A equipe econômica — ministro Eduardo Guardia à frente — já começou a trabalhar na transição, recebendo os assessores econômicos dos presidenciáveis para abrir as contas do governo.
Na semana passada, Guardia se encontrou com Pérsio Arida e Edmar Bacha, comandantes em chefe da esquadra econômica de Geraldo Alckmin. No dia 14, Mansueto de Almeida, secretário do Tesouro, conversou com Paulo Guedes, o guru de Jair Bolsonaro.
Nos próximos dias, será a vez de Mauro Benevides, principal assessor econômico de Ciro Gomes, ser recebido por Guardia.
Falta consenso entre os advogados de defesa do ex-presidente Lula. Segundo a coluna Painel, da Folha, o ex-ministro Sepúlveda Pertence este a ponto de abandonar o barco por não concordar com o advogado Cristiano Zanin sobre a alternativa de prisão domiciliar ao petista.
Enquanto isso, o ex-presidente segue preso nas carceragens da Polícia Federal, tentando conseguir de alguma forma se livrar de cumprir a pena e com o partido insistindo na candidatura à presidente nas eleições desse ano.
Todas as tentativas da defesa do ex-presidente de livrá-lo das grades, até agora, foram em vão. Decisões monocráticas é através de votos colegiados só confirmaram que ele continuará preso. Resta saber quais serão as cenas dos próximos capítulos.
Uma pergunta que pelos pra mim, não quer calar: De onde esse ex presidente, consegue receita para contratar essa assessoria jurídica ? Que deve custar os olhos da cara.
Esse ladrao roubou oque pode e o que não pode …se o verme do filho ficou milionário,de limpador de bosta no zoológico à mega-empresário..imagine o ladrao chefe ( pai) a dinheirama escondida !!!!
Isso tem tanto advogado querendo defendê-lo, para fazer nome, que estão batendo cabeça na grande área.
Faça a mesma pergunta aos demais políticos, a maioria esmagadora está com advogados caros.
Enquanto a maioria dos colegas de classe do ensino médio estudava para ser médico ou advogado, Henrique de Pinho José se imaginava dentro de uma sala de aula, ensinando Biologia. A vontade era tamanha que surpreendia os amigos e até mesmo os professores. José é uma exceção, já que no Brasil cada vez menos jovens querem seguir a carreira docente. Hoje, apenas 2,4% dos alunos de 15 anos têm interesse na profissão. Há dez anos, o porcentual era de 7,5%.
Os dados são do relatório Políticas Eficientes para Professores, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Na média, os países avaliados também tiveram queda na proporção de alunos de 15 anos interessados pela carreira. O porcentual passou de 6% dos adolescentes para 4,2%. Segundo o estudo, a baixa atratividade da carreira se deve ao pouco reconhecimento social e aos salários.
Filho de pais que não tiveram a oportunidade de fazer faculdade, José conseguiu uma bolsa em uma escola particular no ensino médio e depois cursou Biologia e licenciatura. “Para famílias menos favorecidas, ser professor não é uma péssima ideia. Mas, na escola privada, os alunos são incentivados a irem para carreiras mais prestigiadas”, diz. Hoje, aos 25 anos, ele dá aula para crianças de 6 e 7 anos em uma escola municipal de Praia Grande, no litoral paulista.
No Brasil, são alunos como José que querem ser professores. O relatório indica que quanto menor a escolaridade dos pais, maior é a proporção dos interessados na carreira. Os dados mostram que a profissão é a escolha de 3,4% dos jovens filhos de pais que só concluíram o ensino fundamental. Entre os filhos de pais que cursaram até o ensino superior, o porcentual cai para 1,8%.
O estado do Rio Grande do Norte atingiu a marca de 1 mil assassinatos em 2018 neste sábado, 23. O milésimo assassinato foi registrado após a morte do policial civil aposentado José Renildo de Morais, de 54 anos. Morais reagiu a um assalto na zona Norte e acabou baleado – ele foi o 16º policial potiguar morto em 2018.
De acordo com o Observatório da Violência no RN (Obvio), ao chegar a 1 mil mortes em 23 de junho de 2018, o Rio Grande do Norte sentiu a redução de 14,5% em relação ao mesmo período no ano passado.
Das mil pessoas assassinadas, 44 foram vítimas de latrocínio (33% a mais do que no ano passado, quando foram registrados 33 mortes nesta categoria de crime). Ainda segundo o Obvio, 916 das mortes foram causadas por armas de fogo.
Neymar o grande ídolo do fotebol brasileiro. Que ele continue sendo ele mesmo e não der ouvido as críticas dos brasileiros q não amam o brasil e tem inveja das pessoas capaz e de bem. Você faz a diferença grande Neymar
Após um sábado de muita emoção com a vitória de virada da Alemanha sobre a a Suécia, por 2 a1, a Copa do Mundo da Rússia segue a todo vapor neste domingo (24), com destaque para a participação da seleção da Inglaterra.
Enquanto o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luiz Fux, diz que eleições influenciadas por fake news podem ser anuladas, o papel político dos ambientes virtuais ainda é uma incógnita. Entre os inúmeros sistemas usados para distribuir boatos, o WhatsApp, em particular, é uma caixa-preta, blindando a origem e o compartilhamento dos conteúdos tanto para a Justiça como para a sua própria empresa-mãe, o Facebook. Não à toa, pelo menos dois juízes já suspenderam o serviço por tempo limitado em retaliação ao descumprimento, pelo Facebook, de decisões judiciais.
A Justiça determinara a abertura de mensagens trocadas por usuários. O problema para cumprir a ordem era simples, segundo a própria empresa: a criptografia impede a quebra de privacidade.
Diferentemente de redes sociais como Facebook, Instagram, Twitter e até a maioria dos serviços de e-mail, o WhatsApp foi construído com base em um sistema de criptografia de ponta a ponta. Ou seja, as mensagens são “inquebráveis”.
— O WhatsApp não pode ser interceptado. É impossível para a empresa ter acesso a essas informações — explica Fábio Malini, coordenador do Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).
É o que disse também Jam Koum, um dos fundadores da rede, numa das raras declarações de executivos da empresa ao comentar a derrubada do serviço por decisão judicial: “Não apenas criptografamos mensagens de ponta a ponta no WhatsApp para manter as informações das pessoas a salvo e seguras, como também não mantemos o histórico do chat nos nossos servidores. Quando você manda uma mensagem criptografada de ponta a ponta, ninguém mais pode lê-la — nem mesmo nós”, disse o executivo, em 2016.
ESPAÇO PRIVADO
Para entender esse tipo de criptografia, é possível pensar no WhatsApp como uma troca de cartas. A quebra da cifra das mensagens requer uma chave que só fica disponível para os usuários. A empresa sabe que houve uma troca de informações entre aqueles dois telefones, mas não qual foi o conteúdo dessa comunicação. É como no caso dos Correios: eles têm os registros de suas entregas, mas não sabem o conteúdo das cartas que enviaram.
A diferença para as redes sociais também tem um impacto jurídico no tratamento do WhatsApp, que é, antes de tudo, um espaço privado, assim como uma conversa telefônica. É o contrário dos perfis em redes como o Facebook e o Twitter, que são vistos como públicos, ainda que virtuais.
— O WhatsApp é tratado juridicamente de modo diferente das redes sociais, com proteções diferentes, por se tratar do direito constitucional à privacidade do cidadão — explica Diogo Rais, professor de Direito Eleitoral da Mackenzie e da FGV de São Paulo.
A briga jurídica envolvendo a rede tem diminuído. Anteriormente, não era raro ver as empresas e o Judiciário em posições antagônicas. O WhatsApp disse não ter posicionamento oficial sobre as decisões jurídicas no momento. Já o TSE, comandado por Fux, diz dialogar com empresas como o Facebook e a Google, além de agências de inteligência como a Abin para evitar a proliferação de notícias falsas na internet durante as eleições de 2018. E que só pode agir quando provocado — ou seja, ao receber uma denúncia.
As fake news, cada vez mais citadas por políticos, ministros e juízes, já existiam com outro nome na legislação brasileira: os “fatos sabidamente inverídicos”. E quem as espalha não necessariamente pode ser punido.
— A punição dos fatos sabidamente inverídicos tem mais a ver com uma questão de dolo do que de veracidade. Depende do dano causado. Se for uma injúria ou calúnia eleitoral, há apenas remoção do conteúdo — explica Diogo Rais.
Ainda que não seja o maior local de compartilhamento de fake news e boatos, o WhatsApp se diferencia das demais redes sociais pela natureza de suas conversas. Por se tratar de um espaço de conversas informais, localizadas e privadas, ele potencializa a proliferação de mensagens pautadas por sentimentos de emoção.
— Não há nenhum estudo que comprove que o WhatsApp é o principal vetor de notícias falsas. Mas os casos em que a emoção supera a razão, que geram ansiedade pelo futuro, acabam mais intensos nele. A história falsa ou distorcida é movida pelo envolvimento emocional, com frequência, com a melhor das intenções — explica Fábio Malini.
Eliminado da última Copa do Mundo após acachapante goleada por 7 a 1 para a Alemanha, o Brasil tem chances de enfrentar os algozes de 2014 já na próxima fase deste Mundial.
Os jogos do grupo da seleção brasileira serão às 15h. Os da chave alemã, às 11h, ou seja, a equipe comandada por Tite entrará em campo já sabendo o que aconteceu com os atuais campeões mundiais.
BRASIL LÍDER DO GRUPO E E ALEMANHA SEGUNDA DO GRUPO F
Se vencer a Sérvia, a seleção brasileira vai a 7 pontos e só poderá ser alcançada pela Suíça, caso esta vença a Costa Rica. Dessa forma, os europeus também iriam a 7 pontos e a definição se daria nos critérios de desempate. Hoje, o Brasil tem um gol a mais de saldo (2 a 1).
Em caso de empate, o Brasil avança em primeiro se a Suíça empatar ou perder para a Costa Rica.
Para que fiquem em segundo no Grupo F, os alemães têm de vencer a Coreia do Sul e o México não pode perder para a Suécia.
BRASIL EM SEGUNDO DO GRUPO E E ALEMANHA LÍDER DO GRUPO F
Se empatar com a Sérvia, a seleção brasileira vai a 5 pontos. Caso a Suíça vença a Costa Rica, irá a 7 e assumirá a liderança.
Outra possibilidade é que o Brasil seja derrotado pela Sérvia, desde que a Costa Rica também vença a Suíça –neste caso, a vaga entre brasileiros e suíços seria definida nos critérios de desempate.
Pelo outro grupo, é necessário que a Alemanha vença a Coreia do Sul e que a Suécia supere o México.
Assim, alemães, suecos e mexicanos ficariam com 6 pontos cada um e definiriam líder, vice-líder e eliminado nos critérios de desempate.
perdão, mas teoricamente , eliminado não ,pois era uma semi- final.
o brasil não se classificou para a final e foi para disputa da terceira colocação , na qual tb levou uma goleada da holanda .3×0
Um menino de sete anos morreu após ser atingido no pescoço por uma linha de pipa com cerol, no início da noite desta sexta-feira, 22, em Santos, no litoral do Estado de São Paulo. A linha, impregnada com cola e material cortante, produziu um corte profundo e atingiu a traqueia da criança. O garoto, Jefferson Matheus Duarte, chegou a ser levado a um pronto-socorro, mas não resistiu à gravidade do ferimento. Até a manhã deste sábado, 23, o dono da linha não havia sido identificado.
De acordo com a Polícia Civil, o garoto e alguns colegas estavam na rua Mestre Tomás, no bairro Rádio Clube, zona norte da cidade, quando viram uma pipa caindo e correram na direção do objeto. Com a queda, a linha ficou estendida sobre a rua e enroscou num carro que transitava pelo local. Puxada pelo carro, a linha esticou e atingiu o pescoço de Jefferson. Ele caiu e moradores da rua acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Ele foi levado ao Pronto-Socorro da Zona Noroeste, mas sofreu uma parada cardíaca e não se recuperou.
O corpo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) e estava sendo velado pela família na manhã deste sábado. Policiais fizeram buscas e ouviram testemunhas no local do acidente na tentativa de identificar o dono da pipa. Se identificada, a pessoa pode responder por homicídio culposo – sem intenção de matar. Uma lei municipal de 1997 proíbe a soltura de pipa com material cortante em Santos. O descumprimento sujeita o infrator à apreensão do material e multa de um salário-mínimo. A fiscalização é feita pela Guarda Municipal.
O ministro Marco Aurélio Mello disse em entrevista à emissora portuguesa RTP que a prisão de Lula é “ilegal” e “viola a Constituição”. A entrevista, dada há alguns dias, começou a ser reproduzida nas redes sociais pelos petistas depois da decisão do ministro Edson Fachin de retirar da pauta da Segunda Turma o recurso que pedia o relaxamento da prisão do petista.
Um dos ministros menos produtivos do STF, me faz pensar que ele vive noutra realidade ao ouvir e ler os votos dele, sinceramente eu torço para que ele se aposente logo pois cada ano dele na suprema corte é um prejuízo para o Brasil.
Ilegal é um ministro do supremo fazer denúncias contra o próprio judiciário em um país estrangeiro ameacando a soberania e a idoneidade do poder que ele próprio representa
Você está certo esse ministro e primo de Color e foi colocado por ele em seu governo já está trabalhando para ajudar o primo
Esse STF tem que tomar vergonha na cara e cumprir a lei que é a favor ao país não aos que têm interesse e troca de favores
Ainda bem que o processo do molusco caiu nas mãos certa, senão já estaria solto.
A prisão de Lula, de Bruno,do assassino da missionária Dorothy, ,da viúva Matsunaga, e de todos que estão em presídios federais e estaduais, todos são inocentes perante a Constituição.
Fifa sabia e abafou casos de doping na elite do futebol russo. As revelações estão sendo publicadas na noite deste sábado pelo jornal britânico The Mail on Sunday, com base em investigações realizadas pela Agência Mundial Antidoping (WADA).
De acordo com a reportagem, o Ministério do Esporte da Rússia encobriu um teste positivo de um dos jogadores inicialmente convocados para a seleção que disputa a Copa do Mundo, Ruslan Kambolov.
No total, 155 casos de doping no futebol russo teriam sido revelados. Desses, 34 casos foram investigados e teriam chegado até a Fifa. A entidade insiste que, por mais de um ano, avaliou essas informações. Mas não abriu qualquer tipo de processo. Um mês antes da Copa, a entidade ainda declarou que considerava que as informações que dispunha eram “insuficientes” para concluir se houve ou não um doping no futebol russo.
O caso mais problemático seria de Ruslan Kambolov. Em 2015, ele foi selecionado para passar por exames antidoping, enquanto jogava pelo Rubin Kazan. Seu teste deu positivo, levando o Ministério dos Esportes a procurar o chefe dos laboratórios, Grigory Rodchenkov, para pedir orientação. Rodchenkov foi quem denunciou o esquema de doping nas Olimpíadas de Sochi, em 2014, e que levou o esporte olímpico russo a ser parcialmente banido da Rio-2016.
Um dia depois, um agente do Ministério dos Esportes indica que o teste estava “salvo”, numa referência sobre a necessidade de encobrir o resultado.
O passo seguinte, seis dias depois, foi o envolvimento do FSB – o serviço de inteligência da Rússia – para trocar a amostra de urina do jogador. Naquele momento, a Rússia mantinha um estoque de dez mil amostras de urinas “limpas”, que poderiam ser trocadas por amostras de urina de atletas dopados. Os dados estão nas agendas de Rodchenkov, apontando para o envolvimento do espião Evgeny Blokhin, o mesmo que também operou nos laboratórios de Sochi.
Richard McLaren, especialista que conduziu as investigações sobre o doping russo, acredita que não existiam amostras limpas de Kambolov, o que levou as autoridades a trocarem sua urina por uma de outro atleta. A troca foi feita com um atleta do pentatlo moderno.
Complexo Médico Penal, em Pinhais, onde estão presos da Lava Jato. Foto: Geraldo Bubniak/Estadão
O Ministério Público Federal e a Polícia Federal investigam um esquema de privilégios a presos da Operação Lava Jato no Complexo Médico-Penal (CMP), em Curitiba. As suspeitas são que um seleto grupo – formado por políticos, ex-executivos e lobistas – teria acesso a aparelhos de telefone celular, internet, visitas íntimas, comida exclusiva, serviços de cozinheiro, segurança e zelador particulares. Além de usarem “laranjas” em cursos e trabalhos que servem para redução dos dias de cárcere.
Uma carta de 47 páginas, escrita à mão de dentro do complexo penal e entregue à Justiça e à força-tarefa da Lava Jato, reativou, no início deste ano, uma apuração aberta em 2016 sobre um suposto “regime especial” paralelo na ala 6 da unidade, desde a chegada “dos Lava Jato” – como este grupo é chamado pelos demais presos. Ao todo, a carta enumera 27 “fatos” – supostas ilegalidades ou infrações disciplinares – que beneficiariam o grupo.
Outros centros prisionais já apuraram casos de regalias envolvendo políticos presos. Em Brasília, uma ação da polícia no domingo passado apontou benefícios ao ex-senador Luiz Estevão, no presídio da Papuda. No início do ano, o ex-governador Sérgio Cabral foi retirado do presídio de Benfica, no Rio, por ter acesso a comidas especiais e sala de cinema, entre outros privilégios. Cabral e Estevão negam.
Antigo Manicômio Judiciário do Paraná, o Complexo Médico-Penal – batizado assim desde 1993 – é um presídio localizado em Pinhais, sem muralhas. Visto por fora, foge ao padrão visual das unidades de encarceramento do Brasil. Com capacidade para 659 presos, a unidade abriga hoje cerca de 730. “A unidade tem sérios problemas de atendimentos aos presos, em especial os que estão nas alas de medida de segurança”, explica a defensora pública Andrezza Lima de Menezes.
A unidade passou a abrigar os detentos da Lava Jato em 2015, após a carceragem da PF se tornar pequena para o crescente número de detidos nas operações. Atualmente, são 52.
A chegada dos presos de colarinho branco elevou o CMP – um dos 33 estabelecimentos penais de regime fechado no Paraná – a “ponto turístico”. Desde 2017, o complexo está na lista de seis locais de visitação do pacote que agências de viagem vendem, o “Tour Lava Jato” – que inclui visitas ainda ao prédio da Justiça Federal, onde despacha Moro, e à sede da PF, onde está preso e condenado o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Divididos em dez celas da galeria 6, atualmente 12 presos condenados pelo juiz federal Sérgio Moro estão no CMP. Entre eles, o ex-presidente da Petrobrás Aldemir Bendine, o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (MDB-RJ), o ex-deputado petista André Vargas, o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e o ex-assessor parlame
ntar do PP João Cláudio Genu – os dois últimos chegaram na quarta-feira passada, após confirmação de suas condenações em segunda instância.
Vargas é suspeito de ser o líder do grupo, com poderes de mando dentro do CMP (leia mais informações aqui).
No complexo, além “dos Lava Jato”, estão reclusos os internos que cumprem medida de segurança – os inimputáveis, ou os “louquinhos”, na gíria da cadeia -, os doentes ou em tratamento, os presos especiais – como ex-servidores, ex-policiais, agentes penitenciários, bombeiros – e os mais velhos do sistema estadual.
Ala da Lava Jato. Nos prédios em que ficam os presos inimputáveis e os doentes a situação é a mesma da maioria das unidades prisionais do País: superlotação, falta de condições adequadas de saúde e higiene e maior periculosidade. Com celas maiores, de 16 metros quadrados, elas têm oito camas de concreto no chão, mas chegam a abrigar até 14 detentos. Papel higiênico e escova de dente são itens de luxo em muitas delas e é constante a reclamação sobre ratos e baratas no ambiente.
O alojamento mais novo do CMP, à esquerda de quem entra na unidade, é onde estão os presos da Lava Jato e os presos com direito especial. Com celas de 12 metros quadrados, três camas de alvenaria, com pequenas divisórias, uma pia e um bacia turca (chamada de boi), a vida nesse ambiente é menos calamitosa.
Com 32 cubículos com capacidade para 96 presos, a ala 6 nunca fica lotada: “os Lava Jato” ficam em dois ou um por cela na galeria 6, que está acima da galeria 5 – de igual tamanho e capacidade. Em contagem recente de preso, a “ala dos Lava Jato” tinha 58 pessoas e a de baixo 121 internos. Além dos presos por ordem de Moro ficam nesse espaço “os velhinhos” – detentos com mais de 60 anos – e acusados de outros escândalos de corrupção, como os da Carne Fraca – que apurou fraudes no Ministério da Agricultura -, da Quadro Negro – de desvios em obras de escolas no Paraná.
Nessa ala, os cárceres são repletos de utensílios, caixas com documentos, TV, rádio. Segundo a denúncia, os presos ali passam o dia em conversas sobre política, banhos de sol no pátio em horários fora do padrão, partidas de dominó, xadrez, baralho e refeições especiais.
Sob sigilo. Nem os procuradores nem a PF comentam as investigações em andamento. Em 2016, um procedimento foi aberto após denúncia de uso de celular e destruição de provas pelo empreiteiro Marcelo Odebrecht. Por isso, ele teria sido transferido em fevereiro daquele ano de volta para a carceragem da PF.
Vistoria em agosto de 2016 chegou a localizar um carregador de celular na cela 602, que era ocupada entre outros pelo ex-ministro José Dirceu, mas o aparelho não foi localizado. A carta que denuncia regalias diz que presos da Lava Jato “usam celular à vontade” no complexo.
Esses ladroes do dinheiro público deveria estar em uma cela com câmeras especiais 24 hora por dia até no banheiro para ver qualquer deslizes desses meliante
Irretocável o editorial escrito por JOSIAS DE SOUZA sobre Neymar:
O gênio nasce gênio, não é ensinado. Neymar é um desses personagens cujo dom se manifesta desde a primeira mamada. Veio ao mundo com aquele raro talento que faz os craques convencionais parecerem penas-de-pau. Para ele, o drible é fácil, a classe é natural. O gol, uma rotina. É assim desde as divisões de base do Santos. Pois bem. De um gênio espera-se genialidade, não choramingos.
Uma das características do gênio genuíno é que ele jamais se deixa estragar pelo sucesso. O êxito de Neymar é tão retumbante que acostumou mal o brasileiro. O sujeito senta na arquibancada ou defronte da tevê na expectativa de que o gênio faça com os pés o que Michelangelo fazia com as mãos: arte. Quando ela não vem, a decepção é brutal e automática. A crítica, inevitável.
Normalmente tratado pela imprensa esportiva a pão-de-ló, o gênio abespinhou-se com os reparos feitos à sua má atuação nas primeiras partidas da Copa. Neymar anotou no Twitter: “Nem todos sabem o que passei pra chegar até aqui, falar até papagaio fala, agora fazer…”
O gênio ainda não se deu conta, talvez por causa do excesso de juventude. Mas jogador de futebol que reclama das críticas é como capitão de navio que se queixa da existência do mar. Uma coisa não existe sem a outra.
“O choro é de alegria, de superação, de garra”, escreveu Neymar. “Na minha vida as coisas nunca foram fáceis, não seria agora né! O sonho continua, sonho não, OBJETIVO!” Ficou entendido que a diferença entre a genialidade e a mediocridade é que a genialidade tem limites.
Gente com vida difícil existe em cada esquina. Mas só o gênio possui salário com peso de ouro, residência em Paris, mansão em Angra, carrões na garangem, avião no hangar e namorada deslumbrante. Nessas condições, o choro é dispensável e a superação é inevitável. A garra, um imperativo lógico.
O ilógico é jogar mal e não conseguir marcar um gol em 90 minutos de jogo, esticando o martírio até a prorrogação. O gênio revela-se capaz de tudo, menos de exibir os sintomas da dor de consciência.
Para Neymar, o papagaio fala porque falar é mais fácil do que fazer. Verdade. Mas um papagaio que fosse remunerado e tratado como gênio talvez ficasse com um insuportável sentimento de culpa se não pintasse uma Capela Sistina a cada partida. Por sorte, ainda há diante do gênio uma Copa por conquistar. O que leva ao título é o gol, não o choramingo.
Tenho é muito abuso desse endeusamento .
Estamos tendo oportunidade de ver muito jogador bom nessa copa, mas nenhum com esse paparicado que os brasileiros têm com Neymar.
Concordo com você Bruno.
Na hora de assinar os contratos milionários com as empresas, o Neymar não é Garoto, mas na hora cumprir com a obrigação assumida ele é um coitadinho. Tem que deixar de ser moleque e ser pra fazer o que se espera dele, até porque ele é diferenciado e todos sabemos é tem que cobrar mesmo para não fazer igual a Messi na Argentina, não GANHOU NADA.
Só gostaria de lembrar que o garoto neymar, o ser humano neymar e o jogador neymar não é um robô e sim um jogador diferencialdo com uma genialidade diferente de outros atletas pelo mundo a fora, gracas a deus ele é brasileiro, infelizmente VC vai incomodar a muita gente recaucado principalmente alguns desta imprensa tupiniquim que nós brasileiros temos.
Força garoto ramos junto no momento certo a resposta virá com os gols
A Receita Federal começa a implantar até o fim deste ano o Sinter (Sistema Nacional de Gestão de Informações Territoriais), que tem como objetivo integrar os cadastros de imóveis urbanos e rurais de todo o país. Cada propriedade terá um número único apelidado de “CPF do imóvel”.
“Esse sistema foi criado por meio de um decreto de 2016, deve centralizar as informações em um único ambiente ao integrar cadastros de imóveis que estão dispersos em todo o país”, explica o coordenador adjunto de gestão de cadastro da Receita Federal Wolney de Oliveira Cruz.
O Sinter é um projeto do Ministério da Fazenda, mas é gerido pela Receita Federal. Foi criado por meio do decreto 8.764 assinado pela então presidente Dilma Rousseff. “É uma ferramenta de gestão para elaborar políticas públicas. Um exemplo são os imóveis da União, sabendo a exata localização e as dimensões facilita para o Estado dar uma finalidade”.
Este ano a proposta está em integrar as informações dos cartórios de títulos e documentos. Na sequência, os cartórios de notas e os de registro de imóveis. “Todas as competências serão respeitadas, o código gerado não se mistura à matrícula dos imóveis e também não vai gerar mais custos ou novas obrigações.”
Para cada registro feito, os órgãos responsáveis enviarão um extrato eletrônico ao Sinter, com dados sobre localização, planta, área construída, padrão do imóvel, valor venal do IPTU, do ITBI, alvará de construção e habite-se. Cada imóvel urbano ou rural será identificado por um código que será a “identidade” dentro do sistema. Este código é o chamado CPF do imóvel.
O professor e coordenador do Grupo de Governança da Terra do Instituto de Economia da Unicamp, Bastiaan Reydon, observa que um dos principais problemas associados à questão imobiliária no Brasil está no fato de não termos um cadastro integrado. “A proposta é integrar os sistemas para que se tenha uma ideia mais clara sobre a ocupação territorial. Hoje temos muitos órgãos fazendo a mesma coisa, ‘batendo cabeça’ e esse é um esforço de integração”.
No cadastro, informações sobre a localização geoespacial precisa e as dimensões exatas facilitam a regularização dos imóveis. Com o projeto se busca uma melhor gestão dessas informações e também fomentar ações de combate à sonegação de impostos e lavagem de dinheiro. Dados unificados também devem facilitar a concessão de crédito imobiliário.
“Esse esforço da Receita em homogeneizar as informações é uma revolução, haverá um controle melhor, o que ajuda a evitar fraudes como lavagem de dinheiro, facilitará o processo com as terras devolutas e para o cidadão diminuirá a quantidade de documentos no momento da compra de um imóvel,” explica Reydon.
O Sinter não tem uma data de conclusão uma vez que apenas 20% dos municípios cobram IPTU. “Não será rápido. Só para ter uma ideia, a região metropolitana de Campinas tem apenas 30% dos imóveis regularizados, mas esse sistema é um caminho a ser seguido.”
A Fifa anunciou neste sábado que o seu Comitê Disciplinar vai investigar os gestos de Granit Xhaka e Xherdan Shaqiri nas comemorações dos gols da Suíça na vitória sobre a Sérvia por 2 a 1, na sexta-feira, pelo Grupo E da Copa do Mundo. Ambos os jogadores, que tem origem em Kosovo, fizeram referência à bandeira da Albânia após marcarem os gols suíços.
As comemorações geraram rápida polêmica, ao fim da partida. A imprensa da Suíça, da Albânia e de Kosovo repercutiram os gestos neste sábado. E sérvios se mostraram indignados com os gestos. Xhaka e Shaqiri festejaram seus gols com as duas mãos formando uma águia sobre o peito. A ave aparece na bandeira albanesa.
A Fifa não informou quando o procedimento disciplinar será finalizado. E nem estabeleceu previsão de punição. A entidade condena qualquer manifestação política em campo. A seleção da Suíça não foi denunciada no caso.
Xhaka nasceu na Basileia, mas seus pais são de Kosovo. Seu pai foi preso político da ex-Iugoslávia por três anos e meio. Em 1986, ele participou de manifestações contra o governo comunista de Belgrado, hoje capital da Sérvia. O irmão de Xhaka também é jogador de futebol e defende a seleção da Albânia.
Shaqiri é de Kosovo. A Suíça ainda conta com um terceiro kosovar, o volante Behrami, que anulou Neymar no empate por 1 a 1 com a seleção brasileira. O meio-campista Blerim Dzemaili completa o quarteto “estrangeiro”, pois é da Macedônia.
A maioria do povo kosovar é de origem albanesa. A região de Kosovo fica dentro do território da Sérvia e declarou independência em 17 de fevereiro de 2008. Os sérvios não reconhecem a independência e consideram Kosovo como parte do país.
O Bolsa Família de junho começou a ser pago nesta segunda-feira (18), atendendo 343.899 famílias no Rio Grande do Norte. O Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) vai transferir R$ 60,3 milhões, com o valor médio de R$ 175,57 por benefício.
Em todo o País, cerca de 13,7 milhões de famílias brasileiras receberão o benefício com valor total de R$ 2,4 bilhões. Neste mês, mais uma vez a fila de entrada para o programa foi zerada e 327,6 mil novas famílias foram incluídas. O programa é voltado para as famílias mais pobres do país. Os beneficiários recebem o dinheiro mensalmente e, como contrapartida, cumprem compromissos nas áreas de Saúde e Educação.
De acordo com o ministro do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame, as medidas protegem as famílias mais vulneráveis. “Isso é o resultado de um processo de melhoria de governança do programa, combatendo fraudes, retirando pessoas que recebiam indevidamente e fazendo com que os recursos do Bolsa Família cheguem nas mãos daquelas famílias que realmente necessitam de uma transferência de renda para viver com mais dignidade”, explica.
Para saber o dia em que poderá sacar, o beneficiário deve conferir o Número de Identificação Social (NIS) impresso no cartão do programa. Os que terminam com final 1 podem sacar no primeiro dia do pagamento. Os com final 2, no segundo dia e assim por diante. Os recursos ficam disponíveis para saque por um período de três meses.
O Estado não pode ser o maior empregador. Certamente por causa dessa falência na gestão por parte do Estado, os políticos de plantão, no Executivo e no Legislativo tentam se manter nesses cargos criando e alimentando o populismo estatal. Medidas que possam estimular a geração de empregos vão repercutir diretamente nessa menor intervenção, bem como irão diminuir a vulnerabilidade dos jovens em relação à violência. É um opinião. Gen Girão
Caiu na tarde deste sábado (23) em Fortaleza, na Beira Mar, uma aeronave da marca Cessna, nas proximidade do Mercado dos Peixes.
Segundo as primeiras informações colhidas pela Focus.Jor, a aeronave vinha de Camocim, região Norte do Estado. Uma pane acabou forçando o piloto a fazer uma manobra de emergência, jogando o avião no mar. Segundo as primeiras informações, nenhuma vítima mais grave.
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