Política

PESQUISA SETA/BLOGDOBG ESPONTÂNEA SENADO 1º VOTO: Styvenson tem 8%, Zenaide, 6% e Garibaldi, 5%

O capitão Styvenson Valentim (8%), a deputada Zenaide Maia (6%) e o senador Garibaldi Filho (5%) são os mais lembrados para o primeiro nome para Senado, segundo o levantamento do instituto SETA.

Geraldo Melo marcou 4%, Antônio Jácome aparece com 1%. Também pontuaram nesse patamar José Agripino e Fátima Bezerra.

Brancos, nulos e ninguém são 33% e 39% não souberam ou não quiseram responder.

A pesquisa foi realizada entre os dias 7 e 9 de setembro. Foram ouvidos 1.300 eleitores em todas a regiões do Estado. A margem de erro é de 3% e o intervalo de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os protocolos BR-02681/2018 e RN-07553/2018.

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Política

PESQUISA SETA/BLOGDOBG GOVERNO 2º TURNO: Carlos Eduardo teria 26% contra 13% de Robinson

O ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves, venceria o governador Robinson Faria em cenário onde os dois disputassem o segundo turno. O candidato do PDT teria 26%, contra 13% do oponente, indica pesquisa do instituto SETA.

Brancos, nulos e ninguém somaram 51% e 10% não souberam ou não quiseram responder.

A pesquisa foi realizada entre os dias 7 e 9 de setembro. Foram ouvidos 1.300 eleitores em todas a regiões do Estado. A margem de erro é de 3% e o intervalo de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os protocolos BR-02681/2018 e RN-07553/2018.

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Política

PESQUISA SETA/BLOGDOBG GOVERNO 2º TURNO: Fátima teria 35% contra 18% de Carlos Eduardo

A senadora Fátima Bezerra venceria o ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves, em cenário onde os dois disputassem o segundo turno. Ela teria 35%, contra 18% do oponente, indica pesquisa do instituto SETA.

Brancos, nulos e ninguém somaram 37% e 10% não souberam ou não quiseram responder.

A pesquisa foi realizada entre os dias 7 e 9 de setembro. Foram ouvidos 1.300 eleitores em todas a regiões do Estado. A margem de erro é de 3% e o intervalo de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os protocolos BR-02681/2018 e RN-07553/2018.

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Geral

PESQUISA SETA/BLOGDOBG SENADO 2º VOTO: Styvenson tem 4%, Zenaide e Geraldo, 3% cada e Garibaldi, 2%

O capitão Styvenson Valentim (4%), Zenaide Maia (3%) e Geraldo Melo (3%) pontuaram na frente no levantamento estimulado para segunda opção de voto para o Senado, indica pesquisa do instituto SETA.

Eles são acompanhado de perto por Garibaldi Alves (2%), Antônio Jácome (1%), Magnólia Figueiredo (1%) e Alexandre Motta (2%). Os demais candidatos não pontuaram acima de um ponto percentual.

Brancos, nulos e ninguém somaram 49% e 34% não souberam ou não quiseram responder.

A pesquisa foi realizada entre os dias 7 e 9 de setembro. Foram ouvidos 1.300 eleitores em todas a regiões do Estado. A margem de erro é de 3% e o intervalo de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os protocolos BR-02681/2018 e RN-07553/2018.

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Geral

PESQUISA SETA/BLOGDOBG SENADO 1º VOTO: Styvenson tem 17%, Garibaldi e Zenaide, 12% cada

O capitão Styvenson Valentim lidera as citações estimuladas para primeiro voto para o Senado com 17%, indica pesquisa do instituto SETA.

Depois dele, Garibaldi Filho e Zenaide Maia marcaram, cada um, 12%.

Geraldo Melo (7%), Antônio Jácome (4%), Alexandre Motta (1%) e Magnólia Figueiredo (1%) completam a lista. Os demais não pontuaram acima de 1%.

Brancos, nulos e ninguém somaram 35% e 8% não souberam ou não quiseram responder.

A pesquisa foi realizada entre os dias 7 e 9 de setembro. Foram ouvidos 1.300 eleitores em todas a regiões do Estado. A margem de erro é de 3% e o intervalo de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os protocolos BR-02681/2018 e RN-07553/2018.

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Política

PESQUISA SETA/BLOGDOBG GOVERNO ESTIMULADA: Fátima tem 32%, Carlos Eduardo, 16% e Robinson, 12%

A senadora Fátima Bezerra lidera as intenções estimuladas de voto para o Governo do Estado com 32%, indica pesquisa SETA.

Depois da petista, o ex-prefeito Carlos Eduardo Alves aparece com 16%, seguido pelo governador Robinson Faria, com 12%. Pela margem de erro, ambos estão em empate técnico.

Brenno Queiroga e Heró Bezerra pontuaram 1% cada. Os demais candidatos não pontuaram acima de um ponto percentual.

Brancos, nulos e ninguém somaram 32% e 6% não souberam ou não quiseram responder.

A pesquisa foi realizada entre os dias 7 e 9 de setembro. Foram ouvidos 1.300 eleitores em todas a regiões do Estado. A margem de erro é de 3% e o intervalo de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os protocolos BR-02681/2018 e RN-07553/2018

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Geral

PESQUISA SETA/BLOGDOBG SENADO SOMA TOTAL: Styvenson tem 21%, Zenaide, 15% e Garibaldi, 14%

O capitão Styvenson Valentim lidera a corrida pelo Senado com 21% das intenções de voto, segundo o levantamento estimulado do instituto SETA.

Zenaide Maia, com 15%, e Garibaldi Alves, com 14%, aparecem logo atrás.

Geraldo Melo marcou 10%, Antônio Jácome aparece com 5%. Alexandre Motta e Magnólia Figueiredo têm 2% cada.

Brancos, nulos e ninguém são 84% e 42% não souberam ou não quiseram responder.

Nesse cenário, o total considerado é de 200%, método utilizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que faz as somas dos dois cenários de votos para o Senado.

A pesquisa foi realizada entre os dias 7 e 9 de setembro. Foram ouvidos 1.300 eleitores em todas a regiões do Estado. A margem de erro é de 3% e o intervalo de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os protocolos BR-02681/2018 e RN-07553/2018.

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Política

PESQUISA SETA/BLOGDOBG PRESIDENTE ESTIMULADA: Bolsonaro tem 21%, Haddad, 20% e Ciro, 14%

Os candidatos Jair Bolsonaro e Fernando Haddad disputam a preferência do voto do potiguar para presidente da República. O capitão reformado tem 21%, contra 20% de seu oponente, segundo o levantamento estimulado do instituto SETA.

Ciro Gomes aparece em terceiro com 14%.

Na sequência, Geraldo Alckmin (3%), Marina Silva (2%), Álvaro Dias, Henrique Meirelles e João Amôedo, com 1% cada, completam a lista.

Brancos, nulos e ninguém são 30% e 7% não souberam ou não quiseram responder.

A pesquisa foi realizada entre os dias 7 e 9 de setembro. Foram ouvidos 1.300 eleitores em todas a regiões do Estado. A margem de erro é de 3% e o intervalo de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os protocolos BR-02681/2018 e RN-07553/2018.

Opinião dos leitores

    1. e como todos nós sabemos a função do poste num é mesmo amigos , pra quem passeia com seu cachorrinho sabe muito bem.

    1. Mas Lula não é candidato amiguinho! Mais fascista do que ele…Desconheço!

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Política

PESQUISA SETA/BLOGDOBG GOVERNO 2º TURNO: Fátima teria 39% contra 13% de Robinson

A senadora Fátima Bezerra venceria o governador Robinson Faria, em cenário onde os dois disputassem o segundo turno. Ela teria 39%, contra 13% do atual governador, indica pesquisa do instituto SETA.

Brancos, nulos e ninguém somaram 38% e 10% não souberam ou não quiseram responder.

A pesquisa foi realizada entre os dias 7 e 9 de setembro. Foram ouvidos 1.300 eleitores em todas a regiões do Estado. A margem de erro é de 3% e o intervalo de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os protocolos BR-02681/2018 e RN-07553/2018.

Opinião dos leitores

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Polícia

Mantida por dois meses em cárcere privado na casa do namorado, mulher é resgatada em Natal

Após uma denúncia feita a Central de Atendimento à Mulher pelo número 180, a Força Tática da Polícia Militar resgatou na noite dessa quinta-feira (13) uma mulher que passava dois meses em cárcere privado na casa do companheiro no bairro Planalto, na Zona Oeste de Natal, e prendeu o acusado, de 22 anos, que já tem passagem pela Policia, por porte ilegal de armas.

Segundo a Polícia, a vítima contou que foi obrigada a pedir demissão do trabalho e o companheiro, com quem estava junto há quatro meses, não permitia que ela tivesse contato com outras pessoas, nem mesmo em redes sociais. Ainda segundo os policiais, ao chegar a residência, a mulher foi encontrada com marcas de espancamento.

A vítima revelou aos policiais que o companheiro realizava diversos tipos agressões, como empurrões, puxões de cabelos, enforcamento, entre outros. Vizinhos relataram ainda aos policiais que ouviam gritos no local.

A vítima foi encaminhada a delegacia de Plantão Zona Sul.

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Educação

UFRN inscreve até segunda-feira para reocupação de 446 vagas residuais 2019.1

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) está com inscrições abertas, até o dia 17 setembro, para o processo seletivo de reocupação de vagas residuais para o período letivo 2019.1.

Podem participar da seleção pessoas com vínculo ativo na Universidade, portadores de diploma de graduação e candidatos que são ex-alunos de graduação da UFRN e que tiveram seu programa cancelado nos períodos de 2014.1 a 2018.2.

A inscrição deve ser feita no site do Núcleo Permanente de Concursos (Comperve), da UFRN. A seleção será constituída pelas seguintes provas: prova objetiva sobre conteúdos específicos de Língua Portuguesa e Matemática, redação e prova de títulos.

O processo seletivo é destinado para reocupação de vagas nos campi de Natal, Macaíba, Caicó, Currais Novos e Santa Cruz. A taxa de inscrição será no valor de R$ 30.

Com informações da UFRN

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Diversos

Bitucas de cigarro, tampas, canudinhos: confira os 10 itens mais encontrados nas praias do Brasil; material, inclusive, recolhido no RN

Foto: sulox32/Pixabay

Foram mais de 23,7 toneladas de resíduos recolhidos por 2,8 mil voluntários mobilizados pela Organização das Nações Unidas (ONU) Meio Ambiente no Brasil. Foram 124 km percorridos em praias de 10 estados brasileiros.

O projeto é uma mobilização da organização internacional no país. A campanha se chama #MaresLimpos e cria ações de limpeza no litoral do Brasil. Veja os resíduos recolhidos em maior quantidade na primeira parte da operação, em 2017:

49.994 bitucas de cigarro
9.938 garrafas pet
9.938 canudos
7.041 garrafas plásticas
6.782 sacolas plásticas
5.590 embalagens plásticas
4.840 copos e pratos plásticos
2.409 garrafas de vidro
2.100 pedaços de isopor
1.313 talheres plásticos

O material foi recolhido por grupos de Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

O resultado mostra que os produtos encontrados são majoritariamente de plástico. A ONU Meio Ambiente lembra que entre 60% e 90% do lixo encontrado nos mares é composto por diferentes tipos de plásticos, em diferentes tamanhos e estágios de degradação. Algumas estimativas apontam que em 2050 teremos mais plásticos do que peixes e que 99% das aves marinhas terão ingerido o material.

Sobre o produto mais encontrado, as bitucas de cigarro, além de poluir o oceano, é o principal causador do câncer que mais mata no mundo: o de pulmão. Um relatório da Organização Mundial da Saúde mostra que, apenas neste ano, morrerão 9,6 milhões de pessoas devido à doença.

G1

 

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Economia

Em dois meses, preço de massas e pães subiu 10% no país

Produtos à base de trigo, como pão, macarrão e biscoito, estão sofrendo com a alta dos preços – Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Desde julho, os preços de produtos à base de trigo, como massas alimentícias, pães e biscoitos, além da própria farinha de trigo, já aumentaram em até 10%, segundo estimativas de entidades que representam a indústria do setor no país. O percentual representa cerca de 40 vezes a variação da inflação média dos últimos dois meses, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que subiu 0,24% entre julho e agosto.

A principal explicação para a inflação dos alimentos à base de trigo está na dependência externa que o Brasil tem do produto combinada com as recentes oscilações do dólar e do preço do produto no mercado internacional. O trigo é um dos poucos grãos que o Brasil tem que importar de outros países para abastecer o mercado doméstico.

Pelos dados mais recentes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o país deve produzir 5,2 milhões de toneladas de trigo em 2018 e comprar do exterior mais 6,3 milhões de toneladas, a maior parte oriunda da Argentina, seguida de países como Estados Unidos, Paraguai, Uruguai e Rússia.

Oscilação de preço

Economistas confirmam o cenário descrito pelos produtores do setor. “No caso do trigo, o Brasil importa mais da metade da demanda interna. Assim, maiores taxas de câmbios terão impacto direto sobre os mercados atacadista e varejista. Além disso, no primeiro semestre de 2018, os preços internacionais subiram, diante da menor oferta mundial. O Brasil também foi impactado pelos maiores preços na Argentina, diante das incertezas quanto ao tamanho da safra desta temporada”, explica o professor Lucílio Alves, pesquisador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepe), ligado à Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (USP).

O preço do trigo, que é um dos principais produtos negociados na Bolsa de Chicago (CME Group), nos EUA, chegou a atingir US$ 197,80 (R$ 819) por tonelada em agosto, o maior valor desde julho de 2015. Na parcial de setembro, o preço caiu um pouco, para US$ 181 (R$ 749,34), mas ainda bem superior à média do início do ano (US$ 158,91/ton em janeiro).

Além disso, como o preço internacional do produto é calculado em dólar, a desvalorização do real aumenta seu custo de importação. No ano, o dólar se valorizou ante ao real em 22,86%, no acumulado até agosto. Somente no mês passado, essa valorização foi de 8,45%.

Preço por produto

De acordo com Cláudio Zanão, presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias, Pães e Bolos industrializados (Abimapi), os maiores aumentos acumulados desde julho afetam principalmente o macarrão e o pão de forma, que tiveram cerca de 10% de aumento no período. Esses alimentos foram os mais afetados porque o volume da farinha de trigo empregada na produção representa entre 60% e 70% do custo final do produto.

No caso do biscoito, cuja farinha de trigo representa cerca de 30% do custo, o aumento no preço foi de cerca de 5% nesse período, de acordo com Zanão. Segundo ele, esses aumentos foram, em média, o repasse da indústria e dos supermercados para o consumidor final no varejo. O dirigente também afirmou que a elevação do preço do trigo ainda não se estabilizou.

“Infelizmente, a má notícia é essa. O trigo aumentou, mas não quer dizer que [o aumento] já acabou. Se o mercado internacional continuar oscilando e o câmbio também continuar oscilando para cima, os preços tendem a aumentar mais”, acrescenta Zanão, para quem esses aumentos já devem estar repercutindo no bolso do consumidor. “Quando você aumenta preço no varejo, diminui o consumo, por isso que supermercado não gosta de aumentar preço, mas já foram reduzidas todas as margens e o repasse começa a ser inevitável”.

O repasse da alta do trigo ao consumidor também está sendo absorvido, em parte, pelos moinhos. “Houve um pequeno repasse no custo do trigo para o mercado interno, mas é difícil porque impacta no consumo e a economia ainda está desacelerada”, reconhece Rubens Barbosa, presidente da Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo).

O empresário diz ainda que só não houve uma disparada maior nos preços porque este mês começa a colheita da safra brasileira do produto nos estados Paraná e no Rio Grande do Sul, que são os dois principais produtores do país.

Outros custos

Para o setor de padarias, que comercializa o tradicional pãozinho francês, a oscilação no preço do trigo, apesar de importante, não é a principal preocupação no momento. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (Abip), o gasto com mão de obra representa atualmente 40,6% do custo do setor. Gastos com energia elétrica (14,4%) e impostos (15,2%) também são apontados como fatores de custo relevantes nos últimos anos.

A Abip diz ainda que não orienta o repasse de nenhum tipo de aumento de preço ao consumidor final, já que essa decisão cabe exclusivamente aos donos de padaria. Ainda segundo a entidade, mais de 41 milhões de pessoas passam pelas 70 mil padarias do país, diariamente. O segmento emprega 2,6 milhões de trabalhadores direta e indiretamente.

Crise na Argentina

Outro fator que preocupa a indústria brasileira é o agravamento da crise econômica na Argentina, que vive superdesvalorização de sua moeda, o peso, o que fez com o que o governo de lá decidisse aplicar um imposto de exportação ao setor agrícola. Mais de 80% do trigo importado pelo Brasil vêm justamente do país vizinho.

“A situação continua incerta. Até dois dias atrás, ainda não estava certo se os contratos que tinham sido negociados antes dessas medidas do governo argentino seriam afetados ou não”, aponta Rubens Barbosa, da Abitrigo.

Na semana passada, o presidente da Argentina, Maurício Macri anunciou a criação de um novo imposto aos exportadores de produtos primários, como grão e minérios, que deverão pagar ao governo quatro pesos para cada dólar vendido. Os exportadores dos demais produtos pagarão uma taxa menor, de três pesos para cada dólar obtido.

Tabela do frete

Além da crise na Argentina, os impactos da nova tabela do frete (Lei nº 13.703/2018) ainda podem ampliar a inflação dos produtos à base de trigo. “O pessoal não está correlacionando muito isso, mas a nova tabela pode ter impacto no preço do trigo também”, aponta Barbosa.

Segundo o professor Lucílio Alves, da Esalq/USP, “as incertezas sobre o impacto que a nova tabela terá sobre os custos da produção travaram as negociações em praticamente todo o mercado de grãos e fibras, impactando também os preços no atacado e varejo”.

Agência Brasil

 

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Política

Petista Jaques Wagner diz que apoiaria Alckmin em eventual disputa com Bolsonaro

Ao chegar à posse do ministro Dias Toffoli na presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), Jaques Wagner, ex-governador da Bahia e candidato ao Senado, disse que o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, “já está no segundo turno” e que é preciso um entendimento entre todas as forças políticas para evitar a eleição de Jair Bolsonaro (PSL) o que incluiria, para ele, um diálogo com o candidato Geraldo Alckmin (PSDB).

— Se você me perguntar: se houver uma hecatombe e o Fernando Haddad não for para o segundo turno, você vai votar em quem se o Bolsonaro for para o segundo turno? No outro.

Perguntado se o outro poderia ser Alckmin, Wagner respondeu:

— Claro. Acho que a gente tem que parar. Já que a História nos colocou em campos opostos, a nossa gênese é mesma, os dois nasceram depois do regime militar. E os dois eram a novidade à época.

O ex-governador também se ofereceu para conversar com Alckmin.

— Se me derem essa missão, farei com muito gosto. Esse jogo de canto de rua tem que parar.

Wagner elogiou a capacidade de diálogo de Toffoli e lembrou que possui uma longa relação com o ministro, desde o tempo em que era líder da bancada do PT e ambos trabalhavam juntos.

— Eu acho que, na verdade, a linha do Supremo está traçada. Você pode ter liberdade do ponto de vista administrativo e, evidentemente, na relação entre os poderes cada um tem uma marca. Como ele é oriundo da Câmara dos Deputados, assessor de bancada, acho que ele tem uma marca do diálogo, da busca de entendimento. Mas eu não gero muita expectativa não. Na verdade, a expectativa é que eles consigam reencontrar o caminho da tranquilidade democrática do país.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. vamos abrir os olhos pessvamosa esquerda ja ficou 16 anos no poder e olhem como o brasil esta. ta na hora de mudar. votem na direita.

  2. Tudo que é bandido, corrupto e ladrao vai apoiar qualquer um que se opor a Bolsonaro, que é cavalo batizado, mas é melhor que qualquer um outro desses que estão aí.

  3. A bandidagem se articulando para derrotar Bolsonaro 17. Essa simples constatação deveria ser o suficiente para eleger o capitão no primeiro turno. Não dá pra entender o brasileiro. Presidente militar assusta, enquanto que presidente presidiário não. Há algo de errado no caráter desse povo.

    1. Gostei da frase "Presidente militar assusta, enquanto que presidente presidiário não. Há algo de errado no caráter desse povo." Pura verdade desta nação corrupta.

  4. É nessa hora que o eleitor brasileiro tem que ter consciência e de uma tacada só derrotar o fardo todo. Tá claro, esses carniceiros não tem interesse nenhum em mudar o País, pra eles a farra, o roubo, a ladroeira, a corrupção tem que continuar. Porque não se juntam a quem está liderando as pesquisas ? Tá na cara, não exister dúvidas, esses pilantras sentem -se donos do Brasil se unem se for preciso pra continuar a esculhanbacão. É chegado a hora de uma vez só, banir esses bandidos, todos farinha do mesmo saco de uma lapada só. Tá nas nossas mãos, é so botar em prática, cai todos, e o País passa a ser dos brasileiros.

  5. Os bandidos unidos contra o capitão. Se o povo brasileiro fosse minimamente inteligente já faria a leitura desses acontecimentos e votaria 17.

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Política

Ausência de Bolsonaro acentua disputas internas na campanha do deputado

A ausência física de Jair Bolsonaro (PSL), candidato a presidente que segue internado em estado grave após ter sido esfaqueado na semana passada, deixou acéfala sua campanha ao Planalto.

Núcleos diversos da candidatura deixaram de se falar devido ao arranjo particularíssimo da estrutura colocada em campo, que girava em torno do deputado.

Com a nova cirurgia de emergência a que ele teve de ser submetido na noite de quarta (12), só com muito otimismo aliados acham ser possível contar com vídeos de campanha gravados pelo deputado no hospital.

O agravamento do quadro descarta, na prática, a volta física do deputado à disputa, inclusive no caso de ele chegar ao segundo turno.

Os três filhos mais velhos do candidato, todos políticos e ligados à campanha, buscam tomar as rédeas do processo.

Não por acaso, a conta de Bolsonaro no Twitter, à qual só eles têm acesso, trouxe um post sobre o assunto na quinta (13). “Muita coisa vem sendo falada na tentativa de nos dividir e, consequentemente, nos enfraquecer. Não caiam nessa! Não há divisão!.”

Há dificuldades, a começar pela definição sobre o papel do vice do deputado, o general da reserva Hamilton Mourão (PRTB), enquanto o presidenciável convalesce.

Seu partido, o PRTB, consultou o Tribunal Superior Eleitoral sobre a possibilidade de Mourão ocupar o púlpito destinado a Bolsonaro em debates. Isso irritou a família, que viu no movimento um açodamento indevido, além de ter sido feito sem consulta ao PSL.

Mourão manteve sua disposição de “representar Bolsonaro”, mas disse que o candidato “é insubstituível”.

“Tenho o maior apreço pelo general, mas as coisas precisam ser esclarecidas. Bolsonaro está vivo e vai voltar a participar da campanha”, disse diplomaticamente Luiz Antonio Nabhan Garcia, presidente da União Democrática Ruralista e um dos braços direitos do presidenciável.

Outros integrantes do núcleo consultor da campanha, que pediram para não se identificar, foram mais incisivos no que chamaram de oportunismo de Mourão e ainda jogaram a culpa no presidente do seu partido, Levy Fidelix.

Dois desses bolsonaristas atribuem à falta de acesso de Fidelix ao candidato na UTI do  Hospital Albert Einstein, em São Paulo, a motivação para a consulta. A Folha o questionou sobre isso, sem resposta.

Enquanto isso, Mourão segue cumprindo agendas pontuais. O mesmo ocorre com os filhos de Bolsonaro e aliados como o candidato ao Senado pelo PSL-SP, Major Olímpio. Ele e Eduardo, candidato à reeleição na Câmara, estarão por exemplo juntos em Bauru neste sábado (15).

Durante evento em São Paulo nesta quinta, Olímpio foi franco a respeito da possibilidade de sucesso da empreitada. “Nós não temos [Olímpio, Eduardo e Mourão] essa capacidade de levar milhares de pessoas às ruas, como é uma característica e uma força do Jair Bolsonaro. Mas vamos levar a mensagem”, afirmou.

Esses movimentos, contudo, carecem de integração. Voltaram ao palco, por exemplo, críticas ao desempenho do presidente nacional interino do PSL, Gustavo Bebianno.

Advogado de Bolsonaro na ação em que é réu por incitação ao crime no Supremo, ele foi colocado na chefia do partido escolhido pelo deputado para disputar o Planalto.

Já teve entreveros com os filhos de Bolsonaro ao defender a ausência em debates, depois modulada por ordem do “zero-um”, como o candidato é conhecido no seu QG de campanha. A mulher do dirigente, Renata, mantinha a agenda da campanha sob um controle quase soviético, para desespero de aliados regionais do deputado.

Há outras arestas. Um dos postulantes à vice de Bolsonaro, o príncipe Luiz Philippe de Orléans e Bragança, disse à revista Crusoé que Bebianno só “faltou cobrar” na negociação fracassada pelo posto.
Agora, o dirigente abandonou o Rio e praticamente mudou-se para o Einstein.

Só que ele e os demais integrantes da campanha não têm se reunido para fechar táticas do momento. Bolsonaro, afinal, era o mediador e a palavra final nesses casos. Bebianno não atendeu a reportagem.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. nao existe disputa alguma. existe uma midia desesperada fazendo de tudo pra diminuir a imagem do candidato lider nas pesquisas.

  2. NÃO EXISTE DIVISÃO. EXISTE MATÉRIA DESQUALIFICADA COMO ESSA . A MÍDIA NÃO VAI NOS DIVIDIR. #SOMOSTODOSBOLSONARO

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Judiciário

No meio da crise, folha de pagamento de todo o Judiciário cresceu R$ 8,1 bilhões de 2014 para 2017

O gasto de todo o Poder Judiciário brasileiro com folha de pagamento cresceu 11% (ou R$ 8,1 bilhões) de 2014, ano que marca o início da crise econômica, a 2017. No mesmo período, a economia do país se retraiu 5,6%.

A despesa com salários, benefícios e penduricalhos na Justiça subiu acima da inflação, mostra o relatório Justiça em Números 2018, do CNJ (Conselho Nacional de Justiça).

O documento reúne dados das Justiças Estaduais, Federal, do Trabalho e Militar e dos tribunais estaduais, regionais e superiores, exceto o STF (Supremo Tribunal Federal).

No ano passado, a remuneração custou R$ 82,2 bilhões ao país e bateu recorde. O montante representa 90,5% do Orçamento do Judiciário, distribuído a 448,9 mil funcionários.

Há quatro anos, os gastos de ministros, desembargadores, juízes, servidores, trabalhadores terceirizados, estagiários e outros auxiliares da Justiça foram de R$ 74,1 bilhões, atualizados pela inflação.

“A Justiça brasileira tem uma enorme autonomia administrativa e financeira. Diversas decisões sobre gastos do Poder Judiciário são tomadas pelos próprios magistrados, como abertura de concursos e verbas indenizatórias”, diz Luciano da Ros, professor do Departamento de Ciência Política da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul).

Municípios, estados e União têm reduzido o consumo do governo –gastos com salários, serviços e bens que asseguram o funcionamento da máquina pública.

A queda por três anos consecutivos, de 2015 a 2017, em razão da crise, entre outros fatores, tem impacto no crescimento do país.

O PIB teve alta de 0,5% em 2014. Nos dois anos seguintes, houve encolhimento de 3,5%. No ano passado, ao sair da recessão, o Brasil cresceu 1%.

A Justiça, no entanto, aumentou seus gastos totais e com a folha ano após ano.

Os recursos destinados ao pessoal cresceram 4,9% em 2017 em relação ao ano anterior. Em 2016, auge da crise, quando o país se retraía pelo segundo ano seguido, o Judiciário registrou 1,2% de alta com salários, benefícios e penduricalhos.

Todo o Orçamento do Judiciário alcançava 1,2% do PIB há quatro anos. No ano passado, essa relação foi de 1,4%.

“Se isso já é bastante difícil de conceber em tempos de normalidade, em momentos de crise chega a ser uma afronta ao interesse público ter cada vez mais recursos e o PIB cada vez mais comprometido com o funcionamento de um sistema de Justiça tão pouco transparente”, diz Luciana Zaffalon, doutora em administração pela FGV, que estuda o tema, e coordenadora-geral do IBCCrim (Instituto Brasileiro de Ciências Criminais).

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Pelo menos tá conseguindo recuperar 100 bilhões de reais roubados dos contribuintes, isso representa somente uma pequena parte do desvio de dinheiro público afanado somente no governo dos petralhas e comparsas. Imagine sem esses controladores. Hein? Talvez fosse isso que esses larápios querem.

  2. Enquanto o governo federal, que já está quebrado extinguiu os quinquênios há mais de 20 anos, o RN falido ainda paga esse benefício, que causa crescimento vegetativo da folha e dificulta a administração do orçamento. Mas vamos q vamos em direção ao precipício.

  3. Também meu amigo, só com esses penduricalhos extras que as "excelências" turbinam os salários queria mais o quê?
    Auxilio moradia de 5mil, auxilio alimentação de 1.600, gratificações por acumulo em substituição de 6mil (que não deveria existir pois recebem subsídio, verba que foi distorcida e deveria ser valor único), auxilio saude…
    Vendas de férias ja que tem 60 dias, mais 20 de recesso, vendem para não sumir tanto tempo…
    Esses privilégios tem que acabar!

    1. Cuidado, dai vem um serviçal dizer que você "não estudou" que é concursado e blábláblá. Em um mundo regido por mercado, um funcionário que praticamente não pode ser demitido e não precisa bater índices de produtividade é um contrassenso, ainda mais ganhando somas obscenas.

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