Na tarde de sábado (08/02), a Fiscalização Ambiental da SEMURB Natal atendeu prontamente a uma ocorrência de transbordamento de esgotos na Praia de Miami, Zona Leste de Natal. A denúncia chegou por volta das 14h, e às 15h10 os Fiscais Ambientais já estavam no local para averiguar a situação.
O derramamento foi causado pelo entupimento na grade de retenção de resíduos da estação elevatória da CAERN, localizada no Relógio do Sol. No momento da fiscalização, a equipe técnica da CAERN já havia interrompido o fluxo e estava monitorando a área, mas a empresa será autuada pela contaminação ambiental na praia.
A atuação rápida da Fiscalização demonstra o compromisso do Município em proteger o meio ambiente, mesmo em regime de plantão aos finais de semana.
Nada justifica atitude deste policial, se um agente desse e capaz de agir desta forma com duas crianças imagina atitude com o cidadão, precisa o rigor da lei, contra este marginal disfarçados de Policial, a sociedade não pode admitir que pessoas com este comportamento represente uma instituição tão importante que protege tão bem o cidadão
Se a equipe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não adotar novas medidas para cortar gastos públicos, o próximo governo que for eleito em 2026 e tomar posse em 2027 pode enfrentar dificuldades já no primeiro ano do mandato – independentemente de quem seja o presidente.
A conclusão é de um estudo do Núcleo de Economia e Assuntos Fiscais da Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira (Conof) da Câmara dos Deputados, assinado pelos analistas Dayson Pereira de Almeida e Paulo Bijos – este último, secretário de Orçamento Federal do Ministério do Planejamento até julho do ano passado.
“A situação discricionária [de gastos não obrigatórios] do orçamento federal já pode ser avaliada como crítica, especialmente a partir de 2027, com tendência de agravamento acelerado ao longo do horizonte projetado”, diz o estudo.
Lula disse que se depender dele não haverá outra medida fiscal
Lula já afirmou, porém, que, se depender dele, não haverá uma nova medida fiscal. “Não tem outra medida fiscal. Se, durante o ano, a necessidade de fazer [outra] se apresentar, vamos reunir. Se depender de mim, não tem outra medida fiscal”, disse ele, no fim de janeiro.
Crescimento nos gastos obrigatórios
A lógica é que os gastos obrigatórios, que têm regras específicas fixadas em leis, continuarão crescendo nos próximos anos — mesmo considerando o alívio trazido pelo pacote de cortes de gastos do fim de 2024.
Com isso, aquilo que o governo não pode cortar começará a ocupar, progressivamente, o espaço dos gastos livres dos ministérios, chamados de “discricionários”.
O arcabouço fiscal, regra aprovada em 2023, prevê que a maior parte das despesas do governo não pode crescer mais do que 2,5% ao ano acima da inflação.
O crescimento gradual das despesas obrigatórias, que sobem acima de 2,5% ao ano, faz com que elas consumam aos poucos os recursos dispníveis para os gastos livres dos ministérios. Por isso, se nada for feito com o passar do tempo, haverá uma “paralisia” da máquina pública.
Pelos cálculos da Consultoria da Câmara, esse risco de paralisia do governo se intensifica a partir de 2027 – quando assume um novo governo e, também, quando as despesas com precatórios (decisões judiciais) terão que entrar na meta fiscal.
O espaço para gastos livres dos ministérios projetado pela Consultoria para 2027 é de R$ 29,6 bilhões, considerado pequeno para o atendimento de todas as demandas. A partir de 2029, o espaço fica negativo, ou seja, não poderão ser reservados mais valores para essas despesas.
O temor é de que o arcabouço fiscal tenha que ser abandonado. Isso pressionaria ainda mais para cima o endividamento brasileiro, resultando em taxas de juros maiores ao setor produtivo e às pessoas físicas.
Os gastos obrigatórios, que seguem crescendo, são:
previdenciários, como aposentadorias e assistência, estimados em mais de R$ 1 trilhão em 2025;
com servidores (R$ 413 bilhões neste ano);
com seguro-desemprego e abono salarial;
da reserva de R$ 38 bilhões para emendas obrigatórias (individuais e de bancada), que podem chegar a cerca de R$ 50 bilhões com a inclusão das emendas de comissão.
Já os gastos livres, que seriam afetados pelo crescimento dos obrigatórios, incluem:
verbas para a defesa agropecuária;
bolsas do CNPq e da Capes;
investimentos em infraestrutura;
Pronatec;
emissão de passaportes;
programa Farmácia Popular;
bolsas para atletas;
fiscalização ambiental e do trabalho, entre outros.
O que pode ser feito?
A conclusão dos analistas da Câmara é que a equipe econômica deve seguir insistindo em políticas de austeridade fiscal e que cortem gastos considerados mais altos que o necessário – mesmo sofrendo resistência do próprio presidente Lula.
Eu já não aguento mais abrir esse BLOG E SO VER MATERIA FALANDO MAL DE LULA, SEJA IMPARCIAL MEU CARO, SEUS SEGUIDORES TAMBEM GOSTAM DE LULA. VOCE PRECISA SER INFORMAÇÃO, NAO INTOLERANTE.
Nahhhhh
Aí o sucessor paga pela impopularidade das medidas para ajeitar a casa.
Ele volta para ferrar com tudo, torrar com populismo e dizer que o antecessor tem ódio a pobre.
Como , se o sucessor será ele próprio, o Brasil não tem candidato que o vença.
Uma mulher de 27 anos de idade , identificada como Mikaelle Pereira da Silva, foi encontrada morta dentro de casa neste sábado (8) em Extremoz, na Grande Natal, com cortes e hematomas na cabeça. O marido dela é considerado pela polícia o suspeito de cometer o crime e fugiu.
De acordo com o irmão da vítima, que preferiu não se identificar, o filho do casal, de 6 anos de idade, estava em casa na hora do crime e viu a discussão que terminou na morte.
A Polícia Civil registrou o caso como feminicídio, que passa a ser investigado pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
No local, a polícia não encontrou o objeto cortante que pode ter sido usado na cabeça da vítima. A suspeita é de que tenha sido utilizada uma faca.
Segundo o irmão de Mikaelle, o casal vivia um relacionamento conturbado – ela e o marido tinham oito anos de casado. O irmão contou que a vítima nunca denunciou o marido porque tinha medo de não conseguir se sustentar financeiramente. Ela era de Santa Cruz e morava em Extremoz há nove anos.
“Eles brigavam direto, ele batia na criança. Nunca tinha separado dele. Por ser do interior, ela tinha medo…trabalho é mais dfícil, essas coisas são mais complicadas, ela tinha medo de passar necessidades”, contou.
“Infelizmente custou a vida dela. Eu espero que a Justiça seja feita, que ele tirou a vida de um ser humano que vai fazer falta pra família. Uma pessoa que não fazia mal pra ninguém”.
Uma idosa de 68 anos sobreviveu após ser derrubada e atropelada por uma carreta, no Bairro Jardim Tropical, em Canarana, a 838 km de Cuiabá. Realda Maria Calvi sofreu lesões pelo corpo devido à queda ocorrida na quarta-feira (5).
Imagens de uma câmera de segurança mostram a vítima caminhando em frente ao veículo que, a princípio, estava estacionado. Em seguida, o motorista começa a sair com a carreta e passa por cima dela.
Após o acidente, o condutor deixa o local sem prestar socorro à vítima. No entanto, após analisar as imagens, a Polícia Militar acredita que ele não tenha visto a idosa.
Atualmente, Realda está internada no Hospital Regional de Água Boa. Segundo familiares, ela enfrenta um câncer de mama e faz uso de bolsa de colostomia.
FILÉ DE PESCADA AMARELA EM CROSTA DE ALHO COM ARROZ DE CUXÁ E PURÊ DE ABÓBORA
Ingredientes:
2 filés de pescada amarela de 180 g
Sal e pimenta do reino a gosto
Crosta de alho:
2 dentes de alho
30g de farinha panko
20g de manteiga
Arroz de cuxá:
3 maços de vinagreira
200g de camarão seco sem pele e dessalgado
3 xícaras de chá de arroz branco cozido
100g de cebola picada
1 dente de alho
2 und de tomates picado
100g Gergelim branco torrado e moído
1L de leite de coco
Sal e pimenta do reino em grão
Purê de abóbora:
600g de abóbora
200 ml de leite de coco
Sal e pimenta do reino
Modo de preparo:
Arroz de Cuxá:
Corte as vinagreiras em tiras finas.
Em uma panela aquecida, em fogo médio, com azeite coloque a cebola, o alho, o camarão e deixe refogar por 5 minutos.
Junte as folhas de vinagreira e em seguida o leite de coco.
Deixe cozinhar um pouco e adicione o tomate.
Misture tudo com o arroz cozido e por último o gergelim torrado.
Purê de abóbora:
Corte as abóboras e coloque para assar;
Passe na peneira e em seguida leve ao fogo com um pouco de leite de coco.
Filé de pescada amarela
Tempere com sal e pimenta do reino a gosto.
Em uma frigideira coloque um fio de azeite e coloque os pedaços do peixe.
Sele dos dois lados.
Leve ao forno pré-aquecido por 5 a 8 minutos.
Retire do forno, coloque a farinha panko sobre o peixe e leve ao forno novamente por 3 minutos.
Retire do forno e sirva em seguida.
Crosta de alho:
Coloque manteiga em uma frigideira, uma colher de sobremesa de alho picado e frite um pouco, em fogo baixo.
Coloque a farinha panko e misture bem.
Tempo de preparo: 20min
Tempo de cozimento: 25min
DICA RÁPIDA
MIX DE BRUSQUETAS
Ingredientes:
3 fatias grandes de pão italiano ou de fermentação natural
Folhas de rúcula
Molho pomodoro
Folhas de manjericão
12 tomates cerejas coloridos
Queijo parmesão ralado no grosso
6 camarões limpos
Azeite e pimenta do reino a gosto
Modo de preparo:
Coloque sobre as fatias de pão um pouco de azeite e sele em uma frigideira bem quente.
Quando estiver dourado, coloque o azeite do outro lado, vire as fatias de pão e sele do outro lado.
Tempere os camarões com sal e pimenta do reino a gosto e, na mesma frigideira, sele os camarões dos dois lados.
Corte os tomates cereja ao meio
Coloque o molho pomodoro sobre as fatias de pão.
Montagens
Brusqueta de camarão: Coloque os camarões sobre o pão, folhas de manjericão, queijo parmesão e azeite.
Brusqueta mix de tomates: Coloque 4 tomates coloridos sobre a fatia de pão, folhas de manjericão, o queijo ralado e azeite.
Brusqueta com rúcula:
Coloque 4 tomates coloridos sobre a fatia de pão, folhas de rúcula, o queijo ralado e azeite.
O deputado federal Paulinho da Força (SP), presidente nacional do Solidariedade, se tornou mais um chefe de partido da base de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a abrir fogo contra o governo.
Em vídeo publicado no sábado, 8, o dirigente criticou a recomendação do presidente para que, diante da alta nos preços de alimentos, os cidadãos deixem de comprar itens que estão caros no supermercado. “Não dá para por a culpa no povo. A culpa da inflação é do presidente da República. Se está ruim, demite seu ministro da Economia. Manda o Fernando Haddad embora e põe alguém [no cargo] que possa tocar a economia. Se você [Lula] pensa que a economia está boa, vai lá no mercado ver o preço dos alimentos”, disse Paulinho.
O próprio autor da crítica citou sua relação com o presidente. “Muitas vezes estive ao seu lado. Inclusive, o Solidariedade foi o primeiro partido a te apoiar na última eleição. E agora, você está virando as costas para o povo brasileiro?”, questionou.
Esse governo só sabe mentir, alterou dados do IBGE sobre empregos, rendas consumo , gastos muito altos, agora vem a conta , pior de tudo faz 3 anos que bolsonaro saiu ainda culpa o ex presidente, o que esperar dum analfabeto comandando o país
Governo atual não sabe fazer outra coisa no campo econômico (a mãe de todos os campos) do que gastar mais do que arrecada e aumentar crédito (endividamento). Isso com aquela discurso vagabundo de elite-que-não-quer-que-pobre- consuma. Modelo se esgotou. Os parasitas não querem que o o hospedeiro morra, vão trata de ‘corrgir’ o sistema.
A prova para residência médica em psiquiatria para o Hospital João Machado que seria realizada na manhã deste domingo (9) foi cancelada, desta vez, por decisão da Justiça. Candidatos que participam do processo seletivo organizado pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap-RN) entraram em contato com o BLOGDOBG bastante chateados com a situação.
Foi a 2ª vez em menos de um mês que a prova é cancelada. A primeira prova foi realizada em 12 de janeiro, mas foi determinada a reaplicação do exame no dia 9 de fevereiro de 2025 após a publicação de um novo edital no dia 1º de fevereiro, incluindo reserva de vagas para pessoas com deficiência.
No entanto, uma das candidatas acionou a Justiça, alegando que “a fixação de prazo exíguo para a reaplicação da prova afronta os princípios da isonomia e da segurança jurídica, uma vez que inviabiliza a participação de candidatos que necessitem de deslocamento ou que se encontrem fora do país, como é o seu caso”.
Outra alegação feita é que a inclusão de vaga para pessoa com deficiência extrapola o limite legal de 20%, conforme a lei. “Uma vaga para PCD em um certame com 3 vagas totais equivale a 33,33%, ultrapassando o limite máximo de 20% para reserva de vagas a candidatos com deficiência em concursos públicos”, diz a liminar assinada pela Desembargadora Sandra Elali, que manteve válido o resultado das provas realizadas no dia 12 de janeiro de 2025 até a decisão final do processo.
Confira abaixo a nota da Sesap sobre o caso:
A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), atendendo a uma decisão judicial de caráter liminar, suspendeu a reaplicação da prova objetiva do processo seletivo para o Programa de Residências Médicas, que aconteceria neste domingo (9).
Em decisão apresentada à Sesap hoje pela manhã, a desembargadora Sandra Elali determinou a suspensão do novo exame, garantindo a validade da prova originalmente aplicada até decisão final do processo.
A primeira seleção havia sido suspensa após recomendação do Ministério Público, que questionou a quantidade de vagas para candidatos com deficiência.
A Sesap lamenta o transtorno causado pelo cancelamento da prova e divulgará, o mais breve possível, quais os encaminhamentos que adotará para garantir a continuidade do processo seletivo.
Estão conseguindo acabar com o país.Correto seria massificar o ensino básico e fundamental de qualidade ,e não essa política de cotas que cobre um santo e descobre outro!
Foram divulgadas imagens do policial rodoviário federal (PRF) que durante sua folga agrediu duas crianças, de 12 e 14 anos, no condomínio onde residem, em Mossoró. O caso aconteceu em 18 de janeiro e está sendo investigado pela Polícia Civil e pela Corregedoria da PRF. O policial está afastado de suas funções. As imagens foram divulgadas pelo Blog de Gustavo Negreiros.
Uma das vítimas já havia sido agredida anteriormente pelo mesmo homem. As mães dos meninos relataram que os filhos foram atacados enquanto jogavam futebol na área de lazer do condomínio. O menino de 12 anos recebeu socos e chutes, sofrendo lesões na cabeça e na perna, enquanto o de 14 anos foi atingido no rosto, resultando em ferimentos e um sangramento persistente no nariz. Segundo uma das mães, o PRF, que também é instrutor de jiu-jitsu, afirmou que nada aconteceria com ele devido ao seu “alto nível de patente”.
De acordo com Isabellyta Carlos de Sousa, mãe do menino de 12 anos, esta não foi a primeira vez que o policial agrediu seu filho. Na ocasião anterior, ela decidiu não registrar queixa, acreditando que o problema havia sido solucionado. Em ambas as situações, a agressão teria sido motivada pela relação do filho dela com o filho do policial, de 9 anos.
Isabellyta relatou que, após a nova agressão, encontrou o PRF tentando justificar suas ações. “A outra criança estava sangrando muito, com o nariz e a boca machucados, e meu filho estava escondido na portaria, assustado”, disse.
A mãe do menino de 14 anos também expressou temor: “Meu filho ficou muito machucado. Até hoje o nariz sangra. Estamos com medo. Quando encontrei o policial, ele me perguntou: ‘Você é mãe do cara que eu peguei?’”.
O PRF teria ainda acusado os meninos de ameaçarem seu filho com um canivete, alegação negada pelas mães, que afirmaram que os jovens não portavam nenhuma arma.
Investigação e afastamento
A Polícia Civil de Mossoró abriu investigação e o policial assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), reconhecendo a prática de uma infração de menor potencial ofensivo, sendo liberado em seguida.
Já a Polícia Rodoviária Federal informou que a Corregedoria da instituição instaurou um procedimento investigativo e afastou o policial de suas atividades. “As informações reunidas pela Corregedoria servirão de subsídios para a apuração correcional. No âmbito criminal, a apuração compete à Polícia Civil/RN”, disse a PRF em nota.
As crianças, segundo as mães, seguem assustadas com o ocorrido, enquanto testemunhas e envolvidos estão sendo ouvidos pelas autoridades.
Se fosse com filho meu!
Eu que iria resolver, sei que iria preso e minha agressão não iria justificar a vingança, mas, eu iria ficar de alma lavada, esse cara iria levar um mói de pia tão grande, que iria pedir perdão de joelho, ele pode ser quem for, ter farda que for, pode ter a patente que for, e se fugisse, iria até o inferno buscá-lo, daí tal vez , fosse pro inferno nós dois, e, ainda iria levando um mói de cacete!
Cabra safado.
Vai ter um advogado dizendo que ele não ta bem psicologicamente.
concordo plenamente e faria o mesmo eme entregaria feliz da vida e com a alma lavada.
São casos constantes de abuso, no Rio deram tiros na direção de um carro de uma família quase matando uma mulher, dizendo que viram tiros vindo do carro.
Em Sergipe meteram um homem na mala do carro e soltaram uma bomba de gás, matando o cidadão, por conduzir uma moto sem capacete.
Nas fronteiras não vimos matar nenhum traficante de armas ou drogas, são toneladas de drogas jogadas no país e centenas de armas de uso exclusivo de forças armadas como fuzis crescente todos os anos.
Mas contra cidadão é mais fácil de agir.
Um canalha desse era pra ser excluído da PF, já que não tem capacidade de lidar com ser humano.. já chega os erros da polícia militar e civil, agora alguns integrantes da Pf também..
Basta passar numa prova de marcar que é possível se tornar policial. E a índole da pessoa? Policiais deveriam ser reavaliados psicologicamente com uma frequência grande. Para sua própria proteção e da população. Mas isso nunca vai acontecer.
Espero mesmo que esse caso tome uma repercussão grande, para o imbecil desse agente, que diz que devido a alta patente dele nada aconteceria, possa ser expulso da PRF. Se esse agente tomou essa atitude contra duas crianças indefesas, imagine o que ele não faria em uma ocorrência, totalmente despreparado, a gloriosa PRF não merece um acéfalo como esse na corporação!
Esse aí precisa ter a sua ida para o inferno, acelerada. Bater em crianças, filho dos outros cabe sim, essa antecipação. Mas, como nada aconteceu com IVÊNIO Hermes, a moda pegou!
A mesma coisa aconteceu com o ex PRF, o esquerdista Ivênio Hermes. Sorte que as crianças (moravam vizinhas) não foram atingidas. A família teve que mudar-se.
Entre os desafios do governo Fátima Bezerra (PT) neste penúltimo ano de mandato está a contenção de gastos com pessoal, ativos e inativos, que já compromete 57,56% da Receita Corrente Líquida (RCL) do Estado, conforme o Relatório de Gestão Fiscal (RGF) publicado em 30 de janeiro no Diário Oficial do Estado (DOE), referente ao terceiro e último quadrimestre de 2024. Ou seja, a folha de pessoal está 8,56 pontos percentuais acima do limite máximo de 49% previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal (101/2000).
Para chegar ao percentual máximo estabelecido na LRF, o Estado precisaria reduzir em R$ 1,475 bilhão os gastos com salários de servidores públicos, que chegaram a R$ 9,92 bilhões no ano passado, enquanto o limite máximo era de R$ 8,44 bilhões, calculado em cima de uma RCE – Receita Corrente Líquida – ajustada com essa finalidade em R$ 17,23 bilhões, sendo que a receita realizada foi de R$ 21,44 bilhões.
O governo do Estado trabalha com uma redução do comprometimento da folha de pessoal para 52,90% da Receita Líquida no exercício financeiro de 2025, cujo orçamento geral prevê uma receita de R$ 23 bilhões e uma despesa de pessoal entre todos os Poderes – Executivo, Legislativo, Judiciário e órgãos autônomos da ordem de R$ 15,956 bilhões.
Em 3 de janeiro, a chefe do Executivo já havia sancionado a lei nº 777/2025 com a finalidade de conter os gastos públicos, limitando o crescimento da despesa bruta de pessoal, descontadas as implantações por decisão judicial e as obrigações patronais do regime próprio, a 80% crescimento da receita corrente líquida.
Em 2019, no primeiro ano de da governadora Fátima Bezerra, 60,56% da receita corrente líquida destinava-se aos gastos com pessoal. Em 2022, resultado de uma série de medidas de austeridade adotadas pela gestão, havia reduzido para 53,37% esse comprometimento.
Mas, em 2023, volta a subir e chega a 56,94%, segundo o governo do Estado, fruto do efeito direto da Lei Complementar federal nº 194/2022, que reduziu o ICMS dos estados para 18% nos combustíveis, gás natural, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo.
Já em dezembro do ano passado o governo do Estado conseguiu aprovar, na Assembleia Legislativa, a lei que elevou de 18% para 20% a alíquota de ICMS.
Naquela ocasião, o secretário estadual da Fazenda, Carlos Eduardo Xavier defendia que “é preciso conter gastos, mas não se faz isso reduzindo a receita, reduzindo o ritmo da receita, não vai fazer com que esse quadro se transforme”.
Carlos Xavier, o “Cadu”, já contava como a elevação do ICMS para “poder repor o poder de arrecadação que tinha até 2022 e conter crescimento da folha”.
A reportagem da Tribuna do Norte tentou ouvir o governo sobre as medidas adotadas, mas não obteve retorno.
Após reportagem do Blog do Dina, reproduzida pelo BLOGDOBG (leia aqui), o Idema e a Caern divulgaram uma nota de esclarecimento sobre os esgotos na Praia de Ponta Negra.
Leia a íntegra abaixo:
NOTA DE ESCLARECIMENTO
A Assessoria de Comunicação do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema) e da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) esclarecem informações veiculadas na imprensa local, a respeito da conduta dos órgãos de Meio Ambiente estaduais.
As publicações fazem referências a uma ação civil pública de 2021, que trata de obrigações relacionadas ao sistema de esgotamento sanitário gerido pela Caern.
Contudo, é importante destacar que o extravasamento de galerias de drenagem, ocorrido na área de Ponta Negra após as fortes chuvas da última semana, não possui relação com o sistema de esgotamento sanitário. O problema em questão está vinculado às galerias de drenagem pluvial, cuja gestão é de responsabilidade da Prefeitura Municipal de Natal.
A Caern tem cumprido rigorosamente suas obrigações legais e técnicas, conforme descrito no Procedimento Administrativo – 34.23.2106.0000154/2021-97, realizando monitoramentos constantes e fornecendo relatórios técnicos detalhados acerca do funcionamento do sistema de esgotamento sanitário.
Ressaltamos que o papel da Caern na questão ambiental de Ponta Negra é essencialmente técnico e voltado para a regularização e manutenção do sistema de esgotamento sanitário, conforme previsto em lei. E tem atuado diariamente na manutenção do sistema e que está funcionando normalmente, com tratamento acontecendo na Estação de Tratamento de Esgotos (ETE) da Rota do Sol.
A alegação de que a Caern está sendo “poupada” por parte do Ministério Público carece de fundamento. O foco técnico atribuído à companhia reflete seu papel institucional e sua responsabilidade específica no contexto das investigações, que se diferenciam das competências municipais. A Caern segue sendo fiscalizada e acompanhada pelos órgãos de controle.
Por fim, o Idema e a Caern permanecem à disposição para prestar qualquer esclarecimento à sociedade e reafirmam seu compromisso com a proteção ambiental e a qualidade de vida da população potiguar.
O crime organizado fatura por ano, no Brasil, ao menos R$ 146,8 bilhões em mercadorias lícitas. São produtos consumidos por boa parte da população, como combustíveis e lubrificantes, bebidas, ouro e tabaco. O montante faturado equivale a três vezes e meia o orçamento anual do Ministério da Educação (MEC). O valor foi estimado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e repassado, em primeira mão, ao Metrópoles.
O documento foi batizado de Follow the products – rastreamento de produtos e enfrentamento ao crime organizado no Brasil. O texto apresenta análise da atuação de grupos criminosos nos quatro mercados descritos e também traça ideias para conter o avanço do crime. Os pesquisadores consultaram várias bases de dados, como operações da Polícia Federal (PF), relatórios de instituições acadêmicas, representações setoriais, institutos de pesquisa, organizações da sociedade civil e da imprensa, por exemplo.
A estimativa apresentada no estudo do FBSP é a de que o crime organizado fature R$ 348,1 bilhões ao ano em três grupos – o que envolve combustíveis e lubrificantes, bebidas, ouro e tabaco é o segundo maior, representando 42,1% do total ou R$ 146,8 bilhões em números absolutos, em 2023. O que lidera o ranking é o de celulares e golpes virtuais (R$ 186,1 bilhões). O tráfico de cocaína aparece na lanterna, com R$ 15,2 bilhões. Os montantes referentes aos dois últimos são de 2022.
A infiltração do crime na economia aparece quando analisamos outro dado. Os produtos movimentados por essas organizações fraudulentas já representam fatia de 14,7% no conjunto dos mercados de combustíveis e lubrificantes, bebidas, ouro e tabaco.
Coordenador do estudo, Nívio Nascimento ressalva que as cifras podem ser muito maiores do que as apontadas pelos pesquisadores. “A gente fez uma estimativa metodologicamente bem desafiadora, porque é difícil medir esses mercados ilícitos, mas mostrando que estimativas bem conservadoras trazem um valor de mercados ilícitos associados expressivo”, pondera.
O FBSP afirma que a atuação do crime organizado nos quatro mercados está associada às práticas de contrabando, descaminho, falsificação, adulteração, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro.
O Supremo Tribunal Federal (STF) tende a barrar eventuais mudanças que possam ser aprovadas no Congresso Nacional para flexibilizar a Lei da Ficha Limpa e, consequentemente, diminuir o prazo de inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Já considerando certa a judicialização das possíveis alterações na legislação, ministros da Corte veem pouca chance de Bolsonaro reverter sua situação para disputar as eleições de 2026.
Uma ala do tribunal entende que a medida seria inconstitucional, por violar o chamado “princípio da proibição de proteção deficiente” em relação à moralidade e à integridade das eleições.
Isso significa que, se o prazo de oito anos de inelegibilidade para os “fichas-sujas”, válido hoje, é o que assegura que as eleições respeitem a moralidade e a probidade, um período menor poderia colocar essa garantia em risco.
Não fosse isso, a redução do prazo para dois anos — como propõe o projeto de lei do deputado Bibo Nunes (PL-RS) — não poderia retroagir para condenações passadas, apenas para futuras. Dessa forma, Bolsonaro não seria beneficiado.
Outro ponto levantado por magistrados da Corte é o de que, se ficar comprovado que a aprovação do projeto foi fruto de uma articulação política específica para livrar Bolsonaro, estaria caracterizado o desvio de finalidade.
Os ministros também apostam no diálogo institucional com os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para convencê-los a travar o avanço da proposta.
Tenho uma opinião própria a respeito do ministros do Supremo Tribunal Federal, porém, não posso expressar pra não descumprir as regras da “democracia relativa”.
Essa lei só afeta quem é de direita. Lula e Dilma são grandes exemplos disso. Cassada, “inelegível” por 8 anos, já foi candidata e tá aí com seu belo salario, Lula presidindo o país, após ser condenado em terceira instância.
Se só afeta quem é de direita deve ser porque só tem político de direita envolvido em corrupção e desvio de dinheiro público, rachadinha e tal…
Reverter a inelegibilidade de um presidente por causa de uma reunião com embaixadores, que era uma prerrogativa do presidente, é “inconstitucional”. Diz o mesmo tribunal que descondenou um chefe de quadrilha condenado em 3 instâncias. No fim, condenados estamos nós brasileiros.
O número de pedidos de seguro-desemprego fechou 2024 em alta e atingiu o maior nível em oito anos. Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego, foram 7,44 milhões de requisições registradas no país no ano passado. O número representa um aumento de 4% em relação a 2023, que teve 7,16 milhões de solicitações.
O acumulado do ano passado é o maior desde 2016, quando o benefício foi solicitado por 7,56 milhões de pessoas, conforme o Painel de Informações do Seguro-Desemprego, do Ministério do Trabalho e Emprego, superando também o período da pandemia de Covid-19.
No auge da pandemia, em 2020, foram 6,78 milhões de requerimentos. Já 2021 e 2022 registraram 6 milhões e 6,68 milhões, respectivamente.
A evolução atual faz parte da movimentação das vagas de emprego, de acordo com o ministério, que credita o aumento à rotatividade do mercado de trabalho. Isso por que, com mais trabalhadores com carteira assinada, o número de pessoas habilitadas a solicitar o seguro-desemprego também aumenta.
O Brasil atingiu, em 2024, uma taxa anual de desocupação de 6,6%, a menor da série histórica do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), iniciada em 2012.
Segundo os dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), o número de brasileiros desempregados em 2024 chegou a 7,4 milhões — 1,1 milhão a menos do que em 2023. Já a taxa anual de informalidade passou de 39,2% em 2023 para 39,0% em 2024.
Para o economista Hugo Garbe, professor da Universidade Mackenzie, o mercado de trabalho está aquecido, com mais admissões e demissões sem justa causa, o que garante o direito ao benefício.
“Nós tivemos o que a gente chama de desemprego friccional. Como a economia acabou ficando mais aquecida depois do pós-pandemia, grande parte dessas pessoas mudou de emprego. Então o desemprego continua baixo. É muito mais uma migração de emprego do que essencialmente desemprego”, afirma o professor de economia.
Funcionários do Judiciário federal e dos estados lideraram nas últimas décadas os ganhos salariais entre todas as carreiras do funcionalismo. Considerando a remuneração mediana, os servidores da Justiça federal conseguiram ganhos de 130,1% acima da inflação desde 1985. Nos estados, a alta foi ainda maior: 213,6%.
A mediana é o valor exatamente no meio do conjunto de remunerações. No caso dos federais do Judiciário, ela alcança hoje R$ 15.856 ao mês, mas chega a R$ 27.223 na parcela dos 10% mais bem pagos. Nos estados, são R$ 10.197 e R$ 24.243, respectivamente.
Os valores que a elite do funcionalismo leva para casa, porém, podem ser bem maiores se considerados os chamados penduricalhos —verbas indenizatórias adquiridas por magistrados por meio de atos administrativos dos tribunais, leis aprovadas pelo Legislativo e medidas autorizadas por órgãos como o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Os dados foram compilados a partir da Rais (Relação Anual de Informações Sociais), que agrega informações sobre empregos e salários no setor formal, pela equipe do Atlas do Estado Brasileiro, do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), vinculado ao Ministério do Planejamento e Orçamento.
Estudo recente do Tesouro Nacional mostrou que o Brasil gasta 1,6% do PIB (cerca de R$ 160 bilhões) com o Judiciário, valor três vezes superior à média de outros emergentes. Quase 83% da despesa é direcionada a salários.
Os aumentos reais de 130,1% e 213,6% na remuneração mediana dos servidores dos judiciários federal e estadual ultrapassam muito o reajuste de 45,5% (também acima da inflação) da mediana dos rendimentos do conjunto do funcionalismo público brasileiro, considerando os poderes Judiciário, Legislativo e Executivo e as três esferas de governo (União, estados e municípios).
Ou seja, em quase 40 anos, foram os membros do Judiciário os que mais tiveram aumentos superiores à inflação. No setor privado, são poucas as carreiras que puderam contar com reajustes muito maiores do que a variação dos preços, especialmente em ciclos de baixa da economia.
Segundo o levantamento, no entanto, no decil mais bem pago entre todo o funcionalismo (desconsiderando os penduricalhos) estão os servidores do Poder Legislativo federal, que inclui funcionários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. A remuneração média desses 10% no topo chega a R$ 36.704 —e é de R$ 6.903 na mediana.
Deputados federais e senadores, por exemplo, têm salário bruto de R$ 46.336,10, valor do teto constitucional para 2025 —além de seus gabinetes terem direito a diversos assessores e outras verbas.
Para Felix Lopez, coordenador da plataforma Atlas do Estado Brasileiro, o aumento real de 45,5% na remuneração mediana de todo o funcionalismo público brasileiro de 1985 para cá não pode ser considerado exagerado, pois muitas carreiras ganhavam relativamente pouco no passado.
No setor público como um todo, a mediana equivalia a R$ 2.255 em 1985 (em valores corrigidos). Hoje, é de R$ 3.281. A recomposição salarial, diz Lopez, produziu efeitos positivos no recrutamento e no atendimento ao público.
No caso dos servidores municipais, os rendimentos ainda são às vezes menores que os de cargos similares na iniciativa privada. Nos estados, com exceções, os salários públicos e privados se equivalem. “As grandes distorções continuam no funcionalismo público federal e no Judiciário”, afirma.
Mas são justamente aqueles com menor remuneração (nos estados e municípios) que estão na linha de frente com a sociedade. Segundo pesquisa Datafolha de 2024, apenas 41% dos brasileiros consideram o atendimento do setor público ótimo/bom; e 80% são favoráveis a demissões no funcionalismo por mau desempenho.
No Brasil, no entanto, 65% dos servidores têm estabilidade no emprego. Chamados estatutários, raramente podem ser dispensados.
“Outro problema é que seguimos com um padrão de muita desigualdade na remuneração na área pública, com distâncias muito grandes entre os decis [dos 10% mais mal remunerados aos 10% mais bem pagos]. Isso só não é escandaloso porque vivemos numa sociedade muito desigual, e tomamos isso como algo natural”, diz Lopez.
Segundo o economista e doutor em direito Bruno Carazza, autor de “O país dos privilégios”, obra em que faz uma radiografia das benesses pagas pelo setor público a uma elite do funcionalismo, uma característica do Judiciário é que a maioria dos servidores hoje tem remuneração elevada —além dos penduricalhos.
Segundo cálculos de Carazza, entre 2018 e 2023, cerca de R$ 40 bilhões foram pagos acima do teto constitucional a membros do Judiciário. “No Poder Legislativo federal houve uma moralização, e são raros os casos de pagamentos acima do teto, embora muitos hoje recebam perto do valor máximo. O problema dos penduricalhos segue concentrado no Judiciário”, diz Carazza.
Entre os objetivos do ministro Fernando Haddad (Fazenda) para o biênio 2025-2026 consta a aprovação de projeto de lei para eliminar ou limitar pagamentos acima do teto constitucional. Já tramita do Congresso o PL 6.726/2016 neste sentido, mas o governo preferiria reiniciar as discussões, já que exceções permitindo pagamentos maiores têm sido agregadas ao projeto em tramitação.
Procurado para comentar o forte avanço na remuneração de membros do Judiciário, o Conselho Nacional de Justiça não deu retorno à reportagem.
A tendência é piorar, os deuses não querem perder os grandes salários e as regalias, aproveitam as brechas das leis e aumentam seus já polpudos salários. Enquanto a classe menos valorizada se afundam.
Não devemos criticar os funcionários que tem um alto salário, devemos sim lutarmos para melhorar o salário de quem tem o salário baixo, vamos nivelar os salários por cima e não por baixo.
A Secom (Secretaria de Comunicação Social) pagou R$ 1.115.718 à Meta em 1 mês para impulsionar conteúdos nos perfis oficiais do governo no Instagram e no Facebook.
De acordo com a Biblioteca de Anúncios da Meta, a cifra foi desembolsada de 6 de janeiro a 4 de fevereiro deste ano para custear 48 publicidades.
Dezoito desses anúncios exibem o rótulo (identificação de quem financiou o conteúdo) do Governo do Brasil. O valor pago para impulsioná-los foi de R$ 987.632, liderando o ranking de investimentos no período analisado.
Os conteúdos incluem peças publicitárias sobre agronegócio, redução do desemprego, combate à fome e educação.
A outra parte das postagens promovidas (30) foram pagas pela Secom para divulgar o Acredita, programa de crédito e renegociação de dívidas para pequenos negócios. Foram gastos R$ 128,086 para impulsionar a iniciativa voltada para MEIs (microempreendedores individuais), microempresas e empresas de pequeno porte.
O programa, que já havia sido divulgado em dezembro, voltou a ser impulsionado a partir de 8 de janeiro, depois que a Receita Federal anunciou que passaria a fiscalizar transferências via Pix acima de R$ 5.000 para pessoas físicas.
A medida não foi bem aceita pela população, principalmente por pequenos comerciantes e trabalhadores informais que recebiam seus pagamentos de forma digital e ficavam de fora do radar do Fisco. Com o novo sistema, quem caísse na faixa de renda passível de pagamento de IRPF (Imposto de Renda de Pessoa Física) seria contatado para ser cobrado.
A iniciativa acabou derretendo ainda mais a credibilidade do governo, que acabou derrubando a norma em 15 de janeiro.
Ao Poder360, a Secom declarou que o uso dos 2 rótulos se dá pela limitação de contas de anúncio da plataforma. Afirmou também que todos os valores são pagos pelo governo por meio da Secretaria de Comunicação Social.
MUDANÇA NA SECOM
Desde 14 de janeiro, a Secom está sob o comando do publicitário Sidônio Palmeira, que assumiu a missão de recuperar a popularidade do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Dentre as mudanças implementadas por ele estão, por exemplo, o uso de uma linguagem mais própria das redes como o uso do POV (Point of View ou ponto de vista em português) em vídeos do Lula.
Sidônio já havia atuado em campanhas do governo antes mesmo de assumir a Secom. Ele coordenou a resposta da gestão Lula à fake news de que transações no Pix seriam taxados pela Receita Federal.
Foi do marqueteiro a ideia do vídeo divulgado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em que rebate um vídeo falso que utiliza inteligência artificial para simular declarações suas sobre a criação de impostos. Em seu perfil oficial no Instagram, o titular da Fazenda negou a criação de tributos sobre o Pix, animais de estimação e quem compra dólar.
Reféns israelenses tiveram de fazer pequenos discursos antes de serem libertados | Foto: Mohammad Abu Samra/AP
O Hamas libertou três reféns israelenses neste sábado, 8, em troca de 183 palestinos presos por Israel, em uma entrega encenada onde combatentes do Hamas armados com fuzis forçaram seus reféns a fazer discursos curtos, efetivamente sob ameaça de armas, agradecendo aos militantes que os mantiveram cativos por 16 meses.
Os eventos tornaram um cessar-fogo já frágil ainda mais vulnerável, possivelmente colocando em risco os próximos passos do acordo de trégua. Israel está programado para se retirar de parte de Gaza no domingo, permitindo que os palestinos lá se movam mais livremente, mas ameaçou tomar ações não especificadas em resposta ao que considera serem violações do cessar-fogo por parte do Hamas.
As negociações sobre a segunda fase do acordo de trégua deveriam estar avançando agora, em meio a uma grande consternação no mundo árabe sobre a proposta do presidente Donald Trump de mover as mais de duas milhões de pessoas de Gaza para fora do enclave e fazer com que os Estados Unidos assuma o território.
Para o Hamas, a entrega de reféns cuidadosamente coreografada reforçou a mensagem do grupo de que, apesar de uma guerra devastadora na Faixa de Gaza que matou milhares de seus membros e grande parte de sua liderança, o grupo continua no poder ali, desafiando a promessa dos líderes israelenses de erradicá-lo.
Em uma declaração sobre a liberação dos reféns, o Hamas disse: “Isso confirma que nosso povo e sua resistência estão com a vantagem”.
O Hamas afirma que tratou seus cativos de forma benevolente, mas muitos israelenses viram as imagens como uma evidência quase insuportável do contrário. Três reféns frágeis e dolorosamente magros foram desfilados em um palco diante de uma multidão na cidade de Deir al-Balah, cada um segurando um “certificado de liberação” emitido pelo Hamas, e forçados a pronunciar palavras escritas para eles.
Gideon Saar, ministro das Relações Exteriores de Israel, invocou o trauma definidor do judaísmo no último século, escrevendo nas redes sociais: “Os reféns israelenses parecem sobreviventes do Holocausto”.
O espetáculo de sábado certamente reforçará a pressão de alguns israelenses para que o governo encontre uma maneira de recuperar todos os reféns restantes em Gaza. Para outros, isso reforçará a visão de que Israel deve retomar a guerra depois que a primeira fase de seis semanas do cessar-fogo expirar em 2 de março, em vez de negociar uma paz a longo prazo.
O que acontecerá a seguir está longe de ser certo.
O escritório do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse após as liberações no sábado que ele havia ordenado às autoridades israelenses que “tomassem as medidas apropriadas” em relação às violações do cessar-fogo, mas não especificou quais seriam essas ações.
A culpa é de Styvenson
Serviço de péssima qualidade, tem que privatizar
Nada justifica atitude deste policial, se um agente desse e capaz de agir desta forma com duas crianças imagina atitude com o cidadão, precisa o rigor da lei, contra este marginal disfarçados de Policial, a sociedade não pode admitir que pessoas com este comportamento represente uma instituição tão importante que protege tão bem o cidadão
Parabéns Caern…💩💩💩