Diversos

Prédios erguidos em sistema de obra de condomínio fechado atrai investidores em Natal

O mercado da construção civil em baixa por todo o Brasil tem elevado a procura de investidores por obras realizadas em sistema de condomínio fechado, ou a preço de custo, como também são conhecidas. Então, grupos de pessoas se organizam para bancar o material e a mão de obra necessários na construção de um prédio. O edifício Solar Sinatra, por exemplo, lançado há 30 dias aqui em Natal nesse formato, está com 80% das unidades comercializadas. O residencial de 27 andares, com um apartamento de 227m² por andar, será erguido na divisa entre Petrópolis e Areia Preta, em um dos poucos terrenos ainda disponíveis que possibilitam a visão total do mar.

De acordo com Roberto Peres, diretor da imobiliária Peres&Peres e um dos responsáveis pela organização e comercialização do empreendimento, esse tipo de construção atrai o investidor ou futuro morador, pela economia de custos e a certeza do retorno financeiro. “As obras em sistema de condomínio fechado têm como principal fator motivador da procura, a redução do valor do metro quadrado de obra, podendo ficar entre 20% e 30% mais baixo que nos lançamentos de construtoras convencionais. Além disso, as unidades depois de entregues possibilitam a escolha de todo o material de acabamento, isso permite à pessoa morar em seu apartamento com 100% de sua personalidade”, explica ele.

O Solar Sinatra promete contribuir para a paisagem do lugar, o belo projeto com a fachada em pele de vidro é do arquiteto Neio Archanjo e foi planejado para que as pessoas possam admirar a paisagem de qualquer lugar onde estiver na sua unidade. Os interessados em fazer parte do seleto grupo de compradores desse condomínio residencial podem procurar a Peres&Peres ou a Aliança Imobiliária.

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Política

Polêmica, sessão do Senado é suspensa e escolha do presidente fica para amanhã

A sessão preparatória para eleição do novo presidente do Senado foi suspensa na noite de hoje (1º) e está prevista para ser reaberta neste sábado (2), às 11h. A presidência interina da Mesa passará do senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) para o senador mais idoso da casa, José Maranhão (MDB-PB).

Mais cedo, os senadores decidiram, com 50 votos a favor, que a eleição dos membros da Mesa Diretora seria feita em votação aberta.

A reunião em que seria escolhido o novo presidente do Senado foi adiada após cinco horas de discussões. O impasse se deu em torno da decisão pelo voto aberto. A sessão foi marcada por reações acaloradas de senadores, vários dos quais não aceitaram a mudança do rito para escolha do novo presidente. Como não houve acordo, a sessão foi suspensa e remarcada para este sábado.

Também houve um debate sobre a presidência interina da sessão preparatória. O senador Davi Alcolumbre foi questionado pela senadora Kátia Abreu e outros senadores que reivindicavam que a presidência fosse repassada ao senador mais idoso, José Maranhão. Alcolumbre é um dos candidatos à presidência do Senado.

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Política

Deputados Estaduais tomam posse nesta sexta-feira. 9 pela primeira vez e 15 foram reeleitos. Confiram todos os nomes

Representantes diretos da população, os deputados estaduais que vão compor a 62ª Legislatura tomam posse durante a sessão solene desta sexta-feira (1), no Plenário da Casa a partir das 09:00h. São 24 parlamentares escolhidos pelo voto direto de aproximadamente um milhão de potiguares no último pleito. Durante a solenidade, o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira (PSDB), abrirá a sessão e anunciará os nomes dos diplomados para integrar o Legislativo nos anos 2019 a 2022. A solenidade de posse será transmitida ao vivo pela TV Assembleia, no canal 51.3 da TV aberta, pelo site da Assembleia (www.al.rn.gov.br) e pelo Instagram @assembleiarn.

Nove novos parlamentares iniciarão nesta sexta o primeiro mandato:

Confira a relação dos eleitos:

Albert Dickson (PROS)

Allyson Bezerra (Solidariedade)

Coronel Azevedo (PSL)

Cristiane Dantas (Solidariedade)

Dr. Bernardo (Avante)

Eudiane Macedo (PTC)

Ezequiel Ferreira (PSDB)

Francisco do PT (PT)

Galeno Torquato (PSD)

George Soares (PR)

Getúlio Rêgo (DEM)

Gustavo Carvalho (PROS)

Hermano Morais (MDB)

Isolda Dantas (PT)

José Dias (PSDB)

Kelps Lima (SOLIDARIEDADE)

Kleber Rodrigues (Avante)

Nélter Queiroz (MDB)

Raimundo Fernandes (PSDB)

Sandro Pimentel (PSOL)

Souza (PHS)

Tomba Farias (PSDB)

Ubaldo Fernandes (PTC)

Vivaldo Costa (PSD)

Opinião dos leitores

  1. Se "o melhor do Brasil é o brasileiro" – ou seja, o eleitor-freguês -, logo o melhor do RN são os ditos "representantes do povo" potiguar. Realmente, Câmara Cascudo tinha o dom de iludir… incautos.

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Jornalismo

Oposição cobra que MPF investigue Damares Alves por adoção de criança indígena

Depois da revelação de que a ministra Damares Alves(Mulher, Família e Direitos Humanos) adotou irregularmente umacriança indígena , parlamentares de oposição cobraram uma investigação do Ministério Público Federal. Do outro lado, o governo minimizou o caso, revelado ontem pela Revista Época.

Há 15 anos, segundo relatos de diversos integrantes da Aldeia Kamayurá, no Xingu, Kajutiti Lulu Kamayurá foi levada por Damares , a pretexto de realizar um tratamento dentário. A criança, então com 6 anos, não retornou, e a adoção jamais foi formalizada.

— Os indícios são fortíssimos de violação de direitos. O Ministério Público deve abrir um inquérito civil público e um inquérito policial para apurar o que aconteceu. A própria ministra tem que vir a público esclarecer essa história. Houve uma violação do Estatuto da Criança e do Adolescente e do Estatuto do Índio — afirmou a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ).

Já o deputado Paulo Teixeira (PT-SP) disse que o caso é “gravíssimo”:

— O processo de adoção no Brasil é muito criterioso, ainda mais da população indígena. Isso revela uma violência muito elevada, porque não foram respeitados os costumes e as tradições, tanto que não há a concordância da tribo de origem.

‘Lulu não foi arrancada’

Segundo o deputado Ivan Valente (PSOL-SP), a forma como ocorreu a saída de Kajutiti Lulu Kamayurá da tribo precisa ser esclarecida:

— Há a lógica de alguns setores evangélicos de retirar as crianças das suas comunidades, mas agora está parecendo mais um sequestro do que propriamente uma adoção.

Ao portal UOL, Lulu afirmou que Damares se apaixonou por ela, e vice-versa. “Foi amor à primeira vista. O resto é tudo mentira”.

Ontem, depois da publicação da reportagem, Damares se manifestou, por meio de nota. A assessoria da ministra afirmou que ela não participou do processo de saída de de Kajutiti Lulu da aldeia.

“Damares é uma cuidadora de Lulu e a considera uma filha. Como não se trata de um processo de adoção, e sim um vínculo socioafetivo, os requisitos citados pela reportagem não se aplicam. Ela nunca deixou de conviver com os parentes, que ainda moram em Brasília”.

A reportagem da Época mostrou que indígenas da Aldeia Kamayurá disseram que Damares e Márcia Suzuki, amiga da ministra, se apresentaram 15 anos atrás como missionárias e, dizendo-se preocupadas com a saúde bucal de Lulu, então com 6 anos, levaram a menina para fazer um tratamento dentário na cidade, com a promessa de levá-la de volta após o tratamento, o que não ocorreu. Lulu só voltaria à aldeia já adulta, há cerca de dois anos — hoje ela tem 20 anos.

A ministra nega que a história tenha acontecido como relataram os índios.

“Lulu não foi arrancada dos braços dos familiares. Ela saiu com total anuência de todos e acompanhada de tios, primos e irmãos para tratamento ortodôntico, de processo de desnutrição e desidratação. Também veio a Brasília estudar”.

Ainda segundo Damares, “Lulu não foi alienada de sua cultura e passou por rituais de passagem de sua tribo”. Por fim, a nota afirma que “Lulu não é pessoa pública. É maior de idade. Não foi sequestrada. Saiu da aldeia com familiares, foi e é cuidada por Damares com anuência destes. Nenhum suposto interesse público no caso deveria ser motivo para a violação do direito a uma vida privada, sem tamanha exposição”.

O vice-presidente Hamilton Mourão, no entanto, minimizou a questão e afirmou que o ponto mais relevante é a felicidade da jovem.

— Se a moça está feliz com ela (Damares), acho que é o mais importante. Isso é fundamental. A ministra Damares tem me causado uma excelente impressão, porque é uma mulher de posições bem definidas, firmes — disse Mourão.

O vice reconheceu, no entanto, que a adoção de crianças indígenas pode provocar polêmicas:

— Sempre tem ruídos. Quando eu morei em São Gabriel da Cachoeira (AM), que é um município totalmente indígena, vários casais de militares do Exército que não tinham filhos adotaram crianças indígenas, e elas estão aí satisfeitas da vida.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Revista Época faz fak News sobre esta adoção, da Índia, a miístra Damaris já deu várias entrevistas falando sobre este assunto.

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Política

Direita cresce e engole o centro no Congresso mais fragmentado da história. Vejam todos os senadores e deputados que tomam posse nesta sexta

O Congresso Nacional que toma posse nesta sexta-feira (1º) é o mais fragmentado da história do país: foram eleitos deputados de 30 partidos e senadores de 21. Além de muitas, são legendas divididas, o que aumentará o esforço do governo Jair Bolsonaro para obter maioria no Parlamento.

Situados principalmente nas extremidades direita (PSL e Novo) e esquerda (Psol, PT, PCdoB), congressistas de perfil mais ideológico aumentarão em número e tendem a contribuir para elevar a temperatura dos debates, o que deve ser estimulado pela disruptiva pauta parlamentar do governo Bolsonaro.

A eleição para o Congresso repetiu o fenômeno da disputa presidencial: a direita engoliu o centro e avançou sobre a esquerda. Mais da metade dos deputados e quase 50% dos senadores eleitos são filiados a partidos considerados de direita. Esse grupo cresceu exponencialmente nos últimos oito anos no Congresso: 32% na Câmara e 60% no Senado.

No mesmo período, o centro, liderado por PSDB e MDB, perdeu o posto de fiel da balança. Pelo mesmo comparativo, a esquerda também encolheu, embora tenha crescido ligeiramente em relação ao atual número de integrantes na Câmara.

Após ter feito só um deputado em 2014, o até então irrelevante PSL passou à condição de segunda maior bancada da Câmara, praticamente empatado com o PT na primeira colocação. Foi a legenda com maior número de votos para federal e, portanto, terá a maior cota do fundo partidário em 2019. Dirigentes do partido, porém, tentam ampliar a bancada de 52 deputados eleitos. Ontem o partido ganhou o reforço de Bia Kicis (DF), eleita pelo PRP em campanha completamente casada com a de Bolsonaro.

Força partidária mais poderosa do Congresso até recentemente, o MDB elegeu apenas a quarta maior bancada de deputados – ficou atrás do PT, do PSL e do PP – ao conquistar 34 cadeiras. Já os tucanos terão somente a nona maior representação, com 29 deputados, empatados com o DEM.

SDB e MDB, que somavam 30 senadores, terão 21 na nova legislatura, com a recente filiação de Eduardo Gomes (TO), eleito pelo Solidariedade. Embora tenha emplacado o maior número de deputados eleitos, o PT terá apenas seis senadores. É metade do tamanho da bancada depois das eleições de 2014.

Sete senadores que serão empossados nesta sexta trocaram de partido

Nas últimas legislaturas, parlamentares ideológicos têm formado uma ínfima minoria no Congresso. A maioria define o seu voto de acordo com a capacidade de colher vantagens do poder, com os humores da opinião pública e com as alianças táticas (e às vezes eleitorais e financeiras) com diversos grupos de pressão.

Troca-troca partidário

O quadro partidário inicial deverá ser alterado ao longo do ano. Antes mesmo da posse, sete senadores eleitos em outubro de 2018 trocaram de partido. Entre eles, Jorge Kajuru (GO), que seria o único representante do PRP na Casa e se filiou ao PSB, e os três senadores do PTB, que foram para o PSD e o Pros. Com isso, em vez de 21, o Senado começa o ano com parlamentares de 19 partidos – ainda assim, um recorde na Casa.

Na Câmara ainda não há confirmação de quantas mudanças partidárias houve, o que deve ocorrer nos próximos dias. Um fator que favorece o troca-troca partidário é o fato de 14 dos 35 partidos existentes no país não terem atingido a chamada cláusula de barreira (de 1,5% dos votos válidos para deputado federal em todo o país e mais 1% em pelo menos nove estados), criada para reduzir o alto número de siglas no país.

Lista de deputados e senadores que serão empossados nesta sexta

CONGRESSO EM FOCO

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Economia

Reforma pode permitir que trabalhador use FGTS para formar seu fundo de aposentadoria

O governo estuda autorizar os trabalhadores a transferirem recursos das suas contas do FGTS para o regime de capitalização – modalidade de previdência que será criada para os novos trabalhadores do setor privado com a reforma. Por esse mecanismo, os segurados passam a contribuir para suas próprias aposentadorias, numa poupança visando a obter uma renda complementar. Como a maior parte dos recursos do FGTS já está comprometida com empréstimos habitacionais, inicialmente cotistas poderão migrar somente novas contribuições que seus empregadores farão ao Fundo.

Uma das preocupações é evitar um problema político com o setor da construção civil, o que poderia prejudicar a aprovação da reforma. A proposta vai tratar apenas das linhas gerais da capitalização. Os detalhes, como alíquota de contribuição e abrangência, serão definidos posteriormente, em lei complementar.

Segundo estudos da área econômica, a ideia é seguir outros países e criar alíquota para os empregadores a fim de ajudar a financiar o novo modelo. Seria algo similar aos fundos de pensão das estatais em que os patrocinadores recolhem para a Previdência a mesma alíquota dos funcionários.

A destinação de fontes distintas ao regime de capitalização tem o objetivo de evitar o que aconteceu no Chile, onde só os trabalhadores contribuíram (com alíquota de 10%). O modelo teve problemas com o baixo valor de aposentadorias.

Segundo técnicos, a capitalização valerá para novos trabalhadores e que ganham acima do teto da Previdência (de R$ 5.839). Os demais continuarão enquadrados no regime de repartição, no qual os trabalhadores da ativa ajudam a pagar benefícios de aposentados.

O GLOBO

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Economia

Brasil avalia renegociar dívidas da Venezuela para ajudar Juan Guaidó

Numa ofensiva diplomática contra Nicolás Maduro, o governo de Jair Bolsonaro avalia renegociar a dívida bilionária da Venezuela como Brasil para dar fôlego ao líder opositor Juan Guaidó, caso ocorra uma transição no país vizinho e ele assuma o poder.

A proposta de reescalonamento da dívida dos venezuelanos é um dos itens de um pacote que auxiliares de Bolsonaro vêm discutindo para apoiar Guaidó, que se declarou presidente encarregado do país vizinho.

Também estão nessa lista uma ação concreta para acelerar a liberação de programas de auxílio financeiro nos organismos em que o Brasil tem influência, como Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Mundial e Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

A ideia é facilitar a reinserção na comunidade internacional da Venezuela, que hoje vive praticamente isolada. Se Guaidó se viabilizar como presidente, o Brasil deve fazer gestões para garantir à nova administração um rápido acesso a liquidez, permitindo que Caracas honre compromissos atrasados.

A reestruturação da dívida que os venezuelanos contraíram no Brasil com o BNDES e com outras instituições financeiras é ponto central nessa estratégia.

O ditador Nicolás Maduro chegou a fazer uma proposta, no final de dezembro do ano passado, de reescalonamento dessa dívida, que soma US$ 795 milhões.

Apesar da oferta permitir o recebimento de débitos hoje em default, ela foi desconsiderada pelo Brasil, entre outros motivos, por razões técnicas apontadas pelo Banco Central e pelo BNDES.

O banco estatal foi o principal financiador das exportações à Venezuela.

Com a mudança de governo em Brasília, Bolsonaro endureceu ainda mais o tom com Caracas. O Palácio do Planalto não considera legítima a presidência de Maduro e reconheceu Guaidó como o real mandatário do país.

Dessa forma, a orientação dada aos negociadores brasileiros é não aceitar qualquer proposta que venha do ditador. O cenário muda se o regime chavista cair e Guaidó virar presidente, confirmam auxiliares de Bolsonaro.

A oferta feita por Maduro em dezembro dá uma dimensão do alívio financeiro que a reestruturação da dívida com o Brasil representaria para Caracas.

O líder chavista pediu para pagar, nos próximos três anos, valor que é US$ 157 milhões inferior às parcelas do contrato inicial para o período.

A Venezuela prometia compensar as perdas nas parcelas que vencem a partir de 2022, coincidentemente último ano do mandato de Bolsonaro.

O novo calendário proposto pelos venezuelanos na ocasião foi considerado pouco crível pelo Brasil, já que se baseava numa forte recuperação da capacidade de pagamento do país vizinho a partir de 2020.

O BNDES foi contra a oferta porque, como as linhas de crédito são lastreadas pelo Fundo de Garantia às Exportações (FGE), o banco está sendo ressarcido pelo Tesouro.

No primeiro semestre, a previsão é de que a União deva cobrir quase US$ 250 milhões em indenizações aos bancos que financiaram as linhas de exportação à Venezuela, sendo que só o BNDES responde por 53% desse valor.

O Banco Central também apresentou ressalvas, uma vez que as autoridades chavistas pediram que a dívida, inicialmente contraída em dólares, fosse paga em euros. Além disso, os venezuelanos queriam remover o passivo da Câmara de Compensação de Pagamentos dos países da Aladi (Associação Latino-Americana de Integração).

Quando reconheceu Guaidó como presidente, Bolsonaro declarou que “o Brasil apoiará política e economicamente o processo de transição para que a democracia e a paz social voltem à Venezuela”.

No entanto, o mandatário não detalhou, na ocasião, quais medidas econômicas poderiam ser tomadas para ajudar a recuperação econômica do país vizinho, caso se efetive uma transição.

A estratégia discutida por auxiliares de Bolsonaro para apoiar Guaidó vai ao encontro das primeiras articulações do líder opositor venezuelano desde que foi reconhecido presidente legítimo por diversos países, entre eles Brasil, Estados Unidos e nações que compõem o Grupo de Lima.

Com o respaldo dos EUA, Guaidó tem atuado para fortalecer o cerco internacional a Maduro. Ele solicitou, por exemplo, que o Banco da Inglaterra impeça que o regime chavista retire ouro e bens depositados na instituição.

O governo de Donald  Trump também tem ajuda do Guaidó a estabelecer contatos no BID e no FMI.

Procurado, o Banco Central afirmou desconhecer as tratativas.“O Banco Central não confirma essas informações. O Banco Central não tem tratado diretamente desse assunto com a Venezuela.”

Folha procurou o Ministério das Relações Exteriores, comandado por Ernesto Araújo. A assessoria de imprensa da pasta não respondeu aos questionamentos e apenas informou que Araújo dará entrevista sobre a Venezuela nesta sexta-feira (1º).

O BNDES afirmou que uma vez que o seguro do FGE foi acionado, as negociações são conduzidas pelo Ministério da Economia e pelo BC. “Não sendo parte das negociações, o BNDES não tem como se manifestar a respeito”.

FOLHAPRESS

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Política

Com R$ 82 milhões em doações eleitorais, Vale espalhou influência em 25 Estados e no Congresso

Vale e suas mineradoras e empresas subsidiárias espalharam influência em 25 Estados e no Congresso Nacional ao distribuir, por meio de doações oficiais e legalizadas, recursos que somaram R$ 82,2 milhões a deputados, senadores, governadores e aos três candidatos mais votados à presidência, segundo levantamento do Estadão Dados. No total, 139 parlamentares estaduais e 101 federais, além de sete governadores e dez senadores, foram eleitos em 2014 – para a legislatura que se encerra agora – com alguma participação dessas mineradoras em suas campanhas.

Opinião dos leitores

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Política

Governo vai dividido para a eleição no Congresso

As eleições que vão definir nesta sexta-feira, 1.º, os novos presidentes da Câmara e do Senado revelam mais um capítulo das divergências entre a equipe econômica e a Casa Civil do governo de Jair Bolsonaro. A equipe econômica vê no desfecho do confronto no Senado a oportunidade de isolar o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e abrir um canal direto de negociação com líderes do Congresso, contornando problemas que ainda existem em torno de pontos polêmicos da proposta de reforma da Previdência.

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Política

Zenaide se filia ao PROS com o fim do PHS

A senadora Zenaide Maia assinou na tarde desta quinta-feira (31), em Brasília, a ficha de filiação ao PROS – Partido Republicano da Ordem Social.

A parlamentar tinha até esta quinta-feira para decidir qual o partido se filiaria, já que o seu partido o PHS foi um dos 14 partidos que não cumpriram a chamada cláusula de barreira, que está prevista na Emenda Constitucional 97, promulgada em 2017.

“O meu partido já não existia mais porque não cumpriu a cláusula de barreira. Eu optei pelo PROS porque dará liberdade para votar de acordo com minhas convicções, além de ter um alinhamento com o que penso e defendo”, declarou Zenaide.

Para o presidente do PROS Nacional, Euripides Júnior, quem ganha é o partido. “Fico muito feliz por ter Zenaide no partido, uma mulher, e que também é uma parlamentar que defende a redução dos impostos e tem um projeto na Câmara. Agradeço imensamente e quero dizer que vamos fazer um trabalho maravilhoso pelo Rio Grande do Norte”, garantiu o presidente.

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Política

Disputa por cargos na Câmara divide PSL

Núcleo da base governista, o PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, vive uma fase de disputas internas que dividem integrantes da segunda maior bancada da Câmara, a uma semana da eleição e da posse da nova direção da Casa. A divisão dos cargos de comando na Câmara é o novo foco de atrito, além de desavenças que marcam o relacionamento na bancada desde a campanha eleitoral do ano passado.

Há mais postulantes do que cargos, segundo a divisão prevista no acordo para dar apoio à reeleição do deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ). Para conseguir a promessa dos 52 votos do PSL, Maia cedeu à direção do partido a 2.ª vice-presidência da Mesa Diretora, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), a mais importante da Câmara, e a Comissão de Finanças e Tributação (CFT).

As suspeitas envolvendo o deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) – o nome do filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro aparece em relatório do Coaf por conta de movimentações financeiras consideradas atípicas – também acirraram as discussões e deixaram mais nítidas as divisões entre deputados. A avaliação é que esses rachas, que incluíram conversas vazadas cuja autoria estimulou desconfiança mútua entre os parlamentares, podem comprometer a base do presidente no Congresso e até dificultar a tramitação de projetos de seu interesse.

A presidência da CCJ é a mais disputada, com ao menos quatro pretendentes. A advogada Bia Kicis (PRP-DF), cuja filiação está “prometida” ao PSL; o deputado Coronel Tadeu (SP), ex-policial militar do Batalhão de Choque; o delegado da Polícia Federal Marcelo Freitas (MG); e o advogado Felipe Francischini (PR), filho do ex-delegado da PF e ex-líder do PSL Fernando Francischini. Os já filiados ao PSL estão insatisfeitos com a candidatura prévia de Bia Kicis. Argumentam que ela não poderia ter uma função de destaque por não estar no partido ainda, embora sua indicação seja defendida por membros da cúpula do partido. A jornalista Joice Hasselmann (SP) também deve disputar uma posição de destaque, que pode ser a presidência da Comissão de Finanças ou a vice-liderança do partido na Casa.

Outro filho do presidente, o deputado Eduardo Bolsonaro (SP) – que já se referiu ao baixo clero do partido como “favelados” – deseja manter influência sobre a política externa e articula, segundo aliados, sua candidatura à presidência da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN).

Há preocupação com uma possível postulação do deputado Coronel Chrisóstomo (RO) à 2.ª vice-presidência da Câmara. A vaga estaria reservada ao presidente nacional do partido, deputado Luciano Bivar (PE), que anunciou o acordo com Maia sem consultar o restante da bancada. Uma candidatura avulsa de Chrisóstomo pode criar mais atritos no PSL e ameaçar o poder do grupo de Bivar, porque, com votação secreta, poderia receber votos de opositores e adversários para emplacar uma derrota ao governo.

Chapa única

Como a bancada não se organizou ainda para decidir quais serão seus representantes, há quem espere que Bivar tenha a palavra final, escalando os nomes, e há quem defenda uma reunião interna até o fim da próxima semana, para escolher os indicados. A busca de uma chapa única, com apenas um nome postulando cada comissão, visa a minimizar os conflitos.

Os deputados, sob pressão, não garantem nem mesmo honrar o acordo de cúpula com Maia. Reservadamente, dizem que haverá defecções por causa das particularidades de cada parlamentar e da liberdade para votar. Um deputado estreante lembrou que a direção do PSL não terá nem como punir levando à comissão de ética quem não votar de acordo com os interesses do governo, porque o voto na eleição é secreto.

Uma das últimas disputas envolveu os deputados da “bancada da China” – grupo que viajou ao país comunista e sofreu fogo amigo, turbinado pelas críticas públicas de colegas, dos filhos do presidente e de formadores de opinião da direita, como o filósofo Olavo de Carvalho. Entre os que viajaram, correm ameaças de retaliar a direção do partido na eleição da Câmara, ao não entregar votos a Maia, e reclamações de falta de blindagem por parte de Bolsonaro e de Bivar.

“O PSL é um partido que vai se moldar a partir de agora. Ele se formou com ativistas de toda sorte e políticos vindo de vários partidos”, diz o deputado federal e senador eleito Major Olímpio, presidente do PSL em São Paulo, sobre os conflitos internos. Ele admitiu esforços para apaziguar a bancada no episódio da excursão à China.

Sem consulta à bancada, escolha de líder gerou críticas

Até a escolha de um deputado do próprio PSL para a liderança do governo na Câmara causou ciúmes. A bancada não foi consultada pelo presidente Jair Bolsonaro. A equipe da Casa Civil, à frente da articulação política, defendia que o posto fosse exercido por outra legenda, como forma de incluir mais partidos à base aliada.

Escolhido por Bolsonaro, o deputado de primeiro mandato Major Vitor Hugo (GO) é desafeto do atual líder da legenda na Câmara, Delegado Waldir (GO). A indisposição decorre das eleições. Vitor Hugo acusou o diretório estadual do PSL em Goiás, comandado por Waldir, de monopólio de verbas do fundo eleitoral, mas o processo não foi aceito.

“O PSL é a pedra fundamental da base do governo. Inclusive, eu postei isso no polêmico grupo do WhatsApp. Algumas acomodações de divergências vão acontecer e a gente vai começar a legislatura muito unido e efetivamente sendo o núcleo duro de apoio ao presidente”, diz o líder do governo.

Há ainda a formação dos grupos regionais. Em São Paulo, o deputado Junior Bozella, com base no litoral sul do Estado, é uma espécie de representante dos paulistas, enquanto o delegado da PF Felício Laterça coordena demandas dos parlamentares do Rio.

Bozella chegou a postular a presidência da Câmara, mas recuou. Já o delegado Laterça deve disputar a liderança com o delegado Waldir.

Esplanada. Antes mesmo de o governo ser formado, parte da bancada entrou em atrito com o único representante do partido no primeiro escalão, o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antonio, deputado reeleito por Minas Gerais, por causa de escolhas para sua equipe técnica.

O ministro foi pressionado publicamente pelo ator e deputado federal eleito Alexandre Frota (SP) a demitir dois assessores acusados de defender posições consideradas de esquerda. “A bancada do PSL tem suas particularidades, são 52 cabeças se encontrando. É natural que exista um tempo para que a afinidade aconteça”, contemporizou o ministro do Turismo.

 

Opinião dos leitores

  1. Esse partido já ganhou do MDB o posto de pior de país. Concordo com Eduardo B. são favelados mesmo

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Jornalismo

Caern suspende abastecimento para a Zona Norte na próxima terça-feira. 18 bairros ficarão sem abastecimento

A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) realizará uma manutenção preventiva na próxima terça-feira, 05, na Estação de Tratamento de Águas (ETA) de Extremoz. Com a realização do serviço, o abastecimento para os bairros da região ficará suspenso por 48 horas.

Durante o serviço será realizada a manutenção da subestação elétrica da ETA, que permitirá um melhor funcionamento da estrutura, evitando possíveis oscilações. Além disso, será feita a limpeza de toda a estrutura de tratamento, assegurando a qualidade da água fornecida para a população.

O equipamento é responsável pelo tratamento da água que abastece 70% da Zona Norte de Natal. Para a realização destas manutenções, o fornecimento de água será interrompido durante todo o dia, sendo o abastecimento retomado no fim da noite. A normalização da distribuição deve ocorrer em até 48h.

Os bairros que ficarão desabastecidos são os seguintes: África, Algimar, Alvorada, Amarante, Golandim, Igapó, Jardim Lola, Nova Zelândia, Panatis, Parque dos Coqueiros, parte do Conjunto Santarém, parte Gramoré, Potengi, Redinha (nova e velha), Riverside, Santa Inês, Soledade I e Vale Dourado. Os demais bairros terão redução no abastecimento.

A recomendação da Companhia é que os moradores desta região reservem água para o período e que, principalmente, utilizem a água de forma racional.

AGORA RN

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Polícia

‘Simplesmente não era possível’, diz delegado da PF sobre ida de Lula a velório

Responsável pela decisão administrativa que negou ao ex-presidente Lula a permissão de ir ao enterro do irmão, o superintendente da Polícia Federal no Paraná, Luciano Flores de Lima, voltou a defender, nesta quinta (31), os argumentos do órgão, e disse que atender ao pedido da defesa era impossível.

“Temos que botar na balança se é possível e se o pedido vai ser alcançado”, afirmou, depois de questionado pela Folha durante entrevista sobre a nova fase da Operação Lava Jato.

“Eu não entendi a polêmica. Simplesmente não era possível; não dependia da boa vontade de ninguém. Apenas não havia condições logísticas e policiais suficientes para garantir a segurança do próprio conduzido e dos agentes públicos.”

O irmão de Lula Genival Inácio da Silva, o Vavá, foi enterrado nesta quarta (30) em São Bernardo do Campo.

A defesa do ex-presidente pediu que ele fosse ao local, argumentando que este era um direito humanitário e previsto em lei, mas a permissão só foi concedida pelo STF (Supremo Tribunal Federal), depois de duas negativas da Justiça, pouco antes do sepultamento.

Flores afirmou que não havia condições logísticas e, principalmente, de segurança para fazer o transporte e escolta de Lula até São Bernardo do Campo.

Além da falta de aeronaves disponíveis, a PF mencionou riscos de manifestações e aglomerações durante o enterro, e que poderiam, segundo o órgão, criar possibilidades de fuga ou colocar em risco a integridade física do ex-presidente e dos agentes de segurança.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Porque o Lula não foi o enterro de outro irmão dele quando era presidente, eles queriam mesmo era fazer um showmisso, no velório.

  2. Longe de mim questionar os números apresentados pelo médico , principalmente pelo fato de não ter checado-os. Porém, uma conta me veio a mente: 185.000 : 12 (meses do ano) : 30 (dias no mês) = 513.
    O questionamento é: num país que sofre do mal crônico de falta de segurança, é razoável que TODOS os dias (de sábado a domingo) 513 agentes de segurança (considerando-se a per capta de um agente pra cada preso) diariamente escoltem presos pra acompanhar sepultamento de parentes?
    Além do mais, levando-se em conta que a população carcerária do brasil é em torno de 750.000 presos, é plausível que em aproximadamente 24% dos apenados se enquadrem para tal faculdade?
    Seco quadro é esse, está a carecer de uma profunda reflexão.

  3. "Agora é tarde, ines tá morta", quer dizer, Vavá ja foi.

    Lindo relato de uma sensibilidade e humanidade incrível…todo meu respeito ao médico Jorginho Abissamra

    Morre Vavá, meu paciente e coincidentemente irmão de Lula.
    Nesses últimos dias tive um paciente ilustre, seu Genival Inácio da Silva, o Vavá, irmão de Lula. O atendia no SUS, senhor sempre simpático, com vestes simples, humilde e acompanhado sempre de sua adoravel filha Andreia. Ele nunca me disse que era irmão do ex-presidente mas todos obviamente sabíamos. Já muito debilitado pela doença avançada, sem uma das pernas amputadas pela câncer, Vavá parecia dar de ombros pela situação que o acometia. Sempre tinha um sorriso no rosto e um olhar alegre pra transmitir. Fui talvez umas das primeiras pessoas a saber de seu falecimento e na hora me veio uma pergunta. E agora? Será que vão deixar Lula vir vê-lo? Não sabia como funcionava a legislação brasileira sobre o tema. Pois bem, fui atrás e descobri que só em 2018 185 mil presos saíram pra ir a enterro de parentes no Brasil. Isso mesmo, 185 mil. Como havia sido convidado pelo família, fui ao velório em respeito a meu paciente e sua filha e lá vi tamanha consternação de seu famoso irmão não estar presente. Me fica uma dúvida. Independente de minha opinião política sobre Lula e independente da de qualquer um, fiz meu papel de médico com o maior carinho, profissionalismo e dedicação possível. Não será que deveria também ser esse o papel do judiciário? Se 185 mil custodiados no último ano puderam participar de homenagens aos seus entes falecidos porque não Lula? Me amedronta quando a justiça parece não fazer justiça e soa como se estivesse fazendo vingança. Como médico e defensor da vida não podia deixar de fazer esse relato. A lei e pra todos.

    1. Qntos desses 185 mil precisaram de uma aeronave da PF para se deslocar ao velorio?

    2. Queriam apenas fazer palanque político, como foi demonstrado. Porque não apareceu nem um sobrinho do Lula? Porque ele não compareceu aos sepultamento de dois irmãos anteriormente quando ele estava livre? Esses Petralhas são realmente uma máfia que deve ser esttirpada do país, bandidos…

    3. "Ele nunca me disse que era irmão do ex-presidente…" é ótimo. Lula não é carteirada que se dê por aí, a menos que o sujeito padeça das faculdades mentais. O presidiário de Curitiba só tem ainda alguma validade na cabeça dos militontos da seita petralha. Quem o conhece que o compre – e está bem visto que não é o caso da família dele.

    4. Tenha paciência. Vá se preocupar com os mortos pela barragem, pelos 60.000 assassinatos por ao no Brasil, pelos 13.000.000 de desempregados. Vir aqui defender condenado? Só no Brasil mesmo

    5. É interessante você falar sobre isso insinuando que a justiça é diferente so por Lula ser um bandido ex-presidente.
      Acontece que ele ainda recebe uma grana preta de salário e inúmeras regalias mesmo roubando da boca de milhões de brasileiros.
      Depois você falou que foi como cidadão e como médico prestar suas condolências ao paciente que você cuidava isso é humanitário e respeitoso, mas aposto que você não foi ao velório de 10% dos seus pacientes e ficar na mídia por participar de um velório do irmão de um ex-presidente é muito diferente de vários pacientes seus que já morreram mas que não tinham evidência na sociedade.
      Mas não é essa a questão, entra a questão de palanque político que ele é o PT adora fazer até numa situação de velório, entra a questão de multidões que iriam vê-lo e até segurança dos agentes e dele próprio e muitas outras coisas.
      Resumindo, bandido tem que trabalhar pra comer, tem que ter uma ocupação, não deveria ter direitos , ele é um fora da lei, desrespeita toda a soviedade, tem que pagar por todo o mal que fez e ainda faz na sociedade mesmo depois de preso.

    6. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Tico contra outra historia que os brasileiros ja tao saturados de piadinhas inventadas por ai kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Judiciário

Marco Aurélio indica que vai rejeitar nesta sexta-feira pedido de Flávio Bolsonaro sobre foro privilegiado

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello disse ao Broadcast Político, sistema de tempo real do Estadão, que vai proferir já nesta sexta-feira (1º), primeiro dia de trabalho após a volta do recesso do Judiciário, a decisão em que pretende rejeitar o pedido apresentado pelo senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), no qual requer foro privilegiado nas investigações sobre movimentações financeiras atípicas identificadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

Em conversa por telefone, Marco Aurélio disse que já vinha “sinalizando” seu posicionamento sobre o tema e enfatizou que a jurisprudência é clara no que se refere à prerrogativa de foro. “Os precedentes do meu gabinete deixam claro meu pensamento em relação a casos como este. Além disso, o Supremo tem uma jurisprudência amplamente pacificada em relação a este assunto: a prerrogativa de foro vale para o exercício do mandato e a atos ligados ao mandato”, afirmou Marco Aurélio.

Marco Aurélio disse ainda que, a rigor, entende que Flávio Bolsonaro “não deveria ter sequer o direito de ser julgado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro”, uma vez que seu mandato de deputado estadual também se encerra. No entendimento do ministro, o caso deve ser anaçisado pela 1ª instância.

No último dia 17, o ministro Luiz Fux, vice-presidente do Supremo, determinou a suspensão das investigações sobre as movimentações financeiras identificadas pelo Coaf nas contas de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, reveladas pelo Estado em dezembro do ano passado. O órgão constatou que, de janeiro de 2016 a janeiro de 2017, Queiroz movimentou mais de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária. A decisão tomada por Fux paralisou o processo até que Marco Aurélio, que é relator do caso, retomasse suas atividades e apresentasse seu parecer.

Pouco depois de a decisão de Fux vir a público, Marco Aurélio já havia indicado que deveria rejeitar o pedido, ao declarar à Globonews que tem remetido ao “lixo” reclamações como a do filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro. Marco Aurélio também já havia indicado que pretendia anunciar sua decisão já na volta do recesso, mesmo dia em que Flávio Bolsonaro tomará posse como senador pelo Rio de Janeiro.

Ao explicar o motivo de formalizar sua decisão já no primeiro dia de trabalho, Marco Aurélio disse considerar fundamental a retomada do andamento das investigações, paralisadas pela decisão de Fux. “As investigações sobre este caso, que são de grande relevância, estão suspensas. Isso não é bom em termos de ordem jurídica”, afirmou Marco Aurélio. Ele evitou, entretanto, polemizar sobre a decisão do colega de Corte. “Processo não tem capa, tem conteúdo.”

ESTADÃO CONTEÚDO

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Política

Bolsonaro liga para parabenizar Renan Calheiros

O presidente Jair Bolsonaro ligou para o senador Renan Calheiros (MDB-AL) assim que reunião da bancada do partido acabou, na noite desta quinta (31).

Bolsonaro parabenizou o alagoense por ele ter vencido a disputa interna contra Simone Tebet (MS) e ser escolhido o candidato do MDB à Presidência do Senado na eleição desta sexta-feira (1º).

PAINEL / FOLHA

Opinião dos leitores

  1. Esse bandido da política não pode assumir novamente à presidência do Senado, o mesmo tem que ir para um presídio depois de julgado e condenado pela justiça.

  2. Ligou para todos os candidatos, mas a imprensa que tem um intuito de derrubar Bolsonaro, solta esta nota infeliz. Imprensa podre.

  3. Será que os Bozistas sabem ler? Claro que não. "Bozonaro ligou para Renan".. "Bozonaro ligou para todos os candidatos". Renan está entre os candidatos.

    Percebe-se como a preferência política evidencia o nível de capacidade cognitiva.

  4. E mais um sujo na linha de sucessão do planalto, aliás tudo indica que de novo né??? Aí eu pergunto se essa porra se concretizar? Mudou o que????

  5. Nao acredito que o Presidente tenha feito isso, mesmo que democraticamente pois, a grande diferença entre democracia e dirigir parabens a quem nao merece nem um aperto de mao !!!!

  6. Na verdade ele ligou para todos os candidatos de forma republicana e democrática.
    Mas é evidente que a Folha não lida com essa matéria em suas notícias.

  7. Engraçado que o Presidente nem falando está, decorrente da cirurgia, está se comunicando através de bilhete, aí vem o BLOG Tendencioso, expor uma matéria ridícula dessa.

  8. Eita!
    Se aproximando do bandidão.
    Tudo para proteger o filhote.
    Só quero ler os comentários dos bolsominions.
    Será que vão ficar indignados?

    1. Renan apoiou Haddad pra presidente, esqueceu? Fez muitos favores pra o PT de Lula, esqueceu?

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Judiciário

Presidente do STJ manda soltar ex-governador Beto Richa por falta de provas

O presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministro João Otávio de Noronha, determinou liminarmente, a libertação imediata do ex-governador do Paraná Beto Richa, preso desde o dia 25 de janeiro, acusado de obstruir investigações. Após parecer do Ministério Público Federal, o mérito será julgado pela 6ª Turma, com relatoria da ministra Laurita Vaz.

Na mesma decisão, o ministro expediu uma ordem de salvo-conduto em favor de Beto Richa e do seu irmão José Richa Filho para que eles não sejam presos cautelarmente no âmbito da Operação Integração II, exceto se demonstrada, concretamente, a presença de algum dos fundamentos admitidos pela legislação processual para a decretação de tal medida.

Segundo o ministro, não há, no caso, fundamentação apta a justificar a decretação da prisão preventiva contra o ex-governador. “Nada de concreto foi demonstrado que se prestasse a justificar a necessidade de proteger a instrução criminal e, com isso, justificar a preventiva decretada”, afirma.

O ministro cita ainda trechos do decreto prisional que mencionam atos supostamente praticados pelo ex-governador nos anos de 2011 e 2012. A situação fática, de acordo com o presidente do STJ, mudou completamente.

“Os fatos remontam há mais de sete anos e, além disso, a realidade é outra, houve renúncia ao cargo eletivo, submissão a novo pleito eleitoral e derrota nas eleições. Ou seja, o que poderia justificar a manutenção da ordem pública – fatos recentes e poder de dissuasão – não se faz, efetivamente, presente”, avalia.

Segundo Noronha, a prisão “mostra-se precipitada e desprovida de embasamento fático”.

Prisão 
O recurso foi interposto pela defesa de Richa após determinação de prisão pela 23ª Vara Federal de Curitiba. O entendimento da primeira instância foi que a prisão era necessária por conveniência da instrução processual, tendo em vista suspeitas de ações para dissuadir uma testemunha do caso em duas operações que investigam recebimento de propina. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.

RHC 107701

CONSULTOR JURÍDICO

Opinião dos leitores

  1. Como foi decretada prisão se não tinha provas??? Não defendo nenhum de nenhum partido, mas essa justiça ou faz cagadas ou o arrumado é grande!!!! Até meu filho de sete deu um nó na cabecinha….!!!!; Kkkkkkk

    1. Lula foi condenado em duas instâncias.
      Richa vai passar por todo processo também. Se for condenado, vai pagar também.

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