Passado o primeiro trimestre do ano, o setor empresarial abandona a expectativa de viver uma retomada vibrante em seus negócios ainda em 2019. Sedimenta-se a certeza de que o crescimento vai ficar para 2020, principalmente no setor industrial.
A avaliação é que nem a aprovação da reforma da Previdência conseguiria mudar o cenário a esta altura.
Parte da projeção leva em consideração que a confiança, já frágil, sofreu novo golpe com a desarticulação política do governo no início de mandato. A troca de farpas entre o presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), agravou a sensação de instabilidade política.
Passado o primeiro trimestre do ano, o setor empresarial abandona a expectativa de viver uma retomada vibrante em seus negócios ainda em 2019. Sedimenta-se a certeza de que o crescimento vai ficar para 2020, principalmente no setor industrial.
A avaliação é que nem a aprovação da reforma da Previdência conseguiria mudar o cenário a esta altura.
Parte da projeção leva em consideração que a confiança, já frágil, sofreu novo golpe com a desarticulação política do governo no início de mandato. A troca de farpas entre o presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), agravou a sensação de instabilidade política.
“O conflito entre Poderes causa ruído e desvia o foco do que é fundamental neste momento: precisamos da aprovação de projetos para o país”, diz Fernando Pimentel, presidente-executivo da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e Confecção).
A leitura é que houve perda de tempo. Daqui para a frente será preciso esperar ações concretas para que os novos investimentos sejam desengavetados.
“Desanuviando esse ambiente pesado que nós estamos vivendo hoje e avançando a reforma da Previdência, haverá mais confiança, o que puxa investimentos. Mas não vai ter um boom de investimentos agora. Em termos práticos, isso ficaria para 2020”, afirma Pimentel.
No caso da indústria, o movimento de retomada também precisa superar uma limitação operacional: a grande capacidade ociosa nas linhas de produção.
Segundo dados da FGV (Fundação Getulio Vargas), a ociosidade média da indústria brasileira está na casa de 26% —patamar muito elevado.
Fernando Figueiredo, presidente-executivo da Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química), conta que, no ano passado, a capacidade ociosa nas empresas do setor foi de 23%, o que não abre espaço para investimentos.
“A previsão de investimentos da indústria química do Brasil até 2022 é de US$ 1 bilhão [cerca de R$ 3,9 bilhões]. É o mesmo que você escrever investimento zero”, diz Figueiredo.
“Para ter uma ideia, no mesmo período, a previsão de investimento do setor nos Estados Unidos é de US$ 220 bilhões”, afirma ele.
A reversão desse quadro será lenta, mesmo se a reforma da Previdência for aprovada, diz o presidente-executivo da Eletros (Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos), José Jorge do Nascimento Junior.
“Se a reforma da Previdência for aprovada até o meio do ano e houver uma recuperação do otimismo, em meio a momentos que costumam ser marcados por uma alta no consumo, como Black Friday e Natal, a capacidade ociosa pode começar a diminuir em setembro, mas crescimento mesmo viria apenas em 2020”, diz ele.
Sem investimentos nas operações já existentes ou na abertura de novas unidades neste ano, o cenário no mercado de trabalho também se deteriora.
A taxa de desocupação no país voltou a subir nos três meses até fevereiro, informou, na sexta-feira (29), o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
No período, atingiram patamares recordes o número de desalentados (pessoas que desistem de procurar trabalho) e o número de trabalhadores subutilizados (pessoas que trabalham menos do que poderiam).
O setor da construção, espécie de locomotiva na criação de vagas, é um exemplo da anemia que contagia o mercado de trabalho.
Após amargar o fechamento de 974 mil postos entre 2014 e 2018, as contratações voltam em um ritmo muito lento.
Em janeiro e fevereiro, o saldo entre fechamento e abertura de vagas foi positivo em 26 mil —número muito aquém do saldo de 109,5 mil gerado no mesmo período em 2009, momento áureo em obras.
Para voltar a investir e a contratar com força, o setor empresarial também aguarda medidas que possam melhorar o ambiente econômico, explica Martins, da construção civil.
“Você investiria as suas reservas econômicas em um projeto que começa dar resultado daqui a dez anos, sem saber o que vai vir pelo caminho? Nenhum de nós é louco de fazer isso, muito menos o investidor internacional. Antes de chegar a isso, é preciso ter um cenário econômico futuro razoavelmente definido”, afirma ele.
Outras medidas para destravar a economia foram defendidas e apresentadas a Bolsonaro e aos ministros Paulo Guedes (Economia) e Onyx Lorenzoni (Casa Civil), na segunda-feira (25), por executivos que compõem a coalizão indústria.
No encontro, os empresários entregaram uma agenda econômica para o país, mas sempre reforçando a importância de dar prioridade à aprovação da reforma da
Previdência.
“Para o país avançar, é preciso arrumar a casa. Isso é o ajuste fiscal. Mas, além da reforma da Previdência, precisamos de outras reformas, como a tributária”, afirma Marco Polo de Mello Lopes, presidente-executivo do IABr (Instituto Aço Brasil).
Os executivos reforçaram que a construção civil, as obras de infraestrutura e as exportações têm uma importante contribuição para o crescimento econômico.
Para que esses setores ganhem fôlego, dizem, dependem da redução da burocracia, do aumento do crédito e de uma abertura comercial —conjunto de medidas que podem ser agilizadas com a melhoria do ambiente regulatório com base em ajustes legais feitos pelo governo.
A coalizão reúne representantes dos setores automotivo, químico, têxtil, plástico, do aço, de brinquedos, de calçados, do comércio exterior, de máquinas e equipamentos, da construção civil e de eletrônicos.
Para dimensionar o potencial da coalizão, Lopes apresenta números. O grupo representa 39% do PIB [Produto Interno Bruto] da indústria, movimenta R$ 485 bilhões na economia do país e é responsável por 30 milhões de empregos diretos e indiretos.
Folhapress
Seguindo a mesma lógica desse grande erudito e pensador, Bolsonaro, vamos diminuir a quantidade de Policiamento visto que a maioria dos policiais estão prendendo pra gerar renda para os advogado (industria da multa / industria da prisão).
Ele realmente representa os seus eleitores.
Como é interessante o debate politico hoje no Brasil, analisando dois fatos semelhantes. O Presidente(extrema Direita) suspende a instalação de 8.000 radares e a governadora(extrema esquerda) quer anistiar as dividas no DETRAN de milhares de motos que circulam irregularmente nos interiores do RN. Os radicais da Esquerda criticam o Presidente e apoiam a governadora. Já os radicais de Direita detonam a governadora e apoiam o presidente. Radicalismo é uma doença instalada na politica brasileira onde só é bom o meu, o seu não vale nada, independente se o projeto é bom para o país ou o povo…kkkkkkkkkkkkkkk
Só é multado quem erra!!! É uma atitude extremamente populista e em nada contribui para amenizar o trânsito que mais mata no mundo…
Muito satisfeito com meu voto é meu trabalho em favor da candidatura de presidente Bolsonaro ou melhor em favor do Brasil
????????????????????????Parabéns Presidente!
Atitude perfeita essa do presidente Jair Bolsonaro, pois esse negócio de radares e lombadas eletrônicas no Brasil já virou caso de polícia, pois existe uma verdadeira quadrilha montada entre políticos e empresários desse setor para roubar os proprietários de veículos, todos comenda a sua parte, tanto os polícia como os empresários que atuam fazendo esse lobby.
Parabéns Presidente,essa mamata da indústria da multa acabou,a função dessa imoralidade de lombadas eram so roubar o usuario,e nao diminuir o numero de acidentes,pura balela!!!
A vários anos o DNIT era entregue ao partido PR. Todos os superintendentes e direções do órgão eram nomeados por determinação do partido. Tais recursos, oriundos das infrações, serviram para alimentar os cofres de várias empresas detentoras dos contratos que, por sua vez, empregavam funcionários indicados pelo DNIT( famoso toma lá – dá cá). Existe até a necessidade de se verificar a real competência do DNIT para assinar essas infrações. Creio que tal competência seja incumbência da PRF. Resta saber se os condutores serão educados o bastante para respeitarem os limites de velocidade sem a necessidade de tais equipamentos fiscalizadores.
A Maria Louca do RN quer cancelar todas as multas e dívidas das motos que circulam nos interiores, desrespeitando os cidadãos que pagam em dias e valorizando os parasitas e a máfia que não pagam os tributos, ninguém reclama… Do meu partido pode tudo e eu apoio, do outro é golpe… vão tomar no orifício corrugado!
Os apaixonados não perdem a oportunidade. No RN a PM fez um excelente trabalho tirando de circulação motos irregulares. A governadora esperneou e vai punir os PMs que trabalharam de forma incansável para retirar de circulação, inclusive bandidos em suas motos irregulares. Mas o Governo do RN mandou de imediato devolver e isentar os IPVAs. Interessante, esses lacaios que criticaram a indústria de Henrique Alves em arrecadar de surpresa nas estradas os radares de 40km/h não deram uma palavra acerca disso… muito interessante… passa óleo de peroba seus comunistas perversos.
Boa notícia! A maioria dos radares não cumprem as orientações técnicas e servem para fins de arrecadar recursos e enriquecer terceiros, sem contar que radar eletrônico não previne acidente como o quebra-mola bem construído e dentro das especificações técnicas. Sua construção é simples, econômica, eficiente. E sua manutenção ínfima. O quebra-mola realmente reduz a velocidade.
A obrigatoriedade de andar com os faróis acessos de dia é uma das maiores aberrações que o CONTRAN já adotou. É brincar com nossa inteligência.Vê-se claramente que a luminosidade do sol suplanta a dos faróis acessos.Em tempos ruins e de baixa luminosidade já fazíamos sem necessidade da obrigatoriedade e de multas.Deveria constar no CTB como orientação. Quem não enxergar um veículos de dia e com os faróis apagados numa distância considerável e segura é porque está cego e o melhor é cassar sua habilitação e não penalizar toda uma população.
Grande mer… A PRF faz todo santo dia essa fiscalização com radares móveis, que são tanto mais eficientes quanto mais "multadores" do que esses pardais nas rodovias. Poderiam encher as rodovias de radares fixos desde que aumentassem a velocidade máxima nas estradas: ao invés de 80km/h nas BRs, ser de 100 ou 110km/h, p. ex. A fiscalização constante impediria que se andasse a mais de 140, como comumente acontece hj, mas também possibilitaria que se andasse numa velocidade boa e segura.
Em Natal também é um absurdo .
Essa indústria da multa tem que acabar ¡
Muitos pontos estratégicos apenas com uma finalidade, arrecadação.
Interessante como tem gente que nunca está satisfeita, antes reclamavam da industria da multa que eram os radares, agora que alguém, que no caso é o presidente, resolve encarar essa máfia lá vem elas reclamarem. Será que se tivesse sido o Luladrão que tivesse cancelado também estariam aqui reclamando?
Grande coisa ele fez, se o motorista, mesmo mechendo no bolso ainda faz o que faz, imagina sem fiscalização. Não instalar esses radares é favorecer quem é irresponsável ao volante e punir quem dirige com responsabilidade.
Os playboys piram, poderão acelerar seus carrões nas vias públicas, mas o que incomoda é o silêncio das autoridades de trânsito face a essa medida irresponsável.
Deixa de ser tabacudo, cérebro de fezes! Playboy vai lá para rodovias federais para cometer ilicitudes; vão para as estaduais.
É só instalar lombadas normais… elas sao eficazes e nao assaltam os motoristas!
O Presidente Bolsonaro agiu corretamente. Parabéns Capitão. Radar em qualquer rodovia, majoritariamente, visa "pungar" o bolso do espoliado cidadão brasileiro. Interessante será que, no âmbito estadual, a Governadora Fátima Bezerra desestimule, caso haja, interesse do Detran neste sentido. Ao Prefeito Álvaro Dias o pedido de ajudea ao natalense e a sua própria administração passando o "pente fino" na saga multadora da STTU.
Parabéns Presidente, tem que acabar com essa indústria, o intuito é faturar, vamos extinguir essa pouca vergonha.