. Ou, caso for exagero demais, faríamos um ataque mais simples.”

Pogrom (escrito incorretamente por Alisson) é um ataque violento maciço a determinados grupos. O termo surgiu no século 19 com a perseguição a judeus na Rússia e a minorias étnicas da Europa, mas passou a ser aplicado também em ações que buscam o extermínio em massa.

Alisson fez a sugestão de um pogrom a partir de uma provocação de outro membro do grupo, Mujahid Joelson Abdu-Salvador, possivelmente de Angola, segundo a PF. “Não haverá nenhum presente pros kuffar [infiéis] nestas olimpíadas?”, perguntou. “A vossa oportunidade de conseguir entrar no paraíso de Allah está naquela olimpíada”, insistiu Abdu-Salvador.

Caso o ataque bioquímico não desse certo, Hortêncio Hioshitake, perfil Teo Yoshi, sugere como alternativa um atentado igual ao ocorrido nos EUA em 2013, que deixou três mortos e 264 feridos. “Ou fazer igual os chechenos naquela maratona de Boston.”

“Vcs sabem fazer bombas caseiras, certo?”, indagou Mara Salvatrucha (nome de uma gangue que atua nos EUA e América Central).

Em resposta, Teo Yoshi diz que essas coisas têm de ser feitas na surdina e alerta que estão sendo vigiados pela Abin (Agência Brasileira de Inteligência) e pela PF.

Na sequência, o usuário Nur Al Din transmite ao grupo receita para fazer pólvora. Salvatrucha volta à discussão explicando o passo a passo para uma bomba caseira.

Além do Telegram e do Facebook, o grupo usava e-mail para promover o Estado Islâmico e a luta contra “infiéis”.

A PF tem mensagens atribuídas a Leonid El Kadre de Melo, codinome Abu Khalled El Kadri, em que ele convoca o grupo à “jihad” (luta) e sugere que todos se preparassem com treinamento em artes marciais e manuseio de armas de pequeno e médio portes, bem como de artilharia pesada, além da obtenção de recursos financeiros e humanos para enviar ao EI.

Leonid diz que o Brasil é um país neutro, mas que, no futuro, poderia se aliar às forças que combatem o EI.

Para a PF, os diálogos demonstram o engajamento e a liderança de Leonid. Há referências à bayat (juramento) a ser prestado ao EI, rotas para se chegar à região dominada pelo grupo e inúmeras citações a formas de contato seguras, como Telegram e grupos fechados de redes sociais.

A PF tem até 9 de setembro para apresentar à Justiça Federal as análises do material apreendido.

O juiz do caso, Marcos Josegrei da Silva, renovou até o dia 18 deste mês a prisão temporária dos 12 primeiros suspeitos detidos. O prazo dos outros três termina no dia 9, mas pode ser prorrogado por mais um mês.

FOLHA

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Proposta de reforma da Previdência prevê idade mínima de 65 anos para aposentadoria

O Estado de S.Paulo

A proposta de reforma da Previdência que está na mesa do presidente Michel Temer propõe estipular a idade mínima de 65 anos para a aposentadoria de homens e mulheres no Brasil tanto para trabalhadores da iniciativa privada quanto para servidores públicos. No entanto, a transição para essa regra deve ser mais gradual para mulheres e professores.

De acordo com o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, o ponto de corte para se inserir na nova regra será 50 anos. Ou seja, os trabalhadores abaixo dessa idade terão que obedecer às novas exigências. Para a faixa etária de 50 anos ou mais o enquadramento será obrigatório em uma regra de transição de 40% ou 50% a mais no tempo que falta para a aposentadoria integral.

“Para preservar, temos que reformar a Previdência. Se não fizermos nada, a Previdência acaba”, disse Padilha ao Estado. Pelas contas oficiais, o rombo da Previdência – que fechou em R$ 86 bilhões em 2015 – deve alcançar R$ 180 bilhões em 2017 e, em breve, não caberá no Orçamento Geral da União.

Opinião dos leitores

  1. Esse eh o governo que vai literalmente matar sobretudo os pobres. Absurdo dos absurdos já vistos por todos nós brasileiros.

  2. As mudanças só se apresentam no sentido de prejudicar o já sofrido trabalhador brasileiro. Cadê os direitos adquiridos.

  3. QUE LINDOOOO…A GENTE SE APOSENTA E JA PODE IR DIRETO PARA O NOSSO VELÓRIO AHAHHAHA PARABÉSNS AO ENVOLVIDOS AHAHHAHAHAHAHAHHAHAHA

  4. Enquanto isso a maioria dos militares vão pra reserva (aposentadoria) com 48 /50 anos.

  5. Nada mais justo para o PMDB, e esses partidos e politicos que a vida inteira sugam nas tetas do governo. E o trabalhador é quem paga a conta. nada de novo. Tudo como antes no quartel de abrantes. #Temerjamais, vamos a luta!

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Cunha diz em carta a deputados que já foi punido e que cassação vai destruir a vida dele

O Estado de S.Paulo

O deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) entregou nesta semana aos deputados carta na qual tenta reforçar sua defesa no processo de cassação de mandato do qual é alvo e cujo julgamento final no plenário da Câmara está marcado para 12 de setembro. No documento, o peemedebista diz que já foi punido politicamente ao ter de renunciar à presidência da Câmara, em julho, e diz que a cassação vai “destruir” a vida dele e da família.

Cunha distribuiu entre 300 e 400 cartas, de acordo com a assessoria de imprensa. Elas foram entregues nos gabinetes dos parlamentares na Câmara entre terça-feira, 30, e quarta-feira, 31. Com a votação do impeachment da presidente cassada Dilma Rousseff (PT) no Senado e a campanha eleitoral municipal, porém, muitos parlamentares não tinham sequer lido a carta, quando abordados pela reportagem.

Na primeira parte do documento, com três páginas, Cunha pede que os deputados se atenham ao mérito da representação que pede sua cassação. Ele lembra que será julgado sob acusação de ter mentido à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras em 2015, de que não possuía contas secretas no exterior; e não por outras acusações contra ele, que ainda serão julgadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

No RS, advogado é agredido por PM e seu filho chuta soldado na cabeça

Em Caxias do Sul, na serra gaúcha, o protesto contra o impeachment de Dilma Rousseff (PT) na noite da última quarta-feira (31) acabou em agressão. Um vídeo mostra um homem apanhando de policiais militares. Na sequência, um rapaz, filho do agredido, chuta a cabeça de um dos policiais, que desmaiou e chegou a ter convulsões.

O vídeo foi divulgado pela Mídia Ninja, grupo de jornalistas independentes, mas é de autoria desconhecida. Ao menos três policiais aparecem na cena. As imagens mostram o advogado Mauro Rogério Silva dos Santos, 51, sendo atingido com cassetete na cabeça, barriga e pernas por um policial, enquanto outro PM o segura.

Em outro momento, Santos está no chão e dois policiais o agridem. O registro mostra na sequência um rapaz correndo e chutando a cabeça de um dos policiais, que estava abaixado.

O jovem foi identificado como Vinicius Zabot dos Santos, 21, filho do advogado. “Quem não faria aquilo [ao ver o pai no chão]?”, disse o advogado.

O advogado contou que costuma buscar o filho na saída da faculdade, por volta das 22h, mas por causa do protesto encontrou o filho um pouco mais tarde.

O protesto já havia acabado quando Santos chegou ao centro da cidade a pedido do filho, que junto com um grupo de jovens, assistia a abordagem policial a uma mulher e a um adolescente, apontados como autores de pichações contra o atual presidente, Michel Temer (PMDB). As pichações chamavam Temer de “golpista”.

“Peguei minha carteira da OAB e me dirigi aos policias com cautela. ‘Sou advogado’, eu disse. ‘O senhor se retire’, um deles falou, já muito perto de mim. Logo um deles me empurrou e não consegui nem falar mais, me deram voz de prisão”, disse o advogado.

Depois de agredir o PM, Vinícius levou dois tiros da polícia de arma não-letal, na perna e nas costas -as marcas se assemelham a tiros de sal, segundo o advogado.
MOTIVAÇÃO

O filho de Santos, estudante universitário e ex-atleta de canoagem, agora é investigado pela Polícia Civil por tentativa de homicídio. Ele passou a noite na Penitenciária Industrial de Caxias do Sul e obteve liberdade provisória na manhã desta quinta (1º).

O policial atingido com o chute na cabeça foi o soldado Cristian Luiz Preto, 32, que desmaiou e chegou a ter convulsões, segundo a Brigada Militar (a PM gaúcha). Preto ficou internado no Hospital Pompeia e recebeu alta no final da manhã. Segundo a corporação, ele sofreu uma concussão.

O motivo que provocou a cena filmada tem versões diferentes. Pela justificativa da polícia, Santos teria interferido na abordagem dos supostos pichadores e atrapalhou o trabalho da polícia.

Segundo o delegado Duarte, os policias teriam reagido depois que o advogado deu uma cabeçada em um dos soldados, quebrando seus dentes. De acordo com o delegado, o vídeo divulgado nas redes sociais não mostra a agressão feita pelo advogado.

“Se eles acham que eu sou culpado, que divulguem as imagens das câmeras de segurança, então”, disse o advogado.
Para Santos, os policiais não entenderam que ele era advogado. “Ou é preto ou é advogado, as duas coisas não.”
Na opinião do advogado, houve abuso policial. “Na rua falavam baixinho que iam fazer um ‘pacotinho’, mas não entendi e disseram que tinha muita gente ali. Na delegacia, os policiais militares fizeram o tal ‘pacotinho’: algemaram com força meus braços nas costas, dobraram minhas pernas para trás por dentro das algemas e um policial sentou em cima.”

O advogado conta ainda que os policiais usaram técnicas de sufocamento. “É quase inimaginável que o ser humano faça isso com outro. Na delegacia me diziam: ‘Doutor, o senhor vai ter que escrever com os dentes amanhã’ por causa da minha mão machucada'”, disse.

Segundo o delegado Rodrigo Duarte, o inquérito deve levar até 30 dias para ser concluído. Pai e filho foram autuados em flagrante, o rapaz por tentativa e homicídio e o pai, por lesão corporal grave e desacato. Os policiais envolvidos na cena não receberam punição -a Brigada Militar abriu inquérito policial militar para apurar a conduta dos policiais.

O comandante responsável pelo policiamento em Caxias, coronel Antônio Osmar da Silva, não atendeu a reportagem. Segundo sua assessoria, o assunto é de responsabilidade do 12º Batalhão da cidade, onde trabalham os policiais.
Os servidores do 12º Batalhão informaram que o responsável da unidade, o tenente-coronel Ronaldo Buss, não comentaria o caso. Procurado, no 12º Batalhão, o capitão Amilton Turra, que comandou a operação de quarta-feira, não atendeu as ligações.

EM PORTO ALEGRE

Em Porto Alegre, uma manifestação contra Michel Temer percorreu diversas ruas da cidade a partir da Esquina Democrática, ponto tradicional de protestos dos movimentos sociais desde a ditadura militar. Um pequeno grupo atacou a sede do partido de Temer, o PMDB, quebrando janelas e a fachada do prédio, na Avenida João Pessoa. A tropa de choque da Brigada Militar usou bombas de gás lacrimogêneo.

Outro protesto, no Parque Moinhos de Vento, conhecido como Parcão, celebrou o impeachment de Dilma vendendo chope “sem inflação”. “Dois copos por apenas cinco Temers”, dizia o cartaz de divulgação da festa.

Folha

Opinião dos leitores

  1. Agora me digam? Carteira da OAB para quê? Advogado é um profissional liberal que nem qualquer outro!! Pelo amor de Deus, parem com isso…É ridículo!!! Mostrar a carteira de advogado não muda em nada!! Me desculpem os bons e conscientes advogados, mas a carteira da OAB tem o mesmo valor que uma carteira do CREA, do CRM, etc… Os senhores são PROFISSIONAIS LIBERAIS que nem qualquer outro!!! Caiam na real!!

  2. A coisa me parece complicada de resolver . Maracujina na veia para acalmar e olho de peroba no cara de pau para polir o focinho .
    O Brasil vai pagar um preço alto e as cassandras batedoras de panela , vão decepcionadas procurar um ombro para chorar .
    Maracujina solidário aos pimpolhos e bambinas da classe média que acha que vãi voltar a Miami , vai começar a ver o enterro da lava jato Ministério publico pianinho e polícia federal nos eixos , chave de roda de Manel de Brito . Sinais claros já foram lançados pela trupe , choro e ranger de dentes , pêia no lombo e liseu . Muita calma nessa hora , neném ,!arrependimento não mata mas engorda .massa de manobra é igual a alfinin , puxa estica e depois engole . Tio Piragibe JÁ DIZIA : "o pior aterramento que tem é o de mulher de uma grande . Não dá choque , mas faz cosquinha ," .

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

PMDB de Temer vai assinar ação do PSDB que quer tornar Dilma inelegível

O novo presidente efetivo do PMDB, senador Romero Jucá (PMDB-RR), decidiu nesta quinta-feira (1º) que seu partido vai assinar o mandado de segurança elaborado pelo PSDB para questionar no Supremo Tribunal Federal (STF) a segunda votação do julgamento de impeachment, que manteve a habilitação política de Dilma Rousseff mesmo ela tendo sido afastada definitivamente da Presidência. Além de PSDB e PMDB, também vão assinar o recurso DEM e PPS.

Jucá anunciou nesta quinta, por meio de sua assessoria, que assumiu em definitivo a presidência do PMDB no lugar de Michel Temer. O novo presidente da República havia sidoreconduzido em março para o comando do PMDB, mas, no mês seguinte, se licenciou do posto, que passou a ser ocupado interinamente por Jucá, primeiro vice-presidente da legenda.

A assessoria de Jucá informou nesta quinta ao que ele foi procurado por integrantes da direção tucana para que recorresse junto com os outros três partidos governistas na Suprema Corte.

PSDB, DEM e PPS voltaram atrás nesta quinta da decisão de não recorrer ao Supremo para questionar o resultado da segunda votação do julgamento final de impeachment, que permitiu que a petista tenha a possibilidade de concorrer a cargos eletivos e a ocupar funções na administração pública.

Na véspera, partidos que integram da base aliada de Michel Temer no Congresso – entre os quais PSDB, DEM e PPS – decidiram que não iriam recorrer ao Supremo nos próximos dias para questionar a votação que manteve os direitos políticos de Dilma. Na ocasião, os governistas avaliaram que a discussão deveria ser retomada somente depois que Temer retornasse de viagem à China para encontro de cúpula dos países do G20.

Segundo a assessoria do presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), o mandado de segurança vai ser protocolado pelo partido nesta sexta-feira (2). O departamento jurídico da legenda está elaborando o recurso.

Os dirigentes tucanos estavam em dúvida sobre se judicializavam ou não o resultado final do processo de impeachment com receio de que uma disputa na Justiça possa abrir espaço para uma eventual anulação de todo o julgamento que afastou Dilma definitivamente da Presidência da República.

No entanto, em conversas com advogados do partido, os caciques tucanos decidiram protocolar um mandado de segurança questionando a manutenção dos direitos políticos de Dilma, na medida em que a própria defesa da petista já ingressou com recurso na Suprema Corte pedindo para anular seu afastamento do comando do Palácio do Planalto (leia ao final desta reportagem nota divulgada por PSDB, DEM e PPS esclarecendo os motivos de terem decidido ajuizar o recurso).

A polêmica
Nesta quarta (31), por 61 votos a 20, o Senado aprovou a destituição da presidente. No entanto, em uma segunda votação, por 42 votos a 36, a Casa decidiu não impedir que Dilma ocupasse cargos públicos por oito anos a partir de 2019.

Inicialmente, o Senado faria apenas uma votação para determinar, conjuntamente, o impeachment e a inabilitação de Dilma, conforme previsto na Constituição.

Porém, o presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, acatou pouco antes da votação final do julgamento um destaque (pedido de alteração no texto do projeto) apresentado pela bancada do PT que solicitava a realização de duas votações separadas.

G1/DF

Opinião dos leitores

  1. Isso é o medo de Dilma voltar? Aguarde que LULA volta já! Tratem de fazer um governo melhor para o povão, pq como diria Braulio Tavares: NÃO SE ENGANEM PQ O NOSSO POVO NÃO É BESTA!!!

    1. Essa senhora tem que receber a punição completa. O que foi feito por parte desses políticos irresponsáveis e omissos e o lewandowoski é um ABSURDO, simplesmente rasgaram a constituição. Tem que levar este senhor lewandwoski ao impeachment..

    2. não se deve confundir liderança (o que a mulher não demonstrou em seu 'des'governo) com martirização política (que é o atual jogo dos que a apóiam)…
      A CF não foi cumprida! Fato! Pena em Collor, nela, no Cunha, e em qualquer outro corrupto!

  2. Rapaz é um bando de bst,
    precisou a sociedade se movimentar e pedir o óbvio para só então ele (o bando) cair na real….

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Especialistas em direito questionam votação separada do impeachment

A decisão do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Ricardo Lewandowski, de separar a votação das penas do impeachment de Dilma Rousseff tem sido contestada por advogados e especialistas em direito.

Na quarta (31), durante a sessão do Senado, Lewandowski atendeu a um pedido do PT para que as penas de cassação e de suspensão dos direitos políticos de Dilma fossem votadas separadamente. Com isso, a ex-presidente acabou cassada, mas manteve a possibilidade de ocupar cargos públicos.

Para advogados e especialistas ouvidos, a perda do mandato e a inabilitação para funções públicas são punições indissociáveis.
O senador Álvaro Dias (PV-PR) recorreu ao STF contra a votação separada. O PSDB também estuda entrar com recuso. Nesta quinta (1°), o ministro do STF Gilmar Mendes chamou a decisão de “bizarra”.
“Não são duas penas alternativas. A suspensão dos direitos políticos está condicionada diretamente à perda do cargo. O ‘com’ no texto da Constituição deixa isso claro”, afirma o advogado criminalista Gustavo Badaró.

O parágrafo único do artigo 52 da Constituição afirma que a condenação do presidente da República pelo crime de responsabilidade é limitada “à perda do cargo, com inabilitação, por oito anos, para o exercício de função pública”.
“Olha o risco que isso causa: anular o efeito de um processo de cassação -um processo que serve justamente para proteger a sociedade de um mal governante”, diz Badaró.
Conrado Hubner Mendes, professor de direito constitucional da Universidade de São Paulo, diz que a decisão de Lewandowski foi “insustentável”.

O presidente do STF se baseou no regimento interno do Senado que dá aos partidos o direito de pedir destaques, ou seja, solicitar que um trecho do assunto em questão seja votado separadamente.
“Ele equiparou o processo de impeachment com um processo legislativo comum. Essa equiparação é espúria. Só contribuiu para a imagem de que havia algo estranho no ar”, diz Mendes.
Pedro Estevam Serrano, professor de direito constitucional da PUC-SP, a questão central é a contradição dos resultados das duas votações.

“A segunda votação denuncia a ilegitimidade da primeira. Porque se o parlamento considerou que a conduta imputada à presidente não era grave o suficiente para impedi-la de exercer a vida política pública, com muito mais razão, ela não é grave o suficiente para impedi-la de exercer o mandato”, afirma.

ELEIÇÕES

A segunda votação permitiu, por exemplo, que Dilma concorra na eleição de 2018, já que a Lei da Ficha Limpa -que barra candidatos condenados- não especifica tal punição para quem exerceu o cargo de presidente.

“A Lei da Ficha Limpa não regulou a inelegibilidade por cassação do presidente de propósito, porque a Constituição já o faz”, afirma Rafael Mafei, professor da USP, que também discorda da possibilidade de separar as penas.
Essa prerrogativa, avaliam os especialistas, pode ser evocada no processo de cassação do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que deve ser votado neste mês.
Mendes afirma que as situações de Dilma e Cunha são diferentes: uma é crime de responsabilidade regulado pela Constituição e aplicado ao chefe do Executivo, a outra é cassação de mandato parlamentar por infração ética, que é regida por outras normas.
“Do ponto de vista jurídico, não é um precedente que beneficie o Cunha. Mas não se pode menosprezar a imaginação criativa e fraudadora do Congresso”, diz. “Não acho impossível que isso seja levantado.”
Para Rodrigo Pereira, advogado eleitoral, a votação do impeachment pode influenciar, por exemplo, a cassação de prefeitos. “Vai haver a discussão se a perda de direitos políticos é natural ou não da cassação.”

COLLOR
No impeachment de Fernando Collor, em 1992, o ex-presidente e atual senador renunciou ao cargo pouco antes de seu julgamento.
Os senadores decidiram julgá-lo mesmo assim e suspenderam seus direitos políticos. A decisão foi questionada por Collor no STF, que manteve a palavra final do Senado.
Segundo Mafei, isso não significa que os senadores separaram a pena da cassação (inaplicável, já que Collor renunciara) e a pena da inabilitação política.
“O STF julgou se um presidente que renuncia momentos antes do julgamento pode, mesmo assim, ser julgado. Não foi uma decisão sobre se a pena acessória pode ser desmembrada da principal”, afirma.
“A separação das penas não se fundamenta na Constituição nem no precedente do STF no caso de Collor. E é ainda mais grave que tenha sido tomada sozinha por Lewandowski”, diz Mendes.
A lei que trata do processo de impeachment, de 1950, abre a brecha para a separação das penas. Essa legislação, porém, segundo os especialistas, por ser anterior à Constituição, teve o entendimento modificado pelo novo texto.

O QUE DIZ A CONSTITUIÇÃO
Art. 52. Compete privativamente ao Senado Federal:
I – processar e julgar o Presidente e o Vice-Presidente da República nos crimes de responsabilidade, bem como os Ministros de Estado e os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica nos crimes da mesma natureza conexos com aqueles
Parágrafo único. Nos casos previstos nos incisos I e II, funcionará como Presidente o do Supremo Tribunal Federal, limitando-se a condenação, que somente será proferida por dois terços dos votos do Senado Federal, à perda do cargo, com inabilitação, por oito anos, para o exercício de função pública, sem prejuízo das demais sanções judiciais cabíveis.
O QUE DIZ A LEI 1.079 DE 1950
Art. 33. No caso de condenação, o Senado por iniciativa do presidente fixará o prazo de inabilitação do condenado para o exercício de qualquer função pública; e no caso de haver crime comum deliberará ainda sobre se o Presidente o deverá submeter à justiça ordinária, independentemente da ação de qualquer interessado.

Folha

Opinião dos leitores

  1. Uma característica dos verdadeiros reacionários é abrir o berreiro quando saem do poder e é isso que os bandidos do PT se seus babões estão fazendo.

  2. Ninguém tem medo de Dilma pois ela não se cria mais, nem o PT quer ela.
    O que se reclama é essa pizza orquestrada, se criou um precedente que vai livrar a cara de muitos corruptos.

  3. O Art 52 da constituição é taxativo,o q fizeram com a carta magna é criminoso,e o q chama atenção (fato vergonhoso),é a participação do Pte do STF q deveria zelar pelo bom cumprimento das leis….

  4. Uma característica típica do Fascista é o medo de qualquer liderança popular. Os golpistas tem verdadeiro pavor que Dilma continue na política

    1. Ella vai exercer as IRRESPONSABILIDADES dela na casa dela na Nação Brasileira jamais.Fora pt e sua Mafia.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *