A estudante Renata Heloísa Nascimento, de 16 anos, que estava sumida após ter saído da escola ‘Cade’ foi localizado perambulando no bairro da Cidade da Esperança.
Renata não estava bem, mas foi medicada e já se encontra em casa sob os cuidados da família.
A Receita Federal informa ter recebido até às 23h59m59s de ontem (30/4), prazo final para envio do Imposto de Renda da Pessoa Física, 27.895.994 declarações. A expectativa da Receita era alcançar 27,5 milhões. No ano passado, foram 26,9 milhões.
Quem perdeu o prazo só poderá enviar o documento a partir das 8h da próxima segunda-feira, 4 de maio. A multa é de no mínimo R$ 165,74, que vai até 1% do imposto devido no mês-calendário, e pode chegar a 20 calculada sobre o imposto devido.
Após a morte do amigo Carlos Augusto da Costa, de 51 anos, atropelado na manhã desta quinta, 30, quando pedalava na Rota do Sol, vários ciclistas fizeram um protesto.
Após levantarem cartazes e gritarem palavras de ordem, os ciclistas, que se encontraram em frente ao Midway, pedalaram até o local do acidente, em Ponta Negra.
Dilma Rousseff deu um tiro contra o próprio pé ao reunir sindicalistas ligados à CUT para criticar o projeto de terceirização na véspera do Dia do Trabalho. Com seu gesto, a presidente afagou o sindicalismo ligado ao PT. Mas deixou irritado o PMDB. Um pedaço da legenda passou a condicionar a aprovação do ajuste fiscal do governo ao aval da CUT.
Braço sindical do petismo, a CUT torce o nariz para o ajuste de Dilma. Rejeita a imposição de regras que reduzirão o pagamento de benefícios como pensão por morte, auxílio-doença, abono salarial, seguro-desemprego e seguro-defeso. E os peemedebistas, tachados de inimigos do trabalhador em manifestações da CUT por ter apoiado a proposta de terceirização, agora ameaçam aderir à central na resistência ao pacote de Dilma.
O deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) expressou em voz alta o sentimento que seus colegas de bancada sussurram na Câmara: “Eu estava inclinado a aprovar o ajuste fiscal para tirar o país da crise. Mas, ao ouvir a presidente criticar a terceirização a pretexto de defender as conquistas do trabalhador, fiquei tentado a me associar a ela nas suas preocupações trabalhistas, votando contra o ajuste fiscal criticado pela CUT.”
Lúcio arrematou: “O governo alega que seu ajuste não tira direitos dos trabalhadores, apenas corrige distorções. Se é assim, Dilma e Lula precisam chamar os dirigentes da CUT e das demais centrais sindicais e convencê-los a defender publicamente o pacote fiscal. Se o presidente da CUT disser que não prejudica os trabalhadores, eu voto a favor. O que não é aceitável é que os partidos aliados do governo assumam o ônus do ajuste enquanto Dilma, Lula e o PT fazem média com a CUT para ficar bem na fita.”
As primeiras votações do ajuste fiscal devem ocorrer a partir de terça-feira (5). Hostilizado em protestos de CUT por ter apoiado a proposta da terceirização de mão de obra, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, já avisou que franqueará o acesso da CUT e dos seus filiados às galerias da Casa. Em privado, insinua que fará isso para constranger o PT.
Este 30 de abril de 2015 será um marco triste na história do jornalismo e das comunicações no Rio Grande do Norte.
Mais do que o encerramento das atividades de um veículo de comunicação, o fechamento de O Jornal de Hoje, edição impressa, é o silenciamento de uma voz em favor da formação de uma sociedade cada vez mais plural e democrática, com cidadãos capazes de entender tudo ao seu redor e decidir sobre seu próprio destino.
O Jornal de Hoje, do qual fui assinante desde o início e seu fornecedor a cada festa de aniversário, era uma voz a serviço de formação de uma massa crítica, fundamental numa sociedade que não pode se deixar levar pelo processo de manipulação que muitos indivíduos ou grupos tentam estabelecer em proveito próprio.
O fim de um jornal, que será substituído apenas em parte pela versão eletrônica, é um marco preocupante. Porque significa menos informação, menos opinião, menos análise. Um jornal como o JH, que tinha um corpo redacional de larga experiência e um time de colunistas do nível de Vicente Serejo, Rubens Lemos Filho, Alex Medeiros, Walter Gomes, Tulio Lemos, Danilo Sá e Daniela Freire, vai deixar uma imensa lacuna.
Sabemos que vivemos no mundo inteiro o processo de transição do jornalismo impresso para o digital, graças ao avanço impressionante e permanente das novas tecnologias.
Se esse processo de transição é irreversível só saberemos dentro de alguns anos. Mas é triste e necessário registrar que a morte de um jornal de hoje em nada contribui para o avanço de uma sociedade moderna.
Fica meu abraço e respeito a Marco Aurélio e Marcelo Sá.
Infelizmente os nosso jornais e blogs talvez por falta de patrocínio privado ou por ganância precisam de dinheiro de políticos e com isso perdem a imparcialidade terminam desacreditados. #ficaadica
A continuidade do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Industrial pelo Incentivo ao Gás Natural – Progás foi assegurada na noite desta quinta-feira (30), com a prorrogação do contrato que gere o incentivo no Rio Grande do Norte. O diretor-presidente da Potigás, Beto Santos, e o diretor de gás e energia da Petrobras, Hugo Repsold, assinaram o aditivo contratual para a prorrogação do programa por mais 90 dias, como primeiro passo para a renovação por mais 10 anos. A assinatura ocorreu na sede da Petrobras, no Rio de Janeiro, em uma reunião que contou ainda com a presença do deputado federal Fábio Faria e da procuradora do estado do RN, Heloísa Guerreiro.
Segundo Beto Santos, com a assinatura da prorrogação por mais três meses, a Potigás e a Petrobras irão construir um novo formato de contrato para os próximos 10 anos, que seja sustentável para ambas as partes. “Teremos esse período para construirmos a nova formatação”, explicou. Antes da prorrogação, o decreto em vigor se extinguiria hoje.
O Rio Grande do Norte é o único estado do Brasil com incentivo de gás natural às indústrias, através do Progás. O programa concede incentivos no volume de fornecimento do gás natural às indústrias que parte de 40% de desconto como subsídio. Foram beneficiadas as empresas Vicunha, Guararapes, Três Corações Natal, Sterbom, Rarus, Nortex, Três Corações Mossoró, Multdia, Coteminas SGA, Coteminas MAC, Fortcola e Refimosal.
A revista Época que chega as bancas nesta sexta-feira vem “carregada” contra o ex-presidente LULA, a chamada de capa já informa que o MP está abrindo procedimento contra LULA por tráfico internacional de influência.
O PSDB fez a maior façanha possível da história de um partido: quebrou o país no ano de 1998, sem gastar um centavo na área social e em infraestrutura. Receita pra isso: Selic a 36% ao ano e cambio sobrevalorizado. Isto foi incrível!!! Lula 2018 contra o conservadorismo e preconceito dos coxinhas.
Enquanto isso PSDB, DEMO e PMDB detonando trabalhador no congresso e defendendo produtores de transgênicos.
Quanto ao cara, será nosso próximo presidente.
Os coronéis, como não conseguiram manter o analfabetismo no Brasil, agora apostam as suas fichas na desinformação. Sempre que uma notícia for positiva, a imprensa corrupta tem que dar um jeitinho para deturpar e fazer ficar negativa.
Uma coisa que eles não conseguem mudar são os números. E Lula deu uma surra em FHC em todos os índices positivos de economia, distribuição da riqueza, empregos, IDH, etc.
A imprensa só consegue enganar os desinformados. Mais cedo ou mais tarde o brasileiro irá perceber a jogada da mídia junto com os coronéis modernos.
Governo americano faz isso o tempo todo. Ajuda suas empresas a ganharem contratos no mundo todo. Utilizam da CIA, utilizam mecanismos para quebra de sigilos de e-mails de industriais, presidentes, chefes de governo, etc. Lá é uma coisa institucionalizada.
É piada, Lulalau presidente em 2018, Deus não quer isso para o Brasil já quebrado, e o diabo vai levar esse ladrão pro inferno… l lembrem´se alienados o câncer dele que é castigo está de volta para alegria dos brasileiros.
O engraçado disso tudo é que a imprensa não percebeu a diferença de Lula e Dilma. Dilma quando é atacada vai para as cordas. Mas Lula é igual a massa de pão: quanto mais bate,mais incha. kkkkkk
É só lembrar os massacres que ele sofreu e como ele ainda á considerado o melhor Presidente da história. A mídia está só fazendo um favor a Lula: mantendo ele na vitrine. Foi assim com Micarla em relação a Carlos Eduardo e com Rosalba em relação a Vilma.
Quem sabe um dia eles aprendem e conseguem conter o ódio que os fazem verter veneno em forma de fúria…kkkkkkkkkk
Artistas afegãos encenam o linchamento de Farkhunda, de 27 anos, em um protesto contra a morte da mulher, no dia 27 de abril, em Cabul. Farkhunda foi morta em março em frente à polícia após ser acusada, injustamente, de queimar o Alcorão, livro sagrado para os mulçumanos
Era 2 de janeiro de 1998: um pedreiro de 58 anos teve os braços amarrados com arame farpado e foi linchado por uma multidão em Caboto, Região Metropolitana de Salvador, depois de discutir e ferir dois vizinhos a golpes de foice. Era 14 de fevereiro de 2008: um adolescente de 15 anos foi espancado por outros internos na Fundação Casa de Franco da Rocha, na Região Metropolitana de São Paulo, que pensavam que o garoto delatara outros infratores. Era 3 de maio de 2014: uma mãe de 33 anos foi brutalmente agredida na praia do Guarujá, litoral sul de São Paulo, confundida com uma suposta sequestradora de crianças que praticava “magia negra”. Nas páginas dos jornais, essas histórias viraram estatística.
Nos últimos 60 anos, mais de 1 milhão de brasileiros já participou de um ato ou uma tentativa de linchamento – um sintoma de uma enfermidade da sociedade brasileira. A análise é do sociólogo José de Souza Martins, que dedicou mais de três décadas ao estudo dos linchamentos no país. “A frequência dos linchamentos no Brasil pede que se conheça o fenômeno do justiçamento popular, que é endêmico entre nós”, diz o autor de Linchamentos: a justiça popular no Brasil (Contexto, 2015), pesquisa realizada com apoio da Fapesp e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP), Martins iniciou suas investigações sobre os linchamentos na década de 1970, quando pesquisava os conflitos e as tensões nos movimentos sociais no interior do país, especialmente na fronteira amazônica, identificando surtos de saques e práticas de justiçamento popular. Incorporou ao estudo muitas outras ocorrências, minutadas inclusive no noticiário jornalístico, e três estudos de campo, realizados no interior de São Paulo, no oeste de Santa Catarina e no sertão da Bahia.
Indexou, ao longo dos anos, 2.028 casos, concentrados especialmente entre 1945 e 1998: nesses, 2.579 indivíduos foram alcançados por tentativas e linchamentos consumados; apenas 1.150 (44,6%) foram salvos, em mais de 90% das oportunidades pela polícia. Outros 1.221 (47,3%) foram engolidos pela fúria popular, espancados, atacados a pauladas, pedradas, pontapés e socos, nessa ordem e nessa progressão, até casos extremos de extração dos olhos, extirpação das orelhas e castração. Entre eles, 782 (64%) foram mortos e 439 (36%) feridos, segundo revela o estudo pioneiro. Para Martins, os números indicam que o linchamento se tornou um componente da realidade social brasileira, perdendo gradativamente sua caracterização como um fato anômalo. Em outras palavras, um dia excepcional de fúria se transformou num ato cotidiano conjugado no plural: dias de fúria.
Paralelamente a esse corpus, o sociólogo acompanhou outros 2.505 episódios, que atualizam as informações até 2014, um procedimento experimental de monitoramento diário das ocorrências. Também enriqueceu o estudo a partir de pesquisas no exterior em diferentes momentos, especialmente em bibliotecas e arquivos na Inglaterra, Itália e França. Revisitou ainda a produção bibliográfica americana, o principal modelo teórico nessa área – as raízes do linchamento, afinal, remetem à Lei de Lynch, que originou a palavra “linchamento” no século XVIII que cá aportou no século XIX. “No Brasil, o primeiro linchamento registrado data de 1585. Na época não era designado como ‘linchamento’, mas indicava uma prática já presente em diversos países que levava a multidão, por variados motivos, a matar alguém”, afirma o pesquisador. “Os americanos reuniram o maior número de estudos, mas com campos limitados. Queriam saber essencialmente quem foi linchado, quem fez o linchamento e qual era a causa provável”, diz Martins, que ampliou a dimensão da análise com 189 campos para preencher com informações de modo a aprofundar o âmbito sociológico dos linchamentos.
Enquanto sociólogo, Martins lembra que é preciso entrar nessa arena não para julgar, mas para conferir se o linchamento é compreensível ou não, isto é, para compreender o ponto de vista dos participantes. “Linchamento é uma forma de justiçamento covarde. A vítima da vítima do linchamento já está morta ou violentada. Um grupo se reúne para fazer justiça em prol de uma vítima e reage a algo que, entre eles, se tornou moralmente insuportável”, explica. “Quem lincha intui que está cometendo um crime. Se o linchamento acontece durante o dia, o número de participantes é menor. À noite, porém, o número de linchadores quase dobra – e a crueldade aumenta –, pois há a expectativa de impunidade. É um envolvimento irracional, mas existe um fundo de consciência sobre o certo e o errado. As pessoas pensam que estão punindo alguém que, a partir de sua perspectiva, merece ser punido. Ao mesmo tempo, têm consciência de que não são elas que deveriam punir.”
No fio da navalha
Para Martins, os linchamentos expressam uma crise de desagregação social. “Os crimes que motivam os linchamentos são interpretados pelos linchadores como crimes contra a condição humana. Não são delitos banais, como roubar uma carteira”, diz. “Se alguém estupra uma criança, por exemplo, significa que as regras foram violadas e a polícia e a justiça falharam. A população se vê entre uma justiça cega e uma justiça cética. Uma justiça que a população não aceita mais e deslegitima a lei de enfrentamento ao crime. E leva às explosões de fúria popular.”
Martins situa o linchamento na arena do comportamento coletivo e, ao mesmo tempo, no âmbito do crime comunitário, entre a multidão e a antimultidão. “Significa que, nessa sociedade, os indivíduos estão vivendo como marginais, no sentido do sociólogo Everett Stonequist. São pessoas vivendo no fio da navalha da transição social, numa sociedade baseada em relações societárias de natureza contratual que explode eventualmente com comportamentos de multidão, mas também estruturada num mundo comunitário e familístico”, diz ele. Segundo Martins, as metrópoles São Paulo, Rio e Salvador lideram os casos de linchamento. A informação é a mesma de levantamento realizado pelo Núcleo de Estudos da Violência da USP que, entre 1980 e 2006, contou 580 linchamentos no estado de São Paulo, 204 no Rio de Janeiro e 180 na Bahia. “É um fenômeno das grandes cidades, mas praticado em nome de valores da pequena comunidade”, pondera Martins.
No novo livro, o sociólogo traz considerações inéditas a partir do cruzamento dos 189 campos investigados. Identifica, por exemplo, a “durabilidade do ódio” – em 70% dos casos, dura aproximadamente 20 minutos; depois, pode se estender por 24 horas; noutros casos, é possível se prolongar por mais de um mês ou um ano, tal o impacto do crime primeiro, provocador. “Em geral, o linchamento não é um crime premeditado. É cometido ainda sob o estado de emoção provocado pelo crime originário”, diz. Além disso, o autor aponta um “índice de crueldade”, ilustrado, por exemplo, no contraste entre negros e brancos: “Se a motivação for a mesma, o autor, branco ou negro, é alvo de linchamento. Entretanto, se o linchado for negro, a crueldade é maior, incluindo ações como arrancar os olhos, as orelhas e o pênis do acusado”, afirma. Ao contrário do que se pode imaginar, porém, o fator econômico interfere pouco nesses casos: há ricos participando de linchamentos, assim como pobres; há ricos sendo linchados, assim como pobres.
Todos contra um
Há um imaginário imenso por trás dos linchamentos, agravado atualmente por ferramentas midiáticas. Tornou-se simbólico o caso de Fabiane Maria, linchada brutalmente no Guarujá, diante de câmeras de smartphones. Alastrou-se a “notícia” na internet de que uma loira sequestrava crianças para fazer feitiçaria – e Fabiane, morena, tingiu os cachos de vermelho num sábado de sol, passou na casa de uma amiga para buscar a Bíblia, passou na quitanda e, numa série de acasos, parou para consolar um menino chorando na rua, dando-lhe uma banana. Bastou para um morador a indicar como a “bruxa” do litoral e, em questão de minutos, milhares a cercaram alucinados e violentos. “As pessoas estão vivendo com mídias ultramodernas, mas num mundo inteiramente rústico. Acontece uma tentativa de linchamento por dia no Brasil. As normas estão ausentes. Assim, a população inventa normas ad hoc para fazer ‘justiça’ aqui e agora”, critica.
Aos 76 anos, José de Souza Martins publicou mais de 30 livros. Nos últimos tempos, também lançou Diário de uma terra lontana (Fundação Pró-Memória, 2015) e Desavessos: crônicas de curtas palavras (Com-Arte Editora Laboratório, 2014). O autor agora se dedica à elaboração de outro livro, a respeito da dimensão ritual dos linchamentos, como rito de sacrifício e de sangue. Sociólogo com sensibilidade antropológica, Martins pretende destrinchar o “protocolo” implícito dos linchamentos: “Há uma ordem. Primeiro, perseguir. De repente, 2, 3, 4 se transformam em 8, 9, 10, 100. Todos contra um. Se o acusado estiver longe, atiram pedras. Mais perto, partem para pauladas – uma bengala ou uma vassoura, o que estiver à mão. Depois, para o espancamento, com pontapés e socos. Não há ‘render-se’ na lógica do linchamento. Os linchadores atacam, mas param e esperam o sujeito ficar amolecido. Se o linchado despertar por um minuto, voltam a atacar”.
Até agora, Martins encontrou 7,8% dos casos como linchamentos de um inocente – um índice alto, na sua interpretação. Diante de uma sociedade fraturada, a impressão final é que qualquer um estaria sujeito aos impulsos violentos da multidão. “Em Santa Catarina houve tentativa de linchamento de um juiz do Superior Tribunal de Justiça, que lá estava em férias, com a família, usando carro oficial. Um padre no Ipiranga, em São Paulo, foi cercado por pais furiosos, pois não queria que as crianças brincassem no pátio da igreja. No fim, ninguém está imune a um linchamento”, arremata.
O juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Criminal Federal do Paraná, aceitou nesta quinta-feira denúncia do Ministério Público Federal (MPF), formulada no início desta semana, contra o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, contra o ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato de Souza Duque, e contra o empresário Augusto Ribeiro de Mendonça Neto, do grupo Setal, por lavagem de dinheiro. Todos viraram réus em mais uma ação da Justiça Federal. Eles são acusados de usarem a Gráfica Atitude, ligada ao PT, para operações de lavagem de R$ 2,4 milhões entre abril de 2010 e dezembro de 2013. O MPF pede que os três paguem, a título de indenização, um total de R$ 4,8 milhões.
Conforme a denúncia aceita pelo juiz Moro, uma parte da propina paga para Renato Duque, então diretor de Serviços da Petrobras, foi direcionada por empresas do grupo Setal Óleo e Gás, controlado por Augusto Mendonça, para a Editora Gráfica Atitude Ltda., a pedido de João Vaccari Neto, então tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT). Há, ainda, vários indicativos de ligação da Gráfica Atitude com o PT e com os Sindicatos dos Bancários de São Paulo e Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.
Segundo o juiz, para “dar aparência de licitude às transferências, foi celebrado, em 1/4/2010, contrato de prestação de serviços entre a Setec – Tecnologia S/A com a Gráfica Atitude para que esta veiculasse conteúdo noticioso e opinativo sobre temas relacionados com o desenvolvimento e proteção da indústria nacional no Brasil, no tocante à área de extração de petróleo e na conversão em seus derivados”. Contudo, a gráfica jamais prestou serviços reais às empresas do grupo Setal, emitindo notas frias para justificar os pagamentos.
O MPF pediu o bloqueio de R$ 2,4 milhões de Mendonça, Duque, Vaccari e da Gráfica Atitude. Em 2010, o Grupo SOG/SETAL conseguiu novos aditivos em obras da Petrobras nas refinarias Getúlio Vargas (Repar), no Paraná, e Paulínia (Replan), em São Paulo. Após a assinatura dos contratos, o ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque, orientou Mendonça a procurar Vaccari para que com ele tratasse sobre a forma como seriam destinados recursos ao PT.
Em abril, Mendonça se reuniu com Vaccari, e pediu “paralelamente ao repasse de propinas ao PT mediante doações oficiais”, que destinasse R$ 1,2 milhão à Editora Gráfica Atitude. Mendonça parcelou a fatura em doze vezes entre junho de 2010 e abril de 2011, sendo que no primeiro mês foram pagas duas cotas à editora.
Em 2013, novamente Duque pediu que Mendonça procurasse Vaccari. Assim como realizado anteriormente, o ex-tesoureiro orientou ele a fechar contratos com a gráfica para lavar o dinheiro desviado aos cofres do PT, segundo denúncia do MPF.
A pena para o crime de lavagem de dinheiro é de três a dez anos de prisão. A pena aplicada será aumentada de um até dois terços em razão da reiteração dos crimes e de terem sido praticados por organização criminosa.
VACCARI E DUQUE JÁ SÃO RÉUS EM OUTRO CASO
Na última semana de março, Vaccari, Duque e outras 25 pessoas viraram réus sob a acusação de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. De acordo com a acusação, Vaccari participava de reuniões com Duque para tratar de pagamentos de propina, que eram pagas por meio de doações oficiais ao PT. Dessa maneira, os valores chegavam como doação lícita, mas eram oriundas de propina.
O MPF aponta que foram 24 doações em 18 meses, no valor de R$ 4,2 milhões. O tesoureiro do PT indicava em que contas deveriam ser depositados os recursos de propina, segundo o MPF. “Vaccari tinha consciência de que os pagamentos eram feitos a título de propina”, segundo o procurador do MPF Deltan Dallagnol.
Um novo vídeo mostra o momento do terremoto de 7,8 graus que atingiu o Nepal no último sábado. Uma câmera de rua gravou o momento em que a capital nepalesa começou a tremer. Pessoas assustadas correm para o meio da rua, em busca de um espaço aberto. Mas um prédio próximo desaba, com parte dele caindo no meio da pista.
A câmera de trânsito ao lado de um shopping mostra a rua agitada às 11h52m (horário local). Uma mulher ainda consegue arrastar o guarda, que quase é atingido pela construção. Outras pessoas não conseguem escapar. Uma nuvem de poeira toma conta do lugar.
O tremor já deixou 5.840 mortos, segundo a última contagem, e 11.170 feridos. Nesta quinta-feira, os resgates de um adolescente de 15 anos e de uma mulher na faixa dos 20 reacendeu as esperanças de encontrar mais sobreviventes sob os escombros.
A chuva, no entanto, está dificultando os trabalhos de resgate. Nesta quinta-feira, helicópteros não puderam sobrevoar as áreas rurais afetadas pelo tremor.
A Câmara Municipal de Natal aprovou por unanimidade de votos nesta quinta-feira (30) o Projeto de Decreto Legislativo 001/2015, de autoria do vereador Maurício Gurgel (PHS), que outorga o título de Cidadão Natalense ao Tenente Styvenson Valentim, pela prestação de relevantes serviços à capital potiguar. Os vereadores Adão Eridan (PR) e Cabo Jeoás (PCdoB) subscreveram a matéria.
“Essa homenagem é importante porque o Tenente Styvenson incentiva a responsabilidade no trânsito e o cumprimento das leis, contribuindo para evitar acidentes e mortes. Portanto, acredito que o parlamento municipal faz justiça ao conceder este título honorífico”, ressaltou Maurício Gurgel.
Pode até ser a obrigação do mesmo, mas obrigação essa que não era cumprida até então por nenhum oficial da polícia militar do RN, qual seja, aplicar as penalidades da lei a quem quer que seja.
Esse vereador que quer aparecer na mídia deveria oferecer o título a outros profissionais que cumpre o seu papel e a sua função e não oferecer apenas a um profissional em detrimento dos demais. Na verdade, este vereador deve estar costurando a filiação do Tenente no seu partido político para ser candidato nas próximas eleições. Na polícia militar e civil são inúmeros policiais que merecem a ter mais serem homenageados, mas infelizmente, só são prestigiados aqueles que saem na mídia, gosta de holofotes, publicidade e querem ser candidatos a cargos políticos. Que grande …………., fez esse vereador.
Não faz mais que a obrigação, sendo assim teria que dar este mesmo título a todos os motoristas da dani, aos maceiros, enfermeiros, médicos de todos os hospitais públicos, que estão cumprindo seu papel.
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Natal, por meio do Departamento de Vigilância em Saúde e do Núcleo de Agravos Imunopreveníveis (NAI), realiza a 17ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, no período 4 a 22 de Maio. O Dia “D” da campanha de imunização será realizado no dia 9 de maio, na Unidade da Estratégia da Saúde da Família (ESF) de Santarém, a partir das 8h.
“Todas as unidade de saúde da Secretaria Municipal de Saúde estarão preparadas e abastecidas para a campanha. A expectativa é que consigamos atingir a meta do Ministério da Saúde que é de 80% do público alvo”, destacou a chefe do NAI, Solange Cruz.
A campanha Influenza é destinada aos grupos prioritários com, crianças de seis meses até as menores de 5 anos de idade, gestantes, puérperas, trabalhadores da saúde, adultos maiores de 60 anos, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.
Ao todo, 189.716 pessoas deverão ser imunizadas no município, sendo 49.363 crianças entre seis meses e menores de cinco anos de idade, 20.668 trabalhadores da saúde, 8.875 gestantes, 1.479 puérperas e 85.375 pessoas maiores de 60 pessoas.
A chefe do Núcleo de Agravos Imunopreveníveis, Solange Cruz, pede que a população procure a unidade mais próxima das suas residências ainda na primeira semana. “É uma campanha muito importante e a população tem que ter consciência dessa importância e se imunizar”.
A Influenza é uma doença respiratória infecciosa de origem viral que pode levar a complicações graves e até o óbito, especialmente nos grupos de alto risco para as complicações da infecção (crianças menores de 5 anos de idade, gestantes, adultos com 60 anos ou mais, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais).
No “Programa Silvio Santos” deste próximo domingo (3), Silvio Santos recebe os cantores Aguinaldo Timóteo e Luiz Vieira no quadro “Jogo das 3 Pistas”.
Durante a animada disputa, o apresentador pergunta por que o cantor foi chamado no Planalto para cantar a música “Poema de Um Bruto”. “Eu era deputado Federal e a Rede Globo me deu um especial naquele tempo. O especial abriu com essa música, ‘Poema de Um Bruto’, do Luiz Vieira. Mas, depois: ‘Tem que votar no Tancredo!’. E eu falei: ‘Eu vou votar no Maluf'”.
Em seguida completou: “Eu votei no Maluf porque tinha dado a minha palavra a ele: ‘Eu vou votar em você para Presidente da República’. E eles queriam me obrigar a votar no Tancredo”.
Ainda no papo com Aguinaldo Timóteo, Silvio Santos afirmou que Julio Inglesias é o melhor cantor, quando o convidado negou afirmando ser Roberto Carlos.
Veja outras frases:
– Magrão, o Aguinaldo reclama que precisa de tempo no seu programa para ele fazer homenagem às mães. (Silvio para o diretor Magrão, que está no switcher)
– Pois não, Silvio. (Magrão responde para Silvio)
– Pois não o quê? Pois sim, né? (Silvio brinca com Magrão)
– Sabe o que é? Ele quer vir com banda e trazer 50 músicos. (Magrão responde para Silvio)
– Despreocupe-se menino. A gente vai precisar de oito músicos no máximo. Você vai trazer Luan Santana, Xororó – que já está no DVD -, Bruno e Marrone, vai trazer Ângela Maria para cantar.
– Menino, você vai fazer um programa para 22 de Ibope. (Timóteo responde para Magrão)
– Você vai trazer esse pessoal todo então está fechado. (Magrão brinca com Timóteo)
– Lógico que vou trazer esse pessoal. São nossos colegas. (Timóteo responde para Magrão)
No “Jogo dos Pontinhos”, a brincadeira contina com os participantes Alexandre Frota, Helen Ganzarolli, Lívia Andrade, Cabrito Teves (Alexandre Porpetone), Flor e Carlinhos Aguiar.
Silvio Santos brincou com Lívia: “Você deve pegar uma ilha qualquer dessas que tem aqui no litoral e vê se fica lá sozinha e não aparece mais”. Ela respondeu: “Credo, vai me deixar lá, isolada. Coitada de mim”
Confira o que também rolou:
– Lívia eu não queria que você ligasse para as coisas que o Silvio tem falado aqui. Você sabe do carinho que tenho por você, da nossa amizade, você sabe o quanto eu gosto. Outro dia, ele [Silvio] deu um relógio para Helen. Hoje eu vou te dar um, tá? (Frota presenteia Lívia Andrade com um relógio dourado)
– Nossa, que lindo! (Lívia sobre o relógio)
– Ele falou que ia dar o redondo hoje. (Cabrito Teves brinca com a situação)
– Tá vendo Silvio? Mais bonito do que aquele que você mandou entregar lá em casa. (Lívia brinca com Silvio)
– Para conquistar você tem que dar um relógio. A Helen não precisou dar relógio. (Silvio brinca com Lívia)
– É porque ela te deu o anel. (Lívia brinca com Silvio).
O “Programa Silvio Santos” vai ao ar todos os domingos, a partir das 20h, no SBT.
A Ordem dos Advogados do Brasil no Paraná (OAB-PR) classificou como “massacre” a repressão da Polícia Militar aos professores em greve no Centro Cívico, na tarde dessa quarta-feira, em Curitiba.
Na nota intitulada “A democracia de luto”, a diretoria da OAB paranaense expressou repúdio pelas cenas de violência da véspera na qual cerca de 200 pessoas ficaram feridas. Os manifestantes, a maioria, professores, tentava entrar na Assembleia Legislativa do Estado para acompanhar a segunda votação do projeto de lei que trata de mudanças na previdência dos servidores. O prédio da Alep foi cercado pela PM.
“A Polícia Militar deve agir para garantir a integridade da população, não para executar o massacre que se presencia no momento”, descreveu a nota, feita ontem. “A truculência já resulta em feridos. Basta! Exige-se do Ministério Público do Estado a imediata apuração das responsabilidades sobre esses lamentáveis episódios”, finalizou o texto.
Nesta quinta-feira, o Ministério Público busca imagens e depoimentos para apurar se houve excesso na repressão policial aos manifestantes. O procedimento foi instaurado ontem, mas, até hoje de manhã, segundo a assessoria de imprensa do MP, ninguém havia se apresentado para relatar a violência do dia anterior.
Apesar da repressão, o MP-PR já havia expedido recomendação ao Governo do Estado, à Secretaria de Segurança Pública e ao Comando-Geral da Polícia Militar para que eventual intervenção policial ficasse limitada a “garantir a segurança dos manifestantes, excetuada a contenção de eventuais infrações penais”.
Após o cerco da PM aos manifestantes, o governador Beto Richa (PSDB) concedeu entrevista coletiva na qual alegou que a violência teria partido de vândalos infiltrados no movimento dos professores.
“Os policiais ficaram parados protegendo o prédio público”, disse Richa, que completou: “Na medida em que os manifestantes avançam, os policiais têm que reagir, e temos imagens que mostram pessoas infiltradas, que que não são do movimento dos professores, que radicalizaram, criaram arruaça e promoviam o confronto e a depredação do patrimônio público”, justificou.
Ao todo, sete pessoas foram presas. O projeto que altera o sistema previdenciário dos servidores paranaenses passou com 31 votos a favor e 20 contra. A matéria segue agora para sanção do governador.
Avisem para o Sergio q o choque de gestão tucano quebrou o Paraná e o responsável, Beto Hitler, vai usar o dinheiro da previdência dos funcionários e professores para cobrir o rombo. Motivação política e econômica justíssima.
Quem aceita ser bucha de canhão, massa de manobra de políticos derrotados, quem quer forçar outra eleição para o Governo do Paraná, quem quer invadir prédio público, merece apanhar.
Sobre a OAB não é de hoje que ela lambe as mãos do PT e come dos restos de comida lançados ao chão tentando ser simpática e pegar uma boquinha em qualquer órgão de qualquer escalão.
Enquanto os professores foram verdadeiramente massacrados de forma injusta e truculenta pela PM/PR, o MST pinta e borda nas BR's do Brasil, mas ninguém faz nada para coibir o fechamento das rodovias. Isso é uma VERGONHA!!!
Lembram do 'plano A' e 'plano B' do PT para o Paraná nas últimas eleições? O ex-governador Roberto Requião (PMDB) e a senadora Gleise Hoffmann (PT) personificavam esse estratagema. Ambos disputaram eleições para o governo do Estado e perderam para o atual governador Beto Richa (PSDB). O que há por trás dos protestos dos professores do Paraná? Não mais que motivação política. O governo Richa é hoje alvo da dupla derrotada, que uniu-se contra ele e conta com apoio ostensivo do governo federal para desgastá-lo. Rixa do Richa, com tutela do Planalto.
A CPI do SwissLeaks no Senado aprovou nesta quinta-feira (30) um convite para ouvir o ex-funcionário do HSBC na Suíça Hervé Falsiani, responsável pelo vazamento de dados de cerca de 100 mil correntistas da instituição financeira europeia.
Os senadores vão analisar a disponibilidade de Falsiani vir ao Brasil. Caso não seja possível, pretendem encontrá-lo em Paris, onde ele vive. Como se trata de um convite, entretanto, Falsiani não é obrigado a prestar depoimento aos parlamentares.
O ex-técnico de informática do HSBC, que forneceu as informações sigilosas ao governo francês, já falou publicamente sobre a presença de brasileiros na lista de clientes do banco suíço.
Compareceram à sessão da CPI o jurista Heleno Torres e o delegado da Polícia Federal Wilson de Souza Filho, responsável pelo inquérito que apura as condições em que brasileiros mantêm contas no HSBC suíço.
Torres sugeriu que o Brasil siga o exemplo de outros outros países para recuperar valores que possam ter sido sonegados. Segundo o jurista, estima-se haver aproximadamente US$ 500 bilhões (US$ 1,5 trilhão) de brasileiros mantidos no exterior.
A ideia é sugerir uma espécie de anistia a quem tem dinheiro não declarado fora do Brasil.
Torres defende que o governo perdoe multas e outras sanções aos cidadãos que, espontaneamente, se dispuserem a recolher cerca de 30% de suas quantias guardadas no exterior.
“Por baixo, se essa proposta alcançar US$ 200 bilhões que pertencem a brasileiros, o retorno já seria de US$ 60 bilhões, pelo menos”, calculou.
O delegado Wilson de Souza Filho disse aos senadores que a investigação sobre o caso está em fase preliminar.
SEM NOMES
Assim como a comissão, a PF ainda não teve acesso oficialmente à lista de brasileiros que têm ou tinham conta no HSBC da Suíça. Souza Filho afirmou, porém, que o inquérito está entre as prioridades da Polícia Federal.
O governo brasileiro já iniciou as tratativas com autoridades francesas para pedir o compartilhamento dos dados.
A CPI voltará a se reunir na próxima terça-feira (5), data em que está previsto o depoimento do presidente do HSBC do Brasil, André Guilherme Brandão.
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