Uma filha que esteva em coma por quase dez anos acordou depois que seu pai cuidou dela constantemente durante todo o tempo.
Yang Fengxia, de 33 anos de idade, sofreu uma hemorragia intracraniana – sangramento dentro do crânio – em um acidente ocorrido no ano de 2006. Ela perdeu a consciência e entrou em coma logo depois.
Seu pai, Yang Daguo, de 66 anos, de Chongqing, China, junto da esposa, passaram a cuidar da filha, e depois de 18 meses em tratamento hospitalar a jovem pôde ser levada para casa.
Jovem mulher acordou de coma depois de quase 10 anos, graças ao cuidado e amor de seu pai, que esteve ao seu lado todo o tempo.
Em 2012 a mãe morreu devido à diabetes, e Daguo continuou cuidando da filha. No ano passado sua saúde se deteriorou após ele adoecer com pólipos do estômago, tumores, e precisou ser operado.
Mesmo com a saúde debilitada, ele nunca desistiu de Fengxia. A fim de ajudar a salvá-la, o homem gastou todas as suas economias de vida e agora está muito endividado.
Em 4 de novembro deste ano a jovem recuperou parte de sua consciência, deixando seu pai extremamente feliz.
Os médicos disseram que tal recuperação se deve, muito, ao cuidado constante de Daguo, que disse que a filha sorri quando ouve as palavras “café” e “guisado” (parte de uma tradicional refeição chinesa).
Ele acorda todos os dias às 5 horas da manhã para ajudar à filha com o treinamento de reabilitação que ela precisa.
Infelizmente os médicos disseram que o cérebro da moça ainda está severamente danificado, e que vai demorar muito para que ela se recupere totalmente.
O Aram Ponta Negra Hotel foi condenado pela 1ª Vara do Trabalho de Natal ao pagamento de R$ 250 mil por uma série de irregularidades na jornada de trabalho de seus empregados. A sentença foi proferida em ação civil pública movida pelo Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Norte (MPT/RN), baseada em denúncias do Sindicato dos Empregados no Comércio Hoteleiro e Similares (Sindhoteleiros/RN) e com a prova de vários autos de infração lavrados pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE/RN).
As investigações do MPT constataram a exigência de horas extras em número superior a duas horas diárias, com habitualidade, quando a lei somente permite horas extras para situações extraordinárias. Também foi comprovada a ausência da concessão do repouso semanal obrigatório após seis dias consecutivos de trabalho.
O descanso interjornada não era usufruído e havia trabalho em feriados sem compensação, justamente os períodos mais lucrativos para a indústria hoteleira, nos quais poderia contratar trabalhadores temporários. De acordo com as escalas, o pagamento compensatório em dobro da jornada trabalhada aos domingos e feriados também não se concretizava. O adicional noturno, direito concedido aos trabalhadores que exercem suas atividades entre 22h e 5h, igualmente não era pago pelo hotel.
Em um dos casos mais graves, o registro de ponto eletrônico de um dos empregados aferiu 21 dias seguidos de trabalho sem descanso semanal remunerado. A procuradora regional do Trabalho Ileana Neiva, que assina a ação, vê a má conduta adotada pelo hotel como de “desprezo evidente às regras e princípios de proteção aos direitos dos trabalhadores, notadamente à saúde e segurança do trabalho, pois jornadas extensas e sem períodos de repouso adequados são o gatilho para o adoecimento no trabalho”.
Decisão – Para a juíza do Trabalho Simone Medeiros Jalil, que assina a sentença, o dano moral coletivo que originou a condenação foi comprovado pela forma reiterada com que as regras trabalhistas eram descumpridas pela empresa. Segundo ela, o meio ambiente de trabalho se encontrava violado pelas ilicitudes.
A juíza também manteve as obrigações impostas ao Aram determinadas em decisão liminar. O hotel terá que se abster de prorrogar a jornada de seus empregados além do limite legal de duas horas diárias, conceder repouso semanal remunerado após o sexto dia consecutivo de trabalho e pagar em dobro ou conceder folga compensatória pelo trabalho prestado em feriados.
O valor da condenação, R$ 250 mil, deve ser revertido em favor do Fundo de Amparo ao Trabalhador ou para instituições sem fins lucrativos de reconhecido valor em áreas como profissionalização e saúde a ser indicadas pelo MPT/RN.
Tiago Soares Silva (20 anos), conhecido como “Catuzeiro”, foi identificado pela Delegacia de Polícia Civil de Pedro Velho como um dos suspeitos de ter incendiado a unidade policial, na madrugada do dia 03 de novembro. Tiago Soares foi conduzido à DP, na manhã desta terça-feira (10).
Em seu interrogatório o suspeito admitiu ter participado da ação criminosa, juntamente com João Henrique Lima Sarthour, vulgo “Henrique”, preso no mesmo dia do incêndio. “Catuzeiro” contou na Delegacia que o crime foi praticado por mais um suspeito, que teria emprestado uma moto utilizada pela dupla no dia do crime.
Contratado para “Narcos” quando a série já estava há mais de um ano nas mãos do Netflix, o produtor e roteirista norte-americano Chris Brancato entrou no projeto relutante com pelo menos dois aspectos da atração: o estilo de direção de José Padilha, que segundo ele, “ia contra todas as regras de roteirização da TV americana” e a escalação de um brasileiro, Wagner Moura, para viver Pablo Escobar.
No Brasil esta semana para palestrar no TelasFórum, evento voltado para o mercado de audiovisual brasileiro, Brancato diz ter visto o público norte-americano “ficar louco por ‘Narcos'”. Em entrevista exclusiva ao UOL, ele também rebateu a declaração de Sebastián Marroquín, filho de Escobar, de que a série teria glamourizado os crimes de Escobar e adiantou detalhes sobre a segunda temporada da série.
Para Brancato, a culpa de as pessoas amarem o traficante colombiano é da atuação de Moura. “Acho que o filho de Pablo está confundindo o carisma e o apelo que o Wagner tem, que a propósito são parecidos com o carisma e o apelo que o próprio Pablo tinha, com heroísmo. Pablo não era herói, ele era um bom vilão”, afirma.
UOL – Após o lançamento de “Narcos”, o filho do Pablo Escobar, Sebastián Marroquín, deu algumas entrevistas reclamando de não ter sido consultado para a série. Por que vocês optaram por não ouvi-lo?
Chris Brancato – Não foi uma decisão do Netflix. Foi uma decisão nossa [roteiristas e produtores]. Escobar é uma figura pública, muitos livros sobre ele foram escritos, e nós entendemos que ouvir os parentes vivos de Pablo não era essencial para criar a série. Em algum grau, Escobar é uma pessoa que inspira muitos sentimentos nas pessoas, mas ele foi um criminoso e um assassino, e não nos sentimos na obrigação de falar com pessoas da vida dele.
“Não fizemos a série para que o filho de Escobar se sentisse feliz ou triste. Fizemos a série para informar e entreter”
Honestamente, não teria gostado de ter o filho do Pablo tentando me influenciar assim como não gostaria de ter o filho da embaixatriz dos Estados Unidos me dizendo o ponto de vista dos parentes dela. O que eu acho é que o filho de Pablo tem todo o direito de contar a versão dele sobre o pai, o que ele já fez, no livro “Pablo Escobar- Meu Pai”. E o Netflix consultou o livro e tenho certeza que também abordou o ponto de vista dele na atração.
Sebastián também acredita que “Narcos” glamourizou a história de Escobar, tornando-o uma espécie de herói, o que pode levar as pessoas a acharem que ser traficante é legal. A série trata Escobar como herói?
Acho que o filho de Pablo está confundindo o carisma e o apelo que o Wagner tem, que a propósito são parecidos com o carisma e o apelo que o próprio Pablo tinha, com heroísmo. Pablo não era herói, ele era um bom vilão. Nós mostramos Pablo explodindo o Palácio da Justiça, derrubando um voo comercial da Avianca, ordenando assassinatos a torto e a direito. Nada disso soa muito heroico para mim. Acho que a única coisa na atração que o humaniza é que ele se importa profundamente com a família. Também temos um ator interpretando o protagonista que é extremamente cativante. Quando as pessoas dizem: “Eu amo o Pablo”, isso é culpa do Wagner. Obviamente a série fala a verdade sobre os atos hediondos do Pablo. Mas insisti para que no começo de cada episódio, o Netflix avisasse que usamos de algumas liberdades dramáticas. Eu tive que resumir alguns eventos, contar outros que nunca aconteceram, tive que colocar palavras que nunca foram ditas nas bocas das pessoas e é isso o que um dramaturgo faz: entretenimento.
“Narcos” teve uma grande repercussão no Brasil e na América Latina. Como foi a receptividade do público norte-americano?
Correndo o risco de parecer presunçoso, “Narcos” é um grande sucesso nos Estados Unidos. Os americanos ficaram loucos. Wagner é um grande astro nos EUA. Eu brinco com ele que agora ele tem que usar óculos escuros no aeroporto. A série também é um sucesso na Austrália, na Noruega e na Rússia. Não sei explicar, mas todo mundo se sente conectado à história desse homem, e isso se deve muito à atuação de Wagner, especialmente se você não tem conhecimento sobre a questão do sotaque.
Qual foi sua reação quando Padilha sugeriu o nome de um brasileiro para interpretar Escobar?
No começo, devo dizer que fiquei muito nervoso porque ele é brasileiro. Nem sabia se ele falava espanhol, mas Wagner imediatamente foi para a Universidade de Medellín e aprendeu o idioma meses antes de começarmos a filmar. Quando conheci Wagner, em um restaurante em Medellín, estávamos eu, ele, José Padilha e Eric Newman [outro criador da série] e depois de cinco minutos de conversa, eu já estava convencido. Pensei: “Ele é fantástico e ele tem tanto apelo, é tão fácil gostar dele, quando os espectadores o virem como Pablo, eles terão um grande problema em ver as coisas ruins que ele faz porque vão amá-lo”. Essa é uma ótima coisa para se fazer com os espectadores.
E como foi trabalhar com o José Padilha?
Como um gringo, foi fantástico trabalhar com cineastas brasileiros. Eu amei os filmes de José Padilha, “Tropa de Elite 1 e 2”. Quando assisti aos filmes, lembro-me de pensar que “Narcos” teria que ser muito boa, porque o cara é muito bom. E lembro de pensar comigo mesmo: “Se apresentarmos uma série de TV que tiver o sabor de ‘Tropa De Elite’, os americanos vão amar, eles vão ficar loucos”. E o que José fez foi influenciar com o jeito dele como a história deveria ser escrita e contada. Na minha opinião, a série é muito brasileira: muita narração, muitas cenas rápidas, o estilo documental. Lembro que em certo ponto, Padilha estava me dando orientações e eu pensei: “Meu Deus, isso vai contra tudo o que aprendi”. Então eu disse a mim mesmo: “Quer saber? Ele é brilhante, ele é engraçado, tire de sua mente todas as regras de roteiro que você conhece e se deixe levar”.
“Tive que mudar o jeito que eu escreveria a favor da história, normalmente eu não colocaria material de arquivo no meio de uma atração de ficção, nós não colocamos tanta narração quando estamos fazendo TV americana”
José estava menos preocupado em explicar por que os personagens fazem o que fazem e mais interessado em mostrar os personagens do jeito que são.
A segunda temporada de “Narcos” vai cobrir um espaço da história bem mais curto do que o primeiro ano. O que podemos esperar dos próximos episódios?
O ritmo, com certeza, vai ser outro, principalmente porque não estarei lá (risos) [Brancato será apenas consultor da segunda temporada, pois está produzindo outra atração, “Of Kings And Prophets”, para o canal norte-americano ABC]. Escrevi a “Bíblia” da segunda temporada e estou em contato constante com os produtores e roteiristas. Serão só oito meses [da fuga de Escobar da prisão até sua morte], mas vai ser divertido para os espectadores. Mesmo que o ritmo desacelere, o público já está tão envolvido com os personagens que a história não vai ser menos intensa. As pessoas amam ver Wagner, as pessoas amam os agentes do DEA, todo mundo vai estar muito envolvido. A única coisa que realmente posso dizer sobre a nova temporada é que Pablo muito provavelmente vai morrer.
Grande série, excelentes atores. Wagner compensa as escorregadas no espanhol com uma atuação magistral. Fazendo um paralelo seria como o Pedro Pascal (Javier Peña em Narcos, Oberyn Martell em Game of Thrones e outro estupendo ator) interpretasse Fernandinho Beira-mar. Mesmo não dominando o idioma, o chileno Pascal faria uma ótima interpretação.
A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou na sessão plenária desta terça-feira (10) o projeto de lei do governo gaúcho que reduz os gastos do Executivo com as RPVs (Requisições de Pequeno Valor) – ordens de pagamento para credores do Estado que precisam ser quitadas pelo Tesouro em 30 dias após a sentença judicial. O projeto reduz o teto de pagamento dos atuais 40 salários mínimos (R$ 31.500) para 10 salários mínimos (R$ 7.800).
O governo tentava aprovar a medida, que deve gerar uma economia de R$ 600 milhões em 2016, havia cinco sessões. Foram 24 votos contrários ao projeto e 24 favoráveis – o voto de desempate foi do presidente da Assembleia, Edson Brum (PMDB), mesmo partido do governador José Ivo Sartori. A OAB já anunciou que vai ingressar com uma ação direta de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal questionando a medida.
Com a aprovação do projeto, as RPVs que excederem o limite de 10 salários mínimos serão transformadas em precatórios – cujo prazo de pagamento constitucional é de cinco anos, de acordo com decisão do STF, mas não prevê sequestro de bens devido a inadimplência do Tesouro estadual.
Em 2014, segundo dados da Secretaria da Fazenda estadual, foram pagos R$ 845,7 milhões com a quitação das RPVs. A previsão para 2016 é de destinar apenas R$ 250 milhões para o pagamento desses débitos.
Em almoço com líderes governistas e de oposição na residência oficial, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), mostrou nesta terça-feira, 10, cópias de seus passaportes em que aparecem 37 carimbos de entrada no Zaire e no Congo, na África.
De acordo com três líderes ouvidos pelo Estado, as 37 viagens concentraram-se em dois anos da década de 1980, período no qual Cunha diz ter feito fortuna com a venda de mercadorias no exterior. Na semana passada, descobriu-se que um dos produtos vendidos era carne enlatada. Na sexta-feira, 6, o peemedebista recusou-se a dizer ao Estado que outros tipos de mercadoria comercializava. Aos líderes, no entanto, disse que vendeu também itens como arroz e feijão.
No almoço desta terça, Cunha reafirmou o que disse em uma série de entrevistas na semana passada. Negou ter contas no exterior e disse não ter ingerência sobre o patrimônio administrado pelos trustes que constituiu.
Na avaliação de líderes da base e da oposição, Cunha deu um “tiro no pé” ao conceder as entrevistas e acabou se comprometendo ainda mais e sem necessidade de entrar em tantos detalhes.
A Fifa divulgou nesta terça-feira a tabela do torneio de futebol dos Jogos Olímpicos Rio-2016. Ainda sem todos os países classificados, as equipes são identificadas por letras e números, mas já foi definido que o Brasil, país-sede, será o cabeça-de-chave do grupo A, e portanto já se sabe onde fará seus três jogos na primeira fase: a seleção vai jogar duas vezes em Brasília (às 16h do dia 4 de agosto e às 22h do dia 7) e completará a fase na Fonte Nova, em Salvador (às 22h do dia 10). Ainda há ingressos à venda para estas partidas, no site da Rio-2016.
Caso se classifique em primeiro lugar do grupo, o Brasil jogará sua partida das quartas de final na Arena Itaquera, em São Paulo (às 22h doa dia 13). Avançando, faz a semifinal no Maracanã (às 16h do dia 17), mesmo palco da final. Já se passar em segundo lugar do grupo, a seleção joga as quartas de final novamente em Salvador (às 16h do dia 13) e, prosseguindo, faz a semifinal em São Paulo (às 13h do dia 17).
MULHERES NO ENGENHÃO
Já a seleção feminina faz os dois primeiros jogos no Engenhão (nos dias 3 e 6 de agosto). Depois, fecha a primeira fase na Arena Manaus (às 21h do dia 9). Passando em primeiro no grupo e avançando, as brasileiras jogarão as quartas de final em Belo Horizonte (22h do dia 12), e a semifinal e a final no Maracanã (dias 16 e 19, respectivamente).
Pasando em segundo lugar, o Brasil jogará as quartas de final em Salvador (16h do dia 12) e a semifinal no Mineirão, em Belo Horizonte (13h do dia 16).
O portal No Ar destaca nesta terça-feira(10), uma entrevista com o ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves, sobre a situação do presidente da Câmara Federal, deputado Eduardo Cunha (PMDB), seu companheiro de partido, que responde a processo no Conselho de Ética da Casa por quebra de decoro. Para o ministro, Cunha tem legitimidade de permanecer no comando do legislativo enquanto apresenta sua defesa.
“Eduardo Cunha se manterá presidente da Câmara, vai apresentar sua defesa no Conselho de Ética, também ao Ministério Público Federal. Está cumprindo todas as etapas e a Câmara respeitando seu direito como presidente. Deve aguardar ser exercido plenamente o seu direito de defesa”, declarou Henrique. Confira conteúdo completo clicando no link a seguir: http://portalnoar.com/henrique-defende-permanencia-de-cunha-na-presidencia-da-camara-dos-deputados/
Se alguém tinha alguma dúvida sobre Henrique, ele mesmo fez com que fosse dirimida. Cada dia me entristece ver esses nossos representantes envergonhando nosso país
Mesmo num momento de crise que vem atingindo vários segmentos da economia, o setor industrial do Rio Grande do Norte terá a partir de agora novos incentivos, com a aprovação, esta manhã (10), do Projeto de Lei que dispõe sobre a reformulação do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Industrial do Rio Grande do Norte (PROADI). O projeto foi aprovado na Assembleia Legislativa à unanimidade e recebeu cinco emendas apresentadas pelos parlamentares, durante tramitação pelas Comissões temáticas da Casa. Outros projetos, como a PEC da Escola de tempo integral, de iniciativa da deputada Márcia Maia (PSB), e o Programa de Incentivo à Aviação (AeroRN), este último também oriundo do Executivo, foram aprovados hoje.
Durante a discussão do PROADI os deputados avaliaram a medida de incentivo ao setor industrial: “O projeto chega num momento crucial para quem está na atividade industrial, tendo em vista as dificuldades financeiras que vem penalizando os setores. Este incentivo é importante para aqueles que vem dando sua colaboração para a geração de empregos e riqueza no Rio Grande do Norte”, afirmou o presidente da Assembleia, deputado Ezequiel Ferreira de Souza (PMDB). Líder governista na Casa, o deputado Fernando Mineiro (PT) enalteceu o trabalho das Comissões: “O projeto tramitou por todas as comissões e chega num momento em que o Rio Grande do Norte, que já tem uma posição boa, mais se fortalece nesta disputa do HUB da LATAM”, afirmou Mineiro.
Das emendas apresentadas ao projeto, duas foram encartadas pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) e três pela Comissão de Finanças e Fiscalização (CFF). Na CCJ destacam-se as emendas que propõem a inclusão no benefício dos microempreendedores e das empresas agroindustriais, e outra que estabelece que as empresas inseridas no programa devem permanecer no Estado, após o término do contrato, por um período mínimo de 20% do prazo de fruição do benefício.
A CCF emendou o projeto com proposta para que as empresas industriais enquadradas no Simples Nacional, que estejam aderindo ao Proadi, não percam os benefícios fiscais durante o processo de migração para o Regime de Contribuinte Normal, sob pena de ressarcir parte dos incentivos percebidos. Podem usufruir dos benefícios do Proadi tanto os empreendimentos novos, como empresas já existentes que queiram ampliar sua capacidade produtiva.
PEC
Na votação da PEC da Escola de tempo integral (PEC 005/2015), Márcia Maia destacou a importância do projeto para a formação das novas e futuras gerações. O projeto prevê a implantação gradual do sistema de tempo integral na rede pública de ensino: “Diante da violência que estamos vivenciando em nosso Estado, é importante que tenhamos os jovens e crianças com mais tempo na escola, mas que esse tempo seja de qualidade, pois é a formação do indivíduo na sua integralidade. Nossas crianças vão passar o dia todo não apenas estudando, mas tendo oportunidade de cultura, lazer e de práticas esportivas, se mantendo longe da criminalidade. Estarão na escola ao invés de estar em situações de risco nas ruas das cidades, da capital e dos municípios do interior”, disse.
O AeroRN aprovado nesta terça tem o objetivo de fomentar o desenvolvimento das atividades aeroportuárias e dos negócios a elas relacionados. De acordo com o projeto, o Governo fica autorizado a estimular o desenvolvimento de empresas prestadoras de serviço nas atividades de transporte aéreo, movimentação, distribuição e armazenagem de mercadorias; alimentação fornecida a bordo de aeronaves; turismo e outras atividades conforme dispuser o regulamento. Projetos de utilidade pública também foram aprovados nesta sessão.
Registro é do Via Certa Natal. Câmeras de segurança flagram ação de bandido no bairro Jardins, em rua de São Gonçalo do Amarante, região metropolitana de Natal. ASSISTA AQUI
O presidente municipal do PTB, Naelson Borja, garantiu que o partido não vai se coligar nas eleições do próximo ano, que sairá na chamada “puro sangue”.
Mesmo mantendo o diálogo com outras legendas, o PTB vai mesmo sair só. O objetivo é garantir três vereadores na Câmara Municipal de Natal (CMN) com a nominata de 40 pré-candidatos que o partido está preparando.
“Temos um padrão de suplentes que atingem o coeficiente já pra garantir dois. E ainda estamos com os outros nomes que podem atingir a meta de três vereadores”, afirmou.
Sobre as conversas com os outros partidos que ficaram batizados como “nanicos”, Naelson garantiu que nenhuma foi no sentido de formar bloco.
“Com todo respeito aos outros partidos, nós temos um partido grande de nível nacional com mais de dois minutos de televisão. Esses partidos possuem no máximo 30 segundos. Nossa chapa está praticamente pronta”, disse.
A TV Record bateu o martelo nesta terça-feira e decidiu que fará uma nova temporada, ou continuação da novela “Os Dez Mandamentos”.
Essa segunda fase entrará no ar provavelmente a partir de março, na sequência das reprises de “Rei Davi” e “José do Egito”. A novela atual terminará em novembro.
Segundo o UOL apurou, o fim da atual “temporada” terá Moisés descendo a montanha onde fora receber as tábuas da lei de Deus, flagrando os hebreus adorando o bezerro de ouro (Êxodo, 32,19).
A novela terminará então em suspense, com Moisés decepcionado e irado com seu povo.
A Record decidiu que a segunda fase era necessária porque, caso contrário, faltariam muitas passagens bíblicas antes da estreia de “A Terra Prometida”. Pode-se dizer, portanto, que a continuação decidida hoje, que também será escrita por Vivian de Oliveira, terá fins didáticos.
Entre essas passagens consideradas necessárias pela direção da Record estão a rebelião de Corá, o surto de lepra e uma “chuva de codornizes” sobre os hebreus, que até então só faziam reclamar com Moisés das péssimas condições de vida no deserto.
Alguns chegam a lamentar terem deixado de ser escravos no Egito.
Os 60 capítulos da segunda temporada também farão uma “ponte” dramatúrgica para explicar a transformação de personagens que serão fundamentais em “A Terra Prometida” – que entrará na sequência da segunda fase de “Dez Mandamentos”.
Portanto “Terra” deverá entrar no ar por volta de junho.
O voo inaugural entre o Rio Grande do Norte e a Ilha do Sal, no Cabo Verde, será realizado no próximo dia 20 de novembro. Todos os detalhes da nova rota serão apresentados na próxima sexta-feira, 13, às 9h, no auditório da Governadoria, no Centro administrativo. Participam do evento, além do governador Robinson Faria, o diretor de Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV), José Luiz, o secretário estadual de Turismo, Ruy Gaspar, e a presidente da Empresa Potiguar de Promoção Turística (Emprotur), Aninha Costa.
Cabo Verde é o principal hub africano, sendo ponto de conexão para diversos países europeus, como França, Portugal, Itália e Holanda. Como adiantou José Luiz, em reunião realizada com representantes do Governo do Estado, um voo ida e volta de Natal para Paris, com conexão na Ilha do Sal, por exemplo, custará em torno de US$ 549. No primeiro voo do dia 20 de novembro, desembarca em Natal uma comitiva com dez autoridades cabo-verdianas, entre governadores, membros da embaixada e agentes do trade turístico.
O voo até a Ilha do Sal tem duração média de três horas e meia. CREDENCIAMENTO Para o evento de lançamento, é necessário credenciar a equipe e o veículo. O credenciamento da imprensa será realizado até as 14h do dia 12 de novembro, por meio da Assessoria de Comunicação Social do Governo do Estado do RN – ASSECOM. É necessário enviar email para [email protected], com as seguintes informações: nome completo, RG e função.
Um cartão de crédito que não cobra anuidade e oferece taxas de juros menores do que as cobradas no mercado tem atraído cada vez mais brasileiros. Meio milhão de pessoas já utiliza o produto, e outras 250 mil aguardam na fila para garantir o seu.
Cobiçado especialmente pelos mais jovens, o Nubank MasterCard Platinum é emitido pela administradora de cartões Nubank –uma start-up criada em 2014 com o objetivo de reduzir custos para os consumidores com a ajuda do smartphone.
Em um mercado em que os juros atingiram 414,3% ao ano no rotativo do cartão, de acordo com dados de setembro do Banco Central, a Nubank cobra taxa máxima de 144,9% ao ano.
E mantendo benefícios da categoria Platinum, como assistência pessoal 24 horas e descontos em cinemas, bares e restaurantes –que geralmente estão acessíveis ao público do varejo alta renda dos bancos.
Isso é possível, diz Cristina Junqueira, diretora e cofundadora da Nubank, porque a empresa tem custo de operação bem menor que os bancos, pois existe unicamente no mundo virtual. Não há, por exemplo, agências físicas. Toda pendência é resolvida pelo aplicativo.
Sem anuidade e outras tarifas, a principal fonte de receita da companhia é uma parcela da taxa obtida nas operações com cartões que é repassada aos emissores.
A empresa também lucra com a taxa de juro cobrada no parcelamento de faturas, mesmo que com alíquotas menores.
CRÉDITO
O crédito concedido pela Nubank também é fruto de investimentos realizados pelas empresas Sequoia Capital –que tem Apple, Google e YouTube no portfólio– e Kaszek Ventures.
“Não temos um colchão de emergência. Se muita gente ‘der calote’, falimos. Por isso nossa análise de crédito é conservadora e pode levar até três meses para que um cliente seja aprovado”, diz a diretora da Nubank.
Usuário do cartão de crédito há quatro meses, o publicitário Bruno Padovam, 27, procurou o Nubank para fugir da anuidade.
“Cancelei três cartões que cobravam mais de R$ 300 cada um em taxas por ano. E eles não eram Platinum”, diz Padovam.
A também publicitária Laís Sturaro, 26, foi uma das mais de 40 pessoas indicadas por Padovam para se cadastrar no site do Nubank e solicitar o produto.
“O que falta é um programa de pontuação. Há os benefícios da bandeira MasterCard, mas que não são tão amplos quanto os oferecidos por empresas especializadas”, diz.
“Se houvesse, pontuaria bastante porque parcelo muitas compras. Mas, em alguns casos, utilizo outros cartões por causa do baixo limite do Nubank.”
A definição do limite de crédito do cliente é feita com base nas informações de renda fornecidas pelo usuário e na checagem em empresas de informações financeiras, como a Serasa e a Boa Vista SCPC.
O próprio cliente também pode regular seu limite, diminuindo ou aumentando o valor dentro de uma faixa estabelecida pelo Nubank. Tudo via aplicativo.
CUIDADOS
Mesmo com juros menores, é preciso evitar o uso indiscriminado do cartão. “É necessário lembrar que o crédito representa um dinheiro que você ainda não tem. É uma dívida”, afirma o consultor financeiro Erasmo Vieira.
“Se você vai ao mercado com uma nota de R$ 100, esse é o seu limite para gastar. Se vai com o cartão, poderá comprar mais que isso, mas terá de pagar a conta lá na frente.”
O planejador financeiro Valter Police Júnior orienta o consumidor a testar o novo produto antes de se desfazer dos cartões antigos.
“Como requer conhecimento de tecnologia, para o uso do aplicativo, as pessoas mais conservadoras podem não se adaptar ao Nubank.” Isso se reflete no público que o cartão tem atraído até agora: de acordo com Cristina Junqueira, cerca de 80% dos clientes da Nubank têm menos de 35 anos.
Confira programa desta terça-feira(10). O Meio-Dia Cidade, com este blogueiro, teve como entrevistados o deputado estadual José Adécio(DEM), e o advogado e pré-candidato à Prefeitura do Natal, Luís Gomes. Clique abaixo e ouça.
A maioria das pessoas que responderam à enquete acredita que os homens gostam mais de sexo do que as mulheres. Inúmeros maridos reclamam que suas esposas sentem menos desejo do que eles e evitam fazer sexo com frequência. As mulheres, por outro lado, se queixam de que os homens não são bons amantes e até algumas, bastante experientes, declaram não ter a menor ideia do que é um bom amante.
Dizem que os homens vão direto ao assunto, gozam e pronto: já acabou. É possível mesmo que seja pequena a probabilidade de a mulher encontrar um bom amante. O que não quer dizer, em absoluto, que a maioria das mulheres se entregue livremente aos prazeres do sexo. É complicado para ambos.
Muitos homens, quando estão com os amigos, falam demais sobre sexo. Contam vantagens, demonstram estar sempre prontos e não se conformam em desperdiçar qualquer oportunidade.
Contudo, acredito que pouquíssimos homens gostem realmente tanto de sexo quanto as mulheres. Elas, de uma maneira geral, parecem desfrutar e dar mais valor à experiência do encontro sexual com o parceiro.
Vivem o sexo começando muito antes do orgasmo e terminando muito tempo depois. Ao contrário do homem, que é totalmente centrado no pênis, seu corpo todo é sentido como uma grande zona erógena, o que aumenta seu prazer e interesse pelas carícias preliminares.
Os homens são cobrados a vida inteira a se sair bem no sexo e nunca falhar. Eles aprendem a associar masculinidade com desempenho sexual, o que obviamente gera ansiedade.
Por isso, a maioria fica orgulhosa de si simplesmente pelo fato de ter tido ereção e ejaculado. Já é suficiente para considerar que tiveram um bom sexo. Suas parceiras se queixam. Dizem que os homens só se preocupam com eles e que seu interesse desaparece logo depois do orgasmo.
A mulher pode ter infinitas dificuldades sexuais, mas está livre da que mais apavora o parceiro. Pode fazer sexo sempre que desejar e até fingir orgasmo quando quiser.
O resultado é que os homens não usufruem do sexo todo o prazer que poderiam, e deixam a impressão de que não gostam muito de sexo, mas sim do fato de estar fazendo sexo.
Quando um homem conta para um amigo a experiência sexual que teve, ele diz coisas como: “Comi aquela gostosona” ou “Dei uma ótima foda ontem”. Dificilmente se escuta um homem dizer: “ Tive uma noite maravilhosa de sexo ontem” ou “Aquela mulher é uma amante incrível”.
O homem que gosta de sexo de verdade prolonga a experiência ao máximo. Aprecia tanto o prazer da troca erótica com a parceira, que aprende a controlar a ejaculação e adiar o orgasmo. Se sente livre para brincar despreocupado, sem pressa, à beira do orgasmo.
Não quero dizer que só os homens são ansiosos. Muitas mulheres também não relaxam, preocupadas em agradar ao homem. A realidade é que homens e mulheres são frutos da mesma cultura repressora da sexualidade.
A diferença é que elas, por não viverem o mesmo tipo de ansiedade que os homens — medo de falhar —, gostam mais do sexo do que eles e se permitem viver essa experiência com mais tranquilidade e menos pressa.
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