Política

Coordenação política não é distribuição de “cargos e boquinhas”, diz Renan

Renan Calheiros bateu no correligionário Michel Temer, coordenador político do governo. Ele Afirma que o PMDB não pode transformar a coordenação de Temer num departamento de Recursos Humanos, para “distribuir cargos e boquinhas”. Sinal dos tempos! Beneficiário por 12 anos da superboca da presidência da Tanspetro, subsidiária da Petrobras, Renan agora cospe num prazo no qual já não pode comer.

Investigado por suspeita de receber propinas na Petrobras, Renan leu na resposta de Temer o vocábulo “ética”. O vice-presidente escreveu: “Respeito institucional é a essência da atividade política, assim como a ética, a moral e a lisura.”

Incomodado com o rebaixamento do pé-direito do PMDB, Temer insinuou que Renan é menor do que os desafios que o assediam: “Não estimularei um debate que só pode desarmonizar as instituições e os setores sociais. O país precisa, neste momento histórico, de políticos à altura dos desafios que hão de ser enfrentados.”

De resto, Temer deu a entender que tem coisas mais relevantes a fazer do que ficar batendo boca. “Trabalho hoje com o objetivo de construir a estabilidade política e a harmonia ensejadoras da retomada do crescimento econômico em benefício do povo brasileiro. Se outros querem sair desta trilha, aviso que dela não sairei.”

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Diversos

FOTO: Time do Danubio raspa cabelo em tributo a atleta com câncer

danubio

O elenco do Danubio-URU, adversário de Corinthians e São Paulo na primeira fase da Copa Libertadores da América de 2015, protagonizou um ato de solidariedade. Para passarem força ao colega Marcelo Tabárez, operado de um tumor no testículo, os jogadores da formação de Montevidéu rasparam a cabeça. O camisa 11 já iniciou o cronograma de quimioterapia traçado pelos médicos.

Tabárez foi flagrado em um exame antidoping no dia 25 de fevereiro, curiosamente, após a goleada sofrida contra o São Paulo , no estádio do Morumbi, pelo placar de 4 a 0. A constatação foi de suma importância para a identificação do tumor maligno no testículo. Assim, no dia 13 de abril, o atleta foi operado com sucesso.

No site oficial do clube, foi exposta uma foto dos atletas alvinegros com o cabelo raspado. Todos também vestiam a camisa 11, estampada com a mensagem “Fuerza Marce”. Os votos de apoio, contudo, não se resumiram apenas ao Danubio. Demais representações da capital uruguaia, como Peñarol, Nacional e Montevideo Wanderers também postaram dizeres passando força a Tabárez.

O Danubio acabou fora da Libertadores amargando a lanterna do grupo 2, com apenas três pontos reunidos – oriundos de uma vitória sobre o San Lorenzo-ARG, em Buenos Aires, na última rodada. Os clubes classificados da chave foram Corinthians (13) e São Paulo (12) .

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Acidente

FOTOS: Táxi bate em poste na Av. Mário Negócio

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Um táxi colidiu com um poste na manhã desta sexta, 01, na Av. Dr. Mário Negócio, Natal. Segundo informações, ainda não confirmadas, o motorista, que não teve nenhum ferimento grave, teria dormido ao volante.

FOTOS: Cedidas

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Política

PSDB acusa Petrobras de ‘destruição de provas’

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A notícia de que foram destruídas as gravações de reuniões do Conselho de Administração da Petrobras deixou intrigados os tucanos. “Estamos diante de um típico caso de destruição de provas”, disse o líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB). “O partido usará de todos os meios legais possíveis para esclarecer esse episódio.”

Após conversar sobre o tema com o senador Aécio Neves, presidente do PSDB, Cunha Lima informou: além das cobranças que serão feitas na CPI da Petrobras, o partido cogita protocolar na Procuradoria-Geral da República, na semana que vem, um pedido de investigação para esclarecer as circunstâncias que envolveram a eliminação do áudio e das imagens das reuniões do Conselho da estatal.

Em resposta a um pedido de informações feito pelo Estadão, a Petrobras confirmou ter destruído as gravações. Foram para o beleléu inclusive os arquivos eletrônicos de reuniões que aprovaram decisões que agora estão sendo investigadas na Operação Lava Jato. Entre elas a compra da refinaria texana de Pasadena, que resultou num prejuízo estimado em US$ 792 milhões.

Destruíram-se inclusive os registros de reuniões presididas por Dilma Rousseff. Ela comandou o Conselho da Petrobras entre 2003 e 2010, sob Lula. Nesse período, Dilma foi ministra de Minas e Energia e chefe da Casa Civil.

A CPI e o TCU já haviam requisitado as gravações à Petrobras. A estatal empurrava os pedidos com a barriga. A CPI chegou mesmo a fixar um prazo para o envio do material. Vence na próxima segunda-feira (4).

“Não faz o menor sentido gravar as reuniões para depois apagar as gravações”, disse Cunha Lima. “É preciso que isso seja esclarecido.” A Petrobras informa que as gravações são destruídas depois que ficam prontas as atas das reuniões. Essas atas, porém, são meros resumos do que sucedeu a portas fechadas.

A estatal alega que o procedimento está previsto no Regimento Interno do Conselho de Administração. Instada a exibir o documento, a Petrobras fechou-se. Sustenta que o regimento contém normais sigilosas.

Alega que de aniquilamento das a perda Petrobras informou que a destruição está prevista no Regimento Interno do Conselho de Administração. Mas, questionada pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, a Gerência de Imprensa não apresentou o documento. A reportagem também o solicitou à secretaria responsável por auxiliar o Conselho de Administração. O órgão informou que a norma é sigilosa.

“Não faz sentido”, disse Cunha Lima. “É preciso investigar tudo isso. E nós, do PSDB, vamos às últimas consequências.”

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Opinião dos leitores

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Polícia

Jovem é morto a tiros em bar na Zona Norte de Natal

Um jovem de 23 anos foi morto a tiros na noite de ontem, 30, em um bar na Zona Norte de Natal.

De acordo com a PM, a vítima, identificada como Francisco Juliano da Silva, estava no bar, quando um homem se aproximou e efetuou vários disparos. Juliano morreu no local.

A Delegacia Especializada em Homicídios (Dehom) vai investigar o caso.

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Política

Vereadoras de Natal terão direito a 120 dias de licença-maternidade

O Plenário da Câmara Municipal de Natal aprovou nesta quinta-feira (30), por unanimidade, um Projeto de Resolução que dá às vereadoras o direito a 120 dias de licença-maternidade. A matéria, de autoria da vereadora Eudiane Macedo (SDD), altera o Artigo 93 do Regimento Interno da Casa. O objetivo é estender às parlamentares o mesmo benefício de outras trabalhadoras.

Em seu discurso, Eudiane Macedo contou que precisou voltar ao trabalho 30 dias após dar à luz. “Meu parto foi por cesariana e não pude terminar o meu resguardo. Diante dessa situação difícil, tive que colocar um berço no gabinete para meu filho porque não queria ficar distante dele no período fundamental do seu desenvolvimento físico”, explicou a vereadora.

Segundo ela, a Câmara dos Deputados do Brasil e a Assembleia Legislativa do RN já garantem a licença-maternidade para suas legisladoras. “Portanto, estamos assegurando que as vereadoras tenham os mesmos direitos que qualquer mulher brasileira”.

De acordo com a vereadora Júlia Arruda (PSB), a proposta representa um avanço dentro do contexto das lutas pelos direitos das mulheres na sociedade. “Chega para corrigir essa falha e valorizar o momento de ser mãe, o mais importante da vida de uma mulher”, ressaltou Júlia, para, logo depois, lembrar que a medida recebeu parecer favorável no Dia Nacional da Mulher, comemorado dia 30 de abril.

Foi aprovada, em segunda discussão, uma matéria encaminhada pelo vereador Ubaldo Fernandes (PMDB) que institui um intervalo mínimo de três meses entre a data de implantação de radares e a efetivação da cobrança de multas na capital potiguar.

Ao final da sessão ordinária, foram acatados dois projetos de decreto legislativo que concedem título de Cidadão Natalense para o Tenente Styvenson Valentim e Lourival da Silva Santos. Proposições dos vereadores Maurício Gurgel (PHS) e Emanoel do Cação (PP), respectivamente.

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Polícia

NATAL: Estudante de 16 anos desaparecida ontem é encontrada

A estudante Renata Heloísa Nascimento, de 16 anos, que estava sumida após ter saído da escola ‘Cade’ foi localizado perambulando no bairro da Cidade da Esperança.

Renata não estava bem, mas foi medicada e já se encontra em casa sob os cuidados da família.

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Economia

Receita Federal recebe 27,8 milhões de declarações

A Receita Federal informa ter recebido até às 23h59m59s de ontem (30/4), prazo final para envio do Imposto de Renda da Pessoa Física, 27.895.994 declarações. A expectativa da Receita era alcançar 27,5 milhões. No ano passado, foram 26,9 milhões.

Quem perdeu o prazo só poderá enviar o documento a partir das 8h da próxima segunda-feira, 4 de maio. A multa é de no mínimo R$ 165,74, que vai até 1% do imposto devido no mês-calendário, e pode chegar a 20 calculada sobre o imposto devido.

fonte: Estadão Conteudo

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Cidades

FOTOS: Após morte por atropelamento, ciclistas fazem protesto em Natal

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Após a morte do amigo Carlos Augusto da Costa, de 51 anos, atropelado na manhã desta quinta, 30, quando pedalava na Rota do Sol, vários ciclistas fizeram um protesto.

Após levantarem cartazes e gritarem palavras de ordem, os ciclistas, que se encontraram em frente ao Midway, pedalaram até o local do acidente, em Ponta Negra.

 

FOTOS: Mário Rolim

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Economia

Ajuste fiscal: PMDB agora cobra o aval da CUT

Por Josias de Sousa – UOL

Dilma Rousseff deu um tiro contra o próprio pé ao reunir sindicalistas ligados à CUT para criticar o projeto de terceirização na véspera do Dia do Trabalho. Com seu gesto, a presidente afagou o sindicalismo ligado ao PT. Mas deixou irritado o PMDB. Um pedaço da legenda passou a condicionar a aprovação do ajuste fiscal do governo ao aval da CUT.

Braço sindical do petismo, a CUT torce o nariz para o ajuste de Dilma. Rejeita a imposição de regras que reduzirão o pagamento de benefícios como pensão por morte, auxílio-doença, abono salarial, seguro-desemprego e seguro-defeso. E os peemedebistas, tachados de inimigos do trabalhador em manifestações da CUT por ter apoiado a proposta de terceirização, agora ameaçam aderir à central na resistência ao pacote de Dilma.

O deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) expressou em voz alta o sentimento que seus colegas de bancada sussurram na Câmara: “Eu estava inclinado a aprovar o ajuste fiscal para tirar o país da crise. Mas, ao ouvir a presidente criticar a terceirização a pretexto de defender as conquistas do trabalhador, fiquei tentado a me associar a ela nas suas preocupações trabalhistas, votando contra o ajuste fiscal criticado pela CUT.”

Lúcio arrematou: “O governo alega que seu ajuste não tira direitos dos trabalhadores, apenas corrige distorções. Se é assim, Dilma e Lula precisam chamar os dirigentes da CUT e das demais centrais sindicais e convencê-los a defender publicamente o pacote fiscal. Se o presidente da CUT disser que não prejudica os trabalhadores, eu voto a favor. O que não é aceitável é que os partidos aliados do governo assumam o ônus do ajuste enquanto Dilma, Lula e o PT fazem média com a CUT para ficar bem na fita.”

As primeiras votações do ajuste fiscal devem ocorrer a partir de terça-feira (5). Hostilizado em protestos de CUT por ter apoiado a proposta da terceirização de mão de obra, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, já avisou que franqueará o acesso da CUT e dos seus filiados às galerias da Casa. Em privado, insinua que fará isso para constranger o PT.

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Jornalismo

NATAL: Estudante de 16 anos está desaparecida

O Blog recebeu um apelo de vários amigo e publica o desaparecimento da estudante Renata Nascimento Guedes, de 16 anos.

Renata estuda na escola Cade, e desde a manhã de quinta-feira(30), não foi mais vista.

Quem souber alguma informação, entrar em contato pelo (84) 8849 5610.

 

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Jornalismo

30 de abril: um dia triste para o RN

Este 30 de abril de 2015 será um marco triste na história do jornalismo e das comunicações no Rio Grande do Norte.

Mais do que o encerramento das atividades de um veículo de comunicação, o fechamento de O Jornal de Hoje, edição impressa, é o silenciamento de uma voz em favor da formação de uma sociedade cada vez mais plural e democrática, com cidadãos capazes de entender tudo ao seu redor e decidir sobre seu próprio destino.

O Jornal de Hoje, do qual fui assinante desde o início e seu fornecedor a cada festa de aniversário, era uma voz a serviço de formação de uma massa crítica, fundamental numa sociedade que não pode se deixar levar pelo processo de manipulação que muitos indivíduos ou grupos tentam estabelecer em proveito próprio.

O fim de um jornal, que será substituído apenas em parte pela versão eletrônica, é um marco preocupante. Porque significa menos informação, menos opinião, menos análise. Um jornal como o JH, que tinha um corpo redacional de larga experiência e um time de colunistas do nível de Vicente Serejo, Rubens Lemos Filho, Alex Medeiros, Walter Gomes, Tulio Lemos, Danilo Sá e Daniela Freire, vai deixar uma imensa lacuna.

Sabemos que vivemos no mundo inteiro o processo de transição do jornalismo impresso para o digital, graças ao avanço impressionante e permanente das novas tecnologias.

Se esse processo de transição é irreversível só saberemos dentro de alguns anos. Mas é triste e necessário registrar que a morte de um jornal de hoje em nada contribui para o avanço de uma sociedade moderna.

Fica meu abraço e respeito a Marco Aurélio e Marcelo Sá.

Opinião dos leitores

  1. Infelizmente os nosso jornais e blogs talvez por falta de patrocínio privado ou por ganância precisam de dinheiro de políticos e com isso perdem a imparcialidade terminam desacreditados. #ficaadica

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Economia

Progás é prorrogado por mais 90 dias

A continuidade do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Industrial pelo Incentivo ao Gás Natural – Progás foi assegurada na noite desta quinta-feira (30), com a prorrogação do contrato que gere o incentivo no Rio Grande do Norte. O diretor-presidente da Potigás, Beto Santos, e o diretor de gás e energia da Petrobras, Hugo Repsold, assinaram o aditivo contratual para a prorrogação do programa por mais 90 dias, como primeiro passo para a renovação por mais 10 anos. A assinatura ocorreu na sede da Petrobras, no Rio de Janeiro, em uma reunião que contou ainda com a presença do deputado federal Fábio Faria e da procuradora do estado do RN, Heloísa Guerreiro.

Segundo Beto Santos, com a assinatura da prorrogação por mais três meses, a Potigás e a Petrobras irão construir um novo formato de contrato para os próximos 10 anos, que seja sustentável para ambas as partes. “Teremos esse período para construirmos a nova formatação”, explicou.  Antes da prorrogação, o decreto em vigor se extinguiria hoje.

O Rio Grande do Norte é o único estado do Brasil com incentivo de gás natural às indústrias, através do Progás. O programa concede incentivos no volume de fornecimento do gás natural às indústrias que parte de 40% de desconto como subsídio. Foram beneficiadas as empresas Vicunha, Guararapes, Três Corações Natal, Sterbom, Rarus, Nortex, Três Corações Mossoró, Multdia, Coteminas SGA, Coteminas MAC, Fortcola e Refimosal.

 

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Judiciário

ÉPOCA: MP abre procedimento contra LULA por tráfico internacional de influência

A revista Época que chega as bancas nesta sexta-feira vem “carregada” contra o ex-presidente LULA, a chamada de capa já informa que o MP está abrindo procedimento contra LULA por tráfico internacional de influência.

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Opinião dos leitores

  1. O PSDB fez a maior façanha possível da história de um partido: quebrou o país no ano de 1998, sem gastar um centavo na área social e em infraestrutura. Receita pra isso: Selic a 36% ao ano e cambio sobrevalorizado. Isto foi incrível!!! Lula 2018 contra o conservadorismo e preconceito dos coxinhas.

  2. Enquanto isso PSDB, DEMO e PMDB detonando trabalhador no congresso e defendendo produtores de transgênicos.
    Quanto ao cara, será nosso próximo presidente.

  3. Os coronéis, como não conseguiram manter o analfabetismo no Brasil, agora apostam as suas fichas na desinformação. Sempre que uma notícia for positiva, a imprensa corrupta tem que dar um jeitinho para deturpar e fazer ficar negativa.
    Uma coisa que eles não conseguem mudar são os números. E Lula deu uma surra em FHC em todos os índices positivos de economia, distribuição da riqueza, empregos, IDH, etc.
    A imprensa só consegue enganar os desinformados. Mais cedo ou mais tarde o brasileiro irá perceber a jogada da mídia junto com os coronéis modernos.

  4. Governo americano faz isso o tempo todo. Ajuda suas empresas a ganharem contratos no mundo todo. Utilizam da CIA, utilizam mecanismos para quebra de sigilos de e-mails de industriais, presidentes, chefes de governo, etc. Lá é uma coisa institucionalizada.

  5. É piada, Lulalau presidente em 2018, Deus não quer isso para o Brasil já quebrado, e o diabo vai levar esse ladrão pro inferno… l lembrem´se alienados o câncer dele que é castigo está de volta para alegria dos brasileiros.

  6. O engraçado disso tudo é que a imprensa não percebeu a diferença de Lula e Dilma. Dilma quando é atacada vai para as cordas. Mas Lula é igual a massa de pão: quanto mais bate,mais incha. kkkkkk
    É só lembrar os massacres que ele sofreu e como ele ainda á considerado o melhor Presidente da história. A mídia está só fazendo um favor a Lula: mantendo ele na vitrine. Foi assim com Micarla em relação a Carlos Eduardo e com Rosalba em relação a Vilma.
    Quem sabe um dia eles aprendem e conseguem conter o ódio que os fazem verter veneno em forma de fúria…kkkkkkkkkk

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Diversos

Mais de 1 milhão de brasileiros já participou de tentativa de linchamento

27abr2015---artistas-afegaos-encenam-o-linchamento-de-farkhunda-de-27-anos-em-um-protesto-contra-a-morte-da-mulher-nesta-segunda-feira-27-em-cabul-farkhunda-foi-morta-em-marco-em-frente-a-policia-143016824243Artistas afegãos encenam o linchamento de Farkhunda, de 27 anos, em um protesto contra a morte da mulher, no dia 27 de abril, em Cabul. Farkhunda foi morta em março em frente à polícia após ser acusada, injustamente, de queimar o Alcorão, livro sagrado para os mulçumanos

Era 2 de janeiro de 1998: um pedreiro de 58 anos teve os braços amarrados com arame farpado e foi linchado por uma multidão em Caboto, Região Metropolitana de Salvador, depois de discutir e ferir dois vizinhos a golpes de foice. Era 14 de fevereiro de 2008: um adolescente de 15 anos foi espancado por outros internos na Fundação Casa de Franco da Rocha, na Região Metropolitana de São Paulo, que pensavam que o garoto delatara outros infratores. Era 3 de maio de 2014: uma mãe de 33 anos foi brutalmente agredida na praia do Guarujá, litoral sul de São Paulo, confundida com uma suposta sequestradora de crianças que praticava “magia negra”. Nas páginas dos jornais, essas histórias viraram estatística.

Nos últimos 60 anos, mais de 1 milhão de brasileiros já participou de um ato ou uma tentativa de linchamento – um sintoma de uma enfermidade da sociedade brasileira. A análise é do sociólogo José de Souza Martins, que dedicou mais de três décadas ao estudo dos linchamentos no país. “A frequência dos linchamentos no Brasil pede que se conheça o fenômeno do justiçamento popular, que é endêmico entre nós”, diz o autor de Linchamentos: a justiça popular no Brasil (Contexto, 2015), pesquisa realizada com apoio da Fapesp e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP), Martins iniciou suas investigações sobre os linchamentos na década de 1970, quando pesquisava os conflitos e as tensões nos movimentos sociais no interior do país, especialmente na fronteira amazônica, identificando surtos de saques e práticas de justiçamento popular. Incorporou ao estudo muitas outras ocorrências, minutadas inclusive no noticiário jornalístico, e três estudos de campo, realizados no interior de São Paulo, no oeste de Santa Catarina e no sertão da Bahia.

Indexou, ao longo dos anos, 2.028 casos, concentrados especialmente entre 1945 e 1998: nesses, 2.579 indivíduos foram alcançados por tentativas e linchamentos consumados; apenas 1.150 (44,6%) foram salvos, em mais de 90% das oportunidades pela polícia. Outros 1.221 (47,3%) foram engolidos pela fúria popular, espancados, atacados a pauladas, pedradas, pontapés e socos, nessa ordem e nessa progressão, até casos extremos de extração dos olhos, extirpação das orelhas e castração. Entre eles, 782 (64%) foram mortos e 439 (36%) feridos, segundo revela o estudo pioneiro. Para Martins, os números indicam que o linchamento se tornou um componente da realidade social brasileira, perdendo gradativamente sua caracterização como um fato anômalo. Em outras palavras, um dia excepcional de fúria se transformou num ato cotidiano conjugado no plural: dias de fúria.

Paralelamente a esse corpus, o sociólogo acompanhou outros 2.505 episódios, que atualizam as informações até 2014, um procedimento experimental de monitoramento diário das ocorrências. Também enriqueceu o estudo a partir de pesquisas no exterior em diferentes momentos, especialmente em bibliotecas e arquivos na Inglaterra, Itália e França. Revisitou ainda a produção bibliográfica americana, o principal modelo teórico nessa área – as raízes do linchamento, afinal, remetem à Lei de Lynch, que originou a palavra “linchamento” no século XVIII que cá aportou no século XIX. “No Brasil, o primeiro linchamento registrado data de 1585. Na época não era designado como ‘linchamento’, mas indicava uma prática já presente em diversos países que levava a multidão, por variados motivos, a matar alguém”, afirma o pesquisador. “Os americanos reuniram o maior número de estudos, mas com campos limitados. Queriam saber essencialmente quem foi linchado, quem fez o linchamento e qual era a causa provável”, diz Martins, que ampliou a dimensão da análise com 189 campos para preencher com informações de modo a aprofundar o âmbito sociológico dos linchamentos.

Enquanto sociólogo, Martins lembra que é preciso entrar nessa arena não para julgar, mas para conferir se o linchamento é compreensível ou não, isto é, para compreender o ponto de vista dos participantes. “Linchamento é uma forma de justiçamento covarde. A vítima da vítima do linchamento já está morta ou violentada. Um grupo se reúne para fazer justiça em prol de uma vítima e reage a algo que, entre eles, se tornou moralmente insuportável”, explica. “Quem lincha intui que está cometendo um crime. Se o linchamento acontece durante o dia, o número de participantes é menor. À noite, porém, o número de linchadores quase dobra – e a crueldade aumenta –, pois há a expectativa de impunidade. É um envolvimento irracional, mas existe um fundo de consciência sobre o certo e o errado. As pessoas pensam que estão punindo alguém que, a partir de sua perspectiva, merece ser punido. Ao mesmo tempo, têm consciência de que não são elas que deveriam punir.”

No fio da navalha

Para Martins, os linchamentos expressam uma crise de desagregação social. “Os crimes que motivam os linchamentos são interpretados pelos linchadores como crimes contra a condição humana. Não são delitos banais, como roubar uma carteira”, diz. “Se alguém estupra uma criança, por exemplo, significa que as regras foram violadas e a polícia e a justiça falharam. A população se vê entre uma justiça cega e uma justiça cética. Uma justiça que a população não aceita mais e deslegitima a lei de enfrentamento ao crime. E leva às explosões de fúria popular.”

Martins situa o linchamento na arena do comportamento coletivo e, ao mesmo tempo, no âmbito do crime comunitário, entre a multidão e a antimultidão. “Significa que, nessa sociedade, os indivíduos estão vivendo como marginais, no sentido do sociólogo Everett Stonequist. São pessoas vivendo no fio da navalha da transição social, numa sociedade baseada em relações societárias de natureza contratual que explode eventualmente com comportamentos de multidão, mas também estruturada num mundo comunitário e familístico”, diz ele. Segundo Martins, as metrópoles São Paulo, Rio e Salvador lideram os casos de linchamento. A informação é a mesma de levantamento realizado pelo Núcleo de Estudos da Violência da USP que, entre 1980 e 2006, contou 580 linchamentos no estado de São Paulo, 204 no Rio de Janeiro e 180 na Bahia. “É um fenômeno das grandes cidades, mas praticado em nome de valores da pequena comunidade”, pondera Martins.

No novo livro, o sociólogo traz considerações inéditas a partir do cruzamento dos 189 campos investigados. Identifica, por exemplo, a “durabilidade do ódio” – em 70% dos casos, dura aproximadamente 20 minutos; depois, pode se estender por 24 horas; noutros casos, é possível se prolongar por mais de um mês ou um ano, tal o impacto do crime primeiro, provocador. “Em geral, o linchamento não é um crime premeditado. É cometido ainda sob o estado de emoção provocado pelo crime originário”, diz. Além disso, o autor aponta um “índice de crueldade”, ilustrado, por exemplo, no contraste entre negros e brancos: “Se a motivação for a mesma, o autor, branco ou negro, é alvo de linchamento. Entretanto, se o linchado for negro, a crueldade é maior, incluindo ações como arrancar os olhos, as orelhas e o pênis do acusado”, afirma. Ao contrário do que se pode imaginar, porém, o fator econômico interfere pouco nesses casos: há ricos participando de linchamentos, assim como pobres; há ricos sendo linchados, assim como pobres.

Todos contra um

Há um imaginário imenso por trás dos linchamentos, agravado atualmente por ferramentas midiáticas. Tornou-se simbólico o caso de Fabiane Maria, linchada brutalmente no Guarujá, diante de câmeras de smartphones. Alastrou-se a “notícia” na internet de que uma loira sequestrava crianças para fazer feitiçaria – e Fabiane, morena, tingiu os cachos de vermelho num sábado de sol, passou na casa de uma amiga para buscar a Bíblia, passou na quitanda e, numa série de acasos, parou para consolar um menino chorando na rua, dando-lhe uma banana. Bastou para um morador a indicar como a “bruxa” do litoral e, em questão de minutos, milhares a cercaram alucinados e violentos. “As pessoas estão vivendo com mídias ultramodernas, mas num mundo inteiramente rústico. Acontece uma tentativa de linchamento por dia no Brasil. As normas estão ausentes. Assim, a população inventa normas ad hoc para fazer ‘justiça’ aqui e agora”, critica.

Aos 76 anos, José de Souza Martins publicou mais de 30 livros. Nos últimos tempos, também lançou Diário de uma terra lontana (Fundação Pró-Memória, 2015) e Desavessos: crônicas de curtas palavras (Com-Arte Editora Laboratório, 2014). O autor agora se dedica à elaboração de outro livro, a respeito da dimensão ritual dos linchamentos, como rito de sacrifício e de sangue. Sociólogo com sensibilidade antropológica, Martins pretende destrinchar o “protocolo” implícito dos linchamentos: “Há uma ordem. Primeiro, perseguir. De repente, 2, 3, 4 se transformam em 8, 9, 10, 100. Todos contra um. Se o acusado estiver longe, atiram pedras. Mais perto, partem para pauladas – uma bengala ou uma vassoura, o que estiver à mão. Depois, para o espancamento, com pontapés e socos. Não há ‘render-se’ na lógica do linchamento. Os linchadores atacam, mas param e esperam o sujeito ficar amolecido. Se o linchado despertar por um minuto, voltam a atacar”.

Até agora, Martins encontrou 7,8% dos casos como linchamentos de um inocente – um índice alto, na sua interpretação. Diante de uma sociedade fraturada, a impressão final é que qualquer um estaria sujeito aos impulsos violentos da multidão. “Em Santa Catarina houve tentativa de linchamento de um juiz do Superior Tribunal de Justiça, que lá estava em férias, com a família, usando carro oficial. Um padre no Ipiranga, em São Paulo, foi cercado por pais furiosos, pois não queria que as crianças brincassem no pátio da igreja. No fim, ninguém está imune a um linchamento”, arremata.

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Finanças

Vaccari e Renato Duque viram réus em ação sobre uso de gráfica para lavagem de dinheiro

CD3Yk_sW8AAlJsQO juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Criminal Federal do Paraná, aceitou nesta quinta-feira denúncia do Ministério Público Federal (MPF), formulada no início desta semana, contra o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, contra o ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato de Souza Duque, e contra o empresário Augusto Ribeiro de Mendonça Neto, do grupo Setal, por lavagem de dinheiro. Todos viraram réus em mais uma ação da Justiça Federal. Eles são acusados de usarem a Gráfica Atitude, ligada ao PT, para operações de lavagem de R$ 2,4 milhões entre abril de 2010 e dezembro de 2013. O MPF pede que os três paguem, a título de indenização, um total de R$ 4,8 milhões.

Conforme a denúncia aceita pelo juiz Moro, uma parte da propina paga para Renato Duque, então diretor de Serviços da Petrobras, foi direcionada por empresas do grupo Setal Óleo e Gás, controlado por Augusto Mendonça, para a Editora Gráfica Atitude Ltda., a pedido de João Vaccari Neto, então tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT). Há, ainda, vários indicativos de ligação da Gráfica Atitude com o PT e com os Sindicatos dos Bancários de São Paulo e Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.

Segundo o juiz, para “dar aparência de licitude às transferências, foi celebrado, em 1/4/2010, contrato de prestação de serviços entre a Setec – Tecnologia S/A com a Gráfica Atitude para que esta veiculasse conteúdo noticioso e opinativo sobre temas relacionados com o desenvolvimento e proteção da indústria nacional no Brasil, no tocante à área de extração de petróleo e na conversão em seus derivados”. Contudo, a gráfica jamais prestou serviços reais às empresas do grupo Setal, emitindo notas frias para justificar os pagamentos.

O MPF pediu o bloqueio de R$ 2,4 milhões de Mendonça, Duque, Vaccari e da Gráfica Atitude. Em 2010, o Grupo SOG/SETAL conseguiu novos aditivos em obras da Petrobras nas refinarias Getúlio Vargas (Repar), no Paraná, e Paulínia (Replan), em São Paulo. Após a assinatura dos contratos, o ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque, orientou Mendonça a procurar Vaccari para que com ele tratasse sobre a forma como seriam destinados recursos ao PT.

Em abril, Mendonça se reuniu com Vaccari, e pediu “paralelamente ao repasse de propinas ao PT mediante doações oficiais”, que destinasse R$ 1,2 milhão à Editora Gráfica Atitude. Mendonça parcelou a fatura em doze vezes entre junho de 2010 e abril de 2011, sendo que no primeiro mês foram pagas duas cotas à editora.

Em 2013, novamente Duque pediu que Mendonça procurasse Vaccari. Assim como realizado anteriormente, o ex-tesoureiro orientou ele a fechar contratos com a gráfica para lavar o dinheiro desviado aos cofres do PT, segundo denúncia do MPF.

A pena para o crime de lavagem de dinheiro é de três a dez anos de prisão. A pena aplicada será aumentada de um até dois terços em razão da reiteração dos crimes e de terem sido praticados por organização criminosa.

VACCARI E DUQUE JÁ SÃO RÉUS EM OUTRO CASO

Na última semana de março, Vaccari, Duque e outras 25 pessoas viraram réus sob a acusação de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. De acordo com a acusação, Vaccari participava de reuniões com Duque para tratar de pagamentos de propina, que eram pagas por meio de doações oficiais ao PT. Dessa maneira, os valores chegavam como doação lícita, mas eram oriundas de propina.

O MPF aponta que foram 24 doações em 18 meses, no valor de R$ 4,2 milhões. O tesoureiro do PT indicava em que contas deveriam ser depositados os recursos de propina, segundo o MPF. “Vaccari tinha consciência de que os pagamentos eram feitos a título de propina”, segundo o procurador do MPF Deltan Dallagnol.

O Globo

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