Não se “frustre”, mas estrelas cadentes não existem: entenda as diferenças entre meteoros, meteoritos, cometas e asteroides

Desculpe trazer más notícias, mas estrelas cadentes não existem. Pronto, falei. Mas calma, você não alucinou aquela vez que viu um objeto brilhante atravessar o céu. Era, na verdade, era um meteoro. Sobre o pedido se realizar ou não (pode confessar, todo mundo faz um pedido ao ver uma “estrela cadente”), isso é assunto para outra hora.

O importante é entender a diferença entre meteoro, meteorito, cometa e asteroide:

Meteoros

Popularmente conhecidos como estrelas cadentes, os meteoros são pequenos pedaços de poeira espacial (meteoroide) que estão queimando na atmosfera da Terra. Eles parecem bem pequenos, o que significa que é pouca poeira, e por isso sabemos que nunca vão chegar à superfície da Terra. Eles são inofensivos e viajam pela atmosfera a 48.280 km/h, chegando a temperaturas de 1.648ºC.

Meteoritos

Quando meteoroides de fato chegam à superfície terrestre, são chamados de meteoritos. Embora a maioria seja bem pequena, eles podem chegar a 100 kg — tamanho suficiente para causar estragos por aqui.

Asteroides

No Sistema Solar, há bilhoes de asteroides flutuando. Eles têm os mais variados tamanhos e formatos. Alguns são muito pequenos até para que sejam notados, outros são tão grandes que parecem planetas — Ceres tem 1.000 quilômetros de comprimento, por exemplo. Mas eles não conseguem ter uma atmosfera e são basicamente pedras que ficam em volta do Sol.

Cometas

Os cometas são asteroides que têm caudas. É que são feitos de um gelo arenoso que, quando próximo do Sol, aquece, derrete e forma essa cauda. Quando orbitam a estrela-mãe, os cometas deixam uma trilha de poeira e gás que tem milhares de quilômetros.

Galileu

Conheça as diferenças entre os sintomas de dengue, gripe, febre amarela, zika e chikungunya

Foto: Thinkstock

Os sintomas iniciais de febre amarela, dengue, gripe, zika e chikungunya são comuns a várias doenças infecciosas causadas por vírus, como dor no corpo, dor de cabeça e dor nas juntas. Mas a partir do segundo ou terceiro dia, o vírus procura os órgãos pelos quais tem afinidade e então os sintomas de cada doença se tornam mais característicos.

A febre amarela, provocada pela picada dos mosquitos Haemagogus ou Sabethes (foto), que habitam região de mata, causa sintomas como febre com calafrio, dor de cabeça, dores musculares, mal estar e cansaço. A partir do terceiro dia, a maioria das pessoas já começa a apresentar melhora. No entanto, 15% desenvolvem complicações, entre elas hepatite e alteração do funcionamento dos rins e do coração, que podem levar à morte.

Dengue, zika e chikungunya são doenças transmitidas pelo mesmo vetor, o mosquito Aedes aegypti. Diferentemente dos mosquitos Haemagogus ou Sabethes, o Aedes aegypti vive no meio urbano e se prolifera em locais com água parada, como base de vasos (foto). Exames de sangue já são capazes de fornecer diagnósticos precisos de cada doença. Entre essas doenças, já existe vacina apenas para dengue, mas de eficácia ainda não totalmente comprovada.

Existem dois tipos mais comuns de dengue: a dengue clássica e a hemorrágica. A clássica tem sintomas similares à gripe como febre alta (em torno de 40 graus), dor de cabeça, dor nas articulações, dor atrás dos olhos, dores musculares, prostração, vermelhidão no corpo e coceira. Os sintomas regridem a partir do sétimo dia, mas a fraqueza perdura por algumas semanas. Já a hemorrágica apresenta, inicialmente, os mesmos sintomas da clássica, porém, após o terceiro dia, surgem os sinais de hemorragia, como sangramento da gengiva, do nariz e rompimentos superficiais da pele.

Em 80% dos casos, a zika não tem sintomas. Os sinais da doença geralmente são semelhantes ao de uma virose ou da dengue, porém menos agressivos. São eles: febre em torno de 38 graus, aumento dos gânglios linfáticos, dor de cabeça, dor nas articulações, erupção cutânea com coceira, fotofobia, conjuntivite, diarreia, náuseas e cansaço, que desaparecem em sete dias. Estudos comprovaram a relação da zika com a microcefalia em bebês gerados por mães que contraíram a doença na gravidez. A zika também está relacionada à Síndrome de Guillain-Barré, inflamação dos nervos periféricos que resulta em fraqueza muscular e paralisia, em geral, de forma temporária .

Assim como a dengue e a zika, a chikungunya causa febre alta, dor de cabeça, dores musculares, conjuntivite, náuseas, vômitos e vermelhidão pelo corpo. O predominante são as dores articulares, que afetam simetricamente diversas juntas e são debilitantes. O quadro evolui para cura em dez dias. A doença, em geral, não mata, mas provoca dores articulares crônicas – para a vida toda.

Já a gripe não é transmitida por mosquito, mas sim pelo contato entre uma pessoa gripada e outra saudável por meio de gotículas no ar ou pelo aperto de mão, por exemplo. A principal característica que difere a gripe da febre amarela, dengue, zika e chikungunya é a presença de secreção (catarro). Sintomas como dor de garganta e tosse são típicos da gripe e não das demais doença.

Com informações do R7 Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Geysa disse:

    Parabéns pelo blog! Excelente.

Água mineral x água de torneira x água de poço artesiano: qual a diferença?

A depender do lugar onde se mora e da praticidade de acesso, as pessoas tendem a recorrer a variadas fontes de água para ingestão. No entanto, é bom ficar alerta para as características de cada tipo de água e as particularidades que exigem para consumo.

A água mineral, por exemplo, é produzida e enriquecida de sais minerais como magnésio, cálcio e potássio pela própria natureza. Além disso, possui baixo teor de sódio e o pH ideal para o bom funcionamento do organismo. É captada do subsolo, de fontes autorizadas. Os sais e outras substâncias presentes nas águas minerais contribuem positivamente para a saúde com nutrientes indispensáveis à vida humana.

Engana-se quem pensa que água mineral e água de torneira são a mesma coisa. Os sais minerais da primeira não são os mesmos encontrados na segunda. A água de torneira é proveniente de fontes de água doce, como rios, represas e lagos, e passa por um tratamento com produtos químicos, que a torna potável. O processo é realizado com cloro, que é ácido, e cabe aos filtros reduzir a quantidade do elemento e aproximar o pH da água do neutro.

Já a água de poço artesiano, apesar de ser cristalina e sem odor, não necessariamente possui qualidade. O poço artesiano tem grande profundidade e a água infiltrada em rochas e sedimentos jorra do solo naturalmente, porque basta sua pressão para levá-la à superfície. Esse processo já equivale a uma filtragem natural, mas ainda assim consumir água proveniente de poços artesianos exige cuidados. Ferver, apenas, não exclui a possibilidade de contaminação. Nesse caso, a água deve ser filtrada e para cada litro é preciso adicionar duas gotas de hipoclorito de sódio.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tacimara disse:

    Essa tua postagem comparativa é baseada em algum estudo ou pesquisa?
    Quero dicas para realizar análises em amostras de poço artesiano para provar se sua qualidade pode ser comprovada.

  2. Ismael disse:

    Qual seria ph mais ideal para consumo e onde encontro ? Poçoxmineralxtorneira

  3. Leuda disse:

    Olá! Compro água mineral as x vem ph 7.2 ou 6.25. Pago 11 reais no galao de 20 litros…independente do n7vel. Comentwi c a envasadora ela ecplucoy qye varia o dia da captaçao. Agora vou consumir agua de poço artesiano e pingar hipiclorito 2 gotas p cada litro custo e benefício….

  4. Matheus disse:

    e quanto ao flúor adicionado na água, todos os países desenvolvidos e inteligentes, NÃO PERMITEM a adição de flúor na água por ele ser um VENENO

    O flúor ingerido é rapidamente absorvido pela mucosa do estômago e do intestino delgado.
    Sua via de eliminação são os rins, responsáveis por eliminarem 50% do flúor diariamente ingerido, e o que sobra tem que encontrar refúgio em alguma parte do corpo, que geralmente é junto ao cálcio de algum dos tecidos conjuntivos.

    Como os dentes e os ossos são os maiores reservatórios de cálcio, é para lá que o excesso de flúor tende a se dirigir, passando a deformá-los e a provocar o que cientificamente se conhece como fluorose.
    As disfunções renais, ao impedirem a perfeita eliminação do excesso de flúor, fazem aumentar os riscos da fluorose.

    De acordo com cálculos divulgados em 1977 pelo National Academy of Sciences (NAS), um organismo que diariamente retém quantidades de flúor superiores a 2mg, ao chegar aos 40 anos começa a apresentar problemas estruturais como artrite, escoliose, rugas, arteriosclerose etc., devido à hipermineralização dos tecidos conectivos dos ossos, pele e parede das artérias devido, principalmente, à forte interferência do flúor sobre a síntese do colágeno.

    No caso dos ossos, dentes e glândula pineal, acrescenta-se ainda a facilidade com que os íons de flúor (1,29Z) substituem os da hidroxila OH- (1,33Z) e se incorporam à estrutura dos cristais de apatita. Por isso, diante do excesso de flúor, esses tecidos perdem a flexibilidade e se tornam extremamente rígidos e quebradiços.

    https://sites.google.com/site/venenofluor/conheca-o-fluor-e-suas-consequencias

  5. Giselia disse:

    Meus avos bebiam água de poço e nunca ficaram doentes eu conheço pessoas que fazem isso e segue a vida normal, é claro que com tratamento com hipoclorito de sódio.

  6. Aldo Tinoco disse:

    Vejam o Ph da água mineral. São poucas as que tem um Ph superior a 6.0. A Nina é a que mais se aproxima do neutro.
    Sabemos que não existe câncer em ambiente alcalino, Ph > 7,0
    Leiam o rótulo e procurem ver o Ph. Façam a opção pela de maior PH.

  7. João Carlos disse:

    Pelo menos em Natal e Parnamirim muitos abastecimentos são provenientes de poços e adicionada de Hipoclorito de sódio somente algumas captadas de Rio como a ESTA do Jiqui é Extremoz passam por tratamento, logo quem diz se a água é boa ou não para ser consumida são as análises físico-química e microbiológicas realizadas por um profissional capacitado como um Químico ou Engenheiro Químico.
    Não entendo o porquê tanta propaganda da água mineral e informações não verdadeiras sobre a mesma.

  8. Zacarias potiguar disse:

    Dos botijões contaminados ninguém fala né?

    De q adianta testar a água, dizer q é pura e depois botá-la num botijão imundo?