Esporte

Felipão se irrita com jornalista inglês: "Antes de falar mal do meu país, olhe para o seu"

Em um raro momento que perdeu o bom humor, no seu encontro com os jornalistas depois da conquista da Copa das Confederações, o técnico Luiz Felipe Scolari se irritou com a pergunta de um jornalista inglês e o criticou duramente: “Antes de falar mal do meu país, olhe para o seu”.

Tariq Panja, da Bloomberg, questionou o técnico sobre o contraste entre a alegria dentro do Maracanã e os protestos fora do estádio, reprimidos pela polícia. “Um amigo comentou que havia policiais em número suficiente para invadir o Paraguai.” De pronto, Felipão disse: “Não vou responder”.

Mas emendou: “Aos ingleses, eu gostaria de perguntar: o que aconteceu lá antes dos Jogos Olímpicos?” A referência era às manifestações ocorridas em Londres por causa dos gastos com o evento.

O tom nacionalista do técnico reapareceu, mas em chave bem-humorada, em várias respostas sobre o papel do público na conquista da seleção. “O que estivemos vendo é muito bonito, gente. É assim que precisamos agir, não só no futebol como na vida”.

O técnico também observou: “A nossa equipe hoje representa os anseios do povo brasileiro. É isso que queremos: representar o povo na nossa área. Na outra (a política), não podemos”.

Do UOL Esporte

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Jornalismo

Morador de Rua tem corpo queimado na Roberto Freire

Um morador de rua teve o corpo queimado por volta das 5h de hoje na avenida Roberto Freire, em Cidade Jardim.

Segundo a leitora do Blog, Gabriela Dantas, a cena foi horrível, o homem foi socorrido pelo Samu para o Walfredo Gurgel e não temos informações do estado de saúde dele.

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Jornalismo

FOTO: Caminhão cai dentro de buraco na Av. Antônio Basílio

Hoje por volta das 5:00h da manhã um caminhão caiu dentro de um buraco na Avenida Antônio Basílio, o transito no local nesse momento se encontra interrompido.

Foto de Saul Saraiva

Caminhão Antonio Basilio

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Política

Protestos mostram a realidade para nossos políticos

Por Josias de Souza

O jovem eleitor brasileiro, que todos supunham alienado, chegou às ruas em boa hora. Ao levar sua insatisfação para passear rente ao meio-fio, produziu o mais extraordinário fenômeno da atual temporada: a ‘desantecipação’ da sucessão presidencial. O país encontrava-se aprisionado no seu futuro. Um futuro radioso, no qual Dilma Rousseff estava reeleita e asseguraria mais quatro anos de felicidade para o Brasil. No asfalto, a nação se reencontrou com seu presente. Um presente repleto de mazelas.

Ao medir o tamanho da novidade, o Datafolha verificou que foram dissolvidas praticamente todas as certezas. Sobrou uma: o (a) presidente da República a ser reeleito (a) em outubro de 2014 terá de descer ao nível da rua, explicando tintim por tintim o que planeja fazer. Restabeleceu-se a normalidade. Antes tratada como estorvo para um governo definitivo, a democracia voltou a funcionar como corretivo para a falibilidade humana.

Destituída da sua condição de presidenta superpoderosa, Dilma reteve 30% dos 51% de intenções de voto que colecionava no início de junho. As ruas lhe tomaram impressionantes 21 pontos percentuais. Coisa suficiente para desnortear qualquer um –de um João Ninguém até um João Santana.

Principal beneficiária do “efeito-rua”, Marina Silva pulou de 16% para 23%. Aécio Neves, que foi de 14% para 17%; e Eduardo Campos, que oscilou de 6% para 7%, não usufruíram dos protestos. Um pedaço do asfalto preferiu refugiar-se no muro a dar-lhes cartaz. Na primeira semana de junho, os eleitores que diziam preferir o voto branco e nulo ou que afirmavam não ter candidato somavam 12%. Hoje, esse nicho dos sem-candidato responde por 24% do total. É como se desafiassem: convençam-me, se puderem.

Deve-se a Lula, a antecipação da campanha que as ruas acabam de ‘desantecipar’. Ele relançara Dilma em 20 de fevereiro, em São Paulo, num seminário festivo do PT –o primeiro de uma série programada para celebrar os dez anos do partido no poder. Respondendo a um discurso que Aécio fizera no plenário do Senado, Lula dissera: “Eles podem se preparar, podem juntar quem eles quiserem, porque se eles têm dúvidas, nós vamos dar como resposta a eles a reeleição da Dilma em 2014.” As ruas gritaram para Lula: “Devagar com o andor, que sua Santa é de barro!”

Na sua vez de discursar no evento petista, Dilma fizera questão de pisar no calo do tucanato: “Nós não herdamos nada, nós construímos.” E as ruas: “Construíram o quê, cara pálida?” Cinco dias depois, num seminário realizado em Belo Horizonte pelo PSDB mineiro, Fernando Henrique chamaria Dilma de “ingrata”. Ela “cospe no prato que comeu”. E o asfalto: “é hora de servir refeição nova.” Na semana seguinte, o presidente do PT, Rui Falcão, voltaria à carga: “O que posso dizer é: deixem a Dilma trabalhar, dialogar com o Congresso e a sociedade.” E o meio-fio: “Heimmmmm?!?!?”

De repente, a garotada impulsionou a conversão de todo esse lero-lero em pó. Rompeu-se o fato consumado da candidata imbatível, a monotonia da oposição sem propostas, o enfado da polarização automática. Foi como se a turba tivesse se dado conta de que o futuro, espaço impreciso, não pode ser cobrado ou conferido. O presente, sim, podia ser apalpado. Ficou entendido que uma sucessão presidencial não é mera formalidade eleitoral. Quem quiser a poltrona terá de guerrear por ela. Alvíssaras!

Opinião dos leitores

  1. Discordo dessas críticas concentradas nos políticos do BRasil. Os nossos políticos são muito ruins, não há dúvida. Mas achar que o problema do Brasil está apenas no Executivo e no Legislativo é inocência e o caminho mais fácil. O que dizer do Judiciário? Todos os dias temos notícias de magistados e membros do Ministério Público se corrompendo. E o que é pior, esse pessoal que ser milionário as custas do serviço público, se refastelando com altos salários, privilégios descabidos que só aumentam a morosidade da Justiça, como férias de 60 dias, pagamento de "auxílios" imorais como "auxílio palitó", "auxilio moradia", como se esse pessoal com o salário que tem ainda precisasse de auxílio. Sem contar que não moram nas comarcas conforme determinado na Constituição e só trabalham da quarta e na quinta-feira, nos outros dias estão nas suas casas na capital. Um dia desses vi um promotor de uma cidade do alto oeste jantando na quinta-feira a noite no Camarões. Como é que pode?

    Reforma no Judiciário já!

  2. Não acredito nesta pesquisa e acho que a presidente caiu muito mais.Também a marina silva(rede de que?)não deve estar tão bem assim.O resultado das próximas eleições presidências são totalmente imprevisíveis.

  3. A classe política que está destruindo nossa nação provou, de forma clara, que não muda porque não quer. Não é porque não sabe, ou porque não pode. Vejam a rapidez com que derrubaram o monstro que era a PEC 37, e que iria passar sem problemas não fossem as manifestações. Mas o grito das urnas é mais importante e perene que o grito das ruas. NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES NÃO REELEJA NINGUÉM !!!

  4. Entretanto Bruno, não podemos esquecer que tudo começou en Natal com a ocupação da câmara Municipal no #FORAMICARLA E #REVOLTADOBUSÃO, passando pelo #FORAROSALBA, e, apimentada pela forma destrambelhada com que a Polícia inicialmente tratou os manifestantes com violência desproporcional, a coisa toda pegou fogo e atingiu a todos em todo o Brasil. Verdade, o que vc diz em relação as certezas para as próximas eleições. Mas também não esqueça de que restarão mudanças nas eleições de Governadores, Deputados e Senadores, que n~
    ao ficarão impunes por muito tempo não. Até porque, muitos já sabem que as responsabiidades sobre os temas mais batidos nas ruas: Educação, Saúde, Segurança e Copa do Mundo,; são compartilhadas, ficando a maior parte na mão dos Governadores e Prefeitos.

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Jornalismo

Irreverência marca competição da Fórmula Jegue

Com as arquibancadas lotadas, o publicou prestigiou a mais uma edição da Fórmula Jegue, na tarde deste domingo, 30, no último dia de programação do Mossoró Cidade Junina. A competição aconteceu no jegódromo montado na Avenida Rio Branco, com a participação de mais de 30 competidores.

Os inscritos se dividiram em três categorias: Profissional, Amador e Principiante e em seis baterias compostas por quatro competidores cada uma. “É uma competição tradicional e que as pessoas vem de todos os cantos para assistir. Hoje, tem o jogo do Brasil e mesmo assim as arquibancadas estão lotadas”, comemora Brígido, organizador da competição.

A irreverência nos nomes dados aos animais e as pequenas quedas durante a corrida garantem a animação dos espectadores. A Fórmula Jegue é uma das atrações mais tradicionais do Mossoró Cidade Junina e todos os anos traz criadores de várias comunidades rurais de Mossoró e das cidades vizinhas.

Os ganhadores da edição 2013 foram: em 1º lugar ficou o burro Sherek, com o montador Chico Lopes; 2º lugar ganhou o montador Chuiquinho, com o burro Apollo; o terceiro e quarto lugar ficou com os burros Segredo e Paquito.

Antônio Carlos competiu na categoria Amador com a burra Maria Bonita e fez a festa vestido de Lampião. “Uma cidade conhecida, eu não deixo de falar, o Mossoró Cidade Junina é uma festa popular”, declamou Carlos, antes da competição.

Opinião dos leitores

  1. Enquanto o Ceara e Pernambuco o desenvolvimento vai de FORMULA 1, aqui no nosso pobre Rio Grande do Norte vai de FORMULA JEGUE. Esse eh o nosso retrato!!

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Esporte

Jornal espanhol teve que mudar Maracanazo para Maracantazo

Os jornais espanhóis sonhavam com um novo Maracanazo neste domingo na final da Copa das Confederações. Mas, depois da vitória incontestável brasileira, um dos periódicos daquele país teve que se contentar com um “Maracantazo”. Foi assim que o jornal Marca destacou o título do Brasil, em referência à torcida, que cantou novamente o hino nacional à capela minutos antes do início do jogo.

marca

Opinião dos leitores

  1. Espanhóis não esqueçam que nós temos 5 campeonatos mundiais, somos a seleção mais campeã dos campeonatos organizados pela FIFA, somos tetra campeões da Copa da Confederações e por ai vai… desde o começo da Copa vocês afirmavam que queriam uma final com o Brasil! está ai, levaram um chocolate…… Nunca esqueçam que vocês estão com uma safra boa de jogadores, mas a nossa história no futebol é muito maior.
    Temos Pelé, foram eleitos campeões do mundo Ronaldo Fenômeno, Ronaldinho Gaúcho, Romário, Kaká, Rivaldo.
    Estávamos na inter safra, esperando uma seleção sólida, acho que encontramos. Vi o jogo contra o Uruguai e o jogo da Itália contra a Espanha e percebi que o Brasil tinha plenas condições para ganhar. Está ai a reposta.
    É muita pretensão uma seleção com apenas 05 anos de "magia" achar que tem a hegemonia do futebol. Estamos prontos. São 59 anos desde o nosso primeiro campeonato mundial. Que venham os espanhóis de novo!!! Parabéns ao Brasil e a seleção, parabéns Felipão.

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Esporte

Brasileiros debocham dos espanhóis no Twitter após vitória

Os brasileiros não pouparam nas gozações aos espanhóis durante o jogo e após o apito final do árbitro. No Twitter, a hashtag #ChupaEspanha logo foi parar nos assuntos mais comentados da rede social.

Veja alguns tweets com a hashtag:

tt-espanhaLogo surgiram também as gozações em imagens:

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Opinião dos leitores

  1. Espanhóis não esqueçam que nós temos 5 campeonatos mundiais, somos a seleção mais campeã dos campeonatos organizados pela FIFA, somos tetra campeões da Copa da Confederações e por ai vai… desde o começo da Copa vocês afirmavam que queriam uma final com o Brasil! está ai, levaram um chocolate…… Nunca esqueçam que vocês estão com uma safra boa de jogadores, mas a nossa história no futebol é muito maior.
    Temos Pelé, foram eleitos campeões do mundo Ronaldo Fenômeno, Ronaldinho Gaúcho, Romário, Kaká, Rivaldo.
    Estávamos na inter safra, esperando uma seleção sólida, acho que encontramos. Vi o jogo contra o Uruguai e o jogo da Itália contra a Espanha e percebi que o Brasil tinha plenas condições para ganhar. Está ai a reposta.
    É muita pretensão uma seleção com apenas 05 anos de "magia" achar que tem a hegemonia do futebol. Estamos prontos. São 59 anos desde o nosso primeiro campeonato mundial. Que venham os espanhóis de novo!!! Parabéns ao Brasil e a seleção, parabéns Felipão.

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Esporte

Brasil atropela Espanha e conquista a Copa das Confederações

A atual campeã mundial e bicampeã europeia teve de se render no Rio de Janeiro. E bailou diante de uma Seleção Brasileira de atuação implacável, neste domingo, no Estádio do Maracanã. Dono da partida desde o gol de Fred a 2min de jogo, o Brasill massacrou a Espanha com 3 a 0 e conquistou a Copa das Confederações, de modo irretocável, pela quarta vez na história. Com cinco vitórias em cinco jogos disputados.

Nos almanaques que registrarão o título constará uma atuação defensiva de grande solidez, especialmente de David Luiz, Luiz Gustavo e Paulinho. Neymar, autor do mais belo gol da partida, também ficará marcado pela assistência perfeita de corta-luz para Fred, o mais decisivo diante da Espanha. Autor de dois gols e artilheiro da competição com cinco gols ao lado de Fernando Torres, mas sem ter enfrentado o Taiti.

Com 73.531 torcedores presentes, o Maracanã também fez sua parte e com brilho. O público participou do início ao fim: cantou o Hino Nacional antes e durante a partida, provocou a arbitragem, os espanhóis e até Shakira, de nome gritado quando Piqué foi expulso por falta violenta em Neymar. Claro, também gritou “campeão” e “olé”, este último quando o placar ainda marcava 1 a 0.

Baile brasileiro tem gols de Fred e Neymar no primeiro tempo

Um atropelamento brasileiro em 45 minutos, com um gol no início e outro no fim. Assim pode ser definida a atuação da Seleção contra a Espanha no primeiro tempo da decisão. Incendiada por um público extremamente participativo, a equipe de Luiz Felipe Scolari deu poucas chances à Espanha, que tinha inferioridade até na posse de bola depois de 15 minutos transcorridos. Fruto, principalmente, de uma marcação fortíssima de praticamente todos os jogadores brasileiros no campo de ataque.

Já aos 2min, a Seleção trouxe os torcedores para seu lado com a abertura do placar em um lance de raro oportunismo de seu centroavante. Da direita, Hulk fez bom cruzamento, e Fred e Neymar se enrolaram com a marcação. Atento e com raça, o camisa 9 tocou por cima de Casillas, mesmo caído, e estufou as redes pela quarta vez na Copa das Confederações.

Apesar da vantagem no marcador, o Brasil permaneceu protagonista durante boa parte do primeiro tempo no Rio de Janeiro, ainda que a Espanha tenha elevado seu percentual de posse de bola pouco a pouco. Minutos depois de Fred fazer o primeiro, Oscar teve espaço e a bola em seu pé direito para dobrar o placar, mas colocou ao lado da trave esquerda. Paulinho também tentou de cobertura, pouco depois, e Casillas pegou.

Enquanto a Espanha não jogava nem próximo de seu padrão, o Brasil voava. Em dois contragolpes, gerou cartões amarelos em lances agudos na velocidade. Neymar recebeu de Marcelo e já havia deixado Arbeloa para trás quando foi calçado no meio-campo. O espanhol era o último homem no lance, mas não foi expulso. Depois, Oscar conduziu com liberdade e foi empurrado por Sergio Ramos. Nova advertência.

Com velocidade para propor o jogo, o Brasil criava chances em atacado e Fred, diante de Casillas em belo passe de Neymar, errou quando teve liberdade e tempo para dominar. Exatamente como na sequência, com Pedro e assistido por Mata aos 40min: às costas de Marcelo, o atacante venceu Júlio César, mas parou em um corte perfeito de David Luiz. Ele correu, se esticou de carrinho e ainda conseguiu jogar por cima da meta. A torcida foi ao delírio, mas ainda tinha muito mais pela frente.

Aos 44min, mais um duro golpe no favoritismo dos espanhóis. Em tabela esperta, Oscar recebeu, teve paciência, visão e contou com a movimentação perfeita de Neymar contra um Arbeloa perdido. O camisa 10 brasileiro, de canhota, fuzilou Casillas com precisão e correu para as arquibancadas para uma comemoração bonita, rodeado por jogadores e torcedores.

Segundo tempo confirma o baile brasileiro no Maracanã

As conversas no vestiário espanhol tiveram pouco efeito. A troca de Arbeloa por Azpilicueta, também não. Já a 2min, quando a torcida ainda recuperava o fôlego para a segunda etapa, o Brasil fez o terceiro. Pelo centro, Hulk abriu à esquerda, Neymar fez corta-luz e Fred, justamente às costas de Azpilicueta, bateu de chapa, com a direita, para vencer Casillas. À essa altura, já era uma tourada no Maracanã.

No roteiro da festa, porém, ainda estava previsto outro tipo de emoção. Jesús Navas, que havia acabado de entrar, foi calçado por Marcelo dentro da área e a arbitragem, em cima do lance, marcou pênalti. A Espanha, que havia acertado as sete cobranças da disputa com a Itália, não acertou a oitava. Sergio Ramos bateu para fora.

O Brasil até pressionou para tentar atender o pedido da torcida, que gritava por mais um, mas optou por controlar o jogo. O que ficou ainda mais foi possível pelas entradas de Jô e especialmente Hernanes e Jadson, que estreou na competição. O momento de maior euforia, na última parte, ficou com Neymar. Em velocidade, levou a marcação de Piqué, expulso por derrubá-lo.

Do Terra

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Jornalismo

Salário médio de quem estudou mais de 12 anos cai 8% em uma década

O salário médio mensal dos trabalhadores com mais anos de escolaridade recuou entre 2002 e 2011 no Brasil. A média de salário dos profissionais com 12 anos ou mais de estudo caiu 8% nesse período, de R$ 3.057 para R$ 2.821. A variação já desconta a inflação do período. Isso significa que o poder aquisitivo desse grupo caiu em 10 anos.

O recuo do salário na faixa mais escolarizada ocorreu por diversos motivos. Foi influenciado pelo modelo de crescimento dos últimos anos passando até pelo descompasso entre as profissões escolhidas pelos universitários e a demanda do mercado de trabalho.

Esse descompasso, aliás, ficou mais evidente na área de humanas. “O salário caiu mais na área de humanas, porque houve um aumento no número de profissionais”, afirmou Naercio Menezes Filho, coordenador do Centro de Políticas Públicas do Insper e responsável pelo cruzamento do avanço médio salarial com os anos de escolaridade. Os dados têm como base a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad).

O setor mais educado também viu aumentar a concorrência na última década. Os trabalhadores passaram mais tempo na escola, elevando a fatia dos brasileiros com ensino médio e superior em andamento ou concluído. Ou seja, houve mais ofertas de trabalhadores dessa classe. E muitos profissionais podem ter ingressado no nível mais elevado de escolaridade, mas com o mesmo salário, o que reduz a média de ganho da categoria. “Nos últimos anos, as pessoas ficaram mais tempo na escola e a oferta de profissionais com ensino médio e superior aumentou. O crescimento da escolaridade também foi impulsionado pelo aumento do número de universidades privadas”, disse Naercio.

Crescimento. Já a dinâmica da economia brasileira, de impulsionar o setor de serviços, fez com que a maior alta salarial fosse registrada entre os menos qualificados. Logo, cabeleireiros, manicures, pedreiros e jardineiros sentiram mais o ganho salarial. Na faixa dos profissionais com zero a quatro anos de estudo, por exemplo, o aumento médio foi de 32% no período – o salário pulou de R$ 566 para R$ 745. Para os menos escolarizados, também pesou a política de aumento real do salário mínimo dos últimos anos.

“De alguma forma, a economia cresceu na direção desses setores, o que acaba favorecendo alguns tipos de trabalhadores. Grande parte da melhora na base da pirâmide decorre de um aumento da demanda pelo trabalhador menos qualificado”, afirmou Fernando de Holanda Barbosa Filho, economista e pesquisador do Ibre. “Não é à toa que o ex-presidente Lula ficou tão popular. Ele introduziu na economia pessoas que, antes, não participavam dela.”

Nas classes intermediárias, também houve comportamento distinto nesse período em comparação com a evolução da média salarial por anos de estudo. Os trabalhadores com cinco a oito anos de escolaridade ganharam 21% mais (de R$ 741 para R$ 895) e os que têm entre 9 a 11 anos de estudo viram o salário crescer apenas 3%, de R$ 1.115 para R$ 1.147. A média geral de alta foi de 22% nesses anos.

“O crescimento muito alto dos salários dos menos qualificados é bom para reduzir a desigualdade”, disse Naercio. “Mas o ideal seria que o salário de todos os trabalhadores aumentasse e os dos menos qualificados aumentasse ainda mais.”

Jovens. O recorte feito com os dados da Pnad levando em conta os anos de estudo mostra que os jovens estão melhor do que os trabalhadores mais velhos. O aumento salarial dos trabalhadores de 17 a 24 anos foi de 33% entre 2002 e 2011, passando de R$ 580 para R$ 773. Para os trabalhadores com 25 a 50 anos, o aumento foi menor, de apenas 14% – de R$ 1.206 para R$ 1.376. “O mercado de trabalho está favorável ao jovem. A taxa de desemprego diminui e o salário real tem aumentado”, afirmou Naercio.

Do Estadão

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Esporte

Belo futebol do Brasil causa grande repercussão no Twitter

A bela atuação que o Brasil teve no primeiro tempo contra a Espanha, pela final da Copa das Confederações, gerou grande repercussão no Twitter. Torcedores eufóricos, a todo instante, festejam a vitória parcial.

Sem título

A repercussão é tão grande que dos 10 assuntos mais comentados do Brasil no Twitter, cinco são relacionados ao jogo.

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Esporte

Brasil dá show no primeiro tempo e abre 2 a 0 contra a Espanha

O Brasil vai dando um show em cima da Espanha na final da Copa das Confederações. Nos primeiros 45 minutos, o time de Felipão não se intimidou em campo e atropelou os espanhóis com um 2 a 0. Fred, logo aos dois minutos, e Neymar, num golaço de pequena esquerda aos 43 min, marcaram para o Brasil.

O título está perto para a seleção canarinha!

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Esporte

Alex Padang diz que não tentará reeleição no América

A Tribuna do Norte traz neste domingo uma entrevista com o presidente do América, Alex Padang. Nela, o dirigente revela que não tentará a reeleição para o cargo – o pleito ocorre em dezembro deste ano.

O principal motivo, segundo Padang, é que a presidência lhe deixa sem tempo para cuidar de seus negócios e de sua família.

“O América me consome muito tempo. Quando decidi aceitar o desafio foi porque me preparei para isso, vivo o clube de forma intensa e venho me desgastando muito nos últimos dois anos”, disse o mandatário rubro.

Sobre quem poderia ser seu sucessor, Padang disse que o clube tem bons nomes para assumir o cargo e destacou seus preferidos: Paulinho Freire e Hermano Morais.

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Política

Datafolha: Lula perde menos e venceria no primeiro turno

As mais de três semanas de protestos impactaram profundamente a pré-candidatura de Dilma Rousseff (PT) à Presidência em 2014, mostra uma pesquisa do Datafolha, publicada na edição deste domingo da “Folha de S.Paulo”. O levantamento mostra que a taxa de intenção de votos na presidente caiu 21 pontos percentuais, estando atualmente em 30% — ou seja, ela ainda lidera, mas teria que disputar um segundo turno com Marina Silva (Rede Sustentabilidade), cujas intenções cresceram de 16% no ínicio de junho para 23%. Neste cenário, foram incluídos Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB).

A pesquisa que ouviu mais de 4 mil pessoas em 196 cidades, mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sofre uma queda muito menor de popularidade do que Dilma, e venceria no primeiro turno, num cenário contra Marina, Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB). Lula, que tinha 55% das intenções de voto no início de junho (antes dos protestos), tem 46%; seguido por Marina e Aécio.

Mesmo negando ser candidato, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, viu suas intenções de voto dobrarem do início de junho para cá: contra Dilma, Barbosa passou de 8% para 15%; já contra Lula, de 8% para 13% — se Barbosa se candidatasse num cenário contra Lula, o ex-presidente provavelmente disputaria um segundo turno. Já Aécio Neves aparece na terceira colocação em todos os cenários, menos se Barbosa disputar a Presidência: os dois ficariam em empate técnico.

Marina Silva, que tenta viabilizar o seu partido Rede Sustentabilidade, foi a que mais subiu nos quatro cenários pesquisados pelo Datafolha: entre sete pontos (com Dilma e sem Barbosa) e dois (com Lula e com Barbosa). Aécio Neves cresce entre três pontos (com Dilma) e um (com Lula).

O número de eleitores sem candidato também cresceu. No cenário atualmente mais provável, com Dilma, Marina, Aécio e Campos, o número dos que votariam em branco, nulo ou que ainda não sabem em quem votar passou de 12% para 24% — o que, segundo analistas, reflete a insatisfação com a classe política exposta nas manifestações. Na pesquisa espontânea, quando os pesquisadores não apresentam nenhum nome, o percentual dos que votariam em Dilma Rousseff caiu de 27% para 16% agora; seguida por Lula com 6% e por Aécio, com 4%. Barbosa, que não havia aparecido na pesquisa anterior, surge agora com 2%. O ex-governador José Serra (PSDB) dobrou seu percentual, de 1% para 2%. Na pesquisa espontânea, 55% dos eleitores ainda se dizem indecisos. Votos em branco e nulos passam de 5% para 9%. Ou seja, 64%, se indagados espontaneamente, não apontam nenhum candidato.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Calem a boca com isso, por favor. Já que ele nunca sabe de nada, deixa ele sem saber disso também. Assim, não corre risco de querer ser candidato. Pissss!

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Polícia

Polícia encontra revólver usado no assassinato do advogado Antônio Carlos

A Polícia Civil do Rio Grande encontrou o revólver calibre 38 que foi utilizado para matar o advogado Antônio Carlos. A arma estava em posse do vigilante Djalma Manoel dos Santos, de 61 anos, que a comprou de Lucas Daniel André da Silva, o Luquinha, assassino confesso do advogado.

A apreensão da arma ocorreu na última quinta-feira (27) na avenida Olinto Meira, no bairro Alecrim, no momento em que o vigilante se dirigia para o trabalho de bicicleta. Djalma estava portando uma outra arma, mas, quando questionado pelos policiais, admitiu que o revólver usado no crime se encontrava escondido na casa de um vizinho dele. O vigilante disse que pagou R$ 1.500 pela arma.

Djalma dos Santos foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo e se encontra preso no Centro de Detenção Provisória de Pirangi.

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Esporte

Copa das Confederações: Itália vence Uruguai nos pênaltis e fica com o terceiro lugar

A Itália derrotou o Uruguai neste domingo, nos pênaltis, por 3 a 2, após empate por 2 a 2 no tempo normal e na prorrogação, na Arena Fonte Nova, em Salvador, e ficou com a terceira colocação na Copa das Confederações.

A seleção italiana, que entrou no torneio por ter sido vida da Euro-2012, atinge assim a sua melhor colocação no torneio. Em sua primeira participação, em 2009, não passou da fase de grupos. Teve uma vitória e duas derrotas.

Os gols foram marcados por Cavani, duas vezes, para os uruguaios, e Astori e Diamanti para os italianos. Nos pênaltis, o goleiro Buffon brilhou ao defender três cobranças.

O JOGO

Com vários jogadores sem condições de atuar, como por exemplo Pirlo, Prandelli mudou o seu esquema de jogo ao copiar o Uruguai. Passou da formação com apenas um atacante para três: Gilardino, El Shaarawy e Diamante.

Do outro lado, Tabárez tinha o seu já conhecido trio formado por Cavani, Suárez e Forlán. O primeiro a aparecer foi justamente este último, numa cobrança de falta em que Buffon apareceu bem para fazer a defesa. Mas no duelo particular entre os dois trios, melhor para o italiano.

Aos 23min, Diamanti cobrou falta da direita, a bola bateu na trave, tocou nas costas de Muslera e correu sobre a linha. Astori chegou para completar. O trio italiano funcionou melhor porque encontrou mais espaços para jogar até a metade do primeiro tempo, quando chegou a ter nove chutes a gol contra apenas três do adversário.

Na defesa, que tinha Astori no lugar de Bonucci –aquele mesmo que perdeu o pênalti contra a Espanha na semifinal–, o time italiano se comportou bem. Mas cansou e o Uruguai equilibrou as ações em chutes a gol (12 contra nove). Na posse de bola, porém, a seleção italiana teve 58% –contra 42% dos uruguaios.

O Uruguai precisou do intervalo para voltar a ser aquele time que assustou o Brasil na semifinal da competição. Mais solta em campo da segunda etapa, a seleção de Tabárez passou a sufocar o rival, que insistia num jogo de toque de bola e paciência.

O time sul-americano acelerou e conseguiu o gol aos 12min. Cavani recebeu passe de Gargano na área e chutou cruzado para deixar tudo igual. O Uruguai colocou a Itália contra as cordas. Aos 22min, Forlán teve duas oportunidades para marcar. Buffon salvou os italianos nas duas ocasiões.

Porém, em seu primeiro chute no segundo tempo, a Itália conseguiu o segundo gol. Aos 27min, Diamanti cobrou falta da entrada da área e colocou a sua equipe novamente em vantagem.

Cavani, que joga justamente na Itália –no Napoli–, precisou de cinco minutos para responder na mesma moeda. Bateu uma falta com força, praticamente no meio do gol. Buffon não conseguiu chegar. O jogo foi para a prorrogação.

Com as duas equipes cansadas, o tempo extra teve poucas emoções. O Uruguai tomou um pouco mais de iniciativa, criou algumas chances, enquanto a Itália ficou em seu campo de defesa. No fim, o meia Montolivo ainda foi expulso por acúmulo de cartões.

Nos pênaltis, Forlán, Caceres e Gargano pararam em Buffon. O único a desperdiçar uma cobrança foi De Sciglio, que não passou por Muslera.

Da Folha

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Esporte

Presidente do ABC processa torcedores por calúnia e difamação

Deu no Blog da Frasqueira, do torcedor e conselheiro Arrison Henrique.

O presidente do ABC, Rubens Guilherme, está processando vários torcedores do clube por calúnia e difamação, que teriam sido cometidas em imagens e mensagens publicadas nas redes sociais.

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Em uma das imagens, uma foto de Rubens é colocada juntamente com os dizeres “Procura-se”, sugerindo que o presidente nunca vai ao clube.

Em maio, o dirigente já havia lavrado um Boletim de Ocorrência na delegacia contra esses torcedores pelo mesmo motivo.

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