Saúde

O QUE FALTA? EUA alertam sobre doença grave vinculada à Covid-19 em crianças após contaminadas

Autoridades americanas alertaram nesta quinta-feira (14) os profissionais de saúde sobre uma doença inflamatória rara e grave que afeta crianças provavelmente está vinculada à Covid-19. A síndrome multi-inflamatória em crianças (MIS-C)  foi reportada pela primeira vez pelo Reino Unido em abril. Desde então, uma centena de casos, com ao menos três falecidos, foram registrados no estado de Nova York.

– Os trabalhadores sanitários que trataram ou tratam pacientes menores de 21 anos que apresentem os critérios de (a doença) MIS-C devem destacar os casos suspeitos a seus departamentos de saúde locais –  pediram os Centros da Prevenção e da Luta contra as Doenças dos Estados Unidos (CDC).

Os critérios dos quais falam os CDC são o aparecimento de sintomas como febre e inflamação em vários órgãos que obrigue hospitalizar os pacientes, assim como a impossibilidade de realizar um diagnóstico e a exposição dos doentes à COVID-19 ou o confirmação de que se contagiaram com o novo coronavírus.

Os médicos que trataram essa nova doença observaram sintomas similares aos da síndrome de Kawasaki, que afeta o sistema vascular em crianças e cujas causas são desconhecidas. Segundo os CDC, a hipótese da doença deve ser considerada no caso de “qualquer morte infantil com provas de uma infecção por SARS-CoV-2”, coronavírus causador da Covid-19.

O surgimento dos sintomas inflamatórios parece ocorrer entre quatro e seis semanas depois de a criança ter sido infectada pelo coronavírus, quando já desenvolveu anticorpos, segundo o pediatra Sunil Sood, do centro médico infantil Cohen, em Nova York.

– Tinham o vírus, seu corpo o combateu. Mas agora têm essa resposta imunológica tardia e excessiva –  explicou Sood.

Para somar uma incógnita a mais a essa doença, nenhum caso foi registrado em crianças na Ásia, inclusive na China, onde o vírus surgiu em dezembro. Alguns acreditam que a explicação seriam razões genéticas, segundo Sunil Sood.

O GLOBO

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Política

Hackers acessam sistema do Exército, vazam supostos exames de Bolsonaro e põe em dúvida exames que foram entregues

Um grupo de hackers invadiu o sistema de informações do Exército e divulgou na internet quatro exames médicos feitos pelo presidente Jair Bolsonaro no Hospital das Forças Armadas entre junho de 2019 e janeiro de 2020. Em todos esses testes, o mandatário se identificou com seu nome de batismo, ao contrário do que fez com os exames para covid-19, quando alega ter usado pseudônimos. Os resultados entregues ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira, 12, deram negativo para a doença.

A informação do ataque cibernético foi publicada pelo site da revista Época na tarde desta quinta-feira, 14, e confirmada pelo Estadão. O Exército ainda está avaliando a dimensão do problema.

Bolsonaro já afirmou publicamente que usa codinomes para fazer exames desde 2010. “O que eu faço nos últimos 10 anos, pra não ter dúvida? Eu já tive receita de farmácia de manipulação. Eu sempre falei com o médico, ‘bote o nome de fantasia porque pode ir pra lá, ‘Jair Bolsonaro’, já era manjado, principalmente em 2010, quando comecei a aparecer muito, né; Alguém pode fazer alguma coisa esquisita. E assim foi em todo exame que eu faço tem um código”, disse em 28 de abril.

Em nota, a Força informou que “foram adotadas providências imediatas para mitigar eventuais consequências”. Após a conclusão de uma investigação “serão desenvolvidas as ações técnicas e legais necessárias”, segundo o Exército.

Uma conta de Twitter com o nome DigitalSp4ce, que reivindica o ataque hacker e foi suspensa no meio da tarde, foi postada a seguinte mensagem: “Somente após meses o presidente resolveu mostras seus exames, isso intrigou nosso grupo, resolvemos ir atras e invadimos o Banco de Dados do hospital onde foi realizada a coleta, e adivinhem? Nada comprova que foi feita tal coleta, nem mesmo com pseudônimo.”

Ao encaminhar laudos dos seus exames de coronavírus ao STF na noite desta terça-feira, o presidente usou pseudôminos. Em dois laudos, os nomes são de outras pessoas, mas o CPF e a data de nascimento são de Bolsonaro. Num terceiro teste, ele é chamado apenas de “paciente 5”, sem citar nenhum número de documento.

“Para a realização dos exames foram utilizados no cadastro junto ao laboratório conveniado Sabin os nomes fictícios Airton Guedes e Rafael Augusto Alves da Costa Ferraz, sendo preservados todos dados pessoais de registro civil junto aos órgãos oficiais”, diz ofício assinado por Rui Yutaka Matsuda, comandante logístico do Hospital das Forças Armadas, onde os dois primeiros testes foram feitos.

Os exames de Bolsonaro só foram divulgados após o Estadão entrar na Justiça pedindo acesso a eles, alegando que a saúde do presidente em meio à pandemia do novo coronavírus se trata de informação de interesse público. O presidente já havia anunciado os resultados negativos em redes sociais, mas se recusava a mostrar os laudos. Bolsonaro entrou com recursos para evitar que a decisão judicial fosse cumprida.

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

  1. Bolsonaro se recusa a fazer exame de próstata.. Jornalismo imparcial de esquerda entra na justiça pra obrigar o PR a fazer o exame.

  2. As FAA não tem que "mitigar as consequências". Tem que investigar e prender esses criminosos, se estiverem em território nacional. Anote aí, BG: foram hackers chineses.

  3. Uma vez fui assistir uma demonstração de tiro real com aviões da FAB , na praia do meio . Uma jangada cheia de Quenga de côco ? , era o alvo ?. Meu amigo era rajada para lá e para cá , era menino , mulher , gente demais aplaudindo nossa gloriosa FAB . Não acertaram a jangada . Foi uma grande decepção . CONCLUSÃO QUE CHEQUEI NESSE DIA ; COM UMA JANGADA O INIMIGO PODE CHEGAR NAS PRAIAS BRASILEIRAS . Esse sistema de informática do nosso exército deve ser igual a uma jangada .

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Saúde

Oxford já prevê concluir pesquisa de vacina até agosto

O grupo de pesquisadores da Universidade de Oxford que está na corrida para desenvolver uma vacina contra o coronavírus prometeu finalizar em agosto os testes clínicos da vacina, que já foi aplicada em 1,1 mil voluntários no fim de abril. Mas a Agência Europeia de Medicamentos se mostrou cética quanto à promessa de ter uma cura para a covid-19 no mercado ainda neste ano, pois o desenvolvimento e o licenciamento desse tipo de medicamento leva mais tempo, e, no cenário mais otimista, isso aconteceria no prazo de um ano.

Em entrevista à Rádio 4 da BBC, o professor de Medicina da universidade e diretor não executivo da farmacêutica Roche, Sir John Bell, disse  nesta quinta, 14, que se as etapas da pesquisa de Oxford continuarem a dar certo o governo britânico terá aprovado a vacina no começo de setembro e começado a fabricá-la para a população. Agora, o grupo precisa avaliar se as pessoas que receberam a dose contra o coronavírus foram infectadas ou não – para ver se encontraram uma vacina com potencial para acabar com a pandemia.

Em 23 de abril, os pesquisadores injetaram nos 320 primeiros voluntários a vacina ChAdOx1 nCoV-19, que é a combinação do adenovírus de chimpanzé e do material genético de uma proteína encontrada na superfície do coronavírus – usada para infectar células humanas. Outro grupo recebeu uma vacina para meningite, pois os efeitos colaterais são similares aos causados pela ChAdOx1 nCoV-19: elevação da temperatura corporal, dor de cabeça e nos braços. Assim, os pacientes não teriam como saber qual das duas vacinas receberam.

Para descobrir se a vacina funciona, é preciso olhar nas estatísticas o nível de infecção dos dois grupos. E, para isso, é necessário que um pequeno grupo desenvolva a covid-19. E é nesta etapa que os pesquisadores se encontram. “A rapidez com que nosso time tenha os números necessários (para a avaliação) depende do nível de transmissão do vírus na população. Se a transmissão permanecer alta, poderemos ter dados suficientes em dois meses. Caso a transmissão caia, isso pode levar seis meses”, diz um post de 23 de abril da Oxford. “Até junho, devemos ter o número suficiente de pessoas com a doença. E, se eles não tiverem sido infectados, é bola para frente”, afirmou Bell à BBC.

Processo longo

Já o chefe do departamento de vacinas da Agência Europeia de Medicamentos, Marco Cavaleri, disse em conferência virtual que “são muito poucas as vacinas que chegam até o processo final de licença e, em muitos casos se requer provas adicionais para confirmar que não provocam nenhum efeito colateral grave”.

Ele ainda pontuou que não é possível descartar uma terceira etapa do processo de desenvolvimento da vacina, na qual o nível de proteção e os efeitos colaterais são investigados mediante provas em milhares de pessoas fora dos laboratórios – o que leva a determinar, entre outros fatores, se a vacina faz com que as pessoas se tornem mais suscetíveis ao contágio.

Por outro lado, a agência também tem 115 ensaios clínicos pendentes para os sintomas causados pelo coronavírus. Cavaleri afirmou que alguns desses ensaios poderiam ser aprovados na Europa ainda neste ano, mas não especificou qual método seria. 

ESTADÃO CONTEÚDO

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Emprego

IMPORTANTE: Governo reduzirá exigências no crédito para folha de pagamento

O governo reduzirá as exigências de manutenção de empregos para as empresas que tomarem empréstimos para pagar salários na linha de financiamento que usa 85% de recursos públicos.

Anunciada no fim de março pelo presidente Jair Bolsonaro como uma das principais medidas para fazer frente aos efeitos econômicos da pandemia, a linha só desembolsou R$ 1,5 bilhão de R$ 40 bilhões previstos.

Na última quinta-feira, 14, o secretário do Tesouro NacionalMansueto Almeida, disse, em audiência virtual do Congresso Nacional, que o programa está em revisão. Ele afirmou que as empresas não estão contratando o financiamento porque poderão ter de demitir os funcionários. “As empresas estão inseguras se precisarão ou não colocar o trabalhador para fora. Vai sobrar dinheiro”, disse.

De acordo com o relator da medida provisória que criou o programa, deputado Zé Vitor (PL-MG), está em negociação com o governo flexibilizar a exigência de manter os empregos, aumentar o prazo da medida e do faturamento das empresas contempladas, além de reduzir o custo do crédito.

O deputado disse que uma das ideias em discussão é permitir que a empresa tome empréstimos para pagar apenas parte da sua folha de pagamentos. Da forma como foi enviado pelo governo, há a exigência de que o recurso emprestado corresponda à totalidade da folha do contratante, para financiar dois meses de salários. Com isso, o empresário teria que manter, por mais dois meses, 100% dos contratos.

Segundo o relator, a intenção é reduzir essa exigência e permitir que a empresa tome empréstimo para bancar os salários de apenas parte dos seus funcionários. Assim, o compromisso de estabilidade seria apenas para o empregado cujo salário for financiado.

Além disso, o programa deverá ser estendido de dois para três meses, mas o prazo de estabilidade mantido em apenas 60 dias após o último pagamento. “Os empresários não conseguem alcançar um compromisso tão grande”, afirma.

O deputado também confirmou que está em estudo ampliar o faturamento máximo das empresas beneficiadas de R$ 10 milhões para R$ 50 milhões. Ele negocia agora com o governo a redução na taxa de juros do programa de 3,7% ao ano – que era o patamar em que a taxa básica de juros estava no anúncio da medida – para 3% ao ano – nível atual.

Já a exigência de que os tomadores de empréstimo tenham a folha de pagamentos processada por bancos – apontada como um entrave por empresas que pagam diretamente a seus funcionários, como mostrou o Estadão/Broadcast – deverá ser mantida no texto.

Os bancos se comprometeram a permitir que as empresas que iniciarem o processamento da folha com um banco possam acessar o dinheiro, disse Vitor.

ESTADÃO CONTEÚDO

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Economia

Bolsonaro veta trechos do projeto de ampliação do auxílio emergencial de R$ 600 para várias categorias e pais solteiros

O presidente Jair Bolsonaro vetou que sejam incluídas no pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 categorias como manicures, barbeiros, garçons, camelôs e vendedores de acarajé, entre outras. Também os pescadores artesanais não poderão receber benefício, até mesmo nos meses em que não receberem seguro defeso — programa que complementa a renda desses trabalhadores.

Bolsonaro sancionou com diversos vetos a Lei Nº 13.982, de 2 de abril de 2020, referente à ampliação dos pagamentos do auxílio emergencial de R$ 600 a outras categorias. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (15).

De acordo com o governo, a possibilidade de pagar o benefício para tantas pessoas fere o princípio da isonomia, já que nem todas as categorias seriam beneficiadas. Também haveria a criação de despesas que o governo diz não ter como pagar.

Os vetos ainda poderão ser derrubados pelo Congresso. O governo admite a possibilidade de perder um ou outro, mas julga crucial que os vetos que impedem a ampliação das categorias beneficiárias sejam mantidos.

Mães adolescentes incluídas; pais solteiros não

Entre os pontos do texto original preservados pelo presidente, ficou estabelecido que mães adolescentes, aquelas menores de 18 anos, passarão a ter o direito de receber o auxílio.

Já os pais solteiros estão fora da lista de beneficiários. Com isso, o auxílio continua valendo somente para mães solteiras.

Ao vetar o artigo, o governo explica que há pedidos indevidos de ex-parceiros que se autodeclaram provedores da família de forma fraudulenta (cadastram o CPF do filho, para ficar com o dinheiro e acabam bloqueando o pagamento do benefício às mães solteiras). Essa justificativa foi apresentada pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.

Havia no texto aprovado pelo Congresso a determinação de continuar pagando R$ 600, durante o período de pandemia, também para quem deixasse de ter direito ao benefício durante a vigência do programa. Porém, com base em uma orientação do Ministério da Cidadania, o governo vetou esse ponto alegando que “contraria o interesse ao permitir que benefícios irregularmente concedidos, seja por erro do Poder Público ou mediante fraude, sejam objeto de revisão por parte do Estado”.

Pagamento em fintechs é vetado

Na tentativa de diminuir as filas nos bancos, a versão do Congresso permitia que os pagamentos fossem feitos por instituições não financeiras (fintechs). No entanto, alegando que haveria despesas para colocar a operação em campo, o governo vetou o dispositivo.

Entre os principais pontos, foi vetado também o acúmulo dos benefícios do auxílio emergencial e do Bolsa Família. Pela decisão do presidente, o beneficiário terá direito a receber um ou outro. “Nas situações em que for mais vantajoso, o auxílio emergencial substituirá, temporariamente e de ofício, o benefício do Programa Bolsa Família, ainda que haja um único beneficiário no grupo familiar”, justifica o texto.

Além disso, o beneficiário do auxílio que receba, no período do calendário, outros rendimentos com valor superior ao da primeira tabela do Imposto de Renda Pessoa Física, deve apresentar um Declaração de Ajuste Anual, que é relativa ao exercício de 2021 e também terá que acrescentar o imposto do valor do auxílio recebido, pelo beneficiário ou por seus dependentes.

CNN BRASIL

Opinião dos leitores

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Judiciário

Partido vai ao STF contra MP que isenta agentes públicos por erros durante pandemia

O Cidadania entrou com ação no STF (Supremo Tribunal Federal), nesta 5ª feira (14.mai.2020), contra MP (medida provisória) que diminui as possibilidades de responsabilização de agentes públicos por ações ou omissões ao lidar com os efeitos do coronavírus, tanto na saúde quando na economia e na área social.

Leia a íntegra do documento (709 KB).

O texto protege as autoridades nas esferas civil e administrativa. Para serem responsabilizadas, só com comprovação de dolo ou “erro grosseiro”. No 2º caso, a medida provisória descreve situações que poderiam atenuar.

Para o partido, a medida provisória conseguiu, “em uma só tacada, colidir com estes dois princípios elementares do constitucionalismo brasileiro: a responsabilidade civil e a responsabilidade administrativa”.

PAINEL 360

Opinião dos leitores

  1. Isso é Brasil…

    Pau que bate em Chico… também tem que bater em Dr.Francisco.

    A população toda sofre punição, mas eles brinca com a vida humana ou melhor fazer experiência, não podem ser punido… A onde está a ciência de verdades ? Sorry folks, Game over!

  2. Deveriam endurecer a pena pra quem comete ou contribuiu pra corrupção e desvio de dinheiro público nesse período de pandemia, pois é um ato extremamente desumano, como pode numa crise em que perdemos nossos entes queridos, amigos, um indivíduo está roubando recursos que poderiam se investido pra evitar essas tragédia. É totalmente imperdoável e tem que ser a pena mais dura do CC.

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Economia

Brasil provoca China associando-se à Austrália em investigação de origens do covid-19 e retaliação já começou

O governo do Brasil flerta com o perigo: avalia se juntar à Austrália na defesa de “investigação independente” das origens do covid-19 na China. O chanceler Ernesto Araújo conversou demoradamente, sexta (8), com a colega australiana Marise Payne. A ideia ofende tanto os chineses que a retaliação não tardou: na terça (12), o governo de Xi Jinping suspendeu a importação de carne bovina de quatro abatedouros, dois deles da JBS, e decidiu também taxar a cevada australiana em 76,8%.

O governo da Austrália pretende investigar, por exemplo, se o covid-19 foi produzido em laboratório, como acreditam alguns especialistas.

Itamaraty confirma a conversa dos chanceleres dos dois países quatro dias antes das primeiras retaliações chinesas contra a Austrália.

Araújo e Marise Payne, diz o Itamaraty, “decidiram trabalhar juntos e de modo coordenado para enfrentar os desafios da crise do covid-19”.

Hostilizado a cada frase sobre a China, Ernesto Araújo tem sido aberto a convites como o da Austrália para discutir o país de Xi Jinping.

CLÁUDIO HUMBERTO

 

Opinião dos leitores

  1. Partindo se do pressuposto que a China conseguiu inventar este vírus, pois a doença começou por lá, devemos supor que a GRIPE ESPANHOLA, no inicio do século passado foi criada pelos Americanos, já que a doença surgiu por lá. Também devemos considerar a hipótese que o ÉBOLA, que surgiu na fronteira do CONGO, foi também uma criação desse país. Quanta coisa para desvendarmos!!! Agora se os Chineses realmente endurecerem sua politica de aquisição de bens e alimentos, a coisa fica difícil para a combalida e falida economia Brasileira, principalmente no Sul, 40% que a região produz vai para China, más, como se diz por aqui "E DAÍ?"

    1. Não sabia que em 1920 já havia manipulação genética capaz de criar vírus em laboratório. Um conselho, amigo, antes de publicar um comentário, pare só um minutinho e pense um pouco. Todo mundo ganha.
      Especialistas já encontraram sequências genéticas de outros vírus no COVID-19. Isso não acontece naturalmente. Além disso, Wuhan tem um laboratório de microbiologia.

  2. China maior parceiro comercial, está pouco se lixando para um anão diplomático. EUA tem bala na agulha para uma guerra comercial, já o Brasil.

  3. Quem precisa comprar comida para alimentar 1 bilhão e 400 milhões de pessoas é a China. Blá-blá-blâ nos jornais é uma coisa. Realidade comercial externa é outra. Cevada não faz falta. Vai proibir o turismo de chineses na Austrália? Vai proibir de cursarem faculdades lá?

    1. Tem razão meu caro. O Brasil não precisa exportar nada pra China. O excedente da produção agro-industrial do nosso país a gente pode enviar gratuitamente pra Cuba e Venezuela, nossos parceiros. Aliás pra que produzir tanta comida? Não falta nada pro nosso povo, não é mesmo? Todos de barriga cheia. Nosso ministro da relações exteriores, Ernesto Araujo é um iluminado, só foca em problemas importantes. E se os chineses quiserem engrossar a gente declara guerra. Garanto que nossos parceiros americanos vão nos ajudar a se defender.

  4. O mundo todo tem obrigação de escantear esses chineses, caso realmente tenham culpa no cartório.
    O mundo todo, eu disse.

    1. Só tem aquele detalhezinho besta que é o fato do mundo inteiro, especialmente "certos países", não digo quais, dependerem demais da indústria chinesa, como está claro nesse exato momento com a escassez de epi e material hospitalar. Chilique é bom e (quase) todo mundo gosta, mas deixa pra quem pode.

  5. Falavam tanto da Venezuela q estamos a cada dia mais próximos de se tornar igual com esse maluco e seu staff Incompetente a frente do Brasil..pelo bem do País #impeachmentJa #ForaBolsonaro

  6. BG.
    Não terá jeito a China terá que responder pela criação desse vírus, o Japão começou a tomar providencias contra a China e os demais Países também o farão, nada justifica o que eles fizeram que era um golpe baixo em todo o mundo para se beneficiarem economicamente e politicamente, o tiro deverá sair pela culatra. Outra coisa já passou da hora do Brasil deixar de comprar quinquilharias e também deixar de exportara matéria prima e importar produtos acabados de péssima qualidade desses asiáticos, bloquear a imigração em alta escala para o nosso País de cidadãos Chineses, sendo esses indivíduos predadores em potencial na economia Brasileira, temos aqui em Natal no Alecrim e no centro da cidade por exemplo diversas empresas dos nativos forma engolidas por essa gente desconfiada e péssima no trato com os clientes.

    1. Devemos fazer a campanha ' COMPRE DO PEQUENO E MADE IN BRAZIL'

  7. O que o Brasil e todo o Ocidente tem que fazer é se livrar da dependência da China como mercado importador. Quem tem que retaliar é o Ocidente. Esses canalhas acham que são os donos do mundo.

  8. Até parece que precisa investigar, é o vírus chinês mesmo, veio de lá.
    Quero ver se não comprarem comida de outros países como o brasil até quando duraram os cães e morcegos por lá.

  9. Engraçado. Vcs nunca se perguntaram pq simplesmente a CHINA não deixa eles investigarem a origem desse COVID-19, pq?
    "Quem não deve não teme"
    Já dizia meu avô!

  10. Mais um erro infantil do atual governo. A China é o maior parceiro comercial do Brasil. Até quando Bolsonaro vai continuar fazendo estragos no Brasil?

  11. No fundo de pesquisa da vacina ele não quis entrar… Aí morrendo de precisar da China (sim, sim, não é santa, eu sei, mas a gente PRECISA ), fica arranjando briga. Vai morrer muita gente além do necessário e isso é uma DECISÃO

  12. Quero só ver os representantes do Agro Negócio passada a pandemia e com as porteiras fechadas na China o que vai dizer a Miss Veneno, que também é pecuarista, além da queda, coice ou coisa bem pregada.

  13. O Brasil vive internamente uma crise politica e sanitaria (e daqui a pouco uma crise economica) e não está sabendo lidar com isso, mas se acha na capacidade de fazer investigaçao cientifica pra comprovar culpabilidade internacional chinesa… ora, ora parece que temos um Scherlock Hommes aqui.

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Economia

Câmara aprova restrição a despejo de imóvel durante a pandemia de covid-19

A Câmara dos Deputados aprovou nesta 5ª feira (14.mai.2020) projeto que cria 1 regime jurídico especial durante a pandemia de covid-19 simbolicamente, quando não há contagem de votos. Entre as medidas adotadas está a restrição ao despejo de imóvel durante o período. O texto volta ao Senado.

A matéria é de autoria do Senador Anastasia (PSD-MG) e foi aprovada pelos seus colegas em 3 de abril. Para que o projeto não quebrasse o consenso criado no Senado, o relator na Câmara, Enrico Misasi (PV-SP), evitou fazer grandes modificações à proposta.

A única realizada foi o corte do trecho que reduzia a taxa repassada pelos motoristas de aplicativos às empresas. A medida afetaria diretamente as empresas do setor. Eis a íntegra do substitutivo (206 KB). A supressão fez com que o projeto precisasse ser analisado novamente pelos senadores.

O texto aprovado traz uma restrição às desocupações de imóveis baseadas em decisões provisórias da Justiça, conhecidas no jargão como “liminares”.

As determinações do projeto valem até 30 de outubro deste ano. Foi apresentado como uma medida para combater os efeitos da pandemia de coronavírus na economia e na sociedade. A relatora foi Simone Tebet (MDB-MS).

Só ações iniciadas antes de 20 de março poderão prosperar. O locatário, porém, poderá ser cobrado e negativado em caso de não pagamento do aluguel.

A proposta também suspende a contagem de prazos para usucapião –quando uma pessoa ganha a posse de 1 imóvel depois de ocupá-lo por determinado período de tempo sem objeção do proprietário– até o fim de outubro.

Ela aumenta os poderes dos síndicos de condomínios. Caso passe a vigorar, essas pessoas poderão restringir o uso das áreas comuns dos condomínios, até outubro. Os mandatos vencidos de 20 de março também serão prorrogados até 30 de outubro, nos casos em que não for possível realizar assembleia.

A proposta determina, ainda, que a prisão por dívida de pensão alimentícia deverá ser cumprida domiciliarmente durante a vigência da lei.

PODER 360

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Jornalismo

Transcrição de vídeo desmente versão de Bolsonaro

“Não vou esperar foder minha família toda de sacanagem, ou amigo meu”, declarou Jair Bolsonaro na fatídica reunião ministerial de 22 de abril. “Vou interferir. Ponto final”, proclamou ele noutro trecho. Não são manifestações obtidas de terceira mão. Constam de transcrição oficial levada pela Advocacia-Geral da União ao Supremo Tribunal Federal. As palavras do presidente valem por um strip-tease.

Antecipando-se à decisão do ministro Celso de Mello, relator do caso Moro X Bolsonaro na Suprema Corte, a AGU extraiu da gravação feita durante a reunião os trechos que considera relevantes para o inquérito em que o presidente é acusado de tramar a interferência política na Polícia Federal.

A transcrição é parcial. Mas o pouco que ela expõe já é suficiente para desnudar a versão oficial difundida pelo próprio Bolsonaro. “Eu não falo Polícia Federal” na gravação, dissera o presidente aos repórteres. Mentira. A menção ao órgão escorre dos lábios do presidente no instante em que ele se queixa do desempenho dos serviços de espionagem do governo. “Pô, eu tenho a PF, que não me dá informações”, ralhou a certa altura.

Às voltas com a síndrome do que estava por vir, Bolsonaro também afirmara aos repórteres que o conteúdo da fita estilhaçaria a acusação de Moro segundo a qual ele ameaçara demitir o então ministro da Justiça se não pudesse trocar o chefe da PF no Rio de Janeiro.

Na versão de Bolsonaro, ele mencionara no encontro apenas preocupações com a sua segurança pessoal e a proteção de seus filhos e amigos. Queixa dirigida não a Moro, mas ao general Augusto Heleno, chefe do GSI, o Gabinete de Segurança Institucional. Lorota. O contexto e os fatos que se sucederam ao encontro não deixam dúvidas. Os alvos de Bolsonaro eram a PF e Moro.

No trecho mais importante da coletânea editada pela AGU, Bolsonaro soa assim: “Já tentei trocar gente da segurança nossa no Rio de Janeiro oficialmente e não consegui. Isso acabou. Eu não vou esperar foder minha família toda de sacanagem, ou amigo meu, porque eu não posso trocar alguém da segurança na ponta da linha que pertence à estrutura.”

O presidente prossegue, em timbre ameaçador: “Vai trocar; se não puder trocar, troca o chefe dele; não pode trocar o chefe, troca o ministro. E ponto final. Não estamos aqui para brincadeira.”

Nesse trecho, Bolsonaro não cita a PF nem Moro. Mas também não há vestítigio de referência ao GSI, responsável pela segurança do presidente e de seus familiares. Não se ouve tampouco o nome do general Heleno. Confrontada com os fatos, a versão de Bolsonaro, ecoada no Supremo pela AGU, não para em pé. Tomado pelas palavras, Bolsonaro não pare.

Tomado pelas palavras, Bolsonaro não parece preocupado com a própria segurança ou com a integridade dos filhos. Inquieta-se com hipótese de surgimento de “sacanagem” com potencial para “foder” a “família toda” ou algum “amigo”.

A inquietação com os amigos destoa do trabalho do GSI, pois a lei que prevê o fornecimento de segurança ao presidente e seus familiares não contempla a extensão do serviço de guarda-costas aos amigos do rei.

De resto, o que se verificou nos dias subsequentes à reunião foi uma incursão de Bolsonaro na estrutura da Polícia Federal, não no GSI. O presidente exonerou o direitor-geral da PF, Mauricio Valeixo. Fez isso com requintes de falsidade. Anotou no ato de exoneração que o delegado deixou o cargo “a pedido”. Mentira. O Planalto Incluiu no documento a assinatura digital de Sergio Moro. Falsidade.

Nas pegadas do expurgo de Valeixo, sobrevieram o desembarque de Moro; a tentativa de nomeação do delegado doméstico Alexandre Ramagem, cuja posse foi barrada pelo Supremo; a troca de Ramagem pelo subordinado dele na Abin, Rolando de Souza; e a mexida no comando da superintendente da PF no Rio.

Tudo exatamente como ameaçara Bolsonaro na reunião: “Vai trocar [o superintendente do Rio]; se não puder trocar, troca o chefe dele [Valeixo]; não pode trocar o chefe, troca o ministro [Moro]. E ponto final. Não estamos aqui para brincadeira.” No GSI, a cabeça de Augusto Heleno continuou sobre o pescoço do general. Não há registro de substituições no grupo que cuida da segurança de Bolsonaro e de sua família.

Afora a percepção de que Bolsonaro tentou mesmo colocar a PF a serviço do seu clã, a transcrição trazida à luz pela AGU revela que o presidente tem uma noção esquisita sobre a tarefa dos órgãos de inteligência do governo. Do modo como se expressou, o presidente parece associar esse setor mais à bisbilhotagem do que à coleta de dados estratégicos, úteis à tomada de decisões de um presidente.

Bolsonaro declarou: “Eu não posso ser surpreendido com notícias. Pô, eu tenho a PF que não me dá informações; eu tenho as inteligências das Forças Armadas que não têm informações, a Abin tem os seus problemas, tem algumas informações, só não tem mais porque tá faltando realmente… temos problemas… aparelhamento, etc. A gente não pode viver sem informação.”

Nesse ponto, o presidente fez uma inusitada analogia familiar: “Quem é que nunca ficou atrás da… da… da… porta ouvindo o que o seu filho ou a sua filha tá comentando? Tem que ver pra depois… depois que ela engravida não adianta falar com ela mais. Tem que ver antes. Depois que o moleque encheu os cornos de droga, não adianta mais falar com ele: já era. E informação é assim.”

Na sequência, Bolsonaro se diz preocupado com a “estratégia”. Absteve-se de definir o que entende por estratégia. Limitou-se a ralhar e ameaçar: “E, me desculpe, o serviço de informação nosso — todos — é uma vergonha, uma vergonha, que eu não sou informado, e não dá para trabalhar assim, fica difícil. Por isso, vou interferir. Ponto final. Não é ameaça. Não é extrapolação da minha parte. É uma verdade.”

O linguajar rastaquera, os modos rústicos e a ignição instantânea fazem parte do DNA de Bolsonaro. Mas os temas tratados na reunião do dia 22 de abril parecem ter aguçado os seus maus bofes. Em certos trechos, o presidente dirigiu-se aos subordinados como se estivesse fora de si. E sempre que isso ocorre, Bolsonaro não consegue esconder o que tem por dentro.

O excesso de irritação de Bolsonaro acabou produzindo material para um inquérito criminal. Resta agora ao presidente confiar na aposta que fez ao indicar Augusto Aras para o posto de procurador-geral da República.

Se Aras decidir que a investigação contra Bolsonaro deve ser arquivada, babau. Não importa a quantidade de evidências em contrário. Do ponto de vista jurídico, o assunto estará encerrado. É o que espera Bolsonaro. Para evitar que eventuais desdobramentos políticos lhe ameacem o mandato, o capitão se acerta com o rebotalho do centrão.

De concreto, por ora, apenas a evidência de que o rei se desnudou.

JOSIAS DE SOUZA

 

Opinião dos leitores

  1. Daqui a pouco o gado chega. A propósito, parece q não estão usando mais a #foramaia. Esse governo nunca precisou de oposição, eles conseguem se destruir sozinhos.

    1. Mas os recordistas em Corrupções, jamais em tempo algum, superarão os petralhas. Alem do números de idiotizados pelos criminosos.

  2. O Mito não mentiu, ele não falou a palavra "Polícia Federal". Quando ele disse PF, quis dizer Prato Feito. kkkkkkk

  3. Por isso q o bandido do planalto colocou na PGU um pau mandado dele, o Aras, q nao figurava nem na lista dos candidatos ao cargo, eleitos pelos procuradores nacionais. Isso q é aparelhamento descarado, nao o q o PT fazia, colocando sempre o primeiro lugar da lista.
    Mesmo com tdas as evidências, vcs verão q Aras nao vai abrir investigação contra o bandido.

    1. Que eu saiba o único bandido no Brasil é um molusco o resto é fichinha.

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Saúde

Fabricante abre mão de patente de remédio contra novo coronavírus, mas exclui Brasil

Fabricante do antiviral remdesivir, que apresentou resultados moderadamente positivos no tratamento contra a Covid-19, o laboratório americano Gilead abriu mão da patente sobre o medicamento para facilitar seu acesso em 127 países. O Brasil, porém, foi excluído da lista.

Em comunicado divulgado na terça-feira (12), a empresa disse que assinou acordos de licenciamento voluntário com cinco companhias farmacêuticas especializadas na produção de genéricos, todas com sede na Índia ou no Paquistão.

“Pelo acordo de licenciamento, as empresas têm direito de receber transferência de tecnologia do processo de manufatura do remdesivir para que a produção possa escalar mais rapidamente”, afirmou a Gilead no comunicado.

O efeito esperado da decisão de abrir mão da patente é acesso mais fácil e barato ao medicamento nos locais contemplados.

As empresas que assinaram o acordo com o laboratório são Cipla, Ferozsons, Hetero, Jubilant e Mylan. Elas poderão fixar o preço do produto genérico para venda nos países em que atuarem, a maioria nações pobres de América Latina, Ásia e África.

A lista também inclui alguns países de renda média, potências regionais e Estados emergentes, como África do Sul, Egito, Nigéria, Índia, Indonésia, Paquistão, Tailândia e Ucrânia.

Países ricos ficaram de fora. Na América do Sul, apenas Guiana e Suriname foram incluídos.

O laboratório afirmou à Folha que a decisão sobre os países contemplados pelo licenciamento voluntário foi baseada na lista do Banco Mundial que define países de baixa e média renda, “com a inclusão de algumas exceções”.

Não houve explicação específica da razão pela qual o Brasil ficou de fora.

O acordo vale enquanto a Organização Mundial da Saúde mantiver a classificação da crise do coronavírus como pandemia, ou até que surja uma vacina ou remédio mais eficaz para a doença.

Concebido inicialmente para casos de ebola, o remdesivir apresentou alguns resultados positivos no tratamento à Covid-19, reduzindo os prazos de internação de doentes em média em quatro dias.

Em 1º de maio, a FDA, agência norte-americana que regula medicamentos, autorizou o uso emergencial da droga para tentar amenizar os efeitos da pandemia no país, líder de casos e mortes pelo vírus.

No Brasil, o uso do remdesivir ainda não é permitido. Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), houve uma primeira reunião com a Gilead no último dia 6 de maio para discutir a comercialização do antiviral no mercado brasileiro.

“A Gilead tem vários ensaios clínicos em andamento para o remdesivir, com dados iniciais esperados nas próximas semanas. Caso o benefício do medicamento se comprove, a Anvisa possui mecanismos para garantir o acesso célere do medicamento à população”, afirmou a agência em nota.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Não sei se é para rir ou chorar: o governo bolsotralha é autossuficiente, pois não. Tão autossuficiente quando a gestão Fatão GD.

  2. Não sou fã de Bolsonaro, caros Avelinio e Jerry Moon, mas leiam 2 reportagens de ontem, uma deste blog: Univeridaade de Nova York relata eficácia da hidroxicloroquina com azitromicina e zinco em testes realizados. Segunda, Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (que está coordenando o combate à pandemia) também está vendo resultados na fase inicial da doença.

  3. FALA PARA O FABRICANTE QUE CLOROQUINA SALVA. KKKKK ´POLITICA É UMA VERDADEIRA PORCARIA QUE ASSOLAM PRINCIPALMENTE O BRASIL.

  4. Aqui no Brasil não precisamos. Nem de vacina. Nosso mestre maximo, o Messias, o "escolhido por Deus para nos livrar do comunismo" , num gesto magnânimo nos mostrou os poderes mágicos da cloroquina.

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Saúde

Uso de pseudônimo em exame, como fez Bolsonaro, é comum, diz entidade médica

O uso de pseudônimos em exames de saúde de pessoas públicas é comum e não representa uma irregularidade em potencial, afirma a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial.

Folha questionou a entidade, que reúne profissionais da área de laboratórios clínicos e dezenas de empresas do setor, após a divulgação nesta quarta-feira (13) dos exames para a Covid-19 feitos pelo presidente Jair Bolsonaro, nos quais ele usou uma identificação fictícia.

Nas análises laboratoriais a que se submeteu para detectar se havia contraído o novo coronavírus, em março, Bolsonaro usou três nomes alternativos: “Airton Guedes”, “Rafael Augusto Alves da Costa Ferraz” e “Paciente 05”.

O número de identidade, CPF e data de nascimento eram os verdadeiros em dois desses documentos —em um deles, não havia os dados.

Segundo a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica, cada laboratório ou hospital tem suas regras para identificação de pacientes nos exames, mas o uso de pseudônimos é comum entre pessoas públicas, como políticos e artistas, como forma de preservar a intimidade.

Há três anos, foto com nome e dados do prontuário médico da ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva, que havia sofrido um AVC e estava internada em São Paulo, vazou e foi compartilhada em grupos de WhatsApp. Ela acabou morrendo dias depois, em 3 de fevereiro de 2017.

A advogada especializada em direito médico Mérces da Silva Nunes, que é doutora pela PUC de São Paulo, aponta um outro fator a favor da ocultação do nome verdadeiro em exames como os feitos por Bolsonaro.

“Pessoas famosas já usam isso porque há uma possibilidade de haver um comprometimento do resultado em função de quem está fazendo o exame. Para evitar isso e ter certeza do resultado verdadeiro, muitos usam dados de terceiros”, diz.

No caso de Bolsonaro, afirma ela, “a chance era verdadeira”. “Alguém com o exame de um famoso em mão faz aquilo viralizar imediatamente.”

A especialista afirma que não há nada no Código de Ética Médica que vede a atribuição de pseudônimos em exames. Esse código regula a atividade no país, e infrações sujeitam o profissional à cassação do registro.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. So falta o s t f.pedir o exame de fezes.de bolsonaro.fezes poderia ser uma especialidade do s t f.esya politicagem do stf CHEIRA MAL.

  2. Não sei se é comum esse tipo de comportamento mas pelo menos prá mim, ele está escondendo alguma coisa pois na sua condição de presidente, o mínimo que ele deveria ter era uma postura de transparência.
    Cada vez mais eu me arrependo de ter votado nesse sujeito.

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Denúncia

CORONAJATO: PF apreende R$ 2 milhões com acusados de desvio de dinheiro público da saúde do Rio

Na Operação Favorito, desencadeada nesta quinta-feira, a Polícia Federal apreendeu cerca de R$ 2 milhões com os envolvidos num esquema de fraudes em contratos de prestação de serviço para Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) celebrado entre o estado e Organizações Sociais (OSs) de saúde. Só com o empresário Luiz Roberto Martins, presidente do Conselho de Administração do Instituto Data Rio (IDR), foram encontrados R$ 1,5 milhão em espécie. O dinheiro estava escondido na casa dele, em Valença, sul do estado. Em entrevista coletiva, realizada na tarde desta quinta-feira, o Ministério Público do Rio (MPRJ) apontou Martins como o chefe da organização criminosa acusada de desvio de dinheiro público.

O Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (GAECC/MPRJ), numa força-tarefa com o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal, cumpriram cinco mandados de prisão e 25 de busca e apreensão contra a quadrilha suspeita de crime de peculato ao desviar R$ 3,95 milhões em recursos públicos da saúde. Segundo a promotoria, os acusados devem responder também por formação de quadrilha. O promotor Eduardo Santos de Carvalho explicou que ainda não há provas contra a administração da secretaria estadual de Saúde, mas as investigações irão prosseguir no âmbito criminal.

– Não há prova diretamente da participação da administração da SES (secretaria estadual de Saúde). Quem atestava os contratos era a própria OS. Não é necessária a participação de um servidor. A orientação é feita pela OS e a liberação dos contatos também, independente da fiscalização da secretaria – explicou o promotor.

O desvio dos recursos, segundo a promotoria, ocorria por meio de pagamentos superfaturados à empresa Dorville Refeições LTDA (atualmente denominada Dorville Soluções e Negócios LTDA), para fornecimento de alimentação às unidades de saúde. Ainda segundo a denúncia, o IDR celebrou dez contratos com a SES-RJ para a gestão das UPAs Botafogo, Cabuçu, Campo Grande I, Campo Grande II, Lafaiete, Magé, Mesquita, Queimados, Santa Cruz e Sarapuí. Para a gestão das unidades, recebeu um montante superior a R$ 763 milhões do Fundo Estadual de Saúde do Rio de Janeiro, entre os anos de 2012 e 2019.

Luiz Roberto, ex-presidente do IDR e atual presidente do Conselho de Administração da OS, é apontado, na denúncia, como controlador do esquema e exercia poder decisório sobre a administração do IDR, com o auxílio de Luciano Leandro Demarchi e Lisle Rachel de Monroe, que tinha funções de superintendente de serviços de saúde e superintendente financeiro e administrativo da OS, respectivamente.

Embora a Dorville fosse representada, à época da contratação, por sua sócia ostensiva Gleice Dorville Costa, quem efetivamente exercia a gestão e o controle sobre a empresa era Carla dos Santos Braga, que após ter sua prisão temporária decretada pela Justiça Federal por ocasião da operação “Pão Nosso”, deflagrada pelo GAECC/MPRJ em parceria com a Força-Tarefa da operação “Lava-Jato” no Rio, prestou à Polícia Federal declarações sobre o esquema criminoso mantido junto ao IDR.

EXTRA

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Judiciário

Defesa de Moro diz que governo omite trechos de reunião e vê ‘disparidade de armas’ em inquérito

O ex-ministro da Justiça Sergio Moro, através de seus advogados, afirmou que a AGU (Advocacia Geral da União) omitiu trechos da reunião ministerial em petição apresentada ao STF (Supremo Tribunal Federal) pedindo a divulgação parcial do vídeo.

O advogado de Moro, Rodrigo Sanchez Rios, afirmou que a transcrição parcial da reunião revela uma “disparidade de armas”, termo usado no mundo jurídico para caracterizar a desigualdade de acesso a informações relativas às partes de uma ação.

“A transcrição parcial revela disparidade de armas, pois demonstra que a AGU tem acesso ao vídeo, enquanto a defesa de Sergio Moro não tem”, afirmou Rios em nota.

Nesta quinta-feira (14), a AGU incluiu a transcrição de trechos de falas do presidente Jair Bolsonaro durante a reunião ministerial de 22 de abril.

O documento pede ao relator do processo, ministro do STF Celso de Mello, que torne público apenas o que foi dito pelo presidente, com exceção a menções ao comportamento de outras nações. As falas dos ministros, para o órgão, devem ser mantidas em sigilo.

De acordo com a AGU, os trechos transcritos por ela na petição são os únicos referentes às acusações do ex-ministro da Justiça presentes no vídeo relevantes ao caso.

A defesa de Moro contesta a posição do órgão do governo.

De acordo com Rios, apesar da petição conter transcrições literais de trechos das declarações do presidente, elas omitem o contexto em que foram ditas e “trechos relevantes para a adequada compreensão”.

“A transcrição parcial que busca apenas reforçar a tese da defesa do Presidente reforça a necessidade urgente de liberação da integralidade do vídeo”, afirmou o defensor na nota.​

Na quarta (13), a defesa do ex-ministro pediu a Celso de Mello que divulgue a íntegra do vídeo anexado ao inquérito que apura suposta interferência de Bolsonaro na autonomia da Polícia Federal. Segundo Moro, a tentativa do presidente foi evidenciada na reunião.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Eita papo chato dessa briga com esse ex ministro dedo duro. . Enquanto isso, as mortes pela pandemia não diminuem, mas o disse me disse é mais importante.

    1. Tem quem ache que esse "ministro dedo-duro" deveria ter da calado e encoberto os vários crimes cometidos pelo presidente Messias Bozo para se proteger e a seus filhos da justiça. Eu pessoalmente discordo.

    2. Acredito que cada coisa a seu tempo, esse disse me disse poderia ser discutido depois, não engavetado, porém agora o primordial seria salvar vidas, mas a turma gosta é do muido. Os defensores do bozo acham que estão certo e o defendem mesmo ele diariamente dando sinais de sua incompetência, já os defensores de LULADRAO e sua quadrilha acham que essa política sebosa é que é a solução, enquanto isso a curva só sobe.

    1. Desde que não seja feita com provas forjadas, mas sim com objetivos do bem coletivo, é salutar. O objetivo de se fazer Justiça não deveria ter limites, por que que a desrespeita não faz uso desses limites. Assim seria uma força proporcional, só que uma é nefasta e a outra que faz a justiça é benéfica pra sociedade.

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Política

Bolsonaro posta conversa entre Zambelli e Moro e reafirma que não houve interferência na PF


O presidente Jair Bolsonaro postou em seu perfil na rede social Instagram um trecho de conversa entre a deputada Carla Zambelli com o ex-ministro Sérgio Moro para em seguida afirmar que “Fica claro que, com a possível revogação do decreto de exoneração, qualquer “interferência” por parte do Presidente deixaria de existir. – GAME OVER, pelo próprio Zap de Moro”, escreveu o presidente. Bolsonaro deixa claro que fez a postagem com a autorização da deputada Carla Zambelli.

Opinião dos leitores

  1. Cada vez mais impressionado com a burrice de Bolsonaro. Ele consegue produzir provas contra ele mesmo , abrir a boca para mentir e agora ele posta uma conversa que não serve pra nada. Não houve conversa na verdade. Isso só prova que mulher fala demais e como cauteloso no zap o ministro é. Campana, ele foi juiiiiiz, e linha de frente de uma lava jato. Ele não é menino. Bolsonaro é muuuuuuuuuito burro. O q moro falou nesse print está de acordo com o a moro vem falando. Ele não queria a exoneração de Valeixo. Kkkkkkkk bolsoburro. Nunca mais voto nele, nuuunca mais de elege. Primeiro presidente a não se reeleger? Kkkkkkk

  2. Virou fofocagem e fofoca ficou pra rapariga. Ô presidente fraco, Se perdesse seu tempo presidindo não se perderia em fofocas. Fraco de tudo.

  3. Deixa de tirar onda mito.
    Nessa vc tem culpa.
    Só na cabeça de um apaixonado vc não tem, votei em vc, não estou arrependido, mas se tiver um candidato, com o seu perfil e menos conturbado, voto nele já em 2022.
    Na esquerda petralha, ja mais.
    Quem sabe no MORO??
    É um bom candidato.
    Vamos esperar um pouco mais, pra defenir.
    Não posso botar a mão no fogo, por ninguém.
    São todos brasileiros e precisa de tempo e paciência pra escolher.
    Entendetam??

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Economia

Petrobras tem prejuízo de R$48,5 bi no 1º tri com revisão no preço do petróleo

Foto: REUTERS/Sergio Moraes

A Petrobras registrou um prejuízo líquido de 48,5 bilhões de reais no primeiro trimestre, ante um lucro líquido de 4 bilhões de reais no mesmo período de 2019, diante de baixa contábil a partir de uma revisão das premissas de longo prazo para o petróleo Brent frente ao novo cenário mundial, informou a petroleira nesta quinta-feira.

Entre janeiro e março, a empresa fez uma baixa contábil de 65,3 bilhões de reais ao reavaliar ativos principalmente de exploração e produção, considerando preços mais baixos do petróleo, devido a uma crise global causada pela pandemia do novo coronavírus, que reduziu a demanda pela commodity.

“Estamos assumindo agora que o preço do Brent de longo prazo será em média 50 dólares/barril, contra 65 dólares/barril anteriormente”, afirmou a Petrobras, em seu balanço financeiro trimestral.

Os resultados também foram impactados pela queda do valor do Brent no trimestre e pelas perdas com variação cambial decorrentes da forte desvalorização do real frente ao dólar, explicou a companhia.

“Estes fatores foram atenuados por maiores volumes de exportação, maiores margens nos derivados, menores despesas, incluindo gastos gerais e administrativos, exploratórios e tributarios, bem como ganhos com hedge”, afirmou a Petrobras.

Em mensagem ao acionistas, o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, disse que “a recessão global não chegou a impactar significativamente o desempenho da companhia no primeiro trimestre, devendo fazê-lo nos trimestres seguintes”.

Ele citou que o fluxo de caixa livre foi de 5,9 bilhões de dólares nos primeiros três meses do ano, muito superior ao do mesmo trimestre de 2019, de 3,1 bilhões de dólares.

No entanto, a empresa informou que houve uma redução das exportações para a China –seu principal cliente–, devido à queda da demanda, causada pelos impactos da Covid-19 no país. O país asiático recebeu no período 48% das exportações da empresa, contra 68% no quarto trimestre.

Desconsiderando os efeitos especiais, principalmente impairment e ágio na recompra de bonds, a empresa registraria um prejuízo menor, de 4,6 bilhões de reais no primeiro trimestre.

Já o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado seria de 36,9 bilhões de reais, em vez dos 37,5 bilhões de reais registrados.

O Ebitda ajustado teve alta de 36,4% na comparação com o mesmo trimestre do ano passado e avanço de 2,7% em relação ao quarto trimestre, apesar da redução do Brent, principalmente devido ao aumento das exportações, principalmente de petróleo, com níveis recordes em janeiro e fevereiro, quando a queda no Brent ainda era moderada em relação ao mês de março.

“Conseguimos aproveitar a valorização dos nossos petróleo e óleo combustível no mercado externo, graças ao IMO 2020, capturando ótimas margens no óleo combustível”, afirmou.

Investing

Opinião dos leitores

  1. Diziam q o PT tinha quebrado a empresa…..mas quem está é o atual governo.
    Hoje estão esfacelando a mesma. Ja foi vendido a BR distribuidira, várias refinarias estão a venda, os gasodutos, campos, tdas unidades do NE estão prestes a fechar….
    Estao transformando a empresa em uma mera produtora de óleo bruto. Está aí o resultado.

    1. Preço do barril do petróleo despencou no mundo todo,chegou a ficar negativo pela lei da oferta e procura,significa dizer que produtores tiveram que pagar para armazenar,mas para quem não quer entender ,fica mais fácil criticar.

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Polícia

Bolsonaro reclamou de não ter informações da PF e disse: ‘Vou interferir’

Foto: Marcos Correa

Em outro trecho da fala de Bolsonaro na reunião ministerial ocorrida em 22 de abril e divulgado pela Advocacia Geral da União (AGU) nesta quinta-feira (14), o presidente se queixa da falta de informações obtidas pela PF.

“Eu não posso ser surpreendido com notícias. Pô, eu tenho a PF que não me dá informações; eu tenho as inteligências das Forçar Armadas que não têm informações, a ABIN tem os seus problemas, tem algumas informações, só não tem mais porque tá faltando realmente… temos problemas… aparelhamento, etc. A gente não pode viver sem informação. Quem é que nunca ficou atrás da… da… da… porta ouvindo o que o seu filho ou a sua filha tá comentando? Tem que ver pra depois… depois que ela engravida não adiante falar com ela mais. Tem que ver antes. Depois que o moleque encheu os cornos de droga, não adianta mais falar como ele: já era. E informação é assim”, disse Bolsonaro na reunião.

“Então essa é a preocupação que temos que ter: “a questão estratégia’. E não estamos tendo. E me desculpe o serviço de informação nosso – todos – é uma vergonha, uma vergonha, que eu não sou informado, e não dá para trabalhar assim, fica difícil. Por isso, vou interferir. Ponto final. Não é ameaça,. Não é extrapolação da minha parte. É uma verdade”, concluiu.

Com informações de O Globo

Opinião dos leitores

  1. Olha o nível de egocentrismo desse senhor, ele tem a plena certeza que a PF é dele e serve a ele!
    Acredita que é rei e não se tocou que é presidente.

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