Uma mulher de 40 anos invadiu o altar e empurrou o padre Marcelo Rossi durante uma missa em Cachoeira Paulista neste domingo (14). A mulher furou a segurança, invadiu o palco por trás durante a celebração que acontecia na Canção Nova e empurrou o padre de cima da estrutura.
Apesar da queda, ele não ficou ferido e a mulher foi contida pela Polícia Militar.
O padre estava no local para a missa de encerramento do acampamento ‘Por Hoje Não’ (PHN). Por volta das 14h50, a mulher praticou a agressão. Ela fazia parte de um grupo que saiu do Rio de Janeiro para o evento. Os acompanhantes informaram aos policiais que ela sofre de transtornos mentais.
Um grupo de trabalho coordenado pelo vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, propõe mudar radicalmente a forma de eleger vereadores no ano que vem. Em documento entregue no mês passado para o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o tribunal defende adotar, já em 2020, o sistema distrital misto em cidades com mais de 200 mil habitantes. A ideia é separar os município em distritos, que elegeriam seus representantes isoladamente.
O modelo distrital misto, inspirado no sistema adotado na Alemanha, prevê a divisão dos Estados e municípios em distritos eleitorais – dessa forma, os candidatos a vereador em um bairro da zona sul de São Paulo, por exemplo, seriam diferentes daqueles dos eleitores de um bairro na zona norte. A divisão de cada cidade em distritos seria feita pelo próprio TSE, que convocaria audiência pública com representantes dos partidos políticos para definir os critérios e os limites de cada um.
Questionado, o TSE não informou até a conclusão desta edição sobre previsão para a audiência nem sobre estudos envolvendo a divisão das cidades em distritos. Um dos receios é de que a definição dos limites geográficos de cada região beneficie candidatos e leve a distorções no resultado das eleições – nos Estados Unidos, a polêmica chegou à Suprema Corte, que concluiu que não cabe ao tribunal decidir sobre a divisão dos mapas.
No sistema proposto pelo grupo de trabalho do TSE, metade das cadeiras na Câmara Municipal, assembleias legislativas e da Câmara dos Deputados seria definida conforme o voto distrital – ou seja, o voto nos candidatos de cada região. A outra metade seria eleita pelo chamado voto em legenda, em lista fechada, em que os candidatos de cada partido são informados em uma lista predeterminada, que já definiriam a ordem em que as vagas serão preenchidas. Neste caso, o eleitor escolhe uma lista, e não um candidato.
‘Não sei se tem voto para passar no Congresso’, afirma Rodrigo Maia
Rodrigo Maia, no entanto, disse ao Estado que vê a mudança no sistema eleitoral como difícil de ser aprovada a tempo de valer para o ano que vem. “É uma proposta muito boa. Não sei se tem voto (para passar no Congresso), porque mudar o sistema eleitoral é difícil”, afirmou.
Para o presidente da Câmara, o sistema atual vem gerando uma pulverização do quadro político, o que atrapalha a “governabilidade e a relação do Executivo com o Legislativo” pelo número excessivo de partidos.
As críticas ao atual sistema são endossadas por Barroso, que assumirá o comando do tribunal em 2020. Para o ministro, o Brasil precisa de uma reforma política capaz de baratear o custo das eleições e facilitar a governabilidade. “Numa democracia, só a própria política pode se autotransformar. Muitos, como eu, creem que o sistema distrital misto oferece essa oportunidade. Esta será uma atuação patriótica do Congresso, que irá reaproximar a representação política da sociedade. Como quase tudo na vida, ninguém pode garantir de antemão que vá dar certo. Mas o sistema atual não está sendo bom para o País”, disse Barroso ao Estado.
A adoção do distrital misto encontra resistência entre parlamentares – para entrar em vigor em 2020, seria necessário aprovar as mudanças até o fim de setembro, um ano antes das próximas eleições. “Teríamos dois meses apenas, é impossível chegar a um acordo”, afirmou o presidente do Solidariedade, deputado Paulinho da Força (SP).
O debate ainda dividiria as atenções no Congresso com as articulações em torno da reforma da Previdência. “A Câmara tem de conseguir discutir diversas matérias ao mesmo tempo”, disse a deputada Carla Zambelli (PSL-SP). “Não gosto do distrital misto porque tem a parte da lista, que é completamente antidemocrática e dá muito poder para o dirigente partidário”, afirmou Zambelli, que prefere o distrital “puro”.
Na opinião do deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ), o distrital misto pode criar problemas em algumas cidades, como o Rio. “As áreas de milícia no Rio são enormes, você pode estar legitimando e viabilizando que aqueles grupos que têm o controle territorial tenham o controle também político.”
Veja qual é a proposta do TSE para as eleições
– Modelo
Como é: A eleição de deputado federal, estadual, distrital e de vereador depende da votação do partido ou coligação – é o sistema eleitoral proporcional.
Como ficaria: As cidades com mais de 200 mil habitantes adotariam o sistema distrital misto. O modelo, inspirado na Alemanha, prevê a divisão dos Estados e municípios em distritos eleitorais.
– Candidatos
Como é: Os candidatos são os mesmos para os eleitores de regiões distantes, como Jardim Ângela, na zona sul de São Paulo, e Santana, na zona norte, por exemplo.
Como ficaria: Por esse modelo, os candidatos do Jardim Ângela, por exemplo, seriam diferentes daqueles dos eleitores de Santana. A divisão em distritos seria feita pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
– Votação
Como é: O eleitor pode escolher votar tanto no candidato de sua preferência, como no número de sua legenda preferida.
Como ficaria: Modelo combina voto proporcional e voto majoritário. O eleitor tem dois votos: um para candidatos no distrito e outro para as legendas (partidos).
Estadão Conteúdo
Após forte reação no Senado de parlamentares que compõem a ala moderada do Congresso, o Ministério da Economia decidiu suspender por 30 dias os efeitos de portaria que facilita a importação de máquinas e de equipamentos de informática.
A medida foi adotada para evitar que a Comissão de Assuntos Econômicos derrubasse a norma. Numa tentativa de apaziguar os ânimos, a equipe de Paulo Guedes se comprometeu a apresentar novo texto regulamentando as regras do primeiro.
Para ter ideia da resistência à portaria, na última semana, em debate sobre o tema com empresários do setor, o senador José Serra (PSDB-SP) chamou a medida de “mal feita e entreguista”, numa crítica mais incisiva do que a da oposição.
Nenhum integrante do time de Guedes foi convidado para responder os argumentos dos industriais, que ameaçaram responder à medida com demissões em massa.
Quem entende do setor viu na reação aguda do Senado sinal de que industriais e parlamentares estão prontos para rebater o plano de abertura comercial.
Painel/Folha de S.Paulo
O senado já disse que não permitirá nenhuma medida que deixe entrar computadores, celulares e outros eletrônicos no país…O SENADO PERDEU O JUÍZO?? NOS PROTEGENDO CONTRA PREÇOS BARATOS E PRODUTOS MAIS EFICIENTES.. QUE SE DANE ESSA INDÚSTRIA CARA NACIONAL…QUANDO REALMENTE ERA POSSÍVEL ENTRAR CARRO IMPORTADO NO PAÍS O CHORORÔ PROTECIONISTA ERA O MESMO… QUE SE DANE.. PROTEGER POUCOS PRA LASCAR MUITOS
Nos últimos seis anos, o advogado Glenn Greenwald (Nova York, 1967) se tornou uma figura fundamental do jornalismo investigativo. Instalado no Rio de Janeiro há 15 anos, foi a ele que o analista Edward Snowden recorreu em 2012 com os documentos que revelavam os programas de vigilância em massa do Governo dos Estados Unidos, porque tinha lido seu blog e suas colunas no site Salon.
A publicação daquela história lhe rendeu um prêmio Pulitzer e levou à criação do jornal digital The Intercept. É nele que o jornalista publica há um mês, em conjunto com outros jornalistas da equipe, sua mais recente grande história: as mensagens trocadas entre Sérgio Moro, o então juiz que condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à prisão e é um símbolo da luta contra a corrupção, e os procuradores da operação Lava Jato. Moro pendurou a toga para ser ministro da Justiça no Governo do presidente Jair Bolsonaro e anunciou recentemente que tiraria cinco dias de licença sem salário a partir desta segunda-feira para resolver “assuntos particulares”. Desde que publicou sua revelação exclusiva, Greenwald é considerado um vilão por quem vê Moro como um herói. E vice-versa.
Greenwald, que já escreveu meia dúzia de livros e é conhecido por ser um crítico feroz e heterodoxo do poder e das elites, não teme a polêmica, e apontou enfaticamente os erros dos democratas e da imprensa dos EUA depois da eleição de Donald Trump. Também denunciou que o movimento anti-Trump é “a primeira #resistência na história que venera as agências de segurança estatais”.
No Brasil, o jornalista é, além disso, o marido de um deputado de esquerda, David Miranda, com quem adotou dois meninos e formou uma família. Desde que revelou as mensagens de Moro, anda com escolta armada. O som da chuva torrencial pontuado por latidos − eles vivem com cerca de 20 cachorros − é o pano de fundo desta entrevista na casa da família, no Rio de Janeiro.
Pergunta. Como foi o instante em que recebeu o vazamento sobre Sérgio Moro?
Resposta. Foi algo muito parecido com o que senti ao receber os arquivos de Snowden. Incredulidade. No jornalismo você consegue boas histórias, mas elas raramente são disruptivas. Desta vez, eu sabia que isto ia ser uma bomba no Brasil, porque o que eu estava lendo era não apenas chocante, como também implicava aquela que provavelmente é a pessoa mais respeitada e poderosa do país, mais até do que o presidente. Eu sabia que seria muito polêmico. Ele [Moro] é provavelmente quem dá credibilidade e legitimidade ao Governo de Bolsonaro.
P. Os documentos foram enviados por correio eletrônico ao seu site? Foi à redação? Ligaram?
R. Não posso contar nada, para proteger a fonte, não posso contar nada sobre como nos chegou o material.
P. Dizem que a equipe se reuniu em um hotel porque o arquivo é enorme e precisavam de segredo e de muito cuidado.
R. A primeira coisa é sempre a segurança. Somos uma agência de notícias com sede nos Estados Unidos. No The Intercept, antes dos jornalistas, contratamos especialistas em segurança tecnológica. Mesmo que a polícia brasileira viesse até minha casa e levasse meu computador e meus telefones, nunca seria capaz de chegar ao arquivo, porque ele está seguro, fora do Brasil, em muitos lugares diferentes. Vendo o tamanho, entendemos que era necessário trabalhar em equipe e que era necessário que nos associássemos a outros veículos de comunicação, também para garantir nossa própria proteção.
P. Vocês se associaram ao maior jornal, a Folha de S. Paulo, e à maior revista semanal, a Veja.
R. Sim, e eles têm equipes grandes que cobrem a operação Lava Jato há anos, que cobriram Moro. Eles têm um conhecimento que nós não temos necessariamente. Temos jornalistas expertos em Lava Jato, Leandro [Demori], Rafael [Moro Martins], Amanda [Audi]. Quanto mais jornalistas você envolve em um assunto, mais profundo é o jornalismo que você faz.
P. O senhor conseguiu os arquivos?
R. Sim.
P. O The Intercept inclui em seu site instruções detalhadas para que as fontes possam lhes enviar vazamentos.
R. Sim, mas enfatizamos que não existe a segurança absoluta, o 100%. Isso é algo que Sergio Moro acaba de descobrir. Ele usava o sistema de mensagens por celular Telegram porque pensava que era totalmente seguro.
P. O ministro Moro se defendeu dizendo que o comportamento dele como juiz pode ser surpreendente em outros países, mas que é comum, tradicional, no Brasil.
R. Essa tradição que ele diz existir é rejeitada pelo código de conduta judicial, que exige que um juiz seja imparcial. É proibido explicitamente o que ele diz que é comum e tradicional: basicamente, juízes colaborando com uma das partes. Mas mais significativo ainda é que durante os últimos quatro ou cinco anos houve suspeitas, sem provas, de que Moro estava colaborando com os procuradores e ele nunca disse que era “uma tradição”. Ele negou veementemente.
P. Você teme que sua imparcialidade como jornalista seja questionada porque seu marido é político?
R. Nunca acreditei que os jornalistas deveriam fingir não ter opiniões. Até certo ponto, é mais honesto ser aberto sobre seus pontos de vista. E algo que acho engraçado é que no Brasil as pessoas me associam com a esquerda, enquanto nos EUA às vezes acreditam que sou de direita porque apareço na rede Fox.
P. Houve uma grande campanha de intimidação contra você, da qual participaram dois filhos do presidente, sem que este ou o ministro da Justiça a impedissem. Tem medo?
R. No jornalismo, você sempre corre riscos. E, se enfrenta alguém no poder, podem castigar você ou se vingar. Mas nós decidimos que valia a pena assumir o risco. Acredito que este Governo é repressor e autoritário, e acredito que Moro demonstrou que está disposto a violar todas as leis. Mas o que os torna perigosos é que agora eles se sentem desesperados. Moro sabe que eu sei tudo o que ele disse e fez. E que vamos contar tudo.
P. O que o trouxe para o Brasil?
R. Vim por sete semanas para clarear as ideias. Meu primeiro marido e eu tínhamos nos separado, eu tinha 37 anos, estava cansado de ser advogado… Conheci o David no primeiro dia, nós nos apaixonamos e naquela época os EUA tinham uma lei de [Bill] Clinton que proibia o Governo federal dar qualquer benefício a casais do mesmo sexo. David não podia obter um visto para os EUA. Mas os tribunais do Brasil tinham criado uma norma que dava direito de residência permanente aos casais do mesmo sexo. O Brasil era a única opção para estarmos juntos.
P. O jornalismo investigativo é mais difícil do que nos tempos do Wikileaks ou de Snowden?
R. No sentido tecnológico é mais fácil, mas no legal, mais difícil. Uma das coisas geniais do Wikileaks é que Assange foi o primeiro a ver que, graças ao armazenamento digital, os vazamentos em massa de informações de instituições poderosas seriam o novo motor do jornalismo na era digital. Um de meus heróis da infância era Daniel Ellsberg, que vazou dezenas de milhares de páginas dos papéis do Pentágono. Demorou meses para copiar os documentos secretos. Snowden levou algumas horas. Mas os poderosos, cada vez mais ameaçados por essa facilidade para os vazamentos maciços, estão ficando mais agressivos na hora de criminalizar o jornalismo investigativo.
P. Assange é um jornalista? Este é um ponto central no debate sobre seu caso judicial.
R. Acredito que o que ele fez é jornalismo. Não acho que um jornalista deva ter formação específica como a de um médico ou um advogado. Qualquer cidadão pode revelar informação de interesse público. Assange trabalhou com jornais do mundo todo, The New York Times, The Guardian, EL PAÍS etc., não como uma fonte, mas como um parceiro jornalístico. Não tenho uma relação muito estreita com ele, mas sou uma das poucas pessoas que, apesar de criticá-lo pontualmente, sempre defenderam a importância de seu trabalho. Em 2018, David e eu passamos três dias com ele na embaixada [do Equador em Londres].
P. E com Snowden?
R. Tenho muito relacionamento. Juntamente com Daniel Ellsberg, Laura Poitras e outras pessoas criamos uma organização para a liberdade da informação, com a qual Snowden trabalha. Estive em Moscou há um ano e passamos um dia normal como amigos, fomos ao parque Gorki… Quando o visitei pela primeira vez, estava sob extrema pressão e não se sentia à vontade nem mesmo saindo à rua. Hoje não pode sair da Rússia porque seria preso, mas é a pessoa mais feliz que conheço porque, com coragem e sacrifício, tomou uma decisão corajosa e estava plenamente consciente disso.
P. Quanto do orçamento do The Intercept é coberto pelos leitores e quanto por Pierre Omidyar, o dono do Ebay, que financiou o projeto?
R. Claramente, a maior parte ainda vem do nosso fundador, mas a cada ano que passa isso vai se equilibrando porque cresce o apoio dos leitores. Aqui, no Brasil, disparou.
P. Para seus filhos, como é crescer no Brasil de Bolsonaro com dois pais, que além do mais são conhecidos?
R. Pensamos nisso antes de adotá-los, quando Bolsonaro ainda não era presidente, mas já havia um crescente movimento da direita. No Brasil querem apresentar a comunidade LGBTQI como uma ameaça para as crianças. A família que criamos dinamita essa demonização. É nossa obrigação mostrar que as famílias LGBTQI podem ser completas e felizes.
Proteção da privacidade
Glenn Greenwald explica que as agências de inteligência podem transformar um celular em instrumento de vigilância, embora não tão facilmente. Por isso, desde que Edward Snowden o contatou em 2013 para lhe entregar os arquivos que provavam a espionagem em massa de cidadãos americanos pela Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA), o jornalista toma todas as precauções ao se comunicar com seus colegas, com as fontes e com qualquer pessoa com quem troque informações sensíveis. A medida de segurança mais óbvia é retirar os celulares da sala. Seis anos depois daquela reportagem exclusiva de 2013, Greenwald afirma que ela teve tanta repercussão porque “no fim das contas, instintivamente, somos animais que precisam de um espaço privado”. Por isso é que se coloca um ferrolho no banheiro e se usa uma senha no correio eletrônico, diz ele. “Todos sentimos que há coisas que compartilharíamos com um médico, com nosso parceiro ou com nossos melhores amigos, mas que nos dariam vergonha se fossem públicas.”
Greenwald opina que, no entanto, o debate sobre a perda de privacidade não tem a importância que deveria ter entre a população. Se as revelações de Snowden colocaram o foco na intromissão dos Governos, com os EUA à frente, agora são as grandes empresas de tecnologia, como Facebook e Google, que estão no centro das atenções. “A forma como a tecnologia permite que nos vigiemos o tempo todo é mais grave do que o público entende, e o debate sobre isso é insuficiente”, afirma. A vida digital transformou os usuários, muitas vezes de maneira totalmente inconsciente, em fornecedores constantes de informações pessoais valiosas para empresas e entidades de todo tipo.
O advogado e jornalista, que vive em um país tão desigual como o Brasil, tem plena consciência de que para boa parte da população do mundo a defesa da privacidade não é um assunto primordial. Quando você não tem acesso a água potável nem a atendimento de saúde para seus filhos, ou não come o suficiente, pensar sobre o uso que é feito de seus dados pessoais pode parecer algo de menor importância. “Defender a privacidade pode parecer um pouco abstrato e mais remoto do que satisfazer outras necessidades. Mas também acho que existe uma tentativa deliberada de transmitir às pessoas a mensagem de que, se você não for um terrorista ou um pedófilo, se não tiver nada a esconder, não deve se preocupar com que o Governo ou as empresas o vigiem.”
Agora, mergulhado na enorme polêmica do caso Moro, a perda de privacidade sofrida pelo cofundador do The Intercept vai além da vigilância de Governos ou empresas: no Brasil, seu rosto está com o do ex-juiz em toda a mídia desde que começou o vazamento de informações, em 9 de junho. Paralelamente à intimidação, Greenwald sofreu uma campanha de descrédito que, entre outras mentiras, afirma que ele não ganhou o Pulitzer que obteve com o caso Snowden. “Uma das diferenças entre as reportagens sobre a NSA e sobre Moro é que grande parte do ódio que a primeira gerou foi dirigida a Snowden. Eu era simplesmente o jornalista. Agora a fonte é invisível, e eu sou o rosto da história.”
El País
Tá gleengay, eu sei que ele sabe mas, depois desses dois meses do anúncio dessa bomba que você disse tinha, aí te pergunto: onde está a prova que lula é inocente?
Esse cabra safado tinha que ser expulso do nosso País, queria ver se fosse no País dele, ele já estaria preso. Para mim ele não passa de um criminoso.
Todos que ousam combater a corrupção e quebrar esquemas e quadrilhas, são atacados e alguns pagam caro por isso, até mesmo com a própria vida, temos que apoiar e privilegiar o combate a corrupção se quisermos um Brasil próspero e isento dessas mazelas sociais.
O ministro Moro tem meu respeito e minha admiração!!!
A organização criminosa era muito bem organizada. A lava jato era a organização/ empresa, Moro era o chefe, Deltan era o choach. Brasil, mostra tua cara. A verdade é uma luz. Ñ é possível esconder a luz.
A organização criminosa era muito bem organizada. A lava jato era a organização/ empresa, Moro era o chefe, Deltan era o choach. Brasil, mostra tua cara. A verdade é uma luz. Ñ é possível esconder a luz.
Moro Herói Nacional. Um desqualificado querendo derrotar o certo. Deus salve a lava jato, separou o joio do trigo, bandidos foram para seu lugar certo, cadeia.
Hoje temos um Presidente em quem podemos nos orgulhar, todos esses que condenam o Moro e o
Mito, levantem a ficha de cada um deles para ver se, para verem o tamanho da sujeira.
Mito e Moro, continuem e não desistam de por este País a limpo.
PARABÉNS AO JORNALISTA GLEEN, SERGIO MORO E SUA TURMA DE DELINQUENTES, , AO LADO DO DEBIL MENTAL BOLSONARO E SUA FAMILIA DE MILICIANOS, MERECEM CADEIA, XILINDRÓ OOOOOO, BANDIDOS.
Aqui o certo anda com medo do errado , por que tudo andava errado agora chegou a hora de mudar é para isso tem que colocar pressão! essa turma precisar receber a força da lei
Esse vagabundo não perde por esperar. Moro é um cidadão decente. Apesar da imprensa, que concede apoio a um bandido desses, a maioria do povo brasileiro respeita e reconhece a dignidade e o grande serviço que o Dr Sérgio Moro presta ao Brasil.
Hj, estamos a 5 semanas que gleengay disse que teria uma bomba que iria implodir a lava-jato… Disso mesmo, transcorreram 40 dias e o que se viu foram no máximo 5 conversas editadas, algumas até corrigidas, e um áudio, inclusive já periciado por peritos, e constatado que pode ter sido adulterada. Todas as conversas divulgadas até agora, só reforçam a tese de que a operação lutou bravamente pra defender o patrimônio econômico nosso, do povo brasileiro, pra isso trabalharam pra juntar provas robustas, deflagravam operações eficientes, lutavam pra ter o apoio popular, tudo porquê os malfeitores e bandidos ladrões que combatiam, eram poderosos e se articulavam com armas e ações, que até foram suficientes para neutralizar uma operação anterior, do mensalão, onde a justiça praticamente perdoou todos os flagrados, anistiou as penalidades, enfim, foi de uma ineficiência absurda. E a preocupação de moro e dalagnol era que não se repetisse o resultado fracassado anterior, em que os condenados ficaram rindo da cara da justiça e da sociedade. Tudo isso, é fruto dos tentáculos dessa enorme quadrilha que ao longo do tempo se ramificou, do setor produtivo, passando pelo legislador, executivos da administração, e até parte do judiciário, esses últimos, tem suas decisões até reprovadas a unanimidade pela nação. Por isso que a nação já se manifestou nas ruas, se manifesta nos ambientes e aviões, de forma a incetivar os componentes da lava jato a continuarem suas ações, e aprovar tudo que foi feito por Moro e dalagnol, a exceção dos verdadeiros bandidos, seus comparsas, e uma minoria inexpressiva de apoiadores de ladrões de dinheiro público.
Nós moramos em um país desmoralizado em que um fdp estrangeiro faz o que quer e nenhum poder coloca essa marginal na cadeia. Eu queria ver esse bandido fazer isso em um país do primeiro mundo e não ser preso ou expulso.
A pergunta que todo o universo mundial quer saber. Porque vc não entrega seu celular e os documentos desta investigação a uma perícia (isenta) até fora do país? Qual medo vc tem, se vc fala que está seguro.
Deputados aliados do governo Jair Bolsonaro e de partidos do Centrão que votaram a favor da reforma da Previdência lideram o ranking dos parlamentares que mais tiveram emendas liberadas neste ano, segundo dados oficiais do portal Siga Brasil, controlado pelo Senado.
No topo da lista aparecem os deputados Marco Feliciano (Podemos-SP) e Misael Varella (PSD-MG), com R$ 12,1 milhões em recursos empenhados cada um, seguidos por Alex Manente (Cidadania-SP), com R$ 11,9 milhões. Todos foram favoráveis ao texto-base da reforma.
Na sequência está Clarissa Garotinho (PROS-RJ), com R$ 11,6 milhões. Ela é um dos cinco parlamentares presentes no ranking dos 30 deputados que mais tiveram emendas liberadas até agora que votaram contra a reforma da Previdência. Os outros quatro são do PT.
Para André Fufuca (PP-MA), décimo da lista, com R$ 10,7 milhões em emendas, a liberação recorde dos recursos às vésperas da votação e o placar expressivo a favor da reforma são uma coincidência. “No meu ponto de vista essas questões são independentes. Muitos parlamentares dessa nova legislatura foram eleitos com um discurso em defesa da reforma”, disse.
Já Alex Manente atribuiu a quantia liberada de suas emendas à atuação de seus assessores no Ministério da Saúde. “Mérito da minha equipe, que fez o cadastro das emendas assim que o ministério abriu o procedimento, no final de março. Por isso, acredito que tenha saído mais rápido”, afirmou.
Dos R$ 4,5 bilhões em emendas impositivas liberadas pelo governo Bolsonaro até sexta-feira passada, R$ 3 bilhões se referem a emendas individuais dos deputados (66%), R$ 1 bilhão são emendas de bancadas e R$ 479 milhões de senadores. A bancada do Ceará foi a mais beneficiada, com R$ 126,7 milhões, seguida por Santa Catarina (R$ 115,2 milhões) e Maranhão (R$ 105,6 milhões).
Segundo os dados do portal Siga Brasil, que monitora a execução de emendas, 90% dos gastos indicados pelos parlamentares foram direcionados ao Ministério da Saúde (R$ 4 bilhões), enquanto que o restante ficou distribuído entre outras dez pastas, como Educação, com apenas R$ 59,8 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
QUE DECEPÇÃO HEIN?
Em apenas seis meses o Deputado (que tinha saído pela porta de trás do exército como primeiro tenente promovido na reserva forçada a capitão) do baixo clero que usava o Auxílio Moradia "pra comer gente", e é muito envolvido com milicianos e laranjais, já cedeu a BOA E VELHA POLITICA QUE TANTO OS SEUS ELEITORES CRITICAVAM NOS OUTROS.
Que rapidez!
É a entrega da Petrobrás, Embraer, Base de Alcântara e Eletrobrás, junto com a privatização das universidades e a Reforma da Previdência que beneficia as empresas bancos e empresários.
Que tristeza.
Apesar do discurso crítico ao que chama de “velha política”, o presidente Jair Bolsonaro repetiu uma prática trivial de seus antecessores na relação com o Congresso e liberou um valor recorde em emendas parlamentares às vésperas da votação da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados, aprovada na quarta-feira passada com 379 votos a favor.
Foram R$ 2,7 bilhões empenhados em apenas dez dias, sendo R$ 1,5 bilhão em emendas individuais apresentadas por 550 deputados e ex-deputados federais. A quantia representa uma média diária de R$ 268 milhões em desembolso em julho, mais do que o dobro da média registrada em maio de 2016 – R$ 123 milhões -, quando foi empenhado o maior volume de recursos em um único mês – R$ 3,8 bilhões – desde que a execução das emendas pelo governo passou a ser obrigatória, em 2015.
Naquela ocasião, tanto a presidente cassada Dilma Rousseff, que estava sendo afastada do cargo pelo Senado, quanto o ex-presidente Michel Temer, que assumia o comando do País, usaram as emendas parlamentares impositivas como instrumento de barganha política, em busca de votos contra e a favor do impeachment.
As emendas são indicações de gastos no Orçamento da União por deputados e senadores, que costumam privilegiar seus redutos eleitorais nos repasses de dinheiro para obras ou programas. O teto equivale a 1,2% da receita corrente líquida – R$ 13,7 bilhões neste ano -, sendo que metade deve ser destinado à saúde. Embora sejam impositivas, é o governo que controla o fluxo de liberação dos recursos.
Até junho, Bolsonaro havia liberado apenas 13% dos recursos previstos. A baixa execução dos repasses era motivo de queixas recorrentes de deputados do Centrão e da própria base governista. Com a liberação recorde no início deste mês, esse porcentual mais do que dobrou, chegando a 32,5%, segundo dados do Siga Brasil, painel de execução de emendas parlamentares controlado pelo Senado.
Prática é a mesma adotada pelos antecessores em votações cruciais
Os números mostram que o expediente utilizado por Bolsonaro às vésperas da aprovação da reforma da Previdência na Câmara é o mesmo adotado pelos antecessores em votações cruciais no Congresso. Em 2017, por exemplo, Temer liberou R$ 3,2 bilhões em emendas no mês de dezembro, quando ainda tentava aprovar sua reforma previdenciária. O projeto não avançou em razão da contaminação do debate eleitoral.
Seis meses antes, Temer já havia usado o poder do controle da liberação de emendas impositivas para conter o momento mais crítico de seu governo, as denúncias de corrupção, obstrução da Justiça e organização criminosa feitas contra ele pelo então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com base na delação da J&F.
Foram R$ 2 bilhões liberados em emendas em junho, um mês após a divulgação da conversa gravada entre o ex-presidente e o empresário Joesley Batista, e mais R$ 2,2 bilhões empenhados em julho, quando a primeira denúncia de Janot chegou à Câmara. Em agosto e outubro, a maioria dos deputados rejeitou a abertura de uma investigação contra o emedebista.
Em 2015, Dilma já havia concentrado a liberação de dinheiro para obras e programas indicados pelos parlamentares logo após o pedido de impeachment chegar à Câmara, em outubro daquele ano. Foram mais de R$ 3 bilhões empenhados em três meses. Apesar disso, o então presidente da Casa, Eduardo Cunha (MDB-RJ), autorizou a abertura do processo após o PT votar contra ele no Conselho de Ética.
“Todos os presidentes, em maior ou menor grau, utilizaram do expediente das emendas para conseguir apoio. Embora muitos achem isso pouco republicano, não há nada ilegal. A questão é que Bolsonaro se constituiu como o ‘novo’, que condenava isso como prática da velha política. Mas falar é uma coisa, governar é outra. Ele acabou jogando a pedra para o alto sem pensar que o telhado dele é de vidro”, afirmou o cientista político Rodrigo Prando.
Bolsonaro minimizou as críticas que sofreu por causa das emendas alegando que, como elas são impositivas, suas liberações independem da vontade do presidente. “Tudo o que é liberado está no Orçamento. Nada foi inventado. Não tem mala, não tem conversa escondidinha em lugar nenhum. É tudo à luz da legislação”, disse um dia após a aprovação da reforma.
Estadão Conteúdo
Cada vez fica mais cômico os comentários Minio's…. kkkkkkkk ?????? " Os Deputados foram mal acostumados pelo PT". E seu Mito não iria acabar com isso a velha política, vistam a carapuça e assumam que foram enganados facim, facim… ?????
"FAÇA O QUE DIGO, MAS NÃO FAÇA O QUE EU FAÇO!"
ADEUS AS ILUSÕES BOLSOMINIOS ANALFABETOS!
ISSO É COMPRA DE VOTOS NA CARA DE TODO MUNDO QUE FINGE QUE NAO É NADA DEMAIS QUANDO HÁ POUCO TEMPO SAIAM AS RUAS DIZENDO QUE IAM MORALIZAR A POMITICA.
Kkkkkkkkk. Só um detalhe : esse dinheiro é seu, é meu, é da sociedade que paga impostos. Eu particularmente não acho legal sustentar esses parasitas, mas sempre há quem goste.
Doce ilusão, só um Minion cego para acreditar na idoneidade do congresso, especialmente do MDB e centrão, os mesmo envolvidos nos caso de desvio de verba pública, fora os laranjas do presidente. Beijinho no ombro.
Cadê os defensores do homem que ia moralizar a política nacional? Kkkkkkk. Esse é igual ou pior aos seus antecessores.
E tu queria que ele aprovasse como? Distribuindo flores? Nonho é manhoso e sabe conseguir o que quer do chefe do executivo, que tem se mostrado um autêntico banana pois se fosse respeitado dava um murro na mesa e tudo se arrumava rapidinho.
Há uma máxima no jornalismo: "se alguém diz que está chovendo, e outra pessoa diz que não está, não é trabalho do jornalista citar as duas, é ir olhar lá fora". Vem bomba por aí.
O presidente Jair Bolsonaro disse que taxa cobrada para frequentar as praias de Fernando de Noronha é um roubo praticado pelo governo federal.
A declaração foi dada em rede social na noite deste sábado (13). Bolsonaro postou um vídeo que mostrava a praia do Sancho, tida como uma das mais bonitas do mundo.
Na postagem, apresentou os valores cobrados para turistas brasileiros e estrangeiros, R$ 106 e R$ 210, respectivamente, válidos para dez dias. “Isso explica porque quase inexiste turismo no Brasil”, disse. No vídeo, um homem diz que a praia ficava vazia mesmo quando chegava ao limite permitido de turistas.
“Vamos rever isso”, afirmou o presidente. Bolsonaro também pediu que práticas semelhantes em outros locais fossem denunciadas.
Ele já havia afirmado que pretende ampliar a visitação turística em unidades de conservação do país.
Em fevereiro, o presidente do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), Adalberto Eberhard, exonerou o chefe do Parque Nacional Marinho do arquipélago, Felilpe Mendonça.
Ao longo de 2018, Mendonça criticou o aumento vertiginoso no número de turistas em Fernando de Noronha, assim como a concessão de alvarás pelo governo de Pernambuco para a ampliação de pousadas.
O arquipélago registrou novo recorde de visitantes no ano passado, chegando a 103 mil pessoas. Até 2013, o número não havia ultrapassado da casa dos 60 mil.
O estudo de capacidade de carga do parque feito em 2009 aponta como limite máximo de turistas no arquipélago de 89 mil por ano. O governo de Pernambuco, contudo, vem ampliando ano a ano a autorização de voos diários a Noronha.
Folhapress
-bolsonaro está certo o brasil não é nenhuma suiça,estados unidos nem inglaterra não para nós ter muito dinheiro para poder curtir umas férias ou viajens,sou a favor sim tem que baixar custos em dormidas,alimentação e preços em passeios,creio que 2020 o brasil vai dar longos passos na econômia creio que o nordeste vai crescer 1,2% em 2020,e pico de 2,7% em 2021,é o previsto por professores de economia da fgv,a reforma esta dizendo pra que veio.
-fernando de noronha os preços são absurdos uma diária em uma pousada simples varia de $550 a 800,um almoço em um restaurante simples varia de $30 a 50 reais… água mineral garrafa 250 ml 6 reais,um refrigerante 2 litros $ 20 a 25 reais,desse jeito expulsa nós funcionário público de viajar nas férias,bolsonaro esta certo tem que baixar estes preços absurdos que pra mim é um assalto a mão armada.
Mais de 40 unidades da Defensoria Pública da União (DPU) correm o risco de encerrar suas atividades até o fim deste mês, caso ocorra a devolução de 828 servidores que pertencem a quadros de outros órgãos e estão cedidos à DPU. A instituição conta com 487 servidores próprios, que prestaram concurso específico para nela ingressar, e 645 defensores federais.
A DPU informou, por meio da assessoria de imprensa, que o prazo de retorno dos servidores requisitados a suas lotações de origem é 27 de julho. Ao todo, informou a DPU, 43 unidades poderão ser afetadas.
Com 18 unidades, a Região Sudeste é a que mais deve sofrer perdas. Cidades com população expressiva, como Guarulhos e Osasco, na Grande São Paulo, que têm, respectivamente, mais de 1,3 milhão de habitantes, estão na lista.
Também podem ficar sem atendimento os municípios de Niterói (RJ), Uberlândia (MG), Pelotas (RS), Londrina (PR), Caruaru (PE) e Mossoró (RN). Tanto o Rio de Janeiro como São Paulo perigam ficar com o serviço restrito às capitais. Na lista, destaca-se ainda Dourados, em Mato Grosso do Sul, região historicamente marcada por conflitos de terra entre fazendeiros e comunidades indígenas.
Conforme a DPU esclarece no relatório Assistência jurídica integral e gratuita no Brasil: um panorama da atuação da Defensoria Pública da União, o órgão criou, em 2015, o Plano de Interiorização, visando levar o atendimento para além das capitais. Com a Emenda Constitucional nº 95 – mais conhecida como Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do Teto -, que congelou os gastos públicos por 20 anos, a iniciativa acabou sendo suspensa, em abril de 2017.
Justificativa do governo
No entendimento do governo federal, em nota à Agência Brasil, o que deve prevalecer é a Lei n° 13.328/2016, que estabelece reembolso de servidores após três anos ininterruptos de requisição. No comunicado, a Secretaria-Geral da Presidência da República nega ter ordenado a devolução dos funcionários.
“O Governo Federal informa que não solicitou o retorno dos servidores requisitados pela Defensoria Pública da União (DPU)”, diz. “Em janeiro deste ano, em decorrência de Termo realizado pela Câmara de Conciliação e Arbitragem da Administração Federal (CCAF), acordou-se que a DPU, que tem autonomia administrativa e financeira, teria mais seis meses para iniciar o reembolso da remuneração desses profissionais, prazo que vence no próximo dia 27.”
Saídas
A referida lei prevê a possibilidade de o órgão interessado manter o servidor requisitado. Nesse caso, a DPU teria de arcar com os salários. Em nota, o órgão diz que o novo regime fiscal do governo inviabilizou essa alternativa. “O custo da remuneração e encargos desses servidores seria de cerca de R$ 100 milhões por ano, montante que equivale a um quinto do orçamento total do órgão”, escreve, acrescentando que está tentando chegar a um acordo com o Ministério da Economia e que, “em caso de insucesso, tomará as medidas judiciais cabíveis para a manutenção dos servidores e das unidades.”
Agência Brasil
Quem vai sentir mais esse fechamento são os bandidos.
O cidadão, para poder se valer de um DPU é uma luta. Já bandido, basta acenar com a mão que eles correm para atender.
Pra que defender pobres?
Os ricos estão felizes, pois os pobres estão voltando pros seus lugares, de onde acham que nunca deviam ter saído.
Pobre não mais será visto em aeroportos, universidades supermercados, etc.
Viva Bolsonaro!
Um blecaute deixou boa parte de Manhattan, em Nova York, no escuro durante cerca de três horas na noite deste sábado (13).
O apagão atingiu aproximadamente 72 mil moradores e ícones da maior cidade dos Estados Unidos, como o edifício Empire State e a Times Square, além de ter interrompido a circulação no metrô.
O governador do estado de Nova York, Andrew Cuomo, teve de enviar a Guarda Nacional para organizar o trânsito, em caos por causa dos semáforos apagados.
Milhares de pessoas foram evacuadas do Madison Square Garden, onde estava para começar um show de Jennifer Lopez. As zonas de Manhattan mais afetadas foram Midtown e Upper West Side.
Em visita a Iowa devido à campanha para as eleições de 2020, o prefeito Bill de Blasio disse que o blecaute foi causado por um “problema técnico”, um incêndio em uma das centrais da Con Edison, a empresa responsável pelo fornecimento de energia.
O apagão ocorreu no dia exato do aniversário de 42 anos do histórico blecaute de 13 de julho de 1977, quando quase todos os bairros de Nova York ficaram sem energia.
Ansa
Sob o título “Uma possível nomeação indevida”, o artigo a seguir é de autoria de Rogério Tadeu Romano, advogado e procurador regional da República aposentado.
Segundo o jornal O Globo, a possível escolha do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para a embaixada do Brasil em Washington vai encontrar resistências no Senado, responsável por dar aval para a indicação presidencial.
A qualificação de diplomata é específica.
Para chegar a assumir uma embaixada, o topo da carreira, o diplomata que sai do Instituto Rio Branco tem que atuar como 3º secretário, 2º secretário. Depois de 1º secretário, é conselheiro, ministro-conselheiro, embaixador.
Nesse ponto da carreira, o diplomata começa a chefiar embaixadas menos complexas. Há inúmeras sutilezas, leis internacionais, convenções e códigos que precisam ser seguidos.
As principais democracias do mundo costumam indicar diplomatas de carreira e experientes para ocupar o posto de embaixador em Washington e em outras Embaixadas de peso.
Os EUA se diferem neste sentido porque presidentes costumam nomear doadores de campanha e outras pessoas com experiência em outras áreas para postos na Europa, por exemplo.
Mas jamais um filho de presidente.
O caso mais próximo, e extremamente criticado, é o de Jared Kushner, genro de Trump, indicado para formular um plano de paz para o Oriente Médio.
Se isso não bastasse cogita-se que o ato de nomeação para o cargo de embaixador do Brasil junto aos Estados Unidos da América pelo presidente da República e que teria como beneficiário um de seus filhos, poderia ser enquadrado como nepotismo e, portanto, sujeito à Lei de Improbidade Administrativa.
O Supremo Tribunal Federal, em 2008, aprovou a súmula vinculante número 13, que veda o nepotismo na administração pública, alegando que tal medida contraria a Constituição por atacar princípios como o da moralidade, que em nossa pátria é assegurado, ao menos, textualmente.
A súmula tem o seguinte texto
“A nomeação de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o exercício de cargo em comissão ou de confiança ou, ainda, de função gratificada na administração pública direta e indireta em qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios, compreendido o ajuste mediante designações recíprocas, viola a Constituição Federal”.
Segundo o ministro Carlos Ayres Britto, a súmula do nepotismo não atinge o presidente da República e seus ministros, os governadores de Estado e seus secretários e os prefeitos e seus secretários. Ou seja, o presidente poderia nomear parentes para um ministério, sem que a medida fosse considerada nepotismo.
“A filosofia da decisão é a de que o governante tem direito de compor livremente os cargos de governo”, afirmou Britto.
O chamado nepotismo cruzado, porém, está vetado. Ele ocorre quando familiares de um agente público são empregados por outro como contrapartida. A única hipótese de algum profissional trabalhar junto ao familiar é em caso de ingresso no serviço público por meio de aprovação em concurso.
Sustenta-se que o parentesco é um vínculo de origens diversas, ligando pessoas umas às outras e, por próprio comando do Código Civil, distinguimos três formas de parentesco, levando em conta, por óbvio, a gênese de cada relação parental:
Parentesco natural ou consanguíneo: é aquele que provém de um vínculo biológico, partindo de um ancestral comum, na forma direta ou indireta. Habitualmente chamamos de “meu parente de sangue”. Pais, filhos, avós, irmãos, tios, primos.
Parentesco por afinidade: é o parentesco estabelecido entre os parentes de seu cônjuge ou companheiro. Vale ressaltar que tal parentesco limita-se aos ascendentes, descentes e irmãos do cônjuge ou companheiro, assim como é importante lembrar que estes últimos não são parentes. É previsão do artigo 1.595 do Código Civil que, conjuntamente com o seu §2º, diante do conhecimento de sua existência, faria qualquer noivo ou noiva repensar em uma união, vejamos, “Na linha reta, a afinidade não se extingue com a dissolução do casamento ou da união estável.” Isso mesmo, sogra é para vida toda!
Parentesco civil: é a exceção, pois não se origina da consanguinidade nem da afinidade, portanto, o caso mais comum é a adoção, a qual não precisa tecer comentários, pois é conhecimento de todos sua existência. Temos também o reconhecimento da paternidade desbiologizada ou sócio-afetiva, reconhecida pela doutrina e acatada por Juízes, pois sabemos da existência de laços que vão muito além do sangue, como de pais que tem relações familiares fortes com seu filho e, mais tarde, descobrem que não são os pais biológicos.
Maior prova disso foi recente decisão do Superior Tribunal de Justiça em que afirmou não ser suficiente o exame de DNA negativo para a anulação da paternidade, pois além da inexistência do vínculo genético, dever-se-á demonstrar a negativa de vinculo sócio-afetivo, desta forma, entendemos que aquele pai infértil que utiliza de material genético de terceiro para a reprodução assistida com óvulo da esposa, é sim pai sócio-afetivo daquele infante e tem seu reconhecimento assegurado judicial e civilmente por depreensão do art. 1.593 do CC.
De toda sorte o ato revela, a princípio, uma ofensa aos princípios da moralidade e da impessoalidade administrativa e lembra experiências que somente ocorrem em países autocráticos como é o caso da Arábia Saudita em exemplo recente.
De outra sorte um possível ato de nomeação cogitado estaria ferindo o mérito do ato administrativo e, portanto, seria crível de ser analisado pelo Judiciário.
O mérito, por sua vez, é o resultado do exercício regular da discricionariedade. Para Seabra Fagundes (O controle dos atos administrativos pelo poder judiciário, 1941) o mérito é insindicável. A discricionariedade atua como a competência específica para valorar corretamente o motivo dentro dos limites da lei e para escolher acertadamente o objeto, dentro dos limites da lei.
Tudo isso nos leva à conclusão óbvia de que o direito administrativo tem, na inveracidade e na impossibilidade, rigorosos limites à discricionariedade. Com efeito, um ato do Poder Público que esteja lastreado no inexistente, no falso, no equivocado, no impreciso e no duvidoso, não está, certamente, seguramente voltado à satisfação de um interesse público.
Sob o padrão da realidade, os comandos da Administração, sejam abstratos ou concretos, devem ter sempre condições objetivas de serem efetivamente cumpridos em favor da sociedade.
Deve a Administração ser vocacionada para evitar o perigo da violação do princípio da realidade e da desmoralização da ordem jurídica pela banalização da ineficiência e a vulgarização do descumprimento, além do pesado ônus do ridículo.
Os elementos do ato administrativo, motivo e objeto, têm uma relação íntima com a finalidade do ato: a razoabilidade como um limite à discrição, na avaliação dos motivos, exigindo que estes sejam adequáveis, compatíveis e proporcionais, de modo a que o ato atenda a uma finalidade pública específica.
A razoabilidade, na valoração dos motivos e na escolha do objeto, é, em última análise, o caminho seguro para se ter certeza de que se garantiu a legitimidade da ação administrativa.
O motivo é o pressuposto de fato e de direito do ato administrativo.
A doutrina entende que há cinco limites de oportunidade à discricionariedade: existência (grave inoportunidade por inexistência do motivo); suficiência (grave inoportunidade por insuficiência do motivo); adequabilidade (grave inoportunidade por inadequabilidade de motivo); compatibilidade (grave inoportunidade por incompatibilidade de motivo); proporcionalidade (grave inoportunidade por desproporcionalidade do motivo), dentro de um controle de realidade e de razoabilidade.
Quanto ao objeto do ato administrativo, resultado jurídico visado, há uma conveniência (escolha administrativa), envolvendo: possibilidade (grave inconveniência por impossibilidade do objeto); conformidade (grave inconveniência por desconformidade de objeto) e eficiência (grave inconveniência por ineficiência do objeto), ainda dentro dos princípios técnicos de controle de realidade e razoabilidade.
Com essas observações, dir-se-á que o Judiciário pode anular atos administrativos discricionários, fundados na inexistência de motivo, insuficiência de motivo, inadequabilidade de motivo, incompatibilidade de motivo, desproporcionalidade de motivo, impossibilidade de objeto, desconformidade de objeto e insuficiência de objeto, apenas controlando os limites objetivos do ato discricionário.
Em resumo, a providência atende aos seguintes requisitos: a) da adequação, que exige que as medidas adotadas pelo Poder Público se mostrem aptas a atingir os objetivos pretendidos; b) da necessidade ou exigibilidade, que impõe a verificação da inexistência de meio menos gravoso para atingimento de fins visados; c) da proporcionalidade em sentido estrito, que é a ponderação entre o ônus imposto e o benefício trazido para constatar se é justificável a interferência na esfera dos direitos dos cidadãos.
Ora, para a prática de alguns atos a competência da Administração é estritamente determinada na lei, quando nos motivos e modos de agir. A lei lhe determina que, existentes determinadas circunstâncias, proceda dentro de certo prazo e certo modo. E essa competência, como ensinou Miguel Seabra Fagundes (O controle dos atos administrativos, segunda edição, pág. 93), vincolata dos italianos. A Administração Pública não é livre em resolver sobre a conveniência do ato, nem sobre o seu conteúdo. Só lhe cabe constatar a ocorrência dos motivos, e, com base neles, praticar o ato.
Negando-se a praticá-lo no termo e com o objeto determinados, viola a lei.
A Lei deixa a autoridade administrativa livre na apreciação do motivo ou do objeto do ato, ou de ambos ao mesmo tempo. No que respeita ao motivo essa discrição se refere à ocasião de praticá-lo (oportunidade) e à sua utilidade (conveniência).
No que respeita ao conteúdo, a discrição está em poder praticar o ato com objetivo viável, ao seu entender. Nestes casos, a competência é livre e discricionária. A propósito desses atos não é possível cogitar de nulidade relacionada com o motivo, com o objeto, ou com ambos, conforme a respeito de qualquer um desses requisitos, ou dos dois, possa deliberar livremente a Administração.
Concluiu por dizer Miguel Seabra Fagundes (obra citada, pág. 95) que, no mais, entretanto, ou seja, quanto à manifestação da vontade (falta de competência para agir e defeito pessoal na vontade do agente), finalidade e forma, o ato discricionário incide nos mesmos casos de invalidez dos atos vinculados.
Há uma submissão da Administração, em seus atos, à ordem jurídica, ou seja, a legalidade.
Pode-se dizer que todo ato administrativo, a menos que não haja uma determinação legal expressa, pode ser executado de diversas maneiras, dentro da faculdade concedida pela lei. A conveniência, a oportunidade, o meio de realizar o ato encontram-se dentro de esfera discricionária, que não pode violar o limite fixado pela lei. Neste último caso, a infração desse limite importa na ilegalidade do ato sujeito à apreciação do Poder Judiciário.
Mas, pode o prejudicado pela ação da Administração ao retomar o imóvel de sua propriedade, reclamar perdas e danos se o ato efetuado tiver sido ilegal.
Discricionariedade é a qualidade da competência cometida por lei à Administração Pública para definir, abstrata e concretamente, o resíduo de legitimidade necessário para integrar a definição de elementos essenciais à execução, diretamente referido a um interesse público específico.
Como ensinou Cino Vitta (Nozione degli atti admministrativi, 1906, IV), pelo exercício da discricionariedade atende-se, simultaneamente, à lei, pela fidelidade a seus comandos, e ao interesse público diretamente apercebido, pela sua concreção individuada, sem solução de continuidade e sem excepcionalidade derrogatória da legitimidade ou de legalidade, pois a lei é o interesse público cristalizado, como o interesse público é a razão de ser da lei.
Assim, admite-se que a Administração, ao agir, tem por finalidade o interesse público especificado na lei, um elemento reconhecidamente vinculado.
Na lição de Diogo de Figueiredo Moreira Netto (Legitimidade e discricionariedade, pág. 27), a discricionariedade é uma competência e, portanto, um poder vinculado à finalidade que dita a sua existência.
Há, pois, nítida conexão entre a discricionariedade e o interesse público. Isso porque a discricionariedade não é livre, tendo um limite, que é a lei e a razoabilidade.
Para a Administração, persiste o dever de legalidade e de boa administração.
Assim deve ser exercida a discricionariedade administrativa, podendo o Judiciário exercer esse controle, nos limites do que foi aqui analisado.
Em síntese, a possível nomeação de um dos filhos do presidente da República para um posto de tamanho realce, dentro da diplomacia brasileira, poderia ser objeto de anulação, pois feriria o interesse público além de fugir da razoabilidade.
É UM MIMIMI DOS OPOSITORES DE BOLSONARO INCRIVEL. ESQUECEM QUEM FOI
CELSO AMORIM
ALUISIO NUNES
SÃO DIFERENTES DIPLOMATA E EMBAIXADOR.
O QUE OS OPOSITORES QUEREM É COLOCAR UM DA ESQUERDA LÁ E EMBANAR TUDO, IMPEDIR CRESCIMENTO, FAZER ENCRENCA E DIFICULTAR AS COISAS, ISSO SIM.
BANDIDO SÓ DEFENDE BANDIDO.
XÔ PETISTAS COMUNISTAS, VÃO PRA CUBA RUSSIA CHINA VENEZUELA XÔ.
DEIXEM O NOSSO BRASIL EM PAZ JÁ ROUBARAM E ATRAZARAM DEMAIS.
Isso é verdade. PArabéns. Mas já começamos a corrigir: o novededos tá preso e a batata do filho dele já está saindo do forno… como pode um catador de bosta subir meteoricamente pra dono de empresas superavitárias, da noite pro dia? E o dia dos Bozos chega logo, logo… assim q o mandato acabar….
Da para acreditar que tem Minion's defendendo a indicação, creio que vai faltar psiquiatra no Brasil para atender tantos seguidores da família Bozo ?????
Celso Amorim , embaixador de Lula, nunca foi diplomata nem tinha experiência alguma para o cargo e Aluísio Nunes , que o sucedeu , nunca foi diplomata , participou de atos terroristas na ditadura.
É muito mímimi dessa esquerda, sempre se metendo na administração do atual Presidente.
Esse aí é um aproveitador! A família quer se eternizar em cargos públicos do alto escalão. Beneficiaram-se da jumentisse dos seus eleitores que não admitem suas tolices, insistindo que votaram certo
Especulado sobre um possível retorno ao Barcelona, o atacante Neymar afirmou neste sábado (13) que o momento “mais marcante” da sua carreira foi a histórica goleada do clube espanhol por 6 a 1 em cima do Paris Saint-Germain (PSG), pela Liga dos Campeões da temporada 2016/2017.
Na ocasião, o Barcelona havia perdido o jogo de ida para o time francês por 4 a 0, no Parc des Princes. Na volta, no Camp Nou, a equipe espanhola conseguiu fazer 6 a 1 no PSG e confirmar sua vaga para as quartas de final da Champions League. Neymar, que ainda defendia o Barça, anotou dois gols.
“Não sei, acho que quando ganhamos do PSG, no Barcelona. Nosso vestiário estava completamente todos loucos, muito contentes.
Acho que foi a melhor sensação para todos “, disse o atleta, em uma coletiva de imprensa após um evento de seu instituto na Praia Grande (SP).
A fala de Neymar foi criticada pela imprensa francesa. De acordo com a revista “France Football”, o camisa 10 do clube parisiense fez uma “nova declaração de guerra” ao seu atual time. O jornal “Le Figaro”, por sua vez, tratou como uma “provocação”.
O craque brasileiro vem sendo especulado sobre um possível retorno ao Barcelona. Neymar entrou em uma polêmica após não ter se reapresentado no PSG. O pai e agente do camisa 10 do clube parisiense, Neymar da Silva Santos, disse que a diretoria do time sabia dos compromissos do atleta em seu instituto. O atacante deverá voltar aos treinamentos nesta segunda-feira (15).
Neymar não está enfrentando problemas apenas no PSG. De acordo com o jornal “Mundo Deportivo”, o atleta de 27 anos ainda está devendo 35 milhões de euros (cerca de R$ 147 milhões) para o fisco espanhol. O jogador defendeu o Barcelona entre 2013 e 2017. No clube catalão, Neymar conquistou dois Campeonatos Espanhóis, duas Copas do Rei, duas Supercopas da Espanha, uma Liga dos Campeões, uma Supercopa da Uefa e outro Mundial de Clubes.
Ansa
O presidente do Instituto de Previdência do Rio Grande do Norte, Nereu Linhares, voltou a Reforma da Previdência também no Estado. Para ele, a revisão é algo inevitável.
“Não tem como deixar de fazer essa revisão da Previdência”, disse. Ele defendeu que o Senado Federal inclua estados e municípios na reforma. “Não faz sentido o governo federal fazer a aprovação de uma reforma retirando”, completou.
Nereu explicou que o Estado possui um déficit mensal na casa dos R$ 130 milhões e que já possui mais servidores aposentados do que na ativa. Ele ainda adiantou que o Governo do Estado precisa discutir sobre o que vai ser feito acerca desse déficit.
A Previdência é supetavitária. O pessoal do Sindifisco, que é isento, disse isso. Essa reforma é a consolidação do golpe da elite econômica que não quer que pobre consuma os seu produtos. #LulaLivre.
Isento kkk essa Sindifisco é uma corporação fortíssima, apinhada de marajás com salários de 30/35 mil, e que só pensam em manter seus privilégios.
Popularmente, falta aquilo roxo para nossa governadora reajustar a previdência para quem recebe acima de 5 ou 7 salários mínimos , de 11 para 14 %.
Os Sindicatos vão chiar, claro , cabelo de fogo vai pirar ( quer ser política partidária ) , os médicos ganham bem para o adrão do Nordeste e tidos devem fazer esse sacrificio ( lembrando qye votei no segundo turno em 13+ 17 . Torço lá e k.
Jogo duplo sempre. Lula pré-Planalto xingava a LRF, mas a lei virou vaca sagrada nas mãos nos primeiros anos de gestão. Para as massas, a reforma da previdência é para dar dinheiro banqueiro, mas o próprio Secretário de Planejamento do RN quer estados e municípios dentro dela. Agora o Presidente do Ipern também. Tem até governador do PT defendendo (como o do PI). Ou mesmo com o teto de gastos (quando Dilma queria regras até mais duras, como reajustar os gastos com base no crescimento do PIB). Quando os outros tomam medidas duras é pq querem matar pobres. Incrível como essa massa de militantes histéricos é manipulável.
Foi bom para o governo Federal, os governadores de oposição, não queriam. Vai ser uma roubada para o governo Bolsonaro, que não devia aceitar. Estranho, o funcionalismo dos Estados calados. Tem boi na linha . Governo Federal que se cuide.
chiiiiiir!!! Como diz Raul Gil.
É bem empregado, juntou se com os outros governadores nordestinos em Brasilia, pra serem contra.
Agora aguentar!!
Mas que é gopi é!
A Lei de Diretrizes Orçamentárias, a tão falada LDO, é uma lei que norteia, que baliza o orçamento do ano subsequente. Ela é uma lei proposta pelo Governo e é o primeiro passo para a criação da Lei Orçamentária Anual (LOA), que vai trazer o orçamento de fato.
Essa semana, a Assembleia Legislativa aprovou a LDO encaminhada pelo governo, mas muitos servidores estaduais estão revoltados com o governo Fátima porque na LDO ela não permitiu que no orçamento do próximo ano houvesse possibilidade de reajuste.
Dirigentes sindicais, que tradicionalmente foram os grandes aliados de Fátima Bezerra, estão produzindo vídeos externando a indignação com a falta de possibilidade de reajuste e ainda cobrando os salários atrasados.
Em um dos vídeos, Janeayre Souto, que preside o Sindicato dos Servidores da Administração Direta (Sinsp), critica os atrasos, a falta de reajuste uniforme e o reajuste de 16,38% para procuradores do Estado. “O mesmo governo que dá 0% de reajuste, que encaminha uma mensagem preconceituosa, não faz nenhuma previsão de reajuste. A atual gestão do nosso estado não está pagando salário em dia. Nós estamos com nossos salários atrasados, sim. O governo nos deve”, disse.
E tão com raiva Pq?
Todos sabiam da falta de qualidade da comunista governanta agora os comunistas deveriam darem apoio pra socializar a pobreza e o atraso.
Quando um pai de família perde o emprego e depois consegue outro com salário menor o que tem que ser feito? Reduzir despesas com força e tentar aumentar a receita. O problema é que o Estado está falido e não consegue reduzir despesa e sofre pressão das corporações – que tomaram posse de 70% do orçamento – para aumentar gastos. Simplesmente o Estado está em uma sinuca de bico.
Como não? Já concedeu 16,8 % para procurador, auditor fiscal, juiz, promotor desembargador… Todos que ganha uns 40.000 reais, já com os mais humildes, que são os que sempre votaram nela, ela deve reajustar pelo
menos o valor dado em reais pra esses marajás, coisa de um aumento de 5.000 reais, bem, ao menos é um direito, já que vivem no sacrifício, com sua contas atrasadas, já que ganham bem menos.
O deputado estadual Kelps Lima criticou muitos prefeitos do interior do Rio Grande do Norte que indicam parentes para ocupar a titularidade de secretarias municipais.
De acordo com ele, essa é uma prática de nepotismo que precisa ser combatida. “Os relatos que nos chegam é que muitas cidades do interior estão apipadas de parentes em secretarias. Isso é coisa do passado. Precisamos libertar a máquina pública do atraso”, disse.
Ainda de acordo com o parlamentar, o SD, partido que preside, vai receber a orientação para que os candidatos a vereador e prefeito nas eleições do próximo ano não façam tais indicações, caso sejam eleitos.
A senadora Zenaide Maia reservou o sábado (13) para compromissos em Pau dos Ferros e Martins. Pela manhã participou da solenidade de inauguração da Central do Cidadão, em Pau dos Ferros. A nova sede inaugurada na região do Alto Oeste vai oferecer mais serviços públicos de cidadania em local próprio. A Central do Cidadão disponibiliza vários serviços como a emissão de título eleitoral, CPF, carteira de identidade e de trabalho, entre outros. A parlamentar esteve acompanhada da governadora Fátima Bezerra, do secretário de Desenvolvimento Econômico, Jaime Calado, do vereador de Pau dos Ferros, Renato, além de lideranças políticas da região.
O Festival Gastronômico de Martins, que já é tradição na cidade e região do Alto Oeste, fez parte da agenda da senadora Zenaide Maia, que à noite participou da 13ª edição. Este ano, o evento teve início na sexta-feira (12) e segue até este domingo (14), contando com diversos polos de animação com atividades gratuitas, entre shows musicais e apresentações culturais, além do famoso concurso gastronômico.
A Guarda Costeira dos Estados Unidos apreendeu quase 18 toneladas de cocaína e mais de 420 quilos de maconha, que estavam sendo transportadas em um submarino. A embarcação foi abordada na costa Oeste do país. A quantidade de droga foi avaliada em US$ 569 milhões – valor equivalente a mais de R$ 2,1 bilhões.
A operação ocorreu na quinta-feira e, após, os entorpecentes foram levados para San Diego, na California.
A Guarda Costeira divulgou um vídeo do momento da ação. Nas imagens, vê-se agentes de segurança pulando sobre o submarino e batendo na escotilha até que ela seja aberta.
Uma surra boa nessa sem vergonha no instante as faculdades mentais dela voltava ao normal.
Agredir uma pessoa dessa que bao faz mal a ninguém, só pode estar com o satanás nos couros.
Graças a Deus, o pe está bem.