Economia

Guedes diz que se afastará de negociações com Congresso: “Governo agora tem liderança, eixo político para tocar”

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta 4ª feira (9.set.2020) que, a partir de agora, não participará mais diretamente das negociações com o Congresso Nacional.

“Agora [o governo federal] tem liderança, tem base de governo, tem tudo direitinho. Então, eu venho aqui, converso com eles, eu não preciso mais andar desesperado pelo Planalto, correndo de 1 lugar para o outro, pedindo pelo amor de Deus e, às vezes, sendo mal-entendido”, disse. “Eu hoje estou dormindo mais tranquilo, porque agora tem eixo político no governo”, disse durante videoconferência.

Segundo o ministro, seu “desalinhamento” com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), é “natural“. Ele reclamou das conversas do deputado com Estados e municípios para a criação de 1 fundo de R$ 485 bilhões para viabilizar a reforma tributária.

“Faço questão de registrar o olhar amigo de Maia, que sempre nos ajudou em todas as reformas. Tivemos 1 ou outro desalinhamento. É natural porque eu tenho que proteger a União”, disse.

Em 4 de setembro, Maia disse que não irá mais tratar de temas econômicos com o ministro. No dia anterior, afirmou que Guedes proibiu a equipe econômica de conversar com ele. Apesar do desentendimento, no entanto, disse que não há “nenhuma chance” de que o andamento das reformas propostas pelo governo seja prejudicado.

“Acabou o meu voluntarismo. Não quer dizer nem que vai ficar melhor, nem pior. Eu realmente acredito que vai ficar melhor, até para o Rodrigo. Vai ter menos desgaste entre Rodrigo e eu. O governo achou seu eixo”, disse Guedes.

As declarações de Guedes foram feitas durante live realizada pela IDP (Instituto Brasiliense de Direito Público).

PODER 360

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Economia

Bolsonaro diz que não vai interferir no mercado por preços dos alimentos

O presidente Jair Bolsonaro avisou que não vai interferir no mercado para baixar o preço dos alimentos. A declaração foi dada na noite dessa 4ª feira (9.set.2020) quando o presidente conversou com apoiadores na entrada do Palácio da Alvorada.

“Conversei com duas autoridades dos supermercados, tá? Na ponta da linha, o preço chega pra eles, e eles estão se empenhando para reduzir o preço da cesta básica, que dado ao auxílio emergencial, houve 1 pequeno aumento no consumo. Houve mais exportação por causa do dólar também, sabemos disso aí”, disse o presidente.

Mais cedo, o Comitê-Executivo de Gestão da Camex (Câmara de Comércio Exterior) anunciou que vai zerar a alíquota do imposto de importação para o arroz. O arroz é 1 dos itens da cesta básica que mais encareceram em 2020.

Os rizicultores, os plantadores de arroz, estavam com prejuízo há mais de 10 anos, mas está sendo normalizado isso aí. Não vamos interferir no mercado de jeito nenhum, não existe canetaço para resolver o problema da economia”, falou Bolsonaro.

O presidente já tinha dito que não iria intervir no mercado. Ao visitar a cidade de Eldorado (SP) na última 6ª feira (4.set), pediu “patriotismo” aos donos de supermercados para conter o aumento de preços. Na ocasião, Bolsonaro declarou que “a melhor maneira de controlar a economia é não interferindo. Porque se interferir, dar canetada, não dá certo”.

Na tarde dessa 4ª feira (9.set), a Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor), ligada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, pediu que supermercados e representantes de produtores de alimentos da cesta básica expliquem o aumento no preço dos produtos que compõem a dieta diária dos brasileiros.

PODER 360

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Economia

Bolsonaro vetará perdão a dívidas de igrejas

Sob pressão nas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) indicou nesta quarta-feira (9) que vetará trecho de projeto de lei que concede anistia em tributos a serem pagos por igrejas no país.

Em conversa com assessores presidenciais e deputados governistas, ele se queixou da cobrança de eleitores bolsonaristas e disse que não pretende entrar em novo embate com o ministro da Economia, Paulo Guedes.

Na segunda-feira (7), a equipe econômica recomendou veto à anistia, que poderia perdoar dívidas registradas com a União de mais de R$ 1 bilhão. O setor jurídico do Palácio do Planalto também defende que a medida não entre em vigor.

Em reunião no Palácio do Planalto, Bolsonaro disse, segundo relatos, que não há margem fiscal para conceder o benefício e que ele poderia ser questionado no futuro pelo TCU (Tribunal de Contas da União).

Da equipe econômica, parlamentares evangélicos ouviram que, se o presidente não vetar o perdão das dívidas, estará incorrendo em crime de responsabilidade fiscal, o que pode dar origem a um processo de impeachment.

O grupo ouviu a justificativa com desconfiança e, na noite desta quarta, procurava economistas para se municiar de argumentos para rebater os auxiliares de Bolsonaro.

Em uma ameaça velada, um deputado evangélico ponderou que o valor da anistia era muito pequeno se comparado ao apoio que Bolsonaro tem da bancada da Bíblia. Outro parlamentar do segmento disse que o provável veto é um “péssimo sinal” e tratou a questão como traição a um de seus principais grupos de sustentação tanto na campanha como no governo.

Frente Parlamentar Evangélica do Congresso Nacional é composta por 195 dos 513 deputados e por 8 dos 81 senadores.

O presidente tem até sexta-feira (11) para tomar uma decisão.

A proposta que beneficia entidades religiosas foi criada pelo deputado federal David Soares (DEM-SP) e inserida em um projeto de lei sobre a resolução de litígios com a União.

O parlamentar é filho do pastor R.R Soares, fundador da Igreja Internacional da Graça de Deus, uma das principais devedores.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Como Cristão Católico, sou a favor que se pague, todos os impostos. Rogo a DEUS, quê o Presidente Bolsonaro, seja corajoso, e posso vetar esse perdão de dividas das Igrejas. E que todas às igrejas, Católica e Protestante, paguem seus impostos e tributos. João Macena.

  2. Esse usurpador não tem moral p isso não, os pastores vendilhões da fé cega, que exploram até o último centavo do povo pobre e desassistido vão pressionar p q o chefe da familiglia passe mais esse jabuti p todos nós pagarmos essa conta absurda.

  3. Farinha do mesmo saco, dois bicudos não se beijam.
    Um jumento dando coice noutro.
    Se aproveitou dessa corja que vive iludindo um monte de desesperados propagando uma salvação ilusória através dessa fábrica de idiotas chamada religião, e agora cospe no prato que comeu?
    Tem BOI na linha….esse jumento não pode ter sido tão ingrato. Será que tem cutucão por trás disso???
    Com a palavra a legião de asnos que o elegeu…

  4. Esses pastores profissionais deveriam começar a trabalhar de verdade, e deixar de parasitar a fé dos incautos.

    1. Pastor(assim como padres) é profissão. Consulte Direito Trabalhista. E não generalize. Existem milhares de pastores, em pequenas cidades do interior, passando necessidades e firmes em sua missão.

  5. Duvido que esse miliciano, rei dessa boiada imunda, faça isso de vontade própria!! Pressão mesmo.

    1. o anonimato é crime e coisa de covarde use seu nome para criticar.

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Jornalismo

Carreiras poupadas na reforma administrativa custam ao menos R$ 46 bilhões ao ano

Na proposta de reforma administrativa, o governo decidiu poupar servidores de carreiras que consomem pelo menos R$ 46 bilhões ao ano em recursos públicos, aponta levantamento feito pela Folha a partir de dados oficiais.

A título de comparação, essa despesa equivale a 48% do valor gasto pelo Poder Executivo federal com todos os servidores públicos civis ativos, incluindo das áreas de saúde e educação. O Executivo é o Poder que tem a maior folha de salário.

O cálculo considera apenas servidores ativos e é baseado em números de Ministério da Economia, CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e MPU (Ministério Público da União).

A lista de funções excluídas da reforma administrativa do g overno (ou atingidas parcialmente) inclui magistrados, membros do Ministério Público, militares, auditores fiscais, diplomatas e policiais federais.

Dois grupos não seguirão toda a reestruturação proposta pelo governo para as regras do serviço público, que serão mais rigorosas com o fim de penduricalhos, redução da remuneração de entrada e implementação de avaliações de desempenho mais rígidas.

Sobre o primeiro conjunto, as normas da reforma não serão aplicadas. Os beneficiados são os chamados membros de outros Poderes, o que inclui juízes, desembargadores, procuradores e promotores.

Parlamentares também compõem essa categoria, mas têm cargo eletivo e não se enquadram na proposta de reformulação do funcionalismo.

A reforma alcançará os servidores que atuam nos três Poderes. Portanto, o impacto será sentido pela maior parte dos componentes do Executivo, Legislativo e Judiciário, exceto aqueles postos considerados a elite.

O servidor da área administrativa de um tribunal terá de obedecer às novas regras, mas um juiz não.

Entre os magistrados, há diversos casos de benefícios acumulados nas Justiças estaduais que fazem o rendimento líquido mensal ultrapassar R$ 100 mil, muito acima do teto do funcionalismo (de R$ 39,2 mil).

O governo ainda optou por não reestruturar carreiras, remunerações e benefícios dos militares das Forças Armadas. Eles também serão totalmente poupados dos ajustes da reforma.

Reunidas, essas categorias têm custo anual de ao menos R$ 41,9 bilhões para o Orçamento público.

Um segundo grupo de servidores será atingido pelas novas regras, mas receberá uma camada extra de proteção caso o plano do governo seja aprovado. Pela proposta, as chamadas carreiras típicas de Estado não poderão sofrer cortes de jornada e salário.

Esses servidores são considerados estratégicos para o serviço público e não há paralelo para suas funções no setor privado.

A lista exata das carreiras será proposta pelo governo em um segundo momento, mas a legislação prevê esse enquadramento para as áreas de segurança pública, diplomacia, tributação, procuradoria da Fazenda Nacional, controle interno e Ministério Público.

Os protegidos da reforma administrativa

Quais carreiras foram integralmente poupadas?

• Militares das Forças Armadas

• Juízes

• Desembargadores

• Procuradores

• Promotores

• Parlamentares, que possuem cargos eletivos, não se enquadram na reforma

Quais serão atingidas parcialmente?

• As carreiras típicas de Estado, consideradas estratégicas e que não encontram paralelo no

setor privado. A definição exata desse grupo será proposta pelo governo em um segundo momento, mas a legislação prevê esse enquadramento para as áreas de segurança pública, diplomacia, tributação, procuradoria da Fazenda Nacional, controle interno e Ministério Público

• Ao contrário do restante dos servidores, essas categorias não poderão sofrer corte de jornada e salário. Ainda assim, elas serão atingidas pelo restante da reforma, como a extinção de gratificações automáticas e proibição de férias anuais superiores a 30 dias

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Eu disse que ele governaria para os militares e acabaria com a Lava-Jato: mas não precisava ser mãe Dinah pra prever isso…

  2. O marajás continuam rindo da cara do povão.
    Parlamentares, militares, juízes, promotores e etc…

  3. Concordo que deviam ter atingido a todos, mas não dá para fazer tudo de uma só vez. Um passo de cada vez. Vamos aplaudir cada um.

  4. Esse governo é uma piada de mau gosto. Bando de ladrões corruptos. Que jumentice foi feita nesse País ao eleger um asno. Os 89 mil na conta de Micheque ninguém diz nada

  5. Por que será que sempre o pessoal da justiça e do executivo se beneficiam em todas as leis, projetos, aumentos, promoções, cargos, benesses, arrumados, corrupção, roubos…..

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Tecnologia

Após impasse, Anatel libera aplicativos de TV via internet abrindo mercado para gigantes

Foto: divulgação

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) decidiu, nesta quarta-feira (9), que não pode barrar o avanço dos aplicativos de canais televisivos e de cinema, uma ameaça ao mundo das operadoras que hoje oferecem TV por assinatura já com pacote de canais previamente definidos. Estúdios como o da Disney aguardavam aval para lançar conteúdos no país.

Essa discussão vinha se arrastando na agência há cerca de dois anos, desde que a operadora Claro entrou com uma reclamação contra a Fox.

No ofício, a empresa alegava que, na prática, a Fox estava oferecendo um serviço de TV e isso se caracteriza como “telecomunicações”.

Por isso, a Claro pedia que, por medida cautelar, a Anatel obrigasse a Fox a contratar uma tele para fazer uma espécie de validação de cada usuário do aplicativo pela rede de internet. Inicialmente, a área técnica da Anatel deu parecer favorável à Claro e o caso ficou de ser analisado, no mérito, pelo conselho diretor da agência.

Neste período, no entanto, a Fox foi à Justiça para derrubar a decisão.

Gigantes como os estúdios da Disney se preparavam para lançar aplicativos no Brasil e decidiram segurar seus planos à espera de uma definição sobre o assunto.

A demora foi tanta que preferiram correr o risco e anunciaram para meados de novembro o início da operação no Brasil.

As teles tentaram pressionar junto ao Congresso para alterar a Lei da TV Paga de forma a barrar o avanço dos aplicativos sem a participação do setor. Mas o projeto está paralisado.

Nos últimos meses, a Procuradoria Especializada, braço da AGU (Advocacia-Geral da União) na agência, deu parecer contrário ao da área técnica, o que aumentou a pressão sobre o conselho diretor.

A Ancine, agência do audiovisual, também previa decidir sobre o assunto nesta quarta, o que fez o conselheiro Emanoel Campelo apresentar seu voto. Ele tinha pedido vista do processo por 30 dias.

Nesta quarta, por três votos contra dois, o conselho decidiu pela completa abertura deste mercado ao considerar que o serviço de streaming (vídeo pela internet mediante assinatura) não se confunde com a prestação do serviço de TV paga (regulado pela agência).

FolhaPress

Opinião dos leitores

  1. Excelente notícia quanto mais concorrencia nesse setor mais as operadoras deixaram de sacanear seus assinantes como ppr exemplo fechar pacotes de canais dos quais 80 a 70 porcento a gente nunca vê

  2. Um bom avanço. Está chegando a hora de nos livrarmos dos pacotes fechados da SKY, por exemplo.

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Saúde

Brasil registra 3,4 milhões de pessoas curadas da Covid-19

 Foto: Santa Casa/Divulgação

O Brasil registrou nesta quarta-feira (9), mais 56.102 pacientes recuperados do coronavírus, totalizando 3.3.453.336 pessoas curadas da doença.

A quantidade de pessoas curadas no Brasil já é quatro vezes superior ao número de casos ativos (744.553), que são os pacientes em acompanhamento médico.

O registro de pessoas curadas já representa 82,3% do total de casos acumulados.

No mundo, estima-se que pelo menos 18,6 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram.

 

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Saúde

RN registra 76% de queda na média diária de óbitos por Covid; pelo 5º dia seguido, a maior redução no país

O Rio Grande do Norte registra pelo 5º dia consecutivo a maior redução na média diária de mortes causadas pela Covid-19.

Nesta quarta-feira (9), a queda foi de 76%, em comparação com a média de 14 dias atrás.

A informação é do Consórcio de Veículos de Imprensa que compila os dados enviados pela secretarias estaduais de Saúde.

No Brasil, a queda registrada hoje foi de 25% na média móvel de mortes provocadas pelo coronavírus. A média de registro de novos casos no país caiu 24% em relação à 14 dias atrás.

Opinião dos leitores

  1. Também com as vacinas sendo Aplicadas todos os dias nas diversas Aglomerações no Alecrim, praias, muitas festas e principalmente em pipa, só poderia cair todos os indices sobre o covid-19. Que DEUS tenha MISERICORDIA DO NÓS E DO MUNDO INTEIRO.

  2. Cipriano para Ministro da Saúde.
    Mais um potiguar no executivo.
    Pense num secretário bom que derrubou os números do corona vírus.
    E não houve lockdown no Rio Grande do Norte.
    O homem é fera!!!

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Política

Projeto que aumenta punição para quem maltratar cães e gatos é aprovado no Senado e segue para sanção presidencial

Foto: pyotr021/DepositPhotos

Os senadores aprovaram nesta quarta-feira (9/9), em sessão remota, o Projeto de Lei 1095/19, que altera a Lei n° 9605/98 (Lei de Crimes Ambientais) para aumentar a punição para quem abusa, fere ou mutila cães e gatos. Agora, o projeto segue para sanção presidencial.

Apresentado pelo deputado Fred Costa (Patriota-MG) e já aprovado na Câmara dos Deputados em dezembro de 2019, o projeto eleva a pena atual, de detenção de 3 meses a 1 ano e multa, para reclusão de 2 anos a 5 anos e multa.

O projeto também prevê a perda de guarda e a proibição de guarda de novos animais como uma medida punitiva.

No relatório, o senador Fabiano Contarato (Rede-ES) destaca que estudos acadêmicos e estatísticos ressaltam a correlação entre maus-tratos aos animais domésticos e violência doméstica. “A crueldade animal está conectada a outros atos de violência”, diz.

Contarato lembrou, ao discursar, de casos emblemáticos como o de um homem filmado jogando um gato contra a parede no Rio de Janeiro, em julho deste ano, e apelou à sensibilidade dos colegas.

O senador lembrou que o IBGE calcula que existam 28 milhões de residências no Brasil com cachorros e outras 11 milhões com gatos.

“A crueldade contra esses animais tem de deixar de ser considerada corriqueira ou banal”, disse Contarato, afirmando que a pena máxima de um ano costuma ser convertida e não dá cadeia.

A pena máxima de 5 anos, lembrou Contarato, também não manda ninguém para a prisão, mas, para ele, é uma forma de desincentivar a prática criminosa.

Ele pediu ainda a rejeição de uma emenda que pedia a inclusão de outros animais domésticos, como aves, na lei afirmando que, apesar de meritório, poderia dificultar a aprovação do projeto.

Críticas

O projeto enfrentou oposição. O senador Telmário Mota (Pros-RR) acusou os colegas de demagogia. “Precisamos respeitar o animal, mas esse projeto está ultrapassando a realidade. O animal tem que ser tratado como animal, não como gente”, criticou.

Como havia o apoio da maioria dos líderes, porém, o projeto foi aprovado em votação simbólica. Ficou registrado o único voto contrário, de Mota.

Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. Tenho animais doméstico em casa. Fico feliz com essa aprovação. Concordo com vc Sara, deveria ser estendido tmb, aos carroceiros, que maltratam muito os animais. Inclusive, em Natal, foi aprovado uma lei que proibe, carroças de tração animal. Infelizmente a prefeitura/prefeito, não teve coragem de sanciona-la. João Macena.

    1. Concordo com vc, me corta o coração qdo vejo esses ccarroceiros maltratando os cavalos….. Além do animal estar carregando mto peso eles ainda batem no pobre coitado ?
      Eu fico passando mal de tanta IRA !!!

  2. Resumindo: maltratar equinos, pássaros, bovinos, caranguejo etc. pode.
    Tá igual à reforma administrativa, só pra uns…

  3. O projeto era para ter estendido punição para quem maltrata quaisquer animais, principalmente esses carroceiros que diariamente exploram com açoites os jumentos, burros e cavalos.

  4. Projeto de lei importantíssimo!
    Há muito tempo que as penas para quem maltrata os animais já deveriam ter sido aumentadas.

    Parabéns ao Senado Federal!

  5. É pra isso que o senado tão caro serve???? Por essas e outras que o povo não confia nessa galera de Brasília….

  6. Só vendo pra crer se alguém fica preso, gostaria mt que ficasse mas as brechas nas leis ñ permitem que haja prisão nesse caso.
    Assinar tco e pagar fiança e liberdade já é do conhecimento de todos, lamentável.
    A pena pode ser de 30 anos mas nesse Brasil ñ se cumpre um dia por maus tratos a animais.

    1. Não caberá mais TCO, pois a pena máxima será acima de dois anos. Com essa nova lei, quem maltratar os animais irá para a cadeia sim.

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Economia

Guedes diz que se afastará de negociações com Congresso: “agora tem eixo político no governo”

Foto: Sergio Lima/Poder360

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quarta-feira (9) que, a partir de agora, não participará mais diretamente das negociações com o Congresso Nacional.

“Agora [o governo federal] tem liderança, tem base de governo, tem tudo direitinho. Então, eu venho aqui, converso com eles, eu não preciso mais andar desesperado pelo Planalto, correndo de um lugar para o outro, pedindo pelo amor de Deus e, às vezes, sendo mal-entendido”, disse. “Eu hoje estou dormindo mais tranquilo, porque agora tem eixo político no governo”, disse durante videoconferência.

Segundo o ministro, seu “desalinhamento” com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), é “natural“. Ele reclamou das conversas do deputado com Estados e municípios para a criação de 1 fundo de R$ 485 bilhões para viabilizar a reforma tributária.

“Faço questão de registrar o olhar amigo de Maia, que sempre nos ajudou em todas as reformas. Tivemos 1 ou outro desalinhamento. É natural porque eu tenho que proteger a União”, disse.

Em 4 de setembro, Maia disse que não irá mais tratar de temas econômicos com o ministro. No dia anterior, afirmou que Guedes proibiu a equipe econômica de conversar com ele. Apesar do desentendimento, no entanto, disse que não há “nenhuma chance” de que o andamento das reformas propostas pelo governo seja prejudicado.

“Acabou o meu voluntarismo. Não quer dizer nem que vai ficar melhor, nem pior. Eu realmente acredito que vai ficar melhor, até para o Rodrigo. Vai ter menos desgaste entre Rodrigo e eu. O governo achou seu eixo”, disse Guedes.

As declarações de Guedes foram feitas durante live realizada pela IDP (Instituto Brasiliense de Direito Público).

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. Bandido . Tá saqueando o Brasil. O banco dele BTG comprou ativos do Banco do Brasil por mixaria e vai lucrar bilhões. Esse é mais um bandido safado

    1. Engraçado… Só você tá sabendo disso, nem na Globo saiu. Pq?

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Saúde

Brasil manterá contrato de vacina com AstraZeneca, diz ministério da Saúde

Foto: Divulgação/Oxford University

Um dia após os testes da vacina de Oxford contra a covid-19 terem sido suspensos temporariamente devido a um efeito adverso grave em um voluntário no Reino Unido, o Ministério da Saúde afirmou que avalia a situação, mas que o contrato com a farmacêutica AstraZeneca, detentora dos direitos comerciais, “permanece inalterado”.

Em entrevista coletiva nesta quarta-feira (9), o secretário-executivo da pasta, Elcio Franco, disse que “é preciso aguardar e avaliar”.

“Ainda não sabemos quanto o cronograma previsto para o desenvolvimento da vacina da AstraZeneca está impactado em razão da suspensão dos testes.”

Franco ressaltou que o ministério considera a pausa “um procedimento padrão” e que a “segurança da população brasileira é prioridade”.

“Não buscamos apenas uma vacina contra a covid-19, buscamos e estamos investindo em uma vacina segura, eficaz em qualidade e quantidade necessárias para imunizar todos os brasileiros.”

Em agosto, uma medida provisória assinada pelo presidente Jair Bolsonaro destinou cerca de R$ 2 bilhões, por meio da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), para a aquisição da tecnologia destinada à produção da vacina de Oxford.

O secretário admitiu que há risco no negócio, mas que o momento exige esse tipo de decisão.

“O risco da compra adiantada de uma vacina é inerente à conjuntura, não apenas para o Brasil, mas para qualquer país. Vários países estão investindo na promessa de uma vacina segura de forma adiantada, sob pena de não ter acesso a uma imunização quando essa for comprovada. Portanto, é um risco medido e necessário sob o aspecto clínico e tecnológico.”

Segundo ele, o modelo jurídico é o de encomenda tecnológica, com “risco real quanto ao sucesso da vacina”.

Apesar disso, a Fiocruz também será detentora da plataforma vacinal, que poderá ser utilizada para a criação outras vacinas no futuro.

Não há até o momento indícios de que a vacina não vá prosperar, mas a suspensão temporária dos testes pode representar um atraso nos planos do governo brasileiro, que pretendia começar a vacinar parte da população no começo de 2021.

R7

Opinião dos leitores

  1. A vacina da Oxford é 100% confiável, já a vacina da China e a vacina da Rússia é dos porcarias feita as pressas.

  2. Essas vacinas produzidas em menos de 1 ano, o cara pega o Corona e além disso vai ficar cambeta kkkk

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Polêmica

Resolução do Contran proíbe radares ocultos, sejam fixos ou móveis

Foto: Fábio Pozzebom/Agência Brasil

Publicada hoje no Diário Oficial da União, a Resolução 798/2020 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) altera as regras e os requisitos técnicos para a fiscalização eletrônica de velocidade em vias públicas.

As mudanças atendem deliberação do presidente Jair Bolsonaro enviada ao Ministério da Infraestrutura em agosto do ano passado, com o objetivo de “evitar o desvirtuamento do caráter pedagógico e a utilização meramente arrecadatória dos instrumentos e equipamentos medidores de velocidade”.

As novas regras entram em vigor no próximo dia 1º de novembro para novos equipamentos ou para aqueles que forem instalados em um local diferente após essa data; já os radares que hoje estão em operação terão de ser adequados ou substituídos até 1º de novembro de 2021.

De acordo com a resolução, os radares do tipo fixo não poderão mais “ser afixados em árvores, marquises, passarelas, postes de energia elétrica ou qualquer outra obra de engenharia, de modo velado ou não ostensivo”.

Além disso, os do tipo portátil, operados manualmente ou apoiados em um suporte, “somente deverão ser utilizados por autoridade de trânsito ou seu agente, no exercício regular de suas funções, devidamente uniformizados, em ações de fiscalização, não podendo haver obstrução da visibilidade, do equipamento e de seu operador, por placas, árvores, postes, passarelas, pontes, viadutos, marquises, ou qualquer outra forma que impeça a sua ostensividade.”

A resolução determina, ainda, que a localização dos radares fixos e portáteis seja divulgada pelos órgãos de fiscalização de trânsito nos respectivos sites antes antes de entrarem em operação.

Será obrigatório informar “o tipo do equipamento, o número de registro junto ao Inmetro, o número de série do fabricante, a identificação estabelecida pelo órgão e, no caso do tipo fixo, também do local de instalação”.

Os órgãos também terão de tornar públicos os trechos ou locais aptos à fiscalização por meio de equipamento portátil.

A fiscalização de excesso de velocidade terá de ser devidamente sinalizada na via, junto do local de instalação do radar do tipo fixo.

Fim do radar móvel

A nova regra também elimina o radar móvel, aquele utilizado dentro do veículo da autoridade de trânsito. Os medidores passam a ser organizados em duas categorias: do tipo fixo, que pode ser “controlador” ou “redutor”, e portátil.

O equipamento fixo “redutor” é a nova denominação da conhecida lombada eletrônica, que tem o objetivo de fazer o condutor reduzir a velocidade em determinado trecho, e necessariamente tem de trazer visor para informar a medição ao motorista.

Já o radar portátil engloba tanto aquele operado manualmente quanto o instalado sobre suporte.

Todos os medidores de velocidade terão de ser equipados com câmera para registro da infração, bem como deverão registrar a latitude e a longitude do local de operação; também será mandatório oferecer tecnologia de reconhecimento óptico de caracteres (OCR), que permite a “leitura” da placa do veículo.

Os medidores portáteis só poderão ser utilizados em vias urbanas com velocidade igual ou superior a 60 km/h e em rodovias com limite mínimo de 80 km/h, estabelece a resolução.

Esse tipo de radar também terá uso vedado para fiscalização aleatória: só poderá ser operado após planejamento operacional, restrito a locais “com potencial ocorrência de acidentes de trânsito”; “que tenham histórico de acidentes de trânsito que geraram mortes ou lesões”; “em que haja recorrente inobservância dos limites de velocidade previstos para a referida via ou trecho”.

UOL

Opinião dos leitores

  1. Como tem ignorantes que não conseguem enxergar o obvio. Se os radares não fossem praticamente, apenas cassa níqueis, não haveria tantas pessoas reclamando, ou seja, se os prefeitos e governadores não fossem safados(alguns), não haveria esses contratos com empresas que instalam seus próprios equipamentos e faturam em cima de multas aplicadas.

  2. Se a intenção do radar é diminuir acidente não tem porquê ficar escondido. Coloca-se radar VISÍVEL nos locais onde ocorre ou pode ocorrer e acidente. Transparência.

  3. O radar tem que ser utilizado em áreas com alto índice de acidentes, servir como alerta e não como caça níquel, quem nunca por exemplo, foi ultrapassar um veículo muito mais lento e imprimiu uma velocidade maior do que a permitida para ultrapassagem, principalmente em via de mão dupla. Vamos parar de hiprocrizia.

  4. Certíssimo , o índice de acidentes nas estradas só diminui com melhora da infraestrutura de nossas Vias expressas e educação. Se é pra reprimir diminuam a velocidades dos automóveis já na fábrica !!

  5. Isso irá beneficiar o cidadão de bem, conservador, temente a Deus, pagador de impostos e que apenas acelera seu veículo para desopilar. Se houver algum excesso é só um deslize.

  6. Meu caro Manoel parece que o senhor não enxerga nada além do seu Nariz, quantas vidas um "pardal" escondido por traz de um poste ou uma árvore, que o "infrator" só fica sabento trinta dias depois do cometimento da infração sentado em sua casa salva??.

    1. Só prejudica os infratores amigo.
      Os que já são naturalmente educados e respeitam as regras só tem a perder.
      Pois o infrator sempre atua escondido e na surdina tenta escapar da fiscalização.
      Assim, essas novas determinações só vão favorecer o infrator que será agora mais incentivado a fazer o que já faz.
      Acorde.

    1. Tipo comentário de um analfabeto funcional, deve andar a pé.

  7. Uns safados colocaram um radar escondido na Rua Jaguarari, perto dos condomínios, de quem vem do centro p zona sul, para tomar dinheiro descaradamente dos motoristas. Game over seus safados.

    1. Informe que se o senhor seguir as leis de trânsito não será multado. Entretanto, é mais fácil por a culpa no radar do que assumir que você cometeu uma infração de trânsito. Eita povo brasileiro.

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Economia

Senado aprova maior prazo para estados e municípios utilizarem verbas repassadas pela União para combate à pandemia


Foto: Arquivo/Jane de Araújo/Agência Senado

O Senado aprovou hoje (9) um projeto de lei (PL) que amplia o prazo para os estados e municípios utilizarem recursos repassados pela União para combate da crise desencadeada pela pandemia da covid-19. De acordo com o projeto, governadores e prefeitos poderão utilizar os recursos até 31 de dezembro de 2021. Agora, a proposta vai à Câmara dos Deputados.

Os recursos são oriundos de créditos extraordinários, liberados por medidas provisórias. Atualmente, esses créditos precisam ser utilizados até o final do ano, quando termina o Estado de Calamidade Pública decretado no país. O projeto, de autoria da senadora Simone Tebet (MDB-MS), confere mais tempo para uso desse dinheiro para combater as consequências da crise.

“O objetivo é preservar a execução de gastos de R$ 28 bilhões e R$ 61 milhões nas áreas da saúde e da assistência social, respectivamente. Trata-se tão somente de evitar que esses recursos sejam devolvidos ao governo federal enquanto persistir a pandemia provocada pela covid-19”, disse o relator do projeto, Otto Alencar (PSD-BA).

Alencar incorporou ao projeto uma emenda que inclui também todos os recursos repassados pelo governo federal para combater a crise nas áreas social, econômica e sanitária. Segundo o projeto, a União não poderá solicitar a devolução dos recursos antes desse prazo, a menos que sejam identificados ilícitos na aplicação dos recursos.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Esse legislativo, claramente quer ver o país no fundo do poço, libera bilhões para os Estados e municípios, mas o governo federal que vem tendo um gasto excessivo não pode furar a regra de ouro em 1 real.
    Parabéns Maia/alcolumbre.
    Aqui no Rio o Maia não ganha voto nem para limpar chiqueiro.

  2. Pelo jeito não sabem o que fazer com tanto dinheiro enviado pelo governo federal. É muita incompetência ou safadeza mesmo.

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Economia

“Não vamos ser vilões de uma coisa pela qual não somos responsáveis”, diz representante do setor de supermercados sobre alta de preços

Rio de Janeiro (RJ) 22/09/2009 Preço do arroz e feijão . Na foto prateleira de arroz no mercado Mundial | Foto: Gustavo Azeredo /Extra/Agência O Globo

O presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), João Sanzovo Neto, disse nesta quarta-feira que os empresários não serão “vilões” de algo que não são “responsáveis”. A declaração foi dada após reunião com presidente Jair Bolsonaro, que vem fazendo apelos aos supermercados pedindo a redução da margem de lucro em produtos da cesta básica.

— Nós não vamos ser vilões de uma coisa pela qual não somos responsáveis, e muito pelo contrário — afirmou.

Sanzovo afirmou que a margem de lucro de produtos básicos, como o arroz, é muito baixa, devido à concorrência de mercado. Ele disse também que, atualmente, os donos de supermercado estão vendendo abaixo do que custaria para repor o produto, uma vez que os empresários trabalham com estoques e custo médio.

— Essa é a lei de mercado, é a concorrência, são 90 mil pontos no Brasil, e o consumidor ele vai aonde o preço tá mais barato, ele busca isso, e a gente quer que ele venha comprar na loja da gente, então a gente tem essa concorrência nesse produto bastante forte — explicou, acrescentando:

— Vocês estão esquecendo que estamos numa concorrência, nós não temos um cartel, ninguém combina preço nem nada, é concorrência pura.

Questionado sobre a fala do presidente Jair Bolsonaro pedindo patriotismo dos donos de supermercado, Sanzovo afirmou que os empresários estão fazendo a parte que lhes cabe e que o presidente compreendeu isso.

— Nós já fazemos a nossa parte, e o governo já entendeu isso. Com os números, com transparência, já entendeu que os supermercados contribuem para diminuir a inflação, nunca para aumentar — disse.

O presidente da Abras disse que “é difícil de dizer” se existe a possibilidade de faltar arroz nas prateleiras brasileiras, mas que a orientação da associação é que a população não faça estoque do produto e substitua por massas.

— Isso vai ajudar o preço a diminuir, mais a entrada da importação. É trabalhar na oferta e na procura. É lei de mercado, quem já estudou um pouquinho conhece e funciona. É isso que funciona, o resto não funciona. O Brasil já viveu tabelamento, já viveu congelamento de preço, produto some da prateleira — disse.

Segundo Sanzovo, as variações de preço desses alimentos ocorrem porque são produtos sazonais.

— É sazonal, é agricultura: chove demais, faz sol demais. O problema está na lavoura, no custo da produção, na safra baixa; o problema está no câmbio, os produtos estão sendo exportados…

— O que tudo indica é que [o arroz] foi exportado por causa do câmbio alto e é justificável: os produtores de arroz, por muitos anos, tomaram muito prejuízo. Você tem a China fazendo estoque de alimentos, isso tá sendo favorável para a balança comercial, mas deu desequilíbrio — disse.

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. Como se fosse só o arroz, esse produto é pq extrapolou….mas a safadeza desse povo aproveitou e aumentou tudo, carne, queijos…ate a ração de cada dia dos pobres aumentou: o cuscuz ….e isso pq no auge dessa doença miserável os dois supermercados aqui próximos colocavam em alto-falantes que nada iria aumentar . ..se lasca ai!!!!

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Educação

Prefeitura de Natal divulga detalhes do decreto que autoriza volta às aulas nas escolas particulares

Foto: Joana Lima

A Prefeitura do Natal publica nesta quinta-feira (10) o decreto municipal que estabelece o retorno das aulas nas escolas privadas da cidade. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (09) pelo prefeito Álvaro Dias que levou em consideração o parecer favorável do Comitê Científico do Município e a queda dos índices de transmissibilidade da doença. O gestor também considerou o protocolo criado pelas escolas particulares que propõem um ensino híbrido, com aulas presenciais e à distância, possibilidade de escolha dos pais de enviarem ou não seus filhos, medidas de higiene e distanciamento social.

“O Comitê Científico Municipal aprovou por unanimidade a proposta do retorno às aulas nas instituições privadas, que já estavam se preparando para este momento. Vamos liberar a retomada das aulas mediante uma série de condicionantes que devem ser rigorosamente cumpridas pelas escolas. Vamos colocar equipes para fiscalizar e, caso seja observado o descumprimento de alguma das medidas, não hesitaremos em suspender novamente as aulas. Também levaremos em consideração o número de casos e o índice de transmissibilidade da doença”, disse Álvaro Dias, durante reunião com representantes de escolas, de professores e pais de alunos.

O prefeito destacou ainda que as escolas devem oferecer aos pais a possibilidade de escolha do retorno dos filhos e aulas virtuais para aqueles que não optarem pelas aulas presenciais. A fiscalização caberá à Secretaria de Educação, Semdes, Procon, Semurb e Semsur, que poderão inclusive interditar a escola que descumprir as regras estabelecidas.

Entre as medidas que fazem parte do protocolo das escolas para o retorno às aulas presenciais estão:

– Medição de temperatura dos alunos na entrada da escola;

– Disponibilização de tapetes sanitizantes;

– Sinalização de corredores;

– Distanciamento de 1,5m das carteiras em sala de aula;

– Divisão da turma em dois ou mais grupos;

– Termo de responsabilidade dos pais.

O protocolo completo também será publicado na edição de amanhã do Diário Oficial do Município.

“As escolas adotaram protocolos rígidos e estão empenhadas em cumprir e manter a segurança de nosso alunos, professores e demais funcionários. Defendemos uma volta gradual, com um ensino híbrido, aulas presenciais e à distância. Cada família escolhe se manda seu filho ou não para a sala de aula. E aquelas que optarem por não mandar, terão à disposição as aulas virtuais”, disse Ana Flávia Azevedo, uma das representantes das escolas.

Também participaram da reunião o secretário de Governo, Fernando Fernandes, o procurador geral do Município, Fernando Benevides, e os vereadores Kleber Fernandes e Nina Souza.

Opinião dos leitores

  1. O prefeito sucumbe ao poder econômico, doido pelo apoio das classes para a reeleição e eu é quem assumo a responsabilidade em caso de contágio do meu filho? Palhaçada!

    Pouco importa se atrasa 1 ano ou 2 na conclusão do currículo escolar…. Vida é o mais importante, sempre!

  2. Termo de responsabilidade dos pais?
    Oxe, que estória é essa?
    Se todas as medidas são garantidoras do retorno seguro, pq querer responsabilizar os pais? Negativo,.sabia que tinha uma casca de banana.
    Tá igual a Cloroquina, serve mas o paciente que se responsabilize. Ora se vc vai ao médico e ele prescreve uma medicação, mas o paciente tem que se responsabilizar por tomar, o nome disso é automedicação.
    Se der td certo, parabéns pro gestor público que teve a coragem, mas se der problema, o gestor público não tem que se preocupar, pois a pessoa se responsabilizou pelo que der errado?
    Só tem menino besta.

  3. Vejo nos comentários que a maioria dos pais está mais preocupada com a perda do desconto ou com a dificuldade de viajar em dezembro do que com os filhos fora da escola. Vá entender…

  4. Só os burros de carroça engolem essa….!!! Se tiver cinco alunos na escola vira argumento pra cobrança integral, além do mais o que vai influenciar em tão pouco tempo? Sim pq em Dezembro quem gosta de viajar não vai por causa das crianças em aulas??? Para os bocais vai ser um tiro no pé!!!!! E o choro sera LIVRE!!!

  5. Difícil assimilar q os pais tenham q assinar termo de responsabilidade para seus filhos retornarem as aulas presenciais.Essa atitude mostra q a escola e o prefeito q liberou o retorno as aulas ficarão isentos de qualquer adoecimento dos alunos deixando ainda a total responsabilidade dos pais.

  6. Ok! Fica ao meu critério decidir se meu filho volta ou não para as aulas presenciais? Certo, já tenho a decisão antes mesmo dessa palhaçada. E quero ver quem me obriga do contrário. Se meu filho se contaminar e morrer, NINGUÉM o trará de volta para mim. "Mas crianças são assintomáticas", pelo sim ou pelo não, prefiro não arriscar. É a vida dele, é meu sonho, meu amor. Não posso pô-lo em risco. Sem vacina não volta jamais. Quem quiser arriscar fique a vontade. Estou exercendo meu direito de escolha. Nunca foi pela educação integral, sempre foi pela mensalidade integral.

  7. O maior interesse,logicamente, é o financeiro ! ou acham que estao preocupados com a educação e ensino das crianças !!..Pais sem lei !!!..se houver contaminação o contaminado ta ferrado e sozinho !!!!! Os meus só em 2021 se houver vacina !!..pra que dar sorte ao azar !!!

  8. Deixa eu entender: a prefeitura diz que é seguro retornar às aulas mas exige que eu assine um documento assumindo a responsabilidade caso meu filho seja contaminado? O que exime tanto a prefeitura quanto a escola de qualquer responsabilidade. É isso mesmo?

    1. Alguém pode divulgar as atas dessas reuniões desse comitê que proíbe aulas pra rede municipal e libera para privada? O vírus escolhe CEP e CPF?

  9. Cadê os chibatas do sindicato dos professores do RN para discutirem a liberação. A privatização é o caminho para esse país seguir adiante, pois esses sindicalistas pé de chinelo só querem viver na vagabundagem, sem trabalhar e ganhando salários.

    1. Só se for com o sindicato da rede particular de ensino, Zé Mané! Deixa de ser palhaço, falando de coisa que não sabe! Fala de privatização sem entender nada. Tá defendendo quem? Crianças e educação, claro que não! Aparece cada um aqui. Vôts!

  10. Termo de responsabilidade dos pais?!!! Absurdo. A responsabilidade deve ser integral das escolas. Afinal foram elas que fizeram lobby para o poder público autorizar o funcionamento delas.

  11. engraçada essa moça! Até hoje não aceitou sentar com os pais dos alunos para dar desconto e precisou do Ministério Público ajuizar ação civil pública…

  12. O direito de escolha é a desculpa para as escolas se desobrigarem de qualquer desconto na mensalidade em ensino remoto.

    1. Exatamente. Não há nenhuma preocupação com o ensino presencial, p.ex. É apenas a volta da cobrança integral da mensalidade.

    2. Pessoal eu sou pai e quero a volta as aulas, vejo aqui muita discussões em relações a descontos de mensalidades, o engraçado que as escolas públicas são gratuitas e não voltam esse ano, só esperando o pessoal que não tá satisfeito com o retorno as aulas.

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Educação

LAVA JATO: Aras prorroga força-tarefa de Curitiba por mais quatro meses

Foto: Adriano Machado / Reuters

O procurador-geral da República, Augusto Aras, prorrogou o prazo para o funcionamento da força-tarefa da Lava Jato de Curitiba por mais quatro meses, até o dia 31 de janeiro do ano que vem. O prazo é menor do que o grupo havia pedido, de um ano a mais.

Atualmente, há 14 procuradores cedidos para trabalhar nos processos relacionados à maior operação de combate à corrupção no País, que resultou na prisão de centenas de políticos e empresários. Desde a semana passada eles atuam sob a coordenação do procurador Alessandro Fernandes de Oliveira, que substituiu Deltan Dallagnol.

O prazo para a permanência da equipe esgotaria nesta quinta-feira, 10. A decisão da PGR também mantém o regime de dedicação exclusiva de 11 dos 14 integrantes, a pedido da força-tarefa.

A autorização por prazo mais curto do que o solicitado foi a opção adotada pelo procurador-geral sob o argumento de que, até o fim de janeiro, deve ser definido no Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF) um novo modelo que substitua as atuais forças-tarefas, com mais estabilidade.

O novo coordenador da Lava Jato concordou com o novo prazo. ”A manutenção da equipe e prorrogação maior que 60 dias (como ocorreu em outra FT) foi muito positiva, sim”, disse Alessandro Oliveira. Em conversas reservadas, procuradores dizem que ‘ficou de bom tamanho’. O tempo seria o suficiente para continuar os trabalhos e para os órgãos de cúpula buscarem uma estrutura de transição que permita que o trabalho da Lava Jato tenha continuidade.

A decisão foi tomada em meio a uma queda de braço com a força-tarefa paranaense. O procurador-geral é crítico do modelo de forças-tarefa e defende o que chama de ‘correção de rumos’ na operação. Nos bastidores, porém, a ofensiva de Aras é tratada por procuradores como uma tentativa de enfraquecer as investigações e favorecer a classe política.

Na ação mais polêmica até aqui, o procurador exigiu a cópia do banco de dados da operação. Diante da negativa dos procuradores do Paraná, Aras ingressou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para obter as informações. Após uma liminar favorável do presidente da Corte, Dias Toffoli, durante o recesso parlamentar, o relator do caso, ministro Edson Fachin, barrou o compartilhamento.

Segundo a PGR, a prorrogação por quatro meses foi tomada para que o procurador natural tenha ‘protagonismo na atual decisão quanto aos quadros e ao tempo da atuação conjunta’ e se familiarize com os membros que o auxiliam.
A Procuradoria-Geral da República informou que caberá ao Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF) ‘adotar soluções para ampliar e institucionalizar a atuação conjunta no combate à corrupção em todo o país’.

Na semana passada, uma liminar no Conselho Superior já havia autorizado a prorrogação por 1 ano. No entanto, a PGR entende que cabe apenas ao procurador-geral definir sobre a designação de integrantes. A reportagem questionou diversos integrantes do MPF sobre se a liminar deixa de valer ou se precisa ser analisada pelo plenário do Conselho Superior, mas ainda não há consenso sobre o tema.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Espero que caia nesses 4 meses somente o nome "lava jato" e continue o combate aos canalhas ladrões da nação.

  2. Taxa de bombeiro caiu. Justiça foi feita. Era um serviço q os bombeiros não conseguiam prestar aos usuários dos veículos que pagam a taxa. Experimenta ter teu carro queimado aí no interior e liga p os bombeiros pra vc ver o que acontece.

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Mundo

EUA devem flexibilizar entrada de brasileiros a partir da próxima semana

Trump vai flexibilizar entrada de estrangeiros nos EUA | Foto:Chip Somodevilla/Getty Images/AFP

O governo dos Estados Unidos devem flexibilizar a entrada de brasileiros no país a partir da próxima semana. Atualmente, há voos diretos feitos apenas por companhias americanas com destino para 15 aeroportos. Além disso, quem chega nos EUA precisa comprovar necessidade da viagem e passar por uma série de exames de saúde e um questionário relacionado a sintomas da Covid-19. O ato administrativo ainda não foi assinado pelo presidente Donald Trump, mas a informação já circula entre as embaixadas do país.

O Brasil não é o único país a ter a entrada flexibilizada. O Reino Unido, a China, o Iran e outros países também vão ter a entrada facilitada. A informação, publicada originalmente pelo Yahoo News, foi confirmada pelo Radar Econômico. A promessa é de que as restrições sejam revistas a partir de segunda-feira, 14. As restrições de voos desde o Brasil para os Estados Unidos foram impostas em 24 de maio.

Veja

Opinião dos leitores

  1. Muito bom o seu comentário grande Entregador De Pizza, tu come arroz? Ou só pizza? Miolo de quartinha sei que sim, melhor, teu mestre roedor de nove dedos te ensinou a comer de colher ou só roer? É assim que ele come as coisas, roendo e viajar mesmo só para Curitiba.

  2. Primeiro, o pobre de direita pensou que ia andar com uma .40 na cintura, viu que não tinha como, pois tinham que batalhar pra comprar carne….
    Agora, todo mundo e o gado tem batalhar pra comprar pelo menos o arroz, básico do básico…
    Imagine ir a terra do Tio SAM… Piada de péssimo gosto, né não gadolandia???!!!
    Mas tem uma solução: caso vocês queiram ir aos EUA ver o Mickey Mouse e não tenham dinheiro, basta ir ao espelho, aí vcs conseguem ver o pateta.

    1. Ótima observação. Porém esse bando de jumento (ops, gado) não irá compreender.

    2. Primeiro, pobre de esquerda sempre só quis quer ver bandido armado. Também inventou que no tempo no brasiu-potença (a bolha pré-Copa) assalariado mínimo visitava a Disney e Dubai. Claro, com dólar baratim, graças a juros arreganhados para atrair a gringailhada. Agora, no desespero, pós-trauma de 2018, o pobre de esquerda tá dizendo que ninguem mais vai comer arroz. Quanto desespero.

    3. Com esse seu entendimento do atual cenário MUNDIAL, talvez você continue mesmo sendo "entregador de pizza".

    4. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      "ver o pateta"
      kkkkkkkkkkkkk
      ri muito cara. obrigado pela piada foi muito bem pensada!
      kkkkkkkkk

    5. Todo mundo pode comprar arroz.
      Se vc não pode, vai trabalhar.
      Simples assim.
      Tá feia a coisa pro teu lado né??
      Vá pros semáforos, vender água mineral.
      O ganho é mais de 100%, sendo assim, com certeza vc vai poder comprar o arroz.
      Custo da aqua mineral 500 ml nos supermercados.
      0,45 centavos.
      Preço de revenda promocional.
      1.00 real.
      Ta vendo??
      Fica a dica.
      Fica a dica.

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