Denúncia

COAF: filha de Queiroz repassou 80% de salário na Câmara quando era do gabinete de Jair Bolsonaro para o pai

Um novo relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras ( Coaf ) enviado ao Ministério Público do Rio (MP-RJ) mostra outras movimentações atípicas na conta corrente de Nathália Melo de Queiroz, filha de Fabrício Queiroz e ex-assessora do presidente Jair Bolsonaro quando ele era parlamentar na Câmara dos Deputados.

Entre junho e novembro do ano passado, a conta de Nathália recebeu o montante de R$ 101 mil, entre o salário na Câmara e outros rendimentos. Deste total, ela repassou para seu pai R$ 29,6 mil, o equivalente a 80% do total de R$ 36,6 mil que ganhou como assessora de Jair Bolsonaro.

Queiroz é investigado pelo MP-RJ em apuração sobre possível prática de “rachadinhas” na Assembleia Legislativa do Rio — quando servidores devolvem parte dos salários aos deputados que os nomearam. Em fevereiro, o ex-assessor confirmou em depoimento por escrito que servidores do gabinete de Flávio Bolsonaro devolviam parte do salário e que esse dinheiro era usado para ampliar a rede de colaboradores junto à base eleitoral do então deputado.

O nome de Nathália veio à tona pela primeira vez quando um relatório do Coaf apontou que seu pai movimentou R$ 1,2 milhão de entre 2016 e 2017. O documento identificou que ela fez repasses a Queiroz em um total de R$ 97,6 mil ao longo do ano de 2016, quando ainda era assessora de Flávio na Alerj.

Incompatibilidade

De setembro de 2007 até dezembro de 2016, a filha de Queiroz foi funcionária do deputado na Alerj. Nesse período, foi da liderança do PP, do setor de notas taquigráficas e, a partir de 2011, servidora do gabinete de Flávio.

Depois disso, ela foi lotada no gabinete do então deputado Jair Bolsonaro na Câmara — tendo sido exonerada em outubro, no mesmo dia em que seu pai deixou o gabinete de Flávio.

O novo relatório do Coaf também registra como ocorrência que a movimentação financeira de Nathália no período é “aparentemente incompatível com a capacidade financeira da cliente”. Além disso, o órgão aponta como ocorrência ainda o “uso do dinheiro em espécie” para “inviabilizar a identificação da origem e real destino dos recursos”. Nesse período, ela efetuou 23 saques em dinheiro no total de R$ 11.950.

O documento do Coaf explica que 75% do valor que entrou na conta de Nathália foi por meio de transferências eletrônicas, o que demonstraria o trabalho dela fora da política. Em dezembro, a TV Globo revelou que Nathália atuava como personal trainner no Rio de Janeiro na mesma época em que era lotada em Brasília.

Em um relatório da Divisão de Laboratório de Combate à Lavagem de Dinheiro e à Corrupção do MP, é descrito que ela foi registrada como funcionária de três academias no Rio. Entre 2011 e 2012, na Norte Fitness Center. Na Sports Solution Academia entre 2016 e 2017 e há um vínculo aberto ainda com a Bodytech. Mesmo assim, o gabinete de Jair Bolsonaro atestou oficialmente sua frequência prevista em lei de 40 horas semanais sem jamais faltar ou tirar licença, como informou a rádio CBN. Procurado, o Palácio do Planalto não retornou.

O advogado Paulo Klein, que atua na defesa de Queiroz e suas filhas, diz que Nathália trabalhava com serviços de mídias sociais, à distância, e que os repasses para o pai foram combinados já que Fabrício Queiroz geria os recursos da família.

Outras movimentações

O Coaf também emitiu relatório sobre dois ex-assessores de Flávio. Na análise sobre o tenente-coronel Wellington Sérvulo Romano da Silva, foi registrado que ele movimentou R$ 1,59 milhão de janeiro de 2015 até o ano passado.

A comunicação ocorreu depois que a TV Globo mostrou que ele passou 248 dias em Portugal quando era funcionário da Alerj. Como ocorrência, o conselho aponta “movimentações atípicas de recursos”.

Dos R$ 798 mil que entraram na conta de Sérvulo, o Coaf registra que a maior parte é oriunda de salários, e que ele repassou os valores quase integralmente a outra conta bancária em seu nome. Na Alerj, ele recebia R$ 5.486,76. Ao banco onde possui conta, declarou renda de R$ 12.998,87.

Silva foi exonerado em setembro de 2016. Até então, a Alerj jamais foi informada sobre qualquer licença. Flávio Bolsonaro disse que a ausência ocorreu devido a férias que o militar acumulou direito de tirar. Em 2016, Silva repassou a Queiroz R$ 1,5 mil. Procurado, ele não retornou.

Já sobre o inspetor Jorge Luis de Souza, o Coaf registrou como movimentação atípica um depósito em dinheiro de R$ 90 mil em 23 de março do ano passado. O órgão, no entanto, diz que não há análise de mérito desse caso. Ao longo de 2016, ele repassou a Queiroz R$ 3.140,00. Procurado, ele não quis se pronunciar.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. A esquerdinha falida não se conforma com o fracasso. O Brasil agora é outro. Vamos varrer esses esquerdopatas pra bem longe, eles são elementos de alta periculosidade.

  2. Fico a me perguntar onde estava o COAF nos anos de 2005 a 2016, de quantos relatórios trouxe a público questionando movimentação financeira atípica no Brasil.
    Vocês sabem da divulgação de algum relatório?
    Olha que existem alguns casos, de conhecimento publico, que até hoje não tem quem explique a mudança social de pessoas que eram simples funcionário público e passaram a ser milionário dono de fazendas e imóveis.
    As movimentação financeira de Sérgio Cabral, Eduardo Cunha e Pezão por exemplo, eram normais? O COAF questionou?

  3. Agora sim, encontraram a pauta da semana, esqueçam, reforma da previdência, acordo com EUA, pacote anti corrupção, cpi da toga, uso da verba partidária pelo pt. Agora tudo se volta pra o Queiroz. Kkkkkkkk

    1. Fechemos os olhos, a família Bolsonaro é muito honesta e não aceita corrupção. SQN

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Jornalismo

‘Ele disse que seu maior sonho era entrar em uma escola e atirar’, diz professora de jovem preso nesta terça-feira em Suzano

Logo após o massacre que matou 10 na escola de Suzano, na Grande São Paulo, uma professora alertou a Polícia Civil sobre o jovem que foi apreendido nesta terça-feira, 19, sob suspeita de ter participado do planejamento do ataque.
O menor, agora com 17 anos, está sob suspeita de ter ligação com os dois executores do atentado – ambos mortos. Mensagens em seu celular também embasam as investigações da Polícia. A Justiça determinou a quebra do sigilo telefônico do menor.

A professora afirmou ter dado aula na Escola Estadual Raul Brasil em 2015, quando lecionou para o adolescente que executou os atentados, e que atualmente estava em outro estabelecimento de ensino, onde tinha como aluno o jovem que foi apreendido nesta terça, 19.

Em uma atividade, em sala de aula, ela teria proposto uma ‘projeção do futuro’ aos estudantes. Relata que o jovem investigado era tido por ‘apático’ e que ‘não falava com ninguém’, mas, naquele dia, fez declarações que a chocaram. O fato teria ocorrido dez dias antes do atentado em Suzano.

“Este teria respondido de forma fria, sem expressar qualquer sentimento que o seu maior sonho era entrar em uma escola, armado e atirar em várias pessoas aleatoriamente; alega que ficou chocada com a expressão fria do aluno, que mesmo sendo questionado pela declarante, se não tinha remorso, respondeu que o único sentimento que desenvolvia era um sentimento de prazer, quando imaginava tal cena”, consta no termo de depoimento da professora.

À Polícia, ainda afirmou que na manhã do dia 13, data do atentado, ‘quando soube da tragédia que ocorreu no Raul Brasil, tentou por diversas vezes entrar em contato com o rapaz, pois acreditava que ele era o autor de tal crime, por causa dos detalhes’ , entretanto, ‘depois de um tempo’, ele respondeu.

As mensagens foram entregues pela professora à Polícia.

No dia do atentado, ela ainda entrou em contato com o celular do jovem, por desconfiar de que ele teria sido o autor dos ataques. Entretanto, ele respondeu dizendo que não fez parte do massacre, mas que seu ‘melhor amigo fez’. “Ele só tinha problemas demais”.

Ela questionou. ‘E o que você acha disso?’

‘Eu não tenho opinião’. ‘Ele se matou, um belíssimo fdp, isso sim’. ‘Vou sentir falta dele’.

Ela disse. ‘Fim de mundo’. O jovem respondeu. ‘Nem tanto kkkk’, ‘Nem cheguei a chorar’.

A professora ainda alertou. “Chorei muito, pensei que você estivesse envolvido”. E o jovem respondeu. ‘Um monte de gente pensou kkk’.

Em determinado momento da conversa, ele ainda afirmou. ‘Ele fez o que a gente vivia conversando sobre’. ‘Entrou para a história’.

Em depoimento, ela diz que o menor na última parte da conversa disse que tem planos, sendo questionado pela depoente quais planos e respondeu apenas ‘Rússia’.

ESTADÃO CONTEÚDO

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Jornalismo

PREVIDÊNCIA: Para acalmar tropa, cúpula militar diz que salário de praça vai aumentar

A cúpula militar voltou a agir nesta terça-feira, para continuar a tentar conter as insatisfações detectadas na tropa, particularmente entre sargentos e suboficiais do Exército, que temem ser prejudicados com projeto de reestruturação da carreira, que será encaminhado ao Congresso, junto com a proposta de reforma da Previdência da categoria.

Em várias das reuniões realizadas pelo Brasil, os coronéis e generais, comandantes de tropas, passaram os últimos dois dias tentando acalmar a tropa e informando que não há divisão de benefícios concedidos aos diferentes postos. Insistiram ainda que seriam exatamente os sargentos e suboficiais os que terão mais vantagens, caso a proposta elaborada do Ministério da Defesa seja aprovada.

Um dos números apresentados pelos generais aos seus subordinados para tentar convencê-los de que os dados que estavam sendo divulgados eram mentirosos e distorcidos, mostravam que, ao final de 2023, com a reestruturação da carreira, a elevação dos salários de um general chegaria a 27% e de um praça (suboficial e sargento) a 46%.

O comandante do Exército, general Edson Pujol, disse ao Estado ter “ficado preocupado” com as “informações com dados inverídicos” divulgados pelas redes sociais de que generais seriam beneficiados com a reforma, em detrimento de oficiais de patentes mais baixas, que levou a uma inquietação na tropa. Ele convocou uma reunião do Alto Comando do Exército, por videoconferência, na manhã desta terça, para pedir aos generais que digam ao seu pessoal que os dados que estão sendo divulgados estão “errados e distorcidos”, que “não há intenção de prejudicar ninguém”.

O general Pujol reiterou que o texto final ainda não foi aprovado pelo presidente Jair Bolsonaro. Segundo o comandante, na manhã desta quarta-feira, será realizada uma reunião entre o presidente, o ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, e os comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica, para falar da questão previdenciária, entre outros temas.

O general reconhece que algumas mudanças na carreira foram introduzidas no projeto de reforma da Previdência “por uma necessidade do País”, que “busca o equilíbrio fiscal”. Ele lembrou que tudo está sendo discutido pela Defesa e a Economia e o martelo será batido pelo presidente da República. As declarações do general foram dadas após a cerimônia de posse do novo presidente do Superior Tribunal Militar (STM).

Histórico

A maior preocupação da cúpula militar com a revolta dos graduados – militares de patentes mais baixas como cabos, sargentos e suboficiais – é com o poder de mobilização que eles têm e já demonstraram isso, na época da revolução de 64, quando se rebelaram depois da decisão do Supremo Tribunal Federal de reafirmar a inelegibilidade dos praças para os órgãos do Poder Legislativo, conforme previa a Constituição de 1946. Na época, a revolta foi liderada pelo pessoal da Marinha e da Aeronáutica.

Neste momento, a inquietação maior é no Exército. Muitos dos suboficiais e sargentos, que formaram uma base eleitoral sólida para Jair Bolsonaro, durante toda sua trajetória política, mandaram mensagens para o próprio presidente, que estava em viagem a Washington, se queixando do projeto, dizendo que eles beneficiavam generais e os prejudicava. Bolsonaro ficou preocupado com o tamanho da insatisfação e voltou a declarar que “os benefícios ou sacrifícios serão divididos entre todos, sem distinção de postos ou graduações”. Em várias mensagens, os graduados cobravam defesa dos seus direitos e reiteravam que “votaram no capitão e não no general”.

Os comandantes tiveram de se empenhar ainda para convencer os graduados valor de que a criação do novo posto, sargento-mor, os beneficiava. O posto está sendo criado por causa da ampliação do tempo de serviço de 30 para 35 anos, permitindo que os praças tenham uma promoção intermediária, e ainda ganhem auxílio fardamento, por conta de galgar nova patente.

Além do aumento do tempo de serviço de 30 anos para 35 anos, outro ponto da reforma da Previdência é elevar as contribuições, de forma escalonada, dos atuais 7,5% para 10,5%. As alíquotas passarão a ser cobradas de todos, incluindo alunos e pensionistas. Para aceitar as mudanças nas regras previdenciárias, o projeto deve reestruturar a carreira, com reajustes nos salários, aumento de gratificações dadas aos que fazem cursos de qualificação e elevação do bônus pago quando os militares vão para a reserva.

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

  1. Não eram os minions que diziam: se o PT era tão bom, pq pedir aumento? Se Bozo é tão bom, pq pedir aumento?

    Desconhece? Tá ruim o salário? Vá ganhar mínimo.

    Trabalha fds e feriado? Fale tmb sobre as escalas.

  2. Caro BG, informo que "Suboficial" é somente na Marinha, no Exército e na Aeronáutica é "Subtenente". F.A.

  3. Eu acho q retirada de direitod dos militares ainda é pouco. O chororô dos militares q votaram em massa no bozo reflete o q há de vir por aí contra os pobres com a reforma da previdência.

    1. Nada mais justo uma categoria que trabalha sem ter direito a folgar nos feriados e finais de semana ter um tratamento merecido. Quem reclama dos militares é desconhecedor de sua defasagem salarial e carga horária de trabalho desumana.

    2. E o show de asneiras dos esquerdopatas continua. Mas nenhum deles diz como é que o Brasil, seus estados e municípios poderão sequer pagar seus servidores, se essa reforma por acaso não passasse. Além de alienados são irresponsáveis.

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Jornalismo

Bolsonaro colhe bons resultados nos EUA, mas fez concessões generosas

Na semana passada, Ernesto Araújo disse que a política externa brasileira não pode se reduzir “simplesmente a uma questão comercial”. O alvo era a China e a intenção era repisar o realinhamento ideológico do Itamaraty no governo Bolsonaro. “Queremos vender soja e minério de ferro, mas não vamos vender nossa alma”, disse o chanceler.

Almas e dólares são moedas correntes nas relações internacionais. Em sua visita aos EUA, o presidente brasileiro fez gestos de reverência a Donald Trump em troca de sinalizações positivas dos americanos. Bolsonaro colheu resultados que tornam o encontro bem-sucedido, mas também fez concessões generosas.

A sintonia política entre os dois líderes estimulou a costura dos acordos. A criação de um fórum de energia para facilitar investimentos e o pacto de troca de informações entre Polícia Federal e FBI são produtos concretos dessa parceria. No campo simbólico, os EUA anunciaram a intenção de designar o Brasil como um aliado prioritário fora da Otan.

Além disso, a comitiva brasileira volta com o apoio público de Washington à entrada do país na OCDE. Até então, os americanos resistiam a dar esse aval. Bolsonaro considera a questão um trunfo, pois a filiação ao órgão tende a estimular a atração de capital estrangeiro.

O Brasil teve que abandonar posições estratégicas. Em troca do patrocínio para a OCDE, o governo aceitou abrir mão do tratamento especial a que tem direito na Organização Mundial do Comércio. A equipe brasileira também concordou em zerar a tarifa de importação de uma cota anual de trigo americano.

Em outro aceno, Bolsonaro se desviou da linguagem oficial e criou dúvidas sobre a possibilidade de apoio a uma eventual ação militar americana na Venezuela. O cenário é rechaçado pelos generais brasileiros.

A relação entre os dois presidentes pode render bons frutos na área comercial. Entrar numa aventura bélica para fazer dupla com Trump, porém, seria vender a alma brasileira num outlet do subúrbio de Miami.
Por Bruno Boghossian: Jornalista e mestre em ciência política pela Universidade Columbia (EUA).

Opinião dos leitores

  1. Foi um festival de deslumbramento , entreguismo e subserviência. A redução dos representantes do Brasil a babões de Trump. Alguém consegue me explicar a ida do filho do presidente para encontro com o presidente americano?

    1. Que comece o festival de mínimo!!! Bom era quando o Brasil batia palma pra Venezuela ou pra cuba… Ou então quando estavam pegando nosso dinheiro e asfaltando a Nicarágua… Pelas caridade…

    2. Sei que sua memória é seletiva ANDRÉ e já esqueceu das comitivas gigantes que viajavam no governo do PT. Outro detalhe, o filho de Bolsonaro é senador, entendeu?
      Só para registrar, essa viagem teve ZERO de despesa com hospedagem e deslocamento, tudo oferecido pelo governo americano, enquanto Dilma e sua comitiva de 120 pessoas quando esteve nos EUA, gastou só de aluguel de carro USS 200 mil e toda comitiva do PT hospedados em hotéis 05 estrelas.
      Quer saber mais, Bolsonaro tirou o visto dos americanos para que eles venham gastar seus dólares no Brasil e não a esquerda caviar vá de classe executiva, em sala vip, passar férias na disney.
      Melhor se aliar a um país que pode trazer dividendos e desenvolvimento ao Brasil que se submeter a vontade dos ditadores de Cuba e da Venezuela como testemunhamos entre 2005 e 2016.

    3. O que você perdeu, André Fortes, com a derrota do PT? Conta aí!

    4. O Eduardo Bolsonaro foi escolhido para presidir a Comissão de Relações Exteriores da Câmara. O restante das asneiras que vc vomitou já foram combatidas pelos demais comentários.

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Política

Sem acordo com os partidos, Bolsonaro não vai governar, afirma cientista político

Associar presidencialismo de coalizão à corrupção, como fazem os bolsonaristas, “é um mito, uma bobagem sem tamanho”, diz o cientista político Fernando Limongi, professor aposentado da USP que dá aulas na escola de economia da Fundação Getulio Vargas.

Corrupção, segundo ele, não é uma consequência inevitável da coalizão, prática que presidentes adotam para ter maioria no Congresso, oferecendo cargos a partidos para integrarem uma aliança.

Limongi cita a Dersa como exemplo de corrupção sem coalizão. A estatal paulista de estradas está envolvida numa série de escândalos em governos tucanos que não têm relação com partidos.

O discurso de Bolsonaro contra essa prática e a defesa de alianças com bancadas temáticas, como as da bala e da Bíblia, revela o despreparo do presidente, de acordo com o cientista político.

Bancadas temáticas não têm poder de definir a agenda de votações no Congresso; só partidos podem fazer isso. “É muito pouco provável que o governo seja capaz de governar sem costurar acordos com partidos. É assim no mundo inteiro. Partidos organizam o processo político”, disse em entrevista por email à Folha.

Segundo ele, o problema de Bolsonaro é mais grave do que seu discurso contra partidos: o presidente não entendeu que é preciso partilhar o poder para governar.

Vejam a entrevista completa do cientista político: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/03/sem-acordo-com-os-partidos-bolsonaro-nao-vai-governar-afirma-cientista-politico.shtml

FOLHAPRESS

 

Opinião dos leitores

  1. A torcida contrária é enorme. Todo dia aparece uma penca de "especialistas", "cientistas políticos", "analistas", "comentaristas", "ensaístas", troços desse naipe torcendo contra o novo governo e, consequentemente, contra o Brasil. Mas estamos no caminho certo. Deixa latirem.

  2. A política continua a mesma. Para aprovar essa reforma da previdência todo dia estamos ouvindo sobre os acordos , Verba para uns , cargos para outros, vantagem etc: Se fosse uma coisa honesta não precisava de oferecimento de vantagens para ninguém. Vota e espera o resultado. Essa PORRA de BRASIL não muda nunca. Só se tocar fogo em todos e começar DO ZERO. O resto é conversa para enganar os BESTAS.

  3. Esses "cientistas políticos" são uma graça.. Defasados! O Brasil mudou.. Acabou a velha politica! Onde na historia da Republica se viu as nomeações de ministros por critérios técnicos?

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Política

COMEÇOU O MUÍDO: Rodrigo Maia muda o tom político na defesa da reforma da Previdência e critica desorganização do Governo Bolsonaro

Principal fiador da reforma da Previdência, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), mudou o tom na defesa da proposta.

Alegando decepção com a articulação do governo e com a relação com o presidente Jair Bolsonaro (PSL), Maia questiona o protagonismo que tem tido na batalha para a aprovar as impopulares mudanças nas regras de aposentadorias e pensões.

A aliados, ele reclama da ausência de lideranças do governo capazes de atender os deputados, além da desorganização no Palácio do Planalto, por causa da disputa entre a Casa Civil e a Secretaria de Governo para assumir as funções de articulação política.

O grupo mais próximo de Maia, que se reuniu em almoço nesta terça-feira (19) na residência oficial da presidência da Câmara, tem uma avaliação unânime: hoje, a base de Bolsonaro é formada apenas pelo PSL, seu próprio partido.

Contudo, mesmo o PSL defende mudanças na PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma da Previdência.

A deputados mais próximos, o presidente da Câmara cita a frustração com o presidente.

Irritou Maia que Bolsonaro tenha falado que sofre “pressão da velha política” logo após recebê-lo para reunião no Alvorada para articular as medidas de liberação de cargos para a votação da reforma.

O presidente se reuniu com o parlamentar no sábado (9) para tratar da deliberação sobre o texto na Câmara, e foi alertado de que precisava afagar o Congresso, que vem se sentindo desprestigiado e já enviou recados para o Executivo.

Depois, na segunda-feira (11), em videoconferência com ministros que visitavam a estação brasileira na Antártida, Bolsonaro bateu na “velha política”.

“Vocês sabem que as pressões são enormes porque a velha política parece que quer nos puxar para fazer o que eles faziam antes. Nós não pretendemos fazer isso”, disse Bolsonaro à época.

No mesmo dia, o governo anunciou a liberação de R$ 1 bilhão de emendas para parlamentares, com o objetivo de angariar apoios.

Mesmo se o Palácio do Planalto organizar a articulação política, o governo precisa de Maia para que as mudanças nas regras de aposentadorias e pensões sejam aprovadas na Câmara.

Nesta terça, ele reuniu líderes de partidos que foram responsáveis pela sua reeleição —menos o PSL.

Nenhum interlocutor de Bolsonaro esteve no encontro. Apenas líderes e deputados de legendas, como PP, PSD, MDB, DEM e PR.

As críticas à falta de articulação do governo foram o principal tema.

Quanto mais o Planalto demora para começar a formar sua base de apoio no Congresso, mais difícil será contornar o descontentamento dos deputados com a gestão Bolsonaro, avalia o grupo de Maia.

A mudança de postura do presidente da Câmara é perceptível, por exemplo, nas declarações sobre o calendário da PEC da reforma da Previdência.

Antes mesmo da instalação da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), Maia apresentou uma perspectiva para votação do texto no colegiado —até fim de março.

Nesta terça, ele se recusou a comentar a previsão do presidente da comissão, Felipe Francischini (PSL-PR), que adiou a estimativa para 3 de abril.

“CCJ não é comigo. Não trato da CCJ. CCJ é do PSL. O PSL é que trata da CCJ”, afirmou Maia, sem ao menos deixar que a pergunta fosse concluída.

Os partidos alinhados a Maia não devem ir para o confronto na CCJ com a oposição, que quer postergar —para depois de 3 de abril— a votação da PEC no colegiado.

A comissão é a primeira etapa da PEC na Câmara. Depois ela seguirá para uma comissão a ser criada especialmente para o tema.

Cabe a Maia escolher o relator nesta fase da tramitação, que terá a função de negociar mudanças no texto. Há dificuldades em encontrar um deputado para a vaga diante da desarrumação do governo.

Por isso, alguns líderes aliados ao presidente da Casa defendem que a posição seja ocupada por alguém do PSL. Assim, o centrão retira de seus ombros a responsabilidade de um eventual fracasso do texto.

Desde o começo do ano, Maia tem assumido o papel de avalista da reforma, mas avisou o governo que precisava de instrumentos para viabilizar o apoio na Casa.

Quase que diariamente, ele defende a PEC e fala sobre a necessidade da reforma para ajustar as contas públicas. Integrantes do governo não adotam a mesma postura —Bolsonaro inclusive.

Ao perceber a deterioração do cenário favorável à reforma entre os deputados, Maia tenta avisar o Palácio do Planalto e o presidente sobre a necessidade de ações para formar a base.

Sem a reação do governo, Maia tem dado declarações mais realistas.

Na segunda (18), ele afirmou, em evento no Rio, que o Congresso não tem “320 liberais” e que é preciso conversa para aprovar a reforma.

Maia também defende que não se tratem de temas polêmicos antes da reforma, para não contaminar o clima de sua aprovação.

Apesar disso, Bolsonaro tem se envolvido em polêmicas com pano de fundo de costumes: no Carnaval, por exemplo, postou vídeo obsceno nas redes sociais criticando a festividade.

No almoço com Maia, líderes de partidos decidiram dar outro recado para o governo: vão pressionar por alterações no decreto que estabelece exigências para a ocupação de cargos de confiança na administração pública federal.

Para eles, o Planalto tem que alterar o texto e as novas regras têm que valer para as indicações feitas desde 1º de janeiro; ou então, vão articular a aprovação de um projeto para mudar a data de vigência do decreto.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

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Judiciário

Gilmar Mendes representa contra Jorge Kajuru após ele dizer que Ministro vende sentença

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), fez uma representação contra o senador Jorge Kajuru (PSB-GO) ao presidente do tribunal, ministro Dias Toffoli.

No documento, que foi protocolado nesta terça (19), Mendes cita trechos de uma entrevista do senador à Rádio Bandeirantes no domingo (17).

Kajuru afirma querer saber como o ministro “tem R$ 20 milhões de patrimônio”. “De onde você tirou esse patrimônio? De Mega Sena? De herança de quem você tirou, Gilmar Mendes? Foram das sentenças que você vendeu, seu canalha!”

O senador diz ainda Mendes é sócio dos ex-governadores tucanos Beto Richa (PR), Aécio Neves (MG) e Marconi Perillo (GO). “Nós vamos pegar, apurar, investigar todas as empresas que eles são sócios, que eles têm negociação, por que ele protegeu Aécio Neves, por que que ele protege o Marconi Perillo. Por que que ele protege tantos outros políticos.”

Segundo Kajuru, Mendes será o primeiro alvo da CPI da Toga. “Depois vamos nos Lewandowskis da vida”.

Mendes encaminhou as declarações ao ministro Toffoli para a “adoção das providências que entender cabíveis”.

Veja a entrevista:

https://www.youtube.com/watch?v=X02fJ9_ST9M

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Ele falou somente a verdade. Quero ver se o STF vai fazer alguma coisa contra um senador da república, eleito pelo povo e que derrotou varias oligarquias dentro do estado de Goiás, todas elas com rabo preso e varias maracutaias politicas e varios processos no judiciário por formação de quadrilha por roubarem o dinheiro público.

  2. Agora o supremo que retirar a imunidade parlamentar também, vamos para cima deles senador, com força. Para mim corruptos também.e que se lasque.

  3. GM gosta daquele que é submissoe ao sistema. Kajuru é senador e goza de foro para verbalizar, portanto, o GM não vai conseguir nada!

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Economia

Rogério Marinho reafirma que mudanças para militares trarão superávit

Foto: Agência Câmara

O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, garantiu nesta terça-feira, 19, que a proposta de reforma dos militares vai resultar em economia para os cofres públicos “ao longo e ao fim” do período de 10 anos. Segundo ele, algumas opções serão apresentadas nesta quarta-feira para o presidente Jair Bolsonaro bater o martelo sobre a versão final a ser entregue ao Congresso Nacional. “Prefiro não falar de número, mas as alternativas todas contemplam superávit para o Tesouro”, afirmou Marinho após reunião com a bancada do MDB na Câmara.

Como mostrou o ‘Estado’, a economia de R$ 92,3 bilhões esperada em uma década com a reforma dos militares, anunciada em 20 de fevereiro, contempla apenas as mudanças nas regras de aposentadoria da categoria. O custo extra com a reestruturação da carreira (que contempla gratificações e criação de novo posto), porém, não estava na conta. Pela proposta do Ministério da Defesa, o saldo líquido nos primeiros dez anos seria negativo (ou seja, com ônus para os cofres públicos) e só depois desse período é que geraria superávit.

Hoje Marinho indicou que os gastos com a reestruturação da carreira serão menores que a economia trazida pela mudança nas regras de aposentadoria. “Teremos superávit. O que está sendo feito de reestruturação e o que está sendo colocado de modificação no regime de assistência (aposentadoria) serão favoráveis ao Tesouro Nacional”, disse o secretário. “O que nos interessa no final é o resultado ao longo dos 10 anos, que é o que colocamos como parâmetro para o projeto anterior (PEC da reforma da Previdência)”, afirmou.

Nesta terça mais cedo, o vice-presidente Hamilton Mourão chegou a dizer que o impacto líquido da proposta dos militares seria de R$ 13 bilhões em uma década, mas depois se corrigiu dizendo que estava errado. Mourão não forneceu nova cifra. Marinho, por sua vez, evitou comentar o dado fornecido pelo vice-presidente. Apenas disse, na chegada à reunião com o MDB (e antes de Mourão se corrigir), que “o valor vai depender do presidente”.

Já na saída do encontro, o secretário assegurou que está mantida a meta de economia de ao menos R$ 1 trilhão em dez anos com a reforma da Previdência. Em fevereiro, o governo anunciou que projeta economia de R$ 1,164 trilhão em uma década – incluindo a reforma dos militares, mas sem contabilizar o custo da reestruturação da carreira.

Segundo Marinho, a projeção de economia de R$ 92,3 bilhões apenas com a mudança nas regras de aposentadoria das Forças Armadas deve ser praticamente mantida após os últimos ajustes no texto. Ele afirmou que o valor pode variar um pouco para mais ou menos, mas ficará próximo a este patamar.

O secretário também assegurou o cumprimento do prazo de entrega da proposta – que é aguardada pelos parlamentares para deslanchar a tramitação da PEC da reforma da Previdência. “Estamos prontos para cumprir o cronograma para a entrega do projeto dos militares”, afirmou.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. O velho Rogério Marinho, lascou o trabalhador com a reforma trabalhista e agora vai lascar o trabalhador pequeno, aquele da iniciativa privada.

    1. Quem destruiu o Brasil e lascou os trabalhadores foram os (des) governos do PT. O novo governo, incluindo esse competente Secretário, está tentando consertar a m… que os incompetentes e corruptos nos deixou.

  2. Despois do fracasso dos empregos q a reefirma trabalhista não gerou ….pense numa palavra de credibilidade essa de Rogério Marinho

  3. E eu pensando que a reforma da previdência tinha como objetivo trazer economia para os cofres públicos, mas os militares estão querendo uma "reforma" que vai onerar ainda mais a União. Não estou entendendo mais nada! Vocês vão sangrar o peão e beneficiar os já beneficiados?! A Reforma Previdenciária é necessária, mas façam uma coisa justa, pelo amor de Deus.

  4. Passou p reserva ou se aposentou é 5,8 mil no máximo. Major, foi p reserva 5,8 mil, coronel, foi p reserva 5,8 mil, ministro do STJ, aposentou-se, 5,8 mil. É simples, porque vcs acham tão difícil de entender. O pessoal q ganha mais na ativa que faça sua reserva p a apisentadoria.

    1. Desde que deixem recolher em cima de 5.800 e não no total. O que não pode é a pessoa recolher sobre o teto e querer que o cara se aposente com 5.800 quando a vida toda recolheu no máximo. E pior, vai se aposentar recolhendo da mesma forma, enquanto setor privado fica no berço esplêndido

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Judiciário

Sem comentar inquérito, Toffoli diz que sociedade inteira é vítima de fake news

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, evitou comentar a repercussão do inquérito aberto por ele para investigar fake news e ameaças contra ministros do STF, durante entrevista a jornalistas em Belo Horizonte, nesta terça-feira (19).

“A questão desse inquérito está agora com o ministro Alexandre de Moraes. A outra questão é que temos recebido na central do cidadão do Supremo Tribunal Federal inúmeras mensagens indicando e denunciando fake news contra toda a sociedade brasileira. Toda a sociedade brasileira é vítima”, afirmou.

Alexandre de Moraes, que foi designado por Toffoli para ser relator do inquérito, respondeu às críticas de membros do Ministério Público dizendo que “podem espernear à vontade, podem criticar à vontade”.

Outro ministro, Marco Aurélio de Mello, declarou que teria votado contra a iniciativa em Plenário e questionou a designação direta de um responsável, ao invés do uso de sorteio eletrônico, segundo o jornal O Globo. Questionado pela Folha, Toffoli saiu sem responder por que decidiu colocar Moraes.

O ministro também evitou comentar sobre a CPI protocolada no Senado que tem como objetivo investigar “ativismo judicial” e atuação de membros do Judiciário. A comissão foi apelidada de Lava Toga. Toffoli disse apenas que isso essa era uma questão sobre a qual cabe ao Legislativo decidir.

Ele falou rapidamente sobre as críticas que a corte vem recebendo também de integrantes da Lava Jato, especialmente depois das três decisões da semana passada. Na segunda, em um evento para juízes federais, Toffoli deu recado velado defendendo que quem pode resolver os problemas do país são as instituições, não heróis.

“O Supremo Tribunal Federal mantém, praticamente, todos os casos que envolvem essas investigações. Temos dado todo o apoio às investigações, aquelas decisões que são tomadas, têm recursos cabíveis e a ampla maioria deles são mantidos”, afirmou a jornalistas nesta terça.

Acordo para expandir método APAC

Toffoli, que também é presidente do Conselho Nacional de Justiça, assinou em Minas Gerais um termo de cooperação com o Tribunal de Justiça do estado que visa difundir o método APAC (Associação de Proteção e Assistência aos Condenados) em outros estados do país.

Criado por Mário Ottoboni, nos anos 1970, Minas Gerais é o estado onde o método foi melhor estabelecido. Nas unidades APAC, presos têm acesso a estudos, trabalhos e cuidam da segurança do local. Atualmente, ele está presente em sete estados.

Na semana passada, Toffoli assinou termo com o Colégio Nacional de Defensores Públicos (Condege) e a Associação Nacional dos Defensores Públicos (Anadep) para definir medidas que contenham a superlotação do sistema prisional no país. O Brasil tem hoje a terceira maior população prisional do mundo.

Em frente ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais e do Tribunal de Justiça Militar, Toffoli foi recepcionado por servidores que entraram em greve por tempo indeterminado nesta terça-feira. Eles pediam a mediação do ministro para negociar com a Justiça do estado.

Os servidores reivindicam a reposição salarial que está atrasada desde maio de 2018 e o cumprimento da lei de auxílio saúde e transporte, que tinha implementação prevista para dezembro do ano passado.

“Enquanto isso, os magistrados tiveram reajuste de 16,38% em janeiro, que foi automático, pelo reajuste aprovado no Congresso, e o auxílio saúde dos desembargadores passou para R$ 3.541 por mês”, diz Wagner Ferreira, coordenador do sindicato dos servidores da Justiça de 2ª instância de MG (Sinjus).

Folhapress

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Política

Projeto prioriza matrícula de filhos de mulheres vítimas de violência

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou hoje (19) o projeto de lei que estabelece prioridade em centros de educação infantil a filhos de mulher que sofre violência doméstica. A matéria segue para análise do Senado.

Segundo o texto da relatora, deputada Bruna Furlan (PSDB-SP), o juiz poderá determinar a matrícula dos dependentes da vítima em instituição de educação básica mais próxima do seu domicílio, independentemente da existência de vaga.

Para a autoria da proposta, Geovania de Sá (PSDB-SC), as matrículas não podem ser negadas “no momento em que mais a vítima necessita”. “Não raras vezes, a mulher que é vítima de violência doméstica não pode matricular seus filhos na escola mais próxima de sua residência. Nesses casos, ter prioridade para escolher o local mais adequado para que seus filhos possam estudar é muito importante e deve compor o rol de medidas emergenciais a que essas pessoas têm direito”, afirmou a parlamentar na justificativa do projeto de lei.

A relatora ressaltou ainda que o projeto deve garantir a prioridade até a conclusão da educação básica aos 17 anos, contemplando inclusive o ensino médio.

“Será relevante que a proteção abranja todos os dependentes nessa faixa etária e não apenas aqueles na idade correspondente à educação infantil. Além disso, é importante garantir também o direito de transferência, para quando a mudança de instituição de ensino for necessária enquanto o dependente estiver em curso no ano escolar”, disse a relatora.

Agência Brasil

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Educação

inFlux prevê expansão de 20% em número de unidades

A inFlux English School, escola de idiomas conhecida por garantir o domínio mais rápido do inglês, prevê para o ano de 2019 um crescimento de 20% em número de unidades. A rede que atualmente possui 150 unidades em 18 estados brasileiros e Distrito Federal enxerga um cenário favorável para novos negócios no Brasil, com 30 novas unidades em processo de implantação. “Além das novas unidades, nossa expectativa é chegar até o final do ano com 40 novos contratos”, diz o gerente de expansão da inFlux, Fábio Medeiros.

A ampliação da rede para 2019 está prevista para todos os estados do Brasil, principalmente Minas Gerais, São Paulo, Grande Campinas e região Nordeste.

O CEO da inFlux, Ricardo Leal, revela que mesmo durante a crise econômica dos últimos anos, a rede manteve o seu crescimento. De acordo com ele, o fluxo de alunos se manteve porque quem perdeu o emprego procurava a escola para aprender um idioma e aprimorar o currículo para buscar uma nova oportunidade no mercado de trabalho.

Leal explica ainda que do ponto de vista do negócio, a franqueadora também não ficou estagnada porque quem foi demitido e possuía uma reserva ou fez uma boa negociação durante o processo de desligamento conseguiu investir na aquisição de uma franquia e tornar-se dono do próprio negócio.

De acordo com a projeção realizada pela Associação Brasileira de Franquias (ABF), a boa expectativa se mantém e o ano de 2019 será positivo para o setor de franquias. O estudo realizado em janeiro deste ano demonstrou que o faturamento das franquias tende a aumentar de 8 a 10%. Os índices de unidades e empregos também apresenta números positivos para os próximos meses de acordo com a ABF.

Sobre a inFlux

Há 15 anos no mercado, a inFlux English School conta com 150 unidades franqueadas em 18 estados e Distrito Federal. Criada em Curitiba, capital do Paraná, a marca já foi reconhecida como Franqueador do Ano de 2017 pela ABF (Associação Brasileira de Franchising) e recebeu o Selo 5 estrelas do prêmio Melhores Franquias do Brasil 2018. Com um método inovador de ensino, a inFlux English School une duas das mais eficazes abordagens de ensino de línguas: abordagem Comunicativa e Lexical. A metodologia altamente eficiente permitiu a criação do Compromisso de Aprendizado inFlux, uma garantia que em dois anos e meio o aluno alcançará 700 pontos ou mais no TOEIC (Test of English for International Communication), um dos testes de proficiência mais reconhecidos no mundo. Caso a pontuação necessária para a certificação não seja atingida, a inFlux English School garante o estudo e acompanhamento gratuito do aluno até a obtenção da nota. Confira no site https://www.influx.com.br/.

A inFlux conta com duas unidades no estado nos seguintes endereços:

Av. Abel Cabral, 2540 – Nova Parnamirim – Tel.: 3012-9400
Av. Odilon Gomes de Lima, 1788 – Capim Macio – Tel.: 3642-2221

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Política

Parlamentares lançam Frente Mista contra a Corrupção

Deputados e senadores lançaram nesta terça-feira (19) a Frente Parlamentar Mista Ética contra a Corrupção. O pacote anticrime e anticorrupção, apresentado ao Congresso pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, será uma das prioridades de atuação grupo. A frente será presidida pela deputada Adriana Ventura (Novo-SP) e reúne 215 deputados e seis senadores, de 24 partidos.

De acordo o deputado Prof. Luiz Flávio Gomes (PSB-SP), o grupo também atuará na defesa do projeto de lei que restringe o foro privilegiado e a execução da pena após condenação em segunda instância. O parlamentar disse ainda que estará na pauta da frente a proposta que estabelece a competência da Justiça Federal ou estadual em casos que envolvam crimes de caixa 2.

Na semana passada, o Supremo Tribunal Federal (STF) se posicionou a favor da competência da Justiça Eleitoralpara investigar casos de corrupção quando envolverem simultaneamente caixa 2 de campanha e outros crimes comuns, como lavagem de dinheiro, que são investigados na Operação Lava Jato.

Para o senador Alessandro Vieira (PPS/RS), autor de pedido para instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Senado para analisar as cortes superiores, o Judiciário é o único ponto intocado no Brasil. “Temos que mostrar que somos todos iguais. Não estamos sós. É muito claro o desejo da sociedade. A luta pelo combate à corrupção é de todos nós”, disse.

Para o fundador da Associação Contas Abertas, economista Gil Castelo Branco, o grupo parlamentar representa a oportunidade de ter uma frente parlamentar avançada atuando no combate à corrupção por meio de atualização nas leis brasileiras. O economista lembrou que tramita Câmara dos Deputados 344 propostas de combate à corrupção e 98 no Senado, segundo levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgado em 2017.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. O pt falava que a justiça era seletiva, não assinou a CPI da toga, esse mesmo pt era o partido que não iria sossegar enquanto não acabasse com a corrupção, inclusive tendo lula como paladino anti corrupção. Como pode? Nem assinou a CPI da toga, muito menos está nessa frente anti corrupção? Oq aconteceu? Cadê o meu pt? Faz 20 anos que saí do Brasil? Aconteceu alguma coisa? Alô pt?

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Economia

Para CNI, apoio dos EUA acelera entrada do Brasil na OCDE

O apoio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é decisivo para a entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Para os empresários, o ingresso na organização vai acelerar o processo de reformas estruturais e aperfeiçoar a qualidade regulatória do país, condições necessárias para melhorar o ambiente de negócios e promover o crescimento econômico.

“O Brasil avançou muito na convergência de políticas para participar da OCDE. É o país não-membro com a maior adesão aos instrumentos da organização – já aderiu a cerca de 30% dos instrumentos que envolvem, por exemplo, comércio, tributação e governança. Além disso, o governo brasileiro está comprometido com as reformas da previdência e reconhece a importância da reforma tributária”, disse a gerente de Política Comercial da CNI, Constanza Negri.

Em declaração conjunta hoje (19), na Casa Branca, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse ao lado do presidente Jair Bolsonaro que apoiará o ingresso do Brasil na OCDE.

Em maio de 2017, o Brasil encaminhou a solicitação para fazer parte da OCDE. Se o pedido for aceito, o país terá de assumir compromissos com impactos significativos na economia e na indústria. De acordo com a CNI, entre os benefícios estão a melhoria do ambiente regulatório, a modernização institucional, o aprimoramento da governança e a convergência às melhores práticas internacionais.

Estudos da CNI mostram que a adesão do Brasil se concentra em cinco áreas investimentos internacionais e empresas multinacionais, investimentos, competição, assuntos fiscais e anticorrupção.

O Brasil também participa de 23 comitês, órgãos e iniciativas vinculados à OCDE, o maior número entre os países não membros.


Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Coloquei-me no lugar do Exmo. Sr. Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro e admito que senti uma picante e prazerosa excitação, só em pensar em estar ao lado de Donald Trump. I'll suck this orange stick…

    1. O maior usuário de laranjas mundial foi o presidiário de 9 dedos. Tanto é que não possui nada em seu nome e já foi condenado 2 vezes por lavagem de dinheiro (além de corrupção). A companhia dos EUA sempre nos fez muito bem, ao contrário daquelas ditaduras vagabundas "amigas" do PT, que só nos trouxeram muito prejuízo.

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Polícia

VÍDEOS: Palocci reafirma que Lula negociou repasses para filho com lobista de montadoras; veja depoimento

Foto: Reprodução

O ex-ministro Antônio Palocci (Fazenda/Casa Civil/Governos Lula e Dilma) reafirmou em depoimento à Justiça Federal nessa segunda, 18, que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva negociou com o lobista Mauro Marcondes Machado, do setor automobilístico, pagamentos a seu filho caçula, Luís Cláudio Lula da Silva, para a aprovação de uma Medida Provisória.

A negociação, disse Palocci, envolveu a atuação de Lula junto ao governo federal para evitar que a presidente Dilma Rousseff (PT) vetasse a emenda da MP 627 que previa a manutenção de benefícios para montadoras das regiões norte, Nordeste e centro-oeste. Segundo Palocci, a MP 627 foi a “campeã das propinas na história do Brasil” uma vez que teve em seu texto “vários contrabandos enxertados”.

Ainda segundo Palocci, o próprio Lula lhe informou que sua atuação resultaria no repasse de valores por parte de uma empresa de Mauro Marcondes para seu filho Luís Cláudio.

O ex-ministro prestou depoimento na manhã desta segunda-feira, 18, via teleconferência da Justiça Federal em São Paulo. A oitiva se deu no âmbito da ação penal da operação Zelotes em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é réu por suposto tráfico de influência na compra dos caças suecos da marca Grippen e na edição da MP 627.

No depoimento, conduzido pelo juiz Vallisney de Souza Oliveira, Palocci disse desconhecer qualquer irregularidade envolvendo Lula no caso dos caças Grippen, mas reafirmou seu conhecimento sobre os repasses do lobista Mauro Marcondes ao filho do ex-presidente, Luis Cláudio Lula da Silva.

“Que tenho mais referência foi uma reunião ocorrida em maio de 2014. Luís Cláudio me procurou na minha consultoria e disse que naquele ano de 2014 ele já estava com o projeto do futebol americano fechado e que faltava cerca de R$ 2,5 milhões. E me perguntou se eu poderia ajudar”, disse Palocci.

Após esse encontro, disse o ex-ministro, ele se reuniu com Lula para perguntar se deveria atuar em favor de Luís Cláudio.

“(Lula) Me contou que não precisava mais, porque através da MP 627 ele havia negociado os recursos suficientes que o Luís Cláudio precisava”, afirmou Palocci.

Questionado pelo advogado Cristiano Zanin, defensor de Lula, Palocci afirmou que as conversas com Lula e Luís Cláudio não tiveram a participação ou foram testemunhadas por outras pessoas.

Histórico. Na ação penal em que Palocci prestou depoimento, a Procuradoria da República afirma que os crimes teriam sido praticados entre 2013 e 2015 quando Lula, já na condição de ex-presidente, ‘integrou um esquema que vendia a promessa de que ele poderia interferir junto ao governo para beneficiar as empresas MMC, grupo Caoa e SAAB, clientes da empresa Marcondes e Mautoni Empreendimentos e Diplomacia LTDA (M&M)’.

Em troca, afirma a denúncia, Mauro e Cristina, donos da M&M, repassaram a Luis Cláudio pouco mais de R$ 2,5 milhões. Ao longo de 154 páginas, os procuradores da República Hebert Mesquita, Frederico Paiva e Anselmo Lopes descrevem a atuação dos investigados em dois fatos a partir da existência do que chamaram de “uma relação triangular”.

Na denúncia, a Procuradoria também sustenta que a promessa de interferência no governo por parte do ex-presidente Lula (venda de fumaça) rendeu ao seu filho, Luis Cláudio, o recebimento de vantagens indevidas e que o valor repassado só não foi maior por causa da deflagração da Zelotes, em março de 2015. Segundo a ação, a expectativa era de um recebimento total de R$ 4,3 milhões, sendo R$4 milhões da M&M e o restante da montadora Caoa. Entre os meses de junho de 2014 e março de 2015, a M&M fez nove pagamentos à LFT que somados chegaram a exatos R$ 2.552.400,00.

COM A PALAVRA, O ADVOGADO CRISTIANO ZANIN MARTINS, QUE DEFENDE LULA

O depoimento prestado hoje (18/03) pelo ex-Ministro Antônio Palocci perante o Juízo da 10ª. Vara Federal de Brasília só serviu para deixar ainda mais claro que ele negociou generosos benefícios com autoridades em troca de múltiplas e esfarrapadas acusações contra o ex-Presidente Lula.

Quando confrontado pela defesa de Lula, Palocci admitiu que suas afirmações não foram presenciadas ou testemunhadas por qualquer pessoa, deixando claro o caráter imprestável de seu depoimento. Durante a ação penal, 30 testemunhas prestaram depoimento e todas elas, inclusive aquelas arroladas pelo MPF, demonstraram que Lula não cometeu qualquer ato ilícito. Dentre as pessoas ouvidas estão os dos ex-Presidentes Dilma Rousseff e Fernando Henrique Cardoso, ex-Ministros de Estado, membros das Forças Armadas e servidores da Presidência da República. A lisura da conduta de Lula foi confirmada também nesta data pelo depoimento prestado pelo ex-Ministro Nelson Jobim.

Palocci foi ouvido como testemunha do Juízo a pedido do MPF. Trata-se de arrolamento extemporâneo da acusação, baseado em referência artificial a “caças” feita pelo ex-Ministro em depoimento prestado em 26/06/2018 no âmbito da Operação Greenfield, que não tem qualquer relação com o objeto da ação penal relativa ao depoimento hoje prestado.

Em petição protocolada nesta tarde, demonstramos ao Juízo que embora Palocci tenha negado peremptoriamente sua iniciativa de incluir o tema dos “caças” naquele depoimento da Operação Greenfield, telas capturadas a partir do vídeo correspondente àquele depoimento mostram suas anotações e, consequentemente, sua intenção de tratar do tema, situação absolutamente incompatível com a isenção que se espera de uma real testemunha.

Fausto Macedo – Estadão

 

Opinião dos leitores

  1. Se tiver um cidadão no Brasil que roubou + que Lula, eu tô pra conhecer, misericordia, como uma criatura fez tanta coisa feia em 8 anos.

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Esporte

Com grandes estrelas, Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia tem etapa decisiva em Natal; confira

O Circuito Brasileiro Open de vôlei de praia 2018/2019 desembarca nesta semana em Natal para a sexta e penúltima etapa da temporada.

A disputa pelo título geral está bastante acirrada e a etapa natalense tem tudo para ser decisiva para definir o título do circuito, uma vez que há vários times empatados na liderança do ranking.

O tour nacional é composto por sete etapas e são contabilizados os seis melhores resultados conquistados pelas duplas (possibilidade de um descarte). No naipe feminino, Fernanda e Bárbara Seixas (RJ) somam 1.600 pontos, mas com os descartes, possuem 1.360 pontos, mesmo número de Ágatha/Duda (PR/SE). Carol Solberg e Maria Elisa (RJ), campeãs da edição 17/18, aparecem logo em seguida, com 1.320 pontos.

Fernanda Berti destacou a busca pelo título ao lado de Bárbara, mas lembrou de que o planejamento dos times foi pensado para atingir o ápice durante a corrida olímpica.

“Durante esse período entre a etapa de Fortaleza e a etapa de Natal intensificamos os treinos, aumentando o volume de trabalho, dando mais intensidade. O objetivo das duplas neste ano é a corrida olímpica, mas sempre vamos para as etapas pensando em conseguir o melhor resultado possível. Mas estar na disputa do título é uma motivação grande. É a primeira vez que nosso time está brigando para ser campeão geral do Circuito Brasileiro, estamos trabalhando, evoluindo para estarmos no nosso melhor. E se for possível aliar isso com a conquista do título brasileiro, melhor”, destacou Fernanda.

Duda também comentou a chance de vencer o título brasileiro geral pela primeira vez na carreira, mas lembrou que a melhor estratégia é pensar sempre no próximo jogo.

“Sempre temos esse foco, é a vontade de qualquer time ser campeão brasileiro e poder marcar o nome na história. Mas ainda temos duas etapas pela frente, Natal e João Pessoa. Temos que pensar jogo a jogo, focar em cada objetivo e no final, se tivermos sido as melhores, poder comemorar. Não adianta pensar lá na frente, precisamos jogar cada partida da melhor maneira. Mas tenho muita vontade de conquistar essa competição”, declarou.

No naipe masculino, Eduardo Davi e Adrielson (PR) possuem 1.320 pontos, mas com o descarte do pior resultado, aparecem atrás de dois times: Guto/Saymon (RJ/MS) e Ricardo/Álvaro Filho (BA/PB), que somam 1.280 pontos no ranking geral.

Os pontos são computados apenas nos torneios que as duplas disputam conjuntamente, por isso, nomes como Alison, André Stein, Evandro, Bruno Schmidt, Pedro Solberg e Vitor Felipe, que realizaram trocas durante a temporada, estão distantes da briga pelo título.

A etapa de Natal (RN), a sexta da temporada 2018/2019 do Circuito Brasileiro, contará com 24 duplas em cada naipe. Os 16 times mais bem colocados no ranking de entradas já estão garantidos na fase de grupos, enquanto outras oito vagas permanecem ‘abertas’ e serão decididas no torneio classificatório, com a presença das duplas estrangeiras. Os homens jogam na quarta-feira, e as mulheres, no dia seguinte.

As partidas também serão transmitidas ao vivo pelo site voleidepraiatv.cbv.com.br e pelo Facebook da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), a partir de quinta-feira (21.03). Já as disputas de medalha dos dois naipes, no domingo (24.03), serão exibidas ao vivo exclusivamente pelos canais SporTV.

A entrada ao público na arena montada no Forte dos Reis Magos é franca e os atletas participarão de sessões de autógrafo e visitas sociais na véspera da competição.

O Circuito Brasileiro 18/19 conta com sete etapas, começando em setembro de 2018 e seguindo até abril deste ano. Na primeira etapa da temporada, disputada em Palmas (TO), Hevaldo/Arthur Lanci (CE/PR) e Ana Patrícia/Rebecca (MG/CE) ficaram com a medalha de ouro. Já na segunda parada, disputada no mês de outubro, em Vila Velha (ES), títulos para Guto/Saymon (RJ/MS) e Fernanda Berti/Bárbara Seixas (RJ).

Em Campo Grande (MS), em novembro do ano passado, ouro de Pedro Solberg/Bruno Schmidt (RJ/DF) e Ágatha/Duda (PR/SE). Já em janeiro deste ano, na retomada do tour em São Luís (MA), títulos para Ricardo/Álvaro Filho (BA/PB) e Ana Patrícia/Rebecca (MG/CE), e em Fortaleza (CE), ouro para Evandro/Bruno Schmidt (RJ/DF) e Carol Solberg/Maria Elisa (RJ).

Além das duplas campeãs de cada etapa, também existem os campeões gerais da temporada, somando a pontuação obtida nos sete eventos. A competição distribui R$ 45 mil às duplas campeãs dos dois naipes, e todos os times na fase de grupos são premiados. Ao todo, são distribuídos quase R$ 500 mil por etapa.

Ranking Geral Masculino com descarte
1º – Guto/Saymon (RJ/MS) – 1.280 pontos
2º – Ricardo/Álvaro Filho (BA/PB) – 1.280 pontos
3º – Eduardo Davi/Adrielson (PR) – 1.080 pontos
4º – Hevaldo/Arthur (CE/PR) – 1.080 pontos

Ranking Geral Feminino com descarte
1º – Ágatha/Duda (PR/SE) – 1.360 pontos
2º – Fernanda Berti/Bárbara (RJ) – 1.360 pontos
3º – Carol Solberg/Maria Elisa (RJ) – 1.320 pontos
4º – Ana Patrícia/Rebecca (MG/CE) – 1.280 pontos

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Finanças

Senado abre caixa preta dos gastos dos parlamentares

Foto: DCI

O Senado Federal irá, enfim, disponibilizar as notas fiscais de despesas pagas por senadores com recursos da verba indenizatória. A Câmara já disponibiliza as notas para consulta pública, mas o Senado resistia. A Casa Alta foi até alvo de inquérito civil no Ministério Público Federal por desrespeito à Lei de Acesso à Informação.

A ação foi apresentada pela Operação Política Supervisionada (OPS). À Coluna, o coordenador da entidade, Lúcio Batista, informa que, de acordo com a assessoria do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, “ainda no mês de março o Senado vai lançar seu novo portal institucional e as notas fiscais utilizadas”. A conferir.

Coluna Esplanada

Opinião dos leitores

  1. Tem que haver movimento para acabar com mordomia do Legislativo, Judiciario, Ministerio Publico, Tribunal de contas, e tambem com essa aposentadorias de parlamentares.

  2. Bem ultrajante essa resistência dos senadores em disponibilizar as notas fiscais. Ora, era para terem disponibilizado sem que fosse necessário tamanho esforço por parte da entidade (OPS). A verdade é que elegemos cada merda!

    1. Na época petralha ninguém do governo, nem dá imprensa, cogitava a pressionar o senado para abrir essa caixa preta. Entretanto, com essa imprensa marrom, pouca coisa será investigada,v uma vez que quase não tem ninguém do PSL, portanto, falcatrua de senador que não seja do PSL, não é interesse da nação, bem, isso é o que a "imprensa" acha.

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