Judiciário

Por 4 votos a 3, TSE decide autorizar a aquisição de novas provas nas investigações e manter ações contra a chapa Bolsonaro-Mourão

Por 4 votos a 3, o plenário do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiu autorizar a aquisição de novas provas nas investigações contra a chapa Bolsonaro-Mourão, eleita em 2018.

Segundo os autores das representações, durante a campanha, o grupo virtual Mulheres Unidas contra Bolsonaro, que reunia mais de 2,7 milhões de pessoas, sofreu ataque de hackers que alteraram o conteúdo da página.

O julgamento dos casos teve início em novembro de 2019. O relator, ministro Og Fernandes, votou pela rejeição das ações. O ministro Edson Fachin havia pedido vista, por isso, o julgamento foi interrompido.

Os processos são de autoria dos candidatos derrotados no pleito de 2018 Marina Silva (Rede) e Guilherme Boulos (Psol). Alegam abuso eleitoral e pedem a cassação dos registros de candidatura, dos diplomas ou dos mandatos dos atuais chefes da República, além da declaração de inelegibilidade.

Votaram para reabrir o processo para recepcionar novas provas os seguintes ministros:

  • Luís Roberto Barroso;
  • Edson Fachin;
  • Tarcísio Vieira de Carvalho Neto;
  • Carlos Velloso Filho;

Foram contra a reabrir o processo:

  • Alexandre de Moraes;
  • Og Fernandes;
  • Luís Felipe Salomão.

O ministro Luís Roberto Barroso classificou com “gravíssimo” invadir uma página para desvirtuar informações.

“Eu considero isso 1 fato gravíssimo. Não considerei pouco grave, não. Isso é quase como 1 sequestro, como 1 assalto você admitir com razoabilidade que alguém possa invadir 1 site. Não é produzir o seu site e manifestar a posição que queira. Isso faz parte da liberdade democrática e da liberdade de expressão”, afirmou.

O ministro Alexandre de Moraes, que havia pausado o debate por 1 pedido de vista, entendeu que, mesmo que a invasão ao site seja 1 ato criminoso, não comprometeu a igualdade da disputa eleitoral em 2018.

“Mesmo sendo ilícita e criminosa a conduta realizada, cuja autoria ainda é desconhecida, o hackeamento por 24 horas de site contrário à candidatura dos requeridos, com alteração para mensagens favoráveis, não configura, a meu ver, nos termos da legislação eleitoral, o necessário abuso de poder […] de forma a comprometer a igualdade da disputa eleitoral e a própria legitimidade do pleito”.

Depois da decisão, o advogado da coligação Unidos para Transformar o Brasil (Rede/PV), Rafael Mota, publicou a seguinte nota:

“A decisão do TSE de reabrir a fase de investigação das Aijes [Ação de Investigação Judicial Eleitoral] para que os autores produzam provas no processo traz a certeza de que situações graves, dentro do processo eleitoral, serão fortemente combatidas e que os criminosos terão a lei e a constituição no seu encalço”.

PODER 360

Opinião dos leitores

  1. Os rakes invadiram uma página que era utilizada para divulgar fake News contra o então canidato A presidência da República Jair Bolsonaro. Qual era o conteúdo da página? #elenão: por que ele é machista, homofobico, rachista, ditador, xenófobo, vai acabar o bolsa família, é contra as empregadas domésticas, é contra o aborto, misógino é a favor da ditadura etc. Estes ministros deveriam procurar saber qual era o conteúdo desta página para depois tomar essa decisão. Mais como foi uma página de esquerda,né? Fazer o que?

    1. Grande dia para mais um ABSURDO, os próprios ministros do TSE reconhecem que o fato julgado não interferiu nas eleições. Para alguns existe um terceiro turno.

  2. Nao que o TSE vá cassar o presidente. Não vai. Mas é importante para o judiciário ter uma espada. Se vc se comportar mal, ja sabe. Se se comportar bem, não dá em nada.

    1. Pelo visto você só observa,né observando? E quando a espada como diz você, ultrapassar todos os limites, quem vai resolver? Você?

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Educação

Câmara aprova MP que dispensa quantidade mínima de dias letivos em escolas e oficializa atividades pedagógicas não presenciais. Mudanças também no ensino superior

A Câmara dos Deputados aprovou nesta 3ª feira (30.jun.2020) o texto-base da Medida Provisória 934/20, que suspende a obrigatoriedade de escolas e universidades cumprirem a quantidade mínima de dias letivos neste ano em razão da pandemia. Os deputados ainda precisam analisar os destaques (trechos votados separadamente).

De acordo com o texto-base aprovado, os estabelecimentos de educação infantil serão dispensados de cumprir os 200 dias do ano letivo e também a carga mínima de 800 horas. A relatora do texto foi a deputada Luisa Canziani (PTB-PR).

Já as escolas de ensino fundamental e médio terão de cumprir essa mesma carga horária, embora não precisem seguir o número mínimo de dias (200).

O CNE (Conselho Nacional de Educação) deverá editar diretrizes nacionais para implantar a regra, segundo a BNCC (Base Nacional Comum Curricular) e sem prejuízo da qualidade do ensino e da aprendizagem.

Devido ao tempo escasso que restará até o fim do ano para encaixar a carga horária nos dias disponíveis, o projeto permite que o conteúdo de 2020 seja aplicado no próximo ano, aglutinando duas séries ou anos escolares.

O texto define que as estratégias de retorno das aulas presenciais deverão ser adotadas em colaboração com outros setores, como saúde e assistência social, além de observar as diretrizes das autoridades sanitárias e as regras estabelecidas pelo respectivo sistema de ensino. Para isso, a União deverá prestar assistência técnica e financeira aos Estados e municípios.

Aos alunos em situação excepcional de risco de contrair a covid-19, deverá ser garantido atendimento educacional adequado à sua condição, como o regime domiciliar ou hospitalar. Para os estudantes das redes públicas, deve ser garantida ainda a continuidade de programas de apoio, como os de alimentação e de assistência à saúde.

ENEM

Quanto ao Enem (Exame Nacional de Ensino Médio) de 2020, cujo adiamento tem sido discutido por vários especialistas em educação, o texto prevê que o Ministério da Educação deverá ouvir os sistemas estaduais de educação para definir a data de sua realização.

Em relação ao uso dessa nota pelas instituições de ensino participantes do Sisu (Sistema de Seleção Unificada) e do ProUni (Programa Universidade para Todos), o texto aprovado determina que os processos seletivos de acesso aos cursos dessas instituições deverão ser compatíveis com a data de divulgação dos resultados do Enem.

A critério dos sistemas de ensino, o aluno do 3º ano do ensino médio na rede pública poderá, em caráter excepcional e se houver vagas, matricular-se para período suplementar de estudos de até um ano escolar a fim de revisar o conteúdo curricular de 2020, prejudicado pela pandemia.

ATIVIDADES NÃO PRESENCIAIS

O texto permite ainda que os sistemas de ensino desenvolvam atividades pedagógicas não presenciais. Na educação infantil, isso deverá seguir orientações pediátricas quanto ao uso de tecnologias de informação e comunicação.

Nos ensinos fundamental e médio, deverão estar vinculadas aos conteúdos curriculares de cada etapa e modalidade. Para contar como carga horária mínima, terão de seguir critérios objetivos estabelecidos pelo CNE. Esses critérios deverão levar em conta as especificidades de cada faixa etária dos estudantes e de cada modalidade de ensino.

Aqueles sistemas de ensino que optarem pelas atividades não presenciais terão de assegurar que os alunos tenham acesso aos meios necessários para a realização dessas atividades. Se isso envolver equipamentos e assistência técnica, a União deverá ajudar estados, Distrito Federal e municípios, tanto em favor dos profissionais de educação quanto dos alunos.

Os recursos deverão vir do “orçamento de guerra” previsto na Emenda Constitucional 106, de 2020.

ENSINO SUPERIOR

Quanto ao ensino superior, as faculdades não precisarão cumprir os 200 dias letivos, mas terão de manter a carga horária prevista na grade curricular para cada curso e não deverá haver prejuízo aos conteúdos essenciais para o exercício da profissão. Atividades pedagógicas não presenciais também serão admitidas para completar a carga horária.

A relatora manteve, no caso de carreiras ligadas ao enfrentamento da pandemia de Covid-19, a permissão para antecipação da conclusão dos cursos. A medida alcança os cursos de Medicina, Farmácia, Enfermagem, Fisioterapia e Odontologia, desde que o aluno cumpra, no mínimo:

  • 75% da carga horária do internato do curso de Medicina; ou
  • 75% da carga horária dos estágios curriculares obrigatórios dos cursos de Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia e Odontologia.

Neste último caso, o Poder Executivo fica autorizado a ampliar, ouvido o CNE, a lista de cursos da área da saúde cuja conclusão poderá ser antecipada se diretamente relacionados ao combate da pandemia.

De maneira semelhante, o relatório permite a conclusão antecipada dos cursos de educação profissional técnica de nível médio caso relacionados ao combate à pandemia. Para isso, o aluno precisará ter cumprido, no mínimo, 75% da carga horária dos estágios curriculares obrigatórios.

SEM REDUÇÃO DE REPASSES

Para garantir os mesmos valores de repasses da União aos outros entes federados no ano letivo de 2020, o projeto de lei de conversão prevê o uso dos 200 dias regulamentares no cálculo dos valores dos programas.

Opinião dos leitores

  1. Boa noite
    Lendo o documento do blog há uma referência sobre a proposta de reduzir em 75% a carga horária de estágios do curso técnico de nível médio para enfermagem, para atender aos alunos preciso do número da medida provisória. Já tentei no site do MEC mas localizei a de número 934 que não atende a proposta.

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Educação

Reitor argentino deu título de “doutor” a Lula um mês antes de desmentir Decotelli

Reitor argentino deu título de “doutor” a Lula um mês antes de desmentir Decotelli

Em 21 de maio, um mês antes de o ex-ministro da Educação Carlos Decotelli ter sido desmoralizado com sua afirmação de que ele não concluiu curso de doutorado na instituição, o reitor da Universidade Nacional de Rosário (Argentina), Franco Bartolacci, fez uma “cerimônia virtual” para conceder um “título honoris causa” ao ex-presidente Lula, petista condenado duas vezes por corrupção e lavagem de dinheiro. E ainda avisou: assim que puder, fará cerimônia presencial com seu ídolo.

A inundação de “inconsistências” no currículo de Decotelli começou com a Universidade de Rosário. Depois passou uma boiada.

Além do doutorado, Decotelli também não realizou um pós-doutorado na Alemanha e é acusado de plágio na dissertação de mestrado.

A cerimônia virtual da universidade argentina homenageou o trabalho de Lula na educação e batalha contra o analfabetismo.

Decotelli também disse que tem vínculo com a FGV, onde leciona há 40 anos, mas que a universidade nega. Ele atribui sua demissão a isso.,

CLÁUDIO HUMBERTO

Opinião dos leitores

  1. LULAPOCRITA, a hipocresia reina nesta esquerda, e ainda não falta apoiadores de Plantão. E principalmente nas Universidades de todos os Países que aplaudem um EXPERT no quesito CORRUPÇÃO, e sem falar em um PISA que é vergonha Internacional.. No qual ele foi o que mais contribuiu com o projeto ideológico dele… Em matéria de corrupção e estratégia de como fazê-la, é a especialidade do ex-presidiário. É o que a mídia mostrou durantes estes últimos 15 anos, que antecederam o Governo Atual.

  2. Atenção inteligentes. Esse título de Honoris Causa, não vale nada pra currículo.
    Já o quase-ministro, mentiu mesmo.
    Deve ter no MEC gente qualificada, mas o Bozo tem o dedo podre. Só indica quem não ´presta.

    1. Fato. Honoris Causa é apenas um penduricalho, não permite pos-doc, não aumenta salário de professor de carreira ou de nenhum outro serviço público. Não confunda com esses fraudadores, não só o quase ministro, tivemos outros casos como daquela química, da bel pesce..

  3. Se nomear Dr. Lula pra ministro da Educação, vai ser pior que os últimos 3 ministros. O analfabetismo vai voltar a cair, filho de pobre na universidade, toda esquina vai ter um Instituição Federal, professor e cientista valorizados… nããmm

    1. Omi deixe de falar besteira! Antes desse LADRÃO do Lula ser presidente, pobre também fazia Universidade pública. Meu pai nasceu em uma casa de taipa e fez Engenharia Civil, Economia e história.

  4. O despeito por Lula é monstruoso.
    O que tem a ver uma coisa com a outra?
    Lula recebeu esse título em umas 10 universidades.
    Decotelli mentiu. Fato.
    Claudio Humberto é um capacho antigo de políticos safados, Temer foi o penúltimo.

  5. Kkkkkkkk. Só for em desfalque, ladrão de cofres públicos, mentiroso, encantador de burros, analfabeto, cachaceiro…
    #LulaNaCadeia

  6. Eu não sei qual é o mais ridículo: O cara mentir que tem um curso sem ter, mesmo tendo estudado alguma coisa ou um cara jumento, que nunca estudou, ganhar um título de doutor.

    1. É um título honorífico… Uma homenagem. Não aumenta salário nem ilustra currículo. Pra completar: foi REAL, não inventado. Não há o que comparar…

  7. Parabéns sr DECOTELLI. O sr como ex futuro ministro , teve um desempenho melhor do que o fugitivo que foi seu antecessor . TITICO trás o pinico , MANECO trás o caneco , SILVA traga o papel tem que lustrar o anel .

    1. Padrão típico dos cidadãos Brasileiros de bem, ditos politizados, que atuam nas redes ultimamente (sejam de esquerda e/ou de direita): Perdoam e até elogiam nos seus, os erros indesculpáveis que criticam nos outros ! !

    2. Silva botou mesmo foi no anel de couro dos brasileiros, quando desviou trilhões de reais dos cofres públicos do Brasil e entregou a lulinha, oi, jbs, oas, Odebrecht…, cuba, Venezuela, ditaduras africanas…, E isso pode ser comprovado pelos bilhões de reais ja recuperados por moro e a operação lava jato, mesmo assim essa elite beneficiada pelo nove dedos, se encontram com patrimônios bilionários, enquanto as migalhas jogadas aos pobres brasileiros, se esvairam no dia seguinte do recebimento do bolsa família, e assim continuaram a sina de miseráveis e enganados pelo sistema perverso de poder dos petralha. Pior disso, são ainda alguns idiotas e imbecis que defendem intransigentemente esses crápulas.

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Jornalismo

Senado aprova projeto de lei sobre fake news; texto segue para a Câmara

o Senado aprovou nesta terça-feira (30) o projeto de lei sobre fake news por 44 votos a 32. Houve 2 abstenções.

Agora, a proposta segue para a Câmara dos Deputados. Se for aprovado sem alterações, vai para sanção do presidente da República. O governo orientou seus aliados pelo voto contrário.

Após longa negociação, os senadores votaram uma versão desidratada em relação ao que vinha sendo discutido. O projeto, relatado pelo senador Angelo Coronel (PSD-BA), foi acelerado na esteira do inquérito que apura a divulgação de notícias falsas e ameaças contra ministros do STF (Supremo Tribunal Federal). Uma CPI mista do Congresso investiga também a prática de fake news.

O texto aprovado pelo Senado manteve a retirada de um ponto polêmico debatido pelos senadores nas últimas semanas: a exigência de documentos (como CPF, identidade e passaporte) e número de telefone celular para abertura de contas em redes sociais.

Pela proposta, a identificação dos usuários irá ocorrer sob responsabilidade das plataformas apenas em casos suspeitos.

As plataformas devem, segundo o projeto, identificar os conteúdos impulsionados e publicitários cujo pagamento pela distribuição foi feito ao provedor de redes sociais.

Os senadores aprovaram a exigência de guarda dos registros da cadeia de reencaminhamentos de mensagens no WhatsApp para que se possa identificar a origem de conteúdos ilícitos.

O armazenamento de registros se dará apenas das mensagens que tenham sido reencaminhadas mais de cinco vezes, o que configuraria viralização. Os dados armazenados sobre a cadeia de encaminhamento só serão acessíveis por meio de ordem judicial e quando as mensagens atingiram mil ou mais usuários.

Pelo projeto, ficaram proibidos o uso e a comercialização de ferramentas externas aos serviços de mensagens privadas e por eles não certificadas voltadas ao disparo em massa.

A matéria isentou a disseminação de fake news de penalizações criminais, retirando da versão debatida o financiamento de redes de fake news das leis de organização criminosa e lavagem de dinheiro. O texto final ainda excluiu a obrigatoriedade das empresas de identificação prévia no uso de pseudônimos para a inscrição em redes sociais.​

Ficou de fora também um artigo sobre a remuneração por uso de conteúdos jornalísticos, artísticos e outros por redes sociais.

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), afirmou que o Palácio do Planalto procurou chegar a um texto de consenso.

Segundo ele, no entanto, o projeto, da forma como ficou, é prejudicial aos investimentos no país, o que poderia causar prejuízos à economia. “O governo, embora reconheça o esforço feito, entende que a versão final não atende aos interesses nacionais”​, disse.

O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente, foi um dos contrários ao projeto. ​

O relator Angelo Coronel entregou o texto aos senadores na noite desta segunda-feira (29). Foi a quarta versão do relatório elaborada pelo parlamentar em 11 dias, a fim de que se chegasse a um consenso para a apreciação.

De acordo com o texto votado, o acesso aos dados de identificação somente poderá ocorrer para fins de constituição de prova em investigação criminal e em instrução processual penal, mediante ordem judicial.

As plataformas de redes sociais deverão ter sede e representante legal no Brasil, sem a obrigatoriedade de um banco de dados no país.

A proposta estipulou que os serviços de mensagens devem suspender as contas de usuários cujos números forem desabilitados pelas operadoras de telefonia. A medida não se aplica aos casos em que as pessoas tenham solicitado a vinculação da conta para novo número de telefone.

Pouco antes do início da votação, o relator ainda acatou novas alterações ao texto. Uma delas foi para reforçar que as medidas previstas atingirão apenas os números celulares cujos contratos forem rescindidos ou pelo usuário ou pela plataforma.

Outra mudança garantiu o direito de resposta e a remoção imediata de conteúdos em situações graves como também de violação a direitos de crianças e adolescentes, que havia ficado de fora. Preconceitos por questões de raça, etnia e procedência nacional, orientação sexual e de gênero, origem e religião já estavam contemplados.

O texto também prevê a aplicação de multa para as plataformas caso não cumpram as regras de identificação dos responsáveis pela disseminação de fake news. A punição, neste caso, pode chegar a até 10% do faturamento do grupo econômico no Brasil no seu último exercício. Poderá haver ainda suspensão das atividades.

Os valores serão destinados ao Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação).

O líder do governo Bolsonaro no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), chegou a afirmar que a proposta traria perdas econômicas ao país ao limitar a atuação de redes sociais. O PSL também foi contrário.​

“Meu objetivo sempre foi vencer o anonimato. Não é admissível que a sociedade se veja refém daqueles que usam de perfis falsos para disseminar ameaças e mentiras. O anonimato é o caminho pelo qual crimes estão sendo cometidos nas redes sociais”, disse o relator, em defesa do projeto.

O texto determina a criação de uma instituição de autorregulação das plataformas, que seria responsável por elaborar regras e adotar medidas como rotular e colocar advertências em conteúdo caracterizado como fake news.

O projeto também diz que as contas de redes sociais de funcionários públicos, como ministros e secretários, e ocupantes de cargos eletivos serão consideradas de interesse público, tendo de respeitar os princípios da administração pública, além de listar regras de transparência para publicidade estatal, proibindo a veiculação em determinados sites que promovem a violência, por exemplo.

Segundo o texto aprovado, as contas de detentores de mandatos, ministros e secretários não poderão bloquear o acesso de usuários às suas publicações.

Para viabilizar a votação, o relator retirou toda a parte que tratava de eleições. Com isso, ficou de fora, por exemplo, a determinação para o pagamento de multa de até R$ 1 milhão a candidatos que se beneficiarem com propaganda com conteúdo manipulado para atacar os adversários durante as eleições.

Facebook, Google, Twitter e WhatsApp, em análise enviada a senadores, caracterizaram a legislação como “um projeto de coleta massiva de dados das pessoas resultando no aprofundamento da exclusão digital e pondo em risco a privacidade e segurança de milhares de cidadãos”.

O relatório foi estruturado sobre o projeto de lei do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE). A proposta, caso aprovada pela Câmara e sancionada pelo presidente Bolsonaro, institui a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet.

Mesmo com as mudanças feitas poucas horas antes da votação, o projeto foi a plenário sem acordo. No começo da tarde desta terça havia cinco requerimentos para a retirada de pauta. Um grupo de senadores reivindicou a realização de audiências virtuais para debater a proposta, antes que ela fosse colocada em apreciação.

O senador Plínio Valério (PSDB-AM), por meio de um requerimento aprovado pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), defendeu a retirada do projeto da pauta. Ele alegou que a proposta não tinha relação com a pandemia causada pelo novo coronavírus, que têm prioridade nas votações no Senado.

O pedido foi negado por Alcolumbre. Ele afirmou que, apesar das divergências, a votação da matéria em plenário era urgente, devido aos ataques que são feitos em redes sociais.

“O Senado dará um sinal claro na votação desta matéria, que estamos buscando conhecer e entender esse universo que precisa ser reconhecido de liberdade de expressão, mas que alguns criminosos usam para agredir a vida de milhares de brasileiros”, disse.

O líder do MDB, Eduardo Braga (AM), alegou que o projeto não se trata de mordaça.

“Quem quiser dar sua opinião que o faça, mas não atrás das máquinas de fake news que se instalaram no país. É preciso colocar um freio na pandemia de fake news.”

FOLHAPRESS

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Judiciário

Rosa Weber nega liminar a jovem acusado de furtar dois shampoos de R$ 10

A ministra Rosa Weber, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou liminar a um jovem que furtou dois shampoos, de R$ 10 cada um, para que cumprisse penas alternativas. Ele já tinha sido flagrado em outros furtos.

O caso tramita também no STJ (Superior Tribunal de Justiça), que deve apreciar seu mérito.

O jovem é representado pelo advogado Luis Felipe Eiras e pelo o estudante de direito Gustavo Neto Altman.

MÔNICA BERGAMO

Opinião dos leitores

  1. Provavelmente o advogado deste rapaz não é um "garantista", desses que aparecem usando bermudas no STF, e que costumam "convencer" ministros do STF a soltar canalhas que roubam bilhões de reais. Lamentável.

  2. Ladrão é Ladrão, não importa o valor do roubo. Um Roubou MILHÕES do POVO Brasileiro , esse roubou dois Shampoos. Só é diferente o valor , dois LADRÕES. Cana para os dois avaliando as devidas proporções.

  3. Quando termos um STF, julgando um furto de shampoo. Imagina -se a importância que tem um órgão deste!
    Vergonha nacional.

  4. Tá certo, tem q ser assim mesmo. E mais rigoroso com os do colarinho branco, o que não acontece.

  5. Enquanto isso,, o maior ladrão que o país já viu, possuidor de duas condenações, está pôr aí, livre,leve e solto.

  6. Faltou dinheiro para comprar os shampoos, outras coisas, pagar advogado esperto, e provavelmente conhecimento de como as voisas funcionam. Uma lástima esse judiciário do Brasil, prender um pé rapado e soltar milhares de corruptos, traficantes, assaltantes de banho, estupradores e meliantes infinitamente mais perigosos,, o maior exemplo está em Lula.

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Educação

PREOCUPANETE: Maioria dos diretores afirma que professores não estão preparados para volta às aulas

A maioria dos diretores de escolas brasileiras avalia que os professores não estão preparados para a volta às aulas presenciais, que foram interrompidas pela pandemia do novo coronavírus.

Para 57,6% dos diretores de escolas públicas e particulares, as equipes não estão prontas para retomar as atividades presenciais por causa da infraestrutura das unidades, da defasagem de aprendizado pelo ensino remoto, da adaptação às novas regras de isolamento e dos impactos emocionais da quarentena.

Os dados são de pesquisa feita pela Nova Escola com 9.500 professores —367 deles gestores escolares — da educação básica (da educação infantil ao ensino médio) de todos os estados brasileiros.

Ainda com avanço de casos de coronavírus no país, os estados estudam a retomada das aulas presenciais. Nenhum deles estabeleceu um prazo fixo, mas professores e pais dizem não sentir segurança para a volta. Pesquisa do instituto Datafolha mostrou que 76% da população acha que as escolas devem continuar fechadas nos próximos dois meses.

“Quem está no dia a dia com os alunos está enfrentando uma série de desafios com o ensino remoto e sabe que eles não irão desaparecer com a volta às aulas. Na verdade, terão ainda outras questões resultantes da pandemia para lidar”, disse Ana Lígia Scachetti, gerente de conteúdo da Nova Escola.

Segundo a pesquisa, 30% dos professores consideram que o ensino remoto está sendo péssimo ou ruim e 33%, razoável. Além disso, 44,9% deles dizem que poucos alunos estão acompanhando as atividades a distância.

Os dados ainda mostram a diferença entre as redes e etapas de ensino. Enquanto na rede privada 59% dos docentes dizem registrar a participação da maioria de seus alunos nas aulas remotas, na rede pública o número cai para 32%.

Nos anos iniciais do fundamental (do 1º ao 5º ano), 47% dos professores dizem que a maioria acompanha as aulas. Nos anos finais (do 6º ao 9º ano) e no ensino médio, o índice cai para 38%. A menor participação é na educação infantil, de 28%.

“O dado da participação confirma o principal temor dos professores, que é a defasagem dos alunos. Como a maioria não conseguiu participar das aulas remotas nesses três meses, eles terão que lidar com turmas muito heterogêneas”, diz Scachetti.

A pesquisa mostra que os professores se sentem pouco preparados para lidar com os traumas que os alunos podem ter vivido durante a pandemia, como a morte de familiares, o desemprego dos pais e violência doméstica. Os desafios também são vividos pelos docentes.

Os dados mostram que 28% dos professores avaliam que sua saúde mental está péssima ou ruim durante a pandemia. Uma pesquisa feita pelo Instituto Península também mostrou que 55,2% dos docentes gostariam de receber apoio psicológico para auxiliar os alunos.

“As crianças estão vivendo um momento muito difícil e não vamos poder acolhê-las da forma como sabemos fazer, abraçando, ficando próximo dos alunos. A escola vai ser diferente e tenho medo de que se torne um ambiente opressor com todas as novas regras que teremos de ter”, conta Alda Lúcia Carvalho, 49, professora de educação infantil em Rio das Pedras, no interior de São Paulo.

Ela diz que tema precisar ficar todo o tempo chamando a atenção das crianças para que não tirem as máscaras, lavem as mãos ou não encostem nos colegas. Por isso, também diz não sentir segurança no retorno das aulas. “Tenho medo que elas não se sintam bem, que fiquem estressadas”.

Para Angela Di Paolo, doutora em psicologia escolar e professora do Instituto Singularidades, o retorno às aulas presenciais terá de contar com estratégias para que os professores se sintam seguros física e psicologicamente para que possam acolher os estudantes. Por isso, ela defende que a decisão de reabertura não deve ser imposta por governadores ou prefeitos.

Em alguns estados, como em São Paulo, Ceará, Rio de Janeiro e Bahia, sindicatos de docentes já anunciaram que poderão fazer greve caso tenham que retornar às escolas sem que se sintam seguros com os protocolos de saúde. Eles também cobram ações do Ministério da Educação para apoiar financeiramente estado e municípios a preparar as unidades para a volta dos alunos.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. É só reduzir o salário… Que volta tudinho. Desculpa para receber, sem trabalhar. Fora a estabilidade.

  2. mexer no whatsapp e o que não acrescenta todo mundo sabe… mas para gravar uma aula com o celular e colocar no youtube ninguem sabe, incrível.
    é só abrir a galeria, segurar o dedo em cima do vídeo gravado, clicar em compartilhar e escolher youtube…
    está pronto, só mandar o link para os alunos

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Política

49% dos recebem auxílio emergencial consideram o Governo Bolsonaro ruim ou péssimo, diz Datafolha

A reprovação do desempenho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na crise do novo coronavírus é elevada mesmo entre os brasileiros que recebem o auxílio emergencial, de acordo com pesquisa Datafolha.

atuação de Bolsonaro é rejeitada por quase metade dos entrevistados, independentemente de terem recebido o benefício ou nem terem solicitado o pagamento.

De acordo com os dados do Datafolha, entre os que pediram e já receberam pelo menos uma parcela do auxílio financeiro, 49% consideram o trabalho do presidente na crise da Covid-19 ruim ou péssimo.

Para a população que não fez o pedido do benefício, a atuação é considerada ruim ou péssima por 51%. No grupo que recebeu o auxílio, 26% avaliam o desempenho como ótimo ou bom, e 24%, como regular

Cenário similar foi verificado entre os que nem sequer pediram o benefício: 27% classificaram como ótimo ou bom, e 22%, como regular.

O auxílio emergencial, que começou a ser pago em abril, foi criado para atenuar a perda de renda de trabalhadores informais, MEIs (microempreendedores individuais), autônomos e desempregados afetados pelas medidas de isolamento social adotadas para tentar conter a transmissão do novo coronavírus.

Elaborado às pressas pelas áreas econômica e social do governo, o programa estimulou o debate para ampliação das ações de transferência de renda no país, reformulando o Bolsa Família e atendendo também a trabalhadores informais.

Com o avanço da pandemia no Brasil, o governo anunciou nesta terça-feira (30) a prorrogação do auxílio emergencial por mais dois meses, mantendo o valor de R$ 600 mensais.

Até o balanço mais recente divulgado pela Caixa, na sexta-feira (26), 64,1 milhões de brasileiros já haviam recebido o auxílio emergencial.

O Datafolha ouviu 2.016 pessoas por telefone na terça (23) e na quarta (24), às vésperas do início do pagamento da terceira parcela do benefício. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A maioria do grupo que já recebeu pelo menos uma parcela do auxílio (61%) considera que Bolsonaro mais atrapalha do que ajuda no combate ao coronavírus. Essa também foi a avaliação de 61% dos entrevistados que não pediram a ajuda financeira.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. CADÊ o csreca do TSE.
    Fake da folha.
    Tá todo mundo com o sorriso de orelha a orelha, a ponto dos esquerdistas querer se apropriarem, como fizeram com o bolsa família de d. Ruti Cardoso.
    Kkkkkkk
    Na folha, o presidente da República é Andrade.
    Kkkkkkk
    Kkkkķkk
    Kkkkkkk
    Kkkkkk

  2. E daí? o dinheiro do auxílio é oriundo de impostos pagos pelo povo, e não do vaso sanitário. vale lembrar que o satã queria dar 200,00. viva o congresso que bateu o pé e exigiu os 600,00.

  3. ESSA DATAFALHA FOI A MESMA QUE ANUNCIOU QUE BOLSONARO NA ELEIÇÃO DE 2018, NÃO IRIA NEM PARA O SEGUNDO TURNO,PERDERIA DE TODOS CANDIDATOS?????…..RSSSSS

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Jornalismo

Não quero e não tenho o que delatar, diz Queiroz a advogado

advogado Paulo Catta Preta questionou Fabrício Queiroz sobre a informação de que ele estaria negociando um acordo de delação premiada com os investigadores do escândalo da rachadinha. “Doutor, eu não quero delatar e não tenho o que delatar”, respondeu o ex-assessor de Flávio Bolsonaro, segundo o defensor.

A informação de que uma delação estaria a caminho foi divulgada na semana passada —quando Catta Preta, que é contra acordos de colaboração, disse não ter conhecimento de nada.

Na segunda (29), porém, ele esteve na prisão com Queiroz e afirma que o questionou com clareza. “Disse a ele que, se fosse essa a opção, eu teria que sair do caso e indicar outro advogado. E ele me respondeu que era o contrário”, diz o Catta Preta.

“Eu estou seguro com o que ele me disse. Não teria por que mentir”, afirma o defensor. “Se quisesse fazer delação, ele teria que eticamente me comunicar.”

Ele afirma também não acreditar em uma conversa direta de Queiroz com policiais ou procuradores, sem o seu conhecimento. “A lei diz que qualquer contato [com um possível delator] sem a presença de defensores é nulo e irregular”, diz.

MÔNICA BERGAMO

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Emprego

BNDES aprova financiamento de R$ 208 milhões para parque eólico no Rio Grande do Norte

Foto: reprodução

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou hoje (30) a aprovação de financiamento no valor de R$ 208 milhões para a implantação do parque eólico Ventos de Santa Martina 14, nos municípios de Caiçara do Rio do Vento e Riachuelo, no Rio Grande do Norte. Segundo a instituição, o apoio financeiro estimula a diversificação da matriz energética brasileira através de fonte limpa e renovável.

O parque eólico pertence ao grupo Casa dos Ventos, considerado um dos maiores investidores no desenvolvimento de projetos eólicos no Brasil, e será um dos oito parques localizados no Complexo Eólico Rio do Vento, atualmente em construção. O grupo desenvolve também projetos de geração solar nos estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Bahia.

O financiamento será concedido à sociedade de propósito específico (SPE) Ventos de Santa Sofia Energias Renováveis S.A. e tem perspectiva de geração de mais de 200 postos de trabalho durante e após a conclusão do projeto, considerando apenas o parque eólico financiado. Estima-se que 1.500 postos de trabalho serão criados durante a implantação de todo o complexo que se estende por três municípios do estado, com capacidade total instalada de 504 megawatts (MW).

O BNDES financiará as obras de implantação e a aquisição de equipamentos nacionais. A previsão é que o parque eólico Ventos de Santa Martina 14 entre em operação comercial daqui a um ano, incorporando 63 megawatts à capacidade total do complexo.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Muito importante o investimento traz mais desenvolvimento ao setor.
    Agora eu pergunto porque pequenos investimentos à pequenas empresas de geração de energia solar são travados a pequenos produtores desse setor e toda cadeia produtiva do estado são travadas, e desprezadas pelos agentes financeiros?
    Liberem 200 milhões na veia dos pequenos produtores de diversos e pequenos empresários e vejam financiando unidades de geração solar, w vejam quantas dezenas de 1500 empregos são gerados?
    Sempre assim os governos anunciam recursos para o setor e grandes empresas abocanhar 90% dos recursos e os pequenos sao, são barrados por falta de proteção dos governos enquanto os grandes contam as felicidades do procê.
    Vide dia chame tão as pequenas empresa agora no covid 19.
    Não é. Nada desse governo sempre foi assim.

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Política

Políticos não poderão bloquear seguidores em redes sociais, prevê projeto de lei das fake news

Foto: Agência Senado

O projeto de lei das fake news foi aprovado nesta terça-feira, 30, no Senado, após um “vai e vem” de versões e uma série de polêmicas em torno da proposta que agora segue para a Câmara dos Deputados.

Uma destas polêmicas envolve a proibição mandatários de cargos eleitos do Executivo e do Legislativo de bloquear seguidores em seus perfis nas redes sociais.

Se a proposta for aprovada, a mesma regra valerá para ministros de Estado, secretários estaduais e municipais, dirigentes de autarquias e titulares dos Tribunais de Contas da União, dos Estados e dos Municípios. “As contas não poderão restringir o acesso de outras contas às suas publicações”, diz o texto do parecer do senador Ângelo Coronel (PSD-BA).

“Contas de agentes políticos, por exemplo, passam a ter uma dimensão que extrapola o interesse do sujeito que foi eleito ou da autoridade”, afirmou o parlamentar durante a sessão do Senado que discute o projeto de lei. “É um ônus que o indivíduo deve suportar em razão da função que exerce.”

Com informações do Estadão

Opinião dos leitores

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Saúde

Coronavírus: 790.040 pessoas estão curadas em todo o Brasil

Foto: Renê Márcio Carneiro/PMC

O Ministério da Saúde registrou, nesta terça-feira (30), o total de 790.040 pessoas curadas do coronavírus em todo o país.

Foram mais 32.578 pacientes curados registrados em relação ao boletim de ontem.

O total de pessoas curadas já representa mais da metade do total de casos acumulados (56,3%).

O número é superior à quantidade de casos ativos (552.407), que são pacientes em acompanhamento médico.

 

Opinião dos leitores

  1. Quantas atropelados estão recuperados?
    Quantos alvejados por armas de fogo se estão recuperados?
    Estão vendo como é idiota esse tipo de estatística? Ter tantos recuperados é sinal que o Brasil falhou no objetivo principal, que é EVITAR QUE O POVO ADOEÇA!
    E não culpo somente Bolsonaro, Fátima ou Álvaro. Culpo também nosso povo sem civilidade e empatia pelo próximo. Tanto faz se mora na Campos Sales ou na favela, é tudo a mesma coisa. É gente que sai sem máscara, que quebra o isolamento, que saracoteia na rua porque não sabe estar com o rabo sentado em casa.
    O Brasil merece os milhares de infectados, pois somos um povo atrasado culturalmente, que briga por política em época de pandemia e despreza qualquer solução que envolva sacrifício. O Brasil é um país de gente burra, e sabe o que o burro tem mais do que eu ou você? É, tem mais é que se f…

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Economia

Auditoria do TCU aponta 17 mil mortos beneficiados por auxílio emergencial de R$ 600

Foto: reprodução

Uma primeira triagem do TCU (Tribunal de Contas da União) no auxílio emergencial de R$ 600 do governo federal identificou 17 mil mortos entre os beneficiários. A ajuda é paga a informais durante a pandemia do novo coronavírus.

De acordo com a apuração da corte, ao menos 620 mil pagamentos foram feitos indevidamente até abril, no valor total de R$ 427,3 milhões. Os recursos gastos com mortos chega a R$ 11 milhões.

O levantamento consta de auditoria preliminar feita pelos técnicos do TCU. Os resultados foram enviados aos ministros da corte, que, nesta quarta-feira (1º), irão julgar o relatório.

O documento foi apresentado pelo ministro Bruno Dantas e apresenta as irregularidades no auxílio. A Folha teve acesso ao documento.

Os estados onde mais mortos receberam a ajuda foi São Paulo (2.674), seguido de Minas Gerais (1.761), Ceará (1.512), Bahia (1.358), Pernambuco (1.308) e Maranhão (1.299).

Os seis estados concentraram 58% (R$ 6,4 milhões) dos pagamentos a falecidos no país.

Nesta terça-feira (30), o governo anunciou o pagamento do auxílio por mais dois meses. Serão distribuídos R$ 1.200 por beneficiário, mas não foram divulgados calendário e forma de pagamento.

Além dos casos de óbitos, os auditores também identificaram o recebimento de R$ 97,7 milhões por 134,2 mil servidores (federais, estaduais e municipais), embora tenham estabilidade de emprego e não sofreram cortes de jornada e salário.

Aposentados pelo INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) também ganharam recursos do governo —221,3 mil receberam R$ 141,6 milhões.

Há ainda irregularidades envolvendo presos e trabalhadores com renda acima do teto definido pela medida que estabeleceu parâmetros para o socorro financeiro, dentre outros.

As inconsistências foram detectadas depois de extenso cruzamento com bases de dados do governo.

Foram consultados, por exemplo, os cadastros do Caged (Ministério do Trabalho), Receita Federal (inscrições comerciais e quadros societários), agentes políticos do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e Detran (Departamento Nacional de Trânsito).

Como os cruzamentos com outras bases ainda estão em andamento, os números apresentados são parciais.

No julgamento, Dantas deverá recomendar ao tribunal que esses valores sejam devolvidos ao erário por meio de uma ação conjunta entre Ministério da Economia e da Cidadania, que mais concentram esforços no auxílio emergencial.

A proposta de Dantas é que escapem da devolução somente aqueles que comprovarem terem sido alvo de fraudes ou que, ao contrário, têm direito a receber o recurso.

Segundo o relatório da área técnica, os valores pagos indevidamente podem chegar a R$ 1,3 bilhão caso não sejam interrompidos imediatamente.

Diante das graves irregularidades, assessores de Dantas dizem ainda que o ministro considera enviar os “casos mais escandalosos” ao MPF (Ministério Público Federal) para que os beneficiários sejam processados criminalmente.

Há, por exemplo, aposentados da Justiça Federal e do Banco Central na lista do socorro do governo com aposentadorias de R$ 25 mil e R$ 50 mil por mês.

O relatório do TCU será enviado ao Congresso Nacional e à Casa Civil do Palácio do Planalto.

O monitoramento do auxílio emergencial é uma das medidas adotadas pelo TCU para verificar os gastos públicos durante a pandemia.

Segundo o TCU, conforme informações consolidadas de abril, foram pagos, somente no primeiro mês de vigência do socorro do governo, R$ 35,8 bilhões a 50,2 milhões de beneficiários.

Em 2019, somente com o Bolsa Família, foram gastos R$ 32,5 bilhões.

Em maio, em maio de 2020, foram pagos R$ 41 bilhões a 58,5 milhões de beneficiários, considerando pagamentos da primeira e segunda parcelas.

Um desses relatórios de monitoramento já havia apontado que cerca de 8,1 milhões de pessoas poderiam ter recebido indevidamente o auxílio emergencial, por erro de inclusão. Outros 2,3 milhões de pessoas poderiam ter tido o auxílio emergencial negado indevidamente, por erro de exclusão.

Além dos problemas com os pagamentos, o TCU também apontou “falta de diretriz” do governo nas despesas com saúde por causa, principalmente, da inexistência de coordenação das ações federais com a dos governadores.

FolhaPress

Opinião dos leitores

  1. Como podemos jugar político ladrões, justiça sem credibilidade, se nossos "cidadãos " fazem um roubo desde aos cofres públicos. Cadeia em todos para ter exemplos.

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Saúde

Organização Pan-Americana da Saúde pede que Brasil aumente testagem e passe “mensagem consistente”

Imagem: Carl de Souza/AFP

A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), braço da Organização Mundial da Saúde (OMS) nas Américas, afirmou hoje que o Brasil precisa ampliar a testagem da covid-19 para realizar um combate mais eficiente ao vírus. O órgão também reforçou a necessidade de as autoridades passarem uma mensagem “consistente” à população em meio aos esforços para conter o avanço da doença.

“A Opas constantemente pede ao Brasil para aumentar o número de testes. Pede que a mensagem (à população) seja consistente. Se não há uma mensagem consistente, a população se confunde. Isso preocupa a Opas”, alertou Marcos Espinal, diretor do departamento de Doenças Transmissíveis da Opas.

Ciente da necessidade, o Ministério da Saúde pretende testar 24% da população — equivalente a 50 milhões de pessoas. De acordo com o ministro interino, Eduardo Pazuello, a pasta já distribuiu 11,3 milhões de unidades. No início do mês, o interino reconheceu que o País não vai conseguir cumprir a meta original do ministério de 46 milhões de exames até o fim de 2020.

Questionado pelo Estadão sobre o Brasil não ter um ministro efetivo da Saúde desde 15 de maio, quando Nelson Teich pediu demissão, Espinal minimizou a situação. O diretor reafirmou a importância de ampliar a testagem e de realizar uma comunicação clara com a população, além de manter as medidas necessárias mesmo com a reabertura da economia.

“Existe um ministro interino, mas não é só isso. O mais importante é que o Brasil tem um exército de trabalhadores dedicados, acadêmicos, médicos, enfermeiros e trabalhadores sociais que ajudam a população. É necessário continuar aumentando os testes. A mensagem deve ser consistente. Mesmo reaberto, o Brasil precisa continuar com as medidas sugeridas”, disse Espinal.

Diretor-assistente da Opas, Jarbas Barbosa chamou a atenção para os riscos de realizar uma reabertura em momento inapropriado, sem reduzir os números da covid-19. Barbosa também ressaltou a importância de um monitoramento que considere as diferenças entre cada região do país.

“Primeiro, é preciso controlar a transmissão. Se começam a reabertura sem isso, vai acelerar a transmissão. Após controlar, aí sim pode reabrir. Se identificar um novo crescimento, precisa tomar as medidas adequadas. Precisa ser Estado por Estado, com o número de casos acumulados. Pois esse número acumulado informa a situação desde fevereiro até agora, para identificar se está crescendo ou se as medidas estão sendo efetivas para reduzir e controlar a transmissão”, explicou.

Com UOL e Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Concordo com o presidente, o dinheiro ele mandou ,mais não foram empregado pelos governo.para aumentar os leitos dos hospitais.cade os respeitadores do consórcio
    dos governos do nordeste.

  2. Falas de Bolsonaro contra isolamento podem ter matado mais seus eleitores, aponta estudo

    Isolamento caiu e houve mais óbitos proporcionalmente em cidades que tiveram mais eleitores do presidente.

    Em resumo, onde Bolsonaro teve mais votos, o isolamento tem sido menor —e o número de óbitos, maior.

    “É como se, com seu discurso, Bolsonaro tivesse levado seus eleitores ao abatedouro”, diz um dos autores do trabalho, Ivan Filipe Fernandes, doutor em Ciência Política pela USP e professor da UFABC.

    1. Pelo contrário, ilustre. Onde os governadores fazer oposição a Bolsonaro, o número de mortes é muito maior que nos estados governados por aliados do Presidente. Vejam por exemplo, Tocantis, Minas e Santa Catarina, e compare com os estados famigerado "consórcio nordeste", por exemplo, é fácil constatar que seu comentário não tem fundamento.

    2. Kkkkkkkk
      E na Itália, França e Espanha.
      Quem abateu o gado????
      Mito 2022!!
      PRIMEIRO TURNO LOGO viu???

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Economia

Câmara aprova crédito para ajudar pequenas empresas a pagar salários durante pandemia; matéria segue para o Senado


Foto: Najara Araújo/Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados concluiu a análise da medida provisória que concede uma linha de crédito especial para pequenas e médias empresas pagarem a folha de salários durante a pandemia do novo coronavírus. A matéria segue para o Senado Federal.

O texto prevê uma linha de crédito de R$ 34 bilhões para garantir o pagamento dos salários em empresas com receita anual entre R$ 360 mil e R$ 50 milhões. Segundo a proposta aprovada pelos deputados, em vez de dois meses previstos inicialmente, o empréstimo poderá financiar os salários e as verbas trabalhistas por quatro meses.

Na sessão desta terça-feira(30), os deputados terminaram a apreciação dos destaques, propostas que tentavam modificar o texto da Medida Provisória (MP) 944/20 editada pelo governo federal em abril. No entanto, todas as tentativas de modificação ao texto-base aprovado na semana passada foram rejeitadas.

Crédito

A medida a cria o Programa Emergencial de Suporte a Empregos. Pelo texto, o empregador beneficiado fica impedido de demitir funcionários sem justa causa, no período entre a contratação do empréstimo e até 60 dias após o recebimento da última parcela da linha de crédito.

A proposta prevê a liberação de até R$ 2.090,00 (valor equivalente a duas vezes o salário-mínimo por empregado), e serão destinadas ao processamento dessas folhas de pagamento.

Segundo texto, o governo federal responderá por 85% do dinheiro das operações, via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Outros 15% serão de recursos dos bancos que atuarem no programa. As operações de empréstimo poderão ocorrer até 31 de outubro de 2020, em vez de 30 de junho, como previa a MP enviada pelo Executivo.

O relator da proposta, deputado Zé Vitor (PL-MG), aumentou o alcance das empresas que podem acessar o empréstimo para incluir sociedades simples, as organizações da sociedade civil e os produtores rurais (pessoas físicas ou jurídicas). Originalmente, estavam incluídas apenas sociedades empresariais e sociedades cooperativas.

A taxa de juros será de 3,75% ao ano, com prazo para pagar de 36 meses e carência, incluída nesse prazo, de seis meses para começar a pagar a primeira parcela. Durante a carência, os juros serão contabilizados e incorporados às parcelas.

As linhas de crédito poderão ser utilizadas para acordos homologados perante a justiça do trabalho cujo valor total não ultrapasse R$ 15 mil.

Folha de pagamento

O texto de Zé Vitor também retirou a exigência de que a folha de pagamento dos contratantes seja processada por instituição financeira. Em sua proposta, os empregadores ficam obrigados apenas a efetuar o pagamento de seus empregados por meio de transferência bancária para conta de titularidade do trabalhador.

“Tal exigência, segundo apuramos, deixaria de fora do programa grande número de empresas de pequeno porte, por exemplo, que não utilizavam o serviço de processamento de folha via bancos”, explicou o parlamentar. “Essa inovação será benéfica tanto para os contratantes – que poderão manter suas rotinas atuais de processamento interno de folha salarial –, quanto para as instituições financeiras, que passarão a fiscalizar o cumprimento das exigências legais apenas com base na apresentação dos comprovantes de transferência bancária”, completou.

Demissão por justa causa

O relator modificou o texto sobre a proibição para as demissões sem justa causa. Pela nova redação, a dispensa sem justa causa de empregados será permitida considerando a proporção do total da folha de pagamento que, por opção do contratante, tiver sido paga com recursos do programa.

Dessa forma, se a folha de pagamento tiver sido custeada com 50% de recursos, 50% dos funcionários podem ser demitidos. Essa proibição permanece por até dois meses após a liberação da última parcela da linha de crédito.

“Com isso, pretendemos dar maior flexibilidade aos contratantes, à vista, por exemplo, de peculiaridades próprias de cada atividade, a exemplo da sazonalidade de demanda”, argumentou o deputado Zé Vitor.

Dívidas trabalhistas

Os deputados também incluíram na medida a possibilidade de utilizar os recursos para pagamento de verbas trabalhistas. Dessa forma, poderão ser efetuados pagamentos referentes a condenações transitadas em julgado e decorrentes de acordos homologados pela Justiça do Trabalho.

O valor do débito não poderá ultrapassar R$ 15 mil. O texto inclui ainda a permissão para o pagamento de débitos relativos ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Depois de quebrar inúmeras empresas no Brasil o CN e a CD ainda ficam esse jogo casa daqui casa dali… Não sai do papel!! Pra aprovar coisa do interesse deles. Eh num piscar de olhos!

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Política

QUEREM ENGANAR A QUEM? PT diz em postagem que junto com a oposição garantiram mais 2 parcelas de R$ 600 no auxílio emergencial

Imagem: reprodução/Instagram

COM TODO RESPEITO. O PT quer enganar a quem? A que ponto chegou a politicagem barata no Brasil.

ACREDITEM SE QUISER. O partido postou em suas redes que o Auxílio Emergencial é uma vitória do povo por causa do PT e da oposição que garantiram mais 2 parcelas de 600 reais para quem se inscreveu no socorro governamental devido a pandemia.

Opinião dos leitores

  1. Incrível como esse partido rouba o estado brasileiro.agora até os projetos político/econômico estão roubando

  2. O quê esperar do partido mais corrupto da história Repúblicana do Brasil? Nada! Mentir para o PT, é algo comum, normal. João Macena.

  3. Os pretalha estão desesperado porque não tem mas poder ,acabou,acabou Bolsonaro chegou

  4. Esses trambiqueiros PeTralhas vão inventar de tudo para sobreviverem na política, pois roubaram tanto que a credibilidade de um cachorro sardento vale muito mais.

  5. SE o presidente coloca na mesa de propostas 600 reais o congresso baixaria o valor aí ele usa os 200 pra induzir ao congresso aumentar devido às brigas e deu certo, sancionou os 600 reais. Agora os petralhas ficam doidos chorem menos que 22 tem mais uma Vitória aí sim do povo.

  6. É graca ao PT com as reservas internacionais de milhões de dólares do giv lula e Dilma quê; hoje se pode pagar o aux emergencial ao brasileiro e o bozo tinha uma proposta inicial de 200 conto ? Kkkkkkkk aja capim pro gado kkkk

  7. A unica coisa que esse partido fez foi: roubar muito. Os partidos não tem o poder de aumentar nada, no máximo sugerir ou propor, quem aprova ou veta é o executivo, no episódio, como foi comentado nos veículos de comunicação, o governo já havia sinalizado com a liberação desse valor, por sinal, bebem distante do que liberado nos governos anteriores, inclusive do PT

    1. Com certeza. Não entendo como ainda dão mídia a esses quadrilheiros.

  8. O Bozonazi, sua horda e gado pretendiam pagar R$ 200,00 e ainda tem um grupo de acéfalos negando a força que a oposição fez para que se chegasse aos R$ 600,00. Haja capim.

    1. Se o molusco nove dedos devolvesse os bilhões que roubou da nação certamente não estaríamos passando por esse sofrimento todo. #LulaNaCadeia

  9. "O projeto do governo previa o pagamento de R$ 200 mensais para trabalhadores informais durante três meses."
    Link para matéria: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2020/06/22/O-aux%C3%ADlio-emergencial-em-disputa.-E-a-sua-relev%C3%A2ncia-pol%C3%ADtica
    © 2020 | Todos os direitos deste material são reservados ao NEXO JORNAL LTDA., conforme a Lei nº 9.610/98. A sua publicação, redistribuição, transmissão e reescrita sem autorização prévia é proibida.

  10. CANALHAS MENTIROSOS não conseguem mais nada só mentir e mentir único atributo restante para essa corja de miseráveis assassinos de milhares de nordestinos

  11. Sr. Manoel fale a verdade ao menos uma vez, a proposta da oposição foi de 500 reis, e o presidente aumentou para 600 reais, deixa de lorota rapaz

    1. Cuidado q estão prendendo quem dissemina fake news, normalmente vinculados ao imbecil do presidente.

  12. Procurei no texto a contestação do post do PT e não achei.
    As tres primeiras parcelas sugeridas pelo presidente e o ministro da economia seriam de 200 reais cada e GRAÇAS a oposição (o qual o PT faz parte) subiu para 600 reais cada parcela. O blogueiro vai desmentir isso tb?

    1. Falta o basico a vc! INTERPRETACAO TEXTUAL. no texto o pt diz que bolsonaro quer acabar com o auxilio E QUE O PT TERIA CONSEGUIDO 2 parcelas de 600.
      Pura mentira. Pt nao foi o “conquistador” das 2 ultimas parcelas. FAKE NEWS

  13. Querem tumultuar e nada mais.
    Sempre fizeram isso.
    É a bandeira desse partidozinho.
    RIDÍCULO!!
    AGORA!!
    BG, o que será que o Careca do STF, vai fazer com essa fake news??
    Kkkkk
    Vejam!!
    São por esses motivos, que o povo tá revoltado com esses Figurões do STF e esses ladrões petistas, aproveitadores do dinheiro público.
    Bolsonaro vai ganhar no primeiro turno em 2022.
    Também com uns cabos eleitorais desses, não há duvidas.
    Falta em quem votar galera, não tem.
    Então vamos no MITO de novo.

  14. Votei no PT, alguma vezes, por acreditar que teríamos algo diferente na nossa malfadada política, ledo engano, me senti enganado, babaca e descrente, pior de tudo, foi perceber que esses pilantras, ainda conseguem arrebanhar um bando de idiotas com suas mentiras.

  15. Kkkkkkkkk
    Esse PT é uma piada.
    Hoje eles fizeram dobradinha com o DEM, PSDB e PMDB, no projeto de fale news.

    Aí vem com essa fake news

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Judiciário

Justiça derruba decisão que obrigava Bolsonaro a usar máscara no DF

Foto: Adriano Machado/Reuters

A desembargadora Daniele Maranhão Costa, do TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região), derrubou a decisão liminar (provisória) da primeira instância da Justiça Federal que obrigava o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) a utilizar máscara de proteção facial ao sair às ruas do Distrito Federal, como forma de prevenção contra o novo coronavírus.

O uso de máscara é obrigatório no Distrito Federal. Mas em diferentes ocasiões o presidente saiu às ruas sem o equipamento de proteção. No último sábado, o presidente viajou para Araguari, em Minas Gerais sem usar máscara no rosto e causou aglomeração na beira de uma estrada. Em vez de usar a máscara cobrindo nariz e boca, como recomendado para se evitar a propagação do coronavírus, ele a carregava nas mãos.

Na decisão, a desembargadora afirmou que a existência de decreto do governo do DF que obriga o uso de máscaras em espaços públicos esvazia a necessidade de atuação da Justiça no caso, e que o tipo de processo apresentado, uma ação popular, não seria o meio adequado para discutir esse tema.

Para a desembargadora, Bolsonaro já estaria obrigado a utilizar máscara por força do decreto do governo do DF e não seria necessário que a imposição fosse reafirmada pela Justiça.

“O Poder Judiciário não se presta à finalidade de incrementar a penalidade já existente por força da inobservância da norma, sob pena de usurpação de competência e fragilização da separação dos poderes, bastando que o Distrito Federal se valha de seu poder de polícia para fazer cumprir a exigência, ou sancionar o infrator com a imposição de multa, em caso de não observância”, afirma a desembargadora na decisão.

A decisão da primeira instância da Justiça Federal foi concedida pelo juiz Renato Coelho Borelli, da 9ª Vara Federal Cível do Distrito Federal, em ação popular movida por um advogado. A AGU (Advocacia-Geral da União) recorreu da decisão ao TRF-1.

Neste mês, o ex-ministro da Educação Abraham Weintraub foi multado em R$ 2.000 por não usar máscara durante uma manifestação realizada em Brasília. O decreto do governo do Distrito Federal prevê que, além da multa, quem descumprir a regra também pode responder por crime de infração de medida sanitária, com pena que pode chegar a um ano de prisão.

UOL

Opinião dos leitores

  1. Pois é…. quem devia dar exemplo à nação, de organização , postura e educação, não dá… e ainda culpa a Justiça por isso…

  2. Pelo que está posto, a decisão não desobriga Bolsonaro de usar máscara. Ele é igual a todo mundo.

  3. Quem deveria ser réu no processo era GOV DE DF, que não fiscaliza e põe em prática próprio decreto.

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