A senadora Fátima Bezerra lidera as intenções estimuladas de voto para o Governo do Estado com 32%, indica pesquisa SETA.
Depois da petista, o ex-prefeito Carlos Eduardo Alves aparece com 16%, seguido pelo governador Robinson Faria, com 12%. Pela margem de erro, ambos estão em empate técnico.
Brenno Queiroga e Heró Bezerra pontuaram 1% cada. Os demais candidatos não pontuaram acima de um ponto percentual.
Brancos, nulos e ninguém somaram 32% e 6% não souberam ou não quiseram responder.
A pesquisa foi realizada entre os dias 7 e 9 de setembro. Foram ouvidos 1.300 eleitores em todas a regiões do Estado. A margem de erro é de 3% e o intervalo de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os protocolos BR-02681/2018 e RN-07553/2018
O capitão Styvenson Valentim lidera a corrida pelo Senado com 21% das intenções de voto, segundo o levantamento estimulado do instituto SETA.
Zenaide Maia, com 15%, e Garibaldi Alves, com 14%, aparecem logo atrás.
Geraldo Melo marcou 10%, Antônio Jácome aparece com 5%. Alexandre Motta e Magnólia Figueiredo têm 2% cada.
Brancos, nulos e ninguém são 84% e 42% não souberam ou não quiseram responder.
Nesse cenário, o total considerado é de 200%, método utilizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que faz as somas dos dois cenários de votos para o Senado.
A pesquisa foi realizada entre os dias 7 e 9 de setembro. Foram ouvidos 1.300 eleitores em todas a regiões do Estado. A margem de erro é de 3% e o intervalo de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os protocolos BR-02681/2018 e RN-07553/2018.
Os candidatos Jair Bolsonaro e Fernando Haddad disputam a preferência do voto do potiguar para presidente da República. O capitão reformado tem 21%, contra 20% de seu oponente, segundo o levantamento estimulado do instituto SETA.
Ciro Gomes aparece em terceiro com 14%.
Na sequência, Geraldo Alckmin (3%), Marina Silva (2%), Álvaro Dias, Henrique Meirelles e João Amôedo, com 1% cada, completam a lista.
Brancos, nulos e ninguém são 30% e 7% não souberam ou não quiseram responder.
A pesquisa foi realizada entre os dias 7 e 9 de setembro. Foram ouvidos 1.300 eleitores em todas a regiões do Estado. A margem de erro é de 3% e o intervalo de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os protocolos BR-02681/2018 e RN-07553/2018.
A senadora Fátima Bezerra venceria o governador Robinson Faria, em cenário onde os dois disputassem o segundo turno. Ela teria 39%, contra 13% do atual governador, indica pesquisa do instituto SETA.
Brancos, nulos e ninguém somaram 38% e 10% não souberam ou não quiseram responder.
A pesquisa foi realizada entre os dias 7 e 9 de setembro. Foram ouvidos 1.300 eleitores em todas a regiões do Estado. A margem de erro é de 3% e o intervalo de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os protocolos BR-02681/2018 e RN-07553/2018.
Após uma denúncia feita a Central de Atendimento à Mulher pelo número 180, a Força Tática da Polícia Militar resgatou na noite dessa quinta-feira (13) uma mulher que passava dois meses em cárcere privado na casa do companheiro no bairro Planalto, na Zona Oeste de Natal, e prendeu o acusado, de 22 anos, que já tem passagem pela Policia, por porte ilegal de armas.
Segundo a Polícia, a vítima contou que foi obrigada a pedir demissão do trabalho e o companheiro, com quem estava junto há quatro meses, não permitia que ela tivesse contato com outras pessoas, nem mesmo em redes sociais. Ainda segundo os policiais, ao chegar a residência, a mulher foi encontrada com marcas de espancamento.
A vítima revelou aos policiais que o companheiro realizava diversos tipos agressões, como empurrões, puxões de cabelos, enforcamento, entre outros. Vizinhos relataram ainda aos policiais que ouviam gritos no local.
A vítima foi encaminhada a delegacia de Plantão Zona Sul.
A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) está com inscrições abertas, até o dia 17 setembro, para o processo seletivo de reocupação de vagas residuais para o período letivo 2019.1.
Podem participar da seleção pessoas com vínculo ativo na Universidade, portadores de diploma de graduação e candidatos que são ex-alunos de graduação da UFRN e que tiveram seu programa cancelado nos períodos de 2014.1 a 2018.2.
A inscrição deve ser feita no site do Núcleo Permanente de Concursos (Comperve), da UFRN. A seleção será constituída pelas seguintes provas: prova objetiva sobre conteúdos específicos de Língua Portuguesa e Matemática, redação e prova de títulos.
O processo seletivo é destinado para reocupação de vagas nos campi de Natal, Macaíba, Caicó, Currais Novos e Santa Cruz. A taxa de inscrição será no valor de R$ 30.
Foram mais de 23,7 toneladas de resíduos recolhidos por 2,8 mil voluntários mobilizados pela Organização das Nações Unidas (ONU) Meio Ambiente no Brasil. Foram 124 km percorridos em praias de 10 estados brasileiros.
O projeto é uma mobilização da organização internacional no país. A campanha se chama #MaresLimpos e cria ações de limpeza no litoral do Brasil. Veja os resíduos recolhidos em maior quantidade na primeira parte da operação, em 2017:
49.994 bitucas de cigarro
9.938 garrafas pet
9.938 canudos
7.041 garrafas plásticas
6.782 sacolas plásticas
5.590 embalagens plásticas
4.840 copos e pratos plásticos
2.409 garrafas de vidro
2.100 pedaços de isopor
1.313 talheres plásticos
O material foi recolhido por grupos de Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.
O resultado mostra que os produtos encontrados são majoritariamente de plástico. A ONU Meio Ambiente lembra que entre 60% e 90% do lixo encontrado nos mares é composto por diferentes tipos de plásticos, em diferentes tamanhos e estágios de degradação. Algumas estimativas apontam que em 2050 teremos mais plásticos do que peixes e que 99% das aves marinhas terão ingerido o material.
Sobre o produto mais encontrado, as bitucas de cigarro, além de poluir o oceano, é o principal causador do câncer que mais mata no mundo: o de pulmão. Um relatório da Organização Mundial da Saúde mostra que, apenas neste ano, morrerão 9,6 milhões de pessoas devido à doença.
Produtos à base de trigo, como pão, macarrão e biscoito, estão sofrendo com a alta dos preços – Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Desde julho, os preços de produtos à base de trigo, como massas alimentícias, pães e biscoitos, além da própria farinha de trigo, já aumentaram em até 10%, segundo estimativas de entidades que representam a indústria do setor no país. O percentual representa cerca de 40 vezes a variação da inflação média dos últimos dois meses, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que subiu 0,24% entre julho e agosto.
A principal explicação para a inflação dos alimentos à base de trigo está na dependência externa que o Brasil tem do produto combinada com as recentes oscilações do dólar e do preço do produto no mercado internacional. O trigo é um dos poucos grãos que o Brasil tem que importar de outros países para abastecer o mercado doméstico.
Pelos dados mais recentes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o país deve produzir 5,2 milhões de toneladas de trigo em 2018 e comprar do exterior mais 6,3 milhões de toneladas, a maior parte oriunda da Argentina, seguida de países como Estados Unidos, Paraguai, Uruguai e Rússia.
Oscilação de preço
Economistas confirmam o cenário descrito pelos produtores do setor. “No caso do trigo, o Brasil importa mais da metade da demanda interna. Assim, maiores taxas de câmbios terão impacto direto sobre os mercados atacadista e varejista. Além disso, no primeiro semestre de 2018, os preços internacionais subiram, diante da menor oferta mundial. O Brasil também foi impactado pelos maiores preços na Argentina, diante das incertezas quanto ao tamanho da safra desta temporada”, explica o professor Lucílio Alves, pesquisador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepe), ligado à Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (USP).
O preço do trigo, que é um dos principais produtos negociados na Bolsa de Chicago (CME Group), nos EUA, chegou a atingir US$ 197,80 (R$ 819) por tonelada em agosto, o maior valor desde julho de 2015. Na parcial de setembro, o preço caiu um pouco, para US$ 181 (R$ 749,34), mas ainda bem superior à média do início do ano (US$ 158,91/ton em janeiro).
Além disso, como o preço internacional do produto é calculado em dólar, a desvalorização do real aumenta seu custo de importação. No ano, o dólar se valorizou ante ao real em 22,86%, no acumulado até agosto. Somente no mês passado, essa valorização foi de 8,45%.
Preço por produto
De acordo com Cláudio Zanão, presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias, Pães e Bolos industrializados (Abimapi), os maiores aumentos acumulados desde julho afetam principalmente o macarrão e o pão de forma, que tiveram cerca de 10% de aumento no período. Esses alimentos foram os mais afetados porque o volume da farinha de trigo empregada na produção representa entre 60% e 70% do custo final do produto.
No caso do biscoito, cuja farinha de trigo representa cerca de 30% do custo, o aumento no preço foi de cerca de 5% nesse período, de acordo com Zanão. Segundo ele, esses aumentos foram, em média, o repasse da indústria e dos supermercados para o consumidor final no varejo. O dirigente também afirmou que a elevação do preço do trigo ainda não se estabilizou.
“Infelizmente, a má notícia é essa. O trigo aumentou, mas não quer dizer que [o aumento] já acabou. Se o mercado internacional continuar oscilando e o câmbio também continuar oscilando para cima, os preços tendem a aumentar mais”, acrescenta Zanão, para quem esses aumentos já devem estar repercutindo no bolso do consumidor. “Quando você aumenta preço no varejo, diminui o consumo, por isso que supermercado não gosta de aumentar preço, mas já foram reduzidas todas as margens e o repasse começa a ser inevitável”.
O repasse da alta do trigo ao consumidor também está sendo absorvido, em parte, pelos moinhos. “Houve um pequeno repasse no custo do trigo para o mercado interno, mas é difícil porque impacta no consumo e a economia ainda está desacelerada”, reconhece Rubens Barbosa, presidente da Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo).
O empresário diz ainda que só não houve uma disparada maior nos preços porque este mês começa a colheita da safra brasileira do produto nos estados Paraná e no Rio Grande do Sul, que são os dois principais produtores do país.
Outros custos
Para o setor de padarias, que comercializa o tradicional pãozinho francês, a oscilação no preço do trigo, apesar de importante, não é a principal preocupação no momento. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (Abip), o gasto com mão de obra representa atualmente 40,6% do custo do setor. Gastos com energia elétrica (14,4%) e impostos (15,2%) também são apontados como fatores de custo relevantes nos últimos anos.
A Abip diz ainda que não orienta o repasse de nenhum tipo de aumento de preço ao consumidor final, já que essa decisão cabe exclusivamente aos donos de padaria. Ainda segundo a entidade, mais de 41 milhões de pessoas passam pelas 70 mil padarias do país, diariamente. O segmento emprega 2,6 milhões de trabalhadores direta e indiretamente.
Crise na Argentina
Outro fator que preocupa a indústria brasileira é o agravamento da crise econômica na Argentina, que vive superdesvalorização de sua moeda, o peso, o que fez com o que o governo de lá decidisse aplicar um imposto de exportação ao setor agrícola. Mais de 80% do trigo importado pelo Brasil vêm justamente do país vizinho.
“A situação continua incerta. Até dois dias atrás, ainda não estava certo se os contratos que tinham sido negociados antes dessas medidas do governo argentino seriam afetados ou não”, aponta Rubens Barbosa, da Abitrigo.
Na semana passada, o presidente da Argentina, Maurício Macri anunciou a criação de um novo imposto aos exportadores de produtos primários, como grão e minérios, que deverão pagar ao governo quatro pesos para cada dólar vendido. Os exportadores dos demais produtos pagarão uma taxa menor, de três pesos para cada dólar obtido.
Tabela do frete
Além da crise na Argentina, os impactos da nova tabela do frete (Lei nº 13.703/2018) ainda podem ampliar a inflação dos produtos à base de trigo. “O pessoal não está correlacionando muito isso, mas a nova tabela pode ter impacto no preço do trigo também”, aponta Barbosa.
Segundo o professor Lucílio Alves, da Esalq/USP, “as incertezas sobre o impacto que a nova tabela terá sobre os custos da produção travaram as negociações em praticamente todo o mercado de grãos e fibras, impactando também os preços no atacado e varejo”.
Ao chegar à posse do ministro Dias Toffoli na presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), Jaques Wagner, ex-governador da Bahia e candidato ao Senado, disse que o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, “já está no segundo turno” e que é preciso um entendimento entre todas as forças políticas para evitar a eleição de Jair Bolsonaro (PSL) o que incluiria, para ele, um diálogo com o candidato Geraldo Alckmin (PSDB).
— Se você me perguntar: se houver uma hecatombe e o Fernando Haddad não for para o segundo turno, você vai votar em quem se o Bolsonaro for para o segundo turno? No outro.
Perguntado se o outro poderia ser Alckmin, Wagner respondeu:
— Claro. Acho que a gente tem que parar. Já que a História nos colocou em campos opostos, a nossa gênese é mesma, os dois nasceram depois do regime militar. E os dois eram a novidade à época.
O ex-governador também se ofereceu para conversar com Alckmin.
— Se me derem essa missão, farei com muito gosto. Esse jogo de canto de rua tem que parar.
Wagner elogiou a capacidade de diálogo de Toffoli e lembrou que possui uma longa relação com o ministro, desde o tempo em que era líder da bancada do PT e ambos trabalhavam juntos.
— Eu acho que, na verdade, a linha do Supremo está traçada. Você pode ter liberdade do ponto de vista administrativo e, evidentemente, na relação entre os poderes cada um tem uma marca. Como ele é oriundo da Câmara dos Deputados, assessor de bancada, acho que ele tem uma marca do diálogo, da busca de entendimento. Mas eu não gero muita expectativa não. Na verdade, a expectativa é que eles consigam reencontrar o caminho da tranquilidade democrática do país.
Tudo que é bandido, corrupto e ladrao vai apoiar qualquer um que se opor a Bolsonaro, que é cavalo batizado, mas é melhor que qualquer um outro desses que estão aí.
A bandidagem se articulando para derrotar Bolsonaro 17. Essa simples constatação deveria ser o suficiente para eleger o capitão no primeiro turno. Não dá pra entender o brasileiro. Presidente militar assusta, enquanto que presidente presidiário não. Há algo de errado no caráter desse povo.
Gostei da frase "Presidente militar assusta, enquanto que presidente presidiário não. Há algo de errado no caráter desse povo." Pura verdade desta nação corrupta.
É nessa hora que o eleitor brasileiro tem que ter consciência e de uma tacada só derrotar o fardo todo. Tá claro, esses carniceiros não tem interesse nenhum em mudar o País, pra eles a farra, o roubo, a ladroeira, a corrupção tem que continuar. Porque não se juntam a quem está liderando as pesquisas ? Tá na cara, não exister dúvidas, esses pilantras sentem -se donos do Brasil se unem se for preciso pra continuar a esculhanbacão. É chegado a hora de uma vez só, banir esses bandidos, todos farinha do mesmo saco de uma lapada só. Tá nas nossas mãos, é so botar em prática, cai todos, e o País passa a ser dos brasileiros.
A ausência física de Jair Bolsonaro (PSL), candidato a presidente que segue internado em estado grave após ter sido esfaqueado na semana passada, deixou acéfala sua campanha ao Planalto.
Núcleos diversos da candidatura deixaram de se falar devido ao arranjo particularíssimo da estrutura colocada em campo, que girava em torno do deputado.
Com a nova cirurgia de emergência a que ele teve de ser submetido na noite de quarta (12), só com muito otimismo aliados acham ser possível contar com vídeos de campanha gravados pelo deputado no hospital.
O agravamento do quadro descarta, na prática, a volta física do deputado à disputa, inclusive no caso de ele chegar ao segundo turno.
Os três filhos mais velhos do candidato, todos políticos e ligados à campanha, buscam tomar as rédeas do processo.
Não por acaso, a conta de Bolsonaro no Twitter, à qual só eles têm acesso, trouxe um post sobre o assunto na quinta (13). “Muita coisa vem sendo falada na tentativa de nos dividir e, consequentemente, nos enfraquecer. Não caiam nessa! Não há divisão!.”
Há dificuldades, a começar pela definição sobre o papel do vice do deputado, o general da reserva Hamilton Mourão (PRTB), enquanto o presidenciável convalesce.
Seu partido, o PRTB, consultou o Tribunal Superior Eleitoral sobre a possibilidade de Mourão ocupar o púlpito destinado a Bolsonaro em debates. Isso irritou a família, que viu no movimento um açodamento indevido, além de ter sido feito sem consulta ao PSL.
Mourão manteve sua disposição de “representar Bolsonaro”, mas disse que o candidato “é insubstituível”.
“Tenho o maior apreço pelo general, mas as coisas precisam ser esclarecidas. Bolsonaro está vivo e vai voltar a participar da campanha”, disse diplomaticamente Luiz Antonio Nabhan Garcia, presidente da União Democrática Ruralista e um dos braços direitos do presidenciável.
Outros integrantes do núcleo consultor da campanha, que pediram para não se identificar, foram mais incisivos no que chamaram de oportunismo de Mourão e ainda jogaram a culpa no presidente do seu partido, Levy Fidelix.
Dois desses bolsonaristas atribuem à falta de acesso de Fidelix ao candidato na UTI do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, a motivação para a consulta. A Folha o questionou sobre isso, sem resposta.
Enquanto isso, Mourão segue cumprindo agendas pontuais. O mesmo ocorre com os filhos de Bolsonaro e aliados como o candidato ao Senado pelo PSL-SP, Major Olímpio. Ele e Eduardo, candidato à reeleição na Câmara, estarão por exemplo juntos em Bauru neste sábado (15).
Durante evento em São Paulo nesta quinta, Olímpio foi franco a respeito da possibilidade de sucesso da empreitada. “Nós não temos [Olímpio, Eduardo e Mourão] essa capacidade de levar milhares de pessoas às ruas, como é uma característica e uma força do Jair Bolsonaro. Mas vamos levar a mensagem”, afirmou.
Esses movimentos, contudo, carecem de integração. Voltaram ao palco, por exemplo, críticas ao desempenho do presidente nacional interino do PSL, Gustavo Bebianno.
Advogado de Bolsonaro na ação em que é réu por incitação ao crime no Supremo, ele foi colocado na chefia do partido escolhido pelo deputado para disputar o Planalto.
Já teve entreveros com os filhos de Bolsonaro ao defender a ausência em debates, depois modulada por ordem do “zero-um”, como o candidato é conhecido no seu QG de campanha. A mulher do dirigente, Renata, mantinha a agenda da campanha sob um controle quase soviético, para desespero de aliados regionais do deputado.
Há outras arestas. Um dos postulantes à vice de Bolsonaro, o príncipe Luiz Philippe de Orléans e Bragança, disse à revista Crusoé que Bebianno só “faltou cobrar” na negociação fracassada pelo posto.
Agora, o dirigente abandonou o Rio e praticamente mudou-se para o Einstein.
Só que ele e os demais integrantes da campanha não têm se reunido para fechar táticas do momento. Bolsonaro, afinal, era o mediador e a palavra final nesses casos. Bebianno não atendeu a reportagem.
O gasto de todo o Poder Judiciário brasileiro com folha de pagamento cresceu 11% (ou R$ 8,1 bilhões) de 2014, ano que marca o início da crise econômica, a 2017. No mesmo período, a economia do país se retraiu 5,6%.
A despesa com salários, benefícios e penduricalhos na Justiça subiu acima da inflação, mostra o relatório Justiça em Números 2018, do CNJ (Conselho Nacional de Justiça).
O documento reúne dados das Justiças Estaduais, Federal, do Trabalho e Militar e dos tribunais estaduais, regionais e superiores, exceto o STF (Supremo Tribunal Federal).
No ano passado, a remuneração custou R$ 82,2 bilhões ao país e bateu recorde. O montante representa 90,5% do Orçamento do Judiciário, distribuído a 448,9 mil funcionários.
Há quatro anos, os gastos de ministros, desembargadores, juízes, servidores, trabalhadores terceirizados, estagiários e outros auxiliares da Justiça foram de R$ 74,1 bilhões, atualizados pela inflação.
“A Justiça brasileira tem uma enorme autonomia administrativa e financeira. Diversas decisões sobre gastos do Poder Judiciário são tomadas pelos próprios magistrados, como abertura de concursos e verbas indenizatórias”, diz Luciano da Ros, professor do Departamento de Ciência Política da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul).
Municípios, estados e União têm reduzido o consumo do governo –gastos com salários, serviços e bens que asseguram o funcionamento da máquina pública.
A queda por três anos consecutivos, de 2015 a 2017, em razão da crise, entre outros fatores, tem impacto no crescimento do país.
O PIB teve alta de 0,5% em 2014. Nos dois anos seguintes, houve encolhimento de 3,5%. No ano passado, ao sair da recessão, o Brasil cresceu 1%.
A Justiça, no entanto, aumentou seus gastos totais e com a folha ano após ano.
Os recursos destinados ao pessoal cresceram 4,9% em 2017 em relação ao ano anterior. Em 2016, auge da crise, quando o país se retraía pelo segundo ano seguido, o Judiciário registrou 1,2% de alta com salários, benefícios e penduricalhos.
Todo o Orçamento do Judiciário alcançava 1,2% do PIB há quatro anos. No ano passado, essa relação foi de 1,4%.
“Se isso já é bastante difícil de conceber em tempos de normalidade, em momentos de crise chega a ser uma afronta ao interesse público ter cada vez mais recursos e o PIB cada vez mais comprometido com o funcionamento de um sistema de Justiça tão pouco transparente”, diz Luciana Zaffalon, doutora em administração pela FGV, que estuda o tema, e coordenadora-geral do IBCCrim (Instituto Brasileiro de Ciências Criminais).
Pelo menos tá conseguindo recuperar 100 bilhões de reais roubados dos contribuintes, isso representa somente uma pequena parte do desvio de dinheiro público afanado somente no governo dos petralhas e comparsas. Imagine sem esses controladores. Hein? Talvez fosse isso que esses larápios querem.
Enquanto o governo federal, que já está quebrado extinguiu os quinquênios há mais de 20 anos, o RN falido ainda paga esse benefício, que causa crescimento vegetativo da folha e dificulta a administração do orçamento. Mas vamos q vamos em direção ao precipício.
Também meu amigo, só com esses penduricalhos extras que as "excelências" turbinam os salários queria mais o quê?
Auxilio moradia de 5mil, auxilio alimentação de 1.600, gratificações por acumulo em substituição de 6mil (que não deveria existir pois recebem subsídio, verba que foi distorcida e deveria ser valor único), auxilio saude…
Vendas de férias ja que tem 60 dias, mais 20 de recesso, vendem para não sumir tanto tempo…
Esses privilégios tem que acabar!
Cuidado, dai vem um serviçal dizer que você "não estudou" que é concursado e blábláblá. Em um mundo regido por mercado, um funcionário que praticamente não pode ser demitido e não precisa bater índices de produtividade é um contrassenso, ainda mais ganhando somas obscenas.
A Polícia Federal tem se preocupado com uma espécie de apuração coletiva informal, realizada na internet por apoiadores do candidato à Presidência nas eleições 2018Jair Bolsonaro (PSL), para apontar envolvidos no atentado a faca sofrido pelo deputado. A “caçada virtual” levou pessoas apontadas erroneamente como “suspeitas” a denunciarem o caso às autoridades. Essa movimentação em busca de culpados causou apreensão também entre integrantes da campanha, que vieram a público pedir cautela. O objetivo é evitar que pessoas sem vínculo com o atentado, entre eles um segurança do candidato, virassem alvo de agressões.
A outra é a estudante Aryane Campos, de 18 anos, que contou à reportagem que estava em casa com a mãe quando Bolsonaro foi atacado. A reportagem identificou outros seis nomes com perfis divulgados em redes sociais, vinculados erroneamente ao atentado. O pizzaiolo Hugo Ricardo Bernardo, de 27 anos, chegou a brigar com militantes no PSL na passeata e foi hospitalizado. Detido e depois liberado, ele disse desconhecer o servente de pedreiro Adélio Bispo de Oliveira, de 40 anos, preso em flagrante pelo ataque a Bolsonaro.
A prática de investigações coletivas por meios virtuais não é uma novidade. Nos Estados Unidos, uma investigação desse tipo resultou em suspeita infundada em casos de repercussão mundial, como o atentando da Maratona de Boston, em 2013. Na ocasião, homens identificados erroneamente foram ameaçados depois de expostos na internet e em capas de tabloides sensacionalistas do País. Internacionalmente, a prática ficou conhecida por termos como crowdsourced crime-solving e crowdsourced investigation.
Suspeitos de crimes identificados por engano na internet também já foram expostos e agredidos no Brasil. Um dos casos mais graves ocorreu em 2014, no Guarujá (SP). A dona de casa Fabiane Maria de Jesus, de 33 anos, foi espancada publicamente até a morte, depois de ser confundida com o retrato falado, divulgado em redes sociais, de uma suposta sequestradora de crianças.
Logo após a facada em Bolsonaro e a prisão de Adélio, o círculo político mais próximo ao presidenciável passou a colocar em dúvida a tese de que o criminoso agiu sozinho – a mais forte até agora na investigação da PF. Esse simpatizantes de Bolsonaro promoviam uma caçada à identidade de pessoas que apareciam nos vídeos gravados no momento do ataque, distribuídos por redes sociais e aplicativos como Facebook, WhatsApp e Twitter e a plataforma Reddit, espécie de fóruns para colagem de conteúdo sobre um mesmo assunto. O auge da ação ocorreu entre sexta-feira e a segunda-feira passadas.
Coube a personalidades influentes entres os seguidores de Bolsonaro fazer os primeiros pedidos de cautela. A advogada Janaína Paschoal, coautora do pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e hoje candidata do PSL a deputada estadual em São Paulo, foi uma delas. Ela afirmou ter ficado preocupada e decidiu fazer o alerta por conta própria depois de receber vídeos e imagens em grupos Whatsapp de militantes, sem ter identificado nenhum núcleo de pessoas que esteja promovendo a investigação por conta própria.
Por meio de nota, a PF orientou que relatos sobre crimes devem ser feitos preferencialmente de forma presencial nas delegacias e que outra opção é a ouvidoria do órgão na internet. “Em casos de grande repercussão é natural que um elevado número de comentários, críticas e denúncias correlatas cheguem à PF, pelos mais diversos meios. Preferencialmente, esses relatos devem ser feitos nas delegacias, de forma presencial, por parte do denunciante. A PF conta também com um serviço de ouvidoria em seu sítio na internet”, disse ao Estado a assessoria de imprensa.
A atividade de robôs no debate político sobre os candidatos à Presidência nas eleições 2018 dobrou uma semana após o atentado ao presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), revela monitoramento da Diretoria de Análise de Políticas (DAPP) da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Entre 5 e 11 de setembro, interações de robôs no Twitter totalizaram 788 mil compartilhamentos, o dobro da semana anterior. No período, houve 9,9 milhões de publicações originais e 7,3 milhões de compartilhamentos (retuítes) sobre os presidenciáveis. O volume de citações feitas por perfis automatizados respondeu por 10,8% do total dos retuítes.
O monitoramento de robôs, obtido com exclusividade pelo Estado, leva em conta as interações provenientes de perfis automatizados com base nos retuítes. O aumento foi verificado em todos os principais grupos de discussão.
Desconsiderando a presença de robôs, o mapa de interações sobre presidenciáveis identificou que 64,2% dos perfis que falam sobre candidatos se opõem a Bolsonaro. Os que apoiam o militar reformado representam 13,4% dos perfis, seguidos pelo grupo alinhado ao PT, com 12%.
Para o professor Marco Ruediger, diretor do DAPP e um dos responsáveis pelo monitoramento, o número mostra que os usuários aproveitaram a onda de atenção que o atentado atraiu para defender seus candidatos. “É uma busca por espaço para tentar fazer campanha, inclusive usando o fato de que Bolsonaro não está nas ruas, para tentar balancear as dificuldades da disputa eleitoral, com menos tempo de TV”, explica.
As publicações sobre Bolsonaro feitas por seus apoiadores refutam as especulações de que o atentado teria sido forjado, desejam boa recuperação ao candidato, questionam o seu suposto baixo apoio entre mulheres e criticam o candidato Ciro Gomes (PDT).
De acordo com a FGV, mais de 75% dos compartilhamentos feitos por mecanismos automáticos vieram do campo de apoio ao candidato do PSL.
Ciro Gomes e Fernando Haddad (PT) foram os candidatos que mais tiveram destaque no debate econômico. Numa análise do conteúdo, a FGV identificou que Ciro recebe apoio por sua proposta de tirar nomes do SPC. Por outro lado, ele foi alvo de críticas pelo posicionamento crítico ao aplicativo de transporte Uber. O estudo diz que Ciro é o candidato em torno do qual gira o debate sobre propostas efetivas para a área econômica, de forma favorável ou crítica. “É possível observar reações positivas e demonstração de conhecimento sobre propostas para a área”, diz o estudo do DAPP.
Haddad, por sua vez, foi vinculado a discussões sobre as posições contrárias à reforma trabalhista e ao teto dos gastos públicos adotado no governo do presidente Michel Temer(MDB)
Segundo Ruediger, os ataques pessoais têm perdido relevância e dado lugar a discussões sobre propostas concretas. “Quando os candidatos falam de temas relevantes para a sociedade, têm vocalização maior nas redes”, explica. “Agressões pontuais podem ser negativas e contraditórias para as imagens dos candidatos.”
Para as próximas semanas, Ruediger enumera quatro frentes em que as discussões devem se desenvolver: o prosseguimento das investigações sobre as motivações do ataque a Bolsonaro, o crescimento de Ciro Gomes nas pesquisas e nas redes, já observado nas últimas semanas, o debate em torno da candidatura de Fernando Haddad, agora oficializado como candidato do PT à Presidência nas eleições 2018, e as estratégias de Geraldo Alckmin (PSDB) e Marina Silva (Rede) para crescerem nas intenções de voto.
Ao Estado, o Twitter afirmou, em nota, que levantamentos sobre o impacto de automação indevida na rede social “levam em consideração apenas sinais externos e muito limitados, além de não considerarem as ações anti-spam da plataforma.”
pronto…a conversinha vai ser essa na hora de fraudar as urnas. ele estava em primeiro por causa dos robos… se ligurm nao. se fraudarem essas urnas vai dar me.rda
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), avalia que o impeachment de Dilma Rousseff fez muito bem ao Partido dos Trabalhadores. “O PT voltou a ser um ator político relevante”, declarou Maia em entrevista ao blog., nesta quinta-feira (13). Para ele, “o governo Michel Temer, da forma como está terminando, foi muito bom para o PT.” Acha que a situação seria outra se Dilma ainda estivesse no Planalto. “Nós íamos para uma convulsão social”, declarou Maia. O desemprego teria vitimado “mais de 20 milhões de brasileiros”. A inflação estaria “acima de 20%, 30%”. Haveria “um colapso.”
A despeito de tudo o que enxerga no retrovisor, Rodrigo Maia não se arrepende de ter ajudado a articular o impeachment, em 2016. Declarou que havia na época duas alternativas: manter o PT no Planalto para a oposição “ganhar a eleição em 2018” ou afastar Dilma e “reorganizar as contas públicas”. “Eu fiquei com a responsabilidade”, afirmou o deputado, hoje candidato à reeleição.
Preferido dos partidos do chamado centrão para continuar no comando da Câmara a partir de 2019, Maia disse torcer para que o Brasil atravesse os próximos quatro anos sem um novo impeachment. “Não é bom”, disse o deputado, antes de tentar explicar por que a gestão de Temer tornou-se um mico: construiu-se “um governo parlamentar sem o parlamentarismo. Quer dizer: você teve a ocupação parlamentar do governo sem a prerrogativa de o Parlamento poder trocar o governo se o governo não vai bem.”
A avaliação de Rodrigo Maia é paradoxal, pois a Câmara, sob seu comando, teve duas oportunidades de se livrar de Michel Temer na fase pós-grampo do Jaburu. Entretanto, em vez de autorizar o Supremo a abrir ações penais que resultariam no afastamento do presidente, a maioria dos deputados preferiu enviar as acusações ao freezer. Deu-se algo diferente com Dilma, apeada graças a uma grande articulação. “Claro que teve atuação política”, declarou Maia. Mas o resultado foi “um governo muito pulverizado, muito dividido, muito de varejo.”
Rodrigo Maia estima que o petista Fernando Haddad, substituto de Lula na corrida presidencial, subirá rapidamente nas pesquisas, alcançando nos próximos dias um patamar acima de 15%. Aliado de Geraldo Alckmin, o deputado avalia que a ascensão fulminante de Haddad pode estimular o voto útil, aquele que vai para qualquer lugar, com a condição de que o PT não retorne ao Planalto. Ciro Gomes pode ser uma opção do eleitor antipetista, declarou Maia. Mas ele acredita que Alckmin será “o principal depositário” desse tipo de voto.
Na opinião do presidente da Câmara, o pedaço do eleitorado que torce o nariz para o PT se moverá quando a ascensão de Haddad se misturar a pesquisas que sinalizem as dificuldades de Bolsonaro de prevalecer num eventual segundo turno. Nessa hora, antevê Maia, os eleitores estacionados em candidaturas como as de João Amoêdo (3%) e Henrique Meirelles (3%) tendem a tonificar os índices de Alckmin. “Mas como o Geraldo não é um campeão de carisma, as coisas dele são lentas. Acho que só vai acontecer ali, faltando três, quatro dias.” O deputado definiu o estilo de Alckmin com três palavras: “Devagar, devagar, devagar.”
Esse gordinho é muito cara de pau mesmo ! um político profissional desses, envolvido até o pescoço nessa lama que inunda o País pagando de analista político, dono da verdade.
Um levantamento feito pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para apontar o perfil sociodemográfico da magistratura brasileira revelou que as mulheres são minoria entre ministros, juízes e desembargadores. Esta é a segunda pesquisa desta natureza feita pela entidade – a primeira edição ocorreu em 2013.
Participaram do levantamento 11.348 magistrados, o que representa 62,5% dos 18.168 de magistrados nos tribunais superiores. Do total, apenas 37% são mulheres. A pesquisa mostra, contudo, que houve uma evolução na participação de mulheres na magistratura – o percentual era de 25% na década de 1990.
Souza se criar cotas pra mulheres em concurso de juízes tem que criar para promotoras também elas são igualmente capazes só tem um problema nunca as mulheres vão se acostumar que os homens nasceram primeiro do que elas o homem é e vai ser sempre o chefe do puteiro.
Pronto, daqui a pouco vão criar cota pra mulher em concurso de juiz. Elas não são igualmente capazes???????????
O ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli atendeu recurso da defesa de Guido Mantega e tirou de Sergio Moro o processo em que o ex-ministro da Fazenda é investigado por suposto caixa 2.
No recurso, a defesa afirmou que o recebimento da denúncia por Moro desrespeitava decisão anterior do STF. Pelo entendimento, a questão deveria ser julgada pela Justiça Eleitoral.
Segundo o Ministério Público Federal, Mantega foi responsável por negociar caixa 2 nas eleições de 2014 para beneficiar a campanha presidencial de Dilma Rousseff (PT).
Esse cara por muito tempo foi advogado do PT. Nomeado por Lula pro STF, é bem capaz de pagar agora a nomeação, soltando o corrupto chefe. O mantega ja começou a se dar bem. Se vai pro Moro é cana na certa.
Por pouco luladrão revogava a lei da ficha suja, se tivessem concedido mais uns dias ao pt para trocar de candidatura, e não a última terça feira como data limite,esse petralha tinha rasgado a lei da ficha suja. Esse será o Favreto com poder. É um Fascista!
Esse tofolli é uma cópia do Gilmar piorada. Esse FDP vai tentar acabae com toda a luta de combate a corrupção. Esse fdp foi advogado do PT durante varios anos, e agora vai terminar de fazer o serviço sujo que iniciou qdo advogado.
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