Polícia

Novato, Amoêdo surpreende e vira ativo no 2º turno

João Amoedo
Foto: Flavio Corvello/Futura Press

 

O empresário João Amoêdo ficou minutos na fila até chegar sua vez de votar, ontem de manhã em sua zona eleitoral no Rio de Janeiro. Não passou à frente de pessoas comuns como costuma acontecer quando presidenciáveis vão votar. Fechou sua campanha da forma como a conduziu desde o início: tentando se vender como diferente dos políticos “que estão aí”. Estreante na política, desconhecido do eleitorado e único outsider desta corrida presidencial, o candidato do Partido Novo surpreendeu e terminou a eleição entre os cinco candidatos mais votados do primeiro turno.

Com discurso liberal, sem usar recursos públicos e apostando na militância online e nas ruas, Amoêdo viu sua candidatura crescer, sai da eleição com mais força do que entrou e terá influência no segundo turno que será disputado entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

Amoêdo não descarta apoio a Bolsonaro no segundo turno. Só disse que “não há possibilidade de apoiar o PT”. O partido avaliará um possível apoio ao militar. “O PT se mostrou muito desalinhado em todo esse tempo com os ideais do Novo, principalmente com as práticas, pois não basta apenas ter as mesmas ideias. Então, o que vai pautar qualquer decisão é a pauta de trabalho. A gente precisa entender um pouco mais as ideias do Bolsonaro”.

Amoêdo ficou à frente de nomes como Marina Silva (Rede), terceira colocada nos pleitos de 2010 e 2014. Somou mais de 2,6 milhões de votos, e com isso superou também Henrique Meirelles (MDB) e Alvaro Dias (Podemos), que apareciam tecnicamente empatados com o empresário nas pesquisas de intenção de voto. Amoêdo manteve cerca de 2,5% dos votos durante toda a apuração dos votos, sempre na quinta posição, com 2 a 3 pontos porcentuais atrás de Geraldo Alckmin (PSDB).

Sua campanha se fortaleceu também com o crescimento da adesão ao partido nos Estados. Em Minas Gerais, Romeu Zema confirmou as pesquisas que apontavam sua tendência de alta e obteve 43% dos votos. Está no 2.º turno na disputa pelo governo estadual. Ele enfrentará Antônio Anastasia (PSDB), que fez 29%. Em São Paulo, apesar de ter ficado longe do 2.º turno, Rogério Chequer obteve mais votos que candidatos que participaram de debates televisivos, como Rodrigo Tavares (PRTB) e Professora Lisete (PSOL).

Na comparação com a Rede, o outro partido também criado entre as corridas eleitorais de 2014 e 2018, fez mais, já que Marina ficou para trás e o partido não foi ao segundo turno em nenhum Estado. Para Amoêdo, as eleições deste ano, a primeira do partido, fazem o Novo despontar como uma força política no País. “Na primeira eleição, já despontamos como uma força política”, analisa. “Nas pesquisas, ficamos à frente de candidatos tradicionais e de partidos que estão há muito tempo gastando dinheiro público.”

Nas redes. Com 5 segundos em cada bloco do horário eleitoral dos presidenciáveis na TV, em que tentava reforçar a ideia de que não era como os outros, Amoêdo fortaleceu sua imagem na internet. Com vídeos diários, o candidato conseguiu mobilizar um uma militância online engajada e que tentava formar uma “onda laranja”.

Durante os debates na TV, seus militantes faziam coro protestando contra a ausência de Amoêdo entre os debatedores. Ele não participou de nenhum debate.

Ao todo, sua campanha gastou R$ 5 milhões, quase tudo arrecadado por meio de uma vaquinha virtual. Na reta final da campanha, atacou as “fake news” ao ver nas redes notícias que estaria disposto a desistir de sua candidatura a favor de Bolsonaro – para uma possível vitória do militar ainda no primeiro turno. Ele acredita que, não fosse isso, teria recebido ainda mais votos. “Tivemos algumas notícias falsas tentando levar votos para decidir no primeiro turno. Achamos isso inadequado”, afirmou ontem, depois de votar.

Em sabatina do Estado e FAAP, Amoêdo afirmou que seu partido busca ser mais do que uma legenda antipetista. “Queremos ser uma opção à velha política, dos privilégios, das alianças que são feitas para o processo eleitoral e não para o governo”, afirmou.

Ele ainda disse que seu partido busca práticas e ideias diferentes. “Foi por isso que nos últimos oito anos entramos no mundo político. Nós não enxergamos, no cenário que tem aí, uma opção que gostaríamos de votar. Sempre votei no menos pior e cansei. Ao votar continuamente no menos pior, ele fica muito próximo do pior.”

Amoêdo rejeita a ideia de comparar o Novo ao PSDB. Para ele, o “raciocínio” das siglas é muito diferente. Questionado sobre a comparação durante a campanha, ele pontuou que o PSDB estava se associando a nomes como Roberto Jefferson e Valdemar Costa Neto, ambos presos no mensalão, para ganhar poder – e que os tucanos pretendiam se perpetuar no poder se aliando a quem já foi aliado da presidente cassada Dilma Rousseff.

“Nós queremos mudar o que está aí. Já o PSDB está aí há muito tempo e tem uma linha diferente da nossa”, disse o candidato. “Não privilegiamos acordo por tempo de TV. Podemos dizer que os fins não justificam os meios.

ESTADÃO CONTEÚDO

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Política

Filhos de Cunha e Cabral não se elegem

Os filhos de Eduardo Cunha e Sergio Cabral não conseguiram se livrar nas urnas dos pecados de seus pais.

Com 87% das urnas apuradas no Rio de Janeiro, Danielle Cunha conseguiu 6.828 votos e Marco Antônio Cabral 12.173.

Segundo Lauro Jardim, em O Globo, ambos estarão de fora da Câmara devido ao desempenho de seus colegas de partido.

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Política

Doria e França disputarão eleição para governador de SP no segundo turno

João Doria (PSDB) e Márcio França (PSB) vão disputar o segundo turno em São Paulo — Foto: TV Globo/Reprodução

João Doria (PSDB) e Márcio França (PSB) decidirão em segundo turno, no próximo dia 28, quem será o futuro governador de São Paulo. O resultado ficou matematicamente confirmado às 22h, informou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Com 99,01% das urnas apuradas, o tucano obteve 6.273.596 votos (31,76%) no primeiro turno e o pesebista, 4.304.668 votos (21,44%), segundo o TSE. Paulo Skaf recebeu 4.231.891 votos (21,15%) e ficou em terceiro lugar.

Com uma diferença tão pequena de votos, 72 mil, quando a apuração estava em 98% das urnas ainda não era possível saber quem disputaria o segundo turno com Doria.

Segundo a apuração do TSE, Luiz Marinho (PT) obteve 2.535.400 (12,65%), Major Costa e Silva (DC), 741.063 (3,70%), Rogerio Chequer, 666.818 (3,33%), Rodrigo Tavares (PRTB), Professora Lisete (PSOL) obteve 503.019 (2,51%), Professor Claudio Fernando (PMN) 28.366 (0,14%), Toninho Ferreira (PSTU), 16.083.

As candidaturas de Marcelo Candido (PDT) e Lilían MIrando (PCO) estão sob júdice e os votos não foram computados.

O atual governador, Márcio França, deu uma arrancada final e passou Paulo Skaf só nas urnas. Ao longo de toda eleição, Doria e Skaf se mantiveram praticamente empatados, ambos oscilando na casa dos 20%. Só França cresceu significativamente: de 4%, no primeiro Datafolha, a 16% na última pesquisa do instituto.

A eleição estadual foi pautada pela disputa presidencial, que influenciou significativamente os debates e entrevistas entre os postulantes ao Palácio dos Bandeirantes. Enquanto uns se mostravam contrários ao PT, outros usavam seu tempo de TV para convocar para atos contra Jair Bolsonaro (PSL).

A segurança pública capitaneou os temas mais falados pelos candidatos, que chegaram a prometer mais batalhões da PM ou incentivo à polícia científica sem sequer incluir as propostas nos planos de governo. Como o G1 mostrou, nenhum dos 6 candidatos mais bem colocados nas pesquisas apresentaram propostas para combater a facção PCC, que domina os presídios no estado.

Os candidatos tentaram atrair os votos das mulheres e propuseram aumentar o número de delegacias da mulher, bem como ampliar seus horários de funcionamento.

A campanha também foi marcada por um ataque a tiros sofrido pelo candidato Major Costa e Silva (DC) e pelo indeferimento de duas candidaturas do PCO ao governo do estado.

G1

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Política

ELEIÇÕES 2018: Fátima Bezerra e Carlos Eduardo disputam segundo turno

Os candidatos Fátima Bezerra (PT) e Carlos Eduardo (PDT) seguem para o segundo turno na disputa ao governo do Rio Grande do Norte, de acordo com as apurações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nas urnas do estado. Confira a apuração em tempo real (aqui). Com 96% das urnas apuradas, Fátima tem 45,86% dos votos válidos e Carlos Eduardo, 32,66%.

Oito candidatos concorreram ao governo do RN no primeiro turno das eleições 2018. Entre eles, o atual governador do estado, Robinson Faria (PSD), que ficou em terceiro lugar nas votações e ficou fora da disputa.

Fátima já era apontada pelas pesquisas Ibope como a líder das intenções de voto, inclusive no último sábado (6), com 45% dos votos válidos. Atualmente ela ocupa o cargo de senadora, conquistado em 2014. Se eleita, vai ocupar pela primeira vez um cargo do Poder Executivo. Professora e sindicalista, Fátima entrou na carreira político-eleitoral em 1994, como deputada estadual. Foi reeleita uma vez e, antes de chegar ao Senado, cumpriu três mandatos na Câmara Federal.

Carlos Eduardo também era apontado pelas pesquisas para o segundo turno, com expectativa de 32% dos votos válidos. Ele já foi prefeito de Natal por quatro vezes e deixou a chefia do Poder Executivo em abril deste ano para concorrer ao governo do estado. Ele começou na vida política como deputado estadual em 1986, ocupando o cargo por quatro mandatos consecutivos. Também foi secretário de estado.

G1

Opinião dos leitores

  1. Lava Jato, que eu saiba o Carlos Eduardo tambem faz oposição a Bolsonaro, ele apoiva Ciro!!!!!

  2. Venezuela ? Ah é, aquele lugar que o povo passa fome, que está com uma inflação de 1 milhão por cento e que o PT, PSOL e partidecos de esquerda defendem

  3. Aí quem vai votar no segundo turno, vamos renovar, dar oportunidade p/ Fatima, pois a gente já sabe que Carlinhos Ainda mais agora que foram eleitos dois deputados federais pelo PT (MIneiro e Natalia) e senadores imparciais (Styvenson e Zenaide), deputados estaduais do PT tambem foram eleitos. Ela vai ter apoio total p/ governar. Tá mais fácil agora p/ Fátima conseguir verbas federais ao Estado com os federais, estaduais e senadores eleitos. Alem disso, volto a dizer que as ruas esburacadas que Carlinhos deixou em Natal estao trazendo prejuizos p/ muitos pneus natalenses. Concurso Publico, o PT sempre foi bom p/ fazer isso. Ja o arrogante Carlinhos detesta fazer concurso, p/ ele é melhor contratar temporarios e cargos comissionados p/ agradar quem ele deseja. Não gosta de receber o povo, é antipático. ELE ABANDONOU A PREFEITURA SO PELO PODER DE SER GOVERNADOR DO ESTADO. P/ ELE É MAIS IMPORTANTE O PODER DO QUE TERMINAR O MANDATO DE PREFEITO DE NATAL. Isso ta correto?! VAMOS VOTAR CERTO NO SEGUNDO TURNO. Um partido todo não pode ter só gente que nao presta. E ela é ficha limpa. Entao querem mais o que?

    1. Kkkkk ô desespero….. Mas ela disse que tudo ia dá certo com o presidente Lula eleito. Se o Haddad já perdeu, melhor não arriscar!

    2. Pessoal, não votem em Fatima. Jair Bolsonaro já está quase eleito, falta somar poucos votos do Alckmin e Amoedo, essa mulher ganhando não vai haver apoio do governo federal por que faz oposição a ele.

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Política

Boulos declara apoio a Haddad no segundo turno das eleições para presidente

Guilherme Boulos, candidato do PSOL à presidência — Foto: GloboNews/Reprodução

O candidato do PSOL à presidência, Guilherme Boulos, declarou por meio do Twitter seu apoio a Fernando Haddad no segundo das eleições para presidente na noite deste domingo (7). Haddad vai disputar o segundo turno com Jair Bolsonaro (PSL).

“Fizemos uma campanha de cabeça erguida e plantamos sementes para o futuro. Agradecemos a todos que depositaram seus sonhos nas urnas votando 50. Agora estaremos nas ruas para derrotar o fascismo e eleger quem representa a democracia no segundo turno: Fernando Haddad”, disse Boulos.

Pela manhã, ao votar na PUC-SP, em São Paulo, Boulos fez críticas a Jair Bolsonaro. “Sempre estivemos nas ruas para barrar o atraso. Ele não, ele jamais. Não podemos brincar com país que está à beira do abismo. Ditadura nunca mais.”

“Vamos barrar esse ódio, não vamos deixar que a farsa prevaleça. Está lá há mais de 27 anos. Bolsonaro quer pagar de moralista mas não tem moral nenhuma.”

 

Opinião dos leitores

  1. Insignificante, foi totalmente reprovados suas caluniosas, indecentes e incabíveis acusações e propostas

  2. Infâmia, caluniadores e enganadores serão Hadad, tolos seus eleitores e seguidores. Assim como a dilmanta, suas promessas não devem ser levado a sério, caso assuma, dirá, sim mas não era bem assim. Igualzinho a dilmanta, e o pt aceitou e apoiou seu engodo de programa de governo. É pagar pra ver!

  3. Foi o militante do partido dele quem deu a facada, teve menos voto que um maluco que ficou jejuando em um monte

  4. Novidade , este seguidor de Lula não tem outro caminho , será que ele vai perguntar a Haddad se o PT vai cortar os privilergios ? tudo da mesmo composição , já já é o oportunista do Ciro, que deve negociar Miniterio para ele , segundo Turno é 17 Jair Bolsonaro !!!

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Política

Fora do segundo turno, Marina diz que fará oposição ao presidente que for eleito

Marina Silva ao votar neste domingo, em Rio Branco — Foto: Iriá Rodrigues / G1

A candidata da RedeMarina Silva (Rede) afirmou após a confirmação do resultado do primeiro turno da eleição presidencial que estará na oposição “independentemente de quem seja o vencedor”.

O segundo turno será disputado por Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). Indagada se apoiará um dos dois, afirmou que ainda discutirá o assunto com os correligionários da Rede.

Marina Silva, que obteve mais de 22 milhões de votos como terceira colocada na eleição presidencial de 2014, terminou o primeiro turno deste ano em oitavo lugar, com pouco mais de 1 milhão.

“Independentemente de quem seja o vencedor, nós estaremos na oposição. O Brasil vai precisar de uma oposição democrática. Podemos assegurar: estaremos na oposição porque é a única forma de quebrar o ciclo vicioso”, declarou.

Esta é a terceira vez consecutiva que Marina Silva sai derrotada de uma eleição presidencial. Em 2014, quando era filiada ao PSB, a ex-senadora ficou em terceiro lugar no primeiro turno. A mesma posição que alcançou no pleito de 2010, quando disputou pelo PV.

 

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Essa figura nao colabora em nada com o país… de 4 em 4 anos fica falando em democracia.. quando perde atua no contra ou a favor se derem cargo comissionado.

  2. Erra mais uma vez, se fechar no seu mundinho, sem colaborar com o país. Tem que fica a disposição pra ajudar o país. Triste!

  3. Ela devia sentir a realidade e sair candidata ao senado ou deputada federal, tinha muito mais chances

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Política

Camilo Santana, do PT, é reeleito governador do Ceará

Camilo Santana, do PT, foi reeleito neste domingo (7) governador do Ceará para os próximos quatro anos. Com 75% dos votos válidos apurados por volta das 19h56, o petista tinha 2.533.320 milhões de votos, o que correspondia a 77,87% dos votos válidos, contra 12,59% de General Theophilo (PSDB) (confira a apuração completa no estado).

A reeleição leva o petista ao segundo mandato como governador do estado. Camilo Sobreira de Santana é natural do Crato, uma das três principais cidades do Sul do Ceará. Ele nasceu em 3 de junho de 1968, filho de Eudoro e Ermengarda Santana. É casado com Onélia Leite e tem dois filhos, Pedro e Luiza. Ele tem como vice a professora Izolda Cela (PDT).

Camilo é engenheiro agrônomo e mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Iniciou a vida pública como servidor público federal do Ibama e foi superintendente adjunto do órgão no Ceará em 2003 e 2004.

Ele disputou um cargo político pela primeira vez em 2000, quando se candidatou à Prefeitura de Barbalha, mas não foi eleito. Na segunda, em 2004 recebeu 9.925 votos, mas ficou em segundo lugar.

Em 2006, Camilo participou da campanha que ajudou Cid Gomes a chegar ao Governo do Ceará. Já no ano seguinte, no início da nova gestão, em 2007, assumiu a Secretaria de Desenvolvimento Agrário, permanecendo como titular por três anos.

O petista decidiu tentar uma vaga no Legislativo Estadual em 2010 e obteve sucesso pela primeira vez em uma corrida eleitoral. Foi o deputado estadual mais votado do Ceará, recebendo 131.171 votos no Estado. Já no segundo mandado de Cid Gomes como governador, em 2011, Santana assumiu a secretaria estadual das Cidades.

 

G1

Opinião dos leitores

  1. A Prova que Ciro Gomes sempre andou ao lado do PT e ainda teve gente que votou em Ciro mais ele já sabia que não ia para o segundo turno mais sabia que se tivesse mais votos provocava o 2 turno e ai ele teria um valor para o PT , #CiroOportunista

  2. BG, como fica a Câmara Municipal de Natal com a dança das cadeiras desses vereadores que ascenderam a Assembléia Estadual. Quem são os suplentes de vereadores que assumem essas vagas? Um abraço Lopes do Solidade 1

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Política

ELEIÇÕES 2018: Veja quem são os 24 deputados estaduais eleitos no pleito deste ano

Com 100% das urnas apuradas, vejam a nova bancada da Assembleia Legislativa eleita nas eleições desse ano.

Foram eleitos

Coligação Trabalho e Superação II elegeu 9 deputados:
Ezequiel Ferreira
Gustavo Carvalho
Tomba Farias
Galeno Torquato
George Soares
Raimundo Fernandes
Vivaldo Costa
Albert Dickson
José Dias

Coligação 100% RN II elegeu 3 deputados:
Nélter Queiroz
Hermano Morais
Getúlio Rêgo

Coligação do Lado Certo elegeu 3 deputados:
Isolda Dantas
Souza Neto
Francisco do PT

Coligação Avança RN 1 elegeu 2 deputados:
Eudiane Macedo
Ubaldo Fernandes

Coligação Renova RN II elegeu 2 deputados:
Kelps Lima
Allyson Bezerra

Coligação Renova RN III elegeu 2 deputados:
Cristiane Dantas
Coronel Azevedo

Coligação Trabalho e Superação III elegeu 2 deputados:
Doutor Bernardo
Kleber Rodrigues

Partido PSOL elegeu 1 deputado:
Sandro Pimentel

Reeleição

Nesta eleição, 15 deputados estaduais foram reeleitos. São eles: Ezequiel Ferreira (PSDB), Gustavo Carvalho (PSDB), Tomba Farias (PSDB), Vivaldo Costa (PSD), Galeno Torquato (PSD), Albert Dickson (PROS), Raimundo Fernandes (PSDB), George Soares (PR), José Dias (PSDB), Nelter Queiroz (MDB), Hermano Morais (MDB), Getulio Rêgo (DEM), Souza (PHS), Kelps (SD) e Cristiane Dantas (PPL).


Renovação

Foram renovadas nove das 24 cadeiras de deputado estadual, o que dá pouco mais de 30% de renovação na Assembleia Legislativa. São eles: Doutor Bernardo (Avante), Isolda Dantas (PT), Kleber Rodrigues (Avante), Coronel Azevedo (PSL), Francisco do PT (PT), Eudiane Macedo (PTC), Allyson Bezerra (Solidariedade), Ubaldo Fernandes (PTC) e Sandro Pimentel (PSOL).

Deixarão a Assembleia Legislativa, na próxima legislatura, os deputados: Ricardo Motta (PSB), Márcia Maia (PSDB), Carlos Augusto Maia (PCdoB), Larissa Rosado (PSDB), Jacó Jácome (PSD) e Gustavo Fernandes (PSDB), que não conseguiram se reeleger; o deputado Fernando Mineiro (PT), que optou por concorrer ao cargo de deputado federal, do qual se elegeu; e os deputados Dison Lisboa (PSD) e José Adécio, que estavam inelegíveis, enquadros na Lei da Ficha Limpa, e não disputaram o pleito.

Opinião dos leitores

  1. O povo do RN deu um recado importantíssimo nessa eleição para todos os cargos, acabou o tempo do coronelismos, renovamos uma parte, na próxima renovaremos o restante da banda podre que ainda restou na câmara federal e no Senado. O povo está aprendendo a votar.

  2. Nina Souza a rapadura é doce mais não é mole não vc tem que comer muito feijão com rapadura para quer tirar o mandato do deputado Nelter Queiroz volte pra câmara trabalhe mais e tente novamente.

    1. Cadé o prefeito de Jucurutu Valdir o ex liso e agora rico quando afirmou que o candidato dele ia ter mais votos do que o deputado Nelter Queiroz engula seu vômito e vá se acostumando com esse mandato que se deus quiser e os eleitores de Jucurutu vai ser o último.

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Política

Bolsonaro comemora resultado do primeiro turno e diz que unirá o país se for eleito

O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, durante uma transmissão ao vivo no Facebook na noite deste domingo (7) — Foto: Reprodução

O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, comemorou na noite deste domingo (7) o resultado do primeiro turno da eleição. Ele disputará o segundo turno com o candidato do PT, Fernando Haddad.

Numa transmissão ao vivo no Facebook, ao lado do economista disse que, se for eleito, unirá o país, que está “à beira do caos”.

“O agradecimento que faço é a todos os brasileiros, ganhamos em quatro regiões. Perdemos no Nordeste, mas nossa votação no Nordeste foi muito boa e tenho certeza que Deus ajudará por ocasião do segundo turno”, afirmou Bolsonaro.

Em outro trecho da transmissão, Bolsonaro disse que o país “está à beira do caos” e, por isso, na opinião dele, “não podemos dar mais um passo à esquerda”.

O candidato do PSL disse ainda que ouviu críticas de eleitores sobre as urnas.

Bolsonaro tem afirmado que não confia na “lisura” do processo e, na transmissão, citou o caso de um vídeo em que o eleitor diz apertar o número “1” e, automaticamente, a urna preenche com o “3”, formando, assim, o 13, número do candidato do PT, Fernando Haddad. Esse vídeo citado por Bolsonaro é uma montagem e é #Fake

Deputado federal desde 1991, Bolsonaro disputa a Presidência da República pela primeira vez.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, com 98% das urnas apuradas, Bolsonaro tinha 46,33% dos votos e Fernando Haddad, 28,85%.

 

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Ainda bem que vamos mudar por algo novo que só está na política desde 1991… Nós tínhamos outras opções!

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Política

ELEIÇÕES 2018: Vejam quem são os dois novos senadores eleitos do RN

Com mais de 98% das urnas apuradas, a eleição para o cargo de senador da República pelo Rio Grande do Norte já está definida. Foram eleitos como novos senadores Styvenson Valentim e Zenaide Maia.

Os senadores formam uma renovação de 100% na bancada. Os atuais senadores Garibaldi Alves Filho tentou reeleição, mas terminou em quarto colocado, e José Agripino Maia, desistiu de renovar o mandato e tentou a disputa de deputado federal.

Foram eleitos

Stvenson Valentim
Zenaide Maia

Opinião dos leitores

  1. Geraldo Melo e Garibaldi de fora? Se for para eleger gente nova o que Fátima está fazendo o segundo turno?

  2. o altruísmo de zé não deu certo. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    1. Styveson oportunista e midiático. Nunca teve uma experiência como político e agora é Senador. Veremos…vai passar um ano em Brasília perdido sem saber o que fazer. Quis entrar para a política, que começasse de baixo sendo vereador.

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Política

Eduardo Bolsonaro supera Enéas e é o deputado federal mais votado da História do país

Deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ) preside sessão ordinária da Câmara dos Deputados Foto: Jorge William / Agência O Globo

Com 95% dos votos apurados em São Paulo, EduardoBolsonaro ( PSL ) tornou-se o deputado federal mais votado da História do país. O filho de Jair Bolsonaro, candidato àPresidência pelo PSL , recebeu 1.751.748 votos, superando três campeões de votos em eleições passadas: Enéas Carneio, do PRONA, que teve 1.573.642 votos em 2002. Logo em seguida vinha Celso Russomanno (PRB), com 1.524.361 votos em 2014, e Tiririca , com 1.353.820.

A votação representa um crescimento de 2030% para Eduardo Bolsonaro, que foi o 61º mais votado em São Paulo na eleição de 2014 – a primeira que disputou, com apenas 82.224.

A segunda mais votada no estado também é do PSL: Joyce Hasselmann, com aproximadamente 1 milhão de votos.

 

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. Essa eleição trouxe lições importantes àqueles parlamentares que viviam nas tetas do poder sem fazer nada pelo povo. A resposta tardou mas, chegou. Garibaldi Alves, José Agripino, Rogério Marinho e tantos outros foram expurgados da política. Aprendam a respeitar o povo. Outros, certamente, serão também.

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Política

‘Ele não, sem dúvida’, diz Ciro sobre apoio no segundo turno

Imagem publicada na página de Ciro Gomes no Facebook Foto: Reprodução/Facebook

O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes , deixou claro na noite deste domingo que não irá apoiar Jair Bolsonaro (PSL) no segundo turno da eleição presidencial, mas evitou declarar apoio a  Fernando Haddad (PT). Ciro disse que ainda precisará debater a posição com seus aliados, mas afirmou que tem uma história em defesa da “democracia” e contra o “fascismo”, em referência velada a Bolsonaro. Perguntado se já havia um veto, disse:

— Ele não, sem dúvida — disse, em entrevista em Fortaleza.

Mais cedo, o candidato publicou em sua conta no Facebook uma imagem com a frase “muito obrigado, Brasil”, após a confirmação de que estaria fora do segundo turno. Ciro obteve votação menor do que apontavam as pesquisas, frustrando a expectativa , nutrida por ele até o fim, de que viria uma onda de votos em seu favor na reta final.

Mantendo-se motivado, o candidato acreditava que conseguiria crescer e ultrapassar Haddad. Mas, com 96% das urnas apuradas, aparece 12,5% dos votos. Bolsonaro está com 46,6% e Haddad tem 28,4%.

 

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Esse derrotado pela terceira vez, toma decisões de acordo com as suas convicções eleitoreiras, a essa altura já negociou um ministério, pena que vai sofrer a quarta derrota, quem manda não pensar no Brasil. Do jeito que a maioria do eleitorado está pensando, botando o juizo pra pensar, a derrota de Addad é questão de tempo, o povo não vai votar em corrupto, isso ficou claro nessa eleição. A exceção é os votos dos militontos. Aposto os egges como Ciro não transfere os 12% pra Addad. No máximo 5%, o resto é verde e amarelo. Quem for vivo virá

  2. Foi estudar os princípios do capitalismo nos EUA, e se alia a pt. coerência zero, era ter estudado em Cuba e, estagiado na Venezuela, que são os melhores parceiros políticos e comerciais ligados aos petralhas.

  3. Ele, Ciro, só ainda não declarou claramente pq esta negociando quanto vai levar…..seboso, todos já sabemos.

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Política

ELEIÇÕES 2018: Vejam quem são os oito deputados federais eleitos do RN

Com o 100% das urnas apuradas, a nova bancada federal do Rio Grande do Norte na Câmara dos Deputados para a legislatura que se inicia em 2019 ficou da seguinte forma. Dos eleitos, três forma reeleitos e cinco são novos, o que significa uma renovação de mais de 50%.

Foram eleitos

Coligação Trabalho e Superação I:
Benes Leocádio
João Maia
Rafael Motta
Fábio Faria

Do Lado Certo:
Natália Bonavides
Fernando Mineiro

100% RN:
Walter Alves

Renova RN 1:
General Girão

Ficaram como suplentes

Coligação Trabalho e Superação I:
1º Suplente: Carla Dickson
2º Suplente: Rogério Marinho

Do Lado Certo:
1º Suplente: Caramuru Paiva
2º Suplente: Garibalde Leite

100% RN:
1º Suplente: Beto Rosado
2º Suplente: José Agripino

Renova RN I:
1º Suplente: Lawrence Amorim
2º Suplente: Salismar

Atual bancada

Só conseguiram renovar o mandato os deputados federais Walter Alves, Rafael Motta e Fábio Faria. Os demais nomes da atual bancada não concorreram ou perderam o pleito.

Zenaide Maia não concorreu para disputar o cargo ao Senado Federal, cargo que conseguiu se eleger.

Beto Rosado, que tentava reeleição, não conseguiu se eleger pela Coligação 100% RN, ficando apenas na primeira suplência.

O deputado Antônio Jácome não disputou a reeleição. Optou por disputar o cargo de senador, mas ficou longe de se eleger.

O deputado Rogério Marinho tentou a reeleição, mas ficou apenas na segunda suplência da coligação Coligação Trabalho e Superação I.

O deputado Felipe Maia desistiu de concorrer ao pleito para abrir a vaga na disputa para o pai José Agripino Maia.

Opinião dos leitores

  1. Eu estava torcendo por Breno Queiroga. Mais infelizmente ele ñ conseguiu chegar lá. Era Breno, q deveria ir p o segundo turno cm à Fátima. Essa é à minha modéstia opinião.

  2. Estou feliz pq à maioria dos deputados federais do rn, ñ foram reeleitos. Justiça seja feita. Pena q ainda reelegeram Valter Alves, Fábio Faria e outros q na minha opinião, ñ era p serem eleitos, infelizmente ainda têm gente q ñ aprende. Q Deus tenha misericórdia desse povo brasileiro. Nós somos feitos de palhaços e notários. Sempre ficando no prejuízo, chega ñ aguentamos mais. Sem saúde pública de vergonha, sem segurança de direito e sem educação pública de primeira qualidade. Nós pagamos caro por td isso e mesmo assim ñ temos nossos direitos respeitados.

  3. Quando vc BG der as notícias seja menos pacial, sua paixão pelas velhas raposas políticas do RN fica nítido.

  4. Rogério Marinho….kkkkkkkkk
    Deixe aqui sua risada para o moribundo ex-deputado…..kkkkkkkkk
    Bela resposta ao exterminador da CLT…..

  5. Otimista com a mudança, muitas oligarquias (quadrilhas) caindo, algumas conseguiram mas, um caem também

  6. Melhor coisa a derrota dos grandes caciques da política do RN Garibaldi e Ze Agripino. Geraldo Melo e Rogério Marinho. Devia ter ido junto Fabio Faria q só se elegeu pq foi puxado por Benes.
    Bom p esses políticos ruins ver q a população acordou.

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Política

DEFINIDO: Segundo turno será entre Bolsonaro e Haddad

Confirmado. O segundo turno das eleições para Presidente do Brasil será entre os candidatos Jair Bolsonaro, PSL, e Fernando Haddad, PT. Bolsonaro no momento está com 46,7% e Haddad com 28,3% com 96% das urnas apuradas.

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  1. Venezuela ? Ah é, aquele lugar que o povo passa fome, que está com uma inflação de 1 milhão por cento e que o PT, PSOL e partidecos de esquerda defendem

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Política

Eduardo Leite (PSDB) e José Ivo Sartori (MDB) disputarão o segundo turno no RS

Eduardo Leite e José Ivo Sartori estão no segundo turno  — Foto: Divulgação

Os candidatos Eduardo Leite (PSDB) e José Ivo Sartori (MDB) disputarão o segundo turno da eleição para governador do Rio Grande do Sul. Por volta das 20h30 deste domingo, a apuração apontava que o candidato do PSDB era o primeiro colocado com 35,80% (2.112.097 votos) do total e o do MDB aparecia logo atrás com 31,15% (1.837.599 votos). Os dois não podem mais ser alcançados pelos demais concorrentes.

Miguel Rossetto (PT) obteve 17,75% (1.046.956 votos), e ficou fora da disputa do segundo turno, assim como Jairo Jorge (PDT), com 11,13% (656.350 votos). Confira a apuração completa no RS.

Ao longo da campanha, Eduardo Leite prometeu a criação de um ambiente mais favorável a novos empreendimentos. Assim, planeja melhorar a situação financeira do estado. Candidato à reeleição, José Ivo Sartori diz ter como objetivo a adesão do estado ao Plano de Recuperação Fiscal, para equilibrar as contas do estado.

Os dois candidatos enfrentaram duras críticas de adversários durante a campanha. Ex-prefeito de Pelotas, o tucano foi acusado por adversários devido a denúncias de que exames preventivos de câncer de colo de útero foram feitos por amostragem por uma empresa contratada pela prefeitura. Já Sartori sofreu ataques por não pagar em dia os salários dos servidores.

 

G1

 

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Política

PRESIDENTE: 94% das urnas apuradas; veja

Veja PRESIDENTE com 94% das urnas apuradas:

 

Jair Bolsonaro

46,93%

Fernando Haddad

28,22%

Ciro Gomes

12,50%

Geraldo Alckmin

4,87%

João Amoêdo

12,50%

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