O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) encerra, no próximo domingo (22), as inscrições para os candidatos ao crédito no segundo semestre deste ano. Serão ofertadas pelo menos 155 mil vagas, das quais 50 mil com juro zero. Os interessados podem se inscrever no site do programa na internet.
Foto: (Arquivo/Agência Brasil)
Pode concorrer às vagas do Fies quem fez uma das edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010 e teve média igual ou superior a 450 pontos, além de nota maior que zero na redação.
O novo Fies tem modalidades de acordo com a renda familiar do candidato. A modalidade que tem juro zero destina-se a candidatos com renda mensal familiar per capita de até três salários mínimos. Nesse caso, o financiamento mínimo é 50% do curso, enquanto o limite máximo semestral é R$ 42 mil.
A modalidade chamada de P-Fies é para candidatos com renda familiar per capita entre três e cinco salários mínimos. Nesse caso, o financiamento é feito por condições definidas pelo agente financeiro operador de crédito, que pode ser um banco privado ou fundos constitucionais e de desenvolvimento.
O resultado da seleção do Fies será divulgado no dia 27 deste mês, em chamada única. Os candidatos pré-selecionados deverão complementar as informações da inscrição no período de 27 a 31 deste mês e, em seguida, fechar a contratação do financiamento.
No caso dos estudantes inscritos no P-Fies, não haverá lista de espera. Os demais candidatos poderão manifestar interesse entre os dias 1º e 24 de agosto.
O Fies concede financiamento a estudantes em cursos superiores de instituições privadas que tenham avaliação positiva do Ministério da Educação.
O prefeito de Galinhos, Irmão Naldo, acompanhado do presidente estadual do PTB, Getúlio Batista, e de lideranças do município, anunciou que apoia a pré-candidatura à reeleição do governador Robinson Faria. Irmão Naldo reuniu-se com o governador acompanhado dos vereadores Vanuelber e Nino e das lideranças Hudson e Vivaldo, na sede do PSD, na noite desta quinta (19). O grupo confirmou a aliança política para as eleições deste ano.
Vereadores e ex-prefeito de Lagoa Nova confirmam apoio ao governador
O ex-prefeito de Lagoa Nova, Erivan Costa, e cinco vereadores daquele município estiveram com o governador Robinson Faria e o com o deputado federal Fábio Faria e confirmaram o apoio ao projeto político do PSD para as eleições 2018. O encontro foi na noite desta quinta (19), na sede do diretório estadual do PSD.
Que o swing é alternativa para apimentar o relacionamento de casais “fixos”, todo mundo já sabe. Só que as casas destinadas ao sexo e à troca de casais deixaram de ser restritas aos chamados swingueiros e se tornaram roteiro de amigos e “ficantes” nos fins de semana. O que eles querem? Aproveitar a ousadia da balada e transar, é claro!
A produtora Carolina, 38 anos, visitou uma casa de swing pela primeira vez quando ainda estava em relacionamento sério, alguns anos atrás – queria apimentar a rotina na cama. A relação acabou e ela continuou frequentando espaços do gênero, com os novos pares que surgiram. “Sempre busquei parceiros e amigos que curtissem também”, diz.
Carolina costuma ir às casas acompanhada por um homem, que pode ser simplesmente um amigo ou parceiro sexual esporádico. “Já fui com muitas pessoas diferentes, ao swing, amigos, namorados e marido e cada um tem um comportamento. Mas quando você vai com amigo, consegue se soltar mais, pois não existe um vínculo emocional e isso faz com que se tenha as experiências mais divertidas”, afirma.
Numa dessas vezes, ela e o parceiro da noite seguiram para a área restrita a casais e se depararam com uma cela e profissionais da casa de swing dentro dela, interagindo com os frequentadores. “Nos chamaram para entrar. Cada um de nós foi com os respectivos artistas e começamos a transar. Nisso, começou a formar uma plateia, assistindo tudo. Quando percebi, tinha umas 50 pessoas, aos berros, na grade da cela, incentivando. Sei que foi quase meia hora de sexo ao vivo, um verdadeiro show artístico. Me senti em um filme pornô”, ri da situação.
Não estar acompanhada por alguém com quem mantém um relacionamento sério deixa tudo muito mais leve, na opinião de Carolina. “Você começa a ver o sexo como uma diversão e não mais como algo imaculado. Experiências assim ajudam a lidar com a situação de forma mais simples e encorajadora para colocar suas fantasias em prática”, opina ela.
A produtora garante já ter realizado todos seus desejos sexuais por conta dessa liberdade que conquistou. Falta apenas um: ir sozinha à casa de swing, para descobrir como é a abordagem junto a uma mulher desacompanhada.
Sem vergonha de nada
Ronaldo, bancário de 32 anos e um dos parceiros de Carolina nessas aventuras, nunca se sentiu intimidado em transar na frente de outras pessoas. Bem ao contrário, sente prazer com a prática, um dos principais motivos que o levaram a visitar as casas de swing com amigas-ficantes.
“Fui por curiosidade, para saber como era, e logo na primeira vez fui direto para uma área onde havia vários casais fazendo sexo. Comecei a transar com minha parceira e curti demais quando outros casais se aproximaram e participaram. Foi uma das vezes que mais senti prazer na vida”, garante.
Ele também é da turma que escolhe esse tipo de balada pensando em sexo. “Sempre fui com interesse na minha parceira, mas também interessado nas demais pessoas da casa. Não vejo muito sentido em ir num lugar desses para ficar nas áreas permitidas somente para solteiros ou na pista, que só é legal nos intervalos, entre uma entrada e outra nas áreas reservadas a casais”, diz.
Até quando encontrou uma mulher que trabalha na mesma empresa, Ronaldo tirou de letra. “Ela não é exatamente o perfil que me atrai, mas na hora senti vontade de fazer sexo com ela. Só não rolou porque minha companhia da noite não se interessou pelo parceiro da outra”, lamenta.
Para ele, o mais interessante nessa experiência toda é não ter que lidar com problemas típicos de casais, como ciúmes e traição. “As pessoas fazem o que tem vontade, desde que combinado com quem está acompanhando”, resume.
Pegação entre amigos
Rafaela, 29 anos, publicitária, também gosta de trocar as baladas de toda semana pelas casas destinadas a sexo, de vez em quando. Às vezes, a noite termina com a turma toda no swing, após horas em algum bar “convencional”.
“Depois de beber várias, com todo mundo soltinho, é um ótimo lugar para terminar a madrugada”, afirma. Ela explica que, quando um grupo decide seguir para casas do gênero, geralmente é formado pela mesma quantidade de homens e mulheres para facilitar a entrada de casais.
Uma vez lá, os amigos curtem dançar “sem nenhuma vergonha” na pista. “É uma balada como outra qualquer, com som e DJ legais. E todo mundo está mais solto. Os casais que são assíduos ficam se pegando na pista, dançando juntos, se beijando, se esfregando. E a gente acaba entrando no clima. Trocamos beijos e carícias entre nós também e, se a coisa esquenta, vamos para as áreas reservadas, não necessariamente com o par que a gente entra na casa”, relata.
Rafaela revela já ter transado com dois rapazes que estavam nas suas turmas, em ocasiões diferentes. Outra vez, acabou não se envolvendo com a companhia da vez, mas trocou de casal e transou com um outro homem desconhecido.
“Só não pode ter vergonha do cara que está com você, porque, mesmo que não vá transar com ele, outra hora vai encontrá-lo em outro lugar diferente e ter que encarar o fato de ele já ter te visto pelada, de quatro, transando com outro e gozando na frente dele”, brinca.
* Os nomes foram alterados a pedido dos entrevistados
Também gostaria de conhecer as casa de swing de Natal, se alguém poder informar o contato, os locais ou se estiverem formando grupos para encontros eu agradeço
Indicar não mais posso fazer isso com vc é te dar muito prazer
na praia de pipa tem um pousada que e especializada, porem um pouco saldada e a grana estiver curta! ms muito boa!!!! e existe alguma festa na praia da redinha ( organizada por pessoas do meio) alguma mas " xique ou mas simples" porem com o mesmo intuito! 98160 3233
Somos de JP estamos hospedamos aq em Natal p carnaval. Se tiver algum casal disposto a nos conhecer ou indicar um lugar de swing p casais, favor nos informar.
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Bom dia, também temos interesse
Eu e minha namorada estamos procurando casas ou até casais que curtam isso pra quem sabe ter algo.
Ela tá doidinha pra fazer.
Já pesquisei não encontro uma casa de swing em natal se alguém pode me ajuda ? sou casada queremos conhecer. Estou com problema no meu email a baixo deixo o do meu esposo
Eu e minha namorada tamb estamos procurando.
Vcs curtem trocas.?
Oi Carla tb tenho, me manda seu email.
Oi, estamos procurando um casal pra sair em Natal. Meu watts 84 9****-5232.
Estou procurando tb vamos iniciar um grupo no wats e trocar informacoes.. email [email protected]
Vcs não querem só outro homem não se quiser responder aqui nesse email [email protected] ok
meu zap84987580800 me ligue
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QUEREMOS CONTATO,SAMOS CASAL DE SALVADOR
N fiz
Também temos enteresse
Como fazemos pra termos contatos?
Beto safadinho vc ja tá esperto quanto a isso né! Já pegou alguns né kkkkk. Menino menino
A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) realiza duas intervenções na Avenida Ayrton Senna, próximo à Avenida Abel Cabral, em Nova Parnamirim. Desta forma, o trânsito na área segue um fluxo diferenciado, e a Companhia pede a compreensão dos transeuntes para os transtornos causados na área, que serão temporários e necessários.
Uma equipe trabalha no sentido Parnamirim/Natal, na ampliação da rede de abastecimento de Nova Parnamirim, imprescindível para a melhoria na oferta de água da região, de grande adensamento residencial e comercial. A Prefeitura do Município foi informada de todo o cronograma de trabalho da Companhia. Uma das faixas de trânsito da via está interditada para este procedimento, que deve ser concluído nos próximos dias.
Para não haver outra intervenção em breve, a Companhia iniciou nessa quarta (18), os estudos topográficos para a implantação da rede de esgotamento sanitário na Avenida. Em seguida, iniciam as escavações, seguindo os parâmetros técnicos de funcionamento do esgoto, dentre eles, por gravidade. Assim, as equipes começam a trabalhar no sentido contrário da via, Natal/Parnamirim, próximo ao colégio Salesiano, até as proximidades da rotatória. Também será interditada uma faixa da via e, em seguida, será feito o outro sentido.
Leonardo apareceu acompanhado no segundo leilão beneficente do Instituto Neymar Jr., nessa quinta-feira (19). O sertanejo fez rara aparição com Poliana Rocha, sua mulher há 23 anos. O cantor explicou que ela não gosta de aparecer em público.
“Ela é linda. Eu sou um velho de 55 anos, mas sou enjoado. Minha mulher é maravilhosa”, elogiou Leonardo no tapete vermelho do evento.
“Fiquei muito honrado com o convite do Neymar para cantar no evento e mostrar meu trabalho. A causa é bonita demais”, parabenizou o cantor, que chamou a atenção pela forma física mais enxuta. Nem parece que ele é apaixonado por cerveja e outras bebidas.
O sertanejo revelou o segredo da boa forma. “Emagreci, parei de beber. Mentira! Não parei não, estou fazendo muito exercício”, disse Leonardo, que costuma publicar em suas redes sociais vídeos jogando futebol, futevôlei e outros esportes.
Eduardo Azeredo na quadra do batalhão do Corpo de Bombeiros, em Belo Horizonte. (Foto: Pedro Ângelo/G1)
O ex-senador e ex-governador de Minas Gerais Eduardo Azeredo (PSDB) teve seu pedido de cautelar para relaxamento da prisão rejeitado pela 3ª vice-presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), desembargadora Mariangela Meyer Pires Faleiro. Azeredo foi condenado a 20 anos e um mês de prisão pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro, no mensalão tucano, em agosto passado. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (19) e divulgada nesta sexta (20).
A defesa pediu o relaxamento da prisão enquanto aguarda julgamento do recurso em instâncias superiores. Os advogados alegam que o fato de o réu ter sido governador de Minas Gerais impactou na fixação da pena tanto na primeira como na segunda instância, o que não pode acontecer por prejudicar excessivamente o réu, contrariando entendimentos das cortes superiores.
Na mesma decisão, a desembargadora aceitou que a defesa recorra ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), mas negou recurso no Supremo Tribunal Federal (STF). O advogado Castellar Guimarães Neto, que representa Eduardo Azeredo, disse nesta sexta-feira (20) que vai recorrer ao STJ.
A defesa de Azeredo também apresentou ao TJMG um recurso extraordinário, em questionava o fato de os desembargadores terem dado uma condenação maior do que a pedida pelo Ministério Público e requeria a nulidade da sentença e do acórdão.
Segundo o TJMG, a desembargadora rejeitou o pedido da defesa, com fundamento na jurisprudência do STF que estabelece que o julgador não está vinculado ao MP nem é obrigado a alinhar-se ao posicionamento defendido pelo órgão.
As decisões de primeira e segunda instância que condenaram Azeredo consideraram que o crime de peculato foi praticado sete vezes – cinco vezes no caso do Banco do Estado de Minas Gerais (Bemge) (uma em cada empresa do grupo financeiro), uma vez na Copasa e uma vez na Comig. Para o procurador, porém, o crime em relação ao Bemge deveria ter sido considerado uma única vez.
Mensalão tucano
De acordo com a denúncia, o mensalão tucano teria desviado recursos para a campanha eleitoral de Azeredo, que concorria à reeleição ao governo do estado, em 1998.
O esquema envolveria a Companhia Mineradora de Minas Gerais (Comig), a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) e o Banco do Estado de Minas Gerais (Bemge) e teria desviado ao menos R$ 3,5 milhões por meio de supostos patrocínios a três eventos esportivos: o Iron Biker, o Supercross e o Enduro da Independência. Todos os réus negam envolvimento nos crimes.
-Azeredo, herói do povo brasileiro
-Azeredo Livre
-Vítima de um complô das elites e da mídia golpista
-Alguém legitimamente eleito pelo povo
-Farsa judicial
A quantidade de pessoas a repetirem, num caso 'homólogo', as besteiras como as acima não as torna verdadeiras.
BETO ganhou o campeonato de babaquice e ignorância. Venceu Sergio Nogueira e Ceara-Mundão.
O poder de discernimento de Andrade e coxa desenganado é o mesmo de quem acha q tem que trabalhar pra Lulinha pagar o combustível do seus jatinhos e que os 26 milhões de reais confiscado de luladrão, é dinheiro que qualquer torneiro mecânico trabalhando e economizando ao longo dos anos, juntaria. É um doente mental serviçal do chefe da facção dos petralhas.
O PDT confirmou nesta sexta-feira (20) o ex-governador do Ceará Ciro Gomes como candidato à Presidência da República pela legenda durante a convenção nacional do partido, em Brasília. O nome de Ciro foi eleito por aclamação dos filiados que participaram do evento.
Em seu primeiro discurso como candidato, Ciro Gomes disse que o Brasil é um país “grande e com recursos” para “oferecer uma vida feliz ao povo”.
“O que está faltando é coesão, debate franco sobre o Brasil que queremos”, declarou.
Ciro Gomes citou os altos índices de desempregados e de brasileiros que trabalham na informalidade e disse que, se eleito, investirá na geração de empregos e renda.
“[Precisamos] acabar com a vergonha da extrema pobreza, avançar na educação e em uma saúde que atenda a mínima dignidade do povo, apostar na diversidade, e investir na ciência e na tecnologia”, disse o pedetista, enumerando as prioridades caso se torne presidente do país.
O candidato afirmou que é necessário acabar com “a cultura de ódio” no país. “Acabar com essa ideia de brasileiro contra brasileiro se ferindo pela internet”, disse.
O político declarou que precisará de todos os segmentos da sociedade, “porque ninguém é dono da verdade”. “Apesar de alguns quererem tratar [isso] com frases de efeito”, afirmou.
Durante o discurso, Ciro afirmou ainda, sem citar exemplos, que vai “perseguir” e “encerrar” cada privilégio.
“Vou olhar com uma lupa cada conta, cada privilégio. Comigo privilégio vai ser perseguido e encerrado, seja de quem for. Poderosos, como se acham que são, cada privilégio será trazido à denúncia pública”, disse o candidato.
Carreira política
A eleição presidencial de 2018 será a terceira tentativa do político de chegar ao Palácio do Planalto. Ciro concorreu nas eleições de 1998 e de 2002, mas jamais chegou ao segundo turno.
Atual vice-presidente do PDT, Ciro Gomes foi ministro da Fazenda entre setembro de 1994 e janeiro de 1995, período final do governo Itamar Franco e início do governo Fernando Henrique Cardoso.
Advogado, Ciro também foi ministro da Integração Nacional, entre janeiro de 2003 e março de 2006, no primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva.
Ex-governador do Ceará e ex-prefeito de Fortaleza, Ciro Gomes já foi deputado federal e está no sétimo partido desde que entrou para a política (também foi filiado a PDS, PMDB, PSDB, PPS, PSB e PROS).
Ciro Gomes, candidato do PDT à Presidência da República, discursa durante convenção do partido em Brasília. (Foto: Alessandra Modzeleski/G1)
Compareceram ao evento, o presidente da legenda, Carlos Lupi, o irmão de Ciro Gomes, Cid Gomes, o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves e também os deputados que representam o partido na Câmara dos Deputados.
No discurso de abertura do evento, o presidente do PDT comentou críticas ao tom das declarações de Ciro Gomes.
“Como dá pra ser mole com o Brasil com tanta desgraça, com tanta corrupção, com tanto golpista no Palácio do Planalto?”, questionou.
E acrescentou: “Aqueles que te atiram pedras são os mesmos que vão ver você construir o futuro da nação brasileira”.
População do RN se votar nestes políticos tradicionais, merecem viver o que estar se passando no sofrido estado, observem como está o estado, o município de Natal. Se quer que continue a m* que aí está então votem nos mesmos de sempre e continuem a perder entes querido por homicídios (cidade mais violenta do Brasil) ou para saúde.
O prefeito do município de Monte Alegre, Severino Rodrigues, do Avante, se reuniu na manhã desta sexta-feira (20) com os líderes do PSD no Rio Grande do Norte e anunciou o apoio à candidatura de Robinson Faria à reeleição para o governo.
O deputado federal Fábio Faria (PSD) também participou da reunião, ao lado do presidente do Avante no RN, Raniere Barbosa, e do pré-candidato a deputado estadual Kleber Rodrigues.
São todos farinha do mesmo saco, mas faltou combinar com o funcionário público que ainda não recebeu o décimo terceiro e com o restante da população pelo descaso da segurança pública!! Esperamos que eles sejam condenados e presos, na ocupando cadeira de Governador e Deputado Federal!!
Indicado a vice na chapa de Carlos Eduardo, o publicitário Kadu Ciarlini revelou em entrevista ao BlogdoBG que relutou antes de entrar na disputa.
Segundo ele, sua vida profissional estava indo tão bem que pesou bastante na hora de tomar a decisão. Ao contrário do que foi especulado nos últimos dias, no entanto, sobre ele desejar disputar uma vaga na Assembleia Legislativa, Kadu diz que tal desejo pessoal não existiu.
“Meu nome estava com o partido. No momento em que aceitei, iria entrar na missão que o partido desse. Vou honrar essa missão”, afirmou o jovem de 33 anos.
Na conversa abaixo, ele cita questões como críticas à questão oligarca, relacionamento com Carlos Eduardo e composição política.
Confira:
Antes de seu anúncio como vice de Carlos Eduardo, surgiu muita especulação de que você gostaria de disputar a Assembleia Legislativa. O que de fato você queria?
A minha grande dúvida era se eu aceitaria entrar na política, alcançando passos muito maiores. Cheguei a integrar campnha núcleo de coordenação na campanha do Amazonas. Os adversários e simpatizantes da minha mãe elogiaram meu trabalho. Estava me realizando e relutei bastante em aceitar o desafio.
Quando as pessoas passarem a me conhecer, seja via entrevista, conhecendo minhas ideias, conhecendo ideias que trouxe para Mossoró, como o conceito de smart city, de integração de serviços. Por exemplo, as pessoas sabem a hora exata que o ônibus passa em cada parada via aplicativo de celular. E esse é um só um dos lados desse projeto. São ideias como essas que quero levar para a gestão de meu estado.
De um modo geral, as pessoas têm rejeitado a mistura de política e família. Isso é algo que lhe incomoda?
Sou um cara que amo meu estado, amo minha cidade. Não tenho receio por ser filho de A ou B. As pessoas, em algum momento, irão saber o que quero, o que penso e do que sou capaz.
De alguma forma, você se sentiu constrangido em ter que compor com parte do grupo que impediu candidatura de sua mãe em 2014?
Ninguém pode querer perder o desejo de construir um novo capítulo. O que aconteceu ali, em 2014, de dar legenda a Rosalba foi o final de uma série de incompreensões. Todos tínhamos a ideia de que o Rio Grande do Norte era oneroso… Se você observar bem, houve incompreensão de vários lados. Tínhamos dois caminhos em 2018, após descartarmos a aliança com o PT, Carlos Eduardo ou o governador Robinson, que, creio, não está fazendo um bom governo. O tenho pessoalmente em estima, mas cometeu erros.
Como é seu relacionamento com Carlos Eduardo?
Muito bom, tem surgido um bom diálogo. Ele sentiu que eu não era apenas.. Sentiu que eu tinha conteúdo. Muitas pessoas levaram boas informações para ele. De modo que muito da imagem que fizeram dele, de ser fechado, começo a ver que não existe.
Dentro dessa imagem que fazem dele, como você diz, existe a frase de que ‘vice é vice’.
Ele tem se mostrado receptivo. Aberto a sugestões. Me sinto partícipe de um projeto não apenas liderado por ele. Já conversamos sobre isso. Ele tem se mostrado o oposto dessa imagem.
Você se identifica mais com seu pai ou com sua mãe?
Eu terei personalidade. As pessoas vão ver que tenho minha própria personalidade. Aqui acolá tenho mais de um que do outro, como minha mãe, de diálogo fácil e ouvir, meu pai tem a coisa muito firme de cumprir a palavra. Eu tive muito próximo de governos e nunca você viu uma história de Kadu se envolvendo em coisa errada. Isso é um exemplo que trago de casa.
A escolha no nome Kadu Ciarlini para formar a chapa, como vice Governador de Carlos Eduardo, nos passa segurança! Kadu tem potencial! Tem boa índole é preparado e com certeza tem projetos inovadores para contribuir com melhorias no próximo governo do Rio grande do norte. Juntos e unidos conseguiremos vencer.#AvanteÉKadu
Kadu, sei de sua competência homem íntegro ,jovem com muita garra e força para trabalhar e lutar por nosso estado. A melhor escolha para um bom Governo! Tamo junto!
Kadu Ciarlini, são ideias inovadoras e tecnológicas que o nosso estado precisa mesmo. Sei da competência da sua mãe e da sua integridade como pessoa. Precisamos da sua inteligência e do seu bom caráter. Os projetos implantados, como ônibus inteligente, melhoram bastante a vida dos usuários. Espero que aconteça ideias inovadoras no combate à violência que o nosso estado passa. Enfim, muito sucesso na sua empreitada e pode contar conosco de Mossoró.
Quem conhece Kadu sabe de sua competência! Eu não tenho dúvida que ele junto com Carlos Eduardo irão mostrar que o RN tem jeito! Vamos em frente! Estou com vcs! ??????
Comentar…Tamos juntos grande amigo Kadu, vamos adiante, é a Força da juventude se unindo a experiência, tenho certeza q com sua inteligência e capacidade fará uma grande união com Carlos Eduardo, pode contar conosco.
Kadu Ciarlini é um homem honesto, íntegro. Parem de querer deturpar coisas onde não tem! Vamos vencer no voto sem agressão!
Eu tou com ele e não abro!
Se um Carlos Eduardo é bom, imagine dois! ??
Vamos a vitoria
Pessoal vamos deixar disso, o cara foi indicado a ser candidato a Vice Governador, daí até ser eleito são outros quinhentos. Cabe a nós eleitores varrer essas famílias que estão no Poder a anos no RN votando consciente e não indo por essa de vou votar no menos Ruin, que ele seja candidato ou não cabe a nós escolhermos.
Conveniência política, interesses familiares. Os 3 principais candidatos ao governo do RN estão no mesmo nível, digamos que nenhum é melhor que o outro… Mas os Alves merecem restrições, tô fora!
Ou seja, na verdade, um filhinho de papai indicado com interesses políticos nada republicanos, visando à perpetuação da espécie e da tradição familiar. Zero pra ele e os que o indicaram!
Ilustre desconhecido…..
Forasteiro na política.
Rosalba pousando de boa gestora. Mas atrasou o pagamento dos funcionários por vários meses. Era um.figura decorativa no Poder. As ordens vinham do seu esposo e tb EX deputado Carlos Augusto (vixe como tem Carlos)!!!!
A Justiça do Rio utilizou pela primeira vez o aplicativo de mensagens WhatsApp em uma audiência. O caso aconteceu na terça-feira passada, dia 17, envolvendo um processo de partilha de bens, que já se arrasta há dez anos. Os envolvidos no conflito são um brasileiro radicado em Angola e sua ex-mulher, que vive no Brasil. No primeiro contato via web, não houve acordo, mas o processo ganhou agilidade.
A audiência aconteceu no Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) do Fórum da Leopoldina, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Graças ao aplicativo, foi possível colocar as duas partes frente a frente.
“Mesmo que o acordo não tenha acontecido no primeiro contato, abrevia o tempo, custos e facilita a aproximação para o diálogo e sanar impasse. Se fôssemos aguardar o retorno da carta precatória e a compra de uma passagem, seria muito difícil realizar a audiência devido às condições financeiras de ambas as partes”, disse Evelyn Isabel Arevalo, coordenadora e idealizadora do projeto Justiça Digital.
Segundo o coordenador do Cejusc, juiz André Tredinnick, a ferramenta digital pode ser usada quando há impedimento de viagem ou questão de saúde que impossibilite a pessoa de estar presente. Além disso, há economia de papel, já que tudo é feito de forma digital.
“Com a videochamada, a parte participa graças ao telão. Só que, em vez de o advogado falar remotamente com o cliente, ele fala ao mesmo tempo. É um grande avanço para evitar adiamentos sucessivos. Nossa missão é fazer a audiência, julgar”, disse o juiz.
Dificuldade de receber intimações
O uso do WhatsApp faz parte do projeto Justiça Digital do Núcleo Permanente de Solução de Conflitos (Nupemec), do Tribunal de Justiça do Rio. A ideia de facilitar o acesso ao Judiciário utilizando a internet surgiu porque moradores de áreas consideradas de risco têm dificuldades para cumprir determinações da Justiça, pois alegam que não recebem intimações e citações.
Segundo Evelyn Isabel Arevalo, coordenadora e idealizadora da iniciativa, a ideia surgiu ao constatar que nem todas as pessoas tinham computadores em casa, mas possuíam celulares com WhatsApp, o que permite a troca de mensagens por áudio e até videochamadas.
O mais importante encontro político-empresarial brasileiro vai reunir, de 25 a 27 de julho, os maiores players do mercado, especialistas, pesquisadores e demais interessados envolvidos na indústria que há uma década se consolidou no país e, principalmente, no Rio Grande do Norte.
O Estado brasileiro que mais produz energia elétrica através da força dos ventos receberá cerca de R$ 1,8 bilhão em investimentos nos próximos três anos com a entrada em operação de 16 parques eólicos em construção e de outros 13 empreendimentos contratados nos leilões da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com estes números, o Rio Grande do Norte poderá alcançar marca dos 5 gigawatts (GW) de capacidade instalada até 2021, um período recorde para o setor.
O rápido crescimento do setor e os bons números alcançados nos últimos anos fizeram com que o Estado se tornasse referência na geração deste tipo de energia. Hoje, o estado conta com 138 parques eólicos instalados com capacidade de geração posta de 3.72 megawatts (MW) – correspondente a 84,76% dessa matriz energética local, segundo dados do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE).
É nesse contexto que Natal recebe, de 25 a 27 de julho, a 10ª Edição do Fórum Nacional Eólico – Carta dos Ventos [+10], que em neste ano celebra os 10 anos de consolidação da indústria eólica no Brasil. O evento será realizado no auditório da Escola de Governo do RN, no Centro Administrativo, em Natal.
Desde a sua primeira edição, em 2009, quando foi palco da assinatura do documento de compromisso que iniciou a grande arrancada do setor eólico brasileiro, o Fórum Nacional Eólico reúne as principais lideranças políticas e empresariais relacionadas com a chamada “indústria dos ventos” para discutir os aspectos regulatórios, operacionais e da política setorial de um dos principais segmentos econômicos do Brasil na atualidade.
“O momento atual é de consolidação do setor da energia eólica brasileira. O RN é pioneiro. Por termos sido líderes desde os primeiros leilões”, afirmou o presidente do CERNE, Jean-Paul Prates, um dos responsáveis pela realização do evento desde a sua primeira edição. “Temos um potencial ainda maior. Aprimorar negócios, o ambiente operacional e atrair mais empresas precisam estar entre as metas dos empresários e governo estadual para que consigamos ampliar a produção” apontou.
A programação subdivide-se em seções executivas, com reuniões fechadas pelas manhãs com a presença de autoridades políticas, empresários e investidores que debaterão questões específicas relacionadas à indústria eólica. Durante a tarde, o evento abre suas portas com palestras de interesse geral, para divulgar as novidades do setor, voltados aos empreendedores, gestores públicos, acadêmicos e todos os demais interessados em energia eólica. O evento tem como anfitrião o Governo do Estado do Rio Grande do Norte e realização do CERNE e Viex Américas.
A inscrições estão abertas e a programação completa pode ser encontrada no site: www.cartadosventos.com
O argentino Nicolás Tagliafico (dir.) tenta bloquear chute do francês Kylian Mbappé durante partida das oitavas de final da Copa da Rússia, no último dia 30 – Ricardo Mazalan/Associated Press
Para jornalista que escreveu livro sobre história da tática no futebol, a maneira pela qual cada país aborda o esporte diz algo sobre como a nação se vê. Ele afirma, porém, que a conexão entre caráter nacional e estilo de jogo não é direta nem imutável.
Escritores como Eduardo Galeano e Albert Camus observaram que o esporte tem a capacidade de revelar a verdade do indivíduo. Podemos conversar e desenvolver hipóteses sobre certo e errado, sobre os limites da moralidade, mas é em campo, onde não há tempo para pensar, onde as ações são instintivas, que a realidade de nossas teorias é testada.
Sob pressão, com o defensor se aproximando, nós nos jogamos ao chão? Pedimos escanteio mesmo que tenhamos sido os últimos a tocar na bola? Agarramos a camisa do atacante, pelas costas do juiz, quando ele está escapando da marcação?
O exame que o futebol oferece, porém, não é apenas de moralidade; é sobre quem somos. Quando precisamos de um gol desesperadamente, continuamos trocando passes ou lançamos a bola na área e contamos com a sorte de um rebote? Temos fé em nossa habilidade ou nos deixamos atrair por algo mais primitivo? Confiamos em nossos colegas de time ou tentamos resolver o problema sozinhos? Aceitamos a responsabilidade ou nos escondemos?
O futebol talvez seja a única empreitada cultural universal, a única atividade pela qual o mundo todo se interessa e em que todos jogam pelas mesmas regras. A maneira pela qual cada país aborda o esporte, portanto, diz algo sobre a nação, sobre como ela se vê e sobre os valores aos quais confere importância.
A questão do estilo nacional fascina o futebol desde que a primeira partida internacional foi disputada, entre Inglaterra e Escócia em 1872. O esporte era basicamente uma correria, combinando trombadas e dribles, mas os escoceses, percebendo que os ingleses eram muito maiores e os sobrepujariam no físico, começaram a trocar passes para manter a bola longe dos adversários.
O resultado foi o desenvolvimento do estilo escocês do futebol de passes, tão distinto e efetivo que os primeiros clubes de futebol profissionais da Inglaterra (Preston North End, Sunderland e Aston Villa) conquistaram seu sucesso nas décadas de 1880 e 1890 em larga medida pela importação de jogadores da Escócia.
A Escócia continua a ser reverenciada pelo seu jogo de passes? Não, mas é revelador que, quando o país fracassou na busca de uma vaga para a Copa da Rússia, seu treinador, Gordon Strachan, tenha atribuído a culpa a fatores genéticos —exatamente a mesma falta de estatura que levou os escoceses a desenvolver o passe 150 anos atrás.
O aspecto físico, porém, é apenas uma das muitas maneiras pelas quais os estilos nacionais se desenvolvem —e, com a imigração crescente e a melhora na nutrição mundial, é razoável presumir que essas diferenças diminuirão com o tempo. Muita coisa no estilo nacional de futebol de cada país é mais sutil e tem a ver com filosofias e personalidades.
Diversos países são obcecados por jogar de uma determinada maneira.
A Holanda, por exemplo, recua sempre aos times do Ajax do começo da década de 1970 e à sua grande seleção de 1974.
Se o time não jogar no 4-3-3 e se não privilegiar a posse de bola e a pressão sobre a saída de bola adversária, com alas genuínos jogando bem abertos, pelo menos metade do país protesta contra essa traição (segundo o escritor e jornalista David Winner, o estilo deriva da obsessão por espaço que caracteriza a sociedade holandesa desde que o país começou a recuperar terras do mar a fim de acomodar a expansão de sua população).
A Espanha, graças à influência de Rinus Michels e Johan Cruyff no Barcelona, hoje talvez jogue um futebol mais holandês que o da Holanda. Todo o sucesso dos espanhóis nos últimos dez anos —duas Eurocopas e uma Copa do Mundo— surgiu depois que o país abandonou seu estilo nacional, “la furia roja” —a fúria vermelha, uma abordagem baseada em energia e agressividade—, e adotou o modelo holandês.
E isso talvez seja um indicador de que discussões sobre estilo nacional devem ser tratadas sempre com cautela. É fácil recair em estereótipos ou presumir que um estilo nacional de jogo e um “caráter” nacional, se é que isso pode existir, são imutáveis: que os italianos sempre jogarão na defesa, que os alemães sempre serão eficientes, que os uruguaios sempre serão raçudos…
A relação da Inglaterra com sua história parece particularmente complexa. Quando o futebol é aprendido na lama e na chuva, talvez seja natural que ele priorize a força física e a resistência, que tenha pouco espaço para a sutileza, especialmente se o embate corpo a corpo serve tão bem à percepção do caráter nacional como avesso a qualquer coisa astuta ou intelectual demais.
É o futebol das fábricas, dos estaleiros e das minas, os lugares onde o esporte primeiro se desenvolveu e nos quais solidez, confiabilidade e perseverança são as virtudes mais apreciadas.
Mas também é fato que, quando a porção central do gramado vira um lodaçal —como era o caso na Inglaterra, em outubro—, os jogadores mais habilidosos precisam jogar pelas pontas. É por isso que, até mesmo nos anos 50, o ponta tendia a ser o jogador mais talentoso em campo, e é por isso que o jogo se baseava em ataques pelas laterais e cruzamentos para um centroavante grandalhão.
Desde a chocante derrota para a Hungria por 6 a 3 em 1953, a primeira sofrida em Wembley diante de um adversário estrangeiro, há a sensação de que a Inglaterra necessita abrir mão de suas tradições e desenvolver um jogo que envolva mais posse de bola, mais habilidade, um estilo menos direto.
O relacionamento entre a seleção de um país e o “caráter nacional” raramente é simples e direto. Há momentos em que é possível ver conexões entre o ambiente político prevalecente e a abordagem tática de uma equipe nacional, mas a relação muitas vezes é complexa.
A Itália de Vittorio Pozzo, que ganhou duas Copas na década de 1930, por exemplo, claramente exibia uma musculatura que refletia a celebração das virtudes militares pelo regime fascista. Mas nem todas as seleções que representam países com governos de extrema direita jogam assim, como é evidente para qualquer um com o mínimo de conhecimento sobre o futebol brasileiro.
A Argentina oferece um raro exemplo de estilo nacional que exprime de maneira muito autoconsciente o caráter nacional.
Quando os britânicos se retiraram da Argentina nos anos imediatamente anteriores à Primeira Guerra Mundial, deixaram para trás um país jovem e imigrante, com cerca de 1 milhão de espanhóis, 800 mil italianos, 400 mil europeus do norte da Europa, 400 mil árabes e cerca de 100 mil britânicos, irlandeses, franceses e alemães. Essas pessoas pouco tinham em comum, e por isso surgiu um processo consciente para definir o que significava ser argentino.
Em 1912, o poeta Leopoldo Lugones definiu o argentino em contraposição ao britânico. À época, o Reino Unido controlava o país na prática. Os britânicos introduziram as cercas de arame, que tornaram a pecuária muito mais eficiente e solaparam o poder dos gaúchos, os heróis dos pampas, romantizados na primeira grande obra da literatura argentina, “Martín Fierro”. O gaúcho, disse Lugones, é o verdadeiro argentino: prático, astucioso, durão.
O futebol argentino também podia ser apresentado em oposição ao inglês. Os britânicos aprenderam o jogo nos vastos gramados de suas escolas, onde resistência e força física eram vitais. Os argentinos aprenderam em terrenos baldios de suas favelas, espaços apertados, superlotados, com superfícies irregulares e nos quais não havia professores para interferir se as coisas ficassem feias.
O que importava ali era habilidade técnica, mas também a capacidade de cuidar de si mesmo. Assim, o elemento mais procurado era o “pibe”, o moleque dos cortiços —e o que era ele senão uma representação urbana do espírito gaúcho?
Mas, no geral, o relacionamento entre estilo e caráter nacional é indireto, plástico, vislumbrado em relances e ecos, em parte porque estilo de jogo e caráter nacional são em si tão nebulosos. A recente Copa do Mundo serve como exemplo. A notícia tática importante, para muitos, foi a eliminação prematura dos dois últimos campeões, Espanha e Alemanha, que praticam um jogo baseado em posse de bola.
Havia diferenças significativas entre a seleção de Vicente del Bosque em 2010 e a de Jogi Löw em 2014, mas ambas basearam seu sucesso na industrialização da produção de talentos jovens (como fez a França) e em garantir que os atletas saídos de suas academias tivessem boa formação técnica e fossem capazes de reter a posse de bola. Para os dois países, isso representou uma grande mudança em relação à maneira de jogar que adotavam na década de 1940.
Também é fato que Espanha e Alemanha fracassaram agora em larga medida porque não conseguiram converter posse de bola em boas oportunidades de gol. Talvez isso signifique que os oponentes aprenderam a combater quem busca dominar a bola, mas não que o futebol de posse de bola tenha se tornado obsoleto.
Para começar, Manchester City, Barcelona e Bayern de Munique —os três clubes mais apegados ao estilo de Pep Guardiola, que serviu de base ao sucesso espanhol— venceram os campeonatos de seus países na temporada mais recente.
O que essas eliminações significam é que Espanha e Alemanha tiveram uma Copa ruim —a primeira prejudicada pela demissão do treinador Julen Lopetegui na véspera do torneio, a segunda solapada por panelinhas e pela complacência do time.
A campeã França jogou uma forma antiquada de futebol, baseada em manter estruturas defensivas, que lembra a maneira pela qual o time venceu a Copa do Mundo de 1998, com Didier Deschamps, atual treinador da equipe, como capitão. É um estilo distintamente francês? Talvez, mas certamente não o estilo praticado pela mais amada das seleções do país, aquela que Michel Platini capitaneava nos anos 80.
O que é um lembrete útil de que os estilos nacionais são escorregadios e de que a conexão entre o caráter nacional e a tática em campo é oblíqua e raramente tão simples quanto os estereótipos podem nos levar a crer.
Jonathan Wilson, jornalista inglês, é autor de “A Pirâmide Invertida – A História da Tática no Futebol” (ed. Grande Área) e editor da revista trimestral The Blizzard.
Bulls Potiguares e Natal Scorpions estreiam na Brasil Futebol Americano (BFA), liga nacional do futebol da bola oval, neste domingo, às 15h
A bola vai rolar na Arena das Dunas neste domingo (22). Só que o futebol será outro e jogado com as mãos. O equipamento multiuso abre às portas mais uma vez para o futebol americano. A bola oval entra em cena às 15h com o clássico estadual Bulls Potiguares x Natal Scorpions. Será a estreia das duas equipes na Brasil Futebol Americano (BFA), a primeira divisão do esporte no país.
A Arena das Dunas é o sétimo estádio de Copa do Mundo, no Brasil, que recebe o futebol americano nacional. A bola oval já rolou também na Arena Pernambuco (PE), Arena Pantanal (MT), Mineirão (MG), Beira-Rio (RS), Arena da Amazônia (AM) e Estádio Nacional, em Brasília.
Rivalidade potiguar
De acordo com o site Salão Oval, que cobre o futebol americano no país, Bulls e Scorpions foram equipes formadas na primeira fase do futebol americano no Brasil, quando o esporte era praticado ainda somente sem os equipamentos. Com o tempo, construíram uma das maiores rivalidades do Futebol Americano no Nordeste. Mas há seis anos não se enfrentam.
No histórico do confronto em jogos oficiais, o Bulls está invicto. Foram dez jogos realizados entre as duas equipes, com dez vitórias para os touros. Após um período de inatividade, o Scorpions retornou em 2016, na segunda divisão do Campeonato Brasileiro. O acesso foi conseguido em 2017 com uma campanha impecável na Liga Nordeste, que levou o Scorpions ao título regional. Com isso, o clássico retorna turbinado em 2018, no melhor cenário para a prática da modalidade em Natal.
Momento histórico
A volta de um clássico estadual em um grande palco do esporte é um evento que ambos os times esperam e que foi exaltado por ambos os head coaches: “É um marco da história do esporte no Nordeste ter os dois times da capital do Rio Grande do Norte no maior palco do esporte potiguar. Esperamos que seja um grande espetáculo para fidelizar aquele torcedor que tinha certa desconfiança em relação ao nosso esporte”, disse Rafael Nathan, do Bulls Potiguares, ao site Salão Oval.
“Realmente será um evento esportivo grandioso, pois o RN vem acompanhando os times de maneira sempre separada. Esse ano, o Scorpions e o Bulls se encontrarão duas vezes e isso só tem pontos positivos para o esporte em Natal e no RN. O objetivo sempre será fazer o FA Brasileiro crescer e isso tenho certeza que as duas equipes querem. A rivalidade é gigantesca”, explicou Eliezer Pires, do Natal Scorpions.
Melhor palco
O clássico conta com a presença de vários jogadores que estão no esporte desde os primeiros jogos. Eric Ferreira, atual defensive end do Bulls, já jogou no Natal Scorpions e afirma que a Arena das Dunas tem um papel fundamental na popularização do Futebol Americano no estado. “Sou muito feliz por fazer parte da história dos dois times da cidade. É gratificante ver que o maior palco esportivo do Estado estará à disposição para esse grande jogo”, afirmou Eric.
Eric conhece bastante o peso da rivalidade entre as equipes e considera que para a continuidade do desenvolvimento não há mais espaço para erros. “O fato das equipes não terem se enfrentado nos últimos seis anos aumenta a expectativa de todos acerca do jogo, já que esse período foi de evolução no esporte”, concluiu.
Convênio
Para este jogo, a Arena das Dunas disponibiliza um convênio com a Telepesquisa, que dá 50% de desconto em até dois ingressos (valor inteiro). Para participar, basta pegar um voucher no aplicativo da Telepesquisa.
É bom ressaltar que é obrigatória a apresentação do voucher de desconto impresso ou na tela do smartphone, na compra e na entrada dos jogos. Este desconto não cumulativo com demais benefícios e/ou descontos.
A entrada da torcida é pelo Portão D, do lado da pista projetada (setor oeste), que da acesso à área de hospitalidade.
– Venda direta com os jogadores do Bulls (contato direto nas redes sociais do time – @bullspotiguares);
– Site da Arena das Dunas;
– Sodiê Doces (Av. Prudente de Morais);
– TNT Fitness (todas as unidades);
– Torke Fit (Parnamirim);
– Lojas Sport Master.
O uso da inteligência artificial no cotidiano, até com o cuidado da saúde dos filhos, é bem vista pela maioria dos pais nascidos nas décadas de 1980 e 1990, chamada geração millenial. Uma pesquisa feita pelo Institute of Electrical and Electronic Engineers (IEEE) mostrou que 31% dos pais e mães brasileiros confiariam totalmente no uso desse tipo de tecnologia para decisões médicas importantes relacionadas aos filhos, enquanto 51% disseram ter confiança moderada.
O estudo fez 2 mil entrevistas em cinco países (Estados Unidos, Reino Unido, Índia, China e Brasil). Foram ouvidos pais e mães entre 20 e 36 anos de idade com filhos de até oito anos. O IEEE é uma associação dedicada ao progresso da ciência, fundada em 1884 e que agrega profissionais e pesquisadores de diversas áreas.
A maior parte dos brasileiros (60%) disse que deixariam os filhos serem submetidos a cirurgias por robôs operados com inteligência artificial. O índice é maior do que o dos Estados Unidos e do Reino Unido, onde 45% dos pais ficaram confortáveis com a possibilidade. Na Índia, entretanto, o índice sobre para 78% e na China chega a 82%.
Robô Da Vinci auxilia em cirurgias no Inca – Inca/Direitos Reservados
Os resultados mostram, segundo Luis Lamb, um dos membros do IEEE, que as pessoas estão compreendendo os avanços na área da inteligência artificial como algo que vai se incorporar ao seu modo de vida. “A adesão à tecnologia está se consolidando na sociedade. As pessoas já têm uma ideia que a tecnologia é algo que vai permear a vida delas, permear o futuro dos seus filhos”, enfatizou Lamb, que também é professor na Universidade Federal do Estado do Rio Grande do Sul.
“A adoção de conceitos de ciência e tecnologia pela população, o entendimento das pessoas é fundamental para que essa tecnologia seja adotada. Caso contrário, ela não tem sucesso”, acrescenta o professor. “A gente pode dar o exemplo da urna eletrônica no Brasil. A população apoiou a ideia, a sociedade faz uso. Essa é que a importância”.
Segurança e tarefas domésticas
Mãe de Arthur, um menino de um ano de idade, a publicitária Karina Nascimento, de 27 anos, acredita que as máquinas podem, se bem programadas, evitar falhas cometidas por seres humanos. “Meu sogro faleceu por erro médico. Um humano analisando um exame foi capaz de errar”, compara.
Sobre os possíveis usos da inteligência artificial na vida diária, Karina acredita que a tecnologia possa ser empregada para melhorar a sensação de segurança da família. “Segurança residencial, talvez, morando em casa. Algum tipo de tecnologia de exames, mais relacionada à medicina. Transporte também, né?”, enumera.
“Aqui no Brasil a gente está muito preocupado com segurança. Essa é uma área onde essa inteligência artificial deve atuar muito”, corrobora o cineasta Fábio Rodrigo, de 35 anos e pai de Vinicius, de 4 anos. “Acredito que para a nossa realidade do Brasil as coisas que mais vão se adaptar são as coisas de casa. Pessoas que não tem tanto tempo para estar em casa podem cuidar de certos aspectos à distância”, acrescenta.
Acidentes de percurso
Na atualidade, os experimentos mais conhecidos de aproximação da inteligência artificial com a vida cotidiana têm sido relacionados ao desenvolvimento de carros conduzidos por máquinas. Em março deste ano, um modelo em desenvolvimento pela Uber atropelou e acabou matando uma mulher no estado do Arizona, nos Estados Unidos.
Luis Lamb lembra que historicamente a introdução de novas tecnologias tem o percurso marcado por alguns acidentes. “Quando foram introduzidos os carros no início do século 20 havia muitos acidentes e havia uma resistência à introdução dos carros”, comentou.
Porém, ele acredita que nos dias de hoje os cuidados são maiores do que naquela época. “Mesmo que haja acidentes, acredito que serão poucos pelas precauções de segurança humana que se toma hoje em dia, justamente porque existe um grande interesse que essa tecnologia tenha sucesso”, enfatizou.
Avanços que já chegaram
No Brasil, os carros ainda não estão sendo dirigidos por robôs, mas algumas novidades estão sendo colocadas à disposição para facilitar a vida dos pais. Uma empresa que trabalha com um aplicativo de táxis só com motoristas mulheres criou um serviço especial para crianças desacompanhadas. Os pais podem acompanhar os filhos por todo o trajeto por vídeo ao vivo.
O serviço atende uma demanda que já existia, explica Charles Calfat, do FemiTaxi. “Conversando com as motoristas, elas falavam que muitos pais as procuravam por serem mulheres”, conta. No entanto, as mães ficavam apreensivas por deixar as crianças sozinha. “Elas sempre ligam quando a gente está dirigindo para falar com as crianças, atrapalha. Também tiram foto da placa. E mesmo assim assim os pais sempre têm um pouco de medo”, disse, contando os relatos das motoristas.
Nesse contexto, o acompanhamento em tempo real foi fundamental para possibilitar a implementação do serviço. “O único problema é que as crianças comem todas as balinhas”, brinca Calfat.
O WhatsApp anunciou na noite da última quinta-feira, 19, em um post no seu blog oficial, que começou a testar uma mudança no recurso de encaminhamento de mensagens. O aplicativo vai passar a limitar a função para todos os usuários ao redor do mundo.
Até hoje, era possível encaminhar uma mensagem para quantos chats o usuário quisesse. Agora, o número de encaminhamentos vai ser limitado. O WhatsApp não informou qual é o novo limite, mas indicou que o número pode variar de país para país.
Na Índia, por exemplo, que recebe atenção especial devido a uma onda de boatos espalhados pelo aplicativo que levou à morte de dezenas de pessoas nos últimos meses, usuários só poderão encaminhar uma mensagem para até cinco outras conversas de cada vez.
Além disso, a versão indiana do aplicativo não terá mais o botão de encaminhamento rápido em mensagens com mídia (foto ou vídeo). Segundo o WhatsApp, a Índia é o país que mais encaminha mensagens, fotos e vídeos pelo aplicativo no mundo.
As mudanças se somam a um recente recurso adicionado pelo WhatsApp que informa quando uma mensagem que o usuário recebeu foi encaminhada de outra conversa. Tudo isso parece ter como objetivo frear o compartilhamento irresponsável de boatos.
No entanto, ao anunciar os novos limites, o WhatsApp não citou diretamente o problema das “fake news” (notícias falsas). “Acreditamos que essas mudanças – que continuaremos a avaliar – ajudarão a manter o WhatsApp do jeito que ele foi projetado para ser: um aplicativo de mensagens privado”, disse a empresa.
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