Polícia

José Dirceu se entrega à PF em Curitiba para cumprir pena na Lava Jato

O ex-ministro José Dirceu se entregou à Polícia Federal (PF), em Curitiba, na noite desta sexta-feira (17) para cumprir pena de 8 anos e 10 meses pela segunda condenação dele na Operação Lava Jato.

Ele chegou à Superintendência da PF por volta das 21h30. Na tarde de quinta-feira (16), o juiz federal Luiz Antonio Bonat mandou prender o ex-ministro e estipulou que ele se entregasse até as 16h desta sexta.

No entanto, ele não obedeceu o prazo estipulado. A defesa alegou que Dirceu não cumpriu o horário estabelecido porque viajou de carro, de Brasília (onde mora) para Curitiba. Como manifestou disposição em se apresentar à PF, ele não foi considerado foragido após as 16h.

A determinação da prisão foi feita depois que o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) negou, por unanimidade, um recurso da defesa, que pedia prescrição da pena pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Mesmo com a prisão sendo executada, a defesa do ex-ministro ainda pode recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). Os advogados também podem tentar um último recurso, chamado de embargos dos embargos, no próprio TRF-4.

No fim da tarde, com o fim do prazo estipulado pelo juiz, a defesa entrou com uma petição no processo e informou que José Dirceu estava a caminho de Curitiba. No documento, os advogados ressaltaram que ele se apresentaria ainda nesta sexta-feira.

“Esclarece, contudo, que pela distância entre Brasília e Curitiba e pelo mau tempo, o condenado, que saiu de carro, durante a madrugada, da Capital Federal, não conseguirá chegar até as 16h. A Defesa não informou o provável horário de chegada, mas comprometeu-se a fornecer maiores informações assim que tiver uma previsão mais concreta”, disse o juiz em despacho.

Diante do pedido, Bonat informou que não caberia mais a ele aceitar o pedido por um novo prazo para que Dirceu se entregar. Segundo o juiz, a decisão cabe ao juiz da execução penal.

“Detalhes para a entrega do preso, inclusive quanto à dilação do horário para tanto, devem ser requeridos àquele Juízo, razão pela qual deixo de examinar o pleito da Defesa”, afirmou.

Dirceu foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro em 2017 em um processo que investigou recebimento de propina em um contrato com a empresa Apolo Tubulars para o fornecimento de tubos para a Petrobras, entre 2009 e 2012.

O ex-ministro ficou ficou preso em Curitiba entre agosto de 2015 e maio de 2017, em cumprimento da primeira condenação que recebeu na Lava Jato.

O STF concedeu a ele um habeas corpus e o direito de aguardar o julgamento dos recursos desse processo com monitoramento por tornozeleira eletrônica.

Em 2018, depois que os recursos foram julgados, Dirceu voltou à prisão. Ele foi solto novamente em junho de 2018, após uma determinação da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou que ele deveria aguardar até que os recursos fossem julgados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em liberdade.

No primeiro processo, o ex-ministro foi condenado por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

G1

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Televisão

O médico Pedro Cavalcanti está no Cara a Cara com BG deste sábado

O médico e professor Pedro Cavalcanti é o convidado deste sábado do programa Cara a Cara com BG. No bate-papo com Bruno Giovanni, o otorrinolaringologista fala sobre sua infância na Praia do Meio, sobre a vida dedicada à Medicina, além da paixão por carros antigos.

Cara a Cara com BG, sábado, às 8h30, na TV Ponta Negra.

Acompanhe o programa através dos canais: Cabo Telecom 120 (sinal digital) e 805 (HD); NET 13 (sinal digital) e 513 (HD); Sky HD 313.1.

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Meio Ambiente

Ministro diz que há indícios de irregularidades no Fundo Amazônia

Foto: José Cruz/Agência Brasil

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse hoje (17), em entrevista coletiva, em São Paulo, que parte dos projetos do Fundo Amazônia apresentaram irregularidades após análise preliminar. “Em 1/4 dos 103 projetos há exemplos que merecem análise mais aprofundada dos órgãos de controle”, afirmou.

Segundo o ministro, os projetos seguem agora para análise do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), órgão gestor e executor dos contratos, para que sejam tomadas as providências. Ele disse que os principais problemas são inconsistências nas prestações de contas, altas despesas administrativas e gastos excessivos com folha de pagamento. A análise feita pelo MMA, segundo Salles, também será repassada à Controladoria Geral da União (CGU) e ao Tribunal de Contas da União (TCU).

“Há uma desconexão na escolha desses diferentes projetos, há montantes muito altos com gastos administrativos e destinações muito pequenas para atividades-fim”, afirmou Salles. De acordo com ele, foram analisados contratos de ONGs e órgãos públicos ambientais.

O ministro disse que a maior parte dos projetos analisados foi contratada sem licitação. “Há um percentual grande, de 82%, de contratações de balcão, que são aquelas não licitadas”. “Essas questões remontam à necessidade de melhorar a governança pela qual são feitas as contratações e as escolhas do projeto do Fundo Amazônia”, acrescentou.

Salles recomendou que novos convênios e projetos não sejam feitos por enquanto. “Até resolvermos o que fazer com a situação encontrada até agora, não recomendamos que se façam novas contratações.” De acordo com ele, embora seja uma recomendação do MMA, a decisão ficará a cargo do BNDES. No âmbito do ministério, a pasta define critérios e diretrizes para escolha dos projetos e o BNDES é o gestor dos recursos.

Mesmo com irregularidades, o ministro reconheceu que as ações ajudaram a diminuir o desmatamento na Amazônia. “Entendemos que o recurso do Fundo Amazônia certamente ajudou em algum grau a controlar, reduzir ou segurar o desmatamento, mas o que gostaríamos de ter são instrumentos para mensurar o quanto de recursos foram dispendidos mediante o resultado alcançado”.

Fundo Amazônia

Segundo o site do governo federal, o Fundo Amazônia capta doações de instituições nacionais e internacionais para o financiamento não reembolsável de ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento na Amazônia Legal, e ainda o fortalecimento do uso sustentável dos recursos florestais no Brasil e em outros países tropicais.

Atualmente, a Petrobras e os governos da Noruega e da Alemanha são os principais doadores para o Fundo Amazônia. Em dezembro de 2017, por exemplo, os dois países europeus doaram R$ 271,2 milhões. No total, o apoio do fundo já chega a cerca de R$ 4,6 bilhões (US$ 1,2 bilhão).

Agência Brasil

Opinião dos leitores

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Tecnologia

Talentos estão rejeitando trabalhar no Facebook após escândalos

O Facebook viu uma diminuição notável na taxa de aceitação em suas ofertas de emprego. Segundo a CNBC, até três anos atrás o número de pessoas que aceitavam ofertas para trabalhar na empresa era perto de 90%, enquanto hoje essa proporção caiu para quase 50%.

A empresa ainda se recupera das consequências de seu escândalo Cambridge Analytica há mais de um ano, e esse foi o motivo apontado pelo portal como uma das razões para os candidatos estarem recusando as ofertas de emprego.

O escândalo em questão envolveu uma empresa de dados que acessou indevidamente os dados de 87 milhões de usuários do Facebook e usou para segmentar anúncios para Donald Trump na eleição presidencial de 2016. Isso foi feito por meio de um teste de personalidade acessado apenas por alguns milhares de pessoas, mas que aproveitava a liberdade que o Facebook fornecia a desenvolvedores para também coletar informações de outros contatos de usuários que não necessariamente fizeram o teste.

Os recrutadores do Facebook disseram que após o caso da Cambridge Analytica, eles notaram uma queda acentuada na taxa de aceitação das ofertas de emprego, segundo as fontes ouvidas pela publicação. Este é um impacto negativo para a empresa, que tem cada vez mais dificuldades para agregar talentos, especialmente jovens e universitários.

O escritório da rede social já foi considerado o melhor lugar para se trabalhar nos Estados Unidos. Além do escândalo, outros motivos foram apontados sendo chave para a baixa aceitação, como o aumento do custo de vida na região do Vale do Silício e a competição acirrada entre empresas no setor de tecnologia, incluindo gigantes como Google e Apple e startups.

O porta-voz do Facebook, Anthony Harrison, disse que o número de funcionários da empresa cresceu 36% ano a ano do primeiro trimestre de 2018 até o primeiro trimestre de 2019. O Facebook contestou a precisão das contas dos recrutadores, mas se recusou a apontar pontos específicos errados.

Apesar de tudo isso, a empresa liderada por Zuckerberg está longe de diminuir. Pelo contrário: a empresa afirma que veio o número de funcionários aumentou em 36% em 2018.

Opinião dos leitores

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Polícia

MP recebeu relatório sobre Flávio Bolsonaro em janeiro de 2018; caso só veio a público 11 meses depois

A investigação sobre Flávio Bolsonaro e outros deputados e diversos assessores parlamentares veio a público em dezembro, mas o relatório do Coaf que aponta movimentações suspeitas está com o Ministério Público do Rio desde o início do ano passado – foi recebido pelo Laboratório de Lavagem de Dinheiro do MPRJ em 3 de janeiro de 2018.

O documento do Ministério Público do Rio que pediu a quebra do sigilo bancário e fiscal de 95 pessoas e empresas que tiveram relação com Flávio Bolsonaro cita outros Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs) produzidos pelo Coaf.

Um deles revela que, entre novembro de 2017 e junho de 2018, houve 190 mil reais de saques em espécie da conta de Fabricio Queiroz, amigão e ex-assessor de Flávio Bolsonaro.

No documento, o Ministério Público do Rio afirma que encontrou indícios de organização criminosa, lavagem de dinheiro e peculato no gabinete de Flávio Bolsonaro na época em que ele era deputado estadual.

Com informações da Veja

Opinião dos leitores

  1. Tem muito idiota que foi enganado se achando esperto ainda. Até quando esses idiotas vão passar vergonha defendendo esses milicianos.

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Política

Ex-ministro Bebianno diz que Carlos Bolsonaro ‘sabe como manipular o pai’

Foto: Ricardo Borges/Folhapress

Demitido depois de entrar em confronto com o filho do presidente e vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro, o ex-ministro Gustavo Bebianno conversou com VEJA. Nos Estados Unidos, ele afirmou que Carlos sabe como “manipular” o presidente.

“A minha impressão é que há muita chantagem emocional envolvida e assuntos íntimos de família que não me dizem respeito”, explicou.

Bebianno ainda observou que o presidente Jair Bolsonaro aparenta ter uma “grande dificuldade para impor limites”, o que “atrapalha o governo”.

Veja

Opinião dos leitores

  1. Acho que ele foi vítima de uma canalhice sem tamanho. Se tinha contas a acertar, deveria ter sido entre ele e o presidente e não da forma como foi enxotado.

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Política

Previdência: comissão avalia votar texto alternativo ao do governo, diz presidente do grupo

POR GERSON CAMAROTTI

O presidente da comissão especial da Câmara que discute a reforma da Previdência, Marcelo Ramos (PR-AM), confirmou a possibilidade de o grupo votar um projeto substitutivo, alternativo ao do governo, informa o repórter Nilson Klava, da GloboNews.

Conforme mostrou o blog, descontentes com articulação política do Palácio do Planalto, deputados querem apresentar um novo texto, deixando claro que as propostas são do Congresso.

“Dentro da lógica de blindar a pauta econômica e de dar um protagonismo maior à Câmara dos Deputados, já que é a Câmara dos Deputados que tem assumido a responsabilidade de enfrentar as reformas estruturantes que o país precisa, nós hoje consideramos como hipótese a ideia de um projeto substitutivo ao projeto encaminhado pelo governo”, declarou Marcelo Ramos.

De acordo com o presidente da comissão, o texto poderia ser apresentado pelo relator, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP).

Segundo Marcelo Ramos, a ideia é que o novo texto a ser apresentado mantenha a “premissa” da equipe econômica, de economizar cerca de R$ 1 trilhão em dez anos.

Conforme alguns parlamentares, o objetivo com a apresentação de um novo texto é “blindar” a reforma do que eles consideram “crises” produzidas pelo próprio governo.

Seria um jeito também, segundo eles, de garantir o protagonismo do Congresso no tema e em eventuais mudanças, como na aposentadoria rural e no Benefício de Prestação de Continuada (BPC).

“Vamos trabalhar para que ao final o relatório da reforma da Previdência possa ser votado da forma mais equilibrada. Nós teremos a oportunidade de avançar em uma pauta que dialogue com a agenda do país, que é previdência, tributária e novo pacto federativo”, afirmou o vice-presidente da comissão especial, Silvio Costa Filho (PRB-PE).

G1

Opinião dos leitores

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Economia

CRISE: Caixa Econômica Federal abre PDV na próxima semana para 3,5 mil empregados

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, anunciou nesta sexta-feira (17) a funcionários do banco um programa de demissão voluntária (PDV) com objetivo de reduzir 3,5 mil postos.

Segundo a instituição estatal, o público alvo principal do programa são 28 mil funcionários que trabalham na matriz e em escritórios regionais da Caixa. O prazo para adesão ao PDV começa na segunda-feira (20) e vai até o começo de junho.

“Simultaneamente, o banco vai chamar aprovados em concurso em 2014”, afirmou a assessoria de imprensa do banco. Ainda não há uma estimativa de quantos serão contratados, mas a expectativa é de que até 25% desse público seja composto por pessoas portadoras de deficiência física.

O banco afirmou ainda que não há neste momento planos para fechamento de agências. A Caixa tem mais de 4,4 mil pontos físicos de atendimento no Brasil.

A instituição não informou de imediato qual a estimativa de economia a ser obtida com o PDV. A Caixa tinha 85 mil funcionários no final de 2018, o dado público mais recente.

Folhapress

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Economia

Dólar supera os R$ 4,10 e Bolsa fecha abaixo dos 90 mil pontos

O mercado brasileiro não se recuperou das perdas da véspera nesta sexta-feira (17). O dólar continuou a subir e fechou a R$ 4,1020, valorização de 1,58%. A Bolsa brasileira fechou abaixo dos 90 mil pontos, pior desempenho do ano.

Analistas destacam que não houve mudança no quadro político em direção ao avanço da reforma da Previdência. A crise entre governo Bolsonaro e Câmara e investigações envolvendo o filho do presidente, Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), preocupam investidores.

No exterior, o dia também foi de perdas após negativas da China quanto a um acordo com os Estados Unidos para por fim à guerra comercial. As Bolsas chinesas recuaram mais de 2%.

Nos EUA, índice Dow Jones recuou 0,38%. S&P 500 caiu 0,45% e Nasdaq teve queda de 1%.

O Ibovespa, maior índice acionário do país, operou em alta durante a maior parte do pregão. A recuperação após a queda de quinta (16), no entanto, não se sustentou. A Bolsa fechou com leve recuo de 0,03%, a 89.992 pontos, pior patamar do ano. O giro financeiro foi de R$ 16,4 bilhões. Na semana, o índice acumula queda de 4,5%.

Na véspera, o índice caiu 1,75%, a 90 mil pontos. O recuo foi impulsionado pela queda nas ações da Vale, com risco de rompimento de duas barragens. Hoje, com o recorde no preço do minério de ferro, os papeis da companhia se recuperaram e tiveram alta de 2,8%.

Durante a sexta, o dólar continuou trajetória de alta e chegou a R$ 4,1140. A moeda encerrou cotada a R$ 4,1020, alta de 1,58%. O valor é o maior desde 19 de setembro de 2018, período pré-eleitoral.

Na quinta, a moeda americana havia fechado acima dos R$ 4 pela primeira vez desde 1º de outubro.

Na semana, o dólar acumula valorização de 4%. Este é o pior período para o real desde a semana de 20 de agosto, quando a moeda americana teve alta acumulada de R$ 4,80. Dentre as divisas emergentes, o real foi a que mais se desvalorizou, com 2,48% de perdas, bem à frente do Florim húngaro, segundo mais desvalorizado, que perdeu 1,21% frente ao dólar.​

Para Sidnei Nehme, diretor da corretora de câmbio NGO, a alta do dólar não deve se manter. “O patamar de R$ 4,10 já é de altíssimo risco para quem aposta na alta do dólar. Se o governo der um passo firme em direção a reforma da Previdência, a cotação da moeda americana desmorona”, afirma.

Para o economista, a valorização do dólar reflete o cenário de incertezas domésticas. “Neste caso, a guerra comercial entre EUA e China não teve grande pressão. A cotação reflete uma aposta de que o dólar continue a subir, uma aposta no caos. O câmbio é um dos únicos segmentos que não temos problema, com grande reserva e mecanismos para suprir liquidez do mercado. O real é a moeda mais bem defendida e a que cai mais, por especulação de que o cenário político vá piorar”, diz Nehme.​

O início da investigação judicial contra Flávio Bolsonaro e a citação a Rodrigo Maia em delação sobre o pagamento de propina pela companhia aérea Gol podem ser mais um entrave no panorama político. Maia é o principal articulador político da reforma da Previdência, vista como a salvação das contas públicas brasileiras.

Protestos contra o corte de verbas da Educação e a postura conflituosa de Jair Bolsonaro também preocupam o mercado.

Dados econômicos do início do ano tampouco geram otimismo. Segundo o Banco Central, a atividade econômica no primeiro trimestre recuou e as projeções para o PIB do período são negativas.

O clima no exterior também piou na semana, com novos capítulos da guerra comercial entre China e Estados Unidos. Na segunda, o governo chinês anunciou o aumento de tarifas para importações americanas, o que derreteu os mercados globais.

Nesta sexta, o governo chinês afirmou que não tem pressa de fechar um acordo e que a decisão do governo de Donald Trump de elevar as tarifas de importações chinesas feriu “profundamente” as negociações. De forma protecionista, os chineses anunciaram novos incentivos para o mercado interno.​

Folhapress

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Televisão

Papo de Fogão apresenta sabores mexicanos neste sábado

Os sabores do México estarão presentes no Papo de Fogão deste sábado com a tilápia mexicana na crosta de nachos, guaca de pimientos e salsa de limão e o Drink Mexicano, na Dica Rápida, preparados pelo chef e professor do IFRN Renato Cunha.

O Papo de Fogão é transmitido neste sábado (9), às 9h, na TV Ponta Negra.

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Economia

Guedes: ‘Temos coisas para disparar, mas não queremos disparar antes da hora’

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse ao ser cobrado em evento da construção civil sobre medidas de curto prazo que destravem a economia, que existem várias medidas para serem disparadas, mas que precisam ser anunciadas no tempo certo. Ele afirmou que vem ouvindo “todo mundo” e o País vai voltar a crescer.

Entre as medidas que já estão sendo adotadas Guedes citou a simplificação para abertura de empresas, e que espera aumentar a competição no mercado financeiro com o lançamento de fundos de renda fixa.

“Se você começa a apertar o botão, como fizeram no governo passado, sem garantir as reformar complementares… pode ser que eu solte nas duas ou três semanas, se a Previdência andar…”, afirmou.

Sem querer antecipar outras medidas que serão tomadas, Guedes acenou com algum benefício para as igrejas, “mas acho que o presidente vai querer anunciar”, referindo-se a Bolsonaro.

“Setores reclamam para nós (governo) sobre medidas abusivas. Não pode por exemplo uma igreja ter que contratar contador se faturar acima de R$ 3,6 mil… o eSocial obriga isso, não está certo”, disse Guedes.

Estadão Conteúdo

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Política

Moro: ‘Não sou advogado de ninguém’

POR FREDERICO VASCONCELOS

Na última quarta-feira (15), jornalistas da Globo perguntaram ao ministro da Justiça, Sergio Moro, o que achava dos indícios de lavagem de dinheiro atribuídos ao senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), segundo reportagem da revista Veja.

Moro disse que tivera apenas notícias da reportagem.

“O ministro da Justiça não é um ‘super tira’, ele não cuida de todas as investigações do país. Meu papel é estrutural, principalmente em relação aos órgãos afetos ao Ministério da Justiça”, disse Moro.

“Não cuido de casos concretos e específicos. Uma coisa que me recusei desde o início: eu não vou ser advogado, eu não sou advogado de ninguém. Se outros ministros da Justiça no passado se sentiam confortáveis em despir a pele de ministro e agir como advogados, acho que esse não é o papel do ministro da Justiça”, afirmou.

Em fevereiro, Moro deu resposta semelhante à Veja: “Meu papel é diferente, não é ficar advogando, como faziam outros ministros da Justiça do passado. Acho uma conduta inapropriada.”

A referência a “outros ministros” foi associada aos ex-ministros da Justiça José Eduardo Cardozo (governo Dilma Rousseff) e Thomaz Bastos, ambos advogados.

Cardozo defendeu Lula em entrevista ao Valor Econômico, em 2015.

Thomaz Bastos levou o criminalista Arnaldo Malheiros a uma reunião na casa do então ministro da Fazenda Antonio Palocci, quando veio à tona o episódio da quebra do sigilo do caseiro Francenildo Costa.

Malheiros e Thomaz Bastos já morreram.

Opinião dos leitores

  1. Não pode fazer nada, primeiro porque não é denunciados do PT, segundo por àquele compromisso que o B171 falou.

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Educação

Enem já recebeu 5,8 milhões de inscrições; estudantes tem até 23h59 para se inscrever

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) registrou 5.894.270 de inscrições até as 16h30 de hoje (17), de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Esta sexta-feira (17) é o último dia para se inscrever no exame, que podem ser feitas pela internet, na Página do Participante, até as 23h59, no horário de Brasília.

A taxa de inscrição custa R$ 85. Quem não tem isenção deve fazer o pagamento até o dia 23 de maio, em agências bancárias, casas lotéricas e Correios. A inscrição é confirmada apenas após o pagamento.

No ano passado, o exame recebeu 6.774.891 de inscrições, mas 5.513.662, o equivalente a 81,3%, confirmaram a participação.

O Enem será aplicado em dois domingos, nos dias 3 e 10 de novembro. No primeiro dia de prova, os participantes responderão a questões de linguagens e ciências humanas e farão a prova de redação. Para isso, terão 5 horas e 30 minutos. No segundo dia, os estudantes terão 5 horas para resolver as provas de ciências da natureza e matemática.

Os gabaritos das provas serão divulgados até o dia 13 de novembro. O resultado sairá em data a ser divulgada posteriormente.

As notas do Enem podem ser usadas para ingressar em instituição pública pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para obter bolsas de estudo em instituições particulares de ensino superior pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e para obter financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

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Política

Bolsonaro muda versão e diz que não fez acordo com Moro para STF

O presidente Jair Bolsonaro voltou atrás nesta quinta-feira (16) de sua primeira versão e disse que não houve nenhum acordo com o ministro da Justiça, Sergio Moro, para que ele assumisse uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal) após cumprir um período como titular no governo.

“Quem me acompanhou ao longo de quatro anos, sabe que eu falava que precisamos de alguém no Supremo com o perfil de Moro. Não teve nenhum acordo, nada, ninguém nunca me viu com Moro [antes da eleição]”, afirmou o presidente durante transmissão ao vivo em suas redes sociais.

Bolsonaro, que estava em Dallas (EUA) para encontro com políticos e empresários americanos, disse que a primeira vez que falou com o ex-juiz foi, via telefone, durante a campanha eleitoral.

No último domingo (12), porém, Bolsonaro afirmou que assumiu o compromisso de indicar Moro para uma vaga no Supremo.

“Eu fiz um compromisso com ele, porque ele abriu mão de 22 anos de magistratura. Eu falei: ‘a primeira vaga que tiver lá [no STF], está à sua disposição'”, disse o presidente em entrevista à rádio Bandeirantes.

Em seguida, Moro foi a público dizer que não existia nenhum acordo prévio entre ele e Bolsonaro para uma cadeira na corte. “Não vou receber um convite para ser ministro estabelecendo condição sobre circunstâncias do futuro que não se pode controlar.”

O jogo de versões despertou o mundo político e, na avaliação de parlamentares, expôs o ex-juiz a um desgaste antecipado no Congresso -a indicação do presidente para o STF precisa ser aprovada pelo Senado.

Moro tem trabalhado para aprovar um pacote anticrime, que está parado na Câmara, e perdeu a batalha para manter o Coaf sob o guarda-chuva da Justiça. O órgão migrou para o Ministério da Economia, de Paulo Guedes.

O primeiro ministro do Supremo que deve deixar a corte é o decano Celso de Mello, que completa 75 anos -a idade de aposentadoria obrigatória- em novembro de 2020. A segunda vaga no STF deve ficar disponível com a aposentadoria de Marco Aurélio Mello, em julho de 2021.

Na entrevista à rádio Bandeirantes, Bolsonaro foi questionado sobre uma fala recente do ex-juiz da Lava Jato, que no final de abril disse ao jornal português Expresso que ir para o STF seria “como ganhar na loteria”.

“Eu vou honrar esse compromisso. Caso ele [Moro] queira ir pra lá [STF], será um grande aliado. Não do governo, mas dos interesses do nosso Brasil dentro do STF”, disse o mandatário.

Moro foi anunciado ministro da Justiça em 1º de novembro do ano passado, poucos dias depois da vitória do atual presidente no segundo turno das eleições presidenciais.

Quando comunicou seu embarque no governo, Moro disse ter aceitado o convite de Bolsonaro “com certo pesar” por ter de “abandonar 22 anos de magistratura”.

“No entanto, a perspectiva de implementar uma forte agenda anticorrupção e anticrime organizado, com respeito à Constituição, à lei e aos direitos, levaram-me a tomar esta decisão. Na prática, significa consolidar os avanços contra o crime e a corrupção dos últimos anos e afastar riscos de retrocessos por um bem maior”, disse à época o ex-juiz.

Folhapress

Opinião dos leitores

    1. Vdd, melhor vc ir pra Venezuela, lá você irá usufruir de todas as teorias colocada em prática dos que vc defende. Tchau

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Política

Maia cobra medidas para enfrentar desemprego e alfineta: “Estamos caminhando para o aumento da pobreza”

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) defendeu nesta sexta (17) uma agenda econômica de curto prazo, para tentar destravar a geração de empregos no país.

Em evento do setor de construção civil, no Rio, Maia disse não se preocupar com a reforma da Previdência, que segundo ele já está encaminhada no Congresso.

Ao lado do ministro da Economia, Paulo Guedes, ele propôs o estudo de medidas para movimentar a economia enquanto os efeitos da reforma não forem sentidos. Citou como exemplo o uso do FGTS para fomentar investimentos.

“Nós estamos caminhando para o aumento do desemprego, para o aumento da pobreza e no final do ano voltamos a ter fome no país”, afirmou o presidente da Câmara.

Ele discursou depois de Guedes, que falou sobre expectativas de crescimento após a aprovação da reforma da Previdência e de novas reformas que o governo pretende apresentar, como a revisão do pacto federativo.

Em seu discurso, Guedes acenou também com a redução de juros para financiamentos imobiliários concedidos por bancos públicos.

“Ministro, quando a gente ouve as suas apresentações, se fechar os olhos, a gente vê um Brasil espetacular, com redução da pobreza, melhora na educação…”, disse. “Mas a base da sociedade vive uma crise, uma recessão real há cinco anos.”

Ele afirmou que na semana que vem se reunirá com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), para definir uma agenda positiva para o Congresso.

O presidente da Câmara criticou pressões que vem sofrendo por meio de redes sociais. “Se formos pensar em redes sociais, não aprovaremos nada”, afirmou, relacionando as pressões a “corporações”.

Maia, porém, vem sendo vítima também de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. Em março, após uma série de ataques, chegou a ter discussões públicas com o próprio presidente.

Ele defendeu também uma restruturação da gestão pública no país. “O Estado brasileiro ficou caro”, afirmou, citando que funcionários públicos ganham em media 67% a mais do que equivalentes no setor privado.

“Se a gente não reestruturar essa questão, não adianta nem desvincular o orçamento, já que quase 100% dos recursos são usados para pagar pessoal”, argumentou. “A gente precisa enfrentar isso de forma rápida”.

Ele alegou, por exemplo, que a diferença entre os pisos e tetos salariais das carreiras públicas são pequenos, o que leva diversas categorias a brigar por ganhos extras quando atingem o teto, como os honorários de sucumbência pedidos pelos advogados da União.

“A câmara dos deputados, sem nenhum deputado custa R$ 4 milhões. Por que? Tem
Os melhores servidores do país sem dúvida nenhuma, mas o salário médio é R$ 30 mil. Não dá”, diz.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Esse canalha é o principal contribuinte desse caos, não diminui as mordomias e os supersalários, inclusive não desativa o gatilho salarial dos marajás do Brasil, pauta projetos de leis que aumenta gastos do governo e até anistia as dívidas de bilhões dos caloteiros e de transgressores das leis que foram multados, não vota projetos de interesse econômicos do país por favorecer a permanecia de Bolsonaro na presidência, não vota projetos que endurece as leis contra os corruptos e criminosos, principalmente de facções. Isso são apenas algumas das contribuições que esse transvestido de cidadão desfere contra o povo brasileiro, e que os petralhas associa-se para destruir o país.

    1. Falou claro e cristalino como a água. É por aí mesmo Chico. Parabéns pelo texto!!

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Cidades

CAU e Crea apresentarão propostas para minimizar suicídios na Ponte Newton Navarro

Na próxima segunda-feira (20), às 10h30, os presidentes do Crea-RN, Ana Adalgisa Dias e do Cau-RN, Luciano Barros, concedem coletiva à imprensa para apresentar uma proposta de solução para a Ponte Newton Navarro, com o intuito de minimizar o índice de suicídios que vêm ocorrendo no local.

O deputado federal General Girão também participará da coletiva. O parlamentar confirmou que irá a Brasília, juntamente com os integrantes dos órgãos, para apresentar a proposta ao Governo Federal e tentar sensibilizar à classe política para a necessidade da realização da obra. A coletiva será concedida na sede do Crea-RN, em Natal, na avenida Senador Salgado Filho, nº 1840, Lagoa Nova.

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