O brasileiro Thiago Braz recebeu nesta terça-feira (16) sua medalha de ouro pela conquista no salto com vara, um dia depois de bater o recorde olímpico e superar o recordista mundial Renaud Lavillenie na final. O francês, inclusive, foi vaiado pela maior parte do público no Engenhão e aplaudido por outra menor ao subir no pódio.
Quando o nome de Lavillenie foi anunciado, uma grande parcela dos torcedores brasileiros começou a vaiá-lo. O próprio Thiago Braz aparentou ficar desconcertado com a situação. Depois, durante a execução do Hino Nacional do Brasil, o francês chegou a chorar.
Na foto oficial dos medalhistas, Lavillenie foi o único a não sorrir, ao contrário de Thiago e do medalhista de bronze, o americano Sam Kendricks, que é amigo do brasileiro.
O francês, que defendia seu título olímpico de Londres-2012, reclamou muito do público no Engenhão durante a final da última segunda-feira (15). Ele chegou a comparar a hostilidade dos brasileiros às vaias que o velocista Jesse Owens sofreu nos Jogos de Berlim-1936, quando a Alemanha era governada pelo partido nazista.
Na tarde de hoje, (16/08), no centro de Baia Formosa, numa ação de equipes da DEICOR/PCRN, com apoio do GOE/PCPB foi preso em flagrante Edgleyson Francisco da Costa, 27 anos conhecido por “Gleyson” . Com o mesmo foi apreendido um fuzil alemão mosquefal, calibre 7,62, além de 30 munições intactas do mesmo calibre e um tablete de cocaína.
Gleyson é suspeito de ser integrante da organização criminosa presa pelo GOE e DEICOR no dia (21/07/) na praia de Jacumã, município do Conde-PB. Naquela data entre os presos estava Edielson Francisco da Costa alcunha “BARATA” irmão de Edgleyson.
Entre os crimes praticados por este grupo criminoso e investigado pela DEICOR está a tentativa de explosão ao Banco Bradesco de Baía Formosa-RN no dia 30/ de junho de2016.
Edgleyson foi autuado em flagrante na DEICOR pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e munições de calibre restrito, receptação e tráfico de drogas.
Uma operação realizada nesta terça-feira (16) por policiais civis da 1ª DP de Parnamirim culminou com a prisão de cinco pessoas e a apreensão de um adolescente. A ação foi desencadeada em cumprimento a mandados de busca e apreensão em residências nos bairros de Santos Reis e Bela Vista.
Foram detidos Mauro Nascimento, Lucinaldo Francisco de Melo, Luanderson Francisco de Melo, Wallyson Lima Souza e Yuri Franco Rodrigues de Oliveira. Com eles, a equipe de policiais encontrou drogas, armas de fogo, munições, balança de precisão, além de diversos objetos possivelmente provenientes de roubos, como um conjunto de talheres banhado a ouro com um valor estimado de R$ 10 mil.
Luanderson, Lucinaldo e Yuri foram detidos por tráfico de drogas. Contra Wallyson e Mauro foi feito um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).
O ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura do inquérito contra a presidente afastada, Dilma Rousseff, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e dois ex-ministros do governo da petista, segundo fontes com acesso à investigação. Em despacho desta segunda-feira, 15, o ministro autorizou a realização de diligências no caso – andamento processual que é praxe após a abertura das investigações. O caso é mantido sob extremo sigilo no STF.
Em junho, Teori encaminhou de volta ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o pedido de investigação feito pelo Ministério Público. Na ocasião, o ministro informou ao procurador-geral que havia anulado a gravação em que Lula e Dilma conversavam sobre a entrega do termo de posse do petista como ministro da Casa Civil. O diálogo é um dos indícios considerados por Janot como indicativo da tentativa de obstrução de justiça.
Definitivamente o STF faz parte do golpe. Enquanto isto, Romero Jucá, Renan Calheiros e José Sarney, que foram gravados por Sérgio Machado continuam imunes a tudo. Se aquilo que eles disseram não foi tentativa de obstruir a Justiça, então não sei o que seria. Essa Justiça não é cega, ela tem lado. Faz vergonha. Quanta hipocrisia.
E ainda tem gente como o pétala acima que defende a pústula Dilma Rousseff….
Engraçado são esses comentários de hipócritas, antes, quando Jucá, Renan e Sarney eram aliados ninguém falava nada, inclusive Renan deve a Lula o fato de não ter perdido o mandato.
O pior cego é aquele que não quer ver de jeito nenhum.
Qual o problema de se investigar indivíduos quanto a sua ação na vida pública? Quem teme investigação é quem tem telhado de vidro.
Robson Conceição fez história nesta terça-feira. Empurrado pelos torcedores presentes no pavilhão seis do Riocentro, o baiano confirmou seu favoritismo com uma vitória incontestável para se consagrar como o primeiro pugilista medalhista de ouro do Brasil em Olimpíadas. O feito histórico veio após vencer a luta contra o francês Sofiane Oumiha por decisão unânime dos jurados (30-27, 29-28 e 29,29) na categoria dos pesos-leves (até 60 quilos).
Uma mulher de 18 anos foi morta a tiros na tarde de hoje, 16, no bairro de Nossa Senhora da Apresentação, na Zona Norte de Natal. Segundo a Polícia Civil, a suspeita é de que Naiara Régia Noemi da Silva tenha sido assassinada pelo ex-companheiro. Este é o quinto caso registrado em cinco dias de assassinato de mulheres que tem ex-companheiros como principais suspeitos.
O Brasil terá uma dupla na decisão masculina de vôlei de praia da Rio-2016. Campeões mundiais no ano passado, Alison e Bruno Schmidt venceram os holandeses Alexander Brouwer e Robert Meeuwsen por 2 sets a 1 nesta terça-feira (16), com parciais de 21/17 e 21/23 e 16/14), colocaram o país na final pela quarta vez consecutiva e garantiram ao menos a medalha de prata.
Até hoje, o Brasil só não esteve na decisão masculina do vôlei de praia em uma edição de Jogos Olímpicos (Atlanta-1996). Desde então, o país sempre colocou um conjunto na decisão. O único ouro obtido pelos representantes nacionais, contudo, foi em Atenas-2004, quando Ricardo e Emanuel foram campeões.
O próprio Alison esteve no jogo que valia a medalha de ouro na edição passada dos Jogos, em Londres-2012. Naquela ocasião, jogando ao lado de Emanuel, o brasileiro perdeu o título para os alemães Brink e Reckermann.
O Procurador-Geral de Justiça do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), Rinaldo Reis de Lima, participou de reuniões com o presidente do Tribunal de Justiça do Estado (TJRN), desembargador Cláudio Santos, para tratar de questões acerca do sistema prisional e do sistema socioeducativo. O objetivo, nos dois casos, é somar esforços entre o Ministério Público e o Judiciário para articular soluções aos problemas enfrentados que sejam efetivamente implementadas.
“A crise no sistema prisional potiguar é antiga e conhecida. Precisamos de ação. Queremos saber porque medidas não são tomadas como a construção de presídios e a criação de APAC’s. O próprio Governo do Estado disse que possui R$ 34 milhões oriundos de diversos fundos desde abril”, destacou o 39º promotor de Justiça da Comarca de Natal, Antônio de Siqueira Cabral, com atuação no âmbito do sistema prisional do Estado.
Também participaram da discussão sobre o sistema prisional o secretário-adjunto de Estado da Justiça e Cidadania (Sejuc), Rodrigo Rodolfo Rodrigues, a coordenadora do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça Criminais (Caop Criminal), Luciana D’Assunção e secretário-geral do TJRN, Fernandes Jales, e os juízes de Excuções Penais, Henrique Baltazar e Gustavo Marinho (coordenador da Central de Penas e Medidas Alternativas).
Agora, a meta será construir um discurso único e apresentar medidas concretas a serem tomadas por parte do Estado em uma nova reunião, que deve acontecer na sexta-feira (19), na Procuradoria-Geral de Justiça. O MPRN e o Judiciário esperam contar com a presença do governador do Estado, Robinson Faria, e do secretário de Justiça e Cidadania, Walber Virgolino, para tratar do assunto.
Terça-feira violenta no município de Antônio Martins, Alto Oeste do estado, com o registro de mais duas execuções.
O ataque foi registrado no início da tarde e vitimou o vereador do município identificado como Valdeci Batista de Oliveira, conhecido como Valdeci de Nozin e um filho, identificado apenas como Jaburú que o acompanhava no momento da investida dos assassinos.
A emboscada ocorreu quando a dupla chegava em casa de uma viagem a Alexandria, onde prestaram esclarecimentos sobre um incidente ocorrido na cidade de João Dias no último fim de semana. O ataque se deu nas proximidades da residência do vereador, que mesmo baleado, conseguiu fugir, morrendo nas proximidades da BR-226.
“Jaburú” chegou a ser socorrido mas não resistiu e morreu no hospital.
Valdeci era pai do ex-vereador Antônio Wagner, conhecido na cidade de Antônio Martins como Daya.
O mesmo foi alvo de um ataque no domingo dia 14 também em Antônio Martins. A Polícia Militar acredita que o assassinato tenha relação com ataques ocorridos no domingo, já que a vítima de hoje era pai do ex-vereador.
A Polícia Militar já faz diligencia na região na tentativa e encontra os autores do crime.
A presidente afastada, Dilma Rousseff, pediu nesta terça-feira (16) a senadores que “não façam a injustiça” de condená-la por um crime que “não cometeu”, se disse mais uma vez vítima de um “inequívoco golpe” e defendeu a realização de um plebiscito para novas eleições e reforma política.
Na carta aos senadores e ao povo brasileiro lida em um pronunciamento no Palácio da Alvorada, Dilma disse que, caso o impeachment seja consumado “sem crime de responsabilidade”, o Brasil estará sofrendo um “inequívoco golpe seguido de eleição indireta”.
“O colégio eleitoral de 110 milhões de eleitores seria substituído, sem a devida sustentação constitucional, por um colégio eleitoral de 81 senadores. Seria um inequívoco golpe seguido de eleição indireta”, afirmou a petista.
No documento, Dilma defendeu ainda a realização de um plebiscito para a realização de novas eleições e reforma política, com medidas como a fragmentação de partidos, moralização do financiamento das campanhas e mais poder aos eleitores. A questão da reforma política foi uma exigência dos movimentos sociais, como o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra).
“Estou convencida da necessidade e darei meu apoio irrestrito à convocação de um plebiscito para consultar a população sobre a realização de eleições e reforma política e eleitoral”, afirmou.
Dilma disse ainda que, no período em que esteve afastada do Palácio do Planalto, ouviu “críticas duras” a seu governo, que “erros foram cometidos” e “medidas não foram tomadas”. De maneira genérica, afirmou que “acolhe” essas críticas “com humildade e determinação”.
De acordo com senadores aliados, Dilma divulgou a carta aos parlamentares na tarde desta terça, enquanto fazia a leitura a jornalistas, o que irritou especialmente os petistas.
A presidente afastada não convidou nenhum dos senadores para estar ao lado dela durante a leitura do documento e estava acompanhada de cinco ex-ministros do PT: Jaques Wagner (Casa Civil), Aloizio Mercadante (Educação), Miguel Rossetto (Trabalho), Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo) e Eleonora Menicucci (Mulheres).
Dilma se disse “inocente” e afirmou que “jamais” encontrarão em sua trajetória “registro de desonestidade, covardia ou traição”. Nesse momento, aproveitou para fazer uma crítica velada ao ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e afirmou que não tem “conta na Suíça”.
‘SEM TIMING’
Há semanas aliados reclamam que Dilma “perdeu o timing” da divulgação da carta e que, agora, o documento não terá mais valor em troca de votos nojulgamento final do impeachment, marcado para começar em 25 de agosto.
A presidente afastada fez diversas versões do documento que, inicialmente, tinha cinco páginas. Na quarta-feira (10), em almoço com senadores no Alvorada, pediu mais seis dias para finalizar o texto, que contaria, segundo ela, com novos ajustes.
Dilma queria retirar principalmente sugestões do senador Cristovam Buarque (PPS-DF), que opinou sobre o documento, mas acabou fazendo discurso a favor do impeachment na sessão no Senado que tornou a petista ré.
A defesa do plebiscito para novas eleições contraria a opinião do presidente nacional do PT, Rui Falcão, que já se declarou publicamente contra a consulta popular.
Leia a íntegra da carta:
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Mensagem da Presidenta da República Dilma Rousseff
AO SENADO FEDERAL E AO POVO BRASILEIRO
Brasília, 16 de agosto de 2016
Dirijo-me à população brasileira e às Senhoras Senadoras e aos Senhores Senadores para manifestar mais uma vez meu compromisso com a democracia e com as medidas necessárias à superação do impasse político que tantos prejuízos já causou ao País.
Meu retorno à Presidência, por decisão do Senado Federal, significará a afirmação do Estado Democrático de Direito e poderá contribuir decisivamente para o surgimento de uma nova e promissora realidade política.
Minha responsabilidade é grande. Na jornada para me defender do impeachment me aproximei mais do povo, tive oportunidade de ouvir seu reconhecimento, de receber seu carinho. Ouvi também críticas duras ao meu governo, a erros que foram cometidos e a medidas e políticas que não foram adotadas. Acolho essas críticas com humildade e determinação para que possamos construir um novo caminho.
Precisamos fortalecer a democracia em nosso País e, para isto, será necessário que o Senado encerre o processo de impeachment em curso, reconhecendo, diante das provas irrefutáveis, que não houve crime de responsabilidade. Que eu sou inocente.
No presidencialismo previsto em nossa Constituição, não basta a desconfiança política para afastar um Presidente. Há que se configurar crime de responsabilidade. E está claro que não houve tal crime.
Não é legítimo, como querem os meus acusadores, afastar o chefe de Estado e de governo pelo “conjunto da obra”. Quem afasta o Presidente pelo “conjunto da obra” é o povo e, só o povo, nas eleições.
Por isso, afirmamos que, se consumado o impeachment sem crime de responsabilidade, teríamos um golpe de estado. O colégio eleitoral de 110 milhões de eleitores seria substituído, sem a devida sustentação constitucional, por um colégio eleitoral de 81 senadores. Seria um inequívoco golpe seguido de eleição indireta.
Ao invés disso, entendo que a solução para as crises política e econômica que enfrentamos passa pelo voto popular em eleições diretas. A democracia é o único caminho para a construção de um Pacto pela Unidade Nacional, o Desenvolvimento e a Justiça Social. É o único caminho para sairmos da crise.
Por isso, a importância de assumirmos um claro compromisso com o Plebiscito e pela Reforma Política.
Todos sabemos que há um impasse gerado pelo esgotamento do sistema político, seja pelo número excessivo de partidos, seja pelas práticas políticas questionáveis, a exigir uma profunda transformação nas regras vigentes.
Estou convencida da necessidade e darei meu apoio irrestrito à convocação de um Plebiscito, com o objetivo de consultar a população sobre a realização antecipada de eleições, bem como sobre a reforma política e eleitoral.
Devemos concentrar esforços para que seja realizada uma ampla e profunda reforma política, estabelecendo um novo quadro institucional que supere a fragmentação dos partidos, moralize o financiamento das campanhas eleitorais, fortaleça a fidelidade partidária e dê mais poder aos eleitores.
A restauração plena da democracia requer que a população decida qual é o melhor caminho para ampliar a governabilidade e aperfeiçoar o sistema político eleitoral brasileiro.
Devemos construir, para tanto, um amplo Pacto Nacional, baseado em eleições livres e diretas, que envolva todos os cidadãos e cidadãs brasileiros. Um Pacto que fortaleça os valores do Estado Democrático de Direito, a soberania nacional, o desenvolvimento econômico e as conquistas sociais.
Esse Pacto pela Unidade Nacional, o Desenvolvimento e a Justiça Social permitirá a pacificação do País. O desarmamento dos espíritos e o arrefecimento das paixões devem sobrepor-se a todo e qualquer sentimento de desunião.
A transição para esse novo momento democrático exige que seja aberto um amplo diálogo entre todas as forças vivas da Nação Brasileira com a clara consciência de que o que nos une é o Brasil.
Diálogo com o Congresso Nacional, para que, conjunta e responsavelmente, busquemos as melhores soluções para os problemas enfrentados pelo País.
Diálogo com a sociedade e os movimentos sociais, para que as demandas de nossa população sejam plenamente respondidas por políticas consistentes e eficazes. As forças produtivas, empresários e trabalhadores, devem participar de forma ativa na construção de propostas para a retomada do crescimento e para a elevação da competitividade de nossa economia.
Reafirmo meu compromisso com o respeito integral à Constituição Cidadã de 1988, com destaque aos direitos e garantias individuais e coletivos que nela estão estabelecidos. Nosso lema persistirá sendo “nenhum direito a menos”.
As políticas sociais que transformaram a vida de nossa população, assegurando oportunidades para todas as pessoas e valorizando a igualdade e a diversidade deverão ser mantidas e renovadas. A riqueza e a força de nossa cultura devem ser valorizadas como elemento fundador de nossa nacionalidade.
Gerar mais e melhores empregos, fortalecer a saúde pública, ampliar o acesso e elevar a qualidade da educação, assegurar o direito à moradia e expandir a mobilidade urbana são investimentos prioritários para o Brasil.
Todas as variáveis da economia e os instrumentos da política precisam ser canalizados para o País voltar a crescer e gerar empregos.
Isso é necessário porque, desde o início do meu segundo mandato, medidas, ações e reformas necessárias para o país enfrentar a grave crise econômica foram bloqueadas e as chamadas pautas-bomba foram impostas, sob a lógica irresponsável do “quanto pior, melhor”.
Houve um esforço obsessivo para desgastar o governo, pouco importando os resultados danosos impostos à população. Podemos superar esse momento e, juntos, buscar o crescimento econômico e a estabilidade, o fortalecimento da soberania nacional e a defesa do pré-sal e de nossas riquezas naturais e minerárias.
É fundamental a continuidade da luta contra a corrupção. Este é um compromisso inegociável. Não aceitaremos qualquer pacto em favor da impunidade daqueles que, comprovadamente, e após o exercício pleno do contraditório e da ampla defesa, tenham praticado ilícitos ou atos de improbidade.
_Povo brasileiro, Senadoras e Senadores,_
O Brasil vive um dos mais dramáticos momentos de sua história. Um momento que requer coragem e clareza de propósitos de todos nós. Um momento que não tolera omissões, enganos, ou falta de compromisso com o país.
Não devemos permitir que uma eventual ruptura da ordem democrática baseada no impeachment sem crime de responsabilidade fragilize nossa democracia, com o sacrifício dos direitos assegurados na Constituição de 1988. Unamos nossas forças e propósitos na defesa da democracia, o lado certo da História.
Tenho orgulho de ser a primeira mulher eleita presidenta do Brasil. Tenho orgulho de dizer que, nestes anos, exerci meu mandato de forma digna e honesta. Honrei os votos que recebi. Em nome desses votos e em nome de todo o povo do meu País, vou lutar com todos os instrumentos legais de que disponho para assegurar a democracia no Brasil.
A essa altura todos sabem que não cometi crime de responsabilidade, que não há razão legal para esse processo de impeachment, pois não há crime. Os atos que pratiquei foram atos legais, atos necessários, atos de governo. Atos idênticos foram executados pelos presidentes que me antecederam. Não era crime na época deles, e também não é crime agora.
Jamais se encontrará na minha vida registro de desonestidade, covardia ou traição. Ao contrário dos que deram início a este processo injusto e ilegal, não tenho contas secretas no exterior, nunca desviei um único centavo do patrimônio público para meu enriquecimento pessoal ou de terceiros e não recebi propina de ninguém.
Esse processo de impeachment é frágil, juridicamente inconsistente, um processo injusto, desencadeado contra uma pessoa honesta e inocente. O que peço às senadoras e aos senadores é que não se faça a injustiça de me condenar por um crime que não cometi. Não existe injustiça mais devastadora do que condenar um inocente.
A vida me ensinou o sentido mais profundo da esperança. Resisti ao cárcere e à tortura. Gostaria de não ter que resistir à fraude e à mais infame injustiça.
Minha esperança existe porque é também a esperança democrática do povo brasileiro, que me elegeu duas vezes Presidenta. Quem deve decidir o futuro do País é o nosso povo.
É de mais prós meus ouvidos. Se quer voltar apenas para fazer um plebiscito, pra que voltar? Plebiscito, novas eleições não está na constituição, mais uma da bobera da querida, assim não dá.
Essa incompetente tofa hora que o bicho pega pro lado dela se sai com essa LOROTA de plebiscito, não é a primeira vez. A democracia há de vencer e esses irresponsáveis punidos.
A arena do vôlei de praia estava toda de verde e amarelo nesta terça-feira em Copacabana. A torcida lotou as arquibancadas para empurrar Larissa e Talita nas semifinais da modalidade nos Jogos Olímpicos Rio-2016 contra as alemãs Ludwig e Walkenhorst. Mas o talento das europeias, que estavam bastante inspiradas, foi maior do que a energia dos fãs e do desempenho da dupla tupiniquim.
Larissa e Talita perderam a partida por 2 sets a 0, com parciais de 21-18 e 21-12, e perderam a chance de disputar a medalha de ouro na competição. A dupla ainda jogará pelo bronze nesta quarta-feira, contra adversário a ser definido na noite desta terça-feira, do duelo entre as brasileiras Ágatha e Bárbara Seixas e as americanas Walsh e Ross.
Enquanto Talita ainda busca sua primeira medalha olímpica, Larissa jogará sua segunda partida seguida pela medalha de bronze nos Jogos. Em Londres-2012, ao lado de Juliana, ela terminou a competição em terceiro lugar.
A presidenta afastada Dilma Rousseff divulgou há pouco uma carta à população propondo a realização de plebiscito sobre a convocação de eleições presidenciais antecipadas.
Na carta, Dilma aborda a crise política e defende que a população decida sobre a realização de um novo pleito presidencial. “A restauração plena da democracia requer que a população decida qual o melhor caminho para melhorar a governabilidade”, disse, ao ler o documento, direcionado à nação e aos senadores, durante entrevista coletiva à imprensa no Palácio da Alvorada. A presidente afastada apenas leu o documento e não respondeu perguntas.
No documento, intitulado “Mensagem ao Senado e ao povo brasileiro”, Dilma reafirma que não cometeu crime de responsabilidade e classifica o processo de impeachment contra ela de “golpe”. Dilma diz que caso o Senado decida pelo afastamento definitivo dela da Presidência da República haverá “ruptura da ordem democrática baseada em um impeachment sem crime de responsabilidade”.
Na carta, Dilma também reconhece erros cometidos durante seu governo e acena com mudanças na política econômica caso retorne à presidência.
A presidenta disse ainda que o processo é injusto, pois foi “desencadeado contra uma pessoa honesta e inocente.”
Dilma disse ainda que apoia a luta contra a corrupção e que ela é “inegociável”.
“Não tenho contas secretas no exterior, nunca desviei um único centavo do patrimônio público e não recebi propina de ninguém”, disse Dilma ao ler a carta, em referência ao deputado afastado e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
A presidenta afastada convocou uma coletiva de imprensa no Palácio da Alvorada para explicar os argumentos da carta, debatidos nos últimos dias com aliados. O texto que será encaminhado aos senadores aponta um dos últimos posicionamentos de Dilma antes do julgamento final do processo de impeachment.
Na semana passada, 59 senadores votaram pela aceitação do parecer que dá continuidade ao processo. Com isso, o julgamento de Dilma por crime de responsabilidade terá início no próximo dia 25, uma quinta-feira. Para barrar o impeachment, Dilma precisa do voto de, no mínimo, 28 do 81 senadores. A presidenta afastada não informou se irá ao Senado para apresentar pessoalmente sua defesa.
Acompanharam Dilma na entrevista os ex-ministros Eleonora Menicucci (Secretaria Especial de Políticas para Mulheres), Jaques Wagner (Relações Institucionais), Ricardo Berzoini (Gabinete de Governo) e Aloizio Mercadante (Educação e Casa Civil).
Continua viajando e prometendo o que nunca vai fazer. Acabou PT, passou o tempo, perdeu a chance, caiu no descrédito, se mostrou incompetente, foi o maior engodo que a política já produziu.
Esse esperneio diante da possibilidade da perda do poder, estava completamente fora dos planos e a situação ficou crítica com a revelação da corrupção petista. ACABOU QUERIDA, TCHAU!
Essa mulher sapiens, saudadora de mandioca, maquiadora de dados, proteladora de pagamentos, usuária de óleo de peroba tá fazendo uma falta!!!! Rsrsrs…. o povo nem lembra dela! Tchau querida!
O presidente da Câmara Municipal de Touros, Diego França, foi denunciado na Justiça por não fazer o repasse regular das contribuições para Previdência Social referentes ao Legislativo. Durante os meses de agosto de 2014 a dezembro de 2014 os documentos mostram que, embora os repasses do Executivo para o Legislativo tenham se mantido normais, não ocorreu pagamento para todas as guias de recolhimento do INSS. A dívida acumulada pela Câmara supera os R$ 300 mil.
A ação civil pública com cobrança foi impetrada pela Procuradoria municipal de Touros. Isso porque como as Câmaras Legislativas não têm autonomia jurídica, embora o débito seja daquela Casa, a cobrança recai sobre o Executivo. Uma mostra disso foi que o INSS realizou o débito dos valores devidos pela Câmara Municipal diretamente no FPM (Fundo de Participação dos Municípios) do mês de agosto, que é uma das principais receitas do Executivo.
Na Justiça, a Procuradoria municipal pede a concessão de uma liminar para autorizar a Prefeitura a compensar o valor devido pela Câmara nas contribuições ao INSS e debitados do Executivo, compensar nos próximos repasses do Legislativo. Ou, caso não seja possível, que a Câmara pague integralmente o valor de R$ 314.304,80. O processo vai tramitar na Vara Única da Comarca de Touros.
Após toda a polêmica criada com a crítica do repórter americano David Segal, do jornal americano “The New York Times” a um dos símbolos das praias cariocas, o biscoito “O Globo”, a mesma publicação (desta vez com um outro colunista) traz um tom bastante elogioso sobre o Brasil, ressaltando que o País “é o cemitério dos pessimistas”.
Quem falou sobre o assunto foi o colunista Roger Cohen, que foi correspondente no Brasil e se disse muito cansado do noticiário negativo sobre a nação. “Estou cansado, muito cansado, de ler reportagens negativas sobre a Olimpíada brasileira”, afirma o colunista.
Ele ressalta o potencial do País de dar “a volta por cima”, superando os problemas que encontra pela frente. Cohen afirma que morava no Brasil na década de 1980, quando a inflação era galopante e o País passou por três moedas – cruzeiro, cruzado e cruzado novo. O colunista cita o compositor Tom Jobim, que cunhou a frase de que “o Brasil não é para principiantes”.
Cohen afirma que o Brasil tem diversos problemas, como a desigualdade e a violência, mas que busca superar os desafios. “Certa vez, perguntei ao industrial paulista José Mindlin se ele estava preocupado em saber para onde o Brasil estava indo. ‘Eu sempre me preocupo com o fim do mês”, disse ele. ‘Mas eu nunca me preocupo sobre o futuro’. Ele estava certo. O Brasil é o cemitério dos opositores”, afirmou o colunista.
Cohen ressalta que o País tem se transformado desde a década de 1980, com a moeda e a democracia se estabilizando, enquanto a classe média tem crescido exponencialmente, mesmo que esteja pressionada agora. O Brasil já passou por um processo de impeachment com Fernando Collor de Mello e enfrenta outro com Dilma Rousseff. O boom das commodities que impulsionou o rápido crescimento brasileiro nos últimos anos terminou, mas o País segue entre as top 10 economistas do mundo. A expectativa de vida passou de 63,9 anos em 1986 para 74,4 anos em 2014. O analfabetismo é alto, mas caiu acentuadamente.
“Os problemas do País persistem, mas só um tolo nega que o Brasil será um grande ator do século XXI. Como qualquer pessoa que esteja frequentando a Olimpíada deve perceber, o Brasil tem uma cultura nacional poderosa e feliz. É a terra do ‘tudo bem”’, diz ele.
Cohen afirma que “há algo no mundo desenvolvido” que não gosta de quando os países em desenvolvimento organizam eventos. “Primeiro, o Brasil não iria nunca conseguir deixar tudo pronto para a Olimpíada. Agora que conseguiu e realizou uma abertura magnífica, é culpado de não ter resolvido todos os seus problemas sociais a tempo dos jogos. Eu ouvi as mesmas lamúrias na África do Sul na época da Copa do Mundo em 2010: o crime, a pobreza e a ineficiência iriam estragar as coisas. Mas o torneio foi um triunfo”, ressaltou. “Eu não lembro de ver repórteres fazendo pente-fino nas partes mais pobres e com mais crime do Reino Unido em 2012 para achar pessoas prontas para reclamar sobre os jogos de Londres”. Para o colunista, estes Jogos Olimpícos no Rio estão sendo bons para o Brasil e para a humanidade.
Ele ainda ressalta que a sua imagem preferida é a de Rafaela Silva, a jovem brasileira da Cidade de Deus que ganhou medalha de ouro no judô e declarou: “Essa medalha demonstra que uma criança que tem um sonho deve acreditar, mesmo que leve tempo, porque o sonho pode ser realizado”.
“Nas favelas algumas crianças estão sonhando de uma maneira diferente agora. Isso, sim é uma história”, conclui o artigo.
BG
O País chamado Brasil realmente tem um povo alegre, maravilhoso e trabalhador, agora os políticos desta Nação são em sua grande maioria uns PICARETAS.
Vdd. Egoístas q só pensam em si, e nos últimos tempos estão querendo fazer da política , herança, passando a seus filhos.
Picaretas!!
Qdo é q o MP vai enxergar um deputado ganhando R$ 17.000 por mês, andando em carro se R$ 400.000, trocando a cada 2 anos voltando R$ 250.000, qse o q ganham no período.
É os gastos do dia-dia, os baboes, os puxa-sacos, q querem ser remunerados.???
Abre o olho MP!!
O calor beirando os 30º no Maracanã contribuiu para esquentar ainda mais a primeira semifinal do futebol feminino da Olimpíada do Rio-2016, nesta terça-feira. O Brasil teve as principais ações da partida, mas deixou a decisão para as cobranças de pênaltis e se deu mal: depois do 0 a 0, a Suécia levou a classificação para a decisão. Agora, resta as brasileiras a briga pelo bronze, na sexta-feira, contra o perdedor de Alemanha x Canadá, que jogam às 16h.
O Brasil dominou o primeiro tempo, mas não conseguiu marcar. Em duas cabeçadas, com Bia e Debinha, a equipe anfitriã quase abriu o placar, mas a golei Lindahl Hedving fez boas defesa. A Suécia só chegou aos 45 minutos, mas Bárbara estava atenta e evitou o pior.
Na volta do intervalo, o técnico Vadão tirou Thaisa para a entrada de Andressinha. Com isso, o Brasil manteve o mesmo ritmo até os 20 minutos, quando a Suécia começou a assustar. No último minuto, Formiga quase abriu o placar, mas a goleira sueca voltou a salvar.
Na prorrogação, Vadão atendeu ao pedido dos torcedores e lançou Cristiane na vaga de Debinha. A camisa 11, que ainda se recupera de uma lesão muscular na coxa direita, entrou com disposição, mas teve poucas oportunidades. Apostando nos contra-ataques, a Suécia chegou a assustar. Porém, o 0 a 0 permaneceu no placar.
Nos pênaltis, Cristiane e Andressinha desperdiçaram para o Brasil. Bárbara ainda pegou a cobrança de Asllani Kosovare, mas a Suécia fechou em 4 a 3.
Confira o MEIO-DIA RN desta terça-feira (16), com este blogueiro que entrevistou o candidato a Prefeitura de Parnamirim, Carlos Augusto Maia e trouxe os números da Pesquisa BLOG DO BG/98FM/ MEIO-DIA RN para prefeito e vereador de Natal.
Essa bobagem vai durar quanto tempo ainda ? se não acharam nenhum documento provando que o tal sítio é deles não vai dar em nada !
É o que omi????????????
Dessa vez o francês não se e deu bem na vara…