Judiciário

SÓ ISSO: Prefeito de Natal acusa MP, Defensoria Pública e Justiça de fake news

O prefeito Álvaro Dias postou no seu Instagram que é fake news que o hospital de campanha de Natal não está funcionando.

“Não caia em fake news. O hospital de campanah de Natal segue aberto e funcionando. Compartilhe a verdade”, diz a mensagem.

Então o mentiroso que está espalhando fake news é o Ministério Público.

Vejamos alguns trechos da ação civil pública do Ministério Público do RN e a Defensoria Pública.

“Cabe salientar que o Município de Natal, ora réu, após a requisição administrativa de cessão de um prédio, já finalizou as obras de 100(cem) leitos clínicos no Hospital de Campanha para atendimento dos pacientes diagnosticados com COVID-19, conforme minucioso Relatório de
Inspeção acostado. Porém, os leitos se encontram ociosos por falta de
mão de obra. Absurdamente, há uma estrutura física toda montada de leitos
clínicos, com equipamentos, insumos, medicamentos e EPI´s totalmente parada, enquanto as Unidades de Pronto Atendimento ficam cada dia mais superlotadas, conforme certidão/planilha juntada a esta exordial.”

Tem ainda esse trecho abaixo:

“Tendo em vista que já foram esgotadas as possibilidades de tratativas de cunho extrajudicial, impõe-se, como derradeira medida, seja o gestor compelido judicialmente a operacionalizar seu hospital de campanha, sob pena de sua inércia agravar o quadro de escassez de leitos”

Ou ainda esse trecho:

Desde o início da Pandemia, o Ministério Público realizou várias
inspeções nas unidades de saúde para acompanhar as ações da Gestão Sanitária Municipal, inclusive nas obras de implantação do Hospital de Campanha. Na última delas, realizada em 05 de maio de 2020 (relatório em anexo), constatou-se que os leitos clínicos do Hospital estão definitivamente prontos, tendo sido informado pelos presentes que nos próximos dias seriam recebidos pacientes das Unidades de Pronto Atendimento acometidos pelo Novo Coronavírus que precisavam de leitos de internação.

Tem mais, mas esses são suficientes.

O Ministério Público teria, então, inventado fatos para atingir Álvaro Dias?

A Justiça aceitou o pedido do MP e determinou que a prefeitura ABRA e OPERACIONALIZE o hospital.

A Justiça também produz fake news, então?

Opinião dos leitores

  1. O prefeito não pode usar a desculpa de que não existe profissionais disponíveis para o hospital. Basta ele autorizar a Secretaria da Administração para convocar os profissionais da saúde aprovados no concurso público para a Secretaria da Saúde de Natal, que ainda estão aguardando serem chamados. São profissionais com experiências que poderiam já está atuando nesse quadro de pandemia do Coronavírus. Mas infelizmente ele prefere contratar uma empresa privada para pagar uma fortuna aos donos destas empresas. O MP deveria exigir do prefeito, a convocação dos profissionais que fizeram o concurso público.

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Celebridades

Filhas de Gugu acusam tia de não prestar contas de dinheiro, obras de arte e joias do inventário

As duas filhas gêmeas de Gugu Liberato, Marina e Sofia, constituíram advogado e foram à Justiça acusar a tia, Aparecida Liberato, de não prestar contas como inventariante do espólio do apresentador.

Elas pedem que Aparecida, escolhida pelo próprio apresentador para administrar seu espólio, disponibilize informações sobre seguros de vida e previdências privadas “e outros títulos com resgate automático em caso de óbito” em nome de Gugu.

Opinião dos leitores

  1. Castigo, quem fica contra uma MÃE, não poder colher bons frutos.
    Bem feito por terem dado as costas a Mãe .
    Bateu…levou.

  2. O cara vai em um laboratório colhe material para produzir 3 filhos com uma mulher de aluguel, em seguida arruma um homem para conviver maritalmente e depois entrega a uma tia a administração de seu milionário espólio. Isso não poderia terminar bem. Mulher de aluguel x filhos de laboratório x bofe x restante da família gananciosa, pense em uma briga grande.

  3. Só diga que uma família é unida quando chegar a hora do inventário.
    Essa frase foi dita por um professor meu e é retrato perfeito e acabado do que está acontecendo com essa da notícia.

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Judiciário

Toffoli diz que não vê marcha de Bolsonaro ao STF como constragimento ou pressão

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, afirmou que não considera tentativa de pressão a ida do presidente da República, Jair Bolsonaro, ao Supremo Tribunal Federal acompanhado de ministros e empresários para fazer pressão contra as medidas restritivas impostas no combate ao novo coronavírus. “Continuo acreditando que diálogo é essencial”, disse ele ao programa Roda Viva, da TV Cultura. “Nesse sentido, a ida do presidente ao STF eu não vejo como constrangimento ou tentativa de pressionar o Supremo, até porque juiz está acostumado a receber pedidos”, completou.

Sobre a preocupação de Bolsonaro com a reabertura econômica, Toffoli afirmou: “O mundo inteiro está pensando nisso (recuperação econômica). E quando se afeta a economia, afeta os mais pobres, a periferia. A primeira coisa a pensar é salvar vidas, mas temos que pensar no dia seguinte, que precisa de coordenação e orientação científica.”

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

    1. Será que ele viu Bob Jeff de metralhadora na mão, fazendo ameaças?

  1. BG , só quem viu isso foi a globo , esse canal de tv está pondo fogo no país com mentiras e materias editadas e destorcidas , a globo está virando um câncer nesse país, a globo não é oposição a nenhum partido , ela pensa que é governo, ela se acha o governo e os que não concordam com ela é oposição.

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Saúde

Mesmo sem voos da FAB, gasto de Bolsonaro com cartão corporativo sobe 59%

Os gastos sigilosos da Presidência da República com cartão corporativo, usado para bancar despesas do presidente Jair Bolsonaro, aumentaram nos primeiros quatro meses do ano, mesmo quando descontado o valor da operação que resgatou brasileiros em Wuhan, na China. Após o Estadão revelar que a fatura de janeiro a abril havia dobrado, o presidente justificou a alta com os custos da viagem, que utilizou aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB).

Segundo o presidente afirmou nesta segunda-feira, foram utilizados R$ 739.598, via cartão corporativo, com os três voos enviados ao país asiático em fevereiro deste ano. Como mostrou a reportagem no domingo, as despesas sigilosas vinculadas a Bolsonaro foram de R$ 3,76 milhões neste ano, segundo informações do Portal da Transparência. O valor representa um aumento de 98% em relação à média dos últimos cinco anos no mesmo período.

“3 aviões da @fab_oficial, vinculados à Presidência, foram à China buscar brasileiros em Wuhan. Na operação foram gastos R$739.598,00 com cartão corporativo. Ao contrário do noticiado, retirando despesas extraordinárias, nossos gastos seguem abaixo da média de anos anteriores”, postou o presidente no Twitter.

Diferentemente do que diz Bolsonaro, ao abater o valor citado por ele com os voos para a China, os R$ 3 milhões relacionados a outros gastos sigilos ainda assim representam uma alta de 59% em relação à média do que gastaram Dilma Rousseff e Michel Temer, seus antecessores no cargo.

Desde domingo, quando a reportagem foi publicada, o presidente tem citado os voos para a China como justificativa para o aumento dos gastos sigilosos com cartão corporativo, mas, até então, ele não havia revelado o valor.

“O que eu posso falar da China é que ontem (domingo) a imprensa, como sempre, dá licença aí, a imprensa como sempre criticando o cartão corporativo”, afirmou o presidente ontem pela manhã, em frente ao Palácio da Alvorada, ao responder uma mulher que o questionou se o país asiático escondia dados sobre o coronavírus. “Parte da operação da China, três aviões da FAB, por ser avião militar, foi financiada com cartão corporativo meu. Apareceu eu usando o cartão para fazer festa. Falta de caráter e de responsabilidade dessa imprensa aí.”

Os gastos com a operação que trouxe de volta ao País 34 brasileiros até então estavam em sigilo. A hashtag “MostraAFaturaBolsonaro” ficou na lista de assuntos mais comentados do Twitter ontem.

Parlamentares de diferentes partidos – desde Kim Kataguiri (DEM-SP) a Jandira Feghali (PCdoB-RJ) – cobraram de Bolsonaro que revele como gastou o dinheiro público via cartão corporativo. Vinicius Poit (Novo-SP) apresentou um requerimento de informações para a Presidência da República.

Em resposta à reportagem na semana passada, o Palácio do Planalto deu uma versão diferente do que afirmou Bolsonaro como principal motivo do aumento.

Sem dar detalhes, a assessoria de imprensa da Secretaria-Geral da Presidência – órgão responsável pela gestão dos cartões corporativos – informou que a maior parte das despesas neste ano está relacionada às viagens presidenciais em território nacional e viagens internacionais. Neste ano, o presidente esteve na Índia em janeiro, participou da posse do presidente do Uruguai, no início de março e, no mesmo mês, viajou com uma comitiva de 31 pessoas aos Estados Unidos.

O cálculo que aponta o gasto de R$ 3,76 milhões leva em conta apenas os valores vinculados à Secretaria Especial de Administração, que é responsável por despesas do presidente e de sua família, das residências oficiais e demais gastos corriqueiros – material de escritório do gabinete presidencial, por exemplo. Quando considerados outros órgãos vinculados à Presidência da República, como o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), o valor salta para R$ 7,55 milhões neste início de ano – aumento de 91% em relação à média do mesmo período.

Na mesma resposta dada na semana passada, a Secretaria-Geral chegou a citar o aumento a despesas com a operação na China, mas sem detalhar qual órgão foi o responsável pelos gastos. Questionado novamente ontem, o Palácio do Planalto não se manifestou até a conclusão desta edição.

Em dezembro do ano passado, o Estadão revelou que o governo passou a ignorar uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) e se recusa a explicar como tem usado o dinheiro público via cartões corporativos. A Presidência afirma que a abertura dos dados e notas fiscais poderiam colocar em risco a segurança do presidente.

Antes de ser eleito, Bolsonaro foi um crítico ferrenho dos gastos com cartões corporativos e, principalmente, do sigilo dos extratos. Em 2008, em discurso na Câmara, ainda como parlamentar (na época filiado ao PP) desafiou o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva a “abrir os gastos” com o cartão.

Em 2018, durante o governo de transição, o então coordenador do grupo e atual ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, chegou a afirmar que a gestão Bolsonaro acabaria com o meio de pagamento. A ideia, contudo, nunca foi levada adiante.

ESTADÃO CONTEÚDO

 

Opinião dos leitores

  1. kkkkkkkk
    Bozo tá se superando em todas as áreas.
    Tá pior que todas as piores previsões sobre o inapto.

  2. Cada dia rindo mais da cara de alguns apoiadores do " Coisa Ruim" assim como o Nobre Blogueiro, ??????. Até quando ?

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Jornalismo

Ramagem nega amizade com Bolsonaros, ataca Moro e admite consulta sobre Rolando Souza

Em depoimento à Polícia Federal, o diretor-geral da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), Alexandre Ramagem, disse ter obtido a confiança de Jair Bolsonaro e confirmou ter sido consultado para Rolando Alexandre de Souza assumir a direção-geral da Polícia Federal.

Ele ainda acusou o ex-ministro Sergio Moro de “desqualificar” seu nome para ser o diretor-geral da corporação. Ramagem negou amizade com a família do presidente.

Segundo depoimento prestado nesta segunda-feira (11), e obtido pela Folha, Ramagem, questionado sobre a nomeação de Souza, informou que tratou do tema com Bolsonaro e o ministro da Justiça, André Mendonça.

De acordo com a transcrição do depoimento, Ramagem “indagado se foi consultado a respeito das qualificações profissionais do DPF Alexandre Rolando enquanto possível indicado para o cargo de Diretor-Geral, respondeu que sim, tendo sido questionado a respeito, tanto pelo presidente da República como pelo ministro da Justiça André Mendonça”.

Ramagem chegou a ser nomeado pelo presidente para o comando da PF, mas acabou tendo a sua posse suspensa por uma liminar concedida pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, sob alegação da falta de impessoalidade na escolha —Ramagem é apontado como amigo da família Bolsonaro. Diante do impasse, Souza foi escolhido.

No depoimento, no âmbito do inquérito que apura as acusações de Moro a Bolsonaro, Ramagem diz que “tem ciência de que goza da consideração, respeito e apreço da família do presidente Bolsonaro pelos trabalhos realizados e pela confiança do presidente da República”.

Ele afirma, porém, que “não possui intimidade pessoal com seus entes familiares”. Ramagem minimizou a foto na festa de Ano Novo, de 2018 para 2019, em que aparece ao lado do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente.

Segundo ele, “não foi uma festa, porque os policiais estariam muito cedo prontos para o trabalho, estavam apenas familiares, incluindo esposas e maridos dos policiais, oportunidade em que o vereador Carlos Bolsonaro passou no local para saudar os policiais pelo trabalho executado, pois no dia seguinte se encerraria a segurança provida pela Polícia Federal com a transmissão do trabalho para o Gabinete de Segurança Institucional”.

Ele acusou Moro de “desqualificar” seu nome para assumir o comando da PF.

“O motivo da sua desqualificação, portanto, foi o fato deste não integrar o núcleo restrito de delegados de Polícia Federal próximos ao então ministro Sergio Moro”, disse.

De acordo com ele, “a desqualificação ocorreu através de argumento inverídico de intimidade familiar nunca antes tido como premissa ou circunstância, apenas como subterfúgio para indicação própria sua de pessoas vinculadas ao seu núcleo diretivo de sua exclusiva escolha​’.

“Que é de conhecimento do depoente que o ex-ministro Sérgio Moro constantemente elogiava o seu trabalho, convidando-o para diversas reuniões de inteligência de cúpula”, afirmou.

Ele alega que seu nome foi sugerido por Bolsonaro “pela confiança do presidente da República no trabalho” dele e “pelo conhecimento do bom relacionamento” que ele, Ramagem, estava tendo com Moro.

Segundo ele, Bolsonaro “nunca chegou a conversar sob a forma de intromissão, sobre investigações específicas da Polícia Federal que pudessem, de alguma forma, atingir pessoas a ele ligadas”

O diretor da Abin disse que o presidente da República tinha “preocupação” com a produtividade operacional não apenas do Rio de Janeiro, mas também de outras superintendências, mas não relatou quais seriam as demais.

Ramagem afirmou ainda que Bolsonaro reclamava da falta de relatórios de inteligência não só da Polícia Federal bem como de outros ministérios, novamente sem citar quais seriam as pastas que não estavam atendendo o presidente.

Ele admitiu fazer contatos diretos com Bolsonaro sempre informando o ministro Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional). E que nas conversas eram “tratados assuntos de inteligência”.

Neste momento do depoimento, ele fez questão de ressaltar que Bolsonaro poderia ter “conhecimento” de assuntos relativos a inteligência diretamente, mas que temas de assessoramento estratégico e segurança nacional deveriam, “obrigatoriamente”, ser tratados pelos ministros de Estado.

Um dos motivos que levou a queda de Valeixo, segundo Bolsonaro, é que ele “não tinha todo dia” um relatório da PF em sua mesa e que não interagia diretamente com o presidente.

Nas conversas, segundo Ramagem, o presidente “nunca chegou a conversar, “sob a forma de intromissão”, sobre investigações específicas da Polícia Federal que pudessem, de alguma forma, atingir pessoas a ele ligadas.

“Na verdade conversas sobre investigações giravam em torno de assuntos de Polícia Judiciária que já estavam públicos, abrangendo questões gerais sobre operações”, disse.

Ramagem e Bolsonaro estiveram juntos a última vez no domingo (10). O diretor-geral da Abin foi ao Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente, e passou parte da manhã com ele.

Questionadas, as assessorias da Abin e da presidência da República não confirmaram o encontro, nem informaram o motivo da visita.

Por mais de um momento no depoimento, o diretor da Abin mostrou que atuava como intermediário em sondagens de nomes para ocupar postos na PF. Entre eles, o do delegado Alexandre Saraiva, superintendente no Amazonas, que foi cotado por Bolsonaro para assumir o Rio e do atual diretor-geral.

Aos investigadores, Ramagem explicou ainda que ganhou a confiança do presidente durante a campanha, quando se aproximou da família Bolsonaro e comandou a segurança do então candidato a presidente após o atentado em Juiz de Fora.

Ele chegou a ser nomeado pelo presidente para o comando da instituição, mas acabou tendo a sua posse suspensa por uma liminar concedida pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.

O presidente Jair Bolsonaro chegou a apresentar ao ministro do STF um pedido de reconsideração da suspensão, mas foi negado.Na peça, o Palácio do Planalto defende Ramagem e diz que não há quaisquer provas de alguma ordem presidencial voltada para manipular ou fraudar investigações da PF.

Além de Ramagem, prestaram depoimento nesta segunda (11), Valeixo e ex-superintendente do Rio Ricardo Saaid.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

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Saúde

Hospital Maria Alice recebe 7 leitos de UTI para Covid-19

Foto: Magnus Nascimento

O Hospital Maria Alice Fernandes, referência em pediatria na rede estadual de saúde, implantou 7 leitos de UTI para tratamento de Covid-19. De acordo com a diretora da unidade hospitalar, Suyame Ricarte, já na tarde desta segunda-feira (11) uma criança de 2 meses que deu entrada no último sábado (9), às 22h30 no Pronto-Socorro do hospital, e que estava entubada, foi encaminhada para a UTI.

Suyame disse que a UTI pediátrica foi reaberta após três anos fechada e que, agora, está sendo utilizada no tratamento da Covid-19 para bebês a partir de 29 dias a crianças de até 14 anos. Para o funcionamento da UTI pediátrica Covid-19, o Governo do Estado, através da Secretaria de Estado da Saúde Publica (Sesap), contratou a Coopmed/RN que está disponibilizando 1 médico diarista diurno, 1 médico plantonista, 1 enfermeiro diarista (diurno), 1 enfermeiro plantonista, 1 fisioterapeuta plantonista, 5 técnicos em enfermagem e 1 higienista.

De acordo ainda com a diretora do Hospital Maria Alice Fernandes, os demais profissionais foram lotados no hospital procedentes do concurso e processo seletivo. São 30 técnicos em enfermagem, 8 enfermeiros e 8 fisioterapeutas, além de 20 médicos da Coopmed.

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Saúde

MP de Contas acusa Ministério da Saúde de superfaturamento de consulta médica virtual

Imagem: reprodução

O Ministério Público de Contas acusa o Ministério da Saúde de contratar serviços de telemedicina durante a pandemia de coronavírus com sobrepreço. No início, o contrato previa atendimentos ao preço de R$ 5,80 cada um, num contrato de R$ 26 milhões. Depois, o valor subiu para mais de R$ 20 por consulta e o contrato chegou a R$ 144 milhões.

O chamado “Telesus” funciona pelo número 136. No primeiro mês do serviço, foram atendidas 78 mil pessoas, segundo o Ministério da Saúde.

O procurador Marinus Marsico disse ao UOL que houve mudança de custo de forma “descarada”. “Nunca vi uma manipulação de preço de compra tão descarada”, afirmou. Sem licitação e sem consulta ao painel de preços do governo, a proposta de contratação foi feita em 12 março, ainda na gestão do então ministro Luiz Henrique Mandetta (DEM), demitido pelo presidente Jair Bolsonaro em 16 de abril.

Segundo o Ministério Público de Contas, a Saps (Secretaria de Atenção Primária à Saúde) do ministério recorreu ao buscador Google para selecionar a empresa para contratação.

“A secretaria do Ministério [da Saúde] pretextou que a escolha da Topmed se deveu ao desconhecimento de outras empresas em condições de exercer a tarefa e, para tanto, apresentou alguns resultados de busca na ferramenta de pesquisa Google”, narra a representação de Marsico, entregue ao Tribunal de Contas da União (TCU) e ao Ministério Público Federal.

Procurado, o Ministério da Saúde informou que não seria possível prestar os esclarecimentos nesta segunda-feira, mas que comentaria o caso amanhã. A empresa Topmed negou sobrepreço no negócio. “Não houve qualquer ação irregular no contrato em questão”, disse a assessoria da fornecedora do governo. “O contrato foi firmado em observância às disposições da lei”.

A Topmed disse desconhecer a acusação do Ministério Público de Contas mas afirmou que “está à disposição dos órgãos responsáveis para prestar quaisquer informações ou esclarecimentos”.

“Causa estranheza que uma afirmação desta gravidade tenha sido feita sem que houvesse qualquer questionamento ou pedido de esclarecimento para Topmed. O contrato vem sendo integralmente cumprido, não havendo qualquer irregularidade, seja na fase de contratação, seja na fase atual, de execução.”

A Topmed afirmou que o contrato tem seis meses de duração. E disse o valor é de, no máximo, R$ 144 milhões. A empresa não informou quantas consultas realizou até o momento e disse não ter recebido ainda pelo serviço. No entanto, um comunicado do Ministério da Saúde mostra que, no primeiro mês, 78 mil pessoas fizeram teleconsultas.

Serviço era para atendimento pré-clínico

De acordo com a representação do Ministério Público de Contas, o serviço era para fazer atendimento pré-clínico a pessoas com suspeita de estar com coronavírus. Em vez de se dirigirem a uma unidade de saúde, correndo risco de contágio com a covid-19, a população telefonaria para atendentes com formação em saúde e poderia receber orientações preliminares.

O custo inicial era de R$ 0,29 por consulta, num universo de 15 milhões de pessoas. Mas como estimou-se que apenas 5% dessa população utilizaria o serviço todo mês, o custo subiu para R$ 5,80 por atendimento. O contrato era de R$ 26 milhões para seis meses, renováveis por mais seis.

No entanto, narra Marsico, houve renegociações de valores. E já em 19 de março, tudo foi mudado. “O mesmo órgão ministerial [Saps], inesperadamente, declarou que o valor unitário do atendimento não eram os proclamados R$ 5,80, mas sim R$ 23,19, ou seja, quatro vezes mais”, afirma o procurador na representação.

Isso porque a Topmed teria informado que só poderia atender 191 mil ligações por mês. Mas a queda no número de atendimentos não baixou o valor do contrato. Ao contrário, ficou tudo mais caro.

“A Saps, ao inverso, resolveu aumentar o valor por pessoa para R$ 21,33 e dobrar o quantitativo de usuários, passando para de 765 mil para 1,5 milhão”, diz Marsico. “E chegou, sabe-se lá por quê, ao valor total do contrato de R$ 144.009.900,00.”

Consulta presencial no SUS é mais barata Uma consulta presencial com um médico do Sistema Único de Saúde (SUS) – R$ 12 – custa quase a metade de um atendimento por telefone. No caso da telemedicina, o preço é R$ 21. A pessoa liga para telefone 136 é atendida por um robô. Caso informe sintomas de covid-19, a ligação passa para uma atendente humano, que é profissional de saúde. Conforme for a gravidade da situação, o telefonema é repassado a um médico. A cada 48 horas, esse médico liga para a casa do paciente e faz o acompanhamento, segundo a assessoria da Topmed.

A empresa disse que tem capacidade para atender 50 mil pessoas por dia ou até 1,5 milhão por mês, e não 191 mil como anotou o Ministério Público. Entre 12 de março e 14 abril, 78.500 pessoas realizaram teleconsulta com médicos, enfermeiros ou técnicos de enfermagem, segundo comunicado do Ministério da Saúde da época. “Além disso, 183,3 mil pessoas foram ou ainda estão sendo acompanhadas, diariamente ou a cada dois dias, a depender de cada caso.”

Sobrepreço é “desavergonhado”, diz procurador

Na representação, o procurador destaca que a Topmed só pode atender 191 mil pessoas, por mês “menos de um milésimo da população brasileira”. “Talvez disso se depreenda a razão do desavergonhado sobrepreço imposto, em última instância, ao contribuinte.” Marsico solicita que o TCU abra um processo sobre o tema. Ele encaminhou a representação à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal e ao Ministério da Saúde.

UOL

Opinião dos leitores

  1. Olha aí o santo mandeta, o insubstituível, o mais preparado, portanto superfaturando. E aí?

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Saúde

Teich desconhecia decisão de Bolsonaro sobre reabertura de academias e salões de beleza

 

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O ministro da Saúde, Nelson Teich, afirmou, nesta segunda-feira (11/05), que não sabia sobre a decisão do presidente Jair Bolsonaro de incluir academias, salões de beleza e barbearias como atividades essenciais à população, o que faz com que possam voltar a funcionar durante a emergência de saúde pública provocada pelo novo coronavírus.

Segundo ele, a decisão não passou pelo Ministério da Saúde. Mas, em tom diplomático, acrescentou que a definição de atividades essenciais, ou seja, que precisam funcionar durante as medidas de isolamento social, é uma atribuição do Ministério da Economia e uma decisão do presidente.

“Se você criar condições para que as pessoas não se exponham a risco de contaminação, pode trabalhar o retorno. Tratar essas atividades como essenciais, é um passo inicial”, afirmou Teich, durante coletiva de imprensa no Palácio do Planalto.

De acordo com o ministro, sendo essa a decisão do presidente, a pasta deve ajudar a desenhar os fluxos de como essa abertura acontecerá. “Mesmo que tenha uma decisão do Ministério da Economia, precisamos participar para que seja feita de forma segura para a sociedade”, disse.

Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. Deste Governo não podemos esperar nada de bom. Esse atual ministro da saúde não manda nem na cozinha do Ministério. Com todo respeito, porém tem jeito de abilolado. Não sabe se nada. Os importantes cargos do ministério, estão sendo substituídos e indicados parte pelos ladroes do mensalão e por militares que não tem nada com a saúde. Este é o governo que ia moralizar a administração pública. Estamos LASCADOS.

  2. Mais uma tentativa da imprensa de fazer fuxico do presidente.
    Parecem crianças mimadas…
    Antigamente, a imprensa era seria.
    Atualmente, perdeu aa credibilidade em nome da retomada de um projeto de poder que envolve interesses excusos, insatisfeitos com a derrota nas eleições.
    Tentam criar uma narrativa, queimar a imagem do presidente. Se a imprensa tivesse pegado no pé de Lula, ele teria saído rápido
    Mas Lula falava mal do judiciário, que seria uma caixa preta, e ninguém dizia que ele atacava as instituições democráticas…

    1. BLÁ , BLÃ , BLÃ , BLÃ …..,,, A CULPA É DA IMPRENSA …
      BLÃ, VÁ , BLÁ , BLÃ …………são todos comunistas
      Será possível uma coisa dessa ?
      A imprensa que divulga , mostra , relata e informa é culpada lir tudo. Inclusive por um constrangimento desse ao vivo com o ministro da saúde ?

    2. Verdade Raimundo. Essa turma que torce contra o governo federal e a favor do vírus não cansa de perseguir o presidente e tudo que ele fala, faz ou simplesmente divulga como intenção. É ridículo ver como essa grande mídia trata o presidente, justo ela que nada dizia e até aplaudia seus antecessores, quando estavam saqueando o nosso país e atentando contra nossas liberdades, inclusive a da própria imprensa. Mas essa gente participava da roubalheira na medida em recebiam muito dinheiro desses governos corruptos. É a abstinência de recursos públicos que os torna inimigos do presidente. Mas estão sendo desmascarados. Resta -nos a internet e blogues como este, mesmo tendo que suportar comentários sem noção, mal-educados e mentirosos de MUITOS esquerdopatas, provavelmente pagos por dinheiro público, que postam asneiras por aqui.

    3. Ricardo Lúcido desista de responder ao gado. Esse povo vive em uma dimensão desconhecida, paralela, obtusa e contra todo o resto do universo totalmente comunista. Ainda bem que os fanáticos não passam de 20% e diminuirá pois ninguém vive catatônico para sempre.

  3. O ministro da saúde não é informado sobre abertura de algumas atividades? Para que ele serve?

    1. aquilo não é ministro é um FANTOCHE !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  4. O que me impressiona é como um cidadão se submete a uma humilhação desse nível e permanece inerte , submisso e sem personalidade . O presidente Bozo , tem gente que não gosta porque chamo assim , é useiro em fazer isso . Desautoriza, humilha e constrange assessores , jornalistas e a população . Ontem o presidente com
    mais um arroubo de má educação , comparou-se a um equino no tamanho do seu órgão sexual , ao responder a uma eleitora nas redes sociais . Não me interessa os centímetros do pênis presidencial , mas me interessa a sua quilométrica falta de compostura e postura para o cargo . A medida de determinação de academias e barbearias como atividades especiais tem um efeito prático muito interessante . Muitos brasileiros poderá ser sepultadas de cabelo cortado. barbeados e bem sarados . Por essas e outras é que digo : VOTEI NELE E ME ARREPENDO .

    1. Você põe em TODOS os seus comentários que votou e está arrependido. Enorme MENTIRA, que não enganará ninguém. Desista. Você NUNCA votou nem votaria em Bolsonaro. É apenas mais um esquerdista A SOLDO, tentando denegrir a imagem daquele que está livrando o Brasil de políticos corruptos e de seus seguidores dementes e aproveitadores. Imagino como deve ser difícil tentar mostrar algo de positivo dos políticos e governos que vc adora.

  5. Atividades essenciais no Brasil durante a pandemia:
    – Salão de Beleza
    – Barbearia
    – Academia
    – Cultos
    – Jet Ski
    – Tiro ao Alvo
    – Vaquejada
    – Rachadinha
    – Ignorância
    – Tráfico de Influência
    – Fake News
    – Confronto
    – Mesquinharia
    – Milícia
    – Tortura
    – Morte

    1. O presidente está tentando cuidar da saúde do brasileiro e também da economia do país, que TAMBÉM terá reflexo AINDA MAIOR na vida das pessoas. E o governo petista do RN, o que está fazendo pelo povo potiguar? Quebrando comércios e extinguindo empregos e renda. Quebrando o já falido RN. E o governo federal ajudando e MUITO o estado. Ah! Se tivéssemos um Bolsonaro por aqui.

  6. Reabertura ? academias acredito que sim, mas salão de beleza e barbearia tem muitas que estão atendendo normalmente aos clientes, ou seja, não fecharam…

  7. Se fosse ele eu entregaria o cargo o tchau. Bota Osmar Trevas no lugar, esse é especialista.

  8. E Bolsonaro vai fritando o segundo ministro da saúde desde que a pandemia começou. Os bots sobem a #ForaTeich no twitter e o ministro fica sabendo das coisas pela imprensa, humilhado. Como diziam os antigos, quem com porcos anda, farelo come.

  9. Onde o governo vai enfiar as toneladas de cloroquina que o exército tá produzindo? Precisa entrar o Osmar 7 palmos de Terra para desovar toda essa cloroquina

  10. Coitado do "Dr. Rubens": agora os bovinos de Carluxo impulsionam a hashtag ForaTeish, no jogo combinado com o Planalto. "Dr. Rubens" tem mandato tampão. O sociopata quer mesmo é Osmar Cloroquina Terra.

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Economia

189.695 militares receberam auxílio de R$ 600, totalizando R$ 113,8 milhões


Foto: reprodução

Dados do governo revelam que 189.695 militares da ativa, da reserva, reformados, pensionistas e anistiados receberam o auxílio emergencial, totalizando R$ 113.816.990,00.

O Ministério da Defesa disse em nota que “verifica a possibilidade de recebimento indevido de valores referentes ao auxílio emergencial, concedido pelo Governo Federal no período de enfrentamento à pandemia do coronavírus, por integrantes da folha de pagamentos deste Ministério”. As irregularidades, segundo a Defesa, foram identificadas com o apoio do Ministério da Cidadania.

A pasta acrescenta: “Neste sentido, estão sendo adotadas as medidas para apuração do ocorrido, visando identificar se houve valores recebidos indevidamente, de modo a permitir a restituição ao erário e as demais considerações de ordem administrativo-disciplinar, como necessário”.

A Caixa informou que é responsável apenas pelo pagamento dos auxílios emergenciais, cujos dados são processados pela Dataprev, com base em informações recebidas do Ministério da Cidadania. Dataprev e o ministério ainda não se pronunciaram. Alegam que estão esperando as áreas técnicas se pronunciarem para saber o que aconteceu.

Com informações do Correio Braziliense

Opinião dos leitores

  1. O governo do mito é o maior cabide de emprego de militar aposentado. Valeu mito, cumpriu a promessa. Só não vale mandar os 600 para esse pessoal.

  2. Se investigar mesmo vão encontrar muita gente forte além dos militares. Isso é igual ao programa do leite, bolsa família, etc: Muita gente metida a importante recebe e fica sem serem punidas. Quero Vê quantos vão devolver . BRASIL É BRASIL desde o tempo de CABRAL. Não muda nada. Só muito LADRÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO e APROVEITADORESsssss sssssssssssss DA DESGRAÇA ALHEIA

  3. Pessoal honesto.. E não foram 6 gatos pingados, mas 190 mil… Deus nos livre dessa gente ficar no poder.

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Saúde

SINDUSCON-RN doa matéria-prima ao governo do RN para fabricação de 2,2 milhões de máscaras

Imagem: ilustrativa

Após realização de campanha de doação, o Sindicato da Indústria da Construção Civil (SINDUSCON-RN) vai entregar ao Governo do Estado matéria-prima (TNT-tecido não tecido) suficiente para produção de 2,2 milhões de máscaras em parceria com a Guararapes e as facções têxteis do projeto Pró-Sertão. A campanha foi uma iniciativa do ex-presidente do sindicato Arnaldo Gaspar Júnior e do atual presidente da entidade, Silvio Bezerra.

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Polícia

Valeixo diz que Bolsonaro nunca lhe pediu relatórios de inteligência ou informações de inquéritos

Foto: reprodução

Em seu depoimento, Maurício Valeixo foi questionado sobre o que considera interferência política na Polícia Federal.

Segundo ele, seria quando há uma “indicação com interesse específico numa investigação específica”. Mas que, sob seu ponto de vista, isso nunca aconteceu. “O presidente nunca tratou diretamente sobre a troca de superintendentes, nem nunca lhe pediu relatórios de inteligência ou informações sobre investigações ou inquéritos policiais.”

A versão de Valeixo enterra qualquer ilação de que teria prevaricado ao admitir pedidos de natureza ilegal.

Ao depor, o próprio Sergio Moro disse que Bolsonaro tratou de eventuais demandas de relatórios de inteligência, pela primeira vez, na reunião do dia 22 de abril. Ele se demitiu dois dias depois.

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. Valeixo não é menino . Se ele dissesse Bh que recebeu pressão e não denunciou ele estaria enrascado até a tampa , pois teria prevaricado . O Bozo , sabe que a gravação da reunião pode ser um revés para ele , por isso está que não passa uma pitomba . Pessoalmente acho que isso é o de menos . Moro deu duas cartas e saiu na hora certa , o governo do Bozo , Pedro não gosta que assim o chame , está em um processo de autofagia progressiva , o Mito está se corroendo de dentro para fora . Como votei nele e sou democrata torço para que termine o mandato , pois para-o Brasil seria um desastre qualquer tumulto no quadro político . Nesse momento aos admiradores do Bozo , um bom motivo para apostas : Qual o tamanho da piroca do cavalo ? Nessa assunto anatômico veterinário eu vou é cortar meu cabelo , tô fora .

  2. BG.
    Eita agora acabou os argumentos da oposição raivosa e perdedora da eleição, mais que continua no palanque, tipo o louco do Ceará e seu irmão retroescavadeira.

  3. Ohhhh…o NATAL JA PASSOU….OHHHH PAPAI NOEL CHEGOU…ACREDITA NESSE PAPAI NOEL FORA DA ÉPOCA???? AH TA !..OS BOLSOMINIOS VAO DIZER QUE NAO É QUARENTENA…É NATAL, É NATAL ..E DAÍ?

    1. Chorar porque? O presidente fala, fala, mas é cumpanhero. Tá com o centrão, tá querendo lascar o Moro e tá fazendo um governo de merda, que vai propiciar a volta do PT nas próximas eleições. Até gente que se acha lúcida está feliz com a situação. Os petistas estāo super satisfeitos com Bolsola.

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Saúde

Prefeitura de Parnamirim recebe doação de 10 mil máscaras do SINDUSCON-RN

Foto: cedida

Ação do Sindicato da Indústria da Construção Civil (SINDUSCON-RN) capitaneada pelo atual presidente Silvio Bezerra e pelo ex-presidente Arnaldo Gaspar Júnior realizou uma doação de 10 mil máscaras de proteção à Prefeitura de Parnamirim.

A entrega ocorreu nesta segunda-feira (11) no gabinete do Prefeito Rosano Taveira. “Estamos muito felizes pela pela parceria, conscientização e solidariedade das empresas privadas. É fundamental que estejamos todos unidos neste momento no combate a pandemia do novo coronavírus”, agradeceu o prefeito.

O SINDUSCON-RN também está produzindo e doando máscaras para outras prefeituras da Grande Natal. Ceará-Mirim, São Gonçalo do Amarante, Macaíba e Extremoz receberão 10 mil unidades, cada, nos próximos dias.

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Economia

Auxílio emergencial poderá ser mantido após pandemia, diz secretário


Foto: Cláudio Belli/Valor

Alguns programas adotados durante a crise, como o auxílio emergencial, poderão ser mantidos mesmo após a pandemia, disse nesta segunda-feira o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos da Costa.

Em live realizada pelo banco BTG Pactual, Costa informou que o governo analisa se as medidas deverão ser temporárias, conforme planejado, ou se é o caso de fazer uma transição para uma nova estrutura econômica.

“Não podemos virar a chave e desligar tudo de uma hora para outra”, disse, referindo-se ao segundo semestre deste ano.

O auxílio emergencial é “extremamente liberal”, afirmou o secretário, na linha do Imposto de Renda negativo. No entanto, se o benefício permanecer, é necessário estudar como mantê-lo. Pode ser feito um “phasing out”, de forma que os auxílios sejam desmontados à medida que entrarem em operação as medidas de recuperação econômica, explicou.

A continuidade não deverá ficar restrita ao auxílio emergencial, sinalizou. “Talvez alguns programas tenham vindo para ficar”, disse. Em outro momento, ele descreveu o “novo normal” da economia brasileira como um cenário em que há menos ônus sobre as empresas.

Costa informou que os financiamentos às microempresas poderão ser destravados nesta semana, com a sanção da lei que trata do tema. O governo fará aporte de R$ 15 bilhões no FGO, do Banco do Brasil, que poderá ser alavancado para até R$ 18 bilhões. O FGO cobrirá até 85% da primeira perda das instituições financeiras que emprestarem às micro e pequenas.

Para as médias, o secretário informou que será lançado o novo FGI, com outro nome, para garantir não só investimentos, mas também capital de giro. Serão aportados RF$ 20 bilhões.

A assessoria de imprensa do Ministério da Economia informou que o ministro Paulo Guedes terá às 18h30 uma videoconferência com os presidentes do Banco Central, Roberto Campos Neto, do BNDES, Gustavo Montezano, e do Banco do Brasil, Rubem Novaes.

Costa também estará presente, assim como o secretário de Desestatização, Desinvestimentos e Mercados, Salim Mattar.

Valor Econômico

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Emprego

Mais de 2,3 milhões pediram seguro-desemprego no Brasil em 2020


Foto: Cadu Rolim/Fotoarena/Estadão Conteúdo

O Ministério da Economia anunciou nesta segunda-feira (11) que foram contabilizados 2.337.081 pedidos de seguro-desemprego nos primeiros quatro meses de 2020, período de avanço da pandemia do novo coronavírus no Brasil. O número é 1,3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

Entre os pedidos, mais de 60% (1.418.393) foram feitas presencialmente. Os demais pedidos foram efetivados pela internet. Entre janeiro e abril de 2019, apenas 1,6% dos requerimentos foi apresentado online.

Na análise apenas dos dados de abril, o volume de 748.484 petições é 22,1% superior na comparação com o mesmo período do ano passado. De acordo com a pasta, os maiores volumes de pedidos de seguro-desemprego ocorreram nos Estados São Paulo (217.247), Minas Gerais (85.990) e Rio de Janeiro (58.945).

A pasta aponta ainda que a maioria dos requerentes do seguro-desemprego é formada por homens (57,1%). A faixa etária com maior número de solicitantes é de 30 a 39 anos (33,1%) e, quanto à escolaridade, 62,4% têm ensino médio completo.

Em relação aos setores econômicos, serviços representou 41,6% das solicitações, seguido por comércio (27,7%), indústria (19,9%) e agropecuária (3,7%).

R7

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Jornalismo

‘Estadão’ recorre ao STF para obrigar Bolsonaro a divulgar exame de covid-19

Foto: reprodução

O Estadão pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que suspenda a decisão do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), João Otávio de Noronha, que desobrigou o presidente Jair Bolsonaro de apresentar exames feitos para detectar o coronavírus.

Após o jornal ter obtido na Justiça decisões garantindo o acesso aos laudos, o presidente do STJ, na sexta-feira, atendeu o Palácio do Planalto e acatou recurso apresentado pela Advocacia-Geral da União, o que livrou Bolsonaro de divulgar os exames.

Nesta segunda-feira, o Estadão apresentou uma reclamação ao STF em que alega que a decisão de Noronha “interrompeu a livre circulação de ideias e versões dos fatos, bloqueou a fiscalização dos atos dos agentes públicos pela imprensa e asfixiou a liberdade informativa” do jornal.

Na reclamação, o Estadão ressalta que três decisões diferentes foram favoráveis ao pleito do Estadão, assim como parecer do Ministério Público Federal. “Todos eles aquiesceram ser urgente e pertinente ao interesse público o acesso à documentação escondida pela Presidência”, completa a peça.

O jornal recorrerá também ao próprio STJ contra a decisão monocrática de Noronha. O recurso será apreciado por um colegiado de ministros daquele tribunal. “A decisão do ministro João Otávio de Noronha ofende escandalosamente a decisão do STF na ação direta de inconstitucionalidade que tirou do mundo jurídico a Lei de Imprensa, em 2009. Nessa decisão, houve infinitas alusões ao alcance da liberdade de imprensa e de expressão, todas descumpridas pela decisão do presidente do STJ”, ”, afirmou o advogado do Estadão Afranio Affonso Ferreira Neto.

A Justiça Federal de São Paulo e, posteriormente, o Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) garantiram ao Estadão o direito de ter acesso aos resultados, por conta do interesse público em torno da saúde do presidente da República. A decisão de Noronha, no entanto, derrubou o entendimento da primeira e da segunda instâncias.

“Agente público ou não, a todo e qualquer indivíduo garante-se a proteção a sua intimidade e privacidade, direitos civis sem os quais não haveria estrutura mínima sobre a qual se fundar o Estado Democrático de Direito”, escreveu Noronha.

Na reclamação apresentada nesta segunda-feira ao STF,o Estadão lembra que Noronha antecipou sua posição sobre o tema em entrevista ao site jurídico JOTA, na quinta-feira, um dia antes de a AGU apresentar recurso ao próprio ministro, o que contraria a Lei Orgânica da Magistratura Nacional.

Na entrevista, o presidente do STJ afirmou que “não é republicano” exigir que os documentos de Bolsonaro sejam tornados públicos. “Vem cá, o presidente tem que dizer o que ele alimenta, se é (sangue) A+, B+, O-?”, disse, na ocasião. “Não é porque o cidadão se elege presidente ou e ministro que não tem direito a um mínimo de privacidade. A gente não perde a qualidade de ser humano por exercer um cargo de relevância na República”, completou.

Bolsonaro já manifestou publicamente sua simpatia pelo presidente do STJ. No dia 29 de abril, durante a posse de André Mendonça como novo ministro da Justiça, o presidente Jair Bolsonaro elogiou Noronha. “Confesso que a primeira vez que o vi foi um amor à primeiro vista. Me simpatizei com Vossa Excelência. Nós temos conversado com não muita persistência, mas, as poucas conversas que temos, o senhor ajuda a me moldar um pouco mais para as questões do Judiciário”, disse Bolsonaro, na solenidade.

Depois da decisão favorável a Bolsonaro, a Câmara dos Deputados poderá votar projeto de autoria do presidente do STJ. Nesta segunda-feira, matéria do Estadão mostrou que o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), deve incluir na pauta da próxima quarta-feira, 13, a votação de um projeto que cria o Tribunal Regional Federal da 6ª Região, em Minas Gerais.

O texto é de autoria de Noronha e, embora tramite desde 2019, o Centrão decidiu que ele deve entrar na lista de propostas da Casa, que tem analisado apenas projetos relacionados ao enfrentamento do coronavírus.

O Estadão apurou que a pressão parte de deputados do Centrão de Minas Gerais, mas o lobby ganhou o apoio do Palácio do Planalto.

Ação. Depois de questionar sucessivas vezes o Palácio do Planalto e o próprio presidente sobre a divulgação do resultado do exame, o Estadão entrou com ação na Justiça na qual aponta “cerceamento à população do acesso à informação de interesse público”, que culmina na “censura à plena liberdade de informação jornalística”.

A Presidência da República se recusou a fornecer os dados via Lei de Acesso à Informação, argumentando que elas “dizem respeito à intimidade, vida privada, honra e imagem das pessoas, protegidas com restrição de acesso”.

Em parecer encaminhado na última quinta-feira (7) ao TRF-3, o Ministério Público Federal (MPF) defendeu o direito de o Estadão ter acesso os “laudos de todos os exames” realizados por Bolsonaro, já que a informação é de interesse público.

“Embora existam aspectos da vida da pessoa que exerce o cargo de Presidente da República que podem ficar fora do escrutínio da sociedade, tradicionalmente a condição médica dos Presidentes é de interesse geral uma vez que pode impactar o exercício de suas relevantes funções públicas”, escreveu a procuradora regional da República Geisa de Assis Rodrigues.

Bolsonaro disse que o resultado deu negativo, mas se recusa a divulgar os papéis. Em entrevista à Rádio Guaíba, no fim de abril, o presidente admitiu que “talvez” tenha sido contaminado pelo novo coronavírus.

“Eu talvez já tenha pegado esse vírus no passado, talvez, talvez, e nem senti”, afirmou o presidente em entrevista à Rádio Guaíba, de Porto Alegre. O presidente realizou pelo menos dois testes para saber se foi contaminado pela doença – em 12 e 17 de março – e divulgou que os resultados foram negativos, mas não apresentou os exames.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. BG.
    Esses papangu de novena deste jornal, no lugar de informar com maior ênfase a população sobre o covis 19, fica nesse lenga-lenga improdutivo só pra criar factoide. Vão arranjar lavagem de roupa desocupados.

  2. É muita energia empregada numa pirraça, STF hj tem o poder de vetar o presidente, rasgar a construção e escolher o melhor tipo de parada para ônibus

    1. Energia desperdiçada mesmo . Bastaria o Bozo mostrar e pronto .

  3. Eu confio na palavra do Bozo , votei nele e me arrependo , só acho estranho essa besteira do Mito em não mostrar . Mistura Mito , mostra Bozo . Me arrependo em ter botado em você , mas acho que seu exame deu negativo .

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Saúde

Coronvírus: Brasil registra 5.632 novos casos e 396 mortes nas últimas 24h, são 168.331 infectados e 11.519 óbitos total

Foto: reprodução

O Ministério da Saúde divulgou nesta segunda-feira (11) o mais recente balanço dos casos de novo coronavírus no Brasil.

Os principais dados são:

11.519 mortes, eram 11.123 no domingo (10);

Foram 396 registros de mortes acrescentados em 24 horas;

168.331 casos confirmado, eram 162.699 no domingo (10);

Foram 5.632 casos incluídos no balanço em 24 horas.

G1

Opinião dos leitores

  1. Número de curados não interessa é a política do quanto pior melhor, vergonha bg.
    Mas eu informo para voce,.
    *O Brasil é o 30º em casos de mortes por milhão de habitantes com 55 pessoas o 1º lugar está com a Bélgica com 751.
    *Na média mundial consta 36,8 mortes por milhão de habitantes. *O Brasil está em 6º na quantidade de maior número de mortos.
    *8º em casos recuperados com 67384.

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