Os reguladores de segurança aérea dos Estados Unidos aprovaram provisoriamente o software de varredura e as mudanças de treinamento para os jatos 737 MAX da Boeing, com o objetivo de consertar problemas com um sistema de controle de voo que está sob suspeita, segundo documentos internos do governo e pessoas familiarizadas com os detalhes.
As extensas revisões, disseram essas autoridades do setor e do governo, tornarão o recurso automatizado de prevenção de perda de controle da aeronave, chamado MCAS, menos agressivo e mais controlável pelos pilotos.
Eles também disseram que o treinamento aprimorado, baseado em instruções interativas auto-guiadas em laptops, destaca informações sobre quando o sistema se conecta e como os pilotos podem desligá-lo.
As mudanças equivalem a uma reversão dos principais princípios de projeto e engenharia com os quais a Boeing contava quando desenvolveu o sistema de prevenção, que é suspeito de causar o mergulho fatal que matou 189 pessoas a bordo do Lion Air 737 MAX na Indonésia em outubro passado. Uma equipe internacional de investigadores de acidentes também está investigando se um problema semelhante levou à queda de um avião da Ethiopian Airlines menos de cinco meses depois.
A Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês) disse que estava trabalhando com a Boeing para desenvolver e instalar um sistema MCAS revisado com base nas lições aprendidas com a tragédia da Lion Air, mas a extensão das mudanças vai além do que alguns funcionários da indústria esperavam. Um porta-voz da FAA se recusou a comentar detalhes específicos das mudanças pendentes.
Investigadores disseram que o avião da Lion Air recebeu informações errôneas de um sensor, o que levou a falha no sistema de prevenção de perda de controle, repetidamente empurrando o nariz do avião e terminando no ângulo máximo para baixo, mesmo que os pilotos estivessem resistindo. As autoridades disseram que veem semelhanças claras com o acidente ocorrido na Etiópia esse mês. Fonte: Dow Jones Newswires.
O número de mortos após a passagem do ciclone Idai na África já passa de 700. Moçambique notificou mais mortes neste sábado (23). As inuncações mataram pelo menos 732 pessoas e deixaram milhares de pessoas desesperadas por ajuda, muitas em telhados e árvores.
O ciclone Idai atacou a cidade portuária da Beira com ventos de até 170 km/h na semana passada, depois passou pelo o interior do continente, no Zimbábue e Malaui, deixando populações inundadas e devastando casas.
O número de mortos em Moçambique subiu de 242 para 417, disse o ministro de Terras e Meio Ambiente, Celso Correia.
“A situação está melhorando, ainda é crítica, mas está melhorando”, disse ele a repórteres no aeroporto de Beira, que se tornou um centro de operações de ajuda.
A tempestade também matou 259 pessoas no Zimbábue, enquanto no Malaui 56 pessoas morreram em fortes chuvas antes do ciclone.
Nos três países, os sobreviventes estão cavando escombros para procurar vítimas e buscando por abrigo, comida e água, enquanto governos e agências de ajuda correm para ajudar.
Um navio de cruzeiro teve uma falha mecânica em meio a fortes ventos perto do litoral da Noruega, e 1,3 mil passageiros estão sendo retirados da embarcação, disseram a polícia norueguesa e equipes de resgate neste sábado (23).
Por volta das 16h30 (11h30 de Brasília), uma centena de pessoas foram evacuadas e não havia informações sobre feridos. Quatro helicópteros participam da operação, informou centro de resgate.
O serviço de resgate marítimo disse que o navio Viking Sky estava à deriva em direção à costa, e que a embarcação fez sinal de resgate
O incidente ocorreu por volta da 14h (9h de Brasília) a algumas milhas marítimas da costa da região de Møre og Romsdal (no oeste da Noruega), uma região onde já ocorreram vários naufrágios.
Outros barcos foram para a área e foi aberto um centro de acolhida em terra para os passageiros.
O navio pertence à empresa Viking Ocean Cruises, do grupo Viking Cruises, fundado pelo bilionário norueguês Torstein Hagen. De acordo com o site da companhia, a capacidade da embarcação é de 930 pessoas.
Helicópteros e barcos se dirigiram ao local para o resgate, e instalações para receber os passageiros foram montadas em terra firme, informaram autoridades.
A escritora Alexus Sheppard, que está a bordo, postou no Twitter um vídeo de dentro do navio, no qual passageiros aparecem sentados em um salão e algumas pessoas que estão em pé tentam se segurar enquanto móveis escorregam com o balanço do mar
O presidente da República Jair Bolsonaro acredita que o Projeto de Lei 1.646/2019 vai recuperar recursos para o Tesouro Nacional. O projeto estabelece medidas para fortalecimento da cobrança ativa junto à União e penaliza contumazes empresas devedoras.
“Projeto do Governo encaminhado ao Congresso visa recuperar R$ 4 bi a mais por ano endurecendo a cobrança de dívidas”, contabiliza Bolsonaro em mensagem no Twitter. Segundo o presidente, “o alvo é o contribuinte com dívida maior do que R$ 15 mi por mais de um ano”.
A postagem assinala que “há grupos que respondem por dívidas de até R$ 40 bi” e aponta que “o foco das ações é o grande devedor”.
De acordo com a projeto de lei, empresas devedoras contumazes terão o CNPJ cancelado e não poderão receber benefício fiscal por dez anos. O PL também prevê 50% de desconto das multas às empresas que quitarem as dívidas a vista ou a prazo. A proposta cria meios para agilizar cobranças, como a execução fiscal da empresa devedora ocorra desde a primeira decisão judicial; e que os bens sejam penhorados imediatamente.
A proposta foi elaborada pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e foi registrada na Câmara dos Deputados. De acordo com a página de acompanhamento de proposições, o PL está “aguardando despacho do Presidente da Câmara dos Deputados”, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que poderá encaminhar para as comissões da Casa analisarem, a começar pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).
Dívidas junto à Previdência
Conforme a PGFN, o estoque total da Dívida Ativa é de mais de R$ 2 trilhões, R$ 491,2 bilhões são relativos a dívidas junto ao INSS (posição em dezembro de 2018).
Desse total de dívida previdenciária, oito de cada dez reais (R$ 390 bi) estão em cobrança. Pouco mais de 17% dos débitos estão sendo pagos. A Justiça suspendeu o pagamento de 2,5% do valor total (R$ 12,1 bi), e R$ 2 bi (0,4%) estão em negociação.
Sem a aprovação do PL, a PGFN tem visão pessimista da recuperação da dívida: quatro de cada dez reais em dívida considera “irrecuperável” e 21% do volume classifica como de “baixa perspectiva de recuperação”. Conforme a Procuradoria, 28,8% da dívida têm “média perspectiva de recuperação” e 8,9% do total têm “alta perspectiva de negociação”.
Conforme a PGFN, a legislação atual favorece a cobrança morosa; não diferencia de forma “clara” a situação do devedor eventual e do devedor contumaz e não dispõe de mecanismos específicos para tratar créditos de difícil recuperação.
Em 2014, o estoque da dívida previdenciária era de R$ 319,2 bi. Desde então, o volume inadimplente tem subido 11,5% ao ano (média).
O Brasil é o país íbero-americano com a maior porcentagem de artigos científicos assinados por mulheres seja como autora principal ou como co-autora, de acordo com a Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI). Entre 2014 e 2017, o Brasil publicou cerca de 53,3 mil artigos, dos quais 72% são assinados por pesquisadoras mulheres.
Atrás do Brasil, aparecem a Argentina, Guatemala e Portugal com participação de mulheres em 67%, 66% e 64% dos artigos publicados, respectivamente. No extremo oposto estão El Salvador, Nicarágua e Chile, com mulheres participando em menos de 48% dos artigos publicados por cada país.
Além desses países, a OEI analisou a produção científica da Bolívia, Colômbia, Costa Rica, Cuba, República Dominicana, Equador, Espanha, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela. Os dados fazem parte do estudo As desigualdades de gênero na produção científica ibero-americana, do Observatório Ibero-americano de Ciência, Tecnologia e Sociedade (OCTS), instituição da OEI.
A pesquisa analisou os artigos publicados na chamada Web of Science, em português, web da ciência, que é um banco de dados que reúne mais de 20 mil periódicos internacionais.
“O Brasil está melhor do que o restante dos países. Acho que é algo que não podemos nos dar por satisfeitos porque temos desafios, mas indica que o Brasil caminha na direção positiva de mais oportunidades, de igualdade de gênero entre homens e mulheres”, diz o diretor da OEI no Brasil, Raphael Callou.
Menos pesquisadoras publicam
Apesar de assinar a maior parte dos artigos, quando levado em conta o número de mulheres pesquisadoras que publicaram no período analisado, ele é menor que o dos homens. No Brasil, elas representam 49% dos autores, de acordo com os dados de 2017. A porcentagem se manteve praticamente constante em relação a 2014, quando elas eram 50%.
Com base nos números de 2017, o Paraguai ocupa o topo do ranking, com 60% das autoras mulheres. Na outra ponta, está o Chile, com 37%.
As diferenças aparecem também entre áreas de pesquisa. No Brasil, entre as áreas analisadas, medicina é a que conta com a maior parte das autoras mulheres, elas são 56% entre aqueles que publicaram entre 2014 e 2017. As engenharias estão na base, com a menor representatividade, 32%.
Essa realidade faz parte do cotidiano da professora da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Maria Cristina Tavares. “Nas salas de aula, as meninas são cerca de 5% dos estudantes. No departamento temos em torno de 90 professores e somos cinco professoras”, diz. “Quando você vai a congressos, são pouquíssimas engenheiras. Você vê só ternos. Se você tem 100 trabalhos sendo expostos, tem geralmente três ou quatro pesquisadoras”, acrescenta.
Maria Cristina comemora a posição de destaque das mulheres no número de assinaturas de publicações: “Publicações hoje em dia são tudo no mundo acadêmico. As próprias universidades prezam por expor o resultado das pesquisa. Para eu conseguir mais bolsas para os meus estudantes, preciso estar com um bom nível de publicação e não é número pelo número, é número que significa que meu trabalho está sendo bom”, diz.
A professora faz, no entanto, uma ressalva sobre a baixa presença de pesquisadoras na área que atua: “O país perde quando não trabalha essa diversidade e todos esses olhares”.
Maioria entre estudantes, minoria entre professores
“Publicar sempre foi difícil, sempre é um processo. Há casos clássicos, bem icônicos de como esse estereótipo de gênero está arraigado. Quando se lê um artigo de autor chinês, polonês ucraniano, que tem um nome diferente, dificilmente vem imagem de que seja uma mulher, porque na nossa cabeça, a gente entende que esse lugares difíceis são ocupados por homens”, diz a bióloga da Universidade de Brasília (UnB) Bárbara Paes.
Apaixonada por ciência, a pesquisadora integra a equipe do Dragões de Garagem, criado para divulgar, de forma simples e atrativa, descobertas científicas e questionamentos sobre o fazer ciência no país. “Existe uma resistência da própria academia de reconhecer que existe um problema”, diz.
De acordo com o Censo da Educação Superior de 2016, última edição do levantamento, as mulheres representam 57,2% dos estudantes matriculados em cursos de graduação.
Elas são também maioria entre bolsistas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), representam 60% do total de beneficiários na pós-graduação e nos programas de formação de professores.
Entre os professores contratados, no entanto, o cenário muda, os homens são maioria. Dos 384.094 docentes da educação superior em exercício, 45,5% são mulheres.
Aprovado na Comissão de Direitos Humanos, o relatório da Senadora Zenaide Maia ao Projeto de Lei 414 que estabelece percentuais mínimos de dez e vinte por cento para as mulheres, na composição dos órgãos executivos dos conselhos fiscalizadores de profissões regulamentadas, incluindo a Ordem dos Advogados do Brasil e suas seccionais nos Estados.
Zenaide observa em seu relatório que: “Tendo em vista a notória sub-representação feminina naqueles órgãos, regidos por leis federais, em notório desrespeito à competência feminina para atuar em determinados campos profissionais, o projeto combate preconceitos inaceitáveis, conclui a senadora”.
O projeto, aprovado nessa quinta-feira, obriga o percentual de dez por cento de cargos para mulheres no primeiro ano de vigência da lei e vinte por cento no segundo ano. Caso esses percentuais mínimo não sejam respeitados, as eleições para renovação dos órgãos serão anuladas.
O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), reafirmou hoje (23) que vai trabalhar pela aprovação da reforma da Previdência a partir de segunda-feira (25). Ele disse que irá fazer as articulações políticas necessárias para dar encaminhando à proposta e conversar com os integrantes do governo federal.
“Na próxima semana, a gente precisa voltar a trabalhar pela reforma da previdência. Eu, dentro da Câmara, junto com os partidos, com os deputados, e o presidente da República assumindo de forma definitiva o seu papel: a articulação em torno do governo”, afirmou Rodrigo Maia ao chegar para o congresso nacional extraordinário do PPS, em Brasília.
As articulações em torno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que altera regras do sistema previdenciário no país, ficaram paralisadas ao longo da semana após impasses no Congresso Nacional envolvendo parlamentares de distintos partidos políticos.
Sugestão
Para Maia, é fundamental que o presidente Jair Bolsonaro atue diretamente na construção de base parlamentar para aprovação da reforma da Previdência. O texto está atualmente na Comissão de Constituição e Justiça (CCJC) da Câmara e aguarda a indicação de relator para iniciar a tramitação.
Por falta de consenso entre parlamentares, o nome ainda não foi indicado, o que pode atrasar a previsão do governo de aprovar a medida ainda neste semestre.
“Essa emenda constitucional veio [ao Congresso Nacional] e o autor: o Poder Executivo. O Poder Executivo, tenho certeza, seu presidente vai começar a convidar cada deputado que pensa em votar à favor para explicar os motivos da importância para o governo, para o país – principalmente – e vai assumir essa grande liderança em relação à sociedade, ao Executivo, e o Parlamento”, disse Maia.
Ontem (23), o presidente da CCJ da Câmara, deputado Felipe Francischini (PSL-PR), afirmou que vai aguardar a organização da base aliada para indicar o relator da reforma da Previdência na comissão. O colegiado analisará se a reforma proposta está em conformidade com a Constituição.
Em seguida o texto vai para discussão em comissão especial e, quando aprovado, é votado pelo plenário. Para ser aprovada, a medida precisa de apoio de dois terços dos deputados por se tratar de Proposta de Emenda à Constituição (PEC). A medida precisa ser aprovada por 308 deputados, em dois turnos de votação, para seguir para o Senado.
Crise
Maia afirmou ainda que o impasse em torno da reforma da Previdência foi superado. O parlamentar atribuiu o desgaste entre Legislativo e Poder Executivo às pessoas “do entorno do governo”. “Do meu ponto de vista, ela nunca deveria ter sido criada. Mas, ela foi criada pelo entorno do governo.”
Para o presidente da Câmara, a crise foi debelada e o momento é de seguir em frente.
“Para mim já acabou [a crise]. Falei o que eu tinha para falar. Agora quero focar naquilo que eu acredito que é fundamental: ajudar o Brasil, reorganizar o Estado brasileiro para que o Estado brasileiro deixe de servir à poucas corporações públicas e privadas e passe a servir à sociedade brasileira”, ressaltou.
A nova previdência não é pauta apenas do Governo é pauta do País e como tal precisa ser encarada.O parlamento brasileiro mais uma vez fará sua parte para retomarmos o crescimento e devolvermos o Brasil para os seus legítimos donos o povo.
O Secretario Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, afirmou em postagem no Twitter, hoje, que deputados e senadores farão “a parte” deles pela aprovação da reforma proposta pelo governo federal.
“O parlamento brasileiro, mais uma vez, fará sua parte para retomarmos o crescimento e devolvermos o Brasil para os seus legítimos donos, o povo”, disse. Ainda de acordo com o tweet, Marinho avalia que “a nova previdência não é pauta apenas do governo, é pauta do País e como tal precisa ser encarada”.
Há pouco, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), declarou que continuará no processo de aprovação da reforma, dialogando com deputados, mas que não cabe a ele construir a base de apoio do governo para aprovar a proposta. Para o parlamentar, o Planalto precisa assumir a liderança na articulação.
Nesta semana, Maia entrou em conflito com o filho do presidente Jair Bolsonaro, o vereador Carlos Bolsonaro (PSL-RJ), e chegou a ameaçar que deixaria a articulação política a favor da reforma da Previdência, fato que teria desagradado o ministro da Economia, Paulo Guedes. Questionado sobre o ocorrido, Maia disse hoje, em Brasília, que este assunto já é “página virada” e é necessário mostrar que o governo sairá de conflitos nas redes sociais para voltar ao mundo real.
Estadão Conteúdo
Um povo que elege Fátima Bezerra governadora e critica uma pessoa inteligente como Rogério Marinho tem que pastar o resto da vida. Ô povinho burro esse do RN!
Correram com ele daqui e agora está querendo lascar o povo novamente com essa reforma maldita da previdência, vai ver achou pouco a reforma trabalhista, que só favoreceu os empresários
Menos inveja e vamos ser justo.
Rogério Marinho esta fazendo um excelente trabalho.
É preparado, capacitado e tem muito talento.
Quem esta criticando porquê não se oferece para seu lugar e apresente um plano para tirar o País dessa situação.
Arregace as mangas vamos ao trabalho.
Esse é um cara de pau. Nunca defendeu os interesses do povo. Trata a todos como idiotas . Quem não lembra dos argumentos dele na reforma trabalhista? O mesmo cinismo, a mesma falácia e enganação. O país iria gerar empregos e o que vemos são trabalhadores sem direitos tendo que viver de subemprego, com perdas salariais, empobrecimento e desemprego gritante. Hoje, na maior cara de pau vem mais uma vez nos tratar como idiotas na reforma da previdência, a reforma da morte.
O pior é saber como o povo do RN é sem noção, o cara quase consegue se reeleger. O povo têm os políticos que merecem, agora é arcar com as consequências.
Concordo plenamente! Esse cara tem que receber o título de persona non grata do RN. Indecente.
Preso há três dias na Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro, sob a justificativa de que poderia atrapalhar as investigações, o ex-presidente Michel Temer, 78, vai enfrentar outros oito inquéritos que o manterão na mira do Ministério Público nos próximos meses, ainda que agora seja solto.
O Tribunal Regional Federal analisará na quarta (27) um pedido de habeas corpus.
Mas inquéritos abertos em São Paulo e Brasília têm potencial para levar o emedebista a uma via-crúcis de depoimentos e outras medidas investigativas semelhante à vivida por políticos como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-governador Sérgio Cabral (MDB-RJ).
“Sendo mantido o devido processo legal e o presidente podendo apresentar sua defesa, nós temos absoluta convicção de que todas essas acusações serão superadas. O presidente está disposto a contribuir com a Justiça. O que não pode acontecer é uma prisão absurda como essa, arbitrária”, diz o ex-ministro Carlos Marun (MDB-MS), aliado de primeira hora de Temer.
O ex-presidente foi preso preventivamente (sem prazo para ser solto) na quinta (21) na operação Descontaminação. A ordem partiu do juiz Marcelo Bretas, responsável por um inquérito aberto pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, e enviado em fevereiro à Justiça Federal no Rio.
O destino foi a 7ª Vara, de Bretas, porque ali já foram julgados crimes envolvendo a estatal Eletronuclear. Nesse inquérito, Temer é suspeito de receber propina de contratos para a construção da usina nuclear de Angra 3.
Procuradores do Rio apontam o ex-presidente como líder de um grupo criminoso que atua há cerca de 40 anos desviando recursos públicos. Também foram presos o ex-ministro Moreira Franco e outros investigados.
As defesas dizem que as prisões foram ilegais porque não há indícios de que os suspeitos tenham agido recentemente para atrapalhar as apurações. A ordem de prisão de Bretas cita fatos de 2017, mas o Ministério Público sustenta que há indícios de que o grupo seguia ativo, como uma tentativa de depósito milionário na conta de uma empresa envolvida no esquema no ano passado.
Junto com o inquérito enviado por Barroso ao Rio foram abertos outros quatro, remetidos à Justiça Federal em São Paulo. O caso no Rio deslanchou mais rápido que os de São Paulo porque, entre outros motivos, os procuradores fluminenses já tinham informações de operações anteriores relativas à Eletronuclear, como a Radioatividade.
Além disso, havia no Rio a delação de um dos sócios da Engevix, José Antunes Sobrinho, firmada com a Polícia Federal no ano passado. Essa delação é uma das principais bases da investigação.
Sobrinho relatou o suposto caminho do dinheiro: uma fornecedora da Engevix teria pago cerca de R$ 1 milhão de propina a uma empresa de um amigo de Temer, o coronel João Baptista Lima Filho, um dos presos na quinta.
A Procuradoria em São Paulo informou que não pode se manifestar sobre os quatro novos inquéritos recebidos em fevereiro porque eles estão sendo analisados. Como cada inquérito tem um ritmo diferente, a expectativa é que Temer seja chamado a prestar esclarecimentos diversas vezes no desenrolar desses casos.
Dos quatro novos inquéritos em São Paulo, três têm como peça-chave a empresa Argeplan Arquitetura e Engenharia, envolvida com Angra 3. Procuradores apontam que a firma, registrada em nome do coronel Lima e de outros sócios, pertence de fato a Temer.
Em uma dessas investigações, a Argeplan é suspeita de superfaturar e deixar de executar contratos de R$ 100 milhões para obras no Tribunal de Justiça de São Paulo.
Em outra, apura-se um contrato celebrado entre a empresa e a Fibria Celulose, que opera no porto de Santos, com valores em torno de R$ 15,5 milhões. O terceiro inquérito mira um contrato supostamente fictício, de R$ 375 mil, para prestação de serviço no Terminal Pérola, no porto de Santos.
O último apura lavagem de dinheiro pelo pagamento de reformas na casa de Maristela Temer, filha do ex-presidente. Como há semelhança entre o objeto dessa apuração e a do Rio, a expectativa da defesa de Temer é que os dois casos passem a ser um só.
Ainda em São Paulo, o ex-presidente deverá enfrentar um inquérito na Justiça Eleitoral que derivou da delação da Odebrecht, homologada pelo Supremo em 2017. A investigação trata de um jantar no Palácio do Jaburu em 2014, quando Temer ainda era vice de Dilma Rousseff (PT).
Nesse jantar, segundo delatores da empreiteira, foi acertada propina por meio de caixa dois para campanhas do MDB.
Tocada pela Procuradoria-Geral da República ao longo do ano passado, enquanto Temer ainda gozava da prerrogativa de foro especial, a investigação está pronta para o oferecimento de denúncia, na opinião de procuradores.
Temer também enfrentará três denúncias apresentadas ao Supremo durante seu mandato no Planalto. Com o fim do foro, quando deixou o cargo em 1º de janeiro, as denúncias passaram à 12ª Vara Federal em Brasília. São os casos mais avançados.
Duas dessas denúncias foram oferecidas ao STF em 2017 pelo ex-procurador-geral Rodrigo Janot a partir da delação da JBS. A primeira, referente ao episódio da mala de dinheiro entregue ao ex-assessor Rodrigo Rocha Loures (MDB-PR), acusa Temer de corrupção passiva. Para a Procuradoria, o presidente era o destinatário dos R$ 500 mil apreendidos com Loures. O caso tramita em segredo de Justiça, segundo a Procuradoria no Distrito Federal.
A segunda, conhecida como quadrilhão do MDB, acusa o ex-presidente de chefiar organização criminosa e tentar obstruir a Justiça comprando o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (MDB-RJ), preso no Paraná.
A terceira é da lavra da procuradora-geral, Raquel Dodge. Ela acusou Temer, em dezembro, de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no inquérito dos portos, aberto em 2017 para investigar a edição de um decreto que teria beneficiado empresas do setor.
Segundo Dodge, o esquema movimentou R$ 32,6 milhões entre 2016 e 2017, e Temer recebeu propina por meio de intermediários —entre eles, novamente, o coronel Lima.
Advogado de Temer, Brian Alves Prado nega a ocorrência dos crimes e afirma que o ex-presidente irá esclarecer as suspeitas.
Folhapress
O PT tá defendendo o golpista temer… vá entender, isso é com medo da PF receber dilmanta no desembarque do turismo na Europa onde gasta fortunas, só que de dinheiro público, pior, dos miseráveis e desempregados brasileiros. Revoltante!
O promotor Cassio Roberto Conserino foi condenado a pagar R$60 mil ao ex-presidente Lula por danos morais. Segundo a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, ele publicou em 2016 nas suas redes sociais que o petista é ” um encantador de burros”.
O juiz Fabrício da Cruz considerou que o promotor teve a “nítida intenção calculada e provocativa de humilhar, menoscabar e desprezar” o ex-presidente ao publicar uma imagem com conteúdo “ofensivo”.
O juiz ainda disse que o grau de culpa é elevado já que se trata de um promotor que deve ter uma conduta “ilibada, assim como tratar com urbanidade as partes” dos processos.
Justiça justa? Falar verdades fere a justiça? Falar a verdade provoca o lado politico de algum juiz? Eis a prova, mas nós não podemos julgar os julgadores juizes se consideram Deuses, então ………….
LULA E O PT SÃO MENTIROSOS E ENGANADORES O MAGISTRADO QUIS DIZER.
LULA E O PT SÃO AUTORITÁRIOS, DITADORES, TOTALITÁRIOS, ANTI-DEMOCRÁTICOS, SEM LIBERDADE DE EXPRESSÃO,… É A DITADURA COMUNISTA DO PT.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse ao jornal O Estado de S. Paulo que o governo não tem projeto para o País além da reforma da Previdência. Um dia após ameaçar deixar a articulação política para a aprovação das mudanças na aposentadoria, por causa dos ataques recebidos nas redes sociais pelo vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), Maia calibrou o discurso e assegurou a continuidade do trabalho. Fez, porém, várias críticas e advertiu que o presidente precisa deixar o Twitter de lado, além da “disputa do mal contra o bem”, e se empenhar para melhorar a vida da população.
“O governo é um deserto de ideias”, declarou Maia. “Se tem propostas, eu não as conheço. Qual é o projeto do governo Bolsonaro fora a Previdência? Não se sabe”. Na avaliação do presidente da Câmara, o ministro da Economia, Paulo Guedes, é “uma ilha” dentro do Executivo.
Por que o sr. decidiu abandonar a articulação da reforma da Previdência?
Apenas entendo que o governo eleito não pode terceirizar sua responsabilidade. O presidente precisa assumir a liderança, ser mais proativo. O discurso dele é: sou contra a reforma, mas fui obrigado a mandá-la ou o Brasil quebra. Ele dá sinalização de insegurança ao Parlamento. Ele tem que assumir o discurso que faz o ministro Paulo Guedes. Hoje, o governo não tem base. Não sou eu que vou organizar a base. O presidente da Câmara sozinho, em uma matéria como a reforma da Previdência, não tem capacidade de conseguir 308 votos.
Mas o senhor continua à frente da articulação?
Dentro do meu quadrado, sim. Agora, acho que quanto mais eles tentam trazer para mim a responsabilidade do governo, mais está piorando a relação do governo com o Parlamento. O governo precisa vir a público de forma mais objetiva, com mais clareza, com mais energia na votação da reforma.
O que o presidente Bolsonaro precisa fazer?
Ele precisa construir um diálogo com o Parlamento, com os líderes, com os partidos. Não pode ficar a informação de que o meu diálogo é pelo toma lá, dá cá. A gente tem que parar com essa conversa. Como o presidente vê a política? O que é a nova política para ele? Ele precisa colocar em prática a nova política. Tanto é verdade que ele não colocou que tem (apenas) 50 deputados na base. Faço o alerta: se o governo não organizar sua base, se não construir o diálogo com os deputados, vai ser muito difícil aprovar a reforma da Previdência. O ciclo dos últimos 30 anos acabou e agora se abre um novo ciclo. Ele precisa saber o que colocar no lugar. O Executivo precisa ser um ator ativo nesse processo político.
E não está sendo?
De forma nenhuma. Ele está transferindo para a presidência da Câmara e do Senado uma responsabilidade que é dele. Então, ele fica só com o bônus e eu fico com o ônus de ganhar ou perder. Se ganhar, ganhei com eles. Se perder, perdi sozinho. Isso, para a reforma da Previdência, é muito grave. Não é uma votação qualquer, para você falar “leva que o filho é teu”. Não é assim. É uma matéria será um divisor de águas inclusive para o governo Bolsonaro. Então, ele precisa assumir protagonismo. Foi isso o que eu falei. Não vou deixar de defender as coisas sobre as quais tenho convicção porque brigo com A, B ou C. Meu papel institucional não é usar a presidência da Câmara para ameaçar o governo.
Mas o senhor ficou bastante contrariado com os ataques da rede bolsonarista na internet…
Não é que eu fiquei incomodado. O que acontece é que o Brasil viveu sua maior recessão no governo Dilma, melhorou um pouco no último governo, só que a vida das pessoas continua indo muito mal. Então, na hora em que a gente está trabalhando uma matéria tão importante como a Previdência, e a rede próxima ao presidente é instrumento de ataque a pessoas que estão ajudando nessa reforma, eu posso chegar à conclusão de que, por trás disso, está a vontade do governo de não votar a Previdência. Não fui só eu que fui criticado. Todo mundo que de alguma forma fez alguma crítica ao governo recebe os maiores “elogios” da rede dos Bolsonaro. Isso é ruim porque você não respeitar e não receber com reflexão uma crítica não é um sinal de espírito democrático correto.
O posicionamento do vereador Carlos Bolsonaro nas redes sociais atrapalha o governo?
O Brasil precisa sair do Twitter e ir para a vida real. Ninguém consegue emprego, vaga na escola, creche, hospital por causa do Twitter. Precisamos que o País volte a ter projeto. Qual é o projeto do governo Bolsonaro, fora a Previdência? Fora o projeto do ministro (Sérgio) Moro? Não se sabe. Qual é o projeto de um partido de direita para acabar com a extrema pobreza? Criticaram tanto o Bolsa Família e não propuseram nada até agora no lugar. Criticaram tanto a evasão escolar de jovens e agora a gente não sabe o que o governo pensa para os jovens e para as crianças de zero a três anos. O governo é um deserto de ideias.
O senhor está dizendo que o governo não tem proposta?
Se tem propostas, eu não as conheço.
Há uma nova versão do ‘nós contra eles’?
Eles construíram nos últimos anos o ‘nós contra eles’. Nós, liberais, contra os comunistas. O discurso de Bolsonaro foi esse. Para eles, essa disputa do mal contra o bem, do sim contra o não, do quente contra o frio é o que alimenta a relação com parte da sociedade. Só que agora eles venceram as eleições. E, em um país democrático, não é essa ruptura proposta que vai resolver o problema. O Brasil não ganha nada trabalhando nos extremos.
Temos um desgoverno?
As pessoas precisam da reforma da Previdência e, também, que o governo volte a funcionar. Nós temos uma ilha de governo com o Paulo Guedes. Tirando ali, você tem pouca coisa. Ou pouca coisa pública. Nós sabemos onde estão os problemas. Um governo de direita deveria estar fazendo não apenas o enfrentamento nas redes sociais sobre se o comunismo acabou ou não, mas deveria dizer: “No lugar do Minha Casa, Minha Vida, para habitação popular nós estamos pensando isso; para saneamento, nós estamos pensando aquilo”.
O presidente minimizou a crise dizendo que vai conversar com o sr e que tudo é como uma briga no namoro. O que achou?
Se o presidente não falar comigo até o fim do mandato, não tem problema. Sou a favor da reforma da Previdência. O problema é que ele precisa conseguir várias namoradas no Congresso, são os outros 307 votos que ele precisa conseguir. Ele pode me deixar para o fim da fila.
E por que o senhor entrou em um embate com o ministro da Justiça, Sérgio Moro, por causa do pacote anticrime?
Certamente, conheço a Câmara muito melhor do que o ministro Moro. E sei como eu posso ajudar o projeto sem atrapalhar a Previdência. O que me incomodou? O ministro passou da fronteira. Até acho que em uma palavra ou outra me excedi, mas, na média, coloquei a posição da Câmara. O governo quer fazer a nova política. Nós queremos participar da nova política.
A prisão do ex-presidente Michel Temer e do ex-ministro Moreira Franco serviu para tumultuar esse ambiente político?
Eu não acho. As instituições precisam funcionar. Uns gostam da decisão, outros não. Mas ela precisa ser respeitada e aquele que se sentir prejudicado por uma decisão da Justiça tem o poder de recorrer.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Estadão Conteúdo
Waltsul, mais jumento petista que tenta promover seus ideias contra o Brasil através da imprensa marrom através de blogs mamadores,
A reforma da previdência, projeto contra criminalidade e outros projetos não vão passar enquanto o presidente não pagar " mensalāo, distribuir emendas e cargos para o legislativo… Infelizmente é essa cultura do Brasil, o que menos presta no país é o brasileiro, que esquece o povo e país,pensa apenas no seu umbigo… Triste realidade!
Jose Dantas, infelizmente essa e a nossa politica, parlamentares que visam seus bolsos, e vejam que os nosso do RN, são os piores, salvam-se uns poucos, que alias o povo não não procura saber quem são.
Os eleitores e apoiadores de Bolsonaro deveriam botar na cabeça que pra governar o Brasil não basta só ser contra o PT e a corrupção, precisa ter preparo, liderança politica e capacidade de articulação. Estava e está na cara que Bolsonaro não tem nenhum desses requisitos.
Negociata vcs petralhas entendem, tanto que o chefe da sua quadrilha está preso. agora o dinheiro do povo, antes de mais nada, não pode ser desviado e roubado, só assim os benefícios deles chegaram para a sociedade. Portanto um projeto de lei pra combater a corrupçao e a criminalidade é algo flagrantemente urgente e nescessário. portanto, só um beneficiário desse esquema maléfico de corrupção, não se mostrará favorável ao mesmo.
Isso é um safado, foi eleito presidente graças ao governo, agora canta de galo, tá puto com a lava jato que prendeu o sogro dele. O erro de Bolsonaro foi permitir ele ser presidente.
Imagina esse maia, com essa quantidade de deputados ganhando bilhões de salários do contribuinte brasileiro, fora ainda o que roubam de dinheiro do povo, se acham no direito de tentar sabotar a tramitação de 2 projetos que poderão definir os destinos de quem paga seus supersalários e mordomias. É muita cara de pau, o povo tem é que exigir que trabalhem e votem esses 2 projetos sob pena de serem expulsos do congresso.
Em discurso na manhã deste sábado (23) em um café da manhã para empresários em Santiago, o presidente Jair Bolsonaro fez críticas à velha política e aos recentes atritos que vêm tendo.
Ele não citou diretamente o Congresso e nem mesmo o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que tem criticado Bolsonaro pela falta de articulação política para a reforma da Previdência.
“Temos chance de sair dessa situação em que nós nos encontramos com as reformas. E a primeira delas, a mais importante, é essa, da Previdência.”
E acrescentou, “os atritos que acontecem no momento, mesmo eu estando calado e fora do Brasil, acontecem na política lá dentro porque alguns, não são todos, não querem largar a velha política”.
Também nesta manhã, Rodrigo Maia afirmou que Bolsonaro deveria assumir suas responsabilidades e não terceirizar a articulação política pela reforma ao Congresso. Maia disse ainda que Bolsonaro precisa mostrar o que é a “nova política”, discurso com o qual se elegeu.
Ainda no evento na capital chilena, Bolsonaro disse que a reforma será boa para o Brasil e para o Chile.
“Nós temos que dar certo e tenho dito que não é um plano meu como presidente, mas o do Brasil. Nós não temos outra alternativa a não ser fazer essas reformas. Acreditamos que o parlamento vai aprovar as reformas, obviamente com algumas alterações, mas no meu entender serão suficientes para sairmos da situação em que nos encontramos.”
Bolsonaro acrescentou que, com relação à reforma trabalhista, tem dito à sua equipe que “devemos beirar a informalidade porque a nossa mão de obra talvez seja uma das mais caras do mundo. Estamos a caminho da quarta revolução industrial, a mão de obra física cada vez fica cada vez mais dispensável e nós temos uma série de profissões que deixarão de existir.”
Depois explicou que sua chegada à Presidência se deu por dois milagres, um deles, “ter sobrevivido a um atentado político, uma tentativa de homicídio”, e o outro, fazendo com poucos recursos e “sendo massacrado pela mídia, com acusações homofóbicas, racistas, fascistas, essas coisas chatas que não colaram perante a opinião pública brasileira.”
Disse que governa “sem acordos político-partidários” e que “escolheu um ministério técnico”, em que as pessoas “querem participar por patriotismo, e isso desagradou os políticos tradicionais.”
Ainda alfinetando a “velha política”, afirmou que “somos os campeões de corrupção, o que está exposto aí perante a mídia, grande parte é verdade.”
Acrescentou que, se a eleição tivesse sido ganha pelo petista Fernando Haddad, “ele não estaria aqui conversando com vocês, ele estaria conversando com o Maduro”.
Disse estar feliz por estar no Chile e que depois visitará outro país que admira, Israel. “Porque o que é Israel? É um mar de areia, nem petróleo tem. E olha o que eles são. E o Brasil, que tem tudo e olha o que nós somos. Onde tá o erro nisso, qual é o nosso problema? Está na classe política.”
Kkkk ou pessoal mau informados vão estudar pelo o amor de deus. Deixe de ser manipulados, as eleição já passou, ele o Bozo já enganou a todos voces que votaram nele.
-exatamente presidente,a velha política não querem largar do jeito nenhum os velhos costumes de encher os orgãos federais,estaduais e municipais de cargos comissionados,e jovens estudantes, de classe baixa que sonham em fazer concursos ficam a morrer na míngua,por causa de babões!
-velhos políticos e seus familiares que levam consigo a bandeira da velha politicagem não quer ver o brasil e os pobres sorrir um dia e serem felizes..,a reforma não vai atrapalhar em nada,eu sou investidor e vejo com meus olhos o brasil depois da reforma avançar,quando bolsonaro fala em reforma a bolsa de valores sobe o dólar cai a sindustrias crescem nas bolsas,e mais dinheiro no bolso do povo,as indústrias vão disparar o crescimento,mais concursos públicos,o porquer da reforma!!
1-nos últimos anos foram jogados dinheiro no bolso dos corruptos em 16 anos
2-muito dinheiro jogado no bolso de mensaleiros
3-construçóes do porto de mariel em cuba,a pedido de chavez e a oderbrecht parti
cipou da licitalção! foram jogados 300 milhões dos cofres brasileiros.
4-os politicos do pt negociaram com partidos para comprar para formar coligações
122 milhões!
5-foram milhões e mais milhões desviados através de empreiteiras e politicos
foram 1,5 bilhões jogados fora!
O PT QUEBROU O BRASIL,PEGOU O BRASIL ANDANDO PRA FRENTE COM FERNANDO HENRIQUE,O NORDESTE AVANÇOU,Durante o Plano Real e sucessivamente, houve um maciço ingresso de investimentos externos na área produtiva, sendo essa entrada de dólares uma das âncoras do plano. Só na área da indústria de automóveis, entraram com fabricação no país durante o governo de Fernando Henrique nada menos que onze marcas (Peugeot, Renault, Citroën, Audi, Mitsubishi, Nissan, Land Rover, Toyota – até então uma pequena fabrica artesanal de jipes, Honda, Mercedes-Benz automóveis, Dodge-Chrysler, fora a (na época) brasileira Troller). Ainda no setor de caminhões a Volkswagem implantou fábrica em Resende-RJ, a Iveco em Minas e a Internacional/Agrale no Rio Grande do Sul. Entraram em atividade também montadoras de motocicletas como Kasinski e Sundown em Manaus. A produção de veículos no país cresceu expressivamente ultrapassando a marca de 2 milhões/ano.[carece de fontes] Investimentos perderam fôlego por causa das crises em vários países emergentes que ainda afetavam o Brasil.
Nesse período o país começava a viver uma expansão econômica, depois de sofrer os efeitos de várias crises internacionais nos anos anteriores. A expansão econômica embrionária, no entanto, trouxe efeitos colaterais sérios, gerados pela ausência de investimento e planejamento em produção de energia no Brasil, que não se organizara para seu crescimento.
O acesso ao ensino básico aumentou 25% e o analfabetismo diminuiu de 14,7% para 11,9%
O salário mínimo passou, em oito anos, de 70 para 200 reais em termos absolutos.[12] Em termos reais seu crescimento foi de 44,28%.
A taxa média de crescimento do PIB do período FHC foi de 2,33% ao ano
Em fevereiro de 1998, Fernando Henrique sancionou a Leis da natureza, que estabeleceu sanções penais e administrativas para crimes ambientais.Em julho de 2000, sancionou a lei 9.685, que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), responsável pela gestão das unidades de conservação.
Uma das propostas de suas campanhas presidenciais em 1994 e 1998 foi executar as obras de transposição do Rio São Francisco.No entanto, o governo desistiu da obra em 2001, alegando que não havia água no São Francisco,substituindo-a por um plano de incentivo à agricultura familiar e ao plantio de árvores nas margens do rio.
Em julho de 2002, FHC assinou o Protocolo de Kyoto, ratificado pelo Congresso Nacional Brasileiro.[27] No mesmo mês, lançou oficialmente a Agenda 21 Brasileira e ativou o Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam).Em agosto, anunciou uma série de decretos, que criaram a Política Nacional de Biodiversidade, regulamentaram o Sistema Nacional de Unidades de Conservação e criaram o Parque Nacional do Tumucumaque.
LULA ROUBA O PT ROUBA DILMA ROUBA E O BRASIL TA LASCADO E O POVO TA LASCADO. O PT, LULA E DILMA ACHA QUE TEM DIREITO DE ROUBAR O BRASIL E O POVO BRASILEIRO.
O juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, decidiu manter a prisão do ex-presidente Michel Temer. A decisão de Bretas é uma resposta a um ofício do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), enviado ontem (22) ao juiz federal.
Michel Temer foi preso na última quinta-feira (21), por decisão do juiz Marcelo Bretas. A defesa do ex-presidente entrou com um pedido de habeas corpus no TRF2, no mesmo dia.
A relatoria do habeas corpus ficou com o desembargador Antonio Ivan Athié. O magistrado decidiu levar o caso para a sessão de julgamento da 1ª Turma Especializada do TRF2, marcada para a próxima quarta-feira (27).
Antes do julgamento, no entanto, Athié enviou um ofício a Bretas, questionando se, diante do pedido de habeas corpus, ele decidiria manter a prisão ou não.
“Ao que parece, os impetrantes preferiram ajuizar açodadamente um habeas corpus padrão, que não faz referência aos documentos dos autos (que somam quase cinco mil páginas), para tentar uma liminar no calor do momento, sem se preocupar em analisar minimamente a decisão”, escreve Bretas em seu despacho.
Estadão Conteúdo
A política brasileira é cheia de aves de rapina do dinheiro público. Poucos escapam… Bastaria acabar a roubalheira e tava tudo resolvido. Não há necessidade de reforma nenhuma. Os maiores inimigos de um Brasil justo são nossos políticos, em sua maioria.
Com o corte de despesas no Orçamento, a equipe econômica tem respaldo legal para bloquear até R$ 2,972 bilhões dos cerca de R$ 13,7 bilhões em despesas com emendas parlamentares impositivas, cujo pagamento é obrigatório, segundo a íntegra do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas do 1º bimestre. As emendas são um dos instrumentos de negociação política do Palácio do Planalto com o Congresso Nacional.
Para conseguir cumprir a meta fiscal deste ano, de déficit de R$ 139 bilhões, o Ministério da Economia fez um contingenciamento de R$ 29,8 bilhões. Foto: Estadão
A permissão existe porque, quando há contingenciamento, a lei autoriza que as emendas sejam cortadas na mesma proporção que os demais gastos para dividir o esforço fiscal entre todos. Esse porcentual ficou em 21,63%.
Para conseguir cumprir a meta fiscal deste ano, de déficit de R$ 139 bilhões, o Ministério da Economia fez um contingenciamento de R$ 29,8 bilhões, mas não informou se as emendas ficarão livres da tesourada, como prometeu o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.
A blindagem das emendas num momento de construção da base aliada do governo Jair Bolsonaro foi um aceno de Onyx para tentar melhorar o ambiente no Congresso Nacional para a aprovação da reforma da Previdência. Essa sinalização foi feita antes mesmo de o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ameaçar abandonar a articulação da reforma, o que deflagrou uma onda de desconfiança em relação à capacidade do governo de angariar os votos necessários à aprovação da proposta.
Segundo os dados do relatório, as emendas individuais impositivas somam R$ 9,16 bilhões, dos quais R$ 1,981 bilhão poderá ser bloqueado. Já as emendas de bancada totalizam R$ 4,58 bilhões, dos quais R$ 990,65 milhões são passíveis de corte.
O secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues Júnior, não adiantou se as emendas serão alvo de corte ou ficarão preservadas. “Esse dado será divulgado no fim do mês”, afirmou mais cedo em entrevista coletiva.
O Ministério da Economia ressaltou que o dispositivo é uma autorização, que pode ou não ser empregada pelo governo. “O montante das despesas com emendas impositivas (individuais e de bancada) poderá ser reduzido em até a mesma proporção das demais despesas que compõem o resultado primário”, diz a pasta.
Governo inclui no orçamento previsão de R$ 2,6 bi para bancar 13º do Bolsa Família
A equipe econômica também incluiu na previsão orçamentária de 2019 uma despesa de R$ 2,584 bilhões para bancar o 13º do Bolsa Família. A estimativa consta na íntegra do Relatório.
O pagamento do 13º do Bolsa Família era uma promessa de campanha do presidente Jair Bolsonaro. Com a mudança, o orçamento do programa social passou de R$ 29,485 bilhões para R$ 32,069 bilhões neste ano.
Estadão Conteúdo
As fronteiras da Venezuela com o Brasil e a Colômbia completam 30 dias de bloqueio neste sábado (23). Em meio a uma disputa pelo poder, divisão política internacional, repressão do governo de Nicolás Maduro contra a população e prejuízos econômicos, a tensão aumenta na América Latina.
A ajuda humanitária solicitada pelo autoproclamado presidente interino Juan Guaidó para o “Dia D” foi frustrada. Maduro anunciou o bloqueio para impedir a entrada dos produtos e, conforme ele, de uma consequente interferência externa na política venezuelana por intermédio dos Estados Unidos.
A suspensão causou conflitos dentro e fora do país, onde venezuelanos foram atacados por tropas de Maduro dentro e fora do país. No Brasil, enquanto chegavam ambulâncias com feridos, uma base militar do país vizinho foi incendiada com coquetéis molotov e bombas de gás lacrimogêneo foram atiradas para dispersar os manifestantes.
Impedidos de atravessar, centenas de pessoas começaram a usar rotas clandestinas para chegar ao Brasil. O fechamento da fronteira também causa prejuízo nas exportações de Roraima e o presidente Jair Bolsonaro (PSL) promoveu reuniões para acelerar a construção do Linhão de Tucuruí, que insere Roraima ao Sistema Interligado Nacional (SIN), ao qual ainda não faz parte e o torna dependente da energia produzida na Venezuela.
Na Colômbia, representantes do Grupo de Lima discutiram alternativas para garantir a democracia ao povo venezuelano. Evento contou com a presença do vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, que repetiu a frase de Donald Trump, afirmando que “todas as opções estão à mesa”.
“Correndo contra o tempo o mais rápido possível para poder passar antes que a fronteira feche”, Genson Medina, venezuela.
A declaração de Maduro de que fecharia a fronteira causou correria à população venezuelana. Muitos foram a Pacaraima para comprar e estocar alimentos. Na cidade, empresários registraram aumento de 30% nas vendas às vésperas do fechamento.
Um dia antes do bloqueio, tanques do Exército se movimentaram em Santa Elena de Uairén, cidade venezuelana que faz fronteira com o Brasil, gerando apreensão e insegurança no Sul do país.
“Fechada total e absolutamente até novo aviso”, Nicolás Maduro, presidente da Venezuela
No dia 21 a fronteira foi fechada pela última vez, às 21h (horário de Brasília). Ela deveria ter sido reaberta às 8h do dia 22, o que não ocorreu. Desde então, militares de Madruro formaram uma linha de frente com o Brasil, impedindo a passagem de pessoas e veículos.
Pela manhã, ambulâncias começam a atravessar com índios venezuelanos feridos. Eles foram atacados por forças de segurança da Venezuela na comunidade indígena em Kumarakapay, distante 80 Km da fronteira. Em busca de ajuda humanitária, foram impedidos pelos militares. Uma mulher morreu e vários foram baleados com armas de fogo e agredidos.
“O clima que estamos percebendo aqui é o de guerra”, Alshelldson de Jesus, diretor-geral do Hospital Délio de Oliveira Tupinambá, em Pacaraima.
As ambulâncias atravessavam a fronteira com destino ao hospital de Pacaraima. Por ser uma unidade de média complexidade, a maioria dos feridos foram transferidos para Boa Vista. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, 25 pessoas foram socorridas. Destas, três morreram, 12 receberam alta e 10 permanecem internadas no Hospital Geral de Roraima, na capital.
No dia 22 também aconteceu o show humanitário batizado como “Venezuela Aid Live” na Colômbia. Atrações internacionais como Maná, Alejandro Sanz e Maluma se apresentaram no evento que contou com a presença de Juan Guaidó, que atravessou a fronteira apesar de ter sido proibido pelo governo. Maduro promoveu um show semelhante pelo lado venezuelano.
O “Dia D”
Cerca de 200 toneladas de alimentos e medicamentos, muitos deles doados pelos EUA, foram armazenados na Base Aérea de Boa Vista para serem levados à Venezuela no chamado “Dia D”. Porém, apenas duas carretas com motoristas venezuelanos foram abastecidas com a ajuda e seguiram em direção a fronteira.
Que a visita de Bolsonaro a Trump se traduza ao menos na chegada de um lança-mísseis americano (de preferência que seja de última geração) para garantir a segurança na fronteira do Brasil com a Venezuela.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse neste sábado que o governo de Jair Bolsonaro não pode “terceirizar a articulação” política com o Congresso.
Maia deu a declaração ao chegar para uma reunião do PPS, em Brasília.
Segundo o deputado, Bolsonaro não pode transferir para os presidentes da Câmara e do Senado a responsabilidade que, na visão de Maia, deveria ser do presidente da República.
“É importante que o governo acerte na articulação. E ele não pode terceirizar a articulação como ele estava fazendo. Quer dizer, transfere para o presidente da Câmara e para o presidente do Senado uma responsabilidade que é dele e fica transferindo e criticando: ‘Ah, a velha política está me pressionando, estão me pressionando’. Então ele precisa assumir essa articulação, porque ele precisa dizer o que é a nova política”, afirmou Maia.
A relação entre Maia e o Palácio do Planalto se desgastou nos últimos dias. Primeiro, ele teve um atrito, na quarta-feira (20) com o ministro da Justiça, Sergio Moro, sobre a tramitação do pacote anticorrupção enviado pela pasta a Câmara.
Depois, Maia demonstrou insatisfação pelo fato de, na avaliação do deputado, o governo não estar se envolvendo como deveria nas negociações pela reforma da Previdência.
Nesta sexta (22), ele afirmou que Bolsonaro precisa dedicar “mais tempo para cuidar da reforma da Previdência e menos tempo” para as redes sociais.
Bolsonaro, em viagem oficial para o Chile, disse que “não deu motivo” para Maia deixar articulação da Previdência.
Neste sábado, ao chegar para a reunião do PPS, Maia afirmou ainda que os deputados sabem que o Brasil mudar, mas ponderou que o governo precisa tomar iniciativa.
“O Brasil quer construir um ambiente novo, ele [Bolsonaro] foi eleito para isso, ele precisa colocar alguma coisa no lugar”, disse Maia.
Você começou tão bem, João. Descreveu de forma objetiva o resultado da nossa frouxidão ética e moral que acomete instituições basilares da democracia e as leva a cometer equívocos como os que você descreveu. No fundo, é a mesma gênese que, no fundo, permeia o nosso universo político na prática dos diversos tipos de corrupção.
O seu texto é bem escrito, mas nele fica clara a manobra diversionista. Aliás, essa é a manobra escolhida pelas corporações de servidores públicos para escamotear o seu verdadeiro propósito em relação à reforma da previdência: impedir a aprovação das medidas que alterem os seus privilégios em relação aos demais trabalhadores. Aí vale tudo, desde tentar inverter o princípio nela insculpido “quem ganha menos, contribui com menos; quem ganha mais, contribui com mais”, até utilizar uma postura supostamente neutra do ponto de vista ideológico para criticar iniciativas do atual governo. Porém, essa tentativa se revela absolutamente frágil pois se baseia em premissas falsas. Quem se propõe a eliminar ou reduzir as “verbas milionárias compulsórias do sistema S” é o governo Bolsonaro, João. Para criticar a reestruturação das carreiras militares e o seu sistema de proteção social é preciso, para ser intelectualmente honesto, contextualiza-lo no festival de aumentos de inúmeras carreiras civis promovido nos últimos 15/20 anos. Também não se “alienou” os aeroportos do nordeste, João. Foram concessões mediante Edital de Leilão publicado em 30/11/18, assim como já se tinha realizado a de S.G. do Amarante e de Guarulhos no governo Dilma. É fato que alguns “empresários” devem sentir saudades da farra do BNDES, agora finalmente estancada. Eu, particularmente, não tenho nenhum prurido de viajar em companhias aéreas de capital estrangeiro, desde que ofereçam passagens com preços mais justos e serviços de boa qualidade. Mas não se preocupe, João. Se um dia essa mentalidade retrograda for superada e a nossa economia se tornar efetivamente moderna e pujante, pela força da livre iniciativa, poderemos afirmar um discurso honesto de nacionalidade. Mas não vai ser com discurso fajuto e desonesto. Tome o seu suco de maracujá bem forte e durma bastante, João. E aproveite e distribua para outros que pensam como você. Talvez, quando vocês acordarem, daqui a 4 anos, tenham uma surpresa de encontrar uma nova nação.
Mourão tem defendido abrandar a pena para bandidos, por isso a petralhada fica eufórica.
O Brasil é um país no qual as pseudoelites, econômicas, políticas, de agentes públicos, ou econômicos, os detentores de grupos de pressão em geral, defendem fortemente seus privilégios como “essenciais ao exercício de seus misteres” e apontam as vantagens alheias como “desvios”, “inaceitáveis e injustas vantagens”. Nesse contexto, os magistrados recebiam “auxílio-moradia”, muitos tribunais ainda pagam vantagens como “substituições”, “acúmulos”, “auxílio combustível” etc. Os Procuradores da República olham, feito símios, para as caudas alheias e esquecem as suas, esquecem ser a única categoria de agentes públicos que percebem licença prêmio, que percebem verbas indenizatórias se ultrapassarem trinta dias fora da sede, ao lado de diárias…alguns, ainda, pretenderam ser gestores de fundo que deveria ser repassado à Petrobras, maior que o produto da alienação de todos os aeroportos do Nordeste. Ainda pretenderam que pudessem ser candidatos a cargos eletivos. Os militares por sua vez, têm um regime de inatividade absolutamente diferenciado – percebem vantagem pecuniária ao deixarem o serviço ativo, não tem decréscimo no cálculo da inatividade, contribuem para o ganho pecuniário da inatividade com percentuais muito abaixo dos demais, conseguem converter um projeto de “reforma de Previdência, em projeto de “ incremento remuneratório”. Têm um colonial séquito de dependentes. Encontram-se muito distantes de exemplos respeitáveis como Osório, ou Rondon. O setor empresarial que defendeu o fim da contribuição sindical compulsória, retirando o principal pilar financeiro dos sindicatos ( muitos dos quais inoperantes) beneficia-se com as bilionárias verbas do Setor S, sem controle, que servem a tantos propósitos, alguns dos quais pouco republicanos, apesar de serem cobrados, compulsoriamente na folha de recolhimento previdenciário. Tem saudade dos melhores tempos do BNDES, … Esse é o retrato do Brasil. Desigual, injusto, com poucos beneficiários e tantos “contribuintes”. Por outro lado, bens e valores nacionais vão sendo alienados, cedidos, doados. As empresas de aviação nacionais não suportarão mercado com a presença maciça das estrangeiras. A base de Alcântara será “compartilhada” com os americanos, tendo os brasileiros direito a “ver” o que ali é feito. Até a dignidade da exigência do princípio da reciprocidade nas relações internacionais foi afastada. Em troca de concessões concretas tem-se tolas promessas. Ao invés de uma autonomia de vontade, de um espírito de nacionalidade, passa-se a ter um atrelamento a um país que já maltratou filipinos, panamenhos, porto-riquenhos. O nosso país nunca se postou de modo tão servil. O que fazer? Não sei. Vou tomar um suco de maracujá bem forte.
Respondo, é a população tomar vergonha na cara e botar esse povo pra fora na marra, porque se for esperar que eles façam algo de bom para nós e corte na própria carne, vai ser melhor ensinar na universidade que chapeuzinho e o lobo mau não é historinha, mas tudo verdade.! Ou seja, sabemos que o povo vai continuar na inércia a espera do seu vizinho tomar iniciativa e esse bando de políticos FDP sabedores dessa fama do "b"rasileiro pouco se incomoda, vai continuar com o desvio até literalmente quebrar o "p" aís e aí será tarde demais. A mim com certeza não me enganam, sou uma pessoa TOTALMENTE desacreditado nesse país e antes que alguém pergunte, ainda não saí daqui porque não tenho condições.
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