O Brasil registrou o total 1.617.480 pessoas recuperadas da covid-19 neste sábado (25). Nas últimas 24 horas foram registrados mais 25.199 pacientes curados do coronavírus.
Estima-se que cerca de 9,8 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 no mundo já se recuperaram, segundo dados do Worldometers.
O número de pessoas curadas é superior ao dobro casos ativos (690.584), que são pacientes que estão em acompanhamento médico.
O registro de pessoas curadas já representa mais da metade do total de casos acumulados (67,5%).
Um pequeno redemoinho foi registrado na tarde deste sábado (25) na praia do Meio, em São José de Ribamar, na região metropolitana de São Luís. Em um vídeo gravado por banhistas, chama a atenção a força do vento que fez cadeiras girarem.
Ninguém ficou ferido durante a passagem da ventania. De acordo com o meteorologista Gunter Reschke, o fenômeno não é uma surpresa e tende a se repetir nos próximos meses.
“O ocorrido hoje a tarde mostra um forte gradiente de pressão e temperatura, provocando essa forma de redemoinho. Isso é muito comum, principalmente a partir de agora. Ainda estamos no fim do período de transição da estação chuvosa para a estação seca e os ventos vão tender a ser mais fortes e mais constantes, principalmente nos meses de setembro de outubro. Daqui para frente será muito comum”, afirmou o meteorologista da Universidade Estadual do Maranhão.
O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil neste sábado (25):
– Registro de 1.211 óbitos nas últimas 24h, totalizando 86.449 mortes;
– Foram 51.147 novos casos de coronavírus registrados, no total 2.394.513 pessoas já foram infectadas.
– O número total de recuperados do coronavírus é 1.617.408, são mais 25.199 pacientes curados em relação ao boletim de ontem. Outros 690.584 pacientes estão em acompanhamento.
Acredito na doença, Não imbecilizados de Brasília ou americanalhado, mas é as outras doenças não matam mais não é??? Cessou foi? Que chatice miserável! Que diuturnamente nos impõe medo….entendo que muitos estão morrendo de desespero, ansiedade, depressão e outras como diabetes, cardiopatias, ABÇ, câncer…..
O BLOGDOBG teve acesso nesta quinta, sexta e sábado a dados de 12 pesquisas realizadas em municípios do estado nos últimos 10 dias.
Foram pesquisas realizadas no Seridó, Vale do Assu, Oeste, Agreste, no Mato Grande e na Grande Natal.
A aprovação do governo BOLSONARO subiu 25% em média nos municípios que o BG teve acesso.
Em duas cidades nas quais o presidente tinha rejeição de 60% em dezembro de 2019, passou a ter 45% de aprovação e a rejeição caiu pela metade, para 30%.
Nas cidades do Oeste pesquisadas, onde o presidente levou uma surra de Haddad em 2018, o presidente tem hoje 40% de aprovação.
Em municípios como Caicó, Acari, Alexandria e Assu, a popularidade e aprovação do presidente aumentou mais que 50%.
Em Ceará-Mirim, município que publicamos pesquisa da PERFIL na segunda-feira, já estava clara a subida de popularidade do presidente em relação aos levantamentos feitos na campanha suplementar de 2019.
O formato criado pelo PT de assistencialismo e projetos sociais faz o presidente subir a ladeira na região que ele foi mais rejeitado.
O auxílio emergencial, liberação de verbas para obras estruturantes na região e mudança na comunicação nos últimos dias faz o presidente ter um cenário que não imaginava no momento.
Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará! João 8; 32 . O povo está acordando , e sendo libertos das mentiras da esquerda. Dá pra perceber pelos comentários, que a esquerda é menoria. Nosso presidente continua em 2022 vai ser reeleito pra ver se os petistas se acostumam
Parabéns! Para um povo que está aprendendo a vê as coisas as coisas de modo diferente, valorizar um presidente que abomina a corrupção, faz um trabalho de verdade, pensa de verdade nas pessoas mais simples. e o melhor, coloca Deus em primeiro lugar.
Não é com meu voto que ele vai se reeleger não,o auxilio emergencial por ele e Paulo Guedes era 200,00 reais é que o povo brasileiro se contenta com qualquer coisa e isso não tem quem mude essa é a realidade.
Pois acredite, até calado o mitomano consegue essa proeza. As emas que o digam
Não é atôa que demorou tanto pro governo do RN se livrar dos Maia, Alves, Faria, Ciarline, Rosado, Marinho e etc… que deixaram nosso combalido, nessa situação de penúria e ranger de dentes.
O povo do RN tem que aprender ,esses políticos que fazem discursos em cima da pobreza ,não passam de hipócritas ,os dois senadores do RN votaram contra o saneamento básico ,querem o povo na lama
Já diria o filósofo contemporâneo Romário, "calado é um poeta". Depois que calou a boca melhorou a imagem, só ganhou a eleição por não participar de debates, ou seja, cala a boca e engole o choro Bozo. Bozo e Luladrão é tudo igual.
Quanto mais 600 mais popularidade. Um dos principais projetos de campanha de Bolsonaro era a ampliação dos benefícios sociais como o bolsa família, e ele está ampliando. Dá muito mais voto do que ensinar a pescar.
Pelas pesquisas da Paraná quem mais infarta são gordos ociosos que, entre uma mordida na rapadura e uma abocanhada na farinha, despejam seus pequenos momentos de vinganças pelo bullying recebido na juventude nessas caixas de comentários de blogs regionais.
A Covid dele passou e logo começará a falar. Abram o guarda-bosta e podem fazer pesquisa.
Alguém sabe dizer quem será o candidato do PT nas próximas eleições?
Os zumbis vão a loucura.
O chefe da seita vai cobrar mais empenho dos zumbis…
Chamar Bolsonaro de Bozo? Não deu certo, chefe, guru de Garanhuns ..
Chamar de genocida?
O povo não é doido, chefe. Essa não colou até porque estados governados pela têm mais casos e mais óbitos…
Chamar de louco?
Como chamar de louco, quem apoia Lula, Haddad, o pior prefeito de São Paulo, apoia comunismo?
A turma de Maduro vai à loucura.
Muitos já enfartaram pois vivem cheios de ódio e rancor no coração, alimentados pela cúpula da seita bolivariana. .
Os seguidores de Maduro sempre com a boca suja para soltar palavras ofensivas e de baixo nível, típico da esquerda…
O PT já não é governo há muito tempo. As mentiras que comandam o país mudaram de mãos. Você está atrasado. Quem manda agora é uma grande mentira chamada Jair Bolsonaro!
O nordeste não é curral eleitoral de Lula, que pensou que ia enganar a população com bolsa esmola.
Bolsonaro se preocupa com a população, diferente de Lula que quer se aproveitar dos menos esclarecidos.
Talvez o pib nem caia esse ano.
Talvez até o final do ano o pib dispare.
O Brasil se enche de esperança enquanto a mídia e a esquerda alimentam ódio e violência.
Parabéns a população Potiguar que está abrindo os olhos e acordando para realidade. Todo mundo fala mal do presidente, mas não param para analisar tudo que ja foi e será feito.
A Secretaria de Estado e Saúde Pública-Sesap atualizou os números do coronavírus no Rio Grande do Norte neste sábado (25). Os casos confirmados chegam a 46.926. No boletim dessa sexta-feira eram (46.683).
O total de vítimas da covid-19 no RN chega a 1.672, sendo 05 confirmadas nas últimas 24 horas, e mais um outro óbito confirmado após resultados de exames divulgados dos últimos dias. Outros 198 óbitos estão sob investigação, segundo a Sesap.
Os casos suspeitos somam 58.464, descartados (73.018) e o número de pacientes recuperados não foi atualizado em relação em boletim anterior que somou 22.901 curados no RN.
O Rio Grande do Norte registrou uma taxa de 68,32% de ocupação de leitos críticos no fim da tarde deste sábado (25), segundo os dados do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS)/Regula.
Todas as regiões, Metropolitana, Oeste e Seridó apresentam ocupação inferior 80%, taxa necessária para a retomada das atividades econômicas no estado. São 83 leitos de UTIs disponíveis até o momento desta publicação.
Com a ivermectina solta baixaram os números . Mas como a Anvisa quer a morte dos brasileiros . Agora vamos ver o que vai da ela proibindo a compra . Dr albert Dickson pra ministro da Saúde .
Notícia excelente, basta a população se esforçar mais um pouco para sairmos desta situação. Espero com muita esperança que daqui a poucos dias o blog estará noticiando que seremos o primeiro estado a controlar o covid.
A Marinha do Brasil, por meio da Capitania dos Portos do Rio Grande do Norte, emitiu mais um alerta (leia aqui) para a possibilidade de ventos fortes de até 61 Km/h, ressaca e mar grosso com ondas de até 4m de altura no litoral potiguar.
As previsões de mar grosso e ventos fortes são referentes à faixa litorânea entre Salvador (BA) e Natal, de 25 a 28 de julho. Já a previsão de ressaca compreende a faixa do litoral nordestino entre Salvador (BA) e Touros, também entre os dias 25 e 28 de julho.
A Marinha também recomenda que as embarcações de pequeno porte “evitem a navegação” e que as demais embarcações redobrem a atenção quanto ao material de salvatagem, estado geral dos motores, casco, bomba de esgoto do porão, equipamentos
de rádio e demais itens de segurança.
O presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, decidiu deixar o cargo por causa dos conflitos políticos de Brasília e por acreditar que o banco precisa de um executivo mais afinado com as inovações tecnológicas necessárias para enfrentar a concorrência das fintechs.
“Não me adaptei à cultura de privilégios, compadrio e corrupção de Brasília”, disse Novaes em entrevista exclusiva à CNN por telefone. Nesta sexta-feira, o economista entregou seu pedido de renúncia ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e ao presidente Jair Bolsonaro.
Novaes explicou que, no final de maio, já havia enviado uma carta expressando a Guedes seu desejo de deixar o banco em agosto, após apresentar os resultados financeiros do primeiro semestre e completar 75 anos.
Nesse documento, o economista fez, inclusive, uma lista de sugestão de sucessores. Ele não quis revelar os nomes e afirmou que não está envolvido na escolha do novo comandante do BB. “O banco precisa de um executivo jovem afinado com todas essas transformações”, afirmou.
Novaes disse ainda que sua decisão já estava tomada quando o Banco do Brasil recebeu na sexta-feira um pedido de esclarecimentos do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, no âmbito do inquérito das fake news.
Segundo ele, o ofício pede ao banco uma listagem de todos os sites nos quais já anunciou. O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou a suspensão de boa parte do marketing digital do BB por causa de um investimento em um site que supostamente propaga fake news.
“De 2009 até agora aplicamos nesse site, que foi escolhido pelo Google aleatoriamente, apenas R$ 2,8 mil”, explicou. Ele afirmou ainda que a decisão do TCU traz prejuízos ao banco, motivo pelo qual já pediu sua reversão e aguarda julgamento no plenário.
Novaes também refutou qualquer relação com o escritor Olavo de Carvalho como vem sendo divulgado pela imprensa. O economista chegou a presidência do BB graças as suas credenciais liberais e seu relacionamento próximo com Guedes. A tendência é que ele permaneça no governo como assessor especial do ministro.
O desejo de Novaes é ficar no BB até 6 de agosto, quando o balanço vai ser divulgado, mas o cargo está disposição do governo. Ele não acredita que a demora provoque turbulências no mercado, que deve dar um voto de confiança de que o sucessor será um nome técnico.
Esse clima de privilégios, apadrinhamento e corrupção não é "privilégio" de Brasília, infelizmente! Câmaras Municipais, Assembléias Legislativas e orgãos com indicações políticas são antros de negociatas e de opressão. Quem gosta são aqueles que levam vantagem e se apropriam da coisa pública em benefício próprio, quem é de bem, pede exoneração MESMO!
Eu acredito! Cargo político é bem isto… e há quem defenda o fim do funcionalismo público de carreira para garantir mais e mais apadrinhados a este bando de corruptos.
Pois é a Ilha da Fantasia sendo a Ilha da Fantasia. Enquanto não tivermos uma nova constituição, nada mudará. Fica a pergunta quem vai fazer essa nova constituição? Se correr o bicho pega é se ficar o bicho come. Uma bela sinuca de bico.
Se assim é, podemos dizer que esse homem tem posições firmes e honrada.s, conseguintemente torna-se exemplo a seguir num país tão carente de moralidade por todos os lados. Que o diga a "Lava Jato " e outros meios de investigações!
Mais de 3 milhões de máscaras destinadas a profissionais de saúde estão retidas há vinte dias no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, porque a Receita Federal do Brasil “precisa saber” se realmente são máscaras. É mais um caso em que a burocracia se sobrepõe à saúde pública.
Pior é que os custos de armazenamento são bancados pela empresa que importou as máscaras e essa conta já ultrapassou os R$200 mil. Seria mais barato guardar as máscaras em uma suíte de hotel de luxo.
A empresa que importou as máscaras, Brasliv Comercial, tentou contato com o Sapea, órgão da Receita Federal, para entender o procedimento. Foi orientada a “enviar um e-mail”, o que foi feito e reiterado duas vezes. Nenhuma resposta até hoje.
Apesar de alegar que “precisa saber” se a carga é mesmo de máscaras, os fiscais não se interessam em conferir, num desdém intrigante para um País que enfrenta situação dramática pandemia de Covid-19. E em clara afronta ao Ministério da Economia e à Instrução Normativa da própria Receita que determina agilidade na liberação de cargas destinadas ao combate à pandemia de coronavírus.
Proteção individual
No total são 3 milhões e 40 mil máscaras que foram desembarcadas no último dia 6, no aeroporto de Guarulhos, importadas pela empresa Brasliv Comercial a serem fornecidas para órgãos públicos e privados.
Segundo detalhamento da empresa, são máscaras de proteção individual, descartável, cor branca, atóxica, hipoalergênica, em tecido não tecido (TNT), 100% polipropileno, com tripla camada com filtro que proporciona uma BFE (eficiência de filtração bacteriana) maior que 95%. O fabricante é a indústria chinesa Hunan Xiutianxia Intelligent Technology Co., LTD.
O desleixo da burocracia
No despacho aduaneiro, a carga foi parametrizada (para verificar a exatidão dos dados declarados pelo importador em relação à mercadoria importada), ao “canal amarelo”, isto é, armazenamento. A requisição de documentos foi feita por fiscal da Receita identificado por Wagner.
Foi solicitada a entrega antecipada da mercadoria, por se tratar de item constante de uma instrução normativa da própria Receita Federal do Brasil para agilizar o desembaraço de carga destinada ao combate à pandemia.
Apesar de essa instrução normativa orientar que em casos de material de combate a Covid-19 o fiscal deve liberar a carga e prosseguir, se for o caso, com diligência, a regra foi solenemente ignorada.
O artigo 47-B da instrução normativa cita “máscaras de proteção, máscaras cirúrgicas, toucas de proteção, capas descartáveis, material hospitalar descartável, protetores de pés (propé), de falso tecido” como cargas cuja liberação deve ser feita imediatamente.
Apesar disso, o pedido de entrega antecipada sequer foi avaliado pelo fiscal. Ao contrário, apesar do cumprimento imediato de todas as exigências documentais, o processo foi encaminhado à Seção de Procedimentos Especiais Aduaneiros (Sapea) da Receita Federal para “análise”. O pedido de entrega antecipada foi reiterado no dia 8, às 17:45h, também sem resposta.
Por solicitação do Sapea, foram apresentados novos documentos, em duas oportunidades. A segunda entrega de documentos, há 10 dias, nem sequer foi baixada pelo fiscal responsável (redistribuída para o fiscal de nome Lauro Campos), conforme aponta a movimentação da DI.
Manobra compromete a empresa
Até agora, vinte dias depois, o fiscal não abriu os documentos e as 3,04 milhões de máscaras destinadas a profissionais de saúde estão paradas no depósito da Receita Federal do Brasil no aeroporto de Guarulhos.
Os custos com o armazenamento da carga são arcados pela importadora. Esses custos já superam os R$200 mil, o que significa que todo o lucro da importação se esvaiu por mera burocracia e má vontade da RFB.
Seria mais barato a empresa alugar a suite presidencial de um hotel para deixar a carga do que o deposito da Receita.
A Justiça foi acionada, mas a Receita disse ao juiz que “tem duvidas” do material importado. Ou seja, mais de vinte dias depois, nem sequer checou se são mesmo de máscaras o que se encontra em seus armazéns.
Não há canal de comunicação direta com a Receita e as máscaras permanecem armazenadas, mum cenário desolador da Covid-19 em que se multiplicam as denúncias sobre a falta de máscaras de proteção para profissionais de saúde.
Além da crise econômica que compromete a sobrevivência das empresas, o governo federal, por meio da Receita, acrescenta custos inesperados e sem propósito que podem impactar diretamente na continuidade das atividades da empresa. Além disso, é inaceitável que a burocracia se sobreponha à saúde pública.
Um homem fantasiado de idoso, com uma máscara especial semelhante às usadas para envelhecer atores no cinema, roubou mais de R$ 500 mil em cassinos, segundo uma investigação do FBI.
O golpe aplicado por John Christopher Colletti seguia o mesmo roteiro em todas as situações. Pela internet, ele teve acesso a informações pessoais, como números de documentos de identificação de suas vítimas e, a partir dos dados roubados, produziu carteiras de motorista falsificadas.
No passo seguinte, para não chamar atenção, ele se transformava em um velhinho para fazer saques em caixas eletrônicos de cassinos na cidade de Detroit, nos Estados Unidos. Também costumava usar diferentes tipos de chapéu, além de óculos e até mesmo um andador, para compor seu personagem.
Em uma de suas ações, segundo informações da rede Fox News, o falso idoso fez 15 saques – cada um deles no valor de R$ 10 mil (US$ 2 mil), um total de R$ 150 mil.
Os caixas acessados pelo criminoso são utilizados pela indústria americana de cassinos para efetuar saques em dinheiro, trocar cédulas por valores menores, entre outras funções. Para acessar a conta de um cliente, ele precisava fornecer dados pessoais da vítima como os quatro últimos dígitos do número do seguro social e o número do telefone.
Para evitar chamar a atenção da segurança nos cassinos, ele adotou a estratégia de sacar valores menores. As primeiras ações do falso idoso identificadas pelos investigadores federais americanos ocorreram em abril de 2019 em um das unidades da rede de cassinos MGM Grand.
A investigação do falso idoso revelada agora pelo FBI já resultou na prisão do acusado. Ele foi preso em 12 de março deste ano, um ano após a primeira denúncia, ao efetuar mais um saque em dinheiro no caixa eletrônico de um cassino em Mayetta, cidade no estado do Kansas.
Os entregadores de aplicativos promovem hoje (25) a 2ª paralisação nacional da categoria. A primeira foi realizada no dia 1º de julho. Eles reivindicam melhores condições de trabalho, fim de bloqueios indevidos, maior remuneração e apoio para prevenção contra a contaminação durante a pandemia do novo coronavírus.
Os trabalhadores requerem das empresas elevação da taxa mínima e da taxa por quilômetro. Atualmente, eles recebem um valor fixo por corrida e um variável por distância percorrida. Eles argumentam que os dois valores são insuficientes para custear as despesas básicas.
Outro pleito é o fim dos bloqueios indevidos. Entregadores afirmam que são impedidos de continuar prestando o serviço sem explicações. Outra crítica é o fato de que os envolvidos nas paralisações são punidos com esta medida. “Defendemos o fim dos bloqueios. Os caras bloqueia mesmo, aí não quero correr o risco”, relatou um entregador.
O chamado “breque” traz entre suas pautas a adoção de medidas efetivas pelas empresas de proteção no cenário de pandemia. Enquanto algumas empresas forneceram equipamentos e insumos como álcool em gel, outras ainda não tomaram medidas. Eles pedem também um seguro saúde em caso de contaminação ou de acidentes.
Publicações nas redes sociais de grupos de entregadores registravam paralisações marcadas em pelo menos seis unidades da Federação: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Paraná.
Sem entrar no mérito da questão, ser entregador, motorista de uber, medico, enfermeiro, policial, diretor de hospital, varredor de rua, coletor de lixo, ASGV, motorista ou cobrador de ônibus, ou qualquer outra opção , muitas e na maioria das vezes é uma opção pessoal ou necessidade, e todos estão expostos a contrair o vírus e Hipócrita é vc.
O Brasil, é campeão em hipocrisia. Nessa pandemia, enquanto a tradicional família ficava em casa, com seu armário abastecido, internet de 250 MB, Netflix, Prime Vídeo, Globoplay, o diabo a 7, os entregadores podiam e podem ficar expostos ao vírus… Afinal, algum subalterno tem que servir essa classe de pessoas tão patriotas….
Já parou pra pensar que muitas das pessoas que você criticam que estão em casa estão justamente porque a empresa onde trabalham se preocupa e tem planejamento para lidar com esse tipo de acontecimento? Não generalize, a maioria dos que estão em casa, estão trabalhando tanto quanto estavam presencialmente. Hipócrita foi seu comentário.
Hipocrisia é o seu pensamento. Quem mais defendeu o distanciamento foi o PT que de trabalhador não tem nada. Muitos médicos adoeceram trabalhando para dar assistência a pessoas mal agradecidas e mal amadas feito vc . Qdo a coisa aperta, vai pro hospital atrás das “ profissionais. E deixar os motoboy morrerem de fome… com certeza vc deve ser p funcionário público que está ganhando sem trabalhar e querendo sugar mais do Governo Federal que deu SHOW de assistência à todos .
Não amigão. Sou da iniciativa privada e não questionei quem tá na linha de frente não (entre eles, os entregadores). Hipocrita é esse pensamento raso de que quem está em casa é funcionário publico e tá "vagabundando" e assistindo "Netflix". Preferia estar todo dia indo ao escritório, mas a empresa, por enquanto quer que fiquemos em casa. E, afinal de contas, trabalhando em casa todo "custo" é meu, porque quem está pagando a "internet" e a energia sou eu e não a empresa… Mas a interpretação de texto passou longe… E ainda tô procurando onde foi que eu mencionei o "petê" no meu texto anterior.. Mas enfim…
Um estudo publicado em 24 de julho na plataforma medRxiv, ainda sem revisão por pares, estima que o limiar de imunidade coletiva ao novo coronavírus (SARS-CoV-2) – também conhecida como imunidade de rebanho – pode ser alcançado em uma determinada região se algo entre 10% e 20% da população for infectada.
Caso a projeção se confirme na prática, os desdobramentos tendem a ser positivos em dois aspectos. Primeiro porque significa que é pequeno o risco de ocorrer uma segunda onda avassaladora da pandemia nos países que adotaram medidas para conter a disseminação da COVID-19 e hoje já registram queda no número de novos casos. Em segundo lugar porque indica ser possível para uma cidade, um estado ou um país alcançar o limiar de imunidade coletiva mesmo tendo adotado medidas de distanciamento social que ajudam a evitar o colapso do sistema de saúde e a minimizar o número de mortes.
“Nosso modelo mostra que não é preciso sacrificar a população deixando-a circular livremente para que a imunidade coletiva se desenvolva. Por outro lado, sugere que também não há necessidade de manter as pessoas em casa durante muitos e muitos meses, até que se aprove uma vacina”, afirma à Agência FAPESP a biomatemática portuguesa Gabriela Gomes, atualmente na University of Strathclyde, no Reino Unido.
O modelo matemático ao qual a pesquisadora se refere foi desenvolvido em colaboração com cientistas do Brasil, Portugal e Reino Unido. Entre os coautores do artigo estão o professor do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) Marcelo Urbano Ferreira e seu aluno de doutorado Rodrigo Corder.
“Temos trabalhado juntos com Gabriela Gomes há alguns anos usando essa abordagem para descrever a dinâmica de transmissão da malária na Amazônia brasileira, com apoio da FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo). Ela também já havia feito alguns estudos sobre tuberculose. O modelo que usamos é diferente dos demais, pois leva em conta o fato de que o risco de contrair uma determinada doença varia de pessoa para pessoa”, conta Ferreira.
Como explica Gomes, os fatores que influenciam o risco de um indivíduo contrair a COVID-19, por exemplo, podem ser divididos em duas categorias. Em uma delas estão os de ordem biológica, como a genética, a nutrição e a imunidade. Na outra se inserem os fatores comportamentais, que determinam o nível de contato com outras pessoas que cada um de nós tem no cotidiano.
“Isso tem relação com o tipo de ocupação, o local de moradia, os meios de deslocamento e até o perfil de personalidade. Uma pessoa que prefere ficar em casa lendo um livro tem um risco menor de se expor ao vírus do que quem sai com muita frequência e se relaciona com muitas pessoas”, diz a pesquisadora.
De acordo com Gomes, os modelos que estimaram o limiar de imunidade ao SARS-CoV-2 variando entre 50% e 70% consideram que o risco de infecção é o mesmo para todos os indivíduos.
“Temos visto que, no caso da COVID-19, quanto maior é o grau de heterogeneidade da população, mais baixo se torna o limiar da imunidade de grupo”, afirma Gomes.
Medir em cada indivíduo de uma população cada um dos fatores que influenciam a suscetibilidade de contrair o novo coronavírus para então calcular qual seria o chamado “coeficiente de variação” – parâmetro-chave do modelo descrito no artigo – seria algo inviável. Por esse motivo, os pesquisadores optaram por fazer o caminho de trás pra frente.
“Sabemos que se alterarmos o coeficiente de variação há um impacto na curva epidêmica projetada pelo modelo. Decidimos então fazer o reverso: usamos a curva epidêmica de países em que a epidemia já estava em fase avançada para calcular o coeficiente de variação”, explica Gomes.
A versão mais recente do trabalho se baseia em dados de incidência (número de novos casos diários) da Bélgica, Inglaterra, Espanha e Portugal. “Pretendemos em breve estudar os dados do Brasil e Estados Unidos, onde a epidemia ainda está em evolução”, diz a pesquisadora.
Segundo os autores, embora o coeficiente de variação seja diferente em cada país, de forma geral, o limiar de imunidade coletiva tende a ficar sempre entre 10% e 20% e isso é extremamente relevante para a formulação de políticas públicas.
“Em locais onde o limiar de imunidade coletiva já foi alcançado, a tendência é que o número de novos casos continue a cair mesmo se a economia for reaberta. Mas, caso as medidas de distanciamento sejam relaxadas antes de a imunidade coletiva ser alcançada, os casos provavelmente voltarão a subir e os gestores devem estar atentos”, afirma Corder. “Conceitualmente, após atingir a imunidade coletiva, a transmissão tende a se prolongar caso as medidas de controle sejam retiradas rapidamente”, alerta.
Segundo o relato de Gomes, em Portugal é possível observar duas situações distintas. A região norte, por onde o vírus entrou no país, foi bem mais impactada no início da pandemia e agora, mesmo com a economia reaberta, o número de casos novos permanece em queda. Já no sul, onde se localiza a capital Lisboa, os casos seguem tendência de alta.
“Por enquanto são surtos localizados, em bairros de Lisboa, que estão sendo localmente contidos por meio de testagem e isolamento de infectados. As pessoas só foram liberadas para voltar ao trabalho em Portugal após fazerem testes”, conta a pesquisadora.
Situação parcialmente semelhante ocorre no Brasil. A região de Manaus (AM), no Norte, aparentemente atingiu o pico da curva epidêmica em maio, quando houve o colapso do sistema de saúde. Depois disso, o número de novos casos tem caído mesmo com a economia aberta e as escolas retomando as atividades presenciais. Estudos sorológicos indicaram que em cidades como Manaus e Belém, no Pará, mais de 10% da população já tem anticorpos contra o novo coronavírus. Já a região Sul, que registrou um pequeno número de infecções no início da epidemia e onde o índice de soroprevalência na população estava em torno de 1% em maio, tem registrado um aumento no número de casos novos à medida que as atividades estão sendo retomadas. Diferentemente de Portugal, o investimento em testagem e rastreamento de infectados no Brasil ainda permanece aquém do considerado ideal.
Como ressaltam os autores do artigo, o fato de o limiar de imunidade coletiva ser menor que o inicialmente previsto não diminui a importância das medidas de saúde pública para conter a disseminação do vírus e reduzir o número de mortes.
“Se algum gestor defende a imunidade coletiva como política pública ele está equivocado. As medidas de controle são importantes para não sobrecarregar o sistema de saúde. Mas o novo entendimento da dinâmica de transmissão da COVID-19 que nosso modelo traz aponta para um cenário mais otimista”, diz Corder.
Na avaliação de Gomes, a adesão às medidas de isolamento tende a ser maior se as pessoas souberem que o sacrifício será necessário por um período mais curto. “Quando dizemos que a epidemia só será superada quando a vacina chegar, as pessoas começam a pensar em desrespeitar as normas, pois já não aguentam uma vida tão pouco sociável, com tantas restrições”, diz.
Próximos passos. Alimentar o modelo com dados do mundo real é a melhor forma de tornar suas simulações e estimativas mais realistas. Com esse objetivo, Ferreira pretende testar em um estudo de campo no Acre dois pressupostos usados nos cálculos do grupo: o índice de detecção da doença (a diferença entre o número real de infectados e o número de casos diagnosticados) e o tempo de duração da imunidade contra o SARS-CoV-2.
“No trabalho, consideramos que em torno de 10% dos casos reais são detectados pelos serviços de saúde e que a imunidade contra o vírus dura ao menos por um ano. Vamos ver se isso se confirma em uma população que acompanhamos já há alguns anos na cidade de Mâncio Lima”, conta o pesquisador.
O grupo do ICB-USP tem realizado a cada seis meses inquéritos domiciliares com uma amostra da população da cidade acriana situada na fronteira com o Peru. Além de aplicar questionários, os pesquisadores coletam amostras de sangue. A ideia é acompanhar como evolui a soroprevalência ao SARS-CoV-2 nessa população ao longo do próximo ano e observar por quanto tempo os anticorpos podem ser detectados no sangue. O trabalho conta com apoio da FAPESP (leia mais em: http://agencia.fapesp.br/32883/).
Para voce ter a respostar uma simples pesquisa de internet. Países que respeitaram o isolamento e seu numero de mortos/infectados, depois faz a media pela desindade demografica. Se saber o signifiado é claro. Desculpa me expressar dessa forma, mas nao sei com quem estou falando, minha intenção não é ofender ninguem
A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) vai entrar com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) questionando a constitucionalidade da Lei de Segurança Nacional (LSN) e a hipótese de sua revogação.
De acordo com parecer elaborado pela ordem, a lei, “que define os crimes contra a segurança nacional, a ordem política e social”, possui “termos vagos em certos comandos, que podem causar insegurança jurídica quanto à sua definição e aplicação, como, por exemplo, a menção a ‘atos de terrorismo’”.
“A norma, como resquício da ditadura, não vinha sendo muito utilizada desde o advento da Constituição Republicana de 1988”, segue o documento, que menciona os recentes episódios em que a lei “vem sendo invocada, especialmente no último ano, por grupos políticos diversos”, diz a OAB.
Uma lei não é revogada porque alguém ou alguma instituição quer. Ela é revogada porque outra a revogou expressamente ou com ela é totalmente incompatível. Fora isso, ela passa pelo crivo da recepção ou não com o texto constitucional.
Os shoppings com ar-condicionado em Natal poderão reabrir para atendimento presencial dia 28 de julho, próxima terça-feira. A permissão será dada por meio de decreto assinado pelo prefeito Álvaro Dias que será publicado na segunda-feira (27).
No último dia 22, o BLOGDOBG já antecipava a possibilidade de reabertura no dia 28 (leia aqui), mostrando como o Midway Mall se preparava para a reabrir através de um comunicado interno acompanhado de um ‘Protocolo de Reabertura’ enviado aos lojistas.
A reabertura leva em conta os mais recentes índices covid no Rio Grande do Norte. Em Natal, por exemplo, a ocupação de leitos chegou a 40%. No Rio Grande do Norte, esse índice está em torno de 75%. Esse são os melhores índices desde o dia 1º de junho.
De acordo com o decreto do Governo do Estado, a data de reabertura dos shoppings está prevista para 5 de agosto.
Quadrúpede, o decreto é da prefeitura de Natal. Leia antes de sair relinchando.
Estamos nessa condição hoje, menos ruim, em relação aos números da Covid-19, do que em outros Estados, devido a coragem da Governadora Fatima Bezerra em adiar o máximo possível o retorno das atividades econômicas ! ! Os Mercadores da Morte nunca se conformarão ! !
Fátima só fez lambança, comprou respiradores superfaturados que nunca existiram, hospital de campanha nunca saiu, leitos de UTI que não funcionam na liga ambulâncias mais caras do mundo de empresa falsa, e ainda vem uma reforma da previdência pra tirar direitos em plena pandemia
Então vai lá p o gilselda!pede p passar um dia lá!
É verdade!! Menos de 40% dos leitos ocupados, a maioria dos casos tem apenas sintomas leves… Não faz mais sentido manter as atividades fechadas por causa de uma minoria que está com medo de sair de casa. Quem quiser que mofe em casa, mas parem de querer se intrometer na vida dos outros!!!
A Prefeitura do Rio informou neste sábado (25) que a festa de réveillon do Rio está cancelada por causa da pandemia de Covid-19. A informação foi divulgada pela Riotur, empresa de turismo da Capital Fluminense. Em 2019, 2,9 milhões de pessoas acompanharam a festa da virada em Copacabana.
O anúncio do cancelamento da festa de réveillon acontece um dia após a Prefeitura de São Paulo anunciar o adiamento do carnaval de 2021 da cidade. No Rio, algumas escolas de samba também afirmaram que seria “inviável” realizar os desfiles carnavalescos na Marquês de Sapucaí sem uma vacina contra Covid.
A prefeitura informou que a celebração “não é viável neste cenário de pandemia, sem a existência de uma vacina”. Além disso, o governo municipal “segue concentrando os esforços para salvar vidas e controlar a pandemia”.
A Riotur informou que “o réveillon não é um evento rígido e ele pode acontecer de diversas formas, que não apenas reunindo 3 milhões de pessoas na Praia de Copacabana”. Segundo a empresa de turismo, uma nova proposta para comemorar o Ano Novo será apresentada ao prefeito Marcelo Crivella “nos próximos dias”.
A ideia é elaborar um projeto “sem presença direta de público, em um modelo virtual, onde poderemos atingir o público pela TV e pelas plataformas digitais”. O objetivo, ainda de acordo com a Riotur, é preservar “prioritariamente a segurança das pessoas”.
O novo modelo, que ainda será apresentado, tem viabilidade financeira focada 100% na iniciativa privada. A Riotur entende que o cenário atual, de enfrentamento de pandemia, precisa que os recursos da Prefeitura do Rio sejam destinados ao combate do vírus.
O réveillon começaria a ser desenvolvido em agosto, ou seja, não há etapas a serem cumpridas pela Prefeitura neste momento e estamos dentro do cronograma natural.
Um avião monomotor caiu no Centro de Guabiruba, no Vale do Itajaí, na manhã deste sábado (25). Segundo o Corpo de Bombeiros, dois homens foram resgatados com ferimentos. A ocorrência foi registrada às 10h38, na Rua José Júlio Schumacher.
Ainda de acordo com os bombeiros, as vítimas de 35 e 33 anos foram encaminhadas para o Hospital Azambuja, em Brusque, com suspeita de traumas e hemorragia.
Imagens feitas por uma câmera de segurança mostram o momento da queda. A aeronave não chegou a atingir veículos e residências.
Foto: Corpo de Bombeiros/divulgação
A área foi isolada pelos bombeiros, que também informou que acionou o Serviços Regionais de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa).
Os bombeiros não repassaram mais detalhes das vítimas ou circunstâncias da queda, já que a ocorrência estava em atendimento por volta das 11h30. A Polícia Militar também está no local.
De novo??? A mesma notícia? Enfadonho!!!!!