Esporte

Madri aumenta segurança para a final da Libertadores neste domingo

Após a violência ocorrida antes da patida final da Libertadotres, em Buenos Aires, River Plate e Boca Juniors se enfrentam hoje (9), às 17h30 (de Brasília), no estádio Santiago Bernabéu, em Madri. É a primeira vez que a Taça Libertadores terá jogo disputado em território europeu. A medida foi adotada pela Comenbol, por questão de segurança, depois que o ônibus com os atletas do Boca foi apedrejado por torcedores do River há 15 dias.

Temendo episódios de violência, o governo espanhol disponibilizou cerca de 4 mil policiais entre agentes públicos e privados. Em Madri, na véspera do jogo deste domingo, torcedores do Boca e River escolheram locais distintos para se reunir a fim de assistir à partida de logo mais.

A diretoria do River tentou evitar a transferência do jogo para a capital esánhola, alegando que se a decisão fosse no Monumental, na capital argentina, as arquibancadas estariam ocupadas apenas por seus torcedores, como ocorreu no primeiro jogo da final na Bombonera. Segundo eles, com a mudança para Madri, as duas torcidas vão dividirão as arquibancadas do Bernabéu. Para os diretores, a presença da torcida do Boca é uma vantagem concedida ao clube adversário.

Já os drietores do Boca chegaram a sinalizar que a sua equipe não disputaria a final em Madri. Eles reivindicavam que o arquirrival fosse desclassificado como punição pela violência contra seus jogadores. O técnico Guillermo Barros Schelotto, por exemplo, fez discurso duro contra o episódio que gerou a decisão do torneio para um país europeu.

A expectativa é que o Boca entre em campo com a formação anterior, com Sebastián Villa e Ramón Ábila no setor ofensivo.

Prováveis escalações

River Plate: Armani; Montiel, Martínez Cuarta, Maidana, Pinola e Casco; Palacios, Ponzio, Pérez e Pity Martínez; Pratto. Técnico: Marcelo Gallardo.

Boca Juniors: Andrada; Jara, Izquierdoz, Magallán e Olaza; Nández, Barrios e Pérez; Villa, Pavón e Ábila. Técnico: Guillermo Barros Schelotto.

Árbitro da partida : Andrés Cunha (Uruguai), auxiliado pelos compatriotas Nicolás Tarán e Mauricio Espinosa.

Agência Brasil

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Política

Guamaré elege novo prefeito neste domingo

Desde as primeiras horas deste domingo (9), os eleitores de Guamaré estão indo às urnas para eleger o novo prefeito da cidade na eleição suplementar determinada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Estão disputando o cargo de prefeito os candidatos Francisco Adriano Holanda Diógenes (MDB) e Mozaniel de Melo Rodrigues (SD). A expectativa é que o resultado seja divulgado por volta das 18h.

A sleição suplementar foi realizada por determinação da Justiça Eleitoral após a cassação e perda de mandato do ex-prefeito Hélio Willamy e da vice Professora Iracema Maria pela prática de “terceiro mandato familiar”. Estão ápitos a votar 13.726 eleitores.

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Judiciário

“InterTV Cabugi é um meio de comunicação desonesto, difamador, caluniador e de extrema ma-fé”, afirma juiz

Em conversa com o Blog do BG, o juiz Luiz Cândido Villaça defendeu o posicionamento da Associação dos Magistrados do Rio Grande do Norte (Amarn) contra a InterTV Cabugi. A associação teceu críticas à emissora e disse que não vai mais atendê-la.

O magistrado disse que o momento é de cautela e criticou a forma como a InterTV vem fazendo coberturas envolvendo os poderes do Estado. Ele não poupou as críticas ao veículo afirmando que a TV divulga dados pela metade e que não respeita a notícia.

“A InterTV Cabugi é um meio de comunicação desonesto, difamador, caluniador e de extrema ma-fé. O momento é de ter responsabilidade. A informação é uma arma e, como toda ferramenta dessa natureza, precisa ser manejada com cautela. Não se pode colocar a população contra um Poder que, embora devedor e carente de melhoras, tem seus membros comprometidos com os destinatários de seus serviços.

Opinião dos leitores

  1. Mexeu com a casta, não presta. Até quando o Poder Judiciário vai se achar acima de tudo e de todos? Alguém tem que enfrentar esses privilegiados que fazem o quem bem quererem com os seus salários, enquanto os demais trabalhadores tem que apertar o cinto sempre.Viva a INTER tv CABUGI que não cede as chantagens dessa raça ariana.

  2. Nunca dei credibilidade a esse Blog do BG. Para tal feito tem q piorar muito!! Quanto as matérias noticiadas pela InterTV sobre essa casta q só tem benesse e nada produz , o povo do RN agradece a coragem, o empenho desta emissora.

  3. Acho que o problema não está em quanto ganham ou deixam de ganhar os magistrados, se a lei determina, deve ser cumprida. Em minha opinião o que deveria ser revisto era as regalias, que são muitas, e sabemos que TODAS SÃO LEGAIS, portanto quem está errado não é quem recebe, errado e imoral é a Lei que permite esse desmando. Então de forma bem fria na análise quem está ERRADO é o Legislativo que cria dispositivos legais com tais teor. Se o legislativo representa a escolha popular então vamos saber votar e não continuar com essa Corja que nós colocamos no poder!

  4. Parabéns a InterTv Cabugi, a única emissora de televisão que tem coragem de mostrar e criticar essa casta, que extrapolam o recebimento de salários em valores absurdos, são ineficientes, pouco produzem para a sociedade potiguar, só pensam neles, não repassam as sobras, não se importam com o restante do funcionalismo público que vive o desespero do atraso de salários e da falta de pagamento de 13° salários.

  5. DEVIAM DEVOLVER TODOS OS FUNCIONARIO QUE ESTÃO A SUA DISPOSIÇÃO SEM CUSTO NENHUM. AI QUERIA VÊ O QUE SOBRARIA DE SEU ORÇAMENTO. É A SEGURANÇA TERIA NO MÍNIMO 600 A 800 HOMENS PARA A NOSSA SEGURANÇA.

  6. TEM QUE ACABAR COM AS REGALIAS DESSA CASTA, QUE POUCO PRODUZ P O ESTADO BRASILEIRO. BILSONARO NELES

  7. Olha BG, ficar filtrando comentários pra agradar entrevistado destrói a credibilidade de qualquer blog.

  8. O judiciário potiguar vive de excessivos luxos e fora da realidade do nosso estado. Querem colocar pressão na imprensa que apenas faz seu papel.

  9. Kkkkk
    Realmente devia divugar com mais intensidade os absurdos salarios dos juízes e promotores, as regalias como ferias 60dias, recesso de 20 dias, licença prêmio de 90dias, inúmeras folgas por plantao mesmo sem trabalho, pior ainda é a venda de rodas essas folgas por não conseguirem gozar ja que sao muitos dias de folga. Absurdo moral e etico!
    O povo precisa cobrar. O fim das regalias e a obediência imediata do respeito ao teto considerando toda e qualquer verba nesse cálculo, pois do contrário esses “coitadinhos” aparecem com artifícios para driblar o teto, como o próprio Gilmar Mendes afirmou.

  10. O poder q funciona na país. Claro q o verdadeiro judiciário se encontra na primeira e segunda instância.

  11. É interessante essa categoria especial de servidores, estou com processo concluso pra sentença vai fazer mais de dois anos, não julgam e se for cobrar se acham ofendidos,agora fazem o processo andar mudando de uma vara para outra . Se isso for eficiência, então aprendi tudo errado na Universidade. Aí ficam ofendidos se a reportagem cai em cima? Brincadeira viu!!

  12. Em vez de estarem julgando os processos, estão arengando com rede de televisão. Bora trabalhar que a gente, o povo, paga a vcs para isso!!!

  13. Separados de suas respectivas funções, que são essenciais à sociedade, assim como os dentistas, garis, policiais e etc. São canalhas que desidratam o orçamento da educação, saúde e segurança com um judiciário caro e ineficiente. Repleto de luxo num país em que ainda se come lixo.

  14. Sempre avaliei o jornalismo da InterTV Cabugi como devedor de melhor qualidade, levando em consideração sobretudo a generosa gama de recursos técnicos disponível à sua equipe. Mas quando um Poder que acha que tudo pode – como o Judiciário – vem a público destilar sua intolerância contra um órgão de imprensa, seja ele qual for e tenha ele a orientação que tiver, aí minhas dúvidas se dissipam todas de uma vez: a "imprensa" que não incomoda ou faz publicidade ou assessoria de imprensa – ou as duas coisas ao mesmo tempo.

  15. Poder judiciário do RN com dinheiro en caixa que vem do tesouro do Estado deixa os servidores do execultivo com fome tj poder extremamente egoísta

  16. Parabéns à Intertv Cabugí, o povo não aguenta mais tanto dinheiro gasto com este poder judiciario.

  17. Essa casta que se formou no judiciário está tão dissociada da realidade quem nem críticas aceitam mais, e aí de quem diga que tem vergonha de ter um judiciário como o nosso!

  18. É verdade este veículo de comunicação é tudo isso e muito mais, desde que esteja falando contra uma casta ou um seguimento aonde o problema não e dinheiro, e sim, produtividade e também falta de espírito de coletividade para com o poder executivo e seus servidores.
    Em nada podemos esperar de alguns poderes que só querem o que executivo gere, e lhe repasse o que lei manda.
    Já o veículo de comunicação que até pouco tempo por questões de domínio apenas fazia ouvido de mercador, não tá fazendo nada demais só produzido materiais jornalistas de interesse da sociedade.

    1. Os magistrados estão com toda razão. A população não sabe o que as mídias (irresponsáveis) são capazes de fazerem. Ocorre que também passei por isso. Ocorreu um fato com um familiar meu e eles jogaram de forma irresponsável na imprensa. Quando descobriram a verdade dos fatos, não se retrataram. Fato é que até hoje ninguém realmente sabe o que aconteceu de verdade! Ficaram com a notícia falsa da TV como "verdade". Fizeram uma verdadeiro Julgamento!!!!

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Diversos

Brasil tem 5,2 milhões de crianças na extrema pobreza e 18,2 milhões na pobreza

Os indicadores sociais revelam uma realidade perversa para crianças e jovens no Brasil. No ano passado, 12,5% da população brasileira de 0 a 14 anos vivia na extrema pobreza e 43,4% na pobreza, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta semana.

Em números absolutos, são 5,2 milhões de brasileiros de 0 a 14 anos na extrema pobreza – o equivalente a quase toda a população da Dinamarca – e 18,2 milhões na pobreza – pouco mais do que o número de habitantes do Chile.

A pesquisa mostrou um outro dado alarmante: entre todos os grupos etários, o porcentual de pobreza por contingente populacional tem maior concentração nas crianças e jovens.

Segundo o IBGE, é considerado em situação de extrema pobreza quem dispõe de menos de US$ 1,90 por dia, o que equivale a aproximadamente R$ 140 por mês. Já a linha de pobreza é de rendimento inferior a US$ 5,5 por dia, o que corresponde a cerca de R$ 406 por mês. Essas linhas foram definidas pelo Banco Mundial para acompanhar a pobreza global.

“A criança pobre tem obviamente menos oportunidade do que a criança não pobre, tem muito menos acesso ao investimento em capital humano”, afirma o economista e professor da PUC do Rio de Janeiro José Marcio Camargo.

Em relação a 2016, houve uma ligeira piora. Há dois anos, 11,4% dos brasileiros entre 0 e 14 anos estavam na extrema pobreza e 42,9% na pobreza.

Historicamente, o Brasil sempre foi um país com pobreza concentrada em crianças e jovens. E, apesar do retrocesso recente, as condições destes grupos até melhoraram nas últimas décadas com a implementação de programas sociais, como o Bolsa Escola, nos anos 90, depois incorporado ao Bolsa Família.

A dificuldade de uma mudança estrutural, segundo analistas, se dá pela escolha do Brasil de priorizar o gasto público nos mais velhos, sobretudo com o modelo atual do sistema previdenciário.

O sistema de aposentadoria do Brasil é considerado um ponto fora da curva quando comparado com o de outros países. O Brasil tem 8,5% da população com mais de 65 anos e gasta 13% do Produto Interno Bruto (PIB) com Previdência. No Japão, um terço da população é composta por idosos, mas a despesa previdenciária é de 10%.

“Os números da fotografia da pobreza mostram que o tratamento dado para os vários grupos é diferente. E isso fica evidente porque, de alguma forma, crianças e jovens estão em condições de menor igualdade em relação às gerações mais velhas”, diz o diretor da FGV Social, Marcelo Neri.

Um levantamento conduzido pelo pesquisador também ajuda a revelar como a estrutura atual do país deixa os mais jovens desprotegidos. No biênio de 2016 e 2017, a probabilidade de uma criança entrar no campo da pobreza era de 8,9%. Entre os idosos, ficou em 1,6%.

E, de fato, os próprios números do IBGE reforçam que os indicadores sociais são muito melhores para os que têm 60 anos ou mais. Em 2017, 1,7% eram extremamente pobres e 8,1% eram pobres.

G1

Opinião dos leitores

  1. Os jovens na extrema pobreza não podem esperar pelo sucesso do privado para poder ter a assistência pública.

  2. E haja político falando merda!
    Quando é pra justificar algo, tomam como exemplo alguns países africanos.

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Política

GOVERNO FÁTIMA: Aninha Costa, ex-presidente da Emprotur, deve assumir Secretaria do Turismo

A empresária do setor turístico Ana Maria Costa, mais conhecida como Aninha Costa, deverá assumir a pasta do Turismo (Setur) no governo Fátima Bezerra.

Aninha Costa é ligada à Fátima e considerada uma pessoa técnica por ter anos de atuação no setor. Ela foi presidente da Empresa Potiguar de Promoção Turística (Emprotur) na gestão do governador Robinson Faria.

Opinião dos leitores

  1. Com total apoio do Trade Turístico do RN ( leia-se empresas privadas) o nome de Ana Maria Costa foi aprovado por unanimidade , além da capacidade técnica e experiência , possui credibilidade para captar , aumentar e estruturar as próximas ações do Turismo no RN.
    Vivemos uma democracia e respeito o direito de opinião mas acredito que antes de “ emiti-la ” cada um deve procurar se informar antes de tecer qualquer comentário principalmente críticas .
    Adianto ainda que sou funcionária de uma empresa ligada ao turismo ou seja não tenho ou tive cargos ligados ao governo essa é minha opinião pessoal e profissional por todo o trabalho que acompanhamos de Ana Maria Costa há anos … Assim minha opinião aqui expressa tem por base a postura ética, competente e técnica para o bem do RN independente de governo e partido político Ana Maria Costa e a pessoa mais indicada realmente para assumir o cargo de Secretária de Turismo do RN .
    Reiterando que o TURISMO e a principal fonte de arrecadação de impostos , geração de emprego , renda , além de impulsionar diversos outros setores do RN de forma direta e indireta.

    1. "Reiterando que o TURISMO e a principal fonte de arrecadação de impostos , geração de emprego , renda , além de impulsionar diversos outros setores do RN de forma direta e indireta."
      Trocando em miúdos: o RN quase nada produz, economicamente falando. Vive dos atributos que a mãe-natureza lhe foi pródiga em dotar. Decore daí a suposta "capacidade técnica, experiência e credibilidade (…)" dessa gente.

  2. Melhor que Luladrão, dilmanta, Dirceu, Genoino, Vacari, e os petralhas de carteirinha nacional, talvez sabem que o estado é pobre, e não querem roubar pouco. Não querem milhões, o negócio tem que ser na base de bilhões, mixaria eles deixam pra esses pés rapados.

  3. Sempre soube, que seria continuidade de Robinson, só falta o cara da seta e o bg serem nomeados.

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Economia

Copom realiza última reunião do ano, com expectativa de manter Selic

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

A última reunião do ano para definir a taxa básica de juros, a Selic, será realizada na próxima terça-feira (11) e quarta-feira (12), em Brasília. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) se reunirá pela oitava vez este ano. A expectativa de instituições financeiras ouvidas pelo BC é de manutenção da Selic em 6,5% ao ano, o menor patamar histórico.

De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% em julho de 2015. Nas reuniões seguintes, a taxa foi mantida nesse patamar.

Em outubro de 2016, foi iniciado um longo ciclo de cortes na Selic, quando a taxa caiu 0,25 ponto percentual para 14% ao ano. Esse processo durou até março deste ano, quando a Selic chegou ao seu mínimo histórico. Nas reuniões de maio, junho, agosto, setembro e outubro de 2018, o Copom optou por manter a Selic em 6,5% ao ano.

Para as instituições financeiras, a Selic deve voltar a subir em 2019, encerrando o período em 7,75% ao ano. A primeira reunião do Copom de 2019 será realizada em fevereiro.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia.

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA acumula alta de 4,05% nos 12 meses terminados em novembro, abaixo do centro da meta de inflação, que é de 4,5%. Essa meta tem limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a meta é 4,25% com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

A manutenção da Selic na reunião que começa terça-feira, como prevê o mercado financeiro, indica que o Copom considera as alterações anteriores nos juros básicos suficientes para chegar à meta de inflação, objetivo que deve ser perseguido pelo BC.

Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo. Entretanto, as taxas de juros do crédito não caem na mesma proporção da Selic. Segundo o BC, isso acontece porque a Selic é apenas uma parte do custo do crédito.

Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Agência Brasil

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Acidente

[FOTOS] Grave acidente na BR-226 deixa 10 feridos

Um grave acidente foi registrado na noite deste sábado (7) na BR-226, na altura do município de Senador Elói de Souza, e deixou 10 pessoas feridas.

As informações ainda são poucas, mas populares contaram que os dois veículos vinham no sentido rumo a Natal, mas que um deles foi fazer uma conversão e terminou provocando a batida. Todas as vítimas foram socorridas para o hospital Walfredo Gurgel.

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Turismo

Apesar dos avanços, ocupação hoteleira sofre estagnação

A ocupação hoteleira em Natal deverá encerrar 2018 com tímida ou nenhuma variação em relação a 2017. De janeiro a novembro deste ano, os hotéis da capital afiliados à Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio Grande do Norte (ABIH/RN), registraram média de ocupação de 65,45%. No mesmo período de 2017, o quantitativo de unidades habitacionais ocupadas não superou os 64,55%. De um ano para o outro, a variação foi de 0,90%, o que caracteriza estagnação. Apesar dos avanços apontados pela ABIH/RN e agentes de turismo na divulgação do destino Rio Grande do Norte em outros estados brasileiros e países da América Latina e Europa, a insegurança que colocou o Estado em destaque no cenário jornalístico nacional e estrangeiro em janeiro e dezembro de 2017 e também no início deste ano, afugentou turistas.

“O ano começou com problemas na área da Segurança Pública. Passamos 15 dias na mídia nacional com reportagens negativas por causa da greve dos policiais. As pessoas tiveram receio de vir para Natal”, avalia José Odécio, presidente da ABIH/RN. Os primeiros três meses deste ano, conforma dados da Associação, comprovam o reflexo da greve dos agentes de Segurança Pública do Estado entre dezembro de 2017 e janeiro deste ano. No primeiro trimestre, a ocupação média dos hotéis da capital caiu em relação ao mesmo intervalo de tempo do ano passado.

Não bastassem o reflexo da recessão da economia nacional que afastou turistas da maioria dos estados brasileiros e a crise na Segurança Pública local, em maio passado os caminhoneiros realizaram a maior paralisação da década e provocaram danos irreparáveis a diversos setores da economia, incluindo o de Serviços ao qual está atrelado a atividade hoteleira. Somente em maio deste ano, a queda na ocupação dos hotéis natelenses foi de 4,56% em relação ao mesmo mês de 2017. Em nenhum mês deste ano, o índice de ocupação de hotéis na capital superou os 80%, diferente de janeiro do ano passado que chegou a 84,4%.

De acordo com José Odécio, nem mesmo as altas taxas de ocupação estão inseridas num contexto de lucratividade para o empresário do segmento hoteleiro. Ele destaca que as tarifas cobradas pelos meios de hospedagem associados à ABIH/RN são as mais baratas da região e a defasagem acumulada desde 2010 se aproxima dos 30%. “A taxa de rentabilidade de um hotel não é proporcional à taxa de ocupação. Nossa diária média está 30% abaixo do que deveria estar em comparação ao valor nominal de 2010. Todos os custos subiram muito mais que as tarifas, como a água, luz, combustíveis, salários”, aponta o presidente da ABIH/RN.

Em relação à geração de empregos ao longo do ano, a variação registrada pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério do Trabalho, ficou em 0,38%. Das 17.206 contratações registradas pelo segmento dos Serviços no qual estão inclusos os de alojamento e alimentação, somente 232 permaneceram até o mês de outubro, conforme publicação mais recente do balanço do CAGED. De acordo com o Cadastro, em dez meses, 16.974 pessoas foram desligadas do setor no Rio Grande do Norte.

Operadores de Turismo

A conselheira da Associação Brasileira das Agências de Viagens (ABAV), Diassis Holanda, que também atua como diretora da Harabello Turismo em Natal, confirmou que a procura por pacotes para o fim do ano na capital potiguar ainda é fraca nesse início de dezembro. “Janeiro está razoável. Melhora em fevereiro, carnaval e início de março que está bem cheio. Mas esse fim de ano está fraco, não está como nos anos anteriores”, destaca. O maior número de visitantes brasileiros que escolhe o Rio Grande do Norte como destino é oriundo do Estado de São Paulo. Questionada sobre o principal motivo que afasta turistas do Estado, ela é enfática: “insegurança”.

A Secretaria Estadual de Turismo do Rio Grande do Norte (SETUR/RN) foi procurada mas não se manifestou até o fechamento dessa edição.

O primeiro voo de uma companhia aérea que adota o modelo low cost (baixo custo) pousou em solo brasileiro no dia 5 de novembro passado. A companhia aérea Sky Airline, de origem chilena, deu início a suas operações regulares no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, após receber autorização operacional da ANAC, publicada no Diário Oficial da União (DOU), no dia 26/10. A operação da empresa é um marco no transporte aéreo brasileiro por adotar um modelo diferenciado no modal aéreo, quando se oferece serviços dissociados do bilhete de transporte e tarifas menores que as praticadas por companhias aéreas tradicionais.

No desembarque do voo, que foi operado com 97% de ocupação (186 assentos pagos), os passageiros e representantes da empresa foram recepcionados por autoridades brasileiras, que aguardavam para um encontro com a imprensa. Entre as autoridades, estavam presentes o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Valter Casimiro Silveira, o superintendente-substituto de Acompanhamento de Serviços Aéreos da ANAC, Cristian Reis, e o Diretor da concessionária do Aeroporto Rio Galeão, Luiz Rocha.

Durante o evento, o ministro Valter Silveira afirmou o quão importante é a chegada de novas empresas para o desenvolvimento do transporte aéreo brasileiro e para a inclusão de novos passageiros no modal. Corroborando com a fala do ministro, o CEO da Sky Airline, Holger Paulmann, destacou a importância da desregulamentação dos serviços de transporte aéreo, como a bagagem despachada, para o desenvolvimento de novos modelos de negócio, como é o surgimento de empresas de baixo custo, e abordou os planos de ampliação da empresa no país e no mundo.

Cristian Reis, da ANAC, reafirmou os benefícios da Resolução n° 400 da Agência, que trata dos direitos e deveres dos passageiros no transporte aéreo, para a vinda de empresas que adotam modelos de negócio distintos e, ainda, relatou os ganhos que o setor pode agregar com uma eventual liberação do capital estrangeiro, pauta que tramita no Congresso Nacional com o objetivo de aumentar o investimento estrangeiro no transporte aéreo brasileiro.

Opinião dos leitores

  1. Esse setor hoteleiro é uma curiosa peça da economia. Sempre insatisfeito a reclamar investimentos públicos para venderem seus produtos tão privados, no entanto não se vê, nessa crise de lojas fechando portas e imóveis desocupados, nenhum hotel fechar!

  2. Tudo isso e parece que não aconteceu nada para os empresário do ramo. Natal tem uma das tarifas hoteleiras mais alta do nordeste. Quem viaja sabe o que falo, você vai a fortaleza, João Pessoa, Recife e tantas outras e consegue sempre tarias melhores. Viva o nosso empresariado. Falo com propriedade e não é de agora, tem pelo menos duas décadas e sempre foi mais caro.

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Política

Bolsonaro afirma que irá propor mudanças no sistema eleitoral no 1º semestre de 2019

O presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou neste sábado (8) que pretende levar ao Congresso uma proposta de mudança no sistema de votação no Brasil já no primeiro semestre de 2019. A fala aconteceu em participação de Bolsonaro, por teleconferência, na Cúpula Conservadora das Américas, evento organizado por seu filho, Eduardo Bolsonaro, em Foz do Iguaçu (PR).

Segundo ele, o número de votos que recebeu nas eleições deste ano deveria ter sido maior. “Nós pretendemos votar no primeiro semestre uma boa proposta de sistema de votação no Brasil. Porque eu e muitos entendem que nós conseguimos a vitória porque tínhamos muitos, mas muitos mais votos do que eles”, disse.

Bolsonaro afirmou que o intuito é aperfeiçoar o processo de voto. “Entendemos o apoio e a preocupação do Tribunal Superior Eleitoral, que dizia que não tem com o que se preocupar. Na verdade nós temos que nos preocupar”, afirmou.

O presidente eleito não detalhou quais mudanças no sistema eleitoral pretende propor ao Congresso.

Não é a primeira vez que Jair Bolsonaro fala sobre supostas fraudes no sistema eleitoral brasileiro. Durante a campanha, em entrevista ao apresentador José Luiz Datena, o então candidato chegou a afirmar que não aceitaria “resultado diferente da minha eleição”.

“Não confiamos em nada no Brasil. Até concurso da Mega-Sena a gente desconfia de fraude. Estou desconfiando de alguns profissionais dentro do TSE”, disse Bolsonaro à época. Na ocasião, ele estava no hospital, se recuperando da agressão que havia sofrido durante comício na cidade de Juiz de Fora (MG).

Dias antes, na primeira transmissão ao vivo do hospital, Bolsonaro afirmou que a possibilidade de perder a eleição “na fraude” para o candidato do PT, Fernando Haddad, era “concreta”. “O PT descobriu o caminho para o poder, o voto eletrônico”, afirmou Bolsonaro.

Como deputado, ele foi autor de uma lei aprovada pelo Congresso que prevê a impressão de um comprovante do voto para eventual conferência pela Justiça Eleitoral. A proposta foi derrubada neste ano pelo próprio Supremo Tribunal Federal (STF), sob alegação de que a medida colocaria em risco o sigilo do voto.

G1

Opinião dos leitores

  1. Essa petralhada defensora de bandidos adora tentar arrastar seus adversários prá lama em que chafurdam. A eleição já passou e essa cambada não consegue aceitar a escolha feita pelo povo brasileiro, contra todas as suas espectativas. Tratem de arrumar o que fazer e torçam para que a "senadora do gópi" acerte no RN. Caso contrário, vcs serão escorraçados daqui também. E a propósito, melhor vcs também prestarem atenção nas safadezas concretas que todo dia vão surgindo contra seus bandidos prediletos. Palocci tá entregando muita coisa mais. Coisa de verdade, coisa séria, não essas bobagens que vcs ficam inventando por ai.

  2. Engraçado que os burriquinhos do bozo só sabem dizer: "vá morar em cuba". só sabem relinchar isso, kkkkkk

    1. É melhor e pra Caracas, lá os petralhas estarão juntos do protegido de Putin, porque o COAF vai fazer uma devassa nas movimentação bancárias dos petralhas, do 1o ao último escalão…bom esclarecer que a partir do próximo ano, os presidiários terão que trabalhar pra conseguir seu próprio sustento, e como esquerdopatas não é chegado a trabalho, né…

    1. Está tentando tirar o foco do motorista milionário.ne seu babaca.

    2. BABACA é vc Osvaldo…. vai lamber as bolas daquele presidiário safado de nove dedos, vc não passa de um vagabundo seboso……bandido petista…….viuvinha do cachaceiro de São Bernardo………chora mais seu petista imundo.

    3. Milionário é o limpador de zoogico, o filho do vagabundo presidiário que ganhou milhões lavando o dinheiro do pai que não vale nada, igual aos seguidores da seita petista….cambada de estrume, jamais voltarão ao poder, quero ver vcs fazerem revolução armada….. experimentem.

    4. Vixi como as viúvas de Aécio e apaixonados por Bozo são brabas.
      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      Discutir com argumentos que é bom, necas de pitibiriba.
      Já aprenderam afalar alé de "Vai pra Cuba", "Vai pra Venezuela" e Lula tá preso"?

  3. ESSE DESMIOLADO DE JOGAR PEDRA NA LUA , AINDA ANDA CONTADO ESTRELAS….KKKKKKKKKKK……BOTA ACAMISA DE FORÇA ….

    1. Antenado…. de antenado vc não entende porra nenhuma. Vai morar em Cuba.

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Economia

Gastos com pessoal crescem acima de 160% em oito anos

No Rio Grande do Norte, o governo do Estado (Poder Executivo), o Tribunal de Justiça e o Ministério Público tiveram aumentos de gastos com folha de pagamento de pessoal acima de 160%.

O Governo do Rio Grande do Norte passou a gastar praticamente o dobro com despesas de pessoal em um período entre 2010 e 2018. As despesas com aposentados e pensionistas foram os que tiveram maior crescimento, saindo de R$ 1 bilhão em 2010 para R$ 2,6 bilhão este ano.
A Tribuna do Norte fez o levantamento do aumento dos gastos dos Poderes de acordo com os relatórios fiscais de despesas de pessoal de cada um, publicados a cada quatro meses. O relatório mais antigo disponível para o Executivo e Judiciário poderes é o de 2010, utilizado como comparativo com o deste ano. No caso da Assembleia Legislativo, não foi possível conseguir os relatórios, exceto os deste ano. Segundo a assessoria de comunicação da AL, o setor de informática perdeu os dados após um ataque de hackers, ocorrido em setembro deste ano.

O Poder Executivo do Estado teve uma elevação de gastos de 199,6% com pessoal em oito anos. Foram R$ 2,5 bilhões em 2010, contra os R$ 5,1 deste ano. As razões para esse aumento são, na avaliação do ex-secretário de Planejamento e Finanças Obery Rodrigues, que ocupou a pasta entre 2011 e 2014, os reajustes quase anuais para categorias de servidores e aumento vegetativo e a ausência de planejamento na previdência, acima do crescimento da receita.

“Existe uma pressão muito grande por parte de algumas categorias que, por mais que o governo não ceda, chega um ponto que há um reajuste. Isso provoca um aumento quase anual para as categorias que podem pressionar mais”, declarou Obery, se referindo as greves sofridas durante a sua gestão. “Outro ponto são os aumentos vegetativos, feitos a cada ano ou a cada cinco anos, dependendo da categoria. Isso eleva as despesas muito mais rápido que o ritmo de crescimento das receitas”.

A outra razão é previdenciária. Em 2005, o Estado criou um regime de capitalização para os servidores que estivessem no Estado a partir daquele ano, para eles contribuírem como a própria aposentadoria. Os que ingressaram antes iam continuar no regime de repartição simples, onde servidores ativos pagam os inativos. “Mas faltou uma transição nisso aí porque ficaram dois regimes: um [de capitalização] não tinha despesa porque não tinha ninguém aposentado e o outro já não conseguia pagar os inativos”, relembrou o ex-secretário.

Quando assumiu a pasta de planejamento, Obery Fernandes via um déficit de R$ 9 milhões mensalmente, ou seja o que o Estado arrecadava com contribuição dos servidores não era suficiente para pagar os aposentados. No fim de 2014, esse déficit era de R$ 80 milhões. “Na época, esse problema que a gente vê hoje parecia muito distante. Ninguém falava muito nisso. Houve uma falha em não discutir a transição entre os regimes”, afirmou.

Em seguida ao aumento do Executivo, estão as despesas com pessoal do Ministério Público do Rio Grande do Norte. O MP saiu de R$ 80,4 milhões líquidos no primeiro ano desta década para R$ 153,61 este ano – elevando 190,99% do período. A expectativa, para além do aumento vegetativo, é que as despesas sejam maiores em 2019 porque o Governo aprovou nesta sexta-feira, 5, um reajuste de 3,4% para os servidores.

O Tribunal de Justiça (TJ) e o Tribunal de Contas (TCE) também tiveram elevações, de 168% e 167%, respectivamente. No Ministério Público, a elevação das despesas com pessoal foram de 190,99%, no mesmo período de oito anos.

Na avaliação de Obery Rodrigues, esses Poderes tiveram “um aumento muito grande nos repasses” se comparado com Estado vizinhos.

Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. AGUARDEM QUE APÓS UNS TRÊS AUMENTOS PARA MINISTRO DO SUPREMO,
    E COM O EFEITO CASCATA, O ESTADO SÓ VAI TER DINHEIRO PARA PAGAR JUIZ, PROMOTOR E AUDITOR FISCAL, O RESTO PODE ARRUMAR UM BICO.

  2. A ALRN perdeu os dados? Kkkkkkk piada, esses bandidos tem que ir pra cadeia, por esconder como, no mínimo, se apoderou do dinheiro dos povo.

    1. Enquanto isto, o funcionalismo está com oito anos sem REPOSIÇÃO salarial. O que aumentou foi o cabido de emprego ou seja: os CARGOS COMISSIONADOS , quem prejudica os funcionários efetivos literalmente.

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Política

Após barraco e bate-boca, Joice Hasselmann pede desculpas em grupo de WhatsApp do PSL

Após bate-boca, Joice Hasselmann pede desculpas em grupo de WhatsApp

Após protagonizar um bate-boca com Eduardo Bolsonaro no grupo de WhatsApp do PSL, em conversa vazada à imprensa, a deputada eleita Joice Hasselmann teria voltado à plataforma para pedir desculpas aos colegas. Segundo a revista Veja, a decisão teria sido motivada pela constatação de que a parlamentar estaria isolada no partido.

Joice foi chamada de “sonsa” por Eduardo, que também mencionou sua suposta “fama de louca”. Ela retrucou dizendo que o filho do presidente eleito era “infantil”. A futura parlamentar chegou a afirmar, ainda, que pensava em processar o colega Major Olímpio, que a acusara de ser a responsável pelo vazamento da conversa.

Neste sábado, durante a Cúpula Conservadora das Américas, Eduardo amenizou a questão ao dizer que desentendimentos ocorrem em todos os partidos, e que em breve deverá fazer as pazes com a colega.

NOTÍCIAS AO MINUTO

Opinião dos leitores

  1. Brigas desnecessárias, se pelo menos fosse divergências pelo bem do país, espero que lidem com seus problemas pessoais e que não atrapalhe o progresso do país.

  2. Ridícula a atitude dela vê que tem formação.
    Nunca foi sucesso como jornalista.
    Grande oportunista que subiu na sombra de Bolsonaro

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Política

Bloco formado por PDT, PSB e PCdoB quer assumir o protagonismo na esquerda

A tentativa de PDT , PSB e PCdoB de se descolar do PT e ganhar o protagonismo da centro-esquerda passa por uma aposta: o progressivo enfraquecimento político do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, encerrada a eleição.

Líderes desses partidos admitem que o ex-presidente mostrou força política na disputa pela Presidência da República. Atribuem a ele o mérito pela chegada de Fernando Haddad (PT) ao segundo turno. Preveem, no entanto, que Lula, preso em Curitiba, irá perder cada vez mais musculatura.

Integrante da ala do PSB crítica ao PT, um deputado diz que, nos últimos anos, Lula foi o principal responsável por conseguir barrar tentativas do partido de “bater asas”. Avalia que, graças à articulação do ex-presidente, o PSB não apoiou Ciro Gomes (PDT) este ano.

Enquanto parte do PSB pressionava a direção partidária a apoiar Ciro, o PT garantiu a “independência” do antigo aliado na corrida presidencial ao apoiar a reeleição do governador Paulo Câmara (PSB) em Pernambuco.

Embora ainda dividido, o partido caminha agora para ter maioria contrária à união com o PT. Esse parlamentar diz que Lula estar “fora de circulação” ajudou na aproximação com PDT, PCdoB e outros partidos.

“Oposição construtiva”

Sob a liderança dos irmãos Ciro e Cid Gomes, líderes dessas legendas têm se reunido semanalmente para fechar blocos na Câmara e no Senado. Dizem que vão fazer uma “oposição construtiva”, diferente da que o PT comanda contra Michel Temer (MDB).

Presidentes das siglas dizem, porém, que é prematuro dizer que o ex-presidente está fora do jogo político.

— Ele mostrou força eleitoral. Lula colocou no segundo turno um poste sem luz, que era Haddad. Mas com o tempo, na situação que ele está, a tendência é se enfraquecer — diz o presidente do PDT, Carlos Lupi.

No comando do PSB, Carlos Siqueira diz que “é preciso esperar para ver se o tempo confirmará a redução (do poder político de Lula)”. Mas pondera que “as lideranças não são eternas” e o ex-presidente já está com a atuação política “limitada”.

— Há uma limitação. É uma pessoa que sequer pode conversar com os líderes de muitas agremiações porque está preso. No mínimo, está com ação limitada porque não tem como se comunicar — comenta.

Embora admitam reservadamente insegurança sobre o futuro do “lulismo”, petistas negam o enfraquecimento do ex-presidente no próprio partido. Dizem que vão manter a bandeira “Lula livre”. Atribuem a ele o “reerguimento” da legenda pós-2016.

Naquele ano, o PT enfrentou uma série de derrotas. Entre elas, o impeachment da então presidente Dilma Rousseff; a condução coercitiva de Lula, considerada o início do caminho que o levou à prisão; e o encolhimento nas eleições municipais, com perda de várias prefeituras importantes , como São Paulo.

Para dirigentes petistas, foi a “inteligência política” do ex-presidente que reergueu o partido. Enquanto as denúncias contra ele e o PT avançavam, Lula intensificava o discurso de que se tratava de uma estratégia para impedi-lo de voltar ao comando do país.

Por não ter nenhuma liderança com o mesmo peso para substituí-lo, diz um antigo companheiro do ex-presidente, o PT continuará se fiando em Lula, enquanto tenta traçar o caminho da renovação de quadros.

O GLOBO

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Política

“Gente nossa do PT fez bobagem”, diz Jaques Wagner sobre corrupção

Jaques Wagner foi questionado pela Folha sobre por que o PT não faz autocrítica.

O petista respondeu:

“Não é a melhor hora para reconhecer erros quando alguém quer amplificar eventuais erros. Em condições normais, podemos falar que esse ou aquele não foi o melhor caminho. Nessa questão de corrupção, que gente nossa fez bobagem está claro. Até porque só acabou o financiamento privado de campanhas agora. Eu sempre disse que essa relação criava promiscuidade. Sobre a política econômica do governo Dilma [Rousseff], não vejo constrangimento. Muita gente achava que era aquele o caminho, e eu achava outro. Isso não quer dizer falar mal dela.”
 
O ANTAGONISTA

Opinião dos leitores

  1. Novo dicionário: gatunagem, roubo, assalto, superfaturamento, prevaricação, desvio de verbas públicas, comissão em dinheiro sujo por anistiar multas, licitação direcionadas = bobagem

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Política

Atuação dos filhos de Jair Bolsonaro embaralha articulação política

O senador eleito Flávio Bolsonaro com o irmão Eduardo Bolsonaro, que é deputado federal, em Brasília – Pedro Ladeira – 7.nov.18/Folhapress

 

A partir de 1º de fevereiro, o sobrenome Bolsonaro não vai ficar restrito ao Palácio do Planalto. Marcará presença, simultaneamente, nos painéis de votação da Câmara dos Deputados e do Senado.

Além de inusitada, a onipresença da família no Executivo e no Legislativo tem provocado dúvidas entre parlamentares experientes e estreantes sobre qual será o papel do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filhos de Jair Bolsonaro (PSL).

Além do temor de que o excesso de interlocutores gere ruído na comunicação com a Presidência, há o receio de que a presença dos dois acabe por esvaziar o papel dos próximos líderes de governo e até mesmo o dos futuros ministros responsáveis pela articulação política, Onyx Lorenzoni (Casa Civil) e o general Carlos Alberto dos Santos Cruz (Secretaria de Governo).

Ainda durante a transição, parlamentares dizem, reservadamente, tentar entender como funcionará o próximo governo que, apenas na semana passada, começou a se aproximar das bancadas dos partidos. Até então, o diálogo se restringia a bancadas temáticas, como a evangélica.

Um experiente articulador avalia que a presença dos filhos no Congresso pode facilitar a relação com o Planalto desde que eles não atropelem os canais institucionais.

Esta não é a primeira vez que um presidente da República tem um filho no Parlamento. Sarney Filho (PV-MA) era deputado pelo PFL quando José Sarney (MDB) comandou o país, de 1985 a 1990. Mas, segundo o deputado, a divergência de ideias impediu que ele fosse um interlocutor informal de seu pai.

“Eu não tinha relação de liderança nenhuma porque a base de papai era muito mais conservadora do que eu. Eventualmente, uma pessoa ou outra queria falar com ele e pedia para ver se eu conseguia uma audiência e, às vezes, eu conseguia”, lembra Sarney Filho.

Flávio Bolsonaro afirma descartar a possibilidade de ser líder do governo no Senado, mas já se coloca como interlocutor ao lado de quem for escolhido para a função.

“Estou chegando agora, mas, certamente, por ser um senador e ter acesso direto ao presidente [Bolsonaro], e aos ministros, eu vou estar junto com esse líder do governo que for escolhido no consenso para levar as demandas legítimas dos senadores a quem possa resolvê-las”, disse o senador eleito, na terça-feira (4), em sua primeira visita a uma sessão da Casa após a disputa.

Durante a passagem pelo plenário do Senado, foi cumprimentado por futuros colegas de diversos partidos e chegou até a conversar por telefone com alguém a pedido do senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), de saída por não ter conseguido se reeleger.

Eduardo Bolsonaro também já é alvo de assédio. De olho na indicação da Câmara para o CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público), candidatos ao posto têm procurado o deputado reeleito.

Apesar de Bolsonaro já ter escolhido o diplomata Ernesto Araújo para comandar o Ministério de Relações Exteriores, foi Eduardo quem falou recentemente em nome do próximo governo fora do país.

“O que vim fazer nos Estados Unidos é também dar os primeiros passos no resgate da nossa credibilidade e mandar uma mensagem clara de que não seremos mais um país socialista. E estamos bem animados de estarmos tão próximos dos Estados Unidos”, disse Eduardo em entrevista à TV americana Fox News.

Mas a atuação do deputado como porta-voz informal do governo tem gerado dor de cabeça para a futura equipe do Palácio do Planalto.

A investidores em Washington, por exemplo, Eduardo disse que o governo talvez não conseguisse aprovar a reforma da Previdência.

Na mesma viagem, em novembro, anunciou que a mudança da embaixada do Brasil em Israel de Tel Aviv para Jerusalém estava decidida e que era uma questão de tempo.

As declarações no exterior incomodaram integrantes da base aliada de Jair Bolsonaro.

No fim desta semana, Eduardo protagonizou nova polêmica ao envolver-se em bate-boca no grupo de WhatsApp que reúne a bancada do PSL.

O clima tenso levou Bolsonaro a convocar uma reunião com a bancada na quarta-feira (12) para apaziguar os ânimos.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

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Jornalismo

Quem sempre foi inflexível com denúncias, agora nega respostas

POR VERA MAGALHÃES / ESTADÃO

O apresentador e empresário Luciano Huck diz não enxergar nas propostas do presidente eleito Jair Bolsonaro “um projeto de País”. Embora afirme que Bolsonaro “não enganou ninguém” durante a eleição e defenda um voto de confiança no futuro presidente, Huck cobra um plano de redução da desigualdade para o País “não ficar andando de lado para sempre”. O apresentador já admitiu que não tem mais como sair da “caixinha” da política, onde entrou quando passou a ser cotado como um potencial “outsider” na disputa presidencial deste ano. Após muitas especulações, ele não aceitou entrar na arena eleitoral. Nesta entrevista ao Estado, Huck admite que centro está convergindo para um novo partido e comenta as acusações contra o senador Aécio Neves (PSDB) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, deixou uma entrevista coletiva no meio na última sexta-feira com ares de indignação ao ser questionado sobre o relatório do Coaf que aponta movimentação de R$ 1,2 milhão em um ano na conta de um ex-assessor parlamentar do deputado estadual e futuro senador Flávio Bolsonaro. Esbravejou, dizendo que “setores” estão há um ano tentando “destruir a reputação” do presidente eleito, Jair Bolsonaro.

Antes, chegara a pedir uma “trégua” da imprensa em relação a Bolsonaro. Como é que é? Diante do piti do futuro responsável pela articulação política do governo, cumpre rememorar um pouco de sua trajetória política. Lorenzoni se notabilizou na Câmara por participar de toda e qualquer CPI, sempre com uma postura inquisidora e avessa a qualquer tipo de trégua.

Agora que ele próprio e pessoas importantes do núcleo do futuro governo se veem citados em acusações ou em casos que podem ser objeto de investigação, a indignação muda de endereço, para apontar perseguição, dizer que já acertou as contas com Deus ou simplesmente dar as costas sem as necessárias explicações.

Essa postura mostra a dificuldade de quem sempre atirou pedras de se colocar na posição de vidraça. Mas é bom o ministro já ir se acostumando, bem como todo o entorno de Bolsonaro. A eleição do futuro presidente e de boa parte do novo Congresso, bem como de muitos governadores, se deveu em grande medida à indignação – por eles trabalhada à exaustão – com a corrupção associada ao PT e aos seus aliados.

Ao inflamar ainda mais a sociedade contra os malfeitos, Bolsonaro e seus aliados atraíram para si a expectativa de um comportamento em tudo diferente daquele que condenaram em tom tão grandiloquente.

Não adianta virar as costas. Muito menos apelar para o “e no tempo do PT”, como também fez Onyx.

Os dois truques, aliás, foram usados por Lula e pelos petistas ao longo do tempo. Primeiro afetar indignação diante das evidências de desvios em casos como o mensalão e o petrolão, por exemplo. Os petistas adoravam evocar o passado de CPIs e denúncias contra adversários do partido, antes de chegar ao poder, como se isso fosse um salvo-conduto eterno.

E o segundo o de, diante da denúncia, sempre trazer à baila o adversário para demonizá-lo. “E no tempo do Fernando Henrique?” era o curinga que os petistas sempre tiravam da mão quando se viam em apuros.

Agora Lula está preso, deve continuar assim por um bom tempo, possivelmente terá novas condenações, o PT está fora do poder desde 2016 e Bolsonaro, Lorenzoni e outros que ascenderam justamente na onda antipetista estão no poder. Condição em que devem explicações. Não se trata de uma concessão ou de boa vontade, ministro Onyx, mas de obrigação, como o senhor corretamente sempre cobrou nas CPIs que o alçaram à fama.

A boa vontade que beira a condescendência do eleitorado de Bolsonaro com ele e seu entorno têm prazo de validade. Aliás, o próprio declínio da adoração a Lula deveria servir de exemplo. O discurso de combate a todo e qualquer desvio ético, pequeno ou grande, é um pilar importante – juntamente com o conservadorismo e o tema da segurança pública – do triunfo de Bolsonaro. Para que ele se mantenha sem abalos é necessário que casos como o do ex-assessor, o de Onyx e outros que apareçam sejam tratados com seriedade e as explicações sejam rápidas e suficientes.

Culpar a imprensa, o PT, forças ocultas ou sabe-se lá quem é uma saída marota para a qual a população, que nestas eleições viveu o ápice de um processo de discussão política acalorada, não vai comprar barato. Como, aliás, sempre pregaram aqueles que a maioria acabou de eleger.

Opinião dos leitores

  1. Fácil ficar falando sentado atrás de uma mesa, cheio de benefícios…
    Nunca vi na vida tamanha preocupação com um governo que nem assumiu ainda… que imprensa "eficaz"…

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Jornalismo

AI-5 completa 50 anos: Ato suspendeu garantias legais e fechou Congresso

50 anos do AI-5
ARQUIVO: ESTADÃO CONTEÚDO

Por ESTADÃO

Cinquenta anos depois, o AI-5 ainda divide opiniões no País – se os juristas e a imprensa são unânimes no repúdio ao arbítrio, muitos militares ainda consideram que o contexto da época justificava a sua imposição. O decreto do Ato Institucional que contou com a  assinatura de 16 ministros e do presidente, o general Costa e Silva, marcaria profundamente a Nação. Não apenas em razão das cassações de mandatos de parlamentares, pela censura de 500 filmes, 950 peças de teatro, 200 livros, 500 letras de música, mas pela suspensão de garantias fundamentais, como o habeas corpus para crimes contra a Segurança Nacional e a Ordem Econômica e Social. Uma década depois, quando foi suspenso, a repressão do regime militar já havia feito mais de 400 mortos, provocado o exílio de cerca de 7 mil brasileiros e submetidos outros 20 mil a sevícias e maus-tratos nas cadeias e porões da ditadura.

Desde que as eleições foram suspensas, os jornais do grupo Estado fizeram oposição ao regime. A consequência foi perseguição, prisões de jornalistas e a censura de suas páginas. Neste especial, o Estado mostra como enfrentou a ditadura e defendeu a liberdade. Revela ainda que uma armadilha feita por integrantes de um órgão de informação do regime esteve por trás da cassação do emedebista Marcos Tito (MG), abrindo a crise que resultaria ainda na cassação do também deputado Alencar Furtado, líder do MDB na Câmara, em 1977. Seria o último expurgo no Parlamento feito com base no AI-5.

Leia aqui ainda a íntegra do editorial Instituições em Frangalhos, que levou à instituição da censura prévia ao jornal e veja abaixo a galeria “50 anos de AI-5 em 50 fotos”, uma seleção do nosso acervo com cenas sobre a crise política que culminou na decretação do Ato Institucional.

Para continuar lendo só clicar: https://politica.estadao.com.br/noticias/geral,ato-institucional-n-5-completa-50-anos,70002638251

Opinião dos leitores

  1. Congresso, fechado… Gentee , isso seria maravilhoso!! Muitos bandidos fora de circulação. Quanto ao número de mortos na época da AI-5 ,tenho certeza q nada comparado com o número de morte s hoje em plena democracia, onde OS CANALHAS DO PODER, DETENTORES DE UM GANÂNCIA DESMEDIDA ,entregaram a população a própria sorte!!

  2. Se por muito menos teve esta intervenção há 50 anos atrás, logo por muito mais teria que ter uma bem maior hoje e limpar a corja de ladrões e corrupção que assola todo nosso país. Sem exceção.

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