O Centro de Hidrografia da Marinha do Brasil emitiu nota, no final da tarde desta quinta-feira, 25, por meio da Capitania dos Portos do Rio Grande do Norte, alertando sobre o risco de ressaca no mar, que vai até a manhã desta sexta-feira, 26. No comunicado, a Marinha do Brasil destaca que vão ocorrer ondas e ventos de Sudeste a Leste de até 2,5 metros nos Estados da Bahia, Sergipe, Alagoas e Pernambuco, e vento muito forte entre o litoral do Rio Grande do Norte, até o Maranhão.
De acordo com o Centro de Hidrografia da Marinha, os ventos no litoral potiguar poderão chegar a 74 km/h, ou seja, de 33 a 40 nós, com rajadas que vão durar até 9h desta sexta-feira, 26. A Marinha do Brasil, em nota oficial, recomenda que as embarcações de pequeno porte “evitem a navegação” e que as demais embarcações redobrem a atenção quanto ao material de salvatagem, estado geral dos motores, casco, bomba de esgoto do porão, equipamentos de rádio e demais itens de segurança.
Um dos alvos dos supostos hackers, Sérgio Moro afirmou na internet nesta quinta que, segundo as apurações preliminares, ‘ninguém foi hackeado por falta de cautela’ — Foto: Marcelo Camargo, Agência Brasil
O ministro Sérgio Moro afirmou nesta quinta-feira (25), em uma rede social, que o Ministério da Justiça e a Polícia Federal (PF) vão identificar e comunicar as centenas de vítimas de invasões de celulares dos supostos hackers que foram presos nesta semana em São Paulo. Segundo o titular da Justiça, haverá notificação para as vítimas de hackeamento, sejam elas autoridades ou não.
Na terça-feira (23), a PF prendeu, na Operação Spoofing, quatro suspeitos de envolvimento na invasão de celulares de autoridades. O próprio Moro foi um dos alvos dos supostos hackers.
A PF informou ao Ministério da Justiça que celulares utilizados pelo presidente Jair Bolsonaro também foram alvos de ataque do grupo de supostos hackers preso nesta semana.
Investigadores da Polícia Federal informaram nesta quarta (24) que já têm condições de afirmar, com base na apuração prévia, que aproximadamente 1 mil diferentes números telefônicos foram alvo do mesmo modus operandi usado para supostamente invadir o celular de Sérgio Moro.
Na internet, o ministro disse nesta quinta-feira que a invasão dos celulares não ocorreu por “falta de cautela” das vítimas. Ele destacou que o hackeamento se deu por uma vulnerabilidade no sistema do aplicativo de mensagens Telegram.
“A vulnerabilidade foi explorada por hackers criminosos e pessoas inescrupulosas. As centenas de vítimas, autoridades ou não, que tiveram a sua privacidade violada por meio de crime, serão identificadas e comunicadas pela Polícia Federal ou pelo MJSP [Ministério da Justiça]”, escreveu Moro em uma das mensagens publicadas na internet.
“Pelo apurado, ninguém foi hackeado por falta de cautela. Não se exigia nenhuma ação da vítima. Não havia sistema de proteção hábil. Há uma vulnerabilidade detectada e que será corrigida graças à investigação da Polícia Federal”, complementou o ministro em outro post.
Bolsonaro
Jair Bolsonaro comentou nesta quinta, durante um evento em Manaus, que eventuais ações de hackers nos celulares dele “não vão encontrar nada que comprometa”.
“Eu achar que meu telefone não estava sendo monitorado por alguém seria muita infantilidade, não apenas por eu ser capitão do Exército, conhecedor da questão da inteligência. Sempre tomei cuidado nas informações estratégicas, essas não são passadas via telefone. Então, não estou nem um pouco preocupado se porventura algo vazar aqui no meu telefone. Não vão encontrar nada que comprometa. […]. Perderam tempo comigo”, declarou.
O presidente disse ainda que discute apenas pessoalmente, no gabinete, questões tratadas com outros chefes de Estado.
Em junho, quando o site The Intercept começou a publicar conversas atribuídas a Sérgio Moro pelo aplicativo de mensagens Telegram, Bolsonaro afirmou que não segue recomendação do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) de utilizar um celular protegido com um programa de criptografia para se comunicar. Ele afirmou, naquela ocasião, não ter “nada a esconder”.
O GSI divulgou nota na qual ressaltou que disponibiliza ao governo federal, por intermédio da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), um Terminal de Comunicação Seguro (TCS), com tecnologia da própria agência, “cabendo às autoridades optar pelo equipamento e operá-lo conforme suas necessidades funcionais”.
Ainda segundo o GSI, “detalhes e desdobramentos sobre o assunto serão apurados por inquérito instaurado pela Polícia Federal”.
Estranhíssimo. Se Moro é honesto e está sendo vítima criminosos que estão adulterando as mensagens, o material que ele quer destruir serve para comprovar sua inocência com o resguardo da Justiça. Por que ele quer fazer justamente o contrário? Isso é muito louco.
Já provou, pois mesmo depois da divulgação seletiva, não aconteceu nada que pudesses abalar a confiança no ministro. O que aconteceu foi uma falsa análise do gleengay, concluindo erradamente que com isso, iria inocentar os roubos praticados por Lula. Pelo o que deu pra concluir até agora, mesmo ele alardeando que era um material bombástico, foi o empenho de Moro pra defender a nação das ações maléfica dos corruptos.
Ele dizia que as mensagens eram falsas ou adulteradas. Vai mandar periciar? Duvido. Vai querer destruir o quanto antes.
Ao longo dos séculos, o Santo Sudário esteve envolto em polêmica. Já foi (e ainda é) objeto de adoração, mas também de grande contestação e controvérsia. A suposta mortalha que teria envolto o corpo de Cristo após a crucificação passou por diversos estudos científicos com o intuito de determinar se é, ou não, autêntica. Em 1988, cientistas dataram de quando é o pano — mas, agora, um artigo afirma que o procedimento precisa ser refeito.
A pesquisa original, publicada em 1989 na revista Nature, concluiu através de datação por radiocarbono que o sudário foi confeccionado entre os anos de 1260 e 1390. Teria sido costurado no período medieval, um milênio e três séculos após a morte de Jesus. Mas pesquisadores da França e da Itália contestam os resultados. Segundo eles, os dados podem estar errados.
Desde o século 14 até 1983, a relíquia pertenceu à Casa de Savoia, importante família da nobreza italiana que tinha como base a cidade de Turim, no Piemonte, próxima dos Alpes e da França. Quando a Itália se unificou, foram eles que assumiram o trono do país. Na década de 80, a mortalha foi doada ao Vaticano, que a mantém guardada a sete chaves. Cinco anos depois, cientistas tiveram uma das poucas chances de examiná-la.
Três instituições de pesquisa foram autorizadas a conduzir seus próprios estudos de datação: a Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, o Instituto Federal de Tecnologia, na Suíça, e a Universidade de Oxford, no Reino Unido. Todos os grupos concluíram que a fabricação ocorrera naquele mesmo intervalo de tempo na Idade Média. Porém, os dados que embasaram essa afirmação não foram revelados.
Em 2017, uma equipe liderada pelo pesquisador Tristan Casabianca entrou na Justiça para pedir acesso a essas informações — e conseguiu. Eles passaram os últimos dois anos avaliando os dados originais das pesquisas e comparando com os resultados que saíram na Nature. A análise estatística revelou falta de homogeneidade nas informações, e sugeriu que o procedimento deve ser feito de novo para cravar com confiança a data do sudário.
Segundo os pesquisadores, o estudo de 1988 é falho, porque utilizou somente um fragmento das beiradas do tecido. Casabianca e colegas acreditam que freiras medievais possam ter feito reparos na costura – o que levaria a um resultado distorcido na datação por carbono. Para tirar a dúvida de vez, seria preciso realizar análises em outras partes do Santo Sudário. Difícil será convencer o Vaticano a permitir novas investigações.
César Mata Pires Filho, executivo que morreu nesta quinta. Foto: Reprodução/OAS
O herdeiro da construtora OAS, César Mata Pires Filho, morreu nesta quinta-feira (25). Segundo seu advogado Aloisio Medeiros, o empresário passou mal na hora do almoço e não resistiu.
César Mata Pires Filho havia infartado durante interrogatório ao juiz federal Luiz Antonio Bonat, na 13ª Vara Federal de Curitiba no dia 8 de julho, em ação penal sobre supostas fraudes e propinas de R$ 67,2 milhões na construção da Torre de Pituba, sede da Petrobras em Salvador.
Na ocasião, o empresário foi socorrido consciente. Ele foi levado para o Hospital Santa Cruz, na capital paranaense, onde permaneceu internado por 5 dias.
“Apresentou evolução favorável do quadro clínico, recebendo alta hospitalar desta instituição”, registrou o Hospital, em nota, no dia 13 de julho.
Nessa quarta-feira (24), foi dada a ordem de serviço para a recuperação dos monumentos públicos de Natal. Serão recuperados os letreiros Amo Natal e Natal 400 anos, além do Pórtico dos Reis Magos. O trabalho será conduzido pela Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur). O primeiro monumento a receber ações de revitalização será o letreiro Amo Natal, localizado na Praia de Ponta Negra.
Os serviços de recuperação dos monumentos serão realizados pela Mirage Construções e Serviços LTDA. A empresa foi escolhida por meio de processo licitatório. O contrato foi assinado pelo titular da Semsur, Irapoã Nóbrega, e publicado no Diário Oficial do Município de ontem (24).
A empresa será responsável pela recuperação total dos letreiros Amo Natal (Entorno da Árvore de Mirassol, Areia Preta, Redinha e Ponta Negra), do Pórtico dos Reis Magos (entrada da cidade) e do letreiro Natal 400 Anos (Viaduto de Ponta Negra). O valor total do serviço é de R$ 109.857,06, com prazo de vigência de 120 dias.
De acordo com o secretário Irapoã Nóbrega, os serviços de recuperação começarão em Ponta Negra. “Nossa expectativa é que no início da próxima semana já comecemos os trabalhos de revitalização. O letreiro Amo Natal, em Ponta Negra, será o primeiro contemplado. Esperamos estar com todos os monumentos prontos até o início da alta estação”, previu.
Conscientização
Os letreiros Amo Natal fazem parte de um processo de identificação da população com o município, além de serem cartões postais para os turistas que visitam a cidade. Instalados desde 2016, cada monumento teve valor de construção de R$ 44 mil. As estruturas situadas nas praias foram pintadas com uma tinta especial para evitar desgastes decorrentes do vento e maresia. No entanto, é recorrente ações de depredação nos equipamentos, o que acaba resultando na aplicação de recursos públicos em recuperações não planejadas nos equipamentos.
Por este motivo, a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos faz um alerta para a valorização dos monumentos e orienta à população para denunciar aos órgãos competentes situações relacionadas à depredação dos equipamentos.
“Esses monumentos estão dentro da história da cidade do Natal. Eles fazem parte de nossa identidade e também são cartões de visita para os turistas que vêm à cidade. A Prefeitura do Natal está fazendo a sua parte com ações de recuperação e manutenção, mas a população também precisa ter consciência. Precisamos valorizar nossos monumentos”, enfatizou Irapoã Nóbrega.
Se não tiver incluído. tenho algumas sugestões, algumas a serem coordenadas com o DER e DNIT.
-Remoção e conserto de grades que guarnecem passarelas na BR e na Bernardo Vieira. Tem muitas delas que estão retorcidas há anos.
-Muito guard-rail danificado, sobretudo na BR e na Via Costeira.
-Recuperar os Reis Magos de perto do Viaduto de P. Negra. Ou tira de vez. Estão todos queimados.
-Pórtico dos Reis Magos, também na BR perto dos atacadistas. Pintura e iluminação.
Sergio Moro foi ao Twitter para tratar dos ataques de hackers aos celulares dele, de Deltan Dallagnol, Jair Bolsonaro e de várias autoridades. Quatro suspeitos foram presos na última terça-feira pela Polícia Federal, no âmbito da Operação Spoofing.
“Pelo apurado, ninguém foi hackeado por falta de cautela”, tuitou o ministro da Justiça e Segurança Pública.
Moro reconheceu, no entanto, que “não havia sistema de proteção hábil”.
“Há uma vulnerabilidade detectada e que será corrigida graças à investigação da Polícia Federal”, escreveu o ministro.
Em outra postagem, Moro disse:
“A vulnerabilidade foi explorada por hackers criminosos e pessoas inescrupulosas. As centenas de vítimas, autoridades ou não, que tiveram a sua privacidade violada por meio de crime, serão identificadas e comunicadas pela Polícia Federal ou pelo MJSP.”
Nosso Herói Nacional é imbatível, quanto mais levantam mentiras contra ele, não baixa a cabeça e coloca os criminosos na cadeia, mostrando a população e as autoridades onde estão os crimes.
É muita competência, foi enviado para livrar o Brasil de todo mal.
Vão falando cambada de FDP e o nosso Herói Moro agindo.
Veículo usado pelos assaltantes foi abandonado em uma comunidade. Foto: Reprodução
Um grupo de homens fortemente armados invadiu o terminal de cargas do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, por volta das 14h30 desta quinta-feira (25), e roubou cerca de 750 quilos de ouro, avaliada em US$ 30 milhões (cerca R$ 113 milhões).
Eles entraram no aeroporto com duas viaturas clonadas da Polícia Federal, sem placas, uma modelo Triton e a outra, uma Pajero Dakar. No terminal, roubaram um carro-forte da Brink’s com ouro. Os quatro homens estavam com roupas de policiais federais, distintivos, encapuzados, com pistolas, fuzil e carabinas.
Segundo informações iniciais da polícia, um carro ficou na portaria e o outro entrou no terminal de cargas. O grupo rendeu o chefe da logística, colocou a carga no carro e levou o refém.
De acordo com informações iniciais da Polícia Rodoviária Federal, os bandidos mantiveram a família do supervisor da logística refém na noite anterior e tiveram acesso a informações privilegiadas.
Depois, as viaturas clonadas foram abandonadas no Jardim Pantanal, na Zona Leste de São Paulo, os ladrões entraram em uma camionete S-10 e em uma ambulância com a carga roubada. O helicóptero da polícia não pode sobrevoar a região do aeroporto, o que dificulta as buscas.
A carga estava indo para Zurique, na Suíça, e Nova York, nos Estados Unidos. O Departamento de Investigações Criminais (Deic) deve assumir a ocorrência.
A GRU Airport, concessionária responsável pelo Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, afirmou que o roubo não prejudica o embarque e desembarque de passageiros. Não houve tiroteio e nem feridos.
A Brink’s informa que está colaborando com as autoridades competentes para apuração do ocorrido na tarde desta quinta-feira, 25/7, no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.
Samara Vieira foi eleita a melhor defensora da Liga da Romênia — Foto: Divulgação
O Rio Grande do Norte conta com quatro atletas na delegação brasileira que vai disputar os Jogos Pan-Americanos de Lima 2019. São eles: Paulo Ricardo Melo (taekwondo), Samara Vieira (handebol), July Ferreira da Silva (atletismo) e Emanuel Borges (Remo). Apesar das disputas terem começado já nesta quarta-feira, a abertura oficial do Pan será na sexta-feira.
No link aqui, o GloboEsporte.com traça um breve perfil dos potiguares que estarão no Pan.
A Justiça da Ucrânia confirmou a constitucionalidade de uma lei que equipara o comunismo ao nazismo. A legislação havia sido aprovada por congressistas do país em 2015, mas era contestada por grupos internos desde então. A medida abriu caminho para a remoção de símbolos comunistas em território ucraniano, como as estátuas de Vladimir Lênin.
De acordo com a decisão do Tribunal Constitucional do país, tanto o nazismo quanto o comunismo usavam métodos similares de implementação de políticas estatais repressivas. “O regime comunista, assim como o nazista, infligiu danos irreparáveis aos direitos humanos porque, durante sua existência, tinha controle total sobre a sociedade, promovendo perseguições e repressões por motivos políticos, além de violar suas obrigações internacionais e suas próprias constituições e leis”, diz uma nota do departamento de comunicações do órgão. A legislação proíbe os símbolos soviéticos e nazistas no país. De acordo com a lei, quem promover esses símbolos está sujeito a penas de até dez anos de prisão.
A lei determina a proibição dos símbolos comunistas com o objetivo de “evitar um retorno ao passado totalitário” do país. Por esse motivo, três partidos comunistas que atuavam na Ucrânia foram banidos. Durante o processo de “descomunização”, 1300 monumentos em homenagem a Lênin foram derrubados, 51.493 ruas, praças e locais públicos foram renomeados e 987 cidades mudaram de nome.
Quando foi aprovada, a legislação foi imediatamente contestada pela Rússia e por órgãos como a Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) e o Grupo de Proteção aos Direitos Humanos da Ucrânia. Segundo Dunja Mijatović, representante da OSCE, a “linguagem ampla e vaga” da lei anticomunista “poderia facilmente levar à supressão do discurso político, provocativo e crítico, especialmente na mídia”. Já o ativista ucraniano Denis Pilaš disse ao The Guardian na época que “o principal perigo dessa lei é o deslocamento do discurso político para a direita, incentivando a violência da extrema-direita contra os ativistas de esquerda” .
Depois que a lei foi aprovada, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia acusou a Ucrânia de usar “métodos totalitários” para liquidar partidos e organizações e atacar “a liberdade de imprensa, opinião ou consciência”. Os congressistas aprovaram a lei um ano após a Rússia anexar a península do Mar Negro na Crimeia e iniciar uma guerra no leste ucraniano, que causou mais de 13 mil mortes e desalojou mais de 1 milhão de pessoas.
Holodomor
Quando fazia parte da União Soviética, a Ucrânia viveu o Holodomor (ou “Holocausto Ucraniano”). Estima-se que até 12 milhões de pessoas morreram entre 1932 e 1933 devido ao bloqueio de alimentos imposto ao país por Joseph Stálin. A política fazia parte do processo de coletivização da agricultura, ou seja, a apropriação pelo Estado soviético das terras, colheitas e gado pertencentes aos camponeses que viviam em países soviéticos. A resposta dos agricultores foi desesperada e muitas vezes violenta, havendo numerosas manifestações e revoltas, principalmente na Ucrânia.
Na visão de Stálin, o o governo ucraniano e o Partido Comunista do país tinham sido infiltrados por agentes nacionalistas e espiões poloneses, e as aldeias que resistiam à coletivização estavam sob a influência de agitadores contrarrevolucionários. Por isso, ele teria decidido utilizar a fome para punir os camponeses.
Canal History, com Radio Free Europe e The Guardian
Se dois monstros se matam um fica bonzinho? Além do mais vimos a diferença de qual ficou sobre influência americana e soviética… quem pulava o muro ? Quem passava fome? Reconhecer Isso sim é que é não querer mudar a história.
E até agora o socialismo continua não dando certo …
Traz essa Lei pro Brasil e inclui nela o socialismo…. Viva !!!
O Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Natal – PROCON NATAL realizou, no dia 22 de julho, pesquisa nos postos de combustíveis e identificou redução no valor de todos os combustíveis pesquisados. O objetivo da pesquisa foi verificar se houve a redução de 2,14% no preço anunciada pela Agência Nacional de Petróleo, no dia 18 de julho.
O preço médio da gasolina nas bombas foi de R$ 4,359, contra R$ 4,561 da pesquisa anterior, realizada no dia 08 de julho. Isso representa uma variação negativa de 4,43%, ou seja, redução de R$ 0,202 centavos. Já em comparação com a pesquisa de junho, a redução foi de R$ -0,164 centavos, o que equivale a uma variação negativa de 3,63%.
O Núcleo de pesquisa do PROCON NATAL acompanha mensalmente os preços dos combustíveis na cidade do Natal, devido a politica de preço aplicada pela estatal brasileira Petrobras, que adotou reajustes com maior periodicidade, desde 3 de julho de 2017. Nas pesquisas recentes realizadas pelo Núcleo, os preços dos combustíveis estão em declínio.
Para conferir a pesquisa completa – com o ranking dos dez posto mais baratos na cidade – acesse www.natal.rn.gov.br/procon.
O interessante é que esses Governantes, nunca tentam Diminuir os Encargos (65%), para o valor do Combustível cair, sou de São José do Mipibú/RN, mas moro aqui em Charlotte, Carolina do More (EUA), pagamos aqui por um Galão (3,6lt) o equivalente à $2,39, o imposto do Combustível aqui é 7%, agora vcs sabem pq os Políticos em Geral não tem interesse em diminuir, pq eles Não Pagam, a Verba de Gabinete cobre tudo isso, ou Brasil véi Desmantelado,
O Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN) publicou edital de adjudicação e venda direta de imóveis da Viação Nordeste Ltda., avaliados em R$ 6.339.833,14, reunindo as garagens da empresa em Mossoró, João Pessoa e Campina Grande.
Os interessados em participar deverão formular propostas até o próximo dia 13 de agosto.
Na cidade de Mossoró/RN, a garagem da empresa ocupa um quarteirão no bairro Aeroporto, e está avaliada em R$ 1.012.500,00.
No estado da Paraíba, em João Pessoa, estará disponível aos interessados a garagem e o escritório administrativo da Nordeste pelo valor inicial de R$ 1.300.000,00.
Já a garagem da empresa em Campina Grande poderá ser negociada pelo valor mínimo de 825 mil reais.
Os valores arrecadados serão utilizados para pagamento de dívidas trabalhistas dos processos nos quais a empresa foi condenada pela Justiça do Trabalho.
Consta também no edital, uma área localizada na Rua Mar da Galileia, no bairro de Passagem de Areia, em Parnamirim/RN, avaliada em R$ 1,5 milhão, além de uma casa na rua desembargador Antônio Soares, 1252, Tirol, em Natal/RN, com área total de terreno de 759,87m², sendo 259m² de área construída, avaliada em R$ 1.702.333,14.
Quer vender caro demais só da nisso, leiloes desertos (que eu contei já foram no mínimo 2)…
Essa casa, por exemplo, seria bem vendida por uns 800.000,00, mas avaliaram em 1.7 milhão.
Não vai vender nunca por esse preço.
Confira programa desta quinta-feira (25). O Meio-Dia RN, com este blogueiro, teve o cientista político Daniel Menezes (comentarista convidado). Clique abaixo e assista via Youtube.
Gustavo Henrique Elias Santos e Walter Delgatti Neto foram presos em ação da PF Foto: Reprodução
Ao decretar a prisão temporária de suspeitos de invadir contas do aplicativo Telegram de autoridades, como o ministro da Justiça, Sergio Moro , o juiz Vallisney de Souza Oliveira, titular da 10ª Vara Federal de Brasília, citou três crimes possivelmente cometidos por eles: invasão de dispositivo informático, interceptação de comunicação e organização criminosa. As penas para estes delitos somam, no máximo, 13 anos de prisão, e no mínimo, cinco anos e três meses de cadeia, além de imposição de multa (veja cada um ao fim da reportagem).
Em eventual julgamento, o magistrado responsável poderia aplicar à pena causas de aumento e diminuição previstas pela lei. Ainda não se sabe se e pelo que os suspeitos serão acusados formalmente. Duas turmas de agentes e delegados se dedicam ao caso, em quatro cidades. A Procuradoria-Geral da República também abriu um procedimento para acompanhar o trabalho da polícia. A apuração desse tipo de crime é tida como complexa, e o prazo para conclusão das investigações será longo, prevê a cúpula da PF.
Na última sexta-feira, o juiz Vallisney assinou despacho no qual mandou prender Walter Delgatti Neto, Danilo Cristiano Marques, Gustavo Henrique Elias Santos e Suelen Priscila de Oliveira para preservar as investigações. Delgatti teria confessado a invasão de contas do Telegram de Moro e do coordenador da Lava-Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol. Santos e Suelen negam envolvimento.
Na decisão, Vallisney destacou que os presos são suspeitos de invadir as contas de Telegram de Moro; do desembargador federal Abel Gomes; do juiz federal Flávio Lucas e dos delegados da Polícia Federal Rafael Fernandes e Flávio Vieitez Reis. Após obterem dados de sistemas de telefonia, os investigadores estimam que pelo menos mil pessoas dos três Poderes da República tenham sido alvo de ataques de hackers.
Se ficar provado que os suspeitos cometeram crimes da mesma espécie e em mesmas condições de tempo, lugar, maneira de execução, os delitos posteriores podem ser considerados uma continuidade do primeiro deles. Neste caso, chamado de “crime continuado”, a lei determina que o juiz aplique ao condenado a pena do crime mais grave acrescida de um sexto a dois terços.
Veja as penas dos crimes citados pelo juiz Vallisney
Invasão de dispositivo informático
Na decisão de prender os suspeitos, o magistrado citou o artigo 154-A da Lei 12.737/12, que ficou conhecida como Lei Carolina Dieckmann, em razão da obtenção ilegal e da divulgação de fotos e conversas de um computador pessoal da atriz, em 2012. A normativa entrou em vigor em abril de 2013.
O artigo mencionado pelo juiz criminaliza o ato de invadir um dispositivo informático alheio, com violação de mecanismo de segurança, com o objetivo de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização do titular. A pena prevista é de detenção por três meses a um ano , além de multa .
O parágrafo quinto deste artigo, não mencionado pelo juiz no despacho, estabelece que a pena será aumentada de um terço à metade se o crime for praticado, por exemplo, contra presidente da República, governadores, prefeitos, presidente do Supremo Tribunal Federal ou presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado.
Interceptação de comunicação telefônica, de informática ou telemática
O juiz Vallisney também citou o artigo 10 da Lei n° 9.296/96, que prevê de reclusão de dois a quatro anos , além de multa , para quem interceptar comunicações telefônicas, de informática ou telemática, ou quebrar segredo de Justiça, sem autorização judicial ou com objetivos não autorizados em lei.
Organização criminosa
No despacho, o magistrado destacou que “há fortes indícios” de os investigados terem se unido para violar o sigilo telefônico de diversas autoridades públicas brasileiras por meio de invasão de contas no Telegram. O juiz citou na decisão o parágrafo 1º do artigo 1º e o artigo 2º da Lei 12.850/13 que se referem ao crime de organização criminosa.
De acordo com os trechos citados da lei, a organização criminosa fica configurada quando há a associação de quatro ou mais pessoais de maneira “estruturalmente ordenada” e com divisão de tarefas, mesmo se informalmente Para configurar o crime, é preciso haver um objetivo conjunto de obter vantagem com a prática de infrações.
O artigo 2º destaca que “promover, constituir, financiar ou integrar, pessoalmente ou por interposta pessoa uma organização criminosa” tem pena de reclusão de três a oito anos de prisão, além de multa .
Embora as postagens da turma da esquerda seja pouca sobre esse tema, quando fazem é delicioso ver o quanto são sem a menor noção sobre a atuação dos hackers.
Dentre tantos absurdos só está faltando eles criticarem a justiça por está prendendo os terroristas e exigir que deveriam ter entregue a eles os celulares, pois o resto dos absurdos eles já postaram.
Delírio geral, idiotices de todas as espécies kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Segundo os seguidores de corruptos Moro, Dallaghol e todos os demais que foram invadidos, roubados e alvo de crimes, estão errados, os bandidos que estão certos, até mesmo em postar mensagens manipuladas. Nem adianta adjetivar, é desespero total
Ainda sinto falta da defesa pública de Maria do Rosário e demais deputados da esquerda aos coitadinhos da tecnologia. Inocentes com renda de R$ 1,4 e movimentação bancária acima de R$ 200 mil, R$ 400 mil… pobres coitadinhos.
Assim como Adélio, na estratégia de inocentar, logo os investidores em bitcons e experts em tecnologia do mal, devem ser declarados "anormais", sem sanidade mental. Cadeia neles por tempo indeterminado, são terroristas de alta periculosidade.
Mas ainda faltam alguns do bando, tão perigosos quanto esses 04, a hora vai chegar
Kkkkkkkkkk espero que tirem um bom descanso mesmo na cadeia pra aprender que o crime não Vale a pena. Moro bota pra fuder nesses safados e nos mandatarios do crime.
O Rio Grande do Norte no mês de junho gerou 1237 empregos com.carteira assinada, apresentando o melhor junho dos últimos sete anos.
A informação do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados(Caged) informa que o Brasil abriu 48.436 vagas com carteira assinada em junho deste ano. Os dados foram divulgados na manhã desta quinta-feira (25). Este é o melhor resultado para o mês desde 2014.
O saldo positivo é fruto da diferença entre as 1.248.106 contratações e as 1.199.670 demissões.
No primeiro semestre deste ano, foram criados 408.500 empregos. Já nos últimos 12 meses, houve crescimento de 524.931 vagas.
O suspeito de hackear autoridades Walter Delgatti Neto, na Polícia Federal em Brasília – Mateus Bonomi/Folhapress
Para a Polícia Federal, Walter Delgatti Neto, preso na última terça-feira (23) sob suspeita de atuar como hacker, foi a fonte do material que tem sido publicado desde junho pelo site The Intercept Brasil com conversas de autoridades da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba.
Em depoimento, Delgatti, um dos quatro presos pela PF, disse que encaminhou as mensagens ao jornalista Glenn Greenwald, fundador do site, de forma anônima, voluntária e sem cobrança financeira.
Os contatos com Greenwald, segundo o preso, foram virtuais, somente pelo aplicativo de conversas Telegram, e ocorreram depois que os ataques aos celulares das autoridades já tinham sido efetuados.
A polícia agora trabalha para confirmar se as informações dadas por Delgatti, de que agiu de forma voluntária e sem pedir dinheiro em troca, são verdadeiras. Não há até agora indício de que tenha havido pagamento pelo material divulgado, segundo investigadores.
Em depoimento, Delgatti afirmou ainda ter agido neste caso por não concordar com os caminhos da Lava Jato. A apuração da PF é a de que o grupo hackeava contas do Telegram e contas bancárias por dinheiro.
A perícia criminal da Polícia Federal copiou dados guardados pelo suspeito preso em plataformas de nuvens na internet que sugerem veracidade em pelo menos algumas das declarações de Delgatti até aqui.
Nesse material apreendido, estão conversas entre procuradores da Lava Jato como as que foram divulgadas pelo Intercept.
De acordo com envolvidos na busca e apreensão na terça-feira, um celular de Delgatti estava na conta do Telegram do ministro da Economia, Paulo Guedes, quando agentes chegaram à casa dele, em Araraquara. O episódio, para a PF, reforça que era o mesmo grupo que agia.
O ministro da Justiça, Sergio Moro, já havia associado a prisão dos quatro suspeitos à divulgação pelo site das mensagens que mostram interferência do ex-juiz da Lava Jato nas investigações da força-tarefa.
“Parabenizo a Polícia Federal pela investigação do grupo de hackers, assim como o MPF [Ministério Público Federal] e a Justiça Federal. Pessoas com antecedentes criminais, envolvidas em várias espécies de crimes. Elas, a fonte de confiança daqueles que divulgaram as supostas mensagens obtidas por crime”, escreveu Moro, no Twitter, nesta quarta-feira (24).
Os jornalistas responsáveis pelo Intercept rebateram a mensagem de Moro. Glenn Greenwald disse no Twitter que o ministro da Justiça “está tentando cinicamente explorar essas prisões para lançar dúvidas sobre a autenticidade do material jornalístico”.
“Nunca falamos sobre a fonte. Essa acusação de que esses supostos criminosos presos agora são nossa fonte fica por sua conta [Moro]”, acrescentou Leandro Demori, editor-executivo do Intercept.
Quando as primeiras mensagens vieram à tona, em 9 de junho, o site informou que obteve o material de uma fonte anônima, que pediu sigilo. O pacote inclui mensagens privadas e de grupos da força-tarefa no aplicativo Telegram a partir de 2015.
Além de Delgatti, foram presos Gustavo Henrique Elias Santos, Suelen Priscila de Oliveira e Danilo Cristiano Marques.
Os quatro suspeitos foram detidos temporariamente (por cinco dias, prorrogáveis por mais cinco) na terça-feira. As ordens de prisão foram cumpridas em São Paulo, Araraquara (SP) e Ribeirão Preto (SP). Os envolvidos foram transferidos para Brasília.
Na decisão que fundamentou as prisões, o juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal do DF, apontou “fortes indícios” de que os quatro investigados “integram organização criminosa para a prática de crimes e se uniram para violar o sigilo telefônico de diversas autoridades brasileiras via invasão do aplicativo Telegram.”
Segundo ele, os fatos demonstram que os suspeitos são “responsáveis pela prática de delitos graves”.
O inquérito em curso foi aberto em Brasília para apurar, inicialmente, o ataque a aparelhos de Moro, do juiz federal Abel Gomes, relator da Lava Jato no TRF-2 (Tribunal Regional Federal da 2ª Região), do juiz federal no Rio Flávio Lucas e dos delegados da PF em São Paulo Rafael Fernandes e Flávio Reis.
Segundo investigadores, a apuração mostrou que o celular do procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, também foi alvo do grupo. O caso dessas autoridades está sendo tratado em inquérito aberto pela Polícia Federal no Paraná.
A Folha teve acesso ao pacote de mensagens atribuídas aos procuradores da força-tarefa da Lava Jato e ao então juiz Sergio Moro e obtidas pelo Intercept.
O site permitiu que o jornal analisasse o seu acervo, que diz ter recebido de uma fonte anônima. A Folha não detectou nenhum indício de que ele possa ter sido adulterado. O jornal já publicou cinco reportagens decorrentes deste acesso.
A Folha não comete ato ilícito para obter informações, nem pede que ato ilícito seja cometido neste sentido; pode, no entanto, publicar informações que foram fruto de ato ilícito se houver interesse público no material apurado.
Né isso! Heróis são esses hackers né, que cometeram esses crimes por "amor à verdade" KKK… Acho que muita gente não entendeu ainda: As conversas que foram atribuídas a Moro foram obtidas das conversas copiadas do celular de Deltan Dallagnol, não do celular de Moro! O celular de Moro foi usado para ajudar a seguir os rastros da tentativa de clonagem mas se ele não tiver conta no Telegram, não tem como as mensagens serem copiadas…
Foi através da perícia do telefone do Moro, que a PF chegou a esses vendedores de fantasias pra idiotas.
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