Polícia

AGU recorre de decisão que proíbe PF de analisar material apreendido com advogado de Adélio Bispo

A Advocacia-Geral da União (AGU) recorreu da decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) que proibiu a Polícia Federal de analisar o material apreendido no escritório do advogado de Adélio Bispo, responsável pela facada no presidente Jair Bolsonaro (PSL) durante a campanha eleitoral de 2018.

No início de março, o desembargador Néviton Guedes, do TRF-1, havia suspendido a análise do material coletado na busca e apreensão feita em endereços do advogado Zanone Manuel de Oliveira, que defende Adélio. A decisão levou em conta o argumento do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil de que Zanone teve o sigilo funcional violado. O Tribunal também cancelou a quebra de sigilo do advogado.

“Negar a produção da prova requerida esvazia a conclusão das investigações em curso, bem como, ainda que de modo indireto, poder vir a colocar em risco a vida da autoridade máxima do país”, destacou o recurso apresentado pela AGU.

Zanone de Oliveira foi alvo de busca em 21 de dezembro no âmbito de inquérito que apura se há mandantes do atentado contra o presidente. O objetivo da ação, segundo a PF, era descobrir quem pagou os honorários do advogado.

No entendimento da AGU, a ação contra o advogado de Adélio Bispo não pretendeu quebrar o sigilo profissional do Zanone, mas identificar os possíveis responsáveis por arcar com as despesas advocatícias de Adélio Bispo. De acordo com a advogada da União Flávia do Espirito Santo, se a PF chegou durante o inquérito a um elo entre o advogado e “um possível partícipe” é necessário investigar.

“Resta, portanto, inequívoco que as medidas requeridas para instrução do inquérito policial visam apurar eventual envolvimento de terceiros na prática delitiva, em razão de possível fornecimento de apoio material ou moral para a execução do atentado ocorrido”, conclui o recurso.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

    1. Provavelmente a PF já analisou sim, todo ou em parte o conteúdo. Porém, diante do entrave judicial nada que for encontrado poderá ser usado contra qualquer suspeito, sem que se derrube a ação de embargo. O Adélio é, sem sombra de dúvida, pau mandado…

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Educação

Encurralado por Bolsonaro, Vélez recebe recomendação da Procuradoria contra slogan ‘Deus acima de todos’

Encurralado pelo presidente Jair Bolsonaro, que, nesta sexta, 5, disse que sua gestão não estão “dando certo”, o ministro Vélez Rodríguez sofreu novo revés, desta vez, da Procuradoria da República no Distrito Federal. Em recomendação enviada à sua pasta, o Ministério Público Federal se manifesta contra a carta enviada em fevereiro às escolas com orientação para que crianças fossem filmadas cantando o Hino Nacional e que fosse lido slogan do governo Jair Bolsonaro, “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”. Dias após a divulgação da medida, o ministro recuou em sua orientação.

Na manhã desta sexta, 8, Bolsonaro fez críticas à administração de Rodríguez à frente da pasta.

O Ministério Público Federal pede que o ministro se abstenha “de fazer uso de qualquer espécie, institucional ou não, das gravações e imagens de alunos encaminhadas pelas escolas ao Ministério da Educação”.

Outra recomendação é contra “manifestar, praticar atos e promover políticas públicas que violem a laicidade do Estado e sobreponham dada religião em detrimento de outras”.

A Procuradoria ainda requer ao ministro que se “abstenha de praticar atos e promover políticas públicas que desrespeitem estudantes agnósticos e ateus, como submetê-los à louvação da figura de Deus”.

Também recomenda que o ministro “se abstenha de praticar atos e promover políticas públicas que possam provocar tratamento vexatório ou constrangedor de crianças e adolescentes’ e que deixe de “praticar atos ou adotar medidas sem prévia análise jurídica e técnica da área responsável no Ministério da Educação”.

Os atos, segundo o Ministério Público Federal, violam a “impessoalidade administrativa”.

De acordo com a Procuradoria, a recomendação “foi motivada após o MPF instaurar procedimento para apurar possível improbidade cometida pelo ministro ao enviar uma carta a escolas de todo o país”. “Na correspondência, Vélez estimulava as escolas a perfilar os estudantes perante a bandeira para executar o hino nacional e, após esse momento, ler uma mensagem contendo o slogan da campanha eleitoral de Jair Bolsonaro. Além disso, a orientação consistia na captação de imagens do evento para que fossem encaminhadas ao governo federal”.

O Ministério Público Federal diz a Rodríguez que, como rege a Constituição Federal,”é objetivo fundamental da República Federativa do Brasil construir uma sociedade livre e promover o bem de todos sem preconceito e quaisquer outras formas de discriminação”, e que “ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei”.

Ainda leva em consideração, a “laicidade do Estado e a inviolabilidade da liberdade de consciência e de crença”, e a “inviolabilidade da intimidade, da vida privada, da honra e da imagem das pessoas”.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Esses órgãos são realmente uma inércia só, tanta coisa pra eles se preocuparem, mas quando se fala em DEUS, MORALIDADE E CIVISMO, aí eles metem o bedelho deles como se fossem os donos da probidade e da razão. ora, vão arrumar o que fazerem.

    1. Perfeito. Mas isso deve acabar à medida que o cheiro de enxofre deixado pelo PT se dissipar.

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Economia

Boeing vai reduzir produção mensal do modelo 737 MAX

A Boeing anunciou nesta sexta-feira que reduzirá sua produção mensal de aviões da linha 737 após dois recentes e mortais acidentes envolvendo o modelo 737 MAX.

A gigante aeroespacial americana planeja produzir a partir do meio de abril 42 aparelhos 737 por mês, dez a menos que a escala atual.

A Boeing também anunciou a instalação de uma comissão que examinará as políticas de design e desenvolvimento de seus aviões.

Imediatamente após o anúncio, as ações do grupo caíram 1,6% nas negociações posteriores ao fechamento de Wall Street.

O chefe-executivo da empresa, Dennis Muilenburg, descreveu como temporal a redução da produção e disse que não afetará nem os postos de trabalhos nem outros programas relacionados aos aparelhos 737.

“Estamos coordenando junto a nossos clientes enquanto trabalhamos para mitigar o impacto deste ajuste”, informou o executivo através de um comunicado.

A Boeing manteve a fabricação do 737 desde o acidente de 10 de março com a aeronave da Ethiopian Airlines que deixou 157 mortos, o segundo envolvendo esse modelo nos últimos cinco meses.

Desde então, a empresa não consegue entregar os pedidos de aviões a seus clientes, o que afetará seus lucros .

A divulgação do balanço financeiro da companhia está previsto para 24 de abril.

AFP/Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

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Política

Dois ministros de Bolsonaro estão na ‘corda bamba’

POR JULIANNA SOFIA

Deve ter soado como um hit de música caipira aos ouvidos de Jair Bolsonaro a notícia revelada por esta Folha sobre os elementos nas mãos da Polícia Federal apontando para a participação do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, no esquema de candidaturas laranjas no PSL de Minas nas últimas eleições.

Em 30 dias de apuração, os investigadores farejaram indícios de que o mineiro tenha cometido crime de falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. Uma quarta candidata laranja foi encontrada pela polícia e já estão na mira uma quinta e uma sexta. Novos áudios e recibos de pedágio corroboram depoimentos em que o ministro é acusado de malfeitos.

O presidente tem demonstrado desconforto com as peraltices de Álvaro Antônio e admite o desgaste para o governo. Já avisou que havendo “uma conclusão com provas robustas, toma a decisão”. Em outras palavras, muito em breve surgirá vaga no gabinete ministerial.

A vacância no Turismo calha com os interesses de partidos ávidos por orbitar em torno do Palácio do Planalto. Após três meses de negação, o bolsonarismo rendeu-se às evidências de que precisa negociar com os ícones da política tradicional caso queira aprovar a nova Previdência.

Em encontros com presidentes de legendas nesta semana, Bolsonaro pediu desculpas por caneladas e abriu um canal ao sinalizar com a criação de um conselho para azeitar a articulação política. Diante da atmosfera de desconfiança mútua, ele não acenou com cargos, por ora. Tampouco as siglas pediram.

Mas é disso que se trata.

Centrão e congêneres dispensam os postos que sobraram na xepa resultante da nova política. O único sinal pouco mais enfático de adesismo à base parlamentar de Bolsonaro vem do DEM porque já conta com três ministérios —e quer mais.

Nesta sexta-feira (5), o presidente indicou que o ministro Ricardo Vélez (Educação) poderá desocupar a cadeira na próxima semana. Timing apropriado para abertura de vaga na Esplanada dos Ministérios.

Folha de S.Paulo

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Política

Em Harvard, Alckmin chama governo Bolsonaro de “improvisado”

O governo Bolsonaro foi alvo de críticas de ex-presidenciáveis que participaram de debate organizado pelos alunos brasileiros das universidades de Harvard e do MIT. Ciro Gomes (PDT) afirmou que Bolsonaro está na iminência de uma “grande confusão” e que o Brasil “optou por um idiota” e Geraldo Alckmin (PSDB) avaliou que o governo tem sofrido um rápido “desgaste de material”. O tucano chamou ainda o governo de “improvisado, heterogêneo, com uma pauta equivocada, uma agenda antiquíssima”.

O tucano criticou debates atuais do governo e a definição de “nova política”, usada por bolsonaristas para definir a atual gestão. “Nós estamos discutindo se o nazismo é de esquerda ou de direita, se o golpe foi golpe ou não foi golpe. Uma agenda velhíssima. Não temos nova e velha política, temos boa e má política. A boa política não envelhece”, afirmou o tucano. Alckmin reiterou que o PSDB não fará parte da base do governo e disse que o partido irá “votar os projetos que forem importantes ao País”. “É o PT, só que de ponta cabeça”, disse Alckmin sobre o que chamou de maniqueísmo do governo.

“Hoje, o governo Bolsonaro está na antecedência de uma grande confusão. É o que vem por aí. Não é impeachment, não há organização para isso. Estamos na iminência de uma brutal confusão”, afirmou Ciro Gomes, que foi aplaudido pela plateia quando afirmou que o Brasil “optou por um idiota”. “Não é idiota como palavrão, é como está nos dicionários: uma pessoa com incapacidade de raciocinar”, disse. Para Ciro, polêmicas do novo governo são um “jogo de distração”.

A política de aproximação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também foi objeto de críticas dos ex-presidenciáveis. Alckmin afirmou que o Brasil é “caudatário do Trump, sem a menor necessidade”. “Compra uma briga com o mundo árabe de graça”, disse o tucano. Ciro chamou de “uma vassalagem vergonhosa ao Trump, coisa nojenta”. Em referência à atuação do filho de Bolsonaro, deputado Eduardo Bolsonaro, na política externa, disse que ele estaria “mexendo em coisa séria”.

Alckmin afirmou ainda que a reforma da previdência apresentada pelo governo que, segundo ele, é “cheia de jabutis”, concordando com críticas de Ciro Gomes. O tucano também afirmou que “há uma crise política” no País, ao defender uma reforma política e eleitoral. “Precisamos valorizar instituições. Os partidos políticos se enfraqueceram, estão artificiais”, disse o tucano.

Já o secretário da Fazenda de São Paulo e candidato derrotado pelo MDB, Henrique Meirelles, afirmou que País “está fazendo para reverter essa queda de produtividade e aumentar, porque isso que irá definir cada vez mais o padrão de renda da população brasileira. Temos que sair da discussão apaixonante, das questões de política”, afirmou Meirelles.

O ex-candidato pelo PT, Fernando Haddad, cancelou a participação no evento e o ex-candidato pelo PSOL, Guilherme Boulos, está presente na conferência em Harvard mas não é um dos debatedores do painel com presidenciáveis de 2018.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Todos farinha do mesmo saco, querem q o Brasil não de certo, pois todos são candidatos em 2022.

  2. Alkmin está magoado, fez um pacto político envolvendo todos os partidos, sua coligação detinha quase 70% do tempo total de televisão.
    Não foi nem para o 2° turno, teve 6% dos votos válidos, me parece que o IDIOTA é ele.

  3. Estou morrendo de pena do Bozo. Levando porrada por tds os lados. Kd os Bolsominion's pra socorrê-lo? Vem Pseudo Ustra Jámorreu, vem Ceará Mundão, Ems é os outros… desistam não. Vem defender o presidente abestado dos ataques proferido ontem em Harvard por Ciro Gomes.

    1. Relembrando: eu já estou bastante acostumado a ver Bolsonaro levar pancada… Nem ligo mais… O omi só tinha 7s de TV e o restante dos 40min de TV era só pancada contra o Mito… Preciso contar o restante da história?

      Bolsonaro, Paulo Guedes e Sérgio Moro nos orgulham…

      Pode aguentar q vem 8anos pela frente… Esse alckindead e o cagão do Ciro estão mais perdidos q cego em tiroteio..

      Chora mais petralhada!

  4. Realmente foi um voto perdido que eu dei,o nosso presidente não fala coisa com coisa,extremamente sem noção.estar mim decepcionando Bolsonaro,e olhe que eu sou militar mais o capitão não comandar nada.

    1. Deixa te dizer que essa de dizer eleitor de Bolsonaro, militar e tal só engana os jumentos da manada.
      Se você tivesse a honradez de um Militar não esconderia seu nome, nem a Força a que pertence.
      No máximo você é membro de algum DCE "esfumaçado".
      Sai trouxinha da esquerda.

  5. Normal essa bateção de cabeça inicial. Se fosse pra montar um gabinete pra atender ao mainstream corporativo e político, não faltaria mão de obra. Como é um governo que se propõe a quebrar práticas, tem que se sair garimpando talentos. E o próprio PSL e filhos não ajudam.

  6. Escolheram nao um IDIOTA…MAIS UM DESVAIRADO….DE JOGAR PEFRA DM LUA…QUEM ADMIRA DOIDO PRECISA SE TRATRAR..OU SEJA URGENTE…UM PSIQUIATRA ÉO CAMINHO….INTENA ESSE DEBIL MDNTAL LOGO E POUCO…CAMISA DE FORCA E CADEIA PARA ESSA FAMILIA ….BOLSOLOUCO JAMAIS….ACHOU RUIM…SE TRATE

  7. "Improvisado" porque o Ex-Governador de São Paulo Não pode definir o atual Governo de Corrupto até porque não tem cacife para isto.

  8. Alckmin e Ciro são políticos patéticos. O primeiro é ventríloquo de FHC e o segundo de Lula. O segundo vai para a disputá da presidência em 2022 e por isso quer que o Brasil dê errado!

  9. Se os oportunistas e parasitas profissionais do Brasil estão falando mal é maior sinal de que o governo está no rumo certo.
    Me preocupa é esses corruptos começarem a elogiar o Bolsonaro.
    Ciro já fez até papel de capacho do Lula tento conseguir apoio e não deu certo. Esses 2 se ficassem nos EUA fariam um grande favor para o Brasil.

  10. O problema maior dos apaixonados é a aversão a críticas. Isso vale para todos, da direita a esquerda.
    Desse jeito nunca sairemos desse jogo de soma zero.

  11. Alckimin está no mesmo patamar de Fátima "Gópi". Foi falar besteira em Havard. Um bosta que teve 5% dos votos.

  12. Bom mesmo era ter votado em um deles, aí deixaríamos o Brasil do mesmo jeito que estava com a velha política de toma lá dá cá, mais o Brasil acordou!!!

  13. Uma característica do político brasileiro é falar mal do Governo por onde estiver, e se for no exterior isso é quase obrigatório.
    Você já viu algum democrata fazer isso quando está fora dos EUA?
    Coisa de subdesenvolvido e derrotado que não aceita o resultado.

  14. Improvisado é seu passado, presente e futuro. Seu periodo de passar o tempo jogando dominó na cadeia com Lula vai chegar em breve.

  15. A estrutura de governo do Brasil está totalmente viciada na corrupção, caso o presidente não queira se adequar a esse estrutura maléfica e corrupta, terá q ter uma equipe muito séria e comprometida pra desarticular as ações de quadrilha de roubo de dinheiro público, uma base de apoio político pra embates no congresso, além de uma imprensa isenta e que não defenda grupos econômicos, nem correntes políticas, e que esteja comprometida com uma sociedade mais justa. Diante disso, e como novo governo não consegue de uma hora pra outra, uma adesão a essa nova forma de governar, só o tempo dirá se ele conseguirá, ou se só o próximo presidente é quem definirá essa nova política, ou se vamos retroceder ainda mais.

    1. É isso aí Tereza, muito bem falado. O Brasil é um país do futuro mais ainda está vivendo do passado. Resumindo eu ainda vou ver o Lula fazendo delação premiada! Pra um bom entendedor meia palavra basta.

    2. Eita povinho cego, adequado a corrupção e a muitas outras mazelas ele já está! Acorda povo ???

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Economia

HERANÇA DE TEMER: Leilões do governo Bolsonaro geram R$ 5,8 bilhões

O leilão de seis terminais portuários, realizado nesta sexta-feira (5), encerrou um ciclo de projetos de infraestrutura deixados pela gestão Michel Temer (MDB).

Em menos de um mês, foram firmadas concessões de 12 aeroportos regionais, 10 terminais portuários e o trecho central da ferrovia Norte-Sul.

Todas essas concorrências foram estruturadas em 2018, mas não houve tempo suficiente para levá-las a leilão antes do fim do governo Temer.

A mais recente delas, nesta sexta (5), concedeu à iniciativa privada seis terminais no Pará. Entre os vencedores dos diferentes lotes, estão os grupos Ipiranga, Raízen, Ultra e a estatal Petrobras.

Ao todo, terão de investir R$ 420 milhões nos terminais que arremataram.

Os números totais do ciclo de leilões deste último mês atingem patamar bem mais elevado: os empreendimentos receberão um total de R$ 6,82 bilhões nos próximos 30 anos.

Os pagamentos que as empresas terão de fazer à União alcançarão cerca de R$ 8 bilhões ao fim dos contratos —além dos R$ 5,8 bilhões iniciais, os editais preveem remunerações mensais ao longo das concessões.

Passados os projetos herdados de Temer, analistas avaliam que só agora o novo governo mostrará sua real capacidade de execução.

“Vamos entrar em um período sem leilões. No âmbito estadual, há uma expectativa de projetos de infraestrutura, mas, no federal, teremos uma entressafra. Agora é o momento de vermos quão efetivo o governo será em desovar projetos”, disse Mauro Penteado, sócio do Machado Meyer.

Para Edson Lopes Gonçalves, da FGV, o intervalo não necessariamente é um problema. “Vontade não falta, mas é preciso correr para que saia neste ano. É melhor fazer com mais calma e ter uma modelagem correta do que correr e lançar projeto mal feito que gere eventuais renegociações.”

O setor ainda aguarda o anúncio do calendário de projetos do PPI (Programa de Parcerias de Investimentos) para este governo.

Em evento em Boston, nesta sexta, o general Carlos Alberto dos Santos Cruz, ministro-chefe da Secretaria de Governo, afirmou que a equipe do PPI vai se reunir até o fim do mês para apresentar uma seleção de obras de infraestrutura estratégicas inacabadas e decidir quais serão
priorizadas.

Mesmo sem essas definições, o Ministério de Infraestrutura já trabalha nos projetos, disse o chefe da pasta, Tarcísio Gomes de Freitas, em São Paulo.

“Haverá situações em que um projeto qualificado pelo PPI já terá sua consulta pública lançada na semana seguinte. Nada está parado.”

Entre os projetos mais avançados, estão arrendamentos de terminais portuários em Santos (SP), Paranaguá (PR) e Suape (PE). Na área de rodovias, há também as concessões da BR-364 e BR-365 (de Uberlândia a Jataí), que aguardam o aval do TCU (Tribunal de Contas da União).

Para o próximo ano, também já há concessões anunciadas nos setores de aeroportos, rodovias e ferrovias, em diferentes fases de modelagem e aprovação.

Outras preocupações do setor são a perspectiva de crescimento da economia e a aprovação de reformas, avalia Marcos Ganut, sócio-diretor da consultoria Alvarez e Marsal.

“As condições do país —e aí entra a reforma da Previdência— serão adequadas para a infraestrutura decolar? Não adianta nada ter leilões e mais leilões se não houver a segurança que o investidor espera.”

O impacto se reflete não apenas no apetite de investidores, mas na própria modelagem dos editais, disse ele. Isso fica claro nos projetos de logística e transportes, cuja viabilidade econômico-financeira depende da demanda de passageiros e de carga, segundo analistas.

“Entre os erros mais comuns nos modelos de concessões anteriores de aeroportos e rodovias está a modelagem da demanda superestimada, como ocorreu no Galeão. É preciso ser conservador”, disse Gonçalves, da FGV.MDB) e que renderam a Jair Bolsonaro (PSL) R$ 5,8 bilhões de pagamentos de outorga logo na largada de seu governo.

Folhapress

Opinião dos leitores

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Política

Presidente reconhece: ‘A maioria dos ministros não tem nenhuma habilidade política’

O presidente Jair Bolsonaro deixou claro durante o café da manhã com jornalistas, nesta sexta-feira, que está efetivamente disposto a conversar com caciques dos partidos do Congresso e atender algumas demandas, mas reafirmou que não irá trocar cargos pelo apoio parlamentar. Sem tergiversar, admitiu que parte das arestas com a classe política se deve à pouca intimidade de sua equipe com o parlamento.

— A maioria dos ministros não tem nenhuma habilidade política. Vivência política. Ontem, alguns (presidente de partido) reclamaram de ministros, de bancos oficiais… O presidente da Caixa recebe umas 20 ligações e não tem como atender. Mas tem que ter alguém que atenda. Muitas vezes o pedido é uma coisa simples, às vezes cabe a ele só colocar uma assinatura — pontuou.

O presidente disse ainda que a única preocupação real do governo hoje é na votação da reforma da Previdência. Um dos temores reinantes hoje no Congresso é justamente com a possibilidade de a relação entre Executivo e Legislativo piorar após o projeto prioritário do Planalto ser aprovado.

— A não ser a Previdência, não temos outra medida que tenhamos de forçar a barra para aprovar — destacou Bolsonaro.

Bolsonaro fez uma avaliação positiva da conversa com os presidentes de partidos na quinta-feira. Em busca de apoio para a aprovação da reforma da Previdência, ele recebeu os presidentes do PRB, PSD, DEM, PP, PSDB e MDB no Planalto. Para o presidente, eles entenderam a nova forma de fazer política que o novo governo quer implementar.

— Ninguém falou em cargo ontem. No dia anterior, o vice (Hamilton Mourão) falou em cargo, mas não aconteceu. Matamos no peito — afirmou, destacando, no entanto, que não ficará restrito às cúpulas das legendas:

— Estamos conversando com a elite (política), mas também com o baixo clero. Eu sempre fui baixo clero.

Uma das reclamações dos presidentes de partidos, segundo Bolsonaro, é com a divisão frequentemente feita pelo governo entre “nova” e “velha” política. O presidente disse que está conversando inclusive com os subordinados para evitar melindrar a classe política com essa classificação.

— Eles não querem mais falar em nova e velha política. Tenho conversado com todos (os ministros) para darem uma segurada. É desconhecimento, falta de tato.

Bolsonaro chegou, no entanto, a ironizar o encontro com caciques partidários com quem trocou ataques muitas vezes durante a campanha:

— Alguns que vieram me surpreenderam, como o Romero Jucá. O Alckmin no primeiro turno me deu não foi agulhada não, foi agulha de crochê.

Até semanas atrás, o governo tentava construir uma base parlamentar sem vinculação com os partidos políticos. Mas não funcionou. Em dois meses, o Planalto sofreu derrotas e conseguiu pouco apoio de fora de seu partido, o PSL. Indagado sobre a baixa adesão das bancadas temáticas da Câmara, Bolsonaro mostrou-se incomodado:

— A bancada ruralista, eu escolhi o ministro que eles indicaram. Não foi lista tríplice, foi quem eles indicaram. Saúde com o Mandetta foi a mesma coisa. O do Turismo, a mesma coisa.

Ao longo do café, Bolsonaro reafirmou várias vezes, no entanto, que as escolhas de seus ministros foram de caráter técnico e disse que, fora do primeiro escalão, ele mesmo fez apenas uma indicação:

— Todos aqui tiveram 100% de liberdade para escolher seus subordinados. Eu só escolhi o secretário da Pesca.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Habilidade política é competência para saber como as coisas funcionam, os processos tramitam e as normas aplicáveis, e saber dialogar em busca de demonstrar que seus objetivos tem justificativa plausível, motivo de intetesse publico, razões que expliquem e considerações suficientes para p livre convencimento.
    Quem não sabe dialogar, não respeita a liberdade de pensamento e expressão e tem medo da divergência, não tem competência para o mundo da política e do serviço público.

    1. No mundo civilizado os gestores precisam de competência técnica, administrativa, formação especifica, compromisso com a sociedade e ficha limpa… Já no Brasil, precisam apenas de indicação politiqueira e comprometimento com os seus padrinhos… o pior é que o povinho concorda com isso e ainda defendem seus corruptos preferidos…Se trocar a população de um país civilizado(EUA,Alemanha, Suécia) pela nossa, o Brasil em um mês evolui um século. O problema do Brasil é o brasileiro, tanto faz ser gari ou presidente…

  2. A questão é: habilidades políticas é, concessão de privilégios, entrega de cargos comissionados, esquemas de corrupção, superfaturamento de obras, desvios de verbas. Qdo se faz prática isso, aí o governo é politizado, não tem oposição, nem orquestração da imprensa

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Polícia

Sergio Moro faz propaganda enganosa do projeto anticrime, diz jornal

POR LUÍS FRANCISCO CARVALHO FILHO

Ainda é cedo para a análise dos números. Mas o impacto do governo Bolsonaro nos índices de letalidade policial é fenômeno a ser investigado.

O discurso inflamado do candidato contra a bandidagem, que reverbera depois da posse, o desprezo por valores humanistas, a tolerância retórica para com os pecados eventualmente cometidos e a afinidade quase religiosa que o capitão mantém com amantes de armas e de extermínios criam uma zona aparente de conforto para forças de segurança, elevando o ânimo das tropas.

A curva da letalidade policial é ascendente —segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o número de mortes decorrentes de intervenções policiais (em serviço e fora de serviço) cresceu de 2.212 (2013) para 5.159 (2017). No Brasil, governantes mais ou menos conservadores ou progressistas não se diferenciam por políticas públicas de combate à violência e não costumam se incomodar com morte de suspeitos. Mas, de fato, agentes de segurança consideram-se, hoje, no poder.

O Rio de Janeiro, terra generosa e capaz de acolher a carreira política dos paulistas Jair Bolsonaro (PSL) e Wilson José Witzel (PSC), é onde mais se extermina. Policiais mataram 1.444 pessoas entre janeiro e novembro de 2018.

Se no primeiro bimestre de 2019 caiu o número de homicídios no Rio (e não faltarão tentativas de relacionar os dois eventos), o número de mortes por policiais bateu recorde histórico: 305 óbitos, um a cada quatro horas e meia.

O novo componente na equação da violência urbana é o pacote anticrime desenhado por Sergio Moro e encaminhado ao Congresso.

O artigo do presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima, sobre papéis que a Folha obteve com base na Lei de Acesso à Informação, detecta, na “exposição de motivos”, a visão perigosa do ministro da Justiça. É uma minuta do texto que faria parte do inteiro teor do projeto de lei 822/2019, publicado no site da Câmara dos Deputados.

A Polícia Federal, registre-se, afirmou-se impossibilitada de fornecer as informações solicitadas pelo jornal, “pelo risco de comprometimento de sua capacidade investigativa”, o que ilustra o ambiente de penumbra que marca o funcionamento das instituições policiais.

Na tentativa de justificar a injustificável mexida nos dispositivos do Código Penal que cuidam da legítima defesa, a mensagem de Sergio Moro ao presidente da República formula um silogismo precário e odioso: como está em permanente risco, como atua em comunidades sem urbanização, como não consegue distinguir “pessoas de bem dos meliantes”, o agente policial precisa de “proteção”, para que “não tenhamos uma legião de intimidados pelo receio e dificuldades de submeter-se a julgamento em juízo ou no Tribunal do Júri”.

Moro sabe usar o apelo popular e faz propaganda enganosa ao defender o direito de o policial reagir ao bandido que porta fuzil. Parece razoável? Mas o seu pacote oferece algo muito diferente: isenta de responsabilidade penal atos criminosos como o abate de inocentes ou culpados, os tiros a esmo, as balas perdidas, os excessos inescusáveis, o tratamento, enfim, de “pessoas de bem” como se “meliantes” fossem.

Moro proclama a imunidade dos agentes de segurança, legitimando palavra de ordem conveniente à banda podre das polícias, de quem se converte em poderoso aliado. Mais grave que policial corrupto é policial assassino. Aliás, eles costumam andar de mãos dadas.

Folha de S.Paulo

Opinião dos leitores

  1. No momento em que vivemos uma crise de segurança sem precedentes, surge um homem como Dr. Sérgio Moro. Ético, lúcido, competente, luta por um Brasil melhor, mais justo e mais feliz. Entretanto, o lado "sombrio" da força, entenda-se, a tal esquerda brasileira, imprensa sebosa e pessoas como esse senhor Francisco, arvoram-se num discurso "humanista" fajuto e defendem o banditismo. A Folha de São Paulo hoje enche de vergonha a imprensa brasileira.

  2. Essa opinião evidência o quanto estão invertendo os acontecimentos e trabalhando para um país pior.
    Em recente ação policial, 11 de 25 bandidos armados com fuzis, que iriam assaltar um banco e fizeram cidadãos com reféns e escudo humano, foram tirados das ruas.
    Não farão mais assaltos, não irão portar arma que só os militares podem ter (seus fuzis – infringindo a lei do desarmamento) e não vão usar pessoas de bem como escudo humano em seus crimes, numa covarde atitude.
    Aí quem não presta e são violentos são os policiais e seus superiores que impediram as várias ações criminosas?
    Se esses que querem um país inseguro, em completa desordem social, combatendo fuzil com rosas, por favor tenham a mínima decência moral e ética e façam um tratamento psicológico, deixem de alimentar o câncer da corrupção e destruição social.

  3. Só poderia ser a folha. Juiz Federal, sem mácula na atuação, condena bandido que engana milhões de brasileiros e aceita ser ministro da justiça é tido por ruim. Bandido preso, que muitos tatuam nos seus carros, Lula Livre, é ovacionado pelos otários, na maioria babacas privilegiados.

  4. Não sei se por não ser bandido, não ser irmão de bandido, não ser parente de bandido, não ter uma como cônjuge, não ter feito faculdade de jornalismo, eu não tenho nenhuma preocupação com a saúde de um bandido.
    Mas é preciso respeitar a opinião de quem se enquadra numa situação dessas. Só não entendo porque jornalista ama tanta vagabundo. Se é resquício da época da "fumaça"…

  5. Imbecil, RJ é terra que deu guarita a ladrões, de Cabral, Moreira franco…todos afundaram o estado, como espírito malandro carioca. Moro, depois da letargia dos ministros da justiça foi o único a propor medidas contra criminosos, que talvez você faça parte, já que distorce a realidade dos fatos, canalha!

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Política

‘Me dei mal. Pode pegar o meu lugar’, diz Bolsonaro, rindo, para Moro

Foi um dia de desabafos. Seis horas antes de dizer, em tom de brincadeira, que não nasceu para ser presidente, mas, sim, para ser militar, Jair Bolsonaro abriu um sorriso quando o ministro da Justiça, Sérgio Moro, afirmou não ter planos políticos.

Ao lado de Bolsonaro no café da manhã desta sexta-feira, 5, com diretores de jornais e repórteres de TV, Moro foi questionado sobre seu interesse em disputar a Presidência, em 2022. Diante da negativa, Bolsonaro lembrou que, bem antes de ser eleito, no ano passado, um amigo lhe perguntou sobre os seus projetos para a próxima temporada.

“Ou eu vou ser eleito ou vou para a praia”, respondeu o então candidato do PSL ao Planalto. Bem humorado e sob o olhar atento de Moro, Bolsonaro continuou, rindo: “Me dei mal. Pode pegar o meu lugar.”

No café com os jornalistas, o presidente também disse entender as queixas dos parlamentares e contou ter passado 28 anos “dando caneladas”. Era uma referência aos tempos de deputado federal. “Eu já fui do baixo clero. Sei o que eles estão sentindo. A gente é questionado na rua”, afirmou Bolsonaro.

Mais tarde, na inauguração do Espaço de Atendimento de Ouvidoria da Presidência, no Planalto, o presidente voltou a fazer piada. “Às vezes me pergunto: meu Deus, o que fiz para merecer isso? É só problema”, disse ele, antes de se despedir.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Primeiro, o senhor não 'foi' baixo clero, o senhor É baixo clero.
    Segundo, o Moro antes de ser Ministro dizia que Não queria ser ministro.

  2. MITO!!! Excelente Presidente! Meu Presidente! O Presidente de todos nós! Quem estiver insatisfeito, pegue seu banquinho e saia ligeirinho.

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Política

Ciro Gomes: ‘O Brasil optou por um idiota’

Ciro Gomes afirmou nesta sexta, 5, que, entre várias opções de candidatos a presidente, o “Brasil optou por um idiota”, a respeito de Jair Bolsonaro, na Brazil Conference, em Boston. “Idiota na acepção do dicionário, de quem não tem capacidade, não tem compreensão”, afirmou. Ele enumerou uma série de “disparates”, como chamou”, dos primeiros meses de governo: rediscussão sobre se houve golpe militar e ditadura, se meninos devem vestir azul e meninas vestem rosa, caso Fabrício Queiroz etc. “Me recuso a fazer esse jogo de distração”, afirmou.

Ele chamou os filhos de Bolsonaro de “bando de babaca”, “filhos de um despreparado”. Voltou a criticar a política externa e disse que o Brasil é subserviente aos Estados Unidos e “insultou” a China. “E nós temos um imbecil comandando uma das maiores economias do mundo. Que quer nos distrair com mamadeira de piroca e essas mentiras.”/ V.M.

BR18

Opinião dos leitores

  1. Pela natureza dos comentários, percebe-se que ainda há muita gente distraída. E a distração parece não ter fim… Também, diante de um ambiente fértil como este, cercado de ignorantes políticos e "umbiguistas", não há perspectiva alguma de reação. Afinal, onde a ignorância domina, a irracionalidade impera!!! Mas assim, o que ninguém apontou mesmo foi: em que foi que Ciro Gomes mentiu??? Vamos lá…Digam aí… Em que foi mesmo q Ciro Gomes mentiu? Que ele é oportunista, não restam dúvidas, mas daí a classificá-lo como mentiroso, especialmente diante de tantas verdades ESCANCARADAS, parece-me um pouco demais…. Cada dia estou mais convencida de que o ex-banqueiro Eduardo Moreira está coberto de razão: Bolsonaro é a nossa maior esperança. Enfim, precisaremos chegar juntos ao fundo do poço para descobrirmos que erámos felizes e não sabíamos e q estamos todos de um mesmo lado. Infelizmente, não será a razão que nos unirá enquanto nação, mas sim a DOR. Só me resta agora aguardar o tempo passar. O tempo TUDO mostra!!!

  2. Apenas a verdade: o país HOJE está parado por INCOMPETÊNCIA GERENCIAL dos mandatários. Falta ação na SAÚDE e na EDUCAÇÃO a nível FEDERAL, o DESEMPREGO só aumenta e a economia que antes se estimava aquecida, agora voltou a ESPECULAR para 2020.

    Por favor, só um cego não vê que este idiota é realmente merecedor do adjetivo. Pobre de direita é foda, merece tomar no cu mesmo…

  3. Bota infinita nisso,de quem ele era aliado e levou um no traseiro,no lugar de contribui fica criticando de era pra te eleger imbecil pra tu continuar beijando os pés do PT,que fique aí relinchando.

  4. Não mudem o foco meu povo. Vocês podem esculhambar quem quiser, podem chamar quem quiser de corrupto, ladrão etc. Mas que esse governo é todo na base do improviso, falta acontecer o que pra vcs se convencerem que foi uma cagada colocar um país do tamanho desse nosso. Ainda é nosso né?

  5. Pelo amor de Deus, existe alguém que ainda dá crédito para esse Ciro Gomes? Esse sim, é o maior idiota do Brasil.

    1. Pelo amor de Deus existe alguém que ainda dá crédito a Jair?

  6. Ciro é um Lulista! Por isso, perdeu até para um poste! Vai arranjar alguém para dar um tapa, seu bosta!

  7. Mais Idiota é quem levou uma "surra" de votos de um idiota .Qual o Partido que Ciro Gomes está filiado hoje pela manhã?

  8. Deve ser piada, o maior idiota de todos os tempos que é o Ciro, colocando adjetivos em outra pessoa. Esse cara não se enxerga.

  9. Como os outros candidatos faziam parte de uma enorme quadrilha, era a única escolha, mas ainda não está definido o que ele é. Certeza, só que Ciro fez parte da quadrilha que saqueou o país.

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Televisão

Miguel Weber está no Cara a Cara com BG

O Cara a Cara com BG deste sábado recebe o radialista, jornalista e psicológico Miguel Weber. Conheça os fatos que marcaram a vida pessoal e profissional de um dos comunicadores mais conhecidos do Rio Grande do Norte.

Cara a Cara com BG, sábado, às 8h30, na TV Ponta Negra.

Acompanhe o programa através dos canais: Cabo Telecom 120 (sinal digital) e 805 (HD); NET 13 (sinal digital) e
513 (HD); Sky HD 313.1.

Opinião dos leitores

  1. Entrevistão, vai direto para os anais (sem trocadilho) da história de Natal.
    BG deve ter batido todos os índices de audiência.

  2. Natal. Terra em que cara condenado por corrupção é entrevistado. Viva! Quando iremos evoluir?

  3. Poxa BG, o que esse senhor vai trazer de bom nesta entrevista? Um cara que teve a oportunidade juntamente com a mulher, de melhorar a situação do povo sofrido de Natal, pelo contrário, mais uns que acabaram com Natal.
    Tenha paciência!

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Política

Lula fica em silêncio em depoimento à PF

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ficou em silêncio durante depoimento prestado hoje (5) na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba, onde está preso.

Segundo a defesa, Lula não teve acesso antecipado ao conteúdo da investigação. Na oitiva, a PF pretendia questionar o ex-presidente sobre o conhecimento dele da suposta cobrança de propina em contratos de navios-sonda da Petrobras e nas obras da Usina Hidrelétrica de Belo Monte.

Em março, o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), aceitou o pedido da defesa do ex-presidente e suspendeu o mesmo depoimento.

Na decisão, Fachin concordou com a defesa e determinou prazo mínimo de cinco dias úteis para que os advogados possam analisar os processos antes do depoimento.

A defesa de Lula, desde sua prisão em abril de 2018, reitera a inocência dele e diz que ele não cometeu crimes em momento algum. O ex-presidente também afirma que não cometeu irregularidades.

Lula está preso desde 7 de abril do ano passado, após ter sua condenação confirmada pelo TRF4, que impôs pena de 12 anos e um mês de prisão ao ex-presidente, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, no processo do tríplex do Guarujá (SP).

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Um ano livre de Lula, o maior ladrão do BRASIL, ainda tem imbecis, q sabem bem q ele é mesmo ladrão, e si faz de doido. Será q ele vai tuma uma de 51, parabéns TRF4.

    1. Vá arrumar um trabalho…vou dar a dica já que você não conhece, a cor da carteira de trabalho é azul, seu ídolo está na cadeia aonde é lugar de vagabundo ladrao

    2. Lula livre e esse Jecil preso. Kkkkkkkkkk. O povo PTRALHA pra gostar de ladões.

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Política

Impaciência com governo é filha da intolerância da campanha, diz Guedes

Foto: Gustavo Rampini/Lide

Aplaudido de pé ao fim de sua apresentação em evento do Grupo Lide, em Campos de Jordão, o ministro da Economia Paulo Guedes negou, nesta sexta-feira (5), que o governo atravesse uma crise política. Disse ainda que o presidente Jair Bolsonaro não tem como mudar no curto prazo e ressaltou que a impaciência atual com o governo é filha da intolerância da campanha.

“Governo agiu com presteza e está trabalhando. Tem PPI, leilão de aeroporto, as coisas começam a acontecer e todo mundo impaciente, dizendo: ‘não o presidente não está compondo’”, afirmou. “A impaciência atual [com o governo] é filha da intolerância da campanha”, disse Guedes.

Para Guedes, o establishment achou que ganharia as eleições e acabou assassinando as reputações à direita, mas não achou candidato viável.

“O candidato preferencial do establishment, Geraldo Alckmin, acabou com quase tanto voto como o Cabo Daciolo, o que mostra o esfacelamento do centro porque, segundo a opinião pública, houve perda de decência”, alfinetou.

Guedes negou que o governo atravesse uma crise política e que disse que há muita impaciência. Segundo ele, o governo mandou ao Congresso dois projetos —o pacote de Sergio Moro anti-crime e a proposta da Previdência– em menos de 60 dias, já que nos primeiros 30 dias o Congresso ainda não tinha tomado posse.

Disse ainda que a boa política está viva e que ele vê isso no Congresso. “Existe diferença com a boa política. Eu estou vendo que tem, ela está viva e quer agir.”

Guedes defendeu a atuação de Jair Bolsonaro na articulação política, ao dizer que o presidente foi eleito dizendo que não faz a velha política, “Ele fez todo um discurso, como é que em 30 dias ele vai mudar a forma de viver que ele desenvolveu ao longo de 26 anos? Ele só ganhou porque a trajetória dele tinha sido de rompimento o tempo inteiro. Ele precisa de um certo tempo”, disse.

Guedes afirmou ainda que o presidente tem sido “de uma generosidade enorme e de grande autocrítica”. “O que mais eu posso pedir nesse momento de um presidente?”.

Autocrítica da mídia

Guedes reclamou ainda do que qualificou como “certa impaciência da mídia convencional que, em menos de 60 dias operacionais, já quer que tudo caia certinho. Não é assim, leva um tempo”.

Segundo o ministro, a mídia fez um trabalho extraordinário ao longo de 30 anos, mas “se apaixonou durante campanha presidencial e assassinou reputações”.

“Mas 57 milhões apostaram contra ela [a mídia]. Se a mídia não fizer uma autocrítica também, é muito fácil exigir do presidente”, disse.

“Em vez de prestar atenção num cara que xingou o outro ali, os dois se xingaram, um deu um empurrãozinho. Tem um processo maior acontecendo. Vamos trabalhar no lado construtivo. Eu disse isso até ontem, falando com o PT”, disse Guedes.

Guedes deixou o evento sem falar com a imprensa.

Folhapress

Opinião dos leitores

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Política

Haddad diz que ‘calendário de Moro’ demonstra que ex-juiz não entende de provas

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Candidato a presidente nas últimas eleições, Fernando Haddad (PT) criticou o ministro da Justiça de Jair Bolsonaro (PSL), Sergio Moro, nesta sexta-feira (5), em Porto Alegre. Para Haddad, a foto com um calendário publicada por Moro na sua estreia no Twitter como prova de sua identidade demonstra que o ex-juiz não sabe o que é uma prova.

A crítica foi feita exatamente um ano após Moro, na época juiz em Curitiba, determinar a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 5 de abril de 2018.

“Vamos combinar, não sei se vocês viram ontem. O Moro postou uma foto dele com um calendário para provar que era ele. é mais ou menos o que aconteceu com o processo do Lula. Ele entendeu que o negócio [calendário] era uma prova. E ninguém chegou para ele e falou ‘não é prova’. Esse calendário não prova nada a respeito da tua identidade”, disse Haddad.

A crítica arrancou risos da plateia, formada sobretudo por estudantes em um ato na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Haddad estava acompanhado de Manuela D’Ávila (PC do B), vice na sua chapa em 2018.

O compromisso foi seguido por uma caminhada no centro da capital gaúcha para marcar o início da Caravana Lula Livre. Depois de Porto Alegre, a caravana vai a Florianópolis, no sábado (6), e para Curitiba, onde Lula está preso, no domingo (7), data de um ano da prisão do ex-presidente.

“Queremos uma Justiça imparcial. Não pode ser uma Justiça que penda para um lado, que tenha partido”, disse Haddad.

Ex-ministro da Educação, ele também criticou Ricardo Vélez, atual titular da pasta. “Não pode falsificar a história”, falou sobre a declaração de Vélez sobre alterar livros didáticos para ensinar que a tomada da presidência em 1964 pelos militares não foi um golpe. “Não adianta ministro apagar livro de história, história não se apaga e não se muda”, disse antes Manuela.

“Bolsonaro tem medo de vocês. Ele morre de medo de estudantes, de professores, de negros… Ele tem medo de tudo que não é parecido com ele. Por isso ele enaltece a ditadura”, disse Haddad sobre seu adversário na eleição. “Ele está habituado a impor, daí a dificuldade que esse governo enfrenta”, acrescentou.

Haddad também criticou o uso que Bolsonaro faz do Twitter. “Ele perde um tempo precioso monitorando o que a gente pensa nas redes sociais”, falou.

Antes do início do ato, a plateia entoava os dizeres “Bolsonaro, vou te dizer, democracia é maior do que você”.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. É um POSTE falante, mas é um POSTE.
    Sempre será um POSTE!
    "HADAD é Lula, Lula é HADAD!"(dito por eles mesmos)

  2. Os comunistas insistem em passar vergonha. Vejam só as qualidades dos personagens: um ex candidato apêndice, uma ex vice que ainda não se descobriu se existe e meia dúzia de alunos zumbis -canabis …. Isso é a representação típica dos sovietes kkkkkkkkk povo que só fazem gritar, berrar , chorar, ironizar e andar atrás do líder da seita….sem o mínimo argumento! Quando penso que um dia fui assim e me salvei, só tenho que agradecer…

    1. ??????????????????????????‍✈️?????? coaf coaf,Micheque, Queiroz kkkkkkkkkkkkk

  3. E eu digo pra vocês, canalhas petralhas, a justiça vai ser feita, e vcs também irão acabar na cadeia.

    1. ????????????????????????????????????????????????. ?coaf coaf .Queiroz. Flávio 171 kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkll?‍✈️?

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Política

Bolsonaro diz que não haverá alinhamento automático de partidos ao governo

Sem conseguir formar uma base aliada para lhe dar sustentação no Congresso, o presidente Jair Bolsonaro reconheceu nesta sexta-feira (5) que não haverá alinhamento automático de partidos ao seu governo e que a negociação terá que ser matéria por matéria.

“O que tenho ouvido dos partidos é que a cada matéria a ser votada haverá um entendimento. Não haverá nenhum alinhamento automático ao governo federal”, disse Bolsonaro.

Ele disse não esperar ter uma base permanente, mas que está otimista com o apoio dos parlamentares à reforma da Previdência.

Um dia após se reunir com presidentes de seis partidos (PP, DEM, PSDB, PRB, MDB e PSD) e não conseguir declaração de apoio de nenhum deles, ele afirmou que não precisa falar de cargos para tocar a nova Previdência no Legislativo.

“Está tendo uma consciência geral que nós somos Poderes independentes. Não precisa falar mais nada. Está sendo uma aceitação enorme. Ninguém fechou questão de que é da base, que vai apoiar, mas a Previdência é quase uma unanimidade com esses partidos que estiveram comigo ontem [na quinta-feira (4)]”, afirmou.

Nas próximas terça e quarta-feira (9 e 10), Bolsonaro recebe os presidentes de Novo, SD, Podemos, PR, PSL e Avante.

Folhapress

Opinião dos leitores

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Política

Receita aciona PF para investigar acesso a dados fiscais de Bolsonaro

A Receita Federal acionou a Polícia Federal (PF) para investigar o acesso a informações fiscais do presidente da República, Jair Bolsonaro, e de membros de sua família. Em nota oficial, o órgão informou que uma sindicância concluiu que dois servidores do órgão consultaram os dados sem motivação legal.

De acordo com o comunicado, além de avisar a PF, a Receita abriu processo administrativo para apurar a responsabilidade funcional dos envolvidos. O Fisco não informou quando ocorreu o acesso aos dados nem forneceu mais detalhes sobre o caso.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. À máquina do governo está contaminada de PeTralhas, o PT aparelhou o estado em todas repartições públicas com seus membros alienados, é por isso que só comem capim!!!

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