Passagens aéreas para Natal são mais caras do Brasil e preços devem aumentar, diz presidente da ABAV-RN
O maior empecilho para o crescimento do turismo do Rio Grande do Norte é o alto custo das passagens aéreas com destino a Natal. É o que diz o empresário Abdon Gosson, presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV-RN). Conforme ele afirmou em entrevista ao Hora Extra da Notícia, na Rádio 91 FM (Rádio Rural), o Rio Grande do Norte é o destino mais caro não só do Nordeste, mas do Brasil. E isso deve piorar em decorrência da possível compra da companhia aérea Avianca pela Azul, o que tende a subir ainda mais os preços das passagens, conforme prevê o presidente da ABAV.
“A companhia aérea Azul provavelmente vai comprar boa parte da Avianca, que está em dificuldade financeira. Tínhamos quatro companhias aéreas, só vamos ter três companhias dentro do Brasil, onde hoje um país continental como o nosso deveria ter de 12 a 15 companhias aéreas no mínimo voando aqui dentro e provavelmente os preços das passagens para Natal, infelizmente, nos próximos meses, talvez ainda fiquem mais altos”, prevê.
Abdon Gosson afirmou ainda que esse é um problema que se vem tentando resolver desde o governo Robinson Faria, com um trabalho do Governo do Estado junto ao trade turístico. “Nós não pedimos para que as passagens para Natal sejam mais baratas do que ninguém, nós pedimos apenas que as passagens sejam pelo menos o mesmo preço”, afirma.
Opinião dos leitores
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E as empresas aéreas não passaram a cobrar bagagem pra baratear as passagens??
Que país é esse , meu Deus !!
Kd o ministério público ?? -
O Presidente da ABAV/RN sempre hilário e cômico. Ele sabe perfeitamente quais o verdadeiros entraves para o crescimento e desenvolvimento econômico da atividade turística no Rio Grande do Norte. Ora, tarifa aérea? Grotesco!
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Indo pra Fortaleza ou Recife!!! Uma pena !!
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Eu mesmo vou p Europa agora em maio e vou partir de Fortaleza, pois a passagem custou quase metade do valor cobrado partindo de Natal. Acho que o ASGA vai fechar, pois a população potiguar tem nojo daquele aeroporto.
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Cadê a classe política desse estado? Não tem voz?
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Aqui é o estado do NADA PODE , mas se for informal ,aí a fiscalização NÃO EXISTE
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Culpado é o próprio POTIGUAR e o poder Público, que tudo coloca dificuldade, aqui é a teoria ; se posso dificultar pra que facilitar , tínhamos um AEROPORTO MARAVILHOSO, aí aparece um FDP GANANCIOSO e coloca o aeroporto no meio das piores vilas do RN , e a comunidade do RN aplaudem.
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Lutador Conor McGregor é preso em Miami após quebrar celular de fã que o fotografava

Conor McGregor aprontou mais uma vez! Após realizar trabalhos comunitários em Nova York, pagando a sentença da confusão causada no UFC 223, o irlandês foi preso em Miami nesta segunda-feira (11). Ele teria quebrado o celular de um fã que o fotografava.
De acordo com o relatório da Polícia de Miami Beach, McGregor e Ahmed Abdirzak, um fã de nacionalidade inglesa, saíram da boate LIV, pouco depois das 5h da manhã. Neste momento, o homem tentou tirar uma foto do lutador com seu celular. Entretanto, Conor tomou o telefone de sua mão, o atirou no chão e pisou várias vezes.
O lutador está detido no Centro Correcional Turner Guilford Knight, desde às 17h56, com uma fiança estipulada em US$12.5 mil, cerca de R$ 48 mil na cotação atual.
Reincidente
A confusão em Miami não é o primeiro problema de Conor McGregor com a Justiça dos EUA. Em abril de 2017, o lutador foi preso pela Polícia de Nova York depois de invadir o Media Day do UFC 223. Ele estava a procura do russo Khabib Nurmagomedov, que havia brigado com seu amigo e parceiro Arten Lobov no hotel onde os atletas estavam hospedados.
Conor, junto com 10 comparsas, atacou o ônibus que levava os atletas para as entrevistas e chegou até a atirar um carrinho de supermercado contra o veículo. Na confusão, Michael Chiesa e Ray Borg, que lutariam no UFC 223 e estavam dentro do ônibus se lesionaram e foram retirados do show.
SITE FERA
Opinião dos leitores
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NAO MERECE SER CHAMADO NEM DE ATLETA E NEM TER FÃS… !! ! DEVERIA SER DESLIGADO DAS LUTAS!!!!
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Site francês diz que dados de post tuitado por Bolsonaro são falsos
O site francês Mediapart usou o Twitter na tarde desta segunda, para dizer que as informações publicadas no “Club de Mediapart”, hospedado na plataforma, sobre a jornalista Constança Rezende, de “O Estado de S. Paulo”, são falsas.
O conteúdo foi compartilhado por Jair Bolsonaro a partir do site ultrabolsonarista Terça Livre, que transcreveu os áudios divulgados pelo blog francês e incluiu o título “Jornalista do Estadão: ‘a intenção é arruinar Flávio Bolsonaro e o governo'”. Bolsonaro deu crédito à fake news e até agora não se desculpou.
Opinião dos leitores
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Os dados são verdadeiros. Falso é a própria imprensa que foi flagrada rm situação vexatória e agora acoberta os seus.
1- o áudio é a voz dela
2 – ela de fato tem um documento que não é de domínio público. Onde tá a falsidade ai? -
Não é fake news, essa jornalista Constança Rezende é esquerdista e tenta denegrir a imagem da família Bolsonaro.
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Site bolsonarista exibe tuíte falso em novo ataque contra jornalista do Estadão
Depois de publicar no domingo (10/3) um texto que atribuiu à repórter do EstadoConstança Rezende uma declaração que ela não fez, o site Terça Livre voltou a atacar a jornalista utilizando-se de conteúdo falso. Desta vez, Allan Santos, colunista responsável pelo site, exibiu em um vídeo postagem de Twitter e a atribuiu a Constança. O perfil exibido, porém, não é da repórter.
Em vídeo transmitido ao vivo pelo Facebook, Allan Santos exibiu a imagem de uma postagem de Twitter do perfil @constacarezen, que não pertence à repórter do Estado. “Vamos ver de quem nós estamos falando”, disse Santos, cerca de sete minutos depois do início da transmissão. “Estamos falando dessa jornalista aqui, jornalista que disse que o Brasil virou uma ditadura, que com a morte da Marielle (Franco) isso ficou bem claro.”
O perfil, que trazia uma foto de Constança, já foi eliminado do Twitter, por desrespeitar as regras de utilização da plataforma.
O Terça Livre reúne ativistas conservadores e simpatizantes de Jair Bolsonaro. No domingo, o site publicou um texto que falsamente atribuiu a Constança Rezende a declaração “a intenção é arruinar Flávio Bolsonaro e o governo”, ao tratar da cobertura jornalística das movimentações suspeitas de Fabrício Queiroz, ex-motorista do senador e filho do presidente.
A suposta declaração, que aparece entre aspas no título do texto publicado pelo Terça Livre, teria sido dada, segundo “denúncia” de um jornalista francês, em uma conversa gravada. Na gravação do diálogo, porém, Constança não fala em “intenção” de arruinar o governo ou o presidente. A conversa, em inglês, tem frases truncadas e com pausas. Apenas trechos selecionados foram divulgados. Em determinado momento, a repórter avalia que “o caso pode comprometer” e “está arruinando Bolsonaro”, mas não relaciona seu trabalho a nenhuma intenção nesse sentido.
Constança Rezende não deu entrevista nem dialogou com o jornalista francês citado pelo Terça Livre. As frases da gravação foram retiradas de uma conversa que ela teve em 23 de janeiro com uma pessoa que se apresentou como Alex MacAllister, suposto estudante interessado em fazer um estudo comparativo entre Donald Trump e Jair Bolsonaro.
Com base nas falsas informações publicadas pelo Terça Livre, grupos governistas promoveram no Twitter uma série de postagens nas quais acusam o Estado de “mentir” na cobertura do caso Flávio Bolsonaro. Às 20h51min do domingo, o próprio presidente insuflou seus seguidores contra a imprensa ao publicar o seguinte texto no Twitter: “Constança Rezende, do ‘O Estado de SP’ diz querer arruinar a vida de Flávio Bolsonaro e buscar o Impeachment do Presidente Jair Bolsonaro. Ela é filha de Chico Otavio, profissional do ‘O Globo’. Querem derrubar o Governo, com chantagens, desinformações e vazamentos.”
ESTADÃO CONTEÚDO
Opinião dos leitores
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Ciro Gomes disse q elegeram 1 garoto tuiteiro para a presidência da república.
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Esse "presidente" e os filhos dele estão acabando com o governo de P. Guedes e Onix, favor tirem o celular dessa criança e mande ele ir trabalhar!
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Governo Bolsonaro libera R$ 1 bilhão em emendas parlamentares
Pressionado por partidos e criticado pela precária articulação no Congresso, o governo liberou nesta segunda-feira cerca de R$ 1 bilhão em emendas parlamentares . Segundo o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), a liberação foi negociada com o ministro Santos Cruz (Secretaria de Governo). O montante, de acordo com o parlamentar, estava represado desde 2014.
Tinha um valor próximo de R$ 3 bilhões (de emendas impositivas), mas só estavam prontas um valor próximo de R$ 1 bilhão. E aí hoje foi liberado o recurso. Deve ser liberado também dentro dos ministérios. E vai chegar para os beneficiários a partir da próxima semana ou da outra — disse Vitor Hugo
Segundo o líder do governo, a liberação de emendas é cobrada por parlamentares desde o início da Legislatura, em fevereiro.
— Desde 2014, há um passivo em relação às emendas parlamentares, muitas que não foram pagas por diversos fatores. Umas porque não havia dinheiro naquele momento, outras porque não estavam com o processo pronto.
Vitor Hugo participou de reunião com líderes partidários na residência do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). A liberação de emendas é uma estratégia comum usada para obter apoio na aprovação de propostas de interesse do governo. Uma das medidas para as quais o Planalto quer suporte é a votação da reforma da Previdência.
O GLOBO
Opinião dos leitores
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Aqui diz que é de 2014 , mas ,é claro que vai cair na conta do governo do bolsonaro, né mídia corrupta ? O globo , quando vcs vão pagar aquela multa por sonegação e aquela do inss ? Esperamos respostas , TAOKEY? Grande abraço kkkkk
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VIXE !!!!! PARECE PROGRAMA DA GLOBO ….!!! ESSSA FAMILIA É MUITA UNIDA E TAMBÉM MUITO AGITADA ….TAN, TAN, TAN… E TOMA LÁ, DÁ CÁ….!!!
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Eita!Está aberta a temporada de compras.
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Kkkkkkk
A nova política!
Kkkkkkkkkk
Comprando a reforma da previdência esse desqualificado. -
Toma lá dá cá, liberação de emendas,cargos, não diz que ia ser diferente,enganou muitos bestas… #Ciro12
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Esse sistema (e nossos representantes) está (ão) falido (s)! A música tocada sempre é essa! Projeto importante prestes a ser analisado e a contrapartida EXIGIDA é liberação de verba. Podemos concluir que o interesse do povo é a prioridade? Podemos concluir que não existirá conflito de interesse diante desse "pagamento"? Em todo Governo é assim!
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PM é preso como suspeito da morte de Marielle
A Delegacia de Homicídios (DH) da Capital prendeu na manhã desta terça-feira o sargento reformado da Polícia Militar Ronnie Lessa, de 48 anos, por envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes. O policial teve a prisão preventiva decretada pelo juiz-substituto do 4º Tribunal do Júri Guilherme Schilling Pollo Duarte, após denúncia do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) do MPRJ. Também foi preso o ex-PM conhecido como Élcio, que estaria com Lessa na ação que executou Marielle.
Temido pelos próprios colegas, mesmo depois de aposentar a farda, e exímio atirador, principalmente no manejo de fuzis, Lessa foi vítima de uma tocaia em 28 de abril, um mês depois da morte de Marielle. Há a suspeita de que alguém tentou matá-lo como queima de arquivo. O sargento é o principal alvo da primeira operação conjunta da Delegacia de Homicídios (DH) da Capital e do Gaeco para prender os envolvidos na morte da vereadora. As circunstâncias do crime ainda não foram apuradas, assim como ainda não se sabe quem foi o mandante da execução.
Na manhã desta terça-feira, os investigadores foram à casa de Lessa, no condomínio de Vivendas da Barra, na Avenida Lúcio Costa, 3.100, por coincidência, o mesmo do presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL). Não há, porém, nenhuma ligação, a não ser o fato de serem vizinhos. O PM mora num condomínio em frente ao mar, com seguranças na portaria. Boa parte das casas tem piscina e quintal.
A principal prova colhida pelos investigadores saiu da quebra do sigilo dos dados digitais do PM. Ao verificar os arquivos acessados por Lessa pelo celular, antes do crime, armazenados na “nuvem” (dados que ficam guardados em servidor externo e podem ser vistos remotamente), eles descobriram que o suspeito monitorava a agenda de eventos que Marielle participava. Para a polícia, é um indício de que a vereadora estava tendo seus passos rastreados. Marielle, segundo a investigação, participou de pelo menos uma das agendas pesquisadas pelo suspeito.
O GLOBO
Opinião dos leitores
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Interessante o cara morar no mesmo condominio do Bozo.
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Está supondo o quê? Está fazendo que tipo de ligação? Tem alguma prova consistente ou é apenas e unicamente a doença mental de vocês querendo culpar quem teve a capacidade de derrotá-los?
Quer dizer que todo bandido que more próximo a sua casa, tem ligação com você?
Será mesmo que todo esquerdista zumbi que comete crime, por pertencer a seu partido, você poderá ser acusado também? Tá ruim? Vá para Venezuela e não quiser pode ser Cuba -
O bozo é meleciano, é fato!!!
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Faz parte da irmandade!!!
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Grande novidade…
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Não tem problema nenhum, diz deputado do PSL sobre assessora autora de fake news
Em vídeo publicado nesta segunda-feira, 11, o deputado estadual de Minas Gerais, Bruno Engler (PSL) aparece ao lado de Fernanda Salles, autora da matéria com informações falsas a respeito de áudio gravado com a jornalista do Estadão, Constança Rezende. Fernanda é contratada no gabinete de Engler e simultaneamente trabalha para o site “Terça Livre”.
Na gravação, Engler confirma que Fernanda é sua assessora de imprensa, e diz que “não tem problema nenhum ela trabalhar para mim e trabalhar para o Terça (Livre)”. O deputado também esclarece que a carga horária de Fernanda é de seis horas diárias, a pedido dela, para também ter disponibilidade de escrever para o site.
O deputado também acusa o Estado de “tentar inverter a narrativa”, ao “desqualificar” Fernanda Salles por ser assessora de um político e simultaneamente produzir conteúdo considerado jornalístico. Engler também questiona o motivo do jornal norte-americano Washington Times supostamente não ser alvo de críticas.
Fernanda também se manifesta no vídeo, acusando a grande mídia de tentar “fazer uma ‘cortina de fumaça’ para os fatos expostos”, além de dizer que “(nós) prezamos pela verdade”.
O site para qual Fernanda escreve reúne ativistas conservadores e simpatizantes ao governo Jair Bolsonaro e, neste domingo, 10, atribuiu falsamente à repórter Constança Rezende a declaração “a intenção é arruinar Flávio Bolsonaro e o governo”, ao tratar da cobertura jornalística sobre as movimentações suspeitas de Fabrício Queiroz, ex-motorista do senador e filho mais velho do presidente.
Estadão Conteúdo
Opinião dos leitores
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Já foi naturalizada a mentira no partido do presidente. Só quem perde é o Brasil que daqui a pouco se chamará República da Mentira
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Kkkkkkkkkk BG tá pior que a grande mídia nacional não quer aceitar a derrotar. Aceitar que dói menos kkkk
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A eleição já passou, ALGUNS políticos corruptos estão presos e o que interessa daqui para a frente é o nosso futuro e o futuro do nosso País.
Esse fundamentalismo cego que alguns nutrem por determinadas correntes ou atores políticos ainda arruinará de vez o Brasil.
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PSOL diz à PGR que fundação da Lava Jato é ‘obscena afronta’ à Constituição
O líder do PSOL na Câmara, Ivan Valente (SP), questionou a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, sobre compromisso firmado pela força-tarefa da Lava Jato com a Petrobras para destinar a uma fundação privada, a ser criada em Curitiba, até R$ 2,6 bilhões de um acordo feito pela estatal com autoridades americanas.
Em ofício enviado a Dodge, o deputado pede providências da procuradora-geral contra o que chama de “obscena afronta” à Constituição Federal.
Ele argumenta que ao, supostamente, pretender dispor de recursos que são de uma empresa pública, a força-tarefa usurpa funções do Congresso.
“No caso em tela, temos que uma atribuição das mais relevantes do Poder Legislativo, a de legislar acerca do orçamento público, está sendo frontalmente aviltada por um indecoroso instrumento –um ‘acordo de assunção de compromissos’–, firmado entre o Ministério Público Federal, que não possui competência constitucional para firmar acordos dispondo sobre recursos que não são seus, e a Petrobras”, diz trecho do documento.
O pacto da Lava Jato com a Petrobras visa à aplicação, no Brasil, de parte dos recursos que a estatal se comprometeu a pagar num acordo firmado com autoridades americanas para compensar perdas de acionistas minoritários com os esquemas de corrupção revelados a partir de 2014. Ações judiciais e de arbitragem contra a companhia petrolífera estão em curso naquele país.
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos e a SEC (órgão regulador do mercado de capitais americano) concordaram em abater até 80% da multa aplicada à Petrobras (que totaliza US$ 853,2 milhões ou R$ 3,28 bilhões) se o dinheiro for usado para recompor danos à sociedade brasileira.
A solução encontrada pela Petrobras, em negociação com a Lava Jato, foi a criação de uma fundação de direito privado com funcionamento inicial previsto para o meio de 2020. Essa entidade serviria para financiar projetos de combate e prevenção à corrupção.
Ela será criada e terá as regras de operação definidas por um conselho curador, cujos integrantes estão sendo escolhidos pelo MPF (Ministério Público Federal) no Paraná, com a colaboração de instituições parceiras.
O equivalente a R$ 1,3 bilhão já está depositado numa conta administrada pela Justiça Federal e servirá para compor o patrimônio da fundação. Outro R$ 1,3 bilhão ficará reservado para a Petrobras bancar indenizações aos minoritários, mas, caso não seja usado ou usado apenas parcialmente em até dois anos, também poderá ser carreado à entidade.
O MPF sustenta que seu papel é apenas de indutor ao dar os primeiros passos para criar a fundação. Argumenta que a gestão da entidade não será sua, mas de representantes da sociedade civil. Para críticos da iniciativa, o órgão está se valendo de um subterfúgio para receber valores não previstos no orçamento.
No documento, Ivan Valente pergunta a Dodge se ela delegou aos procuradores de Curitiba competência para firmar o acordo. Indaga se ela considera compatível com o ordenamento jurídico brasileiro que o MPF defina o uso desses recursos.
O deputado questiona ainda se a procuradora-geral considera “salutar, jurídica e moralmente”, a previsão contida no acordo de se criar um fundo de investimento com dinheiro público, a ser gerido por fundação de direito privado”.
“Para além da questão jurídica e moral levantada no ponto anterior, pode o Ministério Público, órgão público e que, portanto, deve seguir as balizas fixadas no orçamento público, receber recursos não previstos no orçamento? Pode, além disso, dispor desses recursos de maneira completamente alheia ao orçamento elaborado pelos poderes constitucionalmente competentes para tal?”, questiona no documento, assinado na sexta (8).
A PGR informou que, confirmado o protocolo do documento, ele será analisado.
Folhapress
Opinião dos leitores
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Onde há fumaça há fogo.
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O que será que o PSOL tem tanto a esconder? Que "sol" obscuro e nebuloso é este buscado pelo partido?
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Ministro do TCU dá ultimato à Guedes sobre bônus pagos a fiscais da Receita
O ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) Bruno Dantas deu um ultimato ao Ministério da Economia nesta segunda-feira (11) ao conceder prazo de um dia para que o ministro Paulo Guedes se manifeste sobre as irregularidades verificadas pelo tribunal no pagamento do bônus de produtividade para os auditores da Receita Federal e do Trabalho. Nos últimos dois anos, eles receberam cerca de R$ 2 bilhões.
A medida é uma resposta à representação enviada pela Secretaria de Macroavaliação Governamental (Semag) para Dantas. No passado, a secretaria embasou o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff pelas operações de crédito irregulares envolvendo bancos públicos.
O tribunal tentou no passado suspender o pagamento do benefício, mas foi barrado por entidades sindicais que conseguiram uma decisão liminar do Supremo Tribunal Federal (STF).
Nos bastidores, os ministros consideram a possibilidade de suspender o pagamento do bônus considerando que ele só poderia ser levado adiante se o ministério da Economia fizesse cortes orçamentários na Receita Federal para compensar a despesa com o bônus —uma exigência da Lei de Responsabilidade Fiscal que, segundo o tribunal, vem sendo reiteradamente descumprida pelo órgão.
A representação, a que a Folha teve acesso, considera que esse gasto é um aumento de salário disfarçado, o que também permite aos auditores descumprir o teto salarial do funcionalismo público.
A maior parte do gasto é feita com os auditores (ativos e aposentados) da Receita.
O impasse começou em 2016, quando a ex-presidente Dilma Rousseff firmou um acordo para encerrar uma greve da categoria.
Alguns meses depois, o então presidente Michel Temer editou uma medida provisória autorizando o pagamento de bônus com recursos do Fundaf (Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização).
A decisão alterou as normas de uso dos recursos do fundo, antes dedicado apenas ao aparelhamento da Receita e treinamento de seus servidores.
O TCU nunca aprovou a iniciativa. Para os ministros, há conflito de interesses. Como parte dos recursos do fundo provém de multas lavradas pelos auditores da Receita, haveria um estímulo para os fiscais elevarem o número de sanções como forma de receber um bônus maior.
Embora o bônus na Receita tenha sido instituído em 2016, o pagamento só se efetivou no ano seguinte por meio da liberação de recursos do Fundaf. O saldo desse fundo saltou de R$ 5,4 bilhões, em 2016, para R$ 23 bilhões, em 2017, decorrente do aumento de autuações dos fiscais. Até outubro de 2018, o fundo contava com R$ 12,2 bilhões.
Em um momento de ajuste fiscal, essas receitas deveriam ser direcionadas à melhora das contas públicas —mesmo existindo uma lei reservando recursos do fundo para os bônus.
No mês passado, o plenário do TCU recomendou que o Ministério da Economia regulamente o pagameanto do bônus com recursos do Fundaf, iniciativa pendente desde 2017.
Os auditores do TCU consideram que essa regulamentação deverá impor uma trava de segurança, condicionando o pagamento do bônus à disponibilidade de receitas.
Mas a equipe econômica tem resistências. A iniciativa, ao contrário, poderia elevar os gastos com o pagamento do bônus para algo em torno de R$ 2,5 bilhões.
Segundo técnicos que participam dessas discussões, o relator das contas de governo e do Ministério da Economia, o ministro Bruno Dantas, tem a avaliação de que há impacto da despesa com o pagamento do bônus até na regra de ouro —mecanismo que proíbe o pagamento de despesas correntes com empréstimos.
Hoje, o país precisa de autorização do Congresso para cobrir um buraco de R$ 258 bilhões, sem contar o pagamento de bônus da Receita.
Folhapress
Opinião dos leitores
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Esses gananciosos que saqueiam o Estado mão param de criar artifícios para abocanhar sempre mais. Na Procuradoria da União os Pelés fizeram a mesma coisa criando bônus de sumbência, no entanto se esqueceram de colocar no cálculo o ônus. Atenção juízes essa turma, de mansinho, passou vcs para trás, criaram um “migué” e agora estão estourando o teto numa boa. Auxílio moradia é fichinha na frente dessa arrumação criada por auditores e procuradores.
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Assessora de Flávio Bolsonaro repassou 59% do fundo eleitoral ao marido

Nomeada assessora parlamentar no gabinete do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), a jornalista Elisângela Machado dos Santos de Freitas repassou ao próprio marido 59% dos recursos que recebeu do fundo eleitoral em sua campanha à deputada federal pelo PRP no Distrito Federal, no ano passado. Ela obteve 11.638 votos e não se elegeu.
Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que Elisa Robson, nome usado por ela na urna, recebeu R$ 25 mil do fundo eleitoral destinado ao seu partido, constituído por dinheiro público, e gastou R$ 14,9 mil com Ronaldo Robson de Freitas, com quem é casada. O caso foi revelado pelo jornal Folha de S. Paulo
Segundo a prestação de contas apresentada à Justiça Eleitoral, Freitas recebeu R$ 10 mil para “serviços de coordenação de campanha eleitoral”, R$ 4 mil para “locação de equipamento para gravação de vídeo” e R$ 900 para “serviço de divulgação de campanha”.
Elisângela é administradora da página República de Curitiba, simpática ao presidente Jair Bolsonaro. No mês passado, ela foi nomeada pelo filho mais velho do presidente para trabalhar como auxiliar parlamentar no gabinete dele no Senado, cargo cujo salário inicial é de R$ 5,2 mil.
A reportagem ligou para o gabinete de Flávio Bolsonaro na tarde desta segunda-feira, 11, mas foi informado de que Elisa não estava no local. Ela ainda não retornou o contato feito pela reportagem.
Em sua página no Facebook, a assessora afirmou que o marido “gerenciou todo o trabalho que foi feito de comunicação nas redes sociais” pela sua campanha e que “graças ao seu trabalho feito com esmero, clareza e responsabilidade, encerrei as eleições (mesmo sem nenhuma experiência em corrida eleitoral) com zero de dívida de campanha e sem dever nada a ninguém”.
“Ele administrou as informações, os posts patrocinados, a produção de pequenos vídeos e os poucos recursos financeiros que precisaram ser gerenciados, com gasto total de R$ 30 mil. Inclusive, nossa família de cinco pessoas está sem carro até hoje porque decidimos dar prioridade financeira para a minha campanha na época”, escreveu Elisa.
Procurada, a assessoria de imprensa de Flávio Bolsonaro afirmou que o senador não vai se manifestar sobre o caso.
Estadão Conteúdo
Opinião dos leitores
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Se os petistas não destruíram em 16 anos,como alguém conseguiria em 70 dias???
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Já chegou o momento do impeachment de Fakenaro, aliás, ele é o chefão de todo esse esquema. A famiglia está destruindo o país
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Com dificuldades técnicas, reforma dos militares deve ser enviada na data limite
or causa das viagens do presidente Jair Bolsonaro e dificuldade em fechar as regras de transição, o projeto de lei da reforma previdenciária para militares deve ser enviado ao Congresso Nacional no último dia do prazo anunciado pelo governo: 20 de março.
O Palácio do Planalto e a equipe econômica tinham a intenção de apresentar a proposta antes desta data, como pediram líderes de partidos simpáticos ao novo governo, mas deve ser possível adiantá-lo.
O Ministério da Defesa, que finaliza o texto para alterar as regras para as Forças Armadas, estão num impasse sobre como será implementado o novo posto nas carreiras do Exército, Marinha e Aeronáutica, que deve ser criado.
A discussão, no entanto, é técnica e não muda a previsão de R$ 92,3 bilhões de economia em 10 anos com as medidas a serem propostas. O projeto ficará pronto e será avalizado por Bolsonaro após a viagem aos Estados Unidos e antes da ida do presidente ao Chile.
Ao todo, cinco leis devem ser alteradas para que os militares também façam parte da reforma previdenciária.
A demanda do Congresso Nacional é para manter o discurso de que todos os setores da sociedade irão ser afetados pelo endurecimento nas regras de aposentadoria.
Nas negociações entre a equipe econômica e o núcleo militar, foi discutida a possibilidade de as mudanças referentes aos militares serem fatiadas em cinco projetos, o que beneficiaria as Forças Armadas. Essa hipótese, porém, foi descartada pelo vice-presidente Hamilton Mourão e pelo secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho.
“São cinco leis a serem alteradas, mas entram tudo junto [em um mesmo projeto]”, disse à Folha o vice-presidente. “É um projeto só”, afirmou Marinho após reunião no Ministério da Defesa nesta segunda-feira (11).
Os militares também tiveram que ceder sobre o aumento da remuneração. Essa demanda das Forças Armadas só deve ser atendida pelo governo federal em um projeto de lei a ser enviado futuramente —provavelmente após a votação do pacote da reforma da Previdência.
No projeto de lei sobre os militares, o texto deve prever o aumento, de 30 anos para 35 anos, do tempo mínimo de serviço nas Forças Armadas.
Além disso, a alíquota de contribuição previdenciária deve subir de 7,5% para 10,5% de maneira escalonada e as pensões e remunerações dos alunos da escola de formação, que hoje são isentas, passarão a ser tributadas também em 10,5%.
Integrantes do Ministério da Defesa apresentaram dados para argumentar que a União economiza cerca de R$ 20 bilhões por ano por não pagar FGTS e horas extras para militares.
A equipe econômica resistiu à ideia de conceder reajustes salariais. Mas as carreiras devem ser reorganizadas, uma nova patente ser criada para que o tempo mínimo de serviço seja de 35 anos. Os militares também devem receber gratificações ao avançar na carreira.
As Forças Armadas argumentam que não têm um regime previdenciário, mas sim um sistema de proteção social, pois, em vez de se aposentarem, os militares entram na reserva.
“O projeto da assistência dos militares está praticamente pronto. Nós estamos nos ajustes finais e esperamos entrega-lo dentro do prazo”, declarou Marinho.
A proposta também irá valer para policiais militares e bombeiros, conforme já informou o governo. Por ser um projeto de lei, serão necessários menos votos que a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que endurece regras de aposentadoria da iniciativa privada e de funcionários públicos.
Uma PEC precisa do apoio de três quintos de cada Casa e duas votações na Câmara e outras duas no Senado.
Folhapress
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Gol decide suspender uso do modelo 737 MAX 8 após acidente na Etiópia
A
A companhia aérea Gol anunciou nesta segunda-feira (11) que suspendeu temporariamente o uso do modelo 737 MAX 8, da Boeing, após dois acidentes com aeronaves do mesmo modelo. A empresa mantém sete aeronaves 737 MAX 8 que operam em rotas para os Estados Unidos, América do Sul e Caribe, preferencialmente. A suspensão começou a valer às 20h desta segunda.
No domingo (10), a queda de um avião da Ethiopian Airlines deixou 157 mortos e foi o segundo acidente em 5 meses envolvendo um 737 MAX 8, que é a versão mais recente do avião comercial mais vendido no mundo. No fim de outubro de 2018, 189 pessoas morreram em um voo da indonésia Lion Air.
Ao longo da segunda-feira, os pilotos que estavam escalados para operar o 737 MAX 8 foram comunicados de que seriam transferidos para voos de outras aeronaves, segundo apurou o G1. A companhia também suspendeu a venda de voos que utilizariam o modelo – eles sairiam de Brasília e Fortaleza e iriam até Miami e Orlando.
A Gol informou que os clientes com viagens previstas nas aeronaves 737 Max 8 serão comunicados e reacomodados em voos da empresa ou de outras companhias aéreas.
“A central também permanece à disposição pelo telefone 0800 704 0465. A empresa continuará operando os destinos internacionais de longo curso com os aviões Boeing 737 NG, sem previsão de cancelamento na malha”, afirmou a companhia aérea.
A empresa afirma que, desde junho de 2018, já realizou 2.933 voos com o Boeing 737 Max 8, “totalizando mais de 12.700 horas, com total segurança e eficiência”.
Antes de informar que iria suspender o uso do modelo, a Gol divulgou uma nota na qual afirmava estar acompanhando as investigações e que mantinha “contato próximo com a Boeing para esclarecimentos”.
As autoridades de aviação da China e da Indonésia também ordenaram na segunda que as companhias aéreas suspendessem a utilização dos aviões.
A Ethiopian Airlines, Cayman Airways (das Ilhas Cayman), Comair (África do Sul) e Royal Air Maroc (Marrocos) anunciaram que também interromperam a utilização desse modelo após o acidente.
Segundo a Boeing, 350 aeronaves do modelo são operadas por cerca de 50 empresas no mundo.
G1
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Crescem 34% processos de feminicídio e de violência doméstica, revela CNJ
Os últimos anos têm sido marcados pelo aumento no número de casos de feminicídios que chegam ao Poder Judiciário, informou o Conselho Nacional de Justiça. Desde 2016, quando esses crimes passaram a ser acompanhados pelo colegiado, a quantidade de processos só cresce, informou a Agência CNJ de Notícias. Em 2018, o aumento foi de 34% em relação a 2016, passando de 3.339 casos para 4.461.
Os tribunais de Justiça também perceberam crescimento no número de processos pendentes relativos à violência contra a mulher.
Em 2016, havia 892 mil ações em tramitação na Justiça. Dois anos depois, esse número cresceu 13%, superando a marca de um milhão de casos. Os dados dos tribunais foram consolidados pelo Departamento de Pesquisas Judiciárias (DPJ/CNJ).
O número de sentenças de medidas protetivas aplicadas também apresentou mudança. No ano passado, foram concedidas cerca de 339,2 mil medidas- alta de 36% em relação a 2016, quando foram registradas 249,5 mil decisões dessa natureza.
A publicação de relatórios analíticos e dados relativos a esse tema pelo DPJ está prevista na Resolução CNJ nº 254/2018 do CNJ, que criou a Política Judiciária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres.
Divergência
Os números de casos de feminicídios que tramitam no Brasil foram revisados pelos Tribunais de Justiça, passando de 10 mil para 4 461. Especialmente três tribunais (Paraná, Rio Grande do Norte e Goiás) atualizaram seus dados, impactando para baixo os números anteriormente publicados.
No relatório O Poder Judiciário na Aplicação da Lei Maria da Penha, elaborado pelo Departamento de Pesquisas Judiciárias do CNJ, em 2018, o Tribunal de Justiça do Paraná dizia tramitar em sua Corte 4.925 casos – referente ao ano de 2017. Após a revisão, o número caiu para 200.
Os dados informados pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte também apresentaram uma expressiva diferença. No ano passado, a Corte informou ter tramitado 1.380 processos de feminicídio em 2017. Após revisão, a corte reclassificou os dados para 25.
O CNJ destaca que a coleta das informações sobre feminicídio ‘é relativamente nova, uma vez que apenas em 2015 o crime passou a ser uma qualificadora do homicídio, e incluído no rol dos crimes hediondos, como estupro, latrocínio e genocídio (Lei nº 13 104/2015)’.
As tabelas de classificação de crimes foram modificadas após essa data.
Histórico de combate à violência no CNJ
Desde 2007, por iniciativa do Conselho, juizados ou varas especializadas no combate à violência doméstica contra a mulher foram criados a partir da Recomendação CNJ n. 9/2007.
Em 2011, foi editada a Resolução CNJ n. 128, para a criação de Coordenadorias da Mulher, voltadas para a articulação interna e externa do Poder Judiciário no combate e prevenção à violência contra a mulher, no âmbito dos tribunais estaduais.
O CNJ também instituiu como programa oficial dos tribunais de Justiça do país a Semana Justiça pela Paz em Casa, para fazer valer a Lei Maria da Penha (Lei n. 11.340/2006), agilizando a tramitação dos processos relativos à violência doméstica.
Segundo o Conselho, ‘o trabalho também conta com um olhar de prevenção, com a realização de cursos voltados para o fortalecimento da questão de gênero e de combate à violência contra a mulher junto à sociedade civil’.
A exemplo dos últimos anos, em 2019, haverá três edições da mobilização. A primeira começou nesta segunda-feira, 11, e se encerra no dia 15. De 19 a 23 de agosto ocorre a 14.ª edição e, de 25 a 29 de novembro, a 15.ª.
O CNJ assinala que ‘os magistrados também se reúnem nas chamadas Jornadas Maria da Penha para debater e aprimorar a aplicação das leis voltadas ao combate à violência doméstica e familiar contra a mulher.
Estadão Conteúdo
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Líderes criticam articulação do governo e dão sinalização negativa à Previdência
Líderes da Câmara criticaram a articulação do governo, que tenta negociar cargos com o Congresso para aprovação da Nova Previdência, e também deram sinais negativos sobre a aprovação da PEC, refutando declarações do ministro da Economia, Paulo Guedes, de que faltariam poucos votos para passar a medida.
O líder do PRB, Jhonantan de Jesus (RR), afirmou que, do jeito como está posta hoje, seu partido votaria contra a PEC. “Não há base ainda para aprovar a Previdência. Há apenas os votos do PSL”, disse. Ele insinuou também que o partido espera saber a quais cargos terá direito para avançar nas tratativas sobre a proposta. Para ele, o governo precisa ceder para criar sua base. As declarações foram feitas pelo líder do PRB ao chegar na residência oficial da presidência Câmara para reunião das lideranças.
O líder da Oposição, Alessandro Molon (PSB-RJ), por sua vez, classificou como “escandalosa” a tentativa do governo de negociar cargos para aprovar a Previdência. Ele criticou também a PEC do Pacto federativo. Para ele, a medida pode comprometer a destinação de recursos para áreas como saúde e educação.
Já o líder do PSDB, Carlos Sampaio (SP), disse que seu partido é a favor da Previdência, mas que há uma questão fechada sobre o BPC. Os tucanos não querem que haja mudança nas regras e reforçou que o impacto fiscal previsto para esse ponto é praticamente nulo.
Estadão Conteúdo
Opinião dos leitores
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Isso é uma política suja.
Esses "líderes" estão feito peixe pegando ar, doidos por uma boquinha.
A votação da previdência deve ser enxergando q a situação é insustentável.
É pelo bem do país. Não se deve ter negociata para uma matéria tão importante para o Brezil.
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Ex-chefe da assessoria de imprensa do Exército cuidará das redes sociais do Planalto
O coronel Didio Pereira de Campos, que chefiou a assessoria de imprensa do Exército, será responsável por cuidar das redes sociais institucionais do Palácio do Planalto. A escolha ocorre em meio a crises recentes causadas por publicações do presidente Jair Bolsonaro na internet — o coronel, contudo, não cuidará das contas pessoais de Bolsonaro.
O vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) afirmou em uma rede social que “o novo coordenador cuidará das redes institucionais” e que a contratação não tem relação com as polêmicas recentes envolvendo as publicações de seu pai. Na semana passada, Bolsonaro publicou um vídeo obsceno gravado em um bloco de carnaval em São Paulo. No último domingo, atacou uma jornalista do jornal “O Estado de S. Paulo” com base em declarações distorcidas.
Campos será diretor do Departamento de Publicidade da Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom), vinculada à Secretaria de Governo. A nomeação foi assinada pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira.
O Globo
Opinião dos leitores
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Que danado o filho do presidente que é vereador no RJ tem a ver com escolha de assessor de comunicação da Presidência? Não vi nenhuma notícia sobre os filhos deles se posicionando em algum assunto relativo aos cargos que efetivamente ocupam (senador, deputado e vereador). Só lembro da velha história que diz que "cachorro que tem muito dono, morre de fome…" Coitado do nosso Brasil.
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Tem que parar de conversar arisia na internet e botar o Brasil pra andar.
É brasillllll
Ô mulé, mulé, mulé… Veja a vida como é.