O advogado Ricardo Escobar, que defende o ex-delegado de Polícia Federal Sílvio de Oliveira Salazar, demitido pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, informa que seu cliente está recorrendo da decisão administrativa.
Em nota enviada ao Blog, Escobar diz que o processo disciplinar que levou à demissão “não obedeceu aos ditames da ampla defesa e do contraditório”.
Conforme este Blog divulgou, Moro demitiu o delegado Salazar, que foi processado sob a acusação de formação de quadrilha, tráfico de influência, violação de sigilo funcional e corrupção passiva. [veja aqui o post com a portaria].
Em sua decisão, Moro cita, entre outras irregularidades praticadas por Salazar, “publicar, sem ordem expressa da autoridade competente, documentos oficiais, embora não reservados” e “divulgar, através da imprensa escrita, falada ou televisionada, fatos ocorridos na repartição”.
Escobar afirma que “o vazamento precisa ser devidamente comprovado, por meio de correspondente processo administrativo e, ou judicial, em que se demonstre ter o servidor violado o seu dever legal de sigilo”.
Segundo a defesa de Salazar, o ato de demissão “já foi objeto de ação judicial anulatória que, ao final, provará a sua inocência”.
Folhapress
O escritor Olavo de Carvalho afirmou nesta sexta-feira (12) que a ida do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para a embaixada do Brasil em Washington seria um “retrocesso” e representaria “a destruição da carreira” do parlamentar.
Em um vídeo publicado no YouTube, o guru da família Bolsonaro disse que o deputado assinou um requerimento para a criação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar o Foro de São Paulo —organização que reúne partidos de esquerda na América Latina— e que ele deveria se dedicar a esse tema no Parlamento.
“Essa CPI arrisca ser o acontecimento mais importante da nossa história parlamentar”, disse Olavo.
“Você não pode começar uma coisa dessa envergadura, desse valor e importância, para depois assumir um posto diplomático em que você não vai poder nem falar do assunto. O diplomata tem lá as suas obrigações regulamentares e não vai poder nem ficar falando do Foro de São Paulo. Isso seria um retrocesso, seria a destruição da carreira do Eduardo Bolsonaro”, acrescentou o escritor, que vive no estado da Virgínia, nos Estados Unidos.
Apesar de ter se manifestado contra a eventual nomeação, Olavo destacou que “está com Eduardo com o seu pai até a morte” e que é amigo dos dois.
O presidente Jair Bolsonaro anunciou na quinta-feira (11) que decidiu indicar seu filho Eduardo como embaixador do Brasil nos Estados Unidos, mas que a decisão de aceitar ou não o cargo cabia ao deputado.
A fala do mandatário ocorreu um dia depois do aniversário de 35 anos do parlamentar, idade mínima requerida para o posto.
A divulgação ocorreu fora dos padrões diplomáticos —a praxe é que o nome de um novo embaixador só seja conhecido depois de consultas formais ao país que receberá o novo embaixador, um trâmite conhecido por agrément.
A possibilidade gerou fortes reações, que vão desde a inexperiência de Eduardo para ocupar a principal função da diplomacia brasileira no exterior a críticas de que o caso configuraria nepotismo.
Tanto Bolsonaro quanto Eduardo dizem que não há nepotismo na indicação. Eles argumentam que o envio do filho do presidente da República para Washington colocaria as relações dos dois países em um outro patamar e ajudaria a estreitar os laços entre Brasil e Estados Unidos.
Escreve quem conhece BANDIDAGEM…exemplo é o ídolo verme PTralha Lula
Melhor do que roubar a nação como fazia a família luladrão. Da mulher, filhos, primos e irmãos, tendo ele como o grande chefão.
Piada pronta é convivermos com a corrupção.
Será que ele vai comprar laranja lá ou vai levar daqui?
E não temos um filho do presidente que roubava os cofres públicos do RJ juntamente com milicianos? Ou só vale o roubo do PT? Esse pessoal do PSL deveria fazer uma lavagem na consciência e criticar também os próprios ladrões.
No carro de Pedro Madureira Neto, 39, o chá e o cafezinho são cortesia que o motorista criado no interior faz questão de manter. Mas um cardápio dá outras opções: o passageiro da Uber, 99 ou Cabify pode escolher comprar chiclete, amendoim, chocolate, refrigerante, água de coco e até uma cerveja antes de chegar ao destino. Os preços variam de R$ 2 a R$ 9.
As corridas por aplicativo são uma espécie de bico que Pedro faz para não perder a viagem da sua casa, na zona sul de São Paulo, ao trabalho como tecnólogo em construção civil numa empresa na zona norte da cidade. As vendas durante o percurso garantem mais um extra —em média R$ 50 por semana.
Ele é um dos poucos motoristas que atingiu as cinco estrelas na avaliação e garante que a oferta de produtos não prejudicou a nota.
Isso porque “não é camelô”, diz Marlon Luz, 38, que oferece desde kit com escova e pasta de dente até snacks. Já apostou na cerveja long neck a R$ 5 durante o Carnaval, que “vendeu bem fácil”, mas o maior sucesso, diz, é o combo para celular: carregador portátil, cabo USB e fone de ouvido. Principalmente para quem vem e vai ao aeroporto.
“Não ofereço para não amolar o passageiro, mas tem uma plaquinha indicando quais são os produtos disponíveis. A pessoa pede se quiser e nunca ninguém reclamou”, diz Marlon.
As vendas inauguram um novo mercado: kits ou caixas de produtos feitos por empresas para serem vendidos dentro dos carros. Algumas fabricantes negociam diretamente com os condutores, como é o caso dos acessórios para celular da Multilaser.
Há também uma parceria institucional da Uber desde maio com o posto de combustíveis Ipiranga e uma empresa de lanches rápidos, a Cargo, em São Paulo e no Rio de Janeiro. O motorista pega na loja de conveniência uma caixa com snacks, bebidas e doces, vende nas corridas e fica com parte do lucro. O cliente pode pagar sem intermediação, basta escanear um QR Code.
A Cabify afirma que não é contra a comercialização, embora ainda não tenha contrato com fornecedores.
Já a 99 se diz favorável ao movimento e afirma ter conversas avançadas com empresas para firmar parcerias do tipo.
Marlon vê a iniciativa como “oportunidade de faturar um pouquinho a mais com o mínimo de esforço e ainda ganhar melhores avaliações”, diz.
Bem, isso na categoria mais barata de viagens por aplicativo, diz o motorista Anderson Mendes, 37. Ele dirige um carro luxuoso, com corridas mais caras, e acha que as guloseimas não agradaram.
“Funciona com um público mais jovem. Mas teve quem deu nota mais baixa”, diz. Isso porque as pessoas se acostumaram a ter água e bala de graça, defende Anderson. “Aí quando você explica ‘esse aqui tem que pagar’ a pessoa te olha torto. Uma moça insistiu em pegar dizendo que o filho ficou com vontade ao ver o chocolate”, conta.
Contrariando declarações recentes do presidente Jair Bolsonaro, um documento assinado pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, encaminhado à Câmara dos Deputados, informa que, de um total de 8 mil trechos licitados, 4.204 pontos devem começar a ser monitorados por radares do governo ainda em 2019. Os contratos citados fazem parte de um edital de 2016, publicado na gestão do ex-presidente Michel Temer, que dividia as rodovias em 24 lotes, 18 licitados até o início deste ano.
As empresas contratadas deveriam fazer a instalação dos radares, a um custo total de R$ 1 bilhão. Mas no início do governo o presidente contestou a instalação. “Após revelação do @MInfraestrutura de pedidos prontos de mais de 8.000 novos radares eletrônicos nas rodovias federais do País, determinei de imediato o cancelamento de suas instalações. Sabemos que a grande maioria destes tem o único intuito de retorno financeiro ao Estado”, publicou o presidente em sua conta no Twitter no dia 31 de março. “Demos um golpe na indústria da multa e ainda economizamos.”
Preocupado com o teor das declarações do presidente, o deputado Ivan Valente (PSOL-SP) cobrou explicações ao ministro da Infraestrutura, que enviou resposta no dia 11 de junho.
No documento, Freitas diz que, “considerando o contingenciamento orçamentário, ficou demonstrada a possibilidade de monitorar, no exercício de 2019, 4.204 pontos. Nesse cenário, haverá priorização dos pontos de maior criticidade”, diz. No caso, também se explica que não há nenhum veto à instalação dos demais aparelhos.
No texto de dez páginas enviado à Câmara, o ministro defende a importância dos radares para a redução de acidentes e mortes nas vias federais. Mas ressalta que nem sempre o aparelho é a melhor alternativa para reduzir acidentes. Segundo o documento, uma alternativa possível, conforme critérios técnicos, é eliminar ou substituir radares por manutenção da via, adequação do traçado da pista, melhoria da sinalização horizontal e vertical, implementação de passarelas e iluminação.
O ministro diverge do presidente ao dizer que uma possível redução do total de radares, caso ocorra, será por causa do contingenciamento orçamentário da União e critérios técnicos. Bolsonaro alega a existência de uma “indústria das multas”.
“É importante ressaltar que a definição da localização de radares em rodovias federais é uma questão puramente técnica e tem base na avaliação de segmentos críticos, ou seja, definidos em função dos registros de acidentes e da probabilidade de novas ocorrências”, afirma o documento do ministro.
Freitas acrescenta, ainda, que o Dnit tem celebrado contratos decorrentes do edital firmado em 2016, mas a execução integral pode esbarrar na situação fiscal do País. “Por isso se faz necessária uma avaliação dos pontos críticos, onde os acidentes são causados por excesso de velocidade.”
Justiça
Procurado, o Planalto encaminhou a demanda ao Ministério da Infraestrutura, que o repassou ao Dnit. O departamento informou que está para ser homologado um acordo entre Ministério da Infraestrutura, Ministério Público Federal e o próprio departamento que permitirá a instalação de radares (em menor número) nos pontos mais sensíveis, prioritariamente em áreas urbanas.
Segundo o órgão, o novo número de radares (sem citar a quantidade) “está coerente com a disponibilidade orçamentária do Dnit para tal finalidade”. “Caso o acordo seja efetivamente homologado, o Dnit entende que o assunto está concluído em relação ao planejamento para 2019, restando apenas sua execução, conforme os termos previstos na negociação”, diz o órgão de trânsito.
Segundo o Dnit, tal acordo envolve decisão judicial de 10 de abril, da 5.ª Vara Federal Cível de Brasília, que determina que o governo se abstenha de retirar radares das rodovias e impõe a renovação, em caráter emergencial, de contratos com concessionárias que fornecem os medidores de velocidade. A magistrada atendeu a uma ação popular movida contra a União após as declarações de Bolsonaro no Twitter.
O número de aparelhos a ser instalado, porém, é menor do que o previsto no documento enviado à Câmara. O acordo envolveria cerca de mil aparelhos e dois mil trechos, em um prazo de dois meses.
Entre 2012 e 2018, o total de acidentes em rodovias federais caiu de 184 mil para 69 mil. Já as mortes recuaram de 6.987 para 4.496 no mesmo período. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
O lobby da indústria da multa continua imbatível. R$1 bilhão é muita grana. Daria, se bem usado, para dotar as BRs do Brasil com as melhores sinalizações verticais e horizontais. Mas, o que essa galera do Denit quer mesmo é ir fundo no bolso do contribuinte.
Envolvido na elaboração das medidas para estimular o crescimento na fase pós-Previdência, o ministro da Economia, Paulo Guedes, decidiu se recolher e só comentar o resultado da reforma após a votação final da proposta pelo plenário da Câmara.
Depois da crise política provocada por críticas feitas pelo ministro na época da apresentação do parecer do relator Samuel Moreira (PSDB-SP), na fase da Comissão Especial, a tática traçada foi a de evitar ruídos desnecessários. Isso porque, no plenário, havia risco elevado de uma desidratação da economia na votação dos destaques com a mobilização da oposição e de lideranças dos partidos do Centrão, bloco informal independente ao governo que reúne DEM, PP, PL, Solidariedade e PRB.
Teve início uma maratona de mais de 48 horas que levou ao plenário força-tarefa de técnicos da equipe econômica para barrar os destaques mais perigosos.
A comemoração do ministro foi reservada no seu gabinete depois que um assessor interrompeu uma reunião de trabalho, na noite de quarta-feira (10), para informar que a proposta tinha sido aprovada por 379 votos. Na hora da comemoração, aplausos de todos os presentes. Guedes atribuiu a vitória ao trabalho de toda a equipe. Na segunda-feira (15), o ministro reunirá seus colaboradores para decidir se espera a votação do segundo turno após o recesso para anunciar as medidas ou se as lança imediatamente.
Mantido informado a todo momento dos detalhes da negociação pelo seu secretário de Previdência, Rogério Marinho, Guedes deu o sinal verde para a negociação de acordo com a oposição que acabou destravando a votação dos destaques (sugestões de mudança ao texto-base). A conclusão do primeiro turno revelou Alessandro Molon (PSB-RJ) como o líder de oposição.
O governo cedeu e autorizou que o tempo mínimo de contribuição dos homens na reforma ficasse em 15 anos – a proposta aprovada na quarta-feira previa 20 anos. Articulador do acordo, Molon contou, em discurso no plenário, que Guedes soube entender a crueldade da regra e acabou aceitando o destaque.
Durante toda a jornada de votação, Marinho e seu time na retaguarda não deixaram o plenário. O bunker da equipe econômica foi instalado no gabinete do líder da maioria, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).
No plenário, o secretário fez um corpo a corpo com os parlamentares que ainda estavam em dúvida sobre como votar (sim ou não à reforma), explicando detalhes dos destaques que seriam votados. Para autoridades que telefonavam, a pedido dos deputados, transmitia segurança sobre itens da proposta que já tinham até mesmo sido vencidos na Comissão Especial.
Em pelo menos duas ocasiões, passou o telefone para o seu adjunto, Bruno Bianco, para dar explicações sobre a aposentadoria para as pessoas com deficiência – uma preocupação que estava presente no plenário. Envolvidos nas negociações finais desde sábado, Marinho e Bianco não conseguiram dormir mais do que três horas por dia.
Tensão
Assessores contam que um dos momentos de maior tensão foi na votação do destaque 44, que poderia retirar R$ 110 bilhões da economia da reforma. O destaque, apresentado pelo PDT, retirava o pedágio de 100% da regra de transição – que acabou rejeitado, para alívio do governo. O destaque foi apresentado pelo PDT, mas havia um acordo para que a mudança fosse rejeitada em troca de apoio à proposta da mesma sigla que abrandava as regras das professores.
No entanto, no meio da votação, o PDT orientou sua bancada a se posicionar favorável à mudança. Foi um dos técnicos da equipe econômica que percebeu o que estava acontecendo. Nem Marinho nem Maia estavam nesse momento no plenário. Eles foram chamados e começou a movimentação para reverter a situação.
Moreira subiu à tribuna para explicar o destaque e alertar sobre o impacto que teria na economia. “São quase R$ 200 bilhões, vamos destruir a reforma da Previdência.”
Para o deputado, Darcisio Perondi (MDB-RS), os negociadores tiveram êxito ao se aproximarem do PSB, PDT e PCdo B, isolando o PT. “Um deputado ao meu lado comentou que quando viu o DEM orientando o mesmo voto do PSB e do PDT perguntou se tinha acordado de um sonho.”
Estadão Conteúdo
O prazo para que as micro e pequenas empresas (MPE) excluídas do Simples Nacional solicitem retorno ao sistema termina na próxima segunda-feira (15). A orientação consta da Resolução nº 146, do Comitê Gestor do Simples Nacional, da Receita Federal.
O Simples Nacional é regime tributário diferenciado, que reúne, em um único documento de arrecadação, os principais tributos federais, estaduais, municipais e previdenciários devidos às MPEs.
Conforme detalha a resolução, a possibilidade de retorno se aplica a negócios de pequeno porte que tenham sido retirados do sistema em 1º de janeiro de 2018. A outra condição é de que tenham aderido ao Programa Especial de Regularização Tributária das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte optantes pelo Simples Nacional (Pert-SN). É necessário ainda que a MPE não apresente nenhuma das restrições previstas na Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006.
De acordo com a lei, não podem aderir ao Simples Nacional, por exemplo, empreendimentos que trabalhem com importação ou fabricação de automóveis e motocicletas. Atacadistas de cigarros, armas de fogo, pólvoras e explosivos também entram na categoria daqueles que não estão habilitados à inscrição.
Foi publicada em 03 de julho de 2019 a Resolução do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) nº 146, de 26 de junho de 2019, que regulamentou a possibilidade de as empresas excluídas do Simples Nacional em 1º de janeiro de 2018 poderem realizar nova opção por esse regime. A nova opção foi autorizada de forma extraordinária pela Lei Complementar nº 168, publicada em 12 de junho de 2019.
Três dias após o site The Intercept Brasil divulgar as primeiras mensagens atribuídas ao então juiz Sergio Moro (hoje ministro da Justiça) para o procurador Deltan Dallagnol e colocar em xeque sua condução do processo da Lava-Jato, Jair Bolsonaro (PSL) levou o seu ministro às tribunas do estádio Mané Garrincha, em Brasília, para assistir à partida entre CSA e Flamengo pela Copa do Brasil.
O evento rendeu foto nas redes sociais oficiais do clube com diretores do Flamengo ao lado de Moro e Bolsonaro, este com uma camisa rubro-negra autografada (o presidente é torcedor do Palmeiras e do Botafogo). A postagem recebeu críticas, elogios e colocou, mais uma vez, o time no meio do polarizado debate político brasileiro.
Antes, no dia 31 de março (data em que o golpe de 1964 completou 35 anos), clubes como Corinthians, Vasco e Bahia se posicionaram contra uma possível celebração da data e recordaram a luta pela democracia. O Flamengo ficou em silêncio.
Um grupo de torcedores do clube, no entanto, se reuniu na sede de remo para lembrar a morte de Stuart Angel, atleta rubro-negro perseguido e assassinado pela ditadura militar. Um dia depois, a diretoria do Flamengo emitiu nota negando participação no ato e dizendo que a instituição “não se posiciona sobre assuntos políticos”.
Angel foi bicampeão carioca de remo pelo Flamengo em 1964 e 1965 e era também integrante do Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8, que ficaria conhecido principalmente pelo sequestro do embaixador dos Estados Unidos, Charles Elbrick).
O remador já havia sido homenageado pelo clube em 2010, com um memorial. A placa com seu nome, no entanto, desapareceu. Ele também tem um busto no bairro da Urca e nomeia uma ciclovia que passa pelo local.
“Quando já estava na clandestinidade, o pessoal do remo abriu as portas para ele e ele saiu por vontade, para não colocar em risco os companheiros. O clube teve papel no ciclo mais duro da ditadura”, diz David Butter, conselheiro rubro-negro e integrante do Flamengo da Gente, movimento de torcedores e sócios que ajudou a organizar homenagens ao remador.
Ele diz que a nota está em desacordo com o estatuto do clube, que prevê honrar quem prestou serviço ao Flamengo. “Vimos ali uma tentativa não de revisão, mas de silenciamento de parte dessa história”, criticou.
Folhapress
BG vc tem que tirar esse esquerdista do plantão de final de semana, agente mostra a verdade, da umas escovada nesse bando de corruptos e esse seu plantonistas não publicar. O que é que tem?? Não pode mais falar a verdade sobre esses vagabundos não???.
ESSA DUPLA VAI ENTRAR PRA HISTÓRIA.
LÁ NA FRENTE MEUS NETOS VÃO ESTUDAR NO COLÉGIO ESSA MATÉRIA, VAI ESTÁ ESCRITO, JAIR MESSIAS BOLSONARO E SÉRGIO MORO, LIVROU O BRASIL DOS CORRUPTOS MENSALEIROS, LADRÕES, DESONESTOS, DO PT. NÓS SOMOS O QUE SOMOS HOJE, GRAÇAS A ESSES DOIS HERÓI BRASILEIROS.
HÁ ESSAS ALTURAS , JA ESTAMOS ENGRESSADO NO PRIMEIRO MUNDO. kkkkkl
esse país tem jeito, é uma questão de tempo, já no segundo mandato de Bolsonaro, já vai ser possível sentir, quando passar o bastão pra Moro, aí amigo!! Não tem quem segure.
PT ladrão nunca mais.
BRASIL ACIMA DE TUDO, DEUS ACIMA DE TODOS.
Avante meu Brasil!!!!!!!
O juiz federal Marcelo Bretas, da Operação Lava Jato no Rio, negou um pedido do ex-presidente Michel Temer para ‘modular’ o confisco de R$ 8,2 milhões das contas do emedebista. Esta é a segunda solicitação de Temer para modificar o bloqueio negada pela Justiça Federal.
O ex-presidente foi preso duas vezes pela Lava Jato Rio e solto por ordens do desembargador Ivan Athié e do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Suas contas foram bloqueadas em março por ordem de Marcelo Bretas, que havia determinado um confisco total de R$ 62 milhões do emedebista, alvo da Operação Descontaminação, desdobramento da Lava Jato.
O primeiro pedido do emedebista foi negado pela juíza substituta Caroline Vieira Figueiredo em 9 de maio.
Ao indeferir a solicitação, Bretas observou que o ex-presidente não comprovou ‘a incidência de novas constrições além daquela já efetivada em março do presente ano’.
“Nem poderia ser de outra forma, visto que a implementação de novas constrições dependeriam de novo provimento judicial neste sentido, o que não ocorreu”, anotou o juiz.
“Seu pedido no sentido de que não incidam novos bloqueios sobre os proventos supostamente destinados a seu sustento carece de interesse e de possibilidade jurídica, visto que não a decisão guerreada já surtiu todos os efeitos, não havendo o quê modular.”
Temer detalhou à Justiça gastos de R$ 29.759,42, em janeiro, e R$ 51.930,89, em fevereiro, com sua família, R$ 37.331,72 com seu escritório de Advocacia e R$ 74.510,59 com sua empresa de investimentos no mesmo período.
De acordo com sua defesa, a média de gastos mensais de R$ 96.766,31 ‘se limita ao necessário para fazer frente às despesas fixas mensais dos Peticionários e, ainda, aquelas de natureza extraordinárias, as quais não são passíveis de serem arbitradas neste momento’.
Os advogados relataram à Justiça que o ex-presidente recebe uma aposentadoria de R$ 22.415,97, dois títulos de aposentadoria de R$ 6.540,79 e de R$ 2.099,71 e um título de locação de imóvel de R$ 80 mil. Segundo a defesa, o valor total de R$ 111.056,47 possibilita ‘a manutenção e sustento do Peticionário (Michel Temer) e sua família’.
COM A PALAVRA, O ADVOGADO EDUARDO CARNELÓS, QUE DEFENDE MICHEL TEMER
O advogado Eduardo Carnelós afirmou que o juiz Marcelo Bretas ‘modificou a decisão anterior da juíza substituta, que indeferira nosso pedido’.
“Decidiu agora o que havia dito oralmente: mantém-se o sequestro como decretado, mas novas entradas ficam liberadas. E isso satisfaz a necessidade imediata, pois permite o acesso aos pagamentos de aposentadoria e de um aluguel, para que seja possível pagar as despesas mensais”, declarou.
Estadão Conteúdo
A Mega-Sena sorteia hoje (13) o prêmio de R$ 2,5 milhões. As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) deste sábado, em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa.
O bilhete simples, com seis dezenas, custa R$ 3,50. O sorteio será realizado Espaço de Loterias da Caixa, em São Paulo, a partir das 20 horas.
Na última quinta-feira (11), um apostador de Curitiba levou prêmio de R$ 8,1 milhões do concurso 2.168. Os números sorteados foram 01, 04, 25, 27, 29 e 37.
Militares do Grupamento de Busca e Salvamento (GBS) do Corpo de Bombeiros Militar RN realizaram um salvamento a dois trabalhadores que que ficaram presos em um andaime, numa altura de 15 metros, enquanto faziam um serviço de manutenção em um prédio, na manhã deste sábado (13).
De acordo com informações dos bombeiros, os dois trabalhdores faziam o serviço, quando o andaime apresentou problemas e não conseguiu mais descer. Eles terminaram ficando presos.
Uma equipe foi deslocada ao local e conseguiu resgatar os dois pela janela de um dos imóveis.
Um tremor de terra de magnitude preliminar de 2.5 graus na escala Richter foi registrado na manhã deste sábado (13) em João Câmara, na região da Mato Grande potiguar. O caso aconteceu às 9h56, no horário local, e foi confirmado pelo Laboratório de Sismologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (Labsis/UFRN).
O sismo assustou a população da cidade, que relatou ter sentido um forte tremor. O epicentro foi próximo à falha geológica Samambaia, que fica na região, e foi registrado por diversas estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR).
De acordo com o laboratório, não é possível saber se esse evento é isolado ou o início de um período de intensa atividade sísmica. Na madrugada do último dia 4, um tremor de 1.5 graus também foi registrado na região.
No mapa que abre a matéria, o epicentro do tremor está representado pela estrela vermelha. As estações de João Câmara (ACJC) e de Riachuelo (RCBR) estão representadas por triângulos vermelhos. Já a linha vermelha indica a Falha de Samambaia.
G1
A Câmara Municipal de Parnamirim encerrou, nesta sexta-feira(12), a terceira edição do Mutirão do Consumidor que teve o objetivo de ajudar a população a renegociar suas dívidas. A ação teve início na última quarta-feira e, em três dias de evento, foram realizados cerca de mil atendimentos.
O Mutirão foi uma iniciativa do Procon da Câmara de Parnamirim, em parceria com o Procon Estadual e demais órgãos, e possibilitou a população ter um canal direto de negociação com administradoras de cartões de créditos, operadoras de telefonia, TV por assinatura, bancos, além de CAERN, Cosern, IPVA(parcelamento de multas) e IPTU – que está oferecendo desconto de até 60% em juros e multas anteriores com parcelamento em até 60 vezes dependendo do valor e consultas gratuitas ao SPC e Serasa.
Ação ajudou população a renegociar dívidas
Antônio Nunes estava inadimplente há três anos por uma dívida no valor de R$ 6.000,00. Com a negociação, o débito ficou em R$ 1.000,00. “Graças ao Mutirão eu consegui um desconto que ficou uma margem dentro do meu orçamento. Agora é pagar e correr pro abraço”, comemorou.
Já Fábio Genuino Neto procurou o Mutirão para negociar uma dívida de cartão de crédito no valor de R$ 8 mil reais. Durante a negociação, ele obteve um acordo e conseguiu um desconto de 92% do valor total do débito. “Vim até o Mutirão pra resolver uma dívida de R$ de 8.000,00 e saí muito satisfeito, pois vou pagar apenas R$ 620,00. Estou muito feliz com este acordo. Parabéns a todos pela iniciativa”, celebrou o consumidor.
Josivan Macedo aproveitou para realizar a consulta ao SPC e Serasa. “Vim pra fazer a consulta ao SPC e Serasa pra saber se está tudo em dia. Também vou tentar renegociar um débito de operadora de telefonia. O mutirão está sendo muito importante”, disse.
Para o presidente da Câmara de Parnamirim, vereador Irani Guedes, a terceira edição do Mutirão superou todas as expectativas. “Em apenas dois dias de ação, já havíamos ultrapassado o número de atendimentos da edição anterior que foi de 600. Isso comprova o sucesso do Mutirão que tem uma importância fundamental para agilizar as demandas existentes em nosso Procon e também oportunizar o canal direto para os acordos entre a população e os credores”, enalteceu.
Participaram também como parceiros do Mutirão, a CDL Parnamirim, Secretaria Municipal de Tributação, Detran, Banco do Brasil, Caixa Econômica, entre outros.
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) se reuniu com o filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), na manhã deste sábado (13). Os dois se encontraram no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República.
Nesta semana, o presidente afirmou que pretende indicar o filho para o cargo de embaixador do Brasil nos Estados Unidos.
Eduardo chegou ao Alvorada por volta das 8h e deixou o palácio sem falar com a imprensa cerca de uma hora e meia depois.
O pai permaneceu na residência. Nesta sexta-feira (12), ele extraiu um dente e, por recomendação médica, deve ficar em repouso e evitar falar por três dias.
A assessoria de imprensa da presidência da República informou que não tem detalhes do encontro entre o presidente e o deputado.
Na quinta (11), Jair Bolsonaro anunciou que decidiu indicar Eduardo para o posto em Washington. “Da minha parte, eu me decidi agora, mas não é fácil uma decisão como esta estando no lugar dele e renunciando ao mandato”, disse em entrevista a jornalistas.
O presidente afirmou que o filho fala inglês com fluência, tem boa relação com a família do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e “daria conta do recado perfeitamente”.
Na sexta, Eduardo Bolsonaro afirmou que recebeu o apoio do chanceler Ernesto Araújo para assumir a embaixada do Brasil em Washington após se reunir com o ministro das Relações Exteriores.
Ao responder sobre suas qualificações para assumir um dos mais importantes postos na diplomacia brasileira, o parlamentar disse que fez intercâmbio nos Estados Unidos e “fritou hambúrguer no frio do Maine”.
Folhapress
Poxa que coisa importante, fritou Hamburg no frio do Maine, caramba isso é sensacional kkkkkkkkk
Eu pensei que já tinha visto de tudo, mas essa justificativa para ser ministro do exterior na maior economia do mundo foi muito bom. Imagino as coisas mais simples que esse cagão deve fazer. Pensei que o pai era idiota, mas o filho se superou de longe. Estamos numa verdadeira encruzilhada, de um lado um bando de ladrões que assolam nosso país a mais de vinte anos, por outro um bando de desmiolados que em uma situação normal não serviriam sequer para síndico de um pequeno condomínio. Acho que o estrago desses malucos serão ainda piores do que a turma do Luladrao.
Empresas emergentes inovadoras (startups) do Brasil e da Alemanha podem se inscrever, até o próximo dia 19, para o Startups Connected, programa de aceleração da Câmara Brasil-Alemanha, que este ano completa sua quarta edição. As inscrições são feitas no site do programa. Nas três últimas edições, 30 startups foram aceleradas a partir de 30 desafios apresentados.
Ano a ano, são lançados novos desafios, cada um liderado por uma empresa âncora. Neste ano, são nove desafios. O diretor do Departamento de Inovação e Tecnologia da Câmara Brasil-Alemanha, Bruno Zarpellon, disse hoje (11) à Agência Brasil que o principal critério para seleção das vencedoras é a aderência ao desafio. “Para ver se a startup consegue de fato atender ao desafio, ou não, nós verificamos outros pontos, como a formação do time da inovação, o ineditismo da solução apresentada, a capacidade e a proposta de valor”.
Soluções
A startup interessada em participar deve se inscrever para um dos desafios propostos e apresentar uma solução, afirmou Zarpellon. Uma banca de especialistas, formada. em sua maioria, por representantes da empresa âncora, escolhe a vencedora. O diretor explicou que os desafios são sempre locais, isto é, devem receber propostas para soluções locais, no país de origem das empresas emergentes inovadoras.
As startups selecionadas que mostrarem possibilidade de maior retorno participarão de um roadshow de negócios na Alemanha. O Programa Startups Connected foi desenvolvido para acelerar empresas inovadoras a partir da conexão com grandes empresas. “O nosso objetivo não é acelerar simplesmente para ter retorno financeiro. O nosso olhar é muito mais no sentido de gerar pontes entre as startups e as empresas para, a partir daí, em uma cocriação, consiguir solucionar os desafios.”
Para cada startup é criado um programa de aceleração individual e customizado. Zarpellon destacou que, como as empresas têm objetivos e maturidades diferentes, cada aceleração acaba sendo diferente também. Os nomes dos vencedores de cada desafio serão divulgados no 7º Congresso de Inovação Brasil-Alemanha, no dia 2 de outubro, em São Paulo.
BirminD
A startup BirminD, por exemplo, baseada em Sorocaba (SP), participou da segunda edição do Startups Connected e foi inserida no programa Partner Edge da SAP, empresa alemã criadora de softwares (programas de computador) de gestão empresarial, tendo fechado também parceria com a Siemens, na área de desenvolvimento de software para o segmento de capacitores.
A BirminD foi fundada por dois amigos, Diego Mariano e Raphael Costa, que deixaram os empregos em engenharia de automação e resolveram prestar serviços de otimização industrial no mercado brasileiro. O diretor executivo da empresa, Diego Mariano, informou à Agência Brasil que a empresa tem, no momento, quatro sócios e um total de 15 funcionários, fruto de “parceria com empresas tanto de escala de vendas como de grande porte”.
O foco tem sido a democratização da inteligência artificial. “A gente quer que não seja um bicho de sete cabeças como é hoje. Queremos que seja simples de implementar e dê resultado rápido”. A BirminD tem atualmente 16 clientes.
A startup criou uma solução de software que consegue pegar os dados industriais, testar vários algorítimos diferentes e entregar ao cliente o melhor resultado. “A gente consegue que uma pessoa que não é especialista em inteligência artificial consiga usar o software em inteligência artificial. Isso deixa o programa mais rápido, mais barato e mais acessível para qualquer um”. A startup pretende participar novamente do programa Startups Connected’ deste ano.
Desafios
Os nove desafios são propostos pelas empresas alemãs Volkswagen, Bayer, Basf, Siemens, Voith, Lufthansa, além da Agência de Cooperação Alemã (GIZ), o Hospital Alemão Oswaldo Cruz e o Ministério Alemão de Meio Ambiente, Preservação da Natureza e Segurança Nuclear (BMU).
Mais informações sobre os desafios podem ser acessados no link do programa.
Agência Brasil
A vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministra Maria Thereza de Assis Moura, no exercício da presidência, indeferiu liminar que buscava a revogação da prisão preventiva do ex-diretor da Transpetro José Antônio de Jesus.
Ele foi preso preventivamente em novembro de 2017, por decisão do então juiz Sérgio Moro, da 13.ª Vara Federal em Curitiba, durante uma das fases da Operação Lava Jato.
Moro condenou Jesus a 12 anos e seis meses de reclusão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Na sentença, o juiz fundamentou a necessidade da manutenção da prisão preventiva, especialmente, na gravidade dos crimes e no fato de que ‘os mais de R$ 7 milhões desviados ainda não haviam sido recuperados’.
O Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4) negou o pedido de habeas corpus de José Antônio de Jesus, ratificando os fundamentos de primeira instância.
No pedido de liminar submetido ao STJ com o recurso em habeas corpus, a defesa pediu a revogação da prisão preventiva, ainda que a liberdade fosse condicionada à aplicação de medidas cautelares diversas da prisão previstas no artigo 319 do Código de Processo Penal.
Segundo a defesa, o fundamento de que os valores supostamente desviados não foram recuperados não levou em conta o fato de já ter sido concretizado o sequestro de bens.
Contas no exterior
Maria Thereza de Assis Moura afirmou que, ‘no âmbito de cognição próprio ao regime de plantão, não se vislumbra flagrante ilegalidade que justifique a concessão da liminar’.
Ela destacou pontos da fundamentação da decisão do TRF-4 ao negar o habeas corpus, como a circunstância de se tratar de ‘grupo criminoso complexo e de grandes dimensões’, além de haver ‘indícios de contas secretas no exterior’.
“Considerando que o pedido se confunde com o próprio mérito da impetração, reserva-se ao momento do julgamento definitivo a análise mais aprofundada da matéria”, prosseguiu a ministra na decisão que denegou a liminar.
A presidente em exercício do STJ solicitou informações ao TRF-4 a respeito do processo e encaminhou o feito para parecer do Ministério Público Federal.
O mérito do recurso em habeas corpus será julgado pela Quinta Turma, ainda sem data prevista.
O relator, assim como nos demais recursos oriundos da Lava Jato, será o ministro Felix Fischer.
Com a palavra, a defesa
A reportagem busca contato com a defesa de José Antônio de Jesus. O espaço está aberto para manifestação nos e-mails [email protected] e [email protected].
Estadão Conteúdo
Sabem porque os sindicalistas da cut e da ctb não estão mas ruas, por que apoiaram todas as safadezas que Luladrao e Dilmao fizeram ao longo de 16 anos enquanto governavam o Brasil, portanto agora é apenas a continuação do desmonte e venda da maior empresa que o Brasil já possuiu.
Morreu na manhã deste sábado (13) Dilma Jane Rousseff, mãe da ex-presidente da República Dilma Rousseff (PT). Ela tinha 95 anos e vivia em Belo Horizonte.
Dilma Jane enfrentava problemas de saúde como embolia pulmonar e já havia sofrido um ataque isquêmico transitório no cérebro. A causa da sua morte, contudo, não foi divulgada.
A ex-presidente Dilma Rousseff, que estava em Londres, está retornando ao Brasil para participar do velório e enterro da mãe.
Dilma Jane Coimbra Silva nasceu em Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, em 1924. Ainda na infância, mudou-se com a família para Minas Gerais.
Na juventude, em Uberaba, trabalhou como professora. Na mesma época, conheceu o advogado e imigrante búlgaro Petar Russev, cujo nome foi abrasileirado para Pedro Rousseff.
Casaram-se e foram viver em Belo Horizonte, onde tiveram três filhos: Igor, Dilma Vana e Zana Lúcia – esta última morreu aos 26 anos em 1976. Ficou viúva em 1962 após a morte de Pedro Rousseff.
Após a eleição da filha para a Presidência da República, Dilma Jane mudou-se para Brasília com a irmã Arilda e passou a viver no Palácio da Alvorada.
Após o impeachment da então presidente, em 2016, voltou a morar em Belo Horizonte, cidade na qual a própria Dilma Rousseff passou a viver em 2018.
Folhapress
Marina está bem, ativa em seus perfis das redes sociais, comentando os assuntos políticos e se posicionando. Sugiro que você a siga. Ela tem muito a contribuir com o debate sobre o que estamos vivendo atualmente em nosso país.
Vai na frente e quarde um lugar pra Dilma Rousseff (filha) no . . .
Comente aqui