Policiais federais da Delegacia de Mossoró/RN, prenderam em flagrante nesta quinta-feira (1/2), no interior da agência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) daquela cidade, um comerciário, 26 anos, acusado de tentativa de estelionato.
A ação aconteceu quando o suspeito procurou a agência para solicitar o desbloqueio do benefício previdenciário em nome do seu tio-avô. Após rápida entrevista, o atendente desconfiou da autenticidade da documentação apresentada uma vez que já havia indícios de que o beneficiário pudesse ser pessoa falecida.
A PF foi então acionada e o homem conduzido até a sede da Delegacia. Em depoimento, ele confessou o crime e durante a autuação teve apreendidos dois cartões de benefício do INSS, CPF e uma cédula de identidade adulterada em nome do finado parente.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), cassou, nesta sexta-feira, 2, a decisão de um juiz federal de Pernambuco que suspendia os efeitos da MP 814/2017, que permite a privatização da Eletrobras e subsidiárias. Moraes atendeu a uma reclamação feita pela Câmara dos Deputados, apresentada em 15 de janeiro.
A Câmara dos Deputados e a Advocacia-Geral da União (AGU) recorreram ao STF para derrubar a decisão que cortava os efeitos da MP, enviada em dezembro do ano passado. No início do ano, o juiz Claudio Kitner, da Justiça Federal de Pernambuco, suspendeu liminarmente os efeitos da medida provisória, em resposta a uma ação popular ajuizada por Antônio Ricardo Accioly Campos, irmão do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, morto em 2014. Na decisão, o juiz afirmou que o governo federal não justificou o porquê de aprovar a questão por meio de MP.
“Julgo procedente o pedido, determinando a cassação da decisão liminar proferida na Ação Popular 0800056.23.2018.4.05.8300, bem como sua extinção; restabelecendo, por consequência, a plena eficácia do art. 3º, I, da Medida Provisória 814/2017. Oficie-se, com urgência, a autoridade reclamada e a Presidência da Câmara dos Deputados. Publique-se. Int.”, determinou Moraes, em decisão divulgada nesta sexta-feira.
Na reclamação, a Câmara dos Deputados destacou que a MP não significa a direta desestatização de qualquer empresa pública. “A sua vigência por si só não produz qualquer efeito concreto e imediato, tampouco configura a decisão política de alienar qualquer empresa estatal”, afirmou.
Na última quinta-feira, 1, a ministra-chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), Grace Mendonça, se encontrou com Moraes no STF para tratar do tema.
A Câmara e a AGU recorriam aos mesmos argumentos. Segundo a reclamação da AGU, a decisão do juiz, de 1º instância, usurpou a competência do Supremo, “consistente no exercício do controle abstrato de constitucionalidade de ato normativo federal”, referindo-se à derrubada dos efeitos da MP. De acordo com a AGU, a medida provisória só poderia ser questionada no STF por meio de Ação Direta de Inconstitucionalidade.
“Percebe-se que o único propósito da decisão proferida pelo juízo reclamado foi retirar a eficácia de dispositivo normativo de forma abstrata, o que revela que a ação popular foi utilizada como verdadeiro sucedâneo de ação direta de inconstitucionalidade”, completou Grace, que assinou a reclamação em que pedia que a Corte derrubasse a decisão e arquivasse a ação popular que deu a sua origem.
A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) começa nesta segunda-feira, 5, o cadastramento e matrícula dos candidatos convocados na primeira chamada do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que devem apresentar os documentos requeridos para verificação de conformidade com as exigências para ingresso na instituição. Os aprovados nos campi de Natal e Macaíba serão cadastrados entre os dias 5 e 8, na Escola de Ciências e Tecnologia (ECT) do campus central, em Natal. Para os demais campi, o cadastramento ocorre de 6 a 8 no Centro Regional de Ensino Superior (CERES) de Caicó e entre os dias 7 e 8 nos campi de Currais Novos e Santa Cruz, que recebem os aprovados nos respectivos locais.
O atendimento aos candidatos acontece das 8h às 11h30 e das 13h30 às 17h, com divisão por datas e turnos específicos para cada curso da UFRN. A coordenadora geral do cadastramento, Andressa Medeiros Albuquerque, ressalta que devem comparecer tanto os aprovados para o primeiro como para o segundo semestre, mas estes últimos serão matriculados apenas de 19 a 21 de julho. “É importante ler com atenção a lista de documentos necessários para o cadastramento, que pode ser realizado por meio de procuração. Já a confirmação de vínculo deve ser efetuada pessoalmente pelos estudantes nas coordenações dos respectivos cursos, de 19 a 28 de fevereiro”, alerta.
O cadastramento deste ano também terá bancas de validação dos candidatos classificados para as vagas reservadas às pessoas com deficiência, incluídas pela primeira vez no Sisu. Na UFRN, os 367 aprovados nesse grupo deverão apresentar os termos, exames e laudos comprobatórios para análise da banca, que irá emitir um parecer final relativo à deficiência alegada. Caso o cadastramento seja realizado por meio de procurador, o candidato deverá submeter-se à avaliação da banca em data agendada pela Pró-Reitoria de Graduação (Prograd).
Os documentos necessários, horários de cadastramento e outras informações estão disponíveis em edital, que pode ser acessado no endereço www.sisu.ufrn.br.
Lista de espera
Espera-se que 60% das 6.923 vagas disponíveis na UFRN sejam preenchidas no cadastramento dos aprovados na primeira chamada do Sisu. Os candidatos que não foram convocados têm até o dia 7 de fevereiro para manifestar no site www.sisu.mec.gov.br o interesse em participar da lista de espera, que será utilizada para preenchimento das vagas remanescentes. O resultado da segunda chamada será divulgado em 19 de fevereiro, já o cadastramento e matrícula ocorrem de 21 a 24 de fevereiro em Natal, 21 a 23 em Caicó e nos dias 22 e 23 em Currais Novos e Santa Cruz.
Há 130 anos, os trabalhos no terreiro Axé Opô Afonjá, em São João de Meriti, na baixada do Rio de Janeiro, encerravam às 19 horas. Desde agosto, o término do culto foi antecipado em uma hora. A rotina do centro sofreu outra alteração: a líder da casa, a mãe Regina D´Yemanjá, proibiu os fiéis de andar pelas ruas usando os trajes religiosos. O motivo das mudanças: medo. São tentativas de evitar casos como o da menina Kaylane Coelho. Em 14 de junho de 2015, a garota, então com 11 anos, saía de uma festa num terreiro de candomblé, da Vila da Penha, bairro de classe média da Zona Norte do Rio, quando uma pedra atingiu sua cabeça, atirada por dois homens que estavam em um ponto de ônibus.
A dupla, de bíblia em punho, lançou ainda insultos contra um grupo formado por oito pessoas vestidas de branco e depois seguiu seu caminho, impune. O caso gerou indignação, solidariedade entre líderes de vários outros credos (inclusive evangélicos), e serviu como alerta para o acirramento dos ataques às práticas afro-brasileiras. Na ocasião, Káthia Marinho, avó de Kaylane e chefe do terreiro, resumiu: “Essa pedrada atingiu toda uma nação”.
Os números de casos de discriminação religiosa registrados pelo telefone de denúncias do Ministério dos Direitos Humanos, o Disque 100, são alarmantes: entre 2015 e 2017, a cada 15 horas um relato por motivo de intolerância foi relatado, de acordo com o órgão. Segundo os relatórios disponibilizados pela entidade, em 2012 foram 109 notificações em todo o País.
Em 2016, o número saltou para 759 (no primeiro semestre de 2017 foram 169 casos). Os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo são os recordistas de ocorrências. A Secretaria de Direitos Humanos fluminense recebeu, entre agosto e outubro de 2017, 42 denúncias de preconceito religioso, sendo que 91% deles contra credos de matriz africana. Um retrocesso medieval em pleno século 21. Como entramos nessa espiral de intolerância?
A Constituição de 1988 garante a liberdade de crença no País.
A partir da Constituição de 1891, a segunda da história do País e a primeira do regime republicano, o Brasil deixou de ser católico, tornando-se um Estado laico. Até então, desde que as caravelas de Cabral surgiram no litoral da Bahia, judeus tiveram de viver como cristãos-novos, sem professar seus rituais, os índios sofreram brutal opressão em nome da fé na Igreja de Roma, e os escravos africanos precisaram abandonar – ou esconder – seus rituais religiosos. Ainda que a lei já permitisse cultos de todas as fés desde 1824 (restringindo a prática a domicílios), as celebrações seguiram sendo feitas com discrição. O racismo jamais deu trégua, turbinando o preconceito contra os credos e ritos da África.
No país do “chuta que é macumba”, a liberdade, de fato, nunca foi plena. O crescimento dos segmentos evangélicos neopentecostais – em especial nas últimas quatro décadas, com a prosperidade multinacional da Igreja Universal do Reino de Deus – elevou a tensão do confronto. E os casos de intolerância não param de crescer. “Estamos assistindo à sistematização desses ataques, com mais agressões e quebra de terreiros. A conversão de traficantes, que muitas vezes se tornam evangélicos na prisão, acirrou ainda mais a violência e a demonização das religiões de matriz africana”, explica o professor e babalaô Ivanir dos Santos, doutor em História Comparada.
Desde 15 de maio de 1997, a Lei Federal 9.459 tornou crime a discriminação religiosa.
Traficantes evangélicos
Na escalada de violência, novos personagens levam o terror a regiões mais pobres do Rio. Traficantes que controlam favelas são evangelizados a partir das cadeias e estendem a opressão às comunidades populares por toda a Região Metropolitana da segunda maior cidade do País. “O morro agora é de Jesus. Você vai ter de sair”, avisou um bandido a uma mãe de santo que mantinha antigo terreiro no Complexo do Lins, Zona Norte da cidade. Ele simplesmente bateu à porta dela e, acompanhado de uma quadrilha, expulsou a moradora, que foi-se embora para a Baixada Fluminense, praticamente só com a roupa do corpo.
A ocorrência, no fim do inverno de 2016, não foi fato isolado. O ato prosaico de vestir branco – cor usada por pais e mães de santo e outros fiéis das religões afro-ameríndias – tornou-se um risco em determinadas regiões. Recentemente, um vídeo captado num dos morros do bairro disseminou revolta pelas redes sociais. Homens armados ordenavam que uma líder espírita destruísse o próprio templo, no Dendê (maior favela da região), enquanto comparsas se divertiam entre insultos e piadas.
Na Baixada, foram documentados vários casos de depredação de terreiros, principalmente em Nova Iguaçu, em 2017. A polícia concluiu que o grupo de vândalos era formado por traficantes evangélicos que atuam na cidade. A ordem para os sucessivos ataques teria partido de criminosos presos, convertidos nas penitenciárias.
Em outubro foi lançado por um candomblecista carioca o aplicativo “Oro Orum – Axé eu respeito”, que busca mapear instituições de matriz afro para formar uma rede contra o preconceito. Em seus 15 primeiros dias a ferramenta teve 1,3 mil downloads e recebeu 343 cadastros de terreiros.
“Essa brutalidade é antiga. Vem desde pelo menos 1988, quando os primeiros ataques foram registrados”, relata a jornalista e pesquisadora Rosiane Rodrigues, autora do livro “Nós” do Brasil, e integrante do Núcleo de Estudos e Pesquisas da Universidade Federal Fluminense (UFF). E no caldo de intolerância da segunda década do século 21, a pesquisadora enxerga mais truculência e organização na violência. “O que estamos presenciando são ataques terroristas”, adverte. Rosiane qualifica a postura de alguns grupos neopentecostais como “fundamentalismo religioso cristão”, com o objetivo principal de sufocar os movimentos de matriz africana.
Rosiane lembra ainda que os espíritas são minoria no cenário religioso do País: segundo o Censo de 2010, 1,7% dos brasileiros (ou 3,5%, se somados os kardecistas). Ela explica que, abandonada pelo poder público, a parte mais carente da população vive à espera de milagres, e que, por isso, torna-se vulnerável à oratória inflamada dos pastores. Com a entrada de traficantes na equação, a pressão fica ainda maior – o funcionamento de muitas comunidades depende da aprovação dos chefes do tráfico.
“É um dos métodos de racismo mais sofisticados do mundo”, avalia. “As igrejas neopentecostais conseguiram atingir o cerne das demandas dessa população, demonizando tudo que elas representam e apresentando um outro mundo. É uma jogada de mestre”, reconhece Rosiane.
Escalada de ataques
A Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, organização fluminense, em parceria com outras entidades de direitos humanos, registra ocorrências relacionadas também a outras religiões. Como o caso de maio de 2012, quando Rafael de Araújo Teixeira, então com 19 anos, que se dizia da Igreja de Cristo, tentou quebrar a marretadas a imagem de uma santa católica instalada pela prefeitura de Águas Lindas de Goiás em uma das ruas da cidade.
Cenas de pessoas invadindo igrejas e quebrando imagens viraram notícia recorrente, ainda que com menos intensidade do que os ataques a terreiros ou a seus frequentadores.
Ivanir dos Santos, um dos responsáveis pelo relatório e integrante da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, acredita que os ataques são cada dia mais evidentes. Ele ratifica que a participação do tráfico de drogas aumentou a dose de violência, além de criar uma forma sistemática de atuação.
“A omissão do Estado, a ascensão política dos representantes desses grupos, faz as pessoas acreditarem que os ataques ficarão impunes. Isso não é religião, é crime”, define Ivanir, sublinhando que “os bons evangélicos também combatem essas práticas violentas”.
Ele aponta, como forma eficaz de combate, uma atuação maior do governo, a criminalização desses atos e mais educação. “A Caminhada da Intolerância Religiosa mostra que juntos somos mais fortes”, constata ele, referindo-se à manifestação que lotou a Praia de Copacabana, no ensolarado domingo de 20 de setembro. “Lá, reunimos todas as religiões que professam a paz. Precisamos nos unir contra esses ataques que crescem a cada dia. Só com muita educação vamos conseguir reverter esse quadro”, aponta.
No Estado do Rio, a Ceplir (Centro de Promoção da Liberdade Religiosa e Direitos Humanos) é responsável pela assistência às vítimas de intolerância religiosa, por meio de registro de denúncias, além de apoios jurídico, psicológico e social. De julho de 2012 a dezembro de 2014, foram totalizados 948 atendimentos a 582 usuários, sendo que as denúncias de seguidores das religiões afro-brasileiras representaram 71,15% dos casos. Em 2015, o número de registros no Centro chegou a 512 – 71% deles produzindo vítimas entre os fiéis do candomblé e da umbanda.
Criada em meados de 2017, a Secretaria Estadual de Direitos Humanos do Rio de Janeiro registrou 12 casos, todos contra religiões de matriz africana, 11 deles de invasão e atentado a casas de santo só na Baixada Fluminense. Juntam-se a esses crimes a difamação, agressão verbal, entre outros problemas. O deputado Átila Alexandre Nunes, à frente do órgão, garante que os números de casos no Rio vêm crescendo e são muito maiores do que os registrados. “É um fenômeno nacional mais evidenciado no nosso Estado”, diz.
“Os ataques têm como alvo principal os frequentadores de terreiros. O discurso de demonização que teve início entre as décadas de 1980 e 1990 está se refletindo hoje.” O secretário atribui também ao uso maciço das redes sociais a exacerbação de pensamentos totalitários, com o aumento de mensagens racistas e de demonstrações de fanatismo religioso.
Nunes pondera que a sensação de impunidade aumenta a agressividade do movimento evangelizador – muitos seguidores apostam no combate a outras religiões como forma de expandir os domínios da sua fé. É a lógica dos traficantes. “O Rio enfrenta uma particularidade em relação a outros Estados, com facções criminosas impondo uma agenda que chamam de evangélica para o controle do território”, explica o secretário. “Não os considero evangélicos porque não vejo religiosidade na inscrição ‘Só Jesus salva’ em um fuzil”, comenta o secretário. Nunes acredita que só o combate aos crimes de ódio e as denúncias por parte das vítimas poderão mudar o cenário.
Exemplo ancestral da propagação do ódio contra as religiões de matriz africana é o livro Orixás, caboclos e guias: deuses ou demônios?, do líder da Igreja Universal, Edir Macedo, lançado em 1987. A obra é uma declaração de guerra ao espiritismo. “Os exus, os pretos velhos, os espíritos das crianças, os caboclos ou os ‘santos’ são espíritos malignos sem corpo, ansiando por achar um meio para se expressarem nesse mundo, não podendo fazê-lo antes de possuírem um corpo”, escreve o autor.
O preconceito não para por aí: “Existem casos em que, por força das circunstâncias, eles chegam a possuir animais para cumprir seus intentos perversos. (…) Na nossa igreja, temos centenas de pais de santo e mães de santo, que foram enganados por espíritos malignos durante anos a fio”, continua a declaração de intolerância.
O bispo-chefe da Universal chega a dizer que a pombagira é uma entidade causadora, em muitas mulheres, de “câncer no útero e de ovário, entre outras doenças”. O fundador da Universal liga ainda a fé afro-brasileira a problemas mentais. “Essa religião, tão popular no Brasil, é uma fábrica de loucos e uma agência onde se tira o passaporte para a morte e uma viagem para o inferno.”
Textos como esse semeiam o ódio e o desrespeito entre evangélicos neopentecostais. O livro continua à venda e é uma das obras do bispo que discorrem de forma difamatória sobre o espiritismo. Essa pequena amostra de discurso revela muito sobre o que leva mais e mais evangélicos a se armar para combater religiões de matriz africana.
DENÚNCIAS
O número de reclamações de preconceito religioso por meio do Disque 100, do Ministério dos Direitos Humanos, vem se multiplicando desde 2011.
Três coisas que causam ódio, desavenças e às vezes, até desgraças, quando envoltas em fundamentalismo cego : religião, futebol e política.
O fanatismo, além de cego e ignorante, é doentio.
Ex-jogador estava em carro que colidiu de frente com caminhão em Maravilha (Fotos: PRF/Divulgação)
O ex-atacante da Chapecoense Fábio Azevedo, de 41 anos, conhecido por Fabinho, morreu nesta sexta-feira (2) após um acidente na BR-282 em Maravilha, no Oeste de Santa Catarina. Ele conduzia um carro que bateu de frente em um caminhão.
Fabinho ficou gravemente ferido no acidente e foi levado para o hospital São José em Maravilha. Segundo a unidade de saúde, ele morreu no trajeto de transferência para o hospital de Chapecó. O horário da morte e outros detalhes não foram informados. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de São Miguel do Oeste.
O filho dele, de 13 anos, também estava no carro, além de um homem de 37 anos. Os dois sofreram ferimentos leves, assim como o motorista do caminhão.
A colisão frontal ocorreu por volta das 4h, no km 604, da BR-282, em Maravilha. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o carro do ex-jogador invadiu a contramão e bateu de frente com um caminhão. O carro ficou totalmente destruído com o impacto do acidente.
Fabinho jogou como atacante na Chapecoense entre 2003 e 2004 e entre 2009 e 2010. Fabinho jogou pela Seleção do Togo e também defendeu cinco clubes na temporada em El Salvador de 2005 a 2008. Atualmente, era treinador de atletas da categoria de base no Oeste catarinense.
Fabinho teve duas passagens pelo time da Chapecoense (Foto: Facebook/Reprodução)
Caminhoneiro sofreu ferimentos leves após colisão com carro; motorista morreu (Foto: PRF/Divulgação)
O Conselho Nacional de Trânsito, Contran, havia acabado com a exigência do extintor de incêndio nos carros por conta da evolução tecnológica na indústria automobilística. O equipamento continua obrigatório apenas para caminhões, micro-ônibus, ônibus e veículos que transportam produtos inflamáveis. Um projeto de lei apresentado na Câmara dos Deputados reestabelece a exigência. Ele está agora no Senado, na Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor. O senador Fernando Bezerra Coelho, do PMDB de Pernambuco, apresentou um requerimento para que a proposta também passe pela Comissão de Assuntos Econômicos. Pediu ainda uma audiência pública sobre o assunto. Para o senador Dário Berger, do PMDB de Santa Catarina, são necessárias várias medidas, especialmente preventivas, para diminuir a mortalidade no trânsito e torná-lo mais seguro para motoristas e pedestres. Ele apresentou um projeto que permite o uso das multas de trânsito para recuperar ruas e rodovias esburacadas que causam muitos acidentes.
O projeto que prevê a volta do extintor de incêndio está aguardando a escolha de um relator na Comissão de Fiscalização e Controle do Senado. O projeto que permite o uso das multas de trânsito para a recuperação de rodovias está na Comissão de Constituição e Justiça do Senado aguardando o parecer do relator, o senador Cidinho Santos, do PR de Mato Grosso.
Depois volta os estojos de primeiro socorro e alguns sabidões politicos enchendo o nobre rabo do nosso suado dinheirinho!! Brasil com essa classe politica vai se enterrando cada vez mais! Aqui nas terras de poti as oligarquias já estão juntas para não perderem a boquinha!!
A uma semana do Carnaval, a Prefeitura do Natal divulgou os planos de segurança e mobilidade para os dias de folia na capital potiguar. O anúncio foi realizado pelo prefeito Carlos Eduardo, durante solenidade na manhã de hoje (2), no Palácio Felipe Camarão, sede da Prefeitura. “Hoje o Carnaval é uma realidade em nossa cidade. O Carnaval é nossa maior festa popular, mas, para nós, da Prefeitura, não é só festa. Além de alegria para a população, o Carnaval atrai recursos para a nossa cidade, gera renda, divisas e abre espaço para os nossos artistas, que serão responsáveis por 95% das apresentações no evento”, destacou o prefeito.
O secretário municipal de Cultura, Dácio Galvão, realizou a apresentação das atrações locais que foram escolhidas por chamada pública e distribuídas pelos 8 polos. “Vamos fazer o melhor Carnaval este ano. Quem escolheu Natal para festejar não vai se arrepender”, afirmou o secretário. Serão oito polos carnavalescos: Ponta Negra, Petrópolis, Redinha, Centro Histórico, Ribeira, Rocas, Nazaré e Praia dos Artistas.
Serão mais de 1.500 músicos e artistas potiguares que estarão à frente dos blocos de rua e nos palcos dos polos a partir da próxima quinta-feira (8), quando o Carnaval Multicultural de Natal será oficialmente aberto, com a entrega da chave da cidade à rainha e rei momo pelo prefeito no Largo do Atheneu, no Polo Petrópolis, durante o tradicional Baile de Máscaras, que terá shows do cantor baiano Carlinhos Brown e do potiguar Sueldo Soaress.
Segurança
O secretário de Segurança Pública e Defesa Social de Natal (Semdes), João Paulo Mendes, apresentou toda a logística do plano de segurança durante os dias de momo. “Com a experiência do Carnaval do ano passado e com a parceria que firmamos com a STTU, vamos ampliar e trabalhar nossa inteligência, inclusive com câmeras de videomonitoramento”, explicou.
Segundo o secretário, foram destacadas cinco viaturas exclusivas nos polos, um ônibus com estrutura de videomonitoramento e segurança privada.
A Guarda Municipal ficará em operação itinerante durante todos os dias do Carnaval.
Mobilidade
A STTU (Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana) desenvolveu o plano para a mobilidade de pedestres e condutores de veículos que estarão na cidade durante o Carnaval. Serão 21 viaturas exclusivas nos oito polos, além de 75 agentes de trânsito por dia distribuídos nos polos.
O transporte público ficará operando até o final dos eventos. A STTU disponibilizará o serviço do 156 para emergências e problemas com o sistema público de ônibus, além do site da prefeitura (www.natal.rn.gov.br) que disponibilizará os pontos de bloqueios no trânsito durante os dias de folia.
“Uma novidade para este ano é a nossa web rádio, que será lançada no próximo dia 7 e vai auxiliar a população e os turistas durante os dias de festa. Além disso, o usuário de ônibus terá acesso facilitado aos polos, vez que iremos realizar mudanças nas paradas de ônibus para deixá-las mais próximas dos polos”, destacou Elequicina dos Santos, secretária de Mobilidade Urbana de Natal.
Participaram da solenidade secretários e auxiliares de outras pastas, os vereadores Aroldo Alves, Preto Aquino e Kléber Fernandes que representaram a Câmara Municipal de Natal, além de toda a imprensa local.
Rozeane Ferreira e Silvano Jeferson, rainha e rei momo do Carnaval Multicultural de Natal 2018, estiveram na solenidade e caíram no samba ao som da bateria da escola Malandros do Samba.
O jornalista William Bonner utilizou seu perfil no Instagram para fazer uma mistura de reflexão, desabafo e denúncia contra uma seguidora que criou 23 perfis falsos para ofendê-lo.
Bonner relata que os xingamentos de uma pessoa identificada como Dani Silva surgiram desde o fim de seu casamento com Fátima Bernardes, há um ano e meio. Após utilizar a ferramenta de bloqueio, ele conta que ela sempre voltava, ofendendo também outros de seus seguidores.
“A pessoa cria outro perfil. Manifesta o desejo de que eu morra. E de forma lenta e dolorosa. […] Eu a bloqueio, e bloquearei sempre. É do jogo. E a pessoa cria mais um perfil para ultrapassar todos os limites, ao desrespeitar um registro da memória de meu pai [o pai de Bonner morreu em 2016]. É muito feio. É perverso. Doentio”, desabafou.
O apresentador ainda ressaltou estar preocupado com a criadora dos perfis: “Será que essa criatura tem alguma interação com seres humanos no mundo real? Ou se trata de alguém profundamente doente e só? Será que essa agressividade desmedida se esgotará sempre no ambiente caótico de um espaço para comentários? Ou devo dar atenção à ameaça de me agredir fisicamente na rua?”.
“A gente costuma acreditar que o desprezo é a arma adequada contra haters. Mas, hoje, ao me deparar com os comentários na foto de meu pai, essas questões todas ganharam dimensão pra mim. E achei que talvez fosse o caso de provocar alguma reflexão”, justificou-se.
O juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato em Curitiba, disse que recebe auxílio-moradia, mesmo tendo imóvel na capital paranaense, como complementação salarial. Segundo ele, a medida se faz necessária pela falta de reajuste para a categoria. “O auxílio-moradia é pago indistintamente a todos os magistrados e, embora discutível, compensa a falta de reajuste dos vencimentos desde 1º de janeiro de 2015 e que, pela lei, deveriam ser anualmente reajustados”, justificou o juiz ao Globo.
Com salário-base de R$ 28.948, a remuneração bruta de Moro chega a R$ 34.210, se somados os benefícios — acima, portanto, do teto constitucional que é de R$ 33.763. Em dezembro de 2017, Moro ganhou gratificações no total de R$ 6.838, elevando o salário para R$ 41.047.
Conforme mostrou a Folha de S.Paulo nesta sexta-feira (2), Moro é dono de um apartamento em Curitiba. O recebimento do benefício não é ilegal. Uma liminar do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, garante a todos os magistrados, mesmo aqueles que têm residência própria na cidade onde trabalham.
Mas nem todos os juízes fazem uso do benefício como complemento salarial, a exemplo de Moro. Pelo menos 15% dos magistrados da 4ª Região, que compreende Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, abriram mão do auxílio-moradia. Desde a liminar de Fux, os integrantes da 4ª Região já receberam R$ 71,3 milhões dessa verba.
A decisão provisória do ministro será julgada pelo plenário do Supremo provavelmente em março, segundo a presidente do Supremo, Cármen Lúcia.
O benefício não conta para o teto constitucional dos vencimentos do setor público, hoje em R$ 33.763. Atualmente 26 ministros de tribunais superiores em Brasília recebem o auxílio-moradia mesmo tendo imóvel próprio na capital, segundo a Folha.
Responsável pela Lava Jato no Rio, o juiz Marcelo Bretas e sua esposa, também juíza, recorreram à Justiça para que o casal acumulasse os dois benefícios, prática vetada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Veja a íntegra da resposta da Justiça Federal da 4ª Região sobre o assunto:
“O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) informa que cumpre as determinações legais, em relação ao auxílio-moradia: LOMAN, art. 65, II; , Resolução CNJ 199/2014;
Os fundamentos também estão na Resolução número 13, de 21 de março de 2006, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que trata das eventuais verbas recebidas acima do teto constitucional dizem respeito as exclusões da incidência, previstas no artigo 8º da Resolução nº 13:
Art. 8º Ficam excluídas da incidência do teto remuneratório constitucional as seguintes verbas:I – de caráter indenizatório, previstas em lei:a) ajuda de custo para mudança e transporte;b) auxílio-moradia;c) diárias;d) auxílio-funeral;e) (Revogada pela Resolução nº 27, de 18.12.06)f) indenização de transporte;g) outras parcelas indenizatórias previstas na Lei Orgânica da Magistratura Nacional de que trata o art. 93 da Constituição Federal.II – de caráter permanente:a) remuneração ou provento decorrente do exercício do magistério, nos termos do art. 95, parágrafo único, inciso I, da Constituição Federal; eb) benefícios percebidos de planos de previdência instituídos por entidades fechadas, ainda que extintas.III – de caráter eventual ou temporário:a) auxílio pré-escolar;b) benefícios de plano de assistência médico-social;c) devolução de valores tributários e/ou contribuições previdenciárias indevidamente recolhidos;d) gratificação pelo exercício da função eleitoral, prevista nos art. 1º e 2º da Lei nº 8.350, de 28 de dezembro de 1991, na redação dada pela Lei nº 11.143, de 26 de julho de 2005;e) gratificação de magistério por hora-aula proferida no âmbito do Poder Público;f) bolsa de estudo que tenha caráter remuneratório.IV – abono de permanência em serviço, no mesmo valor da contribuição previdenciária, conforme previsto no art. 40, § 19, da Constituição Federal, incluído pela Emenda Constitucional nº 41, de 31 de dezembro de 2003.Parágrafo único. É vedada, no cotejo com o teto remuneratório, a exclusão de verbas que não estejam arroladas nos incisos e alíneas deste artigo. Sobre como é solicitado o auxílio-moradia: Em 09/10/2014 foi disponibilizado aos magistrados da 4ª Região, na Central RH, requerimento relativo à Ajuda de Custo para Moradia, conforme o disposto nos arts. 3º e 4º das Resoluções CNJ 199/2014 e CJF 310/2014. Os magistrados via sistema (SERH) efetuaram a solicitação do pagamento do auxílio que, após deferimento pela Presidência em 10/10/2014, foi operacionalizado . O pagamento da ajuda de custo para moradia foi assegurado a contar de 15/09/2014 com base no art. 65, II, da LOMAN e AO 1.773/DF (tramitação no STF, na Resolução CNJ 199/2014 e Resolução CJF 310/2014. Atualmente, 10 magistrados da Justiça Federal da 4ª Região não recebem o auxílio.”
Particularmente, me decepcionei com o Sérgio Moro, ele pregando a moralidade e se beneficiando de algo que já possui, a moradia própria, e com esses mais de cinco mil reais que ele usufrui que dizem que não é ilegal, mais na minha opinião, Sérgio Moro era pra ter abdicado desse valor e assim, pelo menos continuasse sendo o moralista do país, mais um que é igual aos outros, não abre mão do próprio privilégio. Eta Brasil que não tem jeito.
Acho q esse auxílio deveria ser mais analisado é ter comissão administrativa interna para analisar quem deveria é quem não deveria poder usufruir desse benefício, que para alguns, realmente sao necessários, para a maioria totalmente desnecessários. Ou seja, ele e outros estão dentro da lei. É imoral, mas é legal. Enquanto não sair uma decisão judicial definitiva, quem quiser pode receber. Vai ficar com a consciencia de cada um, eu acho um absurdo, mas crime não é. Já percebi que os devotos de LULADRAO estão querendo fazer uma relação deles com o Moro, tá longe viu.
Doutor num fale uma besteira dessa não!!!
Ninguém aguenta esse discurso de que juiz e promotores ganham pouco, aliás ganham até demais para a realidade do Brasil.
Tome vergonha!
Perdeu meu voto se for candidato à presidência!
Fim desse imoral auxílio moradia já!
Ele podia ter ficado calado. Não tá ferindo a lei. Só que é um absurdo. E tentar justificar, que usa porque nao tem reajuste, não cola. Terminou que ficou feio, mas nada além disso.
Não é ‘justificativa’ para receber IMORALMENTE esse tipo de auxílio que já deveria ter sido extinto. É imoral e não isonômico conceder acúmulo de benefício pecuniário a já quem ganha tanto dinheiro público. Nós, sofríveis contribuintes paga a conta.
Um juiz que burla a lei para poder ganhar mais tem moral para julgar alguém?
Quem se curva aos opressores mostra a bunda aos oprimidos.
Hipocrisia pouca é bobagem.
Geralmente um funcionário público, quando recebe dinheiro de uma forma não correta, ele tem um processo administrativo e pode ser punido a devolver o dinheiro, não é isso?
Por isso que eu não acredito mais na justiça do nosso país e nem nos seus magistrados. E as tantas outras categorias por que não têm o mesmo benefício para também compensar a falta de reajuste de anos? Essa desculpa do juiz Moro não convence a mim e acredito que a nenhum brasileiro. Acho esse AUXÍLIO MORADIA a maior aberração da justiça brasileira, pois quem realmente deveria ter auxílio moradia é quem não tem um lugar digno morar, que mora nas ruas, pessoas que são esquecidas pelo Estado, enquanto milhares de magistrados, promotores e procuradores do Brasil têm esse verdadeiro presente e muitos deles têm casa própria inclusive. A desculpa de todos eles é de que é legal, pode até ser legal, mas é completamente imoral esse tipo de benefício. Com um magnífico salário de 40 mil reais e até mais, eles t~em que pagar as suas despesas como qualquer outro servidor público, como água, gás, feira, plano de saúde, aluguel, etc.
"Faça o que digo, mas não faça o que faço!"
Com o auxílio-moradia e os demais penduricalhos, o salário de Sergio Moro ultrapassa o teto do funcionalismo público.
Vamos celebrar a estupidez e hipocrisia humanas…
A Justiça Federal no Rio Grande do Norte determinou o bloqueio nas contas do Governo do Estado para a compra de um complemento alimentar que será usado para tratamento de um recém-nascido, portador “Síndrome do Xarope do Bordo”. A doença provoca uma deficiência metabólica no processamento de aminoácidos (valina, isoleucina e leucina), resultando em um acúmulo desses aminoácidos, nos líquidos corporais, podendo ser tóxico ao Sistema Nervoso Central e prejudicial à saúde do infante, com possibilidade de ocasionar danos neurológicos de natureza grave ao menor.
Foram proferidas três decisões sobre esse processo. A primeira, ainda no plantão judiciário, proferida pela Juíza Federal Janine Bezerra, que determinou ao Estado do Rio Grande do Norte fornecer, no prazo de 48 horas, duas latas do complemento alimentar MSUD 1.
Em seguida, no mesmo dia, foi proferida uma outra decisão da mesma magistrada determinando o bloqueio das contas do Estado no valor correspondente a latas de leite para um mês de alimentação do recém-nascido.
A terceira decisão foi proferida pelo Juiz Federal Ivan Lira de Carvalho deferindo o pedido de gratuidade judiciária para o processo.
Parabéns à JUSTIÇA FEDERAL aqui no RN. Têm mais é que bloquear mesmo, pois os desvios estão aí de maneira escancarada. É um DESgoverno absurdo esse de Robinson Farias.
BG
Este estado do RN está desgovernado, a secretaria de TRIBUTAÇÃO do estado (SET) não funciona mercadorias chegam no aeroporto (e se voce pediu via aerea é porque tem pressa) e fica retida porque o setor de liberação não libera mesmo o contribuinte tendo credenciamento, isto é um absurdo não é a toa que o RN ninguém quer investir aqui, o empresario que for atento jamais investirá um centavo enquanto o tratamento do estado incluindo a SET tiver esse comportamento. É bom lembrar que ao se comprar uma agulha em qualquer lugar do Brasil instantaneamente o estado a que se destina a mercadoria é informado eletronicamente daquela venda e ai esse BURROCRACIA da SET em não agilizar os procedimentos é incabível, já passou da hora de se JUDICIALIZAR a SET e seu secretario para que faça a sua obrigação legal.
Os 16,2 mil juízes em atividade no Brasil ganham, em média, R$ 46 mil mensais. Isso porque três em cada quatro juízes recebem mais do que o teto do funcionalismo público, de R$ 33,7 mil, graças a “indenizações” e “gratificações” recorrentes, e estranhas a trabalhadores que não usam toga – entre elas, o auxílio moradia para quem tem moradia própria.
Sem estampar as manchetes de jornais diariamente, como faz o primo feio, o poder Legislativo, o Judiciário brasileiro enriqueceu, e muito, ao longo dos últimos anos. Seus membros ganharam um aumento de 134% acima da inflação (1.350% em termos nominais), isso sem incluir um novo acréscimo nominal de 41% concedido em 2016. Para comparar: o salário mínimo, que subiu bem nesse período, cresceu 62% acima da inflação. Questão de prioridades.
Com isso, gastamos por aqui 1,3% do PIB com o Judiciário. Isso dá quatro vezes o gasto da Alemanha (0,32%), oito vezes o do Chile (0,22%), dez vezes o da Argentina (0,13%).
O rombo, porém, não para por aí. Deve-se somar a ele o custo do Ministério Público, que chega a 0,3%, além do gasto com as defensorias públicas. Ao final, o custo com Justiça no Brasil pode chegar a 1,8% do PIB. Em outras palavras: R$ 110 bilhões por ano, algo próximo ao orçamento do Ministério da Educação.
E o que temos em troca desses gastos monumentais? Recebemos o 30º Judiciário mais lento do mundo, dentre 133 países, segundo o Banco Mundial.
Devagar e nunca
Justificar tantos gastos para manter a estrutura do Judiciário não é uma tarefa difícil. São ao todo cinco tribunais superiores, 27 tribunais de Justiça estaduais, três tribunais militares estaduais, 27 Justiças Eleitorais nos Estados, cinco regiões da Justiça Federal, além de 24 regiões da justiça do Trabalho… Para cuidar de tudo isso, temos 390 mil funcionários e 16,2 mil juízes.
Nenhum outro país do mundo emprega tantos funcionários na área como o Brasil. São em média 205 para cada 100 mil habitantes, contra 150 na Argentina e 66,9 na Alemanha, por exemplo.
Por outro lado, nosso número de juízes é até baixo. Mantemos 8,2 magistrados para cada 100 mil habitantes, 1/3 do que possui a Alemanha.
O resultado é uma carga total de 6.531 processos por juiz a cada ano. Para dar conta em tempo hábil seria necessário que cada um julgasse 33 processos diariamente. A dificuldade em julgar tantos processos é uma das causas da lentidão do Judiciário brasileiro. Em média, cada processo leva cinco anos para sair da primeira instância.
Na prática, porém, pagamos mais por menos. Por aqui, cada membro iniciante do Ministério Público leva para casa 14 vezes a renda média do Brasil. Nos países membros da União Europeia, um juiz da mais alta corte recebe em média 4,2 vezes a renda dos habitantes locais.
Ter mais juízes recebendo salários mais realistas (ou, ainda, salários que não ultrapassem o teto, como é o caso de três em cada quatro juízes brasileiros) seria uma solução. Mas ela contraria o próprio interesse da categoria – que, como qualquer outra, não vai fazer lobby para diminuir os próprios vencimentos. E, como demonstraram os parlamentares ao conceder novos aumentos em 2016, não interessa ao Congresso contrariar esses interesses, menos ainda com a Lava Jato a todo vapor.
Botando no pau
Uma das explicações para o gargalo de processos em andamento no País é a Justiça do Trabalho. Ela responde por 40% das ações que ingressam na Justiça.
Isso significa 2,5 milhões de processos trabalhistas por ano. É muito. Dá 70 vezes o número registrado nos EUA, e quase mil vezes o do Japão.
Por conta desse volume galáctico, manter toda a estrutura da Justiça do Trabalho custa caro: mais de R$ 11 bilhões por ano. Isso é praticamente o mesmo valor que a Justiça do Trabalho gera para os seus reclamantes. Ou seja: para cada real ganho numa ação, o governo gasta outro real só para manter a estrutura da coisa toda.
Resolver cada processo custa em média R$ 458 aos tribunais estaduais e R$ 675 da Justiça Federal. Quando separada apenas a Justiça do Trabalho, o custo médio por questão processual pode chegar a R$ 1.700. Uma característica, porém, marca os mais de 95 milhões de processos em tramitação no Brasil: só os setores públicos são responsáveis por 51% dos processos em andamento no País. A maior parte desses processos existe para recuperar valores devidos por pessoas e empresas aos Estados e municípios, ou à União.
Tornar a Justiça brasileira menos paquidérmica não é, portanto, algo que dependa de uma canetada mágica, mas de adequar valores dos mais dispersos. Dar mais autonomia aos sindicatos para validarem acordos junto a empresas, sem necessidade de envolvimento judicial, ajudaria. Termos 20 mil, 25 mil juízes pelo preço dos atuais 16 mil, também. Mas talvez a maior de todas as medidas seja mesmo uma faxina no maior criadouro de processos judiciais do País: o labirinto dos impostos.
Minotauro fiscal
Um livro que reunisse toda a legislação de impostos composta desde a Constituição de 1988 conteria algo em torno de 300 mil normas, distribuídas em 41 mil páginas. Não que todas essas normas sejam vigentes. 92% delas não têm mais validade. O problema é saber quais. Entender exatamente qual lei se aplica em cada caso e qual já caiu em desuso e foi substituída equivale a buscar a saída de um labirinto.
De um labirinto minotáurico: para decifrá-lo, cada empresa brasileira despende em média 2.600 horas. Na Bolívia, que não é exatamente o paraíso da desburocratização, são 1.080 horas. Nos EUA, 175.
Um governo que tornasse a tarefa de pagar impostos menos olímpica certamente evitaria inadimplências – e novos processos judiciais. No fim, o que precisamos é de um país com menos data venias e mais papo reto. Em todas as áreas.
Fim de regalias já!
Tem que acabar esse imoral auxílio moradia e essa história de ferias 60dias, licença prêmio, por isso que não trabalham, muita regalia e folgas em excesso
A indignação coletiva do povo contra esses abusos é quase inócua. Magistrados e afins têm o monopólio da aplicação da lei e através desse monopólio, o monopólio da aplicação da força. Representam em carne viva a personificação do Estado bruto, pesado, caro, improdutivo e ineficaz. Criam mecanismos que julgam e beneficiam a si mesmos, com cumplicidade do legislativo podre e corrupto. Acham-se merecedores de todo tipo de privilégio, por terem em suas mãos justamente o monopólio da aplicação da lei, porém usam-no para retirar compulsoriamente tributos de quem produz para pagar seus luxos. Usam todo tipo de desonestidade intelectual para justificarem-se perante os pagadores de impostos, com argumentos fracos e frágeis. Não esperemos por ações altruístas, de bom senso e de justiça social desses caras, pois analogamente seria como esperarmos amor vindo de uma raposa cuidando do galinheiro. Apenas para amenizar a situacao, devemos melhorar a qualidade do voto em pessoas com, pelo menos, o comprometimento com o erário público e a eficiência da máquina estatal. Ou na pior das hipóteses, apoiarmos um revolução armada.
que matéria Excelente! Muito boa mesmo! E os juizes ainda estao querendo mais aumento aí viu? essa semana mandaram p/ carmem lucia uma carta p/ ela liberar mais um aumento. Reivindicam tambem adicional por tempo de serviço. Os juizes querem o que afinal? Ganhar igual a um gerente nacional da coca-cola? que traz muitos lucros p/ coca-cola e por isso ganha merecidamente seus 100 mil reais talvez. Mas um juiz?! traz lucro de que omi? um juiz ne um empresario nao, é um servidor publico e merece ganhar como servidor publico putz revoltante mesmo
É não, eles são paladinos intocáveis, pelo fato de terem passado em um certame, tem direito a ganhar 33 vezes o vencimento mínimo, terem 60 dias de férias, diversos enforcados, auxílio-moradia de quase 5mil, alimentação de 1200…
Mas não pode reclamar, se reclamar de todos esses absurdos você é taxado de ptista ou te mandam estudar.
Ser caro, a meu ver, nem é tanto um problema.
Problema mesmo é ser caro e ineficiente.
E isso ocorre pelas férias de 60 dias, pelas semanas de 03, pelos feriados enforcados, pelo recesso de 20 dias…
Desejo que um dia os Professores de nossa imensa nação recebam pelo menos o valor de um Auxílio Moradia desses.
No dia que isso por ventura acontecer vai ser uma festa enorme de norte a sul.
15 MIL PARA ENTREGAR "CARTINHA" SÓ NO BRASIL MESMO. NÃO SEI COMO ESSE CARGO JÁ NÃO FOI EXTINTO.
Oficial de justiça é um serviço que em dois dias vc aprende. É só pegar o mandado e entregar. Às vezes leva um chá de cadeira, mas faz parte. E o pior é que muitas vezes faltam servidores no cartório, era para pegar esse pessoal e jogar dentro do cartório.
Temos também, além de um dos piores e mais inúteis, Legislativo e executivo mais caro. O Legislativo nosso é mais caro que o Judiciário e, pior ainda, mais inútil. O executivo, com seus montes de cargos em comissão, função gratificada etc, só serve para apadrinhamento político e roubalheira.
Sabe porque a justiça do trabalho é mais barata esses países? Pq lá as pessoas pagam os direitos trabalhistas corretamente, não precisa de justiça pra isso. Aqui, se deixar ao bel prazer dos empregadores, os empregados morrem de fome.
Esse Felipe nunca gerou um emprego …faça um teste ; coloque uma cigarreira e empregue seu primo ….seis meses depois ele irá te colocar na justiça pedindo R$ 120.000,00…… deuxa dd escrever merda e se informe
A depender do lugar onde se mora e da praticidade de acesso, as pessoas tendem a recorrer a variadas fontes de água para ingestão. No entanto, é bom ficar alerta para as características de cada tipo de água e as particularidades que exigem para consumo.
A água mineral, por exemplo, é produzida e enriquecida de sais minerais como magnésio, cálcio e potássio pela própria natureza. Além disso, possui baixo teor de sódio e o pH ideal para o bom funcionamento do organismo. É captada do subsolo, de fontes autorizadas. Os sais e outras substâncias presentes nas águas minerais contribuem positivamente para a saúde com nutrientes indispensáveis à vida humana.
Engana-se quem pensa que água mineral e água de torneira são a mesma coisa. Os sais minerais da primeira não são os mesmos encontrados na segunda. A água de torneira é proveniente de fontes de água doce, como rios, represas e lagos, e passa por um tratamento com produtos químicos, que a torna potável. O processo é realizado com cloro, que é ácido, e cabe aos filtros reduzir a quantidade do elemento e aproximar o pH da água do neutro.
Já a água de poço artesiano, apesar de ser cristalina e sem odor, não necessariamente possui qualidade. O poço artesiano tem grande profundidade e a água infiltrada em rochas e sedimentos jorra do solo naturalmente, porque basta sua pressão para levá-la à superfície. Esse processo já equivale a uma filtragem natural, mas ainda assim consumir água proveniente de poços artesianos exige cuidados. Ferver, apenas, não exclui a possibilidade de contaminação. Nesse caso, a água deve ser filtrada e para cada litro é preciso adicionar duas gotas de hipoclorito de sódio.
Se botar duas gotas de cloro em uma caixa de água podre mata tudo e a água fica consumível, imagine oque o cloro faz no seu corpo, após análise de laboratório a água de poço artesiano, se não contaminada não precisa fazer nenhum processo químico, o melhor processo seria o filtro de barro, cloro é o melhor desidratante para o corpo humano além do flúor que eles dizem que faz bem pra quem não sabe é substância derivado do alumínio, material pesado que faz muito mal para seu corpo.
Essa tua postagem comparativa é baseada em algum estudo ou pesquisa?
Quero dicas para realizar análises em amostras de poço artesiano para provar se sua qualidade pode ser comprovada.
Olá! Compro água mineral as x vem ph 7.2 ou 6.25. Pago 11 reais no galao de 20 litros…independente do n7vel. Comentwi c a envasadora ela ecplucoy qye varia o dia da captaçao. Agora vou consumir agua de poço artesiano e pingar hipiclorito 2 gotas p cada litro custo e benefício….
e quanto ao flúor adicionado na água, todos os países desenvolvidos e inteligentes, NÃO PERMITEM a adição de flúor na água por ele ser um VENENO
O flúor ingerido é rapidamente absorvido pela mucosa do estômago e do intestino delgado.
Sua via de eliminação são os rins, responsáveis por eliminarem 50% do flúor diariamente ingerido, e o que sobra tem que encontrar refúgio em alguma parte do corpo, que geralmente é junto ao cálcio de algum dos tecidos conjuntivos.
Como os dentes e os ossos são os maiores reservatórios de cálcio, é para lá que o excesso de flúor tende a se dirigir, passando a deformá-los e a provocar o que cientificamente se conhece como fluorose.
As disfunções renais, ao impedirem a perfeita eliminação do excesso de flúor, fazem aumentar os riscos da fluorose.
De acordo com cálculos divulgados em 1977 pelo National Academy of Sciences (NAS), um organismo que diariamente retém quantidades de flúor superiores a 2mg, ao chegar aos 40 anos começa a apresentar problemas estruturais como artrite, escoliose, rugas, arteriosclerose etc., devido à hipermineralização dos tecidos conectivos dos ossos, pele e parede das artérias devido, principalmente, à forte interferência do flúor sobre a síntese do colágeno.
No caso dos ossos, dentes e glândula pineal, acrescenta-se ainda a facilidade com que os íons de flúor (1,29Z) substituem os da hidroxila OH- (1,33Z) e se incorporam à estrutura dos cristais de apatita. Por isso, diante do excesso de flúor, esses tecidos perdem a flexibilidade e se tornam extremamente rígidos e quebradiços.
Meus avos bebiam água de poço e nunca ficaram doentes eu conheço pessoas que fazem isso e segue a vida normal, é claro que com tratamento com hipoclorito de sódio.
Vejam o Ph da água mineral. São poucas as que tem um Ph superior a 6.0. A Nina é a que mais se aproxima do neutro.
Sabemos que não existe câncer em ambiente alcalino, Ph > 7,0
Leiam o rótulo e procurem ver o Ph. Façam a opção pela de maior PH.
Pelo menos em Natal e Parnamirim muitos abastecimentos são provenientes de poços e adicionada de Hipoclorito de sódio somente algumas captadas de Rio como a ESTA do Jiqui é Extremoz passam por tratamento, logo quem diz se a água é boa ou não para ser consumida são as análises físico-química e microbiológicas realizadas por um profissional capacitado como um Químico ou Engenheiro Químico.
Não entendo o porquê tanta propaganda da água mineral e informações não verdadeiras sobre a mesma.
Imagens acima mostram momento em que objeto foi explodido. Fotos: cedidas
Policial descia escada no Shopping 10, no bairro do Alecrim, na Zona Leste de Natal, no início da tarde desta sexta-feira(02), e encontrou uma mala, aparentemente, abandonada. Diante da suspeita, acionou o esquadrão anti-bomba do Batalhão de Operações Especiais(BOPE) para verificação do objeto. Informações em instantes. Fotos cedidas abaixo momentos antes da mala ser explodida.
A Uber anunciou nessa quarta-feira(31 de janeiro) que será possível pedir bicicletas por meio de sua plataforma. Por enquanto, a novidade estará disponível apenas em São Francisco, nos Estados Unidos e os usuários poderão pedir bicicletas elétricas fornecidas pela empresa Jump.
Os usuários vão encontrar a opção “bicicleta” no canto esquerdo superior dentro do aplicativo da empresa. Ao clicar, será possível ver quantas unidades estão disponíveis perto de onde o usuário estiver localizado. O app vai mostrar um PIN para desbloquear o veículo que vai custar U$$2, cerca de R$ 6,30 a cada 30 minutos. Ao chegar ao destino final, o usuário deve entregar a bicicleta em uma estação próxima que pode ser localizada pelo app.
A Justiça do Rio Grande do Norte aderiu oficialmente ao Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP 2.0). Em portaria publicada no Diário de Justiça dessa terça-feira (30), assinada pelos desembargadores Expedito Ferreira, presidente do Tribunal de Justiça do RN, e Glauber Rêgo, corregedor-geral de Justiça em substituição, estabelece-se a obrigatoriedade de registro dos mandados de prisão expedidos por autoridades judiciárias do estado no banco de dados.
De acordo com a portaria, todos os mandados de prisão expedidos pelo Poder Judiciário do Estado do Rio Grande do Norte a partir de 29 de janeiro deste ano deverão ser cadastrados diretamente no BNMP 2.0. Com relação aos mandados expedidos anteriormente, mas ainda não cumpridos e que seguem em vigor, a portaria estabelece um prazo de 90 dias para que a autoridade judiciária responsável realize o cadastramento.
Ainda de acordo com a regulamentação, a partir da publicação a expedição de mandados de prisão deverá ser informada, através do Banco Nacional de Monitoramento de Prisões, ao Conselho Nacional de Justiça em um prazo de 24 horas. A responsabilidade pelo lançamento das informações no BNMP 2.0 é da autoridade judiciária competente pela ordem de expedição dos mandados de prisão.
Em casos que o juiz determine a expedição do mandado de prisão em caráter restrito, porém, o prazo para inclusão no BNMP 2.0 se iniciará após seu cumprimento ou quando afastado esse caráter por decisão judicial. Cabe a autoridade policial que for dar cumprimento a mandado de prisão constante do banco de dados averiguar sua autenticidade, de modo a assegurar a identidade da pessoa a ser presa.
A nova regulamentação considera o disposto na Lei n° 12.403/2011, que determinou a criação de banco de dados para registro dos mandados de prisão expedidos em todo território nacional, e o disposto na Resolução nº 137/2011, do Conselho Nacional de Justiça, que regulamenta o banco de dados de mandados de prisão.
Na manhã desta sexta-feira (02), a Delegacia Especializada em Narcóticos (DENARC) deflagrou uma ação policial na Vila de Ponta Negra, em Natal, com o objetivo de cumprir mandados de busca e apreensão em residências vinculadas ao crime de tráfico de drogas. A ação contou com o apoio das equipes da Delegacia Especializada em Furtos e Roubos (Defur), da Delegacia Especializada em Proteção ao Meio Ambiente (Deprema), da Companhia Independente de Proteção Ambiental (CIPAM).
Os policiais cumpriram dois mandados de busca e apreensão, em duas residências distintas. “Nossas equipes apreenderam aproximadamente R$3 mil em notas fracionadas, rolos de plástico filme usado para embalar drogas e pequenas porções de maconha. Dois homens responderão a Termos Circunstanciados de Ocorrências pela prática de porte de drogas para consumo próprio.”, detalhou o delegado Ulisses de Souza, titular da Denarc.
Por que será que essa PM RN e Polícia Civil do RN… não fazem ações entre Bela Vista (também conhecida como Bela Parnamirim, entre Macaíba e Parnamirim) e o Pé do Galo (Macaíba)?
Tá mais do que provado que lá está os maiores comandantes do crime no RN, inclusive como refugio de bandidos de outros Estados!
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