Economia

Acordos comerciais de Temer podem elevar exportação

Se concluir as negociações já em andamento, o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), poderá promover uma importante abertura da economia brasileira por meio de acordos bilaterais em seus primeiros dois anos de governo.

Estão em estágios avançados de discussão cinco acordos relevantes com os seguintes parceiros comerciais: União Europeia, EFTA (Noruega, Islândia, Suíça e Liechtenstein), Canadá, Singapura e Coreia do Sul.

Com esses acordos, as exportações brasileiras teriam acesso privilegiado a um mercado três vezes mais expressivo, considerando o PIB (Produto Interno Bruto) dos países envolvidos.

Hoje o Brasil só tem acordos de livre-comércio com América Latina, Egito, Israel e Palestina.

As negociações de acordos bilaterais ganharam tração nos últimos dois anos. O presidente Michel Temer mudou a diretriz dos governos petistas, que viam a abertura da economia com desconfiança, e passou a investir esforços nessa área.

Segundo negociadores, que pediram anonimato, falta apenas vontade política do lado europeu para concluir o acordo com Mercosul-União Europeia. Até mesmo as cotas agrícolas que interessam ao Brasil já estão sobre a mesa, restando definir só as tarifas de importação “intracota”.

Havia a expectativa de que esse acordo pudesse ser fechado ainda neste ano, mas o cenário piorou depois das declarações do presidente da França, Emmanuel Macron, reclamando da desistência do Brasil em sediar a conferência global sobre o clima.

As negociações com os países do EFTA também estariam avançadas com perspectivas de assinar um entendimento em 2019.

Noruega e Suíça, principalmente, são mercados que interessam ao Brasil por serem importadores relevantes.

Com Canadá e Singapura, as conversas começaram em março deste ano, mas avançaram rápido.

O objetivo é fechar esses acordos em dois anos, ou seja, até o início de 2020. Para os negociadores, a meta é ambiciosa, mas factível.

O acordo com Singapura é relevante não pela quantidade de consumidores a atingir mas para incentivar os bilionários fundos soberanos da cidade a investir no Brasil. Já o desafio é evitar que Singapura se transforme em um entreposto de produtos chineses.

A mais delicada das negociações é com a Coreia do Sul. A indústria sul-coreana é muito competitiva, o que preocupa os empresários brasileiros.

Por isso, o acordo só vale a pena se for bem calibrado: facilitar a entrada de insumos e máquinas baratas, mas barrar uma invasão de produtos acabados.

Representantes da indústria brasileira vêm defendendo que a abertura da economia seja feita por meio de acordos bilaterais, para evitar abrir o mercado sem ganhar nada em troca.

Também dizem acreditar que, se Bolsonaro focar a alteração unilateral da TEC (Tarifa Externa Comum), pode romper o equilíbrio no Mercosul e complicar os acordos bilaterais em andamento.

Sandra Ríos, diretora do Cindes, um “think tank” que estuda a inserção internacional do Brasil, não concorda.

Na avaliação da especialista, as negociações de livre-comércio são complementares à abertura unilateral, que seria fundamental para elevar a competitividade.

“Os acordos bilaterais são importantes, mas levam anos para serem negociados e, mesmo depois de assinados, mais de uma década até zerar as tarifas. Enquanto isso, não existe nenhum impacto sobre a economia”, diz.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Como o País está em crise e deu aumento pro judiciário, está doando dinheiro pra Israel e mandando blindados pro Uruguai?

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Jornalismo

Protestos na França reuniram 125 mil pessoas e já têm 1.385 detidos

Foto: Guillaume Horcajuelo/EFE

Os protestos dos “coletes amarelos” reuniram 125 mil pessoas neste sábado (8) em toda a França, 10 mil apenas em Paris, e as forças da ordem fizeram 1.385 detenções ao longo do dia, informou o ministro do Interior, Christophe Castaner.

Esse era o número de detenções às 18h (horário local, 15h em Brasília) e ainda vai aumentar, já que os distúrbios continuam na capital e em outras cidades, afirmou Castaner em entrevista, juntamente com o primeiro-ministro, Édouard Philippe, que elogiou a ação da polícia.

“As forças da ordem fizeram com que a lei seja respeitada”, ressaltou Philippe, acrescentando que agora é o momento para o diálogo, que ele mesmo já começou hoje com os “coletes amarelos” e que “deve continuar”.

EFE

Opinião dos leitores

  1. Esse Ferreira deve usar ferradura. O Trump e Bolsonaro deles era Marine Le Pen.
    "Fracon" é um progressista no estilo PSOL.
    Eu acho é pouco!! Terra que a esquerda bota o pé, nem urtiga cresce.

  2. Vamos só lembrar que o Macron era o Mito deles que virou o Mico.
    Aqui, mal saiu do hospital e o festival de besteira tomou conta do cenário.
    Para levantar a taça do Palmeiras sem sentir uma dor na unha, o Presidente eleito viajou e participou intensamente da festa, querendo at´pe levantar Luiz Felipe Scollari.
    Mas bastou uma acusação da qual não sabe se explicar, pra de novo fugir das entrevistas e debates evitando dar explicações que agora, mas do que nunca, é obrigado a dar sim.
    E não adianta mais a história de ficar respondendo atacando o PT, pois o PT já foi derrotado e muitos já estão pagando por suas acusações.
    Esse esquema de desvio de dinheiro é muito conhecido e agora o nosso Mito se transforma num Mico rodeado dos seus filhos, os irmãos Betralhas.
    Lembrem-se que 84 milhões de pessoas não votaram nesse que mais parece uma nova versão do caçador de Marajás. Eles votaram em Haddad e nulo ou se abstiveram.

    1. Ausência de mortadela já fazendo efeito… Lembre-se: o trabalho dignifica o homem. É melhor Jair se acostumando. Brasil acima de tudo e Deus acima de todos.

    2. Minha nossa… Macron é de esquerda, amigo.
      Não que a desinformação tenha deixado de ser característica de quem tem bandido de estimação, mas não custava nada evitar demonstrá-la de forma tão cabal.
      Sugiro que aproveite o domingo para ler, conhecer mais e depois voltar a comentar.
      Para não passar vergonha enquanto tenta pagar de analista político das galáxias.

    3. Em Hadad foi a minoria, tanto que 104 milhões votaram contra a roubalheira do petralha, agora tem que ser esclarecido e julgado, só que os 104 milhões de eleitores não irão atacar a justiça, e sim os réus que forem sentenciados.

    4. Falando em lembrar, não custa acrescentar que Macron é de esquerda.

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Política

Flávio Bolsonaro: “Continuo com consciência tranquila”

Flávio Bolsonaro foi ao Twitter comentar a “movimentação atípica” detectada pelo Coaf na conta de seu ex-assessor Fabrício Queiroz.

“Continuo com minha consciência tranquila, pois nada fiz de errado”, defendeu-se. “Não sou investigado. Agora, cabe ao meu ex-assessor prestar os esclarecimentos que se fizerem necessários ao Ministério Público”, escreveu o senador eleito.

Opinião dos leitores

  1. OS BOSTRALHAS ESTÃO CALADINHOS….DEVERIAM ARRUMAR A MALA PARA O IRÃ…..OU PODERIAM PROCURAR TRATAMENTO NO SANATÓRIO

  2. Calma petralhada, não tem ninguém condenado. Vcs já estão condenando?? Esperem as explicações de quem movimentou a conta. Aí se o presidente tiver culpa meta a botracha, se não vão ter que da a mão a palmatória. Tá? Ladrão condenado tem muito no PT, inclusive o chefe que se encontra no xilindró.

  3. O Governo do BOZO nem começou, e as FALCATRUAS da família bolsonaro já apareceram!!! Será o maior desastre na história do Brasil, esse IDIOTA na presidência da repúbica!!!

  4. A petralhada tá achando ruim, vão pra Cuba, chegou celular na ilha, peguem o beco. Aqui no Brasil vão ter que engulir. PT nunca mais.

    1. O amigo Chico mandando todo mundo pra Cuba devia ir pra lá para pelo menos se alfabetizar e escrever engolir de maneira correta

  5. Tanto faz um milhão ou um tostão NADA TENHO A DECLARAR, isso não é nada de mais, corrupção no BRASIL não é novidade, fiquem a vontade e vamos pra frente, diz ai o que vou fazer vou comprar um chicote pra mim defender.

    1. Os 106 milhões de votos contra o petralhas aguardam o julgamento sem defender os acusados de desvio, e sim, apóiam o COAF e a Justiça, porque quem é honesto, defende a verdade.

  6. petralhas imundos. Bando de cortuptos ladrões. Estao loucos ora justificarem os roubos do pt. Vao trabalhar bando de demonios.

  7. Vcs imbecis petistas. ! Acham que Bolsonaro é o pior ou o melhor. ? engano…para os inteligentesTALVEZ seja igual ou pior que Lulinha paz e amor. Ok

  8. No globo repórter da proxima sexta:
    Bozominions:
    -por que se calaram?
    – onde se escondem?
    -onde estao chorando?
    -Será q foram feitos de idiotas?
    Tdo no globo reporte!

    1. Aprendam petralhas, não se defende ladrão, a não seja que sejam iguais a eles. E é isso os que defendem luladrão, são.

  9. Cuidado Sr Flávio, não se abandona um companheiro ferido na estrada…ao menos seja fiel, como os do PSDB…
    Se esse assessor falar, pode não ser só o coaf que se interesse pela história dele…

    1. O juizeco tá aparelhado o COAF pra fazer uma devassa nas contas bancárias dos petralhas que tinham cargos do 1o ao último escalão no governo Luladrão/dilmanta.

  10. Como já diz o militarismo, o comandante é o espelho da tropa… Não precisa dizer mais nada… É a tal da esperteza brasileira… Ninguém escapa… Nem o mito!

  11. Aconteceu alguma coisa com o Procurador da República Daltan dallagnol? Ele vivia tuitando sobre corrupção e depois que foi revelado o escândalo da família bolsonaro ele sumiu. Espero que o procurador esteja bem.

    1. Interessante é cobrar um assessor do filho de Bolsonaro e inocentar o comandante, mesmo sabendo que todos os assessores estavam desfalcando bilhões de reais dos cofres públicos, inclusive já confessados e devolvido boa parte. Como acusar só um?

  12. A grana que o motorista de Bolsonaro tinha na conta é superior ao que Sérgio Moro alega que Lula recebeu para reformar o Sítio como pagamento de propina do "maior esquema de corrupção da história da humanidade".

    1. Só de uma lapada bloquearam 24 milhões de luladrão e a Catita do seu filho, e vc sem o dinheiro da passagem do buzão

  13. de repente a "BOZOLANDIA" começou a usar expressões difíceis como "presunção de inocência", "ônus da prova", "devido processo legal". Mas que gente estudiosa não?

    1. Eles aprendem por lote, primeiro foi QÜestao, viés ideológico, isso aí okey e ao passo que vai ouvindo outras pessoas, vai mudando o vocabulário.

  14. Depois da gripe espanhola, gripe asiática, chega ao Brasil a Gripe BOLSONARO.
    COAF, COAF , COAF

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Jornalismo

Interventor de Roraima avalia ‘privatizar’ ou ‘fechar’ estatais para sanear finanças

Escolhido como interventor federal de Roraima, o governador eleito Antonio Denarium (PSL) afirmou em entrevista à GloboNews que fará um levantamento das empresas públicas que poderão ser privatizadas ou fechadas para ajudar a sanear as finanças do estado.

O presidente Michel Temer anunciou na sexta-feira (7) a intervenção federal integral em Roraima até 31 de dezembro. Segundo o presidente, a medida foi negociada com a atual governadora Suely Campos (PP), que será afastada do cargo.

Temer escolheu o governador eleito como interventor federal. O presidente reunirá na tarde deste sábado (8) no Palácio da Alvorada os integrantes do Conselho da República e do Conselho de Defesa Nacional para cumprir a exigência legal de consultar os dois órgãos antes de formalizar o decreto de intervenção federal.

Conforme Denarium, a intervenção foi motivada pelo caos financeiro que o estado enfrenta, crise no sistema prisional, que já está sob intervenção federal, e na segurança pública com paralisação de agentes penitenciários e fechamento de quarteis da Polícia Militar, além da imigração venezuelana e problemas na educação e na saúde.

O interventor terá uma reunião com Temer em Brasília na próxima terça-feira (11), quando apresentará um plano de recuperação fiscal do estado. A prioridade do interventor será pagar os servidores públicos estaduais que estão há quase dois meses sem receber.

Com o plano de recuperação, Denarium deseja alongar o pagamento da dívida com a União e renegociar os juros cobrados pelo governo federal. Em troca, o estado precisará adotar medidas de austeridade.

O interventor informou que terá uma reunião neste sábado com os futuros secretários de seu governo para discutir as medidas. Esses secretários já trabalharão durante o período de intervenção.

“Nós vamos fazer o levantamento de todos os bens do governo e também de todas as empresas públicas e ver a possibilidade e apresentar a forma de privatizar, vender ou até fechar algumas instituições públicas do Estado de Roraima”, disse.

Denarium não adiantou quais empresas ou imóveis do estado poderão ser vendidos ou fechados. Ele também pretende reduzir o número de servidores com funções gratificadas e “acabar” com contratos “superfaturados” para reduzir o gasto com a folha de pagamento e permitir investimentos em áreas como saúde, educação e segurança pública.

“O que nós pretendemos é acabar com os contratos superfaturados, acabar com os excessos, acabar com o desperdício, reduzir o quadro de servidores públicos com função gratificada para que a gente fique enquadrado dentro Lei de Responsabilidade Fiscal, em torno de 50% do orçamento para pagamento de servidores”, afirmou.

G1

Opinião dos leitores

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Política

PAUTAS-BOMBA: Câmara prevê votar projetos que podem causar rombo de R$ 47 bilhões

A Câmara dos Deputados deve praticamente encerrar as votações da atual legislatura na semana que vem, com a realização de quatro sessões consecutivas recheadas de “pautas-bomba”, que podem deixar uma fatura salgada para o presidente eleito Jair Bolsonaro. O rombo para os próximos anos pode passar de R$ 47 bilhões se os projetos forem aprovados. O Blog noticiou o caso mais cedo.

Uma força-tarefa de contenção de danos está sendo montada pelos negociadores do governo e da transição, mas a avaliação é que não será uma missão fácil – até porque está em curso uma disputa pela presidência da Câmara que acaba contaminando as votações. O porta-voz dessa espécie de barreira às pautas-bomba é o deputado Delegado Waldir (PSL-GO), do partido do presidente eleito. Ele chegou a receber orientações das equipes dos governos atual e futuro de como proceder para conseguir barrar os projetos.

“Eu me sinto preocupado com a futura administração do nosso presidente e ficamos um pouco assustados porque, na hora em que se está fechando o governo, há projetos cheios de jabutis (no jargão legislativo, dispositivos que não têm relação com a matéria principal do projeto) e de medidas para ferrar o cidadão. Tudo isso depois cai no colo do cidadão”, disse Waldir, sobre seu novo papel na Câmara.

O projeto mais polêmico da agenda que aumenta os gastos conta com o patrocínio da bancada ruralista, apoiadora de primeira hora de Bolsonaro. O parcelamento das dívidas (Refis) com o Funrural (a previdência do setor) tem custo estimado de R$ 34 bilhões. Eles tentam também negociar a edição de nova medida provisória (MP) para ampliar o prazo de renegociação do passivo do tributo. Como o prazo vence em 31 de dezembro, o setor ganharia tempo para negociar com o futuro governo uma saída para o imbróglio.

Também está prevista a votação do projeto que renova benefícios para Sudene e Sudam e extensão do incentivo para Sudeco (R$ 9,3 bilhões), de autoria do presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), e do projeto que reparte os recursos do fundo social do pré-sal com Estados e municípios, que tem como “jabuti” um perdão de dívida de R$ 4 bilhões para a Cemig, além da criação de um fundo para bancar a construção de gasodutos. O projeto é uma demanda da bancada mineira e de prefeitos e governadores, que pretendem diminuir o rombo das administrações regionais.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), defendeu a importância do projeto para o setor de gasodutos e disse que a “parte polêmica”, o perdão de dívidas da Cemig, não deve ser aprovada. “O texto é importante para a questão do gasoduto, mas a questão da Cemig é tema polêmico”, disse. Há outros projetos que devem gerar despesas, mas que ainda não são possíveis de calcular, como o da gestão compartilhada que prevê a contratação de pessoal pela União.

Estadão Conteúdo

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Política

‘O que ocorreu ali ninguém sabe’, diz Eduardo Bolsonaro sobre caso de ex-assessor do irmão

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) afirmou que “ninguém sabe” o que realmente ocorreu no caso do ex-assessor de seu irmão citado em um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) por movimentações financeiras de mais de R$ 1,2 milhão consideradas suspeitas. Eduardo ainda defendeu independência do Coaf na investigação.

Fabrício José Carlos de Queiroz trabalhou no gabinete do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), que, assim como Eduardo, é filho do presidente eleito Jair Bolsonaro.

O relatório do Coaf faz parte da operação Furna da Onça, desdobramento da Lava Jato no Rio de Janeiro que prendeu dez deputados estaduais.

Eduardo falou sobre o caso neste sábado (8) durante entrevista coletiva na Cúpula Conservadora das Américas, evento organizado pelo próprio deputado em Foz do Iguaçu (PR).

O blog perguntou ao parlamentar se a situação está esclarecida. Ele disse que não conversou com Queiroz e destacou que nem o Coaf sabe explicar as movimentações financeiras do ex-assessor.

“O que ocorreu ali ninguém sabe, nem o Coaf sabe. Ocorreu uma movimentação suspeita que está sendo investigada. A gente tem que trabalhar é para não permitir interferência na investigação. Fora isso, o que que eu vou falar? Ninguém sabe. Você sabe de onde é que veio esse dinheiro? Você já viu alguma alegação do Queiroz?”, disse o deputado.

Conforme o relatório, foram consideradas suspeitas movimentações de mais de R$ 1,23 milhão, entre 1º de janeiro de 2016 e 31 de janeiro de 2017. O documento registra que Queiroz era motorista de Flávio Bolsonaro e ganhava R$ 23 mil mensais.

O relatório identificou nas movimentações depósito de R$ 24 mil na conta da futura primeira-dama Michelle Bolsonaro. O presidente eleito disse que o pagamento se refere a uma dívida de R$ 40 mil do ex-assessor com o próprio Bolsonaro.

O relatório também revelou que sete servidores que trabalharam no gabinete de Flávio Bolsonaro, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), fizeram transferências bancárias para uma conta de Queiroz.

Perguntado se as transferências poderiam configurar “devolução de salário”, Eduardo disse que muitas vezes a relação de trabalho e amizade se mistura no gabinete e que ocorrem casos de empréstimo de dinheiro.

“A relação no gabinete conosco é a melhor possível, as vezes até se mistura o trabalho com a amizade. Então, por vezes, ocorre de emprestar dinheiro, por exemplo, um assessor meu uma vez me ajudou a arranjar um cliente para comprar o meu carro, isso acaba se misturando”, respondeu.

“Tem que esperar só para ver como é que vai ocorrer, o que que o Coaf vai acusar também e preservar o poder investigativo do Coaf”, reforçou Eduardo.

G1

Opinião dos leitores

  1. Espero que essa nova turma poderosa do clã Bolsonaro não venha se defender de seus "podres" com o velho e batido argumento político de que no tempo dos adversarios políticos
    a corrupção e roubalheira eram piores, justificativa sempre usado por quem estar no poder e recai suspeitas de corrupção ou desvio de dinheiro público. Os Bolsonaros se elegeram explorando os escândalos de corrupção do PT e se exibindo como puritanos e honestões da política brasileira e agora metidos numa movimentação altamente suspeita de dinheiro entre assessores e familiares, totalmente incompatível com suas rendas e apresentando uma defesa totalmente ilógica, combinada e pra ingênuos ou simpatizantes da clã acreditar. Parece que com o tempo o conto do mito irá se destruindo por si só.

  2. A LAVA JATO mostrou a ineficiência da Receita Federal e o COAF juntos. Os chefes: PALOCCI e MANTEGA por 16 anos.

  3. Isso só prova que Bolsonaro não entende nada de economia: emprestou 40 mil para quem tinha mais de 1 milhão

  4. Até as pedras do rio doce sabem o que aconteceu.
    Qualquer semelhança com o esquema de Rita das Mercês no escândalo da Assembleia Legislativa do RN, descoberta na Operação ÀS de Copas, nao é mera coincidência.
    Vejam como o modus operandi é praticamente o mesmo.
    Isso é só a pontinha do iceberg, pois a família Bolsonaro enriqueceu da noite para o dia, e agora que ganhou se dizendo intolerante a corrupção, vai ter que provar a origem desse dinheiro e de seu patrimônio não declarado.
    Será que tem laranja ou açaí no esquema?

    1. Enfim esse COAF começou a trabalhar, porque passou o governo petralha todo dormindo, tanto que os ladrões de cofres públicos roubavam bilhões e ele nem piscava o olho. Ou se via as movimentações, fazia vista grossa.

  5. Os patos amarelos da FIESP e aqueles outros que saíram às ruas com camisetas amarelas da corruptíssima e mafiosa CBF, os pseudo-moralistas que colocaram nas janelas e sacadas bandeiras laudatórias aos criminosos da Fraude a Jato, os INCLAMEs que se pensam elite e pertencentes à casta do 1% (a casa grande), mas que nada mais são do que instrumento dessa casta podre, que abocanha maior parcela da renda nacional que a metade mais pobre da população brasileira, esses imbecilizados pelo ódio e preconceito de classe contra os mais pobres, todos esses devem agora fazer uma reflexão sobre o abismo em que jogaram o País.

    O Bozo-pai é político há 28 anos; fisiológico, corrupto, preconceituoso, apologista do ódio e do crime e dos criminosos de Estado, como o torturador e assassino Carlos Brilhante Ustra… Houvesse sistema judiciário que aplicasse com rigor e justiça as Leis vigentes no País, tanto ele como esses três filhos que vivem às custas de cargos públicos, à sombra do pai, deveriam estar presos. Aliás, foi por atos de insubordinação e ameaças de atentado terrorista contra a adutora que abastece o Grande Rio (cerca de 10 milhões de pessoas na época) que o Bozo-pai foi "convidado" a sair do Exército, há cerca de 30 anos. Em 28 anos de vida parlamentar o sujeito conseguiu aprovar apenas dois projetos de lei; em todo esse tempo ele conseguiu renovar os mandatos para si e para os filhos – que não trabalham em outra atividade – apenas dizendo boquirrotices preconceituosas, difamatórias e caluniosas contra adversários, contra os pobres, negros, mulheres, indígenas, homossexuais, além de fazer apologia da ditadura e dos criminosos de Estado daquele regime infame; mas a principal bandeira do Bozo-pai, que lhe garantiu perpetuar-se como deputado federal, foi defender os privilégios e mamatas dos militares e familiares destes, como as filhas, que não se casam no civil, visando receber de forma vitalícia a gorda

    1. Ótimo são os vermes ratos ladroes PTralhas que destruíram o país em 13 anos

    2. Mesmo que isso seja verdade, não chegará a representar um milésimo do que o luladrão e sua quadrilha fez contra o Brasil, mas caso comprovem algo desonesto nessa história, que pague na justiça, e não fiquem tentando fazer o povo de imbecis, como fazem a a quadrilha petralha tentando negar o inegável. Os seja Negam o roubo de bilhões, mesmo parte da quadrilha já ter confessado o roubo devolvido milhões de reais.

  6. O próximo passo é o "eleito" se preocupar com os problemas financeiros de quem vive com 6 ou 7 reais por dia. ZZZZZZZZZZZ

  7. Este pessoal já foi milicocista, cardosista, alkmista, serrista, aecista, temerista e agora: bolsista! Vai virar bosta!

  8. Quanto mais mexe mais fede.
    O bozo pediu para o bolsonarista mentir que o pagamento dos tais 40 mil emprestados foi feito em 10 vezes de 4 mil. Mas o que o relatório do coaf mostra é um cheque de 24 mil. Ou os tais de 10 pagamentos de 4 mil não existem (o que é o mais provável) ou tem mais caroço neste angu.

  9. Mais uma declaração esclarecedora do "MINTO". E vocês parem de falar mal desse motorista….. Quase todo motorista no Brasil tem movimentação de 100 mil Reais por mês…. E o "MINTO" esqueceu de declarar no Imposto de Renda. E se forem perguntar pro auxílio-moradia Moro, ele talvez diga que já conversaram e os envolvidos pediram desculpas (escola onyx de Direito de Curitiba).

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Política

Para aliados, problemas com ex-assessor é teste de fogo a Bolsonaro

O episódio envolvendo movimentações financeiras suspeitas por parte do policial Fabrício José de Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, vem sendo visto como uma prova de fogo para o presidente eleito, Jair Bolsonaro.

Aliados do capitão, segundo a Folha de S. Paulo, têm observado a maneira pela qual ele vem lidando com o caso, tendo em vista que uma de suas principais bandeiras de campanha foi o combate à corrupção.

Na sexta (7), Bolsonaro alegou ao site O Antagonista que os R$ 24 mil pagos em cheque a sua esposa fizeram parte do abatimento de uma dívida que Queiroz mantinha com ele. Disse também que cortou relações com o ex-assessor do filho até que ele explique as demais movimentações suspeitas às autoridades.

Opinião dos leitores

  1. CORRE CORRE LAMBRETINHA…COM A MALA VEM….ESSE BOLSOLOUCO DE JOGAR PEDRA EM LUA E SEUS SEGUIDORES FANATICOS DE CONTAR ESTRELAS…TEM QUE PROCURAR TRATAMENTO…..

  2. Não estamos ainda na casa dos bilhões, como eram comum nos tempos dos PTralhas, mas já começou mal, nem começou o governo é já estamos na casa dos milhares. Vamos prestar atenção é usar o rigor da lei tanto pra um como para o outro, pois roubo é roubo.

  3. Alguém tem notícias de um idiota chamado Ceará mundão?
    Ele deu uma sumida esses dias, sempre tão falante…pegou gripe Ceará?
    Coaf, coaf, coaf

  4. É muita inveja no coração desse povo. São todos loucos pra ver a desgraça. Quem quer ir morar na Venezuela?

    1. O doido q vc elegeu é outro corrupto, além de ser racista, misógino, machista e homofóbico.
      Tá bom?

  5. Vejo esses comentários e entendo que vivemos em tese numa democracia, no entanto, as pessoas querem ou desejam que aconteça o pior para poder ter argumentos de falar ou mesmo reafirmar que o candidato a ou b seria a melhor opção. Com todo respeito, a eleição terminou, vamos usar um pouco de sensatez e torcer para que dê certo, para que de alguma forma diminua a corrupção e esse bando de políticos safados tenham medo de fazer o errado. Lendo e ouvindo tudo que comentário cada vez tenho certeza que esse país não tem jeito. O grande problema não só os políticos, são os Brasileiros e isso vai levar pelos menos uns 500 anos par ajeitar.

    1. O Bozo q vc elegeu como íntegro é outro corrupto, além de rascista, misógino, machista, homofóbico e louco.

  6. O destino de Bolsonaro e seus filhos é a desonra. Só precisamos ter paciência para esperar pela derrocada deles.

  7. Fosse qualquer mero mortal era roubo corrupção alguém já vinha com o martelinho e 12 anos de cadeia kkkkkkkk

  8. – Com Bolsonaro, entramos na Era PPP.
    – Parceria Público-Privada?
    – Não. Presidente Piada Pronta!

  9. Com um bandido eleito como presidente, o que se esperar mais desse país ? Só putaria após putaria… até enjoar…

  10. É preciso cercar Loro e a famiglia BozoNaro. É tudo vinho da mesma pipa…
    Para sair desta , será preciso uma carapuça de hipocrisia muito maior do que vimos até agora !
    Loro será alçado a condiçao de Perdoador Geral da República BozoNaro…, sempre ciceroneado pelo baba-ovo Lorenzoni !!!
    Pra cima dos canalhas !

    1. Pra ser tonto e perdoar ladrões, só os esquerdopatas petralhas.

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Política

Joesley relata ao STF que sofreu ameaças e sugere relação com Cunha

O empresário e delator Joesley Batista, um dos donos da JBS, peticionou nesta sexta (7) ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin pedindo providências contra supostas ameaças sofridas por ele na semana passada, como telefonemas com pedidos de dinheiro e chamadas para a Polícia Militar ir à casa dele, em São Paulo.

Na petição, a defesa de Joesley sugere que as ameaças podem ter partido do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB-RJ), preso pela Lava Jato em Curitiba. Cunha foi um dos alvos da delação da JBS, firmada em maio de 2017 com a PGR (Procuradoria-Geral da República).

Os advogados solicitam a Fachin, relator da delação da JBS no Supremo, que determine à Polícia Federal que investigue as ameaças.

A Folha não conseguiu localizar a defesa de Cunha nesta sexta-feira.

O documento enviado ao STF narra que, no último dia 28, Joesley prestou depoimento à Justiça Federal, “na qualidade de colaborador”, em uma ação que tem como réus Cunha, o ex-deputado Henrique Alves (MDB-RN) e o operador financeiro Lucio Funaro. A audiência foi por meio de videoconferência e teve a participação dos réus no processo.

Segundo o relato dos advogados de Joesley, a defesa de Cunha fez perguntas com “cunho nitidamente pessoal” ao delator, incluindo questões sobre o ministro Fachin. “Tais indagações não só fugiram do contexto da acusação como também procuraram atingir esse relator [Fachin]”, disseram os advogados de Joesley ao ministro.

A defesa do empresário anexou à petição uma representação criminal encaminhada à PF de São Paulo na terça-feira (4) na qual afirma que, durante a audiência judicial, os advogados de Cunha perguntaram a Joesley qual era o endereço da casa dele em São Paulo.

“Coincidentemente, ou não, no dia seguinte, 29 de novembro, o requerente passou a receber diversas ligações em seu telefone fixo instalado em sua residência […]”, relatou a defesa de Joesley.

As ligações, feitas por um homem, ainda conforme o relato da defesa do empresário, foram atendidas por funcionários da casa e traziam sempre a mesma mensagem: “’Mande um recado para o Joesley: aqui quem fala é o delegado da PF amigo dele, para quem ele deve. Anote o número de uma conta: Caixa Econômica Federal […] e mande depositar R$ 50 mil. Diga que o Eduardo está chegando em Brasília’”.

A defesa de Joesley afirmou no documento que os dizeres “denotam uma ameaça velada”, pois a menção à Caixa seria uma alusão à operação Sépsis, que originou a ação penal em que Cunha, Alves e Funaro são réus. A Sépsis investigou desvios no banco estatal e políticos do MDB.

Após as ligações, segundo afirmou a defesa de Joesley à PF e a Fachin, carros da Polícia Militar foram até a casa dele, no Jardim Europa, área nobre de São Paulo, “cercaram a casa e abordaram os seguranças e funcionários, pedindo informações sobre os moradores, pois teriam recebido denúncia anônima de que haveria naquela residência um roubo em andamento”.

Joesley informou à PF e a Fachin que esses episódios ocorreram por três vezes, na sexta (30), no sábado (1º) e no domingo (2), o que teria gerado estresse e temor em sua família.

Por fim, os advogados André Callegari e Ariel Weber pedem a Fachin para que Joesley não seja obrigado a responder perguntas sobre assuntos pessoais nos próximos depoimentos que vier a prestar. Eles invocam a cláusula nona do acordo de delação que prevê a possibilidade de solicitar medidas de proteção ao colaborador e a familiares. Na noite desta sexta, o ministro enviou o pedido à PGR para manifestação do órgão.

A delação da JBS foi rescindida pela PGR em setembro do ano passado, mas falta o Supremo deliberar sobre a rescisão. O relator, Fachin, está ouvindo testemunhas para depois levar o caso ao plenário.​

Folhapress

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Diversos

Dos 5.568 municípios do Brasil, mais de 4 mil participam de consórcio público

Levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM) identificou 491 consórcios públicos em todo o Brasil. De acordo com o mapeamento inédito, do total de 5.568 municípios, mais de 4 mil participam de pelo menos um consórcio público, pessoa jurídica que executa a gestão de serviços públicos.

A pesquisa da CNM foi feita com base em questionário aplicado por meio de “call center” entre os anos de 2015 e 2017, com o objetivo de identificar como os consórcios do país foram constituídos e formados. De acordo com o relatório, a maior parte dos consórcios foi constituída na década de 90, nos anos 2000 e, principalmente, a partir de 2010

Mais de 90% seguem a lei de 2005 que regulamenta os consórcios e adotou a personalidade de direito público. Dos 491 consórcios identificados pela pesquisa, 275 têm finalidade em áreas específicas como saúde (181), infraestrutura (20), meio ambiente (12), resíduos sólidos (12) e turismo (7). Também são áreas de atuação de alguns consórcios a assistência social, educação e cultura, além de mobilidade e previdência, entre outras.

A pesquisa da CNM revelou que a União não participa como ente associado de nenhum consórcio do país e que esse tipo de associação predomina em municípios de pequeno porte, com menor receita. Nesses municípios, os consórcios representam uma alternativa para a implementação de políticas públicas estruturais.

Entre as regiões que têm mais municípios com algum consórcio se destaca o Sul, onde estão concentrados 94% das cidades. Considerando que é possível que o consórcio público seja constituído entre municípios de estados distintos, é na Região Sul também que está sediado o consórcio com a maior abrangência populacional, alcançando 15,2 milhões de habitantes em 296 cidades de sete estados.

A segunda região com mais consórcios é a Sudeste (91%), seguida do Centro-Oeste (75%) e Nordeste (53%). O menor percentual é o da Tegião Norte (34%). Paraná, Minas Gerais e Rondônia são os estados que têm mais consórcios. Já o Amazonas, Roraima, o Amapá e Piauí não têm nenhum município participando de consórcio público.

A pesquisa também levantou informações sobre o tipo de controle (externo, interno, social) dos consórcios que prestaram informações, além de dados sobre a forma de contratação de pessoal.

No documento, a confederação explica que encontrou dificuldades para fazer o mapeamento devido à ausência de um banco de dados oficial único, com a relação dos nomes e CNPJ dos consórcios públicos existentes, entre outros problemas como imprecisão das informações ou recusa por parte de alguns gestores para responder à pesquisa.

A entidade destaca que as informações serão reunidas em uma plataforma online, para preencher a lacuna de falta de informações detalhadas e atualizadas sobre os consórcios públicos. A base de dados servirá para planejar e direcionar recursos para programas e políticas públicas estruturadas nos âmbitos federal e estadual.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. COM ATUAÇÃO NO RN NA ÁREA DA SAÚDE, TEMOS O COPIRN (CONSÓRCIO PÚBLICO INTERMUNICIPAL DO RN), MUITO BOM, AJUDA MUITO OS MAIS DE 60 CONSORCIADOS MUNICÍPIOS DO NOSSO RN SOFRIDO!!!

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Política

Bolsonaro: “Ninguém recebe ou dá dinheiro sujo por cheque nominal”

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Jair Bolsonaro se defendeu neste sábado das movimentações suspeitas do ex-motorista de Flávio Bolsonaro e reafirmou a explicação dada a O Antagonista sobre os R$ 24 mil pagos a Michelle.

“Lamento o constrangimento por que ela está passando. Não botei na minha conta porque tenho dificuldade de ir ao banco, andar na rua. Deixei para minha esposa. Ninguém recebe ou dá dinheiro sujo por cheque nominal”, disse em evento da Escola Naval, no Rio.

Jair Bolsonaro participou na manhã deste sábado da formatura de aspirantes da Escola Naval na Ilha de Villegagnon, Rio de Janeiro.

Na última sexta-feira, o presidente eleito havia cancelado compromisso semelhante. Ele deixou de ir à Pirassununga, no interior de São Paulo, onde participaria de uma formatura da Academia da Força Aérea.

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. É dever de Bolsonaro apresentar imediatamente o comprovante de tranaferência de 40.000,00 referente ao suposto empréstimo, ou seja, tem que apresentar o comprovante da TED ou depoito bancário de 40.000,00 na conta do amigo dele. Como ele é um cara que não tem “tempo” suponho que deve ter feito a transação bancária pelo aplicativo ou intender Banking, de forma que deve ter o comprovante.

  2. R$ 1,2 milhão, R$ 24.000,00, R$ 40.000,00. Se explicar um valor, nessas circunstâncias, seria um "deus nos acuda"! Imagine, explicar três? E se aparecerem outros valores?

  3. Fosse qualquer mero mortal era roubo corrupção alguém já vinha com o martelinho e 12 anos de cadeia kkkkkkkk

  4. Parece que o tal Fabricio é muito religioso.É um "espirita" muito dedicado e ultimamente vinha recebendo o espirito de João Alves,aquele anão do orçamento que só em 1993 ganhou 56 vezes na loteria esportiva…Parece que o "egun" vinha dndo umas dicas ao FABRICIO,ensinando uns macetes para jogar e ganahr sempre…tipo como ele fazi na epoca,jogava 13 triplos…às vezes ganhava menos do que apostava mas ganhava…Assim,o cara resolveu aplicar os metodos do João ALVES E ……FOI GANHANDO….Não é PLAUSIVEL?

  5. Fiquem tranquilos! Não é propina nem falcatrua, pois o Aécio aquele de Minas, também pegava emprestemp da JBS. O honesto MORO não liga

  6. …"tenho dificuldades de ir ao banco"….
    Kkkkkk
    É sério isso?
    Caiu a máscara desse doido corrupto antes da posse.

  7. faz sentido.
    Também ninguém se suja por pouca coisa.
    Se fosse pra roubar seria no nome de outra pessoa e muito dinheiro

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Política

‘Ele precisa dizer de onde saiu o dinheiro’, diz Mourão sobre ex-motorista de Flávio Bolsonaro

O vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão, disse ao blog neste sábado (8) que falta explicação para o caso de Fabrício Queiroz, ex-motorista de Flávio Bolsonaro que está em um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) anexado à Operação Furna da Onça por ter movimentado R$ 1,2 milhão em um ano.

“O ex-motorista, que conheço como Queiroz, precisa dizer de onde saiu este dinheiro. O Coaf rastreia tudo. Algo tem, aí precisa explicar a transação, tem que dizer”, afirmou Mourão.

O blog perguntou se a explicação do presidente eleito, Jair Bolsonaro, foi satisfatória.

“Ele colocou a justificativa dele. Ele já disse que foi um empréstimo. O Queiroz precisa explicar agora”, declarou o vice.

Mourão disse que Queiroz foi seu soldado em 1987, quando deixou as Forças Armadas. E como era seu desempenho? “Excelente soldado”.

O vice-presidente eleito defendeu que o governo dê explicações sempre à sociedade, sem se furtar quando cobrado: “senão fica parecendo que está escondendo algo”.

Ele respondeu a afirmação acima ao ser questionado pelo blog qual era sua avaliação sobre a postura do futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que se irritou na sexta-feira (7) ao ser questionado sobre o assunto por jornalistas.

“Ele tá estressado. Quando responde daquele jeito, parece que tem culpa no cartório. Quando me perguntam, eu respondo claramente, com tranquilidade. Temos que falar”.

Sobre a diferença do desgaste e necessidade de explicações por parte do governo em relação aos casos de Onyx Lorenzoni – que já admitiu ter recebido caixa 2 – e o caso envolvendo o ex-motorista, que depositou R$ 24 mil na conta de Michelle Bolsonaro, futura primeira-dama, ele respondeu: “É diferente. No caso do Onyx, o dinheiro foi na conta dele. Bolsonaro já explicou o motivo pelo qual foi para a conta de Michelle”.

G1

Opinião dos leitores

  1. Não é parecido com os ptralhas dirigido pelos 9 dedos pois tudo ali era na casa dos BILHOES, mas é um sinal de que a sociedade não pode vacilar com quem quer que seja. Lembrando que ladrão é ladrão, quem faz ele, é a ocasião.

  2. BG votei em nosso presidente Jair Bolsonaro nos dois turnos não estou arrependido de ter votado mais sinceramente estou muito preocupado com essa situação do nosso presidente e sua família por muito menos do que isso ou seja um Fiat Elba um presidente foi cassado do mandato tomara que não seja o caso.

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Esporte

Corte Arbitral rejeita recurso do Boca Juniors para desqualificar River da Libertadores

O Boca Juniors falhou em sua última tentativa legal de conquistar o título da Copa Libertadores sem precisar entrar em campo. Neste sábado, a Corte Arbitral do Esporte (CAS, na sigla em inglês) acatou recurso com um pedido de veredicto urgente para desqualificar o River Plate da competição.

O tribunal não rejeitou a apelação do Boca Juniors, mas apontou que os “méritos da apelação serão examinados em uma etapa posterior por um painel arbitral da CAS.” Assim, ainda que até possa ter êxito na corte máxima do esporte, o clube terá de entrar em campo no domingo para a finalíssima da Libertadores.

Antes dessa decisão da CAS, o Boca havia sofrido outra derrota jurídica nesta semana. Na quinta-feira, a Conmebol rejeitou recurso do clube, que pedia o título da competição sem ter que entrar em campo no domingo.

Essa ação tinha sido apresentada em 30 de novembro, logo depois da entidade negar o pedido inicial do clube para a exclusão do River da competição pelos acontecimentos ocorridos nos arredores do Monumental de Núñez em 24 de novembro, quando a segunda final deveria ter sido disputada.

O Boca considerava que deveria ser declarado vencedor daquela partida e, consequentemente, campeão da Libertadores. Em sua decisão, a Conmebol multou o River em US$ 400 mil (aproximadamente R$ 1,56 milhão), determinou que o time dispute dois jogos com portões fechados como mandante na próxima Libertadores e tirou a finalíssima deste ano do seu estádio.

Os rivais da cidade de Buenos Aires vão jogar, assim, o segundo jogo da decisão do torneio continental neste domingo, em Madri, a partir das 17h30 (horário de Brasília), no Santiago Bernabéu. As equipes empataram em 2 a 2 na primeira partida da decisão, disputada no estádio de La Bombonera.

Há duas semanas, o segundo confronto, marcado para o Monumental de Nuñez, não foi disputado por causa de incidentes de violência. Jogadores do Boca Juniors ficaram feridos horas antes do confronto, marcado para 24 de novembro, quando os torcedores do River Plate atacaram o ônibus da equipe na chegada ao estádio.

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Economia

Crise está próxima e será muito pior que a de 2008, diz economista fundador da pi Economics

A nova crise econômica está próxima, deve ser provocada pelo elevado endividamento das empresas em um cenário de juros subindo no mundo, e os bancos centrais terão poucos instrumentos para conter danos nas economias, afirma Tim Lee, economista e fundador da consultoria pi Economics.

Lee foi um dos poucos nomes que previram a crise iniciada em 2007 e também um dos que alertavam para os problemas que a Turquia enfrentou neste ano.

“É mais uma crise no mercado de crédito corporativo e no mercado de ações”, diz. “Há sinais de alertas. Vamos ter uma crise, e não deve estar muito longe agora.”

A crise pode ser pior que a anterior, pelos poucos instrumentos que os bancos centrais têm à disposição após dez anos de tentativa de estabilização econômica, diz.

Na semana que passou, os prognósticos de Lee ganharam força. O ambiente foi turbulento para as Bolsas globais, em especial para os principais indicadores americanos, que zeraram os ganhos no ano.

Dúvidas sobre a trégua comercial entre Estados Unidos e China amplificaram preocupações de investidores, enquanto a desaceleração econômica global no próximo ano já é dada como certa e a hipótese de uma recessão americana começa a tomar forma no mercado.

Vamos ter outra crise financeira? 

É um tema complicado, mas estou muito convicto de que vamos ter uma outra crise financeira. Ela será pior de muitas formas. O mercado acionário vai afundar, empresas endividadas terão problemas, e muitas vão falir.

A crise de 2007 a 2009 foi majoritariamente uma crise bancária. Os bancos agora, de uma maneira geral, estão mais fortes. Não será uma crise bancária, mas uma crise no mercado de crédito corporativo e no mercado de ações.

O que vai provocar essa nova crise? 

Eu não acho que resolvemos os problemas que havia em 2007 e 2009. O maior problema não é o fato de os bancos serem muito gananciosos ou outras razões que as pessoas disseram sobre a crise da última vez. Há muita dívida e, na minha opinião, poupança insuficiente.

Muito dessa dívida financiou o consumo e outras coisas que não dão retorno financeiro. Mesmo na China há uma grande quantidade de dívida, que está financiando o investimento. E muito desse investimento não faz sentido, como a construção de quarteirões de prédios residenciais. É muita especulação.

As pessoas estão começando a perceber que um dos setores mais endividados no mundo é o corporativo. Nos Estados Unidos, as pessoas já começaram a se perguntar o que está acontecendo com a General Electric e com outras companhias.

E o que está acontecendo? 

Por muito tempo, Wall Street estava se perguntando por que as empresas pareciam ter tanto caixa. A maioria, porém, tem muitas dívidas e pouca poupança —e essa foi a real causa macroeconômica da última crise. Como chegaram a isso?

Para resgatar as pessoas, os bancos centrais cortaram as taxas de juros a zero ou perto de zero, gastando seu próprio balanço patrimonial. Isso não ajudou de verdade. Apenas mudou a forma da dívida. Você passou a ter muito mais dívida de governos após a última crise.

Ao manter a taxa de juros perto de zero por tanto tempo, os bancos centrais incentivaram muitas empresas a tomar dívida. Então, de muitas maneiras, o tipo de dívida piorou em relação à última crise.

Agora, o setor corporativo é o mais vulnerável. As empresas tomaram muita dívida para comprar suas próprias ações. Foi bom para mercado de ações, mas, no longo prazo, é uma posição mais arriscada. Estamos começando a ver algumas companhias a ter problemas.

Que operações ou instrumentos as empresas utilizaram para fazer esse movimento que o sr. descreve? 

Tenho falado muito sobre o carry, em que indivíduos, negócios, fundos tomam emprestado a juros baixos nos Estados Unidos para investir em títulos brasileiros ou turcos, em projetos de investimento de empresas nesses países, enfim, no que der retorno maior.

Em escala global, isso levou ao aumento de dívida e de alavancagem.

A Turquia é um exemplo. As empresas de desenvolvimento turcas constituíram projetos no país via financiamento em dólar. Fizeram muita dívida em dólar e tinham um bom retorno, porque os projetos na Turquia eram muito lucrativos. Agora, estamos vendo a lira turca colapsando. Basicamente, muitas dessas empresas estão insolventes.

Ignoraram os riscos. Isso?

Partiram da ideia de que a volatilidade financeira permaneceria baixa. Vamos voltar alguns anos, quando os juros brasileiros estavam bem elevados. Se eu comprasse dólares americanos, quatro ou cinco anos atrás, a quase 2% e colocasse em juros brasileiros a 10%, eu ganhava a diferença de juros, mas perderia dinheiro se o real desabasse.

Nessa operação, estou basicamente fazendo a aposta de que a volatilidade do real permanecerá baixa e que o real vai ficar estável. Não vai desabar.

Há muitas operações sendo feitas a partir desse princípio no mercado de crédito, de ações, nas estratégias empregadas, tudo com empréstimo e alavancagem. Elas dão um bom retorno, contanto que o mercado de ações permaneça forte. Mas, se o mercado de ações desabar, perdem muito dinheiro.

Por que as empresas decidiram adotar uma estratégia tão arriscada?

As pessoas têm confiança de que, em uma situação ruim, os governos e os bancos centrais adotam estratégias inteligentes, como o quantitative easing [programa de flexibilização monetária], e resgatam tudo.

As pessoas chegaram à conclusão de que os governos sempre vão salvar a todos. Então, não precisam se preocupar. Sentem-se indestrutíveis porque têm confiança de que tudo vai ficar bem.

Acho que as pessoas tiraram duas conclusões da última crise: que não teria uma nova crise por um bom tempo —afinal, não temos grandes crises com frequência. E que, se tivéssemos uma crise no futuro, governos e bancos centrais teriam a habilidade, as ferramentas e as políticas para resgatar a situação, então não seria necessário se preocupar.

Desistiram, então de fazer o dever de casa?

Na zona do euro, temos Itália ou Grécia, cuja dívida, em boa medida, é com o FMI (Fundo Monetário Internacional). Esses países nunca resolveram seus problemas. Há um legado da última crise.

As empresas, por sua vez, compraram ações, e o mercado achou ótimo, mas isso aumenta a alavancagem do negócio e significa que há menor margem para enfrentar uma crise. Elas não têm um colchão se algo der errado. Podem falir com mais facilidade.

Se o mercado de ações cair, a economia vai ficar fragilizada muito rapidamente. A maioria das pessoas de Wall Street vai dizer que não precisa se preocupar com o mercado de ações, porque a economia está bem. Mas, na minha opinião, não é a economia que dirige o mercado de ações, é o contrário —o mercado de ações tem sido dirigido por esse fenômeno de empresas tomando dinheiro emprestado para comprar suas ações.

Os mercados subiram bastante, o que faz a economia parecer boa. Mas, se tudo der errado e a Bolsa cair, a economia pode afundar.

E, quando a economia piorar, há empresas muito endividadas que vão começar a se debater. O lucro delas vai cair. Elas vão ter dificuldade de pagar as dívidas. Aí você tem as taxas de juros subindo, essas empresas não vão conseguir pegar dinheiro emprestado. É um círculo vicioso.

Wall Street faz parecer que está tudo bem, que a estrutura é forte. Mas, na realidade, está muito frágil. Não precisa de muito para criar um círculo vicioso e tudo dar errado.

Na sua opinião, quais são indícios mais fortes dessa crise?

No começo do ano, houve uma volatilidade elevada, os ETFs [fundos que replicam índices] caíram bastante, e alguns foram a zero. Foi um sinal. A crise turca é outro.

Como pano de fundo, os bancos centrais estão aumentando os juros, e há indicadores monetários que dizem que as coisas estão mais apertadas. A maior parte dos indicadores mostra que o crédito e o dinheiro disponível estão caindo há um ano.

Estamos vendo os preços de commodities enfraquecendo desde abril —o que é coerente com a ideia de que as coisas estão ficando mais complicadas. Também vemos um enfraquecimento do mercado imobiliário no mundo.

O dinheiro está indo embora, e os bancos centrais, ao subir os juros, estão atraindo esses recursos. Toda essa dívida está crescendo há um ano. Isso nunca foi enfrentado na última crise. Tudo continuou igual, a dívida não diminuiu significativamente.

As pessoas agora se preocupam com a Itália, com a General Electric. Estamos nos movendo em direção a um cenário de menos dinheiro livre disponível e, em algum momento, vamos ver uma reversão, o mercado caindo, a economia piorando. Muitas empresas ficarão sob pressão.
Vamos ter uma crise, e não deve estar muito longe agora. Pode ser no próximo ano. Achei que começaria agora, mas ainda não começou.

Quais países estão mais frágeis?

Considero que Espanha e Portugal estão piores. A Grécia está um pouco protegida. A Espanha tem uma grande dívida. Os bancos espanhóis estão muito expostos. A Itália também tem grande endividamento.

Como está o Brasil nesse cenário?

Muitas empresas brasileiras tomaram dinheiro emprestado em dólar. O Brasil manteve os juros elevados, mas eles caíram nos últimos anos. Assim, o país tem uma proteção em comparação a outros emergentes porque está indo na direção contrária de boa parte do resto do mundo, onde os juros estão subindo. Os juros já subiram nos Estados Unidos e na maioria dos emergentes. Na Turquia, a alta foi absurda.

Os bancos centrais vão conseguir resgatar as economias em caso de uma nova crise?

As pessoas estão presumindo que os bancos centrais vão fazer resgate. Assim como os governos, elas tomaram muita dívida, se endividaram.

Mesmo os governos têm uma grande dívida. Os bancos centrais não conseguem resgatar as economias de novo. O balanço patrimonial do Fed está em US$ 4 trilhões, ele não consegue comprar ativos de novo. Foi surpreendente terem conseguido fazer isso da primeira vez. Por isso, a próxima crise pode ser pior do que a última.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. assistam o filme "A Grande Aposta" ( com Christian Bale, Ryan Gosling, Steve Carell e Brad Pitt) que mostra toda a engrenagem que cominou com a crise de 2008, e pior mostrou que o governo mascarou a culpa dos bancos pela crise e ainda os ajudou (erradamente), por isso como disse o texto acima, todos acham que os bancos centrais vão ajudar novamente aí continuam fazendo besteiras. vejam o filme, vale a pena concorreu até ao oscar em 2015.

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Polícia

CPI dos Maus-tratos encerra trabalhos com propostas polêmicas

Após cerca de um ano e meio de trabalho sem pedir indiciamentos e nem prisões, mas com um pacote com 33 sugestões de projetos de lei que endurecem o combate aos maus-tratos, especialmente a crianças e adolescentes, a Comissão Parlamentar de Inquérito dos Maus-tratos, comandada pelo senador Magno Malta (PR-ES), encerrou as atividades na última quinta-feira (6) com a aprovação do relatório elaborado pelo senador José Medeiros (Podemos).

Uma das propostas mais polêmicas pede a revogação da Lei de Alienação Parental, que prevê sanções que, em casos mais graves, estabelece a perda de guarda do filho em casos em que o convívio com outros parentes maternos ou paternos é impedido. Para o relator, apesar de bem intencionada, ao preservar crianças de brigas familiares, a norma “tem sido distorcida para intimidar mães ou pais”. Medeiros lembrou os relatos colhidos em uma das audiências públicas realizadas pela CPI. “Vimos, ao longo dos trabalhos, relatos de casos nos quais genitores acusados de cometer abusos ou outras formas de violência contra os próprios filhos teriam induzido ou incitado o outro genitor a formular denúncia falsa ou precária como subterfúgio, para que seja determinada a guarda compartilhada ou a inversão da guarda em seu favor. Seria uma forma ardilosa pela qual um genitor violento manipularia o outro, de modo a obter o duplo benefício de acesso à vítima e afastamento do protetor” justificou.

Outras sugestões

O relatório também traz uma proposta que aumenta o valor das multas a médicos, professores ou responsáveis por estabelecimentos escolares ou de saúde que deixem de comunicar à autoridade competente casos envolvendo suspeitas ou confirmação de maus-tratos contra menores.

Outro projeto ainda obriga que qualquer pessoa com conhecimento, ou que presencie ação de violência contra menor, comunique o fato imediatamente ao serviço de recebimento de denúncias, ao conselho tutelar ou à polícia. Esses, por sua vez, deverão oficiar imediatamente o Ministério Público. Quem não fizer isso poderá responder por omissão de socorro ou, no caso de servidor público, por prevaricação e improbidade administrativa.

Há ainda uma proposta que altera a Lei de Execução Penal (Lei 7.210, de 1984), para reduzir o número das visitas de menores ao preso condenado por crime hediondo ou contra criança ou adolescente a uma única visita por ano. A proposta proíbe também a visita íntima acompanhada de criança a qualquer preso. Pelo texto, o descumprimento da regra suspenderá o direito à visita íntima por um ano.

Também está no relatório a minuta de um projeto que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei 8.069, de 1990) para proibir a entrada de crianças e adolescentes em bailes funk, em eventos com livre fornecimento de bebidas alcoólicas e similares.

Vários textos sugeridos endurecem as punições contra responsáveis por crimes ou abusos contra menores. Um deles altera o Código Penal (Lei 2.848, de 1940) para determinar o agravamento da pena por homicídio em um terço, quando for praticado contra criança ou adolescente. No caso de estupro de vulnerável seguido de morte, a pena deverá ser de 20 a 30 anos de prisão.

O último dia de trabalho da CPI teve praticamente a presença do presidente e do relator da comissão. Só na hora da votação, mais dois senadores, Hélio José (PRÓS- DF) e Flexa Ribeiro (PSDB-PA), apareceram para que o relatório pudesse ser apreciado. “Era para estar lotado de líderes, de religiosos, é a questão da vida, é a questão da criança. Isso não pode ser só uma falácia, um discurso. Eu dizia que se fosse para debatermos aqui a legalização da maconha estava lotado, se fosse para debater casamento gay isso aqui estava lotado, aborto, ideologia de gênero. Mas, criança interessa muito pouco”, reclamou Malta.

Agência Brasil

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Judiciário

Declarada guerra entre a associação de juízes e a InterTV Cabugi

A Associação dos Magistrados do Rio Grande do Norte (Amarn) emitiu um comunicado declarando guerra contra a InterTV Cabugi afirmando que não responderá mais ao veículo. A associação alega que o veículo de comunicação tem veiculado notícias “incompletas e distorcidas”. Confira a nota abaixo.

Opinião dos leitores

  1. Ora ora, a Associação deveria pedir espaço para se esclacer, escolhei se enclausura. Isso sim é o que não se aceita. Se espliquem, se justifiquem, enfrentem a imprensa a sociedade, digam todas as suas necessidades. Se com tanta regalias, existem algumas. Tadinhos. Coitados gente dessa classe.

  2. Parabéns InterTV, por não ter medo de noticiar os fatos. Nunca vi notícias serem dadas por eles sem fontes credíveis. O povo está orgulhoso em ter profissionais de qualidade para levar a boa informação.

  3. Esses jornalista vivem de mentiras e distorções da realidade, não merecem credibilidade perante a sociedade, usam a mídia para enganar a população, e mesmo assim, ainda se acham no direito de serem recebidos pelas classes que difamam! Vão estudar, e parem com fake News!

  4. Duas situações distintas… O judiciário se acha acima do bem e do mal e não aceita o contraditório e julga que suas opiniões e postura seja a verdade absoluta, do outro lado alguns membros da imprensa (a maioria) se apresenta como sensor de certo e errado e apresentam as suas opiniões como verdades absolutas levando o espectador ao pensamento que o comentário emitido que é a notícia, quando o comentário não importa de quem seja, é apenas a opinião de uma das partes, as pessoas tem que pensar por si mesmas e ter as suas próprias opiniões, e não serem levadas a pensar o que uma das partes quiser.

  5. Essa classe é cheia de regalias, os salários dos juízes era pra ser reajustado sempre com o mesmo percentual dos demais funcionários públicos e não da maneira que é.

  6. Pense num povo bom: 2 meses de férias, 15 dias de suposta Correição (mais quinze dias) de folga, nunca trabalham na segunda e na sexta, auxilio-moradia, isto num Estado que está lascado!

  7. Existe uma lei a do duodecimo.Se os repasses sao de acordo com a lei.Cada poder que oeganize sua casa.Ficar arranjando culpados .Vejam o exemplo da Paraiba.

  8. Parabéns intertv pela coragem de pelo menos abrir os olhos da sociedade que paga os salários altíssimos desses intocáveis. Parabéns a essa reporte ela merece um" Oscar ".

  9. Eita que esse povo da justiça tá queimado!
    Perdeu prestigio e apoio da população!
    Sao regados as regalias e agora querem caixa preta pra decisoes administrativas que turbinam cada vez mais os sseus bolsos.
    O povo tem que cair em cima e a midia tem que ajudar a divulgar os absurdos.

  10. Kkkkk
    Pense num respeito que essa classe de profissionais exemplares e eticos merece!
    A globo precusa noticiar a bomba da venda de ferias e licenca premio que eles tentam embolsar sem alardes, na contramao das financas do estado…
    É vergonhoso os procedimentos dessa turma!
    Cara de pau

  11. Os Deuses não querem da respostas aos seus súditos, querem que tudo fique como estar, ganhando as beneficias das mordomias e o povo que se lasque.

  12. Desconheço associação mais corporativista que a AMARN. Essa nota apenas reforça o que todos já sabemos: O Judiciário é um poder absoluto e completamente alheio ao contexto econômico da sociedade e do Estado que o sustenta.

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Política

Bolsonaro vai a São Paulo na quinta fazer nova avaliação médica

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, disse hoje (8) que vai para São Paulo na próxima quinta-feira (13) fazer nova avaliação médica. Ele afirmou que, se estiver bem, quer fazer logo a cirurgia para retirada da bolsa de colostomia. “Não gostaria de ficar parado em janeiro”, afirmou após participar de cerimônia de formatura dos aspirantes da turma Almirante Saboia, na Escola Naval, no Rio de Janeiro.

A operação do presidente eleito estava marcada inicialmente para o dia 12 de dezembro, mas foi adiada após uma série de exames feita no dia 23 de novembro por médicos do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. No dia seguinte, Bolsonaro afirmou que a nova avaliação estava marcada para o dia 19 de janeiro e que a cirurgia poderia ser feita no dia 20. Dessa forma, ele só seria submetido ao procedimento depois da posse na Presidência da República, marcada para 1º de janeiro.

Os exames pré-operatórios precedem a realização da terceira cirurgia a que Bolsonaro será submetido desde que foi esfaqueado no abdômen por Adélio Bispo, durante ato político, em Juiz de Fora (MG), em 6 de setembro.

Ele fez uma cirurgia inicial, de grande porte, na Santa Casa de Juiz de Fora, depois uma segunda, já no Einstein, para corrigir uma aderência. A estimativa é que o período de recuperação dessa terceira cirurgia seja de 10 a 15 dias.

Pirassununga

Após a cerimônia militar, o presidente eleito disse que ontem (7) confundiu os remédios e dormiu e, com isso, acabou perdendo o compromisso em Pirassununga. Ele afirmou, entretanto, que está se sentindo bem.

Agência Brasil

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