Economia

Aposentadoria por tempo de contribuição terá três alternativas de transição

O trabalhador que pretende se aposentar por tempo de contribuição poderá escolher a regra de transição que mais lhe beneficiar entre três possibilidades que estarão na proposta de reforma da Previdência, segundo apurou o Estadão/Broadcast. Para agradar ao presidente Jair Bolsonaro, a equipe econômica inseriu uma alternativa de transição por idades mínimas, uma exigência que hoje não existe para essa modalidade.

Já para os trabalhadores mais pobres, que já se aposentam pelas idades de 60 anos para mulheres e 65 anos para homens, haverá apenas o ajuste na regra das mulheres, com elevação até 62 anos. A aposentadoria por idade já é realidade para mais da metade (53%) das pessoas que pedem o benefício ao INSS.

As regras foram fechadas nesta quinta-feira, 14, pela equipe econômica e Bolsonaro em reunião no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência. Bolsonaro havia dito em entrevistas que sua proposta de reforma poderia incluir idades de 57 anos para mulheres e 62 anos para homens ao fim do seu mandato, em 2022. Para contemplar o “cálculo político” do presidente e alinhá-lo à necessidade econômica da reforma, a equipe econômica desenhou uma regra de transição por idades que sobem gradualmente ao longo do tempo. No ano mencionado por Bolsonaro, as idades serão 61,5 para homens e 57,5 para mulheres.

Três transições
Na aposentadoria por tempo de contribuição, uma das três transições prevê idades mínimas iniciais de 56 anos para mulheres e 60 anos para homens já a partir da promulgação da reforma. É uma regra mais dura do que a da proposta já em tramitação no Congresso Nacional, que partia de 53 anos para mulheres e 55 anos para homens.

Na proposta de Bolsonaro, essas idades serão elevadas em seis meses a cada ano, até o limite de 62 anos para mulheres (em 2031) e 65 anos para homens (em 2029). O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, destacou que o presidente acha importante manter uma regra mais benevolente para as trabalhadoras. Dessa forma, a transição vai durar 10 anos para homens e 12 anos para mulheres.

Para quem está muito próximo da aposentadoria, haverá por dois anos a opção de pedir a aposentadoria pelas exigências atuais de tempo de contribuição (35 anos para homens e 30 anos para mulheres), mas pagando um pedágio de 50% sobre o período que falta hoje e com a incidência do fator previdenciário sobre o cálculo do benefício. Ou seja, se tiver faltando um ano para se aposentar, será necessário trabalhar mais seis meses.

O fator leva em conta a idade, o tempo de contribuição e a expectativa de vida e acaba abatendo um valor significativo da aposentadoria do segurado – ou seja, ele precisa topar receber menos para acessar a regra nesses dois primeiros anos. Essa proposta estava na minuta antecipada pelo Estadão/Broadcast com um prazo maior, de cinco anos, mas foi preciso restringir o período para manter uma proposta robusta e capaz de manter a economia pretendida pelo ministro Paulo Guedes.

Uma terceira opção será a aposentadoria por pontos, que adapta a atual regra 86/96 pontos usada para a obtenção do benefício integral. Na reforma, a ideia é que ela vire exigência para acessar o benefício – caso o trabalhador escolha essa transição. A pontuação é calculada pela soma da idade com o tempo de contribuição e vai partir dos atuais 86 (mulheres) e 96 (homens). Haverá alta de um ponto a cada ano até os limites de 100 para mulheres, obtidos em 2033, e de 105 para homens, em 2028.

Na aposentadoria por idade, já é exigido dos homens 65 anos para solicitar o benefício. No caso das mulheres, a regra atual de 60 anos também será elevada seis meses a cada ano, até o limite de 62 anos em 2023.

ESTADÃO CONTEÚDO

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Política

Rosa Weber pede manifestação de ministro da Educação sobre entrevista

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber concedeu hoje (14) prazo de dez dias para que o ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, se manifeste sobre declarações dadas em uma entrevista à revista Veja. A manifestação do ministro é facultativa.

“Ante o exposto, determino a notificação do Ministro da Educação Ricardo Vélez Rodríguez, para que responda, querendo, à presente interpelação no prazo de 10 (dez) dias”, decidiu a ministra.

A solicitação foi motivada por uma interpelação judicial criminal protocolada na Corte pelo advogado Marcos Aldenir Ferreira Rivas. Segundo Rivas, em entrevista publicada pela revista, no dia 6 de fevereiro, Vélez disse que “o brasileiro viajando é um canibal”. No entendimento do advogado, o ministro cometeu o crime de calúnia.

O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, durante a posse do novo presidente do Inep, Marcus Vinícius Rodrigues.

Na decisão, a ministra explicou que, após a manifestação do ministro, o pedido de explicações será devolvido ao advogado, que poderá ou não oferecer uma queixa-crime posteriormente.

“Enfatizo que o ato judicial que analisa a interpelação criminal não emite juízo de valor sobre o conteúdo debatido, uma vez que representa típica providência de contenção cognitiva”, afirmou.

O Ministério da Educação informou que o ministro ainda não foi notificado. Assim que for, ele responderá.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Interessante observar que a Folha só divulga o que pode criar dificuldades pro governo Bolsonaro!
    Será que foi só no PSL ocorreram essas candidaturas?

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Política

Bebianno nega irregularidade no repasse de recursos de campanha

O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gustavo Bebianno, divulgou hoje (14) nota de esclarecimento negando que tenha cometido irregularidades no repasso de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, no ano passado, para candidatas do PSL. Bebianno afirmou que mantém o compromisso com o combate à corrupção.

“Reitero meu incondicional compromisso com meu país, com a ética, com o combate à corrupção e com a verdade acima de tudo”, disse o ministro na nota.

A Polícia Federal apura a denúncia de que os recursos do fundo seriam destinados a candidatas “laranjas” em Pernambuco. Bebianno era presidente do partido durante a campanha eleitoral. “Reafirmo que não fui responsável pela definição das candidatas de Pernambuco que foram beneficiadas por recursos oriundos do PSL Nacional”, afirmou.

Agência Brasil

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Política

Presidente do Senado sai em defesa de Bebianno

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (MDB-AP), saiu em defesa nesta quinta-feira, 14, do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, que pode ser um dos alvos de um inquérito para apurar suspeitas de desvios de recursos do Fundo Partidário destinados ao PSL por meio de supostas candidaturas laranjas nas eleições de 2018. Bebianno presidiu o partido durante o período eleitoral. Alcolumbre disse que Bebianno não tinha “obrigação” de acompanhar “tantas candidaturas” no País.

“Eu tenho acompanhado pelo imprensa. Prestei atenção em uma parte da entrevista do ministro Bebianno em relação ao partido. Eu acho que conduzir mesmo um Brasil com tantas candidaturas não era obrigação do ministro Bebianno. Não sou advogado dele, não estou aqui para defender o ministro, mas acho que é uma questão partidária. O PSL vai ter que falar sobre isso”, afirmou.

Ainda assim, Alcolumbre não seguiu o discurso do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e minimizou os impactos da crise no Parlamento, em meio à chegada da reforma da Previdência no Congresso.

“Eu não vejo assim”, disse quando questionados sobre os efeitos do escândalo na reforma da Previdência. “a questão do ministro Bebianno é uma questão de governo. Ele foi nomeado pelo presidente da República, não foi por um senador ou por um deputado. Não é uma coisa do Parlamento”, disse.

O presidente do Senado também não quis tratar a crise como um problema do Palácio do Planalto, chamou o caso de “problema de relação pessoal”. “Eu acho que isso é um problema do governo, não é um problema do Senado, minha opinião pessoal. Acho que é um problema de relação pessoal familiar. E o governo tem que decidir esse problema. Esse problema não foi criado pela Câmara e pelo Senado”, disse.

Opinião dos leitores

  1. Enquanto perde seu tempo lavando roupa suja no próprio quintal, o governo da "Pátria amada Brasil" continua sem ter no Congresso uma base aliada para chamar de sua.

    1. O PRESIDENTE BOLSONARO, do jeito que vai a carruagem ñ termina o governo, em virtude da interferência dos seus filhos.

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Política

Maia: Essa é uma crise do Executivo e entre o presidente, sua família e Bebianno

Foto: J.Batista/Câmara dos Deputados
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), elogiou a atuação do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, pivô da mais nova e grave crise do governo Bolsonaro. Em visita à Teresina (PI), Maia disse que não quer envolver o Legislativo com o Executivo, ao ser questionado se o imbróglio no Palácio do Planalto tem potencial para atrasar a aprovação da reforma da previdência.

“Essa é uma crise do Executivo, das relações entre o presidente, a família e o ministro Bebianno”, disse Maia. “O ministro Bebianno é um quadro que tem mostrado desde a transição até o processo todo de eleição da Câmara e do Senado, uma capacidade de articulação, junto com o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, muito positiva”, afirmou Maia. “Agora, a decisão dele continuar ou não no governo, não é um problema do Legislativo”, completou.

“Eu tenho no Bebianno e no Onyx dois quadros que eu tenho ótima interlocução, que ajudam no diálogo e que têm representado bem o governo”, resumiu.

O embate entre o vereador Carlos Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, e o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, jogou o Planalto em sua pior crise nos 44 dias de governo. Após receber alta do hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde ficou internado por 17 dias, o presidente tomou o lado do filho na briga e desautorizou Bebianno, sugerindo até mesmo que ele pode deixar o cargo.
Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

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Política

Militares agem para estancar crise e evitar demissão de Bebianno

Diante da crise instalada no Palácio do Planalto envolvendo o ministro da Secretaria-Geral, Gustavo Bebianno, e o vereador Carlos Bolsonaro (PSL-RJ), interlocutores do presidente Jair Bolsonaro, principalmente militares, estão agindo para tentar conter o imenso problema criado no dia em que o governo quer anunciar qual a proposta da reforma da Previdência vai encaminhar ao Congresso.

A temperatura da crise se elevou após a TV Record exibir na noite de quarta-feira, 13, uma entrevista com o presidente, a primeira após receber alta do hospital Albert Einstein. À emissora, Bolsonaro praticamente rifou Bebianno ao dizer que ele poderá “voltar às origens” caso fique comprovado seu envolvimento em suspeitas de desvio de recursos eleitorais. O ministro, que foi presidente do PSL, disse à interlocutores que está “muito magoado”. Só que, Bebianno, já avisou que não pede demissão e que só sai demitido pelo presidente. Ninguém duvida também que ele pode deixar o governo atirando.

Preocupados com a ação dos filhos, que em vários momentos tem trazido diferentes crises para o governo e com a proteção que eles têm recebido do pai, os bombeiros do Planalto estão agindo para tentar evitar que a saída de Bebianno possa aprofundar a crise e espalhá-la para outros setores.

Mais do que proteger Bebianno, esses interlocutores do presidente estão convencidos de que “é preciso estancar” esta ação dos filhos de Bolsonaro, que estariam prejudicando o País. Lembram que misturar família e governo nunca deu bons resultados e isso, mais uma vez, está sendo provado com seguidos episódios nestes menos de dois meses de nova administração.

Nesta quinta-feira, o vice-presidente Hamilton Mourão, e os ministros do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno e da Secretaria de Governo, Carlos Alberto dos Santos Cruz, estão agindo para conter essa tempestade que tomou conta de Brasília. Eles, no entanto, não são os únicos.

Outros ministros e outras pessoas próximas da Bolsonaro estavam buscando o presidente nesta quinta-feira para tentar lhe mostrar as implicações destes atos, com sérias consequências para o País e a governabilidade. Os desajustes do Executivo imediatamente atravessam a rua levam problemas à já desarrumada e conflituosa base aliada.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

    1. Lembra daquele programa de TV ? OS TRAPALHÕES??? Pois é, ele voltou kkkkkk
      Governo de TRAPALHADAS… Tirem essas MAZELAS DAÍ!!!

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Polícia

Polícia Civil desarticula quadrilha que vendia 100 quilos de drogas por mês no RN

A Polícia Civil desarticulou uma quadrilha que vendia aproximadamente 100 quilos de drogas por mês na região de Touros, no litoral Norte potiguar. A chamada Operação Aquiles resultou na prisão de sete pessoas e no cumprimento de um oitavo mandado contra um homem que já estava detido em uma unidade carcerária do Estado.

De acordo com o delegado João Paulo Cabral, que comandou a ação, duas mulheres e cinco homens foram presos. Uma delas, de 55 anos, é a mãe do suspeito que já está encarcerado. Com o grupo, foram apreendidos três revólveres e uma pequena quantidade de entorpecentes. Além disso, os policiais também encontraram objetos roubados.

G1

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Meio Ambiente

Vale deu remédio vencido para animais em Brumadinho, diz Ibama

A mineradora Vale forneceu medicamentos vencidos para os animais resgatados dos rejeitos da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG). A informação foi dada pela coordenadora-geral de Emergências Ambientais do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Fernanda Pirillo, em audiência pública da comissão externa da Câmara que acompanha o desastre de Brumadinho.

“Por incrível que pareça, nos primeiros dias, a Vale tinha providenciado medicamentos vencidos”, afirmou a diretora, diante do presidente da Vale, Fabio Schvartsman. A diretora disse que o Ibama aplicou na Vale uma multa diária de R$ 100 mil relativa ao descumprimento de normas para o salvamento da fauna.

Segundo ela, os técnicos do Ibama, que chegaram a Brumadinho no dia do rompimento da barragem, 25 de janeiro, em conjunto com o Ministério Público e os órgãos ambientais de Minas Gerais, estão acompanhando o resgate dos animais. São realizadas vistorias nas instalações para resgate e tratamento, na validade dos medicamentos e nos bebedouros artificiais para os animais silvestres.

Assistência

Fernanda Pirillo disse aos deputados que o Ibama não concedeu licença ambiental para a barragem da Vale nem cabe ao órgão fiscalizar a segurança da estrutura. É papel do órgão, conforme a diretora, dar assistência à população em “situações relevantes”, como o rompimento das barragens em Mariana e Brumadinho. Desde o dia 25 de janeiro, afirmou, equipes do Ibama atuam na região atingida pelo rompimento da barragem da Vale.

A diretora informou que o Ibama lavrou cinco autos de infração, cada um de R$ 50 milhões, totalizando R$ 250 milhões. A empresa foi multada por: causar poluição com impacto à saúde humana, provocar o perecimento de espécime da biodiversidade, lançar rejeitos em curso hídrico, causar poluição que tornou necessária a interrupção do abastecimento de água e tornar área imprópria para ocupação humana.

A equipe do Ibama em Brumadinho acompanha diariamente, conforme a diretora de Emergências Ambientais, o caminho da lama de rejeitos, com dois voos diários sobre a área. Também monitora as ações de assistência à comunidade indígena Pataxó hã hã hãe que vive próxima à área atingida pelos rejeitos e sofreu impacto com a morte de peixes.

Até o fim deste mês, o Ibama deverá apresentar o relatório com os impactos identificados pelo órgão em relação à flora e fauna, aos serviços ambientais, ao solo, às cavernas, à qualidade da água, à população, à produção local e ao turismo.

Outro lado

Em nota, a Vale afirmou que nenhum animal foi tratado com medicação vencida. Segundo a mineradora, na semana seguinte ao rompimento da barragem, foram recebidas doações de medicamentos veterinários vindos de vários locais do país.

Agência Brasil

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Judiciário

Ministro do STF fala em omissão do Congresso ao não criminalizar homofobia

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello reconheceu hoje (14) a omissão do Congresso Nacional ao não criminalizar a homofobia, caracterizada pelo preconceito contra o público LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e travestis).

A possibilidade de criminalização da homofobia é debatida no julgamento na Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO) nº 26, protocolada pelo PPS no STF em 2013.

Mello é relator do caso e começou a votar na sessão desta quinta-feira. Devido ao extenso voto do ministro, que durou cerca de três horas, o julgamento foi suspenso e será retomado na próxima quarta-feira (20), quando o relator deve terminar sua manifestação e os demais integrantes da Corte devem votar.

Até o momento, Celso de Mello entendeu que há inércia do Congresso ao não aprovar uma lei para proteger a comunidade LGBT contra agressões e preconceitos. Dessa forma, a Corte poderá conceder um prazo para o Congresso aprovar uma lei sobre a matéria.

Combate à discriminação

Segundo o ministro, o Poder Público não pode deixar de tomar as medidas legislativas que foram determinadas pela Constituição para combater qualquer tipo de discriminação.

“A omissão do Congresso Nacional em produzir normas legais de proteção penal à comunidade LGBT, por configurar inadimplemento manifesto, é uma indeclinável obrigação jurídica que lhe foi imposta por superior determinação Constitucional”, disse.

O voto do ministro atende parcialmente o pedido feito pelo PPS na ação. Celso de Mello também entendeu que o Judiciário não pode atuar como legislador positivo e criar condutas criminais, como solicitou o partido.

A legenda defendeu também que a minoria LGBT deve ser incluída no conceito de “raça social” e os agressores punidos na forma do crime de racismo, cuja conduta é inafiançável e imprescritível. A pena varia entre um e cinco anos de reclusão, conforme a conduta.

“Só o parlamento exclusivamente pode aprovar crime e penas, dentre as garantias que emanam do princípio [constitucional] da legalidade e da reserva legal. Só o parlamento pode legislar sobre o direito penal incriminador”, disse.

Atitudes discriminatórias

Celso de Mello também destacou que atitudes discriminatórias e preconceituosas contra homossexuais são lesivas e atentatórias contra os direitos fundamentais.

“Essa visão de mundo, fundada na ideia artificialmente construída de que as diferenças biológicas entre o homem e a mulher devem determinar os seus papeis sociais – meninos vestem azul e meninas vestem rosa – essa concepção de mundo impõe notadamente em face dos integrantes da comunidade LGBT uma inaceitável restrição às suas liberdades fundamentais, submetendo tais pessoas a um padrão existencial heteronormativo incompatível com a diversidade e o pluralismo que caracterizam uma sociedade democrática”, disse.

Mello também citou em sua manifestação, a escritora francesa Simone de Beauvoir, ativista feminista, que morreu em 1986.

“É por isso que Simone de Beauvoir, em sua conhecida obra, O Segundo Sexo, escrita em 1949, já manifestava sua percepção em torno da realidade de que sexo e gênero constituem expressões conceituais dotadas de significado e sentido próprios, sintetizando em uma fórmula tipicamente existencialista e fenomenológica, mas de caráter tendencialmente feminista, que ninguém nasce mulher, torna-se mulher”, disse.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

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Política

Jean-Paul Prates é a favor de mais dinheiro para promotores, procuradores e membros do Judiciário

O senador Jean-Paul Prates se manifestou publicamente favorável ao desarquivamento de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que aumenta as despesas do Poder Judiciário e do Ministério Publio com o pagamento de um adicional por tempo de serviço.

Opinião dos leitores

  1. Ei, foi esse tal de Jean Pano de Pratos que mandou aquele véi safado queimar as provas da fraude na eleição para presidente do Senado?

  2. SEM COMENTARIOS!!
    Ah, é um politico do PT socorrendo uns coitadinhos que ganham media de 50mil!!!
    Parabens, totalmente apoiado pelo povo, continue…

  3. Eu acho bacana essa luta do Senador sem votos em favor das classes menos favorecidas dos trabalhadores.
    É bem a linha histórica do PT.
    Mas na verdade o que eles querem e esse senador sem voto faz é criar o clima do quanto pior, melhor. Sabe que não há dinheiro, e como ele não dá em árvore, cria despesas ou pelo menos um mal estar.
    Uma pena o RN, que precisa tanto de pessoas comprometidas, perca uma vaga no Senado com uma pessoa dessa…

  4. Esse senadorzinho é mais uma tragédia imposta pelo PT ao nosso estado. Esperar o que da turma do Lulalivre?

  5. Tem comdiçois uma coisa desa o estado quereno arma denheiro pra paga os atrazado dos fucionarios e um quereno aroma mais despesa pra quem ja têm tudo e pra esse povo

  6. Só lembrando que o mesmo é do PT!!! E o 13 milhões de brasileiros clamam por um trabalho para manter sua família, é revoltante…

  7. Que Senador bom o RN mandou para Brasília, começou agora, calma que ainda faltam 3 anos e 10 meses.

  8. Enquanto isso, o MP, entrou com uma ação civil publica, pedindo para retirar da polícia civil, esses mesmos Adicional por tempo de serviço, que eles querem agora, de novo, só que eles já tinha esse adicional, que foram incorporados aos seus salários, e agora querem de novo. e para os outros nada e para eles tudo.

  9. Muita ganância desses paladinos da justiça. Aqui o MPRN luta ferozmente para retirar o ADTS dos policiais civis e agora querem receber esse adicional!

  10. Esse povo é sem noção. Imagine o trem da alegria que vai rolar, pois todos os servidores da União vão pleitear o mesmo direito e, ademais, seu Paulo Guedes não vai deixar não. Tá bom homi vcs já ganham mais de 30 mil. Ganância da porra. Lembrem-se, caixão não tem gaveta.

  11. É incrível a ganância por dinheiro de promotores e Juízes. Aqui o MPRN está lutando ferozmente para retirar dos policiais civis o mesmo ADTS que eles querem receber.

  12. É muita cara de pau desses juizes e promotores ainda querer mais aumento, ganhando uma media de 50mil, tiveram aumento de 10mil a menos de 2 meses e so vivem de ferias de 60 dias e 90 dias de licença prêmio e recesso, pouco é so o trabalho e quem faz tudo sao os assessores!
    O povo vai cobrar dos políticos um freio nessa turma do trem da alegria!
    Absurdo e imorais

  13. Pior ainda sao esses ambiciosos de toga, ignoram a realidade e a fortuna que ja ganham e querem sempre mais.
    É preciso ser implantado o teto geral para incluir toda e qualquer verba pq esse marajas gostam de criar artifícios pra driblar o teto.
    Nojo de gente gananciosa e ambiciosa, merecem memso é um castigo divino!

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Economia

Bolsa sobe 2,27% e dólar cai a R$ 3,74

O Ibovespa, principal indicador do desempenho das ações mais negociadas na B3, antiga BM&F Bovespa, encerrou o pregão de hoje (14) em alta de 2,27%, aos 98.015 pontos. O recorde do índice, de 98.588 pontos, foi registrado no último dia 4.

Dentre as ações que compõem o Ibovespa, os papéis que mais valorizaram foram Magazine Luiza ON (5,87%), Sabesp ON (5,32%), e Banco do Brasil ON (5,11%). As maiores quedas ficaram por conta das ações da Suzano Papel (-1,79%), Mafrig ON (-0,53%), e Gol PN (-0,52%). Os papéis mais negociados foram os da Petrobras PN (3,45%), Banco do Brasil ON (5,11%), e ItauUnibanco (2,66%).

O dólar comercial fechou o dia em baixa de 0,33%, cotado a R$ 3,74. O Euro também desvalorizou. Caiu 0,7% e encerrou o dia custando R$ 4,20.

Agência Brasil

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Política

Governo não tem base para votar Previdência, diz líder do PSL na Câmara

O líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (GO), disse ao Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, que o presidente Jair Bolsonaro não tem hoje uma base no Congresso para aprovar a reforma da Previdência. Waldir declarou que, para garantir governabilidade a Bolsonaro, os parlamentares querem participação no governo com cargos e emendas.

“Hoje, o governo não tem base para votar Previdência, está em formação. Hoje o que tem é o apoio de alguns grupos temáticos em relação a alguns assuntos”, disse o deputado, fazendo referência às bancadas ruralista, evangélica e da segurança pública. “Nós não queremos ficar só no Parlamento, queremos ajudar a governar e para isso temos que ter participação no governo”, declarou o líder, reforçando em seguida quais são os dois principais interesses dos deputados: “cargos e emendas”.

O líder do PSL negou, no entanto, que os aliados de Bolsonaro queiram fazer uma “troca” para votar a reforma da Previdência. “Não é uma troca, é diálogo. É uma escolha de o governo fazer isso ou não. Mas os parlamentares só vão garantir a governabilidade se eles participarem do governo porque, se não, todo mundo é independente aqui.”

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

    1. Imbecil, não entende o que lê não, ele tá dizendo que como o governo não pratrica a política dos petralhas e comparsas, ainda não conseguiu votos pra aprovar a reforma.

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Política

NOVA ARREGADA: Governo desiste de mudar valor do RPV após pressão da OAB

Após uma atuação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o Governo do Estado decidiu retirar a mensagem enviada à Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN) pedindo a redução das Requisições de Baixo Valor de 60 para 10 salários mínimos para “debater melhor”.

Não é a primeira vez que a governadora anuncia uma medida e volta atrás. Não se questiona se a titude é correta ou errada, até porque seria extremamente danoso para quem tem RPV para receber é esse blogueiro foi o primeiro a levantar a voz contra a medida. O que eu estou falando é que essa é mais uma grande arregada de uma gestão em pouco mais de um mês por pressão.

A primeira aconteceu no final de janeiro, quando ela anunciou a suspensão da licença-prêmio do funcionalismo e que, após pressão dos sindicatos, voltou atrás.

Vale lembrar que ainda em janeiro, ela anunciou o parcelamento do pagamento dos policiais civis, que, descontentes, pressionaram e fizeram o governo, mais uma vez, recuar de um anúncio posto garantindo a promessa de pagamento do salário integral.

A porteira da fraqueza foi escancarada, qualquer um aí descontente com atos do governo e só pressionar que a necessidade de “debate melhor” vai se sobressair.

A pergunta que fica, porque não se “debate” antes de colocar na rua, é questão de equipe, de prioridades ou de limitações mesmo?

Opinião dos leitores

  1. É o Governo do disse me disse, hoje publica uma coisa, amanhã se arroxarem a coisa é revogada. Mais fraco que caldo de biloca.

  2. O RN está chegando no fundo do poço e com certeza ainda vai afundar mais ainda, já a merda do PT vai boiar, resumindo, nem o PT nem o RN vai sair ganhando. Foi o tiro que o eleitor deu em si mesmo.

  3. Os que recebem esses RPV's, requisições de pequenos valores, é porque em algum momento, foi usurpado pelo descumprimento legal por parte do Estado, tomando o q era de direito.
    É somente uma reposição.
    Baixar esses valores seria adiar um retorno a quem de direito a foi usurpado pelo Estado.

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Polícia

Justiça condena Lírio Parissoto por agressão à Luiza Brunet

Foto: Luiza Brunet/Arquivo Pessoal

O Tribunal de Justiça de São Paulo condenou por unanimidade, na tarde desta quinta-feira (14), o empresário Lírio Parisotto por agressão contra a ex-companheira Luiza Brunet. A informação foi publicada em primeira mão pela coluna de Marina Caruso, no jornal “O Globo”.

“Foi uma vitória para a Luiza e para todas as mulheres do Brasil”, afirmou à coluna o advogado da ex-modelo, Pedro Egberto Neto.

De acordo com o defensor de Brunet, além de prestar serviço comunitário por um ano, como medida socio-educativa, Parisotto terá de ir mensalmente, por dois anos, a um cartório criminal para atestar que continua morando em São Paulo. A condenação prevê que o empresário só possa viajar com autorização da Justiça. Ainda cabem recursos a instâncias superiores.

“Ele pode embargar a declaração e entrar com um recurso especial no Superior Tribunal de Justiça para tentar a prescrição do crime. Só que o STF não reanalisa os fatos, somente as matérias de direito. A condenação existe e está aí”, explicou Pedro Egberto Neto.

A coluna de Marina Caruso também ouviu a própria Luiza Brunet. Emocionada, a ex-modelo comemorou a decisão:

“Essa resposta da Justiça chancela a minha verdade e a de tantas outras mulheres que foram violentadas e obrigadas a se calar. Estou trêmula. Finalmente fez-se justiça”, disse Brunet.

Em maio de 2016, Luiza Brunet acusou Parisotto de tê-la agredido em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Na ocasião, em meio a socos e tapas, a ex-modelo teve quatro costelas quebradas.

Extra

Opinião dos leitores

  1. Não era bem isso que ela queria… mas tá bom… Pelo menos não perdeu de tudo.
    Quem sabe não tenta um dano moral de míseros $ 50 milhões, para mostrar que nunca teve interesse outro que não o de ver a Justiça sendo feito.

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Diversos

Vale é ‘joia brasileira’ e não pode ser condenada por ‘acidente’ em Brumadinho, diz presidente da empresa

O presidente da Vale, Fabio Schvartsman, durante audiência na Câmara dos Deputados Foto: Ueslei Marcelino / Reuters

Na esteira das revelações de documentos internos que mostram como a empresa negligenciou a segurança em nome dos lucros, como acusa o Ministério Público em parecer revelado pelo GLOBO, o presidente da Vale , Fabio Schvartsman , disse nesta quinta-feira, que a companhia não pode ser condenada pelo rompimento da barragem em Brumadinho (MG). Para o executivo, a Vale é uma “joia brasileira” e não pode pagar pelo que classificou de “acidente”. O rompimento da barragem do Córrego do Feijão, no fim de janeiro, deixou 166 mortos e 155 desaparecidos.

— A Vale é uma das melhores empresas que eu conheci da minha vida. É uma joia brasileira, que não pode ser condenada por um acidente que aconteceu em sua barragem, por maior que tenha sido a tragédia — disse Schvartsman.

O executivo participa de sessão da Comissão Externa criada por parlamentares para acompanhar os desdobramentos do caso . Ele também afirmou que a empresa ainda não sabe quais são as causas do rompimento da barragem de Brumadinho .

— Continuamos sem saber os motivos que causaram o acidente. Todas as informações que nós possuíamos e que foram enviadas pelos técnicos demonstravam que não havia qualquer perigo iminente sobre aquela barragem e que não havia qualquer razão de alarme ou de preocupação maior da gestão da companhia. Se tivéssemos qualquer sinal relevante nessa direção, teríamos agido — afirmou.

Schvartsman disse ainda que a prioridade da empresa é cuidar e acelerar o atendimento às vítimas. Segundo ele, a intenção é “minimizar, se é que é possível, a dor dos atingidos”.

— A Vale está concedendo uma doação de R$ 100 mil para cada uma das famílias atingidas que têm vítimas. Outra doação de R$ 50 mil para cada indivíduo que teve sua casa destruída pelo acidente e mais uma doação de R$ 15 mil para todas as pessoas impactadas. Não que achamos que resolva. São doações mesmo, em troca de nada. E as indenizações serão pagas — disse o presidente da Vale.

Durante sua exposição, o presidente da empresa ressaltou que a Vale possuía um laudo de estabilidade da barragem do Córrego do Feijão e que esse tipo de documento representa “a pedra fundamental de todo o sistema de mineração”.

Schvartsman destacou que o sistema operacional de barragens é descentralizado e funciona por “delegação”:

— Em Brumadinho, os gestores locais têm total autonomia quando avaliam algum risco.

Ao responder às perguntas, Schvartsman declarou que compartilhava a indignação de parlamentares. O presidente da Vale chegou a ser chamado de “bandido” e “assassino” pelo deputado André Janones (Avante-MG). Outros dois parlamentares disseram que Schvartsman tinha a “cara lavada” por argumentar que a Vale não deveria ser punida.

O executivo disse que a companhia está investindo em técnicas modernas de mineração a seco e que está empenhado na renovação da companhia. Afirmou que continua à frente da Vale enquanto tiver a confiança dos acionistas e que se vê como parte “da solução”.

Schvartsman repetiu que a empresa não tinha conhecimento técnico de perigos sobre a barragem que se rompeu.

— Relatórios técnicos estão sendo divulgados como se fossem informação. Eles são estudos em andamento. Ninguém leva especulação (ao alto escalão da empresa) — disse ele, que acrescentou: — Estávamos tentando fazer a coisa direito. Mas, infelizmente, deu alguma coisa de muito errado.

Multas

Também participam da audiência a coordenadora-geral de Emergências Ambientais do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Fernanda Cunha Pirillo Inojosa; o procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Estado de Minas Gerais, Antônio Sérgio Tonet; e o diretor-geral da Agência Nacional de Mineração, entre outros convidados.

Representando o Ministério Público, Antônio Sérgio Tonet afirmou que as causas do acidente ainda estão sendo apuradas, mas “já há elementos para indicar que esse rompimento não aconteceu por obra da natureza”. Ele sustentou que a Vale já sabia de alguns problemas na barragem e que havia preocupação da empresa em relação ao local.

Pelo Ibama, Fernanda Pirillo questionou a falta de pagamento das multas ambientais aplicadas à Vale.

— Aproveitando que o presidente da Vale está aqui, faço a sugestão para que a Vale pague as multas que deve. A Samarco (empresa responsável pela barragem de Mariana, cujo principal acionista é a Vale) não pagou nenhuma — disse ela, que foi aplaudida pelos parlamentares.

Já o diretor-geral da Agência Nacional de Mineração (ANM), Victor Bicca, disse que “pode não parecer”, mas a agência intensificou a fiscalização de barragens desde a primeira tragédia de Mariana (MG), em 2015, quando 19 pessoas morreram.

Bicca disse que a agência possui um sistema de recepção online de parâmetros hidráulicos e geotécnico.

— Desde julho de 2016 não há aprovação de nenhuma construção de barragem cujo método seja alteamento a montante — disse ele, referindo-se à técnica de construção tanto de Mariana quanto de Brumadinho.

O diretor da ANM também destacou que, no ano passado, o sistema online de monitoramento acendeu nove vezes o alerta amarelo e vermelho, mas que os problemas foram mitigados. No caso de Brumadinho, não houve alerta.

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. Matou sabendo que ia matar, inclusive tinha estudo que mataria 100 pessoas. Imagino só as empresas irresponsáveis assassinas o que são capazes de fazer. Criminosos!

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