A aeronave que transportava o cantor e sua banda fez um pouso de emergência em Jequié, na Bahia. No entanto, o aeroporto da cidade não tinha condições de funcionar à noite porque não há iluminação no local. Moradores da cidade registraram o momento do pouso. O registro é destaque no portal R7. Confira abaixo.
Bandidos armados arrombaram o cofre e levaram o dinheiro de um posto de combustíveis entre as cidades de Monte Alegre e Brejinho, no interior potiguar, por volta das 4h desta segunda-feira (13). De acordo com a Polícia Militar, informações iniciais dão conta que a quadrilha era composta entre cinco e oito homens, que chegaram em um Clio branco.
Na ação criminosa, o grupo rendeu os frentistas e recolheu os celulares dos funcionários. Logo após, dirigiu-se até o cofre, arrombando o objeto e tirando o apurado do estabelecimento.
Segundo a PM, na hora de fugir, os bandidos abandonaram o veículo em que chegaram e roubaram outro, de um cliente. O grupo seguiu em direção ao município de Brejinho. Ninguém foi preso. A quantia roubada não foi revelada.
A Polícia Militar registrou um caso de violência incomum na tarde desse domingo (12) na comunidade Pau Brasil, na zona rural de São José de Mipibu, na Grande Natal. Na ocasião, um homem mordeu e arrancou parte da orelha da própria mulher. A vítima foi socorrida e está fora de perigo. Já o marido, está sendo procurado pela polícia.
Segundo a Polícia Militar, o caso da agressão só chegou aos policiais depois que a mulher deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento da cidade para receber atendimento médico.
Buscas foram feitas na tentativa de encontrar o suspeito, mas até o momento ele não foi encontrado.
JEFF BEZOS AO LADO DA NAVE BLUE MOON (FOTO: DIVULGAÇÃO/BLUE ORIGIN)
Na quinta-feira (9), Jeff Bezos, fundador e presidente da Blue Origin, revelou o primeiro modelo em tamanho real do novo módulo lunar da empresa, chamado Blue Moon. “Este é um veículo incrível, e está indo para a Lua”, disse ele.
Blue Moon foi projetado para transportar robôs, equipamentos científicos e outras cargas, com capacidade de 3,6 toneladas de material e até 6,5 toneladas na versão mais pesada. A nave ainda possui uma região pressurizada que poderia realizar um voo espacial tripulado, aumentando a expectativa de levar astronautas dos Estados Unidos para a Lua.
Segundo Bezos, que também é fundador da Amazon e o homem mais rico do planeta, a espaçonave foi desenvolvida nos últimos três anos. Antes de enviar pessoas para a superfície lunar, a Blue Origin deve testar o módulo em uma missão sem tripulantes.
A empresa tem como objetivo pousar no polo sul da Lua, onde há água. Especialistas acreditam que a substância pode produzir hidrogênio, que serviria de combustível para a nave explorar outros cantos do Sistema Solar.
VEÍCULO ESPACIAL BLUE MOON, DA BLUE ORIGIN, PODE LEVAR ASTRONAUTAS PARA A LUA (FOTO: DIVULGAÇÃO/BLUE ORIGIN)
Bezos não declarou se a Blue Origin planeja oferecer seu novo veículo à NASA – a agência espacial possui planos de levar astronautas à Lua em 2024. Contudo, uma descrição publicada no site da empresa afirma que Blue Moon “foi projetado para pousar um veículo de subida que nos permitirá levar norte-americanos à Lua em 2024.”
A NASA ainda não escolheu o veículo para a sua missão. Enquanto isso, empresas privadas e outras agências espaciais em todo o mundo estão se preparando para uma nova onda de exploração da Lua. No mês passado, a fabricante Lockheed Martin revelou propostas de construir seu próprio módulo lunar.
Em orbita
Além da espaçonave, Bezos anunciou o desejo de construir cidades orbitais giratórias que permitiriam que os humanos vivessem no espaço. Esta é uma ideia antiga do executivo, que sempre analisou alternativas para quando os recursos naturais da Terra esgotassem. “Uma das coisas mais importantes que sabemos sobre a Lua é que há água lá. Está na forma de gelo”, ele afirmou. “Está em crateras nos polos da Lua e a água é um recurso extremamente importante.”
O plano foi imediatamente massacrado no Twitter, com muitos internautas sugerindo que o empresário deveria usar todo o seu dinheiro para melhorar as coisas no planeta.
Até o CEO da SpaceX, Elon Musk, sugeriu que Bezos estava construindo algo que não ia chegar a lugar nenhum. “Oh pare de provocar, Jeff”, escreveu o empresário, que ainda compartilhou uma fotografia alterada de Blue Moon com as palavras “Blue Balls” – em inglês, o termo é uma referência à dor nos testículos.
O próprio Bezos, no entanto, admitiu que essa ideia é para longo prazo. “Uma das coisas que precisamos fazer é inspirar as futuras gerações”, comentou.
Brasil registra redução no número de mortes violentas no 1º trimestre — Foto: Igor Estrella e Guilherme Gomes/G1
O Brasil registra uma queda de 24% nas mortes violentas no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. É o que mostra o índice nacional de homicídios criado pelo G1, com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal
Isso quer dizer que o país teve 3,2 mil mortes violentas a menos em janeiro, fevereiro e março deste ano em relação a 2018. O número de assassinatos, porém, continua alto.
De acordo com o levantamento feito pelos repórteres do G1, houve 10.324 mortes violentas no primeiro trimestre deste ano. Apenas o Paraná não informa os dados deste intervalo de tempo. Já no mesmo período de 2018, houve 13.552 assassinatos — também desconsiderando o Paraná, para que seja feita a comparação.
O governo do Paraná informa que os números de janeiro, fevereiro e março ainda estão sendo tabulados para posterior divulgação.
A tendência de queda nos homicídios do país foi antecipada pelo G1 no balanço dos dois primeiros meses do ano, que apresentaram redução de 25% em relação ao mesmo período do ano passado, e no balanço das mortes violentas de 2018, que teve a maior queda dos últimos 11 anos da série histórica do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, com 13%.
Os levantamentos fazem parte do Monitor da Violência, uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
Os dados apontam que:
houve 3.228 mortes a menos no 1º trimestre de 2019
todos os estados do país apresentaram redução de assassinatos no 1º trimestre
quatro estados tiveram quedas superiores a 30%: Ceará, Amapá, Sergipe e Rio Grande do Norte
em números absolutos, o estado com a maior redução foi o Ceará, com 691 vítimas a menos
Causas
Entre os motivos por trás da queda, segundo o pesquisador do NEV-USP Bruno Paes Manso e o diretor-presidente do FBSP Renato Sérgio de Lima, estão:
Diminuição da tensão entre as facções depois da crise nos presídios
“A rebelião de presos no Amazonas, Roraima e Rio Grande do Norte, em janeiro de 2017, atiçou a rivalidade entre grupos criminais, principalmente nos estados do Norte e Nordeste, onde o mercado de drogas e o interior dos presídios já era bastante competitivo e violento. A velocidade dos conflitos e a tensão nos presídios foi diminuindo ao longo de 2017 e 2018 com a interrupção de novos massacres.”
Mais instrumentos para atuar no comando das facções
“As autoridades estaduais passaram a ter mais instrumentos para atuar diretamente nas cadeias de comando nas prisões que davam os rumos dos conflitos criminais. Como o novo modelo de negócios criminais parte de decisões tomadas no interior dos presídios, as lideranças ficaram mais vulneráveis a ações do estado por meio de punições e transferências para presídios federais. Fica, portanto, mais difícil para esses grupos persistirem com os conflitos.”
Crise de 2017 como ponto de alerta
“A crise de 2017 fez com que os governos estaduais assumissem a nova configuração criminal em seus estados, articulada a partir dos presídios. A necessidade de interrupção das cadeias de comando vindas do sistema penitenciário se tornou preocupação urgente, aproximando autoridades de diferentes instituições, como Ministério Público e Executivo.”
Compartilhamento de políticas públicas entre todas as esferas
“Essas políticas compartilhadas que passam pela coordenação e integração de esforços entre União, DF, estados e municípios já vinham sendo articuladas desde a criação dos Gabinetes de Gestão Integradas, criados durante a Copa do Mundo de 2014. A crise dos presídios e o crescimento da violência em 2017 acabou provocando essas esferas de diferentes poderes (Legislativo, Executivo e Judiciário) e órgãos do estado (ministérios públicos, polícias, defensorias, guardas municipais, entre outros) a trabalharem juntas na tentativa diminuir uma situação que ameaçava fugir do controle.”
Interesses mútuos dos governos e das facções
“A redução dos conflitos e da violência interessava também às próprias facções, que, por atuarem em mercados rentáveis, têm muito dinheiro a perder com os custos envolvidos nas disputas com rivais. Nesse sentido, o esforço do Estado para cessar a crise ia ao encontro do interesse das organizações, que preferem ganhar dinheiro com o crime do que se envolver em conflitos predatórios e caros.”
Programas estaduais de redução da violência
“Houve um empenho localizado dos estados na execução de programas de redução da violência letal conforme suas realidades orçamentárias. Pernambuco revisou estratégias e retomou o Pacto pela Vida, programa premiado de redução de violência. No Recife, o Centro Comunitário da Paz (Compaz), ganhou destaque nas políticas públicas. Em Alagoas, o governo estadual implantou o Programa Força Tarefa, que busca esforços conjuntos. No Acre, o Ministério Público estadual passou a auditar as estatísticas policiais e cobra medidas quase que em tempo real quando ajustes são necessários, aumentando a ideia de planejamento integrado. Em Santa Catarina, a Polícia Militar tem investido em câmeras corporais instaladas nas fardas dos policiais, bem como em tablets de registro de ocorrências, programas de vizinhança que utilizam o WhatsApp para comunicação instantânea e já atingem uma rede de mais de 100 mil pessoas; e em operações ‘ferrolho’, que mapeiam todas as rotas e caminhos possíveis para a entrada de drogas e armas no estado. No Rio Grande do Norte, após as crises prisionais, o governo federal manteve ações durante um período prolongado no estado. No Rio Grande do Sul, programas de prevenção como o POD (Programa de Oportunidades de Direitos) foram acelerados, e o mais importante: investimentos na criação de área integradas entre a Polícia Civil e a Brigada Militar foram priorizados.”
Criação do Sistema Único de Segurança Pública
“Todos esses esforços resultaram na criação, no meio de 2018, do Susp (Sistema Único de Segurança Pública). Durante o ano, as eleições acabaram servindo como instrumento de pressão para os governos liberarem recursos para o setor, já que o tema era visto como prioritário para o eleitorado. Em dezembro de 2018, o país ganhou uma Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social pautada, exatamente, na articulação federativa e republicana; na ideia de que uma nova governança da segurança pública é necessária e possível.”
Pressão da opinião pública
“A pressão exercida por projetos como o Monitor da Violência, que passou a cobrar das autoridades estaduais a publicação de dados sobre homicídios e a ouvi-los sobre os resultados de suas políticas, expôs esses agentes à opinião pública. A rotina estabelecida na produção de informações acaba criando uma nova cultura para lidar com o problema, que passa a ser mais bem diagnosticado e enfrentado com maior inteligência e estratégia. Outros instrumentos importantes que já realizavam essa cobrança eram o Anuário Brasileiro de Segurança Pública e o Atlas da Violência, produzidos pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (parceiro do Monitor da Violência) e pelo Instituto de Pesquisas Aplicadas (Ipea).”
Ceará: a maior redução
Assim como no balanço do primeiro bimestre deste ano, o Ceará teve a maior queda no número de mortes violentas do país: 56%. O estado teve 546 assassinatos no primeiro trimestre de 2019, contra 1.237 no mesmo período do ano passado.
Em janeiro, o Ceará teve centenas de ataques coordenados por facções criminosas por conta de medidas anunciadas no governo para tornar a fiscalização nos presídios mais rígidas. Por isso, para o pesquisador Luiz Fábio Paiva, do Laboratório de Violência da Universidade Federal do Ceará (UFC), o que houve no estado foi “um regime de não conflito” entre as facções criminosas.
“Quando o Ceará estava sob forte ataque, era observado que havia situações que demonstravam um certo nível de cooperação desses grupos, sobretudo permitindo que determinados membros de uma facção passassem pelo território do outro sem sofrer alguma ação violenta”, diz Paiva.
De acordo com o secretário da Segurança Pública do estado, André Costa, a redução do número de homicídios ocorre desde 2018 devido a um “conjunto de ações” elaboradas em 2017. Entre as estratégias, diz, estão o combate à “mobilidade do crime”, evitando furto e roubo de veículos e recuperando automóveis roubados; investimento em ciência e tecnologia para estudar a atuação de criminosos; e ações da Secretaria da Administração Penitenciária, que dificultam a comunicação de presidiários que comandam facções criminosos e ordenam crimes de dentro das prisões.
Como o levantamento é feito
A ferramenta criada pelo G1 permite o acompanhamento dos dados de vítimas de crimes violentos mês a mês no país. Estão contabilizadas as vítimas de homicídios dolosos (incluindo os feminicídios), latrocínios e lesões corporais seguidas de morte. Juntos, estes casos compõem os chamados crimes violentos letais e intencionais.
Jornalistas do G1 espalhados pelo país solicitam os dados, via assessoria de imprensa e via Lei de Acesso à Informação, seguindo o padrão metodológico utilizado pelo fórum no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.
Em março, o governo federal anunciou a criação de um sistema similar. Os dados, no entanto, não estão atualizados como os da ferramenta do G1. O último mês disponível é dezembro de 2018.
Os dados coletados mês a mês pelo G1 não incluem as mortes em decorrência de intervenção policial. Isso porque há uma dificuldade maior em obter esses dados em tempo real e de forma sistemática com os governos estaduais. O balanço de 2018 foi publicado pelo Monitor da Violência separadamente, em abril.
O Grupo de Apoio às Metas do CNJ, que julga casos de corrupção e improbidade administrativa, reconheceu que o ex-prefeito do Município de Itajá, Gilberto Eliomar Lopes, praticou ato de improbidade administrativa por ter retido a documentação relativa ao balanço financeiro, processos licitatórios, convênios e outros documentos do Poder Executivo nos anos de 2009 a 2012.
Com isso, Gilberto Lopes teve suspenso seus direitos políticos por três anos e terá de pagar multa civil, em favor da municipalidade, de três vezes o valor da remuneração percebida à época quando exercia o cargo de prefeito do Município de Itajá, acrescido de atualização monetária e de juros.
Ele também está proibido de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de três anos.
O Ministério Público Estadual propôs Ação Civil Pública por Ato de Improbidade Administrativa, contra Gilberto Eliomar Lopes, por suposto cometimento de ato de improbidade administrativa consistente na violação aos dispositivos da Lei 8.429/92.
Segundo o MP, ele reteve a documentação relativa ao balanço financeiro, processos licitatórios, convênios e outros documentos do Poder Executivo, referentes aos anos de seu mandato como Prefeito do Município de Itajá no período de 2009 a 2012.
Ainda de acordo com o órgão acusador, Gilberto Lopes teria devolvido a documentação apenas por intermédio de decisão judicial no bojo do processo judicial nº 0100350-09.2013.8.20.0163 que determinou a busca e apreensão dos documentos.
Em sua defesa, Gilberto Lopes alegou a inocorrência de conduta ímproba e ausência de violação a princípio da administração, uma vez que retirou os documentos públicos por resguardo político, após ter sido sucedido por adversário no mandato seguinte.
Para o Grupo de Apoio às Metas do CNJ, com base na Constituição da República e na Lei 8.259/91, que dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados e da Lei de Acesso à Informação (Lei n.º 12.527), extrai-se que os órgãos públicos devem se pautar pela transparência e arquivamento adequado de suas informações.
“A inexistência, mau funcionamento e, até mesmo, a obstaculização dos arquivos públicos constitui afronta direta à Constituição, pois frustra direitos básicos por ela assegurados, violando a transparência e a publicidade na Administração Pública”, assinalou.
Não cumprimento de normas legais
Segundo a equipe de juízes, o gestor público que não cumpre tais missões está também impedindo a aplicabilidade das leis de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101/2000), da Transparência (Lei Complementar 131/2009) e da Lei 12.527, de 2011 – Lei de Acesso à Informação, que preconizam a gestão transparente da informação, propiciando amplo acesso a ela e sua divulgação.
“Com efeito, ao descumprir as referidas normas legais e se omitir no seu dever de transparência dos documentos públicos, o requerido deixou de praticar ato de ofício, o que também comprometeu a publicidade dos atos administrativos relativos às contratações realizadas pelo Município de Itajá/RN no curso de seu mandato”, salientou.
Por fim, concluiu que essa conduta, além de dificultar o acesso, pelos órgãos de controle, das informações de prestação de contas municipais e impossibilitar aos cidadãos o acompanhamento dos atos praticados pelo réu, comprometeu a transição do governo subsequente e prejudicou a continuidade dos contratos administrativos em curso, assim como a participação da sociedade nas ações do município.
Sabia que a solidão pode prejudicar tanto a saúde mental como a física? Ser excluído de interações sociais não é um problema apenas de pessoas mais velhas, podendo afetar qualquer faixa etária. E segundo várias pesquisas, fisicamente pode ser equivalente a fumar cerca de 15 cigarros por dia.
A solidão e a falta de interações sociais pode tornar os indivíduos mais propensos a sofrer de depressão. A falta de estímulo faz com que pessoas solitárias tenham uma probabilidade de cerca de 64% mais elevada de desenvolver doenças como a demência (causando o declínio cognitivo) e cardiovasculares (provocando a incidência de ataques cardíacos e o aumento de mortes prematuras).
O fato é que a solidão não afeta apenas a saúde mental de uma pessoa, mas também pode afetar a parte física. O isolamento social eleva o risco de mortalidade em 26%, além de aumentar o risco de hipertensão e de obesidade.
Num estudorecente, realizado por uma equipe de investigadores da Universidade de Berkely, nos Estados Unidos, foi revelado que o impacto de não ter amigos equivale a fumar 15 cigarros por dia.
Recentemente os médicos alertaram que o isolamento social pode ser tão mau para a saúde de uma pessoa como viver com uma doença crônica como a diabetes. Consequentemente, e como se tratasse de um ciclo vicioso, os pacientes que se sentem solitários estão igualmente mais propensos a ir ao médico ou a realizar exames, por falta de estimulo e até por alguma falta de interesse em viver.
Relatório
Um relatório foi enviado ao governo do Reino Unido, alertando que é necessário enfrentar a solidão.
“Enfrentar as consequências da solidão é um desafio geracional que só pode ser cumprido por uma ação concertada de todos: governos, chefes, empresas, organizações da sociedade civil, famílias, comunidades e indivíduos têm um papel a desempenhar”. Diz o relatório. “Trabalhando em conjunto, podemos fazer a diferença”.
O presidente Jair Bolsonaro afirmou que pretende corrigir pela inflação a tabela do imposto de renda em 2020. A declaração foi dada neste domingo, 12, à Rádio Bandeirantes. “Falei para o Guedes (ministro da Economia, Paulo Guedes) corrigir a tabela do IR de acordo com a inflação no ano que vem. Pedido não é uma ordem, mas pelo menos corrigir o IR pela inflação para o ano que vem, com certeza vai sair”, declarou o presidente.
Bolsonaro disse que tentará realizar uma reforma tributária, mas que solicitou à sua equipe que os trabalhos sejam feitos “devagar”. “Não pode ir com muita pressa. Pedi ao pessoal para ir mais devagar para resolver mais coisa”, afirmou.
Segundo o presidente, Guedes ouviu um segundo pedido em relação à reforma tributária: que o limite de dedução com gastos em saúde e educação possam ser ampliados.
Especialistas consideram que correção aventada por Bolsonaro atenuaria a defasagem acumulada pela tabela do IR diante da inflação, que é de 95,46% nos últimos 22 anos, segundo cálculo do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco Nacional). Caso a tabela de IR fosse corrigida integralmente desde 1996, os contribuintes que ganham até R$ 3.689,93 por mês seriam isentos do imposto, em vez de um teto de R$ 1.903,98 como há hoje.
Quantas vezes houve correção na tabela do imposto de renda durante os 13 anos de governo do PT e dos 03 de Temer??? Mais uma razão para a turma do "quanto pior melhor" querer tirar Bolsonaro.
O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) disse neste domingo (12) que é alvo de uma investigação ilegal do Ministério Público do Rio de Janeiro, defendeu o arquivamento do caso e afirmou que seu erro pode ter sido “confiar demais” no ex-assessor Fabrício Queiroz.
O filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, que a apuração que o atinge é ilegal e que o único caminho possível é o encerramento dela.
Para Flávio, a indicação de que o Ministério Público pedirá a quebra de sigilo bancário e fiscal dele é uma medida para dar “verniz de legalidade” à investigação.
“Para que esse pedido, se meu extrato já apareceu na televisão? Eles querem requentar uma informação que conseguiram de forma ilegal. Como viram a cagada que fizeram, agora querem requentar, dar um verniz de legalidade naquilo que já está contaminado e não tem mais jeito”, disse.
“Não tem outro caminho para a investigação a não ser ela ser arquivada, e eles sabem disso.”
A investigação, baseada em relatórios do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), já está perto de completar 500 dias sem que tenha havido até agora nenhuma conclusão. No mês passado, a Justiça negou pedido do senador para suspender a apuração contra seu ex-assessor.
Neste domingo, Flávio disse que não sabe o paradeiro de Queiroz. “Ele tem um CPF e eu tenho outro. Não sei onde ele está, não tenho informação da família, não sei nada.”
Ele afirmou ainda que o ex-funcionário gozava de sua confiança quando trabalhava no gabinete, mas agora “está demonstrando que não é merecedor dela”. O parlamentar reclamou que o ex-assessor demorou a se manifestar quando surgiram as primeiras suspeitas e que, por isso, foi “sendo fritado enquanto ele não falava nada”.
Após repercussão negativa do resultado da votação promovida pela Rede Globo que elegeu ironicamente Sidão, goleiro do Vasco, o craque do jogo contra o Santos, o Grupo Globo emitiu nota se desculpando com o atleta.
Além disso, afirma que o formato da eleição do craque do jogo será alterado a partir da próxima quarta-feira (15), com os comentaristas da emissora tendo direito a voto.
Sidão levou três gols na derrota para o Santos na tarde deste domingo (12). Além de sair jogando mal no lance que originou o primeiro gol do Santos, se atrapalhou e saiu mal do gol em outras jogadas –numa delas, a bola acabou na trave.
“Sidão, eu vou ter que te entregar o troféu de craque do jogo. Foi uma votação feita apenas por torcedores na internet. É um jogo que foi complicado para você, uma partida bastante difícil, mas fica aqui esse troféu para você”, afirmou, aparentando constrangimento.
O goleiro, que antes da entrega admitira a falha no primeiro gol do Santos, aceitou o “prêmio” e não fez maiores comentários.
Após o jogo, porém, a MS+ Sports, assessoria do atleta, repudiou a votação irônica por meio de postagem no Instagram.
“Respeito total ao profissional, acima de tudo! Repudiamos com veemência a atitude tomada ao final do jogo na transmissão da TV Globo. Estaremos sempre juntos, Sidão”, escreveu a empresa.
Walter Casagrande, comentarista da Globo, também criticou a iniciativa.
“Eu quero pedir desculpas ao Sidão por essa ironia de mau gosto com esse troféu ridículo. O Sidão é um trabalhador honesto e merece o respeito de todos. Me desculpe mesmo”, escreveu ele em seu Instagram, em postagem acompanhada de uma foto do goleiro.
Enquanto o jogo ainda acontecia, o narrador Luis Roberto, vendo as parciais da votação, tentou amenizar a ironia dos torcedores, dizendo que o prêmio seria o “Troféu Solidariedade”.
No primeiro tempo, após a falha que resultou no gol e outros lances em que o goleiro foi mal, a torcida do Santos chegou a gritar seu nome ironicamente no Pacaembu.
O Vasco, equipe de Sidão, é lanterna do Campeonato Brasileiro. Em quatro partidas, somou apenas um ponto.
Veja abaixo a nota emitida pela Globo:
A partir da próxima quarta-feira, quando começam as oitavas de final da Copa do Brasil, a votação do Craque do Jogo terá um novo formato. O público seguirá tendo voz através das enquetes na página globoesporte.com/craque, agora em companhia dos comentaristas da TV Globo, que terão direito a voto.
Neste domingo, houve movimento na internet para votação em massa em Sidão na enquete do jogo entre Santos e Vasco, que acabou com vitória do Peixe por 3 a 0. A zoeira começou depois do erro do goleiro vascaíno no primeiro gol santista. Na saída do campo, Sidão, abatido mas educado, reconheceu a falha e recebeu o troféu de Craque do Jogo.
Sem deixar de reconhecer a opinião do público, a mudança no formato tem o objetivo de premiar os jogadores que tiveram atuação de destaque em cada partida.
O Grupo Globo aproveita para pedir desculpas a Sidão pela situação de constrangimento ao fim do jogo no Pacaembu. O goleiro é um profissional de alto nível no futebol brasileiro que estava em seu ambiente de trabalho depois de uma jornada difícil. Reconhecemos que a entrega do troféu não foi adequada na ocasião e agradecemos a educação de Sidão no momento de tensão.
Sempre, detentora da verdade,depois de dar merda, ,vem com recadinho de pesames, acho que deveriamos ser mais seletivos com temas e noticias divulgadas pelos noticiarios, mas incrivel é pagar pelo direito de postar, votar e opinar sobre programas que sabemos não ter nenhum convenio nem veracidade com as opiniões dos ouvintes, internautas e telespesctadores, acordem trouxas, opinião de grupos vinculadas ao mesmo grupo seja jornal, televisão, revista ou blogs devem ser recebidas com reservas…………………….
Acho que a Globo errou, constrageu o goleiro, um profisional que tem na carreira o seu sustento. Falta de ética por parte da emissora, acho que um bom Advogado entraria na justiça por danos morais. Isso abalou o psicológico do Jogador.
A pretensão de indicar o ministro Sergio Moro (Justiça)para a primeira vaga que for aberta no Supremo, anunciada por Jair Bolsonaro neste domingo (12), pode ser frustrada pelo Congresso. Integrantes do STF foram avisados de que uma nova revisão da chamada PEC da Bengala está sendo discutida por deputados e senadores. A ideia é incluir no texto da reforma da Previdência uma emenda que eleva a idade de aposentadoria obrigatória de ministros da corte de 75 para 80 anos.
A medida está sendo rascunhada por caciques do Congresso há algumas semanas. A fala do presidente em entrevista ao programa do jornalista Milton Neves, da rádio Bandeirantes, neste domingo, tende a dar gás ao movimento.
Se aprovada, a medida pode estender a permanência dos ministros Celso de Mello e Marco Aurélio Mello na corte. Pela regra atual, eles teriam de deixar o STF em 2020 e 2021, respectivamente.
Na magistratura, a fala de Bolsonaro foi interpretada como um “sossega leão” no ministro da Justiça. A avaliação é o que presidente quis afagar Moro e impedi-lo de, diante das dificuldades que enfrenta, abandonar o governo tão cedo.
Da matéria, é de se analisar bem esse ponto: "Neste domingo, Flávio disse que não sabe o paradeiro de Queiroz. “Ele tem um CPF e eu tenho outro. Não sei onde ele está, não tenho informação da família, não sei nada.”".
Ora, ora, tudo se repete, não importando quais são os bandidos da vez, e, pior, esses são os atuais "donos de Brasília".
Para esse novo ladrão escancarado, poderíamos até começar a chamá-lo agora pelo nome de Flávio Lula da Silva Bolsonaro. Nada viu, e nada sabe.
Nessas últimas eleições, não tínhamos uma boa opção em quem votar. Por isso, entraram esses novos bandidos.
Quanto aos candidatos a presidente, qualquer escolha, daria errado mesmo. Esperemos que daqui a 4 anos, existam opções melhores de escolha.
E agora em 2020, já poderemos exercitar isso: vem aí eleições para prefeito e vereadores.
Lembrando que o que faz diferença, são os candidatos eleitos para as casas legislativas. Presidente, governadores e prefeitos são inúteis, peças decorativas.
Os membros da Suprema Corte são nomeados pelo Presidente da República, devendo ser brasileiros natos (art. 12, § 3º, inc. IV, da CF/1988), escolhidos dentre cidadãos com mais de 35 e menos de 65 anos de idade, de notável saber jurídico e reputação ilibada (art. 101 da CF/1988), e nomeados pelo Presidente da República, após aprovação da escolha pela maioria absoluta do Senado Federal (art. 101, parágrafo único, da CF/1988).
Assim, sendo constitucional tal formação, só pode ser mudada por alteração na Constituição, não simplesmente por vontade deliberada de um governante, seja lá quem for.
Informação é tudo! Sem informação, as pessoas ficam pensando bobagem.
Tá passando da hora do povo gritar fora centrão, esses ladrões não são representante do povo. São representantes deles mesmo.
Vagabundos, tudo morrendo de medo do Sérgio Moro.
Em 2018, os gastos com a campanha eleitoral foram menos decisivos para a eleição de deputados federais que em pleitos anteriores. A conclusão é de estudo inédito da Fundação Getulio Vargas (FGV) em parceria com a Fundação Brava. A pesquisa analisou despesas e arrecadações nas disputas para a Câmara desde 2002.
O último pleito foi o primeiro em que se observou queda na concentração de recursos pelos que conquistaram o cargo. De 2002 a 2014, os deputados federais eleitos responderam por uma média de 62% de tudo o que foi gasto na campanha à Casa. Em 2018, esse percentual caiu para 44%.
Ainda foi reduzida pela metade a disparidade entre os gastos de homens e mulheres, considerando todos os candidatos. Em 2014, os homens gastaram R$ 1,2 bilhão a mais. No ano passado, a diferença ficou em cerca de R$ 550 milhões.
A desigualdade de gastos entre candidatos brancos, negros e pardos também caiu.
Os mais afetados foram aqueles que costumavam ser os grandes beneficiados pelas doações empresariais: candidatos veteranos, homens, brancos, com ensino superior e, em geral, de estados considerados de maior peso no cenário político nacional.
“Quem foi o grande perdedor? O candidato à reeleição que tinha acesso a recurso empresarial. Isso favoreceu os outsiders. Você tira a arma dele [o veterano], que era o acesso ao recurso”, diz o professor da FGV e coordenador do estudo, George Avelino.
A legislatura atual tem o menor percentual de reeleitos desde 1998 (48,9%). Também tem a maior representatividade feminina já registrada, com 77 deputadas —em 2014, foram 53 eleitas, entre os 513 parlamentares da Casa. Diferentemente do que ocorreu com os homens, o gasto das candidatas durante a campanha teve leve alta.
Principal fonte de recursos, o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (ou fundo eleitoral) colocou R$ 1,7 bilhão de dinheiro público nas campanhas de 2018. Os partidos tinham autonomia para determinar as regras de distribuição, desde que reservassem mínimo de 30% para candidaturas de mulheres.
Também puderam ser usadas nas eleições verbas oriundas do fundo partidário, dinheiro público que serve para subsidiar o funcionamento das legendas. Em 2018, foram repassados cerca de R$ 889 milhões, segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Para efeito de comparação, as eleições 2014 arrecadaram, só em doações de empresas, R$ 3,44 bilhões (considerando todos os cargos em disputa).
A companhia aérea Avianca cancelou 422 voos neste sábado, 11, e domingo, 12, em todo o País, de acordo com o site da empresa. A Avianca já informou que outros 406 voos estão cancelados entre esta segunda-feira, 13, e terça-feira, 14. Em recuperação judicial, a companhia tem cancelado sistematicamente a maioria de suas decolagens desde o meados de abril.
Neste fim de semana, o aeroporto mais afetado foi Guarulhos (SP), com 119 chegadas e 119 partidas canceladas, seguido por Brasília e Salvador (BA).
A lista de terminais com voos cancelados, no entanto, inclui Aracaju (SE), Belém (PA), Campo Grande (MS), Chapecó (SC), Confins (MG), Congonhas (SP), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Foz do Iguaçu (PR), Galeão (RJ), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Juazeiro do Norte (CE), Maceió (AL), Natal (RN), Navegantes (SC), Petrolina (PE), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Santos Dumont (RJ) e Vitória (ES).
Os dois campos de pouso de Natal………Na rampa, só para hidroaviões , em capim macio , quando o aero clube utilizava para pousar seus aviões. Ah , tinha também no clube do exercito , ali onde é a ponte nova , utilizava-se para aviões de pequeno porte .
Grande parte dos aeroportos são em cidades da região metropolitana, no entanto se fala no aeroporto da cidade polo que representa aquela região. Assim como o aeroporto de São Paulo é em Guarulhos, o aeroporto de Belo Horizonte é em confins, o principal de Nova York fica no condado queens e o de Natal fica em São Gonçalo do Amarante. Região Metropolitana de NATAL.
Um comentário do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso no Twitter sobre a reforma da Previdência neste domingo, 12, gerou reações na rede social.
“Ouvi depoimento do economista, que não conheço, Eduardo Moreira, sobre a reforma da Previdência: o ponto dele é correto, tiremos dos que mais ganham, não dos pobres. A reforma é necessária, mas o olhar tem que ser tanto fiscal quanto redistributivo. Eis a questão e a dificuldade”, disse FHC.
O ex-presidente se referia ao economista Eduardo Moreira, que participou da comissão especial que discute o projeto da reforma na Câmara na última quinta-feira, 9. Moreira defendeu que a reforma não mexa com os mais pobres e questionou a eficácia do sistema de capitalização tal qual colocado no texto proposto pelo governo.
Em seu discurso na comissão, por exemplo, Moreira sugeriu dar a opção de antecipar a aposentadoria àqueles que ganham até um salário mínimo e já cumpriram os 35 anos de contribuição, se a idade mínima for aprovada.
Passei muito tempo para entender a razão de FHC ser omisso, calado e indiferente as ações tomadas no governo do PT. Teve o mensalão, o petrolão e a lava jato e FHC calado!.
Agora fica evidenciado que "quem tem rabo preso, tem medo".
FHC é produto do meio da máquina política brasileira que faz parte do acerto para dividir o poder. Um grupo que nos bastidores trocam acordos, fazem o jogo de opositores e tudo que visam é a alternância do poder pelo poder.
Sabe quantos deles estão preocupados com o povo?
Aí apareceu uma enorme pedra no sapato deles, chamado povo inconformado com a corrupção e votaram em um político fora do eixo acordado pelos poderosos.
O que estamos vendo? Pânico geral!
Toda máquina de poder construída usando a democracia gritando e sendo contra o governo que teima em combater a corrupção, são professores, jornalistas, meios de comunicações, artistas, pseudos intelectuais e principalmente grande parte da classe política, enfim, um monte de criaturas que viviam as custas dos recursos públicos e do domínio das instituições públicas.
Estão tramando para desmontar tudo que o atual governo propõe em nome da manutenção de seus privilégios e poder, nada mais!
Abre o olho povo, os corruptos e apoiadores da corrupção não querem o bem do povo, eles querem o poder, usando o povo!
esse senhor é aquele que disse que quem se aposenta cedo é vagabundo, os comunistas gostam muito dele, comprou uma reeleiçao e agora posa de patriota, fazendo o discurso dos petralhas, porque no te callas?
Né isso! Só quem vive de renda e aplicação financeira! kkkk
Infelizmente, ainda não percebeu que chegou a hora de parar de falar besteira, deitar na rede e aceitar o esquecimento da população em relação a sua história.
Tudo indica que o futuro será dos smartphones dobráveis. Isso porque, agora a Google confirmou que está desenvolvendo um equipamento para esta nova categoria de produto, mas não há qualquer previsão de quando poderá ser lançado.
Estamos fazendo a prototipagem da tecnologia. Estamos a fazendo há muito tempo. Penso que ainda não há um uso claro”, confirmou o responsável da Google pelo desenvolvimento da linha Pixel, Mario Queiroz.
“Estamos fazendo a prototipagem de telas dobráveis e de muitas outras tecnologias de hardware e neste momento não temos qualquer anúncio relacionado com produtos para fazer”, continuou.
O fato de tanto a Samsung como a Huawei já terem anunciado os seus smartphones dobráveis deve ser sinal suficiente que as fabricantes de dispositivos móveis estão atentas a esta tecnologia. O Galaxy Fold e o Mate X podem ser, neste momento, as duas grandes propostas para o futuro próximo dos smartphones dobráveis mas é praticamente certo que não serão as únicas.
Notícias ao Minuto
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) endureceu as penas impostas aos partidos no julgamento das contas anuais e proibiu a contratação de advogados para a defesa de filiados investigados. A restrição tem como objetivo impedir que o dinheiro público do Fundo Partidário seja usado para defender políticos na mira da Lava Jato.
Na Câmara, deputados e dirigentes de partidos já discutem, nos bastidores, a possibilidade de criar uma lei para inibir a ação da Corte, sob o argumento de que os magistrados estão legislando. No mês passado, o Congresso aprovou a anistia a partidos que não seguirem regras para aplicação do Fundo Partidário, como o porcentual mínimo para promover mulheres na política.
O valor que o TSE mandou as siglas devolverem aos cofres públicos, por irregularidades encontradas na aplicação do fundo, aumentou em quase 40% em relação ao ano anterior. O número de partidos punidos também passou de 11 para 14 no mesmo período.
O fundo é uma espécie de “mesada” com dinheiro público destinado a bancar despesas do dia a dia dos partidos, como aluguel de imóveis, passagens aéreas, realização de eventos e contratação de pessoal. Anualmente, o TSE analisa as prestações de contas para saber se o dinheiro foi aplicado de forma correta.
Com uma nova composição – considerada mais linha dura, com a entrada do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal -, o TSE mudou de entendimento sobre a contratação de advogados, proibindo que o dinheiro do fundo seja usado para custear a defesa de políticos em ações eleitorais. O tribunal também reforçou a posição de rejeitar contas de partidos que reiteradamente não aplicarem no mínimo 5% dos recursos na participação feminina na política.
Segundo apurou o jornal O Estado de S. Paulo, o cerco sobre a contratação de advogados tem o objetivo de impedir que verbas públicas sejam direcionadas para a defesa de políticos corruptos. Na avaliação de um ministro do TSE que pediu para não ser identificado, seria uma contradição “alguém lesar os cofres públicos e a sua defesa ser patrocinada pelos fundos partidários, também dinheiro público”.
Advogados
As restrições foram discutidas no julgamento das prestações de contas do PSDB e do PP. No caso dos tucanos, as contas foram aprovadas com ressalvas pelo plenário, que, mesmo assim, determinou a devolução de R$ 1,1 milhão por uma série de irregularidades.
Na lista está a contratação de um escritório de advocacia, por R$ 187,7 mil, para defender o então governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) em uma ação eleitoral. A decisão do TSE, por 4 a 3, de mandar devolver o dinheiro contrariou até mesmo o Ministério Público Eleitoral, que considerou o pagamento legal.
No caso do PP, que teve suas contas reprovadas, o partido usou dinheiro público na contratação de escritórios para defender o ex-deputado João Pizzolatti Júnior em ação de improbidade administrativa, além de outros membros do partido investigados. “Percebe-se o desvio na utilização dos recursos do Fundo Partidário, uma vez que voltados à defesa de particulares, por atos estranhos à vida partidária”, destacou o relator, ministro Luís Roberto Barroso.
Nos dois casos, as contas julgadas pelos ministros do TSE foram as referentes aos gastos dos partidos em 2013. Na prática, os partidos temem ser punidos pelas prestações de contas – já fechadas, mas ainda não julgadas – de 2014 a 2018, quando a Lava Jato teve sua fase ostensiva e prendeu diversos políticos.
Contas
Na análise das contas feitas pelo TSE, houve penalidades por uma série de irregularidades, como o fretamento de aeronaves sem comprovação de quem eram os passageiros – caso do PT, que terá de devolver R$ 5,2 milhões -, não comprovação de serviços prestados e o não cumprimento da cota feminina.
“O reiterado descumprimento das normas de incentivo à participação política da mulher caracteriza falha grave, apta a ensejar a desaprovação das contas”, disse o ministro Og Fernandes, ao determinar que o DEM devolvesse R$ 398,6 mil.
Para a professora da FGV Direito Rio Silvana Batini, é importante que o TSE seja mais rigoroso, mas a Justiça Eleitoral ainda falha ao não dar respostas rápidas. “Estamos vendo o TSE julgando contas ainda de 2013. Isso é uma sinalização ruim, especialmente quando nós vimos o STF recentemente considerar que a Justiça Eleitoral está apta a julgar crimes conexos aos eleitorais”, afirmou ela. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Estadão Conteúdo
Muito interessante,para não falar vergonhosa essa lei que permitem.que os partidos usam verba "pública"para contratar escritórios de advocacia para defenderem políticos acusados de roubos e corrupção,ou seja,ROUBAM DINHEIRO PÚBLICO E O POVO PAGA PARA ELES NÃO.SEREM PRESOS,SIMPLESMENTE IMORAL !!!
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