O último dia do ano em Natal e no Rio Grande do Norte pode ser marcado por chuvas passageiras, segundo previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O fenômeno deve atingir o litoral potiguar, incluindo a capital, e também a região Oeste do estado nesta terça-feira (31).
De acordo com o meteorologista Gilmar Bristot, da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), a instabilidade climática é causada por um vórtice ciclônico que está atuando na região.
Impacto no Réveillon
Apesar das chuvas previstas, o meteorologista aponta que as precipitações devem ser rápidas, sem comprometer as celebrações de Réveillon em Natal e no interior do estado.
No litoral, a previsão é de temperaturas altas durante o dia, com mínimas quedas durante a noite.
A expectativa é de que o ano novo comece com tempo instável, marcando um início de janeiro típico para a estação, com alternância entre sol e pancadas de chuva.
A Unimed Natal encerra o ano com um importante reconhecimento de sua atuação. A operadora conquistou a maior nota de sua história no Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS 2024 / ano-base 2023), divulgado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Com 0,8522, a cooperativa não apenas superou a média nacional de 0,7805, mas também se destacou como a segunda melhor Unimed de grande porte do Nordeste e a melhor entre as operadoras de saúde do Rio Grande do Norte.
O resultado reflete o comprometimento da Unimed Natal com a qualidade da atenção à saúde, garantia de acesso, sustentabilidade no mercado e gestão de processos. Essas são as quatro dimensões avaliadas pelo índice, que considera 33 indicadores e estabelece um panorama do desempenho das operadoras de planos de saúde em todo o país.
Para o diretor-presidente da Unimed Natal, Dr. Fernando Pinto, o resultado é motivo de satisfação e estímulo para continuar avançando. “Essa conquista reflete o trabalho de toda a nossa equipe e demonstra nosso compromisso em oferecer o melhor cuidado aos nossos beneficiários, com excelência e responsabilidade”, afirmou.
Dr. Emerson Oliveira, diretor de Recursos Próprios da Unimed Natal, reforçou a relevância do resultado. “Alcançar a maior nota da nossa história em um índice como o IDSS evidencia que estamos no caminho certo, priorizando sempre a sustentabilidade e a satisfação dos nossos beneficiários”, declarou.
A ANS avalia anualmente todas as operadoras do setor de saúde suplementar. Em 2023, foram analisadas 894 operadoras, classificadas em faixas que vão de 0 a 1, com a nota máxima indicando desempenho de excelência. Para mais informações sobre o desempenho das operadoras, acesse o site da ANS: https://www.ans.gov.br/qualificacao_consumidor/consulta_dados/pesquisa_operadora.asp
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Foto: iStock
O dólar encerrou o ano em R$ 6,179, alta de 27,36% ao longo de 2024. No último pregão do período, nesta segunda-feira (30), a divisa registrou queda de 0,22%, após o Banco Central (BC) vender US$ 1,815 bilhão à vista em um leilão realizado nesta tarde para conter a alta da moeda.
“Apesar da força no cenário global, apoiada pelas perspectivas de juros elevados por mais tempo nos EUA, o dólar tem uma sessão de queda nesta segunda-feira, apoiado por mais um leilão de venda da moeda pelo BC brasileiro, em dia de formação da PTAX e baixa liquidez”, avalia Paula Zogbi, gerente de Research da Nomad.
“Além do cenário complexo do ponto de vista fiscal, que vem pressionando o dólar, é comum a saída de dólares do país no final do ano, o que estimula ainda mais a atuação do Banco Central de injetar mais dólares na economia, no 9º leilão deste tipo em dezembro. Antes da atuação, o dólar subia.”
Antes da operação, o dólar era cotado próximo de R$ 6,24. Os investidores continuam digerindo a probabilidade de que o Federal Reserve (Fed) fará menos cortes na taxa de juros no próximo ano.
Já o Ibovespa subiu 0,01% no dia, fechando o ano com 120.283,4 pontos. O resultado, porém, representa queda de 10,08% em 2024.
O ano foi de altos e baixos para o principal indicador da bolsa brasileira. Enquanto o Ibovespa atingiu sua maior pontuação de todos os tempos e registrou a menor volatilidade histórica em 2024, o índice teve seu pior desempenho em dólares desde 2015 e apenas 18% de suas ações fecharam o ano positivas, segundo Einar Rivero, analista da Elos Ayta.
“Na B3, apenas três índices encerraram no azul, enquanto o cenário inflacionário trouxe o IGP-M ultrapassando o IPCA em janelas anuais após 21 meses. Foi também um ano de saída massiva de investidores estrangeiros da Bolsa, refletindo a volatilidade global e local”, afirma Rivero.
O analista da Elos Ayta ainda destaca que a Petrobras alcançou o maior valor de mercado da sua história, “destacando-se mesmo em um cenário desafiador”.
Ainda tem um caba que usa o meu mesmo sobrenome defendendo isso. De todos os Mafras da minha família que eu conheci, tinham pobres, ricos, autoridades, necessitados, etc. Mas nunca vi em 48 anos de vida um Mafra jumento como esse tal de Gustavo.
Três reservatórios no Rio Grande do Norte ultrapassaram 80% de suas capacidades máximas: Lagoa de Boqueirão, Poço Branco, Campo Grande. A informação é baseada no Boletim Diário de Monitoramento Hidrometeorológico, divulgado nesta segunda-feira (30) pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (SEMARH/RN). O levantamento apresenta uma visão atualizada da situação hídrica no estado.
Entre os reservatórios monitorados, o açude Lagoa de Boqueirão, localizado no município de Touros, atingiu 93,77% de sua capacidade total, que é de 11.074.800 metros cúbicos. Outro destaque é o reservatório Poço Branco, situado na bacia Ceará-Mirim, que alcançou 85,29% de sua capacidade máxima de 136.000.000 metros cúbicos. Ambos os dados foram registrados até o dia 27 de dezembro de 2024.
Na bacia Potengi, o açude Campo Grande, no município de São Paulo do Potengi, também registrou um volume elevado, atingindo 81,74% de sua capacidade total de 23.139.587 metros cúbicos.
Além deles, outros reservatórios estão com níveis elevados, embora não tenham chegado a 80%, a expectativa é que isso seja alcançado em breve. É o caso do reservatório Riacho da Cruz II, na bacia Apodi/Mossoró, que chegou a 72,25% da capacidade de 9.604.200 metros cúbicos, enquanto o açude Marechal Dutra, na bacia Piranhas/Assu, alcançou 74,73% de seus 44.421.480 metros cúbicos.
A recuperação dos níveis nos reservatórios é vista com otimismo pelas autoridades e pela população, mas a SEMARH destaca a necessidade de continuar monitorando os volumes e adotando medidas para garantir o abastecimento hídrico sustentável.
Isso é muito bom!!!
Ótimo!!
Muito provavelmente vamos de novo percorrer o caminho das águas, ou seja, vamos dá um rôle no interior do RN apreciando a sangria dos nossos reservatorios.
Amém meu Deus.!!!
As grandes festas de Réveillon se popularizam no Nordeste. Cidades litorâneas da Bahia, Alagoas e Ceará recebem turistas todos os anos. Apesar disso, o trabalhador médio da região não ganha o suficiente para participar dessas comemorações.
Um dos exemplos mais discrepantes é o Réveillon Carneiros, realizado em Pernambuco. O preço do ingresso para 31 de dezembro varia de R$ 5.000 para homens e R$ 4.000 para mulheres –média de R$ 4.500. É mais que o dobro do que o rendimento geral de uma pessoa ocupada no Estado (R$ 2.228).
Mesmo algumas festas de luxo mais “baratas” ainda têm custo alto para o trabalhador. A entrada para o Awê Réveillon Caraíva, em Porto Seguro (BA), custa R$ 1.550. O empregado baiano ganha, em média, R$ 2.020. Sobram R$ 470 –montante insuficiente para manter um padrão de vida minimamente aceitável ao longo de 1 mês.
Leia as discrepâncias no infográfico abaixo:
Os valores não incluem as despesas eventuais com hospedagem, alimentação, bebidas etc. No final, o custo deve ser ainda maior.
O Poder360 consultou os preços dos ingressos em 26 de dezembro de 2024 nos sites oficiais de venda. É possível que tenham mudado até a data de publicação desta reportagem. Quando houve diferença entre o custo para homens e mulheres, este jornal digital calculou a média das entradas.
As informações sobre rendimento são do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), considerando todos os trabalhadores ocupados com 14 anos ou mais no 3º trimestre do ano.
O prefeito eleito de Natal, Paulinho Freire (União Brasil) e sua vice, Joanna Guerra (Republicanos), tomarão posse em cerimônia realizada no Teatro Riachuelo nesta quarta-feira (1º), às 16h. Também nesta quarta serão empossados os 29 vereadores para a próxima gestão da capital potiguar, bem como acontecerá a eleição para a próxima diretoria
A cerimônia deverá contar com a presença do ex-prefeito Álvaro Dias (Republicanos) e de outros nomes que apoiaram a campanha de Paulinho Freire, que venceu Natália Bonavides (PT) nos dois turnos. No segundo turno, a diferença foi de 42.947 votos, tendo Paulinho obtido 222.661 votos dos natalenses.
O rito para posse está previsto para ser iniciado às 14h na Câmara Municipal de Vereadores, com todos os 29 parlamentares eleitos tomando posse. A sessão da posse será presidida pelo vereador Subtenente Eliabe (PL), mais velho entre os eleitos, e pelos vereadores Robson Carvalho (União Brasil) e Ériko Jácome (PP).
“Após a posse dos vereadores haverá a eleição da mesa diretora da Câmara para o próximo biênio, com definição do presidente, 1º e 2º secretários e tesoureiro. Posteriormente, no dia 15 de fevereiro, será o início dos trabalhos para formação das comissões da Câmara Municipal”, explica Carol Gurgel, coordenadora do Cerimonial e Relações Públicas da CMN.
Após esse momento, os vereadores se encaminham ao Teatro Riachuelo para dar posse ao prefeito e vice eleitos, Paulinho Freire e Joanna Guerra. Neste momento, a expectativa é de que Paulinho faça discurso acerca de expectativas e desafios para a próxima gestão. Em seguida, os novos gestores irão ao Palácio Felipe Camarão onde o ex-prefeito, Álvaro Dias (Republicanos) fará a transmissão simbólica das chaves da cidade.
Sinceramente, entusiasmo 0 COM ESSA CAMBADA QUE VAI CHEGAR, VEREADORES SEM CREDENCIAMENTO PARA REPRESENTAR O POVO DE NATAL, INFELIZMENTE O POVO ESCOLHEU MAL ESSES NOVOS VEREADORES E ALGUNS ANTIGOS ANÊMICOS, USARAM A FORCA DO DINHEIRO PRA CHEGAREM LA, SECRETARIADO NOVO ANUNCIADO SEM CARISMAS, APATICOS E COM CARA DE NAO VAI DAR CERTO…QUE 2025 VENHA DIFERENTE, PORQUE COM ESSE POVO, SO JESUS NA CAUSA, Natal será pobre de novo, fracasso igual a Micarla
Dos 1,1 mil imóveis funcionais, apartamentos e casas de propriedade da União, ocupados por servidores comissionados, em Brasília, mais de 11% têm o mesmo inquilino há mais de 12 anos. Ou seja, pessoas que permanecem nos imóveis mesmo após o término dos governos e da vigência de suas nomeações.
Seis ocupam os imóveis desde os anos 1970. Há caso de mesma família aboletada na mordomia desde 1973. Mais da metade (723) se localiza na Asa Sul, área muito valorizada.
Milênio passado
Também tem aqueles que, nomeados antes do ano 2000, até já aposentados, seguem desfrutando 51 imóveis funcionais como seus.
Daqui não saio
Como petista adora mordomia paga pelos outros, 60 deles ocupam os mesmos imóveis funcionais desde os dois primeiros mandatos de Lula.
O tempo passa
Imóveis funcionais de Brasília custam caro: 71% são ocupados há menos de 4 anos, o que inclui pessoas nomeadas no governo Bolsonaro.
Desde 1960!
JK instituiu esses móveis para estimular a transferência dos servidores para Brasília. E o pagador de impostos nunca mais se livrou da despesa.
Se fosse só isso tava muito bom!
O pior é a quantidade de desonestos e bandidos tomando conta das casas dos três poderes da República.
Aí é que é de lascar o kool com uma pedra de paralelepípedo.
Manda teu governo colocar para fora, não esqueca os que estão desde lulu, 11% a mais de 12 anos, 1970, 1973, 2000, 60 filhotesdo nine, aproveita que o bebinho esta com tudo e coloca para fora, tem 71% com menos de quatro anos, esses sao do MITO ou do corno?
O câmbio brasileiro enfrentou um ano de volatilidade e encerrou 2024 com uma desvalorização de 21,82% ante o dólar Ptax, taxa de referência para contratos denominados em real em bolsas de mercadorias no exterior.
O desempenho coloca o real como a moeda mais desvalorizada entre 27 economias analisadas pela consultoria Elos Ayta.
O resultado foi o pior para a divisa brasileira desde 2020 e a terceira maior desvalorização em termos nominais desde 2010. Completam o pódio os anos de 2015, durante o segundo mandato da então presidente Dilma Rousseff (-31,98%), e 2020, ápice da pandemia de Covid-19 (-22,44%).
“O desempenho do real em 2024 ilustra os desafios enfrentados pelo Brasil em um cenário global adverso e diante de incertezas domésticas. A análise das flutuações cambiais ao longo dos últimos 15 anos destaca a volatilidade inerente à economia brasileira e reforça a importância de medidas consistentes para garantir estabilidade e previsibilidade aos agentes econômicos”, avalia Einar Riverno, analista da Elos Ayta.
Outras moedas emergentes também performaram mal. Destaca-se o peso que os desdobramentos das eleições nos Estados Unidos tiveram sob o mercado de câmbio global.
Com a vitória de Donald Trump, a expectativa é de que o republicano promova políticas protecionistas que tendem a fortalecer a economia norte-americana, a inflação do país e, consequentemente, o dólar no mundo.
Porém, além dos fatores externos, destacam-se elementos domésticos por trás da desvalorização acentuada do real no ano.
2025 vai ser pior.
Não fizeram nada pra esse cenário mudar.
É só gastança e mais gastança endividamento da máquina mesmo cobrando os impostos mais altos do mundo.
Vai piorar, que ninguém duvide.
Infelizmente.
Documentos obtidos pela coluna do Metrópoles mostram que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) adquiriu o prédio onde atua, localizado em área nobre de Brasília, por R$ 687,5 milhões. O contrato foi assinado em 30 de setembro pelo diretor-geral da ANTT, Rafael Vitale, cujo mandato se aproxima do fim. Não houve licitação.
O pagamento deverá ocorrer ao longo de 22 anos, 11 meses e 1 dia, em parcelas mensais de R$ 2,5 milhões. Do montante, R$ 1,7 milhão é para o aluguel e R$ 758,2 mil, para a compra.
O prédio fica no edifício Venâncio Green Building, no Setor de Clubes Esportivos Sul (SCES), em Brasília. O imóvel pertence originalmente à J.N. Venâncio Administração de Imóveis LTDA.
A sede tem área privativa de 24,4 mil m², segundo o contrato. O valor por metro quadrado sai a aproximadamente R$ 28 mil.
Em nota, a ANTT explicou que o Contrato de Locação nº 001/2010 foi construído para atender às necessidades de ocupação da agência, com cláusula de opção de compra (Built to Suit).
“Nesta modalidade, após o pagamento das parcelas, o imóvel passa a ser propriedade da ANTT. O processo envolvendo a aquisição do imóvel seguiu rigorosamente todos os ritos da legislação vigente, com as devidas manifestações técnicas e jurídicas atestando a vantajosidade e a legalidade”, informou.
Compra de sede da ANTT foi feita sem licitação
O processo de compra ocorreu com dispensa de licitação, diferente do que seria a praxe em casos desse tipo, e sem chamamento público. A nova Lei das Licitações e Contratos (Lei 14.133/2021) prevê, em linhas simples, que um órgão público deve provar que precisa do prédio e que nenhum outro na cidade atende aos requisitos necessários para adquirir o imóvel.
A última renovação de contrato mudou a regra do documento original para reversão do imóvel, isto é, sair do aluguel para a compra. Antes, era necessário apresentar três laudos de avaliação de empresas especializadas para atestar o valor do prédio.
Sete em cada dez brasileiros e brasileiras não apenas aprovam programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, mas creem que eles deveriam ser ampliados.
O dado faz parte de pesquisa do Datafolha de avaliação do governo Lula dois anos após a posse.
No total, 71% dos entrevistados disseram ser favoráveis à expansão. Foram 16% os que defendem a redução, enquanto 10% gostariam de vê-los extintos. Três por cento não opinaram. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
A pesquisa ouviu 2.002 pessoas em idade superior a 16 anos residentes em 113 municípios de todas as regiões do país. As entrevistas foram feitas entre 12 e 13 de dezembro.
O principal programa de transferência de renda do governo federal é o Bolsa Família, que atende 20,7 milhões de famílias em 5.570 cidades. O número total de pessoas beneficiadas diretamente pela iniciativa é de 54,3 milhões.
O valor mínimo pago é de R$ 600, com adicionais de R$ 150 a cada criança até seis anos e R$ 50 para gestantes, crianças e adolescentes entre 7 e 18 anos. O custo para o governo com este programa, neste ano, é estimado em R$ 168 bilhões.
Também há outros benefícios para a população de baixa renda, como auxílio gás, benefício de prestação continuada e tarifa social de energia elétrica, por exemplo.
A maior defesa dos programas de transferência de renda, segundo o Datafolha, vem das mulheres (75% das entrevistadas), entre as pessoas entre 16 e 24 anos (81%), as que têm renda até dois salários mínimos (78%), moradores do Nordeste (78%), eleitores que aprovam o governo Lula (82%) e recebem o Bolsa Família (87%).
O apoio mais significativo à redução dos programas está entre as pessoas de maior escolaridade (24% dos entrevistados) e que reprovam a gestão de Lula (23%).
Em abril deste ano, o presidente disse não desejar que o brasileiro seja “eternamente” dependente do Bolsa Família. Ele almeja, afirmou, o aumento da classe média:
“A gente não quer um país de gente muito rica e de gente muito pobre. Se possível, a gente quer um país em que você tenha uma classe média sustentável, que tenha um padrão de vida digno, com escola, com cultura, com salário. Que as pessoas possam ir jantar no final de semana num restaurante, almoçar. Que as pessoas possam fazer uma viagem. É esse país que nós sonhamos.”
Se comparados os números entre os que declararam voto em Lula ou Jair Bolsonaro na eleição presidencial de 2022, os que apoiaram o petista são mais favoráveis à ampliação dos programas de transferência de renda.
Dos eleitores de Lula entrevistados pelo Datafolha, 81% defendem a extensão. Entre os bolsonaristas, são 56%. Enquanto 12% dos apoiadores do atual presidente acreditam que os programas deveriam ser reduzidos e 5%, extintos, os índices entre os defensores de Bolsonaro são 22% e 17%, respectivamente.
São números semelhantes quando a pergunta é qual o partido de preferência: dos que declararam ser o PT, sigla do governo, 82% defendem a ampliação, 10% a redução e 5% a fim do programa (2% disseram não ter opinião). Nos simpatizantes do PL de Bolsonaro, 54% querem a expansão, 24% a redução e 21%, o fim do Bolsa Família.
São 22% os que declararam receber o benefício ou morar alguém que recebe. Eram 24% em dezembro do ano passado. O maior índice já registrado pelo Datafolha foi 28% em setembro de 2022
O Bolsa Família está no centro de discussão sobre o recém-regulamentado das bets no Brasil. Dados divulgados pelo Banco Central em setembro deste ano mostram que beneficiários do programa gastaram cerca de R$ 3 bilhões em apostas apenas em agosto. Embora o número tenha sido contestado, abriu debate sobre o assunto.
Integrantes do governo federal querem que medidas sejam adotadas para impedir os inscritos no Bolsa Família de usarem o dinheiro para apostar. O STF (Supremo Tribunal Federal) determinou que medidas sejam adotadas.
A maioria dos brasileiros (67%) também considera a sua renda familiar insuficiente, sendo que 42% avaliam faltar dinheiro para chegar ao fim de cada mês. Os que afirmam passar por grandes dificuldades financeiras são 25%, o maior número já registrado em pesquisas do Datafolha para esta questão.
Em comparação com as duas últimas pesquisas realizadas sobre o tema, a taxa dos que avaliam a própria renda familiar como insuficiente cresceu. Eram 37% em dezembro de 2022 e 39% no final de 2023.
Foram 22% que avaliaram terem exatamente o dinheiro que precisam para sobreviver, enquanto 4% disseram ter mais do que o suficiente.
A bolsa familia nada mais é de que um programa eleitoreiro, porque o povo não necessita de esmola de governo nenhum, e sim essas pessoas precisam de emprego, de ter o seu contracheque no final do mês, ter seu cartão de credito e viver com dignidade. Um empregado trabalha 30 ou 35 anos diariamente para se aposentar e no final dessa jornada ganhar .1.412,00 Reais, e esse pessoal do bolsa familia, nunca contribuiu para a previdência e ganha 900 reais, caso tenha 2 filhos. Esse bolsa familia é um grande mal, a pulação de baixa renda, porque aontes desse programa, o homem e a mulher todos trabalhavam, juntando a renda dos dois somava quase 3.000 reais. Depois do bolsa familia nem trabsaha mais o homem nem a mulher, eles se acomodaram. Porque não sepode trabalhar de carteira assinada, mas um trabalho eventual , eles podem trabalhar. Hoje o casal começam a fazer filhos,porque cada filho que nasce eles ganham mais 150,00Reais. Aumentando a prole, e no final esses filhos de grande número, pode ater virar um viciado em drogas, ou mesmo assaltantes, porque depois de 4 ou 5 filhos o caal foge de controle dos filhos, até mesmo se tratando de uma classe B ou C, Ai é quando a bolsa familia ao invés de fazer o bem trouxe o mal. Antes desse bolsa família o pessoal de baixa renda passava dificuldade, como sempre passaram, mas não morreia ninguém, o casal trabalhava e mesmo na carência segurava a sua família, sem precisar de esmola.
Aqui em Caruaru, a rede varegista Mateus, abriu um grande empreendimento a 8 meses, por conta dessa bolsa familia, os pernambucanos daqui, não ocuparam mais de 100 vagas, por nao querer perder assinar a carteira e consequentemente perder a bolsa familia.
É impressionante!
Como o povo é burro.
Se bem que essas pesquisas de hoje em dia, não são confiáveis.
Mas se estiver certa, era pra ser ao contrário.
Um país não pode viver de esmolas de governo, que seja, direita ou esquerda.
O país precisa de desenvolvimento, geração de riquezas e empregos, tinha que acabar com essas leis trabalhistas idiotas, só serve pra atrazar o país.
Digo sem medo de errar, se não fosse essa porcaria de leis trabalhistas, hoje eu tinha beirando 100 empregos pra gerar pros trabalhadores rápido, ligeiro.
A primeira coisa, que eu faria era ampliar, dobrar a fabricação de arga massa, só aí pegava mais 20 pais e mães de família para trabalhar, não defendo que as pessoas recebam esmolas de 600 contos por mês de jeito nenhum.
Que serventia tem um dinheiro desse?
Não serve pra nada, só pra fomentar a miséria e a preguiça no Brasil, cenário perfeito pro partido dos Trambiqueiros ter vida boa e longa as custas da ignorância alheia.
Agente quer ter esperança no país, mas é preciso admitir que é muito difícil.
Alvo de disputa entre Executivo, Legislativo e Judiciário ao longo de todo 2024, a execução das emendas parlamentares foi fonte de discórdia dentro do governo Lula (PT) e alimentou um racha entre Câmara e Senado no penúltimo dia do ano.
A consequência do vaivém de ofícios, decisões e pareceres é que os mais de R$ 4 bilhões em emendas que os parlamentares esperavam ver liberados ainda em 2024 ameaçam não sair do papel.
Para compensar, auxiliares de Lula estão costurando um acordo com parlamentares para que os recursos reforcem o caixa dessas verbas no ano que vem —o modelo ainda não está pronto.
Na tarde desta segunda-feira (30), a AGU (Advocacia-Geral da União) divulgou um parecer para orientar os ministérios sobre a execução de emendas a partir de uma decisão da véspera do ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal).
Optando por uma interpretação cautelosa, conforme descrito no próprio parecer, o órgão recomendou o não pagamento até o esclarecimento do que apontou como “dúvida razoável”. Posteriormente, pediu ao STF esclarecimento sobre a decisão.
A análise da AGU foi classificada como restritiva por técnicos de ministérios e do Palácio do Planalto, que trabalhavam com a possibilidade de liberação de R$ 1,7 bi em emendas de comissão que haviam sido empenhadas até 23 de dezembro –o que, na avaliação deles, estaria alinhado com a decisão de Dino.
Sob comando de Alexandre Padilha, a SRI (Secretaria das Relações Institucionais) chegou a divulgar o valor total dessas emendas e os ministérios contemplados, sem, no entanto, sugerir o descumprimento do parecer da AGU.
Acompanhando a decisão do ministro do STF, o texto da Advocacia-Geral também apontou para nulidade do ofício em que 17 líderes partidários, inclusive o petista Odair Cunha (MG), assumiram, em conjunto, a paternidade de emendas de comissão no total de R$ 4,2 bilhões.
Nos bastidores, líderes partidários afirmam haver uma ação coordenada entre Dino, que foi ministro de Lula, e o governo no sentido de reduzir na marra o peso das emendas parlamentares no orçamento federal. A mesma suspeita levou o petista a receber os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), no Palácio do Planalto para negar qualquer tipo de acordo.
Me apresentem por favor meus caros leitores do blog do BG, um projeto novo pro nosso País que essa trinca aí de cima na foto defenderam pro Brasil nesse ano que hora está terminando.
Um só!!
Já é o bastante, me dou por satisfeito.
Bora vê?
Manda!!!
O mercado financeiro estima crescimento de 2,01% para o PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil em 2025. A projeção é menor que a alta projetada para 2024 (3,49%). O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) só deve divulgar o resultado da atividade econômica do ano passado em 7 de março de 2025.
Os dados com as perspectivas para a economia brasileira estão no Boletim Focus divulgado pelo BC (Banco Central) nesta 2ª feira (30.dez.2024). O relatório (íntegra PDF – 754 kB) é divulgado semanalmente e traz projeções de economistas sobre diversos indicadores.
O Poder360 também compilou estimativas de instituições financeiras e consultorias. As projeções mostram que deve haver um crescimento menor do PIB brasileiro ante 2024.
A Fecomércio SP (alta de 1,5%), por exemplo, praz uma estimativa mais pessimista. Já o Ministério da Fazenda (crescimento de 2,5%) é mais otimista.
BRASIL ABAIXO DA MÉDIA GLOBAL
As estimativas dos principais organismos internacionais indicam que o PIB global terá expansão de 2,6% (Fitch Ratings) a 3,3% (OECD). Os Estados Unidos iniciaram um movimento de redução da taxa básica de juros no 2º semestre de 2024 e há resiliência na atividade econômica em países asiáticos, com a Índia como destaque.
Dessa forma, o patamar deve ser maior do que o brasileiro. As projeções destas organizações para a atividade econômica no país são de alta de 2,0% a 2,3%.
Na prática, apostam em desaceleração da atividade econômica brasileira em 2025 ante 2024:
Ecio Costa, economista e professor da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), afirma que os países desenvolvidos estão em um movimento diferente do Brasil.
“Os Estados Unidos, a Zona do Euro e outras economias estão em um processo de redução de taxas de juros porque a inflação desses países foi de certa forma controlada. […] Isso vai ajudar a acelerar o ritmo de crescimento dessas economias. Aqui no Brasil, a gente está com um processo de reinflação. E esse processo de reinflação tem obrigado o Banco Central a elevar as taxas de juros, fazendo até com que muitos investimentos se tornem inviáveis”, declara ao Poder360.
O mercado financeiro projeta que a Selic termine 2025 em até 15%. A estimativa para a taxa básica de juros se dá depois da decisão do BC (Banco Central) de elevar a Selic em 1 p.p. (ponto percentual) e da indicação de que deve promover duas novas altas da mesma magnitude.
No comunicado (íntegra – PDF – 36 kB), o Copom (Comitê de Política Monetária) sinalizou “ajustes de mesma magnitude nas próximas duas reuniões”, caso haja a confirmação de “cenário mais adverso para a convergência da inflação”. A Selic terminou 2024 em 12,25%.
“A projeção da Selic de 15% no final deste ano inviabiliza muitos investimentos, principalmente investimentos de tecnologia e infraestrutura, em que os retornos são muito demorados. A viabilidade desses negócios se torna cada vez mais comprometida. Isso desacelera o ritmo da economia brasileira até para poder controlar a inflação”, diz Costa.
O economista afirma que a questão fiscal pesa: “No ano passado, você viu uma política fiscal bastante expansionista, fazendo com que haja um crescimento acima das expectativas, mas isso tende a se reverter a partir desse ano, caso realmente haja uma redução dos gastos. Há uma pressão do mercado para que o governo atenda e até foi apresentado um plano de redução, apesar de que tímido, mas se você tem redução de despesas. Isso termina também desacelerando a economia.”
Em 27 de novembro, o ministro Fernando Haddad (Fazenda) anunciou em pronunciamento em rede nacional da rádio e TV um pacote fiscal, que busca reduzir gastos de 2025 a 2030.
O Congresso aprovou grande parte das medidas no final de dezembro. O projeto de lei envolvendo a mudança sobre a passagem de militares para a reserva ficou para ser votado em 2025.
Essas previsões não credibilidade nenhum, não passam de especulações meramente de interesses do mercado.
Talvez o autor ou autores dessa projeções para 2025
sejam os mesmos que previam crescimento da economia do Brasil para 2023 0,98 % e tivemos crescimento de 3,2%
Em 2 anos de governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não aumentou seu eleitorado. Ao contrário, desde 2023, viu sua desaprovação entre quem o elegeu subir 8 pontos percentuais. Pesquisa PoderData realizada de 14 a 16 de dezembro mostrou que 18% dos eleitores que dizem ter votado no presidente no 2º turno das eleições de 2022 agora rejeitam a administração do petista.
Ele recebeu 60.345.999 votos no 2º turno de 2022 contra 58.206.354 de Jair Bolsonaro (PL). Isso significa que os percentuais de insatisfeitos equivalem a algo perto de 10,86 milhões de eleitores. O número é 5 vezes maior que os 2,14 milhões de votos que decidiram a eleição em favor do petista.
Apesar disso, o PoderData também apontou um cenário inverso. Dentre os que votaram em Bolsonaro, há uma parcela expressiva que, hoje, avalia positivamente a gestão Lula: 11% declaram “aprovar” o governo do petista e outros 8% avaliam o desempenho do atual presidente como “bom” ou “ótimo”.
Considerando os 11% que afirmam “aprovar” a administração federal no eleitorado de Bolsonaro e os votos recebidos pelo ex-presidente, o levantamento indica que cerca de 6,4 milhões desses eleitores são, agora, simpáticos à nova gestão. O saldo, entretanto, não é positivo.
Para chegar a esse resultado, o PoderData cruzou as respostas dos entrevistados às perguntas: “Você aprova ou desaprova o governo do presidente Lula?” e “Em quem você votou para presidente no 2º turno das eleições de 2022?” ao longo do ano. O PoderData fez 11 pesquisas nacionais desde o início do mandato para avaliar vários aspectos em diferentes momentos da administração do presidente Lula.
O levantamento ainda cruzou a declaração de voto em 2022 dos entrevistados com a avaliação do trabalho pessoal do presidente –quando o entrevistado pode avaliar Lula à frente do Planalto como bom/ótimo, regular ou ruim/péssimo.
Nesse cenário, o resultado é mais favorável ao presidente. Porém, é preciso considerar que quase metade (45%) dos eleitores avaliam o desempenho de Lula como “regular”. Essa avaliação é um sinal amarelo para o petista, por costumar ser um pit stop antes de o eleitor mudar para uma avaliação mais firme –positiva ou negativa.
Tudo considerado, nos 2 lados há eleitores com indícios a mudar de opinião e, em ambos os casos, esse número supera a diferença de votos que decidiu o pleito de 2022. A polarização segue pujante. Porém, as curvas dos infográficos de Lula (acima) e de Bolsonaro (abaixo) mostram que o petista já esteve em posição mais confortável durante a gestão, conquistando mais eleitores de seu adversário e desagradando menos quem o elegeu.
Como mostrou o Poder360, Lula chega à metade de seu mandato com menos apoio do que quando foi eleito. Atingiu desaprovação recorde, não tem conseguido cumprir o discurso de unir o país e enfrenta desafios econômicos (alta de dólar, juros e inflação) para recuperar sua popularidade.
A mesma pesquisa PoderData, realizada de 14 a 16 de dezembro de 2024, mostra que a administração petista é desaprovada por 48% dos brasileiros –o maior percentual em 24 meses.
Além de ser o maior percentual de desaprovação registrado desde o início do mandato, em janeiro de 2023, a taxa também ficou numericamente acima do percentual de aprovação, que está em 45%. Há um empate técnico, pois a margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
A taxa de percepção negativa do governo avançou 9 pontos percentuais desde a posse de Lula: foi de 39% a 48%. Já a avaliação positiva do governo caiu 7 pontos percentuais em 24 meses, de 52% para 45%.
É a 2ª vez que a desaprovação supera numericamente (ainda que dentro da margem de erro) a aprovação do governo. A 1ª vez foi em maio de 2024, quando o Lula 3 era desaprovado por 47% e aprovado por 45%. Naquele período, logo depois da pesquisa, o presidente fez um esforço intensivo de marketing em função das eleições, visitando diversas cidades e anunciando e inaugurando obras.
O vereador Dr. César Maia segue firme na disputa pela presidência da Câmara Municipal de Parnamirim. Com o apoio consolidado de 12 vereadores, sua candidatura ganha ainda mais força nos bastidores da política local.
Os 12 parlamentares que declararam apoio ao vereador garantem que “não abrem” e que seus votos estão firmes e consagrados. Essa união reforça a posição de Dr. César Maia como favorito para liderar o legislativo municipal nos próximos dois anos.
Nos bastidores, o clima é de confiança e expectativa positiva para o vereador, que já é reconhecido por sua atuação destacada na Câmara e pelo trabalho em prol da população de Parnamirim.
A votação oficial está prevista para esta quarta-feira dia 01, mas os números indicam que Dr. César Maia está cada vez mais próximo de assumir a presidência da Casa.
O dólar fechou em queda nesta segunda-feira (30), o último pregão do ano, a R$ 6,1797, depois de uma nova intervenção do Banco Central do Brasil (BC). O resultado, no entanto, não foi suficiente para amenizar o avanço da moeda em 2024, que fechou com uma alta acumulada de 27,35%.
A valorização do dólar no ano é resultado de uma série de fatores externos e internos, como conflitos internacionais, nível de juros nos Estados Unidos e expectativas em torno das contas públicas brasileiras.
Especialmente neste fim de ano, os holofotes ficaram com o quadro fiscal do Brasil, em meio a receios do mercado financeiro sobre a efetividade do pacote de corte de gastos anunciado pelo governo em novembro.
O governo precisa reduzir os gastos porque tem uma meta de zerar o déficit público — ou seja, gastar o mesmo tanto que arrecada em 2024 e 2025. São as regras definidas pelo arcabouço fiscal, o conjunto de normas para controle das contas públicas.
Em termos simples, os receios do mercado financeiro em relação às contas públicas se refletem no dólar da seguinte forma:
Sem cortar gastos, o país tem uma perspectiva menor de controle da dívida pública;
Um país mais endividado tem uma probabilidade maior de não cumprir com seus compromissos financeiros, e se torna mais arriscado;
Um país mais arriscado só se torna atrativo se pagar juros mais altos pelos títulos;
Com países mais seguros pagando juros mais altos no exterior, o Brasil fica menos atrativo;
Se o Brasil está pouco atrativo, os investidores tiram dólares do país, enfraquecendo o real.
Com projeções mais pessimistas sobre a elevação da dívida bruta do país, o dólar subiu ainda mais neste fim de ano. De 6 de novembro a 17 de dezembro, saltou de R$ 5,67 para R$ 6,07, uma alta de 7,40% no curto período.
O mesmo cenário impactou o Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira, a B3. O índiceficou estável nesta segunda, mas registrou perdas de 10,36% no acumulado do ano.
Dólar
O dólar recuou 0,22% nesta segunda, cotado a R$ 6,1797. Na máxima do dia chegou a R$ 6,2422.
Com o resultado, acumulou:
alta de 2,99% no mês;
avanço de 27,35% no ano.
Na última sexta-feira (27), a moeda norte-americana fechou em alta de 0,26%, cotado a R$ 6,1932.
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