Religião

“Vírus do individualismo é o mais difícil de derrotar”, diz papa Francisco em nova encíclica


Cláudio Peri/EFE

O papa Francisco denunciou as desigualdades e o “vírus do individualismo” em sua nova encíclica, intitulada “Fratelli tutti” (Todos irmãos), que foi divulgada neste domingo, 4. No texto, ele pede o fim do “dogma neoliberal” e exorta a fraternidade “com feitos e não só com palavras”.

Em sua terceira encíclica, de 84 páginas, o pontífice argentino retoma os temas sociais abordados ao longo de seus sete anos e meio de pontificado e reflete sobre um mundo atormentado pelas consequências da pandemia do novo coronavírus.

“A especulação financeira com a ganância fácil como fim fundamental segue causando estragos”, adverte. Ele acrescenta que “o vírus do individualismo radical é o vírus mais difícil de derrotar”.

No documento, Francisco enfatizou um pedido que já fez em suas viagens a países mais pobres e esquecidos. “É possível aceitar o desafio de sonhar e pensar em outra humanidade. É possível ansiar por um planeta que garanta terra, abrigo e trabalho para todos.”

Em sua nova encíclica, o pontífice reivindica o direito de todo ser humano de viver “com dignidade e se desenvolver plenamente” e recorda que a pandemia evidenciou a incapacidade dos líderes de atuar conjuntamente em um mundo falsamente globalizado. “A fragilidade dos sistemas mundiais frente às pandemias tem evidenciado que nem tudo se resolve com a liberdade de mercado”, enfatiza.

“Vimos o que aconteceu com as pessoas idosas em alguns lugares do mundo por causa do coronavírus. Não tinham de morrer assim (…), cruelmente descartadas”, lamenta.

Vinicius de Moraes

Em um trecho em que abordou a construção de uma nova cultura a partir da convivência entre as diferentes faces da sociedade, o papa Francisco citou um trecho de “Samba da Bênção”, do poeta e compositor Vinicius de Moraes: “A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro na vida”. Ele destaca a necessidade de uma cultura do encontro “que supere as dialéticas que colocam um contra o outro”.

“Isto implica incluir as periferias. Quem vive nelas tem outro ponto de vista, vê aspectos da realidade que não se descobrem a partir dos centros de poder onde se tomam as decisões mais determinantes.”

Nova ética nas relações internacionais

Em sua encíclica mais social, após reiterar sua oposição à “cultura dos muros”, o papa exorta uma nova ética nas relações internacionais.

“Uma sociedade fraternal será aquela que promova a educação para o diálogo a fim de derrotar o ‘vírus do radicalismo individual’ e permitir que todos deem o melhor de si”, destaca. “O mundo de hoje é principalmente um mundo surdo”, aponta o pontífice, que também pede uma reforma estrutural das Nações Unidas, reitera a total oposição da igreja à pena de morte e fala que a dívida externa dos países “deve ser paga, mas sem prejuízo ao crescimento e à subsistência dos países mais pobres.”

Na encíclica, o papa defende o diálogo e a busca por novos caminhos para chegar à reconciliação entre os povos.

“Não é possível decretar uma ‘reconciliação geral” pretendendo fechar por decreto as feridas ou cobrir as injustiças com um manto de esquecimento.”

O pontífice observa que muitos “ateus cumprem melhor a vontade de Deus do que muitos crentes”, um tipo de advertência aos numerosos políticos em todos os continentes que se sentem “autorizados por sua fé a apoiar diversas formas de nacionalismos fechados e violentos, atitudes xenófobas, desprezo ou mesmo maus-tratos com os que são diferentes.”

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Mesmo sendo católico praticante e ser "fã" de muitas idéias do Papa Francisco, não posso concordar totalmente com ele. Realmente, o individualismo somente aumenta as diferenças sociais, contribuindo diretamente com outros problemas que a humanidade enfrenta na atualidade.
    Infelizmente, a Igreja Católica e outras Igrejas fazem um discurso de doação e compaixão, no entanto continuam a construir templos luxuosos e suntuosos, ao invés de distribuir as doações aos mais necessitados.
    Tem que fazer o dever de casa.

  2. O Papa parece que não lê a Biblia e se lê não entende que Deus fez os seres humanos desiguais. Ricos e pobres sempre existiram e existirão. O pobre não quer ser pobre eternamente; a classe média sonha em se tornar rica; o rico quer se tornar cada vez mais rico. O ser humano é movido pela ambição. Agora, se ele fala que nós devemos ajudar aos necessitados, o que muitas vezes não fazemos, ele está certo. No entanto, entre o capitalismo e o comunismo, os fatos comprovam que o primeiro é indiscutivelmente melhor.

  3. E esse papa não dá um (pio – sic, troacadalho) sobre o que o 'antineoliberalismo' está fazendo com os seus compatriotas.

  4. CALA A BOCA, CHICO! Desigualdade não quer dizer nada. Sei que ninguém gosta delas em si, mas pessoas são diferentes. Diferenças voluntárias ou involuntárias. Até irmãos criados sob um mesmo teto são desiguais. Dê o mesmo dinheiro para elas, e veja o resultado a longo prazo. O Mundo é assim, amadureçam e lidem com isso, e as tentativas de equiparação na marra sempre dão em mais desigualdade e injustiça. Se pode ter igualdade com a base vivendo dignamente, ou todos igualmente na miséria (qual vc escolhe?); E viva o individualismo. Se não fosse a vontade de se diferenciar dos outros, não teríamos as inovações sem as quais haveria fome e barbárie. Um rico que compra um carro caro está dipersando dineiro em toda uma cadeia produtiva (pessoas que têm família) e, de quebra, pagando impostos.

    1. Correção: se pode ter DESigualdade com a base vivendo na miséria….

    2. Correção da correção: se pode ter igualdade na miséria OU desiguldade com a base vivendo dignamente.

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Judiciário

TRE investiga páginas no Facebook que fazem agressões a Álvaro Dias

Imagem: reprodução/Facebook

O Facebook tem 48 horas de prazo para identificar o(s) responsável(is) pelas páginas “Natalzuera” e “Weslinatalzuera”. A decisão é da juíza Hadja Rayane Holanda de Alencar, da 3ª Zona Eleitoral, no sentido de investigar o caso. Os dois perfis promovem ataques e agressões contra o prefeito Álvaro Dias (PSDB).

Designada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RN) para fiscalizar ações relacionadas à propaganda no pleito deste ano, a magistrada determina ao Facebook que revele no prazo estabelecido a identidade de quem criou e mantém as páginas digitais investigadas. A multa é de R$ 10 mil para cada dia em que a ordem judicial for descumprida.

A ação sustenta que a liberdade de expressão não autoriza postagem de cunho anônimo, com tom jocoso, em que são proferidas injúrias, calúnias e difamações gravíssimas, ferindo o disposto no artigo 57-D da Lei das Eleições. A juíza Hadja Rayane Holanda de Alencar vai aguardar o envio das informações pelo Facebook para se pronunciar sobre outros pedidos feitos pela defesa do prefeito Álvaro Dias, dentre eles o da exclusão dos perfis infratores.

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Acidente

Empresário de 25 anos morre após pular de bungee jump de 100 metros de altura


Foto: Google Street Views/Reprodução

Um empresário de 25 anos morreu, na tarde deste sábado (3), após pular de bungee jump, em Antônio Dias, a 172 km de Belo Horizonte. De acordo com o Corpo de Bombeiros, a corda do equipamento teria arrebentado durante a prática. O salto era feito de cima do Viaduto da Prainha, na BR-381, que tem aproximadamente 100 metros de altura.

Os militares que atenderam a ocorrência contaram à reportagem que o corpo da vítima foi encontrado no chão, já sem vida. O jovem estava acompanhado de amigos e outras pessoas que também praticavam o esporte. Algumas delas ficaram nervosas com o acidente e precisaram receber atendimento médico.

Adam Esteves Gomes Dias Martins Cardoso era natural de Nova Era, na região Central de Minas, e estava saltando pela primeira vez. Testemunhas relataram aos socorristas que, durante a pandemia, o local tem sido procurado frequentemente por praticantes do esporte, que consiste em pular em queda livre, amarrado em uma corda elástica pelo tornozelo e pela cintura.

Ainda segundo os bombeiros, quatro homens que estavam no local eram responsáveis pela instrução dos saltos. A PM (Polícia Militar) foi acionada para colher informações sobre o esporte e sobre a morte do empresário. Segundo o boletim de ocorrência, a vítima era moradora da cidade de Nova Era, a 137 km de Belo Horizonte.

Opinião dos leitores

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Economia

União planeja arrecadar R$ 30 bilhões com a venda de 3,8 mil imóveis vagos ou fora do padrão para a administração pública


Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

Dona de um patrimônio imobiliário de mais de 750 mil imóveis cadastrados, o governo federal pretende arrecadar até R$ 30 bilhões até 2022 com vendas. A Secretaria de Coordenação e Governança do Patrimônio da União (SPU), do Ministério da Economia, pretende se desfazer de 3,8 mil imóveis para arrecadar o valor.

São apartamentos, salas e lojas, entre outros, que estão vagos e muitos são considerados fora do padrão adequado para o funcionamento da administração pública.

Atualmente, a União tem 53 mil imóveis reservados para uso do governo. Os dados fazem parte de um levantamento exclusivo da SPU, feito a pedido do Metrópoles.

A “esteira de desinvestimento”, como o governo chama o processo, tem dois lados: um, de arrecadação; o outro, de economia. A União tem gastos elevados com manutenção de imóveis desocupados, totalmente sem uso.

O mais recente exemplo é o Edifício Joseph Gire, mais conhecido como A Noite, arranha-céu localizado na Praça Mauá, no centro do Rio de Janeiro, que foi colocado à venda pelo Ministério da Economia.

Com custo mensal de manutenção que chega a R$ 300 mil, o governo pretende arrecadar R$ 90 milhões. O prédio já figurou como o mais alto da América Latina, abrigou o jornal vespertino A Noite — de onde surgiu o apelido — e foi sede da Rádio Nacional. Empresas e órgãos públicos também funcionaram no local.

Segundo a SPU, em 2019 o governo teve um gasto de R$ 3,2 milhões com manutenção de imóveis desocupados. A manutenção do Edifício A Noite não está incluído no valor, pois o imóvel só foi transferido para a SPU neste ano de 2020.

Fazendas, hotéis e lojas

Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

Mas não só de apartamentos funcionais e sedes desocupadas é composta a carta de imóveis do governo federal. Na lista, segundo a SPU, aparecem com frequência armazéns, galpões, fazendas, lojas e hotéis, entre outros.

As edificações mais comuns são terrenos (56%), apartamentos (10%), casas (10%) e edifícios/prédios (5%). Muitos ainda passarão por avaliação para serem vendidos.

Por fim, 62% dos imóveis se concentram em quatro unidades da Federação: 22% em São Paulo, 18% no Distrito Federal, 12% em Minas Gerais e 10% em Mato Grosso do Sul.

Dentro do governo, a preocupação é erradicar a situação de abandono de imóveis da União – que leva muitos a se tornarem alvo de invasões e depredações e até risco de colapso, como desabamentos.

Problema recorrente

O acúmulo de imóveis em desuso não preocupa apenas a administração pública central. Órgãos também enfrentam a mesma dificuldade, o que revela que o problema é recorrente.

Os Correios, por exemplo, colocaram dezenas de imóveis à venda em várias regiões do país. São 21 editais de venda de apartamentos, prédios e terrenos, entre outros, em 17 estados e no Distrito Federal. As licitações estão agendadas até o dia 14 de outubro.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) possui de casas no Lago Sul a prédios abandonados. O órgão tem 355 imóveis no país. São apartamentos, prédios, galpões, lojas, salas, comerciais, escritórios e armazéns sem uso e em péssimas condições.

A maior parcela das edificações fica nos rincões espalhados por 20 unidades da Federação. Mas o problema existe também em grandes cidades. Para se ter dimensão da situação, somente em Brasília são 12 imóveis em 10 endereços abandonados ou em péssimo estado de conservação.

O Ibama informou apenas que “aguarda autorização legislativa para proceder a alienação dos bens imóveis da autarquia”. O órgão não informou quanto gasta com a manutenção de seus imóveis e o que fará com esse patrimônio.

Mudanças na legislação

Em julho, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sancionou a Lei nº 14.011. A legislação simplificou a venda de imóveis da União que estão sem uso.

O novo instrumento legal trouxe o certame virtual, a avaliação baseada em métodos estatísticos, a simplificação da remição de foro, a livre manifestação de interesse na aquisição de imóveis da União, a venda direta com a participação de corretores e a alienação de imóveis em lotes.

Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. O RN precisa fazer o mesmo que a união está fazendo. Já devia ter vendido o centro de convenções, Juvenal Lamartine, parque Aristófanes Fernandes, garagem do DER e CEASA.

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Saúde

Centros de Enfrentamento à Covid-19 de Natal fizeram atendimentos neste sábado

Foto: divulgação

Neste sábado (03), a Prefeitura do Natal, através da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Natal), abriu, das 8h às 14h, os três Centros de Enfrentamento à Covid-19 da capital potiguar, localizados nas zonas Leste, Norte e Oeste.

O objetivo foi atender à população que não pode buscar atendimento durante a semana. Os três serviços funcionaram com consulta médica para profilaxia, tratamento de pessoas sintomáticas e conscientização da população sobre medidas de controle da Covid-19. Foram realizadas testagem de sintomáticos pelo método swab de acordo com avaliação médica do usuário.

Foto: divulgação

“Nós estamos em um momento importante do controle da pandemia, onde se verifica desde 1º de julho uma queda não só na letalidade, como nas internações em UTI e enfermarias e também na transmissibilidade da doença, o que é mais importante. E agora nós vamos para a 2ª fase que é a manutenção da imunidade de treinamento que é dada pelo uso dos medicamentos diante da exposição ao vírus. Isso vai possibilitar que as pessoas de grupos de risco continuem sendo protegidas contra formas graves da doença e contra internação até que a vacina chegue para nossa população”, afirma o Médico Infectologista do Comitê Científico de Natal, Fernando Suassuna.

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Política

ELEIÇÕS 2020: Um em cada três candidatos a prefeito no país não tem coligação com outro partido


Foto: Rodolpho Buhrer/Reuters

O fim das coligações para o Legislativo nestas eleições municipais teve como consequência o maior isolamento dos partidos. Levantamento feito nos 5.570 municípios brasileiros, com base em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), aponta que um em cada três candidatos não formou coligação para disputar o cargo de prefeito em novembro. Em quatro anos, as candidaturas solitárias saltaram de 16% para 35% do total.

O maior isolamento foi registrado por quase todas as siglas, mas atingiu em cheio as agremiações que polarizaram a última disputa presidencial: PT e PSL. Em mais da metade das cidades onde lançaram candidatos, essas legendas estão sozinhas.

O percentual está acima do registrado por legendas como PSD, DEM e MDB, cuja taxa de isolamento gira em torno de 20%. É também quase o dobro de 2016, quando os petistas tiveram o pior resultado em uma eleição municipal em duas décadas.

Especialistas e presidentes de partidos ressaltam que, não podendo fechar chapas conjuntas para a disputa de vereador, agremiações que antes talvez fizessem alianças proporcionais em troca de apoio a chapas majoritárias tiveram menos estímulos este ano.

A estratégia foi lançar candidato a prefeito para aumentar a chance de puxar votos na Câmara de Vereadores. O distanciamento das discussões travadas no plano nacional também influenciam no isolamento de legendas mais “ideológicas”.

— Sem a possibilidade de coligação proporcional, deixa de ser interessante para legendas abrirem mão de lançar nomes próprios, que acabam sendo usados para alavancar candidaturas no Legislativo — explica Emerson Cervi, cientista político da Universidade Federal do Paraná (UFPR)

Os dados indicam, no entanto, que lançar candidato solo não costuma ser uma boa estratégia. Em 2016, apenas 109 candidatos se elegeram sem coligação. Destes, 98% em cidades com menos de 30 mil eleitores, 2% de todas as prefeituras do país.

Desgaste e vazio

Presidente nacional do PT, a deputada federal Gleisi Hoffmann (PR) diz que não foi apenas a esquerda que ficou mais fragmentada na corrida eleitoral, mas também a direita e o Centrão.

—É como no futebol, não dá pra ganhar sem entrar com o time em campo. Dá mais visibilidade quando a gente trabalha o número, o 13. Geralmente quem vota no 13 para prefeito tende a votar 13 para vereador — diz Gleisi.

Especialistas citam, ainda, o fim da atratividade de PT e PSL, distantes da “caneta” do governo federal, responsável por obras e recursos, principalmente nos municípios pequenos. O PSL ficou aquém do potencial vislumbrado após a eleição de 2018, com a debandada do clã Bolsonaro, apesar de candidaturas no Rio, São Paulo e Curitiba, e do lançamento de 731 candidatos, quatro vezes mais que em 2016.

Legendas que estão mais próximas ao poder, como PP e PSD, que hoje compõem a base de apoio do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), acabaram ganhando maior capilaridade. Este ano, os dois desbancaram o PSDB da segunda posição na lista de partidos com mais candidaturas.

Para Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, a partir do fim das coligações proporcionais, as alianças que existirem serão mais alinhadas ideologicamente.

— O partido sabe que para ele crescer tem que investir no seus próprios quadros. Na minha visão, a mudança tornou o sistema partidário mais saudável. A tendência é que as legendas cada vez mais disputem com candidatura própria, com mensagens específicas para seus eleitores.

Carolina Botelho, cientista política do Laboratório de Estudos Eleitorais, Comunicação Política e Opinião Pública da Uerj, acredita que, apesar da fragmentação, os prefeitos não devem sofrer com problemas de governabilidade.

— Os partidos vão se organizar de alguma forma. Há uma corrente que a hiper fragmentação é o problema, mas os dados mostram que isso não foi impeditivo de votar pautas importantes e se desenvolver. As alianças vão ser construídas em torno das pautas e das lideranças do partido — ressalta.

O Globo

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Economia

Setores produtivos da economia potiguar cobram fim da insegurança jurídica

Hotel da BRA, como ficou conhecida a obra inacabada na Via Costeira de Natal, consumiu cerca de R$ 50 milhões em sua construção até ser embargado pela Justiça, um símbolo da insegurança jurídica | Foto: Adriano Abreu

Reportagem da Tribuna do Norte deste domingo destaca que no Rio Grande do Norte, empresários representantes de Sindicatos e Associações do setor produtivo alertam para os riscos gerados pela insegurança jurídica e cobram integração dos órgãos de fiscalização e controle, de defesa dos interesses sociais e individuais, bem como do Poder Judiciário para que o Estado não perca, ainda mais, empreendimentos que podem gerar empregos, renda e desenvolvimento social e humano.

“A insegurança jurídica tem que acabar. O empresário tem uma licença na mão e amanhã, porque determinado agente público questionou e desconsiderou tudo o que foi feito de estudo e de análise pelo próprio Poder Público através de Idema, Semsur, Semurb…, trava a obra. A gente quer que as leis sejam claras. Onde pode, tem que poder. Onde não pode, não pode. Só isso. A população precisa de emprego e o governo precisa arrecadar. Onde for possível construir empreendimentos, é importante que se faça. E que as análises para liberação de licenças sejam mais céleres”, declara Sílvio Bezerra, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Rio Grande do Norte (Sinduscon/RN).

Leia a reportagem completa na Tribuna do Norte.

Opinião dos leitores

  1. Na minha visão, nenhum empreendimento que tome a visão da passagem da orla, seja na via costeira ou em qualquer outro ponto deve ser permitido.
    Do contrário passa a ser um privilégio privado, apenas pra quem tem acesso aos hotéis, restaurantes etc que são construídos nessas condições.

  2. O cidadão quis dar uma de espertalhão na construção desse hotel e depois vem chorar de insegurança jurídica. A norma já existia antes dele começar a construir. Foi trouxa e agora fica chorando.

    1. Porque não embargaram na planta?
      Depois de quase pronto é que vem com essa frescura?
      Insegurança jurídica sim, isso tem que acabar.

  3. Verdade. Esse cabo de guerra entre o poder público e empresários precisa acabar. É necessário bom senso dos dois lados.
    Natal está toda travada em nome da preservação ambiental.
    Cumprir toda a burocracia que a lei exige quase sempre inviabiliza os empreendimentos.
    Contudo, quando todos se unem em prol de um objetivo comum, a coisa anda rápido.
    Tome-se o exemplo do Arena da Dunas. O Natalense perdeu dois equipamentos que funcionavam: o machadão (que havia acabado de passar por uma manutenção que custou R$19 milhões) e o machadinho, em prol do Arena das Dunas (que hoje não serve pra nada), para trazer 5 jogos da copa para Natal.
    Quando a "turma" quer viabilizar, a coisa anda. Quando não quer…

  4. Esse exemplo não é o adequado ao objetivo da matéria, porque esse empreendimento interpretou a norma já estabelecida de forma particular, a fim de atender seu desejo, prova disso é que todos os outros hotéis da orla não quiseram dar esse golpe de contar os andares a partir do alto da duna e não do nível da praia. Arriscou e perdeu. É verdade que o problema se arrasta por anos na justiça, mas isso ocorreu porque alguém, possivelmente, achou que se "molhasse" as mãos das autoridades conseguiriam burlar a norma. Não dê apoio a esse empreendimento que tentou burlar a norma, porque ele quer ter vantagem sobre todos os outros que aplicaram seu dinheiro de acordo à lei e, agora, estão com menor número de quartos para oferecer a seus clientes!

  5. Não é bem assim construiu um andar a mais querendo levar vantagem.Tem que derrubar mesmo .

    1. É fato Emmanoel. Concordo!
      No entanto, enquanto cidadão não entendo ainda não haver uma solução. Não podemos barrar o desenvolvimento sem apontar um caminho alternativo. É muito fácil dizer não e ficar escondido atrás de leis arcaicas, embora defenda que leis devem ser cumpridas.
      Nesse caso específico, defendendo a adoção de penas alternativas do tipo compensatórias, bem como multas e sanções que sejam razoáveis, e não intransigentes ou inviabilizadoras.
      O empreendimento em questão representaria no mínimo 300 empregos diretos e tantos outros indiretos, que sem dúvida alguma representaria algo muito importante para a pobre economia do nosso Estado. Aliás, para um Estado que tem um governo no mínimo medíocre, quando pouco ou nada fez pelo seguimento do turismo potiguar.

    2. Icaro, me corrija se interpretei errado, os 300 empregos valem mais do que as leis? Então vamos arrumar 300 empregos "temporarios", após concluir a obra serão todos dispensados, passar por cima da lei, onde TODOS os outros hoteis cumpriram e apenas este ESPERTO vai ficar na vantagem por não ter cumprido a lei?

      Cara, nos dias de hoje infelizmente as pessoas que pensam assim não querem que o Brasil prospere.

    3. Alguém, leia novamente e tente entender. Não é deixar de cumprir a lei, e sim buscar uma solução. Nem tão pouco deixar de punir. Tem que punir sim. O que não pode é deixar com estar. Já se vão mais de 10 anos de um embrólio sem fim.
      E como disse antes, existe penas alternativas e compensatórias. Medir forças só trás atrasos. Aí sim, esse tipo de gente que pensa pouco, e acha que tem razão em tudo, é que representam o retrocesso.

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Saúde

Homem ‘desenganado’ por médicos ao ficar paraplégico volta a andar após quase 5 anos

Fotos: Arquivo Pessoal

“Fui dormir, ainda estava andando. Acordei sem mexer as pernas”. O relato é do instalador elétrico Jonathan Jekabson, de 42 anos, que ficou paraplégico da noite para o dia. Desenganado pelos médicos, o morador de Praia Grande, no litoral de São Paulo, não perdeu a esperança e conseguiu realizar o sonho de voltar a caminhar com as próprias pernas, após quase cinco anos.

Ele conta que, desde os 15 anos, já sentia dor na lombar, proveniente de uma possível escoliose. Na época, ele ia ao médico, mas, após ser medicado, era liberado. Até que parou de andar, literalmente, do dia para a noite. Jonathan afirma que, quando foi dormir, em uma sexta-feira, ainda caminhava, no entanto, ao acordar, já não tinha mais os movimento das pernas.

“Foram vários fatores, não fui atropelado, não caí de moto. Era muito forte, carregava muito peso. Trabalho com instalações elétricas, subo muito em telhado, prédio e casa. Por três vezes, no decorrer desse período todo, eu caí de telhados em pé. A reação de espanto e de falta de entendimento se dá por não ter uma causa aparente”, desabafa.

Naquela manhã de sábado, ele foi a um hospital de Praia Grande, onde passou por exames e foi constatado que ele havia desenvolvido uma hérnia de disco, que acabou comprimindo sua medula em três lugares

A hérnia

O fisioterapeuta Eduardo Santana Cordeiro, amigo de infância de Jonathan, explica que, quando há lesão medular, é comum o paciente perder os movimentos, mas depende da área afetada na coluna. “Por exemplo, se for na cervical, ele pode perder o movimento dos quatro membros”, afirma.

No entanto, ele conta que não é comum perder os movimentos por conta de uma hérnia de disco. “Normalmente, isso está relacionado a um trauma, uma lesão traumática maior, direta ou indiretamente. Por exemplo, a pessoa pode ter caído ou sofrido um acidente de carro, algo mais sério que pode levar a isso”, complementa. No caso do instalador, uma das quedas de telhado ocasionou a uma hérnia de disco traumática.

O início da luta

“O médico me condenou, disse que eu ia ficar paraplégico”. O diagnóstico, porém, não foi aceito por Jonathan, que afirmou ao profissional que não sairia da unidade naquele estado. “Fiquei por dois dias no hospital, até que um outro médico me transferiu para outro hospital, em Santos. Conheci outro médico, que me deu uma sobrevida”. O instalador passou por uma cirurgia, que fez com que a compressão na medula fosse aliviada e que os órgãos funcionassem bem, apesar de sua atual condição.

“Ele falou que não era para voltar a andar, era para ter qualidade de vida”, relembra. No procedimento, foram colocados dez pinos de titânio, dois varões e um articulador, em três vértebras. “Essas vértebras não têm mais cartilagem, foram fixadas entre si para abrir o canal da medula e diminuir a pressão medular”, explica.

Jonathan saiu do hospital desenganado pelos médicos, no entanto, não se contentou com a ideia de viver em uma cadeira de rodas para sempre. Centenas de sessões de fisioterapia e muita determinação foram necessárias para que, ao longo de cinco anos, ele conseguisse sair da cadeira e pudesse caminhar com a ajuda de um andador, depois de muleta e, por último, uma bengala, que é usada de vez em quando.

“Um doido que anda”

“O fisioterapeuta que me acompanhou durante metade do tratamento se surpreendia a cada etapa de superação. Foi um processo bem longo, e tudo por minha crença. Ninguém me deu uma esperança, ninguém chegou para mim e falou ‘vai na fé que você vai andar’”, relata.

“Toda vez que eu chegava no fisioterapeuta com outro equipamento, ele me perguntava quem me mandou fazer aquilo. Sempre dizia que ninguém mandava em mim, e que as pessoas não iam me limitar. ‘Você é doido’, ele falava. Eu respondia: ‘Posso ser doido, mas vou ser um doido que anda’”, conta em meio a risos.

Após a recuperação, ele voltou a trabalhar em telhados e até levou o filho mais velho, que herdou a paixão do pai por instalações elétricas. Além disso, Jonathan teve mais um filho, que considera um presente para fechar o ciclo de desafios. “É a melhor parte de tudo isso que eu vivi”, revela.

“A história é bonita, mas os bastidores são tristes, cheios de muito sofrimento. A gente alcançou o resultado que queria, isso torna ela bonita e satisfatória até para a gente. Eu tenho a felicidade de estar vivo, de voltar a ser útil, de voltar a ser independente, porque muitos não voltam. Isso é o que mais pesa para um deficiente”, finaliza.

G1

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Política

Trump tem melhora substancial, mas ainda não está fora de perigo, diz boletim médico

Foto: Joyce N. Boghosia/Casa Branca/Reuters

Um novo boletim sobre a saúde de Donald Trump foi divulgado na noite deste sábado (3) pela equipe que cuida do presidente dos Estados Unidos, internado em um hospital militar desde sexta-feira (2) após ser infectado pela Covid-19.

O informativo é escrito pelo líder da equipe de médicos da Casa Branca, Sean Conley. Nele, o médico afirma que Trump teve “uma melhora substancial, embora ainda não esteja fora de perigo”.

O documento ainda diz que o presidente tomou uma nova dose do antiviral remdesivir e continua sem febre e sem oxigênio suplementar, com um nível de saturação entre 96% e 98% o dia todo.

Ainda segundo o comunicado, Trump passou a parte da tarde trabalhando, levantou e se movimentou pela suíte sem dificuldade, mas o médico alerta que a equipe continua “cautelosamente otimista”.

G1

Opinião dos leitores

  1. Maria, que peninha, vc quando tenta emitir opinião é um desastre total, mulher fica em casa, o que vc escreveu serve de caminho a seguinte frase " quem nasce para pataca, nunca chega a ser vintém" , texto ridículo e desprovido de qualidade, não se passe por isso criatura, opiniões bobas leva a pessoa ao descrédito e vergonha. Para finalizar, se lhe serve de consolo, melhor mugir do que roer, pois sim, o PT e seus dirigentes roeram o brasil, ninguem gosta de rato.

    1. Verdade, a opinião dessa criatura (Maria) tá muito parecida com os que estão com abstinência à corrupção.
      #PTNuncaMais
      #NãoVotemEmPartidosDeEsquerda
      #LulaNaCadeia
      #Trump2020
      #BolsonaroReeleito

  2. Trump vai ter alta em breve e, se Deus quiset será reeleito. Para o brasileiro que verdadeiramente gosta do Brasil pegou mal a declaração do Binden quando deixou claro seus desejos intervencionistas.

  3. Esse Presidente dos EUA é duro, é igual ao Véio Bolsonaro, mais duro que carne de tétel kkkkkkk

  4. E depois disso também não poderá ir aos debates, não é mesmo? Kkkkk
    Enfim Bolsonaro conseguiu fazer com que o Trump olhasse pra ele.

    1. Trump não está na frente nas pesquisas.
      Os debates são uma oportunidade de reverter
      A imprensa canhota americana, que apoia drogas e putarias o perseguem dia e noite.

  5. Nasceu com os pés pra frente igual ao que sofreu uma bendita facada, ficaram doentes de verdade mas tiveram sortes, como o daqui, Esse não irá comparecer dos debates, tendo em vista que não se saiu muito bem pelo modo agressivo que tem, diferente daquele que lhe falta inteligência e conhecimento para debater, enfim, pode ganhar a eleição nesse final. Tenho esperança que o povo americano não coma capim como o gado daqui

    1. E o choro continua. Aceita que dói menos! Ainda há muito pra chorar até 2026.

    2. Maria, só não concordo com você, porque seria duas pessoas falando bosta.

    3. Ah, será que o tratamento que está experimentando a base de antivírus TB tem o desinfetante? Ele sugeriu a população pra matar o vírus.

    4. Se até agora o Trump tava tranquilo com essa opinião de Maria ele tem que começar a ficar preocupadíssimo!!!!
      Garanto que no comitê da campanha dele nimguem dorme hoje!!!

    5. Se preocupe não. Nos EUA nunca vai faltar capim nem nada. Os capitalistas fizeram um bom trabalho. Pode vencer esse globalista progressoca que o país guenta o tranco. Nos nossos vizinhos estatizaram ou irão a produção de capim. E os resultados? E tem gente no Brasil que adora esse tipo dw medida.

    6. Eita povo de memória curta. Lula e Dilma também não compareceram a debates.

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Trânsito

Multas em rodovias federais caem 22% na pandemia


Foto: divulgação/PRF

Com a pandemia de coronavírus, as multas de trânsito aplicadas pela PRF (Polícia Rodoviária Federal) despencaram nos primeiros seis meses deste ano. Foram registradas 2,4 milhões de infrações nas rodovias federais em todo o país, de janeiro a junho, uma média de 562 multas por hora.

A redução chegou a 22% em relação ao mesmo período de 2019, quando os motoristas receberam 3,1 milhões de autuações, média de 727 por hora. O ranking das infrações teve poucas alterações em relação ao ano passado.

A campeã disparada continua sendo a multa por dirigir com a velocidade superior à máxima permitida em 20%, com 1,05 milhão, média de 240 infrações por hora. Mas também teve uma queda de 39%, considerando o 1,7 milhão registrado no ano passado. Neste caso, a infração é considerada média, com valor de R$ 130,16 e 4 pontos na CNH.

A redução de autuações já era esperada, não só nas rodovias como nas cidades, por causa das medidas de restrição para o enfrentar a pandemia de coronavírus. “O que houve foi uma redução de fluxo de veículos. Diminuíram os deslocamentos, as viagens, as pessoas saíram menos de casa, houve menos transporte de carga. A sociedade inteira diminui o ritmo que havia antes. O número de caminhões e veículos em circulação é que reduziu como nunca havia ocorrido”, avalia Eduardo Biavati, especialista em educação e segurança no trânsito.

Em segundo lugar vem a autuação por deixar de manter acesa luz baixa durante o dia nas estradas, com 241.514, um pequeno aumento (1%) em relação ao ano passado, desbancando a de velocidade superior em mais de 20% até 50% da máxima permitida, que ficou em terceiro, com 188.895. A autuação também é considerada média, com valor de R$ 130,16 e mais 4 pontos na carteira de habilitação.

Mas, nesse período, os motoristas também relaxaram as regras de segurança. As multas que mais aumentaram este ano foram a falta de uso de capacete e de cinto de segurança. Conduzir passageiro de motocicleta sem capacete aumentou 69%, seguida de dirigir moto sem capacete (59%) e condutor deixar de usar cinto de segurança (54%), passando de 67.089 para 103.487.

R7

Opinião dos leitores

  1. Bom domingo Entregador De Pizza, Deus permita que o delivery bombe hoje de novo, essas coisa essenciais ao capitalismo acende luz para todos, inclusive vc. Não deixe de tomar o remédio da democracia, soro da verdade, para combate a depressão de ideias e retrocesso. Aquela fase de roubos milionários, estradas mal feitas, desemprego, esmola, favorecimento a ditadores, esquizofrênicos, doação do património público já saiu do retrovisor, agora as luzes da democracia, imposta por 57 milhões de votos, já iluminam com os faróis da esperança um Brasil mais justo e igual, torçamos por isso, Saudações.

  2. Graças a Deus ?.
    Bom domingo a todos, fiquem na paz.
    Vou descansar a coluna, que o delivery ontem bombou e hoje tem mais.
    #SemMedoDeSerFeliz

    1. Pelo seu apoio a ladrões corruptos, não quero nem pensar no que você é capaz de fazer nessas suas entregas, seu violador de embalagens de pizza. Você é uma vergonha pra uma categoria de trabalhadores tão nobres, canalha sem futuro!

    2. Algum dos ? ?, sabe informar porque o Queiroz depositou 445 lobos-guará na conta da primeira dama?

    3. Depositou por que tem dinheiro.
      E muito!!
      Vc não bota porquê??
      Tá liso??
      Rsrsrs

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Política

VÍDEOS: Aglomerações em eventos políticos pelo interior do RN continuam em várias cidades

 

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Uma publicação compartilhada por Blog do BG (@blogdobg) em

As cenas de aglomerações em movimentações políticas, ignorando qualquer protocolo de prevenção contra a covid-19, vistas desde o final de semana passado se repetem pelo interior do RN, quando iniciou o período de campanha eleitoral.

Desta vez nos municípios de Campo Grande, São José do Campestre e em Patu. Multidões atrás de paredões de som que tocavam os jingles dos candidatos.

Opinião dos leitores

  1. Quando começarem a morrer é só botar o politico para pagar o enterro, velório e uma indenização.
    Aposto que cancela rapidinho.

  2. Cada um da o que tem .E isso que eles tem pra dá.Descaso com a saúde pública.Imagine um candidato dessa linhagem sendo eleito .

  3. A turma do "fique em casa" fez o maior escaramuças por causa de aglomerações em Pipa nas praias daqui e de outros Estados. Está fazendo 1 mês e estamos numa boa curva achatada, redução de óbitos etc. Se aglomeração matasse não tinha ninguém vivo em Natal. A galera que sobrevive do comércio no Alecrim jamais obedeceu a o loquidau de Cipriano e Fátima. Manter um mínimo do protocolo- máscaras, álcool e certo distanciamento- é suficiente. Em casa, por razões óbvias, somente os grupos de risco e os servidores públicos que ganham bem e adoram o ócio. Exceções à parte, claro.

    1. Pois é! Excessões a parte mesmo. Não são todos os servidores públicos que adoram o ócio. Muitos estão trabalhando em casa e trabalhando muito!

  4. Que falta de respeito. Absurdo. Os Responsáveis pela eleição vão continuar permitindo??????Que País é esse, parece que não aprendemos nada em toda essa Pandemia, que triste.

  5. MP para os políticos irresponsáveis. Mas o que mais me impressiona é tamanha ignorância do povo, uma dúzia dessas pessoas vão dividir as benesses e roubos durante os quatro anos de governo e 99% do restante vao continuar na pobreza. Eita povinho burro.

  6. Um bando de abestalhados e ignorantes, atrás de políticos que visam unicamente eles e depois o povo que se ferre. É por isso que eu acho maravilhoso esse país de quinto mundo.

  7. Pergunta de prova… Se daki para as eleições, aumentarem e muito o contágio, internações e até mortes, vão reavaliar o dia da votação, como dizem que vão fazer com as aulas…???

  8. Todo mundo sabia que o vírus ia acabar nas eleições. Depois volta e no réveillon acaba de novo, volta e no carnaval acaba de novo. Bolsonaro tem razão.

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Celebridades

Ex-Menudo morre após internação por tentativa de suicídio; família autoriza doação de órgãos

Ex-Menudo Anthony Galindo, de 41 anos, tentou cometer suicídio e está em estado grave no hospital (Foto: Reprodução/Instagram)

Anthony Galindo, ex-integrante do Menudo, morreu neste sábado (3) após passar seis dias internado por uma tentativa de suicídio. A notícia foi anunciada nas redes sociais do cantor.

“Com muita dor, queremos informar que hoje, sábado, 3 de outubro, às 15h43, morreu nosso querido Anthony Galindo, após seis dias em que os médicos fizeram de tudo para salvar sua vida”, diz o comunicado.

“Agradecemos todas as orações e apoio em um momento tão difícil para a nossa família e tantas pessoas que puderam conhecê-lo como pessoa e artista. Como era de sua vontade, a família assinou uma autorização para a doação dos órgãos e dessa maneira, no momento em que deixa de existir, vai poder ajudar outras pessoas e salvar suas vidas”, continua a nota.

A família chegou a criar uma vaquinha para ajudar com os gastos do hospital. Ele estava internado em Miami, nos Estados Unidos. Segundo a família, Anthony sofria de depressão, que foi agravada pelo isolamento social gerado pela Covid-19. O venezuelano de 41 anos de idade integrou o grupo Menudo, banda que revelou o astro Ricky Martin, em 1997.

QUEM

Opinião dos leitores

  1. Acompanhei a trajetória dos Menudos no meio da década de 80. Mas esse aí não foi do meu tempo. ?

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Economia

Briga de Rogério Marinho com Paulo Guedes expõe racha no governo

A guerra declarada entre os ministros da Economia, Paulo Guedes, e do Desenvolvimento Social, Rogério Marinho, em torno da forma de financiamento do programa Renda Cidadã esquentou a temperatura política em Brasília e evidenciou um racha no governo Jair Bolsonaro.

A divisão entre as alas fiscalista – representada por Guedes e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto – e a desenvolvimentista – liderada por Marinho, ministros militares e líderes do Centrão – gira em torno do teto de gastos, a regra que impede o crescimento das despesas acima da inflação.

Nessa disputa, Marinho é o “inaugurador” de obra e próximo ao presidente Bolsonaro. Guedes é taxado como “cortador” de despesas, incluindo benefícios, e defensor do teto.

A ala desenvolvimentista, como mostrou o Estadão/Broadcast, quer colocar de pé o Renda Cidadã excluindo o programa do limite do teto de gastos, mesmo que temporariamente. A iniciativa abriria espaço para investimentos públicos, já que as despesas com o Bolsa Família também poderiam ficar de fora do teto. Com os efeitos da pandemia ainda esperados para 2021, o argumento desse grupo é que será preciso continuar com medidas de estímulo para auxiliar a população mais vulnerável e os investimentos públicos, garantindo a retomada econômica.

Na sexta-feira, depois que Marinho, em conversa com investidores do mercado, disse que o programa seria feito de qualquer jeito, Guedes reagiu e cobrou da ala política “coragem” para fazer o ajuste. Para os fiscalistas do governo, a mudança do teto vai trazer instabilidade e colocar o País em uma trajetória explosiva de dívida pública, com recessão e fuga de investidores.

A expectativa agora é de mais ajustes de alta nas taxas de juros cobradas pelos investidores com as incertezas em torno do Renda Cidadã, ao longo da próxima semana. Marinho e lideranças do governo no Congresso têm estreitado as conversas com o mercado financeiro, mas sem conseguir acalmar o nervosismo em torno do risco fiscal.

Na avaliação do ex-secretário adjunto de Política Econômica e atual diretor de Estratégias Públicas do Grupo MAG, Arnaldo Lima, o ideal é que Guedes e Marinho possam convergir na agenda de reformas, o que traria mais calma para o mercado financeiro. Ele lembra que Marinho foi um dos principais responsáveis pela aprovação da modernização trabalhista e previdenciária. “Chegou a hora da política econômica voltar a se sobrepor à economia política e tanto Guedes quanto Marinho são cruciais para esse reposicionamento estratégico”, diz.

Comparação

A briga entre Guedes e Marinho já é comparada ao episódio do envio do primeiro orçamento com déficit pelo governo Dilma Rousseff. Em 2015, a disputa dos dois principais ministros de Dilma, Joaquim Levy, na Fazenda, e Nelson Barbosa, no Planejamento, em torno do envio ao Congresso do projeto de Orçamento de 2016 com a previsão de déficit de R$ 30,5 bilhões (foi a primeira vez que isso aconteceu) dividiu o governo entre as alas fiscalista e desenvolvimentista. O Brasil perdeu o grau de investimento, o selo de bom pagador, pela agência Standard & Poor’s dias depois.

A divergência de rumo da política econômica acabou levando mais tarde à troca de comando da equipe econômica. Levy aceitou enviar o orçamento com déficit, mas deixou o ministério da Fazenda poucos meses depois, em dezembro do mesmo ano, após uma sequência de derrotas para Barbosa e os ministros palacianos na tentativa de garantir um ajuste fiscal mais rápido a partir de 2016. Barbosa defendia um ajuste gradual para não comprometer o crescimento e os investimentos.

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

  1. Homi Rogério Marinho onde entra a merda tá feita, no ABC foi assim. Que o Mito dê logo o cartão vermelho enquanto é tempo.

  2. Dois PNC, Paulo Guedes e Rogerio Marinho. Se juntar os dois, não têm voto pra eleger um conselheiro tutelar em Natal kkkkklk

  3. O Guedes quer derrubar o ex-vereador, o ex-vereador quer implodir o Guedes… Espero que os dois tenham êxito em suas empreitadas.

  4. Pode deixar com o Véio Bolsonaro, que ele resolver as rixas dentro do governo, o resto é intrigas da oposição e essa imprensa de matéria paga, pq o Véio Bolsonaro é duro Kkkk .

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Meio Ambiente

41% consideram ruim ou péssima atuação do governo Bolsonaro no meio ambiente

Pesquisa PoderData realizada de 28 a 30 de setembro mostra que 41% dos brasileiros consideram a atuação do governo Bolsonaro “ruim” ou “péssima” na preservação do meio ambiente.

Outros 34% consideram “regular”, e 20% avaliam como “bom” ou “ótimo“. Os últimos 5% não souberam responder. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.

É a primeira vez que a divisão de estudos estatísticos do Poder360 faz a pergunta aos entrevistados. Em julho, houve 1 questionamento referente à preservação da Amazônia.

Na estratificação do levantamento, os únicos grupos que superam a rejeição ao governo na política ambiental, são dos moradores do Norte e de quem não tem renda fixa,  que consideram a atuação federal como “ótima” ou “boa” em 36% e 30%, respectivamente.

Essa avaliação positiva ainda não ultrapassa a regular nessas categorias. que chega a 47% e 44%, e nem a média geral de desaprovação (41%).

Quanto à rejeição, os maiores percentuais são referentes àqueles com renda entre 2 e 5 salários mínimos (67%) e com ensino superior (63%).

A avaliação dos entrevistados em relação ao presidente Jair Bolsonaro parece interferir também na percepção sobre a atuação do governo no meio ambiente. Entre os que acham o chefe do Executivo “ótimo” ou “bom“, 43% consideram positiva a política de preservação ambiental da administração bolsonarista.

Já quando considera-se apenas os que rejeitam Bolsonaro, 85% disseram que o trabalho do governo para preservar o meio ambiente é “ruim” ou “péssimo“.

A pesquisa foi realizada pelo PoderDatadivisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é feita em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.

Os dados foram coletados de 28 a 30 de setembro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 423 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

PODER 360

Opinião dos leitores

  1. Interessante … Pra ruim ou péssimo, juntaram…. Pra regular e bom foi separado…. ?????? uma bela pesquisa… Quantos desses que responderam sabem realmente o que está acontecendo com o ecosistema MUNDIAL, não só Nacional?… Pesquisa boba… Mau fundamentada… ZERO informação… Muito fraca.

  2. Boa parte dos que são contra a política ambiental do governo brasileiro não entende do assunto, jamais leu alguma coisa sobre os paradigmas da sustentabilidade. São "maria cai com as outras" na onda do ecologismo xiita radical.

  3. Pesquisa sem sentido!
    Feita para dissiminar ódio e desentendimentos.
    Melhor pesquisar sobre quantas ONGs estrangeiras estão na amazônia, quais países as financiam e qual o interesse delas.

  4. Mais grave do que seu desleixo com o meio ambiente, foi sua (falta de) postura ao não respeitar vidas humanas com seu comportamento desprezível e genocida ao lidar com a pandemia do coronavírus.
    Quem elegeu esse asno para presidente foi quem não tinha em quem votar ou estava revoltado com a esquerda, pois esse doente mental não havia realizado absolutamente nada de substancial em sua inútil vida pública. As consequências estão se manifestando aos poucos. Pena que sobra pra todo mundo….Era bom que sobrasse somente pra legião de asnos que o elegeu!!

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Economia

57% deixaram de pagar alguma conta no último mês por causa da pandemia

Pesquisa do PoderData mostra que 57% dos brasileiros deixaram de pagar alguma conta durante o período da pandemia da covid-19. Apesar de alta, a inadimplência caiu 11 pontos percentuais em apenas duas semanas.

No último levantamento, os inadimplentes somaram 1 recorde de 68%, enquanto menos de 30% da população estava com as contas em dia. Agora, a quantidade de brasileiros sem boletos em aberto saltou para 40%.

A pesquisa foi realizada pelo PoderDatadivisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é realizada em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.

Os dados foram coletados de 28 a 30 de setembro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 423 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

Opinião dos leitores

  1. As eleições está aí, votem nos mesmos políticos, perpetuem no poder e paguem com a ignorância. Viva o brasil, país de hipócritas.

    1. Basta de Alves e seus indicados, basta de Maia, basta de PT. Vamos mudar pra depois não chorar.

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Saúde

Metade dos brasileiros pegou ou conhece alguém que pegou a covid-19

Pesquisa do PoderData mostra que 50% dos brasileiros tiveram covid-19 ou conhecem alguém que contraiu a doença. É o maior resultado registrado pela divisão de pesquisas do Poder360, depois de uma variação de 3 pontos percentuais em relação ao último levantamento, feito há 4 semanas.

Por outro lado, 4 em 10 entrevistados ainda não testemunharam o coronavírus em seu círculo social. É uma queda de 8 pontos desde agosto. Também é recorde negativo.

A pesquisa foi realizada pelo PoderDatadivisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é realizada em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.

Os dados foram coletados de 28 a 30 de setembro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 423 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

A percepção do coronavírus é maior entre pessoas com nível superior, chegando a 62%. É o oposto do relatado por brasileiros com ensino fundamental, onde 40% afirmaram que tiveram o vírus ou conhecem alguém que ficou doente.

Os casos próximos disparam na região Norte, onde quase 9 em cada 10 relataram uma infecção em si em algum conhecido. O número contrasta com os cerca de 40% dos moradores do Sul e Sudeste, regiões com mais casos, mas com maior população.

Segundo dados de 6ª feira (2.out.2020) do Ministério da Saúde, o Brasil tem 4.880.523 casos e 145.388 mortos pela covid-19. Além disso, aproximadamente 4,2 milhões de pessoas se recuperaram da doença até o momento. Outras 502,5 mil pessoas estão em acompanhamento.

O número de mortes no Brasil também é elevado, quando feita a comparação proporcional. São 687 vítimas a cada milhão de habitantes –conforme cruzamento dos dados do Ministério da Saúde com a última estimativa populacional divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Opinião dos leitores

  1. Só a metade tem um conhecido ou parente que pegou Covid-19, em qual planeta eles vivem? E como entrevistaram essas pessoas, que sem dúvida estão totalmente isolados da sociedade, não tem amigos nem parentes.
    Pesquisa sem qualquer credibilidade.

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