Política

Bolsonaro passará por cirurgia de correção de hérnia incisional; a 4ª desde a facada

O médico da Presidência da República, Ricardo Peixoto confirmou que o presidente Jair Bolsonaro passará por uma cirurgia de hérnia incisional “em decorrência das intervenções cirúrgicas previamente realizadas”. Esse será o quarto procedimento cirúrgico desde a facada sofrida por ele durante a campanha eleitoral de 2018.

A operação é de médio porte e será feita Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, de acordo com o médico Antonio Luiz Macedo, que atendeu o presidente após o atendado ocorrido há quase 1 ano.

“Abrimos três vezes no mesmo lugar. Enfraqueceu”, explicou o médico. A nota não dá mais detalhes sobre a nova operação, mas o médico afirmou que a cirurgia é simples e que “todo mundo que faz cirurgia do abdômen pode ter isso depois. É algo comum ter uma hérnia da parede abdominal.”

Família

Os filhos do presidente se manifestaram também sobre a cirurgia no Twitter. Eduardo Bolsonaro disse que seu pai “estará em excelentes mãos” em sua próxima cirurgia. Mais cedo, Carlos Bolsonaro disse que “tudo vai dar certo”.

Opinião dos leitores

  1. Se alguém nunca viu o diabo, pois está ai, carne e osso….o BRASIL ESTA ENTREGUE A SATÃ

  2. Bg mesmo sem querer, o nosso querido presidente Jair Bolsonaro faz merchandising para as lojas Riachuelo, desde do dia da facada que ele sofreu que em todas as matérias que aparecem o nome da loja de Flávio Rocha "apesar de Lula e cia não acreditar pois segundo ele e sua turma não viu sangue" o pt so acredita em Papai Noel, saci pererê, e cegonha.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

[VÍDEO] Homem tenta agredir Nando Reis em Mossoró após críticas a Bolsonaro; organização nega

Na última sexta-feira o cantor Nando Reis fazia um show em Mossoró quando foi vítima de um homem que ensandecido subiu ao palco com dedo em riste para o artista.

Foram necessários quatro seguranças para conter o homem.

Tudo se deu após Nando Reis fazer críticas indiretas ao presidente Jair Bolsonaro pela indicação do filho, Eduardo, para embaixada do Brasil nos EUA e sobre as queimadas na Amazônia.

“Incandescido queria avançar no cantor… 4 homens (seguranças) o contiveram com dificuldade e o tiraram do palco… Nando Reis cantou duas músicas e saiu… após pedidos de “mais um, mais um”, ele retornou e disse que estava ali pelo direito da liberdade de expressão e em especial pelo público que tinha feito o show ser lindo, concluindo com: “e ELE tem que respeitar!”… daí cantou mais umas três músicas e agradeceu lindamente!

E olhe que as críticas que ele fez ao governo foram super leves, sequer citou nomes… só apresentou um dos músicos dele, disse que era americano muito abrasileirado e não fritava hambúrguer – ehehehe – depois falou da Amazônia e outras injustiças! Maaaaaas, tem gente que não aguenta ouvir a verdade”.

A organização do evento informou ao blog outra versão: a de que se tratava de um fã que queria tirar uma foto com Nando Reis.

Blog do Barreto

Opinião dos leitores

  1. tá todo mundo louco depois dessa bouquinha que está acabando, no minimo a renda do circo no qual ele estava se apresentando foi muito baixa…essa lei ta foda!!!!

  2. Lógico que nada justifica violência, mas é bom lembrar que estes atos primitivos acontecem com os radicais da esquerda também. Logo, não se trata de ato exclusivo de apoiadores do Presidente. O pais precisa amadurecer politicamente. Os artistas, que usam seus shows para propagar seus ideais politicos, é que deveriam respeitar seu público, que desavisados pagam apenas para ouvir ou ver sua arte. Deveriam anunciar previamente que seus shows têm também a pretensão de discutir política.

  3. O cabra num canta nada e ainda quer dar uma de politizado às esquerdas para criticar nosso presidente…se fosse no Paraná, SC ou RS tinha levado uma surra de cipó de broxa.

  4. Pense cara babaca, agora ninguém pode criticar esse doido que seus capangas querem logo agredir as pessoas. Valeu Nando Reis

  5. PASSARAM 16 ANOS OUVINDO E FAZENDO MERDA, AGORA QUEREM CRITICAREM UM GOVERNO LIMPO E HONESTO ACIMA DE TUDO PATRIOTA PELAS MELHORIAS E O COMBATE A CORRUPÇÃO QUE É A RAIZ DO COMUNISMO, NOJENTO SUJO E CORRUPTO.

    1. Limpo e Honesto? Kkkkk Homi, deixe de loucura. O Bozo e os filhos chefiam uma quadrilha de milicianos. Não são sujos, são imundos. O caso Queiroz é apenas a ponta do iceberg das ações criminosas da família Bolsonaro. Multiplicaram o patrimônio por seis vezes em 12 anos, apenas fazendo política. Na esquerda a sujeira é grande, e cadeia é pouca pra tanto ladrão, mas a família Bolsonaro são do banditismo comum. Vamos acordar! Só doente mental não enxerga essa realidade mais que evidente.

  6. A que ponto nós chegamos, esses canalhas que votaram nesse imbecil de Bolsonaro que sempre criticaram o PT por suas políticas agora faz pior, quem não concorda com eles têm quer ser agredidos e mortos, elas falavam que o Brasil iria ser a próxima Venezuela, mas pelo que estamos vendo, a Venezuela está chegando nos braços dos Bolsonaristas analfabetos.

    1. BG. Esses artista e uma grande parte da imprensa ficaram cego, mudo e surdos, enquanto os bandidos saquearam o País.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Grupo LGBT é impedido de doar sangue em campanha no RN

Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi

Um grupo LGBT realizou uma campanha de doação de sangue neste sábado (31), em Natal, porém parte dos voluntários foi impedida de fazer a doação. O motivo é uma portaria do Ministério da Saúde que barra doações de homens que tiveram relações sexuais com outros homens nos 12 meses anteriores.

Mesmo com decisões da Justiça do Rio Grande do Norte, que consideraram a resolução inconstitucional e que proibiram o estado de recusar as doações, a Secretaria de Saúde informou que segue a norma federal.

Cerca de 30 pessoas de Natal, Mossoró e João Câmara foram até o Hemonorte para fazer a doação. Antes de saber que não poderia participar, a ativista Rebeka de França falou do sentimento que tinha em ir doar sangue pela primeira vez. “Eu estou me sentindo no céu, sabendo que alguém vai poder caminhar, correr, porque meu sangue está correndo nas veias dela”, disse.

Porém, ela ficou frustrada ao ser impedida. “Não tenho doença sexualmente transmissível, fiz exames recentemente, inclusive para assumir cargo público. Porque não posso doar?”, questionou.

De acordo com outro ativista, Victor Varela, apesar de a portaria do Ministério da Saúde vetar a doação de sangue por homens que praticaram ou praticam relações sexuais com outros homens, decisões judiciais já proibiram o Estado de recusar os doadores LGBT. “Os outros procedimentos de triagem, de avaliação do sangue, se é um sangue seguro, seguem vigentes e são importantes para uma doação segura”, justificou.

Apesar do argumento, o diretor do Hemonorte, Rodrigo Vilar, afirmou que o centro ainda atende a norma nacional e considera que a decisão da Justiça Estadual atende exclusivamente ao autor da ação.

“A legislação federal ainda mantém como critério de inaptidão temporária, por 12 meses, homens que fazem sexo com outro homem. Esse assunto está em debate no próprio Supremo Tribunal Federal. No estado, houve uma decisão favorável a um autor da matéria, que questionou essa questão para doação, portanto a gente vai atender a decisão judicial pertinente ao autor”, disse.

Em nota, a Secretaria Estadual de Saúde Pública reforçou que a decisão do Hemonorte de não atender ao grupo foi baseada em normas técnicas do Ministério da Saúde e em parecer jurídico do último dia 29, feito pela Procuradoria Geral do Estado. Ainda de acordo com a pasta, uma reunião para discutir esse assunto será marcada nesta semana.

Decisão

Em julho deste ano, o relator de uma Apelação Cível no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, desembargador Cornélio Alves, proibiu o Estado do RN de inabilitar o autor da ação para doação de sangue humano, com base exclusivamente na norma da Anvisa ou outra posterior, sob pena de pagamento multa de R$ 5 mil por cada negativa, limitada a R$ 50 mil.

Ao proferir seu voto, ele salientou que o ato regulatório da Anvisa teve sua inconstitucionalidade reconhecida em 2018, pelo Plenário do Tribunal de Justiça do RN, por não proteger os potenciais receptores de sangue de um comportamento de risco do pretenso doador, mas sim, por vias indiretas ou transversas, impor uma “restrição apriorística” à orientação sexual do doador, o seu próprio direito de ser, inerente à sua dignidade.

“Em outras palavras, se o requerente eventualmente se enquadrar em uma das situações de risco constitucionalmente admitidas, como, por exemplo, o uso de drogas injetáveis, sexo desprotegido ou com vários parceiros, etc., o Estado do Rio Grande do Norte, por meio de seus prepostos, pode e deve inabilitá-lo para doação de sangue”, concluiu o relator.

G1

Opinião dos leitores

    1. A pergunta é: Só a população LGBT contrai o virus do HIV/AIDS?

    1. BG.
      Todo cuidado é pouco nesta questão, pessoas poderão serem infectadas e ai como e que fica??? Portanto devem serem obedecidas as normas do ministério da Saúde, e fim de conversa.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Carlos Eduardo Alves se recupera bem após cirurgia

O ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves, foi submetido a um procedimento cirúrgico na manhã deste domingo (1º) e passa bem.

Segundo informações repassadas ao blog, a cirurgia foi necessária para sanar alguns problemas que o político vinha sofrendo após sofrer uma queda no mês passado.

Ele está se recuperando bem, que o procedimento era simples e que já começa a receber visitas hoje à tarde.

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

STF deve decidir nesta semana destino dos R$ 2,5 bilhões recuperados com a Lava Jato

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deve decidir na próxima semana a destinação dos R$ 2,5 bilhões pagos em multas pelo Petrobras que estão sob poder da corte.

Existe uma disputa de interesses para saber o destino dos recursos. Alguns governadores e prefeitos já soilicitaram uma parte dos recursos para obras em infraestrutura.

Secretários de segurança também pediram uma fatia do bolo alegando a necessidade de construir e reformar presídios.

O governo Bolsonaro reivindicou que uma parte do dinheiro vá para educação e outra seja usada para socorrer a Amazônia.

Opinião dos leitores

  1. Manda esse dinda pro RN. Os servidores do Estado agradeceriam de coração… :..-(

    1. Se mandarem pra o RN, o governo que roubou a primeira vez, rouba a 2, PT não faz nada sem roubar..

      Cair na mão de ptralha, eles torram…roubar eles aprendem no berço

  2. Interessante é que o STF nada fez pra recuperar esse montante, a lava jato trabalha, e quem decide pra onde vai o dinheiro recuperado é o STF? Deve mandar pra o Instituto Lula

  3. Ora bolas….de onde a Lava Jato tirou tanto dinheiro?
    Dos inocentes?
    Se não teve roubo como acharam o dinheiro.
    STF devolve para os anjinhos que estão presos injustamente. Sei não, viu? Essa Lava Jato deve ter mandado imprimir essa fortuna toda só pra se exibir e criar provas contra os "minino" bom.
    Na hora de dividir o dinheiro recuperado ele existe……

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Cidades

Servidores da SEMUT fazem paralisação nestes dias 2 e 3 setembro

O Sindicato dos Servidores do Município de Natal (Sinsenat) comunica a paralisação das atividades dos servidores da Secretaria Municipal de Tributação (Semut) para denunciar as injustiças praticadas pela Prefeitura de Natal com relação a diferença de tratamento entre as categorias.

Enquanto os servidores recebem abono para complementar o salário mínimo, estão com a Gratificação de Atividade Fazendária (GAF) congelada há sete anos, sem nenhum reajuste salarial, outras categorias como os auditores fiscais, conquistaram um aumento na indenização de transportes de R$ 800,00 para R$ 2.500,00 e estão entre as categorias que recebem os maiores salários do município de Natal.

Nos próximos dias 2 e 3 de setembro, os servidores realizam uma mobilização em frente à Secretaria Municipal de Tributação (SEMUT) e irão paralisar as suas atividades.

Opinião dos leitores

  1. Semut o lugar onde tem mais gente com a cara amarrada do Brasil. O pessoal parece q está carregando uma cruz. Homi quando chegar um contribuinte mostre pelo menos os dentes. Semurb do mesmo jeito. Quer sofrer, precisa de alguma coisa lá. Vai fazer uma casa p vc ver a peleja.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Aprovação este ano da PEC Paralela à Previdência é dúvida no Congresso

A chamada PEC Paralela pode não ter uma tramitação tão rápida quanto esperam os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o relator da reforma no Senado, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE). Em reunião na última semana, Alcolumbre e Maia se comprometeram a dar prioridade à matéria para ter o texto votado nas duas casas até dezembro, mas parlamentares de várias correntes políticas consideram essa hipótese improvável. A PEC é vista como solução para resolver pontos polêmicos que não obtiveram consenso para entrar no texto da reforma da Previdência (PEC 6/2019)

“Nós não aceitamos nenhuma tramitação de proposta de emenda constitucional, principalmente que comprometa direitos de trabalhadores, em prazo recorde aqui”, disse à Agência Brasil o líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP). O senador lembrou que em cada Casa há um prazo regimental mínimo para apreciação de uma proposta desse tipo, no caso do Senado, 60 dias. Acrescentou que respeitado o regimento, talvez nem no Senado haja tempo para votar a matéria em dois turnos antes do fim do ano.

Na Câmara a tramitação é ainda mais longa. O texto teria que passar por uma comissão especial, pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e por dois turnos de votação no plenário.

A presidente da CCJ no Senado, Simone Tebet (MDB-MS) disse que se for da vontade dos parlamentares será possível fazer um calendário enxuto para a PEC Paralela. “Eu acho que reforma da Previdência é mexer na vida de 210 milhões de brasileiros e dos futuros brasileiros. Estamos mexendo na vida de pessoas que precisam, no fim da vida, de recursos para comprar remédio quando não acharem no posto. Mais difícil ou menos difícil, nós estamos aqui para isso”, afirmou.

Líder do PSL no Senado, Major Olímpio (SP) é outro a achar difícil um desfecho para a proposta ainda este ano. Ele acredita que os deputados não desejarão assumir um eventual atrito político em suas bases eleitorais às vésperas das eleições municipais.

“Não vejo essa condição de ela ser votada até o fim do ano. Nós vamos votar e vamos aprovar [no Senado]. Vai chegar à Câmara e a Câmara já rejeitou, não vai fazer andar. Se ela andar, vai andar depois das eleições do ano que vem. Porque os deputados não deixaram incluir [estados e municípios no texto-base] por causa das eleições”.

Câmara

Na Câmara, a inclusão de estados e municípios na proposta principal não foi aceita. Com eleições municipais no ano que vem, muitos deputados não quiseram assumir o desgaste de aprovar regras mais duras de aposentadoria para servidores desses entes da Federação. Eles também se queixaram de pouco engajamento dos governadores às suas bases eleitorais.

Sobre as chances de aprovação de uma continuação da reforma da Previdência em curto prazo, o líder do governo na Câmara, deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO), acredita ser possível. Para ele, a ausência de pressão pela aprovação do texto principal pode ajudar na celeridade da tramitação nas duas casas.

“Essa PEC é, na verdade, um desmembramento da original. Vai tratar de alguns assuntos específicos, mas sem aquela pressão de aprovar o todo. Havendo o alinhamento que parece estar se configurando, das pautas econômicas liberais e a vontade do presidente da Câmara [em votar], acho que é possível aprovar sim ainda este ano”, disse Vitor Hugo.

Presidente da Comissão Especial que discutiu a reforma da Previdência na Câmara, Marcelo Ramos (PL-AM), acha difícil encerrar a questão ainda em 2019. Favorável ao texto de Jereissati, ele reconhece que o engajamento de Rodrigo Maia no processo ajuda a tramitação. No entanto, alerta que o texto vai influenciar vários setores da sociedade, com forte representatividade no Congresso.

“Reconheço a boa vontade do senador Tasso, e a PEC representa aspectos importantes da sociedade, mas acho otimismo exagerado pensar que será aprovada em dois, três meses. Como você vai discutir as entidades filantrópicas e não incluir as igrejas? Vai mexer com o agronegócio também. Eu concordo com o conteúdo da PEC, mas muita coisa tem que mudar, a cabeça de muita gente tem que mudar para aprová-la. Eu não acho que vá ser aprovar ainda este ano”.

Confira os principais pontos propostos até agora para a PEC Paralela

Estados e municípios – inclusão de estados e municípios na reforma da Previdência, com adesão feita por meio de lei ordinária nas assembleias legislativas estaduais. Com isso, a extensão das novas regras para servidores estaduais e municipais não seria automática, como proposto inicialmente pelo governo, e dependeria de cada governador e prefeito.Receita estimada: R$ 350 bilhões em 10 anos.

Filantrópicas – fim das renúncias ficais para as entidades filantrópicas. Há uma exceção para entidades de assistência e Santas Casas. Receita estimada: R$ 60 bilhões em 10 anos.

Agronegócio exportador – cobrança gradual de contribuições previdenciárias do agronegócio exportador: Receita estimada: R$ 60 bilhões em 10 anos.

Pensão por morte – garante pelo menos um salário mínimo de renda para todos os pensionistas. A cota é dobrada para 20%, na pensão por morte, no caso de dependentes de até 18 anos de idade. Despesa estimada:R$ 40 bilhões em 10 anos.

Incapacidade por acidente – estabelece acréscimo de 10% na aposentadoria por incapacidade em caso de acidente. Despesa estimada: R$ 7 bilhões em 10 anos.

Tempo de contribuição para homens – reduz para 15 anos o tempo de contribuição mínimo para homens que ainda não ingressaram no mercado de trabalho (no texto aprovado pela Câmara, isso só vale para quem já está no mercado). Despesa estimada: sem impacto nos primeiros 10 anos;

Servidores – reabre prazo para opção pelo regime de Previdência complementar dos servidores federais.Despesa estimada: – R$ 20 bilhões em 10 anos.

Simples Nacional – exigência de contribuições destinadas a financiamento de benefícios previdenciários concedidos em decorrência de acidente de trabalho ou exposição a agentes nocivos. Despesa estimada: + R$ 35 bilhões em 10 anos.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Religião

ESPECIAL: Documentos do Vaticano mostram Igreja disposta a bater de frente com diretrizes do governo Bolsonaro

Na Amazônia, reinam “a violência, o caos e a corrupção”. A constatação faz parte dos documentos de trabalho preparados por bispos e dioceses como base das discussões para o Sínodo da Amazônia, marcado para outubro em Roma. Nos últimos meses, o governo de Jair Bolsonaro demonstrou profunda irritação em relação ao evento, transformando a reunião entre religiosos em seu mais novo palco de um confronto diplomático internacional.

O conteúdo das propostas, de fato, pode significar uma pressão maior ao governo e uma maior capacidade de mobilização das populações que, hoje, são vítimas de abusos de direitos humanos e esquecidas pelo Estado.

Nos documentos oficiais que circulam entre os religiosos para alimentar o debate, fica claro que a Santa Sé coloca em xeque a atual realidade da exploração econômica da floresta, apresentando-a como uma ameaça para o planeta. Mas é, acima de tudo, o novo papel que a Igreja quer ter na região que causa apreensão nos círculos do poder.

Os documentos de trabalho do sínodo não representam o resultado final da reunião. O texto é, acima de tudo, formado por consultas e sugestões enviadas por dioceses espalhadas pela Amazônia. Após os debates em Roma, o papa Francisco poderá responder aos temas propostos com uma carta apostólica, determinando, então, uma linha de atuação da Igreja.

Bispos que conversaram com a reportagem do UOL sob condição de anonimato dizem que a agenda proposta não deve ser vista como uma afronta à soberania do governo na região e lamentam a forma pela qual a administração Bolsonaro optou por tratar o sínodo como um “ato de resistência” e como se fosse uma “conferência da oposição”.

Os bispos também recusam a acusação de que sejam “de esquerda”, forma pela qual membros do governos os têm classificado.

Nas últimas semanas, diversas foram as reuniões entre membros do Itamaraty a e a diplomacia do Vaticano para tratar do assunto. A chancelaria chegou a deixar claro que via com desconforto alguns dos temas da agenda, assim como a forma pela qual foram apresentados.

Durante os meses de consultas por toda a Amazônia para preparar os documentos de trabalho e a agenda do sínodo, a Santa Sé concluiu que “as comunidades consultadas esperam que a Igreja se comprometa no cuidado da Casa Comum e de seus habitantes, que defenda os territórios e que ajude os povos indígenas a denunciar o que provoca morte e ameaça os territórios”.

A partir das consultas, portanto, uma lista de sugestões foi elaborada para que, em Roma, os religiosos as considerem. Entre as propostas está a de que padres e bispos espalhados pela região abracem as causas sociais, de reforma agrária e ambientais, se distanciando do poder político.

Recomenda-se que a Igreja “assuma sem medo a aplicação da opção preferencial pelos pobres na luta dos povos indígenas, das comunidades tradicionais, dos migrantes e dos jovens, para configurar a fisionomia da Igreja amazônica”.

E a orientação vai além: “rejeitar a aliança com a cultura dominante e o poder político e econômico, para promover as culturas e os direitos dos indígenas, dos pobres e do território”.

O Vaticano não fala de questionar a soberania dos governos e nem insinua a necessidade de dar um “status internacional” para a floresta, um ponto sensível para o Brasil. Mas a Igreja insiste que o atual modelo de exploração não pode ser aceito, nem em termos ambientais e nem no que se refere aos direitos humanos.

Bolsonaro diz que reservas indígenas têm intenção de inviabilizar o país

Em um documento denominado de Instrumentum Laboris, por exemplo, o Vaticano deixa claro: “a vida na Amazônia está ameaçada pela destruição e exploração ambiental, pela violação sistemática dos direitos humanos elementares da população amazônica”. “A ameaça à vida deriva de interesses econômicos e políticos dos setores dominantes”, diz o texto, que aponta ainda para o papel das empresas extrativistas.

Nas consultas realizadas pelo Vaticano em todos os países da região Amazônica, um elemento que surgiu com força foi a conivência do poder com aqueles que ameaçam a floresta. Uma lista dos principais problemas foi elaborada e eles incluem a criminalização e assassinatos de líderes e defensores do território, além de concessões a madeireiras, monocultura e mesmo narcotráfico.

De acordo com o documento, os “clamores amazônicos refletem três grandes causas de dor”:

A falta de reconhecimento, demarcação e titulação dos territórios dos indígenas, que fazem parte integral de suas vidas;

A invasão dos grandes projetos chamados de “desenvolvimento”, mas que na realidade destroem territórios e povos (por ex.: hidroelétricas, mineração – legal e ilegal – associada aos garimpeiros ilegais [mineiros informais que extraem ouro], hidrovias – que ameaçam os principais afluentes do Rio Amazonas – exploração de hidrocarbonetos, atividades pecuárias, desmatamento, monocultura, agroindústria e grilagem [apropriação de terras valendo-se de documentação falsa] de terra);

A contaminação de seus rios, de seu ar, de seus solos, de suas florestas e a deterioração de sua qualidade de vida, culturas e espiritualidades.

Dentro do governo brasileiro, a referência ao direito à demarcação de território e uma citação à autodeterminação são consideradas como “problemáticas”. Há poucas semanas, por exemplo, o próprio presidente indicou que, se dependesse dele, não haveria mais terra demarcada no país.

O Vaticano também denuncia a “penalização dos protestos contra a destruição do território e de suas comunidades, já que determinadas leis da região as qualificam como “ilegais”.

“Outro abuso é a recusa generalizada por parte dos Estados de respeitar o direito de consulta e consentimento prévios aos grupos indígenas e locais, antes de definir concessões e contratos de exploração territorial, não obstante este direito seja reconhecido pela Organização Internacional do Trabalho”, destaca.

Rumo a um ponto sem retorno

Na avaliação da Santa Sé, o aumento de intervenção humana, incluindo incêndios, e mudanças climáticas “estão levando a Amazônia rumo a um ponto de não retorno”.

“O abate maciço de árvores, o extermínio da floresta tropical causado por incêndios florestais intencionais, a expansão da fronteira agrícola e as monoculturas são causas dos atuais desequilíbrios regionais do clima, com efeitos evidentes sobre o clima global, a nível planetário, tais como as grandes secas e as inundações cada vez mais frequentes”, alerta a Igreja.

O sínodo, ainda que seja um momento para que a Igreja defina seu papel na região, não hesitará em fazer denúncias graves.

Num documento da diocese de San José del Guaviare e da Arquidiocese de Villavicencio e Granada (Colômbia), fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru, os indígenas locais apelam: “a terra tem sangue e está sangrando, as multinacionais cortaram as veias de nossa Mãe Terra”, disseram.

Num outro trecho, uma diocese colhe a seguinte descrição da situação: “somos uma região de territórios roubados”. Para a Igreja, portanto, a Amazônia “constitui uma formosura ferida e deformada, um lugar de dor e violência, como o indicam de maneira eloquente os relatórios das Igrejas locais”.

A realidade da Amazônia é ainda descrita como uma que vive “à margem da lei e do direito em muitas de suas regiões”. “O grito de dor da Amazônia é um eco do clamor do povo escravizado no Egito”, comparam os religiosos, numa referência a uma passagem bíblica.

UOL

Opinião dos leitores

  1. Interessante. Ainda não vi um comentario defendendo a Igreja Católica. Parece que as pessoas estão acordando. O cristão verdadeiro está no mundo, mas não é desse mundo. Se os governos militares não permitissem que fosse criado o Polo Industrial de Manaus, ali só haveria pobreza e isolamento. Ah! e muito mato.

  2. E ridículo o papel de uma igreja, que não conserta nem os casos de corrupção e pedofilia, querer interferir em um assunto desse. Por isso a cada dia mais estão perdendo fiéis! Mas, o papa e alguns reprsentantes são comunistas, o que sperar?

  3. Por isso q a IGREJA CATÓLICA perde mais fies a cada ano. Como pode uma igreja apoiar o ABORTO, a CORRUPÇÃO, a IDEOLOGIA DE GÊNERO….. Como fica a cabeça dos seguidores honestos??

  4. Essa igreja satânica matou mais gente do que muitas guerras, adoram falsos santos beatificados por um falso deus que é chamado de papa pelos idólatras, a grande babilônios logo será destruída. Sai dela povo meu! Leiam a bíblia e descubram a verdade,vela o libertará dessa seita que até banco tem, imagine.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Vetos a projeto de abuso de autoridade levam a duelo entre Congresso e Moro

A discussão sobre possíveis vetos do presidente Jair Bolsonaro (PSL) ao projeto de abuso de autoridade virou uma partida de truco entre o Congresso e o ministro Sergio Moro (Justiça), dizem líderes partidários que estão à frente das negociações.

Segundo eles, a cada movimento do ex-juiz da Lava Jato para derrubar a proposta, o Parlamento dobra a aposta e ganha mais adeptos para impor uma derrota ao governo.

O presidente tem indicado que deve utilizar o prazo limite, que termina na quinta (5), para decidir pela sanção ou veto do projeto, o que pode ser feito integral ou parcialmente.

O texto endurece as punições por abuso de autoridade de agentes públicos, incluindo juízes, promotores e policiais.

Bolsonaro afirmou neste sábado (31), em almoço com jornalistas, que pretende vetar nove dos dez pontos da lei, conforme antecipado pela coluna Painel.

Entre os itens que o presidente estaria pensando em vetar, está o artigo que proíbe o uso de algemas em caso de não resistência do preso à atuação policial. Após a derrubada do veto na lei das fake news, ele não descartou sofrer nova retaliação do Congresso caso decida barrar trechos da lei de abuso de autoridade.

Hoje, uma ala do Congresso diz estar disposta a aceitar apenas três vetos –entre eles, o das algemas.

Mais do que isso, diz esse grupo, a proposta seria desconfigurada e Bolsonaro corre o risco de sofrer mais um revés no Legislativo. Ao todo, o texto aprovado pela Câmara tem 44 artigos.

Um parlamentar que acompanha as conversas com o Palácio do Planalto diz que o recado já foi dado aos ministros da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, mas ele ficou ainda mais claro no último dia 28.

Naquela noite, o Congresso derrubou o veto do presidente a penas mais duras para quem propaga fake news. O resultado foi significativo: 326 votos favoráveis à queda do veto na Câmara e 48 no Senado. Pela manutenção da decisão presidencial votaram 84 deputados e apenas 6 senadores.

As negociações, porém, ainda estão em curso. Segundo deputados e senadores ouvidos pela Folha, há um grupo de parlamentares trabalhando para encontrar o que tem sido chamado de ponto de equilíbrio entre os que apoiam a proposta e as bancadas da bala e da Lava Jato, que pregam a desidratação do projeto.

O que está certo é que o presidente não atenderá aos apelos de veto integral do texto. Um grupo de senadores chegou a entregar a Moro um abaixo-assinado com o pedido. O argumento é que o texto aprovado impõe riscos a investigações contra a corrupção.

Na sexta (30), Bolsonaro afirmou que seu veto à proposta será “necessário”, e não “populista”. “Nós reconhecemos que existe em alguns casos o abuso de autoridade. Mas não queremos é interferir no trabalho do combate à corrupção que é importantíssimo no Brasil”, disse.

A declaração, avaliam parlamentares, corrobora a tese de que Bolsonaro está “entre a cruz e a espada”. A expressão foi usada pelo próprio presidente, segundo a líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), após ele receber, na semana passada, um manifesto pedindo o veto de dez pontos.

Joice e os líderes do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), e no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), entregaram a Bolsonaro o documento que tem o apoio de parlamentares e de entidades como a AMB (associação de magistrados) e a Ajufe (de juízes federais).

“Tudo é uma costura política. A gente tem que fazer essa conta, porque o governo ainda tem, no mínimo, três anos e meio pela frente. Temos outros projetos para aprovar. Então, essa matemática política, que tem tantas variáveis, é o que o presidente está fazendo agora”, disse a líder.

Apesar dos esforços para convencer Bolsonaro, integrantes de entidades de classe já reconhecem nos bastidores que são remotas as chances de seus pleitos prosperarem na íntegra.

Hoje, eles admitem que já ficam satisfeitos se o presidente rechaçar ao menos dois artigos: o que estabelece a detenção de magistrados que determinarem prisão preventiva sem amparo legal e o que torna crime o ato de um juiz ou delegado de violar as prerrogativas de advogados caso eles sejam presos preventivamente.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Quero ver os blogueiros gulosos que têm fonte em polícia e em tribunal saírem publicando nome de suspeito tresloucadamente após a vigoração desta lei…

  2. Eu também. Se no Congresso houver, ainda alguém com um mínimo de dignidade, este deverá lutar e prol da decência, isto é, a favor do Digno e Honrado Ministro Sérgio Moro.

    1. Quem defende a sociedade indefesa? Moro ou esse congresso? A resposta é o óbvio, basta ver as decisões dos dois.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Educação

Governo interveio em 6 de 12 nomeações de reitores de universidades federais até agosto

Desde que assumiu a Presidência, Jair Bolsonaro optou por não seguir a vontade da comunidade acadêmica na hora de nomear o novo reitor ou reitora de universidades federais em 6 das 12 oportunidades que teve.

Entre institutos federais, o nome escolhido foi respeitado em 5 das 6 ocasiões. E, em 2 desses 18 casos, o Ministério da Educação (MEC) decidiu nomear uma pessoa de fora da lista porque o processo eleitoral está pendente na Justiça.

O levantamento feito pelo G1 considera as nomeações ocorridas entre janeiro e esta sexta-feira (30). Os dados são de instituições, sindicatos, três entidades nacionais e do próprio MEC.

A escolha dos reitores tem várias etapas, que incluem um processo interno e a posterior aprovação pelo governo federal. Nesse processo, a principal etapa é a indicação por representantes da universidade de uma lista tríplice de candidatos ao cargo. Em boa parte das instituições, ocorre uma consulta pública informal à comunidade acadêmica para definição dos três nomes.

Apesar de a lei permitir que o presidente da República escolha qualquer um dos três nomes, o primeiro da lista é tradicionalmente o escolhido pelos últimos governos.

Em 2018, último ano de Michel Temer, todas as sete nomeações divulgadas pelo MEC foram do candidato mais votado, mesmo quando a pasta questionou juridicamente a lista tríplice.

As sete ocasiões em que o escolhido pela universidade ou instituto não resultou em nomeação neste ano aconteceram na Bahia, Ceará, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

G1

Opinião dos leitores

  1. Enquanto, em países verdadeiramente democráticos, a Democracia começa nas urnas, no Brasil ela termina: uma vez proclamada a eleição, o ungido se reveste de poderes ditatoriais, seja ele de direita, de esquerda ou de centro.

  2. ESSA É A NOVA POLITICA TRAZIDA DO PASSADO: DA DITADURA MILITAR?
    Não são contra Ditaduras?
    Ou a favor?
    O novo não é respeitar a Democracia dentro das regras republicanas do Estado de Direito regido pela Constituição Federal?
    Ou esquece, que não cem ao caso e quem manda sou eu, como no tempo das Monarquias absolutistas?
    Esse é o futuro, a modernidade do atraso!

    1. Ditadura esquerdalha tem que acabar, destruiram o ensino, a moral e os bons costumes dos alunos brasileiros. CANALHAS!

    2. Prezado sabichão… Esta é a nova política trazida das urnas; esqueceu?
      está sendo respeitada a Democracia dentro das regras republicanas do Estado de Direito , sim senhor. E muito bem respeitada.
      Para a escolha de reitores ou dirigentes de IFE o presidente deve escolher um dentre os três nomes que as instituições lhe apresentarem; É exatamente o que tem sido feito.
      Onde está a "Ditadura" ou a monarquia absolutista"que vc está se referindo?
      Aceita que dói menos…

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

Moro atribui queda de mortes violentas a ações dos governos, transferências de chefes de facções e apreensões de drogas

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, atribuiu a queda no número de mortes violentas no país a esforços de governos locais e do governo federal, citando recordes de apreensão de drogas e transferência de chefes de facções criminosas para presídios federais como medidas que surtiram efeitos nos índices de criminalidade. Moro também afirmou que o governo está com uma política de tentar retomar o controle de vários presídios do país.

“Apesar da redução, vamos reconhecer: os números ainda são altos. Precisamos melhorar muito mais”, afirmou Moro, em entrevista exclusiva à GloboNews.

O G1 publicou neste domingo (1º), dentro do Monitor da Violência, o balanço de mortes violentas do primeiro semestre de 2019. Houve uma queda de 22% em relação ao mesmo período do ano passado. O índice nacional criado pelo G1 considera os homicídios dolosos (incluindo feminicídios), latrocínios (roubos seguidos de morte) e lesões corporais seguidas de morte.

A redução dos homicídios foi antecipada pelo G1 no balanço dos dois primeiros meses do ano, que apresentaram baixa de 25% em relação ao mesmo período do ano passado.

Apesar de o ministro citar medidas tomadas em 2019 para justificar a queda de mortes violentas, os dados do Monitor da Violência apontam uma tendência de queda desde o ano passado, durante o governo Temer. O balanço das mortes violentas de 2018 mostra que o ano teve a maior queda desde 2007, segundo a série histórica do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, com 13%.

“Houve um esforço maior, tanto dos governos locais como também do governo federal, contra a criminalidade em geral”, afirmou Moro.

“O mérito é também do governo federal porque assistimos basicamente a uma redução da criminalidade em todo o país, o que nos leva a crer que existe uma causa nacional para a redução da criminalidade. Entre elas, recordes de apreensão de drogas, especialmente cocaína pela Polícia Federal, pela Polícia Rodoviária Federal, e o incremento da política de transferência e isolamento das lideranças criminosas.”

“Muito da criminalidade violenta está relacionada à criminalidade organizada. São lideranças criminosas ordenando assassinatos. E uma das primeiras coisas feitas pelo governo federal junto com o governo de São Paulo foi a transferência e o isolamento das principais lideranças criminosas do país em presídios federais. [Houve] uma mudança também no regime de visitação dos presídios federais, que impactou a capacidade dessas lideranças transmitirem ordens para a prática de crimes no mundo externo. Nós estamos com uma política de tentar retomar o controle de vários presídios do país”, disse.

O ministro criticou o argumento de que a queda também se dá por conta de um trégua entre facções, hipótese levantada por especialistas ouvidos pelo G1 sobre casos como o do Ceará, estado que teve a maior queda de mortes violentas no período.

“Essa acomodação é um tanto quanto questionável. Tivemos por exemplo neste ano dois massacres em presídios estaduais, um no Amazonas e um no Pará, que envolviam conflitos entre facções criminosas. Não sei se existe, de fato, essa acomodação e essa trégua. O que existe é uma política mais dura do governo federal.”

Moro afirmou que o governo tem que “perseguir uma redução cada vez maior desses índices”. “Nos acostumamos por tanto tempo [à criminalidade] e houve crescimento significativo nos últimos 10 anos, 15 anos. Começamos a achar coisas normais, como a taxa relativa de 30 por 100 mil habitantes de homicídios”, disse.

“O que nós temos que fazer? Adotar políticas públicas que nos tragam índices menores, aceitáveis, vamos dizer assim. Crime sempre vai existir, mas aceitável no sentido de ele não ser esse absurdo. Por outro lado, se nós chegarmos lá, que pretendemos chegar, ainda assim temos que nos preocupar em não deixar o descontrole novamente dominar.”

G1

Opinião dos leitores

  1. Concordo contigo, Lúcia! Só não concordo quando chamas hipocrisia de Santa. Hipocrisia é coisa do diabo, onde com certeza estão enrustidos todos esses políticos FDP's.

  2. SANTA HIPOCRISIA!
    Quando o resultado das pesquisas são favoráveis, elas são verdadeiras. Mas basta que elas demonstrem coisas desfavoráveis que logo é dito que elas são falsas e desqualificadas.

    1. Chora não esquerdalha, ele vai deixar mais longe o sonho de vocês voltarem a roubar os cofres públicos brasileiros. Hehehe

  3. Verdade ministro, e não está melhor porque o congresso ainda não aprovou o seu pacote, Bolsonaro tirou o coaf de sua visão, e ainda estão querendo retaliar suas ações com aprovação de intervenções que favorece a impunidade, como o abuso de autoridade e tentando desmontar a estrutura da PF do RJ.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Maioria dos eleitores de Bolsonaro defende verba estrangeira para a Amazônia

A resistência de Jair Bolsonaro em aceitar recursos de países da Europa para auxiliar o combate às queimadas na Amazônia não encontra eco nem entre seu eleitorado mais cativo.

Detalhamento do Datafolha mostra que, entre os que admitem ter votado no presidente, 60% dizem que o governo deveria aceitar dinheiro de outras nações para conter o desmatamento. Outros 36% defendem rejeitar a oferta. A proporção se repete quando a análise é circunscrita a partidários do PSL.

Antes de admitir aceitar ajuda internacional, Bolsonaro ironizou o corte de repasses da Alemanha e da Noruega para o Fundo da Amazônia.

O discurso ofensivo do presidente contra ONGs ambientalistas também não foi capaz de levar a um ponto fora da curva o percentual de eleitores dele que vê essas entidades como tendo “muita responsabilidade” pelo desmatamento na região.

Entre os que declaram voto em Bolsonaro, 39% dizem que as ONGs têm muita responsabilidade pelo desmatamento, 34% veem pouca responsabilidade e 20% nenhuma. Os índices globais do levantamento são 31%, 35% e 27%, respectivamente.

Por mais de uma vez, sem qualquer indício concreto, o presidente lançou suspeitas de que “ongueiros” estivessem por trás das queimadas.

Painel/Folha de S.Paulo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Previdência privada não cresce desde 2016

O andamento da reforma da Previdência no Congresso, que tem como uma das mudanças a redução no valor das aposentadorias, não serviu para elevar o número de brasileiros que investem em previdência privada.

Há cerca de 13 milhões de investidores em planos privados, o mesmo número desde 2016, segundo a Fenaprevi (entidade das empresas de previdência privada aberta).

O que mudou recentemente é que, aqueles que já tinham a aplicação, voltaram a investir com os suspiros de recuperação da economia brasileira.

Os números de captação líquida (diferença entre aplicações e resgates) voltaram a subir, após terem desacelerado na recessão, e o saldo da reserva (o dinheiro acumulado nos fundos) continua subindo.

“O mercado de previdência privada é pró-cíclico. Quando a economia cresce, ele também cresce”, afirma Jorge Nasser, presidente da FenaPrevi, que põe na conta da lenta retomada a dificuldade de fazer o segmento deslanchar.

“O tamanho do mercado de previdência vai depender da capacidade de geração de renda. Houve uma recuperação pontual nos últimos dois meses, mas não acho que o movimento foi grande o suficiente para dizer que mudamos de patamar”, afirma Rogério Calabria, superintendente de produtos do Itaú.

Os 13 milhões de investidores de planos de previdência equivalem a cerca de um terço do número de trabalhadores com carteira assinada do país —fatia da população com renda estável e superior à dos informais e dos que trabalham por conta própria.

Como o mercado de trabalho se recupera com a ocupação desses dois últimos grupos, a renda média do trabalho está em queda: fechou o trimestre encerrado em julho em R$ 2.286, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística); pouco mais de dois salários mínimos.

Especialistas enfatizam que todos deveriam ter recursos para poupar, mas isso acaba não ocorrendo porque a educação financeira é baixa e também por causa da economia.

“Desde 2015 a crise leva as pessoas a terem que, em vez de poupar, retirar dinheiro. E assim elas não podem aplicar em alguma coisa que tenha prazo longo”, afirma o professor Michael Viriato, do Insper.

Do ponto de vista prático, a previdência privada serve para complementar a aposentadoria pública, garantindo que o trabalhador não tenha queda na renda ao deixar o mercado de trabalho.

O ponto é que grande parte da população tem pouca necessidade de complementar a renda na velhice porque se aposenta com valores próximos ao que recebia na ativa, entre um e dois salários mínimos. A fatia dos aposentados que recebem até dois mínimos é de 83%.

A Previdência pública no Brasil repõe 82% da renda do período ativo, uma das mais altas taxas do mundo.
Até aqui quem efetivamente precisava poupar era o trabalhador com salário maior que o teto da Previdência, que é de R$ 5.839. Independentemente das contribuições, a renda da aposentadoria é limitada a esse patamar.

São os trabalhadores com maior renda e maior capacidade de poupança. E poderiam ser estimulados por planos de previdência oferecidos pelos empregadores —mas aqui também pesa a dificuldade de retomada do emprego formal e a mudança nas relações de trabalho.

Gilberto Abreu, diretor de investimentos do Santander, estima que só 25% da população que ganha acima do teto tem investimentos para complementar a renda. E acrescenta ainda outra lacuna: essas pessoas podem ter planos de previdência, mas não estão calibrados para garantir que eles poupem mensalmente o suficiente para efetivamente complementar a renda.

“O grande buraco é quem tem [previdência], mas é insuficiente”, diz.

Enquanto isso, o mercado se esforça para olhar para a base da pirâmide. O Santander lançou um plano de previdência de renda fixa com taxa de administração de 1% ao ano e aplicação mínima de R$ 30 —85% do dinheiro da está na renda fixa. A taxa média de administração desses planos está 1,8% ao ano.

Tradicionalmente os custos da Previdência são elevados, o que era possível em um cenário de juros altos. A Selic a 6% e a expectativa de que ela fique em um patamar ainda menor por um longo período fazem com que os custos minem a rentabilidade do investimento.

A queda da taxa passa a ser uma estratégia de venda, a exemplo do que ocorreu com as taxas de carregamento (que ficavam com um percentual do dinheiro aplicado e retirado do investimento) no ano passado.

Ainda assim, não significa que o produto passará a atrair investidores de forma mais ampla.

“O brasileiro já não poupa por si, ainda mais em planos de previdência que foram super mal falados. As pessoas ficam com preconceito de aplicar”, completa Viriato.

Folhapress

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Educação

MEC vai lançar campanha de escolas cívico-militares

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

O governo pretende lançar a partir de terça (3), em meio à chamada Semana da Pátria, uma campanha nas redes para apresentar o programa de escolas cívico-militares. O Ministério da Educação planeja uma divulgação bifuncional: que alardeie qualidades e combata críticas à “militarização do ensino”.

Promessa de campanha de Jair Bolsonaro, as escolas cívico-militares são criticadas por entidades de educação que questionam a aproximação de integrantes das Forças Armadas dos colégios.

A adesão ao programa será voluntária. O MEC estuda propor que os dirigentes de ensino sujeitem a consulta pública o ingresso de suas escolas no modelo cívico-militar, o que ampliaria a percepção de adesão da comunidade ao projeto.

A ideia é que o próprio presidente protagonize a divulgação do programa. Seria o primeiro anúncio ligado à educação em seu mandato.

Painel/Folha de S.Paulo

Opinião dos leitores

  1. Outra coisa Rimnaldo azevedo militar não é cachorro para ser adestrado. Muitos deve ter até mais educação que vc .tá ok

    1. O pior é que o treinamento inicial para oficiais temporários é chamado de “adestramento”.
      Por que será mesmo, hem?

    2. Apesar de não ser bolsonarista e tão pouco achar que uma escola militar vai fazer o papel dos pais que é educar. Só uma observação fui militar por 8 anos e o termo adestrado é usado normalmente na caserna, o militar não se sente ofendido por esse termo.

  2. Rinaldo. às escolas civis públicas hj são foco de drogas é sexo infelizmente os professores perderam o controle. Educação é disciplina são essências.

    1. Amigo a educação tem que começar em casa, a escola é apenas uma extensão! O papel do professor é ensinar os pais devem educar, agora chega um monte de criança na escola que em casa não recebem educação, aí querem colocar culpa nos professores , a culpa é de quem é responsável pela aducacao!!!

  3. Rinaldo. às escolas civis públicas hj são foco de drogas,os professores perderam o controle. Educação é disciplina são essências.

  4. Escola e Militares para militares.
    Escolas Públicas civis para civis.
    Militares precisam ser adestrados e por isso recebem instrução militar.
    Civis precisam ser educados e por isso recebem formação.
    Essa diferença é essencial para compreendermos a diferença e não confundir os alhos com bugalh8s quetendo transformar uma coisa na outra para transforma o Estado civil brasileiro num Estado Militarizado.
    É bom acordar, pois esse filme já passou uma vez na Alemanha Nazista e todos vimos no que deu no final. Comeca sempre com ótimas intencoes e termina em guerra, sangue e terror.

    1. Estamos vendo o contrário. As escolas militares educando e as escolas públicas adestrando os nossos jovens.

    2. creio que esse rinaldo , todo cheio de teoria, ou não estuda ou não tem filhos e se tiver estudam em escolas muito bem pagas.. aquelas mais caras.
      Proponho que faça uma pesquisa, mesmo que informal, nas periferias, dentre aqueles que necessitam de educação, de oportunidades e tenha coragem de apresentar o resultado…Não terá essa ousadia.
      De teorias frustadas o inferno está lotado, meu caro.
      Tá desculpado pelas baboseiras.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Em Tibau, Governo investe R$ 400 mil via Microcrédito

A governadora Fátima Bezerra fez a entrega de 139 cheques do Microcrédito do Empreendedor a pequenos empresários do município de Tibau. Foram quase R$ 400 mil investidos, por meio da Agência de Fomento do Rio Grande do Norte (AGN), na economia local. O evento foi realizado neste sábado, 31, em frente à prefeitura e ao som da Orquestra Filarmônica da cidade.

“Esse não é nenhum favor que a governadora está fazendo e sim uma obrigação do Governo que governa para todos e todas, mas olhando principalmente para aqueles que mais precisam. Imaginem nesse tempo em que estamos vivendo de economia patinando, de desemprego, de calamidade financeira do Estado. Nesses momentos é que o Estado tem que ter criatividade, energia, coragem, ideia, iniciativa. O Microcrédito é um exemplo disso, que financia os pequenos empreendedores que estão principalmente nas áreas de comércio e serviços”, destacou Fátima. Ela ressaltou ainda a vantagem dos juros zero para quem pagar em dia o financiamento do Programa.

Além disso, Fátima tratou das últimas ações que o Governo vem desenvolvendo como o projeto de lei Moto Legal e a melhoria de estradas, previstas no Plano de Recuperação das Rodovias Estaduais que deverá ser lançado na próxima semana. “Até dezembro não vamos deixar nenhum buraco nas principais estradas do RN”, antecipou.

O agricultor Jercino Augusto, um dos beneficiados com a iniciativa em Tibau, disse que com o dinheiro irá abrir um comércio de frutas. “Esse cheque representa o começo de uma nova história para melhorar a qualidade de vida, tanto minha como da minha família”, disse seu Jercino.

Para Elias Nascimento, que tem uma loja na cidade de produtos para tratamento e manutenção de piscinas, o empréstimo veio em boa hora. “O período de alta estação está chegando e é quando eu vendo um pouco mais. Vou comprar produtos para estocar e poder melhorar meu ganho”, planejou.

Só neste ano, o Programa beneficiou cerca de 3.500 microempreendedores, investindo mais de R$ 10 milhões em todas as regiões do Estado e estimulando a geração de emprego e renda. Somente nos últimos três dias foram investidos R$ 647 mil para 220 beneficiados em seis municípios: São Gonçalo do Amarante, Patu, Mossoró, Tibau, Itajá e Lajes.

Na solenidade de entrega dos cheques, a diretora presidente da AGN, Márcia Maia, revelou que os participantes têm uma satisfação muito grande com o Programa. De acordo com uma pesquisa de satisfação realizada pela Agência, mais de 95% dos clientes estão satisfeitas com os serviços prestados. “Em épocas de crise econômica muitas pessoas começam a empreender para ter uma renda por necessidade e muitas vezes se descobrem com talento para ser empreendedores”, acrescentou.

O prefeito de Tibau, Josinaldo Souza, mais conhecido como Naldinho, também esteve presente e destacou as ações do município. “É município e Estado somando esforços. Isso para mim, enquanto gestor, é muito gratificante”, frisou. Na ocasião, Naldinho fez a entrega de um veículo para os pacientes de hemodiálise e assinou a ordem de serviço de drenagem da rua Arabaiana.

O deputado Souza participou do evento e acrescentou: “Saiba que todos aqui acreditam no seu Governo Fátima, mesmo diante de tantas dificuldades, mas dia a dia você vem superando as dificuldades para colocar o Rio Grande do Norte em novos rumos. Obrigado por estar aqui fazendo esta solenidade, colocando emprego e renda para o nosso povo.”

Também participaram da solenidade de entrega dos cheques titulares da administração direta e indireta do Estado – Crispiniano Neto (FJA) e Alexandre Lima (Sedraf); representante do senador Jean Paul Prates; vereadores de Tibau, Daniel Santos, Nildo Nunes, Adeilton Teixeira e Raimundo Isaías; gestores municipais, lideranças locais e população da região.

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

Brasil tem queda de 22% no número de mortes violentas no 1º semestre, revela Monitor da Violência

O Brasil registra uma queda de 22% nas mortes violentas no primeiro semestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2018. A região Nordeste é a que tem a maior diminuição. É o que mostra o índice nacional de homicídios criado pelo G1, com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal.

Em seis meses, houve 21.289 assassinatos, contra 27.371 no mesmo período do ano passado. São 6 mil a menos.

O Nordeste responde por mais da metade dessa queda (3.244 mortes a menos), ou seja, 53% do total no país.

A tendência de queda nos homicídios foi antecipada pelo G1 no balanço dos dois primeiros meses do ano, que apresentaram redução de 25% em relação ao mesmo período do ano passado, e no balanço das mortes violentas de 2018, que teve a maior queda dos últimos 11 anos da série histórica do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, com 13%.

O número de assassinatos, porém, continua alto. O dado mostra que há uma morte violenta a cada 12 minutos no Brasil – 118 por dia, em média.

O levantamento faz parte do Monitor da Violência, uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Os dados apontam que…

– Houve 6.082 mortes a menos nos primeiros seis meses de 2019;
– Todos os estados apresentaram redução de assassinatos no período
– Três estados tiveram quedas superiores a 30%: Sergipe, Rio Grande do Norte e Ceará
– O Ceará, aliás, respondeu sozinho por 1/5 da queda nas mortes no Brasil
– A queda no Nordeste foi a maior entre as regiões do país: 27%

Opinião dos leitores

  1. E se moro tivesse seu projeto aprovado, cairia bem mais, entretanto o congresso e o governo não tem a mesma vontade

  2. Que ótima notícia. Bom trabalho, novamente, do Moro e do Presidente. Aos poucos as coisas vão melhorando, apesar da esquerda e da imprensa corrupta.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *