Política

Governo acredita que Parlamento não vá deixar a reforma administrativa caducar

O presidente Jair Bolsonaro disse acreditar, em entrevista à Rádio Bandeirantes neste domingo (12), que o Congresso não vai deixar caducar a Medida Provisória da Reforma Administrativa (MP 870/2019), que trata da reorganização dos ministérios, “caducar”. “Ter mais sete ministérios aqui ninguém aguenta”, disse. A MP – que diminui o número de ministérios de 29 para 22 – caduca em 3 de junho e, se não for aprovada até lá, todas as fusões de pastas feitas até agora serão desmanchadas.

Mas o presidente admitiu, contudo, que há a possibilidade de recriação de dois ministérios, o das Cidades e da Integração Nacional, que, com a MP, foram colocados juntos na pasta de Desenvolvimento Regional.

Questionado sobre a possível indicação do ex-ministro Alexandre Baldy, hoje secretário de Transportes na gestão João Doria (PSDB) em São Paulo, para o futuro Ministério das Cidades, Bolsonaro disse que recebeu “informe nesse sentido.” No governo de Michel Temer, Baldy comandou o ministério.

Bolsonaro lembrou que já tem ministros políticos em seu governo: o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, indicada pela Frente Parlamentar da Agricultura (FPA), e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, indicado pela bancada da Saúde.

Coaf

Sobre o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que foi retirado do Ministério da Justiça e enviado novamente ao Ministério da Economia na comissão mista que analisou a MP, o presidente disse que, na votação no plenário, o Coaf “tem tudo para voltar para as mãos de Moro”. “Sugerimos que o Coaf ficasse com Moro para que ele tenha mais facilidade em trabalhar com a lavagem de dinheiro.”

Mas o presidente sugeriu que não haverá grandes problemas se o Coaf voltar para Economia, já que o ministro Paulo Guedes e Moro poderão trocar informações. “O que não pode é vazar informações do Coaf. No ano passado, vazou muita coisa ao arrepio da lei.” No ano passado, um relatório do Coaf identificou movimentações financeiras atípicas do filho do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PSL/RJ).

Mais Médicos

Na entrevista, Bolsonaro ainda negou que tenha sido responsável pelo fim do programa Mais Médicos. “Quem acabou com os Mais Médicos não fui eu. Eles resolveram bater em retirada. Antes de eu assumir, o ditadorzão de Cuba chamou a galera de volta”, afirmou.

Segundo Bolsonaro, a única exigência agora é a realização do Revalida, exame nacional exigido por formados no exterior que queiram exercer a medicina no país, para que seja possível confirmar se os profissionais que ficaram no país são efetivamente médicos. “Temos aproximadamente dois mil médicos cubanos que não temos comprovação se são médicos ou não. Se não passar no Revalida, médico não vai ser.”

Estadão Conteúdo

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Acidente

Júnior Grafith se acidenta durante passeio de quadriciclo

O cantor Júnior Grafith, da banda de mesmo nome, se acidentou durante um passeio de quadriciclo na praia de Caiçara do Norte, neste final de semana.

Ele estava andando no veículo, quando perdeu o controle e caiu. Ele foi socorrido para o Hospital Walfredo Gurgel, mas, em seguida transferido para o Hospital da Unimed.

Segundo o comunicado oficial da banda, o cantor sofreu apenas escoriações leves e ficou internado por 24 horas apenas para observação. O caso aconteceu no final da tarde de ontem e ele deve receber alta nas próximas horas.

Opinião dos leitores

  1. Isso é um TROÇO, vereador horrível e cantor pior ainda. São estes tipos de gente que o nosso estado elogia.

    1. Aí você tá exigindo demais da mente e interpretação de texto do BG…

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Política

Bolsonaro diz que boa reforma da Previdência dará ‘folga de caixa’ ao governo

Foto: Valter Campanato/Agência Brasi

O presidente Jair Bolsonaro disse há pouco que, com uma “boa reforma da Previdência”, o governo terá “folga de caixa para atender a população”. Em entrevista à Rádio Bandeirantes, Bolsonaro afirmou que os parlamentares darão apoio à reforma previdenciária.

De acordo com ele, a reforma da Previdência é como uma vacina: “Tem que dar a vacina no moleque, e a nova vacina no momento é a Nova Previdência”. O presidente complementou afirmando que “não é fácil governar o Brasil e que, por isso, tem que ter equipe de ministros que converse contigo; são 24 pessoas (incluindo o vice-presidente Hamilton Mourão) para buscar soluções para o Brasil”.

Bolsonaro também respondeu a declaração do deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), o Paulinho, feita no Dia do Trabalho, 1.º, que defendeu que o ‘Centrão’ deveria “desidratar” a reforma da Previdência para evitar a reeleição dele. “Já que Paulinho falou isso, ele não está pensando no Brasil”, disse.

IstoÉ

Opinião dos leitores

  1. A REFORMA POLÍTICA Desapareceu e só o que causa mal a nação são os contribuintes. Que que isso, que muito precisa são as cotas e auxilia sociais. Não temos auxilio paletó com altos salários parlametes. Temos e sobrevivemos com o salário mínimo. Não façam mais o povo de escravos somos trabalhadores. Um medico e nem um professor tem as regalias que políticos recebem. POR FAVOR AUTORIDADES POLÍTICAS MANEREM COM O POBO. Porquê não dá pra ser mané com tantos esperto. É nem joguem a culpa de quem roubou na população. A GASOLINA R$ 5.00. Façam o favor de congelar as coisas a favor da população.

  2. Igualzinho a Lula em 2002. No ano da eleição era contra reforma previdencia. A estoria se repete em 2018.

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Diversos

Brasil tem 12 aeroportos entre os melhores do mundo

Aeroporto Internacional Afonso Pena em Curitiba

Doze aeroportos brasileiros ficaram entre os 50 melhores do mundo, de acordo com o AirHelp Score 2019, ‘ranking’ internacional dos melhores aeroportos e companhias aéreas do mundo. Entre os 25 melhores, o Rio de Janeiro pontuou dois aeroportos: Santos Dumont, que ficou na 17ª colocação e o Internacional do Rio de Janeiro RioGaleão (25º classificado). A classificação é feita pela AirHelp, maior organização internacional dos direitos de passageiros aéreos.

“O Brasil foi o país que mais teve aeroportos entre os 50 melhores do mundo, com representação em quatro das cinco regiões do país: Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste. A pontualidade é o índice em que os aeroportos brasileiros foram mais bem avaliados, sendo que 11 dos 12 aeroportos tiveram nota acima de oito. Em segundo lugar, vem a qualidade dos serviços e, por último, a qualidade do varejo, que leva em consideração opções de alimentação e lojas”, disse Karin Herbsthofer, especialista em direitos dos passageiros da AirHelp. Ela acredita que uma melhora dos aeroportos do Brasil nesses critérios pode ajudar a elevar sua posição no ‘ranking’.

De acordo com a pesquisa, divulgada ontem (9), o Aeroporto Internacional Afonso Pena, em Curitiba (PR), obteve a quarta melhor colocação, com 8,37 pontos. Os três melhores aeroportos do mundo são o Aeroporto Internacional Hamad, do Catar, com 8,39 pontos, mesma pontuação do Aeroporto Internacional Tóquio Haneda, seguido pelo Aeroporto Internacional de Atenas, com 8,38 pontos. O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), ocupa a 10ª posição, com 8,25 pontos. O último aeroporto brasileiro listado foi o de Guarulhoo, que ocupa a 45ª posição, com um total de 7,76 pontos.

Lançado em 2015, o é considerado a avaliação mais abrangente e precisa de companhias aéreas e aeroportos. A partir daí, anualmente, a AirHelp produz um ‘ranking’ global dos aeroportos mais conhecidos do mundo. Este ano, foram analisados e classificados 132 aeroportos do mundo mais conhecidos e mais utilizados.

Metodologia

A metodologia considera três fatores para a pontuação dos terminais aeroviários. A pontualidade tem peso de 60%. Para elaborar o ‘ranking’ deste ano, foram analisados os voos entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2018. Calculam-se quantos voos estavam no horário e, em seguida, esse número é expresso como uma porcentagem. Quanto maior a pontuação, maior a porcentagem de voos no horário em um dia normal. Por exemplo, uma pontuação de 8,5 significa que 85% dos voos estavam no horário.

Outro critério é a qualidade do serviço, com peso de 20%. Esse item foi perguntado a mais de 40 mil pessoas de 40 diferentes países, dos quais 2,5 mil eram brasileiras. Foi pedido aos viajantes que classificassem os aeroportos em termos de atendimento ao cliente; tempos de espera de segurança; e limpeza, utilizando uma escala de muito boa a muito ruim. A cada classificação foi dado um valor numérico (de 1 a 5). Somando essas classificações, os analistas chegaram a uma pontuação final. Quanto maior a pontuação, melhor o aeroporto em todos esses fatores de serviço.

O terceiro critério é o de varejo, que engloba alimentos e lojas e tem peso também de 20%. Os passageiros foram indagados sobre o que achavam dos aeroportos em termos de opções de compras e de alimentos. Novamente, eles classificaram cada um em uma escala de muito boa a muito ruim, dando a cada classificação um valor numérico (de 1 a 5), para depois fazer a pontuação final. Quanto maior a pontuação, melhores são consideradas essas instalações para o aeroporto. Para chegar ao ‘ranking’ final, são somados os três fatores, considerando porém que o desempenho em termos de pontualidade deve superar a importância do serviço e das instalações do aeroporto.

A AirHelp salientou que não é possível comparar o resultado da pesquisa com anos anteriores, porque a metodologia deste ano deu maior peso à questão da pontualidade, e isso impacta em alterações na pontuação.

Melhores companhias

A AirHelp avaliou também as 72 melhores companhias aéreas do mundo. A mais cotada foi a Qatar Airways, com pontuação 8,23, repetindo a posição do ‘ranking’ de 2018 devido à presteza no processamento de reclamações e à elevada pontualidade. American Airlines ficou na segunda posição, com 8,07 pontos, seguida pela Aeromexico, com igual pontuação.

Para esse ‘ranking’ de empresas, foram considerados três fatores: pontualidade dos voos segundo a base de dados da AirHelp, que avalia o horário de partida e chegada dos voos de todas as companhias aéreas; qualidade do serviço das companhias aéreas segundo avaliação de passageiros; e processamento de reclamações com base na eficiência para o atendimento a pedidos de indenização de clientes. Os três critérios têm o mesmo peso (33,33% da pontuação final).

As empresas brasileiras Azul Airlines e Gol Intelligent Airlines ficaram no 29º e no 58º lugares, respectivamente. Apesar da boa pontuação em termos de serviço e ‘performance’ de partida e chegada no horário, as duas companhias não receberam pontos positivos no atendimento a queixas de passageiros. A Azul recebeu nota 8,3 para qualidade do serviço, 8,4 para pontualidade, e apenas 5 para processamento de reclamações, enquanto a pontuação da Gol foi 8,1 (serviço), 7,8 (pontualidade), e 3,1 (processamento de reclamações).

Entre as piores companhias, estão Ryanair, Korean Air, EasyJet e Thomas Cook Airlines, consideradas n]ao amigáveis em relação aos passageiros.

Na avaliação do diretor presidente da AirHelp, Henrik Zillmer, as empresas aéreas que agradam mais aos passageiros são as que oferecem pontualidade acima da média. Segundo ele, “as companhias aéreas que colocam os passageiros em primeiro lugar e se responsabilizam pela execução das reclamações de indenização de forma rápida e sem problemas ganham a confiança dos clientes neste mercado altamente competitivo”.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Quem bravateou que iria transformar São Gonçalo do Amarante em cidade-aeroporto está caladinho nesta hora. Aguardem, que nas próximas eleições ele reaparece com novo estardalhaço.

  2. Coitado do nosso aeroporto de São Gonçalo, longe de tudo e de todos…… longe da civilização..,…no meio do nada…..

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Cidades

[FOTO] Moradores de Mãe Luiza fecham a João XXIII em protesto contra a Caern

Um grupo de moradores de Mãe Luiza, na zona Leste de Natal, decidiu fechar a via João XXIII, uma das principais do bairro em protesto contra a falta de ações efetivas da Companhia de Águas e Esgotos (Caern).

Segundo relatos de moradores, canos de esgotamento sanitário são estourados com frequência e a Companhia nunca resolve o problema em definitivo. Hoje, diante de mais uma cena de esgoto a céu aberto provocado na encanação, os moradores decidiram fechar a rua como ato de protesto.

Hoje no bairro é dia de feira e a avenida é utilizada pelo transporte público. Há possibilidade de trabalhadores terem sido prejudicados com o problema.

Opinião dos leitores

  1. Uma porra do tamanho de nada abriga mais bandido por metro quadrado do que qualquer recanto do RN. Coitado do povo bom e honesto que mora ali, cercado de vagabundos.

  2. A avenida governador Silvio Pedrosa em Areia Preta tb tem problemas diários com extravasamento de esgoto. A caern faz um serviço qualquer e com menos de 24 hs começa a vazar novamente. Já deve ter uns dois meses que o vazamento é contínuo. Além de prejudicar a população local ainda tem o agravante de ser rota dos bugres que pegam os turistas nos hotéis da via costeira.

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Judiciário

Bolsonaro confirma que vai indicar Moro para vaga no STF

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou hoje que o ministro Sergio Moro (Justiça e da Segurança Pública) será indicado para a próxima vaga no STF (Supremo Tribunal Federal), que deve ser aberta em novembro do ano que vem com a aposentadoria do decano Celso de Mello.

“Tenho um compromisso com ele [Moro]. A primeira vaga [do STF] que vier é dele. Vou honrar o compromisso com ele, caso ele queira”, disse Bolsonaro em entrevista à Rádio Bandeirantes.

O presidente confirmou que assumiu esse compromisso com Moro após a vitória na eleição do ano passado, quando tomou a decisão de convidar o então juiz para formar o governo.

Moro, que se destacou à frente das ações da Operação Lava Jato na 13ª Vara Federal Criminal (Curitiba), precisou abandonar a magistratura para migrar ao Executivo.

Bolsonaro afirmou que Moro no STF “será um grande aliado” do país e será “aplaudido pela nação”. Ele ressaltou, no entanto, que todo e qualquer indicado à Corte precisa ser sabatinado e aprovado pelo Congresso.

Em entrevista concedida ao jornal português “Expresso” no mês passado, Moro comparou uma indicação ao STF a ganhar na loteria. “Seria [ir para o STF] como ganhar na loteria. Não é simples. O meu objetivo é apenas fazer o meu trabalho”, disse, ao ser questionado sobre essa possibilidade.

Questionado se o STF seria uma opção segura caso sua vida política acabe mal, Moro afirmou que atualmente “nem existem vagas” na corte.

Procurado pelo UOL hoje, o ministro afirmou que não comentaria a declaração de Bolsonaro.

Por lei, cabe ao presidente da República fazer as indicações ao STF. Feita a escolha, cabe ao Senado sabatinar e aprovar ou não o nome indicado. Além da vaga que será aberta no ano que vem, Bolsonaro ainda terá mais uma à disposição –Marco Aurélio Mello se aposentará em 2021– em seu mandato.

O último a entrar na Corte foi Alexandre de Moraes, que era o ministro da Justiça na gestão do ex-presidente Michel Temer (MDB).

UOL

Opinião dos leitores

  1. Más esses petralhas ainda diz q Lula ladrão e emocionante, é ele realmente é o chefe da maior quadrilha q o mesmo fundou o PT

  2. E os "sabatinadores" do Senado aprovarão ligeirinho a indicação, afinal livrar-se de Moro como ministro da Justiça será um alívio para os seus calcanhares.

  3. Promiscuidade escancarada. Um escândalo que mostra que a condenação sem provas do Lula foi um negócio tramado para não permitir que concorresse as eleições. Uma premiação passível de condenação. "Eu fiz um compromisso com ele" disse o b171. Art. 317 do código penal foi infringido.

    1. A" bae" feminina afirmou que o TJRN e célere.merece sim vaga no hospicio

  4. Com moro no STF quero ver Gilmar Mendes, levanovisk e tofoli fazerem as m**** que fazem hoje. Aí o bicho pega. No entanto, quero ele como presidente da república pra mudar o rumo desse país.

    1. Cjora mais viuvinha do presidiario barbudo, um certo advogadozinho do PT ta lá a anos e vc nunca se incomodou né???? Palhaço

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Política

Conflito instalado por impasse sobre Coaf faz Maia recuar da indicação de aliado para ministério

A principal jogada do governo para alavancar sua articulação no Congresso já passa pelo primeiro sobressalto. O impasse em torno da medida provisória que reorganizou a Esplanada reativou conflitos internos e acabou atingindo a indicação de Alexandre Baldy para o Ministério das Cidades –pasta que será recriada.

Ao saber que aliados e a família Bolsonaro questionavam o nome, Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara e patrono de Baldy, decidiu travar as conversas e rever o cenário.

Antes mesmo de a votação da medida provisória usada por Jair Bolsonaro para redesenhar o número de ministérios reabrir a batalha PSL x Planalto x centrão, na Câmara, Maia recebeu uma romaria de aliados contrários a um alinhamento com o governo.

Esse grupo dizia que, indicando um ministro, Maia, visto como contrapeso a excessos do governo e do PSL, perderia força para exercer tal papel.

Com as informações de que Bolsonaro e seus filhos vinham buscando dados sobre o passado de Baldy, Maia avisou ao grupo mais próximo de que “talvez fosse melhor não avançar mais”.

Opinião dos leitores

  1. Esse Maia é um bandido do colarinho branco. Aprendeu direitinho o jogo com aquele outro bandido que se encontra preso Eduardo Cunha.

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Educação

Pesquisadoras com filhos lutam por equidade no ambiente acadêmico

Em um espaço de dois anos, a gaúcha Fernanda Staniscuaski enfrentou duas transformações bastante expressivas em sua vida. Doutora em Biologia Celular e Molecular, ela fechava, em 2011, um contrato para integrar o quadro docente da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), após aprovação no rigoroso processo seletivo feito para esse fim em instituições públicas de ensino superior. No início de 2013, nascia seu primeiro filho, fato que, como sua nova fase profissional, também trazia o inaudito para seu cotidiano.

A convocação da UFRGS coincidiu com o encerramento de seu pós-doutorado em Biofísica e, mesmo com esse patamar já atingido, a bióloga, que, com a chegada da criança, tinha novos afazeres, não imaginava que teria de reduzir a marcha a quase zero, durante os seis meses de licença-maternidade. Uma semana depois do parto, ela, um pouco frustrada e abatida pelo cansaço, compreendeu que, mesmo contra sua vontade, produziria menos artigos científicos e permaneceria por um tempo mais curto no laboratório.

De repente, Fernanda, que anteriormente já havia conseguido obter verbas para seus projetos acadêmicos, defrontava-se com diversas recusas de agências de fomento de pesquisa. A justificativa apresentada pelos órgãos, de que ela não estava produzindo o suficiente para merecer o aporte financeiro, era, para ela, produto de discriminação de gênero, uma vez que não consideravam as especificidades da maternidade.

Constatando uma face da violência simbólica contra mulheres, que em outras circunstâncias ainda se perpetua dentro das universidades, como em trotes, na forma de assédio sexual, Fernanda usou o Facebook para compartilhar seu sentimento diante daquilo. Após perceber que a situação pouco mudava com a vinda do segundo filho e, inclusive, perder, com a correria da rotina, o prazo de envio da documentação de um edital que garantiria recursos para seus projetos, resolveu partir para uma estratégica prática de sensibilização. Ela, então, organizou um levantamento do perfil das pesquisadoras brasileiras que também são mães e brigam por igualdade e isonomia nos corredores acadêmicos.

O questionário do projeto, que recebeu o nome Parent in Science – Pai na Ciência, em inglês, que, segundo Fernanda, foi escolhido por incluir tanto mães como pais pesquisadores -, foi respondido, em um primeiro momento, por 1.573 pesquisadores. Desse total, destacavam-se alguns dados: 305 eram alunas de pós-graduação e 41 pesquisadoras haviam feito pós-doutorado. Além das mulheres, 136 dos participantes eram pesquisadores pais.

A amostra foi composta majoritariamente por pesquisadores da região sudeste (35%) e do sul (33%). As regiões centro-oeste, nordeste e norte corresponderam, respectivamente, a 14%, 13% e 5% das respostas enviadas. O resultado, divulgado por Fernanda em janeiro deste ano, será atualizado no 2º Simpósio Brasileiro sobre Maternidade e Ciência, que terá início na próxima quinta-feira (16), em Porto Alegre. O Parent in Science é representado, hoje, por seis pesquisadoras mulheres e um pesquisador homem, que pretendem concluir, até o final do ano, um artigo com o detalhamento das informações coletadas, que envolvem agora cerca de 2.500 participantes.

Das quase 1.500 mulheres consultadas, 1.120 (78%) afirmaram ser mães. No Instituto de Biociências da UFRGS, ao qual Fernanda está vinculada, a taxa foi de 75%. Na amostragem geral, a maioria das mulheres (56,2%) disse ter apenas um filho, ao passo que 38,55% afirmaram ter dois, 4,67% ter três e apenas 0,5% ter uma família de quatro filhos.

“Surgiu dessa minha experiência, porque a gente não viu ninguém falando a respeito e queria entender. Tive amigas próximas passando pela mesma situação, mas não existia nada [que compilasse os dados]. A gente começou a estudar, notou que não tinha números para fazer qualquer inferência. Havia muitos trabalhos das áreas socais aplicadas sobre maternidade, mas não nesse sentido”, explica Fernanda.

A professora comenta que a iniciativa tem como principal objetivo mostrar a realidade das pesquisadoras que têm de conciliar os deveres que surgem com a maternidade com as da academia, além de subsidiar o governo na estruturação de políticas públicas que deem uma resposta a isso. “É a língua por meio da qual a gente vai conseguir conversar com as agências de fomento.”

Como Fernanda, grande parte das mulheres que preencheram o formulário tornou-se mãe quando ainda começava sua carreira na instituição de ensino. Com o levantamento feito, descobriu-se que que a maioria das pesquisadoras vivencia a maternidade quando tem entre, em média, 2,8 anos de casa e 32 anos de idade. Um número muito pequeno delas passa pela experiência quando já completou sete anos ou mais de contrato.

Mesmo fazendo parte dos 6% das mães pesquisadoras que dispõem de uma babá para ajudá-las, Fernanda teve de se adaptar a uma nova dinâmica, priorizando as obrigações que tem como professora, em detrimento da presença constante no laboratório.

“A primeira coisa foi ter que acabar deixando coisas de laboratório de lado e cumprir casos relacionados à atividade de docente. A outra coisa foi conseguir fazer algo em casa. Não acho mais saudável fazer, mesmo que quisesse, porque às 18h eles [os filhos] estão em casa e primeiro que quero estar com eles, e, em segundo lugar, eles também demandam tempo.”

Virando noites

Na palestra ministrada em janeiro, a bióloga ressaltou que o nascimento dos filhos das pesquisadoras coincide com o pico de suas produções acadêmicas e que somente depois de três ou quatro anos elas conseguem retomar o ritmo que tinham. A pesquisa também mostrou que mais da metade delas (54%) são as únicas responsáveis pela criança, confirmando estatísticas trazidas por sondagens de âmbito nacional, elaboradas pelo governo federal. Em apenas 1% dos casos, outros membros da família dão esse suporte, em 34% ambos pais dividem a responsabilidade e em 5% isso ocorre, mas cada um fica por um tempo limitado.

Um quinto (20%) das pesquisadoras afirmou conseguir executar tarefas em casa, desde que sejam simples, como fazer uma ligação telefônica ou escrever um e-mail, sem ver a possibilidade de escreverem um artigo ou elaborarem um pedido de bolsa, e 21% disseram que só são capazes de fazer isso depois que os filhos dormem, de madrugada. Ao todo, 14% responderam que seu desempenho não é afetado por estar trabalhando em casa, na companhia das crianças.

Observou-se que 4% das participantes reconheceram que, diante das dificuldades, já decidiram não tentar reunir a documentação necessária para editais de fomento à pesquisa, porque não teriam condições de entregá-la a tempo. Ademais, 56% assumiram ter perdido, como Fernanda, o prazo de submissão dos documentos requisitados.

Seis em cada dez pesquisadoras (59%) consideram negativo o impacto da maternidade na progressão de sua carreira, 22% consideram-no bastante negativo e 12% afirmam que não teve nenhum efeito. Na outra ponta, 5% avaliaram-no como positivo e 2% como muito positivo.

Fernanda afirmou que, embora não tenha experimentado isso, soube de casos de membros de bancas de seleção que indagaram se a pesquisadora pretendia ter filhos ou se casar, insinuando que isso seria um obstáculo em sua vida acadêmica e, portanto, um critério para descartá-la para a vaga, se respondesse afirmativamente. Muitas vezes, acontece ainda, segundo testemunhou, de as pesquisadoras terem direito à licença-maternidade e não a solicitarem, por medo de perder a bolsa. Outra prática frequente, de acordo com a bióloga, é penalizá-las com escalas complicadas, pedindo que ministrem aulas que começam muito cedo ou muito tarde, o que as força a procurar alguém com quem possam deixar os filhos.

Ela explicou que a sensibilização visada pelo projeto também se estende a todos, inclusive aos homens. “Uma das coisas importantes do projeto, das nossas vitorias, é levantar essa discussão. Em um dos seminários, um professor homem que assistia disse que de fato nunca pensou no que eu tava falando ali, e ele é uma pessoa que conheço e sei o tanto que refletia sobre tudo. Às vezes, a gente tem que falar as coisas que parecem óbvias.”

Este ano, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico passou a disponibilizar um campo no qual a pesquisadora ou o pesquisador pode informar a data de nascimento dos filhos no currículo lattes, que é adotado como o oficial no meio acadêmico. O preenchimento é facultativo e se encontra na aba de Dados Pessoais.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Essa "pesquisadora" quer o quê? Que o governo pague para ela fazer menino em detrimento das pesquisas?
    Não seria melhor ela controlar o tesão efazer faz uma greve de sexo?
    É ruim, hein?

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Política

Postagens de Carlos Bolsonaro irritam deputados e ameaçam projetos do governo

A ofensiva puxada nas redes por Carlos Bolsonaro e pelo PSL contra a mudança do Coaf do Ministério da Justiça para o da Economia irritou deputados veteranos. Não há disposição de inverter a pauta para antecipar a votação da medida que reestrutura a Esplanada até quinta (16), quando Maia volta dos EUA.

Na sexta (10), postagem em que o filho 02 atacou parlamentares circulou em grupos de WhatsApp de líderes do Congresso. “Não podemos deixá-los cuspir na nossa cara sempre! Cobremos!”, dizia Carlos na mensagem.

Painel/Folha de S.Paulo

Opinião dos leitores

  1. o brasil vai bem administrado , quando não e por ladrão a agora e por loucos, no fundo só quem ta sofrendo são os pobres, olha só no interior , com a saída dos médicos cubanos , não tem medico nem para fazer uma receita de dipirona.

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Política

Por estratégia, Maia deve preservar trechos de decreto das armas

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), foi aconselhado a não derrubar de uma vez todo o decreto de Jair Bolsonaro que facilitou o porte de armas. O número de excessos cometidos pelo presidente foi tão grande que aliados do democrata viram no texto “o primeiro teste que ele fez da resistência do Legislativo”.

Maia foi orientado a analisar a norma ponto a ponto para não criar atrito desnecessário com o grupo de bolsonaristas que é a favor da liberação do porte de armas. Por isso, ele já dizia na sexta (10) que ia buscar um acordo.

Painel/Folha de S.Paulo

Opinião dos leitores

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Religião

Papa afirma que a ordenação de mulheres não avançou

Durante a Assembleia da União Internacional das Superioras Gerais, que reuniu esta semana freiras do mundo inteiro, o papa Francisco informou que os estudos sobre a instituição de mulheres como diaconisas na Igreja Católica não avançou.

“Não há certeza de que a sua (ordenação) fosse com a mesma forma e com o mesmo propósito que a ordenação masculina. Alguns dizem: há dúvidas. Vamos continuar a estudar”, disse a jornalistas. Em passagem pela Bulgária, o pontífice chegou a ter contato com comunidades ortodoxas que permitem a ordenação de diaconisas.

O papa recordou, no Vaticano, que instituiu uma comissão de análise das diaconisas, a pedido das próprias superioras das congregações. Segundo ele, porém, houve poucos resultados. “Não posso fazer um decreto sacramental sem um fundamento histórico e teológico. O resultado não é dos melhores, mas foi feito um passo avante.”

Ele fez questão de ressaltar, no entanto, que o trabalho das mulheres, religiosas e leigas, é cada vez mais importante na Igreja Católica – e não apenas funcional. “A Igreja é feminina, é mulher. Não é uma imagem, é a realidade, é a esposa de Jesus, devemos ir avante com a teologia da mulher”, disse.

No encontro, ele abriu mão do discurso e se dispôs a conversar com as freiras sobre diversos temas, incluindo abusos – que devem ser denunciados. E ele ressaltou a importância da mulher na Amazônia, sobretudo pela sensibilidade que tem com os povos indígenas.

Histórico

Segundo o papa, o trabalho dos especialistas não deixa dúvidas de que havia diaconisas no começo do cristianismo, mas a questão está em determinar se “era uma ordenação sacramental ou não”. Os estudos mostraram que elas ajudavam na liturgia batismal de mulheres, que era por imersão, e eram chamadas para casos de disputa matrimonial. Só que isso se limitaria a uma área da Síria. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo

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Economia

Grupo de empresários liderado pelo potiguar Flávio Rocha amplia lobby no governo Bolsonaro

 

Após prometer criar um milhão de empregos no primeiro mês do governo de Jair Bolsonaro (mas ter ficado longe de atingir a meta) e de iniciar um corpo a corpo em Brasília pela aprovação da reforma da Previdência, o movimento de empresários liderado por Flávio Rocha, dono da Riachuelo, pretende avançar em sua atuação em Brasília e participar ativamente na elaboração de políticas públicas. “A ideia é ter ação política”, diz Gabriel Kanner, sobrinho de Rocha e presidente do Instituto Brasil 200.

Por meio da entidade, o grupo de empresários fará lobby no Executivo e no Legislativo por políticas liberais. A entidade já assinou protocolo de intenções com o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos e pretende colaborar no texto da reforma tributária.

O instituto, que se define como apartidário, tem a deputada Joice Hasselmann (PSL) como coordenadora de sua frente parlamentar e deve se beneficiar da proximidade de seus fundadores com membros do governo e do Congresso.

Tanto Kanner como o vice-presidente do instituto, Helcio Honda (diretor do Departamento Jurídico da Fiesp), têm tido reuniões com nomes como o do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), e do secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra. Honda esteve ainda duas vezes em Washington, nos EUA, para discutir um convênio de intercâmbio de estudos com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

O primeiro projeto do instituto está em andamento: informações sobre a reforma previdenciária têm sido trocadas com o Ministério da Fazenda. O grupo também tem recolhido assinaturas de parlamentares que se comprometem com a proposta.

O segundo passo do Brasil 200 foi fechado com a ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos). O instituto vai desenvolver, durante quatro anos, projetos de capacitação de empreendedorismo em comunidades vulneráveis. A comunidade quilombola Kalunga, em Goiás, será a primeira a receber o curso, que terá custo de R$ 200 mil, bancado pelo Brasil 200.

Uma terceira iniciativa já começou a ser desenhada e envolve um dos maiores desafios econômicos do governo: a reforma tributária. Nesse caso, além de querer participar da elaboração do texto que será encaminhado ao Congresso, o instituto vai propor mudanças infraconstitucionais – ideia que já foi muito bem recebida pelo governo, segundo Honda. Uma comissão interna, com membros como os professores da faculdade de Direito da FGV, Eurico Santi e Isaías Coelho, foi formada para debater o assunto. “Devemos fazer uma proposta (de substituição de vários impostos por um único) com um tempo de transição inferior a dez anos”, diz Honda.

Início

O embrião do instituto foi o movimento Brasil 200, lançado no início do ano passado, em Nova York. A ideia então era apoiar a candidatura à Presidência de alguém que fosse liberal do ponto de vista econômico e “conservador nos costumes”.

O primeiro a receber respaldo do movimento foi o próprio Rocha. Após ele desistir da disputa presidencial, o grupo passou a colaborar com Jair Bolsonaro. Se juntaram a Rocha empresários como Luciano Hang (dono da Havan), João Appolinário (Polishop), Sebastião Bomfim (Centauro) e Edgard Corona (Bio Ritmo). Passadas as eleições, o movimento começou a se transformar no instituto. “Foi uma evolução natural na estrutura, para se tornar mais robusto”, diz Rocha. Segundo ele, o Brasil 200 se difere de outros centros de pensamento liberal por também apoiar uma agenda cultural. “O inimigo hoje é mais o marxismo cultural que o econômico.”

Estrutura

O instituto tem dez prestadores de serviços e alugou um andar no escritório Braga Nascimento e Zilio Advogados Associados, no Jardins, em São Paulo. Sócio da banca, Marcelo Braga Nascimento é um dos apoiadores do projeto, além de liderar a associação Eu Amo o Brasil, que instala bandeiras do País por São Paulo.

“Me convidaram para participar (do instituto) porque tenho a entidade de patriotismo. É muito importante ter amor ao País”, diz. O advogado destaca que quis participar do projeto por entender que a sociedade tem de se envolver na política para o Brasil mudar. “Não é só o governo (que tem de trabalhar).”

Riachuelo

Uma ação do Ministério Público do Trabalho do Rio Grande do Norte contra a Riachuelo foi o estopim para a criação do movimento Brasil 200.

Em 2017, um grupo de procuradores instaurou a ação contra a varejista por entender que empregados de confecções que produziam para a marca recebiam menos que os funcionários contratados diretamente pela empresa. Segundo o MPT, o preço de costura das peças, fixado pela Riachuelo, era de R$ 0,35 o minuto e não cobria os custos operacionais das confecções. Os procuradores afirmaram que a companhia transferiu 17% de sua produção para essas confecções.

A ação proposta pelo MPT gerou um protesto de pequenos empresários a favor da Riachuelo. Segundo o presidente do Instituto Brasil 200, Gabriel Kanner, que é neto do fundador da Riachuelo, esse caso do Rio Grande do Norte é um “exemplo de que, no Brasil, o patrão é sempre o vilão e quer oprimir os empregados”.

“Isso nos motivou a criar um movimento para ter um ambiente de negócios mais favorável”, diz Kanner. No fim de abril, a Justiça decidiu não reconhecer a ocorrência de dano moral coletivo, negando o pedido do MPT de indenização de R$ 37,7 milhões, mas entendeu que, em caso de processo trabalhista de funcionários contra as confecções, a Riachuelo deverá responder como responsável.

Vagas só no papel

O total de 1 milhão de empregos prometido no início de dezembro pelo então Movimento Brasil 200 virou 30 mil vagas, segundo o presidente do Instituto Brasil 200, Gabriel Kanner. “Tivemos dificuldade para ganhar capilaridade entre médias e pequenas empresas por conta desse clima de incerteza”, disse. “A ideia era dar estímulo à economia no curto prazo e gerar uma onda de confiança, mas precisamos de reforma estrutural.”

O projeto previa a criação de postos de trabalho no primeiro mês do governo Bolsonaro e havia sido lançado em parceria com a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp). As 30 mil vagas citadas por Kanner não necessariamente estão ligadas à campanha do Brasil 200. O número é praticamente o total líquido de empregos formais gerados no País no período, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia.

Apoiador do instituto, o empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, afirma ter aberto cerca de mil vagas nos quatro primeiros meses do ano, mas destaca pretender encerrar 2019 com 3 três mil. Hang diz que ajudará o Brasil 200 divulgando os projetos nas redes sociais, “tentando mostrar algum caminho que faça diferença”. O empresário coloca como principais bandeiras do instituto a desburocratização e a redução da máquina pública.

Dono da Polishop, o empresário João Appolinário conta que criou 40 vagas em janeiro e fevereiro, mas que todas acabaram sendo canceladas. “O setor produtivo depende da economia do País. Não adianta criar um posto de trabalho com o País parado por causa da Previdência.” Appolinário afirma que seu envolvimento no Brasil 200 será uma espécie de mentoria. “Vou participar com ideias.”

O instituto tem ainda a colaboração de empresários menores, como Lúcio Flávio Rocha, sem parentesco com o dono da Riachuelo e que possui franquias em shoppings de Sergipe. Ele abriu quatro vagas em janeiro e diz ter se unido ao projeto por não querer “ser refém” do Estado, mas “protagonista”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Seria ótimo que o "opressor" Flávio Rocha transferisse a Guararapes para outro estado ou país. O RN só teria a ganhar. Isto aqui ficaria uma planície, um lugar propício ao pouso de discos voadores. Incrementaria a indústria do turismo e o estado bateria recordes de arrecadação.

  2. Esses empresários comandado por Flávio Rocha, tratar de Políticas Públicas, kkkkkkkk isso é uma piada.

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Política

Ala militar do governo adota tática para se contrapor ao barulho de olavistas

Após as críticas do escritor Olavo de Carvalho terem chegado ao ex-comandante do Exército Eduardo Villas Bôas, considerado um decano entre os militares, o núcleo fardado do Poder Executivo adotou nova estratégia.

Na tentativa de enfraquecer a influência do ideólogo de direita sobre Jair Bolsonaro, a ala pretende reforçar a contraposição entre os grupos militar e ideológico, ressaltando ao presidente que o primeiro oferece resultados concretos, enquanto o segundo só gerou barulho e sucessivas crises políticas.

Para evitar que o escritor ganhe a atenção dos veículos de imprensa, a ordem a partir de agora é ignorá-lo. A avaliação dos generais do governo é de que já deram a resposta que tinham que dar a Olavo, por meio das manifestações públicas de Villas Bôas, que o chamou de “Trótski de direita” e de “pivô de todas as crises”.

O núcleo militar conta com respaldo de boa parte da classe política, assustada com o bate-cabeça e a falta de ação concreta dos ideológicos.

Além disso, os sucessivos ataques de bolsonaristas aos políticos do centrão no Congresso faz com que eles pendam para o lado dos militares.

O general Carlos Alberto dos Santos Cruz, ministro da Secretaria de Governo e um dos alvos de Olavo, passou a receber nos últimos dias uma série de vídeos com discursos feitos por políticos em defesa dele e dos militares do governo.

Outra manifestação de apoio foi feita por governadores durante reunião com Bolsonaro no Palácio do Planalto na última quinta-feira (9).

Os militares ficam incomodados com os sinais trocados dados pelo presidente sobre o conflito entre os dois grupos. Enquanto em declarações públicas e feitas por meio do porta-voz o tom é de “virar a página”, nas redes sociais, as contas oficiais de Bolsonaro defendem Olavo.

Os aliados veem nessa duplicidade de postura uma clara ação do vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), um dos filhos do presidente e que é um dos responsáveis por fazer suas postagens na internet.

O núcleo militar já se conformou que Bolsonaro não romperá com o escritor ou enquadrará os seus filhos, seguidores de Olavo. O esforço agora é tentar neutralizar o ideólogo, convencendo o presidente de que ele tem criado crises sem sentido que prejudicam a recuperação econômica do país.

A avaliação, por exemplo, foi feita a Bolsonaro em almoço com os comandos militares, na última terça-feira (7).

Em conversas reservadas, generais demonstraram a ele insatisfação e afirmaram que Olavo não tem contribuído com a pacificação nacional.

Os militares do governo também têm argumentado que acabaram se tornando fiadores da gestão atual e que uma eventual saída deles poderia desestabilizar o mandato do presidente.

As críticas do escritor começaram logo no início do governo e se dirigiram inicialmente ao vice-presidente, Hamilton Mourão. Olavo reclama da atenção dada pelo general à imprensa, a quem sempre se refere de forma pejorativa.

O segundo alvo dos ataques foi Santos Cruz, por estar sob o seu comando a Secretaria de Comunicação Especial.

A ala olavista defende que o Palácio do Planalto mantenha o mesmo tom hostil adotado com a imprensa durante a campanha eleitoral e direcione verbas publicitárias apenas para “veículos amigos”.

Já os militares defendem uma relação cortês com jornalistas e veem nesse embate um desgaste desnecessário para o governo, que precisa transmitir para a população propostas e projetos para garantir o apoio à gestão.

Na visão dos militares, as ofensas dos olavistas começaram em tom pessoal e direcionado, mas ultrapassaram os limites atingindo a instituição das Forças Armadas.

Com o silêncio de Bolsonaro, o núcleo militar resolveu dar uma resposta aos ideólogos. Segundo relatos feitos à Folha, ela foi costurada a várias mãos, com o consentimento, por exemplo, dos ministros e generais do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), Augusto Heleno, e da Defesa, Fernando Azevedo.

O escolhido para formular e assinar o texto foi Villas Bôas, que comandou o Exército até janeiro e é considerado um líder das Forças Armadas, além de contar com admiração fora das unidades militares.

A aposta era de que, por conta da credibilidade do general, o escritor fosse criticado pela opinião pública caso fizesse provocações contra ele. Para que a iniciativa não fosse brecada, o presidente não foi informado. Segundo assessores palacianos, ele ficou sabendo da resposta apenas após a sua publicação nas redes sociais.

Olavo não respondeu de imediato, mas, depois, chamou o militar, que sofre de uma doença degenerativa, de um “doente preso a uma cadeira de rodas”. A reação foi imediata. O general recebeu manifestações de desagravo tanto de parlamentares simpáticos como de oposição ao governo, o que levou o escritor a se explicar nas redes sociais.

“Eu não gosto de brigar nem com quem está resfriado, quanto mais com quem está com doença grave”, disse.

Mesmo após o revés, Olavo continuou a atacar Santos Cruz, mas as críticas tiveram menos repercussão e acabaram ignoradas pela ala militar.

Na semana em que se intensificou a ofensiva contra ele, Santos Cruz promoveu três agendas de repercussão, em uma tentativa de demonstrar que produz resultados e que conta com respaldo político.

O general promoveu café da manhã com deputados federais, anunciou calendário de projetos do PPI (Programa de Parcerias em Investimentos) e organizou reunião do presidente com governadores, incluindo nomes de oposição.

A ideia é que o esforço tenha continuidade nas próximas semanas, com reuniões com investidores para que participem de leilões de obras federais e encontros com congressistas simpáticos ao governo.

Folhapress

Opinião dos leitores

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Economia

Avianca atrasa salários, vale-refeição e rescisões, afirmam funcionários

Perto de completar seus 55 anos, Maria gasta cerca de R$ 1.000 mensais com o tratamento médico para uma deficiência física. Seu salário na Avianca Brasil, onde é atendente de call center, é de R$ 1.350.

O valor sempre foi pouco para suas despesas, complementadas pelos honorários do marido e pela ajuda mensal de seus dois filhos adultos.

Mas a situação piorou em fevereiro, quando a Avianca, que está em recuperação judicial, passou a atrasar o pagamento de salários e benefícios como o vale-alimentação.

Em março, ela percebeu que, apesar de descontar o valor do FGTS no contracheque, a empresa não fazia os depósitos.

Foi a gota d’água. Precisou ser levada ao psiquiatra devido a crise de estresse. Em abril, entrou de licença e, no início de maio, descobriu que o salário referente ao mês não foi pago.

Maria é um nome fictício, como outros da reportagem, mas a história é real. Foi narrada à Folha na condição de anonimato. Ela é um dos 4.600 funcionários da companhia aérea —segundo os sindicatos de trabalhadores no setor, pois a Avianca não informou à reportagem.

Contas atrasadas, pedidos de ajuda a familiares e amigos, bicos para conseguir se manter e ameaças por parte dos chefes em caso de faltas têm sido a rotina dos funcionários, segundo os próprios.

Eles relatam uma situação de incerteza e desinformação. Além do não pagamento de honorários, a marca tem deixado de pagar até rescisão de alguns de seus demitidos.

Robson, que pediu demissão em abril após dois anos na empresa, em São Paulo, demorou um mês para homologar a saída. Desde que deixou o posto de atendimento a agências de viagem, passou a ser motorista de Uber.

Clara trabalha na operação da empresa no aeroporto de Florianópolis, desativada depois que a Avianca perdeu a maioria dos aviões de sua frota por dívidas com empresas de leasing. Das 50 aeronaves que a companhia tinha no início do ano, sobraram 5.

A funcionária é uma entre 16 remanescentes da equipe, que, segundo ela, chegou a ter 56 pessoas. Os atrasos no vale-refeição dela começaram em fevereiro. Em abril, seu salário atrasou e ela não conseguiu pagar a prestação do financiamento do carro em dia.

Joana, funcionária em São Paulo, deixou de ir ao trabalho na semana passada. Na terça (7), participou de uma manifestação organizada no aeroporto de Congonhas pelo sindicato dos aeroviários. Ela relata ameaças de demissão por justa causa por parte dos chefes.

“A empresa tem advertido quem falta por atrasos nos pagamentos. Em Guarulhos, soubemos que chegaram a demitir por justa causa quem fez isso”, diz Reginaldo Mandú, presidente do sindicato.

No caso de pilotos e comissários, segundo Ondino Dutra, presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas, os profissionais, além de estarem sem salário, não têm recebido a diária de alimentação.

Procurada, a Avianca não quis se manifestar, mas emitiu comunicado aos funcionários na sexta (10), após o Ministério Público do Trabalho de São Paulo determinar que esclarecesse quando pagará os débitos trabalhistas.

No documento, a empresa diz que contava com a realização do leilão de seus ativos, previsto para o dia 7, mas suspenso pela Justiça a pedido de uma credora da Avianca.

Afirma ainda que tenta liberar “créditos que detém junto a instituições financeiras, oriundos de vendas realizadas através de cartões de crédito”, e se compromete a pagar os salários atrasados até o dia 17.

Folhapress

Opinião dos leitores

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Esporte

Brasileira Jéssica Bate-Estaca nocauteia e fatura cinturão do peso-palha do UFC

A pressão de fazer uma luta válida por cinturão no Brasil já era grande. Fechar o evento em que José Aldo e Anderson Silva foram derrotados no Rio de Janeiro, ainda mais. E ter pela frente a campeã peso-palha do UFC Rose Namajunas só aumentou o peso que a brasileira Jéssica Andrade tinha sobre seus ombros. A expressão amistosa dos meses anteriores deu lugar ao olhar concentrado próprio de grandes campeãs, que sabem que nada as abalará. Fazendo jus ao apelido de “Bate-Estaca”, a brasileira conseguiu erguer e derrubar a americana, aplicando um nocaute brutal aos 2m58s do segundo round, tomando para si o cinturão peso-palha (até 52,2kg) do UFC e lavando a alma dos fãs cariocas na luta principal do UFC Rio 10.

– Estou muito feliz. Mas esse cinturão é desse cara aqui. Sem ele eu não teria chegado aqui hoje. Se ele não tivesse montado a academia dele na sala da casa da mãe dele, eu não estaria aqui hoje. Filho de pedreiro e de faxineira, o cinturão é seu. Eu voltei muito consciente do que eu tinha que fazer no segundo round. Ela voltou mais lenta e eu dei um bate-estaca. Eu nunca dei um bate-estaca na minha vida. Precisou de muita dedicação, mas hoje deu certo – disse a nova campeã após a luta, presenteando seu mestre Gilliard Paraná, líder da PRVT.

Com a conquista do título nesta noite, Bate-Estaca chega a 20 vitórias na carreira, que ainda conta com seis derrotas. A lutadora paranaense emenda ainda o quarto triunfo seguido, após vir de vitórias contra contra Claudia Gadelha, Tecia Torres e Karolina Kowalkiewicz. São ainda oito vitórias nas últimas nove lutas. A única derrota foi na luta pelo título com Joanna Jedrzejczyk.

O cartel de Rose Namajunas ficou agora com oito vitórias e quatro derrotas. Aos 26 anos, a americana vinha de três triunfos seguidos, tendo vencido Michelle Waterson primeiro e depois batido Joanna Jedrzejczyk duas vezes com o cinturão em jogo.

– Vejo todo o esforço que os brasileiros fazem para lutar fora, e foi muito legal lutar aqui. É isso. Muito obrigada – disse a ex-campeã Rose Namajunas, recuperada do duro nocaute que sofreu.

A luta

A campeã começou a luta fazendo o que se esperava: movimentando-se constantemente e aplicando golpes em velocidade, entrando e saindo rapidamente do raio de ação da brasileira. Jéssica tentava encurtar a distância, mas recebia socos rápidos em sequência. Na terceira tentativa de se aproximar, Bate-Estaca conseguiu erguer Namajunas por duas vezes, derrubando-a na segunda. A campeã, no entanto, mostrou estar preparada para a estratégia da rival, quase encaixando uma chave de braço assim que caiu. Jéssica teve de desistir da posição para não correr o risco de ser finalizada. A luta voltou a ser disputada em pé, e a americana conseguiu um knockdown a 1m30s do intervalo. Bate-Estaca, que já apresentava um ferimento no supercílio esquerdo, se recuperou, livrando-se ainda de uma tentativa de guilhotina, e partiu para o ataque em pé, acertando chutes na spernas e socos na cabeça da campeã, que absorveu os golpes.

A brasileira voltou para o segundo round disposta a atacar a americana, mas recebeu golpes em velocidade a cada vez que se aproximava. Namajunas mostrava maior precisão nos golpes, enquanto que Bate-Estaca parecia ir sem muita estratégia para o ataque, apostando na força e na contundência. A campeã atacava com mais técnica, mantendo Jéssica sob controle. Entretanto, quando teve uma nova chance de mostrar a sua força, a brasileira não a desperdiçou. Junto à grade, Jéssica ergueu Namajunas e a jogou no chão. A americana caiu com o pescoço no solo e imediatamente perdeu a consciência, ficando estática enquanto o árbitro encerrava a luta.

Combate/G1

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Polícia

Vídeo mostra agressões de policiais ambientais no combate à poluição sonora

Imagens de um circuito de monitoramento flagraram o total despreparo de policiais da Companhia de Policiamento Ambiental no combate à poluição sonora. As cenas aconteceram no último final de semana.

Pelas imagens é possível ver os agentes dando socos e ponta-pés nos jovens, além de empurrões, sem que eles esboçassem qualquer tipo de reação. Um ato totalmente abominável. Um dos jovens chega a ser isolado do restante do grupo para ser agredido no rosto.

Faz tempo que a polícia vem combatendo sons automotivos em volumes ensurdecedores e muitos jovens, mesmo assim, insistem em ligar os aparelhos. Inclusive um grande trabalho porque isso, além de ser um crime ambiental, incomoda muita gente.

Mesmo o blog sendo um defensor intransigente do trabalho policial e não entrar no mérito se o som estava alto ou não, nesse caso vamos nos atentar a total ação desnecessária desses policiais ambientais no tratamento com os jovens. Cenas que mostram agressões nítidas, que, visualmente, não são justificáveis..

Opinião dos leitores

  1. Leve esses arruaceiros pra dentro do seu quarto e curta o som deles na altura e na qualidade que eles adoram. Na porta de minha casa não!

  2. Parabéns aos policiais! A desordem e o desrespeito tem que acabar. Seu fulano que vem defender esses playboys não pensa que vizinhos podem ter bebês ou idosos com, e trabalhadores que vão acordar cedo no dia seguinte?
    Parabéns, mais uma vez a PM. Essa molecada folgada que nunca apanhou em casa tem que tratar assim nesmo.

  3. PARABÉNS À PM!

    Se estivessem em casa, não teriam apanhado. Som alto é coisa de va-ga-bun-do!

  4. Parabéns a polícia Militar.

    Antes de condenaram parem para pensar…
    Será q todos ali obedeceram as ordens da polícia?

    Será que realmente foi "agressão gratuita" ?creio que não!

    Quantos desses que estão com seus sons em alto volume se preocupam com o luto da família ao lado?
    Ou com uma senhora em estágio terminal de câncer?
    Várias e várias vezes precisei chamar a polícia por estes motivos.
    Quando a polícia chega ficam de piadinha.. desdém e depois tornam a colocar o som nas alturas.

    A POLÍCIA MILITAR AMBIENTAL É DIFERENCIADA.

    Parem de tratar polícia como bandido.

    Conheçam a fundo a situação antes de condenaram.

    Cidadão de bem respeita a polícia, respeita o seu próximo e sabe que o limite do seu direito vai até onde o do outro começa.

  5. Parabéns a polícia Militar.

    Antes de condenaram parem para pensar…
    Será q todos ali obedeceram as ordens da polícia?

    Será que realmente foi "agressão gratuita" creio que não!

    Quantos desses que estão com seus sons em alto volume se preocupam com o luto da família ao lado?
    Ou com uma senhora em estágio terminal de câncer?
    Várias e várias vezes precisei chamar a polícia por estes motivos.
    Quando a polícia chega ficam de piadinha.. desdém e depois tornam a colocar o som nas alturas.

    A POLÍCIA MILITAR AMBIENTAL É DIFERENCIADA.

    Parem de tratar polícia como bandido.

    Conheçam a fundo a situação antes de condenaram.

  6. Parabéns aos policiais…..tem que ser assim mesmo, se esses vagabundos, mauricinhos, não quisessem levar borrachada não estariam de madrugada desrespeitando os visinhos. Vamos deixar dessa cachorrada de ficar defendendo quem não respeita o próximo, pois como já dizia minha avó, "que levou umas palmadas dos pais em casa quando pequeno, aprendeu e não apanha na rua depois de grande".

  7. É por aí mesmo. Polícia é para punir, para educar já basta a "Pátria Educadora" da Dilmanta.

  8. Idiota é quem provoca a polícia. Sua atribuição é combater, se necessário com a força, aquilo que está errado. Os que acham que podem tudo certamente não tiveram esperteza de ler as leis já escritas. Além do que são mal-educados por não respeitarem às demais pessoas. Com certeza eles provocaram a polícia com atos e xingamentos. A polícia apenas cumpre o seu dever. Boas pessoas ficam com suas famílias e não com amigos transgredindo leis e provocando a polícia. Fácil criticar quem não estava presente lá. ..

  9. Sérgio Alves, leve eles esses caras barulhentos para sua casa ,seu quintal e ai vc vai ver oque é bom. Moro vizinho a um bar destes e eles não respeitam de jeito nenhum a vizinhança, é uma mundiça.BG o excesso é do som alto demais. Paulada neles…

  10. BG.
    Nas proximidades do fórum tem um alarme disparado desde quarta-feira de dia e de noite direto, ao que parece é de um escritório de advocacia que vive fechado e não tem identificação para que se possa reclamar aos causídicos. É um abuso você dormi-acordar-dormi com esse alarme tocando indefinidamente. Precisa-se ter responsabilidade com alarmes perturbando o Cidadão. O pior é que não temos como localizar os inquilinos desta casa transformada em escritório de advocaciaUm absurdo. Qual autoridade precisa ser acionada?? Polícia ambiental, segue, ou quem mesmo????.

  11. Observando o vídeo não é, a princípio, possível chegar à conclusão que houve abuso. Apenas um dos jovens apanha, a agressão é desencadeada em um momento específico do vídeo, não temos os diálogos entre os envolvidos… se o esculacho tivesse sido geral seria abuso e ponto.
    Da forma que se deu carece de mais apuração para se chegar a tal conclusão.
    Também não estou dizendo que não foi, estou dizendo que antes de condenar a atitude precisa ser melhor averiguada.

  12. Parabéns a polícia ambiental pelo trabalho no combate a poluição sonora,só fica contra a polícia quem comete esse tipo de crime,ainda bem q existe a companhia ambiental.

  13. A pratica. De uso de som. Alto tem q ser combatidada , porem nao se pode tratar como ladrao ou criminoso alguem q esta escutando um som alto , claro q é Uma falta de respeito com os demais mais nao justifica. Agredir desnecessariamente.

  14. Primeiro, onde foi isso? Segundo, podem ser reincidentes; terceiro, todo bandido se passa de inofensivo quando estar com a policia. E quarto, tem que coibir esses abusos no cacete mesmo, só assim ficam com medo de continuar. Já vi várias vezes a policia chegar, assim que saem, eles continuam.

  15. PM completamente despreparada, ato de covardia, quem apoia, lembre-se que um dia será vítima. Por isso nossa segurança não vai para frente.
    Ainda querem ter o reconhecimento dos polícias civis. Não há comparação!

    1. Realmente não tem como comparar polícia militar com polícia civil. É totalmente diferente uma polícia que está na rua trocando tiros com vagabundo e realizando atendimento de ocorrência das mais variadas possível recuperando bens e fazendo com que o cidadão de bem possa ter o direito de dormir em paz com uma que fica dentro de uma delegacia . Concordo com você

    2. Deixa de MIMIMIMI RAPAZ….se fosse morador desses marginais com o som nas ALTURAS a 00:10 da madrugada com pai enfermo ou criança doente eu queria ver a sua delicadeza ….por isso que o nosso país virou um CABARÉ ( desculpas , cabaré existe lei ) aonde pai apanha de filho , professora palha de aluno ,

    3. Sérgio Alves, leve eles esses caras barulhentos para sua casa ,seu quintal e ai vc vai ver oque é bom. Moro vizinho a um bar destes e eles não respeitam de jeito nenhum a vizinhança, é uma mundiça.BG o excesso é do som alto demais. Paulada neles…

    4. Continuo dizendo, são despreparados. Se numa ocorrência simples de som alto perdem o controle assim, imagine nas ocorrências de alta complexidade. Estão errados? Levem para autoridade policial (DELEGADO DE POLÍCIA), que será tomada as devidas precauções. Nosso ordenamento jurídico deixa bem claro que existe o devido processo legal, em que, pune o Agente Público com esse tipo de atitude. Ademais, não adianta combater um crime com outro crime, pois eu duvido esse mesmo tipo de atitude com o filho de um rico no veraneio de Pirangi, por exemplo. Outrossim, dizem que a PM é ostensiva é bla bla bla, mas ninguém ver esse tipo de atitude na PRF. Os policias precisam de preparo.

  16. Parabéns BG, você gosta de ver isso ,é tudo reflexo do que você prega no seu programa

  17. Que frescura ….e por esse MIMIMIMI que vocês da imprensa criminalização os policiais, vagabundo com SOM as alturas as 00:10 da madrugada merece beijinhos??? Queria que fosse ao lado da sua casa com um pai ou mãe enfermos é esse bando com o SOM A TODO O VOLUME. Polícia tem que ser respeitada ,.
    Hoje em dia vemos filhos xingando pai , professora apanhando de alunos, e vagabundo desrespeitando POLÍCIA

    1. Impressionante onde estamos chegando em nosso país, onde tudo é possível em nome do “falso limite da sociedade” acho que esse cidadão que fez esse comentário só pode ser familiar do policial. Existe em nosso país o Estado Democrático de Direito e o devido Processo Legal para apurar esse tipo de situação. Meu deus, não existem palavras para avaliarmos a ação desse policial, será que ele tbm não cometeu um crime? ?
      “O QUE ME PREOCUPA NÃO É O GRITO DOS MAUS, MAS O SILÊNCIO DOS BONS”

  18. Parabéns a Policia Ambiental, esses VAGABUNDOS só apanharam da polícia por razoes simples: Estavam comentendo um crime que TORTURA muitas pessoas, especialmente, idosos, enfermos e bebes, so sabe quem passa e, tbm apanharam pq nao foram educados pelos pais a respeitar o proximo e as Leis, ou seja, foram criados SEM LIMITES, então como nao aprenderam pelo amor, hoje aprendem pela Dor é peia em cabra safado, da proxima vez pro resto da vida tda que ele escutar um som alto ou ticar num som para aumentar vai lembrar da CIPAM kkkkkk. Parabens a Policia Ambiental.

  19. Lembro-me do velho Bezerra da Silva: "Você com um revolver na mão, é um bicho feroz, feroz, sem ele…"

    1. Mermão então leva lá para tua casa esses vagabundos com som a todas as alturas desrepeitando o bairro inteiro. Uns bofetes bem dados, nada de mais para uns fdp que não ligam para ninguém!
      Parabéns Polícia Militar!!!

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