Acidente

Operário morre ao cair de altura de 40m na Arena da Amazônia

Um operário morreu na madrugada deste sábado na obra da Arena da Amazônia, em Manaus. A vítima trabalhava na instalação dos refletores do estádio. A informação foi confirmada pela Polícia Militar do Amazonas.

A vítima foi o cearense Marcleudo de Melo Ferreira, 22 anos, que trabalhava no turno da madrugada e morreu após sofrer uma queda do local onde estava. Ele chegou a ser levado para o Hospital 28 de Agosto, em Manaus, mas não resistiu aos ferimentos.

As obras foram paralisadas depois do ocorrido. A construtora Andrade Gutierrez responsável pela obra do estádio ainda não se pronunciou sobre o acidente.

“O operário estava instalando a cobertura, estava trabalhando na ponta dela e caiu. Isso foi por volta das 4 horas da manhã. Ele foi levado para o hospital com vida, mas faleceu de manhã. A Andrade Gutierrez tomou a iniciativa de para as obras, até por respeito à família. Não sabemos ainda as causas, agora vamos aguardar a perícia”, afirmou Miguel Capobiango, coordenador da Unidade Gestora da Copa do governo do Estado do Amazonas.

O acidente é o primeiro de grande gravidade depois de o Itaquerão, estádio do Corinthians que receberá a abertura da Copa, sofrer com a quebra de um guindaste que causou a morte de duas pessoas no último dia 27 de novembro. O acidente atingiu a cobertura da arquibancada localizada atrás de um dos gols. A arena estava com 94% das obras prontas e tinha inauguração prevista para janeiro de 2014.

Após uma visita do ministro do Esporte Aldo Rebelo, estimou-se que o Itaquerão estará pronto em abril para ser inaugurado. A abertura da Copa acontece em 12 de junho.

Essa é a segunda vítima fatal na obra do estádio que receberá jogos da Copa de 2014. Em março, um funcionário morreu na obra. Raimundo Nonato Lima Costa caiu de uma altura de 5 m e sofreu traumatismo craniano, segundo o Instituto Médico Legal (IML).  Costa tentava passar de uma coluna para o andaime, mas acabou se desequilibrando.

UOL Notícias

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Diversos

Irã anuncia envio de segundo macaco ao espaço

Imagem mostra o macaco que teria ido ao espaço Foto: BBCBrasil.com

O Irã anunciou neste sábado ter recuperado ileso na Terra um macaco enviado ao espaço a bordo de um foguete, na segunda operação deste tipo como parte de seu polêmico programa balístico. O presidente iraniano, Hassan Rouhani, transmitiu uma mensagem de felicitação aos engenheiros e cientistas que foi divulgada pela agência de notícias Irna.

Em janeiro, o Irã anunciou o envio de um macaco ao espaço com êxito e informou que o havia recuperado são e salvo no retorno à Terra. Mas o sucesso da missão ficou sob suspeita quando o país apresentou à imprensa, após o pouso, um macaco diferente do enviado ao espaço.

A primeira tentativa do país fracassou em setembro de 2011.

O programa espacial iraniano provoca inquietação entre os países ocidentais, que suspeitam que Teerã tenta adquirir conhecimentos e experiência necessários para utilizar armas com cargas nucleares.

Terra

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Diversos

Caminhonte concretada em calçada vira piada em site de vendas de carro

Além de “ponto turístico”, a caminhonete que foi concretada em Belo Horizonte por causa de uma briga entre um advogado e um mestre de obras virou piada na internet. O carro foi anunciado em um site de vendas de veículos usados. Aos interessados, a notícia ruim: a Saveiro já foi “vendida”.

No anúncio o carro é apresentado como “pouco rodado” e “rebaixado”. O diferencial é o sistema “antifurto exclusivo”. Em tom de brincadeira, o anunciante diz que o IPTU 2014 já está pago, mas “a retirada é por conta do comprador (levar a britadeira)”.

A Volkswagen Saveiro Cimento Edition foi “comprada” por R$ 12 mil. Em poucas a horas, a página teve quase 20 mil visualizações.

Nessa sexta-feira (13), operários da obra, no bairro Nova Granada, quebraram o concreto em volta das rodas do veículo para que ele possa sair do local. A manobra ainda deve demorar: o proprietário, agora, só pode retirar a caminhonete com permissão da Justiça, que analisa quem cometeu infração.

A caminhonete, anunciada para venda e exposta na calçada, perto de uma construção, teve as rodas concretadas no passeio a pedido do mestre da obra que está sendo realizada na rua. Ele alegou que chegou a pedir para o dono do automóvel para que retirasse o carro, já que estava atrapalhando o andamento da construção. Como o pedido foi ignorado, Adilson Souza resolveu tomar medidas radicais.

O proprietário da caminhonete registrou boletim de ocorrência na PM, alegando que o carro exibido não estava comprometendo as pessoas da obra, já que, conforme ele, estava no passeio da rua Sebastião de Barros, que faz esquina com a avenida Barão Homem de Melo. No entanto, outros moradores do bairro afirmaram à reportagem que o dono do veículo costuma ocupar o passeio com outros carros expostos para venda e atrapalha o trânsito de pedestres.

R7

Opinião dos leitores

  1. Taí uma bela ideia. Depois diz que o cara é doido. Mas isso só acontece quando o poder público não cumpre, minimamente, sua função. Aí o cidadão pira, e parte para ações mais radicais, como esta. As calçadas de Natal, que já foi mais bela, são um exemplo de desrespeito às Leis. E ninguém diz nada, ninguém faz nada, e o povo que se fo**. O prefeito adora uma foto, conforme os releases publicados aqui e alhures, mas ação e atitude, que é bom, po** nenhuma.

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Polícia

Suspeito de assaltos na zona Sul é preso com R$ 35 mil dentro de casa

Policiais prenderam, ontem, no bairro de Ponta Negra, um jovem de 24 anos suspeito de cometer assaltos em vários bairros da zona Sul de Natal. Steyner Gomes Rodrigues foi preso em casa com R$ 35 mil escondidos em um guarda roupa, além de um carro roubado.

Dentro da casa do suspeito foi encontrado também sapatos, bolsas, e bichos de pelúcia. Steyner negou ser o dono do dinheiro encontrado na casa onde ele estava.

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Jornalismo

Ex-militar que denunciou suposto complô que levou à morte de Jango foge do Brasil

O uruguaio Mário Neira Barreiro, que denunciou um suposto complô que levou à morte do ex-presidente João Goulart, fugiu para a Argentina. O ex-militar, que monitorou os passos de Jango durante seu exílio, viajou há cerca de dois meses para Buenos Aires e disse que não pretende mais voltar ao Brasil. Condenado em 2003 por roubo, porte ilegal de arma e formação de quadrilha, estava em liberdade condicional desde abril deste ano no Rio Grande do Sul.

A fuga foi motivada pelo indeferimento do último instrumento legal que poderia mantê-lo no Brasil, já que sua extradição para o Uruguai está autorizada desde 1999. Em 10 de outubro, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, negou recurso da defesa, com base no Estatuto dos Refugiados, para dar status político ao uruguaio. Assim, o processo de extradição poderia ser retomado.

Em depoimento ao jornalista Roger Rodriguez, Barreiro disse que Jango foi vítima da Operação Escorpião — montada no âmbito da Operação Condor para eliminar o ex-presidente e impedir sua volta ao Brasil, em 1976. Segundo Barreiro, Jango teve adulterados os medicamentos que tomava para o coração, o que teria causado sua morte.

No perfil que mantém numa rede social, Barreiro informa que está morando em Buenos Aires. Em 3 de dezembro, ele participou, no cemitério da Chacarita, na capital argentina, de uma homenagem ao coronel Mohamed Alí Seineldin, que chefiou uma tentativa de golpe militar contra o ex-presidente Carlos Menem em 1990. Seineldin, condenado à prisão perpétua, morreu em 2009.

O Globo

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Esporte

"Eu me sentia humilhado", diz Lúcio sobre afastamento do São Paulo

Zagueiro ficou longo período afastado após receber críticas Foto: Ricardo Matsukawa / Terra

O zagueiro Lúcio está incomodado com o momento que atravessa em sua carreira. Titular da Seleção Brasileira nas últimas três Copas do Mundo, incluindo na vitoriosa campanha de 2002, o veterano não conseguiu se firmar no São Paulo. Pior: foi afastado pelo clube do Morumbi e tem destino incerto em 2014.

 “Eu me sentia humilhado. Falava: ‘meu Deus, o que fiz de tão errado para merecer isso?’”, contou Lúcio, em entrevista concedida à TV Globo.

Entre os pecados de Lúcio no São Paulo, estão os problemas de relacionamento com os técnicos Ney Franco e Paulo Autuori, além do rendimento aquém do esperado pela diretoria. Seu afastamento foi uma determinação do presidente Juvenal Juvêncio.

 Disposto a negociar Lúcio, cujo contrato ainda tem mais um ano de validade, o São Paulo poderá cedê-lo para o rival Palmeiras. O presidente Paulo Nobre, contudo, quer conversar com o zagueiro para evitar novos atos de indisciplina e propor um compromisso por produtividade.

Terra

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Diversos

FOTO: Fila para o recadastramento biométrico já ultrapassa o 3º quarteirão

Link permanente da imagem incorporada

 

As pessoas que deixaram para os últimos dias o recadastramento biométrico, fazem uma enorme fila nesse momento aos arredores do TRE.

A fila começou a se formar ainda durante a madrugada. Segundo relatos de moradores, havia movimentação já às 3h de hoje. Já às 8h, a fila passava pela rua Nilo Bezerra Ramalho, avenida Xavier da Silveira e por dois quarteirões da rua Pio Cavalcante, em Morro Branco.

FOTO: Miranda Júnior

 

Opinião dos leitores

  1. Nem fui… Nem vou… Prefiro q cancelem depois vou no TRE ou tentar nos correios regularizar…

  2. Tenho uma tia que, na minha infância, lembro bem quando ela fazia uma das mãos em concha e dizia: "Olha as minhas rugas de preocupação". Brasileiro é assim mesmo: vivendo e desaprendendo. Olhas as minhas rugas de preocupação.

  3. Brasileiro gosta disso mesmo ! deixando tudo para ultima hora só esta indo pois o prazo acabou gente temos compromissos mais não custa nada planeja e curti o sabadão .

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Política

Rosalba ainda tem 7% de ótimo e bom

A governadora Rosalba Ciarlini conseguiu se manter no cargo, mas teve novo motivo para preocupação. Ela tem a pior avaliação entre todos os governadores do Brasil. É o que aponta a pesquisa encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) ao Ibope, publicada ontem.

No estado, apenas 7% da população considera o governo de Rosalba Ciarlini como ótimo ou bom.

Na desconfiança,a Governadora do RN também lidera. O menor grau de confiança da população nos governadores está no Rio Grande do Norte. Somente 11% da população confia em Rosalba, enquanto o índice é de 13% no Distrito Federal, 25% no Amapá, e 28% no Rio de Janeiro.

Com informações da Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. AINDA,!!! bem colocado o título da matéria, 2014 vem aí e é bom saber que a decisão soberana do povo, praticamente não tem INSTANCIA SUPERIOR PARA RECORRER.

  2. Esses 7% fazem parte da turma do contracheque, cargos comissionados, pendurados em alguma gratificação, comprometidos com a governadora.

  3. Jamais pensei que 7% da população do RN fosse de cargos comissionados e secretários. Por isso que as contas não fecham.

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Política

Mossoró caminha para enfrentar uma nova eleição para prefeito

Não se surpreenda os senhores se acontecer eleição suplementar na capital do Oeste determinada pela Justiça Eleitoral,

A situação da prefeita Cláudia Regina, do DEM é considerada irreversível. Já se vão 11 sentenças determinando afastamento dela do cargo.

A situação da deputada Larissa Rosado, do PSB, também não é nada fácil. Pelo o que apuramos, ela deverá ter confirmada a condenação, em primeira instância de sua inelegibilidade essa semana no TRE.

Dessa forma, a eleição suplementar poderá não contar com as duas principais oponentes da campanha eleitoral de 2012.

Aí o jogo zero, abrindo espaço para o lançamento de novas candidaturas. Outros nomes poderão disputar o comando da prefeitura da segunda eleição do Estado.

Apesar de cassada onze vezes, Claudia Regina conta com a simpatia, o apoio e uma aprovação  bastante razoável dos mossoroenses.

Muitos acreditam na prefeita e são contra a sua cassação.

Por isso, o candidato (ou candidata) que tiver o apoio da prefeita cassada parte com boas chances na eleição suplementar.

Mas há muitas outras variáveis nesse novo jogo eleitoral.

Quem será o candidato da Oposição?

Como se comportará o grupo da governadora Rosalba Ciarlini e do seu marido, Carlos Augusto Rosado?

Como se comportará o eleitorado mossoroense diante da nova situação da governadora, que continua no cargo por força de uma liminar obtida junto ao Tribunal Superior Eleitoral.

As cassações viraram o jogo político em Mossoró, com resultados eleitorais imprevisíveis.

Muita água ainda vai rolar…

É capaz de levar até a ponte sobre o rio Mossoró.

 

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Judiciário

Prova objetiva do XII Exame de Ordem será às 12 horas neste domingo no RN

A prova objetiva (1ª fase) do XII Exame de Ordem Unificado será realizada neste domingo (15) a partir das 12h, em Natal e Mossoró. Os portões serão abertos às 11h. Os Estados em horário de verão seguirão o horário oficial de Brasília(DF), ou seja, a prova será iniciada a partir das 13h.A OAB/RN recebeu 1942 inscrições, sendo 364 em Mossoró e 1578 em Natal.

Os candidatos terão cinco horas para fazer a avaliação que é composta por 80 questões de diferentes áreas de conhecimento. A divulgação do gabarito preliminar desta fase será até a meia noite do mesmo dia.

É imprescindível a leitura atenta do edital, que informa os documentos necessários para a realização do exame e o que o candidato pode ou não levar para o local da prova. O cartão de informação dos examinandos, no qual se pode consultar individualmente o local de prova, já foi divulgado neste site, nos endereços eletrônicos das Seccionais da OAB e no portal da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que aplica o Exame.

De acordo com o edital, a prova objetiva é de caráter eliminatório. As questões são de múltipla escolha e integram disciplinas profissionalizantes obrigatórias do curso de Direito como: Direitos Humanos, Código do Consumidor, Estatuto da Criança e do Adolescente, Direito Ambiental, Direito Internacional, Filosofia do Direito, bem como Estatuto da Advocacia e da OAB, seu Regulamento Geral e Código de Ética e Disciplina da OAB.

Para ter a avaliação corrigida, o examinando deverá permanecer obrigatoriamente no local de realização da prova por, no mínimo, duas horas após o seu início, período a partir do qual poderá deixar o local de provas, sem portar seu caderno de provas. Os candidatos somente poderão levar o caderno de provas nos últimos 60 minutos estipulados para a realização do exame.

ALTERAÇÕES

Esta edição está de acordo com as alterações do Provimento 156/2013, de 01 de novembro de 2013, que mudou regras. A aprovação é requisito para a inscrição nos quadros da OAB como advogado, conforme previsto no artigo 8º, IV, da Lei 8.906/1994.

Podem prestar a prova os bacharéis em Direito, ainda que pendente apenas a sua colação de grau de instituição regularmente credenciada no Ministério da Educação (MEC), os estudantes do último ano ou dos dois últimos semestres do curso de graduação em Direito.

As provas da 1ª fase serão realizadas:

 •          MOSSORÓ/RN – UNIVERSIDADE POTIGUAR

AV. JOÃO DA ESCOSSIA – 1561 – NOVA BETÂNIA – PRÓXIMO AO MOSSORÓ WEST SHOPPING

•          NATAL/RN – UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE – CAMPUS SETOR II

AV. SENADOR SALGADO FILHO – S/N – LAGOA NOVA

Opinião dos leitores

  1. Concordo plenamente com o exame de ordem, se acontecer sua extinção, serei o primeiro a rasgar meu diploma, esses deputados que estão com esse projeto de Lei, deveriam incentivar as universidades em aprimorar cada vez mais o ensino jurídico. imagine como seria a cada 6 meses se não existisse o exame de ordem, existem estudantes que brincam de estudar direito, não tem a mínima vocação, eu apoio o exame de ordem em todos os sentidos, eu sofri pra ser aprovado, mas valeu a pena!! adoro minha profissão e procuro melhorar cada vez mais. EU APOIO O EXAME DE ORDEM!!

  2. Data vênia, toda falação dos preclaros bacharéis que se rebelam contra o exame de ordem em si, morre em uma única palavra: ESTUDO, melhor dizendo, a falta dele. Exame de ordem não é concurso, não tem limite ou reserva de vagas. TODOS, desde que logrem aprovação, passam! Lutas como a redução da taxa de inscrição e maior transparência e fiscalização no orçamento do CFOAB são legítimas e podem coexistir perfeitamente com a permanência do louvável Exame de Ordem.

  3. O EXAME DE ORDEM É FUNDAMENTAL PARA SEPARAR O JOIO DO TRIGO, SEM ELE NINGUÉM CONFIARIA NOS ADVOGADOS, POIS, TEM BACHAREL QUE NEM ESCREVER DIREITO SABE.

  4. Esse rapaz pede o fim do exame porque não quer estudar, manda ele arrumar uma lavagem de roupa, a OAB está certíssima, tem que ter o exame sim, se acabasse com ele, seria um caos muito grande, se já tem advogado que passa no exame e não sabe de nada, imagina então quem não consegue passar. O exame é um direito do cidadão ter os seus direitos resguardados por um profissional que estudou e passou na ordem.

  5. Sabemos que você tem coragem e imparcialidade para publicar comentários doa a quem doê por isso vou colocar nosso entendimento sobre essa máquina de arrecadar dinheiro e que pratica a reserva de mercado que a OAB faz via EXAME DE ORDEM. Vejamos:

    Exame da OAB: só mãos e martelos de ferro serão capazes de decretar sua constitucionalidade, ainda que sufoque direitos individuais

    A (in)constitucionalidade

    Os argumentos que sustentam a eventual constitucionalidade do Exame de Ordem estão relacionados ao fato de que a Constituição não o veda. Uma lógica do Direito Penal emprestada, indevidamente, para analisar, sob a ótica do Direito Constitucional, o Exame da Ordem. Se não é vedado, pode.

    Comparar o acesso à profissão liberal de advogado às funções públicas como ministério público, advocacia e defensoria públicas é desconhecer as razões de necessidade de concurso para se ocupar tais cargos de natureza permanente. Este respeitável argumento, utilizado pelos defensores do Exame da Ordem, é importante para mostrar a ausência de um melhor.

    A eventual constitucionalidade do Exame pode ser comparada à excludente de ilicitude nos casos de furto famélico e de legítima defesa. Não é punível, mas sua ocorrência é indesejável. Se a OAB entendesse, de forma inabalável, ser necessário o exame que aplica, defenderia, a favor da cidadania, de forma aberta, firme e bem fundamentada, avaliação análoga para outras profissões. A avaliação seria mais necessária para profissões que não exigem formação acadêmica controlada pelo MEC, mas, se exercidas de forma inadequada, podem gerar insegurança ao usuário do serviço, como profissões em que o aprendizado se dá sem a obrigação de se realizar cursos específicos.

    Existem inúmeras inconstitucionalidades a serem apontadas. Desde a usurpação da função do MEC, explicada mais abaixo, até a da própria Presidência da República no caso da regulamentação do Exame da OAB pelo Conselho Federal. O artigo 84, IV, da Constituição da República concede ao chefe, ou à chefe, do Executivo esta prerrogativa de forma privativa. Acredito não ser relevante o argumento de que a Lei 8.906/94 concede tal atribuição regulamentar ao Conselho Federal da OAB, tendo em vista a flagrante inconstitucionalidade do referido dispositivo. Na falta de outro, seria um bom argumento até submeter o dispositivo legal à avaliação da Carta Magna. Essas inconstitucionalidades dilaceram vários outros direitos fundamentais previstos no artigo 5º da Lei Maior, como o direito ao trabalho, à vida, que serão abordados mais a frente, além de outros, como o da dignidade da pessoa humana.

    Recorrendo a uma ilustração, seria como alguém comprar três pratos de comida e, mesmo que não consiga comê-los sozinho, não oferecer um dos pratos a outra pessoa que estivesse morrendo de fome ao seu lado. Caso o esfomeado esteja passando mal, se o que se empanturrou com os três pratos ligar para o SAMU, ou para o Corpo de Bombeiros, não poderá ser enquadrado como criminoso por omissão de socorro. Neste exemplo, não houve crime ou ato inconstitucional, pois seu direito à propriedade lhe permite comer três pratos e deixar o moribundo morrer de fome, mesmo que o glutão passe mal de tanto comer e também precise de socorro. Essa aberração é constitucional, pois o valor moral e ético reprovável não é contemplado nesta análise de constitucionalidade. Se alguém entender que o Exame de Ordem também o é, será ainda menos constitucional que o exemplo acima, pois o dano atinge a muitos e provoca, além do sofrimento físico, o sofrimento psicológico.

    A inconstitucionalidade é demasiadamente evidente. Difícil é arrumar argumentos jurídicos admissíveis para descaracterizá-la.

    A moral e a ética

    O Exame de Ordem não é muito debatido sob a ótica da moral e da ética. Qual seria o melhor argumento moral ou ético para defendê-lo? A necessidade de proteger os cidadãos usuários da advocacia seria um bom argumento. Contudo, torna-se inconsistente quando nos deparamos com casos de advogados detentores da carteira da OAB que se envolvem com práticas criminosas, como profissionais de outras áreas por vezes também o fazem.

    Todavia, como a OAB parece se propor de forma mais consistente a garantir o bom nível dos advogados, deveria realizar, para o ingresso e, periodicamente, uma pesquisa social para analisar os valores morais e éticos praticados pelos seus membros.

    Um advogado precisa ser um bom comunicador, negociador, paciente e comprometido com o cliente. Como uma prova escrita avalia estes requisitos? Considerando que sobre leis, doutrinas e jurisprudências os bacharéis já foram testados nas faculdades, fiscalizadas pelo MEC, talvez o Exame de Ordem devesse ser uma avaliação psicotécnica e profissiográfica, voltada à qualificação em requisitos não analisados nas faculdades, jamais uma prova escrita com “pegadinhas ensinadas em cursinhos”, nem sempre presentes nas situações reais da advocacia.

    Além do questionamento ético-moral que finalizou o parágrafo anterior, vejo que a avaliação não cumpre a finalidade supostamente pretendida, mas possui um formato capaz de controlar o número de aprovados, pela dificuldade das provas. O modelo só se justificaria se a pretensão fosse, efetivamente, limitar o ingresso de novos profissionais, como se houvesse limite de vagas, resguardando o mercado para os já atuantes.

    Outrossim, o aprovado faz uma prova específica para uma área e é habilitado a advogar em todas as demais. Ora, a avaliação deveria habilitar apenas para uma área, não para todas. Se o teste é para aferir a competência do profissional, a habilitação deveria ser apenas para a área avaliada e poderia ser dada a opção de se habilitar em várias, desde que fosse aprovado em cada uma delas. Com o tempo, as pessoas esquecem muitas coisas que aprenderam. As leis, a doutrina e a jurisprudência evoluem. Muitos profissionais não se atualizam. Por essas razões, se o Exame fosse necessário, deveria também ser periódico, além de ser por área de atuação.

    Soma-se a esses fatores a problemática referente à grande arrecadação de recursos financeiros provenientes das inscrições. Esta verba, em sua maioria, advém de candidatos desempregados que lutam, com poucas forças e recursos, para ingressarem no mercado de trabalho. Nesse sentido, a reprovação em massa produz dois efeitos perversos: impede o ingresso de novos profissionais no mercado e garante um número maior de candidatos no concurso seguinte, propiciando uma arrecadação mais “robusta”. Não sei exatamente porque esse tipo de concurso, de constitucionalidade e moralidade discutível, não é gratuito. Ao contrário, possui uma taxa de inscrição mais cara que o concurso para Juiz de Direito.

    Estima-se que há no Brasil cerca de 800 mil advogados inscritos na OAB e cerca de 1 milhão e 600 mil bacharéis em Direito que não podem exercer a advocacia por não terem logrado êxito em ser aprovado no Exame da Ordem. Se o exame for abolido, o número de advogados será de, aproximadamente, 2 milhões e 400 mil, o triplo da quantidade atual de advogados. Aumentaria a competitividade e a disponibilidade de profissionais no mercado. Com relação ao controle da qualidade dos profissionais, é evidente que, se os órgãos de classe fossem responsáveis pela capacitação técnica dos profissionais já formados, a habilitação deveria ser por tempo determinado e, vencido o período, nova avaliação deveria ser feita para aferir a atualização do profissional. Por estas e outras razões não elencadas, é evidente que a OAB funciona como um partido político para defender os interesses dos advogados que estão no mercado e que pagam as suas anuidades.

    O ataque ao Direito Fundamental ao Trabalho

    Poderiam ser identificadas aqui diversas razões, mas enfatizo uma: o Exame é um veemente ataque contra o direito fundamental ao trabalho e, conseqüentemente, à vida. Isso porque os bacharéis, ao serem impedidos de exercer a profissão de advogado, têm os seus recursos para subsistência, advindos do trabalho, comprometidos. Tal fato, em tese, afeta sua condição de sobrevivência. Portanto, em última análise, o Exame de Ordem, além de outros direitos fundamentais, ataca o direito mais caro do ser humano: o direito à vida. A Declaração Universal dos Direitos Humanos prevê no art. XXIII – 1. “Toda pessoa tem o direito ao trabalho, à livre escolha de emprego, a condições justas e favoráveis de trabalho e à proteção contra o desemprego”. Neste caso, há a proteção do emprego de uma minoria em prejuízo do emprego de uma maioria, em sintonia com o que diz o ditado popular: “se a farinha é pouca, meu pirão primeiro”.

    A geração de constrangimento pessoal e a usurpação das atribuições do MEC

    Para um profissional que se formou em uma universidade ou faculdade autorizada a funcionar pelo MEC, cumprindo todas as etapas do curso, é constrangedor ser reavaliado por uma instituição que não tem competência legal, nem técnica, talvez, tendo em vista que contrata instituições especializadas em concursos públicos para avaliar em seu nome. Mais sério ainda é perceber que sequer a metade dos formados conseguem transpor a barreira estabelecida. Imaginar que a maioria dos bacharéis que concluem o curso de Direito não teriam condições mínimas de exercer a profissão, pelo menos em questões de menor complexidade, é, no mínimo, um exagero, tendo em vista que nem formação em Direito se exige para pleitear demandas pessoais de até 20 salários mínimos em juizados especiais cíveis. O Exame impõe um crivo, terceirizado a instituições que aplicam a prova, sobre uma atribuição pertencente a um órgão do governo que detém a expertise e a competência de fazer as verificações cabíveis para a aquisição de uma titulação acadêmica: O MEC. O art. 209, II, da Constituição Federal prescreve que o ensino terá “autorização e avaliação de qualidade pelo Poder Público”. Claro, por meio dos seus órgãos competentes.

    Além de colocar-se, mesmo que de forma implícita e indevida, sobre o Ministério da Educação – MEC, o Exame usa um critério tecnicamente incorreto para avaliar a qualificação de um profissional no exercício de sua profissão, servindo apenas para controlar o ingresso de profissionais no mercado. Quem defende que deve haver um exame com outro formato, está admitindo que este está equivocado e, em razão disto, produz danos irreparáveis aos que foram e são impedidos de exercer a advocacia por conta de um crivo errado e ruim.

    O argumento de que o Exame da OAB é requisito para o exercício da profissão e não um impedimento parece soar bem em um primeiro momento. Todavia, o que se dirá de um requisito em que a maioria dos que se graduam em faculdades autorizadas a funcionar pelo MEC não conseguem cumprir? Porque outros requisitos ao bom exercício da advocacia, como comentado mais acima, não são avaliados? Porque a inscrição é tão cara? Porque a OAB não auxilia o MEC a resolver as deficiências que alega existir? Porque não defende aplicação análoga em outras profissões, especialmente às que não admitem recursos, como apelação, agravo, recursos especial ou extraordinário, e os erros dos seus profissionais podem levar à morte, como médicos, engenheiros, eletricistas, e outras?

    Essa situação torna-se coletivamente vexatória, em especial, porque o advogado é a única profissão que a Constituição da República diz ser indispensável à justiça (art.133) e usa um artigo inteiro para falar da profissão e suas prerrogativas. Se nosso país fosse modelo em justiça e igualdade social, este ataque seria apenas contra os bacharéis impedidos de exercer a profissão. Como precisamos avançar muito no combate à desigualdade e à injustiça social, esta agressão é, também, contra as pessoas que não têm acesso à justiça por falta de advogados em um mercado controlado por uma instituição que deixa de cooperar efetivamente com a justiça, ao impedir, arbitrariamente, que novos profissionais, devidamente certificados pelo Estado, ingressem no mercado.

    É fácil aferir esta afirmação. Basta visitar uma comunidade pobre e verificar quantas demandas judiciais potenciais existem por lá, direitos sendo vilipendiados, mas não há advogados, pois não há interesse dos profissionais existentes de contemplarem demandas de pequenos valores ou que não resultará em ganhos condizentes com as suas pretensões. Ressalto que isto não é uma crítica aos advogados que militam para garantir a sua sobrevivência e, ao fazê-lo, pensam em suas necessidades pessoais de subsistência e não realizam trabalhos que não lhes garantiriam os recursos que precisam para se manter nos padrões de vida que possuem. Os demais profissionais em geral não fazem diferente. Contudo, é uma reflexão para que se perceba que a sociedade necessita de um número maior de advogados. Seria mais democrático ter advogados mais modestos do que não ter algum que defenda parte da população. Dizer que pessoas pobres podem recorrer às Defensorias é desprezar a realidade desses órgãos já sobrecarregados.

    Talvez seja necessário fazer uma reflexão mais profunda sobre o conhecido lema da OAB: “Sem advogado não há justiça, sem justiça não há democracia”. Assim, com mais advogados teríamos mais justiça e mais democracia e, naturalmente, com menos advogados, menos justiça e menos democracia. Não sei exatamente qual é o outro valor desse lema para a OAB, se não o que o vernáculo da língua portuguesa parece sugerir.

    A incapacidade de uma prova aferir o bom desempenho profissional

    Uma prova não é instrumento adequado para avaliar a competência de um profissional desempenhar bem o seu papel. Aliás, já é de conhecimento dos especialistas que, além da competência, nem sempre bem avaliada em provas, a inteligência emocional tem forte influência no desempenho profissional de uma pessoa, além da capacidade de superar adversidades.

    O que pode ser demonstrado através de um exame escrito é a capacidade de alguém resolver uma situação objetiva com condições preestabelecidas e, em geral, com condicionamento prévio, afastado de muitas circunstâncias que um caso real implicaria. Um bom condicionamento em cursos preparatórios, em geral, permite alcançar essa aptidão. Nem sempre os que treinam soluções tão objetivas, como as de uma prova, possuem discernimento, paciência e até conhecimento para resolver com maestria uma situação real, na prática. Fiz seis cursos acadêmicos de graduação e pós-graduação. Jamais fui reprovado em quaisquer disciplinas de quaisquer cursos que fiz, desde a infância. Contudo, não são essas provas que me dão garantia de resultado no trabalho, mas minha capacidade de utilizar os conhecimentos que adquiri, e assimilar outros que surgem no dia a dia, nas situações que ocorrem, muitas inéditas. Fiz prova da OAB no décimo período da faculdade quando terminava, simultaneamente, doutorado em Economia e graduação em Direito, no mesmo semestre. Tive a minha tese de doutorado e monografia premiadas e passei na OAB-RJ, mas isso não me faz melhor profissional do que os que não passaram.

    Serei bom profissional se no exercício das minhas atividades meus resultados forem bons para a minha organização, se eu fizer as pessoas sentirem-se bem ao trabalhar comigo, e em conjunto produzirmos o bem para a humanidade. Isto pouco, ou nada, tem a ver com desempenho em provas, pois o conhecimento evolui a todo instante e em curto espaço de tempo uma eventual avaliação que fosse aplicada se tornaria obsoleta.

    Para quem veio da pobreza extrema, trabalhou em obras, vendeu ferro-velho, pouco usava cadernos para anotar, fez exercícios em papel de pão, foi desacreditado muitas vezes, foi chamado de semi-idiota e aconselhado e vender Mirabel, como eu, não poderia deixar de lado esta causa que, por obrigação moral, me manifesto. Como não me importo muito com ofensas e não me constrange falar ou gritar sozinho, resolvi escrever este artigo em defesa dos que tem a voz amordaçada pelo constrangimento, pela vergonha e pela injustiça. Em defesa de alguns que terminaram a sua faculdade com dificuldades e querem prestar seus serviços para quem quiser lhes contratar, sem que qualquer pessoa seja obrigada a isso. Como o primeiro livro que li, por completo, foi a Bíblia, finalizado aos nove anos de idade, não poderia me furtar em citá-la neste final, tendo em vista que foi nela que encontrei forças para enfrentar os desafios que me foram impostos. Deixo as palavras de Salomão “Quem segue a justiça e a lealdade encontra vida, justiça e honra”. Provérbios 21.21. Espero que seja na raia da justiça e da lealdade que este debate seja percorrido, para que todos tenhamos as nossas vidas e honras garantidas e possamos usufruir da justiça em seu sentido mais puro.

    FIM DO EXAME DE ORDEM SIM
    FIM DA RESERVA DE MERCADO PRATICADA PELA OAB SIM
    LIBERDADE E IGUALDADE PROFISSIONAL PARA TODOS OS BRASILEIROS JA
    CPI NA OAB SIM – VAMOS ABRIR A CAIXA PRETA DO CFOAB
    2014 O ANO DA RENOVAÇÃO E OS BACHARÉIS EM DIREITO TEM VOTOS PARA MUDAR O CONGRESSO NACIONAL.

    1. Se ao invés de defender em um comentário longo, equivocado e enfadonho algo que o STF já decretou ser compatível com a Constituição, você fosse estudar, quem sabe não deixaria de dar dinheiro para a OAB?
      O erro não é ter exame para Advogado. O erro é não ter para todo mundo. Deixa de comentar em blog e puxa nos livros.

    2. O exame da ordem so existe 3m razao da pulverizacao dos cursos de direito, aqui no DF temos uma faculdade que oferece 1200 vagas por semestre para direito. Como ter qualidade se estao ensinando no atacado. Veja bem, cursos de medicina ofertam no maximo 50 vagas por semestre, dai a desnecessidade de SEPARAR O JOIO DO TRIGO, como muitos def3ndem. Se existe o joio a culpa e exclusiva da OAB que nada faz para impedir esta praga que e a proliferacao dos cursos de direito.

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Diversos

Ex-secretário de Justiça lança livro com ataques a Lula e PT

O ex-secretário Nacional de Justiça Romeu Tuma Júnior lançou ontem o livro Assassinato de Reputações – Um Crime de Estado, no qual ataca Luiz Inácio Lula da Silva e acusa o partido do ex-presidente, o PT, de utilizar a máquina do governo federal para montar dossiês contra adversários.

Tuma Júnior, que é delegado, foi secretário do Ministério entre 2007 e 2010, durante o segundo mandato de Lula na Presidência da República. Na época, foi demitido por suspeitas de envolvimento com a chamada máfia chinesa. Parte do conteúdo do livro foi revelada na edição da semana passada da revista Veja.

Em uma das acusações mais polêmicas feitas no livro lançado ontem, o delegado afirma que Lula foi informante da ditadura. Segundo escreveu Tuma Júnior, o então líder sindical repassava dados sobre greves sob o codinome de “Barba” ao Departamento de Ordem Política e Social (Dops), onde atuava seu pai, Romeu Tuma. O petista ficou preso em 1980 por 30 dias no Dops, após greves no ABC.

Segundo Tuma Júnior, ao dar informações ao governo militar, Lula garantiu “privilégios” na prisão. O livro do delegado lista como privilégios noites de sono em um sofá do Dops e uma visita à mãe, dona Lindu, que estava gravemente doente.

Procurado, o Instituto Lula informou ontem que o ex-presidente não iria fazer comentários.

Reputações. Boa parte do livro é dedicada ao que o delegado chama de “assassinato de reputações”. Diz que o então ministro da Justiça e hoje governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, o assediava para que deixasse vazar documentos que prejudicariam adversários. Ele cita o caso do cartel que começou a ser investigado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal em 2008.

Segundo Tuma Júnior, “começou a sair na imprensa que vinha informação da Alstom envolvendo os tucanos”. “Um dia chegou o documento da Suíça, em nome da secretaria. Falei para não mandarem para o Ministério Público ainda: ‘Lacrem o envelope, tragam para mim e avisemos ao ministro, porque chegou a bomba dos documentos da Alstom'”, escreve. As informações tinham como alvo principal Robson Marinho, ex-chefe da Casa Civil do governo tucano de Mário Covas. Eram relatórios enviados voluntariamente pelo país europeu. O ex-secretário de Justiça relata que, mesmo sendo documentos compartilhados por poucas pessoas, eles acabaram vazando mesmo assim.

Ele também critica a ação de parte dos promotores paulistas. “É importante registrar: no Ministério Público de São Paulo existe uma ala que sempre protegeu tucanos de alta plumagem”.

Tuma Júnior também acusa outro ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, de pedir que o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), fosse investigado após dizer que Lula sabia do mensalão. A ordem ao ministro, diz Tuma Júnior, teria sido dada por Gilberto Carvalho, braço direito do ex-presidente. Carvalho afirma que vai processar o delegado.

‘Armação’. O ex-secretário Nacional de Justiça atribui a sua demissão do cargo, em 2010, a uma “armação” do governo Lula com o Estado.

Em 5 de maio de 2010, o jornal publicou reportagem revelando que a Polícia Federal tinha interceptado gravações e e-mails ligando-o a Li Kwok Kwen, o Paulo Li, acusado de ser um dos chefes da máfia chinesa em São Paulo.

A quadrilha era suspeita de ser especializada em contrabando de telefones celulares e venda de vistos permanentes.

“A pergunta que faço é: o que era mais importante para o Estadão noticiar? A foto do ‘chefe da máfia’, um chinês, com o secretário Nacional de Justiça na China, ou entregando um presente para o presidente Lula (…)? Eu respondo: é óbvio que, se não fosse armação do governo com o jornal, se o indivíduo fosse mesmo um mafioso, o Lula estaria na capa do Estadão e não eu”, escreve, referindo-se ao fato de o então suspeito de integrar a máfia chinesa aparecer em várias fotos ao lado de autoridades da República.

Estadão

Opinião dos leitores

  1. Caro BG! Essa notícia acima publicada, está com uma semana de atraso. Infelizmente o seu Bolg está muito desatualizado. Só não está mais do que todos os jornais da Globo e da Record, a Carta Capital e os Blogs e portais comprados pelo PT. Acho que eles há muito tempo se esqueceram de divulgar essas notícias chatas que envolvem essas pessoas decentes do PT. Porque será hein? Acho que é devido a Copa, pois o Brasil tem outras prioridades mais interessantes a serem divulgadas, como por exemplo, o fato de Bruna Markezine ter deixado de seguir Neymar na Internet. Isso é muito bom para o Brasil. E para o PT também. Há, como é!

  2. Já sabíamos que o santo era de barro. O PT está enroscado no próprio PT. E todos os caminhos levam ao chefe. Vamos deixar o cortejo passar; esperemos o final.

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Política

Rede admite separação do PSB no apoio a candidatos a governador

Dirigentes da Rede Sustentabilidade admitem separação com o PSB em diferentes disputas estaduais, caso o novo aliado feche alianças com candidatos a governador ligados ao senador Aécio Neves (PSDB) ou à presidente Dilma Rousseff (PT).

Em busca de palanques regionais para sua provável candidatura ao Planalto, o governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, negocia acordos com nomes do PSDB em ao menos seis Estados, e com petistas em outros dois.

Essas negociações não agradam os dirigentes da Rede. Idealizado pela ex-senadora Marina Silva, o partido se uniu ao PSB em outubro após ter seu registro negado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

“Vamos tentar unificar o máximo possível nos Estados, mas, se não tiver unidade, cada um segue seu caminho. A Rede vai construir outra candidatura nesses Estados, que pode ser de outro partido”, disse o coordenador do grupo Pedro Ivo, um dos mais próximos a Marina.

No último dia 8, Campos voltou a discutir com Aécio apoio mútuo em alguns Estados para reforçar a oposição à candidatura de Dilma.

O PSB cogita apoiar nomes tucanos em São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Pará e Ceará, em troca do apoio do PSDB em Pernambuco, Paraíba e Roraima.

Campos e Aécio ainda poderão dividir palanque no Rio Grande do Sul, onde ambos deverão apoiar a candidatura da senadora Ana Amélia Lemos (PP) ao governo.

Mas o pernambucano também poderá dividir palanque com Dilma no Espírito Santo, Amapá, Acre e Rio –nos dois últimos, com candidato petista encabeçando a chapa.

No Rio, o senador Lindbergh Farias (PT), pré-candidato ao governo, convidou Romário (PSB) para possível coligação, mas o acordo ainda não saiu. Já no Acre, o PSB tem hoje o vice-governador César Messias e tende a manter a aliança pela reeleição de Tião Viana (PT).

Para integrantes da Rede, a prioridade é lançar candidaturas próprias do PSB para “despolarizar” o debate.

“Não tem sentido apresentar uma chapa alternativa ao governo federal para afirmar uma nova política e ter alianças para governo com PSDB ou com PT”, afirma Pedro Ivo.
Esse ponto, que para o deputado Walter Feldman (PSB-SP) é hoje “um dos problemas mais sérios” da união Rede/PSB, deverá ser tema central de reunião entre dirigentes da Rede hoje em Brasília.

“Quando conversamos com o Eduardo [Campos], foi nessa perspectiva de criar uma terceira via. Esse foi o encanto daquele momento e sempre tivemos a perspectiva de essa linha se desdobrar nos Estados”, diz Feldman.

O grupo ligado a Marina já levanta nomes que poderão apoiar nos Estados onde não sair a candidatura própria.

“Se tiver uma candidatura na qual a Rede possa colocar essa alternativa, fará sim”, afirma o deputado Feldman.

(mais…)

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Acidente

FOTOS: Bandidos colidem carro roubado contra muro na RN-160

Um carro derrubou um muro na rodovia RN-160 próximo ao cemitério em São Gonçalo do Amarante. O fato ocorreu após perseguição policial e após intensa troca de tiros o carro derrubou o muro de uma residência.

De acordo com a polícia o veículo foi roubado em Natal e os suspeitos conseguiram fugir após o acidente.

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Fonte: Wendell Jefferson – Via Certa

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Diversos

Prefeitura quer "Fifa Fan Fest" para 5 mil pessoas

Na próxima semana, a Prefeitura do Natal participa de um encontro com representantes das doze cidades-sede da Copa 2014. Em pauta, estarão os ajustes e definições com relação ao “Fifa Fan Fest”. Em Natal, a festa será realizada no Centro de Convenções, durante toda a competição, e contará com a participação de cinco mil pessoas por dia.

Parte das informações foi debatida na manhã de ontem em reunião no Centro de Convenções. A administração do local recebeu a secretária adjunta de Planejamento das obras da Copa – vinculada à secretaria Municipal de Obras Públicas e Infraestrutura (Semopi) –, Tereza Cristina Pires e a representante da secretaria Municipal de  Planejamento, Fazenda e Tecnologia da Informação (Sempla), Rejane Oliveira.

O acesso ao local será restrito a cinco mil pessoas por dia. O evento deve começar às 13h e o encerramento por volta das 23h. A primeira edição do Fifa Fan Fest acontecerá no dia 12 de junho de 2014 e, a última apresentação, no dia 13 de julho, ou seja, serão 32 edições da festa.

Com Informações da Tribuna do Norte

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Política

Wilma de Faria sobre decisão do TRE contra Rosalba: “O povo já esperava isso”

Por Jornal de Hoje

A ex-governadora Wilma de Faria (PSB) não ficou feliz com a decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de afastar a atual governadora Rosalba Ciarlini (DEM). Em entrevista concedida antes da decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que concedeu efeito suspensivo para que a chefe do Executivo estadual continue no cargo até o julgamento do mérito do caso, a atual vice-prefeita de Natal comentou a situação de Rosalba e, apesar de dizer que o povo já esperava por esse afastamento, a ação não foi “boa para o Rio Grande do Norte”.

“É um momento, realmente, muito difícil para o Rio Grande do Norte. O Estado, que já estava parado, imagine agora, com essa indefinição, aguardando uma decisão judicial. Estamos aguardando. A verdade é que a gente sabe que cabe recurso, tem outras instâncias, então, tem que aguardar, mas o Rio Grande do Norte está preocupado. O povo está sofrendo e essa situação de incerta só prejudica mais a população”, comentou Wilma de Faria.

A ex-governadora preferiu não comentar a decisão do Tribunal Regional Eleitoral, afirmando que “essa questão de ser justa ou não é da Justiça e eu não posso falar pela Justiça”, contudo, ressaltou que “o povo já esperava isso (o afastamento de Rosalba). Eu já ouvi o povo dizer isso”.

Wilma de Faria acrescentou que o “futuro a Deus pertence”, mas que se Robinson Faria, vice-governador, chegasse a assumir, ele iria ter muitas dificuldades. “A administração que está sem funcionar, está parada, ele vai ter muitas dificuldades”, analisou.

Em almoço com a imprensa na tarde de quinta-feira, Wilma de Faria também confirmou o objetivo de definir o futuro político (se será candidata ao Senado ou, de novo, ao Governo do Estado) somente depois de março, quando tiver concluído uma cruzada que está fazendo no interior do Estado.

“Porque normalmente é assim. Só se define no ano da eleição, não se define antes. E, além do mais, a gente vai visitar todos os municípios. Nós visitamos todas as regiões, mas não todos os municípios e queremos visitar todos os municípios, porque aí a gente fala não só com o meu partido, mas também com todos que simpatizam com a nossa candidatura e pessoas que não são militantes, mas são simpatizantes e precisamos ouvir essas pessoas”, explicou a ex-governadora.

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Esporte

Sandro comenta sobre Manaus: "Eu adoraria conhecer Manaus. Mas jogar lá? Não! É uma floresta."

A polêmica entre a seleção da Inglaterra e Manaus ganhou novo capítulo. O volante brasileiro Sandro, que atua no Tottenham, falou que gostaria de visitar a capital do Amazonas, mas não de jogar lá. O clima ruim entre ingleses e Manaus teve início quando o técnico da Inglaterra, Roy Hodgson, disse que não gostaria de jogar na região amazônica. Ele foi rebatido pelo prefeito da cidade, Arthur Virgilio Neto (PSDB). E hoje foi a vez de Sandro dar sua opinião.

– Eu adoraria conhecer Manaus. Mas jogar lá? Não! É uma floresta. No Brasil, nós brincamos com Manaus. Eu brinco com o pessoal de Manaus que lá é uma floresta, o rio e tudo mais… É lindo, e isso tudo é uma brincadeira – disse o volante ao Daily Express.

Sandro lembrou ainda que os clubes de elite não costumam jogar em Manaus, já que não há rivais que estejam nas divisões principais do futebol brasileiro. E que até boa parte da população nunca esteve no Amazonas.

– É uma cidade grande, mas fica no meio da Floresta Amazônica. Muitos brasileiros nunca foram lá, fica a umas cinco ou seis horas de avião de São Paulo. E os clubes nunca jogam lá, eu nunca joguei lá. Fiquei surpreso quando foi escolhida como sede. É Brasil para vocês – provocou Sandro.

O Globo

Opinião dos leitores

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