Diversos

Com restrições do Fies, crédito privado conquista espaço

Iniciar uma faculdade ou fazer uma pós-graduação fica cada vez mais difícil em um momento de redução da renda e crise econômica. Mas se a decisão é essa, o estudante pode acessar as linhas de crédito oferecidas por bancos e instituições de ensino e, dessa forma, viabilizar esse projeto. No entanto, é importante ficar atento: os juros nesse tipo de operação são superiores aos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), do governo federal. As condições também são menos amigáveis para o aluno.

As linhas de crédito para o pagamento de mensalidades universitárias, em especial para a graduação, sempre existiram, mas ganharam força do ano passado para cá. A razão foi a redução do Fies. Com o governo sem ter de onde tirar dinheiro, precisou enxugar o programa, o que resultou em maiores exigências para a elegibilidade ao Fies (nota mínima do Enem de 450 pontos e não ter tirado zero na redação) e prioridade para um determinado grupo de cursos.

Essas mudanças fizeram com que o saldo de novos contratos (diferença entre as concessões de novos financiamentos e cancelamentos) caísse à metade, passando de 732 mil em 2014 para 295 mil no ano passado. Segundo o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia ligada ao Ministério da Educação (MEC), o número de vagas oferecidas em 2016 ficará em torno de 314 mil.

CRESCIMENTO DE ATÉ CINCO VEZES

Com as restrições do Fies, faculdades e bancos passaram a ser mais ativos na concessão de crédito educativo, com o objetivo de manter o número de matrículas ou, pelo menos, evitar um tombo muito forte nelas. Mas, enquanto no Fies o juro é de pouco mais de 0,5% ao mês (6,5% ao ano), no sistema privado a taxa pode chegar a 3% ao mês — e o prazo de pagamento também é menor. Apesar do custo mais elevado, pode ser uma alternativa para quem considera importante obter uma maior qualificação profissional ou para quem já está perto de concluir o curso.

— Nos últimos 12 meses, o número de novos alunos financiados é cinco vezes superior ao período anterior — afirma Carlos Furlan, diretor executivo da Ideal Invest, que faz a gestão do Pravaler, programa de financiamento estudantil privado que, no período, finalizou mais de 180 mil análises de crédito.

Esse crescimento coincide justamente com as regras mais restritivas do Fies. A taxa de juros do Pravaler também é superior à do programa federal: 1,35% ao mês. O cadastro pode ser feito pelo site do Pravaler, que tem parceria com uma série de instituições de ensino, inclusive para cursos de pós-graduação, que estão fora da alçada do Fies.

O pagamento do empréstimo será feito em um prazo equivalente ao dobro do período financiado. Então, se o estudante passar os quatro anos da faculdade usando esse crédito, terá oito anos para pagar. Ou seja, em média, vai desembolsar mensalmente mais ou menos 50% do valor da mensalidade — no Fies, há uma carência de 18 meses para o início do pagamento, sendo que a dívida pode ser quitada em até três vezes o período financiado.

NÃO É PROBLEMA DE DEMANDA, mas DE OFERTA

Como em qualquer operação feita com um banco, há uma análise de crédito para a aprovação do financiamento. Segundo Furlan, a Pravaler tem aprovado, em média, um terço dos pedidos. A cautela é para evitar o aumento da inadimplência, que tende a ser maior em períodos de inflação elevada e desemprego em alta. Apesar dos juros mais elevados, a instituição tem feito parcerias com as universidades — como a Estácio de Sá, no Rio, e a São Judas Tadeu, em São Paulo — para ampliar a oferta. Além da análise de crédito, é preciso ter um avalista.

Para as faculdades, esse tipo de parceria apresenta vantagens, pois permite não perder um aluno que está em fim de curso e ainda garante novas matrículas.

fiesA Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), que tem 4,2 mil alunos na graduação, sentiu os efeitos das mudanças do Fies e buscou uma instituição financeira para oferecer alternativas. Ismael Rocha, diretor acadêmico do estabelecimento de ensino, conta que os alunos com Fies representavam 9% do total. Agora, essa participação caiu para 5%.

— Essa redução de alunos com financiamento do Fies não se deu por culpa da demanda e, sim, por culpa da oferta. Então buscamos um parceiro para dar essa alternativa — explica Rocha.

Outro plano da faculdade é ampliar o número de bolsas, em geral concedidas para aqueles mais bem colocados no vestibular. Mas, para o aluno em dificuldade financeira, como a perda do emprego próprio ou de alguém da família, o conselho dos especialistas é procurar o estabelecimento de ensino e negociar. Rocha conta que essa procura por descontos e bolsas temporárias, de até seis meses, cresceu muito recentemente:

— Se compararmos com o primeiro semestre do ano passado, aumentou em três vezes o número de pedidos de bolsas temporárias. Vamos ampliar essa oferta para reter talentos nesse momento.

Para os financiamentos, que estão disponíveis o ano todo e para cursos da graduação e pós, a ESPM tem uma parceria com o Bradesco, que também faz acordos com outras universidades.

O diretor de convergência de produtos e serviços do banco, Antônio Diniz, conta que cresceu a procura, desde o ano passado, por universidades interessadas em compensar a redução do Fies. Também há mais alunos buscando esse tipo de crédito em razão da atual situação econômica.

— Tem um aumento de demanda recente. Esse tipo de financiamento não tem uma relação tão direta com o nível de desemprego, mas sem dúvida afeta — afirma Diniz.

A taxa de juros pode ser de até 2,56% ao mês, a depender do acordo fechado com cada faculdade, já que algumas preferem subsidiar parte dos juros para promover as matrículas em determinados cursos ou campus. Esse subsídio pode chegar a 100% do juros — mas, neste caso, a correção da prestação é feita pela inflação, que ainda está em patamares elevados.

— Para a faculdade essa parceria é muito interessante, já que ela recebe os recursos de uma vez em seu caixa. Já o aluno passa a pagar mais ou menos 50% do valor da parcela, por isso a demanda crescente — explica Diniz, complementando que o prazo de pagamento é equivalente ao dobro do período do curso financiado.

QUANTO MAIOR O PRAZO, MAIOR O JURO

É também necessária uma avaliação de crédito. Atrelado a isso, o estudante abre uma conta corrente no banco e tem direito a um cartão de crédito com isenção de tarifa por um ano, entre outros benefícios. Não há necessidade de avalista se houver comprovação de renda. Os recursos podem ser usados tanto para o pagamento de mensalidades de um curso de graduação ou pós como para a compra de materiais (no caso de estudantes de odontologia, por exemplo) ou cursos no exterior.

O Santander também oferece esse tipo de crédito atrelado a parcerias com instituições de ensino. No caso de uma pós-graduação ou de especializações, a taxa de juros é de 2,39% ao mês, e o valor do curso pode ser parcelado em até 36 meses. Há também uma opção de crédito pessoal voltado à compra de materiais ou à matrícula. Neste caso, a parcela é de 2,89% ao mês se o total for pago em até 24 parcelas. Para prazos de 25 a 36 meses, a taxa sobe para 3,29% ao mês.

O Globo

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Economia

UFRN seleciona vítimas de assalto como voluntários para pesquisa

Os Programas de Pós-Graduação em Neurociências e em Psicobiologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) estão selecionando voluntários que tenham sido vítimas de assaltos na cidade do Natal. Os interessados devem ser do sexo masculino, por representarem o grupo de maior exposição, e ter entre 18 e 55 anos.

De acordo com a professora do Instituto do Cérebro (ICe) Bernardete Sousa, a pesquisa tem o intuito de analisar os sintomas e as características biológicas associadas à intervenção psicológica pela técnica de Experiência Somática, “que consiste no enfoque da consciência corporal no tratamento do trauma visando ao restabelecimento de funções corporais ideais a partir de experiências verbais e não verbais, das sensações internas e movimentos corporais”, explica a neurocientista.

A participação dos voluntários no estudo tem duas fases. Na primeira etapa, os interessados devem se dirigir ao Laboratório de Pesquisa Clínica, para responder a um questionário. Já a segunda fase é optativa, mas a mais importante, pois, quem quiser seguir na pesquisa fará parte de um programa de tratamento gratuito que utilizará intervenção psicológica e avaliação de hormônios e da atividade cardíaca.

Para participar da triagem, basta se dirigir ao Laboratório de Pesquisa Clínica, localizado no 2º subsolo do Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), de segunda a sexta-feira, das 14h às 17h, ou nas terças, quintas e sextas-feiras, das 9h às 11h30. Em caso de dúvidas, as perguntas podem ser encaminhadas ao e-mail [email protected].

Com informações da UFRN

Opinião dos leitores

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Polêmica

Polêmica no BBB 16: participante musa é acusada de racismo

munikUma declaração feita por Munik, participante do “Big Brother Brasil” 16, na noite deste domingo, 27, gerou polêmica nas redes sociais. Pouco depois da segunda etapa da prova do líder, a participante disse a Geralda que estava “parecendo a ‘nêga’ do ‘BBB'” porque fazia todo o trabalho doméstico da casa. A conversa foi transmitida ao vivo pelo Multishow, que exibe em tempos real os 20 minutos que sucedem à transmissão do reality na Globo.

O discurso de Munik causou barulho na internet, com muitos internautas a acusando de racista. No Twitter, a #Munikracista foi parar nos trending topics do Brasil, chegando a mais de 14 mil menções até o momento.

“Adoro chamar pai de nego, uma forma carinhosa. Agora dizer que trabalhos domésticos são para nega fazer é racismo sim”, escreveu a usuária @ClaMaxTUDO.

Aguns fãs, porém, defenderam a participante:

“Ela é tão racista que o melhor amigo dela é negro, eu teria vergonha se fosse vocês”, disse o perfil @MunikLaham_

Procurado pela coluna, Marcelo Dias, presidente da Comissão de Igualdade Racial da OAB-RJ, disse que até o momento não recebeu nenhuma queixa oficial a respeito do comportamento de Munik, mas vai acompanhar de perto o caso:

– Com certeza, ela expressou profundo preconceito e desrespeito à comunidade negra. Este é o racismo brasileiro, algo encrustado no inconsciente – observa. – A postura do Judiciário hoje é sempre a de buscar a conciliação antes de processar alguém. Nossa comissão enviará um ofício a ela, depois que o programa acabar, dando a chance de se retratar.

Patrícia Kogut – O Globo

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Diversos

Caixa sobe juros para financiamento da casa própria pela 1ª vez no ano

A Caixa anunciou nesta segunda-feira (28) que elevou os juros do financiamento da casa própria com recursos oriundos da poupança.

O reajuste deve ser seguido pelos demais bancos, já que a Caixa, que é o principal financiador de imóveis do país, serve de piso para o restante do mercado.

É a primeira vez neste ano que a Caixa aumenta o juros do financiamento. A última vez que o banco elevou as taxas foi em outubro do ano passado.

A taxa balcão (para clientes que não possuem relacionamento com o banco) para imóveis do SFH (Sistema Financeiro Habitacional) -que financia imóveis que custam até R$ 750 mil- passou de 9,90% ao ano para 11,22%.

Já para clientes com relacionamento com o banco os juros foram de 9,80% para 11%.

A taxa balcão para imóveis acima de R$ 750 mil, feitos pelo SFI (Sistema de Financiamento Imobiliário), passou de 11,50% para 12,50%, enquanto o juros para clientes que possuem conta no banco foi de 11,20% para 12%.

A medida passou a valer na quinta-feira (24), véspera de feriado, e as taxas valem para financiamentos concedidos a partir dessa data.

De acordo com a instituição bancária, as taxas de juros dos financiamentos habitacionais com recursos do Programa Minha Casa Minha Vida e do FGTS não sofreram alteração.

O aumento de juros ocorre no mesmo mês em que a Caixa elevou de 50% para 70% o limite financiado de um imóvel usado, menos de um ano após reduzir essa parcela devido à escassez de crédito via recursos da caderneta de poupança.

Neste mês, o banco também anunciou a volta da linha para a compra de um segundo imóvel, suspensa desde agosto do ano passado. As condições de crédito devem ser iguais às oferecidas na compra da primeira moradia.

Folha Press

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Polícia

México prende um dos maiores lavadores de dinheiro de ‘El Chapo’

Um homem identificado como um dos maiores responsáveis por lavagem de dinheiro para o traficante de drogas mexicano Joaquin Guzmán, o “El Chapo”, foi detido neste domingo (28), segundo a polícia federal do México.

Juan Manuel Alvarez Inzunza, preso no Estado mexicano de Oaxaca, ao sul do país, é ligado a uma rede internacional de lavagem de dinheiro que abrange México, Colômbia, Panamá e Estados Unidos, disse a polícia local em seu Twitter.

Apelidado de “rei Midas” (em referência ao rei da mitologia grega que transformava em ouro tudo o que tocava) ele é suspeito de ter lavado entre US$ 300 milhões e US$ 400 milhões por ano para o cartel de Sinaloa -liderado por El Chapo- através de uma rede de empresas e centros de câmbio. O montante da operação seria de US$ 4 bilhões.

Os EUA acusam Alvarez de lavagem de dinheiro e solicitaram que o mexicano fosse preso e extraditado para o país.

A Comissão de Segurança Nacional do México, que coordena as forças de segurança mexicanas, descreveu Alvarez como “o principal operador financeiro” de “um grupo de tráfico de drogas” e apontou que ele comanda outra organização criminosa que opera em Jalisco, a oeste do país.

Jalisco abriga “A Nova Geração de cartel de Jalisco” (CJNG, sigla em espanhol), responsável pela derrubada de um helicóptero do Exército no ano passado e que resultou na morte de seis militares. O CJNG tem aliança com o cartel de Sinaloa.

“El Chapo”, que escapou duas vezes de prisões de segurança máxima no México, foi recapturado pelo país em janeiro e atualmente tenta acelerar seu processo de extradição para os EUA na esperança de obter melhores condições de detenção.

Guzmán é acusado de liderar um conflito sangrento com gangues rivais e de ter traficado grandes quantidades de drogas ilícitas para os EUA.

Folha Press

Opinião dos leitores

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Acidente

CPRE apresenta resultado da Operação Semana Santa 2016

1º DPRE (6)O Comando de Polícia Rodoviária Estadual (CPRE) apresentou na manhã desta segunda-feira (28) o balanço da Operação Semana Santa 2016, realizada pelos cinco Distritos de Polícia Rodoviária Estadual. Neste período, o CPRE realizou 2.064 abordagens a veículos nas rodovias estaduais, o que equivale a 47% a mais do que no mesmo período do ano passado quando foram registradas 1.401.

Apesar do aumento da fiscalização nas estradas do RN em 2016, o CPRE registrou uma redução de 45% no número de infrações em 2015. Neste ano foram confeccionados 258 autos de infrações de trânsito contra 464 no ano anterior, demonstrando que as ações preventivas e educativas desempenhadas pelo órgão contribuíram para uma maior conscientização dos condutores e, consequentemente, diminuição das infrações de trânsito.

Em 2016 ainda foram apreendidos 60 veículos com irregularidades diversas, enquanto que em 2015 foram 79 veículos. Nas barreiras policiais, o CPRE realizou 445 exames etílicos, apreendeu 22 carteiras de habilitação e deteve 22 pessoas em flagrante, por uso de bebidas alcoólicas, entorpecentes, roubo, entre outros crimes.

Em todo o Estado foram registrados cinco óbitos em função de acidentes ocorridos nas rodovias neste período, o que corresponde a mesma quantidade registrada no ano passado.

Opinião dos leitores

  1. Sou veranista na praia de Pirangi, passo frequentemente neste posto de pium e pasmem: nunca presenciei uma blitz neste local. Nesse fim de semana mesmo, o posto estava fechado e no lugar da viatura tinha um veículo particular estacionado.

  2. Joel , já tinha comentado isso mas não tinham publicado , passo direto ali só vejo a PM fora do posto , posto fechado e nemhuma viatura , inclusive a garagem das viaturas para carro dele particulares

  3. Rapaz, meio esquisito essas estatísticas, passei ontem (dia 27/03/16 – ida 11h e volta 15h) não vi ninguém fazendo abordagem, se quer tinha viatura do CPRE ali onde costumeiramente fazem as blitzen no litoral sul. Será que estão querendo maquiar?

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Finanças

Humorista Marquito é suspeito de exigir parte do salário de funcionários na Câmara

O humorista e vereador Marco Antônio Ricciardelli (PTB), o Marquito, 56, é investigado pelo Ministério Público por supostamente exigir uma fatia do salário de funcionários da Câmara Municipal de São Paulo.

A Promotoria informou à reportagem que o procedimento de investigação ainda está no começo e foi conduzido inicialmente pelo promotor Cassio Conserino.

O caso foi revelado nesta segunda-feira (8) pelo jornal “O Estado de S. Paulo”. Segundo a reportagem, dois ex-funcionários do gabinete do vereador afirmaram ao Ministério Público na semana passada que eram obrigados a entregar parte dos salários.

Um deles disse ter sido obrigado a devolver R$ 3.390 dos R$ 8.000 que recebera de pagamento. O outro, que também ganhara R$ 8.000, teria ficado em um mês com somente R$ 2.500.

A Promotoria teria apreendido um vídeo no qual Edson Roberto Pressi, assessor do vereador e também alvo da investigação, diz a um dos ex-funcionários como funcionava o esquema.

Marquito e Pressi devem ser investigados pela suspeita de terem cometido os crimes de peculato e improbidade administrativa.

A reportagem entrou em contato com o gabinete do vereador na Câmara na manhã desta segunda (28) e recebeu a informação de que tanto Marquito quanto o seu assessor de imprensa não estavam na Casa.

Também procurado por telefone, Pressi não foi localizado. Ao “Estado de S. Paulo”, ele negou as acusações.

VIDA POLÍTICA

O humorista cumpre o primeiro mandato como vereador. Em 2012, ele foi eleito suplente com 22.198 votos. Assumiu uma cadeira após Celso Jatene se licenciar e deixar a casa para ser secretário municipal de Esportes.

Além da função na Câmara, Marquito trabalha no programa do Ratinho, no SBT. Ele é sobrinho do apresentador Raul Gil.

Folha Press

Opinião dos leitores

  1. Devido as politicagens nacionais, os jornais e blogs locais "esqueceram" dos nossos amados fantasmas da ALRN….Será que aqui é diferente?? Não vejo mais nenhuma publicidade sobre esse caso….Quais ações o MPRN está fazendo? Quais punições foram apresentadas aos que foram exonerados? Pq eles foram exonerados? Ganharam tanto dinheiro e a única "punição" é ter saído das tetas da Assembleia?
    Ohh Brasil véio de guerra….sempre à mercê da soberania dos sempre "poderosos" 🙁

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Finanças

Moro encaminha investigações da 23ª e da 26ª fase da Lava Jato ao STF; planilha apreendida da Odebrecht no pacote

O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância, decidiu enviar ao Supremo Tribunal Federal (STF) as investigações da 23ª e 26ª fases da Operação Lava Jato, batizadas de Acarajé e Xepa. O despacho com a decisão foi assinado por Moro na manhã desta segunda-feira (28). A 23ª fase da operação deu origem à 26ª.

Entre os documentos que foram colocados sob sigilo estão planilhas apreendidas na residência de Benedicto Barbosa da Silva Júnior, presidente da Construtora Norberto Odebrecht, e alvo da 23ª fase. Segundo Moro, os documentos identificam pagamentos a autoridades com foro privilegiado. Para o juiz, é prematura qualquer conclusão sobre a natureza ilícita, ou não, dos pagamentos que fazem parte da planilha.

“De todo modo, considerando a apreensão e identificação de tal planilha com Benedicto Barbosa da Silva Júnior, que retratam pagamentos do Grupo Odebrecht a autoridades com foro privilegiado, talvez lícitos, é o caso de remeter este processo”, argumentou o juiz.

Ele disse ainda que “o ideal seria antes aprofundar as apurações para remeter os processos apenas diante de indícios mais concretos de que esses pagamentos seriam também ilícitos.

A cautela recomenda, porém, que a questão seja submetida desde logo ao Egrégio Supremo Tribunal Federal”.

Ainda sobre a 23ª fase, Moro relatou que “a investigação está mais avançada em relação ao seu objeto inicial, ou seja, aos pagamentos efetuados por Zwi Skornicki e pelo Grupo Odebrecht a João Cerqueira de Santana Filho e a Mônica Regina Cunha de Moura, bem como aos pagamentos de Zwi Skornicki a Pedro José Barusco Filho e Eduardo Costa Vaz Musa”.

No despacho, Moro explicou que, apesar dos investigados da 23ª não possuírem foro privilegiado, as planilhas que envolvem os que tem foro foram apreendidas na referente etapa. E que, por isso, foram encaminhadas juntamente com as da 26ª ao STF.

O juiz ressaltou ainda que quanto às investigações mais avançadas em relação aos pagamentos efetuados por Zwi e pelo Grupo Odebrecht a João Santana e a Mônica Moura, bem como aos pagamentos de Zwi Skornicki a Pedro José Barusco Filho e Eduardo Costa Vaz Musa, caberá ao STF separar as apurações ou até mesmo devolvê-las para a 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba.

Operação Acarajé

A 26ª fase foi deflagrada como decorrência das investigações da 23ª etapa, denominada “Acarajé”. Segundo as investigações, essa palavra era um dos codinomes utilizados por funcionários da Odebrecht para o pagamento de propina em espécie. Além de funcionários da empreiteira, também foram presos o marquteiro do PT João Santana e a mulher dele, Monica Moura.

O casal é suspeito de receber dinheiro desviado da Petrobras em uma conta não declarada no exterior, e também no Brasil. Santana é publicitário e foi marqueteiro das campanhas da presidente Dilma Rousseff e da campanha da reeleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2006.

As investigações apontaram que Santana e Moura receberam em conta não declarada no exterior US$ 3 milhões de offshores ligadas à Odebrecht. Já no Brasil, os investigadores encontraram uma planilha com Maria Lúcia Tavares, ex-funcionária da empreiteira, que faz referências a pagamentos de R$ 22,5 milhões a alguém de codinome “Feira”.

Segundo a ex-funcionária, que também foi presa nesta fase e virou delatora da operação, “Feira” era o codinome utilizado para Monica Moura, em um jogo de palavras com o sobrenome do marqueteiro e a cidade de Feira de Santana. João Santana e Monica Moura seguem presos preventivamente em Curitiba.

Foi nesta fase, também, que a PF prendeu o executivo da Odebrecht Benedicto Barbosa Júnior e apreendeu, na residência dele, uma planilha com referências a pagamentos para políticos de diversos partidos. Esta é a planilha a que Moro faz referência ao justificar o envio ao STF.

Operação Xepa

A delação de Maria Lúcia Tavares embasou a deflagração da fase “Xepa”, que descobriu o “Setor de Operações Estruturadas” da Odebrecht. De acordo com a polícia, se tratava de um departamento exclusivo dentro da empreiteira para o gerenciamento e pagamento de valores ilícitos.

O MPF afirma que os pagamentos feitos pela Odebrecht estão atrelados a diversas obras e serviços federais e também a governos estaduais e municipais. Dentre elas está a construção da Arena Corinthians, segundo o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima.

A estimativa é de, ao menos, R$ 66 milhões em propina distribuída entre 25 a 30 pessoas. Este valor, segundo a Polícia Federal (PF), estava disponível em apenas uma das contas identificada como pertecente à contabilidade paralela da empresa.

Além do estádio, a operação também investiga irregularidades no Canal do Sertão, na Supervias, no Aeroporto de Goiânia e na Trensurb, do Rio Grande do Sul.

“Se chegou a observar R$ 9 milhões de um dia para outro em dinheiro em espécie”, disse a procuradora do Ministério Público Federal (MPF) Laura Gonçalves Tesser. Os pagamentos ilegais ocorreram já com mais de um ano da Lava Jato em curso.

G1

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Diversos

Jovem é assassinado a tiros em Cidade Satélite na manhã desta segunda

Um jovem de 18 anos foi assassinado no início da manhã desta segunda-feira(28), em Cidade Satélite, Zona Sul de Natal. De acordo com a Polícia, a vítima trafegava em uma motocicleta quando foi surpreendida por um homem em outra motocicleta, que efetuou vários disparos de arma de fogo. Não se tem informação da motivação do crime. O caso será investigado pela Polícia Civil.

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Política

Governo vê próximos 15 dias como decisivos para Dilma e arma estratégia

a-presidente-dilma-rousseff-1459162406189_615x300Foto: Renato Costa-23.mar.2016/Folhapress

Integrantes do Palácio do Planalto avaliam que os próximos 15 dias serão decisivos para o governo da presidente Dilma Rousseff. A perspectiva é que a comissão que analisa o impeachment da petista termine seus trabalhos em meados de abril e que os acordos com os partidos da base aliada que serão fechados até lá definam se a presidente continua ou não no cargo.

O tema que mais preocupa o governo no momento é o desembarque do PMDB, que deve ser oficializado na próxima terça-feira. Assim que chegou a Brasília na noite de domingo (27), depois de passar o feriado em Porto Alegre, Dilma convocou uma reunião no Palácio da Alvorada para discutir o assunto com os seus principais ministros.

Auxiliares da petista classificam a decisão do partido do vice-presidente Michel Temer como irreversível e chegam a falar que “só um milagre” faria os peemedebistas mudarem de ideia. Não descartam também que a saída do PMDB provoque uma debandada dos demais partidos da base aliada, como o PP e o PSD.

Diante desse quadro, a ordem é atuar no varejo para conquistar o maior número de deputados possível. A estratégia vai ser entregar cargos e prometer a liberação de recursos àqueles que votarem contra o impeachment. Hoje, o cálculo do Planalto é que o governo não tem os 171 votos necessários para barrar o processo na Câmara e que seria muito difícil paralisá-lo no Senado.

Sem interlocução com Temer, Dilma delegou ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a tarefa de tentar se aproximar do vice. Na última semana, o petista não obteve sucesso na empreitada. Temer sequer atendeu aos telefonemas do ex-presidente. Uma nova tentativa deve ser feita nesta segunda-feira, mas há pouca esperança que isso altere o quadro já desenhado.

Até mesmo a nomeação de Lula para a Casa Civil já é vista, no Planalto como algo que, por ora, perdeu o sentido. Com o caso dependendo de uma decisão do Supremo Tribunal Federal, a saída vai ser o ex-presidente atuar como interlocutor informal do governo, como já vem fazendo. No centro do escândalo da Operação Lava Jato, porém, Lula já não mostra a mesma influência de outrora.

Páscoa

Dilma Rousseff voltou a Brasília no início da noite de domingo (27) após passar o feriado com a família na capital do Rio Grande do Sul. Além da Páscoa, a presidente celebrou o aniversário da filha, Paula Araújo, mãe de seus dois netos – Gabriel, de 5 anos, e Guilherme, que nasceu em janeiro.

Ela chegou a Porto Alegre na quinta-feira e, como de costume, manteve uma rotina discreta, saindo de casa somente para pedalar.

UOL, com AE

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Política

Partido de Kassab, PSD racha em relação a impeachment de Dilma

Um cacique do PSD – partido do ministro das Cidades Gilberto Kassab – faz o seguinte diagnóstico sobre a bancada: dez deputados a favor do impeachment de Dilma, dez contra e 12 indecisos. “Muda a cada dia”, relata.

Expresso – Época

Opinião dos leitores

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Cultura

Fundação Cultural Dona Militana vai lançar “CD Canta São Gonçalo” e homenagear artistas locais

IMG-20160323-WA0042A Prefeitura Municipal de São Gonçalo do Amarante/RN, por meio da Fundação Cultural Dona Militana, e o Centro de Pesquisa Coco do Calemba realizam na próxima quarta-feira (30), às 19h, no Teatro Municipal, o lançamento do “CD Canta São Gonçalo”.

O objetivo do projeto, idealizado pelo cantor e compositor local França D’lima, é que o povo são-gonçalense conheça um pouco mais de sua própria história e que seja utilizado nas escolas do município como instrumento pedagógico sobre as manifestações culturais da terra.

O CD produzido por França D’lima e que também fez os arranjos junto com Isack Rangel e Nivaldo Barbosa conta com vários estilos musicais como: música folclórica tradicional, baião, xaxado, xote, ciranda, côco de roda, rap e rock, todos de autoria de compositores são-gonçalenses.

Durante o evento acontecerá também a entrega da Comenda do Mérito Cultural Romanceira Dona Militana para artistas das mais diversas manifestações culturais como teatro, dança, música, artesanato e personalidades da Cultura de São Gonçalo.

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Diversos

Nota de resposta de Geraldo Ferreira

Nota de resposta de Geraldo Ferreira

Acerca de calúnias que procuram me atingir, promovida pelos membros da chapa da situação da Coopmed RN, tentando envolver meu nome na baixeza da campanha que pretendem conduzir, com acusações descabidas e perversas sobre racismo, digo que não aceito, não admito, nem terei qualquer complacência com a infâmia e a difamação.

A tentativa de enlamear e destruir reputações é prática conhecida e usada pelos que fazem do exercício da política sua pior prática. As ameaças que vem sendo feitas aos que ousam afrontar os ricos e poderosos que se apossaram e querem se manter na Coopmed, receberão de mim a justa repulsa e combate através das vias judiciais cabíveis.

Esta tentativa de me intimidar não surtirá efeito, já que o primeiro que me procurou sobre esse assunto sujo, recebeu como resposta o meu assombro, pelo fato de nunca ter encontrado ou visto, sequer em fotografia, o Prefeito que ilegalmente tenta ser candidato a diretor da Coopmed, num atentado à lei e ao bom senso.

A pergunta: É sério Isso? Aponta o absurdo da suposta candidatura a direção da Coopmed de uma pessoa que acabava de assumir uma prefeitura. Sobre a ilustração utilizada, usada como aargumento, não guarda qualquer conotação a que tentam lhe imputar por má fé, maldade e ação política do mais baixo nível.

A política pode revelar infelizmente esse lado vil e repugnante das pessoas. A história limpa de minha vida se encarregará de desmistificar os mentirosos e caluniadores que hora me atacam por seus interesses pessoais, que nada tem de digno e coletivo.

Dr. Geraldo Ferreira – Presidente do Sinmed RN

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Diversos

Justiça Federal do RN promoverá mutirão de conciliação com mais de mil processos

ExibirImagemA Justiça Federal do Rio Grande do Norte promoverá um grande mutirão de conciliação, envolvendo mais de 1.000 processos. O trabalho faz parte das atividades do Centro de Conciliação instalado na JFRN.

As audiências ocorrerão no período de 11 a 20 de abril. Estarão com processos para conciliação a Caixa Econômica Federal, INSS, Conselho Regional de Engenharia, Conselho Regional de Corretores de Imóveis, Ordem dos Advogados do Brasil e Instituto de Pesos e Medidas (IPEM). Das mais de 1.000 audiências, 800 serão realizadas ainda na fase pré-processual, ou seja, tratam de questões ainda não levadas ao Judiciário, em que se busca a solução amigável do litígio antes mesmo de proposta a ação, na linha de estímulo à conciliação e mediação propagadas pelo novo Código de Processo Civil.

Os mais de 1.000 processos envolverão 32 conciliadores. Desse total, 21 são conciliadores que estão ingressando na JFRN através de recente seleção; outros 11 já atuam na Seção Judiciária.

O grande mutirão de conciliação envolve processos cíveis, dos Juizados Especiais Federais e ainda Execuções Fiscais. “Esse é o segundo mutirão promovido pelo Centro de Conciliação da JFRN neste ano de 2016. O novo Código de Processo Civil emprestou grande importância à conciliação e à mediação como métodos de solução de conflitos, incorporando-os ao Poder Judiciário. A Justiça Federal do Rio Grande do Norte vem trabalhando na implantação dessa prática na sua rotina e estimulando o desenvolvimento da cultura da conciliação na solução dos processos envolvendo o Poder Público.”, destacou a Juíza Federal Gisele Leite, coordenadora do Centro de Conciliação da JFRN.

https://www.jfrn.jus.br/siteAdm/ExibirImagem?id=903

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Diversos

Propina pagou Dior e Chanel a mulher e filha de Cunha, aponta denúncia

A denúncia contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), aponta que as compras de luxo da mulher e da filha do deputado, no exterior, ‘foram pagos com parte do dinheiro de propina’. Os gastos de Claudia Cruz e Danielle Dytz da Cunha Doctorovich com as marcas de renome Chanel, Dior, Balenciaga e Louis Vuitton somam cerca de US$ 86 mil, entre dezembro de 2012 e julho de 2015, e serão investigados pela força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba.

Cláudia e Danielle estão sob a tutela do temido juiz federal Sergio Moro, algoz de doleiros, empreiteiros e políticos. O próprio Eduardo Cunha já foi denunciado por corrupção e lavagem de dinheiro perante o Supremo Tribunal Federal. Como não são detentoras de foro privilegiado Claudia e Danielle agora estão sob investigação dos procuradores da força-tarefa da Lava Jato.

Em janeiro de 2014, durante uma estadia em Paris, Claudia Cruz gastou US$ 17.483,84 em três dias. Foram US$ 7.707,37 na loja da Chanel, US$ 2.646,05 na Christian Dior, US$ 4.184,94 na Charvet Place Vendôme e US$ 2.945,48 na Balenciaga.

“Todos estes valores foram pagos com parte do dinheiro de propina recebido por Eduardo Cunha”, diz a denúncia sobre os valores relacionado ao próprio presidente da Câmara, sua mulher e sua filha. “As despesas pagas em cartão de crédito com as quantias ilícitas recebidas podem se verificadas nos extratos dos cartões de créditos da Corner Card. Referidos extratos demostram despesas completamente incompatíveis com os lícitos declarados do denunciado e de seus familiares.”

Confira TODOS os detalhes AQUI

Fausto Macedo Estadão

Opinião dos leitores

  1. Queremos ver a rapidez da ação e o espetáculo da divulgação.
    Será que termos o mesmo show midiático que tivemos com cada ação contra algum membro do Partido dos Trabalhadores?
    Será que haverá CONDUÇÃO COERCITIVA ou AFASTAMENTO DE CUNHA DA PRESIDÊNCIA DA CÂMARA?

  2. Mas Cunha não é do pt. Então pode. A luta é só contra s corrupção petista, os outros podem receber propina

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Diversos

Dezenas de moradores paralisam obras da Barragem de Oiticica

As obras físicas da Barragem de Oiticica, localizada no município de Jucurutu, foram paralisadas nas primeiras horas desta segunda-feira (28) por dezenas de agricultores da comunidade Barra de Santana. A informação foi confirmada pelo Movimento dos atingidos pela construção da barragem. O movimento pede a equivalência entre o percentual das obras físicas e sociais da barragem. Veja mais informações em reportagem do G1-RN clicando aqui

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