O Governo do Estado distribuiu 300 mil máscaras de pano para prevenção ao novo coronavírus junto à Arquidiocese de Natal e à Igreja Evangélica Assembleia de Deus. A doação foi acordada por meio do programa governamental RN+Protegido.
As 300 mil máscaras serão divididas igualmente entre as duas instituições religiosas e serão distribuídas entre os 270 templos religiosos e 110 paróquias espalhadas no estado do Rio Grande do Norte.
As entregas acontecerão semanalmente a partir do acordo firmado nesta segunda-feira (11), tendo como representantes o controlador-geral do Estado, Pedro Lopes, o vigário Antônio Murilo e o pastor José Arimaldo Fernandes.
“Está em comum acordo que a comunidade evangélica e as pastorais sociais da igreja em situação de maior vulnerabilidade social serão priorizadas para receberem essas máscaras”, reforçou Pedro Lopes.
“Agradecemos ao Governo pela doação. Para nós do segmento evangélico é de grande importância esse programa e essa doação para nos protegermos dessa pandemia”, agradeceu o pastor Arimaldo Fernandes.
“Essas máscaras serão distribuídas entre comunidades, capelas, pastorais e paróquias em uma ação célere. Agradecemos à governadora Fátima Bezerra pela sensibilidade e firmeza de gestão neste momento pelo qual passamos”, disse o padre Murilo.
Bajulamento. Estamos em12/05 sem ter nem ver firmeza de ação ou uma ação concreta desse "desguverno" a grande atitude desse "mundrunho" é distribuir máscara, fechar comércio e impor terror, pânico e medo na população. Se DEUS quiser não teremos os 11.500 óbitos, muito desgraçadamente calculado.
Em apenas oito horas, o primeiro dia de inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 recebeu 1.013.345 candidatos. Na edição anterior, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela aplicação da prova, registrou a mesma marca depois de 10 horas. O prazo para se inscrever no Enem vai até 22 de maio. O processo deve ser realizado pela internet, na Página do Participante.
Digital
Também no primeiro dia ontem (11), 44 cidades tiveram todas as vagas preenchidas para realização de provas por meio de computadores disponibilizados pelo Inep. Das vagas abertas para o Enem Digital, cerca de 101 mil, 75.798 já foram ocupadas por participantes que optaram por este modelo. A versão digital terá aplicação-piloto em 99 cidades distribuídas em todos os estados e no Distrito Federal.
As vagas para as provas em computador estão esgotadas em Maceió (AL), Macapá (AP), Manaus (AM), Salvador (BA), Feira de Santana (BA), Quixadá (CE), Sobral (CE), Fortaleza (CE), Brasília (DF), Vila Velha (ES), Cariacica (ES), Cachoeiro de Itapemirim (ES), Vitória (ES), Anápolis (GO), Goiânia (GO), Imperatriz (MA), São Luiz (MA), Dourados (MS), Contagem (MG), Betim (MG), Governador Valadares (MG), Ipatinga (MG), Belém (PA), Santarém (PA), Francisco Beltrão (PR), Recife (PE), Petrolina (PE), Caruaru (PE), Teresina (PI), Parnaíba (PI), Duque de Caxias (RJ), Nova Iguaçu (RJ), Rio de Janeiro (RJ), São Gonçalo (RJ), Petrópolis (RJ), Santa Maria (RS), Porto Alegre (RS), Boa Vista (RR), Criciúma (SC), São José do Rio Preto (SP), Sorocaba (SP), Osasco (SP), Barueri (SP) e Santos (SP).
Isenção
Por causa das restrições provocadas pela pandemia do novo coronavírus (covid-19), quem tem direito à isenção do pagamento da taxa de inscrição, conforme critérios previstos no edital, terá gratuidade, mesmo sem o pedido formal. Para os demais participantes, a taxa é a mesma do ano passado: R$ 85.
Foto
Segundo o Inep, todos os inscritos devem anexar fotos ao sistema, o que aumenta a segurança da aplicação. A foto deve ser atual, com todo o rosto enquadrado, iluminado e com foco, sem uso de óculos escuros ou artigos de chapelaria (boné, chapéu, lenço, gorro ou similares). O arquivo deve ser JPG, JPEG ou PNG, com tamanho máximo de 2 MB. O sistema não recebe arquivos em formato PDF.
As solicitações de recursos de acessibilidade podem ser feitas durante o ato de inscrição para a versão impressa do exame, até 22 de maio. Nesta edição, gestantes, lactantes, idosos e estudantes em classe hospitalar foram incluídos na denominação “especializado”.
Prova
Este ano, o exame permanece com uma redação e 45 questões em cada prova das quatro áreas de conhecimento: linguagens, códigos e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias; e matemática e suas tecnologias.
O Enem impresso será aplicado nos dias 1º e 8 de novembro. Já a versão digital, em 22 e 29 de novembro.
Médicos do Hospital Regional Tibério Nunes, localizado em Floriano, no interior do Piauí, passaram a administrar a hidroxicloroquina para pacientes internados com Covid-19 e verificaram uma “melhora significativa” no quadro de saúde dos infectados.
O médico piauiense Sabas Vieira informou, por meio de um vídeo publicado nas redes sociais, que um grupo de profissionais do estado que atua no combate ao coronavírus já recuperou cinco pacientes da instituição com uso de hidroxicloroquina e azitromicina.
O tratamento contou com a orientação da médica Marina Bucar Barjud, linha de frente no combate à doença no Hospital HM Puerta del Sur, em Madrid, na Espanha.
Segundo Vieira, o tratamento pode ser aplicado em pacientes em duas fases. Na primeira, chamada de “reaplicação viral”, quando o paciente tem febre, dor de garganta, falta de olfato ou paladar, o tratamento deve ser feito a partir do segundo dia de sintomas com hidroxicloroquina e azitromicina. Na segunda, chamada de “inflamatória”, a partir do sétimo dia de sintomas, deve ser feito com corticoterapia para evitar a terapia intensiva.
“Temos, portanto, duas janelas de oportunidade. O doutor Justino, do hospital de Floriano, já nos relatou cinco casos tratados com sucesso que não precisaram ir para UTI. Estamos treinando esses médicos para nos capacitarmos a fazer essa prescrição de forma adequada.”
Vieira esclarece ainda que não há necessidade de a população adquirir os medicamentos, que só poderão ser administrados a partir do diagnóstico positivo para Covid-19.
“Não temos evidência sólida dessa conduta, mas houve uma mudança brutal na taxa de mortalidade e queremos essa experiência no Piauí. É uma medicação segura, utilizada há muitos anos. Tivemos a taxa de mortalidade muito baixa. Com sintomas em até 48 horas, procure rapidamente o serviço de saúde para avaliação médica, não é para ninguém estocar esse medicamento. O médico vai fazer o diagnostico e tratamento adequado”, ressalta.
Pacientes curados da Covid-19 em Floriano
Em todo o estado do Piauí, de acordo com os últimos dados do boletim da secretária de Saúde, há atualmente 1.332 casos de Covid-19, 45 mortes e 236 altas médicas.
Dos casos confirmados, 299 estão internados, sendo 98 em UTIs. No Brasil já são mais de 11 mil mortos e 162.699 casos da doença.
Em Floriano, nesse domingo (10), havia 17 pacientes confirmados com Covid-19, oito recuperados e nenhum óbito. A cidade tem cerca de 57 mil habitantes.
Pra ficar bom vale até injeção na testa.
Mas já que estão politizando a doença e o remédio, seria importante contabilizar os curados por outros tratamentos tb, aí seria possivel uma comparação, pois pelo que se sabe, não existe um tratamento único, então notícias como essa tem mais o caráter de politicagem em apoio as declarações do presidente.
Que seja com Cloroquina, Ivermectina, Azitrominica, plasma, áqua, dipirona ou tilenol, que importar é salvar vidas.
O problema não é uso do medicamento, em si. Não adianta ter um remédio se a medicina não sabe como usar, ou em quais situações utilizar. A eficácia resulta na adoção de um "procedimento de tratamento" eficaz. Essa é a maior descoberta do Piauí: criar uma forma de tratamento eficaz. Para um país como o Brasil, é uma revolução
Enquanto o mundo todo diz q a droga nao resolve o problema e até prejudica os Rins e fígado, o médico Sabas diz o contrário. Sugiro ao médico publicar um artigo na Nature o mais rápido possível, provando o que diz e contrariando todo resto do mundo, do contrário será mais um fake news. Se provar terá o Nobel de Medicina.
Tinha acabado de de lê um artigo da prestigiada revista americana ( JAMA) , jourmal of the American Medical association . Publicado no dia 11/05/2020 e que corrobora com outro estudo de outra revista de grande credibilidade internacional a New England jornmal of Medicine , publicado na semana passada . Mas com essa experiência Piaiuense , já providenciei agora o cancelamento das duas assinaturas , imaginem só . As duas retratam exatamente o contrário , do que o o Piauiense diz .
Olha a cloroquina curando, não havia interesse dos pesquisadores para constatar a sua eficiência, já que em 09/04 o JB, não é médico mas tinha conhecimento da sua eficacia, então por política os testes da cura nunca foram concluidos , assim como o Anita.
Já tem estudos que informaram que não há benefício da cloroquina.
Olha a cloroquina curando, não havia interesse pela em constatar a sua eficácia, já que em 09/04 o JB, não é médico mas tinha conhecimento da sua eficacia, então por política os testes da cura nunca foram concluidos.
O presidente Jair Bolsonaro disse nessa segunda-feira (11) que tem “zero” preocupação com o vídeo da reunião citada pelo ex-ministro da Justiça Sérgio Moro em depoimento e que comprovaria que ele foi pressionado a trocar o comando da Polícia Federal. A gravação será exibida nesta terça-feira, 12, no Supremo Tribunal Federal (STF). O chefe do Executivo disse que decidiu entregar o vídeo pela “verdade acima de tudo.”
“Zero, zero (preocupação). Nós fornecemos o vídeo na íntegra. E não precisamos fornecer, no meu entender, porque não é um vídeo oficial. Até para provar que nada devemos no tocante ao inquérito.”
O chefe do Executivo disse que poderia ter alegado que o vídeo não existia mais. “Filmou-se, como sempre, para aproveitar algumas imagens. Eu podia falar que não tem mais o vídeo. Não tenho obrigação de ter o vídeo. Não é o vídeo da entrada da portaria da presidência. É um vídeo reservado, mas eu resolvi assumir. A verdade acima de tudo.”
Até entregar a integra ao ministro Celso de Mello, a Advocacia-Geral da União alegou que se tratava de “assuntos potencialmente sensíveis de Estados” e pediu para remeter apenas trechos. Por fim, pediu que a divulgação se restringisse aos trechos do inquérito.
Bolsonaro justificou que pediu para divulgar apenas trechos de interesse do inquérito da PF, porque estava em uma reunião reservado em que tratou de temas política internacional e segurança nacional. Ele ainda reconheceu que usou termos poucos polidos.
“Claro que se fosse uma conferência ou um evento não seria tratado daquela forma bruta, seria uma forma mais polida. Agora é justo expor o que falamos de política externa, assunto de segurança nacional? Aí não dá. Complica a situação. Eu espero que não aconteça. Esperamos que os demais poderes atuem de forma responsável”, disse.
Lucas, já foi confirmado que o gasto do cartão foi com aviões pra mandar buscar seus manos braseiros fora do país, e o exame já foi comprovado negativo, peça mais um pra ir ter direito a música no fantástico, aguenta Lucas é até 2027.
Nada disso foi confirmado, foi apenas dito por Bolsonaro e, se foi ele quem disse, a chance de não ser verdade é imensa. A palavra do Bozo não tem valor nenhum. Se quer mais uma, falta também ele comprovar a alegada fraude nas eleições. Duvido que prove qualquer uma dessas MENTIRAS.
Presidente, aproveita o ensejo e libera também pra gente o resultado do exame e o extrato do cartão corporativo. Assim você demonstra que não usa esse lema de campanha só quando lhe é conveniente, taokey?
Governadores de cinco estados se posicionaram nesta segunda-feira (11) contra a inclusão na lista de “serviços essenciais” as atividades de salões de beleza, barbearias e academias de esportes, conforme decreto editado pelo presidente Jair Bolsonaro e publicado em edição extra do “Diário Oficial da União.
Afirmaram que não irão seguir as novas diretrizes:
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Pará
Paraíba
Paraná
Pernambuco
Piauí
Rio de Janeiro
Sergipe
Bolsonaro incluiu as atividades de salões de beleza, barbearias e academias de esportes na lista de “serviços essenciais”. Isso significa que, no entendimento do governo federal, as atividades podem ser mantidas mesmo durante a pandemia do coronavírus. Com essa inclusão, o número de atividades consideradas essenciais chegou a 57.
O ministro da Saúde, Nelson Teich, foi surpreendido pela medida enquanto concedia entrevista coletiva.
“O que eu acho hoje é o seguinte: se você criar um fluxo que impeça que as pessoas se contaminem, e se você criar condições e pré-requisitos para que você não exponha as pessoas ao risco de contaminação, você pode trabalhar retorno de alguma coisa. Agora, tratar isso como essencial é um passo inicial, que foi uma decisão do presidente, que ele decidiu isso aí. Saiu hoje isso? Decisão de?”, disse Teich.
“A decisão de atividades essenciais é uma coisa definida pelo Ministério da Economia. E o que eu realmente acredito é que qualquer decisão que envolva a definição como essencial ou não, ela passa pela tua capacidade de fazer isso de uma forma que proteja as pessoas. Só para deixar claro que isso é uma decisão do Ministério da Economia. Não é nossa”, completou o ministro.
Liberação não é automática
Ainda que o governo federal estabeleça quais atividades podem continuar em meio à pandemia, o Supremo Tribunal Federal (STF) já decidiu que cabe aos estados e municípios o poder de estabelecer políticas de saúde – inclusive questões de quarentena e a classificação dos serviços essenciais.
Ou seja, na prática, os decretos presidenciais não são uma liberação automática para o funcionamento de serviços e atividades.
No último dia 29, ao incluir outros 14 setores como serviços essenciais, o governo federal afirmou no decreto que a lista “não afasta a competência ou a tomada de providências normativas e administrativas pelos Estados, pelo Distrito Federal ou pelos Municípios, no âmbito de suas competências e de seus respectivos territórios”.
Ministério da Saúde não opinou
Nos três novos itens, o texto do decreto afirma que precisam ser “obedecidas as determinações do Ministério da Saúde”.
Questionado sobre o tema no mesmo instante em que o texto foi publicado, entretanto, o ministro Nelson Teich disse não ter relação com a autorização.
“Isso não é atribuição nossa, é decisão do presidente. A decisão de atividades essenciais é uma coisa a ser definida pelo Ministério da Economia. O que eu realmente acredito é que qualquer decisão que envolva a definição, de uma atividade ser essencial ou não, passa pela tua capacidade de fazer isso de uma forma que proteja as pessoas”, afirmou.
Teich foi questionado, em seguida, se não seria recomendável que o Ministério da Saúde participasse desse debate. O ministro ficou em silêncio por alguns segundos e, depois, disse que precisaria “pensar melhor” sobre o tema.
“Honestamente, tenho que pensar melhor nesta pergunta. Neste momento, a resposta seria não, porque é uma atribuição do Ministério da Economia. Vejo a Saúde participando sempre, a partir do instante que ela ajuda a definir formas de fazer que possam proteger as pessoas”, disse.
O ministro não detalhou quais seriam essas “determinações do Ministério da Saúde’, citadas no decreto presidencial, para garantir a segurança de clientes e funcionários em academias, salões e barbearias.
‘Um milhão de empregos’
Antes da publicação oficial, Bolsonaro adiantou a liberação das categorias durante conversa com jornalistas na porta do Palácio da Alvorada, residência oficial da presidência.
“Essas três categorias juntas dão mais de um milhão de empregos. Pessoal, vou repetir aqui, vou apanhar de novo. A questão da vida tem que ser tratada paralelamente a questão do emprego”, disse o presidente.
Questionado, o presidente negou que as sucessivas inclusões na lista de serviços essenciais sejam uma tentativa de burlar as regras locais.
“Eu não burlo nada. Se você está me acusando disso, você me desculpa, você se equivocou aí. Saúde é vida. Quem está em casa, agora como sedentário, por exemplo, está aumentando o colesterol dele, problema de estresse, um monte de problema acontece.
Se ele puder ir numa academia, logicamente, de acordo com as normas do Ministério da Saúde, ele vai ter uma vida mais saudável”, argumentou.
Bolsonaro também foi questionado se deseja incluir outros serviços no rol de atividades essenciais. “Se eu tenho na cabeça? Tenho. Vamos esperar o que acontece nessas de hoje para a gente publicar esse demais aí”, afirmou, sem especificar quais seriam as atividades em estudo.
Estão respaldados pelo STF para garantir a vida de seus cidadãos, protegendo-os do genocida-mor, aliado da pandemia. No mais, bolsonarista que quiser sair e se infectar tem meu total apoio, Se são estimados em 30% e a taxa de letalidade da doença é em média 6%, isso significa que o vírus fará mais pelo país do que Bolsogado.
Pot mim, Estado que tiver impedindo as pessoas de sobreviverem sofreiriam intervenção federal. . Pega o embalo e passa um pente-fino nessas compras emergenciais.
Se você passasse o que eu passei com o meu pai nesse final de semana, não diria isso. Desespero, sensação de impotência… Ver meu pai morrendo e não puder fazer nada. Fácil dizer quando não se sente na pele.
A Força-Tarefa de Combate às Facções Criminosas no Rio Grande do Norte, coordenada pela Polícia Federal e composta por policiais federais, policiais militares e policiais civis da SESED/RN e, ainda, agentes penitenciários federais, atuando com apoio da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública (SEOPI/MJSP), deu cumprimento a mandado de prisão preventiva na segunda-feira, 11/05, em Natal, expedido contra um pernambucano, 21 anos, suspeito de participar de furtos, mediante arrombamento, das agências dos Correios nas cidades de Patu/RN e Caraúbas/RN, respectivamente, nos meses de agosto e setembro de 2018.
O homem esteve envolvido, também, na tentativa de arrombamento à agência dos Correios de Serrinha/RN, no último final de semana, onde foi preso na companhia de outros três acusados que se preparavam para deixar o local.
O preso preventivamente possui ainda extenso histórico criminal ligado à prática de crimes contra o patrimônio, incidências que causam grande abalo social, especialmente em pequenos municípios do interior.
Apesar das restrições impostas neste período de calamidade pública, a Força-Tarefa coordenada pela Polícia Federal prossegue com o monitoramento da criminalidade visando reprimir as ações das facções criminosas no Rio Grande do Norte, atividade essencial que não pode ser interrompida.
Maurício Valeixo disse hoje que, na noite de 23 de abril, véspera de sua demissão na diretoria-geral da Polícia Federal, Jair Bolsonaro indagou-lhe, por telefone, se, no ato de exoneração, pudesse constar que ela se daria “a pedido”, ou seja, por solicitação do próprio Valeixo.
O ex-diretor-geral disse que concordou com o pedido do presidente. E narrou que, no mesmo dia, à tarde, Sergio Moro também lhe pediu que a exoneração fosse publicada “a pedido”. Na conversa com o ex-ministro, porém, Valeixo impôs uma condição: que fosse nomeado como seu sucessor o delegado Disney Rosseti, o número dois na hierarquia da PF.
“Que nessa ligação, o presidente comunicou ao depoente [Valeixo] que sua exoneração do cargo de diretor-geral ocorreria no dia seguinte, bem como indagou ao depoente se ele concordava que a publicação se desse como ‘a pedido’, momento em que o depoente disse que sim, que estava tudo bem. Concordando com a publicação da exoneração como ‘a pedido’; Que se recorda que na tarde do dia 23 de abril de 2020, quinta-feira, o ex-ministro Sergio Moro teria lhe perguntado se estaria tudo bem se o depoente fosse exonerado ‘a pedido’ desde que o ex ministro Sergio Moro conseguisse o compromisso do presidente da república nomeasse o dr. Rosseti em seu lugar.”
Na conversa à tarde com Moro, Valeixo disse que, se necessário, faria até uma solicitação formal a ele para oficializar uma exoneração a pedido — uma espécie de carta de demissão. “Se tratava de um cenário envolvendo sua exoneração que se arrastava há cerca de 9 meses”, disse Valeixo, remetendo à pressão que sofria desde o ano passado para ser substituído.
Ainda no dia 23, Moro ligou para Valeixo “tarde da noite” para também lhe comunicar que ele seria demitido, mas sem mencionar como se daria a exoneração nem se Rosseti seria o substituto.
Na manhã do dia seguinte, 24 de abril, com a exoneração publicada no Diário Oficial da União, “a pedido” e com a assinatura não consentida de Moro, Valeixo disse que contou ao ex-ministro como foi a conversa com Bolsonaro.
A conversa ocorreu antes do pronunciamento em que Moro revelou que deixaria o governo pelas tentativas de interferência de Bolsonaro na PF.
Quem é servidor público sabe muito bem que exoneração a pedido deve constar de preenchimento de requerimento assinado. Por telefone, sugerido e condicionado nunca vi. Mas, agora tudo pode, é justificável e mal interpretado.
Meu Deus, a mídia afirmou com todos os agravantes que havia interferência por parte do presidente, esse pf de uma figa deixa acontecer todo um desgaste e quando viu que não ia conseguir nada, que a coisa iria apertar para ele de agora em diante vem confirmar praticamente o que o presidente dizia, isso foi uma traição sem tamanho, por isso foi mais que merecido ser trocado
O presidente tem errado em vários momentos e eu crítico ele por sua destemperanca, mas felizmente ele com todos esses "erros" parece está fazendo QUASE SEMPRE o correto…
EMERSON , você não entendeu amigo . O que eu postei foi só uma simulação . Coisa fictícia . Na verdade a probabilidade disso ter acontecido não é total . Tamô junto , vamos com o Mito . Só não sei para onde .
Amigo acho que todo mundo que ler seu comentário vai ver que é apenas uma simulação, só observo que é uma simulação mal intencionada contra o chefe do executivo, porque não faz uma outra para mostrar o mal caráter do outro cidadão? Ai todos podem ver as duas e tirar a própria conclusão, vc é bem criativo com certeza consegue, há e só defendo o presidente quando ele acerta, os seus erros eu sempre condeno, mas te digo uma coisa com todos os erros que ele tem, ainda consegue ser melhor que os demais políticos desse nosso Brasil.
E agora vamos para o próximo round. Os parasitas da esquerda torpe e desonesta, acabam de perder mais uma. Mais uma vez (asnos que são) deram com os burros n'água! Qual será o próximo factóide a que os Muares irão se apegar?????
Bastante interessante apesar de irrelevante essa observação .Vamos a uma simulação . O presidente liga para Pedro , Pedro é diretor do IDBB ( instituto dos desinformados bolsonaristas do Brasil ) vamos ao diálogo fictício .
– PEDRO , e aí ? Você sabe que eu não estou gostando do seu trabalho , tá ok ? , portanto Pedro você tá fora tá ok ? Já te falei que quero todos os relatórios sigilosos aqui cara . Acabou o trampo ( gíria militar) . Tá ok ?
PEDRO RESPONDE
-Antes de mais nada , boa tarde excelência . O cargo pertence ao senhor , não tem problema acto sua determinação ,
Bozo continua .
-Pedro vem cá . Pra coisa não ficar muito complicada , sê sabe né ! Vou colocar sua demissão a pedido tá ok ? Olhe bem o que vc vai me responder cara !
Pedro responde
-Pode presidente , não quero causar constrangimento a propósito eu foi quem pediu para sair mesmo não foi ?
Meu amigo cada um interpreta e pensa da maneira que quer, esse sujeito em concluiu com o "herói" Sergio m. Se pudessem iriam expor tudo para constranger e quem sabe derrubar o presidente, só vc pra achar que ele iria entregar a rapadura desses jeito, a propósito ele esperou todo um desgaste para só agora quando percebe que o plano não deu certo vem falar em tom mais baixo, na verdade ele iria ou vai se complicar e ficar sem moral, inclusive pelos seus ex comandados. Há essa é só minha humilde opinião.
A cada novo episódio desta novela vemos que Moro jogou pedra na lua. Nada, até agora, que atinja a honestidade do presidente Bolsonaro. Pelo contrário, a cada novo capítulo vemos que ele não cometeu nenhum crime.
Eita então o mentiroso é Moro mesmo ,que disse que o Valeixo não sabia e que não tinha aceito a exoneração a pedido, vixe além de traira é mentiroso o Moro vergonhoso!
NO GOVERNO PASSADO, QUANDO FOI MOVIMENTADO AS PEÇAS DO TABULEIRO NA OPERAÇÃO XEQUE-MATE, EU NÃO LEMBRO SE TEVE A MESMA DIVULGAÇÃO NA IMPRESSA NACIONAL?
Em depoimento nesta segunda (11), Ricardo Saadi afirmou que, do início de 2018 a agosto de 2019, quando foi superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro, não recebeu pedidos da Presidência da República para interferir em investigações no estado.
“Durante a gestão do depoente como superintendente do Rio de Janeiro, pela Presidência ou por terceiros em nome dela, não recebeu pedido formal ou oral de início de investigações ou de arquivamento; Que durante a gestão do depoente como superintendente do Rio de Janeiro, pela Presidência ou por terceiros em nome dela, não recebeu pedido formal ou oral de interferência em investigações; Que durante a gestão do depoente como superintendente do Rio de Janeiro, pela Presidência ou por terceiros em nome dela, não recebeu pedido formal ou oral de interferência em eventuais investigações relacionadas ao presidente Jair Bolsonaro, familiares seus, ou pessoas ligadas a ele”, diz trecho do depoimento.
Saadi também disse que não recebia informações sobre um inquérito que a PF abriu para apurar a obstrução da investigação sobre o assassinato de Marielle Franco.
O caso da ex-vereadora foi citado diversas vezes por Jair Bolsonaro para justificar seu desejo de trocar a superintendência do Rio de Janeiro, especialmente depois que o porteiro do condomínio do presidente, num primeiro depoimento à Polícia Civil do Rio, disse que “seu Jair” teria permitido a entrada no local de Ronnie Lessa, um dos acusados de matar Marielle — posteriormente, em novo depoimento, o porteiro disse que se enganou.
“O inquérito foi presidido pelo delegado Leandro Almada, lotado na DEX/SR/PF/AM e em missão no Rio de Janeiro pela Diretoria de Inteligência da Polícia Federal em Brasília; Que questionado especificamente a quem Leandro Almada se reportava na condição de presidente deste inquérito, o depoente afirma que Leandro Almada se reportava à Diretoria de Inteligência e não ao depoente; Que o depoente não recebeu qualquer pedido, seja ele formal ou oral, de interferência nas investigações então presididas por Leandro Almada; Que o depoente nunca teve acesso ao conteúdo desta investigação”, diz o depoimento.
Fudeu valeixo e lascou o dedo duro do mouro. Os dois estão no ponto, bem queimadinhos. Kkkkkk
Os companheiros do valeixo não vão perdoar a trairagem. E o moro, dedo duro, não serve nem pra síndico de condomínio.
Meu amigo, é brincadeira? Como esses caras só vem a público agora? Só depois de tentar de todas as formas desgastar o governo, agora queria ver mbl, psol, pt, e outros partidos vagabundos pedirem a expulsão desses dois delegados que pelo jeito estão muito aquém de ser da PF, que vergonha, sinto vergonha por eles e por todos que os endeusaram junto com o grande Herói dos trouxas Sérgio globo
A Argentina, o Uruguai e o Paraguai têm tido um desempenho muito superior ao do Brasil no combate à pandemia da Covid-19. Nestes países, o movimento negacionista é irrelevante.
Seus presidentes, sendo um deles de centro-esquerda (o argentino Alberto Fernandez) e dois de centro-direita (o uruguaio Lacalle Pou e o paraguaio Mário Abdo Benitez), implementaram políticas de isolamento social bem no início do registro dos primeiros casos em seus países. A oposição nestas nações se aliou ao governo neste momento. A população acatou as determinações e milhares de vidas foram salvas. Agora, com a pandemia mais sob controle, podem começar a flexibilização para abrir a economia.
Oficialmente, houve 10 mortes no Paraguai, 19 no Uruguai e 305 na Argentina. Claro que há subnotificação, mas não ocorreu colapso do sistema de saúde. Além disso, também há subnotificação no Brasil, onde foram registradas 11 mil mortes até agora.
Se quiserem argumentar que as populações destes países são menores, basta fazer a proporção. O Brasil teve 36 vezes mais mortes per capita do o Paraguai; 11 vezes mais do que o Uruguai; e 8 vezes mais do que a Argentina.
A diferença? Sem dúvida pesa a dimensão continental do Brasil. Mas certamente ter presidentes que acreditam na ciência em vez de se apegarem a teorias da conspiração ajudou estes três países. Se Jair Bolsonaro tivesse se comportado como os vizinhos, talvez o Brasil já pudesse começar a pensar na flexibilização.
Deve ser porque naqueles paises existam um só olhar para a causa, aqui o olhar e na possibilidade de corrupção em detrimento a vida. Uma vergonha mundial, vidas são ceifadas ao bel prazer de inescrupulosos .
Por que os hermanos e seus outros vizinhos estão à frente do Brasil nas estratégias de combate ao coronavírus? Ora, apesar de latino-americanos, eles reverenciam a ciência e, ao contrário de nós, se recusam a ser esgrimistas do óbvio.
Então os ingleses e alemães devem ser mais anti-ciência do que os brasileiros, já que a mortalidade de lá é muito maior…. adoro esse povo vir falar em nome da ciência…
Caro Neco, dá pra ver que realmente você é anticiência, a Alemanha é um dos países com MENOR taxa de mortalidade. No Reino Unido, a coisa saiu inicialmente do controle pq também tinha um bebê bolsonaro por lá, mas que viu a besteira e voltou atrás. Além disso, esses países foram surpreendidos com o vírus, diferente do Brasil. Amigão, pode tentar passar pano, mas tá ficando muito feio pra vocês!
A Alemnha, com todos os recursos deles, tem quase 80% a maisde mortes por milhão do que o Brasil. Culpar Bolsonaro por causa de umas frases é só proselitismo vagabundo, misturado com ciência na base no chute. Países bem mais ricos também estão com mais mortes por milhão…. Se informe e/ou pare de mentir.
O grande problema do brasil, estados e municipios, é que por aqui nas terras de cabral, nossas autoridades não sabem a Deferencia entre o que é ESSENCIAL e o que NÃO É, Aqui se troca SALVAR VIDAS, por um controle usado de TV ou por bijouterias, tudo aqui é um Faz de Conta em troca de apoios politicos e projetos pessoais. SE MORREU ONZE MIL, E DAÍ, IAM MORRER MESMO, então vamos tentar fazer um churrasco.
Será que esse "jornalosta" esqueceu que o STF decidiu ser dos Estados e Municípios a responsabilidade pelas decisões de isolamento? Ou ele só acha que o público é idiota mesmo?
Na verdade está bem claro na reportagem que a população aceitou e fez o seu papel, não foi por causa de um presidente. Se Bolsonaro tivesse feito como os países vizinhos e a população não fizesse sua parte a situação seria a mesma. Como no comentário do colega, alguns estados do Brasil tiveram resultados mais positivos. Se a questão fosse realmente o governo, SP não estaria na situação que está.
É porque nesses país, não fizeram com a PANDEMIA, a maior POLITICAGEM que fizeram e fazem aqui no Brasil BG.
A começar, por o irresponsável, ivestigado Lula Mandeta.
Usou a pandemia pra aparecer, da cambalhotas, se misturar com artistas só pra aparecer, pensando em 2022.
Isso é fato.
Na verdade, apesar do Brasil ser mais rico que esses países, temos bolsões de misérias, subdesenvolvimento, e com IDH bem inferiores a eles, isso decorre da nossa forma perversa de distribuição de renda, ao longo do tempo os governos ditos de direita e de esquerda não fizeram nada pra corrigir isso, apenas maquiagem como fez os petralhas, jogando aos mais nescessitados migalhas somente pra sobrevida deles, tanto que não mudou nada, e continua o mesmo quadro. Agora, com essa ajuda de 600 reais, vai haver reflexo nesse quadro, mas também será passageiro, e isso só é feito pra interferir nos resultados das eleições, mudanças estruturais que modifique isso, dificilmente farão, devido a estrutura política partidária elitizada, cheia de privilégios, verdadeira fábrica de miseráveis. Portanto seremos sempre modelo para o mundo, de tudo de ruim que o mundo possa ter, embora também existam uma minoria aqui, que usufrui também as melhores condições de vida que o mundo moderno possa ofertar. Lamentável tamanha injustiça!
Bom dia!
Estados próximos dos países citados na reportagem também registram "pequenas" quantidades de óbitos em comparação com outros estados brasileiros. Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina.
Será que não temos outros fatores que expliquem o baixo número de óbitos?
Temos sim inteligência, a consciência da população em acatar as orientações da OMS, simples assim.
A OMS já mudou de opinião umas cem vezes acerca dessa pandemia.
As pessoas a ela se referem com uma pompa imerecida.
Talvez devamos acrescentar uma questão climática, a umidade. No momento, os estados mais ao norte e no litoral setentrional do Nordeste, assim como a faixa úmida apresentam umidade elevada. O mesmo serve para o Sudeste que está saindo de uma quadra chuvosa. Já os estados do Sul e que beiram a Depressão do Chaco apresentaram chuvas abaixo da média. Mas, não podemos desconsiderar o grau de integração econômica. Quanto mais globalizada, maior o fluxo de pessoas, mercadorias e serviços em uma região.
Auxiliares do presidente Jair Bolsonaro, no Planalto, trabalham com a possibilidade de uma nova troca no Ministério da Saúde. As últimas horas foram de bombardeio do atual ministro, Nelson Teich, nas redes sociais. Fora da internet, também. A decisão de Bolsonaro em classificar academias e salões como atividades essenciais, sem consultar Teich, o que aumenta o número de pessoas nas ruas, foi vista como um by pass no ministro, um tipo de passar por cima, na avaliação de interlocutores do Planalto. Durante coletiva de imprensa, nesta tarde, Teich reconheceu que não foi consultado pelo presidente.
Para substituí-lo, novamente o nome do deputado federal Osmar Terra, que é médico, é apontado por assessores do presidente.
Contra o atual ministro, que também é médico, a hashtag “teichliberaacloroquina” foi uma das mais comentadas do dia. No Ministério da Saúde, no entanto, a avaliação é de que não há mais nada a ser feito sobre o assunto.
“(A cloroquina) não vai ser a bala de prata que as pessoas pensavam ser. Estudos mostram isso. Tudo o que dava para fazer já foi feito”, afirmou à coluna um interlocutor da Saúde que ressalta não existir protocolo de uso, mas uma nota informativa da pasta. Isso permite a utilização do medicamento, desde que prescrito pelo médico e com consentimento do paciente. Ou seja, há permissão mas não há expressamente uma recomendação de uso.
Além da desconfiança de Teich sobre a cloroquina, uma publicação do ministro pelo Dia das Mães também irritou quem segue o perfil do presidente Jair Bolsonaro. Um monitoramento de redes feito pelo Planalto, de acordo com assessor palaciano, mostra que o ministro dividiu opiniões após fazer uma publicação sobre o número de mortes pelo coronavírus, no domingo, que dizia: “Quero falar principalmente pra aquelas mães que hoje choram a perda de seus filhos e para os filhos que hoje não podem comemorar o dia com suas mães. Para esses, deixo aqui meus sentimentos e meu compromisso de fazer o meu melhor para que vençamos rápido essa terrível guerra”.
O secretário de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, afirmou nesta segunda-feira que 6,2 milhões de pessoas aderiram à medida provisória que permite a redução de salário e a suspensão do contrato de trabalho.
– Mais de seis milhões de trabalhadores já se beneficiaram do programa. A gente acredita que a grande maioria desse volume estaria desempregado hoje.
A MP foi editada em 1º de abril para evitar demissões durante a crise. Os trabalhadores que forem prejudicados com corte de salário e suspensão do contrato receberão um complemento do seguro desemprego durante a adoção dos dois mecanismos. A redução de jornada e salário tem vigência de até três meses e de suspensão do contrato, de até dois meses.
O secretário também comentou que o ministério está desenhando programas para resolver a falta de crédito para pequenas e médias empresas, que ele apontou com um “problema grave” em meio a pandemia.
Carlos da Costa disse que o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), que deve bancar R$ 15,9 bilhões em empréstimos para o setor, deve ser sancionado ainda nesta semana e espera que os recursos cheguem para os empresários até a próxima semana.
– Será principalmente para capital de giro para média empresa, de cerca de R$ 4,8 milhões até R$ 300 milhões de faturamento. Nesse caso nossa ideia é aportar até R$ 20 bilhões, mas que dado o mecanismo de alavancagem que nós construímos, representará até R$ 100 bilhões de reais para nossa empresas médias.
– Esse recurso também está disponível, no entanto, a demanda por ele ficou muito aquém do que a gente imagina e também a aprovação ficou aquém do que a gente imaginava – afirmou.
Carlos da Costa explicou que o programa teve três problemas principais. O primeiro era que as exigências não se encaixavam com as necessidades das empresas.
– A empresa pensa assim, poxa, eu estou fazendo uma dívida que tenho que pagar depois, além disso estou me comprometendo a manter o meu trabalhador. Se eu estou num setor muito afetado, eu prefiro não tomar esse crédito – disse.
Além disso, ele citou a demora na aprovação do Orçamento de guerra, que previa a desobrigação de estar em dia com as despesas previdenciárias para receber auxílio do governo. O terceiro é a demora, pelos bancos, de implementar os sistemas necessários para a concessão do crédito.
Transição
Carlos da Costa afirmou também que o Ministério deve pensar em medidas de transição para uma retomada econômica no segundo semestre. Para iniciar, o secretário falou da possibilidade de incluir a desoneração de empresas já em uma reforma tributária no segundo semestre, dado que o governo permitiu o adiamento do pagamento de alguns impostos neste momento.
– A gente não imagina que mesmo em situações normais, as empresas sejam capazes de pagar o imposto que ela tem que pagar e além disso, o que elas não pagaram no primeiro semestre. Só que em vez da gente fazer um outro programa temporário, que tal a gente pensar em já desonerar no escopo de uma reforma tributária quem sabe até no segundo semestre?
O secretário disse que algumas medidas emergenciais podem ter “vindo pra ficar” e citou o auxílio emergencial de R$ 600. Segundo ele, a medida é “extremamente liberal” porque dá liberada para o cidadão escolher com o que vai gastar. No entanto, ele disse que a elaboração da política foi emergencial.
O Jornalsita Alexandre Garcia afirmou no seu twitter que fará uma live nesta 3ª feira, às 21h30, para rebater as críticas que sofreu dos ex-colegas da Globo Giuliana Morrone e Gerson Camarotti que chamaram ele de “gagá” e que “cospe no prato em que comeu”:
Bota pra torar, esses dois esquerdistas, dos quais foi tirada a mamadeira da boca estão deseseperados, as palestras deles ao custo de R$ 250,00 com nosso dinheiro, acabou o bico da chupeta furou
Os jornalistas Giuliana Morrone e Gerson Camarotti tiveram áudio de 1 diálogo vazado na mídia. Na conversa, a apresentadora sugere que o ex-diretor da TV Globo em Brasília Alexandre Garcia está “gagá”. Ela também compara o jornalista a secretária de Cultura, Regina Duarte.
A conversa teria ocorrido na última 6ª feira (8.mai.2020). O áudio foi revelado nesta 2ª feira pelo UOL.
Morrone diz que Garcia “saiu cagando regra”. “Que que é isso. A montoeira de dinheiro que esse homem recebeu da Globo, microfone dourado, festinha, foi diretor daqui a vida inteira, e aí sai cagando regra. Ele que fez isso aqui! Ele era diretor por anos. Eu sou revoltada, sabia?”.
Em outro trecho do áudio, surpreende o que diz Morrone:
“Mas ele sempre foi péssimo com isso de dinheiro, sabia? Essas coisinhas que eu faço aí, ele pede muito pouco. A gente ia fazer coisas juntos e eu ficava besta com o tão pouco que ele pedia. Topava qualquer coisa, tipo mestre de cerimônia de vidraçaria. Não sei se ele melhorou… R$ 5.000”.
A frase “essas coisinhas que eu faço aí” indica que jornalistas na Globo seguem autorizados a ter jornada em dobro, trabalhando em outras atividades.
A Globo teve uma crise interna que resultou na demissão do apresentador Dony De Nuccio em agosto de 2019. Além de trabalhar na TV, descobriu-se que prestava serviços para o Bradesco. A emissora então baixou normas rígidas sobre esse tipo de duplo emprego.
Ele era sócio do economista Samy Dana, que também trabalhou para o banco e já havia deixado a emissora.
É muito comum jornalistas da TV Globo serem contratados pelo mercado financeiro para mediar palestras e participar de conversas reservadas para analisarem a conjuntura. Em muitos casos a emissora é informada, autoriza e até incentiva.
Há casos de profissionais de jornalismo que são contratados pela Globo e 1 dos benefícios oferecidos, quando é necessário uma conversa de convencimento, é que a TV permita que façam palestras pagas para outras empresas.
Comentarista de política da GloboNews, Gerson Camarotti diz na conversa que Garcia não pode “cuspir no prato em que comeu”. Alexandre Garcia deixou a TV Globo em dezembro de 2018 depois de quase 31 anos de emissora. Atualmente o jornalista faz análises em seu canal no YouTube.
LEIA A TRANSCRIÇÃO COMPLETA DA CONVERSA
Gerson Camarotti: Agora eles estão chamando a CNN de “CNN lixo”.
Giuliana Morrone: Você viu ontem o Alexandre Garcia?
Gerson: Não…
Giuliana: Ele é ridículo. No dia que o Bolsonaro falou em cassar a concessão da Globo, ameaçou, ele endossou. Achou que era lindo, que tinha que cassar a concessão da Globo. Botou no Twitter isso.
Gerson: Caramba, não vi isso.
Giuliana: Ontem, ele escreveu assim… Quer ver? Escreveu no Twitter. Escreveu assim: “Com Regina Duarte, a CNN que poderia ser a alternativa, mostrou que é apenas uma igual do mesmo”.
Gerson: Caramba. O cara trabalhou durante tanto tempo, né?
Giuliana: Que que é isso… A motoeira de dinheiro que esse homem recebeu da Globo, microfone dourado, festinha, foi diretor daqui a vida inteira, e aí sai cagando regra. Ele que fez isso aqui! Ele era diretor por anos. Eu sou revoltada, sabia?
Gerson: Ah, não. É chato mesmo. Muito chato.
Giuliana: Porra! Eu fico pensando assim, se não tá gagá, entendeu? Só pode ser. Tipo a Regina Duarte, né?
Gerson: É. Mas eu acho que ali, sabe o que é, ele quer faturar agora ganhando com os seguidores. Os radicais.
Giuliana: Mas o que ele quer o que com isso? Com seguidores…
Gerson: Ele quer ganhar dinheiro com isso. YouTube…
Giuliana: Mas ele sempre foi péssimo com isso de dinheiro, sabia? Essas coisinhas que eu faço aí, ele pede muito pouco. A gente ia fazer coisas juntos e eu ficava besta com o tão pouco que ele pedia. Topava qualquer coisa. Fazer mestre de cerimônia de vidraçaria. Não sei se ele melhorou, mas… O fato é que a CNN não o chamou. Não o chamou. Ele achava que ia rolar, e tal. Se fodeu.
Gerson: É, mas não se pode cuspir no prato em que comeu. E que comeu por tanto tempo.
Giuliana: Ainda mais uma pessoa dessas, que praticamente cozinhou.
Engraçado é ver aqui, os politicamente corretos! Pra defender quando a anta usa linguagem de baixo calão eles são os primeiros a defender. Isso foi uma conversa privada com opinião entre amigos, de um ex companheiro. Para bom entendedor aonde foi que eles erraram no que disseram? O cara passou 31 ano nos sistemas Globo. Agora, joga pra os 25% de idiotas metidos a radicais que querem ser os donos da verdade no Brasil. Não passarão, de corruptos tanto o governo anterior como esse estão cheios. A diferença é só a autonomia de investigação e o modus operandi dos investigados e investigadores. Cadê cumprimento de pena na 2ª instância e revisão do Código Penal e Código de Processo Penal?? Falar que é moralista, contra bandidagem e contra corrupção todo mundo fala. No vamos ver, o que foi feito pelo presidente idiota que temos? E seus seguidores alienados só aplaudindo!!!
São essas pessoas que vão falar mal da reunião de Bolsonaro e ministros que disseram palavrão na reunião, na verdade todo mundo tem um lado, todos e usam os microfones pra defender o que lhes interessa.
Essa Morrone é aquela que parece ter uns trezentos dentes na boca é??
Metendo o cacete no ex colega né? Isso ela não vê o papelão ridículo que está fazendo.
Me digam?
O que danado tem haver essa mulher, com o que Alexandre García faz, ou deixa de fazer?,??
Homi!!
Vai arrumar uma lavagem de roupas, a globo é um lixo mesmo e ponto final.
Alexandre Garcia é um grande profissional. Íntegro e competente, qualidades ausentes na grande maioria dos jornalistas "lavradores" de hoje, venais, que só pensam em "se dar bem" usando a profissão até mesmo como meio de chantagem. Veja o que até mesmo essa tal Morrone disse sobre o desapego do Alexandre Garcia por dinheiro. E ela fala como deboche. É essa a imprensa que persegue o presidente, que torce contra o Brasil, pensando apenas em seus próprios interesses. Uma lástima.
É importante sabermos quem são as pessoas que muitos ainda deixam "entrar em seus lares", tentando nos transmitir o que deveria ser a verdade e influenciando a nossa visão do mundo. Jornalistas desse naipe já perderam minha audiência faz tempo. Fico na internet e escolho o que devo ver.
Na minha opinião a relevância é grande, pois mostra como funciona as entranhas do jornalismo brasileiro. Os jornalistas da Globo que sempre estão lindos e educados quando aparecem no plim-plim também são gente normal, que falam besteira, que xingam, que falam mal de idoso e etc. Ou seja, eles são gente de verdade que fala merda igual a alguns políticos importantes que eles tanto criticam.
Hoje à noite tem a live do Alexandre Garcia pra responder a estes insultos e possivelmente aprederemos muito sobre o submundo do jornalismo, estou ansioso pra ver 🙂
Linguajar chulo o dessa senhora Morrone. É uma desclassificada.
Após quase dois meses de fechamento, os shoppings somam prejuízo de R$27bilhões. Para o presidente da Alshop, Nabil Sahyoun, a situação é grave e o setor não sobrevive “a mais um mês de fechamento de lojas”.
Tomara q se exploda. Os shoppings cada vez mais com lojas vendendo tranqueiras caríssimas com exceção de algumas marcas q prezam pelo nome. De resto, tô fora. A Internet tá aí, bombando. Qualidade, preço, comparação e informações do produto desejado.
Se adiante e vá ajudar nos hospitais de Natal ou vc é mais um daqueles "empregados/empresários" que quer a abertura apenas para seus funcionários expondo-os enquanto fica em casa?
As jornalistas Weija Jiang (à esquerda) e Kaitlan Collins (de pé) durante coletiva de imprensa do presidente Donald Trump Foto: Doug Mills/NYT
O presidente americano, Donald Trump, encerrou abruptamente nesta segunda-feira, 11, a coletiva de imprensa diária sobre o enfrentamento do novo coronavírus no país, após se envolver em uma áspera discussão com uma repórter americana de origem asiática.
Weijia Jiang, repórter da CBS News, perguntou a Trump porque ele continuava a insistir em que os Estados Unidos estavam se saindo melhor do que outros países nas testagens do coronavírus.
“Por que isso importa?”, perguntou a jornalista. “Por que isto é uma competição mundial quando, todos os dias, americanos ainda estão perdendo suas vidas?”.
“Estão perdendo vidas em todas as partes do mundo”, reagiu Trump. “E talvez esta seja uma pergunta que você deveria fazer à China. Não me pergunte, faça esta pergunta à China, OK?”
Jiang, que se identifica em seu perfil do Twitter como uma “oeste-virginiana nascida na China”, retrucou.
“Senhor, por que está dizendo isso a mim especificamente?”, perguntou, sugerindo que se devia à sua raça.
“Estou dizendo a todo aquele que fizer uma pergunta maldosa como esta”, respondeu Trump.
Quando tentou passar para outro repórter, Jiang continuou a pressioná-lo por uma resposta.
Trump chamou outra jornalista, mas imediatamente se dirigiu a uma terceira.
Quando as mulheres tentaram lhe fazer a pergunta da colega asiática, Trump abruptamente encerrou a coletiva e voltou para a Casa Branca.
As reações de apoio a Jiang apareceram rapidamente na Internet e a hashtag #StandWithWeijiaJiang (Apoie Weijia Jiang, em tradução livre) se tornou rapidamente um dos assuntos mais comentados no Twitter, recebendo a adesão de personalidades como o ator de Star Trek e ativista asiático-americano George Takei.
Trump, que nunca omitiu a irritação com a imprensa, costuma ter atritos com jornalistas durante suas coletivas sobre o coronavírus.
Mais de 80 mil pessoas morreram nos Estados Unidos na pandemia do novo coronavírus, com mais de 1,3 milhão de infectados, segundo os números mais recentes desta segunda-feira (11) da Universidade Johns Hopkins.
O número de mortos nos Estados Unidos é, de longe, o maior de um único país por covid-19 em todo o mundo.
Como funciona uma imprensa séria: após a rispidez de Trump, as demais jornalistas fizeram a mesma pergunta, em respeito à colega e à atividade do jornalismo.
A China vai pagar caro pelo que fez ao mundo! Sem mais…
Enquanto isso vamos tentando sobreviver a uma pandemia e uma crise generalizada na economia. E se "divertir" vendo o circo de palhaços da política vomitando suas mentiras e fake news em troca de aplausos da plateia, que em sua maioria, são apenas marionetes da mídia sensacionalista.
Os EUA são perfeitos, com um presidente perfeito, que esta agindo perfeitamente contra a pandemia. Tanto que morreram pouquíssimas pessoas, a projeção era que morressem milhões. Viva Trump. Mitooo
Esses chineses ainda se fazem de vítimas. Provocam o caos no mundo, destroem a economia global, provocam a morte de milhares de pessoas e ainda são as vítimas? A História não os perdoará, genocidas!
A imprensa já foi cooptada por toda parte. Os globalistas, capitaneados por gente como George Soros e família Rockfeller, estão conduzindo seu plano de governo mundial e supressão das nacionalidades. Vide a tal União Européia. Mas seus planos esbarram nos governos de direita que precisam ser combatidos. E esse tipo de imprensa é parte crucial desse plano.
O ex-diretor-geral da Polícia Federal Maurício Valeixo confirmou, em depoimento dado nesta segunda (11), que a operação contra o ex-capitão Adriano da Nóbrega, ligado ao senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), teve conhecimento prévio do Ministério da Justiça e tentou envolver a PF.
Dias antes da ação, uma das secretarias da pasta de Sergio Moro sondou a possibilidade de apoio de um helicóptero e alguns efetivos, a pedido da polícia do Rio. Em geral, operações sensíveis são tratadas pelos canais de inteligência entre órgãos, sem informações sobre o alvo.
Valeixo disse que o pedido de apoio foi feito por canal não apropriado. O ex-diretor-geral citou ainda a participação do superintendente do Espírito Santo no episódio.
“Que houve uma consulta à Polícia Federal, não pelo canal apropriado, vez que se deu via Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça (SEOPI) e através do Dr. Jairo, Superintendente da PF no Espírito Santo, de um apoio aéreo a uma operação na Bahia, que o depoente respondeu que devia se observar os canais apropriados, via canais de inteligência se houvesse informações reservados, para que se avaliasse o apoio da Polícia Federal, que no entanto esse pedido nunca foi formalizado, logo não foi respondido”, disse o delegado em depoimento nesta segunda (11).
Sao irmãos beneficiados…muitas comunidades ainda sem máscaras….DR ALBERT DICKSON SEMPRE À FRENTE DE AÇÕES VOLTADAS PARA A POPULAÇÃO CARENTE DO RN….
Bajulamento. Estamos em12/05 sem ter nem ver firmeza de ação ou uma ação concreta desse "desguverno" a grande atitude desse "mundrunho" é distribuir máscara, fechar comércio e impor terror, pânico e medo na população. Se DEUS quiser não teremos os 11.500 óbitos, muito desgraçadamente calculado.