Judiciário

Para juristas, revogar e retomar intervenção é inconstitucional

O presidente Michel Temer não pode simplesmente suspender a intervenção federal na segurança pública no Estado do Rio apenas para votar a reforma da Previdência, avaliou o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Velloso. A medida pode gerar uma enxurrada de ações no STF, advertem juristas ouvidos pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado. No limite, o presidente Temer poderia incorrer em crime de responsabilidade.

“Acho que isto não é hipótese constitucional (a suspensão do decreto para ser votada uma emenda constitucional). Ou cessam os motivos da intervenção ou ela continua. A intervenção se faz em benefício de quem? É da sociedade”, afirmou Velloso. “Isso não seria admissível, do ponto de vista do Direito Constitucional puro. Se daqui a um mês, dois meses, achar que precisa realmente votar, e se entender que cessaram os motivos que levaram ao decreto, aí sim. Mas é preciso que se verifique a cessão dos motivos. Intervenção é algo muito sério, uma grave enfermidade no sistema federativo.”

Velloso lembra que, ao contrário da edição do decreto de intervenção, que precisa ser votado pelo Congresso, a sua suspensão antes de terminado o prazo estabelecido no próprio texto (31 de dezembro) depende apenas de uma declaração do presidente. O ato, no entanto, pode ser contestado por atores capacitados para propor uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI), como partidos políticos, o procurador-geral da República (PGR) e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

“É possível sim (a contestação). A corte constitucional, como guardiã da Constituição, desde que haja uma violação a preceitos, pode ser chamada a decidir”, disse ele. “Claro que vai agir com a maior prudência, porque haveria, no caso, uma questão de interferência de um poder em outro. Mas, provocada, teria de decidir.”

 

Estadão

Opinião dos leitores

  1. Intervenção Militar depous da Tuiuti lavar a alma da Nação, me lembra de 68, com o golpe militar depois do festival da canção, em que a Globo manipulou o resultado da mesma forma que fez no sambódromo, derrotando Geraldo Vandré com a mais bela canção.

  2. Intervenção já no pais todo! "La vem os santos a dos diretos tomarem as dores! Dender os inocentes e cidadães de bem ninguém compra a briga".

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Cidades

FOTOS: Rua Mipibu amanhece toda alagada

Rua Mipibu toda alagada, resultado das chuvas durante a noite desta sexta, 16, e madrugada deste sábado, 17.

 

Fotos:Cedidas

Opinião dos leitores

  1. A prefeitura deve ter raiva dos moradores desta rua. Moro em Natal há mais de 40 anos, e este problema ainda não foi resolvido. Que povo incompetente. Tanto os moradores que não fazem nada, e a prefeitura que não resolve o problema..

  2. A prefeitura deve ter raiva dos moradores desta rua. Moro em Natal há mais de 40 anos, e este problema ainda não foi resolvido. Que povo incompetente. Tanto os moradores que não fazem nada, e a prefeitura que não resolve o problema.

  3. A drenagem é o único serviço de saneamento que não gera receita ao poder público ao contrário do saneamento de esgoto. Por isso, o desinteresse em eleger esse e outros problemas de nossa capital como prioridade.

  4. Os moradores que paguem em dia o IPTU E NÃO ATRASE, a eles restam os deveres, direitos só quem tem é a prefeitura. Essa imagem se repete sempre que chove, questão negligenciada da prefeitura a muito tempo. Continuem dando as costas, nenhum vereador vê isso assim como todo prefeito eleito. Mas vão lá pedir voto antes das eleições.

  5. Qual a novidade? Isso acontece a décadas .
    Várias autoridades foram procuradas e nada é feito. O IPTU ali é bem caro e os moradores recebem essa dor de cabeça como agradecimento a cada chuva.
    Foram inaugurados 2 novos edifícios e o problema aumentou, não foi feito serviço de drenagem nem esgoto, mesmo com aumento significativo das residências

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Diversos

Horário de verão termina neste fim de semana

O horário de verão, em vigor desde outubro do ano passado, acaba na primeira hora deste domingo (18). À meia-noite entre sábado e domingo, os moradores de 10 estados e do Distrito Federal devem atrasar o relógio em uma hora.

O ajuste vale para as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal).

Com isso, o horário no leste do Amazonas e nos estados de Roraima e Rondônia fica 1 hora “atrasado” em relação a Brasília, enquanto oeste do Amazonas e Acre ficam 2 horas atrás.

 

G1

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Jornalismo

Ex-cafetina de Luxo e pivô do escândalo que derrubou ministro em Brasília flagrada roubando rabada congelada em bar

A poderosa ex-cafetina do Mensalão Jeany Mary Corner, guardiã de alguns dos segredos mais bem guardados da República, foi flagrada furtando rabada congelada em um bar da 313 Sul, em Brasília. O dono não registrou ocorrência. Pivô do escândalo que derrubou o ex-ministro Antonio Palocci, Jeany Mary fornecia prostitutas para autoridades, durante o governo Lula (PT), cobrando até R$10 mil por programa.

Em 2013, Jeany Mary chegou a ser presa sob a acusação de comandar uma rede de prostituição de luxo, na capital.

O bar estava cheio e Jane fingiu que ia ao toalete. Subiu a escada e desviou para a cozinha, pegou a carne congelada e pôs na bolsa.

Quando o proprietário tomou-lhe a rabada, Jeany Mary Corner ainda fez ironia: “Pensei que fosse um filé…”

CLÁUDIO HUMBERTO

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Segurança

BASTIDORES DA INTERVENÇÃO DO RIO: Governador foi persuadido e Rodrigo Maia comunicado

Michel Temer, Rodrigo Maia e Luiz Fernando Pezão durante cerimônia de assinatura do decreto de Intervenção Federal na Segurança Pública do Rio de Janeiro. Foto: Givaldo Barbosa / Agência O Globo

POR O GLOBO

Publicamente, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), declarou todo o apoio à intervenção federal na segurança do Rio. Reservadamente, no entanto, está irritado por não ter participado da decisão. Foi-lhe oferecido um prato pronto. A ideia começou a ganhar forma na terça-feira de carnaval, quando o presidente Michel Temer viu, pela TV, imagens de bandidos aterrorizando as ruas cariocas durante a festa, que é vitrine do país para o mundo. Além disso, ele recebeu de conselheiros descrições da grave situação da capital fluminense. Um dos relatos foi feito pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco. Uma entrevista do governador Luiz Fernando Pezão, em que admitiu que a situação estava fora de controle, também impressionou e acelerou as movimentações.

Temer somou a crise aguda dos dias de folia aos problemas crônicos da segurança do Rio e começou a gerar o plano de oferecer ajuda contundente ao governo fluminense. Pezão vinha conversando com interlocutores do presidente para solicitar uma ação ampla da Garantia da Lei e da Ordem (GLO) e mais dinheiro federal para as forças do estado. Pensando nisso, ele recebeu os ministros da Defesa, Raul Jungmann, e Moreira Franco no Palácio Guanabara para tratar da crise. Acabou recebendo um convite para conversar pessoalmente com Temer em Brasília, o que aconteceu na noite de quinta-feira.

GOVERNADOR RESISTIU, MAS MUDOU DE IDEIA

Ao ser informado sobre o plano de intervenção, inicialmente Pezão resistiu, mas foi convencido de que não tinha alternativas para tirar o estado do caos. Em pouco tempo, percebeu que poderia ser interessante dividir com o governo federal as responsabilidades na segurança pública.

Já Rodrigo Maia, que se coloca como um representante dos interesses do Rio na esfera federal, desconfia da medida adotada. A interlocutores, o presidente da Câmara se queixa de ter sido deixado de lado na tomada da decisão. Ele afirmou a pessoas próximas que o decreto foi feito “nas coxas”. Numa dessas conversas, lembrou que o comandante do Exército, general Villas Boas, manifestou, tempos atrás, ceticismo em relação à ideia de que o problema da violência seria resolvido pelas mãos dos militares.

Quando Rodrigo Maia chegou à reunião no Palácio do Planalto, na noite de quinta-feira, a decisão já estava sacramentada, e ele manifestou seu descontentamento.

— Não vou ficar contra, mas também não vou opinar — desabafou o presidente da Câmara.

Diante da reação, Temer chegou a dizer que iria suspender a intervenção. Nesse momento, Pezão fez um apelo:

— Rodrigo, não dá mais, o Rio está em situação de calamidade na segurança pública, não temos saída e não podemos adiar nem mais um dia!

Sem muito o que fazer, restará a Maia tirar proveito da situação, sacando da manga a agenda de segurança com a qual vinha flertando desde o ano passado e que tem forte apelo com a população. Antes mesmo de seguir para o Palácio do Planalto para participar da cerimônia de assinatura do decreto, no fim da manhã de ontem, ele telefonou para Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), para retomar o anteprojeto de lei em que trabalham em conjunto para endurecer o combate ao tráfico de armas.

Em café da manhã com jornalistas, também na manhã de ontem, Maia afirmou que a intervenção é um “salto triplo sem rede”, que não se pode errar. Em outro momento, disse que todos os governantes do Rio fracassaram no combate à violência. Brincou que sua pauta para a Câmara fora “atropelada pela locomotiva” do governo com essa medida. Nos bastidores, ele e alguns aliados ponderaram com Temer o risco de levar o problema da violência fluminense para dentro do Palácio do Planalto, mas pesou a gravidade do tema e o fato de ser uma pauta popular.

A oposição acusa o governo federal de ter assinado o decreto com o objetivo de encobrir a falta de votos para a aprovação da reforma da Previdência. O líder do PT na Câmara, deputado Paulo Pimenta (RS), disse que as bancadas do partido na Câmara e no Senado votarão contra a intervenção.

 

Opinião dos leitores

  1. Ou foi quando viu o Vampirão na avenida e percebeu que não o reconheceram ainda, o rebaixando. Pois ele é na verdade o Dart Vader de Star War

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Jornalismo

‘Governo enterra a reforma da Previdência com saída pitoresca no RIO’, diz economista

Por FOLHAPRESS

O mercado recebeu mais um adiamento da votação da reforma da Previdência como uma não notícia. Como ninguém mais, entre analistas e investidores, esperava que mudanças na regra de aposentadoria fossem votadas neste ano, o efeito disso sobre os preços de ativos como a bolsa e o câmbio e sobre a economia de modo geral é nenhum, dizem especialistas.

“O governo mata dois coelhos com uma cajadada só: ajuda a enterrar a reforma com essa saída pitoresca e tenta se agarrar à bandeira da segurança em ano eleitoral”, diz o economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale.

O imbróglio desta vez envolve a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro. Anunciada na sexta (16), ela ameaça, segundo especialistas, a votação da Previdência, pois a própria Constituição veda mudanças em seu texto na vigência de intervenção federal, de estado de defesa ou de sítio.

Também na sexta (16), o presidente Michel Temer chegou a dizer que poderia “fazer cessar a intervenção” para votar a reforma –em princípio, algo que era previsto pelo governo para fevereiro.

“Temer insiste em que vai levar a reforma adiante porque não tem alternativa e ainda nutre a ilusão de que um milagre possa restituir a sua popularidade, com a população o reelegendo caso se candidate”, diz Affonso Celso Pastore, ex-presidente do Banco Central e hoje à frente da consultoria AC Pastore & Associados.

Pastore refuta o que chama de “teoria conspiratória” –o uso deliberado da intervenção no Rio como cortina de fumaça para não levar a reforma a ser apreciada pelo Congresso–, embora reconheça que “a grande maioria das pessoas razoavelmente bem informadas atribuía à aprovação da reforma ainda em 2018 uma probabilidade próxima de zero”.

Para Pastore, o adiamento da votação não deve trazer agitação ou volatilidade aos mercados maior do que a vista recentemente, em razão de turbulências externas.

Vale, da MB Associados, também avalia que ninguém mais tinha em conta a aprovação da reforma agora. “A intervenção só enterra algo que não tinha viabilidade desde a crise de maio do ano passado. A votação fica para 2019 e o mercado já aceita isso desde dezembro”, diz ele.

AGENDA POPULAR
Carlos Melo, analista político e professor do Insper, também não acredita que o governo tenha usado a questão da segurança no Rio de Janeiro como um estratagema para não votar a reforma da Previdência. Segundo ele, a possibilidade de votar a mudança da regra já estava enterrada e o próprio governo chegou a considerar a apreciação após as eleições.

Dado esse cenário, diz Melo, Michel Temer decidiu assumir nova agenda com apelo popular. Para um governo enredado em inúmeros problemas, inclusive a questão da corrupção, diz Melo, substituir a agenda da reforma pela agenda da segurança pública torna-se interessante.

“Troca-se uma agenda impopular por uma popular , o que não significa que o governo esteja fazendo a melhor escolha para resolver o transtorno”, diz Melo, ao ressaltar que a segurança pública do Rio é um problema real, agravado pelo colapso fiscal da União e do Estado.

Na mesma linha, o economista Raul Velloso, diz que a situação da segurança no Rio vem se deteriorando forte e seguidamente há muito tempo, e não há como não atribuir parte desse problema à crise financeira estadual.

“O Rio foi o Estado mais fortemente atingido, o governo deixou o Estado muito tempo entregue às feras, e mesmo esse plano de recuperação, que foi aprovado sem o apoio da Fazenda , vem sendo implementado a passo de cágado”, diz Velloso.

Otimista, Velloso não descarta chances de a nova regra da Previdência ir à votação. “Sempre há a esperança de o [presidente da Câmara] Rodrigo Maia encontrar caminhos para viabilizar uma votação com chances razoáveis de aprovar a reforma. Ainda que muito provavelmente a maioria não espere mais isso.

Opinião dos leitores

    1. Perfeito. Rio de Janeiro, 40 mortes violentas a cada 100 mil habitantes. Natal e Fortaleza beira 90 mortes a cada 100 mil habitantes.

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Jornalismo

Prefeitura de Natal mobiliza secretarias e cria comissões para medidas de prevenção e acompanhamento das chuvas

Secretários e técnicos da Prefeitura do Natal se reuniram na tarde desta sexta-feira (16) para debater problemas relativos às chuvas e estabelecer medidas preventivas diante da possibilidade de riscos em função das chuvas previstas por institutos meteorológicos nos próximos dias na capital potiguar. Até o início da noite de sexta, não havia sido registrada nenhuma ocorrência grave.
 
A reunião foi presidida pelo secretário municipal de Governo, Homero Grec, que por determinação do prefeito Carlos Eduardo articulou as secretarias para acompanhar a situação das chuvas neste fim de semana. Neste primeiro momento, comissões foram formadas para definição de logísticas estruturais e  articulação social, a fim de que sejam acionadas, se houver necessidade. “Esta é uma reunião importante para definir estratégias. Porém, nossa expectativa é de que o volume de chuvas seja baixo. O objetivo é deixar a prefeitura em estado de alerta e pronta para atender à população, se preciso”, explicou o secretário Homero Grec, que agendou uma nova reunião de avaliação para segunda-feira (19).
 
O titular da Secretaria Municipal de Obras, Tomaz Neto, foi designado pelo prefeito Carlos Eduardo para coordenar os trabalhos do grupo durante o período de alerta. “Cada comissão formada tem uma função e vamos estar atentos para acompanhar tudo de perto”, disse.
 
Foram discutidos assuntos como monitoramento das lagoas de captação e um plano preventivo contra chuvas, tendo como maiores objetivos a redução de riscos de acidentes e a prestação de assistência à população. “Estamos acompanhando os boletins meteorológicos dos órgãos oficiais, além do monitoramento dos 8  pluviômetros espalhados na cidade”, destacou o secretário de Segurança e Defesa Social, João Paulo Mendes.
 
A Defesa Civil ainda informou que dobrou o nível de alerta das equipes que estão de plantão 24h. As equipes da DC podem ser acionadas pelo telefone 190.  Da mesma forma, a STTU está em alerta para qualquer ocorrência no trânsito. Para ocorrências nesta área, a população pode entrar em contato através do telefone 156.
 
Participaram da reunião o secretário de Governo, Homero Grec, o titular da Semdes, João Paulo Mendes; o secretário da Semov, Tomaz Neto; Carlson Gomes, titular da Seharpe; Claudio Porpino, da Urbana; Jonny Costa, da Semsur; Justiva Iva, da Secretaria de Educação; Elequicina Santos, da STTU; Aparecida França, da Arsban; Saudade Azevedo, secretária de Saúde; Heverton Freitas, da Secretaria de Comunicação Social; além de representantes da Semtas, da Semurb e da Guarda Municipal.

Opinião dos leitores

  1. Parabéns ao Prefeito que depois de Mais de 12 anos de pura incompetência, agora que percebeu que a chuva existia.

    É brincadeira……………

    COmo se a chuva tivesse sido criada a 1 semana, ninguem quer resolver o problema, kd o Governador com natal 100% saneada, resolveu o que???

    Ligou os esgotos e a rede de agua da chuva continua do mesmo jeito, ou seja, jogar dinheiro no mato

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Economia

Refinaria de Guamaré supera recorde de vendas de querosene de aviação no RN e no Ceará

A Petrobras inicia o ano de 2018 superando recorde de vendas de Querosene de Aviação (QAV) no mercado potiguar e cearense. Em janeiro, a Refinaria de Guamaré vendeu 19.377,16 m³ do produto. O resultado positivo foi devido à consolidação da entrada do produto no mercado do Ceará.

Em 2017, Refinaria Industrial de Guamaré bateu três recordes de produção e venda de querosene de aviação. O último recorde foi em dezembro com venda de 19.244,11 m³. O resultado foi possível a partir da implantação do Programa de Produção de Médios e Gasolina (Promega), que visa aumentar a eficiência operacional e rentabilidade do parque de refino. Os números reafirmam o compromisso do Ativo Industrial de Guamaré no novo modelo de gestão da Petrobras, para a sustentabilidade do negócio e para o atendimento do mercado, dando continuidade aos bons resultados anteriores.

O querosene de aviação produzido na unidade é vendido para o aeroporto localizado em São Gonçalo do Amarante e para base aérea de Natal. Ele também abastece os aeroportos de Fortaleza e Juazeiro, no Ceará. O produto da Petrobras segue critérios internacionais e é reconhecido pela ANP como um dos melhores do mundo.

Opinião dos leitores

  1. Absurdo!!!
    Passagem aqui é caríssima é ainda se orgulha de vender esse querosene? Ridículo.
    Sem falar no alto preço da gasolina.
    Esse Estado arrecada é só ferra a população e as indústrias que fogem daqui assim como AMBEV

  2. De que adianta produzirmos querosene de aviação em nosso Estado, se continuamos pagando uma das tarifas aéreas mais caras do pais?

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Segurança

‘Não houve nenhuma explosão de violência no Rio durante carnaval’, diz especialista

A diretora-presidente do Instituto de Segurança do Rio (ISP), Joana Monteiro, afirmou que os dados de segurança do Rio de Janeiro divulgados pelo órgão mostram que não houve uma onda de violência atípica neste carnaval, apesar de críticas à Secretaria que motivaram a intervenção federal no Estado. Foram registradas 5.865 ocorrências policiais no total no Rio, entre os dias 9 e 14 de fevereiro, enquanto no carnaval do ano passado (quando a Polícia Civil ainda estava em greve), foram 5.773. Em 2016, 9.016 ocorrências foram registradas e, em 2015, computaram-se no total 9.062.

Segundo Joana, em entrevista ao Estado, os dados ainda são parciais porque há registros que são feitos dias após a ocorrência do crime, mas que “dadas as devidas proporções já indica que não foi um carnaval fora dos padrões”.

“Esses números são parciais, mas é difícil acreditar que vai dobrar ainda para chegar a 2016. A comparação com 2017 não é direta porque teve uma greve da Polícia Civil, então estão mais baixos, por isso, achamos melhor comparar com os últimos três carnavais”, disse. “Foi um carnaval muito parecido com o dos outros anos. Estou segura em dizer que não houve nenhuma explosão de violência neste ano”, completou.

A economista negou também que a questão do sub-registro, quando muitas pessoas deixam de registrar o crime de que foram vítimas, possa ter interferido nas estatísticas.

“O argumento do sub-registro sempre vai existir. O que se tem que pensar é se aconteceu alguma coisa agora que pode ter aumentado o sub-registro. Em 2017, concretamente, estava acontecendo uma greve, então temos fortes de indicativos de que os números de 2017 estão bem abaixo do que deveria ser. Mas este ano não temos nenhum indicativo de que as delegacias não estavam funcionando direito e de que por isso os números estariam abaixo do normal”, disse.

A diretora do instituto também explicou que a Secretaria de Segurança achou conveniente divulgar os números parciais porque “a narrativa no carnaval foi muito forte, como uma coisa totalmente fora do padrão”. Para ela, o Rio vive duas narrativas na segurança, os indicadores objetivos e a sensação de segurança.

“Houve a vinculação de vários vídeos, imagens muito violentas, então a sensação de segurança de segurança de todo mundo vai para o espaço. É claro que importa, mas os dados são os nossos melhores parâmetros para ver o que acontece de fato. Não é um retrato fiel de tudo o que aconteceu no Rio, mas é o que as pessoas registraram e um parâmetro mais objetivo do que a gente está vivendo”, disse.

Para ela, o que mais chamou atenção foram os números de furtos a transeuntes que diminuíram muito neste ano em relação aos Carnavais anteriores (584 em 2018, 613 em 2017, 1.704 em 2016 e 2.144 em 2015). “Está muito abaixo do normal”, afirmou.

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Cortina de fumaça. Só um acéfalo não percebeu. Triste do pais que declara guerra contra o próprio povo, essa certamente não é a solução. Em meados de abril veremos se houve algum avança na segurança, duvido. Pelo menos servirá para calar de vez os energúmenos que defedem intervenção militar no país.

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Política

Criança de 2 anos morre após ser esquecida dentro de carro em MG

Uma criança de dois anos morreu após ser esquecida pelo pai dentro do carro, em Janaúba, Minas Gerais, na última quinta-feira, 15.

Segundo o pai da menina, por volta de meio-dia, ele saiu de casa para levar a filha à escola, quando parou em frente ao seu estabelecimento comercial. Ao estacionar o veículo, seu telefone tocou e ele desceu e atendeu a ligação, entrando na loja e permanecendo lá. Quando se lembrou da sua filha, ele correu totalmente desesperado para o veículo, onde já se deparou com a criança inconsciente.

Com a ajuda de uma testemunha, depois de observar que a menina ainda apresentava sinal de pulsação, ele se dirigiu imediatamente para o Hospital Fundajan, onde foi feita tentativa de reanimação.

A criança foi imediatamente atendida pela médica de plantão, que tentou reanimá-la, porém foi constatado o óbito.

Na noite de quinta-feira, a Polícia Militar compareceu ao Hospital Fundajan, onde o diretor da unidade relatou que, por volta das 15h20, um homem chegou totalmente desesperado, trazendo sua filha, de 2 anos, nos braços, inconsciente e com o mínimo de sinais vitais.

ESTADÃO CONTEÚDO

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Jornalismo

Justiça americana indicia 13 russos por interferência na eleição de Trump

POR ESTADÃO CONTEÚDO

Treze cidadãos russos foram indiciados nesta sexta-feira, dia 16, sob a acusação de conspirar para interferir na eleição presidencial americana de 2016 com o objetivo de minar o sistema político dos Estados Unidos e favorecer a candidatura de Donald Trump, em detrimento da de Hillary Clinton. As atividades foram além da disseminação de informações falsas na internet e abrangeram a organização de manifestações, o recrutamento de ativistas e o envio de releases a veículos de imprensa.

As atividades detalhadas na acusação colocam em xeque a alegação de Trump de que a intervenção da Rússia nas eleições de 2016 é uma invenção dos democratas para justificar a derrota de Hillary. As informações que a sustentam foram obtidas em investigação do FBI, que monitorou comunicações entre os 13 russos indiciados.

Em um documento de 37 páginas, o procurador especial Robert Mueller descreve uma operação que começou em 2014 e chegou a empregar mais de 80 pessoas na Rússia em meados de 2016. Segundo a acusação, o financiamento das atividades veio da empresa Concord Management & Consulting, que tem vários contratos com o governo de Vladimir Putin.

A ação nos EUA integrava uma ofensiva mais ampla de interferência nos sistemas político e eleitoral de vários países, batizada de Projeto Lakhta. Em setembro de 2016, o orçamento mensal da empreitada era de US$ 1,25 milhão (R$ 4 milhões). As atividades nos EUA foram conduzidas pela Internet Research Agency, que declarou sua intenção de empreender uma “guerra de informação contra os Estados Unidos”.

A acusação não abrange nenhum cidadão americano, mas afirma que os russos conspiraram com “pessoas conhecidas” do grande júri, que aprovou o indiciamento e analisou as acusações apresentadas.

“Eles se engajaram em operações que tinham o objetivo primário de transmitir informação depreciativa sobre Hillary Clinton, prejudicar outros candidatos como Ted Cruz e Marco Rubio e apoiar Bernie Sanders e o então candidato Donald Trump”, ressaltou Mueller, fazendo referência a adversários republicanos de Trump e ao democrata que disputou a candidatura com Hillary.

Para influenciar a opinião pública, os russos criaram centenas de contas em mídias sociais com falsas identidades, com as quais se passavam por americanos. Também organizaram grupos políticos no Facebook ou no Instagram, nos quais fomentavam visões extremistas. As ações foram além do mundo virtual e abrangeram a organização de protestos a favor de Trump e contra Hillary.

Nos dias que antecederam a eleição, ainda segundo o relatório, as contas criadas pelos russos passaram a desestimular o voto de minorias – que costumam ser democratas – e incentivar a opção por terceiros candidatos, como Jill Stein, do Partido Verde.

Entre as medidas tomadas pelos russos, estavam a compra de espaço em servidores de computador com sede nos EUA, o roubo de identidade de americanos para abertura de contas bancárias e a criação de e-mail fictícios.

Entre os atos contra Hillary, a acusação menciona uma manifestação de muçulmanos a favor da candidata convocada pelos russos. Nela, um dos participantes carregava cartaz com uma frase falsamente atribuída à candidata: “Eu acho que a sharia será uma poderosa nova direção da liberdade”.

Os russos também transferiram recursos para um americano contratado para construir uma jaula grande o bastante para abrigar uma atriz travestida de Hillary.

Opinião dos leitores

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Polícia

Mulher manda matar marido para se ‘livrar’ de agressões, vai ao velório e é presa, em RO

Marido de suspeita, Flordinaldo Kister, trabalhava como mecânico (Foto: Facebook/Reprodução)

Uma mulher foi presa por ter mandado matar o marido a tiros enquanto ele dormia na própria casa, em Buritis (RO), a mais de 300 quilômetros de Porto Velho. Segundo divulgou a Polícia Civil nesta sexta-feira (16), a esposa confessou o crime logo após ser retirada do velório do marido, um mecânico da prefeitura. Em depoimento, a suspeita de 35 anos disse que decidiu matar Flordinaldo Kister porque ela e o filho foram agredidos várias vezes pela vítima.

Ao G1, o delegado responsável pelo caso, Lucas Torres, contou que uma equipe começou a investigar o crime na última quarta-feira (14). Com o auxílio de algumas imagens de câmeras de segurança próximo à residência, os agentes observaram que apenas a esposa e o enteado da vítima, de 18 anos, tiveram acesso no local do crime, fato que levou a buscarem a mulher e o filho no velório do mecânico.

“Nós buscamos ela no velório da vítima. Levamos para a delegacia, apresentamos algumas provas que nós tínhamos e ela começou a entrar em contradição e não conseguiu apresentar uma versão para explicar as provas da polícia, que indicavam a participação dela. E aí ela acabou por confessar e disse que havia contratado uma pessoa pelo valor de R$ 6 mil para assassinar o marido”, relata o delegado.

De acordo com o delegado, a suspeita revelou que planejou o crime, pois o matrimônio dela era bastante turbulento, sendo que o marido a agredia constatemente.

“O marido tinha dito anteriormente que ela só ia ter paz no dia que ela matasse ele ou quando ele matasse ela. E então ela acabou ficando com medo, conheceu esse executor, o qual disse que ajudaria ela a se livrar desse problema. Em determinado dia, ela então o prometeu uma quantia em dinheiro e ele ficou de matar o marido dela, assim como fez”, explica Lucas Torres.

O filho da infratora, que é enteado da vítima, também foi preso e a Polícia Civil investiga se esse possui participação no crime, pois a mãe dele disse que a vítima batia constantemente no filho.

“Temos a suspeita de que o enteado da vítima conhecia o plano da mãe, pois as câmeras mostram ele entrando na residência mais de uma vez depois que a vítima já estava em óbito. Eles levaram muito tempo para acionar a PM e, provavelmente, ele tinha conhecimento do plano e estava auxiliando a mãe conforme o planejado. Como ele apanhava, possuía motivos em tese para o crime”, comenta Lucas.

Segundo a Polícia Civil, a mãe e o filho foram presos em flagrante e foram encaminhados para o Centro de Ressocialização Jonas Ferreti, em Buritis.

Os dois aguardam pelo término do inquérito presos, mas podem ser soltos pela Justiça após a audiência de custódia. A Polícia Civil realiza buscas para capturar o executor do crime e caso ele não seja encontrado, um mandado de prisão deve ser pedido no judiciário.

G1

Opinião dos leitores

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Política

Para petistas, intervenção serve para ‘contornar dificuldades políticas de Temer’

A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, e os líderes das bancadas do partido na Câmara e no Senado, Paulo Pimenta e Lindbergh Farias, divulgaram uma nota no início da noite desta sexta-feira, 16, na qual dizem que a intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro atende mais à sobrevivência política do governo Michel Temer do que aos interesses da população.

Segundo o PT, a intervenção foi decretada antes que o governo tivesse esgotado todas as alternativas para resolver a situação e isso representa um “passo perigoso” para a democracia.

Na nota, o partido toma o cuidado de admitir que o quadro de violência no Rio é grave, elenca realizações dos governos petistas na área de segurança como a criação da Força Nacional de Segurança Pública, o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) e o fortalecimento da Polícia Federal e cita ações que o governo Temer poderia ter tomado antes de determinar a intervenção, como a elaboração de um plano nacional de segurança.

De acordo com o PT, o próprio general interventor, Braga Neto, disse à imprensa que a situação do Rio não é tão ruim assim e foi amplificada pela mídia. Para o partido, a medida é uma cortina de fumaça para encobrir o eventual fracasso de Temer na reforma da Previdência e o fato de o presidente ter dito que pode suspender a intervenção caso consiga votos suficientes para aprovar a reforma é um desrespeito à Constituição.

O Partido dos Trabalhadores e as bancadas do PT da Câmara e do Senado Federal receberam com surpresa e preocupação o decreto de intervenção federal no Estado do Rio de Janeiro.

A crise da Segurança Pública é um dos mais graves problemas da população do Rio de Janeiro e de todo o Brasil, especialmente da população mais pobre, exigindo participação ativa do Governo Federal.

Os governos do PT assumiram sua responsabilidade neste tema com medidas de forte impacto, como a criação da Força Nacional de Segurança Pública e do Pronasci, o fortalecimento da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, entre outras iniciativas, como a proteção das fronteiras, com participação constitucional e adequada das Forças Armadas.

A intervenção anunciada hoje, no entanto, pode ser um perigoso passo para a consolidação e o aprofundamento de um estado de exceção no Brasil.

Este instrumento excepcionalíssimo, jamais aplicado desde a Constituição de 1988, requer o esgotamento de todas as possibilidades de enfrentamento da crise, o que claramente não ocorreu. O próprio interventor designado para assumir a segurança pública no estado, general Braga Neto, disse hoje à imprensa que há “muita” influência da mídia em torno da questão.

Desde julho de 2017, quando foi decretada a ação de Garantia da Lei e da Ordem para emprego das Forças Armadas no Rio de Janeiro (medida prorrogada em dezembro último), os governos federal e estadual não conseguiram estabelecer um Plano de Segurança Pública para o Estado, instrumento imprescindível para identificar e definir as ações a serem tomadas.

A urgência de um Plano Nacional e de um Plano Estadual para a prevenção e repressão à violência é incontornável, pois apenas por meio de tais planos se pode direcionar as ações de prevenção, inteligência e repressão, abordando, ainda, o papel dos estabelecimentos prisionais, que hoje, além de serem verdadeiras universidades do crime, fornecem mão de obra às organizações criminosas.

Não se pode afastar a relação do agravamento da crise da segurança com o enfraquecimento do estado, falido por conta de um grave ajuste fiscal, promovido pelo governo Temer e intensificado pelo governo estadual do MDB, que afeta, inclusive, verbas para pagamento de policiais e investimentos necessários para políticas de segurança mais eficientes.

A medida parece ser estabelecida para contornar dificuldades políticas do governo Temer, que enfrenta baixíssima popularidade e muitos obstáculos para aprovar a destrutiva Reforma da Previdência.

É gravíssimo o fato de o governo anunciar que pode suspender o decreto, caso tenha os votos necessários para aprovar a proposta de emenda constitucional, quando a própria Constituição Federal impede a promulgação de qualquer PEC na vigência de intervenção federal sobre um Estado. Inaceitável, sob todos os aspectos, esse novo drible à Constituição seria mais uma vergonha imposta ao país pelo governo golpista.

A direção do Partido dos Trabalhadores e suas bancadas no Congresso Nacional afirmam que o governo golpista não está realmente preocupado com a segurança da população, mas apenas com sua sobrevivência política.

O povo brasileiro, principalmente o povo mais pobre, exige e merece a participação responsável do governo federal na Segurança Pública, com programas sólidos e políticas eficazes, mas repudia ações pirotécnicas de efeitos meramente propagandísticos.

Gleisi Hoffmann, presidenta nacional do PT

Paulo Pimenta, líder do PT na Câmara dos Deputados

Lindbergh Farias, líder do PT no Senado Federal”

 

 

Estadão

Opinião dos leitores

  1. Por que o drama em se combater o tráfico de drogas no atacadp ao invés de no varejo.
    E como combater os criminosos se a produção v das fazendas de Snafores, Ministros e Deputados?

  2. Ah, os petistas. Eles são muito úteis ao Brasil.
    Não fossem eles, que se diziam "sem medo de ser feliz", jamais eu saberia que felicidade significa roubar com os pés e as mãos, como se não houvesse amanhã.
    Isso já é suficiente para que defendamos a catalogação e preservação dessa espécie, tão rara como a jabuticaba.

  3. Esse pt não tem jeito mesmo
    Só sabe falar mal de tudo e todos só os petistas são bons e olha a desgraça que fizeram com o Brasil
    Tem que prender esses ladroes

  4. Balela, Esconder o que?? se com a intervenção eles não poderão votar a reforma da previdência??

    Eles tem é medo dos militares, não podem ouvir a palavra "milico" kkkk

  5. Se o PT está contra é porque é bom e vai dá tudo certo. Como é que pode? Uma situação caótica dessas no Rio de Janeiro onde quem sai de casa não sabe se volta, e ainda vem esses carniceiros falar uma bobagem dessas.

    1. Amigo a imagem do exercito já é queimada por nascenca. Não resolvem nada, não fazem nada, alias eu não sei pra que serve exercito, marinha e Aeronáutica no Brasil.

      Todos os dias acordo e vejo a Aeronautica sobrevoando o conjunto de Emus gastando gasolina, espaco, e acabou.

      Pq esse povo não esta nas fronteiras, sobrevoando?

      O combate ao trafico nunca sera resolvido com esse controle finalístico, querem resolver depois que a droga entra, so resolve se intensificar as fronteiras.

      Depois que entra já era….

      Todo cidadão sabe onde tem uma boca de fumo, todas as cidades tem traficantes isso a nível de Brasil somente a policia não consegue vê e se vê recebem o deles e vão embora.

      Tudo isto, é fruto o Desgoverno do PT que transforou o Brasil numa boca de FUmoooooooooooooooooo

  6. Se existe algo que me irrita é esse discurso dos petistas, sempre defendendo os pobres, esse discurso é o mesmo de maduro na Venezuela. Já viram o qui está acontecendo lá?

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Religião

Papa se reunirá com jovens às vésperas da Páscoa

Cerca de 300 jovens chegarão ao Vaticano entre os dias 19 e 24 de março para o “Sínodo para os Jovens”, evento que discutirá temas como estudos, fé e imigração. O encontro antecipa o “Sínodo dos Bispos”, que ocorre em outubro. Ambos visam a debater temas que ajudem a formular e criar novas diretrizes para a Igreja Católica como um todo.

O encontro contará com a participação de jovens e adultos entre 16 e 29 anos de idade de diversos países do mundo, independentemente de sua crença. Pessoas que têm uma condição de vida mais difícil, como presidiários, também poderão se inscrever.

A reunião acontece uma semana antes do “Domingo de Ramos” – festa que celebra a chegada de Jesus Cristo a Jerusalém e que antecede a Semana da Páscoa.

Além do encontro, em 25 de março, no “Domingo de Ramos”, o Pontífice celebrará a Procissão e Missa de Ramos, na Basílica de São Pedro, às 10 horas.

Já no dia 29, na “Quinta-Feira Santa” – que antecede a celebração da crucificação de Cristo -, acontece, às 9h30, a Missa do Crisma, também na Basílica de São Pedro.

Para a “Sexta-feira Santa”, em 30 de março, o líder católico fará a Celebração da Paixão do Senhor, também na Basílica de São Pedro. No mesmo dia, haverá ainda uma Via Sacra no Coliseu, às 17h.

O “Sábado de Aleluia” – dia em que os cristãos se preparam para as comemorações da Páscoa – será marcado pela Vigília Pascal, na Basilica de São Pedro.

Por sua vez, o “Domingo de Páscoa” será comemorado com uma missa às 10h e a mensagem “Urbi et Orbi”, na sacada da basílica.

 

JB

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Esporte

Muricy defende Neymar: “Não acho mimado. Cara profissional para caramba”

Neymar sai cabisbaixo de Real Madrid x Paris Saint-Germain (Foto: REUTERS/Sergio Perez)

Após o comentarista Casagrande analisar o comportamento de Neymar, considerando que o atacante é “mimado” e que precisa adotar uma postura mais coletiva em campo, o camisa 10 da Seleção e do Paris Saint-Germain também foi tema de debate no “Troca de Passes”. Convidado do programa do SporTV, Muricy Ramalho, que treinou Neymar no Santos, manifestou uma opinião diferente, considerando o jogador como muito “profissional”.

– A única coisa que eu concordo com o Casão é em relação ao cartão (amarelo). Ele realmente está tomando cartões seguidos, e em uma Copa do Mundo é perigoso. A gente não pode ficar sem o Neymar, porque ele é o diferente do time. Concordo com o Casa que tem que ter um time coletivo, mas sempre quem decide é o cara que faz a diferença, que é ele (Neymar), Messi, (Cristiano) Ronaldo. Agora, nós estamos dando muita importância a essas coisas, eu não acho ele mimado, acho um cara profissional para caramba, é um cara diferente no que diz respeito a profissionalismo, ou seja, temos que dar muita atenção mais a isso. Hoje, ele é o melhor teste físico de qualquer time que ele vai – afirmou o ex-treinador.

Muricy afirmou que o atacante tem uma equipe particular para garantir a sua boa forma física, que o prepara “para ser o melhor jogador do mundo”. Patamar que o ex-treinador acredita que Neymar irá conseguir alcançar.

– Às vezes, as pessoas confundem. Ele não faz isso (treinamento físico especial) no PSG, ele faz na casa dele, por conta del. Porque na Europa a pré-temporada é muito forte, mas depois durante a temporada se treina pouco. No Barcelona, por exemplo, se treinava pouco, e ele tinha uma academia na casa dele, como tem agora, também, em Paris, e tem a comissão técnica dele. Tem preparador físico, Ricardo Rosa, tem fisioterapeuta, Tem uma equipe que está preparando ele para ser o melhor do mundo. E vai ser o melhor do mundo. Ele leva muito a sério isso. É que as pessoas dão muita importância a outras coisas, que é normal – disse.

Muricy afirmou que o jogador sempre teve um comportamento correto no período em que conviveram no Santos.

– Eu também fui garoto. Tem direito (a comemorar aniversário, a namorar). Ele nunca chegou atrasado. Não fica fora de treinamento de jeito nenhum, nem de pós-jogo. Nunca pediu (folga). Não tem essa. Sempre igual aos outros. Temos que ver também o lado positivo do cara. Uma coisa que ele tem que tomar cuidado é a questão dos cartões. Está exagerado. Mas as outras coisas estamos exagerando um pouquinho – afirmou.

– Para mim, o que interessa é ele estar no treinamento e na hora do jogo ele jogar o que ele está jogando. Está dando assistência, está correndo muito, está marcando, Fez isso no Barcelona e está fazendo agora também. A gente está muito preocupado com o Neymar com as outras coisas – acrescentou Muricy.

Campeão da Libertadores com o jogador no Santos em 2011, Muricy Ramalho afirmou que o atacante errou ao esticar a mão para levantar um adversário (Traoré, do Rennes) e depois retirá-la. E que precisa ter alguém a seu lado “para falar não” em determinados momentos.

– Acho que ele fez por brincadeira mesmo, porque ele não tem essa maldade. Mas o Neymar precisa ser cobrado. E ele gosta de ser cobrado. Os grandes jogadores gostam que alguém fale não para eles. Acho que tem que ter alguém perto dele para falar mais não para ele. Isso é importante.

Um dos apresentadores do “Troca de Passes”, Roger Flores elogiou a coerência dos comentários de Casagrande, mas considerou que há um certo exagero da mídia em relação às críticas a Neymar.

– O Neymar joga muito, não fez um grande jogo contra o Real Madrid. Precisa aparar algumas arestas. Principalmente essa dos cartões amarelos. É um jogador importante para a Copa do Mundo, que é de tiro curto. Mas acho também que a gente exagera um pouco. O Neymar também ter que saber administrar isso. Pelo tamanho que ele criou. Ele chegou a um tamanho em que todo mundo vai falar dele.

 

 

GE

Opinião dos leitores

  1. O Que é isso Muricy….todo mundo tá vendo a mimaçao desse jogador….reclama demais..cai demais.

  2. Neymar é mimado, irresponsavel,concordo com Casão
    Lembre-se que disse Rene Simoes… cuidado podemos esta criando um monstro

    Ionaldo

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Política

Decreto de Temer é questionado no STF

Jorge William

Já chegou ao STF a primeira ação judicial questionando o decreto de intervenção no Rio de Janeiro.

O advogado Carlos Alexandre Klomfahs alega que não houve consulta ao Conselhos da República, nem da Defesa Nacional.

Os dois conselhos são órgãos consultivos de assessoramento ao presidente. O da República, por exemplo, é composto, além de Michel Temer, pelos presidentes da Câmara e Senado, de alguns líderes no Congresso e seis cidadãos brasileiros.

A relatora será a ministra Rosa Weber.

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